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LIÇÃO 1 - O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS
Lições Bíblicas do 3º Trimestre de 2011 - CPAD - Jovens e Adultos
A MISSÃO INTEGRAL DA IGREJA - porque o reino de DEUS está entre vós.
Comentários da revista da CPAD: Pr. Wagner Gaby
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
 
 
TEXTO ÁUREO
"Mas buscai primeiro o Reino de DEUS, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas" (Mt 6.33).
 
 
VERDADE PRÁTICA
O Reino de DEUS consiste numa vida de amor, justiça, devoção, paz e alegria no ESPÍRITO SANTO.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Mt 3.1-3 - O Reino de DEUS anunciado por João Batista
Terça - Mt 6.33 - O Reino de DEUS confirmado pelo Senhor JESUS
Quarta - Jo 3.1-3 - O Reino de DEUS e o novo nascimento
Quinta - Mt 5.3-12 - O Reino de DEUS e as Bem-aventuranças
Sexta - Mt 21 .42-44; CI 1.1 3,14 - O Reino de DEUS e a Igreja
Sábado - Ap 20.4-6; 21.1-5 - O Reino de DEUS e a consumação dos séculos
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Marcos 4.1-3,10-12; Lucas 17.20,21
Marcos 4
1 - E outra vez começou a ensinar junto ao mar. e ajuntou-se a ele grande multidão; de sorte que ele entrou e assentou-se num barco, sobre o mar; e toda a multidão estava em terra junto ao mar. 2 - E ensinava-Ihes muitas coisas por parábolas e Ihes dizia na sua doutrina: 3 - Ouvi: Eis que saiu o semeador a semear.
 
4.2 PARÁBOLAS. JESUS ensinava freqüentemente por parábolas. Parábola é uma ilustração da vida cotidiana, revelando verdades aos que estão com o coração disposto a ouvir, e, ao mesmo tempo, ocultando estas mesmas verdades àqueles cujo coração não está preparado (cf. Is 6.9,10; ver Mt 13.3).
4.3 SAIU O SEMEADOR A SEMEAR. Esta parábola conta como o evangelho será recebido no mundo. Três verdades podem ser aprendidas nesta parábola: (1) A conversão e a frutificação espiritual dependem de como a pessoa se porta ante a Palavra de DEUS (v. 14; cf. Jo 15.1-10). (2) Haverá diferentes reações ante o evangelho, da parte do mundo. Uns ouvirão, mas não entenderão (v. 15; Mt 13.19). Uns crerão, mas depois se desviarão (vv. 16-19). Uns perseverarão e frutificarão em diferentes proporções (v. 20). (3) Os inimigos da Palavra de DEUS são: Satanás, os cuidados deste mundo, as riquezas e os prazeres pecaminosos desta vida (vv. 15,19; Lc 8.14).

 
10 E, quando se achou só, os que estavam junto dele com os doze interrogaram-no acerca da parábola. 11 E ele disse-lhes: A vós vos é dado saber os mistérios do Reino de DEUS, mas aos que estão de fora todas essas coisas se dizem por parábolas, 12 para que, vendo, vejam e não percebam; e, ouvindo, ouçam e não entendam, para que se não convertam, e lhes sejam perdoados os pecados.

 
Lucas 17
20 - E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o Reino de DEUS, respondeu-Ihes e disse: O Reino de , DEUS não vem com aparência exterior. 21- Nem dirão: Ei-Io aqui! Ou: Ei-Io ali! Porque eis que o Reino de DEUS está entre vós.
17.21 O REINO DE DEUS ESTÁ ENTRE VÓS. JESUS ensina que a natureza atual do reino de DEUS é espiritual, e não material, nem política. O Reino de DEUS não vem com aparência exterior (v. 20), i.e., não vem como poder político terrestre. Pelo contrário, está dentro dos corações dos crentes, no meio deles, e consiste em justiça, e paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO (Rm 14.17). Ele se manifesta, ao vencermos, pelo poder do ESPÍRITO SANTO, o poder do pecado, da enfermidade e de Satanás, e não pela conquista de reis e nações (ver o estudo O REINO DE DEUS). Quando JESUS vier novamente a este mundo, o reino será visto com todo o seu poder e glória (v.24; cf. Mt 24.30), quando ele triunfar sobre reis e nações (Ap 11.15-18; 19.11-21)
 
 
 
