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1º Semestre de 2003  
 O sofrimento dos justos e o seu propósito
 
 Pr. Claudionor de Andrade 
 
Lição 8
Elifaz E A Teologia Do Relacionamento 
Mercantil Com DEUS 
23/02/2003
 
 
Texto Áureo:
“Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” (Tt 3.5).
A LAVAGEM DA REGENERAÇÃO. Isto se refere ao novo nascimento do crente, visto simbolicamente no batismo cristão. A "renovação do Espírito Santo" refere-se à outorga constante da vida divina aos crentes à medida que se submetem a Deus (cf. Rm 12.2)

 Verdade Prática:
Deus não trata seus filhos com base num amor mercantilista e comercial. A base de seu relacionamento para conosco é a sua graça, infinita e inexplicável graça.
Rm 5.21 “Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.”
A "justificação de vida" para todas as pessoas é em potencial; ela torna-se real, no homem, à medida que este crê 
em Cristo e recebe a graça, a vida e o dom da justiça por Jesus Cristo (v. 17).

Leitura Diária:
Segunda Rm 3.24 A graça é justificadora = 24sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus,
Rm 3.21 A JUSTIÇA DE DEUS. Esta expressão refere-se à ação redentora de Deus na esfera do pecado humano, mediante a qual, Ele, dentro das normas da sua justiça (v. 26), leva-nos a um relacionamento correto com Ele mesmo e nos liberta do poder do mal (no AT, a operação da salvação e a manifestação da justiça são essencialmente a mesma coisa ver Sl 98.1,2; Is 46.13; 51.5-8; 56.1,2; 62.1; ver Sl 32.2). (1) Essa revelação da justiça de Deus no evangelho não é algo que ocorreu somente no passado. Como o poder de Deus para a salvação que acompanha o crente, ela se mantém nova e suficiente . (2) Essa justiça de Deus é nossa, mediante a fé em Jesus Cristo (v. 22)3.22 FÉ EM JESUS CRISTO. Vemos aqui que Jesus Cristo é o real objeto da nossa fé . A fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador é a única condição que Deus requer do pecador, para a sua salvação 3.24 JUSTIFICADOS GRATUITAMENTE... PELA REDENÇÃO. Este versículo contém duas das palavras que Paulo mais usa para expressar a salvação: "justificados" e "redenção" 
3.25 SEU SANGUE. O NT enfatiza várias verdades no tocante à morte de Cristo em prol da humanidade. (1) Foi um sacrifício, i.e., a oferenda do seu sangue, da sua vida (1 Co 5.7; Ef 5.2). (2) Foi vicária, i.e., ele morreu, não para seu próprio bem, mas para o bem dos outros (5.8; 8.32; Mc 10.45; Ef 5.2). (3) Foi substituinte, i.e., Cristo padeceu a morte como a penalidade do nosso pecado, como nosso substituto (6.23). (4) Foi propiciatória, i.e., a morte de Cristo em prol dos pecadores satisfez a lei justa de Deus, bem como a ordem moral divina. A morte de Cristo removeu a ira de Deus contra o pecador arrependido. A integridade de Deus exigia que o pecado fosse castigado e que fosse feita propiciação junto a Ele, em nosso favor. Pela propiciação no sangue de Cristo, a santidade de Deus permaneceu imaculada e Ele pôde manifestar, com toda justiça, a sua graça e amor na salvação (v. 25). Deve ser enfatizado que o próprio Deus propôs Cristo como nossa propiciação (v. 25). Ele não precisava ser persuadido a demonstrar misericórdia e amor, pois "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo" (2 Co 5.19; cf. Jo 3.16; Rm 5.8; 8.3,32; 1 Co 8.6; Ef 4.4-6). (5) Foi expiatória, i.e., um sacrifício para fazer expiação ou reparação pelo pecado. Como expiação, o sacrifício visa a remir a culpa. Pela morte de Cristo, foram anulados a culpa e o poder do pecado, que fazem separação entre Deus e o crente. (6) Foi eficaz, i.e., a morte expiatória de Cristo tem em si o poder de produzir o efeito cabal necessário da redenção, quando esta é buscada pela fé. (7) Foi vitoriosa, i.e., na cruz, Cristo triunfou na sua luta contra o poder do pecado, de Satanás e de suas hostes demoníacas, que mantinham o ser humano no cativeiro. Sua morte foi a vitória inicial sobre os inimigos espirituais de Deus e dos homens (8.3; Jo 12.31,32; Cl 2.15). Assim sendo, a morte de 
Cristo é redentora. Dando sua própria vida como resgate (1 Pe 1.18,19), Ele nos libertou dos inimigos que mantinham a raça humana na escravidão, i.e., o pecado (6.6), a morte (2 Tm 1.10; 1 Co 15.54-57) e Satanás (At 10.38); e nos libertou para servirmos a Deus (6.18). Todos os benefícios da morte sacrificial de Cristo, mencionados supra, pertencem, em potencial, a todo ser humano, mas tornam-se realidade somente para aqueles que, pela fé, aceitam Jesus Cristo e seu sacrifício redentor em lugar deles.

