| Index | Estudos | EBD | Discipulado | Mapas | Igreja | Ervália | Corinhos | Figuras1 | Figuras2 | Vídeos | Fotos |
TEXTO ÁUREO
Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com
tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria" (2
Co 9.7).
VERDADE PRÁTICA
Ajudar aos necessitados é uma grande responsabilidade, e um alto privilégio
que DEUS concede a cada crente.
LEITURA DIÁRIA
| Segunda | 1 Cr 29.6-9 | Devemos ofertar do melhor que possuímos |
| Terça | Ml 3.10 | A contribuição deve ser entregue na Casa do Senhor |
| Quarta | Mc 12.44 | A oferta deve ser dada com fé |
| Quinta | 2 Co 9.7 | A contribuição deve ser voluntária e com alegria |
| Sexta | 2 Co 9.8,9 | O retorno da contribuição |
| Sábado | 2 Co 9.10,11 | As bênçãos dos que contribuem |
SERVIÇO - É a disposição, ou capacidade,
concedida por DEUS, para o crente servir e prestar assistência prática aos
membros e aos líderes da igreja. Este dom se manifesta em toda forma de
ajuda que os cristãos possam prestar uns aos outros, em nome de JESUS. Os
que possuem este dom têm prazer em ministrar aos santos as coisas materiais
que lhes são necessárias. O dom do serviço, como qualquer outro, é essencial
para o bom funcionamento do corpo de CRISTO. Quem o tem deve exercê-lo
empregando toda a sua energia, no temor do Senhor.
SERVIR É ESPIRITUAL, SERVIR É AMAR, SERVIR É
DEIXAR DEUS AGIR, SERVIR É A FUNÇÃO BÁSICA DE TODO O CRENTE, POIS ASSIM
ENSINARAM JESUS E PAULO:
Lc 22.27 Pois qual é maior: quem está à mesa, ou
quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como
aquele que serve.
ATOS 20.35 Tenho-vos mostrado em tudo que,
trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras
do Senhor JESUS, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.
Atos 2
42 - E perseveravam na doutrina dos
apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas
orações. 43 - Em cada alma havia temor, e
muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.
44 - Todos os que criam estavam juntos
e tinham tudo em comum. 45 - Vendiam suas propriedades e
fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade. 46 - E, perseverando unânimes todos os
dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria
e
singeleza de coração.
Atos 4
32 – E era um coração e a alma da multidão
dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhe eram comuns. 34 – Não havia, pois, entre eles necessitado
algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o
depositavam aos pés dos apóstolos. 35 – E repartia-se a cada um, segunda a
necessidade que cada um tinha. 36 – Então, José, cognominado, pelos
apóstolos, Barnabé(que, traduzido, é Filho da Consolação), levita, natural
de Chipre, 37 – possuindo uma herdade, vendeu-a e trouxe
o preço, e o depositou aos pés dos apóstolos.
Ajuda extra:
Atos 2.42-46 e 47
42. Lucas registra como viviam os novos
convertidos. Alistam-se quatro
atividades das quais participavam. Geralmente, são consideradas como quatro
coisas separadas, mas também é possível argumentar que são, na realidade, os
quatro elementos que caracterizavam uma reunião cristã na igreja primitiva
e, de modo geral, é este o ponto de vista preferível.
Em primeiro lugar, havia a doutrina
dada pelos apóstolos, que eram qualificados para esta tarefa por
causa do seu convívio com JESUS. É possível que tenham sido considerados,
num sentido especial, os guardiões das tradições acerca de JESUS, na medida
em que a igreja crescia e se desenvolvia.
Em segundo lugar, havia comunhão;
a palavra significa "co-participação", e, embora pudesse referir-se à
distribuição dos bens conforme a descrição nos vv. 44 e 45, é mais provável
que aqui se refira a uma refeição em comum ou a uma experiência religiosa da
qual todos participavam.
Em terceiro lugar, havia o partir do pão.
