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LIÇÃO 13 - O CARÁTER DE CRISTO
3º TRIMESTRE DE 2007
A BUSCA DO CARÁTER CRISTÃO - Aprendendo com homens e mulheres da bíblia.
Comentarista: Pr. Eliezer de Lira e Silva
QUESTIONÁRIO
 
 
 
 
 
 
 
 
TEXTO ÁUREO
"Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também" (Jo 13.15).
 
 
VERDADE PRÁTICA
JESUS é o modelo ideal de caráter e santidade para todos os crentes.
 
 
 
 
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE = Mateus 5.3-12; Gálatas 5.22,23.
Mateus 5.3-12
3 Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus;
4 bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
5 bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
6 bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
7 bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
8 bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a DEUS;
9 bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de DEUS;
10 bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus;
11 bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa.
12 Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.

5.3 BEM-AVENTURADOS OS POBRES DE ESPÍRITO. A palavra bem-aventurados refere-se ao estado abençoado daqueles que, por seu relacionamento com CRISTO e a sua Palavra, receberam de DEUS o amor, o cuidado, a salvação e sua presença diária (ver 14.19; Lc 24.50). Há certas condições necessárias para recebermos as bênçãos do reino de DEUS. Para recebê-las, devemos viver segundo os padrões revelados por DEUS nas Escrituras, e nunca pelos do mundo. A primeira destas condições é ser pobre de espírito , o que significa reconhecermos que não temos qualquer auto-suficiência espiritual; que dependemos da vida do Espírito; do poder e graça divinos para podermos herdar o reino de DEUS.
5.4 OS QUE CHORAM. Aqui, chorar é contristar-se profundamente por causa das nossas próprias fraquezas quando nos medimos com o padrão divino de justiça (v. 6; 6.33). É também sentirmos pesar por aquilo que entristece a DEUS. É ter nossos sentimentos em sintonia com os sentimentos de DEUS. É sentir aflição em nosso espírito por causa do pecado, da imoralidade e da crueldade prevalecentes no mundo (ver Lc 19.41; At 20.19; 2 Pe 2.8).
5.5 OS MANSOS. Os mansos são os humildes e submissos diante de DEUS. Acham nEle o seu refúgio e lhe consagram todo o seu ser. Preocupam-se mais com a obra de DEUS e o povo de DEUS do que com aquilo que lhes possa acontecer pessoalmente (cf. Sl 37.11). Os mansos, e não os violentos, herdarão por fim a terra.
5.6 FOME E SEDE DE JUSTIÇA. Este é um dos versículos mais importantes do Sermão do Monte. (1) A condição fundamental para uma vida santa em todos os aspectos é ter fome e sede de justiça (cf. 6.33). Tal fome é vista em Moisés (Êx 33.13, 18), em Davi (Sl 42.1,2; 63.1,2) e no apóstolo Paulo (Fp 3.8-10). O estado espiritual do cristão durante toda sua vida dependerá da sua fome e sede da presença de DEUS (Dt 4.29), da Palavra de DEUS (Sl 119), da comunhão com CRISTO (Fp 3.8-10), da justiça (5.6) e da volta do Senhor (2 Tm 4.8). (2) A fome que o cristão tem das coisas de DEUS pode ser destruída pelas preocupações deste mundo, pelo engano das riquezas (13.22), pela ambição pelas coisas materiais (Mc 4.19), pelos prazeres do mundo (Lc 8.14) e por deixar de permanecer em CRISTO (ver Jo 15.4). Quando a fome de DEUS cessa no crente, este morre espiritualmente (ver Rm 5.21). É então indispensável que sejamos sensíveis ao ESPÍRITO SANTO ao convencer-nos do pecado (ver Jo 16.8-13; Rm 8.5-16). Aqueles que sinceramente têm fome e sede de justiça serão fartos .
5.7 OS MISERICORDIOSOS. Os misericordiosos estão cheios de compaixão e dó para com os que sofrem por causa do pecado ou de aflições. Os misericordiosos desejam minorar os sofrimentos, conduzindo os sofredores à graça de DEUS por meio de JESUS CRISTO (cf. 18.33-35; Lc 10.30-37; Hb 2.17). Sendo misericordiosos para com os outros, eles alcançarão misericórdia .
5.8 OS LIMPOS DE CORAÇÃO. Os limpos de coração são os que foram libertos do poder do pecado mediante a graça de DEUS, e que agora se esforçam sem dolo para agradar e glorificar a DEUS e serem parecidos com Ele. (1) Procuram ter a mesma atitude interior que DEUS tem amor à justiça e ódio ao mal (ver Hb 1.9). Seu coração (que inclui a mente, a vontade e as emoções) está em harmonia com o coração de DEUS (1 Sm 13.14; Mt 22.37; 1 Tm 1.5). (2) Somente os limpos de coração verão a DEUS . Ver a DEUS significa ser seu filho e habitar na sua presença, tanto agora como no seu reino futuro (Êx 33.11; Ap 21.7; 22.4)
5.9 OS PACIFICADORES. Os pacificadores são aqueles que se reconciliaram com DEUS. Têm paz com Ele mediante a cruz (Rm 5.1; Ef 2.14-16). E agora se esforçam, mediante seu testemunho e sua vida, para levarem outras pessoas, inclusive seus inimigos, à paz com DEUS.
5.10 PERSEGUIDOS POR CAUSA DA JUSTIÇA. Todos que procuram viver de acordo com a Palavra de DEUS, por amor à justiça sofrerão perseguição. (1) Aqueles que conservam os padrões divinos da verdade, da justiça e da pureza e que, ao mesmo tempo, se recusam a transigir com a presente sociedade pecaminosa e com o modo de vida dos crentes mornos (Ap 2; 3.1-4,14-22) sofrerão impopularidade, rejeição e críticas. O mundo lhes moverá perseguição e oposição (10.22; 24.9; Jo 15.19) e, às vezes, da parte de membros da igreja professa (At 20.28-31; 2 Co 11.3-15; 2 Tm 1.15; 3.8-14; 4.16). Ao experimentar tal sofrimento, o cristão deve regozijar-se (5.12), porque DEUS outorga a maior bênção àqueles que sofrem mais (2 Co 1.5; 2 Tm 2.12; 1 Pe 1.7; 4.13). (2) O cristão deve precaver-se da tentação de transigir quanto à vontade de DEUS, a fim de evitar a vergonha, a ridicularização, o constrangimento, ou algum prejuízo (10.33; Mc 8.38; Lc 9.26; 2 Tm 2.12). Os princípios do reino de DEUS nunca mudam: Todos os que piamente querem viver em CRISTO JESUS padecerão perseguições (2 Tm 3.12). A promessa aos que enfrentam e suportam perseguições por causa da justiça é que dos tais é o reino dos céus.
 
