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Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454.  henriquelhas@hotmail.com
 
AJUDA PARA QUEM QUER JEJUAR
 
1 Co 9.27 Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado.
Gl 6.17 Desde agora, ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus.
O PROBLEMA DA ÁGUA DURANTE O JEJUM
Caso alguém queira fazer o propósito com DEUS de não beber nem água durante o Jejum, então a água se tornará alimento, mas se o irmão fizer o propósito de apenas não comer, então a água não será alimento. Lembre-se de que existe vários tipos de Jejum na Bíblia, inclusive o de não comer somente comidas desejáveis. Caso o irmão resolver fazer um Jejum prolongado, esse jejum deve, e isso é muito importante, beber água. Nosso corpo é composto de 70% de água e se passarmos mais de três dias sem beber água possivelmente teremos problemas de desidratação e acarretando outros problemas decorrentes disso.
O CASO DO JEJUM COM ORAÇÃO E ESTUDO BÍBLICO
 Lembre-se de que o Jejum deve ser acompanhado de oração e leitura da Bíblia, bem como estudo da mesma para que, quando corpo ficar fraco materialmente o espírito seja fortalecido na fé e o corpo vivificado.
O CASO DO JEJUM PROLONGADO
O Jejum prolongado, por exemplo, de quarenta dias, não deve ser ultrapassado este tempo, pois após quarenta dias o corpo passa a alimentar-se de si próprio, causando lesões gravíssimas e com a redução no tamanho do estômago passando a ser irreversível. Sem Água ou líquidos não deve ser feito este tipo de jejum.
O CASO DOS NOVOS JEJUANTES
Os novos jejuantes devem começar a treinar seu corpo antes de fazer jejum, por exemplo ficando só a manhã sem se alimentar, depois de mais uma semana se alimentando corretamente pode-se ir aumentando aos poucos a dosagem. Também um treinamento de ficar sem comer determinados alimentos de que se está acostumado a comer, é saudável.
O CASO DO MOTIVO
Não se jejua para emagrecer e nem se jejua porque não se tem o que comer. Regime não é jejum, pois quem jejua passa a absorver mais dos alimento quando come e é possível até que engorde mais; o jejum é ter o que comer e deixar de comer (abster-se). DEUS deve saber o motivo de nosso jejum, em oração a ELE. Por exemplo: Jejum intercessório, A favor de alguém, ou de muitas pessoas (2 Co 11.27), Jejum Consagratório (Em favor de nós mesmos, oferecendo-nos a DEUS), Jejum dedicatório (Adoração a DEUS); Buscando a DEUS (2 Cr 20.3), Como sinal de humilhação (Ed 8.21), Pedido de livramento (Et 4.3), Por cura de enfermidade (Sl 35.13), Para deixar a dureza de coração (Is 58.6), Em busca de respostas (Dn 9.3), Por avivamento (Jl 1.14), Por arrependimento e pedido de misericórdia (Jn 3.5), Para se alegrar (Zc 8.19), Para se expulsar certos tipos de demônios (t 17.21), Por esclarecimento para salvação (at 10.30), etc...
O CASO PSÍQUICO
Deve-se tomar muito cuidado com o Jejum, pois durante o período uma guerra espiritual estará sendo deflagrada. O reino espiritual estará mais em evidência e sem a devida cautela (Sempre Bíblia acompanhando o jejum), poderá ocorrer um desvio de personalidade na pessoa, tornando-se fanático (vendo demônios por toda parte e não aceitando correção de mais ninguém) ou também pode ocorrer acesso de loucura.
O RESULTADO DO JEJUM BÍBLICO
O resultado do Jejum feito nos moldes bíblicos são formidáveis e gloriosos:
1- Pode-se adquirir Dons do ESPÍRITO SANTO
2- Pode-se ter um encontro com DEUS
3- Pode-se receber Ministério
4- Pode-se passar a compreender muito de DEUS que não se compreendia antes
5- Pode-se receber revelações espantosas do reino espiritual
ETC...
ESTUDO DA BEP - CPAD A SEGUIR
Mt 16.9.15 E ENTÃO JEJUARÃO. Fica claro que Jesus esperava que os crentes jejuassem depois da sua partida. Os dias da ausência do Noivo são a presente era, que começou no momento da ascensão de Jesus até à sua volta. A igreja espera essa volta do Noivo (25.6; ver Jo 14.3). O jejum nesta era é, portanto: 
(1) um sinal do anseio do crente pela volta do seu Senhor; 
(2) uma preparação para sua volta; 
(3) um pesar por sua ausência; 
(4) um sinal de tristeza pelo pecado e decadência do mundo (ver 6.16).

