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"E puseram a arca de Deus em um carro novo e a levaram da casa de Abinadabe, que está em Geba; e Uzá e Aiô, filhos de Abinadabe, guiavam o carro novo" (2 Sm 6.3).TEXTO ÁUREO
Gálatas 1.8-10 = 8 Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.
9 Assim como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo: se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.
10 Porque persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.1.9 SEJA ANÁTEMA. A palavra "anátema" (gr. anathema) significa alguém que está sob maldição divina, condenado à destruição e que será alvo da ira divina e da condenação eterna.
(1) O apóstolo Paulo revela a atitude, inspirada pelo Espírito Santo, de julgamento e indignação para com aqueles que procuram perverter o evangelho original de Cristo (v. 7) e mudar a verdade do testemunho apostólico. Igual atitude evidenciava-se em Jesus Cristo (ver Mt 23.13), em Pedro (2 Pe 2), em João (2 Jo 7-11) e em Judas (Jd 3,4,12-19), e se achará no coração de todo seguidor de Cristo que ama o seu evangelho, conforme é revelado na Palavra de Deus, e crê que o evangelho é a imprescindível boa nova da salvação para o mundo perdido no pecado (Rm 10.14,15).
(2) Malditos ("anátema") são todos que pregam um evangelho contrário à mensagem que Paulo pregava de acordo com a revelação que Cristo lhe dera (vv. 11,12; ver v. 6). Quem acrescenta ou tira algo do evangelho original e fundamental de Cristo e dos apóstolos, fica sujeito à maldição divina: "Deus tirará a sua parte do livro da vida" (Ap 22.18,19).
(3) Deus ordena aos crentes a defenderem a fé (ver Jd 3), a corrigirem os errados com amor (2 Tm 2.25,26) e a se separarem dos mestres, pastores e outros que na igreja negam as verdades bíblicas fundamentais, ensinadas por Jesus e os apóstolos (vv. 8,9; Rm 16.17,18; 2 Co 6.17).
Essas verdades incluem:
(a) a deidade de Cristo e seu nascimento virginal (Mt 1.23; ver Jo 20.28);
(b) a plena inspiração e autoridade da Palavra de Deus em tudo quanto ela ensina.
(c) a historicidade da queda de Adão (Rm 5.12-19);
(d) a corrupção inerente na natureza humana (Gn 6.5; 8.21; Rm 1.21-32; 3.10-18; 7.14,21);
(e) a condição perdida da raça humana sem Cristo (ver At 4.12; Rm 1.16-32; 10.13-15);
(f) a salvação pela graça mediante a fé em Cristo como Senhor e Salvador efetuada pela expiação através de sua morte e do seu sangue (Rm 3.24,25; 5.10);
(g) a ressurreição corporal de Cristo (ver Mt 28.6; 1 Co 15.3,4);
(h) a realidade histórica dos milagres, tanto do AT como do NT (1 Co 10.1);
(i) a realidade da existência de Satanás e dos demônios como seres de ordem espiritual (Mt 4.1; 8.28; 2 Co 4.4; Ef 2.2; 6.11-18; 1 Pe 5.8);
(j) o ensino bíblico a respeito do inferno (ver Mt 10.28);
(l) a volta literal de Jesus Cristo à terra (Jo 14.3; At 1.11; 1 Co 1.7; Ap 19.11).
(4) Trechos bíblicos semelhantes que advertem contra os falsos mestres: Rm 16.17; 2 Pe 2.17-22; 2 Jo 9,11; Jd 12,13; ver 2 Co 11.13.




Adventistas alicerçam sua teologia da “lei” em cima de pressupostos defeituosos a saber:
1. Que a lei mosaica como se apresenta na Bíblia é contínua.
2. Que a lei mosaica é eterna.
3. Que não há substancial diferença entre o “Velho Concerto” e a “Lei”.
4. Que tal lei se divide em duas: cerimonial e moral.
5. Que a Lei de Moisés ainda é valida para os cristãos dentro dos moldes da “Torah”.
6. Que na mudança da Velha Aliança para a Nova, conforme Jr. 31, não houve mudança de lei.
7. Que a lei de Cristo é a mesma “Lei de Deus” conforme dada no contexto da dispensação mosaica.
8. Que os cristãos estão obrigados a guardar tal lei dentro do contexto neotestamentário.
Se a lei do Sábado fosse uma lei moral pretendida para todo o gênero humano, então,:
Por que Deus não acusou nenhum gentio por quebrar este mandamento?
