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LIO 1 - A PRIMEIRA CARTA DE JOO
Lies Bblicas Aluno - Jovens e Adultos - 3 TRIMESTRE DE 2009
1 Joo - Os Fundamentos Da F Crist
Comentrios do Pr. Eliezer de Lira e Silva
Consultor Doutrinrio e Teolgico: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, questionrios e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
Questionrio
 
 
 
TEXTO UREO
"Toda escritura divinamente inspirada proveitosa para ensinar, para redargir, para corrigir, para instruir em justia" (2 Tm 3.16).
 
 
 
VERDADE PRTICA
Esta carta, divinamente inspirada, aplicvel a todo leitor que deseja ter sua vida no centro da vontade de DEUS.
 
LEITURA DIRIA
Segunda
Lc 5.10-11
 
Tera
Gl 2.9
 
Quarta
1Jo 4.9,10
 
Quinta
Jo 1.12,13; 1Jo 5.1
 
Sexta
1Jo 4.7
 
Sbado
1Jo 2.24
 
 
LEITURA BBLICA EM CLASSE - 1Jo 1.1-4
1 O que era desde o princpio, ao que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mos tocaram da Palavra da vida 2 (porque a vida foi manifestada, e ns a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada), 3 o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que tambm tenhais comunho conosco; e a nossa comunho com o Pai e com seu Filho JESUS CRISTO. 4 Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra.
1.2 VIDA ETERNA. Joo define a vida eterna, em funo de CRISTO. Ela s pode ser obtida mediante a f em JESUS CRISTO e a comunho com Ele (vv. 2,6,7; 2.22-25; 5.20).
1.3 COMUNHO CONOSCO. "Comunho" (gr. koinonia) literalmente significa "ter em comum", e envolve compartilhar e participar. Os cristos tm tal comunho porque tm a f crist em comum (Tt 1.3; Jd 3), a graa de DEUS em CRISTO em comum (Fp 1.7; 1 Co 1.9), a presena neles do ESPRITO em comum (Jo 20.22; Rm 8.9,11), os dons do ESPRITO em comum (Rm 15.27) e um inimigo em comum (2.15-18; 1 Pe 5.8). No pode haver nenhuma comunho verdadeira com aqueles que rejeitam os ensinos da f do NT (2 Jo 7-11; ver Gl 1.9).

Destaque: A Palavra da vida foi manifesta na carne.
O principal objetivo de Joo era provar que JESUS, que se manifestou em carne. era e DEUS mesmo e que Nele temos a vida eterna.
Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna e para que creiais no nome do Filho de DEUS.

PRIMEIRA EPSTOLA DE JOO (BEP - CPAD)
Esboo
Introduo (1.1-4) 
I. Comunho com DEUS (1.52.28)
A. Os Princpios da Comunho com DEUS (1.52.2)
1. Nenhuma Treva h em DEUS (1.5)
2. Nenhuma Comunho nas Trevas (1.6)
3. Comunho na Luz (1.7)
4. Comunho na Purificao do Pecado (1.82.2)
B. A Manifestao da Comunho com DEUS (2.3-28)
1. Na Obedincia (2.3-5)
2. Na Semelhana com CRISTO (2.6)
3. No Amor (2.7-11)
4. Na Separao do Mundo (2.12-17)
5. Na Fidelidade Verdade (2.18-28)

II. Os Filhos de DEUS (2.293.24)
A. Caractersticas dos Filhos de DEUS (2.293.18)
B. A Confiana dos Filhos de DEUS (3.19-24)
 
III. O ESPRITO da Verdade (4.1-6)
A. O ESPRITO do Erro e sua Identificao (4.1,3,5)
B. O ESPRITO da Verdade e o nosso Conhecimento dEle (4.2,4,6)

IV. O Amor de DEUS (4.75.3)
A. A Origem Divina do Amor (4.7-10)
B. O Amor de DEUS Como Devemos Correspond-lo (4.11-13,19-21)
C. Permanecendo no Amor de DEUS (4.14-16)
D. A Perfeio do Amor (4.17,18)
E. Obedincia do Amor (5.1-3)

V. Promessas de DEUS (5.4-20)
A. A Vitria Sobre o Mundo (5.4,5)
B. A Integridade do Evangelho (5.6-10)
C. A Vida Eterna no Filho de DEUS (5.11-13)
D. As Respostas Orao (5.14-17)
E. Trs Grandes Certezas (5.18-20)

Concluso (5.21)
 
Autor: Joo
Tema: Verdade e Justia
Data:\85-95 d.C.
 
Consideraes Preliminares
Cinco livros do NT levam o nome de Joo: um Evangelho, trs epstolas e o Apocalipse. Embora Joo no se identifique pelo nome nesta epstola, testemunhas do sculo II (e.g., Papias, Irineu, Tertuliano, Clemente de Alexandria) afirmam que ela foi escrita pelo apstolo Joo, um dos doze primeiros discpulos de JESUS. Fortes semelhanas no estilo, no vocabulrio e nos temas, entre 1 Joo e o Evangelho segundo Joo, sancionam o testemunho fidedigno dos cristos primitivos, afirmando que os dois livros foram escritos pelo apstolo Joo (ver introduo ao Evangelho segundo Joo).
No h indicao dos destinatrios desta carta, como tambm no h saudaes, nem meno de pessoas, lugares ou eventos. A explicao mais provvel dessa forma rara epistolar que Joo escreveu de onde residia, em feso, a certo nmero de igrejas da provncia da sia, que estavam sob sua responsabilidade apostlica (cf. Ap 1.11).
Visto que as congregaes tinham um problema comum e necessidades semelhantes, Joo escreveu esta epstola como carta circular, enviando-a por um emissrio pessoal, juntamente com suas saudaes pessoais.
O assunto principal desta epstola o problema dos falsos ensinos a respeito da salvao em CRISTO e seu processo no crente. Certas pessoas, que anteriormente conviveram com os leitores da epstola, deixaram as congregaes (2.19), mas os resultados dos seus falsos ensinos continuavam a distorcer o evangelho, quanto a saber que tinham a vida eterna. Doutrinariamente, a sua heresia negava que JESUS o CRISTO (2.22; cf. 5.1) ou que JESUS veio em carne (4.2,3). Na rea moral, ensinavam que no era necessrio f salvfica (cf. 1.6; 5.4,5), a obedincia aos mandamentos de JESUS (2.3-4; 5.3) e uma vida santa, separada do pecado (3.7-12) e do mundo (2.15-17).

Propsito
O propsito de Joo ao escrever esta epstola foi duplo: (1) expor e rebater os erros doutrinrios e ticos dos falsos mestres e (2) exortar seus filhos na f a manter uma vida de santa comunho com DEUS, na verdade e na justia, cheios de alegria (1.4) e de certeza da vida eterna (5.13), mediante a f obediente em JESUS, o Filho de DEUS (4.15; 5.3-5,12), e pela habitao interior do ESPRITO SANTO (2.20; 4.4,13). Alguns crem que a epstola tambm foi escrita como uma seqncia do Evangelho segundo Joo.