Feliz, o título do estudo deste trimestre, que nos fala de “missão integral da Igreja”, dando-nos a ideia de que a missão da Igreja deve ser vista tanto sob o aspecto da eternidade, da necessária comunhão com Deus e da pregação da salvação, da cura divina, do batismo com o Espírito Santo e da volta de Cristo, quanto sob o aspecto terreno, quando deve mostrar, com atitudes concretas, o amor de Deus por intermédio do amor ao próximo e do testemunho de que pertencemos a um povo diferente, de que somos “novas criaturas” sobre a face da Terra. (Corpo, alma e espírito precisam da ação do reino de DEUS)
            As duas primeiras lições mostram o que é “o reino de Deus”. Na primeira lição, veremos qual é o projeto original do reino de Deus e, na lição 2, qual é a mensagem deste reino.
            A partir da lição 3, veremos como este “reino de Deus” se manifesta entre os homens, seja através da vida do novo convertido (lição 3), da comissão cultural e da grande comissão (lição 4), da igreja (lição 5), do testemunho cristão (lição 6) e do serviço cristão (lição 7).
            Na lição 8, veremos como a Igreja é um agente transformador da sociedade e, minudenciando esta transformação, estudaremos como a Igreja deve preservar a sua identidade (lição 9), como dever atuar socialmente (lição 10), influenciar na cultura (lição 11).
            Por fim, as duas últimas lições nos farão refletir sobre a importância da integridade da doutrina cristã, como manutenção do reino de Deus no meio dos homens (lição 12) e como se terá a plenitude do reino de Deus após esta dispensação (lição 13).
(http://www.portalebd.org.br/classes/jovens-e-adultos/item/305-3%C2%BA-trim-2011-miss%C3%A3o-integral-da-igreja-li%C3%A7%C3%A3o-1 Escrito por  Caramuru Afonso Francisco - Acesso em 29-06-2011)
 
 
O REINO DE DEUS (BEP - CPAD)
Mt 12.28: “Mas, se eu expulso os demônios pelo ESPÍRITO de DEUS, é conseguintemente chegado a vós o Reino de DEUS.”

A NATUREZA DO REINO. O reino de DEUS (ou dos céus), no presente, significa DEUS intervindo e predominando no mundo, para manifestar seu poder, sua glória e suas prerrogativas contra o domínio de Satanás e a condição atual deste mundo. Trata-se de algo além da salvação ou da igreja; é DEUS revelando-se com poder na execução de todas as suas obras.
(1) O reino é antes de tudo uma demonstração do poder divino em ação. DEUS inicia seu domínio espiritual na terra, nos corações do seu povo e no meio deste (Jo 14.23; 20.22). Ele entra no mundo com poder (Is 64.1; Mc 9.1; 1Co 4.20). Não se trata de poder no sentido material ou político, e sim, espiritual. O reino não é uma teocracia relígio-política; ele não está vinculado ao domínio social ou político sobre as nações ou reinos deste mundo (Jo 18.36). DEUS não pretende atualmente redimir e reformar o mundo através de ativismo social ou político, da força, ou de ação violenta (26.52; ver Jo 18.36). O mundo, durante a presente era, continuará inimigo de DEUS e do seu povo (Jo 15.19; Rm 12.1,2; Tg 4.4; 1Jo 2.15-17; 4.4). O governo de DEUS mediante o juízo direto e à força só ocorrerá no fim desta era (Ap 19.11-21).
(2) Quando DEUS se manifesta com poder sobre o mundo, este entra em crise. O império do diabo fica totalmente alarmado (12.28,29; Mc 1.23,24), e todos encaram a decisão de submeter-se ou não ao governo de DEUS (3.1,2; 4.17; Mc 1.14,15). A condição necessária e fundamental para se entrar no reino de DEUS é: “Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15).
(3) O fato de DEUS irromper no mundo com poder, abrange: (a) seu poder divino sobre o governo e domínio de Satanás (12.28; Jo 18.36); a chegada do reino é o começo da destruição do domínio de Satanás (Jo 12.31; 16.11) e do livramento da humanidade das forças demoníacas (Mc 1.34,39; 3.14,15; At 26.18) e do pecado (Rm 6); (b) poder para operar milagres e curar os enfermos (4.23; 9.35; At 4.30; 8.7); (c) a pregação do evangelho, que produz a convicção do pecado, da justiça e do juízo (11.5; Jo 16.8-11; At 4.33); (d) a salvação e a santificação daqueles que se arrependem e crêem no evangelho (ver Jo 3.3; 17.17; At 2.38-40; 2Co 6.14-18); e (e) o batismo no ESPÍRITO SANTO, com poder, para testemunhar de CRISTO (ver At 1.8; 2.4).
(4) Uma evidência máxima de que a pessoa está vivendo o reino de DEUS é viver uma vida de “justiça, e paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO” (Rm 14.17).
(5) O reino de DEUS tem um aspecto tanto presente como futuro. É uma realidade presente no mundo hoje (Mc 1.15; Lc 18.16,17; Cl 1.13; Hb 12.28), mas o governo e o poder de DEUS não predominam plenamente em todos e em tudo. A obra e a influência de Satanás e dos homens maus continuarão até o fim desta era (1Tm 4.1; 2Tm 3.1-5; Ap 19.19 — 20.10). A manifestação futura da glória de DEUS e do seu poder e reino ocorrerá quando JESUS voltar para julgar o mundo (24.30; Lc 21.27; Ap 19.11-20; 20.1-6). O estabelecimento total do reino virá, quando CRISTO finalmente triunfar sobre todo o mal e oposição e entregar o reino a DEUS Pai (1Co 15.24-28; Ap 20.7-21.8; ver também Mc 1.15).


