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AJUDA PARA QUEM QUER JEJUAR
 
 
1 Co 9.27 Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado.
Gl 6.17 Desde agora, ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus.
 
O PROBLEMA DA ÁGUA DURANTE O JEJUM
Caso alguém queira fazer o propósito com DEUS de não beber nem água durante o Jejum, então a água se tornará alimento, mas se o irmão fizer o propósito de apenas não comer, então a água não será alimento. Lembre-se de que existe vários tipos de Jejum na Bíblia, inclusive o de não comer somente comidas desejáveis. Caso o irmão resolver fazer um Jejum prolongado, esse jejum deve, e isso é muito importante, beber água. Nosso corpo é composto de 70% de água e se passarmos mais de três dias sem beber água possivelmente teremos problemas de desidratação e acarretando outros problemas decorrentes disso.
O CASO DO JEJUM COM ORAÇÃO E ESTUDO BÍBLICO
Lembre-se de que o Jejum deve ser acompanhado de oração e leitura da Bíblia, bem como estudo da mesma para que, quando corpo ficar fraco materialmente o espírito seja fortalecido na fé e o corpo vivificado.
O CASO DO JEJUM PROLONGADO
O Jejum prolongado, por exemplo, de quarenta dias, não deve ser ultrapassado este tempo, pois após quarenta dias o corpo passa a alimentar-se de si próprio, causando lesões gravíssimas e com a redução no tamanho do estômago passando a ser irreversível. Sem Água ou líquidos não deve ser feito este tipo de jejum.
O CASO DOS NOVOS JEJUANTES
Os novos jejuantes devem começar a treinar seu corpo antes de fazer jejum, por exemplo ficando só a manhã sem se alimentar, depois de mais uma semana se alimentando corretamente pode-se ir aumentando aos poucos a dosagem. Também um treinamento de ficar sem comer determinados alimentos de que se está acostumado a comer, é saudável.
O CASO DO MOTIVO
Não se jejua para emagrecer e nem se jejua porque não se tem o que comer. Regime não é jejum, pois quem jejua passa a absorver mais dos alimento quando come e é possível até que engorde mais; o jejum é ter o que comer e deixar de comer (abster-se). DEUS deve saber o motivo de nosso jejum, em oração a ELE. Por exemplo: Jejum intercessório, A favor de alguém, ou de muitas pessoas (2 Co 11.27), Jejum Consagratório (Em favor de nós mesmos, oferecendo-nos a DEUS), Jejum dedicatório (Adoração a DEUS); Buscando a DEUS (2 Cr 20.3), Como sinal de humilhação (Ed 8.21), Pedido de livramento (Et 4.3), Por cura de enfermidade (Sl 35.13), Para deixar a dureza de coração (Is 58.6), Em busca de respostas (Dn 9.3), Por avivamento (Jl 1.14), Por arrependimento e pedido de misericórdia (Jn 3.5), Para se alegrar (Zc 8.19), Para se expulsar certos tipos de demônios (t 17.21), Por esclarecimento para salvação (at 10.30), etc...
O CASO PSÍQUICO
Deve-se tomar muito cuidado com o Jejum, pois durante o período, uma guerra espiritual estará sendo deflagrada. O reino espiritual estará mais em evidência e sem a devida cautela (Sempre Bíblia acompanhando o jejum), poderá ocorrer um desvio de personalidade na pessoa, tornando-se fanático (vendo demônios por toda parte e não aceitando correção de mais ninguém) ou também pode ocorrer acesso de loucura se não houver um treinamento antes de se prolongar o jejum.
 
O RESULTADO DO JEJUM BÍBLICO
 
O resultado do Jejum feito nos moldes bíblicos são formidáveis e gloriosos:
1- Pode-se adquirir Dons do ESPÍRITO SANTO
2- Pode-se ter um encontro com DEUS
3- Pode-se receber Ministério
4- Pode-se passar a compreender muito de DEUS que não se compreendia antes
5- Pode-se receber revelações espantosas do reino espiritual
ETC...
 
