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Lição 10 - ESPÍRITO SANTO - O Fruto Do ESPÍRITO É O Amor 
 
Questionário             Obras da Carne
 
 
Texto Áureo:
“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três; mas a maior destas é a caridade” (1 Co 13.13).
MAIOR... É A CARIDADE. Este capítulo deixa claro que um caráter semelhante ao de Cristo, Deus o enaltece acima do ministério, da fé ou da posse dos dons espirituais. (1) Deus valoriza e destaca o caráter que age com amor, paciência (v. 4), benignidade (v. 4), altruísmo (v. 5), aversão ao mal e amor à verdade (v.6), honestidade (v.6), e perseverança na retidão (v. 7), muito mais do que a fé que move montanhas ou realiza grandes feitos na igreja (vv. 1,2,8,13). (2) Os maiores no reino de Deus serão aqueles que aqui se distinguem em piedade interior e no amor a Deus, e não aqueles que se notabilizam pelas realizações exteriores (ver Lc 22.24-30 ). O amor de Deus derramado dentro do coração do crente pelo Espírito Santo, é sempre maior do que a fé, a esperança, ou qualquer outra coisa (Rm 5.5).
Verdade Prática:
O evangelho de Jesus Cristo está sintetizado na prática do amor a Deus e ao próximo, o amor é a maior virtude do fruto do Espírito e imprescindível à vida do crente.
Rm 5.5b porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.
O AMOR DE DEUS... EM NOSSO CORAÇÃO. Os cristãos experimentam o amor de Deus nos seus corações, pelo Espírito Santo; especialmente em tempos de aflição. O verbo "derramar" está no tempo pretérito perfeito contínuo, significando que o Espírito continua a fazer o amor transbordar em nossos corações. É essa experiência sempre presente do amor de Deus, que nos sustenta na tribulação (v. 3) e nos assegura que nossa esperança da glória futura não é ilusória (vv. 4,5). A volta de Cristo para nos buscar é certa (cf. 8.17; Jo 14.3)
 
Leitura Diária:
Segunda 1 Jo 4.7-12 Deus é amor = 7Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus 
e conhece a Deus.8Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é caridade.9Nisto se manifestou a caridade de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.10Nisto está a caridade: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.11Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros.
12Ninguém jamais viu a Deus; se nós amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeita a sua caridade.
4.7 AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS. Embora o amor seja um aspecto do fruto do Espírito (Gl 5.22,23) e uma evidência do novo nascimento (2.29; 3.9,10; 5.1), é também algo que temos a responsabilidade de desenvolver. Por essa razão, João nos exorta a amar uns aos outros, a termos solicitude por eles e procurar o bem-estar deles. João não está falando apenas em sentimento de boa-vontade, mas em disposição decisiva e prática, de ajudar as pessoas nas suas necessidades (3.16-18; cf. Lc 6.31). João nos admoesta a demonstrar amor, por três razões: (1) O amor é a própria natureza de Deus (vv. 7-9), e Ele o demonstrou ao dar seu próprio Filho por nós 
(vv. 9,10). Compartilhamos da sua natureza porque nascemos dEle (v. 7). (2) Porque Deus nos amou, nós, que temos experimentado o seu amor, perdão e ajuda, temos a obrigação de ajudar o próximo, mesmo com grande custo pessoal. (3) Se amamos uns aos outros, Deus continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (v. 12).
Terça  Rm 8.5-7 A inclinação da carne e do Espírito = 5Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito.6Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.7Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.
8.5-14 SEGUNDO A CARNE... SEGUNDO O ESPÍRITO. Paulo descreve duas classes de pessoas: as que vivem segundo a carne e as que vivem segundo o Espírito. (1) Viver "segundo a carne" ("carne", aqui, é o elemento pecaminoso da natureza humana) é desejar e satisfazer os desejos corrompidos da natureza humana pecaminosa; ter prazer e ocupar-se com eles. Trata-se não somente da fornicação, do adultério, do ódio, da ambição egoísta, de crises de raiva, etc. (ver Gl 5.19-21), mas também da obscenidade, de ser viciado em pornografia e em drogas, do prazer mental e emocional em cenas de sexo, em peças teatrais, livros, vídeo, cinema e assim por diante.
(2) Viver "segundo o Espírito" é buscar a orientação e a capacitação do Espírito Santo e submeter-nos a elas e concentrar nossa atenção nas coisas de Deus. É estar sempre consciente de que estamos na presença de Deus, e nEle confiarmos para que nos assista e nos conceda a graça de que carecemos para que a sua vontade se realize em nós e através de nós. 
(3) É impossível obedecer à carne e ao Espírito ao mesmo tempo (vv. 7,8; Gl 5.17,18). Se alguém deixa de resistir, pelo poder do Espírito Santo, a seus desejos pecaminosos e, pelo contrário, passa a viver segundo a carne (v.13), torna-se inimigo de Deus (8.7; Tg 4.4), e a morte espiritual e eterna o aguarda (v.13). Aqueles cujo amor e solicitude estão prioritariamente fixados nas coisas de Deus, podem esperar a vida eterna e a comunhão com Ele (vv. 10,11,15,16).
8.9 SE... O ESPÍRITO DE DEUS HABITA EM VÓS. Todo crente, desde o momento em que aceita Jesus Cristo como Senhor e Salvador, tem o Espírito Santo habitando nele (v. 9; cf. 1 Co 3.16; 6.19,20; Ef 1.13,14.

