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                            As Grandes Civilizações
 
                          
Grega
Hebraica
Egípcia
 
Apresentação
 O Trabalho que ora trazemos a lume é um quadro esclarecedor das maiores civilizações da antiguidade.
 Com o domínio progressivo da natureza, o homem passou a aumentar sua expectativa de vida, ou seja, a sobrevivência e o prolongamento da existência dos seres
Humanos que foram garantidos a partir de sua infinita capacidade de transformar o meio e adaptá-lo às suas necessidades.
O leitor terá oportunidade de conhecer que Deus escolheu um povo o qual deveria ter compromisso com o mesmo, mas foi rebelde e contradizente, amaldiçoado, mas nunca abandonado por esse DEUS misericordioso que os livrou de seus inimigos e os reconciliou consigo.
 
Introdução
De uma forma bem simples, pode-se entender por civilização, um estado de progresso e cultura social, ou seja, sociedade com alto padrão de desenvolvimento científico, artístico e político social e econômico, aliado a um sistema de escrita, através do qual registram os momentos de sua história.
 
Estudando as civilizações, grega, egípcia e hebraica, vimos que é preciso construir dentro de cada um de nós a consciência do mundo em que vivemos. E se vivemos no mundo Ocidental sabemos que nossas raízes culturais estão na cultura destes povos.
 
Precisamos compreender a realidade para melhor atuarmos no nosso dia a dia... E com a realidade, entendemos não só o presente, mas também todo o processo histórico que construiu esse presente, isto é, a realidade passada com o qual ainda aprendemos a convivermos hoje.
 
1.- As Grandes Civilizações
 
1.1- A Civilização Grega
 
Areópago Atenas - Grécia
 
A Grécia desempenhou papel de primeiro plano na antiguidade, constituindo uma civilização cuja influência, foi profunda na formação da cultura ocidental. Da Grécia antiga herdamos não só uma extensa gama de conhecimentos científicos, desenvolvidos por pensadores como Pitágoras, Eratostenes, Euclides Tales, Arquimedes, como também os grandes fundamentos do pensamento filosófico e político presentes nas obras de Sócrates, Platão, Aristóteles e outros. Também nossos padrões estéticos de arte e beleza foram herdados dos gregos, influenciados por sua escultura, arquitetura e teatro.
 A Grécia antiga abrangia o sul da península Balcânica (Grécia Européia ou Continental), as ilhas do mar Egeu (Grécia insular) e o litoral da Ásia Menor (Grécia Asiática). A partir do século VIII a.C., o território da Grécia Européia foi ampliado com a fundação de diversas colônias no Mediterrâneo Ocidental, principalmente no sul da Itália, que passou a chamar-se Magna Grécia.
 As origens da civilização grega estão profundamente relacionados à história de Creta, que viveu o processo de ascensão e queda de sua civilização entre 2.000 e 1.400 a.C. Provavelmente, os primeiros povos a habitar a Grécia foram os pelasgos, ou pelágios.
Ao que tudo indica, por volta do ano 2.000 a.C., esses povos, organizados em comunidades coletivistas ocupava a zona litorânea e mais alguns pontos isolados na Grécia continental. Foi aproximadamente nessa época que teve início, na Grécia, um grande período de invasões, que se prolongaria até 1.200 a.C. Os povos invasores indo-europeus que invadiram a Grécia foram aqueus, e ali se estabeleceram entre os anos 1.700 e 2.000 a.C. Em seguida vieram outros povos, os eólios, osjônios e os dórios.
 Os dórios, o último povo indo-europeu a migrar para a Grécia, era essencialmente guerreiro. Ao que parece, foram eles os responsáveis pela destruição da civilização miciénica e pelo conseqüente deslocamento de grupos humanos da Grécia continental para diversas ilhas do Egeu e para a costa da Ásia Menor. Esse processo de dispersão é conhecido pelo nome de primeira diáspora.
 Após o esplendor da civilização miciénica seguiu-se um período em que as cidades foram saqueadas, a escrita desapareceu e a vida política e econômica enfraqueceu, caracterizando um processo de regressão da Grécia a uma pose primitiva e rural. Desse período (século XII a VIU a.C.), que foi à base da civilização grega, não se tem registro, exceto os poemas Ilíadas e Odisséia atribuída a Homero, que tendo vivido no século VI a.C., teria recolhido histórias transmitidas oralmente durante os séculos anteriores. Por essa razão, esse período, posterior a invasão dórica, ficou conhecidos como tempos homéricos. Para compreendermos a evolução política da Grécia antiga.
É necessário retrocedermos aos tempos pré-homéricos, quando os povos indo-europeus ali se fixarão. Já nessa época, esses grupos humanos encontravam-se divididos em genos. Famílias coletivas constituídas por um grande número de pessoas com a liderança de um patriarca. Após as invasões dos dórios, os genos passaram a constituir a forma predominante de organização social. Assim, podemos afirmar que o período homérico foi também o período das comunidades gentílicas.
 Cada geno constituía uma unidade econômica social, política e religiosa da sociedade grega. De fato esses pequenos agrupamentos humanos conseguiam, isoladamente, assegurar a sua sobrevivência com uma economia natural e coletivista.
Os meios de produção (terra, sementes), assim como os bens produzidos alimentos, (objetos), pertenciam a todos os indivíduos, ou seja, a propriedade não tinha caráter particular. Nesse período de instabilidade por questões de segurança, várias tribos se uniram formando comunidades independentes, que deram origem às cidades-Estado.
As Cidades-Estado tinham como ponto central à acrópole, parte mais alta da povoação, governada pelo conselho de aristocratas os eupátridas. A expansão grega, que domina todo período compreendido entre os séculos Vil e VI a.C., intensificava-se quanto mais se desenvolvia o comércio, e crescia a população se radicalizava a luta entre a aristocracia e o povo grego. Na Grécia do sexto século a.C., o papel principal na economia e na vida cultural pertencia às colônias gregas da Ásia Menor: Mileto, Éfeso, Samos e Lesbos. Nestas colônias gregas, assim como em todas as demais cidades gregas por volta deste período havia uma intensa luta de classes.  Pelo final do século VI a.C., o reino Persa havia se expandido enormemente. Todas as costas da Ásia Menor tornaram-se parte do Império Persa. Após conquistar e absorver a Grécia toda e não apenas parte do mundo grego.Para conquistar a Grécia Balcânica, os persas deveriam conquistar a Frigia. Em 513 a.C., o imperador Dario foi derrotado na guerra contra a Frigia. As cidades gregas da Ásia Menor revoltaram-se contra a dominação dos Persas.
 Mileto foi a primeira a revoltar-se no ano de 510 a. C-, Ao revoltar-se solicitou auxilio a toda Grécia. Somente Atenas e Grétria responderam à solicitação; os gregos foram derrotados. A cidade de Mileto foi queimada e a população sobrevivente escravizada.Aproveitando-se do pretexto fornecido pela entrada de Atenas e Grécia na guerra, Dario declarou guerra à Grécia.