O PAPEL DO CRENTE NO REINO. O NT contém abundante ensino sobre a missão do crente no reino de DEUS, na sua presente manifestação.
(1) É responsabilidade do crente buscar incessantemente o reino de DEUS, em todas as suas manifestações, tendo fome e sede pela presença e pelo poder de DEUS, tanto na sua vida como no meio da sua comunidade cristã (ver 5.10; 6.33).
(2) Em 11.12, JESUS revela novos fatos sobre a natureza dos membros do reino. Ali Ele disse que somente quem se esforça apodera-se do reino de DEUS. Os tais, movidos por DEUS, resolvem romper com as práticas pecaminosas e imorais do mundo e seguem a CRISTO, a sua Palavra e seus justos caminhos. Não importando o preço a pagar, esses, resolutamente, buscam o reino com todo o seu poder. Noutras palavras, pertencer ao reino de DEUS e desfrutar de todas as suas bênçãos requer esforço sincero e constante — um combate de fé, aliado a uma forte vontade de resistir a Satanás, ao pecado e à sociedade perversa em que vivemos.
(3) Não conhecerão o reino de DEUS aqueles que raramente oram, que transigem com o mundo, que negligenciam a Palavra e que têm pouca fome espiritual. É para crentes como José (Gn 39.9), Natã (2Sm 12.7), Elias (1Rs 18.21), Daniel e seus três amigos (Dn 1.8; 3.16-18), Mardoqueu (Et 3.4,5), Pedro e João (At 4.19,20), Estêvão (At 6.8; 7.51) e Paulo (Fp 3.13,14); inclusive mulheres como Débora (Jz 4.9), Rute (Rt 1.16-18), Ester (Et 4.16), Maria (Lc 1.26-35), Ana (Lc 2.36-38) e Lídia (At 16.14,15,40)
 