Gálatas 5.22,23
22 Mas o fruto do ESPÍRITO é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
23 Contra essas coisas não há lei.
 
AS OBRAS DA CARNE E O FRUTO DO ESPÍRITO
Gl 5.19-23 “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de DEUS. Mas o fruto do ESPÍRITO é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.”

Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do ESPÍRITO e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o ESPÍRITO e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

OBRAS DA CARNE. “Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de DEUS (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do ESPÍRITO SANTO (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17). As obras da carne (5.19-21) incluem:
(1) “Prostituição” (gr. pornéia) - (2) “Impureza” (gr. akatharsia), - (3) “Lascívia” (gr. aselgeia), - (4) “Idolatria” (gr. eidololatria), - (5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i
(6) “Inimizades” (gr. echthra), - (7) “Porfias” (gr. eris), - (8) “Emulações” (gr. zelos), - (9) “Iras” (gr. thumos), (10) “Pelejas” (gr. eritheia),  (11) “Dissensões” (gr. dichostasia), - (12) “Heresias” (gr. hairesis), - (13) “Invejas” (gr. fthonos), - (14) “Homicídios” (gr. phonos), - (15) “Bebedices” (gr. methe), - (16) “Glutonarias” (gr. komos),
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em JESUS e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de DEUS, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).
 