 

 
 
Em 490, Dano anunciou publicamente que iria punir Atenas e Grécia, Nesta campainha os persas destruíram Nabos e Grécia e desembarcaram em Maratona, na Ática. Os atenienses lutaram apenas com o auxílio da cidade de Plateia, na Beócia, e derrotaram os persas. Com a morte de Dario em 485 a.C. seu filho Xerxes iniciou outra campanha em 480 a.C., contra os gregos, nesta guerra, os persas foram derrotados na batalha naval de Saiamina.
 No ano seguinte, os Persas retornaram. A Ática foi conquistada e Atenas foi destruída. Esparta, à frente dos outros Estados gregos, atacou os Persas na Ática. Os Persas foram derrotados em Plateia. No processo de expulsão dos Persas da Ásia Menor formou-se a confederação de Delos, uma confederação marítima centralizada na cidade de Delos, mas presidida por Atenas. Pela atuação desta confederação, os persas foram expulsos do Egeu.
 No século V a.C., havia na Grécia duas grandes forças: a Confederação de Delos ou Liga marítima Ateniense e a Liga do Peleponeso - encabeçada por Esparta. Os interesses dos dois Estados eram divergentes e uma luta aberta entre os dois se tornou inevitável. Em 431 a.C., estourou a guerra entre Atenas e os Peloponésios. Corcina uma abastada colônia de Corinto e ponte natural entre Grécia e o Ocidente expressaram sua vontade de celebrar uma aliança com Atenas. Esta aliança daria a Atenas condição de dominar o comércio com o ocidente. Esparta pressionada por Corinto, decidiu-se pela guerra.
 Esta guerra, conhecida como Guerra do Pelaponeso durou Vinte e Oito anos.Terminou em 405 a.C., com a derrota final dos atenienses pêlos espartanos, iniciando um período de hegemonia espartana. A cidade de Tebas, localizada no estreito de Corinto, projetava-se como grande potência, quando se iniciou a hegenomia espartana. O tratamento que Esparta dispensava e suas aliadas e adversárias levou Tebas, aliada aos democratas da Grécia, a opor-se militarmente a ela. Com a vitória sobre Esparta, iniciou-se um pequeno período de hegenomia texana (371 - 362 a.C.), que terminou quando uma coligação de cidades gregas enfrentou Tebas na batalha de Leutas. O mundo grego enfraqueceu-se. Macedônia, país localizado a nordeste da Grécia, em 338 a.C., conquistou-a na Batalha de Queronéia. Felipe da Macedônia conquistou a Grécia. Seu filho Alexandre Magno, após consolidar as conquistas macedônicas na Grécia, expandiu o Império para o oriente chegando até a Índia.
 
