LIÇÃO 10- OS FALSOS PROFETAS Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 3º TRIMESTRE DE 2009 1 João - Os Fundamentos Da Fé Cristã Comentários do Pr. Eliezer de Lira e Silva Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antonio Gilberto Complementos, questionários e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva QUESTIONÁRIO
TEXTO ÁUREO
"Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até
vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores"(Mt
7.15).
VERDADE PRÁTICA
Conhecer a Palavra de DEUS e praticá-la todos os dias nos tornará aptos a
identificar as falsas doutrinas, bem como identificar os falsos profetas.
LEITURA DIÁRIA
| Segunda | 1 Tm 1.3-7 | Advertência contra as falsas doutrinas |
| Terça | 1 Tm 6.3-10 | Os falsos mestres e a busca de riqueza ilícita |
| Quarta | 2 Tm 2.14-18 | Os falsos profetas estão desviados da verdade |
| Quinta | Gl 1.6-9 | O ensino estranho à Palavra é maldito |
| Sexta | Mq 3.5-11 | O castigo dos falsos profetas |
| Sábado | 2 Pe 2.1-3, 12-19 | Ainda há falsos profetas entre nós |
“E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à
qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro,
até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração” (2 Pe
1.19).Os 11.1 Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei a meu filho. Cumprimento em Mt 2.14,15
PROFETA:
Porta-voz de DEUS cuja mensagem
é ou admoestação ou predição. Em um sentido os primeiros profetas foram os
patriarcas, desde Adão até Moisés. Ver Gn 20.7. No sentido restrito, é em
Samuel que começa o ministério profético. Entre esses profetas encontram-se
Elias, Eliseu, Davi. A partir dessa época, começa outra ordem de profetas,
divididos em duas classes:
l) Os grandes profetas:
Isaias,
Jeremias, Ezequiel, Daniel
2) Os profetas menores, isto é,
que deixaram escritos menos importantes, são, cm número de doze:
Oséias,
Joel, Amos, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu,
Zacarias e Malaquias. i| Lista cronológica dos profetas: Enoque, Gn 5.21-24;
Noé, Gn 9.25-27; Abraão, Gn 20.7; Jacó, Gn 49.1; Arão, Êx 7.1; Moisés, Dt
18.18; Balaão; Nm 23.5; Samuel, l Sm 3.20; Davi, SI 16.8-11; Nata, 2 Sm 7.2;
Zadoque, 2 Sm 15.27; Gade, 2 Sm 24.11; Aias, l Rs 11.29; Ido, 2 Cr 9.29;
Semaías, 2 Cr 12.7; Azarias, 2 Cr 15.2-7; Hanani, 2 Cr 16.7; Jeú, l Rs 16.1;
Elias, l Rs 17.1; Eliseu, l Rs 19.16; Micaias, l Rs 22.7; Jonas, 2 Rs 14.25;
Isaias, 2 Rs 19.2; Oséias, Os 1.1; Amos, Am I.1; Miquéias, Mq 1.1; Obede, 2
Cr 28.9; Naum, Na 1.1; Joel, Jl 1.1; Sofonias, Sf 1.1; Jedutum, 2 Cr 35.15;
Jeremias, 2 Cr 36.12; Habacuque, He 1.1; Obadias, Ob l; Ezequiel, Ez 1.3;
Daniel, Dn 12.11; Ageu, Ag 1.1; Zacarias, Zc 1.1; Malaquias, Ml 1.1;
Zacarias, Lc 1.67; João Batista, Lc 7.28; Caifás, Jô II.51; Ágabo, At 11.28;
Paulo, l Tm 4.1; Pedro, 2 Pé 2.1, 2; João, Ap 1.1; CRISTO, de quem
testificavam todos os profetas (Lc 24.27, 44), é O Profeta da Sua Igreja em
todas as épocas, Dt 18.15; At 3.22, 23. Ver Apóstolo, Evangelista, Ministro,
Vidente.
/Será que ainda hoje temos o ministério profético operando em nosso meio? E evidente que sim, o que acabou, segundo o próprio JESUS é o ministério profético que predizia sua vinda e sacrifício. Infelizmente devido ao brilho excessivo dado pela Igreja a alguns ministérios como o de Pastores e Evangelistas, como também aos cantores e músicos (que não é ministério dado por CRISTO); estamos assistindo ao progressivo sufocamento de outros ministérios essenciais ao crescimento qualitativo da Igreja de JESUS CRISTO, nesses últimos momentos da mesma aqui na terra. Ainda se considera, embora dando pouco valor e ainda menos tempo, o ministério de Mestre; quase não se fala em Apóstolos e sufocaram quase que totalmente o ministério de profeta. Estamos confundindo profecia (Dom do ESPÍRITO SANTO) com o ministério de profeta (Pessoa escolhida e separada por CRISTO para exercer o ministério profético na Igreja, sendo usado para predizer o futuro).![]()
"Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele
de ninguém é discernido" (1 Co 2.15).
Discernimento é a habilidade conferida pelo
ESPÍRITO SANTO ao cristão para distinguir o real do aparente e a verdade da
mentira.
LEITURA BÍBLICA: Deuteronômio 13.1-3; Atos
16.16-18
Deuteronômio 13.1-3
1 Quando profeta ou sonhador de sonhos se
levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio, 2 e suceder o tal
sinal ou prodígio, de que te houver
falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que
não conheceste, e sirvamo-los, 3 não ouvirás as palavras daquele profeta ou
sonhador de sonhos,
porquanto o SENHOR, vosso DEUS, vos prova, para
saber se amais o SENHOR, vosso DEUS, com todo o vosso coração e com toda a
vossa alma.
NÃO OUVIRÁS AS PALAVRAS DAQUELE PROFETA. É
fundamental à comunhão do crente com o Senhor, a sua fidelidade a DEUS e à
Palavra revelada dEle (8.3). Os versículos 1-5
mostram que a tentação visando a destruir nossa lealdade a DEUS, às vezes
surge através de pessoas parecendo
espirituais. Várias inferências decorrem disso,
para nossa vida como crentes.
(1) DEUS, às vezes, testa a sinceridade do nosso
amor e dedicação a Ele e à sua Palavra (cf. 8.2).
(2) DEUS, às vezes, nos prova permitindo que
surja entre o seu povo, pessoas afirmando que são profetas de DEUS, e que
realizam "sinal ou prodígio" (vv. 1,2).
Tais pessoas, às vezes, falam com muita "unção",
predizem corretamente o futuro, e operam milagres, sinais e prodígios. Ao
mesmo tempo, porém, podem pregar um evangelho contrário à revelação bíblica,
acrescentar inovações à Palavra de DEUS ou subtrair partes dela (cf. 4.2;
12.32). Aceitar esses falsos pregadores, significa abdicar da fidelidade
total a DEUS e à sua Palavra inspirada (v. 5).
(3) O NT também, por sua vez, adverte que falsos
profetas e falsos mestres perverterão grandemente o evangelho de CRISTO nos
últimos dias desta era. O crente deve ter firme determinação quanto a sua
fidelidade à revelação escrita de DEUS, como a temos na Bíblia. A
autenticidade do ministério de uma pessoa e do seu ensino não deve ser
avaliada apenas pela sua pregação talentosa, alocuções proféticas poderosas,
realização de milagres ou número de decisões. Esses critérios tornam-se cada
vez menos dignos de confiança à medida que se aproximam os tempos do fim. O
padrão da verdade sempre deverá ser a infalível Palavra de DEUS.