Quarta Cl 3.5-10; 12-15 Santidade e amor fraternal 
Cl 3.5-10 = 5Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria;6pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência;7nas quais também, em outro tempo, andastes, quando vivíeis nelas.8Mas, agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca.9Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou;
3.5 AVAREZA, QUE É IDOLATRIA. O que é idolatria? (1) É permitir que as coisas se tornem o centro dos nossos desejos, valores e dependência, usurpando 
assim o lugar da confiança e fé no próprio Deus (cf. Êx 20.3-6; Dt 7.25,26; Is 40.18-23.  Por essa razão, a avareza (a cobiça dos bens terrenos) é chamada idolatria. (2) A idolatria pode significar o professar lealdade a Deus e à sua Palavra e, ao mesmo tempo, igual ou maior lealdade a pessoas, instituições, tradições ou autoridades aqui na terra. Nada pode ser colocado em pé de igualdade (nem de superioridade) ao nosso relacionamento com Deus e sua Palavra, de acordo com a revelação divina (Rm 1.22,23; Ef 5.5)
Cl 12-15Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade,
13suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.14E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição.15E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.
1Pe 1.16 = SEDE SANTOS. Deus é santo, e as qualidades de Deus devem ser as qualidades do seu povo. A idéia principal de santidade é a separação dos modos 
ímpios do mundo e dedicação a Deus, por amor, para o seu serviço e adoração (ver Lv 11.44 nota). A santidade é o alvo e o propósito da nossa eleição em 
Cristo (Ef 1.4); significa ser semelhante a Deus, ser dedicado a Deus e viver para agradar a Deus (Rm 12.1; Ef 1.4; 2.10; ver Hb 12.14 nota). É o Espírito de 
Deus que realiza em nós a santificação, que purifica do pecado nossa alma e nosso espírito, que renova em nós a imagem de Cristo e que nos capacita, pela 
comunicação da graça, a obedecer a Deus segundo a sua Palavra (Gl 5.16,22,23,25; Cl 3.10; Tt 3.5; 2 Pe 1.9)
 