E interessante notar que Deus cobra os gentios muitas vezes por quebrar todos os 9 mandamentos “morais” nas placas de pedra, mas NUNCA diz qualquer coisa sobre quebrar o Sábado!
Isto prova que o sábado não é nenhuma lei moral, mas apenas preceito cerimonial entregue aos judeus!
As mesmas palavras do decálogo nos falam claramente que os mandamentos só eram para as pessoas judias!
Deus nunca tirou um gentio ou seus antepassados do Egito! Ex 20:2.
Deus não me deu (a mim gentio) a terra prometida de Canaã! Ex 20:12
Considerando que o sábado é um sinal entre Deus e os filhos de Israel, não há nenhuma exigência para os gentios manterem isto! (Ex.. 31:13,17; Ez. 20:12, 20)
Se fosse planejado para todo o gênero humano, então por que especificamente diz “os estrangeiros dentro de suas portas” ?. Obviamente os Gentios (os estrangeiros) nunca foram referidos em qualquer parte da historia para guardar o sábado. A Bíblia e toda a história conhecida provam este fato como verdadeiro!
Imagine que os 10 mandamentos fosse uma carta postal com remetente e endereço. A agência postal poderia determinar facilmente quem seria o destinatário. Veja como:
Pessoas que às vezes tivessem estrangeiros dentro de suas portas: Ex 20:10
Pessoas que se ajuntaram no monte Sinai no qual havia uma nuvem: Ex 19:16; Deut 5:22
Pessoas que foram escravos no Egito: Deut 5:15
Pessoas que tinham sido entregues a escravidão egípcia: Deut 5:15
Pessoas que foram agraciadas com a terra de Canaã: Ex 20:12; Deut 5:16
A aliança foi feita com “judeus”: Deut 5:1-3; Ne 9:14
Para todos esses “que aqui estão vivos hoje” (os hebreus em Horeb): Deut 5:3
Nossos amigos não poderiam provar:
· Onde, na Nova Aliança e debaixo da Lei de Cristo, está a ordem de Jesus ou algum dos apóstolos para guardarmos (nós os cristãos gentios), o sábado judaico.
· Onde, na Nova Aliança, os apóstolos ensinaram a termos a lei como regra de vida.
· Onde, na Bíblia uma referencia que aponta a lei como dividida em duas: moral e cerimonial.
A Bíblia é enfática ao dizer que o sábado foi abolido na cruz Col. 2:14-16.
http://www.cacp.org.br/palavra%20esclarecimento.htm
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“Movimento Judaizante"
Perigoso desvio tem levado alguns irmãos a uma postura para com Israel que chega à idolatria. Não é um toque de shofar (instrumento musical) ou a presença de uma menorah (candelabro de sete lâmpadas) que torna uma igreja judaizante. Também as festas, quando tomadas como recurso que possa propiciar ao povo um ensino da simbologia veterotestamentária e sua aplicação à experiência cristã, não constituem um problema em si mesmas. Ainda parece melhor realizar uma celebração sob inspiração bíblica, seja uma ‘Festa da grande pesca’ ou ‘Festa do filho pródigo’, do que adotar costumes pagãos, transportando-os para o seio da igreja. O cuidado especial que se deve ter é jamais desviar o foco das verdadeiras e mais significativas de nossas celebrações: o Batismo e a Santa Ceia.
a) Ritual religioso. O problema do uso de objetos como kippar (cobertura para a cabeça) e o talid (manto para oração), além das festas judaicas, é que, por trás do uso, se esconde a substituição da graça pelo ritual religioso. A ênfase cerimonial do culto disfarça a prevalência da forma. A forma tende a substituir a essência, principalmente quando se alcança status salvífico.
b) Festas judaicas. Grupos há, que iniciaram por estabelecer as festas judaicas como eventos isolados, como eventos estratégicos para o ensino e a evangelização. A prática, quando não administrada com sabedoria, leva ao que aconteceu com tais grupos: o que era eventual tornou-se calendário eclesiástico; outras práticas foram acrescentadas; chegaram à obrigatoriedade da circuncisão. Existem mesmo os que julgam que para invocar DEUS é mister fazer uso de seus nomes em hebraico. Proíbem o uso do nome de JESUS, exigindo sua forma hebraica Yeshua.
