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Lição 11 - Família - O Divórcio À Luz Da Bíblia
 
Texto Áureo: “Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6).
Veja que está dito que quem ajuntou foi DEUS, o casamento é de DEUS e só ELE pode separar o casal, porém nunca isso é o seu desejo.
 
Contextualização
Divórcio no Antigo Testamento.
Por qualquer motivo se separavam e davam carta de divórcio, mas na verdade Moisés permitiu que se divorciassem das mulheres que não eram Israelitas para ficarem com suas legítimas esposas e também para que no primeiro dia de casados se por acaso fosse descoberto que a esposa tivesse um defeito físico ou não fosse mais virgem, então pudessem se separar para que a mesma não morresse apedrejada. Ed 10.3-44; Dt 22.20; Dt 24.1. No caso de infidelidade conjugal depois do casamento, o AT determinava a dissolução do casamento com a execução das duas partes culpadas (Lv 20.10; Êx 20.14; Dt 22.22)
 
Verdade Prática: O divórcio não pode ser visto como um procedimento normal, pois suas conseqüências são irreparáveis.
Lv 20.10= Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera.
O divórcio não tem de Deus aprovação, sendo apenas por Ele permitido em casos extremos.

Leitura Diária:
Segunda Gn 2.24 Um único homem para uma única mulher = Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne
2.24 DEIXARÁ O VARÃO O SEU PAI E A SUA MÃE. Desde o princípio, Deus estabeleceu o casamento e a família que dele surge, como a primeira e a mais importante instituição humana na terra (ver 1.28). A prescrição divina para o casamento é um só homem e uma só mulher, os quais tornam-se uma só carne (i.e., unidos em corpo e alma). Este ensino divino exclui o adultério, a poligamia, a homossexualidade, a fornicação e o divórcio quando antibíblico (Mc 10.7-9; ver Mt 19.9).
 
Terça  Gn 2.18; Mt 19.4,5 Deus instituiu o casamento
Gn 2.18 E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.
2.18 UMA ADJUTORA QUE ESTEJA COMO DIANTE DELE. A mulher foi criada para ser a amável companheira do homem e sua ajudadora. Daí, ela ser partícipe da responsabilidade de Adão e com ele cooperar no plano de Deus para a vida dele e da família (ver Ef 5.22; Sl 33.20; 70.5; 115.9, onde o termo auxílio , referente a Deus, tem o mesmo sentido que ajudadora, em 2.18).
 
Mt 19.4,5 =  4Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea 5e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne?
Gênesis 1.27 E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
Gênesis 5.2 Macho e fêmea os criou, e os abençoou, e chamou o seu nome Adão, no dia em que foram criados.
Foram criados para constituírem lares para a família. Esse propósito de Deus, declarado na criação, indica que Ele volta-se para a família que o serve e que a criação de filhos é algo de máxima prioridade no mundo (ver Ef 5.21; Tt 2.4,5)

Quarta Mt 19.8 Propósito de Deus: casamento indissolúvel = Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim. Moisés, por causa da insistência e teimosia do povo permitiu (não mandou e nem disse que DEUS permitiu ou mandou)

Quinta Ml 2.14 O Senhor é testemunha do casamento = E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.
2.14 A MULHER DA TUA MOCIDADE. Muitos homens eram infiéis às suas esposas, com as quais se haviam casado quando jovens. Agora procuravam divorciar-se delas, para se casarem com outras. O Senhor detesta tal ação, pois é movida pelo egoísmo. Ele declara que, do marido e da mulher, fez um só (v. 15). Em conseqüência destes pecados e transgressões, Deus lhes virara as costas, recusando-se a atender-lhes as orações (vv. 13,14).
2.16 ABORRECE O REPÚDIO. Deus odeia o divórcio motivado por propósitos egoístas. Quem pratica tal tipo de divórcio, assemelha-se "aquele que encobre a violência com a sua veste". O divórcio, aos olhos de Deus, iguala-se à injustiça mais brutal, à crueldade e ao assassinato (ver Mt 19.9).

Sexta 1 Co 7.10,11 Os cônjuges não devem deixar um ao outro = Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido.
7.11 SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR. No versículo 10, Paulo mostra que a vontade de Deus para o casamento é que ele seja permanente. Também mostra que, às vezes, o relacionamento conjugal se torna tão insuportável que é necessário os cônjuges se separarem. No versículo 11, portanto, Paulo não se refere ao divórcio permitido por Deus, causado por adultério (ver Mt 19.9), nem ao abandono de um cônjuge pelo outro (ver v.15). Pelo contrário, Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos. Em tais casos, é preferível que um dos cônjuges deixe o outro, mas que permaneça sem casar. É inaceitável 
que Paulo fosse favorável a não separação de um casal em que um dos cônjuges vive sempre a maltratar fisicamente o outro e a agredir os filhos.
 
Sábado Mt 19.9 A exceção = Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.
19.9 A NÃO SER POR CAUSA DE PROSTITUIÇÃO. A vontade de Deus para o casamento é que ele seja vitalício, i.e., que cada cônjuge seja único até que a morte os separe (vv. 5,6; Mc 10.7-9; Gn 2.24; Ct 2.7; Ml 2.14). Neste particular, Jesus cita uma exceção, a saber, a prostituição (gr. porneia), palavra esta que no original inclui o adultério ou qualquer outro tipo de imoralidade sexual (5.32; 19.9). O divórcio, portanto, deve ser permitido em caso de imoralidade sexual, quando o cônjuge ofendido se recusar a perdoar. (1) Quando Jesus censura o divórcio em 19.8,9, não estava referindo-se à separação por causa de adultério, mas ao divórcio como permitido no AT em casos de incontinência pré-nupcial, constatada pelo marido após a cerimônia do casamento (Dt 24.1). A vontade de Deus em tais casos era que os dois permanecessem juntos. Todavia, Ele permitiu o divórcio, por incontinência pré-nupcial, por causa da dureza de coração das pessoas (vv. 7,8). (2) No caso de infidelidade conjugal depois do casamento, o AT determinava a dissolução do casamento com a execução das duas partes culpadas (Lv 20.10; Êx 20.14; Dt 22.22). Isto, evidentemente, deixaria o cônjuge inocente livre para casar-se de novo (Rm 7.2; 1 Co 7.39). (3) Sob a Nova Aliança, os privilégios do crente não são menores. Embora o divórcio seja uma tragédia, a infidelidade conjugal é um pecado tão cruel 
contra o cônjuge inocente, que este tem o justo direito de pôr termo ao casamento mediante o divórcio. Neste caso, ele ou ela está livre para casar-se de novo com um crente (1 Co 7.27,28).
 