Este é o termo que Lucas emprega para aquilo que Paulo chama de "Ceia do
Senhor". Refere-se ao ato que dava início a uma refeição judaica, e que
passara a ter um significado especial para os cristãos, tendo em vista a
ação de JESUS na Última Ceia, e também quando alimentou as multidões (Lc
9:16; 22:19; 24:30; At 20:7, 11). Alguns alegam que o que háem mira aqui não
passa de mera refeição de convívio, talvez uma continuação das refeições
feitas com o Senhor ressurreto, sem qualquer relação específica à Última
Ceia ou à forma paulina da Ceia do Senhor, que celebrava a Sua morte; é
muito mais provável, no entanto, que Lucas aqui está empregando um nome
antigo palestiniano para a Ceia do Senhor no sentido rigoroso.
Finalmente, mencionam-se as orações.
Caso não se trate de uma referência a parte de uma reunião cristã, então
trata-se da maneira dos cristãos observarem as horas de oração marcadas
pelos judeus (3:1). Estes são os quatro elementos essenciais na prática
religiosa da igreja cristã.
43. Um dos efeitos do crescimento da igreja,
ainda na sua infância, era o sentimento de reverência ou temor da parte do
povo. Lucas quer dizer que a
população não-cristã sentia uma certa apreensão diante de um grupo em cujo
meio aconteciam eventos sobrenaturais (cf. 5:5, 11; 19:17). Prodígios e
sinais - as palavras são aquelas que foram empregadas para descrever as
obras poderosas de JESUS (2:22) - estavam sendo operados pelos apóstolos, e
Lucas passaria em breve a relatar exemplos específicos.
44; 45. Um aspecto distintivo foi o modo de
os crentes viverem juntos, na prática de algum tipo de comunhão de bens.
O significado disto fica mais claro no v. 45, onde se esclarece que as
pessoas vendiam suas propriedades para aplicar o preço na assistência dos
necessitados. A primeira impressão que obtemos, portanto, é aquela de uma
sociedade cujos membros viviam juntos e tinham tudo em comum (4 :33).
Não seria surpreendente, sendo que sabemos que pelo menos um outro grupo
contemporâneo judaico, a seita de Cunrã, adotou este modo de vida; Filo e
Josefo, nas suas descrições dos essênios (com os quais usualmente se
identificam os cunranitas), dizem a mesma coisa. É bem provável que, no
primeiro impacto do entusiasmo religioso, a igreja primitiva tenha vivido
desta maneira; os ditos de JESUS acerca da abnegação podem ter sugerido este
modo de vida. Depara-se, porém, na narrativa em 4:32-5:11, que vender os
bens pessoais era assunto voluntário, e a atenção especial dada a Barnabé
por ter vendido um campo talvez sugira que houvesse algo de incomum no seu
ato. Não devemos, portanto, tirar a conclusão de que tomar-se cristão
necessariamente acarretasse uma vida numa comunidade cristã" estreitamente
fechada em si. O que realmente aconteceu foi, talvez, que cada pessoa
deixava seus bens à disposição dos outros quando surgia a necessidade.
Evitamos o emprego do termo "comunismo" na descrição da praxe, visto que o
comunismo moderno é uma descrição de um sistema político e econômico de um
caráter tão diferente que é anacronístico e enganoso empregar-se o termo no
presente contexto?
46. A devoção religiosa dos cristãos
primitivos era assunto de todos os dias.
Reuniam-se em espírito de unanimidade no
templo. Esta expressão talvez signifique que empregavam o átrio do
templo como lugar de reunião (cf. 5 :12), mas também subentende-se que
participavam do culto diário do templo (3:1). Visto que os cristãos primitivos acreditavam que tinham um relacionamento
verdadeiro com DEUS através do Messias, era natural que participassem do
culto a DEUS conforme o modo comumente aceito. É provável que ainda não lhes
tivessem ocorrido as questões teológicas acerca da substituição dos
sacrifícios do templo pelo sacrifício espiritual de JESUS. Além disto, as
autoridades religiosas não excluíram os cristãos do templo. Ao mesmo tempo,
porém, os cristãos se reuniam para seus próprios ajuntamentos religiosos.
Reuniam-se de casa em casa, nos lares uns dos outros,e juntamente
partiam o pão num espírito de gozo intenso e sincero. A idéia é que faziam
refeições em comum, as quais também incluíam o partir do pão; podemos
comparar a descrição que Paulo deu da refeição em conjunto na igreja em
Corinto, que incluía a celebração da Ceia do Senhor (1 Co 11 :17-34). A
grande alegria que caracteriza estes encontros era, sem dúvida, inspirada
pelo ESPÍRITO (13:52) e talvez se associasse com a convicção de que o Senhor
JESUS estava presente com eles (cf. 24 :35).
