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Lição 3 - A Divindade do ESPÍRITO SANTO
terceiro Trimestre de 2006
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TEXTO ÁUREO:
"E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o
ESPÍRITO SANTO, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo
que também o SANTO, que de ti há de nascer, será chamado Filho de DEUS"
(Lc 1.35).
VERDADE PRÁTICA:
O ESPÍRITO SANTO, pelos seus divinos atributos, títulos,
símbolos e obras é DEUS perfeitamente como o Pai e o Filho.
9 Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que DEUS preparou para os que o amam. 10 Mas DEUS no-las revelou pelo seu ESPÍRITO; porque o ESPÍRITO penetra todas as coisas, ainda as profundezas de DEUS. 11 Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de DEUS, senão o ESPÍRITO de DEUS. 12 Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o ESPÍRITO que provém de DEUS, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por DEUS. 13 As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o ESPÍRITO SANTO ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. 14 Ora, o homem natural não compreende as coisas do ESPÍRITO de DEUS, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 15 Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a: Apresentar as evidências bíblicas da deidade do ESPÍRITO. Justificar a pessoalidade do ESPÍRITO SANTO na Bíblia. Distinguir as Santíssimas Pessoas do Pai, Filho e ESPÍRITO SANTO.
PONTO DE CONTATO: Professor, antes de William Seymour chegar a Los Angeles
em 1906, fora evangelista no Mississipi e pastor da igreja da Santidade,
na cidade de Houston, Texas. Enquanto esteve no Mississipi conheceu
diversas pessoas que foram influenciadas pelo ministério de Charles Fox
Parham (1873-1929), ministro em Topeka, Kansas. Parham dirigia a Escola
Bíblica Betel, quando às 19h do dia 1 de Janeiro de 1901, a senhora Agnes
Ozman, recebeu o Batismo com o ESPÍRITO SANTO com a evidência física de
falar em outras línguas conforme Atos 2.4. Durante aquela reunião, JESUS
batizou todos os presentes com o ESPÍRITO SANTO, inclusive o professor
Parham. O avivamento em Topeka espalhou-se por todo o país, de modo que,
no Mississipi, Seymour foi profundamente influenciado pelos testemunhos
daqueles que experimentaram a renovação espiritual mediante o poder
pentecostal.
SÍNTESE TEXTUAL: A doutrina do ESPÍRITO SANTO é chamada nos estudos
teológicos de "pneumagiologia"; procedente de três termos gregos: pneuma
(espírito), hagios (santo) e logia (estudo, ciência). Esta definição é
mais precisa do que "pneumatologia" (lit. estudo do espírito) que se
refere ao estudo teológico de fatos relacionados ao espírito de modo
geral, sejam anjos, ou a parte imaterial do homem.
Ao investigarmos a doutrina da deidade do SANTO ESPÍRITO, devemos observar
que o Novo Testamento ensina a unicidade da divindade (1 Co 8.4; Tg 2.19)
e, no entanto, revela a distinção de pessoas na divindade: o Pai é DEUS
(Mt 11.25; Jo 17.3; Rm 15.6; Ef 4.6); o Filho é DEUS (Jo 1.1, 18; 20.28;
Rm 9.5; Hb 1.8; Cl 2.9; Fp 2.6; 2 Pe 2.11); o ESPÍRITO SANTO é DEUS (At
5.3,4; 1 Co 2.10,11; Ef 2.22). O Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO são
claramente distinguidos um dos outros na Bíblia (Jo 15.26; 16.13-15; Mt
3.16,17; 1 Co 13.13), de tal forma que as três pessoas não se confundem
umas com as outras. São três benditas e santíssimas pessoas que compõem
apenas uma divindade. Portanto, na unidade da divindade há uma trindade de
pessoas, da qual o ESPÍRITO SANTO é o Revelador.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Professor, como recurso didático para esta lição,
utilize mais uma vez o gráfico "Síntese Histórica dos Avivamentos II", que
inclui os morávios, wesleianos, os movimentos de tradição de fronteira, e
o pentecostalismo da Rua Azusa. Trata-se de um resumo que se propõe a
contextualizar o movimento pentecostal de Los Angeles, dentro dos
periódicos avivamentos na História da Igreja. É claro que não foi
mencionado os nomes de extraordinários servos de DEUS como Jonatas Edwards
(1703-1758), George Whitefield (1714-1770), Charles Finney (1792-1875)
entre outros, pois o objetivo é concentrar-se nos movimentos avivalistas e
não, exclusivamente, nas pessoas. No entanto, basta relacionar a data do
ministério destes intrépidos avivalistas aos movimentos citados. Reproduza
o gráfico da página seguinte de acordo com os recursos disponíveis.
O PENTECOSTALISMO DA UNICIDADE
No Acampamento "de Reavivamento Mundial em Arroyo Seco, perto de Los
Angeles, em 1913, surgiu uma séria controvérsia. Durante um culto de
batismo, o evangelista canadense R. E. McAlister argumentou que os
apóstolos não invocavam o Nome trino e uno ~ Pai, Filho e ESPÍRITO SANTO ~
no batismo, mas batizavam no nome de JESUS somente.