 
 
A cultura e a língua grega, graças às campanhas de Alexandre Magno, haviam sidodifundidas pelo Oriente. A cultura racionalista, humanista e antropocêtrica da Grécia,difundida pelo oriente, fundiu-se com a cultura despótica e mística do oriente.
Os gregos foram os primeiros a tratar a história com espírito científico, separando as lendas dos fatos, foram o autor da mais famosa obra poética grega além de ser sua mais antiga obra literária são os poemas atribuídos a Homero, A Ilíada e A Odisséia.
Buscando respostas sobre as questões mais diversas, surgiram os primeiros filósofos gregos no século VI a. C.. na Escola de Mijeto, com o aprofundamento do conhecimento sobre a natureza e sobre o universo, no final do século VI a.C, surgiu a Escola Pitagórica fundada por Pitágora.
 Os gregos alcançaram notável progresso no campo das artes, principalmente na arquitetura e na escultura, desenvolveram também a pintura, a música e a cerâmica. As artes gregas em geral, caracterizavam-se pelo humanismo através da glorificação do ser humano; do nacionalismo, que simbolizava o orgulho do povo pela sua cidade, da simplicidade, do equilíbrio, da harmonia e da ordem.
 O teatro grego, basicamente dividido em tragédia e comédia, era acessível a toda população, sendo de grande importância para educação de jovens. 
A Grécia gerou também cientistas teóricos, especialmente nas áreas da matemática, da medicina e das ciências naturais. Assim Tales e Mileto e Pitágoras deixaram como herança grandes trabalhos de cáculos matemáticos e leis geométricas.
 Os jogos reuniram os gregos de várias cidades-Estado que, apesar das rivalidades, durante os jogos Olímpicos, esqueciam as diferenças e competiam pacificamente. As olimpíadas eram grandes festas que homenageavam os deuses gregos. Eram celebridades de quatro em quatro anos na cidade de Olímpia, as mulheres eram proibidas de competirem.
 A religião grega era politeísta e antropomórfica, sendo composta de vários deuses que se assemelhavam aos homens, já que possuíam as fraquezas, paixões e virtudes humanas. As principais dinvidades eram: Zeus, Hera, Hefesto, Poseidon, Hermes, Deméter, Afrodite, Ares, Ártemes, Apoio, Hades e Atenas.
 
1.2- A Civilização Hebraica
 
Templo Construído por Herodes em Jerusalém
 Antes de se fixarem na palestina, que é uma estreita faixa de terra situada a sudeste da Fenícia, banhada pelo rio Jordão, que divide o território palestino em duas partes, e desemboca no mar morto, limita-se com o mar Mediterrâneo, a Oeste, com o deserto Arábico, a leste com a penisula do Sinai, ao Sul, seu clima seco e solo pouco fértil fez com que nesta região se desenvolvesse basicamente, o pastoreio.
 Os hebreus eram nómades Semita que se dedicavam ao pastoreio. Estavam organizados em clãs patriarcais (grupo ligados por laços de parentesco e de tradição), os quais possuíam como autoridade maior o patriarca, (chefe que ocupava os cargos de sacerdote, juiz e comandante militar).
 Abraão (cujo o significado o nome é: Pai de muitas nações), teria sido segundo a Bíblia, o primeiro patriarca que saindo de Ur (sul da Caidéia) e levando sua família, foi ate Haran (nordeste da Mesopotamia), e dai para Canaã ou Palestina. Quando se fixaram nesta região, os hebreus dividiram-se em varias tribos, tomando posse dos territórios férteis do norte e das zonas montanhosas do sul; Neste período num processo lento, os hebreus passaram a dedicar-se cada vez mais à agricultura e, conseqüeníemente ao sedentárismo.  
 
