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LIÇÃO 7 - A PROMESSA DA VERDADEIRA PROSPERIDADE
AS PROMESSAS DE DEUS PARA A SUA VIDA 
"NÃO TEMAS, DEUS VOS TEM DADO UM TESOURO" (Gn 43.23).
Comentários do Pr. Geremias do Couto. - CPAD.
Complementos para auxílio ao professor e ao aluno: Ev. Luiz Henrique
QUESTIONÁRIO
RIQUEZA E POBREZA
O Cristão e os Problemas Financeiros
O dinheiro pode ser bênção ou maldição, dependendo do uso que dele fazemos. 
A Família e as Finanças
 
 
 
 
Testemunho Pessoal:
Passei por sérias provações no início de minha carreira cristã, cheguei a ponto de vender um veículo e duas TV's, o motivo era a paixão pela Palavra de DEUS, eu não tinha tempo para mais nada, eu lia, lia, lia..., saber sobre DEUS era tudo o que eu mais desejava e buscava, nada mais me importava. Pedia dinheiro emprestado na empresa para entregar o dízimo corretamente, porém estava cada dia mais pobre e cada dia mas desinteressado das coisas materiais. Foi ai que percebi que minha família precisava comer e precisava ter um relativo conforto e condições de sobrevivência. Clamei ao Senhor e ELE me ouviu e me disse: Leia Deuteronômio 28. Li aquela Palavra e Esta me saltou ao encontro como uma dinamite: " Eu te colocarei por cabeça e não como calda, tu emprestarás a muitos, porém não tomarás emprestado...." Glória a DEUS, ali estava a solução, faltava só entender e colocar em prática a fé! No dia seguinte estava em minha mesa e ouvi meu patrão me chamar. Fui até ele e ouvi a seguinte ordem: Coloque sua mesa ao lado da minha e venha me ajudar nas compras. Passei então a ajudar nos cálculos das mercadorias e na coordenação das vendas, assumindo, mesmo que sem o nome, a gerência da empresa, passando a receber o maior salário entre os funcionários.
ENTENDI DEPOIS QUE EU ERA CANAL PARA ABENÇOAR OUTROS, ISTO É PROSPERIDADE..
Passei a ajuntar dinheiro e consegui uma quantia razoável que dava para comprar uma casa, então me veio a vontade de DEUS: Comprei um terreno e doei para a construção de uma sub-congregação que abrira em nossa área, dirigida por um obreiro de nossa congregação.
Passei a ajuntar novamente dinheiro e novamente me vaio a vontade de DEUS: Comprei um terreno e doei para a construção de uma outra sub-congregação que abrira numa área próxima a nossa, dirigida por um obreiro de trabalhava na mesma empresa que eu.
Assim fui aprendendo que a verdadeira prosperidade é ser canal de DEUS para abençoar sua igreja e sua obra.
Achei pouco doar meu dinheiro e doei então minha vida ao Senhor e fui ser missionário em Divinóplolis-MG e em Val-Paraíso de Goiás. O senhor me abençoou não deixando faltar nada e me proporcionando ganhar 730 almas e abrir 08 congregações em apenas 2 anos e sete meses de trabalho missionário.
O Senhor me trouxe de volta a Imperatriz, me deu um bom emprego na mesma empresa novamente e hoje tenho uma casa muito linda que o Senhor me concedeu ter e sou feliz por contribuir com 20% de minha renda mensal para a obra de DEUS.
 
OBS.:
Você encontrou alguém da Igreja verdadeira ficando rico no Novo testamento? Algum dos apóstolos era rico? Pense nisto...
Respondeu Jesus: O meu Reino não é deste mundo; se o meu Reino fosse deste mundo, lutariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas, agora, o meu Reino não é daqui. (João 18:36). Nosso reino está nos céus.
 
 
TEXTO ÁUREO:
"Mas buscai primeiro o Reino de DEUS, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas" (Mt 6.33).
 
 
 
 
VERDADE PRÁTICA:
A verdadeira prosperidade consiste em ter a DEUS como o nosso Supremo Bem, como nosso Criador, Salvador e Senhor.
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Salmos 73.1-3, 5, 16-20, 26-28.
 Salmos 73.1 Verdadeiramente, bom é DEUS para com Israel, para com os limpos de coração.
2 Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos.
3 Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios.
 
 Salmos 73.5 Não se acham em trabalhos como outra gente, nem são afligidos como outros homens.
 
Salmos 73.16 Quando pensava em compreender isto, fiquei sobremodo perturbado;
17 até que entrei no santuário de DEUS; então, entendi eu o fim deles.
18 Certamente, tu os puseste em lugares escorregadios; tu os lanças em destruição.
19 Como caem na desolação, quase num momento! Ficam totalmente consumidos de terrores.
20 Como faz com um sonho o que acorda, assim, ó Senhor, quando acordares, desprezarás a aparência deles.
 
 Salmos 73.26 A minha carne e o meu coração desfalecem; mas DEUS é a fortaleza do meu coração e a minha porção para sempre.
27 Pois eis que os que se alongam de ti perecerão; tu tens destruído todos aqueles que, apostatando, se desviam de ti.
28 Mas, para mim, bom é aproximar-me de DEUS; pus a minha confiança no SENHOR DEUS, para anunciar todas as tuas obras.
 
