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TEXTO ÁUREO
"Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para
redargüir, para corrigir, para instruir em justiça" (2 Tm 3.16).
VERDADE PRÁTICA
Esta carta, divinamente inspirada, é aplicável a todo leitor que deseja ter
sua vida no centro da vontade de DEUS.
LEITURA DIÁRIA
| Segunda | Lc 5.10-11 | |
| Terça | Gl 2.9 | |
| Quarta | 1Jo 4.9,10 | |
| Quinta | Jo 1.12,13; 1Jo 5.1 | |
| Sexta | 1Jo 4.7 | |
| Sábado | 1Jo 2.24 |
PRIMEIRA EPÍSTOLA DE JOÃO (ILUMINA BÍBLIA)
DATA E LUGAR DE REDAÇÃO
Sendo assim, a falta desses dados pessoais que são
característicos do gênero epistolar (ver a Introdução às Epístolas), o presente
escrito tem sido atribuído, desde o princípio, assim como também 2 e 3João (ver
as respectivas introduções), ao apóstolo João. Tradicionalmente, se admite que
foi escrita em Éfeso, por volta dos anos 90. Mesmo que se entenda como sermão ou
como carta, o certo é que 1João está muito próximo do Evangelho Segundo João,
tanto por razões de redação como pela ternura com que também ela chega ao
leitor, por essa entonação cálida tão claramente perceptível em expressões como
“filhinhos” ou “filhinhos meus” (2.1,12,14,18,28; cf. Jo 13.33; 21.5) e nas
freqüentes notas como “vos escrevo” (2.7-26; 5.13).
PROPÓSITO
O estilo literário de 1João é repetitivo. Os
diversos temas, logo após uma exposição inicial (1.5—2.29), reaparecem pela
segunda (3.1—4.6) e ainda pela terceira vez (4.7—5.12), mesmo separadamente ou
entrelaçados. Essa insistência nos elementos temáticos vem lançar luz sobre algo
que pertence aos próprios motivos básicos do escrito, que não são outros senão a
inquietude do autor ante a presença de certos elementos estranhos que, em
diferentes lugares, estavam perturbando a fé e a comunhão dos crentes. O autor
não diz quais eram as doutrinas e nem quem eram os causadores da sua
preocupação, mas, provavelmente, tratasse de alguns ensinamentos que, sob o nome
genérico de “gnosticismo”, começavam desde então a infiltrar-se nos círculos
cristãos da Ásia Menor. Assim como no quarto Evangelho, também 1João manifesta o
propósito perseguido pelo seu autor. A epístola inteira é um testemunho “com
respeito ao Verbo da vida” (1.1; cf. Jo 1.1), uma confissão de fé escrita “para
que a nossa alegria seja completa” (1.4), “a fim de saberdes que tendes a vida
eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de DEUS” (5.13. Cf. Jo
20.31).
CONTEÚDO E ESTRUTURA
Expressões como estas dão característica à carta,
que afirma a divindade de JESUS CRISTO (1.2-7; 2.22-23; 4.2,8,14; etc.),
expressa a filiação divina do crente (3.1-2,9-10; etc.), reprova a conduta dos
“anticristos” (2.18-19,22; 4.3) e revela que a justiça de DEUS se cumpre no fato
essencial do seu amor, demostrado ao entregar o seu Filho em “propiciação pelos
nossos pecados” (2.1-2; 3.5; 4.8-10,16-17). Contra os “anticristos”, esses
falsos profetas que negam a divindade de JESUS e a sua missão redentora, João
exorta os cristãos a que permaneçam no relacionamento de amor e vida, que é a
comunhão com DEUS, concretizada na realidade imediata do amor fraternal (2.9-11;
3.9-12,14-18,23; 4.7-8,11-12,16-21). O vocabulário e as locuções desta epístola
evocam ao leitor a linguagem do quarto Evangelho: ser chamados de filhos de DEUS
(3.1-2,10), ser nascidos de DEUS (3.9), permanecer em DEUS (2.24,27-28; 3.24;
4.7,16; etc.), ter o Pai (ou ter o Filho) é possuir a vida eterna (2.23;
5.12-13). A carta e o Evangelho também se aproximam no uso de determinados
conceitos e imagens, apresentados muitas vezes em forma de antítese: luz-trevas
(1.5-7; 2.8-11, cf. Jo 1.5; 8.12; etc.), verdade-mentira (1.6,8; 2.21, cf. Jo
8.44), vida-morte (3.14; 5.12, cf. Jo 5.24-25), filhos de DEUS-filhos do diabo
(3.10, cf. Jo 8.44). Igualmente é característico da epístola e do Evangelho o
uso da palavra “Verbo” para referir-se ao Filho de DEUS feito homem (1.1, cf. Jo
1.1-5,14). Com essas e outras figuras literárias, o autor explica em que
consiste o conhecimento que o cristão tem de DEUS: DEUS é amor, e amar é
conhecer a DEUS (4.7-12,16,21) com um conhecimento que tem sido revelado em
“JESUS CRISTO. Este é o verdadeiro DEUS e a vida eterna” (5.20).
ESBOÇO:
Prólogo: O Verbo da vida (1.1-4)
1. DEUS é Luz: Permaneçamos na luz (1.5—2.29)
2. DEUS é o nosso Pai: Andemos como filhos de DEUS
(3.1—4.6)
3. DEUS é amor: Amemo-nos uns aos outros (4.7—5.12)
Epílogo (5.13-21)
PRIMEIRA EPÍSTOLA DE JOÃO
(Bíblia Plenitude)
Autor: Apóstolo João| "Grupo de Abel" | "Grupo de Caim" |
| Vida (1.1,2; 2.16,25; 3.14,15,16; 5.11,12,13,16,20) | Morte (3.14; 5.16-17) |
| Verdade – 1.6,8; 2.4,5,8,21,27; 3.18,19; 4.6; 5.7,20. | Mentira – 1.6,10; 2.4,21,22,27; 4.20; 5.10 Erro – 4.6 Engano - 1.8; 2.26; 3.7 |
| Verdadeiro (2.8,27; 5.20) | Falso ou mentiroso (2.22) |
| ESPÍRITO da verdade (4.6) | espírito do erro (4.6) |
| CRISTO (1.3, etc) | Anticristo (2.18,22) |
| Amor ao irmão (2.10) | Amor ao mundo (2.15) |
| Sofre ódio do mundo (3.13) | Ódio ao irmão (2.11; 3.15) |
| Luz - 1.5,7; 2.8,9, 10. | Trevas – 1.5,6; 2.8,9,11. |
RESUMO DA LIÇÃO 01 -
A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO
REVISTA CPAD -
3TRIMESTRE DE 2009
I.
ENTENDENDO A CARTA DE JOÃO, O APÓSTOLO
Foram
três anos de ininterrupta convivência e aprendizagem
ministerial com o Mestre.
II.
CONHECENDO O AUTOR DA CARTA
1. Um autor com uma característica singular
III. O
PROPÓSITO DA CARTA DE JOÃO
1. Erro concernente a Cristo.
2. Auto-engano moral.
CONCLUSÃO
condição
básica para manter-se fiel até a volta de Cristo
-
permanecer na luz e cultivar o seu amor pelos irmãos.
OBJETIVOS: Após esta aula, o aluno deverá
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