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LIÇÃO 11 - A FAMÍLIA E A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm  
 
 
TEXTO ÁUREO 
“Ajunta o povo, homens, e mulheres, e meninos, e os teus estrangeiros que estão dentro das tuas portas, para que ouçam, e aprendam, e temam ao SENHOR, vosso DEUS, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta Lei” (Dt 31.12). 
 
 
VERDADE PRÁTICA 
A Escola Dominical contribui decisivamente para a formação espiritual, moral, cultural e social da família. 
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Pv 22.6 Ensinando às crianças
Terça - At 8.30,31 O ensino da Palavra de DEUS
Quarta - Rm 12.7 O ensino requer dedicação
Quinta - Sl 119.105 A palavra de DEUS é vital
Sexta - Jr 32.33 O desprezo com o ensino
Sábado - 1 Co 4.17 Ensinando em cada igreja
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Neemias 8.1-7 
1 E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel. 2 E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês. 3 E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei. 4 E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema, e Anaías, e Urias, e Hilquias, e Maaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão. 5 E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. 6 E Esdras louvou o SENHOR, o grande DEUS; e todo o povo respondeu: Amém! Amém!?, levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra. 7 E Jesua, e Bani, e Serebias, e Jamim, e Acube, e Sabetai, e Hodias, e Maaséias, e Quelita, e Azarias, e Jozabade, e Hanã, e Pelaías, e os levitas ensinavam ao povo na Lei; e o povo estava no
seu posto.
 
8.1 TODO O POVO SE AJUNTOU. Os caps. 8-10 descrevem um dos maiores avivamentos do AT e apontam vários princípios fundamentais para um avivamento e renovação espirituais. O avivamento e a renovação, procedem exclusivamente de DEUS. Os instrumentos que o propiciam são: a Palavra de DEUS (vv. 1-8), a oração (v. 6), a confissão de pecados (cap. 9), um coração quebrantado e contrito (v. 9), renúncia às práticas pecaminosas da sociedade contemporânea (9.2) e renovação do compromisso de andar segundo a vontade de DEUS e de fazer da Palavra de DEUS o nosso viver (10.29).
8.3 ESTAVAM ATENTOS AO LIVRO DA LEI. O avivamento teve início mediante um autêntico retorno à Palavra de DEUS e um esforço decisivo para a compreensão da sua mensagem (v. 8). Durante sete dias, seis horas por dia, Esdras leu o livro da lei (vv. 3,18). Uma das principais evidências de um avivamento bíblico entre o povo de DEUS é a grande fome de ouvir e ler a Palavra de DEUS.
8.6 INCLINARAM-SE E ADORARAM O SENHOR. Este capítulo da Bíblia descreve um dos maiores cultos de adoração ao Senhor, de todos os tempos. DEUS deseja a adoração do seu povo e o conclama a adorá-lo continuamente (cf. Sl 29.2; 96.9).
8.7 ENSINAVAM AO POVO NA LEI. Por meio de Esdras e dos levitas, vemos o que deve acontecer sempre que a Palavra de DEUS for ministrada aos fiéis. Muitos dos que voltaram do exílio, já não entendiam o hebraico, uma vez que o seu idioma era agora o aramaico.
Por isso, quando as Escrituras eram lidas em hebraico, um grupo de homens dedicados fazia a interpretação para o aramaico, de tal maneira que os fiéis pudessem compreendê-las a aplicá-las à sua vida. Deste modo, o povo se regozijou "porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber" (v. 12). A Palavra como revelação divina, o arrependimento, o avivamento espiritual e a alegria estão todos potencialmente presentes; eles serão desencadeados pelo ESPÍRITO SANTO, através de mensageiros ungidos que proclamem a Palavra de DEUS, com clareza, poder e convicção.
 
RESUMO RÁPIDO
I. A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL 
1. Raízes bíblicas da Escola Dominical. DEUS manda Moisés escrever suas palavras, ler perante o povo, ensinar ao povo e ordena que haja ensino em casa de cada um, por parte dos pais, aos filhos.
2. A origem da Escola Dominical. Com esse nome e organização de hoje nasceu em 1780, criada por Robert Raikes em Gloucester, Inglaterra. No Brasil, ela foi fundada em 21 de Julho de 1855 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.
a) O projeto. Raikes organiza professores voluntários e para ensinarem Gramática, Matemática e Bíblia aos meninos de rua.
b) Semeando lições de vida. Em 4 anos já haviam 250 mil alunos na Inglaterra. Havia mudança comprovada de caráter e de atitude nos alunos.
3. O que é Escola Dominical. É uma escola que ministra o ensino da Palavra de DEUS de forma acessível a todos os alunos - desde o berçário aos adultos - contemplando todas as faixas etárias.
II. FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL 
1. Auxiliar no ensino das Escrituras. Ajuda a educação dada pelos pais, em casa, resolvendo as questões mais difíceis do aprendizado.
2. Auxiliar na evangelização. É um ótimo veículo de evangelização, desde que orientado pelos professores e dirigentes da mesma. Deve-se praticar evangelismo após as aulas de EBD, convidando pessoas que não são ainda salvas para comparecerem à igreja e à EBD.
3. Auxiliar no discipulado. Ótimo meio de discipulado, principalmente na classe de discipulado, sempre visitada pelo pastor da igreja.
III. A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA 
1. As crianças são bem instruídas. Personalidade humana é definida até aos sete anos."Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele".
2. A juventude é prevenida contra o pecado. Nossos jovens devem freqüentar assiduamente a Escola Dominical, pois aqui são alertados contra todos os males tão característicos de uma sociedade sem DEUS aprendidos hoje nos colégios, na TV e na Internet.
3. Os adultos frutificam. Adultos que não tiveram base bíblica antes, agora são novos convertidos e precisam de ajuda.
 