 
 
 


O FRUTO DO ESPÍRITO. Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o ESPÍRITO dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com DEUS (ver Rm 8.5-14; 8.14; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9). A amizade e comunhão íntima com CRISTO, traz ao crente mudança de caráter à semelhança de JESUS. O fruto do ESPÍRITO estava sempre evidente no caráter de JESUS e inclui:

(1) “Caridade” (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).
(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de DEUS, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em CRISTO (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).
(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).
(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).
(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).
(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).
(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).
(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de JESUS, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).
(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).
O ensino final de Paulo sobre o fruto do ESPÍRITO é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.
 
 
 
COMPARAÇÃO ENTRE OS PERSONAGENS BÍBLICOS, SEU CARÁTER, E JESUS
A Busca do caráter cristão - Aprendendo com homens e mulheres da Bíblia. Tudo se resume em JESUS CRISTO.
Todos eles aprenderam de JESUS, sem ainda o saber.
Personagem Caráter JESUS CRISTO Referência
Davi, Um homem segundo o coração de DEUS Segundo o coração de DEUS
O filho de DEUS. No capítulo 1 de João, ele é o Filho de DEUS, e sua divindade é descrita. “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com DEUS, e era DEUS” (v. 1 ). “Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (v. 14). No capítulo 12 de João, ele é o Rei. Entra em Jerusalém montado em um jumentinho e é aclamado rei de Israel pela multidão.
Elias, Um profeta humilde e determinado Profeta humilde e determinado
Pregou contra o pecado,sofreu, foi humilhado, mas não se desviava de sua obra. No capítulo 2 de João, ele é o Filho do Homem. Aqui a imagem ilustra sua humanidade perfeita.
Aparece como convidado de um casamento em Caná da Galiléia. Mistura-se com homens comuns em suas atividades sociais. No capítulo 13 de João, ele assume o lugar de Servo. Aqui temos a cena maravilhosa de sua condescendência, ao lavar os pés dos discípulos.
Ester, Uma rainha altruísta Altruísta
Ninguém tem maior amor do que este, de dar sua vida pelos pecadores. No capítulo 10 de João, ele é o Bom Pastor (v. 11). Cuida “do rebanho” com extremo cuidado e dá a vida pelas ovelhas.
José, Um líder piedoso e temente a DEUS Líder piedoso e temente a DEUS
Foi vendido por seus irmãos, feito prisioneiro, morto e ressuscitado, agora sustenta e dá abrigo eterno aos seus irmãos. No capítulo 18 de João, aparece como o Sofredor (v. 11). Submisso, toma o cálice de sofrimento do Pai.
Noé, Um homem justo e incorruptível Justo e incorruptível
Executou a tarefa que o pai lhe incumbiu e nunca pecou.
Débora, Uma mulher corajosa Corajoso
Enfrentou sacerdotes, reis e uma nação.
Paulo, Um missionário zeloso e autêntico Missionário zeloso e autêntico
Abriu a porta do evangelho a todos os povos que a Ele se chegavam, evangelizou tanto a judeus como a gregos, quanto a gentios. Deu sua vida pelo evangelho. No capítulo 4 de João, ele é o Ganhador de almas. Aqui vemos JESUS  conduzindo a alma enegrecida da mulher samaritana para a luz e também seus concidadãos.
Pedro, Um discípulo sincero e dinâmico Discípulo sincero e dinâmico
Treinou e amparou seus discípulos e hoje, com quase 2003 anos depois, ainda tem milhões de discípulos. No capítulo 21, ele é o Restaurador do arrependido. Comissiona Pedro como pastor do rebanho e manda-o alimentar as ovelhas e os cordeiros (v. 15-17).
Sara, Uma mulher submissa Submissa
Submisso até a morte, e morte de cruz. No capítulo 19 de João, ele é o Salvador crucificado (v. 18; 3:14). Chega a ser “obediente até a morte, e morte de cruz!” (Fp 2:8).
Moisés, Um líder eficaz Líder eficaz
Eficaz porque conduz quem a Ele se chega e lhe obedece, não à Terra prometida, mas às mansões celestiais. No capítulo 3 de João, ele é o Mestre divino, que ensina a um mestre de Israel. Nicodemos diz. “Mestre, sabemos que ensinas da parte de DEUS” (v. 2).
Abraão, O amigo de DEUS Amigo de DEUS
Não tinha onde reclinar sua cabeça, almejava a todo instante ir para o Pai. Deu sua própria vida, pois não havia substituto para si. No capítulo 19 de João, ele é o Salvador crucificado (v. 18; 3:14).
 