Viso Panormica
A f e a conduta esto fortemente entrelaados nesta carta. Os falsos mestres, aos quais Joo chama aqui de anticristos (2.18-22), apartaram-se do ensino apostlico sobre CRISTO e a vida de retido. De modo semelhante a 2 Pe e Jd, 1 Jo refuta e condena com veemncia os falsos mestres (e.g., 2.18,19,22,23,26; 4.1,3,5) com suas crenas e conduta destruidoras.
Do ponto de vista positivo, 1 Jo expe as caractersticas da verdadeira comunho com DEUS (e.g., 1.32.2) e revela cinco evidncias especficas pelas quais o crente poder saber, com confiana e certeza, que tem a vida eterna: (1) a evidncia da verdade apostlica a respeito de CRISTO (1.1-3; 2.21-23; 4.2,3,15; 5.1,5,10,20); (2) a evidncia de uma f obediente que guarda os mandamentos de CRISTO (2.3-11; 5.3,4); (3) a evidncia de um viver santo, i.e., afastar-se do pecado, para comunho com DEUS (1.6-9; 2.3-6,15-17,29; 3.1-10; 5.2,3); (4) a evidncia do amor a DEUS e aos irmos na f (2.9-11; 3.10,11,14,16-18; 4.7-12,18-21); e (5) a evidncia do testemunho do ESPRITO SANTO no crente (2.20,27; 4.13). Joo afirma, por fim, que a pessoa pode saber com certeza que tem a vida eterna (5.13) quando estas cinco evidncias so manifestas na sua vida.

Caractersticas Especiais
Cinco caractersticas principais h nesta epstola.
(1) Ela define a vida crist empregando termos contrastantes e evitando todo e qualquer meio-termo entre luz e trevas, entre verdade e mentira, entre justia e pecado, entre amor e dio, entre amar a DEUS e amar ao mundo, entre filhos de DEUS e filhos do diabo, etc.
(2) importante ressaltar que este o nico escrito do NT que fala de JESUS como nosso Advogado (gr. parakletos) para com o Pai, quando o crente fiel peca (2.1,2; cf. Jo 14.16,17,26; 15.26; 16.7,8).
(3) A mensagem de 1 Jo fundamenta-se quase que inteiramente no ensino apostlico, e no na revelao anterior do AT; no h claramente na carta referncias s Escrituras do AT.
(4) Visto tratar da cristologia, e ao mesmo tempo refutar determinada heresia, a carta focaliza a encarnao e o sangue (i.e., a cruz) de JESUS, sem mencionar especificamente a sua ressurreio.
(5) Seu estilo simples e reiterativo, medida que Joo apresenta certos termos principais, como luz, verdade, crer, permanecer, conhecer, amor, justia, testemunho, nascido de DEUS e vida eterna.
 
JOO, O APSTOLO
O apstolo Joo era conhecido como "o discpulo amado de JESUS". Foi o autor do quarto Evangelho no Novo Testamento. Tambm escreveu trs epstolas (cartas a outros cristos) e o livro do Apocalipse. O apstolo Joo gozava de alta reputao entre os cristos e sua influncia tem sido sentida atravs dos sculos. Embora muitos cristos o respeitem, no sabemos muito de sua vida. Quando a Bblia fala de Joo, ele est sempre acompanhado de Pedro ou Tiago. E mesmo quando a Bblia menciona Joo e Pedro, quase sempre Pedro que est falando. Por isso difcil termos um quadro completo de como foi a vida de Joo. Entretanto, juntando-se diferentes histrias do Novo Testamento, podemos ter uma idia melhor sobre a vida do "discpulo que JESUS amava".
JOO NOS EVANGELHOS SINTICOS
Os Evangelhos sinticos (Mateus, Marcos e Lucas) nos do a maioria das informaes biogrficas que temos sobre Joo. O nome do pai de Joo era Zebedeu e Joo tinha um irmo chamado Tiago (Mateus 4:21). O Evangelho de Mateus nos conta que Maria Madalena, Maria, me de Tiago e Jos, e "a me dos filhos de Zebedeu" estavam presentes na morte de CRISTO (27:56). O Evangelho de Marcos tambm cita trs mulheres: Maria Madalena, Maria me de Tiago, e Salom (Marcos 15:40). Quando comparamos estas duas passagens na Bblia, podemos deduzir que Salom pode ter sido o nome da me de Joo. Alm disso, o Evangelho de Joo nos relata que Salom era irm da me de JESUS (Joo 19:25). Assim Joo seria primo de JESUS. No podemos ter certeza disso, porque certamente havia muitas outras mulheres aos ps da cruz durante a crucificao (Mateus 27:55). Muitas pessoas aceitam que JESUS e Joo eram primos, mas no h certeza absoluta sobre isso. Joo fazia parte do grupo de discpulos que JESUS convocou s margens do Mar da Galilia (Mateus 4:21-22 e Marcos 1:19-20). Foi um dos primeiros discpulos chamados. possvel que fosse o companheiro annimo de Andr quando aquele apstolo seguiu a JESUS (Joo 1:35-37).
OS DISCPULOS MAIS PRXIMOS DE JESUS
JESUS escolheu trs discpulos - Pedro, Tiago e Joo - para estarem especialmente perto dele durante o seu ministrio na terra. Por causa de sua posio especial, estiveram com JESUS durante as grandes ocasies. Joo, Tiago e Pedro estavam presentes com JESUS na Transfigurao (Mateus 17:1-2, Marcos 9:2 e Lucas 9:28-29). JESUS tambm levou justamente esses trs para a casa de Jairo quando ressuscitou a filha daquele homem (Marcos 5:37, Lucas 8:51). Antes de JESUS ser preso, estava orando com Pedro, Tiago e Joo no Jardim do Getsmani (Mateus 26:37, Marcos 14:33). Embora JESUS tivesse ficado zangado com eles por estarem dormindo em vez de orarem, no devemos esquecer o fato de que em seu tempo de grande aflio, quando se preparava para morrer na cruz, JESUS quis que esses trs discpulos estivessem perto dele. H outras ocasies em que Joo mencionado nos Evangelhos. Lucas nos conta que Joo, que era pescador, ficou muito surpreso quando milagrosamente JESUS fez com que os discpulos apanhassem uma enorme quantidade de peixe (Lucas 5:9-10). Quando o ministrio de JESUS estava quase encerrado, a Bblia nos relata como Joo, Pedro, Tiago e Andr perguntaram a JESUS quando chegaria o fim do mundo e qual seria o sinal para esse acontecimento (Marcos 13:3-4). Tambm durante a ltima noite em que estiveram juntos, JESUS mandou que Pedro e Joo preparassem a ceia da Pscoa (Lucas 22:8).
De um ponto de vista estritamente literrio, a Primeira Epstola de Joo (1Jo) poderia ser classificada como um sermo ou um discurso teolgico. A razo que no se encontra na carta qualquer meno de autor, destinatrio, introduo, saudaes e despedida. No entanto, desde os primeiros tempos do Cristianismo se tem reconhecido que este documento , se no uma missiva pessoal propriamente dita, uma espcie de carta pastoral dirigida ao conjunto dos membros de algumas igrejas residentes em lugares prximos uns dos outros: pequenas congregaes da sia Menor, necessitadas de instruo e conselhos que as ajudassem a viver em plenitude o testemunho da sua f em JESUS CRISTO que veio em carne (4.2-3).
 