Reino e Reinado: O Reino de Deus e o Reino dos Céus - Geehardus Vos 
A palavra grega  basileia, usada nos evangelhos para “reino”, e as palavras correspondentes no hebraico e aramaico, tais como Malkuth e Memlakhah, como muitas outras palavras em nossa língua, podem designar o mesmo conceito de dois pontos de vista distintos. Elas podem indicar o reino como algo abstrato, o reinado ou governo exercido pelo rei. Podem, também, descrever o reino como algo concreto, o território, a soma total dos súditos e possessões sobre os quais se reina, incluindo quaisquer direitos, privilégios e
vantagens que são desfrutados nessa esfera. Agora, surge a questão: em que sentido nosso Senhor falou do “Reino de Deus”? No Antigo Testamento, em que um Reino é atribuído a Jeová, o sentido abstrato é o que prevalece, com a exceção de Ex 19.6, onde os israelitas são chamados de “um reino de sacerdotes” e, portanto, o sentido é concreto, o de um corpo de súditos que são governados. O Reino de Deus é sempre seu reinado, seu governo, nunca seu domínio geográfico. Quando Obadias prediz que “o Reino será do
Senhor”, o sentido é que no futuro a supremacia pertencerá a Jeová. A maneira em que a supremacia de Israel sobre as nações é associada com a idéia de reino revela que esse era também o uso judaico comum no tempo do nosso Senhor.
Nós já vimos que a relativa ausência da frase “o Reino de Deus” nas fontes judaicas aponta para a mesma conclusão, pois foi a falta de interesse na verdade que Jeová seria supremo que impediu a frase de se tornar popular.
Por outro lado, o conceito de que Deus governaria era para Jesus um pensamento glorioso que enchia sua alma com o gozo mais sagrado. Sendo assim, sem dúvida, é correta a sugestão de escritores modernos que, ao interpretarem os dizeres do nosso Senhor, mostram que o significado de “reino” e “reinado” deve ser o nosso ponto de partida, salvaguardando contra associações enganosas da palavra “reino” que, em uso moderno, praticamente sempre significa o território ou área geográfica. Ainda assim é aconselhável
proceder com cautela neste ponto. Já chamamos a atenção para a significativa expansão que Jesus introduziu ao uso corrente da frase. Se para ele esta abrangia todos os privilégios e bênçãos que fluem do Reino vindouro de Deus, então é evidente o quão inevitável ela tenderia a se tornar, em sua fala, uma designação concreta. Significando, primeiramente, “um governo”, o termo passaria a significar, se não um território ou corpo de súditos, pelo menos um domínio, uma esfera da vida, um estado das coisas, todos estes concebidos mais ou menos localmente. Certamente, embora permaneça a conotação de que o Reino entendido dessa forma é possuído e, portanto, permeado por Deus, a tradução abstrata “reinado de Deus” não mais poderia ser aplicada. De fato, apenas uma rápida observação dos discursos do evangelho revela o quão absolutamente impossível é usar exclusivamente a tradução abstrata em cada exemplo em que o nosso Senhor fala do Reino de Deus.
Apresentada resumidamente, a questão assume a seguinte forma: em alguns exemplos a tradução “reinado” é requerida pela conexão, como quando é dito “o Filho do Homem virá em seu Reino”. Em outros casos, menos raros que o anterior, é possível, ou talvez um pouco mais plausível, adotar a tradução abstrata, como quando lê-se do Reino “vindo”, “surgindo”, “estando próximo”, “sendo visto”, apesar de que nestes e em outros exemplos ninguém pode sustentar que a substituição do concreto tornaria o sentido artificial.
Ainda que nenhum dos sentidos seja inadequado, pode-se nesses casos, por razões gerais, inclinar-se a acreditar que a idéia da revelação do poder de Deus como rei ocupa o lugar central na mente do nosso Senhor. Mas há um grande número de passagens, talvez a maioria, em que o tom do concreto claramente predomina. Quando a figura é de “chamado” para o Reino de Deus, de “entrada” nele, deste ser “fechado” ou de pessoas serem “expulsas”, de ser “buscado”, “dado”, “possuído”, “recebido”, “herdado”, todos sentem que tais formas de falar não são o exercício do governo divino em si mesmo, mas a ordem das coisas resultantes, o complexo de bênçãos que este produz, a esfera
em que trabalha, que se ergue diante da mente daquele que fala. Levando isso em consideração, podemos afirmar que se basileia for traduzida em todo lugar pela mesma palavra, essa palavra deve ser “reino”. Traduzir e introduzir uma distinção entre “reino”, em alguns casos, e “reinado”, em outros, é obviamente impraticável porque, como foi afirmado anteriormente, em muitos casos não temos fatos que nos ajudem a escolher entre os dois.
Ainda menos satisfatória é a recente proposta de traduzir em todos os casos como “a soberania de Deus”, pois não apenas essa prática é inadequada para todos os dizeres em que o uso concreto do termo é sem dúvida presente, como também falha em expressar o sentido abstrato de forma completa e acurada nos casos em que é reconhecido. Soberania denota uma relação de existência por direito, mesmo onde esta não é, na verdade, imposta. No caso de Deus, portanto, não se pode dizer que sua soberania tenha “vindo”. O
basileia divino inclui como já vimos, além do direito de governar, o verdadeiro e enérgico estabelecimento do real poder de Deus nos atos de salvação.
Além do “Reino de Deus”, encontramos “o Reino dos céus”. O evangelista Mateus usa esta expressão quase exclusivamente. Somente em 6.33; 12.28; 13.43; 21.31,43; 26.29 ele escreve “o Reino de Deus” ou “o Reino de meu Pai” (ou “seu Pai”), enquanto “o Reino dos céus” ocorre mais de trinta vezes em seu evangelho. Em 12.28 o uso de “Deus” ao invés de “céus”explica-se pela expressão precedente “Espírito de Deus”; não há razões aparentes para a substituição nos outros dois exemplos no capítulo 21. Em Marcos e Lucas a expressão “Reino dos céus” não é encontrada. Esse fato levanta a questão de qual dessas duas versões reproduz o uso de Jesus mais literalmente. Todas as probabilidades apontam para Mateus, uma vez que não existe uma boa razão de porque ele substituiria “o Reino dos céus”, enquanto que uma razão suficientemente plausível para o procedimento oposto por parte de Marcos e Lucas pode ser encontrada no fato de que, escrevendo para leitores gentios, eles poderiam ter pensado que uma frase tão tipicamente judaica quanto “o Reino dos céus” seria menos inteligível do que simplesmente “Reino de Deus”. É claro que, afirmando isso, não implicamos que, em cada caso individual em que o primeiro evangelista escreve “Reino dos céus”, essa frase tenha sido na verdade pronunciada por Jesus. Tudo que intentamos afirmar é a proposição geral que Jesus usou ambas as frases e que Mateus preservou para nós um item de informação que não se obtém dos outros dois evangelhos sinópticos.
Mas, qual é a origem e o sentido dessa frase “o Reino dos céus” e que luz esta traz ao conceito de Reino do nosso Senhor? No judaísmo antigo existia uma tendência de se evitar o uso do nome de Deus. Vários substitutos eram correntes e “céus” era um deles. Além dessa frase em discussão, traços desse discurso são encontrados em Mt 16.19; Mc 11.30; Lc 15.18,21. Essa foi uma forma de discurso que havia surgido do hábito judaico de enfatizar na natureza de Deus sua exaltação sobre o mundo e sua majestade inatingível mais do que qualquer outra coisa, até ao ponto de colocar em perigo o que deve sempre ser a essência da religião, uma verdadeira comunhão entre Deus e o homem. Mas esse hábito, apesar de exponencial de uma falta característica do judaísmo, também teve seu lado positivo, senão o Senhor não o haveria adotado. Em sua natureza humana, Jesus tinha um senso profundo da infinita distância entre Deus e a criatura. O que havia de genuíno temor religioso e reverência a Deus na consciência judaica despertou um eco em seu coração e encontrou nele a sua expressão ideal, desaparecendo toda a unilateralidade que o judaísmo havia agregado. Portanto, se Jesus falou de Deus utilizando o termo “céus” isso não surgiu de um medo supersticioso de nomear Deus, mas de um desejo de nomeá-lo de tal forma a evocar a mais exaltada concepção de seu caráter e ser. Para tanto, a palavra “céus” era eminentemente adequada uma vez que cativa os pensamentos do homem para o lugar onde Deus revela sua glória e perfeição.
Isso pode ser observado melhor em outra frase que, igualmente, apenas Mateus preservou entre os evangelistas, e que nosso Senhor tinha em comum com os mestres judaicos daquela época: a expressão “Pai nos céus” ou “Pai celestial”. Se nessas frases o nome “Pai” expressa o condescendente amor e graça de Deus e sua infinita proximidade de nós, o qualificativo “nos céus” adiciona ao restante sua infinita majestade sobre nós, pela qual o padrão deve ser sempre mantido em equilíbrio para que não prejudiquemos o verdadeiro
espírito de religião. Pode-se afirmar, portanto, que ao se referir ao “Reino dos céus”, Jesus procurava usar essa expressão em um sentido que não era em nada diferente de “Reino de Deus” exceto por uma adicional nota de ênfase à natureza exaltada daquele a quem esse Reino pertence.
A palavra “céus”, entretanto, apesar de primariamente qualificar a Deus e descrever a sua grandeza, não a do Reino, deve também ter sido utilizada por nosso Senhor com o intuito de dar cor a este conceito. Se o rei é alguém que concentra toda a glória do céu em si mesmo, como deve ser seu Reino?
Não iremos tão longe ao ponto de dizer, erroneamente, que Jesus desejou despertar em seus discípulos um sentido do misterioso caráter sobrenatural, de absoluta perfeição e magnificência, do valor supremo pertencente a essa nova ordem das coisas e que desejava que eles vissem e abordassem a questão em um espírito que apreciasse essas qualidades santas. Apesar da frase “Reino dos céus” não se achar no Antigo Testamento, a palavra “céus” já aparece em associação significativa com a idéia do Reino futuro. Em Daniel lemos que “o Deus dos céus” estabelecerá um Reino e isso significa que o novo Reino se originará, de uma maneira sobrenatural, do mundo espiritual. Para Jesus, “céus” e o sobrenatural eram idéias cognatas (Mt 16.17; Mc 11.30). O fato de que, na mente de Jesus, a idéia de absoluta perfeição do mundo celestial como determinador do caráter do Reino pode muito bem ter sido associada com a frase “Reino dos céus”, aparece na conexão íntima entre a segunda e a terceira petição no Pai Nosso: “Venha o teu Reino; faça-se a tua vontade assim na terra como no céu” (cf. Mt 5.48). Podemos nos referir a palavras como as de Mt 5.12; 6.20 para indicar a idéia dos “céus” como a esfera de supremos valores imutáveis e o objetivo que devemos aspirar. Tendo em vista o profundo significado que Jesus atribuiu ao contraste entre os mundos celeste e terreno, é bem improvável que “céu”, para ele, era um mero rodeio formal de palavras para Deus. O termo não significava Deus em geral, mas Deus como conhecido e revelado naquelas regiões celestiais onde havia sido a eterna morada do nosso Senhor. Somente com isso em mente podemos ter esperança de entender algo do sentido profundo pelo qual ele chamou o Reino de “Reino dos céus”. Fonte: O Reino de Deus e a Igreja, Geerhardus Vos, Editora Logos, p. 29-36. (Acesso em 01-07-2011).
 