ESTUDO DA BEP - CPAD A SEGUIR
Mt 16.9.15 E ENTÃO JEJUARÃO. Fica claro que Jesus esperava que os crentes jejuassem depois da sua partida. Os dias da ausência do Noivo são a presente era, que começou no momento da ascensão de Jesus até à sua volta. A igreja espera essa volta do Noivo (25.6; ver Jo 14.3). O jejum nesta era é, portanto: 
(1) um sinal do anseio do crente pela volta do seu Senhor; 
(2) uma preparação para sua volta; 
(3) um pesar por sua ausência; 
(4) um sinal de tristeza pelo pecado e decadência do mundo (ver 6.16).

9.17 VINHO NOVO EM ODRES VELHOS. Este versículo é interpretado de várias maneiras pelos comentaristas. 
(1) O vinho novo era suco fresco de uva.
À medida que ele começava a fermentar, os odres novos (feitos de peles) esticavam-se sem se romper, ao passo que se fossem odres velhos se romperiam. O vinho novo representava o evangelho como sendo uma mudança fermentadora que as antigas formas do judaísmo não podiam comportar. Há dúvidas sobre este ponto de vista, pois aqueles que estão familiarizados com o processo da fermentação declaram que até mesmo odres bem novos e fortes se romperiam pela ação violenta da fermentação, uma vez lacrados (ver Jó 32.19). 
(2) Uma segunda interpretação entende que a parábola ressalta a importância de se conservar tanto o vinho novo quanto os odres novos (v. 17). 
(a) O vinho novo era suco fresco de uva , não fermentado, representando a mensagem salvífica original de Jesus Cristo e o poder do Espírito Santo, demonstrados no dia de Pentecoste.
O empenho máximo de Jesus era que o evangelho original, juntamente com o poder redentor do Espírito Santo, não sofressem qualquer mudança, corrupção ou perda. Esta interpretação tem o amparo da solicitude de Cristo, no sentido de que o evangelho (o vinho novo) não seja alterado pelos ensinamentos (o fermento) dos fariseus e do judaísmo (o fermento como elemento fermentador e modificador da massa, cf. 
16.6,12; Êx 12.19; 1 Co 5.7). 
(b) Nos tempos antigos, a fim de conservar a doçura do suco por um período adequado de tempo, o povo coava ou fervia o suco, engarrafava-o e o colocava num lugar fresco.
Eram necessários odre novos, porque estariam livres de toda matéria residual fermentadora, tal como células maduras de levedura. Se colocado em odres velhos, o vinho novo começaria mais facilmente a fermentar por causa dos resíduos fermentadores existentes nos odres. A fermentação resultante passaria, então, a causar a perda, tanto do vinho novo quanto dos odres (que se romperiam por causa da pressão). Columela, o grande especialista romano em agricultura, do século I d.C., escreveu que, para se conservar o vinho novo sempre doce , deve-se colocá-lo num vasilhame novo, lacrado (Da Agricultura, 12.29)
9.17 VINHO NOVO... SE CONSERVAM.
A ênfase de Cristo recai aqui sobre a preservação do vinho novo pelo tempo que for possível (ver a nota anterior). Quanto aos vários métodos empregados nos tempos bíblicos para conservar o vinho em estado doce e sem fermentação.
9.37 A SEARA É REALMENTE GRANDE.
Jesus admoesta a todos os crentes a estarem sempre conscientes de que os perdidos têm uma alma eterna, de valor incalculável, e que terão que passar a eternidade no céu ou no inferno, e que muitos poderão ser salvos se alguém tão somente lhes anunciar o evangelho (ver 10.28).
 
Observação minha:
Se colocarmos nosso corpo como sendo o odre e o vinho como sendo o ESPÍRITO SANTO, então teremos que alguém só poderá ser cheio do ESPÍRITO SANTO quando se esvaziar do mundo, das concupiscências da carne e do excesso de alimento, ou seja, quando esvaziamos o corpo e o tornamos fraco pela falta de alimento o ESPÍRITO SANTO terá mais liberdade de agir em nossa vida e de nos encher de sua poderosa unção.
Algumas referências a Jejum:
2 Cr 20.3 JOSAFÁ TEMEU. Diante da maior crise da sua vida (vv. 1,2), Josafá enfrentou de modo exemplar uma circunstância que parecia insuperável. Começou a buscar o Senhor em jejum (v. 3), reuniu outras pessoas para orar (v. 4), confessou sua própria incapacidade (v. 12), obedeceu ao Espírito Santo (vv. 14-18), confiou totalmente no Senhor e na sua palavra (v. 20) e rendeu graças ao Senhor (vv. 21,22).
20.3 APREGOOU JEJUM. Pode-se intensificar a busca da face do Senhor (ver 15.2 nota) através do jejum. O jejum deve acompanhar regularmente a oração e o anseio do crente para que a vontade de Deus seja feita (ver Ed 8.23; Ne 9.1,2; Dn 9.3; ver Mt 4.2; 6.16).
 