Quinta Rm 13.8-10; Gl 5.14 O cumprimento da lei 
Rm 13.8-10 A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.
9Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás, e, se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.10O amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor.
13.8 A NINGUÉM DEVAIS COISA ALGUMA. O crente não deve deixar de pagar suas dívidas. Isso não significa que é proibido tomar emprestado do próximo, 
em caso de necessidade grave (cf. Êx 22.25; Sl 37.26; Mt 5.42; Lc 6.35). Por outro lado, a Palavra de Deus reprova o ato de contrair dívidas por coisas 
desnecessárias, bem como ficar indiferente quanto ao resgate delas (cf. Sl 37.21). A única dívida que nunca quitamos é a de amar uns aos outros.
13.10 O AMOR NÃO FAZ MAL AO PRÓXIMO. Pratica-se o amor não somente por mandamentos positivos (12.9-21; 1 Co 13.4,6-7), mas também por negativos. 
Todos os mandamentos mencionados aqui são negativos na sua forma (v. 9; cf. 1 Co 13.4-6). (1) O amor é positivo, e ao mesmo tempo é negativo, pelo fato da 
propensão humana para o mal, o egoísmo e a crueldade. Oito dos dez mandamentos da Lei são negativos, porque o mal surge naturalmente e o bem, não. A 
primeira evidência do amor cristão é apartarmo-nos do pecado e de tudo aquilo que causa dano e tristeza ao próximo. (2) A idéia de que a ética cristã deve ser 
somente positiva é uma falácia baseada nas idéias da presente sociedade, que procura esquivar-se das proibições que re-freiam os desejos descontrolados da 
carne (Gl 5.19-21).
Gl 5.14 Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Sexta Ef 4.22-32; 5.1-4; 8-11 O andar em Espírito
Ef 4.22-32 que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano,23e vos renoveis no espírito do vosso sentido,24e vos revistais do novo homem, que, segundo Deus, é criado em verdadeira justiça e santidade.25Pelo que deixai a mentira e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.26Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira.27Não deis lugar ao diabo.28Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade.29Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.
30E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da redenção.31Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós.32Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como 
também Deus vos perdoou em Cristo.
NÃO ENTRISTEÇAIS O ESPÍRITO SANTO. O Espírito Santo, que habita no crente (Rm 8.9; 1 Co 6.19), é uma Pessoa que pode sentir intensa mágoa ou 
tristeza, assim como o próprio Jesus sentia quando chorou por causa de Jerusalém, e em outras ocasiões (Mt 23.37; Mc 3.5; Lc 19.41; Jo 11.35). (1) O crente causa tristeza ou pesar ao Espírito Santo, quando não dá importância à sua presença, voz ou direção (Rm 8.5-17; Gl 5.16-25; 6.7-9). (2) Entristecer o Espírito Santo leva a resisti-lo (At 7.51); isto, por sua vez, leva a extingui-lo (1 Ts 5.19) e, finalmente, a fazer agravo ao Espírito da graça (Hb 10.29). Esta última ação pode ser identificada como a blasfêmia contra o Espírito Santo, para a qual não há perdão (ver Mt 12.31 
1Jo 3.11 Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.
Jo 13.34 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.
AMEIS UNS AOS OUTROS. O cristão é exortado a amar de um modo especial a todos os outros cristãos verdadeiros, quer sejam membros da sua igreja e da sua persuasão teológica, quer não. (1) Isso significa que o crente deve saber distinguir os cristãos verdadeiros daqueles cuja confissão de fé é falsa, observando a sua obediência a Jesus Cristo e sua lealdade às Sagradas Escrituras (5.24; 8.31; 10.27; Mt 7.21; Gl 1.9 nota). (2) Isso significa que quem possui uma fé viva em Jesus Cristo e é leal à Palavra inspirada e inerrante de Deus, conforme tal pessoa a compreende, e que resiste ao espírito modernista e mundano predominante em nossos tempos, é meu irmão em Cristo e merece meu amor, consideração e apoio especiais. (3) Amar a todos os cristãos verdadeiros, inclusive os que não pertencem à minha igreja, não significa transigir ou acomodar minhas crenças bíblicas específicas nos casos de diferenças doutrinárias. Também não significa querer promover união denominacional. (4) O cristão nunca deverá transigir quanto à santidade de Deus. É essencial que o amor a Deus e à sua vontade, conforme revelados na sua Palavra, controlem e orientem nosso amor ao próximo. O amor a Deus deve sempre ocupar o primeiro lugar em nossa vida (ver a próxima nota; Mt 22.37,39 nota).
Ef 5.1-4  Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados;2e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.3Mas a prostituição e toda impureza ou avareza nem ainda se nomeiem entre vós, como convém a santos;
4nem torpezas, nem parvoíces, nem chocarrices, que não convêm; mas, antes, ações de graças.
 