Terça Rm 4.16 A graça nos garante a promessa =
16 Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós
PARA QUE SEJA SEGUNDO A GRAÇA. Se a salvação, a justificação e a justiça que Deus outorga viessem pela nossa perfeita obediência à Lei, ninguém seria salvo, porque ninguém jamais a cumpriu de modo perfeito. Mas, posto que a salvação é pela fé, mediante a graça, poderão ser salvos todos aqueles que buscam a Deus. Ele, por sua misericórdia, perdoa os nossos pecados e outorga-nos a sua graça (i.e., seu Espírito e seu poder), para regenerar nossa vida e nos tornar seus filhos.

Quarta 1 Co 16.23 A graça está sempre conosco =
23 A graça do Senhor Jesus Cristo seja convosco.
A graça de DEUS é revelada e conquistada somente através da aceitação de JESUS CRISTO como Senhor e Salvador.

Quinta 2 Co 4.15 A graça multiplicada =
15 Porque tudo isso é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, torne abundante a ação de graças, para glória de Deus.
Através das muitas almas salvas a graça de DEUS era abundantemente multiplicada, gerando muitos louvores a DEUS pela sua salvação sem acepção de pessoas, raças, tribos ou nações; todos se convertiam a JESUS CRISTO.

Sexta 2 Co 6.1 A graça não pode ser recebida em vão =
1 E nós, cooperando também com ele, vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão
NÃO RECEBAIS A GRAÇA DE DEUS EM VÃO. Paulo cria, indubitavelmente, que era possível o crente receber a graça de Deus e experimentar a salvação (v.2), e depois, por causa de descuido espiritual ou de viver em pecado deliberado, abandonar a fé e a vida do evangelho, e voltar a perder-se. Todos devem ser exortados a se reconciliarem com Deus e a receber a sua graça (5.20). Aqueles que recebem a graça de Deus devem ser exortados a não recebê-la em vão (cf. vv. 14-18).

Sábado 2 Co 8.7 A graça pode ser abundante em nós =
7 Portanto, assim como em tudo sois abundantes na fé, e na palavra, e na ciência, e em toda diligência, e em vossa caridade para conosco, assim também abundeis nessa graça.
RIQUEZAS DA SUA GENEROSIDADE. Os princípios e as promessas da contribuição cristã contidos nesses dois capítulos são os seguintes: (1) Pertencemos a Deus; aquilo que possuímos está confiado às nossas mãos pelo Senhor (v. 5). (2) Devemos tomar a decisão firme, em nosso coração, de que serviremos a Deus, e não ao dinheiro (v.5; Mt 6.24). (3) A contribuição é feita para ajudar os necessitados (v. 14; 9.12; Pv 19.17; Gl 2.10), para promover o reino de Deus (1 Co 9.14; Fp 4.15-18), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprendermos a temer ao Senhor (Dt 14.22,23). (4) A contribuição deve ser em proporção ao que ganhamos (vv. 3,12; 1 Co 16.2). (5) A contribuição é considerada uma prova do nosso amor cristão (v.24) e deve ser realizada de modo sacrificial (v.3) e voluntária (9.7). (6) Ao contribuirmos com nossas ofertas para Deus, semeamos não somente dinheiro, mas também fé, tempo, serviço, e, assim, colhemos mais fé e outras bênçãos (v.5; 9.6,10-12). (7) Quando Deus nos dá em abundância, é para que multipliquemos as nossas boas obras (9.8; Ef 4.28). (8) Quando contribuímos, isso aumenta a nossa dedicação a Deus (Mt 6.21) e propicia suas bênçãos sobre nossos assuntos financeiros (Lc 6.38). 
Leitura Bíblica Em Classe:
TITO 3.3-8  3Porque também nós éramos, noutro tempo, insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.4Mas, quando apareceu a benignidade e caridade de Deus, nosso Salvador, para com os homens,5não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,6que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo, nosso Salvador,7para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.
8Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.
 
Objetivos: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:

Descrever a teologia de Elifaz. 
Toma-Lá, Dá-Cá. Teologia da prosperidade
Identificar sua origem familiar.
Temã, Provavelmente no Território de Edom, Família que tinha alguns princípios Bíblicos.
 