Atos 16.16-18
16 E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu
ao encontro uma jovem que tinha espírito de adivinhação, a qual,
adivinhando, dava grande lucro aos
seus senhores. 17 Esta, seguindo a Paulo e a
nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação,
são servos do DEUS
Altíssimo. 18 E isto fez ela por muitos dias.
Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS
CRISTO, te mando que saias dela. E, na
mesma hora, saiu.
ESPÍRITO DE ADIVINHAÇÃO.
As expressões vocais demoníacas da jovem escrava
eram consideradas a voz de um deus; por isso, os serviços dela como adivinha
eram muito procurados, dando grande lucro aos seus donos. Através de Paulo,
CRISTO demonstrou aqui, mais uma vez, seu poder sobre o império do mal.
Atos 16.16-21 = 16. A segunda parte da história
nos leva para fora do mundo do judaísmo para o contato com a superstição
popular do mundo helenístico. Numa das visitas para o lugar de oração, ele e
seus companheiros foram encontrados por uma jovem escrava, que tinha o dom
da vidência, e dava lucro aos senhores com suas adivinhações. Lucas atribui
esta capacidade a um espírito adivinhador, literalmente, "um espírito, um
pitão". Esta última palavra originalmente significava uma serpente, e, em
especial, a serpente que guardava o oráculo célebre em Delfos e que, segundo
a lenda, foi morta por ApoIo. A palavra também se emprega no sentido de
ventríloquo. Os ventríloquos agiam como adivinhadores, e, sem dúvida, o
caráter incomum dos sons que produziam tinha efeito numinoso; pensava-se,
provavelmente, que um demônio neles habitava. No presente caso, supõe-se que
a jovem falava como ventríloco e que tinha o dom da clarividência.. e,
portanto, Lucas disse que tinha um espírito (i.é, um espírito maligno), a
saber, um que era capaz da ventriloquia.
17. A jovem saiu ao encontro de Paulo e seus
companheiros na rua, e gritava, seguindo após eles, que eram servos do DEUS
Altíssimo, e que proclamavam o
caminho da salvação. Semelhantes descrições do
DEUS supremo se acham alhures nos lábios de pagãos (Lc 8:28), mas também se
empregavam entre os judeus de língua grega; é provável que os pagãos
copiassem o uso lingüístico dos judeus quando se referiam ao DEUS deles.
Salvação era um termo comum para o conteúdo da mensagem cristã (4:12; 13:26,
47). Epossíve1, portanto, que o grito da jovem dependesse meramente daquilo
que era do conhecimento geral acerca das atividades dos missionários em
Filipos. Mesmo assim, a história se conta de modo semelhante às histórias de
exorcismo nos Evangelhos, nas quais os endemoninhados proclamam seu
conhecimento da identidade de JESUS (Lc 4:34, 41; 8:28) como meio de
procurar demonstrar a autoridade que desejariam ter sobre Ele. Parece
provável que Lucas atribuísse o conhecimento da jovem à clarividência dos
endemoninhados. Noutras partes do Novo Testamento, é igualmente difícil
reconhecer as fronteiras claras entre a possessão demoníaca, a doença mental
e a obra de charlatães.
18. O efeito da proclamação da jovem, que foi
repetida no decurso de muitos dias, cada vez que se encontrava com Paulo,
foi dar aos missionários uma
publicidade inesperada. Paulo não fez tentativa
alguma para tratar do caso na primeira ocasião, por razões que não ficam
claras. Talvez, de início, os gritos da
jovem não parecessem perigosos; na realidade.
não havia sugestão alguma de que ela era hostil aos missionários. Mas logo
fica sendo claro a Paulo de que ela estava no poder de um espírito maligno e
passou a exorcizar o espírito por meio do nome de JESUS. A história não nos
conta se a jovem se converteu; o interesse de Lucas aqui se focalizava no
efeito que o incidente teve sobre Paulo e seus companheiros.
Conseqüentemente, não podemos tirar deste
incidente conclusões acerca do problema do exorcismo na igreja dos nossos
dias. O que ficou claro é que o
exorcismo privou a jovem da sua capacidade de
adivinhar ou da sua disposição para assim fazer.
19. Não se diz se os senhores da jovem estavam
com ela durante o exorcismo, mas o certo é que logo descobriram que não
somente o espírito deixara a jovem, como também a fonte de lucro deles
(Lucas deliberadamente emprega o mesmo verbo, para efeito humorístico, nos
vv. 18 e 19), e sabiam quem era o responsável por isto. Assim como aconteceu
no caso posterior, em Éfeso (19:23-27), o efeito do evangelho era arruinar
os negócios daqueles que tiravam lucro ou vantagem das superstições e dos
vícios humanos. Assim, os donos da escrava; sem dúvida com a ajuda de amigos
ou circunstantes, prontamente agiram na sua própria causa ao lançarem mão de
Paulo e Silas, arrastando-os para a praça central da cidade onde podiam
apresentar acusações contra eles diante dos magistrados. Os demais membros
do grupo (Timóteo e Lucas), não foram envolvidos na cena (o emprego de "nós"
cessa no v. 17), ou porque eram de menos importância que os missionários
principais, ou apenas porque estavam noutro lugar na ocasião. (Ou será que
foram presos apenas os membros do grupo que eram judeus de pleno direito,
conforme sugere Bruce, Livro, pág. 3357). A praça do mercado era o centro
dos negócios da cidade; já foi escavada pelos arqueólogos.
20-21. Os pretores se mencionam com o título
geral de "autoridades" no v. 19, mas aqui recebem seu nome mais específico.
O seu título especial era duoviri, conforme atestam as inscrições. A palavra
grega que aqui se emprega, strategoi, talvez seja a equivalência mais
próxima que existe em Grego (Sherwin-White, págs. 92-93), mas também podia
traduzir o título mais grande eloqüente de preletores; comentaristas mais
antigos sugerem que os magistrados tenham arrogado sobre si este título
(assim como faziam em Cápua no século I. a.C.; Bruce, Livro, pág. 335), mas
é improvável que este uso arcaico ainda estivesse corrente. É de
significância que, quando os acusadores fazem a sua queixa, as considerações
econômicas se colocam em segundo plano, e procuram-se outros pretextos. A
queixa, na realidade, se divide em duas partes. A primeira é que Paulo e
Silas estavam perturbando a ordem pública, o que era apoiado pelo comentário
de que eram judeus, a fim de tirar vantagem do sentimento antijudaico que
não era incomum naquela época (ver 18:2, 12-17). A segunda parte -da
acusação era que Paulo e Silas estava propagando costumes antiromanos.
Assim, o exorcismo foi colocado no contexto mais lato da atividade
missionária. Vemos aqui a auto-consciência romana que se achava numa
colônia. Os romanos eram oficialmente proibidos de praticar religiões
estrangeiras, embora pudessem, na prática, fazer assim na condição de não
haver nada que ofendesse contra os costumes romanos. O princípio era
claramente flexível, e podia ser invocado conforme a necessidade. Durante o
século I d.C. em diante, empregava-se quando os cultos estrangeiros levavam
a práticas criminosas; aqui, a queixa tem o som arcaico de que o respectivo
culto era "não-romano". As vezes tem sido argumentado que os judeus eram
banidos por proselitização, mas não parece .que foi assim a situação
(Sherwin-White, págs. 78-83).