Ef 5.8-11 Porque, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz9(porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade),10aprovando o que é agradável ao Senhor.11E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes, condenai-as.
OBRAS... DAS TREVAS. Aquele que é em tudo leal a Cristo, não pode ser neutro, nem manter silêncio quanto às "obras infrutuosas das trevas" (v. 11) e à 
imoralidade (vv. 3-6). Deve sempre estar pronto a desmascarar, repreender e denunciar o mal em todas as suas formas. Bradar sinceramente contra toda a 
iniqüidade é odiar o pecado (Hb 1.9), tomar posição com Deus, contra o mal (Sl 94.16) e permanecer fiel a Cristo, o qual também denunciava as obras das trevas 
(Jo 7.7; Is 15.18-20; cf. Lc 22.28).

Sábado Jo 13.35 A marca distintiva do crente
35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.
CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. agape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de Cristo (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, 
em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por 
uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, 
evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 
Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7).
Leitura Bíblica Em Classe: GÁLATAS 5.16-25
16Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne.17Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis.18Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.19Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia,20idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,21invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.22Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.23Contra essas coisas não há lei.24E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
25Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.
5.17 O ESPÍRITO... CONTRA A CARNE. O conflito espiritual interiormente no crente envolve a totalidade da sua pessoa. Este conflito resulta ou numa completa 
submissão às más inclinações da "carne", o que significa voltar ao domínio do pecado; ou numa plena submissão à vontade do Espírito Santo, continuando o 
crente sob o senhorio de Cristo (v. 16; Rm 8.4-14). O campo de batalha está no próprio cristão, e o conflito continuará por toda a vida terrena, visto que o crente 
por fim reinará com Cristo (Rm 7.7-25; 2 Tm 2.12; Ap 12.11; ver Ef 6.11 nota).
5.19 AS OBRAS DA CARNE. E O FRUTO DO ESPÍRITO
5.21 NÃO HERDARÃO O REINO DE DEUS Embora Paulo afirme que é impossível herdar o reino de Deus mediante a prática das obras da lei (2.16; 5.4), ensina 
também que a pessoa pode excluir-se do reino de Deus envolvendo-se com práticas pecaminosas (ver 1 Co 6.9 nota; cf. Mt 25.41-46; Ef 5.7-11)
Objetivos: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Citar as razões porque o amor deve ser cultivado pelo cristão.
2- Descrever as diferentes propriedades do fruto do Espírito.
 
INTRODUÇÃO / COMENTÁRIOS:
Veremos nesta lição que o Amor é a raiz de uma frondosa árvore onde se colhem os mais saborosos frutos, DEUS nos provou seu amor e quer receber de cada um de nós a correspondência à este amor, demonstrada através do amor pelos nossos semelhantes, ainda aqui neste mundo, enquanto esperamos a bem-aventurada vinda de nosso Salvador e Senhor JESUS CRISTO.


I. O FRUTO DO ESPÍRITO É O AMOR
Se compararmos o fruto do ESPÍRITO à uma rosa, com certeza o botão será o AMOR, que desabrochará em várias outras pétalas , e que lindas as pétalas que vêem depois do amor! Cheiram suavemente com o perfume de CRISTO.