FESTA DOS TABERNÁCULOS, Festa dos israelitas para lembrar o tempo em que os seus antepassados haviam morado em barracas na viagem pelo deserto, do Egito à Terra Prometida (Lv 23.33-36). Começava no dia 15 do mês de ETANIM e durava uma semana (mais ou menos a primeira semana de outubro), nesse período os israelitas dormem em barracas ao ar livre.
PÁSCOA, Festa em que os israelitas comemoram a libertação dos seus antepassados da escravidão no Egito (Êx 12.1-20; Mc 14.12). Cai no dia 14 de NISÃ (mais ou menos 1 de abril). Em hebraico o nome dessa festa é Pessach (passar por cima, como o anjo fez no Egito). A FESTA DOS PÃES ASMOS era um prolongamento da Páscoa (Dt 16.1-8).
FESTA DA COLHEITA, PENTECOSTES (At 2.1) A palavra pentecostes é grega e quer dizer “qüinquagésimo (dia)”, pois essa festa era comemorada cinqüenta dias depois da PÁSCOA para comemoração das colheitas da agricultura.
Era uma festa da colheita que celebrava o fim da colheita da cevada e o início da colheita do trigo. No Velho Testamento esse festival chamado de Shavuot (Semanas), é chamado de As Festas das Semanas (Êxodo 34:22; Deuteronômio 16:10) por causa das sete semanas depois da páscoa. Também é chamado de festa de sega (Êxodo 23:16) e dia das primícias (Números 28:26).
c) Coisas procedentes de Israel. Ainda é necessário dizer que as águas do Jordão não lavam pecados e que o óleo vindo de Israel não tem mais poder do que um óleo de outra procedência, sendo um símbolo da unção de DEUS, derramada do alto. O apego à forma era a prática farisaica nos dias de JESUS. Mesmo entre os nascidos de novo houve aqueles que se apegaram às antigas práticas e deram trabalho a Paulo em seu ministério aos gentios. O grupo de judaizantes, desde então, tem provocado polêmica. Pior do que isso, tem despertado no coração de líderes zelosos aversão por tudo que diga respeito aos judeus, com prejuízo do que se poderia adquirir num contato equilibrado e firme com a sua ortodoxia.
Quer no anti-semitismo, quer na idolatria aos costumes judeus, percebe-se a ação das trevas. Desvia-se do amor e caem no ódio aos judeus, desviados da prática sucumbem aos costumes que não salvam.
Talvez alguém defenda a aproximação às práticas judaicas como prova de amor a Sião. E o que ocorre é que dificilmente aquele que diz que ama aos judeus sabe que a ação desse amor é a evangelização mundial. Uma igreja que ama os judeus não pretende ser uma igreja judaica. Ela evangeliza, faz missões, para que o tempo dos gentios se cumpra, e o Senhor nos arrebate e volte a tratar diretamente com a nação de Israel. (CAVALCANTI, Sara Alice. O anti-semita e o judaizante: pólos que devemos evitar. In Revista Resposta Fiel, Rio de Janeiro, CPAD, Ano 5, nº 18, p. 9, dez.-fev.2006.)
Confissão Positiva
A Confissão Positiva é conhecida também como “Teologia da Prosperidade”, “Palavra da Fé” ou “Movimento da Fé”.I. HISTÓRICO
1. Sua origem.
Adaptação, com roupagem cristã, das idéias do hipnotizador e curandeiro Finéias Parkhurst Quimby (1802-1866).2. Principal fundador: Essek W. Kenyon. (1867-1948).