LEITURAS IMPORTANTES:
Mt 16.1-3 Os hipócritas não discernem o tempo de
DEUS.
1 E, chegando-se os fariseus e os saduceus para
o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu. 2 Mas ele,
respondendo, disse-lhes:
Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom
tempo, porque o céu está rubro. 3 E pela manhã: Hoje haverá tempestade,
porque o céu está de um
vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis diferençar
a face do céu e não conheceis os sinais dos tempos?
Os sinais dos tempos
Lc 12.54 E dizia também à multidão: Quando vedes
a nuvem que vem do ocidente, logo dizeis: Lá vem chuva; e assim sucede.55 E,
quando assopra o vento sul, dizeis: Haverá calma; e assim sucede.56
Hipócritas, sabeis discernir a face da terra e do céu; como não sabeis,
então, discernir este tempo?
At 5.1-5 O exemplo clássico de discernimento.
1 Mas um certo varão chamado Ananias, com
Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade 2 e reteve parte do preço,
sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos
apóstolos. 3 Disse, então, Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu
coração, para que mentisses ao ESPÍRITO SANTO e retivesses parte do preço da
herdade? 4 Guardando-a, não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu
poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos
homens, mas a DEUS. 5 E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E
um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram.
5.3 MENTISSES AO ESPÍRITO SANTO. A fim de
obterem prestígio e reconhecimento, Ananias e Safira mentiram diante da
igreja a respeito das suas contribuições. DEUS considerou um delito grave
essas mentiras contra o ESPÍRITO SANTO. As mortes de Ananias e Safira
ficaram como exemplos perpétuos da atitude de DEUS para com qualquer coração
enganoso entre aqueles que professam ser cristãos. Note, também, que mentir
ao ESPÍRITO SANTO é a mesma coisa que mentir a DEUS, logo, o ESPÍRITO SANTO
também é DEUS (vv.3,4; ver Ap 22.15).
5.4 POR QUE FORMASTE ESTE DESÍGNIO...? A raiz do
pecado de Ananias e de Safira era seu amor ao dinheiro e elogio dos outros.
Isto os fez tentar o ESPÍRITO SANTO (v.9). Quando o amor ao dinheiro e o
aplauso dos homens tomam posse de uma pessoa, seu espírito fica vulnerável a
todos os tipos de males satânicos (1 Tm 6.10).
Ninguém pode estar cheio de amor ao dinheiro e,
ao mesmo tempo, amar e servir a DEUS (Mt 6.24; Jo 5.41-44).
5.5 ANANIAS... CAIU E EXPIROU. DEUS feriu com
severidade a Ananias e Safira (vv. 5,10), para que se manifestasse sua
aversão a todo engano, mentira e
desonestidade no reino de DEUS. Um dos pecados
mais abomináveis na igreja é enganar o povo de DEUS no tocante ao nosso
relacionamento com CRISTO, trabalho para Ele, e a dimensão do nosso
ministério. Entregar-se a esse tipo de hipocrisia significa usar o sangue
derramado de CRISTO para exaltar e glorificar o próprio eu diante dos
outros. Esse pecado desconsidera o propósito dos sofrimentos e da morte de
CRISTO (Ef 1.4; Hb 13.12), e revela ausência de temor do Senhor (vv. 5,11) e
de respeito e honra ao ESPÍRITO SANTO (v. 3), e merece o justo juízo de
DEUS.
1 Co 2.14 O homem natural não compreende as
coisas espirituais.
14 Ora, o homem natural não compreende as coisas
do ESPÍRITO de DEUS, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las,
porque elas se discernem espiritualmente.
O homem/mulher natural (gr. psuchikos, 2.14),
denotando a pessoa irregenerada, i.e., governada por seus próprios instintos
naturais (2Pe 2.12). Tal pessoa não tem o ESPÍRITO SANTO (Rm 8.9), está sob
o domínio de Satanás (At 26.18) e é escravo da carne com suas paixões (Ef
2.3). Pertence ao mundo, está em harmonia com ele (Tg 4.4) e rejeita as
coisas do ESPÍRITO (2.14). A pessoa natural não consegue compreender a DEUS,
nem os seus caminhos; pelo contrário, depende do raciocínio ou emoções
humanas.
1 Co 12.10 O dom de discernir os espíritos.
10 e a outro, a operação de maravilhas; e a
outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a
variedade de línguas; e a outro, a
interpretação das línguas.
O Dom de Discernir espíritos funciona como uma
bússola e é uma manifestação sobrenatural do ESPÍRITO SANTO que visa
descobrir a origem de quem está
inspirando uma mensagem, se DEUS, ou o Homem ou
Satanás.
Hb 4.12 A Palavra de DEUS é apta para discernir
os pensamentos dos corações.
12 Porque a palavra de DEUS é viva, e eficaz, e
mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à
divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para
discernir os pensamentos e intenções do coração.
A PALAVRA DE DEUS A palavra de DEUS mostra quem
vai entrar no repouso de DEUS.
Ela é uma espada cortante que penetra no mais
íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e motivos são
espirituais ou não (vv. 12,13). Tem dois gumes e corta, ou para nos salvar
ou para nos condenar à morte eterna (cf. Jo 6.63; 12.48).
Por isso, nossa atitude para com a palavra de
DEUS deve ser achegar-nos a JESUS como nosso sumo sacerdote.
Hb 5.14 O discernimento do crente experiente. 14
Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume,
têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.
DISCERNIR TANTO O BEM COMO O MAL. Quem é fraco e
imaturo na fé não tem sensibilidade nem discernimento espiritual para
perceber o que é bom e o que é mau nesta vida e aquilo que honra a DEUS e o
que o desonra. O crente espiritualmente maduro, por outro lado, é aquele que
tem seus sentidos espirituais treinados para distinguir claramente entre o
bem e o mal mediante a prática constante da justiça e da obediência a DEUS e
à sua Palavra. Este crente aprendeu a amar a justiça e a odiar a iniqüidade
(ver 1.9), tendo uma mente renovada segundo os princípios da justiça (Rm
12.1,2). E, por ser capacitado pelo ESPÍRITO SANTO para ver as coisas do
ponto de vista de DEUS, está apto a receber o alimento sólido da sua Palavra
e crescer segundo a estatura completa de CRISTO (cf. Ef 4.13).
PONTO DE CONTATO:
Louvamos a DEUS pelo
discernimento. Sabemos que o homem natural, que não tem o ESPÍRITO, não
distingue o certo do errado, o puro do impuro, o santo do profano. Mas o
filho de DEUS, discerne bem entre o certo e o errado.
Assim como Paulo, na era apostólica, levantou-se
cheio de ousadia e repreendeu o espírito de adivinhação daquela jovem, da
mesma maneira, Pedro, orientado pelo ESPÍRITO SANTO, foi sabedor das reais
intenções de Ananias. É, portanto, desejo de DEUS que nós, cristãos da
presente era, peçamos a Ele que capacite homens com o Seu poder e com o dom
de discernimento dos espíritos, a fim de livrar nossas igrejas de heresias e
movimentos que cercam o povo de DEUS.