 
UR dos Caldeus - Mesopotâmia
Entretanto, a posse das terras na palestina (2.000 a. C.), não foi, pacifica pois os territórios palestinos já eram habitados por outros povos tais como: os cananeus e filisteus, contra os quais os hebreus travaram lutas sangrentas.
 A história política dos hebreus é dividida em três período: Períodos dos Patriarcas, Período dos Juizes, Período dos Reis.
 Períodos dos Patriarcas, fugindo das secas que castigavam o território da Palestina, boa parte das tribos hebraicas foram para o prospero Egito, onde se refugiaram da fome e das constantes guerras contra os outros povos habitantes da região da Palestina.  
Por quatro séculos os hebreus permaneceram no Egito. Tempo mais que suficiente para que os mesmos se integrassem na sociedade egípcia, porem sem deixar de lado sua unidade religiosa e cultural, alias, traço marcante da sociedade hebraica.
 A permanência tão prolongada dos hebreus no Egito foi possível devido a influência de alguns hebreus sobre o governo egípcio (a história de José); a invasão e ao domínio dos hiecsos (povo semita), sobre o Norte do Egito. Porém mais tarde, com a morte de José e a expulsão dos hiecsos, as consequências para os hebreus foram a perseguição e a escravidão.
 O aumento da população hebraica (os clãs transformaram-se em tribos) e sua colaboração com os hicsos, fizeram com que o governo egípcio (Faraós do novo Império), preocupado com uma nova dominação estrangeira, ordenasse a escravidão dos hebreus. A escravidão dos hebreus no Egito só terminou com o Êxodo (fuga do Egito para a Palestina, século XIH a.C.), quando Moisés, liderou as doze tribos hebreias, conduziu o povo hebreu através do deserto até a terra prometida.
A Bíblia diz que durante a travessia do deserto, Moisés recebeu diretamente de Javé ou Jeová, no Monte Sinai, O Decálogo (Os Dez Mandamentos), o qual estabeleceu os fundamentos: Jurídico, Religioso e Moral da civilização hebraica. Moisés não conseguiu chegar a canaa. Morre ao avista-la.  
 Seu sucessor, Josué cruza o rio Jordão e dá combate aos cananeus, que então habitavam a terra prometida. Vencidos os cananeus, os israelitas se estabelecem na Palestina. Tem de travar luta contra os povos vizinhos permanentemente.    Devido as lutas pelas conquistas de Canaà ou Terra Prometida, surgiu necessidade do poder e do comando estarem nas mãos de chefes militares. Estes chefes passaram a ser conhecidos como Juizes. Período dos Juizes, Com a concentração do poder em suas mãos, os juizes procuraram a união das doze tribos, pois ela possibilitaria a realização do objeto comum: O domínio da Palestina.
 As principais lideranças deste período foram os juizes: Sansão, Otoniel, Gideão e Samuel, todos eram considerados enviados de Jeová, para comandar os Hebreus. 
A união das doze tribos era difícil de ser conseguida e mantida, pois os juizes tinham um poder temporário e mesmo com a unidade cultural, (língua, costumes, e, principalmente religião), havia muita divisão política entre as tribos. Assim foi preciso estabelecer uma unidade política. Isto foi conseguido através da centralização do poder nas mãos de um monarca (Rei), o qual teria sido escolhido por Jeová para governar.
 Período dos Reis: O primeiro rei hebreu foi Saul que liderou guerras contra os filisteus, porem morreu sem conseguir vence-los. Foi sucedido por Davi, que conseguiu derrotar os filisteus e estabeleceu domínio sobre a Palestina, fundando o Estado Hebreu, cuja a capital passou a ser Jerusalém. Em seguida, Salomão; sábio e pacifico famoso pelo poder e riqueza.
 Salomão construiu o templo de Jerusalém com auxilio de operários fenícios.
Aliou-se ao rei Hirâo de Tiro (Fenícia); cobrou tributos das caravanas que atravessavam suas terras; comerciou com vizinhos e povos distantes. Sua corte era faustosa e o monarca, ao fim de seus dias, caiu no desagrado do povo pêlos gastos excessivos de seu palácio e pêlos altos impostos que cobrava. Além disso, permitiu que deuses estranhos se misturassem ao culto monotéista, que caracterizava a religião dos hebreus desde a sua origem.