Ed 8.21 APREGOEI ALI UM JEJUM.
Jejum requer abstenção de alimento por um período limitado de tempo (ver Mt 6.16). O povo de Deus no AT jejuava para manifestar humildade, abnegação, submissão a Deus e para buscar sua graça, ajuda, proteção e favor (vv. 21,31). Os fiéis jejuavam quando
(1) sob grande ansiedade (2 Sm 12.16-23; 1 Rs 21.20-27; Sl 35.13; 69.10);
(2) cultuando a Deus no Dia da Expiação (cf. Lv 16.29-31; 23.26-32);
(3) queriam demonstrar arrependimento e remorso (1 Rs 21.27-29; Ne 9.1,2; Jl 2.12,13; Jn 3.4-10);
(4) enfrentando perigos (2 Cr 20.3; Ed 8.21-23), enfermidades (2 Sm 12.15,16) e morte (1 Sm 31.13);
(5) preparando-se para ministrar (Êx 34.28; Dt 9.9-18); e
(6) buscando a Deus por avivamento e renovação (Dn 9.3-19).
 
Ed 8.21 PARA LHE PEDIRMOS CAMINHO DIREITO PARA NÓS. Devemos sempre orar a Deus, rogando seu cuidado e proteção, ao iniciarmos uma viagem. Não se deve ter como inquestionável a ajuda de Deus, uma vez que sua direção e proteção nos são concedidas mediante nossas orações. E, ao chegarmos em segurança ao nosso destino (v. 32), nunca devemos esquecer de lhe dar graças.8.23 NÓS, POIS, JEJUAMOS E PEDIMOS ISSO AO NOSSO DEUS. Deus olha com benevolência aqueles que com humildade e sinceridade, jejuam e buscam a sua face sobre determinado assunto (cf. Ne 1.4). Assim como Deus atendeu propiciamente o pedido de Esdras, assim também Ele honrará todos aqueles que, com coração sincero, o buscam em oração e jejum (ver v. 21).
 
Ne 9.2 A GERAÇÃO DE ISRAEL SE APARTOU... FIZERAM CONFISSÃO DOS SEUS PECADOS.
Os atos registrados neste capítulo demonstram que o arrependimento dos judeus era profundo e duradouro. Continuavam buscando a Deus, jejuando, humilhando-se diante dEle, confessando a sua dependência espiritual e separando-se daquilo que ofendia a Ele (vv. 1-3).
 
Is 58.3 NO DIA EM QUE JEJUAIS.
O povo estava a se queixar que Deus não queria ajudá-lo. Deus, porém, sabia que a adoração e o jejum deles era hipocrisia. Ele lhes declara que um ato religioso só tem valor para Ele quando procede dos que buscam humildemente obedecer aos seus mandamentos e que, com compaixão, estendem a mão aos necessitados. 58.6 O JEJUM QUE ESCOLHI. O jejum que Deus aprova é acompanhado de amor por Ele e por sincero cuidado pelos oprimidos. O crente deve compreender que a entrega de ofertas e dízimos à igreja não o exime da responsabilidade de dar aos pobres. Devemos ajudar os famintos com comida e fornecer roupas aos que estão necessitados (cf. Gl 6.10). 58.8-12 ENTÃO, ROMPERÁ A TUA LUZ COMO A ALVA. Onde há amor verdadeiro a Deus e um sincero interesse pelo bem-estar do próximo, há também aí um canal para a bênção abundante de Deus em nossa vida. As recompensas desse amor a Deus são declaradas aqui: (1) a luz de Deus e a plena alegria da salvação e da cura; (2) a proteção e presença de Deus manifestas em nossa vida; (3) o socorro divino na aflição, mediante a resposta das orações; (4) a remoção das trevas e da opressão; (5) a orientação, fortaleza e frutescência da parte de Deus, e (6) a verdadeira restauração, com o retorno dos padrões e caminhos de Deus.
 