Aí está a experiência de um homem chamado Asafe. Ele começou a observar que os ímpios eram prósperos, sadios e aparentemente felizes, vv. 3-12, enquanto que ele, que procurava servir a DEUS, era afligido a cada manhã. Mas, chegou à conclusão de que o mais importante era estar junto de DEUS, v. 28. Tanto nesse texto, quanto no Salmo 127, percebemos a importância e a necessidade de dependermos de DEUS para o nosso equilíbrio financeiro.
  1. É DEUS quem nos dá o trabalho e provê os meios necessários para suprirmos nossas necessidades, Tg. 1: 17. Os filhos precisam aprender a valorizar o trabalho e aquilo que é fruto dele.
  2. É melhor o pouco, no temor do Senhor, Pv. 15: 16. Há pais que, na intenção de ganhar mais, sacrificam sua união conjugal e isso causa graves prejuízos ao seu lar. Idolatram o emprego e deixam de lado até mesmo o tempo que seria para enriquecer o convívio familiar.
  3. Há promessas de prosperidade àqueles que honram ao Senhor com suas finanças, Pv. 3: 9-10; Ml. 3: 8-10; Lc. 6: 38. Honrar ao Senhor com dízimos e ofertas é uma questão de fé e obediência e, quando o lar prioriza a contribuição ao Senhor, Ele abre as janelas dos céus sobre seus servos. A nossa contribuição ao Senhor é uma expressão de gratidão e alegria de nossa parte.
  4. Devemos ter sabedoria para gastarmos os recursos que DEUS nos dá, Is. 55: 2. Precisamos da orientação divina sobre como, onde e quando gastar o nosso dinheiro. Não podemos esbanjar as nossas finanças sem direção, aplicando-as em coisas desnecessárias.
APLICAÇÃO PESSOAL
O homem verdadeiramente próspero é como a "árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará" (Sl 1.3).
O termo hebraico traduzido pela palavra "prosperar" é tsaleach, isto é, "ter sucesso", "dar bom resultado", "experimentar abundância" e "fecundidade". A última frase do versículo pode ser traduzida como: "...tudo quanto fizer terá sucesso... terá em abundância... terá bom resultado".
A verdadeira prosperidade é uma conseqüência da obediência do homem a DEUS. O crente próspero, segundo o salmista, é alguém que não se compraz com a companhia dos ímpios, mas tem satisfação em obedecer a Escritura. Portanto, abandone o pecado e afaste-se do ímpio. Ame incondicionalmente as Sagradas Escrituras. Obedeça os ditames da Palavra do Senhor, e terás cumprido os primeiros passos à verdadeira prosperidade.
 
SINOPSE DO TÓPICO (1) O Salmo 73 retrata o incômodo que a prosperidade dos ímpios traz ao crente que possui uma visão distorcida do sucesso alheio. Somente
uma compreensão correta da natureza e autoridade divinas é capaz de fazê-lo olhar na direção certa.
SINOPSE DO TÓPICO (2) O significado da verdadeira prosperidade é o próprio Senhor. DEUS é o Supremo Bem que o crente deve anelar acima de todas as coisas.
SINOPSE DO TÓPICO (3) A prosperidade material além de não ser o alvo da fé cristã, não ratifica a espiritualidade do crente.
 
 
O Cristão e os Problemas Financeiros
 
Você está enfrentando problemas financeiros? Faturas que você não consegue pagar? Cheques que você não pode cobrir? Necessidades que você não tem dinheiro para suprir? Vergonha? Frustração? Excesso de trabalho? Tensão? Problemas financeiros são excessivamente preocupantes e conduzem a muitos pecados: descontentamento, ingratidão, ira, desonestidade, impaciência, ansiedade e negligência das responsabilidades espirituais. A Bíblia ensina-nos como enfrentar muitas situações diferentes na vida, incluindo as dificuldades financeiras. A chave para enfrentar problemas financeiros está na atitude da pessoa. Para responder bem precisamos permitir que a palavra de DEUS opere em nosso coração e mude nosso modo de ver as coisas.
 