 Após a morte de Salomão, os hebreus dividiram-se: Dez tribos do norte formaram o Reino de Israel, liderados por Jerobaão; Duas tribos do sul formaram o Reino Judá, Siderados por Reoboão, filho de Salomão (924 a.C.).
 A partir de então varias vezes estiveram em luta. O Reino de Israel, desde o inicio viveu na idolatria; isto fez com que a ira de Deus se manifesta-se sobre ele permitindo que no ano 722 a.C., fosse conquistado por Sargão II, da Assíria, e seu povo fosse levado para o cativeiro, sendo seu território habitado por outros povos, ali colocados por ordem do rei da Assíria.  
 O Rei de Judá viveu períodos de fidelidade a Deus e períodos de idolatria. Quando a apostasia dominou a nação, o castigo de Deus veio sobre ela através do rei Nabucodonozor, da Babilónia, no ano 586 a.C. A cidade santa, Jerusalém, foi destruída o Templo foi queimado os nobres eram amarrados e levados para o cativeiro. Ali foram deixados os pobres para vinheros e para lavouras, ficando Gedalias como maioral sobre eles.
O cativeiro durou até os dias de Ciro, rei da Pérsia que permitiu que o povo que estava escravizado na Caidéia, regressar a Palestina e reerguer o Templo de Jerusalém (536 a.C.). A seguir a Palestina foi invadida por Alexandre da Macedònia (322 a.C.). Depois passou a seu protetorado egípcio (301 a.C.), Colónia Síria (198 a.C.), e província romana (63 a.C.).
 No ano 70 da era crista, após uma fracassada revolta contra a dominação romana, Jerusalém foi conquistada por Tito e seus exércitos, ocorrendo uma segunda destruição do Templo.
Os judeus foram expulsos da palestina, ficando este acontecimento conhecido na história pelo nome de Diaspora, só retomando no século XX, onde fundaram em 1948 o atual Estado de Israel.  
Da cultura criada pêlos hebreus, a religião é, sem dúvida o legado mais importante. O judaísmo tem seus fundamentos no Antigo Testamento. Influenciou todas as realizações culturais dos hebreus: Do direito a literatura e as artes.
 Os dois traços característicos da religião dos hebreus são o monoteísmo e o salvacionismo isto é a crença na vinda de um Messias ou Salvador para libertar o povo hebreu.
Com o Cisma ( a separação política entre Israel e Judá), a religião monoteista oficial dói ameaçada pela difusão da religião popular, politeísta. Os profetas, Amos Isaías, Jeremias, Daniel e outros, trataram de combater as praticas religiosas politeístas reafirmando a ideia messiânica e o monoteísmo hebraico. " Ouvi esta palavra, que levanto como lamentação sobre vos, o casa de Israel; Caiu a virgem de Israel, nunca mais tornara a levantar-se... Pois assim diz o Senhor a casa de Israel; Buscai-me e vivei "(Amos, 5,1 -2; 4).
 A escrita e literatura, entre os hebreus, povo de língua semita, surgiu muito cedo uma escrita própria. A arqueologia revelou a existência de uma escrita a partir de meados do segundo milénios a. C., (época do Êxodo). Aos poucos porem, eles foram substituindo, em sua escrita a sua língua original pelo aramaico, que era a língua comercial e diplomática do Oriente, próximo na antiguidade. O alfabeto hebraico aíual é uma variedade do aramaico, que juntamente com a língua aramaica tornou-se muito difundido, suplantando os outros alfabetos e línguas semitas.
 Artes e Ciências o monoteísmo hebraico influenciou todas as realizações culturais dos hebreus. Deve-se destacar a arquitetura, especialmente a construção de Templos, muralhas e fortificações. A maior realização arquitetõnica foi o Templo de Jerusalém.
 Nas ciências, não apresentaram progresso notável. A importância cultural da sociedade hebraica residiu principalmente nas esferas religiosa (monoteista) e moral (na lei Mosaica), sua área de influencia atingiu o Ocidente e grande parte do oriente. O Judaísmo constituo uma das bases do cristianismo, com o qual o Islamismo formou tríade das arandes reliaiões universais
 
