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FRUTO DO ESPÍRITO
(Qualidades/Propriedades)
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DEFINIÇÃO
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1. Amor.
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5.1-
Gl 5.1- Amor: ágape ou agapao Rm 5.5; Jo 3.16; Jo
15.2-13 é o amor de DEUS, misericordioso e cheio de graça. É o mais
importante, sem este não se chega aos outros. O amor é um sentimento
a ser aprendido e que se caracteriza pela entrega incondicional sem
espera pelo troco. A benignidade é a qualidade que uma pessoa tem de
fazer com que os outros se sintam à vontade em sua presença; tem a
ver, portanto, com empatia e simpatia.
1Co 13. 4 O AMOR é sofredor, é benigno; o
amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece,
5 não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7 tudo sofre,
tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
(1) “Ca AMOR (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).
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2. Alegria.
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Gl 5.2- Gozo: senso de
bem-estar, sobretudo de bem-estar espiritual, por causa de uma correta
relação com DEUS.
“Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).
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3. Paz.
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Gl 5.3-
Paz: paz com DEUS gera paz no meio da guerra e dos problemas;
é ter certeza da salvação e do perdão de DEUS, é amar nossos
inimigos. Tem a ver com nosso relacionamento com os outros.
“Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).
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4. Longanimidade.
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Gl 5.4-
Longanimidade: não se deixando levar pela ira, pelas provocações,
pelas perseguições; é demorar-se a dar lugar á inimizade; é ver
as boas qualidades onde todos enxergam só o mau.
“Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).
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5. Benignidade.
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Gl 5.5-
Benignidade: honestidade, é nunca ser inflexível ou amargo.
“Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).
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6. Bondade.
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Gl 5.6-
Bondade: generosidade, mais bem aventurado é o que dá do que
o que recebe.
O ESPÍRITO SANTO produz bondade. Ele
produz algo que a natureza humana deseja, mas não consegue produzir
por si só. DEUS, portanto, está presente no desejo do bem e está
presente na capacitação para a prática deste bem. Este desejo
humano é uma decorrência da bondade de DEUS. A Bíblia afirma a sua
bondade como algo que dura para sempre (Salmos 106.1; 107.1; 118.1;
136.1; Jeremias 33.11). Diz mais ainda a Bíblia, agora pela boca do
Filho JESUS CRISTO, que só DEUS é bom (Marcos 10.18; cf. Lucas
18.19) Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora
dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a
maldade, não para a bondade. O caos e a maldade são naturais; a
beleza e a bondade são espirituais. Estamos sendo naturais ou
espirituais?
A bondade é uma virtude interior que
inunda todas ações. A mais perfeita ilustração bíblica para a
bondade é a parábola contada por JESUS acerca de um homem caído.
Por ele passaram várias pessoas, entre elas duas que não eram boas.
No interior deles não havia nada que as impelisse em direção àquele
viajante caído e abandonado. Por ele, no entanto, passou uma pessoa
boa. Sua bondade libertou-lhe do medo das conseqüências e dos custos
do seu gesto. Sua bondade falou mais alto que seus afazeres e seus
compromissos. Os dois viajantes deram o que tinham para dar: nada,
porque não eram bons. O terceiro viajante deu o que tinha para dar: Há
muitos crentes se comportando como os dois primeiros viajantes. Há
muitos crentes que tocam suas vidas num plano apenas natural, sem
produzir o fruto espiritual da bondade. Crente cansado de ser bom é
crente que abafou o ESPÍRITO SANTO na sua vida. Nossa tarefa, como
seres habitados pelo ESPÍRITO SANTO, é encher a terra de bondade. Se
não o fizermos, o mundo não terá como ver a bondade de DEUS.
“Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).
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7. Fé.
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Gl 5.7-
Fé: indicando fidelidade a DEUS e ao próximo. é crer nas
promessas de DEUS e aplicá-las ao nosso viver.
“Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).
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8. Mansidão.
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Gl
5.8 Mansidão: humildade, autocontrole,
considerar aos outros superiores a si mesmo. Apaziguar.
“Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).
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9.Temperança, domínio próprio, autocontrole.
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5.9-
Gl 5.9 Temperança:
1- nas palavras: quão boa à palavra
dita ao seu tempo.
2- nas ações: equilíbrio no viver e
perante DEUS; nas orações, no estudo da palavra e nos jejuns.
3- nos pensamentos: manter os
pensamentos cativos na palavra de DEUS.
“Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos
conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).
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