 
 
HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL
Os missionários escoceses Robert e Sara Kalley são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. 
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855,no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio. Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO MUNDO
As origens da Escola Dominical remontam aos tempos bíblicos quando o Senhor ordenou ao seu povo Israel que ensinasse a Lei de geração a geração. Dessa forma a história do ensino bíblico descortina-se a partir dos dias de Moisés, passando pelos tempos dos reis, dos sacerdotes e dos profetas, de Esdras, do ministério terreno do Senhor Jesus e da Primitiva Igreja. Não fossem esses inícios tão longínquos, não teríamos hoje a Escola Dominical.
Porém, antes de sumariarmos a história da Escola Dominical em sua fase moderna, faz-se mister evocar os grandes vultos do Cristianismo que muito contribuíram para o ensino e divulgação da Palavra de Deus.

Como esquecer os chamados pais da Igreja e lhes seguiram o exemplo? Lembremo-nos de Orígenes, Clemente de Alexandria, Justino o Mártir, Gregório Nazianzeno, Agostinho e outros doutores igualmente ilustres. Todos eles magnos discipuladores. E o que dizer do Dr. Lutero? O grande reformador do século XVI, apesar de seus grandes e inadiáveis compromissos, Ainda encontrava tempo para ensinar as crianças. Haja vista o catecismo que lhes escreveu.
Foram esses piedosos de Cristo abrindo caminho até que a Escola Dominical adquirisse os atuais contornos.


A Escola Dominical do nosso tempo nasceu de visão de um homem que, compadecido com as crianças de sua cidade, quis dar-lhes um novo e promissor horizonte. Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas de Gloucester? Nesta Cidade, localizada no Sul da Inglaterra, a delinqüência infantil era um problema que parecia insolúvel. 
Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos nos piores delitos. 
É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal Robert Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus. Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes Raikes várias matérias seculares: matemática, história e a língua materna - o inglês.
Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular. Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram os que o acusavam de estar quebrantando domingo. Onde já se viu comprometer o dia do Senhor com esses moleques? Será que o Sr. Raikes não sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus?
Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é adorado através de nosso trabalho amoroso incondicional.
Embora haja começado a trabalhar em 1780, foi somente em 1783, após três anos de oração, observações e experimentos, que Robert Raikes resolveu divulgar os resultados de sua obra pioneira.
No dia três de novembro de 1783, Raikes publica, em seu jornal, o que Deus operara e continuava a operar na vida daqueles meninos Gloucester. Eis porque a data foi escolhida como o dia da fundação da Escola Dominical.

Mui apropriadamente, escreve o pastor Antonio Gilberto:
“Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra de Deus de que a Igreja dispõe”.
Tornou-se a Escola Dominical tão importante, que já não podemos conceber uma igreja sem ela. Haja vista que, no dia universalmente consagrado à adoração cristã, nossa primeira atividade é justamente ir a esse prestimoso educandário da Palavra de Deus. É aqui onde aprendemos os rudimentos da fé e o valor de uma vida inteiramente consagrada ao serviço do Mestre.
A. S. London afirmou, certa vez, mui acertadamente: “Extinga a Escola Bíblica Dominical, e dentro de 15 anos a sua igreja terá apenas a metade dos seus membros”. Quem haverá de negar a gravidade de London? As igrejas que ousaram prescindir da Escola Dominical jazem exangues e prestes a morrer. 
 
A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore (<http://www.cpad.com.br/escoladominical/historia.php>)
A história da Escola Dominical
Por Ruth Doris Lemos:
Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos. 

Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime. 

A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um pólo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos. 

Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer? 

Por um futuro melhor

Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente. 

Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No editorial seguinte, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo, através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho. 

O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã. 

Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas. 

As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço. 

Movimento mundial 

No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas alturas algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia. 

As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados. 

A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança. 

A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos”, contou a história de Jonas, mais com gestos,do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Ela viu tantas crianças pelas ruas que seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil. 

Com o passar do tempo, aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil. 

No mundo há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres e analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo.
 


A CPAD e a Escola Dominical
A CPAD tem uma trajetória marcante na Escola Dominical das igrejas brasileiras. As primeiras revistas começaram a ser publicadas em forma de suplemento do primeiro periódico das Assembleias de Deus – jornal Boa Semente, que circulou em Belém, Pará, no início da década de 20. O suplemento era denominado Estudos Dominicais, escritos pelo missionário Samuel Nystrom, pastor sueco de vasta cultura bíblica e secular, e com lições da Escola Dominical em forma de esboços, para três meses. Em 1930, na primeira convenção geral das Assembleias de Deus realizada em Natal (RN) deu-se a fusão do jornal Boa Semente com um outro similar que era publicado pela igreja do Rio de Janeiro, O Som Alegre, originando o MENSAGEIRO DA PAZ. Nessa ocasião (1930) foi lançada no Rio de Janeiro a revista Lições Bíblicas para as Escolas Dominicais. Seu primeiro comentador e editor foi o missionário Samuel Nystrom e depois o missionário Nils Kastberg.