Atitudes
Gratidão: Paulo insiste em que sejamos gratos. Precisamos estar "... transbordando de gratidão" (Colossenses 2:7). "Dêem graças em todas as circunstâncias..." (1 Tessalonicenses 5:18). Não devemos nos queixar nem sentir pena de nós mesmos, mas antes devemos considerar cuidadosamente todas as razões que temos para sermos agradecidos e louvar a DEUS por suas bênçãos a nós. Os israelitas no deserto estavam se queixando constantemente, mas tinham se esquecido da grande libertação que DEUS lhes tinha dado havia apenas pouco tempo. Temos que atentar para o que o Senhor nos tem dado e não para as coisas que não temos.
Contentamento: "Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque DEUS mesmo disse: ‘Nunca o deixarei, nunca o abandonarei’" (Hebreus 13:5). A presença de DEUS com seu povo deveria dar tanta alegria e segurança que poderíamos facilmente nos contentar com qualquer padrão de vida. Paulo estava contente na fome ou na abundância (Filipenses 4:10:13). Por outro lado, as Escrituras estão repletas de advertências contra a ganância e a avareza (veja Lucas 12:15, por exemplo). Por qualquer razão, nunca parecemos reconhecer o desejo desordenado por coisas em nossas próprias vidas. Pensamos que todas as coisas que queremos são necessidades e que a dívida que acumulamos ao buscar adquiri-las é perfeitamente aceitável. Poderia ser que poucos de nós admitem a ganância em nossas vidas porque nos cegamos e deixamos de perceber o verdadeiro estado de nosso coração? Paulo exortou: "Por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos" (1 Timóteo 6:8). Estamos satisfeitos somente com isto?
Sobriedade: Muitos textos nos exortam a sermos sóbrios (1 Tessalonicenses 5:6, 8; 1 Pedro 1:13; 4:7; 5:8). A pessoa sóbria encara os fatos e não deixa seus desejos colorirem sua percepção da realidade. Muitas pessoas tratam das finanças num mundo de sonho, sempre imaginando que tudo dará certo magicamente. Mas fugir de um problema ou negá-lo não ajuda e não está de acordo com o caráter de CRISTO. Temos que reconhecer nossa situação atual, não importa quão triste seja, e ser "homens de coragem" (1 Coríntios 16:13). Ignorar os problemas não os extingue. Lutas financeiras não desvanecem sem mais nada, mas precisam ser resolvidas por disciplina séria e perseverante.
Honestidade: A honestidade é parte do caráter cristão (2 Coríntios 8:21; Tito 2:5). Pessoas honestas aceitam suas limitações financeiras e não tentam ser uma coisa que não são, vivendo num estilo de vida que suas condições não permitem. Pessoas honestas admitem que há muitas coisas que outras em torno delas têm ou podem fazer que elas não podem porque não têm dinheiro suficiente para isso. E pessoas honestas não fazem dívidas que não têm capacidade para pagar (veja Romanos 13:8).
Diligência: Algumas vezes, porém nem sempre, os problemas financeiros resultam da preguiça. "Tirando uma soneca, cochilando um pouco, cruzando um pouco os braços para descansar, a sua pobreza o surpreenderá como um assaltante, e a sua necessidade lhe sobrevirá como um homem armado" (Provérbios 6:10-11). "Por causa da preguiça, o telhado se enverga; por causa das mãos indolentes, a casa tem goteiras" (Eclesiastes 10:18). Problemas financeiros devem ser esperados quando nos mimamos com descanso e sossego, e não trabalhamos esforçadamente. Um homem deve sustentar sua família (1 Timóteo 5:8) mesmo que isso possa envolver trabalho difícil ou empregos desagradáveis, ou mesmo se o trabalho disponível é relativamente mal pago.
Espiritualidade: Precisamos manter nosso foco principal em CRISTO, não em coisas materiais. "Ninguém pode servir a dois senhores: pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a DEUS e ao Dinheiro... Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de DEUS e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas" (Mateus 6:24, 33). Nossas posses, nossa posição e nosso sucesso nesta vida são matérias insignificantes para o verdadeiro cristão. Ele se vê como meramente passando através desta vida como um peregrino e portanto relativamente desinteressado nas suas condições. Ele nunca faz da prosperidade material uma meta séria (veja Lucas 9:57-58). O homem espiritual percebe que seu dinheiro e sua posição financeira não são as coisas importantes da vida.
Altruísmo: O servo do Senhor está sempre buscando dar, em vez de gastar consigo mesmo. Ele vê o dinheiro que ganha trabalhando como uma bênção que ele pode aplicar servindo a outros: "O que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade" (Efésios 4:28). Discípulos verdadeiros vêem a prosperidade material não tanto como algo para si mesmos, mas como algo útil para servir outros (2 Coríntios 9:8-11). Enquanto o cristão for egoísta, ele sempre sentirá frustrações ao lidar com assuntos financeiros.
Humildade: A humildade para admitir enganos e buscar corrigi-los é básica. Muitos de nós temos tido atitudes impróprias e não temos administrado bem nosso dinheiro. Nunca mudaremos até que admitamos que temos estado errados. Precisamos também ter a humildade de examinarmo-nos à luz da palavra de DEUS e fazer as coisas que aprendermos (Tiago 1:21-24). Esta seria uma boa hora para parar de ler este artigo e rever as oito atitudes que precisamos ter e tentar honestamente avaliar-nos e resolver mudar nossa atitude nas áreas necessárias. Como DEUS nos vê em cada uma destas atitudes?
Mudanças Específicas
As coisas específicas que precisamos fazer ao lidar com problemas financeiros dependem de nossa mudança e adoção das atitudes mencionadas acima. Sem perspectivas corretas, os passos seguintes terão pouca validade.
(a) Avalie honestamente sua situação. Encare os fatos. Talvez ajudasse pegar uma folha de papel e lançar todas as suas dívidas e anotar os valores de todas. Então, lançar sua renda e suas despesas mensais. Qual é, exatamente, sua situação financeira.
(b) Comece a pagar suas dívidas. "Não devem nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros..." (Romanos 13:8). Calcule quanto dinheiro por mês é necessário para pagar todos os juros e, também, comece a pagar o principal (o valor original do empréstimo, antes do acréscimo de juros). Se suas prestações e obrigações mensais forem mais do que tem disponível no orçamento da família, ha três coisas que poderia fazer de modo a ter dinheiro para pagar as dívidas: (a) Gastar menos. Quando for necessário, as despesas podem ser reduzidas às mínimas necessidades de comida e lugar para viver (veja 1 Timóteo 6:6-10). (b) Ganhar mais. Às vezes há oportunidades para trabalhar mais horas, ter um segundo emprego, ou encorajar os filhos adolescentes ou adultos que estejam vivendo no lar a trabalharem. (c) Vender coisas. Os cristãos primitivos vendiam casas e terras para aliviar as necessidades de seus irmãos (Atos 4:32-37); certamente não é irracional esperar que um discípulo de CRISTO venda coisas para poder pagar o que deve.
(d) Viva dentro dos limites de seu orçamento. A Bíblia adverte sobre a loucura de fazer dívidas: "O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta" (Provérbios 22:7). A escravidão aos credores é muito penosa; é melhor esperar pacientemente e comprar somente aquelas coisas que se pode pagar.
(e) Comece a aplicar sua renda no sentido de metas espirituais. Temos que chegar a ver tudo o que temos como pertencendo ao Senhor e começar a usar nossos recursos para servi-lo. O Novo Testamento exorta-nos a dar generosa e abundantemente (2 Coríntios 8-9). Conquanto seja verdade que não estamos mais obrigados ao dízimo, não devemos usar isso como uma desculpa para sovinice. Não devemos permitir que nossa oferta seja diminuída pela avareza (2 Coríntios 9:5).
 