Durante a noite, John G. Schaeppe, um imigrante de Danzig, Alemanha, teve
uma visão, e acordou ° acampamento, gritando que o nome de JESUS precisava
ser glorifica~ do. A partir de então, Frank J. Ewart começou a ensinar que
aqueles que tinham sido batizados segundo a fórmula trinitariana
precisavam do novo batismo que invocava somente o nome de JESUS . Logo,
outros começaram a espalhar a "nova questão". Juntamente com isso veio a
aceitação de uma só Pessoa na Deidade, agindo em modos ou (cargos
diferentes. O reavivamento em Arroyo Seco acendera a centelha dessa nova
questão).
Em outubro de 1916, o Concílio Geral das Assembléias de DEUS foi convocado
em St. Louis com o propósito de formar barricadas de defesa para proteger
a ortodoxia trinitariana. Os representantes da Unicidade viram, se diante
de uma maioria que lhes exigia que aceitassem a fórmula batismal
trinitariana e a doutrina ortodoxa de CRISTO, ou deixassem a comunhão.
Cerca de um quarto dos ministros realmente se retirou. Mas as Assembléias
de DEUS estabeleceram,se na tradição doutrinária da "fé pregada pelos
apóstolos, atestada pelos mártires, substanciada nos Credos, exposta pelos
pais", ao lutar em favor da ortodoxia trinitariana.
Tipicamente, o Pentecostalismo da Unicidade declara: "Não cremos em três
personalidades separadas na Deidade, mas cremos em três cargos preenchidos
por uma só pessoa".
A doutrina da Unicidade (modalística) tem, portanto, o conceito de DEUS
como um só Monarca transcendente, cuja unidade numérica é rompida por três
manifestações contínuas feitas à humanidade como Pai, Filho e ESPÍRITO
SANTO. As três faces do único Monarca são realmente imitações divinas de
JESUS , a expressão pessoal de DEUS mediante a sua encarnação. A idéia da
personalidade exige, segundo os Pentecostais da Unicidade, corporalidade
e, por essa razão, acusam os trinitarianos de adotar o triteísmo.
Pelo fato de CRISTO ser "corporalmente toda a plenitude da divindade" (Cl
2.9), os Pentecostais da Unicidade argumentam que Ele é essencialmente a
plenitude da Deidade indiferenciada. Noutras palavras: acreditam que a
tríplice realidade de DEUS é "três manifestações" do único
ESPÍRITO
habitando dentro da Pessoa de JESUS . Acreditam que JESUS é a personalidade
única de DEUS, cuja "essência é revelada como Pai no Filho e como
ESPÍRITO
através do Filho".75 Explicam, ainda, que a pantomima divina de JESUS é "cristocêntrica,
porque JESUS , como ser humano, é o Filho, e que como ESPÍRITO (na sua
divindade) Ele revela, e realmente é o Pai, e envia, e realmente é o
ESPÍRITO SANTO como o ESPÍRITO de CRISTO que habita no cristão".
Já argumentamos que o sabelianismo do século III é herético. Na sua
negação das distinções eternas entre as três Pessoas na Deidade, o
Pentecostalismo da Unicidade acabou caindo no mesmo erro teológico do
Modalismo clássico. A diferença, conforme foi declarado antes, é que os
Pentecostais da Unicidade concebem a "trimanifestação" de DEUS como
simultânea em vez de sucessiva ' sendo esta última a crença do modalismo
clássico. Argumentam que, tendo por base Colossenses 2.9, o conceito da
personalidade de DEUS é reservado exclusivamente para a presença imanente
e encarnada de JESUS . Por isso, os Pentecostais da Unicidade geral, mente
argumentam que a Deidade está em JESUS , mas que JESUS não está na Deidade.
Colossenses 2.9 afirma porém (conforme a Igreja formulou em Calcedônia em
451), que JESUS é a "plenitude da revelação da natureza de DEUS" (theotêtos,
divindade) me, diante a sua encarnação. A totalidade da essência de DEUS
está incorporada em CRISTO (Ele é plena deidade), embora as três Pessoas
não estejam simultaneamente encarnadas em JESUS .
Embora os Pentecostais da Unicidade confessem a divindade de JESUS
CRISTO,
o que eles realmente querem dizer é que JESUS , como o Pai, é deidade, e
como o Filho, é humanidade. Ao argumentarem que o termo "Filho" deve ser
entendido como a natureza humana de JESUS , e que o termo "Pai" é a
designação da natureza divina de CRISTO, imitam seus antecessores
antitrinitários (há muito tempo falecidos) ao comprometerem as doutrinas
da salvação.
É certo que JESUS declarou: "Eu e o Pai somos um" Jo 10.30). Mas isso não
significa que JESUS e seu Pai sejam uma só Pessoa (conforme argumentam os
Pentecostais da Uni cidade), pois o numeral grego neutro hen ("um") é
empregado pelo apóstolo João em vez do masculino heis. Logo, a referência
é à união essencial, e não à identidade absoluta.