47. A estrutura da frase talvez indique que
os discípulos comessem juntos no templo bem como nos seus lares.
Ao fazerem assim, louvavam a DEUS; esta é uma das poucas referências em Atos
à adoração que os cristãos prestavam a DEUS no sentido de renderem graças a
Ele. Um comentário final nota que a atividade evangelizadora da igreja
continuava diariamente. Na medida em que os cristãos eram vistos e ouvidos
pelo restante do povo em Jerusalém, suas atividades formavam uma
oportunidade para o testemunho. Mais uma vez, Lucas se refere ao processo de
tornar-se cristão como o ser salvo, i. é, salvo de pertencer ao povo
pecaminoso em derredor que está sob o julgamento divino por ter rejeitado ao
Messias (2:40, cf. 2:21).
Atos 4.32-37
Outro resumo da vida da igreja primitiva
(4:32-37).
A seqüela à história anterior começa em 5:12. O
espaço de tempo entre os dois incidentes que diziam respeito à prisão dos
apóstolos por terem pregado preenche-se eficientemente com a narrativa de
outro evento dos dias primitivos da igreja. Recebemos mais um resumo da vida
interior da igreja e tira-se um contraste entre as atitudes de Barnabé e de
Ananias com sua esposa Safira, quanto à praxe de compartilhar dos bens em
prol dos pobres. O maior espaço ocupado pela história de Ananias e Safira
não deve levar à conclusão de que é este o incidente importante, sendo a
sessão anterior uma mera introdução para fixar-lhe o ambiente; pelo
contrário, é mais provável que 4:32-35 descreve o padrão normal da vida
cristã, que passa então a ser seguido por duas ilustrações, uma positiva e
uma negativa, daquilo que aconteceu na prática.
A passagem mostra considerável paralelismo com o
resumo anterior em 2:4347. Representa a atitude em comum dos discípulos, bem
como a sua generosidade na sua vida em conjunto. Esta comunhão estreita
acompanhava a pregação dos apóstolos. Haenchen sugere que Lucas estava
querendo enfatizar que o dom do ESPÍRITO
(v. 31) levava não somente à pregação inspirada
como também à comunhão e à generosidade cristãs.
32. Dois fatos caracterizavam a vida da
comunidade cristã. A escolha da palavra
multidão reflete o crescimento no tamanho do grupo cristão. A despeito
do seu tamanho, tinha uma mentalidade e um propósito em comum; noutras
palavras, era unida na sua devoção ao Senhor (para a expressão que se
empregou, ver 1 Cr 12:38). O outro fato foi que ninguém considerava que seus
bens estavam sujeitos ao seu próprio controle, mas, sim, dispunha-se a
deixá-los para o emprego da comunidade como um todo, Este modo de expressar
a situação ressalta o fato que as coisas que cada um possuía
claramente ficavam sendo sua propriedade até que ficasse necessário
vendê-las para o bem comum. As duas características assim descritas
correspondem, de modo lato, aos dois grandes mandamentos do amor (ou
devoção) a DEUS e do amor ao próximo. Foi notado, outrossim, que a
fraseologia que se emprega para descrevê-las relembra a do filósofo grego
Aristóteles para expressar os ideais para a vida humana na comunidade. Os
ideais cristãos não são menos cristãos por também serem reconhecidos pelos
moralistas seculares.
33. Entrementes, os apóstolos, como
aqueles que foram especialmente chamados para serem testemunhas da
ressurreição de JESUS, continuavam a testificar
com grande poder a despeito da proibição dos judeus contra a sua
pregação. O essencial é que falavam de tal modo, sob a orientação do
ESPÍRITO, que suas palavras foram eficazes em levar outras pessoas a crerem
em JESUS. (A pregação cheia do ESPÍRITO também pode levar ao, endurecimento
da oposição contra quem fala, como em 6:10-11; 7:55-58. O importante é que
semelhantes declarações não podem ser desconsideradas pelos ouvintes, mas,
sim, os forçam a uma decisão, ou a favor do evangelho, ou contra ele). Em
todos eles havia abundante graça talvez signifique que a graça de DEUS
operava poderosamente através deles (6:8; Lc 2:40); atividade da graça de
DEUS não era vista meramente na pregação, mas também no modo segundo o qual
os membros da igreja eram libertos da falta material.
