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A VIDA DE ABRAÃO
 
Comentários:
I PARTE
 
EURICO BERGSTEN
 
Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 1991
 
CPAD
Rio de Janeiro - RJ
 
 
 
A VIDA DE ABRAÃO
 
Comentários:
II PARTE
 
Derek Kidner
 
Série Cultura Bíblica
 
Sociedade Religiosa
Edições Vida Nova
 
São Paulo - SP
 
 
A VIDA DE ABRAÃO
 
Comentários:
III PARTE    
     
CD da CPAD
 
Bíblia de Estudos Pentecostal
 
CPAD
 
Rio de Janeiro - RJ
 
 
 
A VIDA DE ABRAÃO
 
Comentários:
IV PARTE
 
ELIENAI CABRAL Lições Bíblicas do 4º Trimestre de 1995
 
CPAD
 
Rio de Janeiro - RJ
 
 
 
 
A VIDA DE ABRAÃO
Revista da EBD - CPAD
Lições 4º Trimestre de 1995
Gênesis - O Princípio de Todas as Coisas
Comentários de Elienai Cabral
IV PARTE
Lição 1-Abraão, História e Modelo de Fé
Lição 2-Erros e acertos na vida de Abraão
Lição 3-O Valor e o poder da Oração Intercessória
LIÇÃO 8
19 de novembro de 1995
ABRAÃO, HISTÓRIA E MODELO DE FE
TEXTO ÁUREO LEITURA EM CLASSE
"Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para ondeia" (Hb 11.8).
VERDADE PRATICA
O caminho da fé não está livre de provações.
ÉPOCA DO EVENTO: Desconhe- cida
LOCAL: Harã
HINOS SUGERIDOS: 467(258- HCA) e 470(084-HCA)
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Segunda - Gn 12.4; 11.8-10
A obediência resulta da fé
Terça-Jz 7.1-3,7-23
A fé conduz, ao destemer
Quarta - Jz 4.4-16
A fé conduz, à vitória
Quinta - Gn 22.1-12
O caminho da fé é espinhoso
Sexta - Mt 9.20-22; 15.25-28; Mc
9.23-27
A recompensa da fé
Sábado - He 2.4; 2 Co 5.7; Gl 2.20
O justo vive pela fé
GÉNESIS 11.31; 12.1-4,10,17-20;
13.1,6,7-9
31 - E tomou Terá a Abrão seu fílho, e a Ló filho de Ara, filho de seu filho, a Sarai sua nora, mu- lher de seu fílho Abrão, e saiu com eles de Ur dos Caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali.
32 - E foram os dias de Terá duzentos e cinco anos; e morreu Terá em Harã.
12.1 - Ora o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela , e da casa de teu pai, para a terra que eu te mos- trarei.
2 - E far-te-ei uma grande na- ção, e abençoar-te-ei, e engrande- cerei o teu nome; e tu serás uma bênção.
3 - E abençoarei os que te aben- çoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão ben- ditas todas as famílias da terra.
4 - Assim partiu Abrão, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos, quando saiu de Harã.
10 - E havia fome naquela ter- ra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra.
17 - Feriu, porém, o Senhor a Earaó com grandes pragas, e a sua casa, por causa de Sarai, mulher de Abrão.
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18 - Então chamou Faraó a Abrão, e disse: Que é isto que me fizeste? por que não me disseste que ela era tua mulher?
19 - Por que disseste: É minha irmã? de maneira que a houvera tomado por minha mulher; ago- ra, pois, eis aqui tua mulher: toma- a e vai-te.
20 - E Faraó deu ordens aos seus varões a seu respeito, e acom- panharam-no a ele, e a sua mu- lher, e a tudo que tinha.
13. l - Subiu, pois, Abrão do Egito para a banda do sul, ele e sua mulher, e tudo o que tinha, e com ele Ló.
6 - E não tinha capacidade a terra para poderem habitar jun- tos: porque a sua fazenda era mui- ta, de maneira que não podiam habitar juntos.
7 - E houve contenda ente os pastores do gado de Abrão, e os pastores do gado de Ló: e os cana- neus e os perizeus habitavam en- tão na terra.
8 - E disse Abrão a Ló: Ora não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque irmãos somos.
9 - Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim;
se escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, eu irei para a esquerda.
ESBOÇO
INTRODUÇÃO
I. ABRÃO, O ESCOLHIDO DE DEUS
l: Ahr^o descende de Sem, a li- nhagem da promessa
2. Ur, a terra de Abrão
3. A chamada de Abrão
IL ABRÃO SAI DE SUA TERRA
1. A tríplice ordem de Deus a Abrão
2. Obstáculos para a obediência de Abrão
3. Abrão parte de Harã para Siquém
4. Abrão muda-se de Siquém para Betei
III. ABRÃO ENFRENTA AD- VERSIDADES NO CAMINHO DA FÉ
1. As provações inevitáveis do caminho da fé