Dn 9.5 PECAMOS.
Daniel não se acomodou para esperar passivamente o cumprimento da restauração prometida. Pelo contrário, começou a interceder, de todo coração, com jejum e súplicas (v. 3) pelo cumprimento da palavra de Deus. Daniel começou a orar, com intercessão, reconhecendo a grandeza de Deus, que suscita reverente temor, o seu amor fiel e sua misericórdia para com aqueles que o amam e o obedecem (v. 4). A seguir, fez confissão do pecado, identificando-se com o povo de Israel que pecara contra Deus e se rebelara contra Ele (vv. 5-16). Pediu a restauração de Jerusalém, não por causa de qualquer mérito seu, ou de Israel, mas "por amor do Senhor" (9.17-19). Quando Deus respondeu, demonstrou sua grande misericórdia e compaixão amorosa como o Deus que, realmente, cumpre as suas promessas.
 
1.14 SANTIFICAI UM JEJUM... CLAMAI AO SENHOR.
Em conseqüência da devastação da terra, e da aflição entre o povo, Joel conclama-o a intensificar o luto, a clamar dia e noite a Deus com jejum e oração, e a arrepender-se de todo pecado. Hoje, talvez, o povo de Deus não experimente pragas literais de gafanhotos, mas é provável que veja suas congregações devastadas por aflições, pecados e doenças que angustiam famílias inteiras (cf. 1 Co 11.30-32). O conselho bíblico para se resolver tais impasses é que os pastores e leigos reconheçam, igualmente, com a máxima urgência, a necessidade de ajuda, poder e bênção de Deus. Devem voltar-se a Ele com a sinceridade, intensidade, arrependimento e intercessão descritos por Joel (vv. 13,14; 2.12-17).
 
Jn 3.5 OS HOMENS DE NÍNIVE CRERAM EM DEUS.
(1) Os ninivitas aceitaram a mensagem de Jonas, crendo já estarem condenados, a menos que se arrependessem. Como expressão de seu genuíno arrependimento e humildade, jejuaram (cf. 1 Sm 7.6; 2 Sm 1.12) e vestiram-se de panos de saco (um tecido grosseiro, geralmente feito de pêlo de cabra; cf. 2 Sm 3.31; 2 Rs 19.1,2).
(2) Jesus declarou que Nínive se levantará no Dia do Juízo para condenar Israel por causa de sua incredulidade e dureza de coração (Mt 12.41).3.10
DEUS SE ARREPENDEU DO MAL. Por ter o povo se arrependido, Deus suprimiu o juízo.
(1) O desejo primordial de Deus é usar de misericórdia, e não executar o castigo que a sua justiça requer. O Senhor é um Deus que se move de compaixão pelos pecadores que, sinceramente, se arrependem.
(2) Este livro ilustra a verdade bíblica de que Deus não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento, recebam o perdão e a vida eterna (ver 2 Pe 3.9).
Mt 17.17 INCRÉDULA E PERVERSA. Este texto evidencia o conceito que Jesus tem dos discípulos e das igrejas que não assistem ao próximo, no autêntico poder do reino de Deus.
(1) Deixar de libertar os oprimidos por Satanás ou pelos demônios (vv. 15-21) demonstra falta de fé, de compreensão e de autoridade espiritual (vv. 17,20,21; Mc 9.29).
(2) O propósito do Espírito Santo, ao registrar as narrativas (14-21), ressalta não somente que Jesus expulsava demônios, como também que Ele deseja que seus discípulos façam a mesma coisa mediante a fé, a oração e o jejum (vv. 20,21). Jesus fica profundamente entristecido quando seu povo deixa de participar do seu ministério contra as forças de Satanás (v. 17; ver 10.1; 10.8; Mc 9.28,29; Lc 9.1; Jo 14.12).