INTRODUÇÃO

Nesta lição, defrontar-nos-emos com duas teologias: a de Elifaz e a da graça de Deus. Estarão ambas respondendo a esta pergunta: Por que o justo tem de sofrer? 
De um lado Elifaz querendo condenar o justo Jó por coisas que ele não fez, mas que poderia explicar os seus sofrimentos, por outro lado Jó se defendendo, pois sabia que não tinha pecado assim contra DEUS, Satanás assoprava na boca de Elifaz, enquanto DEUS aproveitava para fazer de Jó um homem capaz de vencer todas as investidas de Satanás sem nem ao menos o conhecer.

I. QUEM FOI ELIFAZ

O significado de Elifaz, em hebraico, traz um emblema bastante elucidativo: Meu Deus é forte. Infere-se daí tenham sido seus pais gente de reconhecida piedade. Doutra forma: jamais colocariam um nome tão especial no filho.
Apesar de ter uma boa formação teológica, podemos descobrir que Elifaz só conhecia a linha "Dura" da teologia, ou seja, aquela que é natural aos teólogos que estudam muito, mas não oram nunca, esquecendo-se da graça de DEUS, do amor de DEUS por seus seres, da capacidade infinita de perdoar que ELE tem.

1. A procedência de Elifaz. 
Era de Temã, provável território de Edom, talvez o mais velho dos amigos de Jó, pois falou primeiro e era costume o mais velho falar em primeiro lugar.
2. Elifaz: teólogo ou filósofo?
Em sua busca pelos motivos que levaram Jó a tanto sofrimento Elifaz acaba por deixar a teologia e entrar pela vereda parcial, humana e diabólica da filosofia que tanto tem tentado negar a eficácia da fé. Na verdade a Filosofia seria bem-vinda se ao invés de tentar provar a inexistência de DEUS, procurasse com afinco comprovar não somente a existência como também o amor de DEUS para conosco. Veja o conselho de Paulo aos filósofos Epicureus e Estóicos em At 17.29 = Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens.
Também vemos o que achava Paulo das filosofias humanas em Cl 2.8 = Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;

Epicureus e estóicos
EPICUREUS: Uma seita filosófica grega, da qual alguns partidários, juntamente com os estóicos, discutiram com Paulo em Atenas, At 17,18. Ambas estas escolas mostraram-se tolerantes, levando Paulo ao Areópago para ouvi-lo e examinar as suas doutrinas. A seita dos epicureus tirava seu nome de Epicuro. Este filósofo, de poderosa mentalidade, escreveu numerosos livros e ensinou, na sua escola em Atenas, durante 36 anos, até a sua morte. Ensinava que o prazer é o sumo bem dos homens, que devemos buscar os prazeres e evitar os sofrimentos. Mas esses prazeres não incluem apenas a gratificação das paixões sensuais, mas também os derivados das faculdades morais. 
ESTÓICOS: Os epicureus ensinavam que o prazer é o sumo bem dos homens. Os estóicos, ao contrário, ensinavam que o prazer nunca deve ser o motivo de nossos atos. Zenão, o fundador dessa seita, aconselhava os seus discípulos a dominarem os seus sentimentos, para resistirem  o mais possível todas as influências externas. O estoicismo alcançava um grau de insensibilidade que se assemelhava muitas vezes a dureza. Os principais estóicos foram Cleanto c Crisipo. fundadores da escola com Zenão; Ariston de Cio; Hérilo de Cartago; Diógenes de Selêucia; Sêneca, Epícteto e Marco Aurélio. 

II. A TEOLOGIA DE ELIFAZ
 
A LEGÍTIMA PROSPERIDADE É SER CANAL DE DEUS PARA AJUDAR OS OUTROS E NÃO PARA ENRIQUECERMOS.
VEJA EXEMPLO DE BARNABÉ que vendeu sua propriedade para abençoar a Igreja e veja seu fim, Diácono respeitado, amigo de Paulo em suas viagens.
E O EXEMPLO DE ANANIAS E SAFIRA que deram para terem posição social. QUAL o fim deles? A morte.
 
Prosperidade  
Prosperidade, no sentido bíblico, é a medida das bênçãos de Deus, segundo Sua vontade. Não se trata apenas de “ser rico” ou ter “ótima saúde”, mas possuir: sabedoria, dons, bom (boa) esposo (a), filhos obedientes e fiéis a Deus, honras, paz, segurança, etc. Alguns termos bíblicos que descrevem a prosperidade: “bênçãos”, “bem-aventurado”, “colheita”, “abundância”, “prosperar”.
Ao longo da história humana, Deus tem usado de pessoas prósperas para abençoar seu povo: Abraão,  Isaque, José (do Egito), Davi, Salomão, etc.
 