 
INTERAÇÃO
Caro professor, neste trimestre estudaremos um tema extremamente relevante para os nossos dias - a Missão Integral da Igreja. Veremos que a Missão Integral é conseqüência da manifestação do Reino de DEUS em nossas vidas.O comentarista das lições é o pastor Wagner Tadeu dos Santos Gaby. Presidente da Assembléia de DEUS em Curitiba, advogado, autor de vários livros publicados pela CPAD e membro da Casa de Letras Emílio Conde. Desejamos, com as lições desse trimestre, que a Igreja do Senhor busque. com zelo, estabelecer os valores do Reino de DEUS através de suas orações.
 
OBJETIVOS DA LIÇÃO - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Compreender o conceito bíblico de Reino de DEUS.
Saber que o Reino de DEUS está presente nas Escrituras.
Explicar as manifestações do Reino de DEUS.
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, reproduza o quadro abaixo no data show, retroprojetor ou tire cópias para os alunos. Utilizando o quadro, faça um resumo panorâmico a respeito do tema do trimestre. Explique que a Missão Integral da Igreja vai além da evangelização. O zelo e o cuidado pelo nosso planeta também é parte da Missão Integral. Ressalte que em nossa prática missionária, precisamos ter uma visão integral do homem (corpo, alma e espírito). Conclua enfatizando que a Missão Integral faz parte do projeto original do Reino de DEUS para o mundo.
 