2. Abrão desce para o Egito
3. Abrão sofre as consequênci- as de uma decisão precipita- da
IV. ABRÃO E LÓ SE SEPARAM
1. A contenda entre os pastores de Ló e de Abrão
2. Abrão fez uma proposta a Ló
3. A escolha ambiciosa de Ló
V. ABRÃO RETOMA O CAMI- NHO DA FÉ
1. Abrão, um homem de cará* ter firme
2. Abrão, um exemplo de fé
3. Abrão, um homem obediente
4. Abrão, um homem de profun- da comunhão com Deus
CONCLUSÃO
^JÊtlVÕS
No término desta lição, os alunos deverão ser capazes de:
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18 - Então chamou Faraó a Abrão, e disse: Que é isto que me fizeste? por que não me disseste que ela era tua mulher?
19 - Por que disseste: É minha irmã? de maneira que a houvera tomado por minha mulher; ago- ra, pois, eis aqui tua mulher: toma- a e vai-te.
20 - E Faraó deu ordens aos seus varões a seu respeito, e acom- panharam-no a ele, e a sua mu- lher, e a tudo que tinha.
13. l - Subiu, pois, Abrão do Egito para a banda do sul, ele e sua mulher, e tudo o que tinha, e com ele Ló.
6 - E não tinha capacidade a terra para poderem habitar jun- tos: porque a sua fazenda era mui- ta, de maneira que não podiam habitar juntos.
7 - E houve contenda ente os pastores do gado de Abrão, e os pastores do gado de Ló: e os cana- neus e os perizeus habitavam en- tão na terra.
8 - E disse Abrão a Ló: Ora não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque irmãos somos.
9 - Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim;
se escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, eu irei para a esquerda.
ESBOÇO
INTRODUÇÃO
I. ABRÃO, O ESCOLHIDO DE DEUS
l: Ahr^o descende de Sem, a li- nhagem da promessa
2. Ur, a terra de Abrão
3. A chamada de Abrão
IL ABRÃO SAI DE SUA TERRA
1. A tríplice ordem de Deus a Abrão
2. Obstáculos para a obediência de Abrão
3. Abrão parte de Harã para Siquém
4. Abrão muda-se de Siquém para Betei
III. ABRÃO ENFRENTA AD- VERSIDADES NO CAMINHO DA FÉ
1. As provações inevitáveis do caminho da fé
2. Abrão desce para o Egito
3. Abrão sofre as consequênci- as de uma decisão precipita- da
IV. ABRÃO E LÓ SE SEPARAM
1. A contenda entre os pastores de Ló e de Abrão
2. Abrão fez uma proposta a Ló
3. A escolha ambiciosa de Ló
V. ABRÃO RETOMA O CAMI- NHO DA FÉ
1. Abrão, um homem de cará* ter firme
2. Abrão, um exemplo de fé
3. Abrão, um homem obediente
4. Abrão, um homem de profun- da comunhão com Deus
CONCLUSÃO
^JÊtlVÕS
No término desta lição, os alu- nos deverão ser capazes de:
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• Compreender que Abraão foi o escolhido de Deus, para, por seu in- termédio, concretizar a promessa de Génesis 3.15.
• Entender que Abraão foi pro- vado de diversas maneiras, a fim de mostrar que estava apto a receber tamanha bênção.
• Concordar que as provações e as adversidades são inevitáveis aos que trilham o caminho da fé.
• Admitir que o recebimento da bênção divina está condicionado à nossa confiança na Palavra de Deus.
1131 SUGESTÕES PRÁTICAS"1
permitiu que o sobrinho escolhesse primeiro o lugar onde gostaria de morar. Por esta razão, o patriarca não sofreu algum dano, na destruição de Sodoma e Gomorra.
fORtENTAÇÁO AO PROFESSOR)
• Como o professor poderá ensi- nar um tema, conforme o da lição de hoje, se ele mesmo transmitir inse- gurança? Faça uma análise de sua atitude. Seus gestos, suas palavras e, principalmente, seu rosto, devem tra- duzir a confiança que você afirma haver naqueles que temem e servem ao Senhor.
1. Informe aos alunos que Deus encontrou Abraão em Ur da Caidéia, no meio da idolatria. Por isso, o le- vou para uma terra distante, a fim de prová-lo e, mediante sua vitória, de- clarar-lhe que sua descendência se- ria tanto como as estrelas do céu e a areia do mar, em alusão a todos os salvos e ao povo judeu.
2. Esclareça-lhes que nada rece- bemos de Deus, sem, antes, sermos submetidos à prova. Por isso, o Se- nhor chegou ao ponto de pedir a Abraão que sacrificasse o filho que tanto amava, Isaque. O patriarca obe- deceu e, no momento de imolá-lo, Jeová impediu tal acontecimento e confirmou a promessa que fizera anteriormente.