Conforme já foi declarado, a distinção tipo sujeito, objeto entre o Pai e
o Filho é revelada com grande clareza nas Escrituras, quando JESUS , na sua
agonia, ora ao Pai (Lc 22.42). JESUS também revela e defende a sua
identidade ao apelar ao testemunho do Pai ( Jo 5.31,32). JESUS declara de
modo explícito: "Há outro [gr. allos] que testifica de mim" (v. 32). Aqui,
o termo allos denota, mais uma vez, uma pessoa diferente daquela que está
falando. Também em João 8.16,18, JESUS diz: "E, se, na verdade, julgo, o
meu juízo é verdadeiro, porque não sou eu só, mas eu e o Pai, que me
enviou. E na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens
é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica
também o Pai, que me enviou". Aqui, JESUS cita o Antigo Testamento (Dt
17.6; 19.15) com o propósito de revelar, mais uma vez, a sua identidade
messiânica (como sujeito), apelando ao testemunho do seu Pai (como objeto)
a respeito do próprio JESUS . Insistir (como fazem os Pentecostais da
Unicidade) que o Pai e o Filho são numericamente um só, serviria apenas
para desacreditar o testemunho que JESUS deu de si mesmo como Messias.
Além disso, os Pentecostais da Unicidade ensinam que, para a pessoa ser
verdadeiramente salva, é preciso que seja batizada "em nome de JESUS "
somente.81 Com isso, dão a entender que os trinitarianos não são cristãos
verdadeiros. Nisso, os Pentecostais da Unicidade incorrem no erro de
colocar as obras como meio de salvação, contrariando o que a Bíblia diz: a
salvação pela graça, mediante a fé somente (Ef 2.8,9). No Novo Testamento,
encontramos por volta de 60 referências que falam da salvação pela graça,
somente medi, ante a fé, independentemente do batismo nas águas. Se o
batismo foi um meio necessário à nossa salvação, por que o Novo Testamento
não enfatiza fortemente tal doutrina? Pelo contrário: vemos Paulo dizendo:
"CRISTO enviou,me não para batizar, mas para evangelizar não em sabedoria
de palavras, para que a cruz de CRISTO não se faça vã" (1 Co 1.17).
Deve ser mencionado, ainda, que Atos dos Apóstolos não pretende preceituar
uma fórmula batismal para ser utilizada pela Igreja, pois a frase "em nome
de JESUS " não ocorre exatamente da mesma maneira duas vezes em Atos.
No sentido de reconciliar o mandamento de JESUS no sentido de
batizar "em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO" (Mt 28.19), com a declaração
de Pedro: "cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO" (At
2.38), consideraremos três explicações possíveis.
1. Pedro desobedeceu ao mandamento claro do seu Senhor. Isso, obviamente,
nem é uma explicação, e deve ser rejeitada por ser ridícula.
2. JESUS estava falando em termos ocultos, que exigiriam algum tipo de
perspicácia mística antes de ser possível compreender seu sentido. Noutras
palavras, Ele realmente estava nos mandando batizar somente em nome de
JESUS , embora alguns não percebam esse significado velado de nosso Senhor.
Não há, porém, a mínima justificativa para tirar tal conclusão. É
contrária ao gênero específico de literatura bíblica envolvida (didático,
histórico) e também, pelo menos por implicação, à impecabilidade de nosso
Senhor JESUS CRISTO.
3. Uma explicação melhor é fundamentada na autoridade apostólica de Atos,
no que diz respeito às credenciais ministeriais dos apóstolos. Quando a
frase "em nome de JESUS CRISTO" é invocada pelos apóstolos em Atos,
significa "com a autoridade de JESUS CRISTO" (cf. Mt 28.18). Por exemplo:
em Atos 3.6 os apóstolos curam mediante a autoridade do nome de JESUS
CRISTO. Em Atos 4, os apóstolos são convocados para serem interrogados a
respeito das obras poderosas que faziam: "Com que poder ou em nome de quem
fizestes isto?" (v. 7). O apóstolo Pedro, cheio do ESPÍRITO SANTO,
adiantou,se e proclamou corajosamente: "Em nome de JESUS CRISTO, o
Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem DEUS ressuscitou dos
mortos, em nome desse é que este está são diante de vós" (v. 10). Em Atos
16.18, o apóstolo Paulo libertou, "em nome de JESUS CRISTO", uma jovem da
possessão demoníaca.
Os apóstolos estavam batizando, curando, libertando e pregando, mediante a
autoridade de JESUS CRISTO. Conforme escreveu Paulo: "E, quanto fizerdes
por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor JESUS , dando por
ele graças a DEUS Pai" (CI 3.17). Concluímos, portanto, que a declaração
apostólica "em nome de JESUS CRISTO" equivale a dizer: "pela autoridade de
JESUS CRISTO". Não existe, portanto, nenhum motivo para acreditar
que os apóstolos fossem desobedientes ao imperativo do Senhor, que mandou
batizar em nome do Pai, do Filho e do ESPÍRITO SANTO (Mt 28.19), ou que
JESUS
estava usando linguagem oculta. Pelo contrário: no próprio livro de Atos,
os apóstolos batizavam pela autoridade de JESUS CRISTO, em nome do
Pai, do Filho e do ESPÍRITO SANTO.
A doutrina da Trindade é o caráter distintivo da revelação que DEUS fez de
si mesmo nas Sagradas Escrituras. Fiquemos, pois, firmes em nossa
confissão de um só DEUS, "eternamente existente em si mesmo... como Pai,
Filho e ESPÍRITO SANTO".