1.3 -A Civilização Egípcia
 
 
Grandes Monumentos Egípcios
Há cerca de 4700 anos. o Egito entrou num período de grande progresso tecnológico. Até cerca de 2700 a.C., o material principal tinha sido o adobe, entretanto, em menos de 200 anos depois, surgem as Pirâmides de Gizê sendo construídas com blocos de pedra que pesavam até 15 toneladas e que se ajustavam uns ao outros com enorme exatidão. Em Sacara, usando pequenos blocos de pedra em vez dos tradicionais tijolos crus, Imhoptep, vizir do poderoso Rei Zoser, construiu uma pirâmide com degraus e um templo funerário retangular. Nunca tinha se visto até então nenhuma estrutura arquitetônica parecida porém logo perderam importância sendo ofuscadas por obras mais grandiosas. Para os Faraós a vida eterna era o princípio fundamental da civilização egípcia. Num antigo texto religioso, um rei falecido pergunta ao Deus-criador : "Qual é a minha duração de vida?" , e o Deus responde : " Estás destinado a milhões de anos, uma vida de milhões." Então para atender às necessidades de sua vida de milhões, os reis mandavam construir túmulos e templos mortuários que durassem para sempre. O povo trabalhava voluntariamente para a construção desses túmulos pois acreditavam que seus reis eram os Deuses encarnados., logo deveriam ser devidamente tratados e aplacados. 
Ramsés II criou obras em grande escale e com intenso bom gosto. Num reinado de 67 anos, construiu os mais imponentes edifícios egípcios. Entre seus monumentos figuram dois grandes templos escavados nos penhascos em Abu-Simbel, sendo removido deste local devido a Represa de Assuã. 
Tão logo subia ao poder, um faraó do Antigo Império começava a planejar a pirâmide que seria o seu túmulo. Cada aldeia mandava a sua cota de trabalhadores para as pedreiras ou para o local de construção. A Grande Pirâmide erguida para Quéops em Gizé foi construída com cerca de 2.300.000 blocos de pedras, a maior parte pesando em média 2,5 toneladas. A tarefa foi terminada dentro de 23 anos de reinado do faraó, por volta do ano 2600 a.C., por homens que trabalhavam com os mais simples instrumentos, sem animais de tração e sem rodas. Os blocos eram pintados com várias marcas. Algumas indicavam o destino do bloco, outras avisavam :"Este lado para cima.". Outras davam o nome da turma que nela trabalhou, como "Turma Vigorosa", e alguns trabalhadores ainda escreviam mensagens atrevidas como "O Rei está Bebado!" Apesar o intenso trabalho, algumas turmas tinham o prazer de trabalhar para o rei. Como disse um capataz: " Trabalhavam sem que um só homem ficasse exausto, sem que um só homem sentisse sede.", e depois "iam para casa com boa disposição, e se enchiam de pão e de cerveja como se tratasse do maravilhoso festival de um Deus". - Acreditam nisso?
A civilização egípcia já era antiga quando os gregos chegaram ao Egito e descobriram de guarda, perto da moderna aldeia de Gizé, um estranho animal a que deram o nome de Esfinge. Desde que essa criatura híbrida recebeu o nome de Esfinge, ela tem representado para os forasteiros tudo o que é estranho e insondável a respeito da civilização egípcia. Os egípcios consideravam a Grande Esfinge de Gizé uma encarnação de Harmáquis, uma manifestação de seu Deus-sol. Acredita-se que seu rosto seja um retrato de Quéfrem, que era o rei do Egito quando a grande estátua foi esculpida, porém esses dados não são considerados muito pois não se sabe ao certo a verdadeira idade do monumento.
 O Egito está localizado no nordeste da África, banhado pelo rio Nilo e numa região predominantemente desértica. Na Antiguidade dividia-se em duas regiões distintas: ao Sul a do Alto Egito (no vale do rio) e ao Norte, a do Baixo Egito (no Delta do rio).
 No inicio (Aproximadamente 10.000 a.C.). Pequenas aldeias foram se formando ao longo das margens do rio Nilo. Da união destas aldeias surgiram as comunidades políticas chamadas nomos (círculos). Cada nomo era independente e tinha como chefe, o nomarca , que tratava de todos os assuntos da comunidade; desempenhava, portanto, os papéis de rei, juiz, chefe militar.
 As cheias do rio Nilo levaram a uma série de aperfeiçoamentos tecnológicos, tais como: os diques, as represas, os reservatórios e os processos de irrigação. Porém esses avanços exigiam esforço de toda uma população para realiza-los; dai o surgimento dos nomos; isto é, do trabalho coletivo.
 Este período da formação dos nomos chama-se pré-Dinástico, ou seja antes dogoverno das dinastias (série de soberanos pertencentes a uma mesma família). Algumas grandes realizações se verificam neste período como: o sistema hieroglífico de escrita e o calendário solar.
 Por volta de 3.500 a. C., os nomos passaram por um processo de unificação que resultou na formação de dois reinos: o do Alto Egito no Vale do Nilo e do Baixo Egito na região do Deita. 
Há aproximadamente 3.000 a. C-, o governante do Norte Menés, conquistou o reino do Baixo Egito e auto-denominou-se o Rei do Alto e do Baixo Egito... Assim termina o período pré-dinástico iniciando-se a faze dos impérios, pois foi conseguida a unificação territorial política do País.
 Os historiadores dividem a história política dos antigos egípcios de pós-unificação em Antigo Império, Médio Império, Novo Império e Baixo Império ou Renascimento Saíta. 