SÍNTESE TEXTUAL:
A necessidade do discernimento
espiritual e do conhecimento das doutrinas bíblicas tem aumentado nesses
dias devido ao crescimento das sutilezas de Satanás. Mas por outro lado,
estamos advertidos por JESUS que disse:
"porque surgirão falsos cristos e falsos
profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora,
enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito." (Mt 24.24). Hoje, faz-se
necessário o dom de discernir os espíritos que estão camuflados com
doutrinas que parecem cristãs.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:
Como seus alunos reagiram
durante este trimestre? O tema das lições foi cativante? Nesta última lição,
propomos um recurso que visa despertar seus alunos quanto as doutrinas que
invadem nossas igrejas através das músicas que, cheias de sensacionalismos e
emoções, arrebanham vidas. As músicas sempre defendem uma visão doutrinária,
por isso, escreva trechos de músicas sacras e outras com teor duvidoso
(músicas que colocam o arcanjo Miguel como maestro do coral de DEUS, ou
outras que incitam pessoas a mergulharem numa aventura de fé, como alguns
hinos denominados de guerra ou de adoração), em folhas de papel e dê aos
alunos para eles analisarem a letra à luz da Bíblia. Conceda-lhes alguns
minutos para debaterem entre si e depois conclua corrigindo as letras dos
hinos e valorizando as músicas com letras doutrinárias.
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO:
Aprendemos a
precavermo-nos das sutilezas de Satanás e dos perigos à nossa volta. Há
heresias, aberrações teológicas e doutrinas que parecem cristãs. Por meio do ensino dos falsos
mestres é possível o cristão reconhecer a fonte, mas, às vezes, tais
doutrinas são apresentadas de maneira sutil, tornando-se impossível o seu
discernimento sem a ajuda do ESPÍRITO SANTO.
É função sacerdotal o discernimento:
Ez 44.23 E a meu povo ensinarão a distinguir
entre o santo e o profano e o farão discernir entre o impuro e o puro.
É nosso dever como sacerdotes de DEUS na terra,
assumirmos nosso papel de sal da terra e luz do mundo. Para isso precisamos
enxergar pelo ESPÍRITO SANTO o que é de DEUS, o que é do homem
e o que é de Satanás.
Devemos identificar o joio e não permitir que o
mesmo mate o trigo, embora conviva com este.
I. DEFININDO OS TERMOS
1. Sinais e prodígios (v. 1).
A palavra hebraica 'ôth, traduzida no texto, por
"sinal" é termo genérico que significa: "marca, insígnia, indício, milagre,
sinal miraculoso". Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão
tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os
escolhidos. (Mateus 24:24 RC) a esse cuja vinda é segundo a eficácia de
Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, (2 Ts 2:9 RC)
"A contrafação será de tal modo semelhante à
manifestação verdadeira, que será impossível distinguir entre ambos sem o
auxílio das Escrituras Sagradas."
Nos dias de Moisés e Arão, com que propósito
Satanás operou milagres?
Êxodo 7:10-13. A que perigo estão sujeitos
aqueles cuja fé se baseia na manifestação de milagres?
10 Então, Moisés e Arão entraram a Faraó e
fizeram assim como o SENHOR ordenara; e lançou Arão a sua vara diante de
Faraó, e diante dos seus servos, e tornou-se em serpente. 11 E Faraó também chamou
os sábios e encantadores; e os magos do Egito fizeram também o mesmo com os
seus encantamentos. 12 Porque cada um lançou sua vara, e tornaram-se em
serpentes; mas a vara de Arão tragou as varas deles. 13 Porém o coração de
Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito. (Êxodo 7:10-13
RC)
"O homem que torna a operação de milagres a
prova de sua fé verificará que Satanás pode, por meio de uma variedade de
enganos, efetuar prodígios que parecerão genuínos milagres. Ele esperou fazer
disto um elemento de prova para os israelitas ao tempo de seu livramento do
Egito."
Alguns motivos para sinais:
***Autenticar os mensageiros dessas revelações
(1Rs 17:24; Jo 10:24-25; At 2:22; 14:3);
- Então a mulher disse a Elias: Nisto conheço
agora que tu és homem de DEUS, e que a palavra do SENHOR na tua boca é
verdade. (1 Reis 17:24)
- Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe:
Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o CRISTO, dize - no-lo
abertamente. Respondeu-lhes JESUS: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As
obras que eu faço, em nome de meu Pai, essas testificam de mim. (João
10:24-25)
- Homens israelitas, escutai estas palavras: A
JESUS Nazareno, homem aprovado por DEUS entre vós com maravilhas, prodígios
e sinais, que DEUS por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis;
(Atos 2:22)
- Detiveram-se, pois, muito tempo, falando
ousadamente acerca do Senhor, o qual dava testemunho à palavra da sua graça,
permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios. (Atos 14:3)
***Fazer crer em CRISTO, o centro das
revelações, E na Bíblia - Jo 20:31; At 5:12-14.
Estes, porém, foram escritos para que creiais
que JESUS é o CRISTO, o Filho de DEUS, e para que, crendo, tenhais vida em
seu nome. (João 20:31)
E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o
povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de
Salomão. Dos outros, porém, ninguém ousava ajuntar-se a eles; mas o povo
tinha-OS em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto
homens como mulheres, crescia cada vez mais. (Atos 5:12-14).
2. ESPÍRITO de adivinhação (v.16). A
palavra grega usada para "adivinhação" é python, nome de um dragão que,
segundo a mitologia clássica, era guardião do
templo de Apolo e do oráculo de Delfos.
Em Atos 16:16-18, uma menina que tinha um
espírito de adivinhação (ou, no jargão moderno, que era “psíquica”), só teve
tais poderes porque foi possuída por um demônio. O apóstolo Paulo expulsou
este demônio, no nome de JESUS CRISTO, e deixou a menina livre desta
opressão sombria. Por que DEUS odeia adivinhação?
Porque é uma forma diabólica e desautorizada de
revelação.
DEUS deu aos homens um guia perfeito, infalível,
para a salvação, vida e conduta santa. Este guia é a Bíblia. “Toda Escritura
é dada por inspiração de DEUS, e é útil para o ensino, para repreensão, para
correção, para instrução na justiça; a fim de que o homem de DEUS seja
perfeito, completamente capaz para realizar toda boa obra” (2 Tm. 3:16,17).
Quando as pessoas rejeitam, ignoram ou tentam alegorizar a Bíblia para
incorporá-la em um paradigma oculto ou novo, eles estão afirmando sua
independência de DEUS. Eles insultam a majestade de DEUS. Eles estão dizendo
por suas ações: “A Bíblia é desnecessária;” ou, “A Bíblia não é adequada
como regra de vida.” Elas estão dizendo: “Eu vou fazer do meu jeito. Eu não
preciso de DEUS me dizendo o que crer ou como agir.” Os praticantes da
adivinhação, quer eles tenham percebido ou não, estão aceitando a doutrina
satânica da salvação e poder, buscando autonomia (independência) de DEUS
(cf. Gn. 3:1-6; Jz. 21:25).
Satanás foi o primeiro adivinho da história.
Quando Adão e Eva obedeceram a Satanás mais do que a DEUS, eles estavam
buscando um atalho para alcançar poder e domínio. Adão e Eva rejeitaram o
plano de DEUS, creram na palavra de Satanás e decidiram seguir seu padrão
ético (cf. Gn. 3:1-6). O resultado da desobediência à palavra de DEUS é a
morte (cf. Gn. 2:17), morte espiritual e escravidão ao pecado e a Satanás
nesta vida; morte física, inferno e lago de fogo no futuro.