 
 
 
PRIMEIRA EPSTOLA DE JOO (ILUMINA BBLIA)
DATA E LUGAR DE REDAO
Sendo assim, a falta desses dados pessoais que so caractersticos do gnero epistolar (ver a Introduo s Epstolas), o presente escrito tem sido atribudo, desde o princpio, assim como tambm 2 e 3Joo (ver as respectivas introdues), ao apstolo Joo. Tradicionalmente, se admite que foi escrita em feso, por volta dos anos 90. Mesmo que se entenda como sermo ou como carta, o certo que 1Joo est muito prximo do Evangelho Segundo Joo, tanto por razes de redao como pela ternura com que tambm ela chega ao leitor, por essa entonao clida to claramente perceptvel em expresses como filhinhos ou filhinhos meus (2.1,12,14,18,28; cf. Jo 13.33; 21.5) e nas freqentes notas como vos escrevo (2.7-26; 5.13).
PROPSITO
O estilo literrio de 1Joo repetitivo. Os diversos temas, logo aps uma exposio inicial (1.52.29), reaparecem pela segunda (3.14.6) e ainda pela terceira vez (4.75.12), mesmo separadamente ou entrelaados. Essa insistncia nos elementos temticos vem lanar luz sobre algo que pertence aos prprios motivos bsicos do escrito, que no so outros seno a inquietude do autor ante a presena de certos elementos estranhos que, em diferentes lugares, estavam perturbando a f e a comunho dos crentes. O autor no diz quais eram as doutrinas e nem quem eram os causadores da sua preocupao, mas, provavelmente, tratasse de alguns ensinamentos que, sob o nome genrico de gnosticismo, comeavam desde ento a infiltrar-se nos crculos cristos da sia Menor. Assim como no quarto Evangelho, tambm 1Joo manifesta o propsito perseguido pelo seu autor. A epstola inteira um testemunho com respeito ao Verbo da vida (1.1; cf. Jo 1.1), uma confisso de f escrita para que a nossa alegria seja completa (1.4), a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vs outros que credes em o nome do Filho de DEUS (5.13. Cf. Jo 20.31).
CONTEDO E ESTRUTURA
Expresses como estas do caracterstica carta, que afirma a divindade de JESUS CRISTO (1.2-7; 2.22-23; 4.2,8,14; etc.), expressa a filiao divina do crente (3.1-2,9-10; etc.), reprova a conduta dos anticristos (2.18-19,22; 4.3) e revela que a justia de DEUS se cumpre no fato essencial do seu amor, demostrado ao entregar o seu Filho em propiciao pelos nossos pecados (2.1-2; 3.5; 4.8-10,16-17). Contra os anticristos, esses falsos profetas que negam a divindade de JESUS e a sua misso redentora, Joo exorta os cristos a que permaneam no relacionamento de amor e vida, que a comunho com DEUS, concretizada na realidade imediata do amor fraternal (2.9-11; 3.9-12,14-18,23; 4.7-8,11-12,16-21). O vocabulrio e as locues desta epstola evocam ao leitor a linguagem do quarto Evangelho: ser chamados de filhos de DEUS (3.1-2,10), ser nascidos de DEUS (3.9), permanecer em DEUS (2.24,27-28; 3.24; 4.7,16; etc.), ter o Pai (ou ter o Filho) possuir a vida eterna (2.23; 5.12-13). A carta e o Evangelho tambm se aproximam no uso de determinados conceitos e imagens, apresentados muitas vezes em forma de anttese: luz-trevas (1.5-7; 2.8-11, cf. Jo 1.5; 8.12; etc.), verdade-mentira (1.6,8; 2.21, cf. Jo 8.44), vida-morte (3.14; 5.12, cf. Jo 5.24-25), filhos de DEUS-filhos do diabo (3.10, cf. Jo 8.44). Igualmente caracterstico da epstola e do Evangelho o uso da palavra Verbo para referir-se ao Filho de DEUS feito homem (1.1, cf. Jo 1.1-5,14). Com essas e outras figuras literrias, o autor explica em que consiste o conhecimento que o cristo tem de DEUS: DEUS amor, e amar conhecer a DEUS (4.7-12,16,21) com um conhecimento que tem sido revelado em JESUS CRISTO. Este o verdadeiro DEUS e a vida eterna (5.20).
 
ESBOO:
Prlogo: O Verbo da vida (1.1-4)
1. DEUS Luz: Permaneamos na luz (1.52.29)
2. DEUS o nosso Pai: Andemos como filhos de DEUS (3.14.6)
3. DEUS amor: Amemo-nos uns aos outros (4.75.12)
Eplogo (5.13-21)
 
 
PRIMEIRA EPSTOLA DE JOO (Bblia Plenitude)
Autor: Apstolo Joo
Data: Cerca de 90 dC
Autor e Receptores
Embora esta carta seja annima, seu estilo e vocabulrio indicam claramente que foi escrita pelo autor do Evangelho de Jo. Evidncias internas tambm apontam Joo como o autor, e o antigo testemunho atribui, com unanimidade, a carta a ele.
A falta de especial dedicao e saudao indicam que a carta foi circular, provavelmente enviada igrejas perto e feso, onde Joo passou seus ltimos dias.
 
Data
O peso de uma tradio antiga e forte sobre Joo ter passado seus ltimos anos em feso, junto com o fato do tom dos escritos sugerirem que se trata de um produto de um homem maduro que passou por experincia espiritual profunda, apontam uma data prxima ao final do sc. I. Alm disso, o carter da heresia combatida na carta aponta para a mesma poca, cerca de 90 dC.
 
Ocasio e Objetivo
Joo declara ter escrito para dar garantia da vida eterna queles que Crem no nome do Filho de DEUS (5.13). A incerteza de seus leitores sobre sua condio espiritual foi causada por um conflito desordenado com os mestre de uma falsa doutrina. Joo refere-se ao ensinamento como enganosos (2.26; 3.7) e aos mestres como falsos profetas (4.1), mentirosos (2.22) e anticristos (2.18,22; 4.3). Eles um dia tinham estado com a igreja, mas tinham se afastado (2.19) e tinham se levantado no mundo (4.1) para propagar sua perigosa heresia.
Heresia era um precursor do gnosticismo do sc. II, que ensinava que a matria era essencialmente ruim e o esprito era essencialmente bom. O ponto de vista dualista fez com que os falsos mestres negassem a encarnao de CRISTO e, portanto, a ressurreio. O verdadeiro DEUS, ensinavam eles, nunca poderia habitar um corpo material de carne e sangue. Portanto, o corpo humano que JESUS supostamente possuiu no era real, mas apenas aparente. Joo escreveu vigorosamente contra esse erro (2.22-23; 4.3).
Eles tambm ensinavam que, como o corpo humano era um simples invlucro para o esprito interior, e como nada que o copo fizesse poderia afetar o esprito interno, as distines ticas pararam de ser relevantes. Portanto, eles no tinham pecado, Joo responde esse erro com indignao (2.4,6,15-17; 3.3,7,9-10; 5.18).
Gnosticismo uma palavra derivada do grego gnosis, que significa conhecimento. Mais tarde, os gnsticos ensinavam a salvao atravs de esclarecimento mental, que acontecia somente para iniciados da elite espiritual, e no aos cristos comuns. Em virtude disso, eles substituram a f pelas buscas espirituais e exaltaram a especulao mais do que os dogmas bsicos do evangelho. Mais uma vez Joo reagiu energicamente (2.20,27), declarando que no h revelao particular reservada para alguns poucos intelectuais, e que todo o corpo de crentes possui a doutrina apostlica.
O objetivo de Joo ao escrever, ento, era expor a heresia dos falsos mestres e confirmar a f dos verdadeiros crentes.
 
Caractersticas
Existem grandes semelhanas entre e o Evangelho de Jo e 1Jo. O tom da epstola amigvel e paterna, refletindo a autoridade que a idade e o apostolado trazem. O estilo informal e pessoal, revelando o relacionamento ntimo do apostolo com DEUS e com o povo de DEUS.
 