Em todas as áreas da vida, a palavra do Senhor nos fornece a orientação perfeita. Da mesma maneira, no campo financeiro devemos dar ouvidos à sabedoria de DEUS revelada na Bíblia. Quando obedecemos os mandamentos do Senhor, recebemos tanto "a promessa da vida presente" como a da vida "futura" (1 Timóteo 4:8). Que sigamos estas instruções!
 
A Família e as Finanças
1 Timóteo 6: 6-10
Estamos vivendo uma época em que as pessoas são convidadas a consumir, a comprar. Propagandas bem elaboradas, programas de crédito facilitado, novidades nas vitrines, etc, são um verdadeiro apelo a gastar. O cartão de crédito virou o terror da família. A fonte de muitos problemas enfrentados pelas famílias está no mau uso do dinheiro e no abuso do crediário.
Este estudo tem o objetivo de mostrar os males do amor ao dinheiro, e os benefícios que ele pode proporcionar, se usado com sabedoria e moderação.
1- O AMOR AO DINHEIRO E SEUS MALES
Todos estamos cientes da importância do dinheiro para a sobrevivência da família. No entanto, o amor a ele é a raiz de todos os males, I Tm. 6: 10a. JESUS  já falara do perigo do dinheiro tornar-se um deus na vida do homem, Mt. 6: 24. Ele quis dizer que a busca das riquezas poderia exigir uma dedicação tão grande, quanto DEUS exigia de seus servos. Seria, portanto, impossível servir aos dois, ao mesmo tempo.
Esse fato foi exemplificado por JESUS  quando Ele encontrou-se com o jovem rico, Mt. 19:16-22. Não que a riqueza em si fosse de todo má, mas o coração pode estar tão preso por ela que isso se constitui num obstáculo para seguir a JESUS . Quando o dinheiro se torna um deus na vida do homem, tal pessoa é capaz de usar até meios ilícitos para obtê-lo ou usá-lo. Veja como agem alguns:
Essas práticas não resolvem o problema de ninguém porque o resultado desse lucro desonesto são as dificuldades no lar, Pv. 15: 27; o desapontamento, Ec. 5: 10; insensatez, Jr. 17: 11; miséria, Tg. 5: 3 e apostasia, I Tm. 6: 10.
 
2- O DINHEIRO PODE SER BÊNÇÃO
Talvez a palavra dinheiro e o verbo comprar sejam os mais usados nos lares. Entretanto, a má atitude de algum membro da família com relação ao dinheiro pode prejudicar a todos. Mas, se houver bom ensinamento e boa administração financeira, certamente o dinheiro será bênção.
  1. É necessário união e compreensão entre os membros da família. Se todos tiverem afeição e confiança entre si, se houver altruísmo, tolerância e respeito como base para seu relacionamento, a família conseguirá superar seus problemas financeiros. É preciso que todos saibam fazer a diferença entre aquilo que é necessário e o que é supérfluo, I Tm. 6: 8, cooperando-se mutuamente.
  2. Deve-se ter uma atitude equilibrada com relação ao dinheiro. Ele não deve ser encarado como um fim em si mesmo. É apenas um meio pelo qual se alcançam alguns valores da vida. Por outro lado, não podemos minimizar sua importância. É justo que se trabalhe, se esforce e que se poupe certa quantidade para momentos imprevisíveis e para outras necessidades da vida. Economizar visando a um futuro melhor para os filhos é um dever dos pais, e os filhos aprenderão a gastar construtivamente e a dar a devida importância ao dinheiro.
  3. Determinação de viver dentro dos rendimentos. Precauções devem ser tomadas para que as despesas do lar não ultrapassem ao que se ganha. Se há descontrole nas finanças, se os pais excedem nos gastos, é claro que no final do mês haverá dificuldades financeiras.
 
1 CRÔNICAS 29.12,14= E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e dar força a tudo. Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, que tivéssemos poder para tão voluntariamente dar semelhantes coisas? Porque tudo vem de ti, e da tua mão to damos.

PARA OFERECER HOJE VOLUNTARIAMENTE AO SENHOR. O capítulo 29 exemplifica a atitude certa ao contribuirmos para a obra do reino de DEUS. Devemos ter:
(1) prazer no reino de DEUS e dedicação a ele (vv. 3,17);
(2) boa vontade para consagrar a DEUS a nossa pessoa e os nossos bens (vv. 5,6);
(3) alegria que brota do fato de termos contribuído de todo o coração (v. 9);
(4) reconhecimento de que aquilo que ganhamos honestamente, nos veio da parte de DEUS (v. 12);
(5) humildade e gratidão pelo privilégio de participarmos dos propósitos eternos de DEUS (vv. 13-15);
(6) motivos para a contribuição que procedam de um coração sincero e de uma vida reta (v. 17);
(7) oração para que DEUS continue a dirigir nosso coração à fidelidade inabalável a Ele e à sua causa na terra (v. 18; ver 2 Co 9).
 
1 TIMÓTEO 6.9,10= Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
ESTEJAMOS... CONTENTES. Os crentes devem estar satisfeitos, tendo as coisas essenciais desta vida, como alimento, vestuário e teto. Caso surjam necessidades financeiras específicas, devemos confiar na providência de DEUS (Sl 50.15), enquanto continuamos a trabalhar (2 Ts 3.7,8), a ajudar os necessitados (2 Co 8.2,3), e servir a DEUS com contribuições generosas (2 Co 8.3; 9.6,7). Não devemos querer ficar ricos (vv. 9-11).