Principal divulgador da doutrina anti-bíblica unicista
entre os evangélicos:
Igreja voz da verdade - mais conhecido como conjunto ou
Banda Voz Da Verdade
Possuem muitas igrejas espalhadas pelo Brasil:
Quanto mais CD's e DVD's compramos, mais divulgam sua
doutrina.
www.vozdaverdade.com.br acesso em 12-07-2006
Ananindeua(PA),
Araraquara (SP) ,
Bandeirantes (PR) ,
Betim(MG),
Campo Grande(MS),
Campo Limpo Pta (SP),
Cuiabá (MT) ,
Guaratinguetá (SP) ,
Londrina (Pr) ,
Monte SANTO de Minas (MG) ,
Mogi Mirim (SP) ,
Piracicaba (SP) ,
Porto Feliz (SP) ,
SANTO André (SP) SEDE ,
São Mateus (SP) ,
Sorocaba (SP) ,
Várzea Paulista (SP)
O ESPÍRITO SANTO
(Mark D. McLean)
A tarefa dada à Igreja do século XX é pregar a totalidade do Evangelho. O
que necessitamos não é um evangelho diferente, mas a plenitude do
Evangelho conforme registrado no Novo Testamento. Destacamos este fato,
porque o ESPÍRITO SANTO tem sido negligenciado no decurso dos séculos.
Temos a tarefa de entender de novo a Pessoa e a obra do ESPÍRITO SANTO,
conforme reveladas na Bíblia e experimentadas na vida da Igreja hoje. A
mensagem do Evangelho pleno proclama a centralidade da obra do ESPÍRITO
SANTO como o Agente ativo da Trindade na revelação que DEUS fez de si
mesmo à sua criação. A mensagem do Evangelho pleno diz que DEUS hoje
continua a falar e a agir, como nos tempos do Antigo e do Novo Testamento.
A mensagem do Evangelho pleno é mais que uma simples declaração de que o
falar em outras línguas e os demais dons alistados na Bíblia estão à
disposição do crente de hoje. No decurso da história da Igreja, tem havido
surtos de fenômenos pentecostais. Muitos destes iniciaram dentro da Igreja
como os movimentos de reforma e de santidade. Esses movimentos ficavam de
fora da vida eclesiástica, porque não tinham acesso às Escrituras. As
Bíblias custavam muito caro, e eram literalmente acorrentadas aos púlpitos
das igrejas. Imaginava-se que somente os clérigos tinham o preparo e o
acesso às verdades espirituais, que lhes capacitaria o estudo das Sagradas
Escrituras. Sem acesso às Escrituras, as pessoas não demoravam a fazer
confusão entre suas próprias emoções ,e a operação do ESPÍRITO SANTO
dentro delas. Sem a Bíblia para formar os muros ao longo do caminho único
e apertado que leva ao Céu, tais grupos não demoravam a se desviar do
caminho.
Uma das razões da longa duração e do sucesso do movimento pentecostal do
século XX é o livre acesso à Bíblia, nossa regra infalível de fé e
conduta. Reconhecemos que nossas interpretações da Bíblia são por demais e
freqüentemente falíveis, mesmo quando feitas com muito cuidado e oração.
No entanto, sem as Escrituras como nosso guia canônico quanto à natureza e
propósitos de DEUS, facilmente perderíamos o caminho.
A tarefa de proclamar a mensagem do Evangelho pleno não é fácil. Vivemos
num mundo em que secularistas e acadêmicos teologicamente liberais de
algumas das mais prestigiadas universidades têm proclamado que a crença
bíblica tradicional num DEUS pessoal é uma ameaça à continuidade da
espécie humana. Argumentam que não existe nenhum DEUS ativamente envolvido
com a redenção do mundo ou dos indivíduos. Os secularistas exigem a
abolição da totalidade da religião. Os teólogos liberais pedem que sejam
desmontados os elementos tradicionais da fé judaico-cristã: a Bíblia, DEUS
e JESUS CRISTO. Pretendem substituí-los ou redefini-los à luz da sua
crença, segundo a qual ninguém poderá nos salvar de nós mesmos. Dizem que
a continuidade da espécie humana está exclusivamente nas mãos dos seres
humanos.
Um dos resultados dessa cosmovisão teológica aparece no texto de Gênesis
1.2. A The News English Bible traduz o versículo como "um vento poderoso
que varria a superfície das águas". A nota de rodapé diz que outros o
interpretam como "o ESPÍRITO de DEUS". Os tradutores, tendo resolvido
que o Antigo Testamento não contém o mínimo vestígio do ESPÍRITO SANTO como
agente na criação, conforme se acha no Novo Testamento, simplesmente
mudaram "espírito" para "vento", e "DEUS" para "forte". Não encontro
nenhum texto paralelo às Escrituras canônicas que justifique semelhante
tradução.