·      Como obter prosperidade?
Sendo obediente: Ex 23.25, Dt 7.12-13, 11.13-15, Pv 28.20, Ap 22.7. A obediência á vontade de Deus leva o homem a gozar par, harmonia, segurança, e usufruir dos benefícios que Deus tem reservado aqueles que O amam (2 Cr 26.5, Sl 1.3). Exemplo: as promessas feitas aos dizimistas fazem parte da bênção pela obediência (Ml 3.10,11). Isaque foi obediente, ficando em Gerar, e Deus lhe abençoou muitíssimo (Gn 26.2, 6, 12-14).
·      Podemos pedir prosperidade para Deus?
Sem dúvida, Ele nos quer abençoar sempre!  (Mt 6.33, Fp 4.19). O que ocorre, com freqüência, que a prosperidade é vista egoisticamente, para o próprio deleite da pessoa que a recebe. Aí então ocorre o engano da “prosperidade sem responsabilidade”.
·      Que é “voto de prosperidade”?
É um voto feito á Deus, propondo-se a ser um canal de suas bênçãos. O voto é o seguinte: quanto mais bênçãos receber, mais a pessoa dará para outros (At 20.35). Pessoas que fizeram este voto: Abraão (Gl 3.14), Jacó (Gn 28.22), Salomão (1 Rs 3.8-9), etc.
·      A prosperidade pode cessar?
Não de todo. Mas, por motivos especiais, Deus pode fazer cessar alguma prosperidade em particular. O caso mais conhecido é o de Jó: perdeu bens, família e saúde, para alcançar uma bênção maior: conhecer Deus de perto! (Jó 42.5). “Todas as coisas cooperam para o bem...” (Rm 8.28).
·      Qual a nossa responsabilidade diante da prosperidade a nós concedida?
Será proporcional ao que recebermos (Mt 25.14-30). Especificamente, aos que receberem bênçãos materiais, estará a responsabilidade de ministrar misericórdia (1 Tm 6.17-19). Aos que receberem grande sabedoria, será cobrado responsabilidade extra pelo seu uso . É propósito de Deus que haja diligência (cuidado) com o que recebermos: o que pouco recebe, pouco será cobrado, o que muito recebe, muito será exigido (Lc 12.48). Haverá um tribunal especial para nós, cristãos, para avaliar nossa fidelidade em relação àquilo que recebemos de Deus (“Tribunal de Cristo”: Rm 14.10, 2 Co 5.10).
   
O QUE FAZER DIANTE DAS ENFERMIDADES?
Não podemos ser acomodados, devemos orar, clamar, buscar, jejuar, insistir, etc.
Contudo, não devemos exigir, reivindicar, questionar a Deus. Deus faz com a nossa vida o que ele quiser, Ele manda, Ele é soberano. Rm 9:20,21; 11:33-36.
     Deus é o senhor das nossas aflições! Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo o SEU propósito. O evangelho da prosperidade não traz consolo, mas frustração e culpa pela incredulidade.
Veja estudo com refutação da Teologia da Prosperidade em http://www.assembleiadedeus-rn.org.br/familia/port/index.htm 

1. A perigosa teologia de Elifaz.
Teoria de que se Jó servisse a DEUS com integridade e lhe adorasse, nunca lhe aconteceria nada de ruim. (nem pobreza, nem enfermidade, nem problema com os filhos e nem no trabalho). O que JESUS nos diz?
Jo 16.33 Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo
  
2. Uma teologia sofismática. 
Apenas os que desagradam a DEUS, sofrem.
Será que vamos nos esquecer dos servos de DEUS que deram suas vidas pelo evangelho, sofreram todo tipo de perseguição e dor; será que não estavam agradando a DEUS?
Hb 11.35-38 = 
11.35 UNS FORAM TORTURADOS. Deus permitiu que alguns dos seus filhos fiéis experimentassem grandes sofrimentos e provações. Embora desfrutassem da comunhão com Deus, Ele não livrou a todos do sofrimento e da morte (vv. 35-39). 
(1) Note que, pela fé, alguns "escaparam do fio da espada" (v. 34) e, também pela fé, alguns foram "mortos a fio de espada" (v. 37). Pela fé, um foi livrado; e também pela fé, outro foi morto (cf. 1 Rs 19.10; Jr 26.23; At 12.2). A fé verdadeira não somente levará os crentes a fazerem grandes coisas para Deus (vv. 33-35), mas também, às vezes, os levará a sofrimentos, perseguições, aflições e privações (vv. 35-39; cf. Sl 44.22; Rm 8.36; Mt 5.10 nota). 
(2) A fidelidade a Deus não garante conforto nem livramento da perseguição neste mundo. Ela nos garante, no entanto, a graça, ajuda e força de Deus em tempos de perseguição, de provações ou de sofrimentos (cf. 12.2; Jr 20.1,7,8; 37.13-15; 38.5; 2 Co 6.9)
11.38 ERRANTES PELOS DESERTOS... CAVERNAS. Os santos fiéis de Deus recusaram-se a conformar-se com os decadentes padrões do mundo e a desfrutar dos seus prazeres imorais, e, em troca disso, receberam o desprezo e as aflições do mundo. Porque rejeitavam o mundo, eram rejeitados pelo mundo. Embora houvesse bênçãos prometidas aos fiéis no AT (Dt 29.9; Js 1.8), tiveram de suportar aflições e privações (vv. 35-38). No NT, os fiéis são ensinados a esperar adversidades (ver 2 Tm 3.12), a se identificarem com a cruz (ver Mt 10.38; Gl 2.20) 
e seguir o "homem de dores" (Is 53.3; cf. Hb 12.2).