Leitura Bíblica Em Classe:
MATEUS 19.3-12 = 3Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? 4 Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea 5 e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne? 6 Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem. 7 Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao  princípio, não foi assim. 9 Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. 10 Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. 11 Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido. 12 Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos  homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos por causa do Reino dos céus. Quem pode receber  isso, que o receba.
19.9 A NÃO SER POR CAUSA DE PROSTITUIÇÃO. A vontade de Deus para o casamento é que ele seja vitalício, i.e., que cada cônjuge seja único até que a morte os separe (vv. 5,6; Mc 10.7-9; Gn 2.24; Ct 2.7; Ml 2.14). Neste particular, Jesus cita uma exceção, a saber, a prostituição (gr. porneia), palavra esta que no original inclui o adultério ou qualquer outro tipo de imoralidade sexual (5.32; 19.9). O divórcio, portanto, deve ser permitido em caso de imoralidade sexual, quando o cônjuge ofendido se recusar a perdoar. (1) Quando Jesus censura o divórcio em 19.8,9, não estava referindo-se à separação por causa de adultério, mas ao divórcio como permitido no AT em casos de incontinência pré-nupcial, constatada pelo marido após a cerimônia do casamento (Dt 24.1). A vontade de Deus em tais casos era que os dois permanecessem juntos. Todavia, Ele permitiu o divórcio, por incontinência pré-nupcial, por causa da dureza de coração das pessoas (vv. 7,8). (2) No caso de infidelidade conjugal depois do casamento, o AT determinava a dissolução do casamento com a execução das duas partes culpadas (Lv 20.10; Êx 20.14; Dt 22.22). Isto, evidentemente, deixaria o cônjuge inocente livre para casar-se de novo (Rm 7.2; 1 Co 7.39). (3) Sob a Nova Aliança, os privilégios do crente não são menores. Embora o divórcio seja uma tragédia, a infidelidade conjugal é um pecado tão cruel contra o cônjuge inocente, que este tem o justo direito de pôr termo ao casamento mediante o divórcio. Neste caso, ele ou ela está livre para casar-se de novo com um crente (1 Co 7.27,28).
 
Objetivos: Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
1- Destacar a importância espiritual do casamento para o judaísmo e cristianismo. 
2- Explicar as principais causas do divórcio e como preveni-lo.
3- Relatar as desastrosas conseqüências do divórcio para toda a família.
 
COMENTÁRIOS:
INTRODUÇÃO: Infelizmente, aumenta a cada dia o número de divórcios entre os cristãos. Apesar de biblicamente permitido em circunstâncias específicas, traz irreparáveis conseqüências tanto para os cônjuges quanto para os filhos. Vejamos qual o ponto de vista bíblico para esta questão tão grave.
 
Divórcio
Subsistem os mesmos modos de divórcio antes cuidados na Lei nº 6.515/77:
a) Indireto - pela conversão da separação judicial, decorrido o prazo de um ano.
b) Direto - pela comprovada separação de fato por mais de dois anos -, conforme dispõe o artigo 1.580, §§ 1º e 2º, do novo Código Civil. Não se menciona a culpa, bastando se verifique o decurso do prazo estabelecido em cada uma dessas situações.
O divórcio, em qualquer das modalidades, pode ser concedido sem que haja prévia partilha de bens. Assim dispõe o novo Código, no artigo 1.582, afastando a exigência contida na Lei 6.515/77 para a conversão da separação judicial em divórcio, e que alguns juizes estendiam para o divórcio direto. Bem se conhece a grande celeuma jurisprudencial sobre o tema, ainda que em parte pacificada pelo entendimento adotado na Súmula 197 do Superior Tribunal de Justiça, a dispensar partilha para decretação do divórcio direto.
 
I. CASAMENTO, UMA INSTITUIÇÃO DIVINA
1. Definição.
Casamento é a união física, moral e espiritual entre um homem e uma mulher com fins de, em obediência à DEUS e à sua Palavra, formarem uma Família que povoará a terra e evangelizará seus moradores. (Dedução lógica a que se chega lendo-se a Bíblia).

2. Instituição divina.
Casamento é instituição divina, idealizada e criada por DEUS para que o homem se sinta feliz e o homem não pode separá-la, pois é considerado feito e aprovado por DEUS.
 “Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6).

3. Importância espiritual.
A família cristã representa o próprio DEUS na terra, pois é através desta família que DEUS manifestará seus desígnios para a comunidade em que vivem.

4. Felicidade conjugal.
Através da felicidade, amor e união da família é que DEUS irá trabalhar no coração dos homens para que vejam o favor do criador sobre suas criaturas.

II. DIVÓRCIO À LUZ DA BÍBLIA
O divórcio é também um problema espiritual que está relacionado às conseqüências da queda do homem – o pecado e o endurecimento dos corações.
1. A causa do divórcio.
a) “Por qualquer motivo”.
Dt 24.1= Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.
 
b) Por não ser virgem
Dt 22.20-22= Porém, se este negócio for verdade, que a virgindade se não achou na moça, então, levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão com pedras, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim, tirarás o mal do meio de ti. Quando um homem for achado deitado com mulher casada com marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, tirarás o mal de Israel.
 
c) Casamento misto.
Ed 9 e 10 = Ne 13.23= Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.

2. Como prevenir. Assim que se percebe que a relação conjugal está sofrendo algum tipo de desgaste, é obrigação dos cônjuges atentar para, pelo menos, três pontos fundamentais da convivência sadia, rogando a ajuda do Espírito a fim de pô-los em prática. 
a) Comunicação. O diálogo é talvez a maior necessidade do ser humano moderno, as famílias estão a beira da falência por falta de se comunicarem entre si. É a correria do dia a dia e a preocupação com os bens materiais, trazendo falta de tempo para as coisas mais importantes. O casal precisa conversar e conversar muito entre si, discutindo amigavelmente todos os problemas e descobrindo juntos a solução para os tais. também é preciso comunicação para a satisfação sexual de ambos, o que um gosta e deseja pode ser a barreira para que o outro não seja satisfeito.
b) Unidade de propósitos. O rumo, o futuro da família deve ser comum aos dois, ao casal que planejam juntos sua felicidade.
c) Humildade. Pedir desculpas sempre que errar, julgar o outro superior a si mesmo são maneiras de manter o casamento aquecido do frio do desprezo. Lembre-se de que quando um não quer, dois não brigam. É melhor "perder aparentemente" hoje e ganhar amanhã, do que colocar tudo a perder por falta de humildade.
 