34-35. A promessa feita no Antigo
Testamento ao povo de DEUS, no sentido de que não
haveria pobre entre eles (Dt 15 :4) foi cumprida na igreja pela generosidade
dos membros mais prósperos. Aqueles que tinham propriedades ou casas as
vendiam, e traziam os valores correspondentes aos apóstolos, que então os
distribuíam aos necessitados. A referência aos pés dos apóstolos
(4:37; 5:2) sugere algum tipo de transferência jurídica expressa em
linguagem formal; é desnecessário acompanhar a sugestão de Stahlin
de que os apóstolos se sentavam em cadeiras altas, os protótipos dos tronos
eclesiásticos posteriores. Agora, incidentalmente, percebemos por que a
pregação dos apóstolos se mencionou em v. 33. Tinham, também, o fardo
adicional de administrar os fundos coletivos da igreja; e, embora esta
tarefa talvez não fosse pesada logo de inicio, dentro em breve foram
necessários planos novos (6:1-6).
36. O exemplo da generosidade de
Barnabé é destacado para menção especial,
possivelmente por ser de vulto excepcional, e certamente porque Barnabé
aparecerá mais tarde na história como líder cristão que era conspícuo pela
sua pura bondade (11 :24). Seu nome, se supõe, refletia o seu caráter. Não
fica clara a conexão entre "Barnabé" e "filho de exortação", e há várias
explicações do nome. Um "Filho de encorajamento" era uma pessoa que
encorajava os outros, e Barnabé certamente fazia assim (9:27; 11 :23;
15:37). Era levita de nascimento, membro da tribo judaica da qual se tirava
alguns dos funcionários menos importantes do templo (Lc 10:32; Jo 1 :19),
mas a sua fama decerto migrara para Chipre, onde havia uma população judaica
de certo vulto (cf. 11 :19; 13:4-5).
37. A lei antiga que proibia aos
levitas a propriedade de terras (Nm 18:20; Dt 109)
parece ter caído em desuso (Jr 32:7 e segs.). Não fica claro se o campo que
pertencia a Barnabé ficava em Chipre ou na Palestina; presume-se que era
neste último lugar, pois v. 35 indica apenas que Barnabé nascera em Chipre.
2 Coríntios 9.1
Quanto à administração que se faz a favor dos santos, não necessito
escrever-vos, 2 porque bem sei a prontidão do vosso ânimo, da qual me glorio
de vós, para com os macedônios, que a Acaia está pronta desde o ano passado,
e o vosso zelo tem estimulado muitos. 3 Mas enviei estes irmãos, para que a
nossa glória, acerca de vós, não seja vã nessa parte; para que (como já
disse) possais estar prontos, 4 a fim de, se acaso os macedônios vierem
comigo e vos acharem desapercebidos, não nos envergonharmos nós (para não
dizermos, vós) deste firme fundamento de glória. 5 Portanto, tive por coisa
necessária exortar estes irmãos, para que, primeiro, fossem ter convosco e
preparassem de antemão a vossa bênção já antes anunciada, para que esteja
pronta como bênção e não como avareza. 6 E digo isto: Que o que semeia pouco
pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também
ceifará. 7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza
ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria. 8 E DEUS é
poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo
sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, 9
conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece
para sempre. 10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer
também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa
justiça; 11 para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual
faz que por nós se dêem graças a DEUS. 12 Porque a administração desse
serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também redunda em
muitas graças, que se dão a DEUS, 13 visto como, na prova desta
administração, glorificam a DEUS pela submissão que confessais quanto ao
evangelho de CRISTO, e pela liberalidade de vossos dons para com eles e para
com todos, 14 e pela sua oração por vós, tendo de vós saudades, por causa da
excelente graça de DEUS que em vós há. 15Graças a DEUS, pois, pelo seu dom
inefável.
9:1-5| Index | Estudos | EBD | Discipulado | Mapas | Igreja | Ervália | Corinhos | Figuras1 | Figuras2 | Vídeos | Fotos |