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Vinha,
figura da Igreja de CRISTO, na Terra.
2. O trabalho na vinha (Mt 20.1).
Não há tempo a perder, as uvas precisam ser
colhidas o mais rápido possível, pois aí vem a tempestade da Grande
Tribulação, é chegada a última hora, é urgente que os trabalhadores da
última hora sejam dispostos e corajosos para aceitem o desafio da colheita,
mesmo que já seja a última hora e resta apenas um poucochinho de tempo para
o fim do dia, quando a noite se aproxima e não haverá mais tempo para a
colheita de DEUS.
III. OS TRABALHADORES DA VINHA
Todos nós peguemos a luva e colhamos as uvas que estão
maduras para a ceifa, deixemos o embaraço das que não estão prontas para a
grande colheita, pois o tempo não nos permite pararmos para discutirmos
religião, mas só temos agora tempo para colher com o evangelho pregado em
nome de JESUS CRISTO e com CRISTO como centro. As dificuldades devem ser
vencidas, as mãos calejadas doerão, os pés estarão doendo, mas não há tempo
para parar, aí vem o ocaso, o fim do dia se aproxima, corramos com fé a
carreira que nos está proposta.
O Apóstolo Paulo exortou a Timóteo:
“Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a
piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que
há de vir. Esta palavra é fiel e digna de toda a aceitação. Porque para isto
trabalhamos e lutamos, pois esperamos no DEUS vivo, que é o Salvador de
todos os homens, principalmente dos fiéis” (1 Tm 4.8-10). Esta escritura
indica que os servos de DEUS devem empenhar-se sempre para executar, com
zelo, a tarefa que dEle receberam, evidenciando, assim, que realmente o
amam.
1 . A ociosidade, uma ameaça para a vinha de DEUS.
A ociosidade, no contexto desta parábola, deve ser vista sob
dois aspectos. O primeiro envolve os que se achavam ociosos por não haverem
sido, ainda, contratados. Eles tinham experiência, porque, tão logo foram
convocados pelo pai de família, apresentaram-se ao trabalho. O segundo
poderia representar comodismo, preguiça, desqualificação e desinteresse.
Infelizmente, a tecnologia tem tomado o lugar das pessoas até mesmo no seio
da igreja, destruindo a alegria de se fazer a obra de DEUS.
"E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam
ociosos na praça".
Na certa faltou vinha para eles, pois não queriam trabalhar
para algum patrão que não lhes pagaria justamente (O Diabo só quer roubar,
matar e destruir - Ele tem sua vinha - seus seguidores do Inferno).
veja que estes que estavam ociosos estavam à espera de
ouvirem o chamado do Pai de Família, ainda não tinham sido chamados ou ainda
não tinham se disposto a trabalhar, mas ao ouvirem a vos do pai de Família o
seguiram alegres sem nem se preocuparem com quanto receberiam, mas com o
trabalho que arrumaram.
Estes são os gentios que não se sentiam chamados por DEUS,
não tinham qualquer conhecimento de DEUS, estavam ociosos, mas ouviram a voz
de DEUS os chamando, ouviram o evangelho e se prontificaram a seguir a DEUS
e trabalharem de toda a boa vontade sem se importarem com o pagamento, mas
desejosos de servirem bem, sabendo que DEUS é galardoador daqueles que o
buscam e principalmente sabendo que nada merecem.
2. É tempo de trabalhar.
A casa ainda estava vazia para a grande festa, os convidados
não eram dignos, chamados outros, aceitaram ao convite.
Sempre que o pai de Família buscou por trabalhadores, os
encontrou, assim não desfaleçamos, ainda há milhões de trabalhadores para se
chegarem para a seara do mestre, busquemos-lhes onde quer que se encontrem,
o campo é o mundo.
A hora é chegada quando ainda não é noite, tornemos a nos
despertar para a tão grande tarefa a que fomos chamados, mãos à obra, aí vem
o teu salvador, ó Igreja!!!!!!!!!!!!!
Durante todo o dia, o pai de família buscou obreiros para
cuidar de sua vinha. Na 1ª, 3ª, 6ª e 9ª hora, o vinhateiro encontrou
obreiros que iam, apesar do mormaço do dia, cumprindo suas obrigações de
acordo com o combinado. Entretanto, foi somente no crepúsculo do dia, antes
que o sol se pusesse no horizonte, que o dono da vinha pôde completar o
número de trabalhadores de que precisava.