 
 
DESCRIÇÃO SINÓTICA DE CRISTO

Mateus
Uma descrição de JESUS 
O MESSIAS SOBERANO
Chamado “Rei” oito vezes 2:2, 21:5; 25:34, 40; 27:11,29,37,42.
Chamado “Filho de Davi” nove vezes 1:1; 9:27; 12:23; 15:22; 20:30,31; 21:9,15; 22:42.
A palavra “cumprimento” indica que as profecias messiânicas foram cumpridas nele.
Marcos
Uma descrição de JESUS 
O QUE FAZ MARAVILHAS
Operador de milagres e servo incansável de DEUS e do homem. Demonstra sua divindade e compaixão com obras poderosas de misericórdia e de ajuda. “Que
sabedoria é esta que lhe foi dada? E estes milagres que ele faz?” (6:2).
Lucas
Uma descrição de JESUS 
O AMIGO DOS PECADORES E DESPREZADOS
Veio buscar e salvar os perdidos, 19:10 (v. as histórias do bom samaritano, 10:30-37; da ovelha perdida, 15:4-7; do filho pródigo, 15:11-32; do fariseu e do publicano, 18:10-14; de Zaqueu, 19:2-10; do ladrão arrependido, 23:39-43).
 
CRISTO descrito por João
O evangelho de João descrito como uma galeria de obras de arte.
Esse evangelho apresenta uma série de imagens, em cada uma delas CRISTO é a figura central.
Autor do livro; João.
Versículo-chave, 20:31: “Mas estes foram escritos para que vocês creiam que JESUS  é o CRISTO, o Filho de DEUS e, crendo, tenham vida em seu nome”.
Cada um dos 21 capítulos contém um retrato impressionante de algum aspecto do caráter e obra do Salvador.
Os primeiros dois capítulos contêm cenas que se complementam.
No capítulo 1, ele é o Filho de DEUS, e sua divindade é descrita. “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com DEUS, e era DEUS” (v. 1 ). “Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (v. 14).
No capítulo 2, ele é o Filho do Homem. Aqui a imagem ilustra sua humanidade perfeita.
Aparece como convidado de um casamento em Caná da Galiléia. Mistura-se com homens comuns em suas atividades sociais.
No capítulo 3, ele é o Mestre divino, que ensina a um mestre de Israel. Nicodemos diz. “Mestre, sabemos que ensinas da parte de DEUS” (v. 2).
No capítulo 4, ele é o Ganhador de almas. Aqui vemos JESUS  conduzindo a alma enegrecida da mulher samaritana para a luz e também seus concidadãos.
No capítulo 5, ele é o Médico dos médicos, cheio de compaixão pelos paralíticos que sofrem.
Mostra seu poder divino curando, de maneira instantânea, um caso sem esperança (v. 8,9; ).
No capítulo 6, ele é o Pão da vida (v. 48). Sem ele, a alma do homem morre faminta.
No capítulo 7, ele é a Água da vida (v. 37) que satisfaz o coração sedento.
No capítulo 8, ele é o Defensor do fraco. Uma cena mostra como defende a mulher decaída (v. 3-11; v. tb. sua defesa a favor das crianças, Mc 10:13-15).
No capítulo 9, ele é a Luz do mundo (v. 5). Reivindica esse direito e o comprova, dando luz a um cego de nascença (v. 11).