3. Uma teologia perversa. 
Jó não poderia ser responsabilizado pela destruição de seus filhos, veja o que DEUS diz:
 Ez 18.4 Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá.
ESTA PARÁBOLA. A parábola em miniatura, do versículo 2, e também em Jr 31.29, é um provérbio com base provavelmente em Êx 20.5 e Dt 5.9, textos nos quais está dito que os filhos são afetados pelos pecados dos pais. Ezequiel deixa claro, porém, que esses textos não visavam ensinar que os filhos devem ser castigados pelos pecados dos pais. Cada um presta conta de seus próprios pecados. Em Rm 6.23 temos esse mesmo princípio, sob as seguintes palavras: Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor .
 
III. A RESPOSTA DE JÓ

Diante de um discurso abusadamene falacioso, responde o patriarca: “Oh! Se a minha mágoa retamente se pesasse, e a minha miséria juntamente se pusesse numa balança! Porque, na verdade, mais pesada seria do que a areia dos mares; por isso é que as minhas palavras têm sido inconsideradas” (Jó 6.2,3).
 
1. Jó pede uma balança.
Seria possível pesar o sofrimento? Jó gostaria de mostrar materialmente toda sua dor, pois seu amigo não podia sentir sua dor e sofrer sua angústia sem que pudesse provar a razão daquilo que não tinha razão.

2. A Teologia da Aflição.
A teologia da Aflição é aquela que tenta convencer aos homens que tudo o que acontece é pagamento de DEUS ao homem pelos seus pecados.

IV. A GRAÇA DE DEUS – O ANTÍDOTO CONTRA A TEOLOGIA DE ELIFAZ
Elifaz, à semelhança de muitos religiosos de nossos dias, acreditava que o homem, penitenciando-se e tudo fazendo por comprazer a Deus, jamais será atingido por quaisquer calamidades. 

1. A imperfeição das obras humanas. 
PERMISSÕES PARA AÇÕES SATÂNICAS (Por Luciano Subirá)
Encontraremos algumas vezes nas Escrituras, textos que nos mostram permissões divinas para ações satânicas. Quero chamar sua atenção para alguns deles; e começaremos com um dos mais conhecidos (porém mal entendidos) exemplos, o de Jó, que foi duramente atacado pelo diabo. Só que o diabo conseguiu permissão para furar o bloqueio da proteção divina; e quem a deu foi exatamente o Chefe da segurança!
"Perguntou ainda o SENHOR a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal.
Então, respondeu Satanás ao SENHOR: Porventura, Jó debalde teme a Deus?
Acaso, não o cercaste com sebe, a ele, a sua casa e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste, e os seus bens se multiplicaram na terra.
Estende, porém, a mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face.
Disse o SENHOR a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está em teu poder; somente contra ele não estendas a mão. E Satanás saiu da presença do SENHOR."
Jó 1:8-12.
Durante muito tempo não aceitei o livro de Jó. Dizem que durante a Reforma Martinho Lutero quis tirar o livro de Tiago da Bíblia, pois sua maior revelação na Palavra havia sido a da justificação pela fé, e as afirmações de Tiago sobre as obras o incomodavam; não sei se isto realmente foi assim, mas eu já tive vontade de que o livro de Jó não estivesse na Bíblia! Como não poderia tirá-lo, tentei arrumar explicações para o porque isto teria acontecido.
Então comecei a ensinar que Jó havia dado brecha ao diabo; dizia que ele era medroso, que era por ter tanto medo dos filhos pecarem, que ele fazia sacrifícios preventivos, e que foi a porta do medo que ele abriu que deixou o adversário entrar, pois ele mesmo admitiu: "Aquilo que temo me sobrevêm, e o que receio me acontece" (Jó 3:25).
Mas Jó disse isto depois das coisas estarem lhe acontecendo; e quanto a dizer que era brecha espiritual, fica difícil ajustar isto ao testemunho que o Senhor dá acerca dele, dizendo ser homem justo e irrepreensível; qualquer um que estivesse dando brecha e lugar ao diabo deveria ser considerado repreensível, mas ele não foi, pois não era este o seu problema. Se Jó somente estivesse colhendo o que ele mesmo autorizou o diabo a fazer, então Satanás nem teria que pedir permissão a Deus.
Tudo isto é bobagem, são explicações simplistas para que outras doutrinas que formamos fiquem de pé. O fato é que este é um exemplo de uma permissão divina para uma ação satânica. Mas Deus não dá este espaço ao diabo à toa; foi mais uma sataneira. E no fim Jó teve a restituição de tudo mas, o que é mais importante, ele termina dizendo: "Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem." (Jó 42:5). No fim das contas, o diabo acabou aproximando Jó ainda mais de Deus. Isto faz parte do agir invisível de Deus. O Senhor está agindo mesmo nos momentos e circunstâncias quando parece que nos abandonou. Ele está no controle.
 