3. Quando o divórcio é permitido. Somente em dois casos:
a- Quando há adultério.
b- Quando o descrente quer se apartar.
 
Mas o cônjuge crente, deve fazer de tudo para ganhar o  descrente para Jesus, conforme a recomendação de Pedro (1 Pe 3.1-6). 3.1 MARIDOS... SEJAM GANHOS. Pedro ensina como uma esposa deve agir a fim de ganhar para Cristo o seu marido não salvo. (1) Ela deve ser submissa ao marido e reconhecer a sua liderança na família (ver Ef 5.22 nota). (2) Ela deve conduzir-se de modo santo e respeitoso, com espírito manso e quieto (vv. 2-4; ver 1 Tm 2.13,15). (3) Ela deve esforçar-se para ganhar o marido para Cristo, mais pelo comportamento, do que por suas palavras.3.3,4 ENFEITE EXTERIOR... BELEZA INTERIOR. Os adornos berrantes, exagerados e dispendiosos são contrários ao espírito modesto que Deus requer da parte das mulheres cristãs (ver 1 Tm 2.9 nota). (1) O que muito importa para Deus nas mulheres cristãs é uma disposição mansa e quieta (cf. Mt 11.29; 21.5), que as leva a honrá-lo, ao dedicarem-se a ajudar o marido e a família a alcançar a vontade de Deus para as suas vidas. (a) O adjetivo "manso" descreve uma atitude despretensiosa que se manifesta numa submissão amável e na solicitude pelo próximo (cf. Mt 5.5; 2 Co 10.1; Gl 5.23). (b) O adjetivo "quieto" refere-se à esposa não ser agitada e indelicada. Noutras palavras, Deus declara que a verdadeira beleza da mulher é questão de caráter, e não primeiramente de enfeites. (2) As esposas cristãs de nossos dias devem ser fiéis a Cristo e à sua Palavra, num mundo dominado pelo materialismo, pelas modas dominantes, pelos direitos humanos, pela obsessão sexual e pelo desprezo aos valores do lar e da família.
 
III. DESASTROSAS CONSEQÜÊNCIAS
1. Altos riscos de problemas psiquiátricos e doenças físicas.
a) Os indivíduos divorciados acham-se mais vulneráveis ao câncer do que as pessoas bem casadas.
A solidão e a angústia são portas abertas para as doenças que não encontram vontade de viver e de lutar pela vida em suas vítimas.
b) As taxas de morte prematura são significativamente mais altas entre homens e mulheres divorciados.
Comprovação de pesquisas médicas.

2. Os filhos. O desenvolvimento emocional dos filhos está diretamente ligado à interação contínua, cuidadosa e sustentadora entre ambos os pais.
Os pais são exemplo dos filhos e se os pais não vão bem conjugalmente passam para os filhos a insatisfação e a falta de amor.

CONCLUSÃO Considerando todas as questões discutidas, não espere um colapso conjugal para então buscar solução no divórcio; renove, melhore e recicle seu relacionamento conjugal e fuja de todas as possibilidades que desemboquem numa catástrofe desta natureza. O ideal, portanto, é que os cônjuges permaneçam unidos até que a morte os separe.

Mt 19.7 Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao  princípio, não foi assim.
DEUS NÃO MANDOU E NEM PERMITIU, Moisés permitiu por causa do coração endurecido dos homens e de sua insistência em errar, porém o desejo de DEUS é que mesmo que haja prostituição, haja o perdão, para que os filhos principalmente não sofram.
 
O cristão e o divórcio
“Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério” (Mt 19.9).
A NÃO SER POR CAUSA DE PROSTITUIÇÃO. A vontade de Deus para o casamento é que ele seja vitalício, i.e., que cada cônjuge seja único até que a morte os separe (vv. 5,6; Mc 10.7-9; Gn 2.24; Ct 2.7; Ml 2.14). Neste particular, Jesus cita uma exceção, a saber, a prostituição (gr. porneia), palavra esta que no original inclui o adultério ou qualquer outro tipo de
imoralidade sexual (5.32; 19.9). O divórcio, portanto, deve ser permitido em caso de imoralidade sexual, quando o cônjuge ofendido se recusar a perdoar. (1) Quando Jesus censura o divórcio em 19.8,9, não estava referindo-se à separação por causa de adultério, mas ao divórcio como permitido no AT em casos de incontinência pré-nupcial, constatada pelo marido após a cerimônia
do casamento (Dt 24.1). A vontade de Deus em tais casos era que os dois permanecessem juntos. Todavia, Ele permitiu o divórcio, por incontinência pré-nupcial, por causa da dureza de coração das pessoas (vv. 7,8). (2) No caso de infidelidade conjugal depois do casamento, o AT determinava a dissolução do casamento com a execução das duas partes culpadas (Lv 20.10; Êx
20.14; Dt 22.22). Isto, evidentemente, deixaria o cônjuge inocente livre para casar-se de novo (Rm 7.2; 1 Co 7.39). (3) Sob a Nova Aliança, os privilégios do crente não são menores. Embora o divórcio seja uma tragédia, a infidelidade conjugal é um pecado tão cruel contra o cônjuge inocente, que este tem o justo direito de pôr termo ao casamento mediante o divórcio. Neste caso, ele ou ela está livre para casar-se de novo com um crente (1 Co 7.27,28).

 
LEITURAS que podem ajudar
a) At 15.20 Abstendo-se da prostituição= mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.