A tarefa tem-se complicado ainda mais pelos mal-entendidos a respeito da
obra e da Pessoa do ESPÍRITO SANTO que têm circulado (consciente ou
inconscientemente) na Igreja em geral. Trata-se, entre outras coisas, de
conceitos errôneos do papel do ESPÍRITO SANTO no Antigo Testamento, do
relacionamento dos crentes com Ele antes e depois da conversão e do
batismo no ESPÍRITO SANTO. O capítulo sobre a Trindade trata da questão do
posicionamento do ESPÍRITO SANTO na Deidade. Muito mais do que isso não
pode ser dito. DEUS se tem revelado como uma Trindade. Há um só DEUS,
porém três Pessoas - um só DEUS, e não três; nem um só DEUS com
perturbações do tipo múltipla personalidade. Para compreendermos a
doutrina da Trindade, precisamos aceitar o fato de sermos forçados,
mediante a auto-revelação de DEUS na Bíblia, a desconsiderar as leis
comuns da lógica. A doutrina da Trindade proclama que DEUS é um só, porém
três; Ele é três, porém um só. Isso não significa que o Cristianismo tenha
abandonado a lógica e o raciocínio. Pelo contrário, aceitamos o fato de
que a doutrina da Trindade refere-se a um Ser infinito que está além da
compreensão de suas criaturas finitas.
E assim, voltamos à função do ESPÍRITO SANTO como agente ativo da Deidade
na criação. Sem a atividade contínua de DEUS, mediante o ESPÍRITO SANTO,
seria impossível conhecermos a DEUS. Embora muitos teólogos tenham
procurado descrever os atributos - ou propósitos - com base na teologia
natural ou teologia escolástica,6 não têm conseguido descrevê-los
corretamente. A única maneira de se conhecer uma pessoa, inclusive o
próprio DEUS, é saber o que ela tem dito e feito. A Bíblia nos conta o que
DEUS tem dito e feito. E a obra contínua do ESPÍRITO SANTO nos revela o
que Ele continua a dizer e fazer hoje.
SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO
Os símbolos oferecem quadros concretos de coisas abstratas, tais como a
terceira Pessoa da Trindade. Os símbolos do ESPÍRITO SANTO também são
arquétipos. Em literatura, arquétipo é uma personagem, tema ou símbolo
comum a várias culturas e épocas. Em todos os lugares, o vento representa
forças poderosas, porém invisíveis; a água límpida que flui representa o
poder e refrigério sustentador da vida a todos os que têm sede, física ou
espiritual; o fogo representa uma força purificadora (como na purificação
de minérios) ou destruidora (freqüentemente citada no juízo). Tais
símbolos representam realidades intangíveis, porém genuínas.
Vento. A palavra hebraica ruach tem amplo alcance semântico.
Pode significar "sopro", "espírito" ou "vento", É empregada em paralelo
com nephesh. O significado básico de nephesh é "ser vivente", ou seja,
tudo que tem fôlego. A partir daí, seu alcance semântico desenvolve-se ao
ponto de referir-se a quase todos os aspectos emocionais e espirituais do
ser humano vivente. Ruach adota parte do alcance semântico de nephesh. Por
isso, em Ezequiel 3 7 .5-10, achamos ruach traduzido como "espírito", ao
passo que, em 37.14, Yahweh explica que porá em Israel o seu ESPÍRITO.
A palavra grega pneuma tem um alcance semântico quase idêntico ao de ruach.
O vento, como símbolo, fala da natureza invisível do ESPÍRITO SANTO,
conforme revela João 3.8. Podemos ver e sentir os efeitos do vento, mas
ele próprio não é visto. Atos 2.2 emprega poderosamente o vento como
figura de linguagem, para descrever a vinda do ESPÍRITO SANTO no dia de
Pentecoste.
Água. A água, assim como o fôlego, é necessária ao sustento da
vida. JESUS prometeu rios de água viva, "e isso disse ele do
ESPÍRITO" 00
7.39). O fôlego e a água, tão vitais na hierarquia das necessidades
físicas humanas, são igualmente vitais no âmbito do ESPÍRITO. Sem o fôlego
vivificante e as águas vivas do ESPÍRITO SANTO, nossa vida espiritual não
demoraria a murchar e a ficar sufocada. A pessoa que se deleita na Lei
(heb. torah - "instrução") de Yahweh e nela medita de dia e de noite é
"como a árvore plantada junta a ribeiros de águas... cujas folhas não
caem" (SI 1.3). O ESPÍRITO da Verdade flui da Palavra como águas vivas,
que sustentam e refrigeram o crente e o revestem de poder.
Fogo. O aspecto purificador do fogo é refletido claramente em
Atos 2. Ao passo que uma brasa tirada do altar purifica os lábios de
Isaías (6.6,7), no dia de Pentecoste são "línguas de fogo" que marcam a
vinda do ESPÍRITO (At 2.3). Esse símbolo é empregado uma só vez para
retratar o batismo no ESPÍRITO SANTO. O aspecto mais amplo do fogo como
elemento purificador encontra-se no pronunciamento - ou profecia - de João
Batista: "Ele vos batizará com o ESPÍRITO SANTO e com fogo. Em sua mão tem
a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará
a palha com fogo que nunca se apagará" (Mt 3. 11, 12; ver também Lc
3.16,17).
As palavras de João Batista aplicam-se mais diretamente à separação entre
o povo de DEUS e os que têm rejeitado a Ele e ao Messias. Os que o
rejeitaram serão condenados ao fogo do juíZO.15 Por outro lado, o fogo
ardente e purificador do ESPÍRITO da Santidade também opera no crente (1 T
s 5.19).
Óleo. Pedra, em seu sermão diante de Camélia, declara: "DEUS
ungiu a JESUS de Nazaré com o ESPÍRITO SANTO e com virtude" (At 10.38).