ORAÇÃO E JEJUM. Jesus não está dizendo aqui que, para a expulsão de certo tipo de espírito imundo, era necessário um período de oração e jejum. O princípio aqui é outro: onde há pouca fé, há pouca oração e jejum (Mt 17.19,20). Onde há muita oração e jejum resultante da dedicação genuína a Deus e à sua Palavra, há abundância de fé. Se os discípulos tivessem uma vida de oração e jejum como Jesus, poderiam ter resolvido esse caso.
 
2 Co 11.23 OS SOFRIMENTOS DE PAULO. O Espírito Santo, através das palavras de Paulo, revela-nos a angústia e o sofrimento de uma pessoa totalmente dedicada a Cristo, à sua Palavra e à causa em prol da qual Ele morreu . Paulo comungava com os sentimentos de Deus e vivia em sintonia com o coração e os sofrimentos de Cristo. Seguem-se vinte formas da participação de Paulo nos sofrimentos de Cristo.
Ele fala em: 
(1) "muitas tribulações" enfrentadas ao servir a Deus (At 14.22);
(2) sua aflição no "espírito", por causa do pecado dominante na sociedade (At 17.16);
(3) servir ao Senhor com "lágrimas" ( 2.4);
(4) advertir a igreja "noite e dia com lágrimas", durante um período de três anos, por causa da perdição das almas, pela distorção do evangelho por falsos mestres, contrários à fé bíblica apostólica (At 20.31;
(5) sua grande tristeza ao separar-se dos crentes amados (At 20.17-38), e seu pesar diante da tristeza deles (At 21.13); 
(6) a "grande tristeza e contínua dor" no seu coração, por causa da recusa dos seus "patrícios" em aceitarem o evangelho de Cristo (Rm 9.2,3; 10.1);
(7) as muitas provações e aflições que lhe advieram por causa do seu trabalho para Cristo (4.8-12; 11.23-29; 1 Co 4.11-13);
(8) seu pesar e angústia de espírito, por causa do pecado tolerado dentro da igreja (2.1-3; 12.21; 1 Co 5.1,2; 6,8-10);
(9) sua "muita tribulação e angústia do coração", ao escrever àqueles que abandonavam a Cristo e ao evangelho verdadeiro (2.4);
(10) seus gemidos, por causa do desejo de estar com Cristo e livre do pecado e das preocupações deste mundo (5.1-4; cf. Fp 1.23);
(11) suas tribulações "por fora e por dentro", por causa de seu compromisso com a pureza moral e doutrinária da igreja (7.5; 11.3,4);
(12) o "cuidado" que o oprimia cada dia, por causa do seu zelo por "todas as igrejas" (v.28);
(13) o desgosto consumidor que sentia quando um cristão passava a viver em pecado (v.29);
(14) o desgosto de proferir um "anátema" sobre aqueles que pregavam outro evangelho, diferente daquele revelado no NT (Gl 1.6-9);
(15) suas "dores de parto" para restaurar os que caíam da graça (Gl 4.19; 5.4);
(16) seu choro por causa dos inimigos da cruz de Cristo (Fp 3.18);
(17) sua "aflição e necessidade", pensando naqueles que podiam decair da fé (1 Ts 3.5-8);
(18) suas perseguições por causa da sua paixão pela justiça e pela piedade (2 Tm 3.12);
(19) sua lastimável condição ao ser abandonado pelos crentes da Ásia (2 Tm 1.15); e
(20) seu apelo angustiado a Timóteo para que este guarde fielmente a fé genuína, ante a apostasia vindoura (1 Tm 4.1; 6.20; 2 Tm 1.14) 
 
Autor: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
Ajuda: Bíblia de Estudos Pentecostal - BEP em CD - CPAD
 
SOBRE O JEJUM - DAVE ROBERSON
O Senhor nos deu palavras poderosas sobre a chave do jejum. Ele anexou muitas promessas a essa importante chave e em muitos momentos Ele ofereceu a Sua graça para nos ajudar a jejuar.
Você não precisa jejuar quarenta dias e noites para ter um jejum eficaz. Existem tipos diferentes de jejum, como períodos de jejum, jejum parcial, jejum de Daniel, etc.
Qualquer jejum ajuda, porque não importa o nível de jejum em que você opera, ele produzirá uma medida de verdade posicionada que lhe é trazida através do jejum. Em outras palavras, o jejum lhe ajudará a executar a posição de Jesus sobre a sua carne, destruindo o seu jugo sobre a sua vida na medida em que você se entrega a Deus e resiste ao diabo.
Se no momento você tem limitações físicas, aconselho que você consulte um médico antes de jejuar. Mas em qualquer situação, assegure-se de que haverá uma forma de jejum que funcionará para você.
 