b) 1 Co 5.1 Grande imoralidade=
Geralmente, se ouve que há entre vós fornicação e fornicação tal, qual nem ainda entre os gentios, como é haver quem abuse da mulher de seu pai.
HÁ ENTRE VÓS FORNICAÇÃO.
Paulo passa a escrever sobre um informe recebido, de imoralidade na igreja de Corinto e a recusa dos seus dirigentes quanto a disciplinar o culpado (vv. 1-8). Paulo declara que a igreja, sendo um povo santo, não deve permitir nem tolerar a imoralidade entre seus membros. Cita três razões por que a igreja deve disciplinar um membro culpado:
(1) Para o bem do culpado (v.5). A exclusão pode despertá-lo para ver a tragédia do seu pecado e sua necessidade de perdão e restauração.
(2) Por amor à pureza da igreja (vv. 6-8). Tolerar a iniqüidade numa igreja é rebaixar paulatinamente o padrão moral de todos.
(3) Para o bem do mundo (cf.v.1). A igreja não poderá ganhar homens e mulheres para Cristo, se ela mesma for semelhante ao mundo (cf.Mt 5.13). (para outros trechos do NT sobre a disciplina na igreja, ver Mt 5.22; 18.15-17; 2 Ts 3.6,14,15; Ap 2.19-23).
QUEM ABUSE DA MULHER DE SEU PAI. Qual foi o pecado exato, aqui, não está claro. Paulo, ao referir-se à mulher do pai daquele transgressor, provavelmente, quis dizer que havia um envolvimento sexual deste com a sua madrasta.
(1) Paulo ficou pasmado e horrorizado, porque a igreja estava tolerando semelhante imoralidade em seu meio. Ele sabe que isso é ainda mais grave do que a própria transgressão do indivíduo.
(2) A permissividade dos coríntios é semelhante à de muitas igrejas da atualidade que toleram e silenciam sobre a imoralidade entre seus membros, inclusive o adultério e todas as formas de fornicação. As intimidades pré-conjugais, especialmente entre a juventude da igreja, não somente são toleradas, mas, às vezes, até mesmo justificadas, alegando-se amor e compromisso mútuo. Poucos dirigentes de igrejas falam abertamente, em nome de Cristo, da prática do namoro imoral entre a juventude. Como faziam os líderes da igreja de Corinto, os tais não lamentam o fato da corrupção do povo de Deus, que se torna cada vez mais semelhante à sociedade à sua volta. Esses dirigentes, na sua auto-complacência, permitem o pecado, porque, conforme alegam, "vivemos em tempos modernos, e não devemos ser vistos como juízes."
NEM... VOS ENTRISTECESTES. Paulo expressa qual deve ser a reação normal de uma igreja cheia do Espírito Santo, em caso de imoralidade entre seus membros professos. Aqueles que aceitam o conceito bíblico da santidade de Deus e da sua aversão ao pecado, sentirão tristeza e pesar (cf. Is 6). Removerão do seu meio a iniqüidade (vv. 2,4,5,7,13).
SEJA ENTREGUE A SATANÁS. Isso significa (em um caso como esse de Corinto), a igreja remover a pessoa imoral da sua comunhão e entregá-la ao domínio de Satanás. expondo-a às influências destrutivas do pecado e demoníacas (vv. 7,13).
(1) Tal disciplina tem dois propósitos:
(a) que o culpado, ao experimentar problemas e sofrimentos físicos, arrependa-se e seja finalmente salvo (Lc 15.11-24);
(b) que a igreja livre-se do "fermento velho" (v.7; i.e., das influências pecaminosas), para assim tornar-se o pão novo "da sinceridade e da verdade"(v. 8).
(2) A mesma ação pode ser adotada pela igreja hoje, ao procurar salvar a quem abandonou a vida cristã e voltou ao mundo (cf. 1 Tm 1.20).
UM POUCO DE FERMENTO FAZ LEVEDAR TODA A MASSA. Na Bíblia, "fermento" (i.e., levedura que produz fermentação) é símbolo do erro que permeia o povo e corrompe a verdade, a retidão e a vida espiritual (Gl 5.7-9; ver Êx 13.7; Mc 8.15). Paulo, neste versículo, compara o fermento ao processo pelo qual o pecado e a iniqüidade paulatinamente se propagam numa comunidade cristã, corrompendo assim a muitos. Qualquer igreja que não tomar medidas severas contra a imoralidade sexual entre seus membros descobrirá que a influência maligna desse mal se alastrará pela congregação e contaminará a muitos. O pecado deve ser rigorosamente removido; doutra forma, no decurso do tempo, a totalidade da comunidade cristã se corromperá e o Espírito Santo não terá lugar nessa igreja (ver Ap 2,3).
JULGAIS... OS QUE ESTÃO DENTRO. Um crente não deve fazer crítica precipitada ou injusta contra outro crente (cf. Mt 7.1-5). Todavia, Paulo mostra, aqui, que a igreja precisa julgar seus membros em caso de pecado grave, iniqüidade, imoralidade, ou conduta ímpia persistente. Tais ações iníquas precisam ser julgadas e disciplinadas, para o bem da pessoa envolvida, da pureza da igreja e do testemunho de Cristo no mundo (ver v. 1).

c) Gn 19.26 Cidades prostituídas=
E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.
A MULHER DE LÓ OLHOU PARA TRÁS E FICOU CONVERTIDA NUMA ESTÁTUA DE SAL
. A esposa de Ló não levou a sério a ordem específica do anjo (v. 17) e morreu. Certamente o seu coração ainda estava preso aos prazeres de Sodoma. Jesus adverte os crentes do NT dizendo: Lembrai-vos da mulher de Ló (Lc 17.32), o que significa que aqueles cujo coração está dominado pelo sistema corrupto deste mundo, não escaparão à ira de Deus e à destruição pendente sobre os ímpios (Ez 3.20; Rm 8.13; Hb 4.1;

d) Mt 15.19 Coração impuro=
Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.
NÃO O PODE CONTAMINAR. Jesus está falando de alimentos normais, cuja ingestão não afeta o nosso espírito (v. 19). Este versículo jamais pode ser usado como justificativa para o uso de drogas ou de bebidas alcoólicas. O uso de tais drogas e bebidas alcoólicas levam a todos os pecados relacionados nos vv. 21,22 (ver Pv 23.31).
DO CORAÇÃO DOS HOMENS. Neste trecho, "contamina" (v.20) significa estar separado da vida, salvação e comunhão de Cristo por causa dos pecados que provêm do coração. Nas Escrituras, "coração" é a totalidade do intelecto, da emoção, do desejo e da volição do ser humano. O coração impuro corrompe nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações (Pv 4.23; Mt 12.34; 15.19). O que necessitamos é um novo coração, transformado, feito segundo a imagem de Cristo (ver Lc 6.45)

e) Mt 19.3 A pergunta dos fariseus=
Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?
 
f) Ml 2.14 A infidelidade conjugal= E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.
A MULHER DA TUA MOCIDADE. Muitos homens eram infiéis às suas esposas, com as quais se haviam casado quando jovens. Agora procuravam divorciar-se delas, para se casarem com outras. O Senhor detesta tal ação, pois é movida pelo egoísmo. Ele declara que, do marido e da mulher, fez um só (v. 15). Em conseqüência destes pecados e transgressões, Deus lhes virara as costas, recusando-se a atender-lhes as orações (vv. 13,14).
ABORRECE O REPÚDIO. Deus odeia o divórcio motivado por propósitos egoístas. Quem pratica tal tipo de divórcio, assemelha-se "aquele que encobre a violência com a sua veste". O divórcio, aos olhos de Deus, iguala-se à injustiça mais brutal, à crueldade e ao assassinato (ver Mt 19.9,).
 
LEITURA BÍBLICA IMPORTANTE:
OSÉIAS 5.1-7= Ouvi isto, ó sacerdotes, e escutai, ó casa de Israel, e escutai, ó casa do rei, porque a vós pertence este juízo, visto que fostes um laço para Mispa e rede estendida sobre o Tabor. Os transviados têm descido até ao profundo, na matança; mas eu serei a correção de todos eles. Eu conheço Efraim, e Israel não se esconde de mim; porque, agora, te tens prostituído, ó Efraim, e se contaminou Israel. Não querem ordenar as suas ações, a fim de voltarem para o seu Deus; porque o espírito da prostituição está no meio deles, e não conhecem o SENHOR. A soberba de Israel testificará, pois, no seu rosto; e Israel e Efraim cairão pela sua injustiça, e Judá cairá juntamente com eles. Eles irão com as suas ovelhas e com as suas vacas, para buscarem o SENHOR, mas não o acharão: ele se retirou deles. Aleivosamente se houveram contra o SENHOR, porque geraram filhos estranhos; agora, a lua nova os consumirá com as suas porções.
 