Quando as pessoas buscam a resposta para os
problemas da vida por meio de adivinhos, eles só aumentam seus problemas.
É perfeitamente racional buscar meios de
contornar os problemas da vida; mas fazer isto à parte da Palavra de DEUS é
uma forma de idolatria e auto-adoração. Ninguém pode servir a dois senhores:
porque ou há de aborrecer-se de um e mar ao outro, ou se devotará a um e
desprezará ao outro. Não podeis servir a DEUS e a Mamom [i.e., as
riquezas]... Mas buscai primeiro o reino de DEUS, e a sua justiça; e todas
estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt. 6:19-21,24,33).
Em vez da tagarelice tola e vã dos adivinhos,
você tem que se submeter à Palavra de DEUS como seu projeto de vida.
Talvez você esteja se perguntando: “Por que eu
preciso crer em JESUS CRISTO? A história de Seu nascimento virginal,
crucificação e ressurreição não são mitos criados na época da igreja
primitiva?” Absolutamente não! O apóstolo Pedro disse, “Não vos demos a
conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor JESUS CRISTO seguindo fábulas
engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares de sua
majestade” (2 Pe. 1:16).
A adivinhação não o salvará. Ela o arrastará
para a cova do inferno, “o lançará fora nas trevas exteriores: ali haverá
choro e ranger de dentes” (Mt. 8:12).
3. Discernimento. A palavra grega para
"discernimento" é diakrisis. Está completamente fora das possibilidades do
homem natural compreender o ESPÍRITO, pois só quem tem a mente purificada
pode fazê-lo. Porque o ESPÍRITO tomou posse do crente, em vez da mente
natural, possui "a mente de CRISTO". "O homem que possui o ESPÍRITO
compartilha do divino " (cf. 2Pe 1.4 ). Paulo fez uma afirmação ousada: "nós
temos a mente de CRISTO", por essa razão, o homem espiritual não vê as
coisas da perspectiva do mundo, mas do ponto de vista do seu Salvador.
II. AS ARMAS ESPIRITUAIS
1. O dom do ESPÍRITO SANTO.
O dom de discernir os espíritos aparece logo
após o dom de profecia (1 Co 12.10).
Dom de Discernimento de Espíritos (12.10).
Trata-se de uma dotação especial dada pelo ESPÍRITO, para o portador do dom
discernir e julgar corretamente as profecias e distinguir se uma mensagem
provém do ESPÍRITO SANTO ou não (ver 14.29; 1Jo 4.1).
No fim dos tempos, quando os falsos mestres (ver
Mt 24.5) e a distorção do cristianismo bíblico aumentarão muito (ver 1Tm
4.1), esse dom espiritual será extremamente importante para a igreja.
Discernimento: Saber de onde vem e o que está
operando numa pessoa.
Ex: JESUS: "E JESUS, vendo-lhes a fé, disse ao
paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5)
Paulo:" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo,
perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de JESUS
CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18).
2. O discernimento apostólico (v. 18).
Há duas maneiras para se discernir a fonte da
mensagem ou dos milagres: pelo conteúdo doutrinário (Hb 5.14; 1 Jo 4.1)
ou pela revelação do ESPÍRITO SANTO (At 5.1-5).
1 Co 12.4 Os dons são operações sobrenaturais do
ESPÍRITO.
4 Há diversidade de dons, mas o ESPÍRITO é o
mesmo.
12.1-6 DONS ESPIRITUAIS. Os termos que a Bíblia
emprega para os dons espirituais descrevem a sua natureza.
(1) "Dons espirituais", (gr. pneumatika,
derivado de pneuma, "espírito"). A expressão refere-se às manifestações
sobrenaturais concedidas como dons da parte
do ESPÍRITO SANTO, e que operam através dos
crentes, para o seu bem comum (vv. 1,7; 14.1).
(2) "Dons" ou "dons da graça" (gr. charismata,
derivado de charis, "graça"), indicam que os dons espirituais envolvem tanto
a motivação interior da pessoa, como o poder para desempenhar o ministério
referente ao dom (i.e., a capacitação dinâmica) recebido do ESPÍRITO SANTO.
Esses dons fortalecem espiritualmente o corpo de
CRISTO e aqueles que necessitam de ajuda espiritual (v. 4; ver Rm 12.6; Ef
4.11; 1 Pe 4.10;).
III. AS ASTÚCIAS MALIGNAS
1. Uma mensagem embaraçosa (v. 17).
A jovem estava possessa, tomada pelo espírito
das trevas, logo, a mensagem não vinha de si mesma, mas do espírito que a
oprimia.
2. O termo "salvação" (v. 17).
O texto não esclarece a que salvação o espírito
imundo referia-se, considerando ser um termo comum entre os pagãos.
A legítima salvação:
Nossa salvação envolve primeiro, a morte de
CRISTO por nós, segundo, CRISTO vivendo em nós (João 15:4; 17:26;
Colossenses 1:27) e nós vivendo em CRISTO, unidos com Ele em Sua morte e
ressurreição (Romanos 6:3-10; Colossenses 2:12, 20; 3:1). Esta união vital,
que é sustentada pelo ESPÍRITO, do lado divino, e pela fé, do nosso lado, é
formada através do nosso novo nascimento, e pressupõe uma aliança no sentido
de nossa eleição eterna em CRISTO (Efésios 1:4-6). JESUS foi designado antes
da fundação do mundo para ser nosso representando carregando os nossos
pecados sobre seus ombros (1 Pedro 1:18-20; cf. Mateus 1:21), e nós fomos
escolhidos para ser efetivamente chamados, conforme a Sua imagem, e
glorificado pelo poder do ESPÍRITO (Romanos 8:11, 29-30).
3. Qual a intenção do espírito de adivinhação?
O propósito diabólico era dizer a todos que a
mensagem que Paulo e Silas pregavam seria a mesma da jovem adivinhadora.
ADIVINHAÇÃO: Arte de conhecer por meios
sobrenaturais: IE adivinhação é comum entre todos os povos em todos os
tempos. A idéia é quase universal que certos deuses, ou certos espíritos,
têm conhecimento, escondido aos homens, mas que. sob certas condições,
esses. espíritos ficam prontos a revelar.
Refere-se . a Bíblia a várias maneiras de
adivinhar, por meio de:
1. Astromancia ou astrologia:
Arte de adivinhar por meio dos astros, Is 47.13;
2 Rs 17.16; 21.3; 23.5; Dn 2.27. Os livros dos que seguiam artes mágicas
(At. 19. 19) naturalmente incluíam os almanaques e as tábuas de astrologia.
Entre as nações somente os judeus foram ensinados a não seguir artes mágicas
nem temer aqueles que as exerciam. Is 44.25: Jr. 10.2.
2. Belomancia:
Arte de adivinhar por meio de flechas. Depois de
marcar as flechas, escolhiam uma, ou sacudiam todas até uma cair fora, de
modo que satisfazia a informação ali ensejada.Ou ainda julgavam pela maneira
de cair a flecha quando lançada para cima. "Pois o rei de Babilônia parará
na encruzilhada, para usar de adivinhações.sacode as setas. . ."
Ez 21.2I(R).
3. Hepatoscopia:
Arte de adivinhar por meio de inspeção do fígado
das vítimas, Ez 21. 2J. Cada parte do fígado tinha sua própria significação.