Contedo
Em primeiro lugar, Joo ressalta os temas do amor, luz, conhecimento e vida em suas advertncias contra a heresia. Esses elementos repetem-se por toda a carta, sendo o amor a nota dominante. Possuir amor evidncia clara de que uma pessoa crist, e a falta de amor indica que a pessoa est nas trevas (2.9-11; 3.10-23; 4.7-21).
Joo afirma que DEUS a luz, e a comunho com ele faz com que as pessoas caminhem em verdadeira comunho com outros crentes. A comunho com DEUS e os irmos permite que as pessoas reconheam atravs da uno de DEUS, a falsa doutrina e o esprito do anticristo.
A comunho com DEUS exige que se caminhe na luz e se obedea aos mandamentos de DEUS (1.6-7; 2.3,5). Aquele que pratica justia justo, assim como ele justo (3.7), enquanto qualquer que no pratica a justia e no ama a seu irmo no de DEUS (3.10). O amor ao Pai e o amor ao mundo so totalmente incompatveis (2.15-17), e nenhuma pessoa nascida de CRISTO tem o hbito de praticar o pecado (3.9; 5.18). CRISTO anttese do pecado, e ele se manifestou para tirar os nossos pecados (3.5).
O cap. 4 continua com o tema da identificao dos espritos rivais - falsos profetas que saram para o mundo (v.1). A fim de testar os espritos, nos devemos encontrar quem eles reconhecem como salvador e senhor. Todos os espritos que no reconhecem que JESUS DEUS em carne no de DEUS (v.3).
A epstola termina com o testemunho de JESUS, o Filho de DEUS. JESUS aquele que veio. O ttulo tcnico do Messias aquele que havia de vir ou aquele que veio (Mt 11.3; 1Jo 5.6). Joo o identifica como aquele que veio pela gua e pelo sangue, o DEUS que veio e habitou entre ns, a palavra que tornou-se carne.
 
CRISTO Revelado
Joo enfatiza tanto a divindade quanto a humanidade de JESUS, declarando que DEUS entrou completamente na vida humana atravs dele. Um teste do Cristianismo a crena correta sobre a encarnao (4.2,15; 5.1).
JESUS nosso advogado junto ao Pai (2.1). O pecado no combina com a vida de um cristo; mas, se ele pecar, JESUS defende seu caso.
JESUS a propiciao pelos nossos pecados (2.2; 4.10).
JESUS tambm o nosso Salvador, enviado por DEUS para nos resgatar do pecado (1.7; 3.5; 4.14). Apenas atravs dele podemos alcanar a vida eterna (5.11,12).
Joo apresenta a segunda vinda de JESUS como um incentivo para que permaneamos firmes na f (2.28), e ele oferece a garantia de que nossa completa transformao semelhana de CRISTO acontecer no momento de sua volta.
 
O ESPRITO SANTO em Ao
Joo descreve um ministrio triplo do ESPRITO SANTO nesta carta. Em primeiro lugar, o dom do ESPRITO que nos assegura que em nosso relacionamento com CRISTO, tanto ele fiel a ns (3.24) como ns somos fiis a ele (4.13). Em segundo lugar, o ESPRITO SANTO testemunha a realidade da encarnao (4.2;5.6-8). Em terceiro, o ESPRITO guia os verdadeiros crentes a uma completa realizao da verdade em relao a JESUS, que eles podem se opor com sucesso aos herticos que negaram esta verdade (2.20; 4.4).
 
Esboo de 1 Joo
I. A encarnao 1.1-10
DEUS tornou-se carne na forma humana 1.1-4
DEUS luz 1.5-10
II. A vida de Justia 2.1-29
Caminhada na luz 2.1-7
Advertindo contra o esprito do anticristo 2.18-29
III. A vida dos filhos de DEUS 3.1-4.6
Justia 3.1-12
Amor 3.13-24
Crena 4.1-6
IV. A fonte do amor 4.7-21
V. O triunfo da Justia 5.1-5
VI. A garantia da vida eterna 5.6-12
VII. Certezas crists 5.13-21
 
 
PRIMEIRA EPSTOLA DE JOO por Ansio Renato de Andrade Bacharel em Teologia
AUTORIA Joo, o apstolo. Seu nome no mencionado em suas trs epstolas. No obstante, sua autoria foi confirmada por Policarpo, Papias, Eusbio, Irineu, Clemente de Alexandria e Tertuliano. O nome "Joo" significa "graa de DEUS". Era judeu, pescador (Mt.4.21), irmo de Tiago, filho de Zebedeu e Salom (Compare Mt.27.56 e Mc.15.40). Foi chamado de discpulo amado Jo.13.23; 19.26; 21.20. Foi o discpulo mais ntimo do Mestre. At no momento da crucificao, Joo estava presente. Isso mostra sua disposio de correr risco de vida para ficar ao lado de JESUS. Apesar de ter fugido no momento da priso de CRISTO, Joo voltou pouco tempo depois.
JESUS chamou Joo e Tiago de boanerges, "filhos do trovo", referindo-se ao seu temperamento indcil, tempestuoso, violento (Mc.3.17; Mc.9.38; Lc.9.54).
So vrias as citaes a respeito de Joo nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. Seu nome omitido no seu evangelho (Joo 20.2; 19.26; 13.23; 21.2). Encontram-se referncias ao apstolo tambm em At.4.13; 5.33,40; 8.14; Gl.2.9; 2 Jo.1; 3 Jo.1; Apc.1.1,4,9. Na segunda e na terceira epstola, ele se apresenta como "o presbtero". Podendo se apresentar como apstolo, demonstrou humildade ao utilizar ttulo mais simples. Em Apocalipse, apresenta-se como "servo".
Aps o exerccio do seu ministrio em Jerusalm, Joo foi pastor em feso, onde morreu entre os anos 95 e 100. Policrates (ano 190), bispo de feso, escreveu: "Joo, que se reclinara no seio do Senhor, depois de haver sido uma testemunha e um mestre, dormiu em feso."
 
Palavras chave: Conhecimento (ou saber) , amor e comunho.
Data de escrita da primeira epstola Final do primeiro sculo, entre os anos 95 e 100.
Local de origem feso
Destinatrios Por no conter saudaes, despedidas ou meno de nomes, tem-se considerado que a carta foi destinada igreja em geral. O apstolo trata carinhosamente os destinatrios como "meus filhinhos" (2.1,18,28; 3.7,18; 4.4; 5.21) e "amados" (3.2,21; 4.1,7,11). Isso parece indicar que, embora no tenha vinculado a epstola a uma comunidade especfica, o autor tem em mente pessoas conhecidas, as quais seriam as primeiras a receberem aquela mensagem.
 