3. Diga-lhes que Abraão deposi- tava total confiança em Deus. Por isso, quando propôs a separação en- tre ele e Ló, por causa das constan- tes desavenças entre seus pastores,
.ÇQMEMTARiaf
INTRODUÇÃO
São muitos os exemplos de fé descritos na Bíblia, mas destaca-se, com especial tratamento, a de Abraão, o qual é denominado "pai da fé". A palavra fé, do ponto de vis- ta escriturístico, tem o significado de . "fidelidade" (Dt 32.4; SI 36.5; 37.3).
I. ABRÂO, O ESCOLHIDO DE DEUS
l. Abrão descende de Sem, a linhagem da promessa (Gn 11.10- 26). Nos capítulos 10 e 11 de Génesis, o autor do livro apresentou a genealogia de SEM. Mui especial- mente, no capítulo 11, Moisés teve a preocupação de traçar a descendên- cia da raça eleita.
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2. Ur, a terra de Abrão (Gn
11.31). A cidade de Ur dos caldeus, na Mesopotâmia, era um grande cen- tro de cultura e comércio do mundo antigo. Na atualidade, esta região é ocupada pela Arménia.
3. A chamada de Abrão (Gn 12.1-3). Abrão foi escolhido por Deus, para restaurar a geração pós- diluviana, a qual se corrompera. Para tal empreendimento, o Senhor esta- beleceu um plano radical com Abrão, exigindo dele completa sepa- ração, obediência e fidelidade incon- testáveis. Por isso, o chamou indivi- dualmente (Gn 12.1) e mostrou-lhe um caminho longínquo, desconheci- do e perigoso.
II. ABRÃO SAI DE SUA TERRA
l. A tríplice ordem de Deus a Abrão. Na convocação feita a Abrão havia três exigências a serem obe- decidas, a fim de que o plano divino não sofresse qualquer restrição. A primeira era: "sai da tua terra ".
A segunda exigência: "sai-te do meio da tua parentela". Nenhum laço familiar deveria prendê-lo, se- não sua própria mulher e mais nin- guém. Para que isto fosse cumprido, o Senhor prometeu-lhe uma grande posteridade.
A terceira exigência: "Vai para a terra que eu te mostrarei" (Gn 12.1). De fato, a terra que o Senhor lhe mostraria estava muito além de Harã, onde parou com sua parentela (Gn 17.8,9).
2. Obstáculos para a obediên- cia de Abrão. Analisando a história da saída de Abrão, de Ur dos Caldeus, concluímos que o máximo de sua obediência foi sair dali, mas não para muito longe. Ele não con- seguiu deixar a sua terra, plenamen- te, pois se estabeleceu em Harã, por causa dos parentes que o acompa- nhavam todo o tempo. Parece-nos que ali Abrão não conseguiu desvencilar-se dos familiares, espe- cialmente do pai, o qual morreu na- quele lugar. Por algum tempo, Abrão habitou naquela terra com os paren- tes. Foi preciso que o Todo-podero- so interferisse naquela situação, a fim de que ele obedecesse ao plano original.
3. Abrão parte de Harã para Siquém (Gn 12.4-8). Abrão acumu- lou riquezas em Harã, mas o seu co- ração não estava naquele lugar. Ele tinha de continuar a viagem, a qual se propusera, por ordem divina, quando ainda estava em Ur dos caldeus. Confiante nas promessas de Deus, e decidido a obedecer-lhe, Abrão não teve mais dúvidas: saiu de Harã e foi para um lugar chama- do Siquém, distante, aproximada- mente, 1.300 quilómetros.
4. Abraão muda-se de Siquém para Betei (Gn 12.8). Depois de Harã, Abrão não parou em um só lugar. De Siquém, ele viu as monta- nhas do lado oriental de Betei e ar- mou ali a sua tenda. Em Betei, mais uma vez, ele levantou um altar ao Senhor e assim fez, sucessivamen- te, em todo lugar onde morava.
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III. ABRÃO ENFRENTA ADVERSIDADES NO CAMINHO DA FÉ
1. As provações inevitáveis do caminho da fé. As provações pelas quais Abrão passara em sua jorna- da, pareciam ter-lhe neutralizado a fé. Ele já estava na terra que o Se- nhor lhe prometera, e tudo ia muito bem até surgirem as primeiras difi- culdades. Antes de ir para Egito, o seu caminho foi de fé e conquistas;
porém, o trilho da fé não está livre de provações. Diz o texto de Génesis 12.10: "Havia fome naquela terra".