 
 
RESUMO DA LIÇÃO 1 - O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS
I. CONCEITO BÍBLICO DE REINO DE DEUS
1. Definição de Reino de DEUS.
2. Os aspectos do Reino de DEUS.
a) Presente.
b) Futuro.
3. O governo do Reino.
II. O REINO DE DEUS NAS ESCRITURAS
1. No Antigo Testamento.
2. Em o Novo Testamento.
a) Na pregação de João Batista.
b) No ensino de JESUS.
3. Reino de DEUS ou Reino dos Céus.
II. AS MANIFESTAÇÕES DO REINO DE DEUS
1. No passado.
2. No presente.
3. No futuro.
 
SINOPSE DO TÓPICO (1) - O Reino de DEUS é a soma de "todas as bênçãos, promessas e alianças que o Todo-Poderoso destinou aos que recebem a CRISTO
JESUS".
SINOPSE DO TÓPICO (2) - As expressões "Reino de DEUS" e "Reino dos Céus" nos Evangelhos sinóticos - Mateus, Marcos e Lucas - são sinônimas e intercambiáveis.
SINOPSE DO TÓPICO (3) - O Reino de DEUS se manifesta nas respectivas dimensões temporais: passado, presente e futuro.
 
VOCABULÁRIO
Deferência: Ato ou efeito de considerar, respeito, reverência. '
Evangelhos sinóticos: Assim chamados porque permitem uma vista de conjunto, dada a semelhança de suas versões.
Intercambiável: Troca, permuta.
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
COUTO, Geremias. A Transparência da Vida Cristã. Comentário Devocional do Sermão do Monte. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001.
ZUCK, Roy B (Ed.). Teologia do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
SAIBA MAIS pela Revista Ensinador Cristão - CPAD, n° 47, p. 36.
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Teológico "Definindo o Reino de DEUS".
[u.] O Reino de DEUS pode ser definido como o domínio eterno de DEUS em todas as eras, exercendo a sua soberania sobre o Universo, intervindo na história para conduzi-Ia ao ápice - a restauração de todas as coisas - e 'revelando-se com poder na execução de todas as suas obras'. O Reino de DEUS tem, portanto, uma dimensão presente, como já vimos, que se configura no cumprimento em CRISTO de todas as promessas messiânicas do Antigo Testamento. A expressão 'é chegado', que aparece tanto em Mateus 4.17 como em 12.28, segundo pensam os eruditos, denota a ideia de 'presença real', agora, e não de proximidade, como algo apenas para o futuro. Ou seja, a presença pessoal do Messias na história implica a presença efetiva do Reino de DEUS entre os homens. Ele se manifesta a partir do coração de cada um, daí porque onde se percebe que o Reino está presente é também possível sentir os seus efeitos.
No entanto, reitere-se, não se pode esquecer do caráter escatológico do Reino de DEUS. Será o tempo no qual cumprir-se-á a profecia de Daniel em que os reinos deste mundo serão destruídos, o mal aniquilado, restabelecer-se-á a comunhão perfeita com DEUS e o Senhor reinará com justiça para sempre" (COUTO, Geremias. A Transparência da Vida Cristã. Comentário Devocional do Sermão do Monte. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, pp.257,258).
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
"O Reino dos Céus/de DEUS
Antes de mencionar o que Mateus escreve a respeito do 'Reino dos céus', ou 'Reino de DEUS', precisamos fazer algumas considerações em relação ao sentido dos próprios termos. Em geral, a palavra 'reino' denota a idéia de um domínio, uma região física ou espacial, incluindo o povo e a terra sobre os quais um rei exerce autoridade. Esse sentido também se aplica às palavras usadas para 'reino' no Antigo e no Novo Testamentos.
[...] Faz-se necessário um comentário geral sobre uma expressão que é específica do Evangelho de Mateus. O ponto de interesse é o uso que ele faz da expressão 'Reino dos céus' em passagens em que Marcos ou Lucas, em seus relatos, referem-se ao 'Reino de DEUS' (por exemplo, Mt 13.31; Mc 4.30; Lc 13.18).
[...] Os judeus usavam a voz passiva para descrever atos de DEUS como uma forma respeitosa de descrever o que Ele fez sem mencionar seu nome (desde que é mais fácil omitir o sujeito com o uso do verbo na voz passiva). A substituição do nome de DEUS por 'céus', a moradia do Senhor, é outra forma desse tratamento respeitoso. Essa expressão ocorre apenas no Evangelho de Mateus. No entanto, ele também usa quatro vezes a expressão 'Reino de DEUS' (12.28; 19.24; 21.31,43), sugerindo, assim, que a diferença de nomenclatura é mais uma questão de preferência, ou deferência, que qualquer outra coisa.
É incerto o motivo por que o Evangelho de Mateus menciona 'o Reino dos céus' de forma rotineira, o que não acontece nas outras narrativas. É provável que JESUS usasse as duas expressões, mas Lucas e Marcos simplesmente escolheram usar, de forma consistente, a expressão 'Reino de DEUS' por ser menos ambígua para leitores gentios que a expressão mais judaica 'Reino dos céus'. Fica claro, a partir de passagens como 19.23,24, em que JESUS diz aos discípulos: 'é difícil entrar um rico no Reino dos céus. [...] é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de DEUS', que Mateus considera as duas expressões praticamente como sinônimas.
De forma distinta de muitas passagens do Antigo Testamento que se referem ao Reino de DEUS como uma realidade presente, as referências no Evangelho de Mateus têm em vista, em geral, um reino ainda futuro ou a entrada no reino que ainda está no futuro. De qualquer modo, a passagem 12.28, em que JESUS afirma o seguinte a respeito de sua atividade de expulsar demônios: 'Mas, se eu expulso os demônios pelo ESPÍRITO de DEUS, é conseguintemente chegado a vós o Reino de DEUS', refere-se ao Reino como uma realidade presente" (ZUCK, Roy B. (Ed.). Teologia do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD.:, 2008, pp.36,38).
 