Nos seus primeiros tempos a revista Lições Bíblicas era trimestral e depois passou a ser semestral. As razões disso não eram apenas os parcos recursos financeiros, mas principalmente a morosidade e a escassez de transporte de cargas, que naquele tempo era todo marítimo e somente costeiro; ao longo do litoral. A revista levava muito tempo para alcançar os pontos distantes do país. Com a melhora dos transportes a revista passou a ser trimestral. 

Na década de 50 o avanço da CPAD foi considerável. A revista Lições Bíblicas passou a ter como comentadores homens de Deus como Eurico Bergstén, N. Lawrence Olson, João de Oliveira, José Menezes e Orlando Boyer. Seus ensinos seguros e conservadores, extraídos da Bíblia, forjaram toda uma geração de novos crentes. Disso resultou também uma grande colheita de obreiros para a seara do Mestre. 

As primeiras revistas para as crianças só vieram a surgir na década de 40, na gestão do jornalista e escritor Emílio Conde, como editor e redator da CPAD. A revista, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito, era o primeiro esforço da CPAD para melhor alcançar a população infantil das nossas igrejas. Tempos depois, o grande entusiasta e promotor da Escola Dominical entre nós, pastor José Pimentel de Carvalho, criou e lançou pela CPAD uma nova revista infantil, a Minha Revistinha , que por falta de apoio, de recursos, de pessoal, e de máquinas apropriadas, teve vida efêmera. 

Usava-se o texto bíblico e o comentário das 
Lições Bíblicas (jovens e adultos) para todas as idades. Muitos pastores, professores e alunos da Escola Dominical reclamavam das dificuldades insuperáveis de ensinar assuntos sumamente difíceis, impróprios e até inconvenientes para os pequeninos.
Na década de 70 acentuava-se mais e mais a necessidade de novas revistas para a Escola Dominical, graduadas conforme as diversas faixas de idade de seus alunos. Isto acontecia, principalmente, à medida que o CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), lançado pela CPAD em 1974, percorria o Brasil.
Foi assim que, também em 1974, com a criação do Departamento de Escola Dominical (atual Setor de Educação Cristã), começa-se a planejar e elaborar os diversos currículos bíblicos para todas as faixas etárias, bem como suas respectivas revistas para aluno e professor, e também os recursos visuais para as idades mais baixas.
O plano delineado em 1974 e lançado na gestão do pastor Antônio Gilberto, no Departamento de Escola Dominical, foi reformulado e relançado em 1994 na gestão do irmão Ronaldo Rodrigues, Diretor Executivo da CPAD, de fato, só foi consumado em 1994, depois que todo o currículo sofreu redirecionamento tendo sido criadas novas revistas como as da faixa dos 15 a 17 anos e as do Discipulado para novos convertidos, desenhados novos visuais, aumentado a quantidade de páginas das revistas de alunos e mestres e criado novo padrão gráfico-visual de capas e embalagem dos visuais.

Após duas edições das revistas e currículos (1994 a 1996 e 1997 a 1999), a CPAD apresentou em 2000, uma nova edição com grandes novidades nas áreas pedagógicas, gráficas e visuais.
Em 2007, mais uma vez a CPAD sai na frente com a publicação do novo currículo (vigente) — fundamentado nas atuais concepções e pressupostos da Didática, Pedagogia e Psicologia Educacional. 
 
A PALAVRA DE DEUS (BEP - CPAD)
Is 55.10,11 “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.”


A NATUREZA DA PALAVRA DE DEUS.
A expressão “a palavra de DEUS” (também “a palavra do Senhor”, ou simplesmente “a palavra”) possui várias aplicações na Bíblia.
(1) Obviamente, refere-se, em primeiro lugar, a tudo quanto DEUS tem falado diretamente.
(2) Além da fala direta, DEUS ainda falou através dos profetas.
(3) A mesma coisa pode ser dita a respeito do que os apóstolos falaram no NT.
(4) Além disso, tudo quanto JESUS falava era palavra de DEUS, pois Ele, antes de tudo, é DEUS (Jo 1.1,18; 10.30; 1Jo 5.20).
(5) A palavra de DEUS é o registro do que os profetas, apóstolos e JESUS falaram, i.e., a própria Bíblia. No NT, quer um escritor usasse a expressão “Moisés disse”, “Davi disse”, “o ESPÍRITO SANTO diz”, ou “DEUS diz”, nenhuma diferença fazia (ver At 3.22; Rm 10.5,19; Hb 3.7; 4.7); pois o que estava escrito na Bíblia era, sem dúvida alguma, a palavra de DEUS.
(6) Mesmo não estando no mesmo nível das Escrituras, a proclamação feita pelos autênticos pregadores ou profetas, na igreja de hoje, pode ser chamada a palavra de DEUS.
(a) Pedro indicou que, a palavra que seus leitores recebiam mediante a pregação, era palavra de DEUS (1Pe 1.25), e Paulo mandou Timóteo “pregar a Palavra” (2Tm 4.2). A pregação, porém, não pode existir independentemente da Palavra de DEUS. Na realidade, o teste para se determinar se a palavra de DEUS está sendo proclamada num sermão, ou mensagem, é se ela corresponde exatamente à Palavra de DEUS escrita.
(b) O que se diz de uma pessoa que recebe uma profecia, ou revelação, no âmbito do culto de adoração (1Co 14.26-32)? Ela está recebendo, ou não, a palavra de DEUS? A resposta é um “sim”. Paulo assevera que semelhantes mensagens estão sujeitas à avaliação por outros profetas. Todavia, há a possibilidade de tais profecias não serem palavra de DEUS (ver 1Co 14.29). É somente em sentido secundário que os profetas, hoje, falam sob a inspiração do ESPÍRITO SANTO; sua revelação jamais deve ser elevada à categoria da inerrância (ver 1Co 14.31). 