1. O amor é a essência da natureza de Deus. 
DEUS age sempre , em tudo, com Amor e conosco não é diferente, DEUS nos ama de uma tal forma que foi capaz de nos dar o que ELE tinha de maior valor para que reconhecêssemos esse imenso amor, seu único amado Filho, JESUS CRISTO.
2. O amor do homem para com Deus tem que resultar de uma escolha (Mt 6.24). 
Para que nossa vida cristã seja de proveito para o reino de DEUS é preciso que o amor esteja em primeiro lugar em nossa vida, não esse amor simplesmente humano que ama os amigos, os parentes e os familiares, mas o amor ÁGAPE, amor de DEUS, derramado em nossos corações pelo ESPÍRITO SANTO, amor que perdoa, que sara feridas, que olha para os outros através de JESUS CRISTO e seu sacrifício; é assim que DEUS olha para nós, pois se fossemos vistos por DEUS sem estarmos em CRISTO, o que seria de nós pecadores?
3. O amor ao próximo se demonstra com ações. 
De que valeria a nosso semelhante um amor de indicações? Será que estamos encaminhando aos serviços sociais todos aqueles que vêem a nós em busca do amor de DEUS? Como DEUS poderia operar os dons do ESPÍRITO SANTO para ajudar às pessoas se todas as oportunidades que temos de servir a DEUS, enviamos a outrem o necessitado e o aflito?

Is 56.6 Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?8 Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a glória do Senhor será a tua retaguarda.9 Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;10 e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia.11 O Senhor te guiará continuamente, e te fartará até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca falham.


II. AS DIFERENTES PROPRIEDADES DO FRUTO DO ESPÍRITO
Gálatas 5.1-9 =
Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.
 
FRUTO DO ESPÍRITO (Qualidades/Propriedades)
DEFINIÇÃO
1. Amor.
  5.1-     Gl 5.1-  Amor:  ágape ou agapao Rm 5.5; Jo 3.16; Jo 15.2-13 é o amor de DEUS, misericordioso e cheio de graça. É o mais importante, sem este não se chega aos outros. O amor é um sentimento a ser aprendido e que se caracteriza pela entrega incondicional sem espera pelo troco. A benignidade é a qualidade que uma pessoa tem de fazer com que os outros se sintam à vontade em sua presença; tem a ver, portanto, com empatia e simpatia. 
            1Co 13. 4 O AMOR é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece, 5 não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6 não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
(1) “Ca    AMOR (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14). 
2. Alegria. 
 Gl 5.2-  Gozo: senso de bem-estar, sobretudo de bem-estar espiritual, por causa de uma correta relação com DEUS.
 “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).
3. Paz. 
Gl 5.3-  Paz: paz com DEUS gera paz no meio da guerra e dos problemas; é ter certeza da salvação e do perdão de DEUS, é amar nossos inimigos. Tem a ver com nosso relacionamento com os outros.
 “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20). 
4. Longanimidade. 
 Gl 5.4-  Longanimidade: não se deixando levar pela ira, pelas provocações, pelas perseguições; é demorar-se a dar lugar á inimizade; é ver as boas qualidades onde todos enxergam só o mau.
 “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1). 
5. Benignidade.
 Gl 5.5-  Benignidade: honestidade, é nunca ser inflexível ou amargo.
 “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3). 
6. Bondade.
 Gl 5.6-  Bondade: generosidade, mais bem aventurado é o que dá do que o que recebe.
O ESPÍRITO SANTO produz bondade. Ele produz algo que a natureza humana deseja, mas não consegue produzir por si só. DEUS, portanto, está presente no desejo do bem e está presente na capacitação para a prática deste bem. Este desejo humano é uma decorrência da bondade de DEUS. A Bíblia afirma a sua bondade como algo que dura para sempre (Salmos 106.1; 107.1; 118.1; 136.1; Jeremias 33.11). Diz mais ainda a Bíblia, agora pela boca do Filho JESUS CRISTO, que só DEUS é bom (Marcos 10.18; cf. Lucas 18.19) Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a maldade, não para a bondade. O caos e a maldade são naturais; a beleza e a bondade são espirituais. Estamos sendo naturais ou espirituais?
A bondade é uma virtude interior que inunda todas ações. A mais perfeita ilustração bíblica para a bondade é a parábola contada por JESUS acerca de um homem caído. Por ele passaram várias pessoas, entre elas duas que não eram boas. No interior deles não havia nada que as impelisse em direção àquele viajante caído e abandonado. Por ele, no entanto, passou uma pessoa boa. Sua bondade libertou-lhe do medo das conseqüências e dos custos do seu gesto. Sua bondade falou mais alto que seus afazeres e seus compromissos. Os dois viajantes deram o que tinham para dar: nada, porque não eram bons. O terceiro viajante deu o que tinha para dar: Há muitos crentes se comportando como os dois primeiros viajantes. Há muitos crentes que tocam suas vidas num plano apenas natural, sem produzir o fruto espiritual da bondade. Crente cansado de ser bom é crente que abafou o ESPÍRITO SANTO na sua vida. Nossa tarefa, como seres habitados pelo ESPÍRITO SANTO, é encher a terra de bondade. Se não o fizermos, o mundo não terá como ver a bondade de DEUS.
 “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). 
7. Fé.
 Gl 5.7-   Fé: indicando fidelidade a DEUS e ao próximo. é crer nas promessas de DEUS e aplicá-las ao nosso viver.
 “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).
8. Mansidão. 
 Gl 5.8 Mansidão: humildade, autocontrole, considerar aos outros superiores a si mesmo. Apaziguar.
 “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20). 
9.Temperança, domínio próprio, autocontrole. 
5.9-       Gl 5.9 Temperança:
1- nas palavras: quão boa à palavra dita ao seu tempo.
2- nas ações: equilíbrio no viver e perante DEUS; nas orações, no estudo da palavra e nos jejuns.
3- nos pensamentos: manter os pensamentos cativos na palavra de DEUS.
 “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