2. Abrão desce para o Egito (Gn 12.10). Diz o texto: "e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali". Não resistindo mais aquela pro- vação, Abrão deixou o caminho da fé para seguir por um atalho. O sá- hio Salomão declara: "Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da mor- te" (Pv 14.12). Em outro texto, diz:
"Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa o espírito. Confia ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos se- rão estabelecidos" (Pv 16.2,3). É sempre perigoso sair da direção de Deus e tomar caminho próprio.
3. Abrão sofre as consequên- cias de uma decisão precipitada (Gn 12.11-20). Quando saímos da direção divina, e tomamos nosso próprio caminho, tornamo-nos res- ponsáveis pelas consequências das nossas decisões. E Abrão pagou caro pela sua atitude precipitada.
Diante das circunstâncias adversas, evitemos soluções fáceis, mera- mente humanas e imediatistas. Ja- mais questionemos a direção de Deus, pois o que Ele pensa a nos- so respeito é sempre o melhor.
IV. ABRÃO E LÓ SE SEPARAM
1. A contenda entre os pasto- res de Ló e de Abrão (Gn 13.5-7).
Parece-nos que Ló tirava proveito da prosperidade de seu tio Abrão. Cres- ceu em número de familiares, servos e servas, gado e tendas e, desse modo, tomou-se também um trope- ço no caminho da fé, para o qual so- mente Abrão fora chamado. Mas, por ter contrariado a orientação divina, o patriarca, agora, tinha que supor- tar o peso de levar consigo alguém que não tinha nada a ver com o pla- no de Deus. Segundo o texto do ca- pítulo 13, chegaram a uma terra onde não havia espaço para Abrão e Ló juntos.
2. Abrão fez uma proposta a Ló (Gn 13.8,9). Um pouco antes, ao voltar a Betei, Abrão renovou seu pacto de fé e obediência ao Senhor (v.4) e, agora, estava pre- parado para tomar as decisões ca- bíveis que não mais restringiriam sua obediência completa ao plano divino, na sua chamada. Nada mais o deteria no caminho da fé que o levaria ao lugar que Deus havia designado para ele e sua posterida- de. Se o seu sobrinho Ló estava
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criando constrangimento naquela terra, os dois deveriam se separar. Disse Abrão a Ló, de modo solene e firme: "Não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque irmãos somos. Não está toda a terra dian- te de ti? E ia, pois, aparta-te de mim; se escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita esco- lheres, eu irei para a esquerda9' (Gn 13.8,9).
3. A escolha ambiciosa de Ló (Gn 13.10,11). A escolha de Ló é típica do crente carnal, cuja con- cupiscência o envolve. Até, então, Ló e sua comitiva viveram como forasteiros na companhia de Abrão. Seus olhos contemplaram as cam- pinas úmidas e bem regadas do Jordão e ele desceu para aquelas paragens próximas às cidades de Sodoma e Gomorra. A escolha materialista e egoísta converteu-se em morte e destruição. É sempre triste o exemplo do homem que só busca os interesses do mundo.
V. ABRÃO RETOMA O CAMINHO DA FÉ
1. Abrão, um homem de cará- ter fírme. A despeito dos momen- tos de fraqueza, aos quais se rendeu, Abrão, na sua jornada de fé, desde que saiu de Ur dos caldeus, em mo- mento algum deixou de temer a Deus.
2. Abrão, um exemplo de fé. Quando se dispôs a peregrinar para uma terra que não conhecia, sem
mapa, nem roteiro, ele demonstrou uma grande fé. Depois que se sepa- rou de Ló, a promessa divina confir- mou-se, de modo especial, e o Todo- poderoso mostrou-lhe a maravilho- sa terra "que mana leite e mel".
3. Abrão, um homem obedien- te. Ao longo de sua vida, Abrão obe- deceu a Deus. Mesmo quando seus familiares dificultaram seu caminho de fé, ele não desistiu. O ponto des- tacado da sua obediência, é que obe- deceu a Deus sem questionar coisa alguma. O segredo da fé está na vi- são do invisível. Por isso, quem a possui, sabe obedecer, e Abrão foi um exemplo.
4. Abrão, um homem de pro- funda comunhão com Deus. Em toda a vida de Abrão, a comunhão com o Senhor foi mantida e alimen- tada pelas orações. Frequentemente, a Bíblia registra as vezes que Deus apareceu a Abrão e ambos dialoga- ram sobre a vida e o futuro da sua descendência (Gn 12.1-3,7; 13.14;