A fase imperial da civilização egípcia caracteriza-se por:
- centralização do poder nas mãos de um soberano déspota de origem divina
(Monarquia Teocrática), chamado de Faraó. O qual era considerado um deus e o
proprietário de todo Egito);
 - política expansionista (anexação) de territórios;
 - servidão coletiva dos camponeses;
 - utilização de mão-de-obra escrava, principalmente, nas construções de palácios, túmulo e obras públicas;
 - disputas políticas pelo poder entre os cidadãos mais influentes da sociedade.
 À medida que iam aumentando as disputas pelo poder no Egito, aumentavam também as difilcudades em manter-se um país organizado e forte e, pois em brigas acabavam atingindo a vida dos demais cidadãos, principalmente, os mais humildes, sobre os quais recaía o pesado custo da desorganização política e econômica (impostos cada vez mais altos, fome, aumento do trabalho, miséria...).
As crises políticas económicas e social fizeram com que o Egito fosse invadido por vários povos; Primeiros os nómades da Ásia (hicsos), de origem Semita. Mais tarde vieram os assírios, as pessoas, os macedònios, os gregos e os romanos. E mais recentemente os árabes e ingleses.
 Os Principais Momentos da Fase Imperial do Egito Antigo.
 Antigo Império (3000-2300 a. C.)
 - unificação dos Reinos do Alto e Baixo Egito;
 - mudança da capital de Tinis para Mentis, no Delta ;
 - a IV Dinastia imprende a construção das grandes pirâmides de Queóps, Quéfrem e Miquerinos;
 - centralização do poder nas màos do Faraó. Médio Império (2050-1750 a.C.)
 - período em que se iniciaram as invasões estrangeiras;
 - nova capital: Tebas;
 - ocorre a rebelião de camponeses e escravos;
 - os invasores hicsos ocuparam o Egito, introduzindo as armas de ferro e os carros de combate puxados por cavalos.
 Novo Império (1580 -1080 a.C.)
 - ocorreu a expulsão dos hiesos;
 - os hebreus, também de origem semita, que vieram com os hicsos, após a sua expulsão,foram escravizados pêlos egípcios;
 -fez-se a reunificação, do pais e as inovações em armamentos trazidos pêlos estrangeiros, foram utilizados no processo de expansão territorial.
Baixo Império ou Renascimento Saíta ( 1080 -1052 a.C).
 - devido à política expansionista os chefes militares tornaram-se cada vez mais influentes;
 - declínio do poder político do Faraó;
 - super exploração dos camponeses, artesão e escravos;
 - tentativa de reestruturação do pais, através do governo Psamético l, príncipe da cidade de Sais;
 - em 525 a.C., os persas invadiram o Império Egípcio;
 - as tropas do Faraó foram derrotados e o Egito perdeu a sua independência.
 Em 323 a. C., após o domínio persa, o Egito foi incorporado ao Império de Alexandre Magno. Com a morte de Alexandre, o seu Império foi desmembrado, dando origem aos reinos Helenístico. O Egito foi então, governado pela dinastia ptolomaíca até a época de Cleópatra, quando em 30 a.C., convesteu-se em província do Império Romano na Idade Média o Egito e dominado, primeiramente pelo bizantinos, e em seguida pêlos muçulmanos. De 1517 a 1805, o Egito constituiu-se em província do Império Romano.
Submetido à ocupação inglesa desde 1882, obtém sua independência política com a Revolução Nacionalista de 1952 e Proclamava a República em 18/06/1953.
A saúde dos egípcios não era boa, Deus mandou varias pragas sobre eles, estas lhe causaram vários tipos de doenças.
 A religião teve um papel predominante no cotidiano dos antigos egípcios. Eies acreditavam em vários deuses (politeístas) e na imortalidade da alma, a qual voltava para o corpo daí o processo de mumificaçâo, além do juízo final (Tribunal de Osíris).
Alguns deuses eram ligados a fertilidade e a fecundidade. (Osíris e Isis) e ao Sol (Rá);  outros eram apresentados por animais como: falcão, chacal, chocodilo, etc. Houve, um curto período de monteísmo durante o governo de Amenófis IV, o qual instituiu o culto ao deuses Aton (sol) porém seu sucessor, o Faraó Tutancamon, restabeleceu o politeísmo.
 A escrita e literatura, conseqüentemente, os temas literários dos antigos egípcios eram ligados a religião e à moral da época.
 Pouquíssimas pessoas sabiam ler e escrever o que fazia com que os escribas (altos funcionários reais alfabetizados) gozassem de uma vida de privilégios sustentadas pelo governo.
 A escrita egípcia denominada hieróglita consistia em vários sinais que se a semelhavam afigura, sendo decifrados em 1822, pelo pesquisador francês Champolion.
 Os materiais utilizados para registrar as escrituras; foram a pedra,a madeira e o papiro (planta típica dos pântanos do rio Nilo).
 Arquiteíura, pintura e escultura: estas atividades estavam associados à relógio e ao poder do Faraó, Arquitetura grandiosa, como e o caso das pirâmides e outras construções.
 A pintura era feita em baixa-relevo, possuído algumas características comuns: 
A cabeça de perfil o olho e os ombros de frente, as pernas e os pés de perfil. A escultura geralmente, retratava as divindades, (deuses e faraós), possuindo grandes proporções. 
Realizações científica:
 No Egito as ciências desenvolveram-se devido às necessidades práticas:
-matemáticas, grande desenvolvimento da Aritmética e da Geometria;  
 