 
 
 
O dinheiro pode ser bênção ou maldição, dependendo do uso que dele fazemos. 

I. TUDO O QUE SOMOS E TEMOS VEM DE DEUS
1. Somos seus filhos. 
Somos criaturas de DEUS quando nascemos aqui no planeta terra e precisamos nos tornar filhos de DEUS; para isso basta que aceitemos e confessemos a JESUS CRISTO como Senhor e Salvador de nossas vidas (Mt 10.32; Rm 10.9)., passando assim a ter o poder de sermos feitos filhos de DEUS e co-herdeiros com CRISTO de suas promessas e riquezas (Jo 1.12 e  Rm 8.17).

2. DEUS nos dá todas as coisas.
 Na condição de filhos, DEUS nos concede todas as bênçãos espirituais de que necessitamos (Ef 1.3; Fp 4.19; Tg 1.17) e também nos confere as bênçãos materiais. DEUS abençoa a todos sem distinção de raça, cor, credo, condição financeira, Condição física ou educação.(Lc 9.23).É preciso estar em comunhão com DEUS para se ter o que necessitamos para nossa vida e trabalho na obra de DEUS. (Mt 6.33), Abraão foi abençoado por DEUS porque deu tudo o que possuía para DEUS, até mesmo seu filho unigênito (Gn 22.16).

II. COMO DEVEMOS GANHAR O “NOSSO” DINHEIRO?
1.Com trabalho honesto.
A ética bíblica nos orienta que devemos trabalhar com afinco para fazermos jus ao que recebemos. Desde o Gênesis, vemos que o homem deve empregar esforço para obter os bens de que necessita. Disse DEUS: “No suor do teu rosto, comerás o teu pão...” (Gn 3.19a). O apóstolo Paulo escreveu, dizendo: “Porque bem vos lembrais, irmãos, do nosso trabalho e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, vos pregamos o evangelho de DEUS” (1 Ts 2.9); “e procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado” (1 Ts 4.11). “Se alguém não quiser trabalhar, não coma também”(2 Ts 3.10). Daí, o preguiçoso que recebe salário está usando de má fé, roubando e insultando os que trabalham. 
Dt 23.18 não trarás o salário da prostituta nem o aluguel do sodomita para a casa do Senhor teu DEUS por qualquer voto, porque uma e outra coisa são igualmente abomináveis ao Senhor teu DEUS.

2. Fugindo de práticas ilícitas. 
Quem procura a riqueza fácil acaba se empobrecendo mais rápido do que pensou em enriquecer.
Lc 12.20 Mas DEUS lhe disse: Insensato, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?

3. Fugindo da avareza. 
Abraão era muito rico mas veja o testemunho que a Bíblia dá dele: Hb 11.9-10 = Pela fé peregrinou na terra da promessa, como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa; porque esperava a cidade que tem os fundamentos, da qual o arquiteto e edificador é DEUS. Dá para imaginar, morar em tendas quando se é dono de tudo?

4. Fugindo da preguiça. 
Pv 6.6 Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos, e sê sábio;
O preguiçoso está sempre se enrolando em negócios que, diz ele, trarão riquezas fáceis e rápidas. Homens sem entendimento têm cometido o mesmo erro por milhares de anos. “O que lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que se ajunta a vadios se fartará de pobreza. O homem fiel será cumulado de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo.... Aquele que tem olhos invejosos corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a penúria” (Provérbios 28:19-20,22). O cristão precisa abandonar qualquer maneira desonesta de ganhar dinheiro e fazer “com as próprias mãos o que é bom” (Efésios 4:28).

III. COMO O CRISTÃO DEVE UTILIZAR O DINHEIRO
1. Na igreja do Senhor. 
Desde o início, a igreja do Senhor tem recebido e usado dinheiro no seu trabalho. No Novo Testamento, aprendemos que a igreja recebeu dinheiro por ofertas voluntárias (Atos 4:32-37) dadas no primeiro dia da semana (1 Coríntios 16:1-4). Essas coletas foram feitas em cada congregação local, e a própria congregação empregou o dinheiro no trabalho autorizado por DEUS. Cada cristão tem a responsabilidade de dar “conforme a sua prosperidade” (1 Coríntios 16:2), “segundo tiver proposto no coração” e “com alegria” (2 Coríntios 9:7). Enquanto o Novo Testamento não exige o dízimo, não devemos pensar que DEUS quer só as migalhas que sobram depois de nos fartar. JESUS  elogiou o espírito de sacrifício da viúva pobre (Lucas 21:1-4). Paulo agradeceu o sacrifício dos Filipenses como uma oferta agradável a DEUS (Filipenses 4:18). Ele elogiou os irmãos da Macedônia por sua generosidade, dizendo que “deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor” (2 Coríntios 8:5). Eles descobriram a chave da generosidade. A pessoa que recusa dar liberalmente tem esquecido que JESUS  deu a própria vida para nos resgatar. Devemos sacrificar com alegria!
DÍZIMOS E OFERTAS
Ml 3.10 “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos
Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abstança.”
DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”.
(1) Na Lei de DEUS, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. DEUS considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15; Lc 19.13).
(2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que DEUS é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8).
(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios.
(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), a
(5) Houve ocasiões na história do AT em que o povo de DEUS reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de DEUS que se achava em ruínas. Estavam sofrendo reveses financeiros na época de Ageu (Ag 1.3-6). DEUS castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12).
 
b) Contribuindo com ofertas. 
Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de DEUS, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2) para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor(Dt 14.22,23).
Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2Co 8.1-5,11,12).
Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no AT (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do NT (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos.
Na maior exortação da Bíblia a respeito dos dízimos, também se exorta a respeito da oferta alçada que é aquela que é dada para um fim específico, como por exemplo um retro-projetor para a classe da Escola  Dominical, uma geladeira para a cozinha da EBD, etc....
 
c) Os recursos da igreja local. 
Dt 28.12 O Senhor te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar à tua terra a chuva no seu tempo, e para abençoar todas as obras das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado.