15.1-21; 17.1-27).
CONCLUSÃO
Na verdade, a vida de Abrão foi sempre um exemplo de generosida- de (Gn 13.9), fidelidade (Gn 14.14;
23.2), hospitalidade (Gn 18.2-8), compaixão (Gn 18.23) e coragem (Gn 14.14-16).
f IJstiNAM^^
l. Deus jamais se esquece do que nos prometeu. No Éden, Ele garantiu
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que salvaria a humanidade da con- denação eterna. No momento certo, manifestou-se a Abraão, e iniciou o processo da salvação do homem, através do filho da promessa, Isaque, que gerou Jacó, de quem nasceu Judá, de cuja tribo descende Jesus, nosso Salvador.
2. Deus condicionou a bênção de Abraão à obediência as suas ordens. Primeiro, o chamou de Ur da Caidéia para Padã-Harã. De lá, o levou para Canaã, onde se tornou um peregri- no. Assim também aconteceu conosco: fomos tirados do mundo, para sermos um povo especial, ze- loso e de boas obras.
3. A nossa confiança em Deus deve estar acima de qualquer suspei- ta. Abraão, como o mais velho, ti- nha todo o direito de escolher pri- meiro, principalmente, porque, aos olhos humanos, a campina era me- lhor. No entanto, sobrou-lhe apenas as montanhas, onde prosperou gran- demente e foi salvo da destruição de Sodoma e Gomorra.
GLOSSÁRIO
Adversa: Oposta, contrária, adversária; desfavorável, maipropí- cia.
Adversidade: contrariedade, aborrecimento; infortúnio, infelici- dade, revés.
Convocação: ato ou efeito de convocar; convite.
Decadente: que decai; que está em decadência; declinante.
Desprendimento: ato ou efeito de desprender(-se); abnegação, altru- ísmo, independência.
Idólatra: pessoa que adora ído- los.
Interferir: intervir.
Patriarca: chefe de família, en- tre os povos antigos, especialmente os do Antigo Testamento.
Prerrogativa: vantagem; privi- légio, regalia.
Posteridade: série de indivídu- os procedentes da mesma origem; os vindouros; as gerações futuras.
QUESTIONÁRIO
1. Qual o significado da palavra fé, no Antigo Testamento? Dê as re- ferências.
- Fidelidade (Dt 32.4; SI 36.5;
37.3).
2. Qual o sentido da mesma pa- lavra, no Novo Testamento? Cite as referências.
- Confiança (Rm 1.17; Gl 3.11;
Hbll.38).
3. Com a chamada de Abrão, que dispensação tem início?
- A Dispensação Patriarcal.
4. O que Deus exigiu de Abrão, ao chamá-lo?
- Completa separação, obediên- cia e fidelidade incondicionais.
5. Cite algumas características de Abrão.
- Fé, obediência, piedade, cora- gem e compaixão.
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LIÇÃO 9
26 de novembro de 1995
ERROS E ACERTOS NA VIDA DE ABRAÃO
(30 de Novembro, dia Nacional de Ações de Graça)
TEXTO ÁUREO
"Depois destas coisas veio a palavra do Senhor a Abrão em visão, dizendo: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão" (Gn 15.1).
VERDADE PRATICA
Deus tem um plano para nossas vidas, o qual não é um determinismo fatalista. Se não o compreendemos, devemos deixar que o Senhor, livre- mente, nos conduza ao seu cumprimento.
ÉPOCA DO EVENTO: Desconhe- cida
LOCAL: Canaã
HINOS SUGERIDOS: 410(061- HCA)e411(033-HCA)
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Gn 12.1-3
A chamada de Abraão Terça -2 Cr 20L 7 Abraão, amigo de Deus Quarta-Gn 17,5
Deus muda o nome de seu amigo
Quinta - Hb 1L8
Abraão, o homem de fé Sexta - Gn 22.17
Também somos filhos de Abraão Sábado - Hb 11.6
Sem fé, é impossível agradar a Deus
p LEITURA EM CLASSE |
GÉNESIS 14.1-3,10-13,15.1-6;
16.1,2,15,16
1 - E aconteceu nos dias de Anrafel, rei de Sinar, Arioque, rei de Elasar, Quedorlaomer, rei de Elão, e Tidal, rei de Goiim,
2 - Que estes fizeram guerra a Bera, rei de Sodoma, a Birsa, rei de Gomorra, a Sinabe, rei de Admá, e a Semeber, rei de Zeboim, e ao rei de Bela (esta é Zoar).
3 - Todos estes se ajuntaram no vale de Sidim (que é o mar de sal).
10 - E o vale de Sidim estava cheio de poços de betume; e fugi- ram os reis de Sodoma, e de Gomorra, e caíram ali: e os res- tantes fugiram para um monte.
11 - E tomaram toda a fazenda de Sodoma, e de Gomorra, e todo o seu mantimento, e foram-se.