 
-medicina, o processo de mumificação de cadáveres possibilitou o desenvolvimento da anatomia e também o diagnostico e cura de varias doenças;
Úlcera
 
 -astronomia, aperfeiçoou-se devido à necessidade de controlar as cheias do Nilo e de restabelecer a de restabelecer a relação entre o movimento dos astros e o fluxo e refluxo das águas.
 
Sistema Solar
 
Conclusão
 Ao concluirmos este trabalho podemos entender o quanto estas civilizações influenciaram em nossos dias e graças a Deus e ao desenvolvimento delas hoje estamos na era da informática.
 A herança cultural deixada pêlos Gregos foi muita rica e influenciou a civilização Ocidental, Suas concepções de beleza, retratadas na obras de esculturas, ' pintura e arquitetura, foram tidas como clássicos, por seu equilíbrio e harmonia. Também sua produção teatral, filosófica e científica foi fecunda e marcou as linhas dos pensamentos, até a idade moderna.
 A evolução espiritual dos hebreus foi marcada por avanços e recuos, segundo diversas tendências, muitas vezes contraditórias. Mas ligadas à diversa experiência de sua História.
 A concepção monoteísta foi, então, assumida pelo povo hebreu como uma possessão preciosa e, por sua vez o manteve vivo ao fornecer-lhe o orgulho de ser um povo escolhido. O judeu tem influenciado em quase todo o universo com a religião.
 Os egípcios contribuíram bastante para que muitas pessoas não morressem de fome, as terras do Egito eram férteis e produziam muito, colheitas cresciam e serviam de alimento para toda a sociedade. Eles nos deixaram como herança: a matemática, medicina e a astronomia.
 
Bibliografia
 Aquino Denize Oscar, Historia das Sociedades,  Ao livro Técnico S/A Indústria e Comércio,  Editora Parma Lida Rio de Janeiro,  1a Edição 1980.
 Vicentino Cláudio, História Geral, Editora Seipione Ltda, 1991, São Paulo - SP.
Ribeiro José, História Geral l - II,   Faculdade de Educação Teológica LOGOS, São Paulo - SP - Módulo VI.
Apostila 5a Série, Complexa Educacional Dom Bosco Imperatriz - MA - Confeccionado em Curitiba - PR.
CD Almanaque Abril 2000
CD Barsa 2000
CD Encarta 2000

 http://www.grandesciv.hpg.ig.com.br/index.html 

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