O PODER DA PALAVRA DE DEUS.
A palavra de DEUS permanece firme nos céus (Sl 119.89; Is 40.8; 1Pe 1.24,25). Não é, porém, estática; é dinâmica e poderosa (cf. Hb 4.12), pois realiza grandes coisas (55.11).
(1) A palavra de DEUS é criadora.
(2) A palavra de DEUS sustenta a criação.
(3) A palavra de DEUS tem o poder de outorgar vida nova.
(4) A palavra de DEUS também libera graça, poder e revelação, por meio dos quais os crentes crescem na fé e na sua dedicação a JESUS CRISTO.
(5) A palavra de DEUS é a arma que o Senhor nos proveu para lutarmos contra Satanás (Ef 6.17; cf.Ap 19.13-15).
(6) Finalmente, a palavra de DEUS tem o poder de nos julgar.

NOSSA ATITUDE ANTE A PALAVRA DE DEUS.
A Bíblia descreve, em linguagem clara e inconfundível, como devemos proceder quanto a palavra de DEUS em suas diferentes expressões:
(A) Devemos ansiar por ouvi-la (1.10; Jr 7.1,2; At 17.11).
(B) Procurar compreendê-la (Mt 13.23).
(C) Louvar, no Senhor, a palavra de DEUS (Sl 56.4,10).
(D) Amá-la (Sl 119.47,113).
(E) Dela fazer a nossa alegria e deleite (Sl 119.16,47).
(F) Aceitar o que a palavra de DEUS diz (Mc 4.20; At 2.41; 1Ts 2.13).
(G) Ocultá-la nas profundezas de nosso coração (Sl 119.11).
(H) Confiar nela (Sl 119.42).
(I) Colocar a nossa esperança em suas promessas (Sl 119.74,81,114; 130.5).
(J) Obedecer ao que ela ordena (Sl 119.17,67; Tg 1.22-24).
(K) Viver de acordo com seus ditames (Sl 119.9).
 
DEUS conclama os que ministram a palavra (cf. 1Tm 5.17) a:
(A) Manejá-la corretamente (2Tm 2.15),
(B) Pregá-la fielmente (2Tm 4.2).
Todos os crentes são convocados a proclamarem a palavra de DEUS por onde quer que forem (At 8.4).
 
A Família e a Escola Bíblica Dominical - Escrito por Margarida Barros - >http://www.ibalmada.org/a-familia-e-a-escola-biblica-dominical/<
Deuteronômio 6:1-25
A Escola Bíblica Dominical é uma oportunidade única de estudar a Bíblia, aplicando-a a vida pessoal e crescendo cada dia mais. A Palavra de Deus é fonte de vida para as pessoas. É, por isso, um instrumento de crescimento espiritual para toda a família.

A importância dos Pais na EBD.

 “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele”. Provérbios 22:6
 
A Escola Bíblica Dominical é uma oportunidade única de estudar a Bíblia, aplicando-a a vida pessoal e adequando a Palavra de Deus a cada idade. É, por isso, um instrumento de crescimento espiritual para toda a família.
Os filhos precisam de alimento espiritual e têm que ser ensinados no caminho do Senhor e instruídos no caráter de Deus. Precisam aprender que toda a vida deve estar centrada em Deus. Os pais têm um papel importantíssimo no acompanhamento da vida espiritual dos filhos.
Faz parte da responsabilidade dos pais:
1º - Dar o exemplo
O exemplo é um bom meio de comunicação. Quando os pais desprezam a igreja e o ensino bíblico, estão a comunicar aos filhos que isto não tem grande importância.
Não “peça desculpa” por ser cristão. Não dê a entender que ir à igreja é um dever ou uma obrigação para si, mas que é um lugar de comunhão com DEUS, de aprender de DEUS, de adorar a DEUS.. Não mostre o Cristianismo como uma opção, e ainda por cima de pouco interesse, mas algo fundamental para a vida. Não falte. Participe. Estude. Envolva-se.
2ª - Ajudar os filhos
A participação ativa dos pais é fundamental, ajudando-os a estudarem a lição, a memorizarem os versículos, a participarem nos questionários ou tarefas da EBD, a serem obedientes e a respeitarem os professores e o tempo da EBD como uma coisa importante para a vida deles.
3º - Acompanhar
Pergunte o que é que os seus filhos estudaram e o que é que aprenderam e de que gostaram mais… responda às perguntas que lhes fizerem. Ajude-os, durante a semana, nas leituras da Bíblia, no estudo da lição, na aprendizagem dos versículos e nas tarefas de aplicação bíblica. Ensine os seus filhos a orarem pelo professor da Escola Bíblica Dominical e a ter amor pela igreja.
4º Valorizar a EBD
Considere a Escola Bíblica Dominical como uma ESCOLA importante para o desenvolvimento espiritual e moral dos seus filhos. Transmita esse espírito positivo e de valor aos filhos, com entusiasmo e alegria. Assim como transmite a importância do bom empenho nos estudos seculares dos seus filhos, do mesmo modo deve valorizar o seu desenvolvimento espiritual e zelo pela aprendizagem dos princípios bíblicos, tendo esses como mais importantes e superiores em tudo aos seculares.
5º Não faltar
Por sua culpa, as crianças ficam a perder aulas importantíssimas para seu futuro espiritual. Não acompanham, não sabem, não ganham prêmios, não se habituam ao ambiente, não se introduzem no grupo e por isso não fazem amigos na igreja. Não conhecem a Bíblia, não sabem nada sobre a vontade de Deus para as suas vidas, não têm referências morais e espirituais. Desmotivam-se e depois não querem ir ou participar. Vá com os seus filhos à Escola Bíblica Dominical regularmente.
6º Não chegar tarde
Deus é muito mais importante do que mais meia hora na cama. Habitue-se a chegar na hora, por respeito a Deus e aos seus irmãos em Cristo. Chegue com seu filho na hora. De outra maneira, perturba as classes e as crianças perdem o seguimento e o ambiente descontraído das atividades iniciais que normalmente têm como alvo despertar o interesse.
7º Ter atenção e cuidado
O cuidado e a atenção dos pais na preparação para o Domingo é muito importante. Preocupe-se em ajudar a criança a levar a Bíblia, a revista, a oferta e a ter todo cuidado com esses. O ideal seria arrumar uma pasta própria para a EBD tal como tem para a escola secular, onde se podem colocar todos os materiais preparados para levar à igreja.
 