2. No lar, no trabalho e o fisco. 
Em todos os setores de nossa vida devemos estar sob o total controle do ESPÍRITO SANTO, isto significa estar em comunhão com o ESPÍRITO SANTO (2 Co 13.13).
2.1=Motivos errados: avareza, cobiça e inveja (Provérbios 23:1-5; Tiago 4:2-4).
2.2=Procedimento errado: desonestidade.
2.3=Vida desordenada: falta de administração.
 
a) Evitar dívidas fora do seu alcance. 
As vitrines das lojas são de vidro transparentes para que ao passar as pessoas tenham vontade de comprar, as prateleiras dos melhores produtos nos supermercados são no fundo para que ao voltar as pessoas venham a pegar os outros produtos que nem precisam, mas compram por que vêem.
É a concupiscência dos olhos.
Tg 1.14 Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência;
1 Jo 2.16 Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.

b) Evitar extremos.  
1 Tm 6.9 Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.

c) Comprar à vista, se possível. 
Fazendo um bom planejamento de seu salário, sendo fiel a DEUS em seus dízimos e ofertas, provavelmente você não precisará comprar a prazo, evitando assim os altíssimos juros que estão embutidos nos preços.

d) Não ficar por fiador. 
Ficar por fiador de alguém é dever a conta deste alguém até que o mesmo a pague e isto vai trazer preocupação à sua família, a você e ao credor, pois hoje ninguém mais tem garantia de que estará empregado amanhã.

e) Pagar os impostos. 
Os impostos são taxas de serviço cobradas pelos governos municipal, estadual e federal; devendo o crente não ser achado como ladrão do governo.

f) Pagar o salário do trabalhador. 
Tg 5.4 Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos.

CONCLUSÃO
Quando consideramos tudo que devemos fazer com nosso dinheiro, compreendemos a importância da boa administração financeira. Nosso dinheiro é uma ferramenta que devemos empregar para fazer a vontade de DEUS. Somos privilegiados em participar do trabalho de uma igreja e em ter condições para sustentar a família e ajudar outras pessoas. E, no final das contas, qualquer sacrifício que oferecemos será nada em comparação com o sacrifíco de JESUS  na cruz (Lucas 17:10).
O dinheiro é um meio de troca importante para as transações entre pessoas e empresas. O que a Bíblia condena não é o dinheiro em si, mas o amor ao dinheiro (avareza). 
Filiação = Vínculo que a geração biológica cria entre os filhos e seus genitores. 
Ética Bíblica =Estudo sistemático dos deveres e obrigações do ser humano com base nos escritos do Antigo e do Novo 
Testamentos. A ética bíblica influenciou toda a ética ocidental, dando a esta um caráter humanitário e beneficente.
 
INTERAÇÃO
Professor, no Antigo Testamento a palavra hebraica para prosperidade é tsaleach. Esse termo é usado em relação ao sucesso que o Eterno deu a José (Gn 39.2,3,33) e a Uzias (2 Cr 26.5). O vocábulo significa "ter sucesso", "dar bom resultado", "experimentar abundância" e "fecundidade". No contexto bíblico, a verdadeira prosperidade material ou espiritual é resultado da obediência, temor e reverência do homem a DEUS.
 
 
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 7 - A PROMESSA DA VERDADEIRA PROSPERIDADE
Questionário lição 7
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
"Mas buscai primeiro o ________________ de DEUS, e a sua ______________________, e todas essas _________________ vos serão acrescentadas" (Mt 6.33).
 
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
A verdadeira ______________________ consiste em ter a _________________como o nosso _________________________ Bem, como nosso Criador, Salvador e Senhor.
  
INTRODUÇÃO
3- O que é prosperidade:
(    ) Estado daquele que é abençoado, pregador do evangelho, feliz ou afortunado.
(    ) Estado daquele que é próspero, mal-sucedido, infeliz ou desafortunado.
(    ) Estado daquele que é próspero, bem-sucedido, feliz ou afortunado.
 
4- Dê referências bíblicas de riquezas legítimas e honestas:
(    ) Pv 13.11b.
(    ) Sl 112.1-3.
(    ) Ec 5.19.
(    ) Jr 15.11.
(    ) Sl 15.23
 
5- Dê referências bíblicas de riquezas fraudulentas e desonestas:
(    ) Jr 15.11.
(    ) Pv 16.8b.
(    ) Jr 17.11.
(    ) Tg 5.1-3.
(    ) Tg 3.1-3.
 
I. PORQUE OS ÍMPIOS PROSPERAM
6- Qual Salmo retrata com fidelidade a forma como muitos de nós nos portamos ao ver a prosperidade dos ímpios?
(    ) Salmo 53.
(    ) Salmo 73.
(    ) Salmo 173.
 
7- Quem sentiu na própria carne a inveja de ver a prosperidade dos ímpios a ponto de os seus pés quase se resvalarem no abismo da incredulidade e além disso ficou perplexo ao considerar essa prosperidade dos pecadores uma "injustiça" contra os filhos de DEUS?
(    ) Davi.
(    ) Salomão.
(    ) Asafe.
 