Na medida em que você combina a chave do jejum com a chave da assimilação, a chave da oração em línguas e a chave da adoração pessoal, estas coisas estão em seu devido lugar, elas operarão igualmente umas com as outras, fazendo com que você se levante na graça e no posicionamento que está em JESUS.
Daí em diante DEUS estrá pronto para edificar sinais, maravilhas, dons de poder e manifestações atravéz de seu ministério.
 
O mundo cristão ficou chocado e esmorecido pela notícia de que evangelistas muitos conhecidos na televisão haviam sucumbido à carne. Mesmo hoje, quando ouvimos histórias sobre ministros ou irmãos que caem no pecado, nos perguntamos o porquê. Por que a carne é tão forte? Existe algo que possamos fazer para controlá-la?
Sim, existe. É por isso que eu quero ensinar sobre uma das mais poderosas e, provavelmente, uma das chaves, do poder de Deus, mais mal entendidas – O JEJUM!
Para entender porque o jejum é tão poderoso, precisamos entender também porque a CARNE é tão poderosa. Quando o termo "carne" é usado na Palavra de Deus, é definido na maioria das vezes como desejos carnais ou como o lado da natureza da pessoa que quer se entregar às tentações do diabo.
Romanos 6:12 nos avisa sobre esta definição da carne:
Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões. Ministério Ana Maria Dias * www.minamd.org.br * 11 4191 6425 3
Como pessoas de Fé, provavelmente, entendemos sobre a posição que nosso espírito tem em Cristo Jesus. Entendemos que somos a justiça de Deus em Cristo; estamos sentados em lugares celestiais em Cristo Jesus, e somos completos Nele (2 Co 5:21; Ef. 2:6; Col. 2:10). Contudo, não temos entendido a posição que nosso corpo carnal tem.
Veja, o plano de redenção que Deus está operando em nossas vidas, eventualmente, resultará na nossa restauração total. Este plano está sendo executado em duas partes. Primeiramente, quando recebemos Jesus, nosso espírito humano nasceu de novo. Nós recebemos a vida eterna e estamos sentados em lugares celestiais em Cristo Jesus, com respeito aos nossos direitos e autoridade.
Em segundo lugar está a redenção de nossos corpos. Em um dias destes, você e eu ouviremos o som da trombeta. Quando isso acontecer, nossos corpos serão transformados de corruptíveis para incorruptíveis – como a Palavra diz, "Em um momento, num abrir e fechar de olhos."
Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos,
Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade.
1 Co.15:5l-53
É na segunda fase que nosso corpo será restaurado. O problema é que ainda estamos usando o corpo que nos foi dado por Adão. Contudo, enquanto estamos esperando pelos nossos corpos ressuscitados, certa verdade posicionada foi conferida ao velho corpo que estamos usando agora. Quando executamos essa verdade posicionada, quebramos o jugo que nossa carne tem sobre nossas vidas e nosso espírito.
Para entendermos porque o jejum é uma ferramenta tão poderosa, precisamos primeiro entender o propósito que o jejum tem com respeito à nossa carne. Romanos 8:10 diz, Se porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça.
Note que o homem espiritual tem uma posição de "vida" declarada a ele! Vivemos na vida de Deus por causa da nossa justiça e da nossa posição em Cristo. A Palavra não diz que estamos "vivos". Afinal, as pessoas no inferno estão vivas! A Palavra diz "vida", querendo dizer que o nosso espírito entrou no tipo de "zoe" de Deus e agora está sentado em lugares celestiais com o tipo de vida de Jesus Cristo!
Mas, no mesmo versículo, note a outra posição que nosso corpo tem: MORTO POR CAUSA DO PECADO. Para quebrar o jugo de Satanás sobre a nossa carne de maneira posicionada, Deus a declarou morta até que recebamos nossos corpos ressurretos ao som da trombeta.
Quanto mais usarmos as armas de Deus para executar estas duas posições que nossa carne e nosso espírito têm na redenção, mais poderosos e cheios de fé seremos. É claro que orar no Espírito Santo edifica o homem espiritual, executando a posição de vida que nosso espírito recebeu e na qual ele foi declarado.