INTERAÇÃO
Professor, o que a Escola Dominical significa para você?  Nas  palavras do pastor Antonio Gilberto "a Escola Dominical é a escola de ensino bíblico da Igreja, que evangeliza enquanto ensina, conjugando assim os dois lados da comissão de JESUS à Igreja conforme Mateus 28.20 e Marcos 16.15. Ela não é uma parte da Igreja; é a própria Igreja ministrando ensino bíblico metódico". Milhões e milhões de vidas são discipuladas nos bancos da Escola Dominical. É, sem dúvida, a maior agência de serviço voluntário em  todo território nacional. E você, prezado professor, deve se orgulhar por fazer parte desta seleta equipe.
 
OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Conhecer a origem da Escola Dominical.
Apreender as finalidades da Escola Dominical. 
Compreender o quanto a Escola Dominical fortalece a família. 
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, sugerimos a reprodução do esquema da abaixo para lhe auxiliar na ministração do primeiro tópico da lição. É importante analisar a metodologia que Raikes usou para popularizar a Escola Dominical - Acompanhamento do desenvolvimento do trabalho e divulgação dos resultados. Bem como conhecer o forte compromisso social que ele tinha com as crianças. Explique à classe que a Escola Dominical, como a conhecemos, nasceu com crianças e para crianças. Com esse trabalho, apesar de existir instituições de ensino em outras regiões, o modelo moderno de Escola Dominical foi propalado e popularizado por Robert Raikes. Boa aula.
 
ALGUNS FATOS HISTÓRICOS
Primeira ação da Escola Dominical 20/07/1780
Robert Raikes estabeleceu os seguintes compromissos: Experimentar por três anos o trabalho em andamento; Em seguida, ele divulgaria ao mundo os frutos da Escola Dominical. Publicação em jornal do impacto do novo trabalho na vida das crianças 03/11/1783. As igrejas passaram a dar apoio ao trabalho de Raikes. A Escola Dominical passou das casas particulares para os templos, os quais enchiam-se de crianças. A data de 3 de Novembro de 1783 é então considerada o dia natalício da Escola Dominical. Antes de Raikes já havia reuniões semelhantes a da Escola Dominical. No entanto, quem popularizou e dinamizou o movimento foi Robert Raikes. E o atual sistema de escola pública inspirou-se no movimento da Escola Dominical. 
 
PALAVRA-CHAVE - ESCOLA - Estabelecimento público ou privado onde se ministra, sistematicamente, ensino coletivo.
 
RESUMO DA LIÇÃO 11 - A FAMÍLIA E A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
I. A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL 
1. Raízes bíblicas da Escola Dominical.
2. A origem da Escola Dominical.
a) O projeto.
b) Semeando lições de vida.
3. O que é Escola Dominical.
II. FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL 
1. Auxiliar no ensino das Escrituras.
2. Auxiliar na  evangelização.
3. Auxiliar no discipulado.
III. A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA 
1. As crianças são bem instruídas.
2. A juventude é prevenida contra o pecado.
3. Os adultos frutificam. 
 