8- Para o salmista Asafe, como eram os indivíduos ricos, antes de saber a verdade de DEUS? Marque com “C” as alternativas corretas e com “F” as Falsas:
(    ) Não tinham apertos em sua morte.
(    ) Não eram afligidos pela necessidade do trabalho de cada dia ou por qualquer outra circunstância.
(    ) Viviam cercados de segurança.
(    ) Desfrutavam da abundância de seus bens.
(    ) Não obstante, eram pessoas violentas, presunçosas, em cujo coração maquinavam sempre o mal.
 
9- Complete:
O ímpio tem a _______________ como um __________ em si mesmo e não como um _______________, como deve ser (1 Tm 6.17-19).
 
10- Quando Asafe ficou esclarecido a respeito dos fatos sobre os ímpios?
(    ) Quando sua mãe lhe esclareceu, olhando também a vida dos ímpios.
(    ) Quando entra no palácio real, o soberano Rei era muito rico.
(    ) Quando entra no santuário de DEUS, o soberano Rei da Glória.
 
11- Complete segundo a descoberta de Asafe:
Os ímpios vivem em lugares escorregadios, são, eventualmente, tomados pelo _________________, não desfrutam a _________________ que aparentam e, ao final, como um sonho, desaparecerão (vv.18-20).
A prosperidade material é fugaz, efêmera, e não ___________________ a quem quer que seja qualquer tipo de vantagem na _________________ nem a posse da vida eterna (Mt 19.16-21).
Tudo quanto se acumula na terra, ______________ficará (Mt 6.19-21; Sl 39.6; 49.16,17).
 
II. O SIGNIFICADO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE
12- Complete:
Afirma ele: "tu me seguraste pela _______________ direita", e não pela mão _______________, afirmando com esta figura de linguagem que DEUS sempre nos _______________ de maneira certa e pelos lugares certos (Sl 23.1-3).
 
13- Onde tudo começa e termina?
(    ) Em possuir riquezas.
(    ) Em ter uma condição financeira estável.
(    ) Em DEUS.
 
14- Para que fomos criados?
(    ) Para a glória de DEUS.
 
III. COMO ALCANÇAR A VERDADEIRA PROSPERIDADE
15- Possuir riquezas materiais é sinal de espiritualidade ou de fé?
(    ) Não.
(    ) Sim.
(    ) Sempre.
 
16- Uma leitura honesta do Novo Testamento deixa claro o que sobre o acúmulo de bens e a prosperidade material? Marque com “C” as alternativas corretas e com “F” as Falsas:
 (    ) Não são como um fim permanente a ser buscado na vida do cristão.
(    ) Possuir riquezas materiais é sinal de espiritualidade e de fé.
(    ) As riquezas são descritas como algo que pode servir de obstáculo à comunhão com DEUS.
(    ) As riquezas podem levar à ruína espiritual.
 
17- Que textos são usados erradamente como base para a maléfica doutrina da prosperidade, os quais não respaldam o referido assunto.
(    ) Mateus 6.33 e Atos 4.13
(    ) Lucas 6.33 e Filipenses 4.13
(    ) Marcos 6.33 e Hebreus 4.13
 
18- De que trata Mateus 6.33?
(    ) À luz de seu contexto, trata da provisão diária de cada um que diz ser cristão, tal qual o Senhor provê diariamente o pão para as aves dos céus e as vestes para os lírios do campo.
(    ) À luz de seu contexto, trata da provisão diária de cada um que busca a DEUS em primeiro lugar, tal qual o Senhor provê diariamente o pão para as aves dos céus e as vestes para os lírios do campo.
(    ) À luz de seu contexto, trata da provisão diária de cada um que congrega em uma igreja, tal qual o Senhor provê diariamente o pão para as aves dos céus e as vestes para os lírios do campo.
 
19- De que trata Filipenses 4.13?
(    ) À luz de seu contexto, alude ao fato de o crente estar bem com DEUS em qualquer circunstância, seja na fartura, seja na necessidade, desde que tudo esteja posto sob a perspectiva de DEUS.
(    ) À luz de seu contexto, alude ao fato de o crente estar bem com DEUS em qualquer circunstância de fartura, desde que tudo esteja posto sob sua própria perspectiva. .
(    ) À luz de seu contexto, alude ao fato de o crente estar bem com DEUS em qualquer circunstância de necessidade, desde que tudo esteja bem sob a perspectiva financeira do crente.
 
20- Complete:
A Bíblia fala de pessoas __________________ no meio da igreja, mas adverte a que não ponham nas _________________________ a sua confiança, sejam ricas em boas obras, generosas e prontas a repartir, tendo como sua verdadeira meta entesourar para a vida ___________________ (1 Tm 6.17-19).
 
CONCLUSÃO
21- Complete:
Alcançamos, portanto, a ____________________ felicidade quando DEUS é o nosso _____________________ Bem, "pois nele vivemos, nos movemos e ______________________" (At 17.28).
 
 
RIQUEZA E POBREZA
Lc 18.24,25: “E, vendo Jesus que ele ficara muito triste, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas! Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de Deus.”
Uma das declarações mais surpreendentes feitas por nosso Senhor é que é muito difícil um rico entrar no reino de Deus. Este, porém, é apenas um dos seus ensinos sobre o assunto da riqueza e da pobreza. Esta sua perspectiva é repetida pelos apóstolos em várias epístolas do NT.