A idéia baseava-se em que o deus a quem.
ofereciam o animal em sacrifício, revelasse. sua vontade pela forma que dera
ao fígado, órgão que consideravam como o centro da vida da vítima.
4. Hidromancia:
Arte de adivinhar por meio de água. Deixava-se
um objeto de ouro, de prata, ou uma pedra preciosa, cair em uma vasilha
d’água. O movimento da.água ou as figuras resultantes do movimento.que
resultavam, eram interpretadas por regras fixas. Ver Gn 44.5.
5. Necromancia:
Arte de adivinhar por meio de evocação dos
mortos, Dt 18. 11. Por meio de espíritos familiares, isto é, espíritos que
se podem fazer aparecer por meio de esconjuros, invocações ou exorcismos, Is
8.19; Dt 18.11(R); 2 Rs 21.6(B); I Cr 10. 13(B): I Sm 28.3, 7, 8, 9(8); Is
19.3(B); 29. 4(B). Em vez de necromante,é traduzido, também, pitão (F), ou
na forma feminina, pitonisa (F).
6. Rabdomancia:
Adivinhação por meio de varinha mágica. Os 4.
12.
7. Sonhos:
Refere-se em Is 65.4 ao costume de adivinhar,
dormindo junto às sepulturas; etc...
8- Sortilégio ...;
9-Terafim ...;
10- Filhos oferecidos em holocaustos; ...
IV. DISCERNIMENTO
1. O falso e o verdadeiro (v.2).
DEUS deu a Israel profetas legítimos, os quais
falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO.
2. A necessidade do discernimento.
Já vimos em lições anteriores a possibilidade de
manifestações sobrenaturais por meio de homens não comprometidos com a
verdade.
MILAGRE:
Sucesso que se não explica por causas naturais:
É propriamente obra de DEUS, Êx 7.3,4; At 10.38. contudo os milagres são
feitos, às vezes, por poderes maus: Mt 24.24; 2 Ts 2.9; Ap 13.14; 16.14.:
Empregam-se vários outros vocábulos para exprimir a idéia de milagres:
prodígios, maravilhas, sinais, poderes miraculosos.
Alguns têm caráter profético e pressagioso,
predizendo grandes juízos: as pragas sobre o Egito, Êx 3.20; prodígios no
céu, At 2.19. Outros são grandes e poderosos, Mt 13.54; Mc 6.14; At 6.8;
8.6,13; 2 Co 12.12.
Milagres extraordinários. At 19. 11. Ainda
outros tinham significação teológica, servindo como "sinais", Jo 2.11; 4.54.
11 Não todos os grandes servos de DEUS faziam milagres: Jo 10.41; 1 Co
12.10,29. As curas eram milagrosas, At 4.22. Havia quatro períodos quando
DEUS operava maior número de milagres:
1) Quando 'formava a nação de Israel, sob Moisés
e Josué.
2) Sob Elias e Eliseu, quando o culto a Baal
ameaçava destruir toda a adoração a DEUS.
3) No tempo de Daniel.
4) Ao estabelecer a Igreja. no tempo de CRISTO e
os apóstolos. Mas não foi porque DEUS não quisesse que os milagres
continuassem ininterruptamente; antes foi porque o povo não mais atentava
para a voz do Senhor. Ver 1 Sm 3; etc. As Escrituras não ensinam que
milagres cessariam com os apóstolos, mas sim que permaneceriam até que
viesse o que é perfeito, 1 Co 13. 10. Tanto os sinais como a salvação
pertencem à promessa de Mc 16.16, 17. Milagres, prodígios e sinais são para
a confirmação da Palavra, At 2.22; Hb 2.4. E nunca houve maior necessidade,
de confirmação do que há atualmente. CRISTO operava milagres, movido de
compaixão, Mt 9.36. Ele, portanto, atende aos necessitados hoje, porque Ele,
é o mesmo, Hb 13.8. 11 JESUS curava toda sorte de doenças e enfermidades, em
toda parte, e fazia muitos outros sinais que não estão registrados nas
Escrituras. Mt 4.23, 24; 8.16; 9.35; 10.8; 14.14; 5.30;21.14; Jo 20.30.
CONCLUSÃO:
É dever do cristão não se levar pela
manifestação de sinais sobrenaturais sem antes ter certeza de sua origem.
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Apologético
"O momento é de alerta"
O momento atual da Igreja de JESUS CRISTO impõe
urgência ao tratar as doutrinas fundamentais da Bíblia Sagrada como
prioridade inegociável. É preciso escrevê-las, discuti-las, ensiná-las com
mais profundidade e dedicação para que possam ser aprendidas, lembradas,
divulgadas como tarefa sine qua non da igreja. No passado, gastávamos muito
tempo falando mais de costumes do que de doutrina. Hoje, infelizmente, não
falamos nem de uma coisa nem de outra. Muitos de nossos púlpitos estão
indefinidos porque cederam à tentação dos avivamentos coreográficos, da
exibição dos grandes números e da cultura imediatista, as quais flagelam os
que procuram seriedade no servir a DEUS. Algumas igrejas, por causa disso,
tornaram-se patrocinadoras de espetáculos e locais onde o ego humano é
'massageado', com o nítido objetivo de crescimento rápido e vantajoso.
Resultado: vulnerabilidade doutrinária e frenesi pelas novidades (At 17.21).
Com a falta de ensino bíblico em muitos de
nossos púlpitos, criou-se no povo um fascínio desesperadamente ambicioso
pela experiência, que acabou se tornando a pedra de toque da vida da
esmagadora maioria dos crentes pentecostais. As profecias, sem nenhum
ensino, acabaram tomando o primeiro lugar na preferência da maioria dos
nossos cultos, valendo, para muitos, mais uma profecia do que um ensino
bíblico.
Não esqueçamos que o nascedouro de heresias é
sempre a ausência de estudo bíblico sistemático. Ademais, o povo de DEUS
precisa ter conhecimento das doutrinas cardeais das Sagradas Escrituras para
poder se defender das heresias.
Precisamos, portanto, e com muita urgência,
fazer uma nova leitura das necessidades reais do nosso povo e da sociedade
ao nosso redor e pensar num meio
de tornar as Boas Novas do Evangelho mais
convincentes para o homem atual". (LIMA, Paulo César. O que está por trás do
G-12. Rio de Janeiro : CPAD, 2000. p.30-31.)
INTERAÇÃO
Caro professor, vivemos dias em que o falso mostra-se tão
bem vestido de verdadeiro, que, se possível fosse, enganaria até mesmo os
escolhidos. São falsos milagres, falsos milagreiros, falsos ensinos, falsos
mestres, falsas profecias e falsos profetas. Por isso, sua responsabilidade
é grande. Você possui a função de fundamentar a fé de seus alunos nos
alicerces sólidos da Palavra de DEUS, a fim de que, sob estrutura firme,
suas casas espirituais não sejam abaladas pelos "ventos de doutrina".
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Definir os termos profeta e
profecia.
Explicar como se julgam as
profecias e os profetas.
Apontar os falsos ensinos
ressaltados na lição.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Utilize o quadro informativo a respeito das quatro
peneiras pelas quais a profecia deve ser avaliada para introduzir o tópico
2.