Citando Isaías 61.1,2, JESUS proclama: "O ESPÍRITO do Senhor é sobre mim,
pois que me ungiu para evangelizar os pobres" (Lc 4.18). Desde os
primórdios, o azeite é usado primeiramente para ungir os sacerdotes de
Yahweh, e depois, os reis e os profetas. O azeite é o símbolo da
consagração divina do crente para o serviço no reino de DEUS. Em 1 João,
os crentes são advertidos a respeito dos anticristos:
E vós tendes a unção do SANTO e sabeis tudo... E a unção que vós
recebestes dele fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos
ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira,
e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis (1 Jo
2.20,27).
Receber a unção do ESPÍRITO da Verdade, que faz brotar rios de águas vivas
no mais íntimo do nosso ser, reveste-nos de poder para servir a DEUS. Na
simbologia do ESPÍRITO SANTO, a água e o óleo (azeite da unção) realmente
se misturam!
Pomba. O ESPÍRITO SANTO desceu sobre JESUS na forma de
uma pomba, segundo o relato dos quatro evangelhos.16 A pomba é arquétipo
da mansidão e da paz. O ESPÍRITO SANTO habita em nós. Ele não toma posse de
nós, mas nos liga a si mesmo com amor, em contraste às correntes dos
hábitos pecaminosos. Ele é manso e, nas tempestades da vida, produz paz.
Mesmo ao lidar com os pecadores, Ele é suave, conforme se vê quando
conclama a humanidade à vida, no belo porém tristonho apelo que se
encontra em Ezequiel 18.30-32: "Vinde e convertei-vos de todas as vossas
transgressões, e a iniqüidade não vos servirá de tropeço. Lançai de vós
todas as vossas transgressões com que transgredistes e criai em vós um
coração novo e um espírito novo, pois por que razão morreríeis...? Porque
não tomo prazer na morte do que morre, diz o Senhor Jeová convertei-vos,
pois, e vivei".
Os títulos e símbolos do ESPÍRITO SANTO são chaves para o entendimento de
sua obra em nosso favor. Vamos usá-Ias como palavras chaves no estudo da
obra do ESPÍRITO SANTO.
1) Pronomes Pessoais Masculinos: Estes pronomes são aplicados ao ESPÍRITO SANTO (Jo.15:26;16:7,8,13,14), muito embora o vocábulo grego Pneuma seja substantivo neutro. 2) Substantivo Masculino: O termo masculino Parakleto é aplicado ao ESPÍRITO SANTO (Jo.14:16,17) como sendo outro (allon) Consolador igual a CRISTO.
B) A Divindade do ESPÍRITO SANTO: O ESPÍRITO SANTO é co-eterno e consubstancial com o Pai e o Filho.
A) Em relação ao universo material: Ele participou da obra da criação (Sl.33:6; Jó 33:4;104:29,30).
I. O PODER EFICAZ DO ESPÍRITO SANTO (vv. 4, 5).
1. Demonstração de poder (v. 4). É do ESPÍRITO SANTO que flui a vida, bem
como o poder de DEUS (Sl 104.30; Ef 3.16; At 1.8).
2. O poder de DEUS mediante o ESPÍRITO (v. 5). Esse divino poder é
manifestado através da pregação do evangelho de CRISTO em cinco ocasiões
específicas: (At 2.37, 38); (At 10.44); (At 8.6,7; Lc 11.20); (At
3.6-8); e) (Rm 16.19).
II. A ONISCIÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO (vv. 10, 11).
O ESPÍRITO SANTO conhece todas as coisas. Este é um fato solene, mormente
se considerarmos que Ele habita em nós: "porque habita convosco e estará
em vós" (Jo 14.17). A primeira declaração denota a permanência do
ESPÍRITO
em nós; a segunda, sua presença dentro de nós.
1. O ESPÍRITO SANTO revela (vv. 9, 10). Aos que amam a DEUS, o ESPÍRITO
SANTO revela, já nesta vida, as infinitas e indizíveis bênçãos preparadas
para os salvos e muito mais na outra.
2. O ESPÍRITO SANTO como Mestre (v. 13). Ele é o nosso divino Mestre na
presente dispensação da Igreja, como já estava predito em Provérbios 1.23.
3. Diferentes espíritos mencionados (vv. 4-12). O "ESPÍRITO de DEUS" é
mencionado nos vv.4, 10-14.
4. Diferentes coisas mencionadas (vv. 9-13). Seis diferentes "coisas" são
aqui mencionadas. (v.9); (v.10); (v.11); (v.11); (v.13); (v.14).
5. Diferentes homens mencionados (vv. 14, 15). A Palavra de DEUS divide a
humanidade em três grupos de pessoas, isto no sentido espiritual:
a) O homem natural
b) O homem espiritual
c) O homem carnal
III. A DEIDADE DO ESPÍRITO SANTO
1. O ESPÍRITO SANTO e seus atributos divinos. Na Leitura Bíblica em
Classe, o ESPÍRITO SANTO (vv. 4, 10-14) é mencionado juntamente com o
Senhor DEUS (vv. 5, 7, 9-12, 14) e o Senhor JESUS CRISTO (vv. 2, 8,
16). Isto denota a divindade do ESPÍRITO SANTO. A Bíblia afirma que Ele é:
a) Eterno.
b) Onipotente.
c) Onisciente.