Na sociedade em geral, o divórcio tem gerado polêmicas.
A família desfeita é como se fosse possível o céu sem JESUS. Os filhos se tornam desajustados, causando grandes prejuízos à sociedade como um todo.

I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO

A lei de Moisés prescreve as razões para o divórcio em termos tão gerais que torna-se difícil explicar os motivos que o justificam. Vejamos:

1. Motivos que ensejavam o divórcio.
 
a) “Por qualquer motivo”.
Dt 24.1= Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.
ESCRITO DE REPÚDIO.
O divórcio resulta do pecado humano (cf. Mt 19.8). As instruções que se acham nos versículos 1-4 foram dadas por Deus para regular o divórcio no Israel antigo. Observe o seguinte nesses versículos:
(1) O termo "coisa feia", provavelmente se refira a certa conduta vergonhosa ou imoral, porém não da gravidade do adultério. Certamente não se trata de adultério, pois a penalidade deste era a morte, e não o divórcio (cf. 22.13-22; Lv 20.10).
(2) O "escrito de repúdio" era um documento legal entregue à mulher, para a rescisão do contrato do casamento, para protegê-la e liberá-la de todas as obrigações para com o seu ex-marido.
(3) Depois de receber o escrito de divórcio, a mulher estava livre para casar-se de novo. Nunca poderia, porém, voltar ao seu primeiro marido, se o segundo casamento se dissolvesse (vv. 2-4).
(4) A ocorrência do divórcio é uma tragédia (cf. Ml 2.16; ver Gn 2.24), mas não é pecado, se tiver fundamento bíblico (ver Mt 19.9; 1 Co 7.15). O próprio Deus repudiou Israel por causa da sua infidelidade e adultério espiritual (Is 50.1; Jr 3.1,6-8).
Lv 20.10= Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera.

Dt 22.20-22= Porém, se este negócio for verdade, que a virgindade se não achou na moça, então, levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão com pedras, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim, tirarás o mal do meio de ti. Quando um homem for achado deitado com mulher casada com marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, tirarás o mal de Israel.
 
b) Casamento misto.
Ed 9 e 10=
Ne 13.23= Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.
TOMARAM DAS SUAS FILHAS PARA SI. Quando Neemias chegou a Jerusalém, descobriu que muitos dos israelitas, inclusive sacerdotes, levitas e governantes, tinham se casado com mulheres idólatras e praticavam as abominações e impurezas dos pagãos (vv. 1,2,11). O casamento com ímpios foi terminantemente proibido na lei de Moisés (Êx 34.11-16; Dt 7.1-4; cf. Sl 106.35). O NT, da mesma forma, proíbe o povo de Deus da nova aliança, casar-se com incrédulos (1 Co 7.39; cf. 2 Co 6.14).9.2 A SEMENTE SANTA. Ser uma nação santa ? nisto consistia a alta vocação de Israel (cf. Êx 19.6; Is 6.13; Ml 2.15).
(1) Como povo, Israel devia ser a possessão exclusiva de Deus, refletindo sua pessoa e santidade, mediante a rejeição dos costumes pecaminosos dos que não conhecem a Deus (Dt 7.1-11).
(2) Os crentes do NT também são chamados para se separarem do mundo (2 Co 6.14-18). Aqueles que confessam Jesus como seu Senhor devem ser uma "nação santa" (1 Pe 2.9-12), dedicada a fazer a vontade e a obra do Pai. Isso deixa claro que o crente cheio do Espírito viverá uma vida de retidão e separação, em comunhão com Deus (1 Co 6.11), de modo diferente dessa geração maligna (At 2.40); tal crente sempre procurará fazer a vontade de Deus como seu fiel filho (Rm 8.13-16)
CONTENDI COM ELES. Há ocasiões em que os dirigentes, se realmente são servos de Deus, precisam ter ira santa contra o mal e adotar medidas drásticas para corrigir uma situação maléfica que surja. Usar de brandura e mansidão, quando há desrespeito público e cínico ante a vontade de Deus, pelos membros da igreja, passa a ser fraqueza e transigência. A correção aplicada por Neemias demonstra um zelo por Deus semelhante ao de Cristo, quando Ele tomou um chicote para expulsar os vendilhões do templo de Jerusalém (Mt 21.12,13; Jo 2.13-16; ver Lc 19.45).

2. Carta de divórcio.

II. O DIVÓRCIO NOS EVANGELHOS
Somente JESUS falou sobre divórcio no Novo Testamento, Paulo dá sua opinião a respeito da separação entre casais, não sobre divórcio, pois o mestre dos mestres já tinha ensinado sobre divórcio. Paulo fala sobre a separação do casal onde um é crente e o outro não e faz questão de dizer que mesmo que se separem não devem se casar de novo e ainda se ficar viúvo(a) ele aconselha a não arranjar outra(o).
1 Co 7.10 Todavia, aos casados, mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido; 11 se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher. 12 Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher incrédula, e ela consente em habitar com ele, não se separe dela. 13 E se alguma mulher tem marido incrédulo, e ele consente em habitar com ela, não se separe dele. 14 Porque o marido incrédulo é santificado pela mulher, e a mulher incrédula é santificada pelo marido crente; de outro modo, os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. 15 Mas, se o incrédulo se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou a irmã, não está sujeito à servidão; pois Deus nos chamou em paz. 16 Pois, como sabes tu, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, como sabes tu, ó marido, se salvarás tua mulher?

1 Co 7.39 A mulher está ligada enquanto o marido vive; mas se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. 40 Será, porém, mais feliz se permanecer como está, segundo o meu parecer, e eu penso que também tenho o Espírito de Deus.

III. O DIVÓRCIO NAS EPÍSTOLAS

1. Morte para a lei (Rm 7.1-3). =
1 Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?2 Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.3 De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for doutro marido; mas, morto o marido, livre está da lei e assim não será adúltera se for doutro marido.
MORTOS PARA A LEI. Já não dependemos da Lei e dos sacrifícios do AT para sermos salvos e aceitos diante de Deus (cf. Gl 3.23-25; 4.4,5 ). Fomos alienados da antiga aliança da Lei e unidos a Cristo para a salvação. Devemos crer em Jesus (1 Jo 5.13), receber o seu Espírito e a sua graça e, assim, receber o perdão, ser regenerados e capacitados para produzir fruto para Deus (6.22,23; 8.3,4; Mt 5.17; Ef 2.10; Gl 5.22,23; Cl 1.5,6)

2. Aos casais crentes (1 Co 7.10). =
Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido.
SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR
. No versículo 10, Paulo mostra que a vontade de Deus para o casamento é que ele seja permanente. Também mostra que, às vezes, o relacionamento conjugal se torna tão insuportável que é necessário os cônjuges se separarem. No versículo 11, portanto, Paulo não se refere ao divórcio permitido por Deus, causado por adultério (ver Mt 19.9), nem ao abandono de um cônjuge pelo outro (ver v.15). Pelo contrário, Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos. Em tais casos, é preferível que um dos cônjuges deixe o outro, mas que permaneça sem casar. É inaceitável que Paulo fosse favorável a não separação de um casal em que um dos cônjuges vive sempre a maltratar fisicamente o outro e a agredir os filhos.
 