CARACTERSTICAS
A carta apresenta denncia contra os falsos e incentivo aos verdadeiros cristos. O autor incisivo, direto, totalmente convicto. Sua afirmaes so muito fortes no sentido de apontar o erro e a verdade.
O propsito da carta est bem definido com tambm vimos no evangelho (Joo 20.31). A epstola foi escrita:
1 - "Para que a nossa alegria seja completa" - 1.4
2 - "Para que no pequeis" - 2.1.
3 - Para advertir contra os enganadores - 2.26.
4 - "Para que saibais que tendes a vida eterna" - 5.13.
Entendemos que o autor estava bastante preocupado com a igreja, em seu estado presente e futuro. Os demais apstolos j haviam morrido e falsos mestres apareciam por toda parte. Alertando os irmos, o apstolo ficaria mais tranqilo e sua alegria seria completa (1.4). Seu alerta contra o pecado (2.1) e contra as heresias (2.26). So duas portas para o diabo entrar nas vidas e nas igrejas. Embora as duas coisas estejam intrinsicamente ligadas, as heresias apresentam um elemento muito perigoso. Todo tipo de pecado deve ser evitado, mas se, eventualmente, cometermos algum, confessaremos e seremos perdoados (1.7,9; 2.1). A heresia entretanto, constitui-se num caminho de afastamento de DEUS. A heresia, do tipo mencionado por Joo, leva apostasia. Ento, tem-se uma situao muito perniciosa em que a pessoa est errada mas pensa que est certa. Trata-se de um estado de pecado sem reconhecimento, sem confisso, sem arrependimento e, consequentemente, sem perdo. Aquele que passa a crer numa doutrina contrria cruz, como pode ser perdoado? No que DEUS se recuse a perdo-lo, mas a prpria pessoa no acredita na nica soluo divina, que o sacrifcio de CRISTO. A reverso desse quadro possvel, mas muito difcil. O melhor a preveno contra as heresias e isso se faz atravs do conhecimento e apego Palavra de DEUS.
 
CENRIO OBSERVADO POR JOO
A situao da igreja inspirava cuidados. Notamos isso pelo que se l nas cartas s sete igreja da sia (Apc.2 e 3). As heresias grassavam em muitas comunidades. Em Apocalipse, livro escrito na mesma poca, Joo menciona as expresses "sinagoga de Satans" (Ap.2.9), "nicolatas" (Ap2.6,15), "doutrina de Balao"(Ap.2.14), etc.
O gnosticismo, sistema que mistura idias filosficas, crenas judaicas e crists, era uma das principais fontes de heresias da poca. Assim, muitos cristos se tornaram gnsticos. Criam em JESUS mas negavam a realidade de sua encarnao e morte. O fato de se denominarem cristos criava uma situao confusa. Quem eram os verdadeiros cristos? Os que criam de uma forma ou os que criam de outra?
Joo observou a necessidade de identificao, discernimento, definio e posicionamento. Observemos as perguntas-chave que autor apresenta:
1 "Quem o mentiroso seno aquele que nega que JESUS o CRISTO?" (I Jo.2.22).
2 "Quem o que vence o mundo seno aquele que cr que JESUS o Filho de DEUS?" (I Jo.5.5).
O autor se mostra bastante interessado em mostrar "QUEM O QU". So usados pronomes demonstrativos e indefinidos para apresentar especificaes bem definidas que permitem identificar os indivduos em relao a CRISTO. Joo usa repetidamente a frmula: "Quem no faz isso no aquilo". ou "Quem faz tal coisa outra coisa".
 
Aquele - 2.6,11,17,22,23,26,29; 3.4,6,17; 5.1,5,16,18 (Veja tambm II Joo 1.9).
Algum 2.1,15,27; 4.20; 5.16.
Quem 4.7,8,9,10.
 
O mentiroso e o verdadeiro precisam ser identificados. Essa a misso de Joo em sua primeira epstola. O autor ajuda a identificar os personagens do cenrio e a situao dos prprios leitores no contexto da verdade e da mentira. O exemplo clssico utilizado o de Caim e Abel (I Jo.3.11-12), representando dois grupos de pessoas que estavam dentro da igreja. O autor identifica quem est em comunho com DEUS e quem no est. No quadro a seguir, listamos diversas expresses da epstola atravs das quais se traa uma linha divisria entre os dois grupos. Vamos cham-los, alegoricamente, de "grupo de Abel" e "grupo de Caim".
 
"Grupo de Abel"
"Grupo de Caim"
Vida (1.1,2; 2.16,25; 3.14,15,16; 5.11,12,13,16,20)
Morte (3.14; 5.16-17)
Verdade 1.6,8; 2.4,5,8,21,27; 3.18,19; 4.6; 5.7,20. 
Mentira 1.6,10; 2.4,21,22,27; 4.20; 5.10
Erro 4.6 Engano - 1.8; 2.26; 3.7
Verdadeiro (2.8,27; 5.20)
Falso ou mentiroso (2.22)
ESPRITO da verdade (4.6)
esprito do erro (4.6)
CRISTO (1.3, etc)
Anticristo (2.18,22)
Amor ao irmo (2.10)
Amor ao mundo (2.15)
Sofre dio do mundo (3.13)
dio ao irmo (2.11; 3.15)
Luz - 1.5,7; 2.8,9, 10.
Trevas 1.5,6; 2.8,9,11. 
 
possvel passar de um lado para o outro. Esse trnsito pode ser chamado converso ou, no sentido contrrio, apostasia. Joo disse que "passamos da morte para a vida." (3.14). E o seu cuidado era para que no acontecesse o processo contrrio com alguns irmos que, envolvidos pela heresia, pudessem passar da verdade para a mentira.
 
IDENTIFICANDO A DOUTRINA, O MESTRE E O ESPRITO
A heresia uma doutrina errada, mas isso pode no estar to claro no incio. O que chega at ns simplesmente uma doutrina. Esta deve ser ento identificada. Por meio dos parmetros encontrados na epstola, o autor identifica a doutrina, o mestre e o esprito que est por trs (2.22-23, 4.1-6). As chaves identificadoras so:
Estes so os "instrumentos" que nos faro identificar a verdade e a mentira. Tais indicadores so complementares entre si. Se algum negar que CRISTO o Filho de DEUS, estar reprovado. No est na verdade. Se algum afirma que CRISTO o Filho de DEUS mas nega sua encarnao e morte, estar reprovado. Se algum diz ter uma f correta a respeito de CRISTO, ento o prximo teste a relao com os irmos. Se a pessoa odeia os irmos ou lhes nega auxlio nas necessidades, ento estar reprovada. Se a pessoa ama o mundo, anda segundo o mundo, vive de modo agradvel ao mundo, pecando habitualmente, ento est do lado da mentira. A relaes com os irmos e com o mundo constituem evidncias visveis do tipo de relao que temos com CRISTO, uma vez que esse vnculo espiritual e invisvel.
O objetivo dessas colocaes no sairmos julgando as pessoas dentro da igreja. Em primeiro lugar, cada um deve julgar e purificar a si mesmo (I Jo.3.3; 5.10; I Cor.11.28,31; II Cor.13.5; II Jo.1.8). Depois, preciso que saibamos julgar as profecias e as doutrinas que recebemos (I Cor.14.29; I Tess.5.20-21; I Cor.10.15). Se uma doutrina contrria a CRISTO, contrria comunho dos irmos ou favorvel ao mundanismo, ento dever ser rejeitada. Finalmente, a vida de um mestre dever ser avaliada para que se decida sobre a sua doutrina. "Pelos seus frutos os conhecereis." (Mt.7.15-16). Muitos irmos podem apresentar uma srie de erros e at mesmo pecados por uma questo de imaturidade, fraqueza, ignorncia, etc. No devem ser alvos de julgamentos mas de orientao. O objetivo de Joo era alertar contra aqueles que se colocavam como mestres da igreja.
 