Na história da Igreja Cristã, entramos na undécima hora. É o
crepúsculo do último trabalho da Igreja na terra, quando se fará a grande
colheita para o Reino de DEUS! Todos os que trabalharam na vinha do Senhor,
da primeira à nona hora, tornaram possível este momento. Não podemos,
portanto, correr o risco de lamentar o tempo perdido e confessar como
Israel: “Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos” (Jr 8.20).
O apóstolo João previa esse tempo, quando nos exortou: “Filhinhos, é já a
última hora” (1 Jo 2.18).
IV. A UNDÉCIMA HORA (MT 20.6)
Na justiça de DEUS o desejo em servir e a verdadeira
motivação no serviço tem maior valor do que o tempo de serviço ou o serviço
feito somente no passado. O DEUS que nós servimos é o DEUS de agora, de já,
o que você fez já passou, DEUS está interessado no que você está fazendo
hoje, por isso um novo-convertido pode receber o mesmo que você que já tem
dezenas de anos na obra e está cansado e sem ânimo. Desperta tu que dormes.
A justiça divina não é baseada em critérios humanos; os que
trabalharam na undécima hora são tratados com igualdade em relação aos que
começaram nas primeiras horas do dia.
1. O tempo de trabalho não é relevante no Reino de DEUS (Mt
20.8-12).
No mundo tempo de serviço é aumento de salário merecido, no
reino de DEUS produtividade é é merecimento de salário.
O salário é a vida eterna aos que fielmente e incansavelmente
persistem em colher até mesmo na última hora.
Há uma verdade imprescindível nesta parábola: cada
trabalhador receberá aquilo a que fizer jus. A obra feita não é medida pelo
tempo. Quer tenhamos trabalhado no primeiro turno, quer no undécimo, teremos
o mesmo salário. Pois este não tem como critério a quantidade, mas a
qualidade. É o próprio Senhor quem o diz: “os derradeiros serão primeiros, e
os primeiros, derradeiros” (Mt 20.16).
O pagamento teria que ser feito dos últimos para os primeiros
para que houvesse aprendizado, caso se começasse a pagar os que mais
trabalharam em primeiro lugar, iriam embora e não veriam o que receberam os
últimos a iniciarem o trabalho.
O pagamento de DEUS é baseado no amor e na misericórdia,
medindo a disposição e a alegria em servir e não propriamente a quantidade
de trabalho executado. Baseado na graça e não na lei.
Quem se julga merecedor de um pagamento maior, na verdade não
deveria nem receber, pois não entendeu ainda a reino de DEUS, mas somente o
reino humano.
2. A idéia básica do ensino de CRISTO.
No Reino de DEUS, não há discriminação, nem favoritismo. Os
trabalhadores da undécima hora são tão importantes quanto os da primeira.
Pois o mérito do serviço, aos olhos de DEUS, não depende da quantidade;
depende do espírito com que é feito o trabalho.
O pagamento é com certeza entregue ou distribuído por CRISTO,
no Tribunal de CRISTO.
Mt 19.29 E todo o que tiver deixado casas, ou irmãos, ou
irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá
cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.
1Co 3.8 Ora, uma só coisa é o que planta e o que rega; e cada
um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho.
1Co 3.14 Se permanecer a obra que alguém sobre ele edificou,
esse receberá galardão.
1Co 4.5 Portanto nada julgueis antes do tempo, até que venha
o Senhor, o qual não só trará à luz as coisas ocultas das trevas, mas também
manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o
seu louvor.
Ef 6.8 Sabendo que cada um, seja escravo, seja livre,
receberá do Senhor todo bem que fizer.
A salvação é o prêmio maior e não existe salvação maior para
um do que para o outro.
CONCLUSÃO
Não se trabalha na vinha de DEUS visando recompensas ou
vantagens. A recompensa não é maior nem menor, porque é direito de todos.
Pequenos e grandes, pobres e ricos, todos são tratados de igual modo na
vinha do Senhor.
O maior ensino da parábola consiste em nos orientar quanto aos mercenários, ou
seja, quanto aos que trabalham pelo prêmio e principalmente pelos que
trabalham pelo prêmio material na obra de DEUS.
Os primeiros trabalhadores trabalharam pelo prêmio (salário) combinado antes;
já os seguintes trabalharam esperando receber a graça e a misericórdia do dono
da vinha, estavam ociosos na praça, não ganhariam mais nada naquele dia, havia
passado a hora e não haviam sido contratados, porém um dono de vinha os
contratou mesmo assim, agora o que recebessem era lucro; nunca esperavam
receber tanto!!!!!!
Lc 638 Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando,
vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes
também vos medirão de novo.
Jo 6.13 Recolheram-nos, pois, e encheram doze alcofas de pedaços dos cinco
pães de cevada, que sobejaram aos que haviam comido.