12 - Também tomaram a Ló, que habitava em Sodoma, filho do irmão de Abrão, e a sua fazenda, e foram-se.
13 - Então veio um que esca- para, e o contou a Abrão, o
58
da fé, todos nós somos provados, a fim de mostrarmos a Deus nossa ca- pacidade para recebermos os bên- çãos celestiais.
• Entender que em tudo Abraão foi aprovado, com exceção da falta de fé que demonstrou, quando gerou um filho em Agar.
• Admitir que Deus, apesar desta fraqueza de Abraão, protegeu Agar e abençoou seu filho, Ismael.
• Concordar que o litígio que há, hoje, entre árabes e judeus, é em con- sequência desta precipitação de Abraão e Sara.
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1. Esclareça-lhes que Abraão, antes de tomar qualquer decisão em sua vida, buscava a direção divina. Por isso, foi bem sucedido naquele empreendimento contra os reis que levaram seu sobrinho Ló. Com pou- cos homens, ele enfrentou um gran- de exército e saiu vitorioso.
2. Explique-lhes que todas as bênçãos divinas têm o seu cumpri- mento, no tempo de Deus. Por isso, em nada adianta tentarmos antecipá- las. Abraão quis ajudar ao Senhor, na realização de suas promessas e, inconscientemente, gerou o conflito sem fim entre seus descendentes ára- bes e judeus.
3. Informe-lhes que Deus ampa- rou o menino Ismael, por amor ao seu pai, Abraão, e concedeu-lhe ri- cas bênçãos. Os árabes, seus descen- dentes, hoje, são prósperos, devido a promessa do Senhor de jamais desapará-los. Oremos por eles, a fim de que aceitem a salvação em Je- sus.
te|NTAÇÀOA
Se você dispuser de um quadro negro, escreva com giz colorido os pontos mais importantes de sua aula. Se não for possível, copie o esboço da mesma em xerox ou mimeógrafo, e distribua entre seus alunos. Isso suscitará mais interesse e ajuda-los- á a entender melhor o comentário da lição.
RBPlií
INTRODUÇÃO
Esta lição abrangerá quatro capí- tulos de Génesis (l 4,15,16e 17). Os três últimos relatam episódios distin- tos e relevantes, os quais reafirmam o cuidado de Deus com os que lhe são fiéis.
I. TRÊS EXPERIÊNCIAS MARCANTES, VIVIDAS POR ABRAÃO
l. Abraão entra numa guerra que não era sua, para salvar a Ló e sua família (Gn 14.1-12). Nestes primeiros 12 versículos, pela primei- ra vez, se ouve falar em guerra entre os povos, a qual envolveu nove rei- nos. Quatro reis eram da Meso- potâmia, que se juntaram contra ou-
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tros cinco, de pequenos territórios próximos das planícies do Jordão. Ló, o sobrinho de Abraão habitava em Sodoma. O patriarca foi informa- do que o mesmo havia sido captura- do pêlos reis que invadiram e ataca- ram aquela área. Então, com um es- pírito altruístico, arregimentou 318 homens das suas fazendas, uniu-se a três grupos, chefiados por Aner, Escol e Manre (Gn 14.24), e formou um exército forte, que atacou, de sur- presa, seus inimigos e os venceram.
2. Abraão é abençoado por Melquisedeque, rei e sacerdote de Salém (Gn 14.17-23). Abraão vol- tava vitorioso daquela guerra, quan- do recebeu a visita de Melquisede- que, o qual era, também, sacerdote do Deus Altíssimo. O seu nome he- braico, "Malqitsedâq", significa "rei de justiça". Salém ("ShalerrT, no hebraico) significa paz. Daí, a razão do autor da Carta aos Hebreus refe- rir-se a ele como "rei da justiça"ou "rei da paz" (Hb 7.2).
II. DEUS REAFIRMA SUAS PROMESSAS A ABRAÃO
l. Deus desfaz a preocupação do coração de Abraão (Gn 15.1- 6). As promessas divinas sempre são antecedidas por palavras de conforto e de ânimo, tais como:
"Não temas" (Gn 15.1). É interes- sante notar que a ocasião da pro- messa se destaca na frase: "Depois destes acontecimentos "ou "depois destas cousas", pára identificar o momento em que Abraão se encon- trava (Gn 15.4,5).
Mesmo falando com Deus, de modo especial, Abraão não conse- guia ver, pela fé, a realização daquele sonho, de ter um filho gerado por ele com sua esposa Sara. Sua confiança ficou estagnada por um instante, e a sua mulher também não conseguia entender aquela mensagem divina. Os dois criam que ter um filho na ve- lhice, parecia ilógico, uma vez que ela era estéril até então. Para quem ele deixaria a herança? A seu fiel mordomo, Eliezer? Não! O herdei- ro não poderia ser um estranho. Te- ria de ser gerado por ele, não por outro. O Senhor lhe mostrara que não aconteceria como ele pensava. A sua descendência multiplicar-se-ia sobre a Terra.