SINOPSE DO TÓPICO (1) A Escola Dominical ministra o ensino da Palavra de DEUS de forma acessível a todos os alunos contemplando as respectivas faixas etárias - do berçário aos adultos.
SINOPSE DO TÓPICO (2) Auxiliar no ensino das Escrituras, na evangelização e no discipulado, são algumas das finalidades da Escola Dominical 
SINOPSE DO TÓPICO (3) - Na Escola Dominical as crianças são instruídas, a juventude é prevenida contra o pecado e os adultos são incentivados a frutificarem na  obra do Senhor. 
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Educação Cristã
 "DIRETIVAS BÍBLICAS [O ensino às crianças]
A revelação de DEUS exige uma resposta pessoal de cada um dos Seus filhos. O que as Escrituras nos mandam fazer em nosso ministério com crianças?
MATEUS 28.19-20: O imperativo nesta passagem é claro: 'Fazei discípulos' (ARA). Quando formos, temos de ensinar a Palavra de DEUS a todas as pessoas inclusive crianças. As implicações contidas neste texto são (a) evangelizar (falar do Evangelho a todas as pessoas) e (b) discipular (ajudar cada crente a crescer em CRISTO para ser um fazedor de discípulos). Isto pode ser feito eficientemente com crianças se estas forem educadas da maneira correta.
[...] 2 Timóteo 2.2: Paulo descreve o ministério da multiplicação que tem de acontecer ao longo de toda geração para que a fé cristã seja ensinada até que JESUS venha. Os líderes cristãos precisam equipar os professores e pais em cada faceta do ministério com crianças, de forma que o ensino correto aconteça ao nível de cada aluno. Assim, o ciclo de evangelismo estará completo agora o discípulo torna-se fazedor de discípulo" (GANGEl, Kenneth; HENDRICKS, Howard G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, pp.119-20.
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Histórico
"A ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL
A Escola Dominical teve seu início entre nós em 19 de agosto de 1855 na cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro. O fundador foi o missionário Robert Kalley e sua esposa Da. Sarah Poulton Kalley, da Igreja Congregacional. Eram escoceses. Ele fora um médico ateu. Depois foi salvo sob circunstâncias especiais, e chamado por DEUS, entregou-se à obra missionária. Na primeira reunião, na data acima, a freqüência foi de cinco crianças... Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. Desde então, o crescimento da Escola Dominical tem sido maravilhoso.
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.
A. Remontando ao passado, as primeiras reuniões de instrução bíblica no Brasil, do ponto de vista evangélico, ocorreram durante a permanência aqui, dos crentes calvinistas que desembarcaram na Guanabara em 1557. Nessa ocasião realizaram o primeiro culto evangélico em terras do continente americano, em 10 de março do mesmo ano.
B. A segunda fase de tais reuniões deu-se durante o domínio holandês no Nordeste, a partir de 1630, por crentes da Igreja Reformada Holandesa, quando vários núcleos evangélicos foram estabelecidos naquela região. Na mesma época foram realizados cultos na Bahia, por ocasião da primeira invasão holandesa. tudo isso cessou com o fim dos mencionados domínios e a feroz campanha de extinção movida pela Igreja Romana de então.
C. Mas em 1855, a Escola Dominical veio para ficar. E ficou! E avançou como fogo em campo aberto, impelida pelo zelo de milhares de seus obreiros, inflamados pelo ESPÍRITO SANTO!
Sim, desde então, vem a Escola Dominical crescendo sempre entre todas as denominações, e onde quer que estas cheguem, a Escola Dominical é logo implantada produzindo sem demora seus excelentes resultados na vida dos alunos, na Igreja, no lar, na comunidade, e refletindo tudo isso na nação inteira.
Foi assim o começo da Escola Dominical - começo de um dos mais poderosos avivamentos da história da Igreja" GIlBERTO, Antonio. Manual da Escola Dominical. 40. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pp.135-36). 
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 
GANGEl, Kenneth; HENDRICKS, Howard G. (Eds.).  Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
GIlBERtO, Antonio. Manual da Escola Dominical. 40. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. 
 
SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 54, p.41.
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 11 - A FAMÍLIA E A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2013
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas
 
TEXTO ÁUREO 
1- Complete:
“Ajunta o povo, homens, e mulheres, e meninos, e os teus ____________________________________ que estão dentro das tuas portas, para que ouçam, e __________________________________, e temam ao SENHOR, vosso DEUS, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta ___________________________________” (Dt 31.12). 
 
VERDADE PRÁTICA 
2- Complete:
A Escola Dominical contribui ___________________________________________________ para a formação _________________________________, moral, cultural e _________________________________ da família. 
 
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO 
3- A Escola Dominical é a maior e mais acessível agência de educação religiosa da igreja. Qual seu objetivo?
(    ) O seu principal objetivo é levar as crianças, adolescentes, jovens e adultos a aprender e a praticar a Palavra de DEUS.
(    ) O seu principal objetivo é levar as crianças, adolescentes, jovens e adultos a estudar e a saber sobre a Palavra de DEUS.
(    ) É um fator determinante na formação espiritual, moral, social e cultural das famílias.
(    ) A Escola Dominical, quando bem estruturada, torna-se um dos meios mais eficazes de evangelização.
 
I. A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL 
4- Quais a raízes bíblicas da Escola Bíblica Dominical, segundo o pastor Antonio Gilberto? Complete:
Conforme ensina-nos o pastor Antonio Gilberto em seu Manual da Escola Dominical, esse educandário tem as suas ____________________________ desde o Antigo testamento, passando por __________________________ (Dt 6.7; 11.18,19; 31.12,13), pela época dos __________________________________, reis e profetas de Israel (Dt 24.8; 1 Sm 12.23; Jr 18.18; 2 Cr 15.3; 17.7-9), durante e após o ______________________________ babilônico (Ne 8), chegando aos dias de _____________________, sendo Ele o Mestre dos mestres (Mc 2.1,2; 6.2,6,34; 12.35; Lc 5.17; 24.27) e da ________________________________ do primeiro século até os nossos dias (Mc 6.30; At 5.21,41,42).
 