3. Aos casais mistos (1 Co 7.12,13).
Aqui se fala em separação, não em divórcio. Não existe aqui permissão para novo casamento, nem de um, nem de outro. O que DEUS uniu, não o separe o homem. O melhor aqui é deixar que o tempo separados mostre ao casal que o melhor mesmo é se perdoarem e reatarem seu relacionamento visando principalmente o bem-estar dos filhos.

CONCLUSÃO

“Se por um lado não há casamentos totalmente a salvo, por outro lado também não há casamentos totalmente perdidos. Deus subordina seu poder de restaurar o matrimônio problemático ao perdão entre os cônjuges. Portanto, o divórcio não deve jamais ser visto como uma prática a ser seguida em qualquer situação, mas como uma extrema exceção.”
 Revista Ensinador Cristão, CPAD, nº 11, pág.39
“Uma mulher podia ser comprada, e com freqüência era considerada propriedade do homem. No lar era usada como se fora uma escrava, e por qualquer razão podia ser repelida e expulsa. Jesus não somente procurou elevar a posição da mulher na sociedade, mas também procurou eliminar esse duplo padrão. Assim fazendo, o Senhor elevou grandemente o estado de casado.”
 CHAMPLIN, Russel Norman. O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo. São Paulo,  Hagnos, 2002. V.1. p.482.
A igreja deve, buscando ao Senhor, sempre ajudar a salvar os casamentos em perigo, enquanto procura desestimular o divórcio.
 
Bons livros sobre o Assunto:
- Analisando o divórcio à luz da Bíblia - Esequias Soares da Silva - CPAD
- Divórcio à luz da Bíblia - Robert J. Plekker - Editora Vida Nova
- Ajudando os filhos a sobreviverem ao divórcio - Archibald D. Hart - Editora Mundo Cristão
 
QUESTIONÁRIOS
 
QUESTIONÁRIO 1:
 
Responda as perguntas abaixo:
 
1.   O divórcio tem aprovação de Deus? E em casos extremos?
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
               ________________________________________________________________________________
              
 2.   Se alguém repudiar sua mulher por causa de prostituição e casar com outra, comete adultério?
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
               ________________________________________________________________________________
            
  1. O divórcio é aprovado por lei? Está previsto em algum artigo da Constituição Federal do Brasil? E se estiver, significa que a igreja seja obrigada a admitir o divórcio por qualquer motivo?                
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
        ________________________________________________________________________________
 
4.    O divórcio foi aprovado pela lei 6.516, de 26/12/1977 e está previsto no artigo 226 da Constituição Federal do Brasil. Essa afirmativa está:
     
      (   ) Correta
      
      (   ) Errada
      
Marque com um (X) a ÚNICA resposta correta:
 
5.  Agostinho considerou o casamento um sacramento. Com base nessa visão a igreja Católica:
            (   ) Não permite o divórcio
            (   ) Sim permite o divórcio
            (   ) Nenhuma das alternativas acima
     
6.   De acordo com Dt 24.1, quando o homem podia divorciar-se da esposa?
            (   )  Todas as alternativas abaixo estão corretas
            (   ) “Por nela achar coisa feia”
            (   ) Quando não achasse “graça em seus olhos”
 
7.   Era um documento legal, fornecido à mulher repudiada, a qual ficava livre para casar de novo ?        
(   ) Carta de viuvez
            (   ) Carta de desquite
            (   ) Carta de divórcio
 
8.    Para Jesus, qual a exceção que permite o divórcio?
            (   ) A prática de infidelidade prostituição, ou infidelidade conjugal
            (   ) A prática de infidelidade prostituição, ou    fidelidade conjugal
            (   ) A prática de fidelidade prostituição,  ou   infidelidade conjugal
 
9.    A quem se dirige Paulo em Romanos 7.1-3?
            (   ) Aos judeus carentes
            (   ) Aos judeus crentes
            (   ) Aos judeus cretenses
 
10.  Rejeitar a esposa legalmente; repelir, recuar, abandonar, desamparar é:
             (   ) Repugnar
             (   ) Relutar
             (   ) Repudiar
 
Subsídio Bibliológico    “Eu vos digo porém, que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.”  (Mt 19.9 )
Jesus é o Senhor !
 
QUESTIONÁRIO 2:
a) Marque com um “X” a única alternativa correta:
 
1. De acordo com Dt 24.1, quando um homem poderia divorciar-se da sua esposa?
 a. (    )
Somente no caso de infidelidade.
 b. (    )
Quando soubesse que ela é da sua parentela.
 c. (    )
Quando não achasse graça em seus olhos, por nela achar coisa feia.
 
2. Como chamasse a coletânea de interpretações da lei pelos rabinos, onde explica que “coisa feia” era o homem ver algo em sua esposa que não lhe agradava?
 a. (    )
Ketuvim
 b. (    )
Talmude
 c. (    )
Torá
 
 
3.  Em qual ocasião o próprio Deus determinou o divórcio ou o repúdio às esposas estranhas à linhagem de Israel?
 a. (    )
No retorno do exílio babilônico.
 b. (    )
No retorno do exílio assírio.
 c. (    )
No retorno do exílio egípcio.
 
  
4. A Lei de Moisés prescreve duas situações em que o homem não poderia conceder o divórcio à esposa. Identifique a alternativa que não seja um dos dois motivos para a não concessão do divórcio.
 
 a. (    )
Quando um homem desvirginar-se uma jovem, e o pai dela o obrigasse a desposá-la.
 b. (    )
No caso de flagrante adultério.
 c. (    )
Quando sua esposa fosse acusada falsamente de pecado sexual pré-marital pelo marido.
 
5. Qual a exceção que Jesus fez ao invés de satisfazer o desejo dos fariseus, que admitiam o divórcio por qualquer motivo?
 a. (    )
O repúdio por causa da prostituição
 b. (    )
O repúdio por motivos injustificáveis.
 c. (    )
O repúdio tendo em vista o casamento misto, isto é, com descrente.
 