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 1 - O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 3º TRIMESTRE DE 2011
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas.
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Mas buscai primeiro o _______________________ de DEUS, e a sua _______________________, e todas essas coisas vos serão __________________________" (Mt 6.33).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
O _________________________ de DEUS consiste numa vida de ________________________, justiça, ________________________, paz e _________________________ no ESPÍRITO SANTO.
 
I. CONCEITO BÍBLICO DE REINO DE DEUS
3- Qual a definição de Reino de DEUS?
(    ) Podemos definir o Reino de DEUS como a subtração de todas as bênçãos, promessas e alianças que o Todo-Poderoso destinou aos que recebem a CRISTO JESUS".
(    ) Podemos definir o Reino de DEUS como a soma de todas as bênçãos, promessas e alianças que o Todo-Poderoso destinou somente aos judeus".
(    ) Podemos definir o Reino de DEUS como a soma de todas as bênçãos, promessas e alianças que o Todo-Poderoso destinou aos que recebem a CRISTO JESUS".
 
4- De acordo com as Sagradas Escrituras, quais os aspectos do Reino de DEUS? Complete:
a) Presente. Na atualidade, o reino divino está _________________________ na vida dos filhos de DEUS, a saber, os salvos em CRISTO. Estes foram libertos das trevas e transportados ao "Reino do ________________________ do seu amor" (CI 1.13). A partir desta experiência salvifica, é possível afirmar que toda pessoa, nascida de novo em CRISTO JESUS, é _______________________ pelo ESPÍRITO SANTO e, conseqüentemente, tem a sua vida governada através dos ________________________ do Reino (Ef 2.10).
b) Futuro. O aspecto futuro do Reino de DEUS está ligado ao reino _______________________ de CRISTO sobre a terra por ocasião da sua segunda vinda em glória (1 Co 15.23-25). Até mesmo a _______________________ inanimada "espera" por esse glorioso dia (Rm 8.19-23).
 
5- Como é o governo do Reino? Complete:
DEUS criou os céus e a terra (Gn 1.1). Ele tem o governo de todas as coisas. Seu domínio, soberania e autoridade real jamais terão fim. Os reinos deste mundo são _______________________, mas o de DEUS é _______________________. O DEUS soberano governa o mundo todo. O Eterno intervém na criação e na história, manifestando seu _______________________, sua glória e suas prerrogativas contra o _______________________ do pecado.
 
II. O REINO DE DEUS NAS ESCRITURAS
6- Como é o reino de DEUS nas escrituras do Antigo Testamento?
(    ) É explicito e claro sua existência, tendo literalmente seu nome e doutrina lá registrados.
(    ) A expressão Reino de DEUS não aparece no Antigo Testamento.
(    ) Apesar disso, lá, o Senhor é apresentado como o Rei de Israel, da terra e de todo o universo.
(    ) Ele reina para sempre.
 
7- Como é o reino de DEUS nas escrituras do Novo Testamento?
(    ) O Reino de DEUS é a mensagem central do ensino neotestamentário.
  ) Quem mais apregoou o reino de DEUS no NT foi Judas.
(    ) O Reino de DEUS foi apregoado por João Batista.
(    ) O Reino de DEUS foi confirmado pelo ensino de JESUS CRISTO.
 
8- Como foi a pregação de João Batista sobre o reino de DEUS?
(    ) Foi uma pregação discreta e pouco contundente.
(    ) João veio pregando no deserto: "Arrependei-vos porque é chegado o Reino dos céus".
(    ) O fato de uma pessoa ser israelita e "filho da promessa" não lhe assegurava o direito de entrar no Reino de DEUS.
(    ) Era preciso produzir frutos dignos de arrependimento, pois, as boas obras são o resultado de um autêntico arrependimento.
 