CONCLUSÃO
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14; 8.14; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9)
A vida cristã é aquela vivida no ESPÍRITO SANTO. Na verdade, a vida cristã só é possível no Espírito. Fora dEle, nossa vida é como a de qualquer pessoa.
Contra estas coisas não há lei. (Gl 5.23), O amor vence Tudo e todos.
O AMOR DIVINO através de nós como atividade e comportamento, e não apenas como sentimento ou motivação interior é algo maravilhoso e até incompreendido, nos constrange. Os vários aspectos do amor, caracterizam Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Sendo assim, todo crente deve esforçar-se para crescer nesse tipo de amor.
Quando há o fruto do Espírito não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.

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Questionário da Lição 10 - ESPÍRITO SANTO - O Fruto Do ESPÍRITO É O Amor 
Ev.Luiz Henrique - www.henriqueestudos.cjb.net 
Texto Áureo:
1- Se permanece na vida do verdadeiro crente a fé, a esperança e o amor (caridade), qual o maior destes?
(     ) O Amor (Caridade)         (     ) A Fé        (     ) A Esperança
Verdade Prática:
2- Em que está sintetizado o evangelho de JESUS CRISTO?
(     ) Na guarda dos mandamentos     (     ) Na prática do amor à DEUS e ao próximo      (     ) Na prática da moralidade     
INTRODUÇÃO
3- Em quem se manifestava de modo pleno o fruto do ESPÍRITO?
(     ) Em Pedro     (     ) Em Paulo     (      ) Em JESUS
I. O FRUTO DO ESPÍRITO É O AMOR
4- O que é O AMOR DE DEUS? Coloque "V" Para verdadeiro e "F" para Falso
 