RIQUEZA.
(1) Predominava entre os judeus daqueles tempos a idéia de que as riquezas eram um sinal do favor especial de Deus, e que a pobreza era um sinal de falta de fé e do desagrado de Deus. Os fariseus, por exemplo, adotavam essa crença e escarneciam de Jesus por causa da sua pobreza (16.14). Essa idéia falsa é firmemente repelida por Cristo (ver 6.20; 16.13; 18.24,25).
(2) A Bíblia identifica a busca insaciável e avarenta pelas riquezas como idolatria, a qual é demoníaca (cf. 1Co 10.19,20; Cl 3.5).  Por causa da influência demoníaca associada à riqueza, a ambição por ela e a sua busca freqüentemente escravizam as pessoas (cf. Mt 6.24).
(3) As riquezas são, na perspectiva de Jesus, um obstáculo, tanto à salvação como ao discipulado (Mt 19.24; 13.22). Transmitem um falso senso de segurança (12.15ss.), enganam (Mt 13.22) e exigem total lealdade do coração (Mt 6.21). Quase sempre os ricos vivem como quem não precisa de Deus. Na sua luta para acumular riquezas, os ricos sufocam sua vida espiritual (8.14), caem em tentação e sucumbem aos desejos nocivos (1Tm 6.9), e daí abandonam a fé (1Tm 6.10).  Geralmente os ricos exploram os pobres (Tg 2.5,6). O cristão não deve, pois, ter a ambição de ficar rico (1Tm 6.9-11).
(4) O amontoar egoísta de bens materiais é uma indicação  de que a vida já não é considerada do ponto de vista da eternidade (Cl 3.1). O egoísta e cobiçoso já não centraliza em Deus o seu alvo e a sua realização, mas, sim, em si mesmo e nas suas possessões. O fato de a esposa de Ló  pôr todo seu coração numa cidade terrena e seus prazeres, e não na cidade celestial, resultou na sua tragédia (Gn 19.16,26; Lc 17.28-33; Hb 11.8-10). 
(5) Para o cristão, as verdadeiras riquezas consistem na fé e no amor que se expressam na abnegação e em seguir fielmente a Jesus (1Co 13.4-7; Fp 2.3-5).
(6) Quanto à atitude correta em relação a bens e o seu usufruto, o crente tem a obrigação de ser fiel (16.11). O cristão não deve apegar-se às riquezas como um tesouro ou garantia pessoal; pelo contrário, deve abrir mão delas, colocando-as nas mãos de Deus para uso no seu reino, promoção da causa de Cristo na terra, salvação dos perdidos e atendimento de necessidades do próximo. Portanto, quem possui riquezas e bens não deve julgar-se rico em si, e sim administrador dos bens de Deus (12.31-48). Os tais devem ser generosos, prontos a ajudar o carente, e serem ricos em boas obras (Ef 4.28; 1Tm 6.17-19).
(7) Cada cristão deve examinar seu próprio coração e desejos: sou uma pessoa cobiçosa? Sou egoísta? Aflijo-me para ser rico? Tenho forte desejo de honrarias, prestígio, poder e posição, o que muitas vezes depende da posse de muita riqueza?
 
POBREZA. Uma das atividades que Jesus avocou na sua missão dirigida pelo Espírito Santo foi “evangelizar os pobres” (4.18; cf. Is 61.1). Noutras palavras, o evangelho de Cristo pode ser definido como um evangelho dos pobres (Mt 5.3; 11.5; Lc 7.22; Tg 2.5).
(1) Os “pobres” (gr. ptochos) são os humildes e aflitos  deste mundo, os quais clamam a Deus em grande necessidade, buscando socorro. Ao mesmo tempo, são fiéis a Deus e aguardam a plena redenção do povo de Deus, do pecado, sofrimento, fome e ódio, que prevalecem aqui no mundo. Sua riqueza e sua vida não  consistem em coisas deste mundo (ver Sl 22.26; 72.2, 12,13; 147.6; Is 11.4; 29.19; Lc 6.20; Jo 14.3).
(2) A libertação do sofrimento, da opressão, da injustiça e  da pobreza, com certeza virá aos pobres de Deus (Lc 6.21)
 
 
Veja a expressão de Jesus: "Se alguém entrar por mim, será salvo...", v. 9. A palavra "salvo" dentro do texto, vem do termo grego "swzw - sozo", cujo sentido é: "salvar do perigo ou da destruição", "curar", "restabelecer a saúde", "libertar", "salvação da alma", "prosperar espiritual e materialmente".
 
BHÊRITE (ALIANÇA EM HEBRAICO) = A aliança anterior é feita em base de igualdade, é uma troca, um acordo em que deus me dá e eu tenho que dar para DEUS o mesmo.
 
DIATEKE (ALIANÇA EM GREGO) = A nova aliança é diferente, é superior, pois DEUS me dá tudo o que preciso não exigindo nada em troca, a não ser fé.
Eu não tinha nada de bom a oferecer, só de ruim: pecado e iniqüidade; mesmo assim, DEUS me recebe como cabeça de aliança e me dá a salvação e todas as bênçãos provindas daí : batismo com espírito santo, dons do ESPÍRITO SANTO, participação no ministério, prosperidade material e financeira, etc... 
 
AJUDA:
CPAD - www.cpad.com.br - Bíblias, livros e revistas.
www.escoladominical.com.br
www.ebdweb.com.br com vídeos da EBD na TV (assista).
www.apazdosenhor.org.br/estudosbiblicos/
Gary Fisher D101 [Obs.: As citações bíblicas neste artigo são da Nova Versão Internacional (NVI).]  http://www.estudosdabiblia.net/d101.htm 
 
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