6. O texto de Romanos 7.1-3, pode ser usado como argumento contrário ao divórcio?
 a. (    )
Sim, o texto na realidade, trata do divórcio.
 b. (    )
Não, o texto na realidade, não trata do divórcio.
            c. (    )  É provável que sim, pois o texto fala que a mulher deve está sujeita ao marido.
 
7. Qual o conselho do apóstolo  Paulo a mulher crente que se aparta do marido?
 a. (    )
Que se case com outro e que não se reconcilie novamente com o seu marido.
 b. (    )
Que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido.
 c. (    )
Que fique sem casar e não se reconcilie novamente com o seu marido.
 
b) Escreva, nos parênteses, a letra “C” diante das afirmações corretas e a letra “E” diante das    afirmações erradas:
 
a. (     )
Segundo Levítico 20.10, apenas a mulher era condenada à morte em caso de adultério.
b. (     )
De acordo com a interpretação dos rabinos, a separação poderia ocorrer por motivos banais, injustificáveis.
c. (     )
A carta de divórcio era um documento legal, fornecido pela mulher ao marido repudiado.
d. (     )
Conforme Dt 24.2, a mulher de posse da carta de divórcio poderia se casar com outro homem.
e. (     )
Jesus explicou que Moisés permitiu dar carta de repúdio às mulheres por causa da dureza dos corações.
 
 
f. (     )
A iniciativa da separação deve sempre partir do crente.
g. (     )
Se o descrente quiser a separação, o crente não pode ficar sujeito à servidão.
h. (     )
No caso da alternativa anterior, após o divórcio o cristão fica livre para casar-se de novo
 
QUESTIONÁRIO 3:
1. De acordo com Dt 24.1, quando o homem podia divorciar-se da esposa?
R.
2. Que era a “carta de divórcio”?
R.
3. Para Jesus, qual a exceção que permite o divórcio?
R.
4. A quem se dirige Paulo em Romanos 7.1-3?
R.
5. Defina a palavra repudiar.
R.
 
OS TERRÍVEIS EFEITOS DA INFIDELIDADE CONJUGAL
Pr. Elinaldo Renovato de Lima
O lar cristão deve ser a continuação da igreja, porque, num sentido mais profundo, é a igreja também. O relacionamento entre os membros da família deve ser tão santo em casa, quanto na igreja. Dentre as características de um bom relacionamento familiar, destacamos a fidelidade. Esta é indispensável para que se mantenham inabaláveis os alicerces do lar. Os pais precisam ser fiéis entre si e aos filhos e estes aos pais, todos fiéis uns aos outros.

João, evangelista e presbítero, dirigindo sua terceira epístola a Gaio, diz: "Amado, procedes fielmente em tudo o que fazes para com os irmãos, e para com os estranhos" marcante dos verdadeiros cristãos. O oposto disso, ou seja, a infidelidade, é um terrível inimigo, que tem destruído inteiramente muitos lares e famílias. Neste aspecto, avulta com maior gravidade, a conjugal: o esposo, o pai de família, sendo infiel à esposa e vice-versa.

A infidelidade é um mal que não é de hoje, mas que, nos tempos atuais, tem-se tornado muito comum nos lares sem Cristo, e também tem atingido muitos lares cristãos. A infidelidade conjugal não passa de um instrumento diabólico para a destruição e desagregação da família. A Bíblia diz que o marido deve amar a sua esposa da mesma forma que Cristo ama a Igreja. Ora, o Senhor ama a Igreja com sinceridade, e sobretudo, com fidelidade. Esta fidelidade é tão grande, que "se formos infiéis, Ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo" (2 Tm 2.1.'3).
Mas Satanás diz ao esposo: "ora, não é nada demais; procura unir-te a outra mulher: a tua já não te agrada. No fim, tudo dará certo. - Os teus amigos não possuem outras mulheres?". Com isso, o inimigo procura desfazer o plano de Deus para a vida conjugal. E muitos homens, mesmo cristãos, têm cedido a essa tentação diabólica, cometendo adultério e prostituição, e desprezando o lar, a esposa, os filhos e seu próprio nome e, o que é pior: desprezando a Deus. A infidelidade, inimigo cruel, não acontece de repente.

É necessário estar alerta para as ciladas do Inimigo. MuItas vezes, a causa do adultério, ou melhor, dos fatores que contribuem para a infidelidade, está sendo fomentada dentro do próprio lar: Com o passar dos anos, o esposo e a esposa deixam de cultivar o amor verdadeiro. Aquelas expressões de carinho dos primeiros tempos ficam esquecidas. O afeto vai desaparecendo entre os dois. No entanto, a necessidade de afeto continua a existir em cada um.É a chamada carência afetiva, que leva muitos a se decepcionarem com o casamento.

As lutas do dia-a-dia também tendem a desfazer o clima amoroso entre o casal, se não forem adotadas providências para cultivá-lo. O lar, em muitos casos, passa a ser uma espécie de pensão, na qual o marido é o hóspede número um. Proceder fielmente em tudo é uma característica marcante dos verdadeiros cristãos. O oposto disso, ou seja, a infidelidade, é um terrível inimigo, que tem destruído inteiramente muitos lares e famílias. Neste aspecto, avulta com maior gravidade, a infidelidade conjugal: o esposo, o pai de família, sendo infiel à esposa e vice-versa.

A infidelidade é um mal que não é de hoje, mas que, nos tempos atuais, tem-se tornado muito comum nos lares sem Cristo, e também tem atingido muitos lares cristãos. A infidelidade conjugal não passa de um instrumento diabólico para a destruição e desagregação da família. A Bíblia diz que o marido deve amar a sua esposa da mesma forma que Cristo ama a Igreja. Ora, o Senhor ama a Igreja com sinceridade, e sobretudo, com fidelidade. Esta fidelidade é tão grande, que "se formos infiéis, Ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo" (2 Tm 2.1.'3).

É necessário estar alerta para as ciladas do Inimigo. Muitas vezes, a causa do adultério, ou melhor, dos fatores que contribuem para a infidelidade, está sendo fomentada dentro do próprio lar: Com o passar dos anos, o esposo e a esposa deixam de cultivar o amor verdadeiro. Aquelas expressões de carinho dos primeiros tempos ficam esquecidas. O afeto vai desaparecendo entre os dois. No entanto, a necessidade de afeto continua a existir em cada um. E a chamada carência afetiva, que leva muitos a se decepcionarem com o casamento.

As lutas do dia-a-dia também tendem a desfazer o clima amoroso entre o casal, se não forem adotadas providências para cultivá-lo. O lar, em muitos casos, passa a ser uma espécie de pensão, na qual o marido é o hóspede número um. mero um, a esposa é a dona da pensão, e os filhos, os outros hóspedes costumeiros. Não mais existe o ambiente acolhe-dor e amigo no qual se respira amor, paz e harmonia. Enquanto isso, fora do lar, os cônjuges, no trabalho, no círculo de amizades, encontram sempre alguém que lhes dê atenção e se interesse (ou finge se interessar) pelos seus problemas.