 
FÉ E GRAÇA
Rm 5.21 “Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.”
A salvação é um dom da graça de Deus, mas somente podemos recebê-la em resposta à fé, do lado humano. Para entender corretamente o processo da salvação, precisamos entender essas duas palavras: Fé e Graça
FÉ SALVÍFICA. A fé em Jesus Cristo é a única condição prévia que Deus requer do homem para a salvação. A fé não é somente uma confissão a respeito de Cristo, mas também uma ação dinâmica, que brota do coração do crente que quer seguir a Cristo como Senhor e Salvador (cf. Mt 4.19; 16.24; Lc 9.23-25; Jo 10.4, 27; 12.26; Ap 14.4).(1) O conceito de fé no NT abrange quatro elementos principais: (a) Fé significa crer e confiar firmemente no Cristo crucificado e ressurreto como nosso Senhor e Salvador pessoal (ver Rm 1.17). Importa em crer de todo coração (At 8.37; Rm 6.17; Ef 6.6; Hb 10.22), ou seja: entregar a nossa vontade e a totalidade do nosso ser a Jesus Cristo tal como Ele é revelado no NT.(b) Fé inclui arrependimento, i.e., desviar-se do pecado com verdadeira tristeza (At 17.30; 2Co 7.10) e voltar-se para Deus através de Cristo. Fé salvífica é sempre fé mais arrependimento (At 2.37,38; ver Mt 3.2).(c) A fé inclui obediência a Jesus Cristo e à sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós (Jo 3.3-6; 
14.15, 21-24; Hb 5.8,9). É a “obediência que provém da fé” (Rm 1.5). Logo, fé e obediência são inseparáveis (cf. Rm 16.26). A fé salvífica sem uma busca dedicada da santificação é ilegítima e impossível.(d) A fé inclui sincera dedicação pessoal e fidelidade a Jesus Cristo, que se expressam na confiança, amor, gratidão e lealdade para com Ele. A fé, no seu sentido mais elevado, não se diferencia muito do amor. É uma atividade pessoal de sacrifício e de 
abnegação para com Cristo (cf. Mt 22.37; Jo 21.15-17; At 8.37; Rm 6.17; Gl 2.20; Ef 6.6; 1Pe 1.8).(2) A fé em Jesus como nosso Senhor e Salvador é tanto um ato de um único momento, como uma atitude contínua para a vida inteira, que precisa crescer e se fortalecer (ver Jo 1.12). Porque temos fé numa Pessoa real e única que morreu por nós (Rm 4.25; 8.32; 1Ts 5.9,10), nossa fé deve crescer (Rm 4.20; 2Ts 1.3; 1Pe 1.3-9). A confiança e a obediência transformam-se em fidelidade e devoção (Rm 14.8; 2Co 5.15); nossa fidelidade e devoção transformam-se numa intensa dedicação pessoal e amorosa ao Senhor Jesus Cristo (Fp 1.21; 3.8-10; ver Jo 15.4; Gl 2.20).
GRAÇA. No AT Deus revelou-se como o Deus da graça e misericórdia, demonstrando amor para com o seu povo, não porque este merecesse, mas por causa da fidelidade de Deus à sua promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó (ver Êx 6.9). Os escritores bíblicos dão prosseguimento ao tema da graça como sendo a presença e o amor de Deus em Cristo Jesus, transmitidos aos crentes pelo Espírito Santo, e que lhes outorga misericórdia, perdão, querer e poder para fazer a vontade de Deus (Jo 3.16; 1Co 15.10; Fp 2.13; 1Tm 1.15,16). Toda atividade da vida cristã, desde o seu início até o fim, depende desta graça divina.(1) Deus concede uma medida da sua graça como dádiva aos incrédulos (1Co 1.4; 15.10), a fim de poderem crer no Senhor Jesus Cristo (Ef 2.8,9; Tt 2.11; 3.4).(2) Deus concede graça ao crente para que seja “liberto do pecado” (Rm 6.20, 22), para que nele opere “tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (Fp 2.13; cf. Tt 2.11,12; ver Mt 7.21), para orar (Zc 12.10), para crescer em Cristo (2Pe 3.18) e para testemunhar de Cristo (At 4.33; 11.23). (3) Devemos diligentemente desejar e buscar a graça de Deus (Hb 4.16). Alguns dos meios pelos quais o crente recebe a graça de Deus são: estudar as Escrituras Sagradas e obedecer aos seus preceitos (Jo 15.1-11; 20.31; 2Tm 3.15), ouvir a proclamação do evangelho (Lc 24.47; At 1.8; Rm 1.16; 1Co 
1.17,18), orar (Hb 4.16; Jd v. 20), jejuar (cf. Mt 4.2; 6.16), adorar a Cristo (Cl 3.16); estar continuamente cheio do Espírito Santo (cf. Ef 5.18) e participar da Ceia do Senhor (cf. At 2.42; ver Ef 2.9).
(4) A graça de Deus pode ser resistida (Hb 12.15), recebida em vão (2Co 6.1), apagada (1Ts 5.19), anulada (Gl 2.21) e abandonada pelo crente (Gl 5.4).