Mas o que o jejum faz? O jejum acentua a posição que a Bíblia declara sobre nossa carne – que ela está morta. O jejum quebra o jugo que o diabo tem sobre nossa fé, ajudando-nos a mortificar o que ele usa para controlar nossa vida – como medos e tormentos, principalmente as tentações de pecado.
Para ajudá-lo a entender esta verdade considere isto: Se uma pessoa jejuar seis meses apenas com água, sua carne não o incomodaria mais. Ela NÃO PODERIA incomodá-lo, pois seu corpo estaria morto e o seu espírito estaria no Céu.
É claro que não vamos embarcar neste tipo drástico de jejum. No entanto, quando alguém jejua por, até mesmo, três dias seguidos, o jejum tem o mesmo efeito. Ele executa a morte da carne passo a passo, até que o jugo da carne sobre nosso espírito é quebrado e nossa fé começa automaticamente a crescer.
Veja, o jejum lida com o pior tipo de falta de fé. Estou falando sobre aquele tipo sutil que impede uma pessoa de fazer mais para Deus, pois coloca uma barreira invisível na vida daquela pessoa, a qual ela não sabe como quebrar.
Você lembra o que Jesus disse aos Seus discípulos em Mateus 17:19,20 quando eles perguntaram porque não podiam expulsar o diabo daquele menino lunático? Ministério Ana Maria Dias * www.minamd.org.br * 11 4191 6425 4
Então, os discípulos, aproximando-se de Jesus, perguntaram em particular: Por que motivo não pudemos nós expulsá-lo?
E ele lhes respondeu: POR CAUSA DA PEQUENEZ DA VOSSA FÉ...
Veja, a falta de fé que Jesus está falando não é do tipo malicioso da dos fariseus, aquela que faz com que uma religião esteja contra outra. Jesus se referia ao tipo de falta de fé que impede uma pessoa de fazer mais para o Reino de Deus – aquele tipo sutil de falta de fé que a pessoa nem sabe que possui, até tentar fazer mais para Deus e não conseguir. Por qual outra razão os discípulos teriam perguntado aquilo a Jesus? Certamente eles não perguntariam se já soubessem a razão pela qual não conseguiram exorcizar aquele diabo!
Mas, graças a Deus, Jesus não responderia àquela pergunta sem nos dizer o que podemos fazer sobre este tipo de falta de fé: Mas esta casta não se expele senão por meio de oração e jejum. (v.21)
Então, se a falta de fé foi a principal causa para impedir o diabo de sair do menino, podemos concluir que o jejum não tem nada a ver com Deus. Pelo contrário, o jejum tem TUDO a ver com a eliminação do tipo sutil de falta de fé.
O jejum tem uma maneira de mortificar aquelas coisas que agem como barreiras e nos impedem de receber de Deus. Ele tem uma maneira de lidar com o verdadeiro problema – a nossa incapacidade de experimentar a vitória em certas áreas de nossas vidas, por causa da falta de fé imposta pela carne.
Você já viu alguém encarando uma situação que parecia ficar cada vez pior? Talvez esta pessoa parecia estar crendo em Deus com tudo o que tinha; no entanto, as circunstâncias continuaram ficando pior até que finalmente esta pessoa olhou para você com lágrimas nos olhos e disse, "Eu não consigo entender. Não sei porque não consigo receber".
Sentimentos como a falta de esperança e o desespero podem substituir o esforço mais nobre de fé de uma pessoa, à medida que ela tenta mudar estas coisas no âmbito natural. Mas, graças a Deus, o jejum tem uma maneira de mortificar esse tipo de sentimentos negativos! Por exemplo, sentimentos de falta de esperança e desespero podem literalmente dominar uma pessoa que vê alguém querido morrer com uma doença ou quem vê seu dinheiro ir pelo ralo quando seus negócios estão ruins. Muitas vezes, uma pessoa nesta condição não fala nada para os outros. Mas em seu íntimo ela pergunta, Por que, Deus? Eu achava que estava crendo em Você sobre esta situação, mas estou perdido. Não aconteceu.