DEUS SEMPRE DÁ COM SOBRA!!!!
Não se trabalha na vinha de DEUS visando recompensas ou vantagens. A
recompensa não é maior nem menor, porque é direito de todos. Pequenos e
grandes, pobres e ricos, todos são tratados de igual modo na vinha do Senhor.
[...] A hora terceira, sexta, nona e undécima são nove da
manhã, meio-dia, três da tarde e cinco da tarde, respectivamente. Os homens
estão inativos não porque sejam preguiçosos, mas porque não lhes foi
oferecido trabalho (Mt 22.7). A ordem inversa de pagamento, na qual os
últimos trabalhadores são os primeiros a serem pagos, não só enfatiza a
idéia último-primeiro, mas também expõe a cobiça dos primeiros
trabalhadores. Quando aqueles que trabalharam ao longo do calor do dia vêm o
senhor dando aos trabalhadores que trabalharam só por uma hora o salário de
um dia inteiro, eles esperam que ele lhes dê recompensa muito maior, talvez
tanto quanto doze denários! O murmúrio que fazem ao receber um salário justo
revela a cobiça dos corações. O olho mau (v.15) é figura apta para aludir a
cobiça e o ciúme (Mt 6.23).
O pai de família está sendo generoso com os últimos
trabalhadores que, junto com suas famílias, sofreriam sem o básico para a
sobrevivência. Estes são os proscritos, aqueles que vivem na periferia da
respeitabilidade, os “publicanos e pecadores” amparados por JESUS (Mt
11.19).” (ARRINGTON, F.L.; STRONSTAD, R. (eds.). Comentário bíblico
pentecostal: Novo Testamento. RJ:CPAD, 2003, p. 113.)
Leia mais Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 22, pág. 41
Questionário da Lição 10 -
Parábola - A JUSTIÇA E A GRAÇA DE DEUS - A Parábola dos Trabalhadores na Vinha
-
Por Ev.Luiz Henrique de Almeida Silva -
http://www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos
TEXTO ÁUREO:
1- “Assim, os derradeiros serão __________________, e os primeiros,
derradeiros, porque _______________
são chamados, mas __________________________, escolhidos” (Mt 20.16).
VERDADE PRÁTICA:
2- A concessão das bênçãos divinas é motivada pelo que?
( ) Pelo trabalho do servo da Seara.
( ) Pelo merecimento do trabalho feito para o Senhor da Seara.
( ) Pela graça do Senhor da Seara.
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
3- A que JESUS, nesta parábola, compara o Reino dos céus?
( ) A um pai de família que, possuindo uma vinha, saiu certo dia a recrutar
trabalhadores.
( ) A um dono de vinha que, possuindo uma vinha, saiu certo dia a
premiar
trabalhadores.
( ) A um proprietário que, possuindo uma vinha, saiu certo dia a
discutir salário com seus
trabalhadores.
I. DEUS, O VINHATEIRO (MT 20.1)
4- Figuradamente, o que representa a parábola dos Trabalhadores na Vinha?
( ) DEUS que, para abastecer sua casa,
contrata os trabalhadores.
( ) DEUS que, para manter a sua obra,
aumenta o salário dos trabalhadores.
( ) DEUS que, para manter a sua obra,
contrata os trabalhadores.
5- Quem é o “pai de família”, que tem o poder de liderar o que é seu?
( ) DEUS o Pai
( ) DEUS o Filho
( ) DEUS o ESPÍRITO SANTO
6- Como foi a distribuição do trabalho na vinha?
( )
O vinhateiro distribuiu o trabalho em horas iguais: na primeira, na
terceira, na sexta, na nona e, finalmente, na undécima
( )
O vinhateiro distribuiu o trabalho em salários distintos: na primeira, na
terceira, na sexta, na nona e, finalmente, na undécima
( )
O vinhateiro distribuiu o trabalho em horas distintas: na primeira, na
terceira, na sexta, na nona e, finalmente, na undécima
7- Entre os judeus, o dia
é dividido em quantas horas?
( ) 10 horas
( ) 12 horas
( ) 15 horas
8- Na parábola, JESUS deixa claro que a recompensa
é medida pelo que? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
( ) Pela duração do trabalho
( ) Pela diligência
( ) Pela Fidelidade
( ) Pela qualidade do trabalho feito
9- De acordo com o que os trabalhadores foram pagos
( ) De acordo com o contrato firmado com todos
( ) De acordo com o salário estipulado pelo dono para cada um
( ) De acordo com o contrato firmado com cada um
II. A VINHA (MT 20.1)
10- O que significa no texto, o “Reino dos céus”?