2. Deus reafirma e garante a promessa feita a Abraão (Gn 15.7- 21). Numa forma especial de mos- trar seu amor e sua fidelidade. Deus se identifica a Abraão como "YAHWEH". Ele declara: "Eu sou o Senhor" (Gn 15.7). E, com esta identificação, afirma-lhe que suas promessas têm base em seu caráter perfeito. Quando o patriarca pergun- tou: "Como saberei que hei de pos- suí-la?" (Gn 15.8), não estava duvi- dando da palavra de Jeová, mas, sim, reafirmando sua fé neste Deus sin- cero, e desejava saber mais sobre a promessa. Era uma forma de pedir uma garantia quanto a sua realiza- ção. A resposta divina foi mediante o fogo sobre um altar de sacrifícios, no qual foram colocados três ani- mais: um novilho, uma cabra e um
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cordeiro (Gn 15.9), além de uma rola e um pombinho.
III. ABRAÃO E SARA
INTERFEREM NO PLANO ORIGINAL
1. Sara tenta ajudar a Deus, no cumprimento de sua promessa (Gn
16.1-4). Pelo processo natural. Sara não podia gerar filhos, pois era estéril. Agora, na velhice, entendeu ela que isso seria, de fato, impossível. Por isso, convenceu o marido que a melhor for- ma dele ter um herdeiro legítimo, se- ria tomar a escrava egípcia, Agar, e com ela ter um descendente, e este pertenceria a ele e a ela. Este costume era aceitável nos tempos antigos.
2. Agar engravida e provoca o conflito familiar (Gn 16.4-6). A pre- cipitação de Sara e Abraão provocou grandes mudanças na família e na sua posteridade. A pobre Agar, sim- ples escrava, agora se torna vítima do erro de seus patrões. Entretanto, não podia imaginar que seria mãe de um grande povo. A verdade é que, depois que ela se engravidou, sua patroa começou a oprimi-la, por causa do filho que esperava. A dis- córdia e a desarmonia começaram a criar uma situação instável entre as duas, e o patriarca não sabia como resolver o problema.
3. Agar foge para o deserto (Gn
16.7-10). Sara afligiu, de tal modo, a Agar, que esta, não suportando a pressão de sua senhora, fugiu para o deserto (Gn 16.6). Mas o anjo do
Senhor a achou junto à fonte, no ca- minho de Sur (Gn 16.7). Naquele lugar, o mensageiro de Deus a acon- selhou a voltar para sua patroa e fez- lhe a seguinte promessa: "Multipli- carei sobremodo a tua descendência, de maneira que, por numerosa, não será contada. Disse-lhe também o anjo do Senhor: Eis que concebeste, e terás um filho, e chamarás o seu nome Ismael; porquanto o Senhor ouviu a tua aflição" (Gn 16.10,11).
4. Agar dá à luz o seu filho Ismael (Gn 16.15). Agar teve o fi- lho, logo depois daquele incidente, e Abraão muito amou o garoto. Os anos se passaram. Sara também con- cebeu e deu à luz um menino, que lhe deu o nome de Isaque (Gn 21.1,2). Posteriormente, ela se sen- tiu humilhada pela escrava e Ismael, e começou outra vez a oprimi-la. Ins- tou com o esposo, para que os man- dasse embora. Ele, então, não teve forças para impedir isto, e os des- pediu. Ambos foram pelo caminho do deserto de Berseba (Gn 21.9-11).
CONCLUSÃO
Nos erros e acertos da vida de Abraão, aprendemos que Deus tra- balha através das circunstâncias pró- prias da vida humana. Não há um fator determinista ou fatalista, nesta declaração. Pelo contrário: O Se- nhor, em sua infinita sabedoria e presciência, pode ensinar aos seus servos o caminho para se conhecer plenamente o Todo-poderoso, e fa- zer a sua vontade.
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ENSINAMENTOS PRÁTICOS
1. "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rm 8.31). Abraão nu- tria total confiança no Deus que o tirou da Mesopotâmia e o trouxe para Canaã. Por isso, ao tomar conheci- mento que seu sobrinho Ló fora le- vado cativo, marchou contra os ini- migos, e o libertou com todos os seus pertences.