2. O ESPÍRITO SANTO é mencionado com o Pai e o Filho. É uma das evidências
da sua divindade, senão vejamos:
a) Na fórmula doutrinária do batismo (Mt 28.19).
b)Na invocação da bênção tríplice sobre a igreja (2 Co 13.13).
c) Na doutrina da habitação do ESPÍRITO no crente (Rm 8.9).
d)Na descrição bíblica do estado do crente diante de DEUS (1 Pe 1.2).
e) Na diretriz ao povo de DEUS (Jd vv.20, 21).
f) Na saudação bíblica às sete igrejas da Ásia (Ap 1.4,5).
IV. A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO (v. 11).
Personalidade é o conjunto de atributos de várias categorias que
caracterizam uma pessoa.
1. Atributos de personalidade. No ESPÍRITO SANTO, vemos esta triplicidade
de atributos, a saber: intelecto (v.11); sensibilidade (Ef 4.30); vontade
(1 Co 12.11; Rm 8.27).
2. Unidade e distinção. O fato de o ESPÍRITO SANTO ser um com DEUS e com
CRISTO e, ao mesmo tempo, distinto dEles, é parte do grande mistério da
Trindade Santa.
CONCLUSÃO
DEUS é uno e ao mesmo tempo triúno (Gn 1.1, 26; 3.22; 11.7; Dt 6.4; 1 Jo
5.7). O Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO são três divinas e distintas
Pessoas. São verdades bíblicas que transcendem a razão humana e as
aceitamos alegremente pela fé. A fé precede a doutrina (1 Tm 4.6).
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Teológico
"O ESPÍRITO SANTO é DEUS.
O ESPÍRITO SANTO não é simplesmente uma influência benéfica ou um poder
impessoal. É uma pessoa, assim como DEUS e JESUS o são.
1. O ESPÍRITO SANTO é chamado DEUS (At 5.3,4) e Senhor (2 Co 3.18). Quando
Isaías viu a glória de DEUS (Is 6.1-3), escreveu: 'Ouvi a voz do
Senhor...vai e diz a este povo' (Is 6.8-9). O apóstolo Paulo citou essa
mesma palavra e disse: 'Bem falou o ESPÍRITO SANTO a nossos pais pelo
profeta Isaías dizendo: Vai a este povo' (Cf. At 28.25, 26). Com isso,
Paulo identificou o ESPÍRITO SANTO com DEUS.
2. O ESPÍRITO SANTO faz parte da Santíssima Trindade. Ele é mencionado
junto com o Pai e o Filho (Mt 28.19; 2 Co 13.13) e, a Bíblia afirma que os
três são um (1 Jo 5.7). Assim, há 'um só ESPÍRITO' (Ef 4.4); 'um só
Senhor' (Ef 4.5); e 'um só DEUS e Pai de todos' (Ef 4.6). O ESPÍRITO é
chamado 'ESPÍRITO de DEUS' (Rm 8.9); 'ESPÍRITO do Pai' (Mt 10.20); 'o
ESPÍRITO de CRISTO' (Rm 8.9; 1 Pe 1.11); 'o ESPÍRITO de JESUS ' (At 16.7),
indicando assim que Ele os representa e também age por Eles; quando o
ESPÍRITO SANTO opera, o CRISTO vivo está presente (Jo 14.18).
3. Ao ESPÍRITO SANTO são atribuídas obras exclusivas da divindade. Ele
tomou parte ativa na criação em geral (Sl 104.30), na criação do mundo (Gn
1.2) e na criação especial do homem (Jó 33.4). Ele inspirou a Palavra de
DEUS (1 Pe 1.11; 2 Pe 1.21).
4. Ao ESPÍRITO SANTO são atribuídas as características essenciais da
divindade. Ele possui eternidade (Hb 9.14), é onisciente (1 Co 2.10, 11),
onipresente (Sl 139.7-10) e onipotente (Lc 1.35; 1 Co 12.11)."
(BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. 4.ed., Rio de Janeiro: CPAD,
2005, p. 82-3.) Leia mais em Revista
Ensinador Cristão CPAD, no 27, pág. 37
Questionário
da Lição 3 - A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO
por Ev. Luiz Henrique -
www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos
Responda segundo os comentários contidos na revista do 3º
Trimestre de 2006 da CPAD - Revista Jovens e AdultosTEXTO ÁUREO: 1- Complete: "E, respondendo o _____________, disse-lhe: ______________________sobre ti o ESPÍRITO SANTO, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o SANTO, que de ti há de nascer, será chamado ______________________de DEUS" (Lc 1.35). VERDADE PRÁTICA: 2- Complete: O ESPÍRITO SANTO, pelos seus divinos atributos, títulos, símbolos e obras é ______________perfeitamente como o _____________e o _____________. I. O PODER EFICAZ DO ESPÍRITO SANTO (vv. 4, 5). 3- Segundo o poder do ESPÍRITO SANTO, coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) É do ESPÍRITO SANTO que flui a unção, bem como o juízo de DEUS. ( ) O ESPÍRITO SANTO tem autoridade e poder inerentes. ( ) O termo "demonstração" do ESPÍRITO SANTO designa uma demonstração operacional do ESPÍRITO SANTO na mente e na vida dos ouvintes do evangelho de CRISTO. ( ) O termo "demonstração" do ESPÍRITO SANTO designa uma demonstração prática do ESPÍRITO SANTO na mente e na vida dos ouvintes do evangelho de CRISTO. ( ) O termo "demonstração" do ESPÍRITO SANTO designa uma demonstração imediata do ESPÍRITO SANTO na mente e na vida dos ouvintes do evangelho de CRISTO ( ) É do ESPÍRITO SANTO que flui a vida, bem como o poder de DEUS. 4- Em quais ocasiões específicas o poder divino é manifestado através da pregação do evangelho de CRISTO? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) Na obediência dos crentes ao seu pastor. ( ) Na conversão dos ouvintes. ( ) No batismo nas águas. ( ) Na expulsão de espíritos malignos. ( ) Na cura divina dos enfermos. ( ) Na obediência dos crentes ao Senhor. ( ) No batismo com o ESPÍRITO SANTO. II. A ONISCIÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO (vv. 10, 11). Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: 5- O que denota a declaração "porque habita convosco e estará em vós" (Jo 14.17?) ( ) A primeira declaração denota a permanência do ESPÍRITO em nós; ( ) A segunda declaração, denota sua presença dentro de nós. ( ) A duas declarações denotam a distância do ESPÍRITO de nós; 6- O que está reservado aos que amam a DEUS, já nesta vida, quanto às infinitas e indizíveis bênçãos preparadas para os salvos. ( ) O ESPÍRITO SANTO as guarda. ( ) O ESPÍRITO SANTO as revela. ( ) O ESPÍRITO SANTO as oculta.. 7- Complete: "O _____________ ________________...vos _____________________ todas as_________________" (Jo 14.26; Lc 12.12). 8- Quais são os três diferentes espíritos mencionados nos versículos de 4 a 12? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) "ESPÍRITO maligno" ( ) "ESPÍRITO de DEUS" ( ) "ESPÍRITO do homem" ( ) "ESPÍRITO do mundo" 9- Quais são as seis diferentes coisas mencionadas nos versículos de 9 a 13? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) "Coisas do animal" (v.11); ( ) "Coisas que DEUS preparou para os que O amam" ( ) "Coisas das profundezas de DEUS" ( ) "Coisas do homem" (v.11); ( ) "Coisas de DEUS" (v.11); ( ) "Coisas espirituais" (v.13); ( ) "Coisas do ESPÍRITO de DEUS" (v.14). ( ) "Coisas materiais" (v.13); 10- A Palavra de DEUS divide a humanidade em três grupos de pessoas, isto no sentido espiritual, quais são? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) O homem material. ( ) O homem natural. ( ) O homem espiritual. ( ) O homem carnal. III. A DEIDADE DO ESPÍRITO SANTO 11- A Bíblia afirma que o ESPÍRITO SANTO é: Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) Um poder. ( ) Eterno. ( ) Onipotente. ( ) Concorrente. ( ) Onisciente. 12- Onde O ESPÍRITO SANTO é mencionado com o Pai e o Filho e é mais uma das evidências da sua divindade? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) Na diretriz ao ESPÍRITO de DEUS. ( ) Na fórmula doutrinária do batismo. ( ) Na invocação da bênção tríplice sobre a igreja. ( ) Na doutrina da habitação do ESPÍRITO no crente. ( )Na descrição bíblica do estado do crente diante de DEUS. ( ) Na diretriz ao povo de DEUS. ( ) Na saudação bíblica às sete igrejas da Ásia. ( ) Na fórmula doutrinária do batismo com o ESPÍRITO SANTO. IV. A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO (v. 11). 13- O que é Personalidade? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) É o conjunto de atributos de várias categorias que caracterizam uma pessoa. ( ) No seu aspecto psíquico, a personalidade consiste de intelecto, sensibilidade e vontade. ( ) O intelecto, sensibilidade e vontade, esses três são chamados também de inteligência, afetividade e autodeterminação. ( ) No seu aspecto psíquico, a personalidade consiste de intelecto, habilidade e desejo. 14- O que é Trindade? ( ) Mistério da fé cristã segundo o qual, existe um só DEUS que subsiste em três pessoas distintas: PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO. ( ) Mistério da fé cristã segundo o qual, existe um só DEUS que subsiste em duas pessoas distintas: PAI e FILHO. ( ) Mistério da fé cristã segundo o qual, existe um só DEUS que subsiste em uma pessoas distintas: JESUS. 15- O que o ESPÍRITO SANTO não é? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) Uma influência. ( ) Uma pessoa da trindade. ( ) Um poder. ( ) DEUS. ( ) Uma energia. ( ) Uma unção. CONCLUSÃO 16- Complete: - DEUS é ____________e ao mesmo tempo__________________ (Gn 1.1, 26; 3.22; 11.7; Dt 6.4; 1 Jo 5.7). - O Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO são_________________divinas e ___________________Pessoas. - A fé ____________________ a doutrina (1 Tm 4.6). AJUDA: http://www.escoladominical.com.br/ http://www.geocities.com/Athens/5898/Pneumatologia.htm http://www.cpad.com.br Teologia Sistemática.. Stanley M. Horton 1Ed. - Rio de Janeiro : CPAD - 1996 |
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