1ª Peneira - O modo como a
profecia é expressa - 1 Co 14.29-33,39,40
2ª Peneira - O propósito da
profecia - 1 Co 14.3
3ª Peneira - O conteúdo da
profecia - 2 Tm 3.16,17
4ª Peneira - O cumprimento
da profecia - Dt 18.20-22; Jr 28
RESUMO DA REVISTA DA CPAD DA
LIÇÃO 10- OS FALSOS PROFETAS
INTRODUÇÃO
Sempre houve no meio do povo de DEUS impostores,
que falavam falsamente em nome do Senhor.
I. CONCEITOS
1. Profeta. Aquele que é chamado por DEUS para transmitir
a mensagem divina ao povo.
2.Profecia. Primeiramente declarativa e, depois,
preditiva.
a) Aspectos da atividade profética.
b) A profecia como dom ministerial em o Novo
Testamento.
c) O dom de profecia (1
Co 12.10; 14.3,31).
d) A natureza da profecia.
II. A FALSA PROFECIA
O propósito divino da profecia é consolar, exortar e
edificar.
1. Julgando as profecias pela Palavra.
2. Julgando o falso profeta pelos frutos.
III. ENSINOS FALSOS
DEUS fala, não o que gostamos de ouvir, mas o que
precisamos ouvir
1. A busca do ser humano pela prosperidade.
2. O menosprezo da glória de CRISTO.
CONCLUSÃO
Devemos buscar com zelo os dons espirituais.
SINOPSE DO TÓPICO (1) A profecia pode
ser vista na Bíblia como um ministério permanente, um dom ministerial e um
dom espiritual.
REFLEXÃO "O dom de profecia, hoje, não
tem a mesma autoridade canônica das Escrituras, que são infalíveis."
SINOPSE DO TÓPICO (2) As profecias
devem ser julgadas de acordo com as orientações expostas na Bíblia, e os
profetas, pelos seus frutos.
REFLEXÃO"Através de um misticismo
exacerbado e antibíblico, colocam-se os falsos profetas acima da Palavra de
DEUS. Apresentam-se, via de regra, como portadores de uma nova revelação. Só
existe uma maneira de se combater os falsos profetas: confrontá-los com a
Palavra de DEUS". Claudionor de Andrade
SINOPSE DO TÓPICO (3)
Os ensinos falsos consistem geralmente na busca do ser humano pela
prosperidade e no menosprezo da glória de CRISTO.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO (Subsídio
Doutrinário)
João começa com a declaração de que existem falsos
profetas, bem como profetas verdadeiros, e com a ordem aos cristãos para que
façam uma distinção entre eles. Ao mesmo tempo, ele indica qual é o ponto
importante em fazer essa distinção. Não é se o fenômeno sobrenatural está
presente, pois o Diabo também pode realizar milagres. É uma questão de
definir a fonte da inspiração do profeta. Seria DEUS? Nesse caso, o profeta
é verdadeiro. Se não é DEUS, então ele não deve merecer crédito nem ser
seguido, independentemente de quão grande seja a sua sabedoria ou de quanto
impacto sua atividade provoque.
Quando João diz que muitos falsos profetas virão ao nosso
mundo, não necessariamente está pensando a respeito de sua época. De fato,
ele saberia que sempre houve falsos profetas e que o povo de DEUS sempre
teve a tarefa de distinguir entre aqueles que são de DEUS e aqueles que
falam da parte de si mesmos ou pelo poder do Diabo." (BO ICE, James
Montgomery. As epístolas de João. RJ: CPAD, 2006, p.127).
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
EARLE, R. Comentário Bíblico Beacon. RJ: CPAD,
2006. ZUCKY, R. B. Teologia no Novo Testamento. RJ: CPAD, 2008.
SAIBA MAIS - Revista
Ensinador Cristão CPAD, nº 39, p.41.
APLICAÇÃO PESSOAL
A Bíblia nos declara que a intimidade do Senhor é para
aqueles que o temem (Sl 25.14). Infelizmente, observamos nos últimos dias
muitos homens e mulheres se autoproclamando íntimos e detentores dos
segredos de DEUS. Entretanto, quando atentamos para a vida deles,
constatamos uma total falta de temor. Um dos termos gregos traduzido como
temor (gr. Phobos) significa ter grande respeito pela majestade e santidade
de DEUS. Temer a DEUS é ter a consciência de quem Ele é, um DEUS santo e
justo, que não se deixa escarnecer.
Em tempos de falsos profetas, é recomendável aos profetas
temer a DEUS antes de mais nada, uma vez que falar em nome Dele é algo
profundamente sério. E aos membros do Corpo de CRISTO, é imprescindível o
discernimento. Talvez nosso maior problema hoje não seja a secularização da
igreja, mas a falsa "espiritualidade", uma vez que aquela é facilmente
identificada, no entanto, esta somente por intermédio do dom de discernir os
espíritos.
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 10 - OS FALSOS PROFETAS
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO
3º TRIMESTRE DE 2009
COMPLETE AS FRASES E COLOQUE "V" PARA
VERDADEIRO E "F" PARA FALSO
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Acautelai-vos, porém, dos _________________________
profetas, que vêm até vós vestidos como _______________________, mas interiormente são _____________________ devoradores"(Mt
7.15).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Conhecer a _______________________ de DEUS e praticá-la todos os dias nos tornará aptos a
identificar as ______________________ doutrinas, bem como identificar os ______________________________ profetas.
Introdução
3- Quem sempre houve no meio do povo de Deus, que falavam
falsamente em nome do Senhor, isto é, aquilo que o Eterno não falara,
conduzindo o povo incauto ao erro?
( ) Impostores.
( ) Pastores.
( ) Exatores.
I. CONCEITOS
4- Na Bíblia, o termo profeta designa o que?
( ) Aquele que
é chamado por Deus para transmitir a mensagem divina ao povo.
( ) Os autênticos profetas são porta-vozes
de Deus; o próprio Senhor os chama "meus profetas"..
( ) Sua
responsabilidade é de grande peso (Ez 2.1-7; 3.10,11), uma vez que eles são,
na verdade, "homens de Deus", conforme está dito onze vezes em 1 Reis 4.
( ) Estes servos de Deus transmitem a Sua vontade e seus desígnios, além de
desvendar o futuro segundo a inspiração do Espírito Santo.
( ) Aquele que
é chamado por Deus, somente para transmitir o juízo divino ao povo.
5- A
própria Palavra de Deus nos orienta que devemos nos acautelar contra o que?
( ) Contra os apóstolos e pastores.
( ) Contra os falsos
profetas.
( ) Contra os falsos
poetas.
6- Como é a profecia, tanto no Antigo como no Novo
Testamento?
( ) É primeiramente preditiva e, depois,
declarativa.
( ) É primeiramente imperativa e, depois, preditiva.
( ) É primeiramente declarativa e, depois, preditiva.
7- O que é a profecia
preditiva?
( ) Aquela que revela-nos o plano
divino em relação somente à Israel e sua possível chegada ao céu.
( ) Aquela que revela-nos o plano divino em relação
somente à Igreja e a plena chegada do Reino de Deus.
( ) Aquela que revela-nos o plano divino em relação a Israel, a Igreja, aos
gentios e a plena chegada do Reino de Deus.
8- O que é a profecia
declarativa (dom de profecia)?
( ) Aquela constituída de consolação, admoestação,
encorajamento, promessa, advertência, julgamento, juízo.