9- Como o reino de DEUS foi ensinado por JESUS?
(    ) A proclamação e a concretização do Reino de DEUS foram o propósito central do ministério de ensino de JESUS.
(    ) O Reino dos Céus foi o tema de sua mensagem e ensino na terra.
(    ) JESUS pouco falou sobre o reino de DEUS, falava mais sobre o reino dos céus, uma coisa bem diferente.
(    ) No Sermão da Montanha, JESUS conclamou a multidão que o ouvia a buscar, com diligência e em primeiro lugar, o Reino de DEUS.
(    ) Ele estava ordenando a todos nós, seus seguidores, a buscar a DEUS resolutamente e a fazer a sua vontade.
 
10- Por que, às vezes, é utilizado Reino de DEUS e em algumas vezes é usado Reino dos Céus, nos evangelhos?
(    ) Porque um significa coisa do alto e outro coisa de baixo.
(    ) Nos evangelhos de Marcos e Lucas a expressão "Reino de DEUS" aparece com frequência.
(    ) No Evangelho de Mateus, a expressão mais usada pelo evangelista (aparece cerca de trinta e quatro vezes) é "Reino dos Céus".
(    ) A maioria dos eruditos bíblicos concorda que o emprego da expressão "Reino dos Céus" foi aplicado por Mateus devido à rejeição do povo israelita ao uso indiscriminado do nome de DEUS.
(    ) As expressões "Reino de DEUS" e "Reino dos Céus", quando comparadas entre os Evangelhos sinóticos - Mateus, Marcos e Lucas - são sinônimas e intercambiáveis.
 
III. AS MANIFESTAÇÕES DO REINO DE DEUS
11- Como eram as manifestações do reino de DEUS, no passado?
(    ) A nação de Israel era uma monarquia teocrática.
(    ) DEUS não se preocupava em divulgar seu reino espiritual nesse tempo.
(    ) O Senhor levantou reis para o povo judeu e estabeleceu normas reguladoras de relacionamento político entre o governante e a nação.
(    ) O objetivo de DEUS era preparar o caminho para a salvação da humanidade através da nação de Israel.
(    ) Por causa dos desvios do povo judeu e da rejeição de seu Messias, JESUS CRISTO, o reino divino foi-Ihes retirado, ou seja, Israel na atualidade não tem mais a função de propagar o Reino de DEUS.
(    ) A missão de propagar o Reino de DEUS cabe agora à Igreja. Israel, porém, será restabelecido espiritualmente no futuro, conforme escreve Paulo.
 
12- Como são as manifestações do reino de DEUS, no presente?
(    ) O reino de DEUS é bem patente e visto materialmente por qualquer pessoa que desejar vê-lo.
(    ) O reino de DEUS foi estabelecido de forma invisível na Igreja por intermédio do Rei dos reis.
(    ) O reino divino pode ser visto nos corações e nas vidas de todos aqueles que se arrependem, crêem e vivem o Evangelho.
(    ) Não se trata de um reino político ou material que, por definição, é transitório e passageiro, mas de uma poderosa, transformadora e eficaz operação da presença de DEUS em e através de seu povo, refletindo-se em toda a realidade à nossa volta, produzindo transformação.
 
13- Como serão as manifestações do reino de DEUS, no futuro?
(    ) Durante o Milênio, predito pelos profetas do Antigo Testamento, JESUS CRISTO reinará literalmente na terra durante mil anos.
(    ) A Igreja reinará juntamente com JESUS sobre as nações.
(    ) A Igreja terá toda a autoridade e governará o milênio e todos terão que se converter, mesmo sem JESUS estar presente.
(    ) O reino milenial de CRISTO dará lugar ao reino eterno de DEUS, que será estabelecido na nova terra, a Nova Jerusalém.
(    ) Os habitantes serão os redimidos do Senhor de todos os tempos.
 
CONCLUSÃO
14- Complete:
No Reino de DEUS, a _______________________ do Pai é conhecida e praticada por amor, devoção, prazer, submissão, dever e gratidão (Rm 5.5; 2 Jo 9.13; Lc 18.1; Jn 2.9). Fazer continuamente a _______________________ de DEUS, nesse Reino, deve ser a nossa maior prioridade, não importando os obstáculos "pois que por muitas ________________________ nos importa entrar no Reino de DEUS" (At 14.22). O Reino DEUS e sua justiça devem ser o nosso ________________________ e alvo principal (Mt 6.33).
 
 
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BANCROFT, E. H. Teologia Elementar. São Paulo, IBR, 1975.
CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1977.
BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Edição contemporânea. São Paulo, Vida, 1994.
SILVA, S. P. da. Apocalipse Versículo por Versículo. Rio de Janeiro, CPAD, 1995.
McNAIR, S. E. A Bíblia Explicada. Rio de Janeiro, CPAD, 1994.
CHAMPLIN, R. N. O Novo Testamento Interpretado. Milenium, 1982.
 
 
 
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