CONCLUSÃO

Conclui-se, pois, estar totalmente equivocada a teologia mercantilista de Elifaz. 
Cl 2.8 FILOSOFIAS E VÃS SUTILEZAS... NÃO SEGUNDO CRISTO. Paulo nos adverte a vigiar contra todas as filosofias, religiões e tradições que destacam a importância do homem à parte de Deus e de sua revelação escrita. Hoje, uma das maiores ameaças teológicas contra o cristianismo bíblico é o "humanismo secular", que se tornou a filosofia de base e a religião aceita em quase toda educação secular e é o ponto de vista aprovado na maior parte dos meios de comunicação e diversão no mundo inteiro. 
(1) Que ensina a filosofia do humanismo? (a) Ensina que o homem, o universo e tudo quanto existe é apenas matéria e energia moldadas ao acaso. (b) Afirma que o homem não foi criado por um Deus pessoal, mas que resultou de um processo evolutivo. (c) Rejeita a crença num Deus pessoal e infinito, e nega ser a Bíblia a revelação inspirada de Deus à raça humana. (d) Afirma que não existe conhecimento à parte das descobertas feitas pelo homem, e que a razão humana determina a ética apropriada para a sociedade, fazendo do ser humano a autoridade máxima neste particular. (e) Procura modificar ou melhorar o comportamento humano mediante educação, redistribuição econômica, psicologia moderna ou sabedoria humana. (f) Crê que padrões morais não são absolutos, e sim relativos e determinados por aquilo que faz as pessoas sentirem-se felizes, que lhes dá prazer, ou que parece bom para a sociedade, de acordo com os alvos estabelecidos por seus líderes; deste modo, os valores e moralidade bíblicos são rejeitados. (g) Considera que a auto-realização do homem, sua auto-satisfação e seu prazer são o sumo bem da vida. (h) Sustenta que as pessoas devem aprender a lidar com a morte e com as dificuldades da vida, sem crer em Deus ou depender dEle. 
(2) A filosofia do humanismo começou com Satanás e é uma expressão da sua mentira de que o homem pode ser igual a Deus (Gn 3.5). As Escrituras identificam os humanistas como os que "mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador" (Rm 1.25). 
(3) Todos os dirigentes, pastores e pais cristãos devem envidar seus máximos esforços em proteger seus filhos da doutrinação humanista, desmascarando-lhes os erros e instilando nas mentes deles um desprezo santo pela sua influência destrutiva (Rm 1.20-32; 2 Co 10.4,5; 2 Tm 3.1-10; Jd 4-20; ver 1 Co 1.20; 2 Pe 2.19).