3. Principal divulgador: Kenneth Hagin. Nasceu em 1917.
II. FONTES DE AUTORIDADE
1. Revelação ou inspiração de seus líderes.
Logos é a palavra de Deus escrita, a Bíblia; Rhema, a palavra falada por Deus em revelação ou inspiração a uma pessoa em qualquer época. O conceito de confissão positiva e negativa é falso; não se confirma na Bíblia ou na prática da vida cristã. A Bíblia ensina, ainda, que devemos confessar nossas culpas para sermos sarados (Tg 5.16), e isso, não parece ser confissão positiva.
2. Confissão positiva do crente.
Os adeptos da Confissão Positiva crêem ser a Bíblia a inerrante e inspirada Palavra de Deus, mas Admitem que a palavra do crente tem a mesma autoridade que a Bíblia, as revelações de seus líderes e a palavra da fé.Confissão. A fórmula da Confissão positiva é: Diga, Faça; Receba; Conte.
3. A autoridade para a vida do cristão. Atribuir tanta autoridade assim às palavras de uma pessoa extrapola os limites bíblicos.
CONCLUSÃO FINAL
AS INOVAÇÕES E OS MODISMOS SÃO PARA O MUNDO SEM DEUS E SEM CONHECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS.
FIQUEMOS COM A BÍBLIA E NA INTIMIDADE DO SENHOR JESUS CRISTO, ASSIM PERSEVERAREMOS NA FÉ E NA PERFEIÇÃO PARA A QUAL FOMOS CHAMADOS.
Marcos 12.24 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus?
Festas de Israel. |
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*Segundo diziam alguns dos cristãos judeus, a salvação dependia, exclusivamente, desse ato litúrgico (At 15.1). Condicionavam a salvação em Cristo à observação dos rituais mosaicos, considerados nulos pelo Novo Testamento (Hb 8.13; 9.15-17; cf. Mt 9.16,17). |
O ritual da circuncisão. |
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*É um "concerto perpétuo" somente para Israel (Êx 31.14-17; Lv 23.31,32; Ez 20.12,13, 20). Lembremos que Paulo exortou os crentes da Galácia sobre o perigo das práticas judaizantes na igreja (Gl 1.6-9; 3.1-3). |
A guarda do sábado. |
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*Dos Tabernáculos (Lv 23.34; Dt 16.13), da Colheita (Êx 23.16; 34.22) e da Páscoa, são celebrações, juntamente com outras quatro mencionadas na Bíblia, que eram consideradas sagradas e específicas do povo judeu. |
Confissão positiva. |
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Algumas refutações desse ensino são: "Os que desejam ser ricos caem em tentação, laço e muitas concupiscências" (1 Tm 6.6-10). "Deus escolheu os pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino". (Tg 2.5) |
Autoridade espiritual. |
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De acordo com essa falsa doutrina, o cristão nunca deve orar pedindo que se faça a vontade de Deus. Se um crente disser que no prazo de um mês conseguirá um carro zero, isso terá de acontecer. |
"Pobreza é maldição". |
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Afirma que o crente é a própria encarnação de Deus, assim como Jesus o foi. O cristão não tem um "deus" dentro dele, mas ele mesmo é "um Deus". |
O episódio da transferência da Arca apresenta-nos duas _________________________________: o perigo de querer fazer as coisas sagradas conforme os modismos e o perigo da modernização ministerial.
"Se alguém se nega a obedecer a Deus quanto a algum ponto de sua Palavra e se dispõe à sua vontade a resistir os mandamentos de Cristo, suas atividades religiosas serão _________________________________" (A. W. Tozer).
O culto deve ser oferecido a Deus de modo santo, reverente e consciente. Não é para o _______________________________ do homem, mas para adorar ao Senhor.
<www.cpad.com.br>
Veja Comentários da revista do 2º Trimestre de 2006 - Comentarista: Pr. Esequias Soares - Lições 09 e 10
<www.escoladminical.com.br> Comentários do prof.Caramurú.
www.ebdweb.com.br com vídeos do programa EBD na TV - Assista, isto pode lhe ajudar a ministrar a aula.
<www.ensinandodesiao.org.br/home/detail.asp?iNews=214&iType=20> (Messiânica)
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