( ) Aquela constituída de adoração, admoestação,
encorajamento, promessa, advertência, perdão, consolo.
( ) Aquela constituída de exortação, admoestação,
encorajamento, promessa, advertência, julgamento, consolo.
9- Em o Novo
Testamento, a profecia é um meio divino para que?
( ) Derrotar os inimigos, exortar e edificar a
igreja.
( ) Orientar, exortar e predizer o
futuro.
( ) Orientar, exortar e edificar a
igreja.
10- Quais os aspectos da atividade profética?
( ) Uma atividade especial, sendo que a
autoridade do profeta é superior aos demais ministérios.
( ) A profecia pode ser vista na Bíblia
como um ministério permanente recebido de Deus.
( ) Um dom ministerial na
igreja.
( ) Um dom espiritual na congregação.
( ) O "dom de profecia" é uma capacitação sobrenatural do
Espírito Santo concedida para transmitir a mensagem divina.
11- Como é a profecia como dom ministerial em o Novo Testamento?
( )
A profecia como ministério profético não é uma pregação comum.
( ) A profecia como ministério
profético é uma
mensagem vinda diretamente do Espírito Santo.
( )
A profecia é um ministério profético de uma pregação comum.
12- Como é a pregação habitual?
( ) É inspirada antecipadamente.
( ) É preparada antecipadamente.
( ) É preparada posteriormente.
13- O profeta é um arauto da
santidade de Deus; qual sua missão?
( ) Sua missão é expor com unção os padrões da santidade
divina para o povo.
( ) O seu espírito ferve com santo zelo para anunciar a
santidade de Deus e de tudo o que é dEle!
( ) Profetizar a vinda de JESUS para
salvar os homens.
( ) O profeta de Deus faz os santos
regozijarem-se no Senhor, mas também faz o ímpio estremecer e considerar o
seu mau caminho. Ver Atos 24.24,50.
14- Como é o dom de profecia (1
Co 12.10; 14.3,31)?
( ) O dom da
profecia é o principal dom espiritual porque edifica a congregação.
( )
O dom da profecia é o principal guia e prumo da
congregação.
( ) O dom da profecia é um "sinal" para a igreja, enquanto as
línguas são um "sinal" para os infiéis.
15- Como é a natureza da profecia?
( )
Devemos discernir a "profecia da Escritura", a qual é inerrante,
da profecia da Igreja.
( )
A profecia da Igreja deve ser julgada e só então acatada.
( )
A manifestação do dom de profecia durante o culto deve ter limite.
"Falem dois ou três profetas".
( )
A maior parte do tempo
do culto tem de ser destinada à exposição da Palavra de Deus, porque sendo
esta soberana jamais poderá ser substituída pelo dom de profecia.
( )
A profecia da Igreja deve ser ouvida e crida sempre.
II. A FALSA PROFECIA
16- Como
já vimos em 1 Coríntios 14.3, qual o propósito divino do dom de profecia?
( ) É pregar,
exortar e edificar.
( ) É consolar,
exortar e pregar.
( ) É consolar,
exortar e edificar.
17- A profecia na
igreja necessita ser julgada (1 Co 14.29), mas quais os parâmetros para o
seu julgamento?
( ) Qualquer
profecia na igreja que entre em conflito com os ensinamentos e doutrinas
bíblicas não pode vir de Deus.
( ) A Bíblia declara: "Nenhuma mentira vem da verdade".
( ) O
crente fiel, que sempre ora e lê a Palavra de Deus, compara aquilo que ouve
com o que está escrito na Escritura, a fim de comprovar a veracidade das
profecias enunciadas na igreja.
( ) São verdadeiras só quando os
profetas dizem: "Assim diz o Senhor."
18- Como Julgar o falso profeta?
( ) Pelos frutos.
( ) Pelos milagres.
( ) Apesar da aparência de piedade, não passam de agentes de Satanás.
( ) Sua missão: corromper a fé dos salvos e destruir a unidade da Igreja.
( ) Muitos deles operam sinais e prodígios (Mt 24.24), mas tudo isto
fazem sob a eficácia de Satanás.
( ) Os seus frutos são
uma irrefutável evidência de sua mentira e falsidade.
III. ENSINOS FALSOS
19- Qual a diferença de característica entre os
ensinos dos falsos profetas e os ensinos de DEUS?
( ) Dos falsos mestres é ensinar o que as
pessoas querem ouvir independentemente se estão erradas ou não.
( ) Dos falsos mestres é ensinar o que as
pessoas precisam ouvir.
( ) De DEUS, Ele fala, não o que
gostamos de ouvir, mas o que precisamos ouvir, e corrige-nos sempre quando
estamos errados porque nos ama.
( ) De DEUS, Ele fala, o que
gostamos de ouvir, o que precisamos ouvir, e sempre sentimos que nos ama.
20- Como é a busca do ser humano pela prosperidade?
Complete:
Desde o princípio, o ser humano luta para adquirir e
acumular riquezas, geralmente, de modo ___________________________.
Atualmente, esta busca tornou-se uma
_______________________________.
A crise
econômica mundial, o anseio por manter-se a salvo da miséria, o incentivo da
mídia por um consumismo cada vez mais exacerbado e as incertezas do amanhã,
formam um ambiente ideal para o surgimento de ______________________________________ doutrinas e profecias.
O povo não se satisfaz com o que o Senhor garante aos
seus filhos (Mt 6.25-33; Pv 30.8,9), mas deseja riquezas que, muitas vezes,
são vistas como ________________________ divinas.
A Bíblia adverte-nos contra essa busca insensata pelos bens
e contra os que a encorajam mediante os seus _______________________________ (1 Tm 6.6-11, 17-19; Sl
62.10).
21- Complete as frases, segundo o menosprezo da glória
de Cristo:
Os ensinos dos ___________________________ negam o sofrimento de Jesus e o
valor de seu sacrifício na cruz para expiação dos pecados e salvação dos
pecadores. (1 Pe 2.21-24; Rm 5.5-9; 2 Co 5.21).
O sofrimento de Cristo na cruz e sua morte seqüencial são
dois elementos que _________________________ a sua humanidade.
Este mesmo Jesus ressuscitou em corpo glorioso e entrou
onde estavam os discípulos reunidos a ______________________
fechadas.
Os discípulos que ________________________ nEle após sua ressurreição viram-no ser
assunto aos céus, e os anjos que ali estavam, afirmaram que o Senhor que
ascendera aos céus, de lá voltará (At 1.10,11).
Hoje, muitos falsos profetas tentam afastar a Igreja do
seu alvo descrito nas Escrituras, mediante a pregação de um evangelho fácil,
sem renúncia, sem compromisso, sem _________________________; um evangelho que apregoa
apenas o apego pelos bens materiais. Assim como um marketing empresarial,
tal evangelho emprega a mídia audiovisual com o objetivo de manipular as
_____________________ do homem.
CONCLUSÃO
22- Todos os dons espirituais são necessários e
imprescindíveis tanto para a Igreja como um todo como para os seus membros
em particular. Por isso, o que devemos buscar com zelo? Por que?
( ) Os dons espirituais.
Porque eles são uma graciosa dádiva da lei divina ao nosso dispor.
( ) Os dons espirituais.
Porque eles são uma grandiosa dádiva da graça divina ao nosso dispor.
( ) Os dons naturais.
Porque eles são uma grandiosa dádiva da graça divina ao nosso dispor.
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