Então Satanás, que não dorme, entra em ação. Começa a falar ao coração que é hora de experimentar um caso de amor, um romance, mesmo passageiro. O cônjuge, mesmo sendo cristão, diante de tal sedução, entra em conflito consigo mesmo. A mente começa a estampar a crise de afeto que existe no lar, a falta de carinho, a indiferença do outro cônjuge. A consciência bate forte, lembrando a condição de cristão, lavado e remido no sangue de Jesus. Nas primeiras investidas, o servo de Deus pensa, recua, vence. Mas, dia após dia, as coisas se agravam. A voz do Inimigo soa mais forte e sedutora; a concupiscência se aquece. Vem a queda, o ato, o pecado, a morte espiritual.

Depois, entre desespero e reações evidentes, o coração explode. O lar, que antes estava ruim, fica pior. A culpa não dá paz. Os conflitos aumentam. Só há dois caminhos: abandonar o lar, a esposa, os filhos e viver na nova "pensão" ou continuar enganando a todos (mas não a Deus). Em qualquer caso, todos sofrem. O cônjuge infiel, o cônjuge fiel, os filhos, a família, a igreja. Para evitar esse tipo de contribuição à infidelidade, é necessário que o casal se mantenha debaixo da orientação da Palavra de Deus. O esposo, amando sua esposa de todo o coração, como Cristo à Igreja. A esposa, amando o esposo da mesma forma e lhe sendo submissa pelo amor.

Em termos práticos, é necessário cultivar, tratar, regar e cuidar da planta do amor, para que as ervas daninhas da infidelidade não germinem no coração de um dos cônjuges. É bom, que os cristãos casados saibam que a santidade do cristianismo não faz ninguém deixar de ser humano. Nesta vida, precisamos de amor, de alegria, de paz, de carinho, de afeto. O leito conjugal precisa ser bem aproveitado, e a união sexual, legítima entre os asados, deve continuar sendo fator de integração, não apenas física, afetiva, mas também espiritual.
Deus se agrada da união entre os casados, especialmente entre cristãos: "Seja por todos venerado o matrimônio, e o leito sem mácula" (Hb 1.3.4), diz a Palavra. Reconhecemos que há muita infidelidade que começa por mera tentação, para o que o outro cônjuge, às vezes, em nada contribui. Mas havemos de reconhecer que o casal bem unido em torno do Senhor Jesus terá condições de vencer o Inimigo.

O Senhor Deus, repreendendo Israel, dizia que não aceitava mais suas ofertas. - Por quê? - "Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu FOSTE DESLEAL, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto" (Ml 2.14). Esse trecho nos mostra que Deus rejeita aquele que é infiel à sua esposa, e o rejeita não aceitando suas ofertas, seus sacrifícios. Até as orações não são recebidas por Deus, quando o marido não coabita com sua mulher com entendimento, e vice-versa.

Aqui desejamos relembrar algumas recomendações da Bíblia quanto à infidelidade. Paulo doutrinou bastante sobre o assunto. A igreja em Corinto disse: "Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá: porque o templo de Deus, que sois vós, é santo" (1 Co .3.16,17). O homem, ou a mulher cristã, deve tomar em consideração esta advertência solene e grave da Bíblia: Se alguém destruir o seu próprio corpo, pelo pecado, Deus o destruirá. Mais clara, ainda, é a exortação, quando lemos o trecho de 1 Coríntios 6.18-20: "Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que O NOSSO CORPO E TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO, que habita em vós, proveniente de Deus e que não sois de vos mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus NO VOSSO CORPO, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus".

Vemos, então, que a infidelidade conjugal, geralmente tornada em adultério, é considerada o maior pecado contra o corpo. Isto porque o corpo é "templo de Deus", "templo do Espírito Santo. Havendo o verdadeiro amor, não haverá frieza sexual. Haverá interesse, atração de um pelo outro; haverá prazer no ato sexual. É necessário evitar a infidelidade sob qualquer forma ou pretexto.
 
Questionário da Lição 11 - Família - O Divórcio À Luz Da Bíblia
Por Ev.Luiz Henrique www.henriqueestudos.cjb.net
 
Texto Áureo:
1- Quando DEUS, ajunta pode o homem separar?
(     ) Sim     (     ) De vez em quando      (     ) Não    
Verdade Prática:
2- Por que o Divórcio não pode ser visto como um procedimento normal?
(     ) Porque uma de suas conseqüências é ajudar a sociedade
(     ) Porque suas conseqüências são irreparáveis para toda a família e sociedade
INTRODUÇÃO:
3- De que maneira têem se comportado os cristãos diante do número de Divórcios que ocorrem a cada dia?
(     ) O número de Divórcios entre os crentes tem decrescido
(     ) O número de Divórcios entre os crentes tem crescido
(     ) Não há Divórcios entre os crentes
I. CASAMENTO, UMA INSTITUIÇÃO DIVINA
4- O que é o casamento?
(     ) É uma união ilegítima entre um homem e uma mulher e não pode fazer parte do plano de DEUS
(     ) É uma união legítima entre um homem e uma mulher e faz parte do plano de DEUS
5- Como é o casamento no Novo Testamento?
(     ) Uma instituição humana e terrena     (     ) Uma união sexual somente
(     ) Não é algo meramente secular, mas é também uma união espiritual
6- A felicidade conjugal é alcançada através de que?
(     ) Da harmonia material, festejos, jogos sensuais entre os cônjuges
(     ) Da harmonia espiritual, amorosa, física e emocional entre os cônjuges
II. DIVÓRCIO À LUZ DA BÍBLIA
7- O Divórcio é manifestação de que, na vida do ser humano?
(     ) De piedade     (     ) De solidariedade    (     ) Da condição pecaminosa do homem
8- Cite três pontos principais da reação que devemos ter quando sentirmos que nossa relação conjugal está sofrendo algum tipo de desgaste que poderá levar-nos ao divórcio:
(      ) Comunicação, separação amigável e Humildade      (      ) Comunicação, Unidade de propósito e Humildade
9- Somente quando um crente pode Divorciar-se?
(     ) Quando sentir desejo de se separar     (     ) Quando estiverem ocorrendo problemas no casamento
(     ) Quando foi traído e não há arrependimento do ofensor ou quando há casamento com descrente e este deseja separar-se.
III. DESASTROSAS CONSEQÜÊNCIAS
10- Cite algumas conseqüências funestas do Divórcio:
(     ) Altos riscos de problemas psiquiátricos, doenças físicas e grandes problemas emocionais para os filhos, podendo levá-los às drogas e delinqüências diversas.
(     ) Filhos felizes, Pais alegres e um futuro promissor
 
 
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