O que eu estou falando aqui é sobre a mesma coisa que Jesus disse em Mateus 17: O tipo de fé tão sutil que não sabemos ter até sermos desafiados. E porque não sabemos que a temos, ficamos pasmados e abalados quando aplicamos todas as fórmulas da fé e ainda assim não conseguimos fazer com que algo aconteça! Ou então, vemos uma pessoa que está nas promessas de Deus, confessando a Palavra, mas nada parece mudar em sua vida. Dizemos àquela pessoa, "Continue firme" – mas a verdade é que não sabemos o que fazer ou o que dizer.
O diabo tenta nos programar com medo, preocupação, tormento e falta de fé, usando a carne como uma ferramenta. (Quando eu digo "carne", estou falando da parte em nós que pode ser tentada para pecar e desistir.) A carne e o diabo nos cansam até que, finalmente, o programa psicológico do diabo começa a controlar nossas ações e passamos a planejar nossas vidas como se Deus não estivesse envolvido. Este programa funciona como uma barreira no subconsciente contra a fé, pois ela literalmente se exalta contra o conhecimento de Deus.
Suponha que este programa demoníaco aconteça quando uma crise se levanta em sua vida ou quando um ministro prega uma mensagem excepcional de fé, inspirando-o. Podemos tentar nos colocar contra o problema, ou tentar fazer mais para Deus. Mas, descobriremos que um pequeno momento de inspiração não é suficiente para competir com anos e anos de programação negativa.
Novamente, é aí onde o jejum entra, pois ele tem uma maneira de mortificar a programação negativa que nos prende ao desânimo e derrota!
Por muito tempo em minha própria vida, eu sabia que o jejum funcionava, mas não sabia como e porque ele funcionava. Naquela época eu pensava que se tratava de um sacrifício pessoal para Deus – Eu queria agradá-lo tanto que jejuava no dia de Ação de Graças (dia de grande festa para nós americanos), pois significava que eu estava desistindo mais de mim! Mesmo não entendendo o que o jejum realmente fazia, era maravilhoso experimentar vitórias e ver o poder de Deus repentinamente transformar uma situação impossível em vitória. Ministério Ana Maria Dias * www.minamd.org.br * 11 4191 6425 5
Quando você jejua, você literalmente corta a carne em sua fonte de suprimento, pois a comida é o apetite mais básico da carne. Quando você corta a carne em sua fonte, algo maravilhoso acontece: Seu espírito finalmente pode ficar sobre a barreira da carne – é nesse momento que as orações antigas começam a ser respondidas! Não significa que você jejuou o suficiente para mover Deus; Ele não é o que está parado. Você exerceu a posição que Deus declarou sobre a sua carne: Ela está MORTA, não tem mais poder sobre você!
Isso é verdade, principalmente nas situações difíceis da vida, quando parece que você está em um beco sem saída. Por exemplo, o jejum é uma ferramenta muito poderosa se você já está no ministério e não experimentou um aumento na unção para pregar e ministrar aos doentes.
Espero que este ensino venha encorajá-lo para considerar o jejum de uma maneira diferente. Deixe-me lhe dizer uma outra coisa sobre este assunto: Existem maneiras diferentes de jejuar, como jejum por um período longo (uma semana ou mais), jejum periódico (fazendo um dia sim, outro não ou mais dias) e um jejum parcial (apenas bebendo sucos ou eliminando algumas coisas do seu hábito diário, como carne ou doces). Ao buscar Deus e Sua Palavra, você verá que Ele o guiará em um jejum que, com a oração, o levarão a um andar mais poderoso e mais próximo Dele.
Deus disse em II Co.10:4 que ...porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas. Jejuar é uma destas "armas da nossa milícia". Eu insisto que você peça a Deus por Sua direção ao usar esta chave vital para buscar um andar mais íntimo com o Pai.
Por Dave Roberson
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Glória a DEUS pelos que se prontificam a dar a vida pelos outros!

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