9.17 VINHO NOVO EM ODRES VELHOS. Este versículo é interpretado de várias maneiras pelos comentaristas. 
(1) O vinho novo era suco fresco de uva. À medida que ele começava a fermentar, 
os odres novos (feitos de peles) esticavam-se sem se romper, ao passo que se fossem odres velhos se romperiam. O vinho novo representava o evangelho como sendo uma mudança fermentadora que as antigas formas do judaísmo não podiam comportar. Há dúvidas sobre este ponto de vista, pois aqueles que estão familiarizados com o processo da fermentação declaram que até mesmo odres bem novos e fortes se romperiam pela ação violenta da fermentação, uma vez lacrados (ver Jó 32.19). 
(2) Uma segunda interpretação entende que a parábola ressalta a importância de se conservar tanto o vinho novo quanto os odres novos (v. 17). 
(a) O vinho novo era suco fresco de uva , não fermentado, representando a mensagem salvífica original de Jesus Cristo e o poder do Espírito Santo, demonstrados no dia de Pentecoste. O empenho máximo de Jesus era que o evangelho original, juntamente com o poder redentor do Espírito Santo, não sofressem qualquer mudança, corrupção ou perda. Esta interpretação tem o amparo da solicitude de Cristo, no sentido de que o evangelho (o vinho novo) não seja alterado pelos ensinamentos (o fermento) dos fariseus e do judaísmo (o fermento como elemento fermentador e modificador da massa, cf. 
16.6,12; Êx 12.19; 1 Co 5.7). 
(b) Nos tempos antigos, a fim de conservar a doçura do suco por um período adequado de tempo, o povo coava ou fervia o suco, engarrafava-o e o colocava num lugar fresco.. Eram necessários odre novos, porque estariam livres de toda matéria residual fermentadora, tal como células maduras de levedura. Se colocado em odres velhos, o vinho novo começaria mais facilmente a fermentar por causa dos resíduos fermentadores existentes nos odres. A fermentação resultante passaria, então, a causar a perda, tanto do vinho novo quanto dos odres (que se romperiam por causa da pressão). Columela, o grande especialista romano em agricultura, do século I d.C., escreveu que, para se conservar o vinho novo sempre doce , deve-se colocá-lo num vasilhame novo, lacrado (Da Agricultura, 12.29)
9.17 VINHO NOVO... SE CONSERVAM. A ênfase de Cristo recai aqui sobre a preservação do vinho novo pelo tempo que for possível (ver a nota anterior). Quanto aos vários métodos empregados nos tempos bíblicos para conservar o vinho em estado doce e sem fermentação.
9.37 A SEARA É REALMENTE GRANDE. Jesus admoesta a todos os crentes a estarem sempre conscientes de que os perdidos têm uma alma eterna, de valor incalculável, e que terão que passar a eternidade no céu ou no inferno, e que muitos poderão ser salvos se alguém tão somente lhes anunciar o evangelho (ver 10.28).
Observação minha:
Se colocarmos nosso corpo como sendo o odre e o vinho como sendo o ESPÍRITO SANTO, então teremos que alguém só poderá ser cheio do ESPÍRITO SANTO quando se esvaziar do mundo, das concupiscências da carne e do excesso de alimento, ou seja, quando esvaziamos o corpo e o tornamos fraco pela falta de alimento o ESPÍRITO SANTO terá mais liberdade de agir em nossa vida e de nos encher de sua poderosa unção.
Algumas referências a Jejum:
2 Cr 20.3 JOSAFÁ TEMEU. Diante da maior crise da sua vida (vv. 1,2), Josafá enfrentou de modo exemplar uma circunstância que parecia insuperável. Começou a buscar o Senhor em jejum (v. 3), reuniu outras pessoas para orar (v. 4), confessou sua própria incapacidade (v. 12), obedeceu ao Espírito Santo (vv. 14-18), confiou totalmente no Senhor e na sua palavra (v. 20) e rendeu graças ao Senhor (vv. 21,22).