FORTALECEDOR
 
IMERECIDO
 
UNIVERSAL
 
DISTANTE
 
MERECIDO
 
ABRANGENTE
 
INCOMPREENSÍVEL
 
MISERICORDIOSO
 
INSIGNIFICANTE
 
NOS CORRIGE
 
PERENE
 
SACRIFICIAL
 
NOS PROVA
 
NOS ATRAI
 
NOS ESQUECE
5- Através de que DEUS é visto em nós?
(     ) Do espelho      (     ) Do Amor     (      ) Do trabalho
6- Devemos imitar o amor de quem?
(     ) De JESUS     (     ) De nosso pastor     (     ) De nosso professor
7- Como se demonstra o amor ao próximo?
(     ) Se demonstra com críticas     (     ) Se demonstra com ações      (     ) Se demonstra com mentiras
II. AS DIFERENTES PROPRIEDADES DO FRUTO DO ESPÍRITO
8- Por que amamos a DEUS?
(     ) Porque ELE derramou o seu amor em nossos corações      (      ) Porque ELE nos deixa lutar para conseguirmos as coisas que desejamos
9- Coloque "V" Para verdadeiro e "F" para Falso
O Amor a DEUS deve sempre aumentar
Devemos cumprir a lei da escravidão
O Amor é a evidência da Salvação
O Amor nos ajuda a odiar nossos inimigos
O Amor afasta o homem de DEUS
Por Amor agradamos a DEUS em tudo
Por Amor a JESUS queremos fazer sua vontade
O Amor nos ajuda a amar até os nossos inimigos
O Amor nos faz orar por nossos inimigos
Pela operação do ESPÍRITO o amor aparece como Fruto em nossas vidas
O Amor é o elo que determina o aperfeiçoamento dos crentes
Por Amor a JESUS queremos cumprir a lei da liberdade
10- Por que JESUS foi ungido com o óleo da Alegria?
(     ) Porque era alegre     (     ) Porque nunca chorou     (      ) Porque amou a justiça e aborreceu a iniqüidade
11- Que tipo de mensagem é o evangelho ?
(      ) De sofrimento      (      ) De liberalidade     (     ) De Alegria
12- Quem é o Príncipe da Paz?
(     ) O ESPÍRITO SANTO     (     ) JESUS     (      ) O PAI
13- Quais são as três dimensões da Paz?
(     ) Paz com Deus, Paz com o próximo e Paz interior.     (     ) Paz com Deus, Paz com o próximo e Paz social.
14- O que é Longanimidade?
(     ) É ter ânimo longo, Contínua Paciência, ganância.     (     ) É ter ânimo longo, Contínua Paciência, tolerância.
15- O que é Benignidade?
(     ) É querer vingança, mas sem querer magoar ou causar dor a outrem.     (     ) É não querer vingança, é não querer magoar ou causar dor a outrem.
16- O que é Bondade?
(     ) É praticar o bem.       (     ) É praticar o perdão.      (     ) É praticar o arrependimento.
17- O que é Fé?
(     ) Firme fundamento da razão e compreensão     (     ) Crer e confiar firmemente nas promessas de DEUS, é lealdade e fidelidade a DEUS.
18- O que é Mansidão?
(     ) Capacidade de ficar em êxtase e calmo ao mesmo tempo em situações irritantes.    
(     ) Capacidade de ficar tranqüilo e calmo diante de situações irritantes, em atitude de amor.
19- Com quem devemos aprender a ser mansos? Dê referência bíblica:
(     ) Com JESUS CRISTO. Jo 11.29.     (     ) Com JESUS CRISTO. Mt 11.29.     (     ) Com JESUS CRISTO. Mt 10.29.
20- O que nos serve a Temperança, domínio próprio e autocontrole?
(     ) De acelerador nas horas de relaxamento.     (     ) De freio nas horas de desatenção.      (     ) De freio nas horas de tentação.
21- Quanto à Temperança, domínio próprio e autocontrole, Coloque "V" Para verdadeiro e "F" para Falso
 
Freio no momento da tentação
 
O domínio próprio aceita a privação
 
Raiva, Ira e Inimizade
 
Ceder às concupiscências mundanas  
 
Nos dá vitória sobre todas as coisas
 
Domínio para refrearmos nossa inclinação carna
CONCLUSÃO
22- Contra o que não há lei?
(     ) Amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade, mansidão, temperança, felicidade, ambição.
(     ) Amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
 
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OBRAS DA CARNE. “Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17 nota). As obras da carne (5.19-21) incluem:
(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.
(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).
(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).
(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).
(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23). 
(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas. 
(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3). 
(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3). 
(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8). 
(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17). 
(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17). 
(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19). 
(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos. 
(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas. 
(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante. 
(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes. 
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do 
reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).

Ajuda BEP e Revista da www.cpad.com.br
 
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