ESTAR E PERMANECER - POSIO E PERSEVERANA
No cenrio da verdade e da mentira precisamos nos localizar. Onde estamos? Joo usa diversas vezes o verbo "estar". Em algumas delas, ele se preocupa em "localizar" espiritualmente as pessoas. Se guardamos a palavra e amamos os irmos, isso indica que "estamos" em CRISTO. Quem no ama seu irmo, "est" nas trevas. Finalizando, o autor diz que "estamos" em CRISTO, que o verdadeiro DEUS. (I Jo.2.5,6,9; 5.20).
Podemos ter nossa posio muito bem definida. Entretanto, vamos mant-la? Um outro verbo muito importante para Joo "permanecer". Lembre-se do captulo 15 do evangelho de Joo: "Permanecei em mim e eu permanecerei em vs". "Se algum permanece em mim e eu nele, esse d muito fruto." "Se algum no permanecer em mim, ser lanado fora." "Se vs permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vs pedireis o que quiserdes e vos ser feito." "Permanecei no meu amor...", etc.
Na primeira epstola, a nfase continua nos seguintes textos: 2.10,14,17,19,24,27,28; 3.6,9,14,15,17,24; 4.12,13,15,16. Em todos esses versculos aparece o verbo "permanecer". Isso demonstra a preocupao do autor com a perseverana dos irmos no caminho da verdade. (Veja tambm II Joo 1.2,9).
 
COMBATE AO GNOSTICISMO
Joo se mostrou bastante combativo em relao ao gnosticismo. Esta palavra vem do termo grego "gnosis" que significa "conhecimento". Os gnsticos criam e ensinavam que a salvao da alma dependia do conhecimento de alguns mistrios s revelados aos que participavam de seus rituais de iniciao. O apstolo usou ento a mesma palavra, "conhecimento", para combater as heresias gnsticas. Tanto no evangelho como na primeira epstola, ele mostrou o que realmente importa conhecer: A verdade, que o prprio CRISTO e o amor, que o prprio DEUS.
O conhecimento sem amor pode causar tragdias. A bomba atmica um exemplo clssico.
O verbo "conhecer" aparece nos seguintes versculos: I Jo. 2.3,13,14,18,20; 3.1,6,16,19,20,24; 4.2,6,7,8,13,16; 5.2.20. (II Joo 1.1).
A carta destaca tambm a palavra "luz", que tambm um smbolo do conhecimento: 1.5,7; 2.8,9, 10.
Outro verbo similar o "saber". Essa palavra tem um sentido muito forte, pois no admite dvida, insegurana, medo nem ignorncia. O comentrio da Bblia Thompson chama a primeira epstola de Joo de "a carta das certezas". O autor usa o verbo "saber" de uma forma bastante clara e determinada. (I Jo.2.3,5,11,21,29; 3.2,5,14,15; 5.15). Ele diz: "Sabemos que somos de DEUS." No estamos perdidos nem confusos. SABEMOS quem somos, onde estamos e para onde vamos.
O gnosticismo afirmava que o mal residia na matria. Portanto, negavam que DEUS pudesse se encarnar. Em relao a CRISTO, Joo escreveu: "ns ouvimos, vimos, contemplamos, nossas mos tocaram..." (I Jo.1.1-3). Ou seja, o apstolo estava afirmando insistentemente que o corpo de CRISTO era matria, pois poderia ser tocado, como de fato o foi. No se tratava de um esprito, uma apario, como os gnsticos afirmavam. (I Jo.4.2; 5.6)
 
 
OUTRAS PALAVRAS, EXPRESSES E CONCEITOS EM DESTAQUE
VIDA - 1.1,2; 2.16,25; 3.14,15,16; 5.11,12,13,16,20
Vida de DEUS para ns por meio de CRISTO.
MUNDO - nosso posicionamento: no amamos o mundo; somos odiados por ele; haveremos de venc-lo (I Jo.2.2,15,16,17; 3.1,13,17; 4.1,3,4,5,9,14,17; 5.4,5,19).
VERDADEIRO - Mandamento 2.8. Luz 2.8. Uno 2.27. JESUS 5.20. DEUS 5.20.
AMOR ( e verbo amar) 2.5,10,12,15; 3.1,10,14,16 (x Jo.3.16). 3.17,18,23; 4.7,8,9,10,11,12,16,17,18,19,20,21; 5.1,2,3. (Obs. II Jo.1,3,6 III Jo.1,6,7 Apc.2.3,4,19; 3.9,19). So da autoria de Joo alguns dos mais famosos versculos bblicos sobre o amor: "DEUS amor" e "Porque DEUS amou o mundo de tal maneira..."
Na primeira epstola, o autor usa o verbo amar em diversas conjugaes: ama, ameis, amamos, amemo-nos, amado, amados, amou, amar-nos, amo, amar, ame, amemos.
O amor vem de DEUS, atravs de JESUS. "Ele nos amou primeiro". Da em diante, o amor deve ter livre curso em direo aos irmos, mas no em direo ao mundo. O amor deve "circular como sangue" no Corpo de CRISTO, que a igreja.
COMUNHO - 1.3,6,7.
MANDAMENTO(s) - 2.3,4,7,8; 3.22,23,24; 4.21; 5.2,3.
O QUE SE DIZ E O QUE SE - 1.6,8,10; 2.4,6,9; 4.20;
MANDAMENTOS NEGATIVOS
NO AMEIS o mundo - 2.15.
NO CREIAIS a todo esprito 4.1.
O amor e a f s so positivos quando bem direcionados.
 
 
 
 
RESUMO DA LIO 01 -  A PRIMEIRA CARTA DE JOO
REVISTA CPAD - 3TRIMESTRE DE 2009
I. ENTENDENDO A CARTA DE JOO, O APSTOLO
Foram trs anos de ininterrupta convivncia e aprendizagem ministerial com o Mestre.
II. CONHECENDO O AUTOR DA CARTA
1. Um autor com uma caracterstica singular
III. O PROPSITO DA CARTA DE JOO
1. Erro concernente a Cristo.
2. Auto-engano moral.
CONCLUSO
condio bsica para manter-se fiel at a volta de Cristo
- permanecer na luz e cultivar o seu amor pelos irmos.
 
 
OBJETIVOS: Aps esta aula, o aluno dever estar apto a:
Enumerar algumas caractersticas pessoais do autor da epstola.
Defender os fundamentos doutrinrios da f crist.
Descrever as principais heresias defendidas pelo gnosticismo e refutadas por Joo.

ORIENTAO PEDAGGICA

Caro professor, mesmo sendo relativamente pequena (5 captulos, 105 versculos), a Primeira Epstola de Joo apresenta pores doutrinrias que so fundamentais para o perfeito entendimento da f crist. Devido nfase sobre a encarnao do Filho e sua preexistncia eterna, estudiosos afirmam que a teologia Joanina essencialmente cristolgica. Alis, tal doutrina, tratada tambm em seu Evangelho, o ponto central da discusso com os gnsticos. Os temas como justia, depravao universal, expiao universal, o amor (gape), tambm recebem especial ateno do apstolo. Apresente o esboo abaixo, aprofunde-se nas doutrinas mencionadas.
Ttulo: 1 Joo
Autor: Joo
Data e Ocasio: 85-95 d.e
Tema: A Verdade Cristolgica e a Conduta Crist
Propsito:
Defender a cristologia (a f em JESUS CRISTO tal como Ele verdadeiro homem e verdadeiro DEUS) da heresia gnstica (cristologia deturpada que negava total ou parcialmente as naturezas de CRISTO) e, a moral (a conduta prpria do cristo) da anomia dos gnsticos (que afirmava ser impossvel s aes humanas prejudicar o relacionamento com o divino).
Estrutura
I. Prefcio (1.1-4)
II. A Vida na Luz (1.5-2.29)
III. Viver como filhos de DEUS. defendendo a f crist e as naturezas de CRISTO (3.1-5.13)
IV. Concluso: A Confiana do Cristo (5.14-21)
 