2. Deus jamais se esquece das promessas que nos fez e, antes do tempo de sua concretização. Ele as reafirma, de vez em quando. Assim aconteceu com Abraão. Constante- mente, o Senhor o animava a respei- to do que lhe prometera. Por isso, nunca esqueçamos que Ele é o Todo- poderoso.
3. Jamais corramos o risco de tentarmos ajudar a Deus, na realiza- ção de suas promessas para as nos- sas vidas. Tomemos como exemplo o que aconteceu com Abraão e Sara, os quais se precipitaram, ao decidi- rem utilizar o ventre de uma escra- va. para gerarem um filho.., O resul- tado foi drástico.
GLOSSÁRIO
Altruísta: o que manifesta total dedicação ao seu próximo. ' r
Arregimentar: reunir em regi- mento; convocar.
Artimanha: astúcia, artifício, ardil.
Circuncisão: retirada da pele que envolve a extremidade anterior do órgão sexual masculino.
Depressão: abatimento físico ou moral.
Espólio: herança; património deixado por um falecido.
Imputar: atribuir a alguém a res- ponsabilidade de alguma coisa.
Patente: claro, evidente, certo.
Posteridade: série de indivídu- os procedentes de uma mesma pes- soa.
Racionalista: o que é guiado apenas pela razão.
QUESTIONÁRIO
1. Quantos reis se envolveram numa guerra, nos dias de Abraão?
- Nove.
2. Que parente de Abraão foi cap- turado, nesta guerra?
- Eó, seu sobrinho.
3. Que sacerdote abençoou Abraão, depois desta guerra?
- Melquisedeque.
4. Melquisedeque é o tipo de quem?
- Jesus Cristo.
5. Com quem Abraão teve um filho, a fim de ajudar a Deus, no cumprimento de sua promessa?
- Com sua escrava A^ar
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LIÇÃO 9
26 de novembro de 1995
ERROS E ACERTOS NA VIDA DE ABRAÃO
(30 de Novembro, dia Nacional de Ações de Graça)
TEXTO ÁUREO
"Depois destas coisas veio a palavra do Senhor a Abrão em visão, dizendo: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão" (Gn 15.1).
VERDADE PRATICA
Deus tem um plano para nossas vidas, o qual não é um determinismo fatalista. Se não o compreendemos, devemos deixar que o Senhor, livre- mente, nos conduza ao seu cumprimento.
ÉPOCA DO EVENTO: Desconhe- cida
LOCAL: Canaã
HINOS SUGERIDOS: 410(061- HCA)e411(033-HCA)
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Gn 12.1-3
A chamada de Abraão Terça -2 Cr 20L 7 Abraão, amigo de Deus Quarta-Gn 17,5
Deus muda o nome de seu amigo
Quinta - Hb 1L8
Abraão, o homem de fé Sexta - Gn 22.17
Também somos filhos de Abraão Sábado - Hb 11.6
Sem fé, é impossível agradar a Deus
p LEITURA EM CLASSE |
GÉNESIS 14.1-3,10-13,15.1-6;
16.1,2,15,16
1 - E aconteceu nos dias de Anrafel, rei de Sinar, Arioque, rei de Elasar, Quedorlaomer, rei de Elão, e Tidal, rei de Goiim,
2 - Que estes fizeram guerra a Bera, rei de Sodoma, a Birsa, rei de Gomorra, a Sinabe, rei de Admá, e a Semeber, rei de Zeboim, e ao rei de Bela (esta é Zoar).
3 - Todos estes se ajuntaram no vale de Sidim (que é o mar de sal).
10 - E o vale de Sidim estava cheio de poços de betume; e fugi- ram os reis de Sodoma, e de Gomorra, e caíram ali: e os res- tantes fugiram para um monte.
11 - E tomaram toda a fazenda de Sodoma, e de Gomorra, e todo o seu mantimento, e foram-se.
12 - Também tomaram a Ló, que habitava em Sodoma, filho do irmão de Abrão, e a sua fazenda, e foram-se.
13 - Então veio um que esca- para, e o contou a Abrão, o
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A VIDA DE ABRAÃO
 
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I PARTE
 
EURICO BERGSTEN
 
Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 1991
 
CPAD
Rio de Janeiro - RJ
 
 
 
A VIDA DE ABRAÃO
 
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II PARTE
 
Derek Kidner
 
Série Cultura Bíblica
 
Sociedade Religiosa
Edições Vida Nova
 
São Paulo - SP
 
 
A VIDA DE ABRAÃO
 
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Bíblia de Estudos Pentecostal
 
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Rio de Janeiro - RJ
 
 
 
A VIDA DE ABRAÃO
 
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ELIENAI CABRAL Lições Bíblicas do 4º Trimestre de 1995
 
CPAD
 
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