20.3 APREGOOU JEJUM. Pode-se intensificar a busca da face do Senhor (ver 15.2 nota) através do jejum. O jejum deve acompanhar regularmente a oração e o anseio do crente para que a vontade de Deus seja feita (ver Ed 8.23; Ne 9.1,2; Dn 9.3; ver Mt 4.2; 6.16).
Ed 8.21 APREGOEI ALI UM JEJUM. Jejum requer abstenção de alimento por um período limitado de tempo (ver Mt 6.16 nota). O povo de Deus no AT jejuava para manifestar humildade, abnegação, submissão a Deus e para buscar sua graça, ajuda, proteção e favor (vv. 21,31). Os fiéis jejuavam quando (1) sob grande ansiedade (2 Sm 12.16-23; 1 Rs 21.20-27; Sl 35.13; 69.10); (2) cultuando a Deus no Dia da Expiação (cf. Lv 16.29-31; 23.26-32); (3) queriam demonstrar arrependimento e remorso (1 Rs 21.27-29; Ne 9.1,2; Jl 2.12,13; Jn 3.4-10); (4) enfrentando perigos (2 Cr 20.3; Ed 
8.21-23), enfermidades (2 Sm 12.15,16) e morte (1 Sm 31.13); (5) preparando-se para ministrar (Êx 34.28; Dt 9.9-18); e (6) buscando a Deus por avivamento e renovação (Dn 9.3-19). Ed 8.21 PARA LHE PEDIRMOS CAMINHO DIREITO PARA NÓS. Devemos sempre orar a Deus, rogando seu cuidado e proteção, ao iniciarmos uma viagem. Não se deve ter como inquestionável a ajuda de Deus, uma vez que sua direção e proteção nos são concedidas mediante nossas orações. E, ao chegarmos em segurança ao nosso destino (v. 32), nunca devemos esquecer de lhe dar graças.8.23 NÓS, POIS, JEJUAMOS E PEDIMOS ISSO AO NOSSO DEUS. Deus olha com benevolência aqueles que com humildade e sinceridade, jejuam e buscam a sua face sobre determinado assunto (cf. Ne 1.4). Assim como Deus atendeu propiciamente o pedido de Esdras, assim também Ele honrará todos aqueles que, com coração sincero, o buscam em oração e jejum (ver v. 21 nota).
Ne 9.2 A GERAÇÃO DE ISRAEL SE APARTOU... FIZERAM CONFISSÃO DOS SEUS PECADOS. Os atos registrados neste capítulo demonstram que o arrependimento dos judeus era profundo e duradouro. Continuavam buscando a Deus, jejuando, humilhando-se diante dEle, confessando a sua dependência espiritual e separando-se daquilo que ofendia a Ele (vv. 1-3).
Is 58.3 NO DIA EM QUE JEJUAIS. O povo estava a se queixar que Deus não queria ajudá-lo. Deus, porém, sabia que a adoração e o jejum deles era hipocrisia. Ele lhes declara que um ato religioso só tem valor para Ele quando procede dos que buscam humildemente obedecer aos seus mandamentos e que, com compaixão, estendem a mão aos necessitados. 58.6 O JEJUM QUE ESCOLHI. O jejum que Deus aprova é acompanhado de amor por Ele e por sincero cuidado pelos oprimidos. O crente deve compreender que a entrega de ofertas e dízimos à igreja não o exime da responsabilidade de dar aos pobres. Devemos ajudar os famintos com comida e fornecer roupas aos que estão necessitados (cf. Gl 6.10). 58.8-12 ENTÃO, ROMPERÁ A TUA LUZ COMO A ALVA. Onde há amor verdadeiro a Deus e um sincero interesse pelo bem-estar do próximo, há também aí um canal para a bênção abundante de Deus em nossa vida. As recompensas desse amor a Deus são declaradas aqui: (1) a luz de Deus e a plena alegria da salvação e da cura; (2) a proteção e presença de Deus manifestas em nossa vida; (3) o socorro divino na aflição, mediante a resposta das orações; (4) a remoção das trevas e 
da opressão; (5) a orientação, fortaleza e frutescência da parte de Deus, e (6) a verdadeira restauração, com o retorno dos padrões e caminhos de Deus.