5- Qual a origem da Escola Dominical?
(    ) A fase moderna da Escola Dominical, assim como a conhecemos, teve início em um Domingo de 1750.
(    ) A fase moderna da Escola Dominical, assim como a conhecemos, teve início em um Domingo de 1780.
(    ) O jornalista britânico, Robert Raikes, desejava escrever um editorial sobre a melhoria do sistema carcerário de sua cidade.
(    ) Ao perceber que muitas crianças ficavam na rua falando palavrões e brigando, mudou de idéia e escreveu sobre como levar aqueles meninos à igreja, visando alfabetizá-los e evangelizá-los.
(    ) A maioria das crianças não sabia ler nem escrever, pois durante a semana eram forçadas a trabalhar em fábricas; algo bem comum durante a Revolução Industrial.
(    ) No domingo, perambulavam pelas ruas.
 
6- Qual o projeto de Raikes para a EBD?
(    ) Raikes divulgou o projeto de alfabetizar as crianças, ensinando-lhes Inglês, História e a Bíblia.
(    ) Raikes divulgou o projeto de alfabetizar as crianças, ensinando-lhes gramática, matemática e a Bíblia.
(    ) Apelou às pessoas a fim de que, voluntariamente, ajudassem-no a tirar as crianças das ruas, educando-as nos lares e na igreja.
(    ) As professoras voluntárias, além de alfabetizá-las, ensinavam-lhes noções de ética, moral e histórias bíblicas.
(    ) Era uma verdadeira educação integral.
 
7- Quatro anos depois, após espalhar-se por várias cidades, qual era a situação da EBD?
(    ) A Escola Dominical já contava com 150 mil alunos.
(    ) A Escola Dominical já contava com 250 mil alunos.
(    ) A Escola Dominical já contava com 350 mil alunos.
 
8- Quando e por quem foi fundada a EBD no Brasil?
(    ) No Brasil, ela foi fundada em 19 de agosto de 1755 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.
(    ) No Brasil, ela foi fundada em 21 de Julho de 1855 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.
(    ) No Brasil, ela foi fundada em 19 de agosto de 1855 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.
 
9- O que é Escola Dominical?
(    ) É o menor e o mais importante trabalho que é realizado na igreja.
(    ) É uma escola que ministra o ensino da Palavra de DEUS de forma acessível a todos os alunos - desde o berçário aos adultos - contemplando todas as faixas etárias.
(    ) A Escola Dominical é gratuita e conta com o apoio de homens e mulheres que, voluntariamente, lecionam a Palavra de DEUS.
(    ) É o maior trabalho que se pode realizar na igreja.
(    ) Os seus professores e organizadores não têm qualquer retorno financeiro a não ser a alegria de saber que são instrumentos de DEUS para abençoar vidas através do ensino da Bíblia Sagrada.
(    ) Os que exercem este ministério sabem que esta é a maior recompensa. 
 
II. FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL 
10- Por que a EBD é auxiliar no ensino das Escrituras?
(    ) O ensino bíblico sistemático, e por faixas etárias, é de grande significado material e social para toda a família.
(    ) O ensino bíblico sistemático, e por faixas etárias, é de grande significado espiritual e moral para toda a família.
(    ) Tem de ser ministrado por pessoas maduras que amem comunicar a Palavra de DEUS, pois, como instrui-nos o apóstolo Paulo, se o nosso ministério "é ensinar, haja dedicação ao ensino".
(    ) A família é beneficiada quando o ensino alcança os objetivos propostos na formação cristã de todos os seus membros.
(    ) Não há dúvidas de que a Escola Dominical é o melhor lugar para isso.
 
11- Por que a EBD é auxiliar na evangelização?
(    ) É desejável que a Escola Dominical resgate este supremo objetivo: evangelizar.
(    ) É desejável que a Escola Dominical resgate este supremo objetivo: ensinar.
(    ) Uma classe pode incumbir-se de levar convites aos descrentes para virem à igreja no domingo seguinte, ou para o culto vespertino.
(    ) Uma gincana pode ser realizada, concedendo pontos às classes que trouxerem mais visitantes não convertidos à Escola Dominical.
(    ) Tal iniciativa é uma ótima forma de apresentarmos o Evangelho aos que ainda não receberam a CRISTO.
 
12- Por que a EBD é auxiliar no discipulado?
(    ) JESUS mandou fazer membros e congregados e não necessariamente discípulos.
(    ) JESUS mandou fazer discípulos e não prioritariamente membros e congregados.
(    ) Por esse motivo, os que aceitam a CRISTO devem ser eficazmente discipulados.
(    ) Nesse sentido, a Escola Dominical desempenha um importante e insubstituível papel.
(    ) Portanto, que haja classes de discipulado para as crianças, adolescentes, jovens e adultos.
(    ) Mas acima de tudo, não nos esqueçamos de que, como discípulos de CRISTO, a nossa a vida é um permanente discipulado.
 