Questionário:
Texto Áureo:
1- As obras de justiça que fizemos têem participação como mérito em nossa salvação?
(     ) Sim     (     ) Algumas     (     ) Todas elas     (     ) Não
Verdade Prática:
2- Qual a base do relacionamento de DEUS para conosco?
(     ) Amor e prosperidade financeira     (     ) Amor Comercial     (     ) Sua Graça infinita e inexplicável
Introdução
3- Quais as duas teologias que são defrontadas a nós através de Elifaz e DEUS?
(     ) Teologias da Fé e da Graça     (     ) Teologias da Prosperidade e da Graça     (     ) Teologias da salvação e da consubstanciação.
4- Por que o justo tem de sofrer, segundo a teologia de Elifaz?
(     ) Porque agradara a DEUS     (     ) porque desagradara a DEUS     (     ) Para se purificar
Tópico I - Quem Foi Elifaz
5- De onde provinha Elifaz?
(     ) De Canaã     (     ) Do Egito     (     ) Da Fenícia     (     ) De Temã     (     ) Da Etiópia
6- Por que podemos concluir que Elifaz era mais Filósofo do que Teólogo?
(     ) Porque seus conhecimentos a respeito de DEUS eram meramente especulações
(     ) Porque seus conhecimentos a respeito de DEUS eram puramente experimentais
(     ) Porque seus conhecimentos a respeito de DEUS eram meramente deduções espirituais
7- Quais tipos de filósofos Paulo confrontou em Atenas, dizendo-lhes que deveriam usar suas especulações no sentido de se aproximarem do único e verdadeiro DEUS?
(     ) Tríade Magnífica     (     ) Epicureus e Estóicos     (     ) Gregorianos e 
8- Por que Elifaz pôs-se a condenar Jó através de uma teologia casuística?
(     ) Por possuir um conhecimento avançado de DEUS (     ) Por possuir um conhecimento alternado de DEUS
(     ) Por não possuir um conhecimento revelado de DEUS
Tópico II - A Teologia De Elifaz
9- Na linguagem popular, em que consistia a Teologia de Elifaz?
(     ) Feijão com Arroz     (     ) Toma-lá, dá-cá      (     ) Brinca Com Fogo, Amanhece Molhado
10- Cite pelo menos 03 servos de DEUS que passaram por grandes provações e sofrimentos, mas eram fiéis servos de DEUS, antes da época de Jó?
(     ) Abel, Enoque e Davi     (     ) Adão, Abel e Salomão     (     ) Abel, Enoque e Noé
11- Quais os adjetivos usados por Elifaz contra Jó?
(     ) Justo e Louco     (     ) Injusto e Louco     (     ) Injusto e bobo     (     ) Justo e tolo
12- Segundo Elifaz, por que os filhos de Jó pereceram?
(     ) Por causa do mau tempo     (     ) Por causa da mulher de Jó     (     ) Por causa de seu pai, Jó.
Tópico III - A Resposta De Jó:
13- De que maneira Jó via suas palavras em sua defesa recebidas?
(     ) Eram consideradas como sábias      (      ) Eram inconsideradas     (     ) Eram bem-vindas 
14- Para avaliar a miséria de Jó qual instrumento deveria ser usado?
(     ) Um estetoscópio     (     ) Um Dedal     (     ) Uma Balança     (     ) Uma panela
15- Complete:
"Porque, como as _______________de CRISTO são abundantes em nós, assim também 
a nossa _____________________ sobeja por meio de __________________." ( 2 Co 1.5).
Tópico IV - A Graça De DEUS - O Antídoto Contra A Teologia De Elifaz
16- O que o homem deveria fazer, segundo Elifaz, para que DEUS afastasse o homem de todas as angústias e tribulações dessa vida (mesma opinião aceita por várias religiões atuais)?
(     ) Penitenciar-se e fazer boas obras     (      ) Jejuar e orar     (     ) Ler a Bíblia, Orar e jejuar
17- Para que haja salvação o que representam nossas obras (Is 64.6)?
(     ) Valem muito e decidem nossas salvação     (     ) Representam o próprio JESUS     (     ) Trapos de imundície
18- Jó fez uma das mais importantes indagações (ou perguntas) teológicas, qual foi?
(     ) Quem é DEUS      (     ) Por que sou o que sou     (      ) Como poderá o homem justificar-se perante DEUS?
19- o que é necessário para que alcance,os a justificação diante de DEUS?
(     ) Obras de caridade       (     ) Aceitar a JESUS e confiar em seus méritos de como nosso suficiente salvador
(     ) Obras de perdão e misericórdia
20- Complete de acordo com nossa justificação através de CRISTO:
Seremos vistos por _____________ como se jamais houvéramos cometido qualquer __________________ ou
_____________. E assim seremos declarados ____________com base na justificação de ___________(Rm 5.1-8).
Conclusão:
21- Complete:
A graça de DEUS é real, ____________ e sempre abundante. sua __________________ é mais do que suficiente! Salva-nos e proporciona-nos as mais doces _________________________________.
 
 
Questionário:
1. Quem era Elifaz?
R. 
2. Qual a teologia de Elifaz?
R.
3. De que Elifaz acusa Jó?
R. 
4. Como deve ser o relacionamento do crente com Deus? 
R.  
5. Como poderá o homem justificar-se diante de Deus?
R. 

Fontes consultadas e alguns comentários inseridos:
1- CD Da CPAD, Revista e BEP, Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
2- Livro Jó - Claudionor De Andrade - CPAD - www.cpad.com.br 
3- Introdução e Comentários de Francis I.Andersen - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - S.Paulo - SP
2º Impressão 05/1996  -  http://www.vidanova.com.br/ 
 
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