SINOPSE DO TPICO (1)
Apesar de a experincia no ser o ponto fundamental da f crist, se ela estiver doutrinariamente fundamentada, torna-se um importante instrumento de edificao.
SINOPSE DO TPICO (2)
A transformao radical experimentada por Joo e a quantidade de seus textos dedicada ao tema "amor" demonstram que esta a principal virtude do cristo. SINOPSE DO TPICO (3)
O mais eficaz dos mtodos de preveno contra os falsos ensinos uma slida instruo bblica em relao Pessoa de JESUS CRISTO e ao nosso comportamento como cristos.
REFLEXO: "Os problemas que Joo enfrentou em sua poca so tambm os problemas da poca em que vivemos, os objetivos que ele estabeleceu para si so os objetivos que os cristos de hoje tambm precisam ter se desejam crescer na graa". James Montgomery Boice
REFLEXO
"Joo ensina que a retido precisa caracterizar a vida daqueles que alegam ser cristos." James Montgomery Boice

 

Subsdio Teolgico "Teologia dos Escritos Joaninos
A teologia Joanina, em essncia, cristolgica. A pessoa de JESUS CRISTO est no centro de tudo que o apstolo escreve. Quer no Evangelho de Joo, com sua nfase nica na Palavra de vida em meio controvrsia do cisma da Igreja, quer em Apocalipse, com suas vises do CRISTO exaltado (Ap 1.12-16) e de seu triunfo final, o principal objetivo do apstolo explicar a seus leitores quem JESUS . Inevitavelmente, a tentativa de discutir a teologia dos escritos Joaninos dividindo-os entre as categorias tradicionais da teologia sistemtica (por exemplo, antropologia, soteriologia, pneumatologia, escatologia) gera algumas distores, pois Joo no organizou seu material de acordo com essas linhas. Ao contrrio, ele tinha um \' foco central, JESUS CRISTO. Muito do que Joo escreveu a respeito de JESUS, em especial, no Evangelho e nas trs epstolas, foi temperado por anos de reflexo e experincia crist, mas CRISTO est sempre no centro.
Todavia, isso no quer dizer que Joo no fala nada sobre antropologia, soteriologia, pneumatologia ou escatologia. Isso s quer dizer que tudo que ele diz sobre esses tpicos e outros est quase sempre relacionado sua nfase cristolgica."
(HARRIS W. H. In ZUCK, R. B. (Ed.) Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.187).
 
APLICAO PESSOAL
As expresses utilizadas por Joo no trato com as suas ovelhas - "Filhinhos" -, podem oferecer uma falsa impresso sobre esse homem, que foi considerado por Paulo como uma das colunas da Igreja (GI 2.9). possvel que algum o ache fleumtico "por natureza" e, assim, pense que era fcil ser "amoroso". No obstante, no se pode perder de vista o fato indiscutvel de que este mesmo homem, que carinhosamente tratado pelos cristos de "apstolo do amor", j foi chamado pelo prprio Senhor JESUS CRISTO, juntamente com seu irmo Tiago, de "Filhos do Trovo" (Mc 3.17). No episdio narrado pelo evangelista Lucas, em que o Senhor e os seus discpulos estavam de viagem para Jerusalm, o caminho alternativo para encurtar a rota levava-os a passar justamente por Samaria (Lc 9.51-56). Devido animosidade que havia entre os samaritanos e judeus, os discpulos que precederam o Senhor no foram recebidos. A reao dos "Filhos do Trovo" foi no somente intempestiva e arbitrria, como odiosa e vingativa: "Senhor, queres que digamos que desa fogo do cu e os consuma, como Elias tambm fez?" (Lc 9.54). Esse comportamento no se parece em nada com o Joo amoroso das epstolas. Na realidade a mesma pessoa, entretanto, h uma diferena: Aquele era o Joo carnal, querendo fazer justia com as prprias mos, e o das epstolas o homem que nasceu de novo e foi transformado pelo Senhor JESUS CRISTO.

 
 
QUESTIONRIO DA LIO 1 - A PRIMEIRA CARTA DE JOO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2 TRIMESTRE DE 2009
QUESTIONRIO DA LIO 1 - A PRIMEIRA CARTA DE JOO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2 TRIMESTRE DE 2009
 
QUESTIONRIO DA LIO 1 - A PRIMEIRA CARTA DE JOO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 3 TRIMESTRE DE 2009
 
TEXTO UREO
1- Complete:
"Toda escritura ___________________ inspirada proveitosa para _________________, para redargir, para corrigir, para ________________ em justia" (2 Tm 3.16).
 
VERDADE PRTICA
2- Complete:
Esta carta, divinamente _____________________, aplicvel a todo _________________ que deseja ter sua ___________________ no centro da vontade de DEUS.
 
INTRODUO
3- Em que nos tornamos e passamos a usufruir quando aceitamos a CRISTO como nosso Salvador? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Nos tornamos filhos de DEUS e passamos a usufruir a vida abundante aqui na Terra para sempre.
(    ) Nos tornamos herdeiros de DEUS e passamos a usufruir a vida eterna aqui na Terra para sempre.
(    ) Nos tornamos filhos de DEUS e passamos a usufruir a vida eterna pela graa dEle.
 
4- O que acontece com todo cristo, ao ler esta primeira carta de Joo? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Se sente amado por DEUS e seguro pela obra da eterna redeno consumada por JESUS CRISTO.
(    ) Se sente culpado diante de DEUS e ansioso pela obra da eterna redeno consumada por JESUS.
(    ) Se sente amado por DEUS e seguro pela obra da eterna redeno consumada por JESUS CRISTO.

I. ENTENDENDO A CARTA DE JOO, O APSTOLO
5- O que mais difere essa primeira epstola escrita pelo apstolo Joo, das cartas de  Paulo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) So escritos identificados e para pessoas restritas.
(    ) No comea nem termina com saudaes.
(    ) Seu contedo enriquecido pelas experincias espirituais do autor (1 Jo 1.1-4).
(    ) um dos livros da Bblia mais instrutivos e edificantes para o cristo.
 
6- Complete, segundo o livro 1 Joo
Autor: _______________
Data e Ocasio: _________________ d.C
Tema: A Verdade _____________________ e a Conduta ____________________
Propsito:
Defender a cristologia (a f em JESUS CRISTO tal como Ele verdadeiro __________________ verdadeiro DEUS) da heresia ____________________ (cristologia deturpada que negava total ou parcialmente as naturezas de CRISTO) e, a _________________________ (a conduta prpria do cristo) da anomia dos gnsticos (que afirmava ser impossvel s aes humanas prejudicar o relacionamento com o divino).
Estrutura
I. Prefcio (1.1-4)
II. A Vida na _________________ (1.5-2.29)
III. Viver como filhos de DEUS. defendendo a ________________ crist e as naturezas de CRISTO (3.1-5.13)
IV. Concluso: A ______________________ do Cristo (5.14-21)

II- CONHECENDO O AUTOR DA CARTA
7- Quem foi Joo, o apstolo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Filho de Zebedeu.
(    ) De famlia muito pobre e humilde.
(    ) O mesmo que escreveu o Evangelho que leva o seu nome (Jo 20.20; 1 Jo 1.1; 5.7; Jo 1.1), as 3 epstolas que levam seu nome e o livro de Apocalipse.
(    ) Dentre os discpulos de JESUS, foi o mais ntimo.
(    ) Compartilhou dos momentos mais difceis de JESUS.
(    ) Foi o nico dos discpulos que permaneceu, at ao fim, ao p da cruz.
(    ) Trs dias aps o sepultamento do Mestre ele foi ao sepulcro em busca do corpo do seu amigo JESUS, que j no estava l.
(    ) Considerado por Paulo como uma das colunas da igreja.
(    ) Passou seus dias em Corinto e de l escreveu esta carta.
(    ) Muito criticado e sem respeito da igreja em seus ltimos dias.