Dn 9.5 PECAMOS. Daniel não se acomodou para esperar passivamente o cumprimento da restauração prometida. Pelo contrário, começou a interceder, de todo coração, com jejum e súplicas (v. 3) pelo cumprimento da palavra de Deus. Daniel começou a orar, com intercessão, reconhecendo a grandeza de Deus, que suscita reverente temor, o seu amor fiel e sua misericórdia para com aqueles que o amam e o obedecem (v. 4). A seguir, fez confissão do pecado, identificando-se com o povo de Israel que pecara contra Deus e se rebelara contra Ele (vv. 5-16). Pediu a restauração de Jerusalém, não por causa de qualquer mérito seu, ou de Israel, mas "por amor do Senhor" (9.17-19). Quando Deus respondeu, demonstrou sua grande misericórdia e compaixão amorosa como o Deus que, realmente, cumpre as suas promessas.
1.14 SANTIFICAI UM JEJUM... CLAMAI AO SENHOR. Em conseqüência da devastação da terra, e da aflição entre o povo, Joel conclama-o a intensificar o luto, a clamar dia e noite a Deus com jejum e oração, e a arrepender-se de todo pecado. Hoje, talvez, o povo de Deus não experimente pragas literais de gafanhotos, mas é provável que veja suas congregações devastadas por aflições, pecados e doenças que angustiam famílias inteiras (cf. 1 Co 11.30-32). O conselho bíblico para se resolver tais impasses é que os pastores e leigos reconheçam, igualmente, com a máxima urgência, a necessidade de ajuda, poder e bênção de Deus. Devem voltar-se a Ele com a sinceridade, intensidade, arrependimento e intercessão descritos por Joel (vv. 13,14; 2.12-17).
Jn 3.5 OS HOMENS DE NÍNIVE CRERAM EM DEUS. (1) Os ninivitas aceitaram a mensagem de Jonas, crendo já estarem condenados, a menos que se arrependessem. Como expressão de seu genuíno arrependimento e humildade, jejuaram (cf. 1 Sm 7.6; 2 Sm 1.12) e vestiram-se de panos de saco (um tecido grosseiro, geralmente feito de pêlo de cabra; cf. 2 Sm 3.31; 2 Rs 19.1,2). (2) Jesus declarou que Nínive se levantará no Dia do Juízo para condenar Israel por causa de sua incredulidade e dureza de coração (Mt 12.41).3.10 DEUS SE ARREPENDEU DO MAL. Por ter o povo se arrependido, Deus suprimiu o juízo. (1) O desejo primordial de Deus é usar de misericórdia, e não executar o castigo que a sua justiça requer. O Senhor é um Deus que se move de compaixão pelos pecadores que, sinceramente, se arrependem. (2) Este livro ilustra a verdade bíblica de que Deus não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento, recebam o perdão e a vida eterna (ver 2 Pe 3.9).
Mt 17.17 INCRÉDULA E PERVERSA. Este texto evidencia o conceito que Jesus tem dos discípulos e das igrejas que não assistem ao próximo, no autêntico poder do reino de Deus. (1) Deixar de libertar os oprimidos por Satanás ou pelos demônios (vv. 15-21) demonstra falta de fé, de compreensão e de autoridade espiritual (vv. 17,20,21; Mc 9.29). (2) O propósito do Espírito Santo, ao registrar as narrativas (14-21), ressalta não somente que Jesus expulsava demônios, como também que Ele deseja que seus discípulos façam a mesma coisa mediante a fé, a oração e o jejum (vv. 20,21). Jesus fica profundamente entristecido quando seu povo deixa de participar do seu ministério contra as forças de Satanás (v. 17; ver 10.1 nota; 10.8; Mc 9.28,29; Lc 9.1; Jo 14.12)
ORAÇÃO E JEJUM. Jesus não está dizendo aqui que, para a expulsão de certo tipo de 
espírito imundo, era necessário um período de oração e jejum. O princípio aqui é outro: onde há pouca fé, há pouca oração e jejum (Mt 17.19,20). Onde há muita oração e jejum resultante da dedicação genuína a Deus e à sua Palavra, há abundância de fé. Se os discípulos tivessem uma vida de oração e jejum como Jesus, poderiam ter resolvido esse caso.