III. A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA 
13- Por que as crianças devem ser bem instruídas na EBD?
(    ) Dizem os estudiosos que a personalidade humana é definida até aos três anos.
(    ) Dizem os estudiosos que a personalidade humana é definida até aos sete anos.
(    ) O que aprendemos nessa fase, refletirá decisivamente em nosso desenvolvimento psíquico, emocional, afetivo e social, influenciando-nos por toda a vida.
(    ) Nesse aspecto, advertem-nos as Sagradas Escrituras: "Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele".
(    ) Por conseguinte, a Escola Dominical ajuda, e muito, no desenvolvimento da personalidade infantil, pois encaminha cada criança no aprendizado cristão.
 
14- A juventude é vítima de muitas brutalidades sociais: álcool, drogas, sexo ilícito, delinqüência, etc. Como a EBD pode prevenir a juventude contra o pecado?
(    ) Por isso mesmo, nossos jovens devem freqüentar assiduamente a Escola Dominical, pois aqui são alertados contra todos esses males tão característicos de uma sociedade sem DEUS.
(    ) O salmista oferece um caminho seguro para que o jovem previna-se contra os males desse tempo: "Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra".
(    ) O salmista oferece um caminho seguro para que o jovem previna-se contra os males desse tempo: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida...".
 
15- Como os adultos frutificam através da EBD? Complete:
Por aceitar a CRISTO na idade ________________________________ e não haver recebido uma sólida formação espiritual e moral durante a infância e juventude, há crentes que acabam não formando uma ___________________________________ clara e madura da vida cristã. A Escola Dominical, todavia, está apta a ajudá-los a formar o seu ______________________________________ cristão e estimulando-os à leitura da Bíblia Sagrada e à prática da vida cristã em seu dia a dia (Jo 5.39).
Assim, os adultos tornam-se aptos a dar muitos _________________________ na obra do Senhor (Jo 15.1-16). 
 
CONCLUSÃO 
16- Complete:
Nenhuma instituição de ensino tem efeito tão ____________________________ sobre a família como a Escola Dominical. Nos países onde ela é valorizada, sempre há testemunhos de pessoas que se tornaram ________________________ à sociedade e ao mundo. Portanto, a igreja precisa valorizar a Escola Dominical: a maior escola de formação __________________________________ do mundo. Os que são assíduos na Escola Dominical __________________________________ o ensino da Bíblia, e passam a ter uma conduta pautada nos princípios elevados da ______________________________ de DEUS.
 
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm 
 
AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS.
Revista Ensinador Cristão - nº 53 - CPAD.
Comentário Bíblico Beacon, v.5 - CPAD.
GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA
CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo. 
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD
AS GRANDES DEFESAS DO CRISTIANISMO - CPAD - Jéfferson Magno Costa
O NOVO DICIONÁRIO DA BÍBLIA – Edições Vida Nova – J. D. Douglas
Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - W arren W . W iersbe
O Ato Conjugal - Tim e Beverly LaHaye
Pr. Elinaldo Renovato de Lima - A Família Cristã nos Dias Atuais; Ética Cristã; Aprendendo Diariamente com CRISTO;
Projetos Para Um Casamento Sólido - Autor: Dr. Steve Stephens - Editora: CPAD
Os Conflitos no Lar e as Escolhas do Pacificador - Autores: Ken Sande & Tom Raabe - Editora: NUTRA
Maridos - Perseguindo a Excelência - Autor: Lou Priolo - Editora: NUTRA
Um Homem Segundo o Coração de DEUS - Autor: Jim George - Editora: Hagnos
A Sabedoria de DEUS na Vida da Mulher - Autora: Elizabeth George - Editora: CPAD
O Amor Como Estilo de Vida - Autor: Gary Chapman - Editora: SEXTANTE
Fazer Amor - Como Fazer do Sexo Um Ato de Amor - Autor: Gary Chapman - Editora: Mundo Cristão
AMOR - O Maior Mandamento - Autor: Henry Drummond - Editora: Ágape
Amor - O Que Nos Falta Para o Arrebatamento - Autor: Norbert Lieth - Editora: ACTUAL Edições
25 Maneiras de Valorizar as Pessoas - Autores: John C. Maxwell & Les Parrott, PH. D. - Editora: SEXTANTE
Purificando o Coração da Idolatria Sexual - Autor: Dr. John D. Street - Editora: NUTRA
Perdoando Para Viver - Autor: Wilson de Souza- Editora: MK Editora
PERDÃO - A Cura das Emoções - Autor: Hernandes Dias Lopes - Editora: Candeia
Mulheres Ajudando Mulheres - Autoras: Elyse Fitzpatrick & Carol Cornish - Editora: CPAD
Aliviando a Bagagem Para as Mães - Autor: Max Lucado - Editora: CPAD
SEXO? Agora Não, Obrigado! Só no Casamento - Autor: Ian Gregory - Editora: CPAD
Passando aos Filhos a Tocha da Fé - Autor: John M. Drescher - Editora: Mundo Cristão
AUTO-ESTIMA - Uma Perspectiva Bíblica - Autor: Jay E. Adams - Editora: NUTRA
O Caminho Para o Filho Andar - Autor: Lou Priolo - Editora: NUTRA
Pregação Que Fala às Mulheres - Autora: Alice P. Mathews - Editora: CPAD
http://www.gospelbook.net
www.ebdweb.com.br
http://www.escoladominical.net
http://www.portalebd.org.br/
 
 
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