( ) Significa o predomínio de DEUS sobre
algumas coisas, é a amplitude e a superioridade do Reino de DEUS
( ) Significa o domínio de DEUS sobre todas
as coisas, é a amplitude e a superioridade do Reino de DEUS
( ) Significa o domínio de DEUS sobre
algumas coisas, é a amplitude e a inferioridade do Reino de DEUS
11- A que é comparado o povo de Israel no Antigo Testamento?
( ) À vinha, à oliveira, à figueira
( ) À vinha, à Amendoeira, à figueira
( ) À vinha, à oliveira, à Amendoeira
12- A que é comparado o povo de DEUS (a Igreja), no Novo Testamento?
( ) No Novo Testamento a figura da Pinha
é usada para ilustrar a Figura de CRISTO (Jo 15.1-8)
( ) No Novo Testamento a figura da vinha
é usada para ilustrar a Igreja de CRISTO (Jo 15.1-8)
( ) No Novo Testamento a figura da Figueira
é usada para ilustrar a Igreja de CRISTO (Jo 15.1-8)
13- O que se requer dos viticultores da Igreja?
( ) Dedicação para que produza bom Milho
( ) Dedicação para que produza bom Vinho
( ) Dedicação para que produza bom Trigo
III. OS TRABALHADORES DA VINHA
14- Complete :
“Porque o exercício ______________ para pouco aproveita, mas a piedade para
tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida ________________ e da que há de
vir. Esta palavra é fiel e digna de toda a ________________. Porque para isto
trabalhamos e lutamos, pois esperamos no DEUS ____________, que é o Salvador
de todos os homens, principalmente dos fiéis” (1 Tm 4.8-10)
15- Qual a principal ameaça para a vinha de DEUS?
( ) A ociosidade
( ) A Capacidade de cada um
( ) A produtividade
16- Quais os dois aspectos da ociosidade no contexto desta parábola?
( ) Os que se achavam ociosos por não haverem sido, ainda,
contratados e aqueles que representam trabalho, fadiga e compromisso
( ) Os que se achavam ociosos por não haverem sido, ainda, contratados e
aqueles que representam comodismo, preguiça, desqualificação e desinteresse
( ) Os que se achavam ocupados por haverem sido contratados e
aqueles que representam comodismo, preguiça, desqualificação e desinteresse
17- Quando é o tempo de trabalhar para o pai de família?
( )Durante toda a noite
( )Durante todo o dia
( )Durante todas as vigílias
18- Quando foi que o dono da vinha pôde completar o número de trabalhadores
de que precisava?
( ) Somente no crepúsculo do dia, antes que o sol se pusesse no horizonte
( ) Somente no crepúsculo do dia, antes que o sol se pusesse no horizonte
( ) Somente no crepúsculo do dia, antes que o sol se pusesse no horizonte
19- Na história da Igreja Cristã, em qual hora a Igreja está vivendo?
( ) Entramos na undécima hora
( ) Entramos na décima hora
( ) Entramos na sexta hora
20- Segundo declarou o apóstolo João, em que hora estamos? Cite o versículo:
( ) “Filhinhos, é já a penúltima hora” (1 Jo 2.18).
( ) “Filhinhos, é já a última hora” (1 Jo 2.18).
( ) “Filhinhos, é já a primeira hora” (1 Jo 2.18).
IV. A UNDÉCIMA HORA (MT 20.6)
21- Quanto ao tempo de trabalho, qual a relevância, no Reino de
DEUS?
( ) O tempo não é relevante no Reino de DEUS
( ) O tempo é relevante no Reino de DEUS
( ) O tempo às vezes, para alguns, é relevante no Reino de DEUS
22- Qual a idéia básica do ensino de CRISTO, quanto ao
Reino de DEUS?
( ) Não há discriminação, nem favoritismo. Os trabalhadores da
undécima hora são tão importantes quanto os da primeira. Pois o mérito do
serviço, aos olhos de DEUS, não depende da quantidade; depende do espírito com
que é feito o trabalho.
( ) Não há discriminação, nem favoritismo. Os trabalhadores da
undécima hora são tão importantes quanto os da primeira. Pois o mérito do
serviço, aos olhos de DEUS, não depende da quantidade; depende do tamanho
trabalho que é feito.
( ) Não há discriminação, nem favoritismo. Os trabalhadores da
undécima hora são tão importantes quanto os da primeira. Pois o mérito do
serviço, aos olhos de DEUS, não depende da quantidade; depende do tempo com
que é feito o trabalho.
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