2 Co 11.23 OS SOFRIMENTOS DE PAULO. O Espírito Santo, através das palavras de Paulo, revela-nos a angústia e o sofrimento de uma pessoa totalmente dedicada a Cristo, à sua Palavra e à causa em prol da qual Ele morreu . Paulo comungava com os sentimentos de Deus e vivia em sintonia com o coração e os sofrimentos de Cristo. Seguem-se vinte formas da participação de Paulo nos sofrimentos de Cristo. Ele fala em: 
(1) "muitas tribulações" enfrentadas ao servir a Deus (At 14.22); (2) sua aflição no "espírito", por causa do pecado dominante na sociedade (At 17.16); (3) servir ao Senhor com "lágrimas" ( 2.4); (4) advertir a igreja "noite e dia com lágrimas", durante um período de três anos, por causa da perdição das almas, pela distorção do evangelho por falsos mestres, contrários à fé bíblica apostólica (At 20.31; (5) sua grande tristeza ao separar-se dos crentes amados (At 20.17-38), e seu pesar diante da tristeza deles (At 21.13); 
(6) a "grande tristeza e contínua dor" no seu coração, por causa da recusa dos seus "patrícios" em aceitarem o evangelho de Cristo (Rm 9.2,3; 10.1); (7) as muitas provações e aflições que lhe advieram por causa do seu trabalho para Cristo (4.8-12; 11.23-29; 1 Co 4.11-13); (8) seu pesar e angústia de espírito, por causa do pecado tolerado dentro da igreja (2.1-3; 12.21; 1 Co 5.1,2; 6,8-10); (9) sua "muita tribulação e angústia do coração", ao escrever àqueles que abandonavam a Cristo e ao evangelho verdadeiro (2.4); (10) seus gemidos, por causa do desejo de estar com Cristo e livre do pecado e das preocupações deste mundo (5.1-4; cf. Fp 1.23); (11) suas tribulações "por fora e por dentro", por causa de seu compromisso com a pureza moral e doutrinária da igreja (7.5; 11.3,4); (12) o "cuidado" que o oprimia cada dia, por causa do seu zelo por "todas as igrejas" (v.28); (13) o desgosto consumidor que sentia quando um cristão passava a 
viver em pecado (v.29); (14) o desgosto de proferir um "anátema" sobre aqueles que pregavam outro evangelho, diferente daquele revelado no NT (Gl 1.6-9); (15) suas "dores de parto" para restaurar os que caíam da graça (Gl 4.19; 5.4); (16) seu choro por causa dos inimigos da cruz de Cristo (Fp 3.18); (17) sua "aflição e necessidade", pensando naqueles que podiam decair da fé (1 Ts 3.5-8); (18) suas perseguições por causa da sua paixão pela justiça e pela piedade (2 Tm 3.12); (19) sua lastimável condição ao ser abandonado pelos crentes da Ásia (2 Tm 1.15); e (20) seu apelo angustiado a Timóteo para que este guarde fielmente a fé genuína, ante a apostasia vindoura (1 Tm 4.1; 6.20; 2 Tm 1.14) 
 
 
JEJUM - EXEMPLO DE JESUS - Pr. Henrique
O jejum não é para DEUS, mas a motivação deve ser nos esvaziar do material para sermos cheios do espiritual. É quando estamos em jejum que ficamos mais susceptíveis a ouvir a voz de DEUS, mais abertos a receber revelações do ESPÍRITO SANTO em nosso espírito. Mais facilmente guiados pelo ESPÍRITO SANTO em uma pregação ou ensino,. Mais aptos para receber, ter ou experimentar da unção do ESPÍRITO SANTO.
JESUS jejuou com o propósito de iniciar seu ministério de milagres, curas, libertações, pregações, ensinos. (Mt 4,2; Mc 1,12; Lc 4,2). também JESUS estava escolhendo seus discípulos para serem apóstolos. A luta contra Satanás e seus demônios estava apenas se iniciando e era preciso se fortalecer espiritualmente. Isto é ensino para nós - JESUS estava aqui na terra como homem e tudo fazia para dar exemplo a seus discípulos e servir de exemplo para nós em tudo. Quiando desce do Monte da tentação já desce expulsando demônio de um jovem que não havia sido liberto por seus discípulos, pois eles não haviam se preparado para isto. Só JESUS jejuou aqueles 40 dias. Veja que foi o próprio ESPÍRITO SANTO quem guiou JESUS àquele jejum. Era um treinamento, um fortalecimento, armas a serem conquistadas para a guerra que enfrentaria dai em diante contra religiosos inescrupulosos e Satanás e seus demonios.