8- Quais as caractersticas singulares do autor Joo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) O ancio no consegue mais ser reconhecido pela igreja.
(    ) Joo consegue demonstrar em suas cartas que foi transformado pelo amor de DEUS, o Pai Jo 3.16), e de seu Filho, JESUS CRISTO.
(    ) O apstolo reconhece no amor do Eterno pela humanidade a essncia da vida crist e do autntico cristianismo.
(    ) A verdade de DEUS deve ser dita sem rodeios, entretanto, preciso faz-lo com amor.
(    ) Ele apresenta verdades incontestveis e doutrinrias, mas sempre dosadas com amor.
(    ) Motivado por este atributo de DEUS, Joo mostra o resultado dos que desobedecem s Santas Escrituras.
(    ) Sempre concordou com todos os mestres de seus dias, sem discordar de seus pontos doutrinrios.
 
III- O PROPSITO DA CARTA DE JOO
9- Quais os propsitos da primeira carta de Joo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Apresentar o Senhor JESUS CRISTO como a manifestao do amor de DEUS.
(    ) Fazer os irmos saberem, com certeza, que os que crem no nome do Filho de DEUS, tm a vida eterna.
(    ) Levar consolao aos irmos enganados pelos falsos mestres.
(    ) Joo exps a hipocrisia dos muitos enganadores que, atravs de falsas doutrinas, intentavam induzir os crentes ao erro.
(    ) Joo confirmou a f dos autnticos crentes.
 
10- Naqueles dias surgiram na grande cidade de feso e regio, rea sobre a qual o apstolo exercia seu ministrio pastoral, muitos enganadores que, atravs de falsas doutrinas, intentavam induzir os crentes ao erro, razo pela qual Joo escreveu as trs cartas (1 Jo 2.19,26; 3.2; 2 Jo v. 7). Como Joo os chamava? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Meninos.
(    ) "Anticristos".
(    ) Mentirosos.
(    ) Filhinhos.
(    ) Falsos profetas.

11- Quais os erros concernentes a CRISTO, ensinados pelos falsos mestres, no tempo de Joo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Afirmavam "ter" o Pai, mas negar o Filho (2.22-24).
(    ) Ensinavam que JESUS era apenas um homem, filho natural de Jos e Maria.
(    ) Pregavam que CRISTO morreu e foi sepultado, tendo ressuscitado ao terceiro dia.
(    ) No criam em CRISTO como o DEUS encarnado.
 
12- Como o apstolo Joo nos ensinou a identificar os "falsos espritos" (1 Jo 4.3)? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) So aqueles que negam o fato da ressurreio de CRISTO como o DEUS poderoso, cujo sacrifcio trouxe maldio ao pecador.
(    ) So aqueles que professam o fato da encarnao de CRISTO como o DEUS encarnado, cujo sacrifcio resgatou-nos da maldio do pecado.
(    ) So aqueles que negam o fato da encarnao de CRISTO como o DEUS encarnado, cujo sacrifcio resgatou-nos da maldio do pecado.

13- Como era o auto-engano moral, ensinado pelos falsos mestres, na poca de Joo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Ensinavam que o corpo apenas o invlucro do esprito.
(    ) Ensinavam que o comportamento do corpo no compromete o aspecto espiritual da pessoa.
(    ) Ensinavam que o jejum faz bem ao corpo, a alma e ao esprito.
(    ) Ensinavam que nada do que a pessoa faz atravs do corpo pode prejudicar o esprito.
 
14- Para o apstolo Joo, que previne os cristos contra este erro, de quem aquele que comete pecado? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) do Diabo, porque o Adversrio peca desde o princpio.
(    ) de DEUS, porque o perdoa mesmo assim.
(    ) dono de si mesmo.
 
15- Para que se manifestou o Filho de DEUS? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Para visitar suas criaturas.
(    ) Para combater o Diabo.
(    ) Para desfazer as obras do Diabo.

16- O que o corpo para DEUS? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) o invlucro da alma e do esprito.
(    ) O corpo o templo do ESPRITO (1 Co 6.19; cf. 1 Jo 3.16).
(    ) Seremos julgados por tudo o que fizermos por meio do corpo, bem ou mal (2 Co 5.10).
(    ) A Bblia adverte ainda que, para a vinda do Senhor, devemos manter irrepreensveis esprito, alma e corpo (l Ts 5.23).

17- Qual o remdio para o pecado? Complete:
"Meus filhinhos estas coisas vos escrevo, para que no ____________________: e se algum pecar, temos um ____________________ para com o Pai, JESUS CRISTO, o ___________________________" (1 Jo 2.1).

18- Como se d a auto-exaltao espiritual nos dias de hoje? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Esses herticos a que se refere Joo se apresentam como os homens mais entendidos nos mistrios de DEUS e tentavam desviar os irmos das verdades divinas, com falsas revelaes extraordinrias e antibblicas.
(    ) So homens que escrevem livros sobre a Bblia, inspirados por DEUS.
(    ) O esprito maligno do engano continua agindo atravs dos que se auto-intitulam concessionrios de novas verdades doutrinrias, como se a Bblia no contivesse tudo que o homem necessita para obter a sua salvao e viver uma vida plena em CRISTO JESUS.
(    ) Nestes seus ltimos dias na terra, a Igreja deve estar atenta a esta investida satnica de falsas doutrinas.
 
19- Como deve andar a Igreja para no cair no engodo das falsas doutrinas ensinadas , hoje, pelos falsos mestres? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Deve andar embasada somente na verdade que a Palavra de DEUS - em homens de fama mundial.
(    ) Deve andar embasada somente na verdade que a Palavra de DEUS - nos livros de lderes consagrados pela mdia.
(    ) Deve andar embasada somente na verdade que a Palavra de DEUS - as Sagradas Escrituras.
 
CONCLUSO
20- Complete:
A viso panormica da presente lio reala a importncia desta carta do apstolo Joo que, como toda a Bblia, sempre atual.
Ela vem ao encontro das necessidades da __________________ de todas as pocas, principalmente a do presente momento, que vem sendo atacada pela oferta de coisas ____________________, cujos valores so ilusrios e passageiros se comparados s riquezas espirituais e ______________________ que j temos recebido de DEUS por meio de seu Filho. Cada cristo deve, alm de estar em contato permanente com a Palavra de DEUS - condio bsica para manter-se fiel at a volta de CRISTO - permanecer na luz e cultivar o seu _____________________________ pelos irmos.
 
 
RESPOSTAS DO QUESTIONRIO NOS VDEOS:
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AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BBLIA de Estudos Pentecostal. http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/videosebdnatv.htm   (VDEOS da EBD na TV, DE LIO INCLUSIVE)
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