Não se deve jejuar para se mostrar para os outros. Jejuar não é um ritual religioso. O jejum, não sendo para comunhão com DEUS e estreitamento de relacionamento com o Mesmo não é aproveitável. é apenas abstensão de alimentos.
Podemos ver alguns exemplos de jejum na Bíblia com motivações corretas:

Juízes 20:26 -- Israel jejuou pela vitória na guerra.
I Samuel 1:6-7 -- Ana jejuou para ter um filho.
I Samuel. 7:6 -- Israel jejuou por [causa de] arrependimento.
1 Reis 21:27 -- Acabe jejuou [pedindo] por misericórdia.
2 Crônicas 20:3 -- Jeosafá e Israel jejuaram [pedindo] por ajuda e proteção
Esdras 8:21-23 -- Esdras e o povo jejuaram [pedindo] por ajuda e proteção
Neemias 1:4 -- Neemias jejuou e se lamentou [pedindo] por ajuda a Jerusalém.
Neemias 9:1,2 -- Israel jejuando em lamento e arrependimento.
Ester 4:16 -- Ester e amigos jejuaram [pedindo] por vitória.
Ester 9:3 -- Jejuar é mencionado como tendo tido um papel na vitória.
Salmos 35:13,14 -- Jejuar em oração e lamentação.
Salmos 69: 10,11 -- Jejuar em oração e lamentação.
Isaías 58:6-8 -- O jejum que agrada a DEUS.
Jeremias 36:9 -- Israel jejuou [pedindo] por misericórdia.
Joel 1:14; 2:12,15 -- DEUS ordenou jejum e arrependimento.
Jonas 3:5 -- Os ninivitas jejuaram em arrependimento [pedindo] por misericórdia.
Daniel 9:3 -- Daniel jejuou [pedindo] por sabedoria.
Mateus 4:2 -- JESUS jejuou quando tentado no deserto.
Mateus 6:17-18 -- JESUS prometeu que o Pai abençoaria o jejum.
Mateus 9:14-15 -- JESUS disse que seus discípulos jejuariam.
Mateus 17:21 -- O jejum é necessário para vencer algumas forças demoníacas.
Marcos 9:29 -- O jejum é necessário para vencer alguns baluartes demoníacos.
Lucas 2:37 -- Jejuar era parte do serviço [prestado por] Ana a DEUS.
Atos 13:2 -- O jejum era parte do ministério dos servos [de CRISTO] em Antioquia.
Atos 13:3 -- A ordenação [de pastores] era acompanhada por jejum.
Atos 14:23 -- A ordenação [de pastores] era acompanhada por jejum..
2 Coríntios 6:5 -- O jejum foi um modo como Paulo foi aprovado como um ministro de JESUS CRISTO.
2 Coríntios 11:27 -- Paulo jejuava com freqüência.
Paulo imitava JESUS em tudo - Fp 3:17; 4:9. Era normal para Paulo o jejum na vida de um crente (2 Cor 11:27).
Como Paulo se recomendava? Veja se em seu ministério tem estas credenciais:
2 Coríntios 6. 1 E nós, cooperando também com ele, vos exortamos a que não recebais a graça de DEUS em vão 2 (Porque diz:Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação). 3 Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado; 4 Antes, como ministros de DEUS, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias, 5 Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns, 6 Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no ESPÍRITO SANTO, no amor não fingido, 7 Na palavra da verdade, no poder de DEUS, pelas armas da justiça, à direita e à esquerda, 8 Por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama; como enganadores, e sendo verdadeiros; 9 Como desconhecidos, mas sendo bem conhecidos; como morrendo, e eis que vivemos; como castigados, e não mortos; 10 Como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo.
 
Mateus 17:17 E Jesus, respondendo, disse: Ó geração incrédula e perversa! até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? Trazeimo aqui.18 E, repreendeu Jesus o demônio, que saiu dele, e desde aquela hora o menino sarou. 19 Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Por que não pudemos nós expulsá-lo? 20 E Jesus lhes disse: Por causa de vossa incredulidade; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível. 21 Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.
 
 
 
Autor: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva
Ajuda: Bíblia de Estudos Pentecostal - BEP em CD - CPAD
 
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