No capítulo 10, ele é o Bom Pastor (v. 11). Cuida “do rebanho” com extremo cuidado e dá a vida pelas ovelhas.
No capítulo 11, ele é o Príncipe da vida (v. 25). Prova seu direito ao título quando chama Lázaro da morte.
No capítulo 12, ele é o Rei. Entra em Jerusalém montado em um jumentinho e é aclamado rei de Israel pela multidão.
No capítulo 13, ele assume o lugar de Servo. Aqui temos a cena maravilhosa de sua condescendência, ao lavar os pés dos discípulos.
No capítulo 14, ele é o Consolador. Mesmo sua crucificação estando tão próxima, esqueceu-se de si mesmo por completo e consolou seus conturbados discípulos.
No capítulo 15, ele é a Videira verdadeira (v. 1). É a fonte de todo fruto espiritual.
No capítulo 16, ele é o Doador do Espírito. Ao partir, promete enviar o Consolador ao mundo.
No capítulo 17, ele é o Grande Intercessor. Faz a maravilhosa oração intercessora pela igreja.
No capítulo 18, aparece como o Sofredor (v. 11). Submisso, toma o cálice de sofrimento do Pai.
No capítulo 19, ele é o Salvador crucificado (v. 18; 3:14). Chega a ser “obediente até a morte, e morte de cruz!” (Fp 2:8).
No capítulo 20, ele é o Conquistador da morte. Quatro vezes encontra e derrota o “rei dos terrores”. Primeiro, ao lado da cama de uma menininha, Mt 9:24,25; segundo, no enterro do filho da viúva, Lc 7:11-15; terceiro, na tumba de Lázaro, Jo 11:43,44. Finalmente, entra na própria fortaleza do “destruidor sinistro” e transforma-se no Conquistador (20:11-17; Ap 1:18; ).
No capítulo 21, ele é o Restaurador do arrependido. Comissiona Pedro como pastor do rebanho e manda-o alimentar as ovelhas e os cordeiros (v. 15-17).
 

 
 
 
Chave do esboço da vida de JESUS  e HARMONIA DOS EVANGELHOS
ORDEM DOS ACONTECIMENTOS
O esboço da vida de JESUS  apresenta uma visão de sua vida e obra inigualáveis.

A. A preexistência de CRISTO
1. Eternamente o mesmo ... Hb 13:8
2. Sem princípio ... Hb 7:3
3. Suas atividades são eternas ... Mq 5:2
4. Era antes da criação do mundo ... Jo 1:1; 17:5
5. Era antes de Abraão ... Jo 8:58

B. O CRISTO da profecia

1- Gn 3:15; 2- Gn 22:18; 3- Gn 49:10; 4- Dt 18:15; 5- Sl 2.11; 6- Sl 16:10;  7- Sl 45:2;  8- Sl 68:18;  9- Sl 69:21;  10- Sl 110:1;  11- Sl 118:22; 12- Sl 132:11; 13- Is 2:4;  19. Is 7:14;  20. *Is 9:6;  ;  21. *Is 11:1;  22. Is 28:16;  23. Is 42:1;  24. Is 53;  25. Is 59:16;  26. Is 61:1; 27. Is 63:1
14- Jr 23:5 *Dn 9:25; 15- Mq 5:2; 16- Ag 2:7; 17-  Zc 3:8; 18- Zc 6:12; 19- Zc 9:9; 20- Zc 11:12; 21- Zc 12:10;  22- Zc 13:7; 23- Ml 3:1

 
 
 
 
C. O CRISTO da obscuridade
Eventos preliminares
 
 
HARMONIA DOS EVANGELHOS
Referências
em
outros livros
Mateus
Marcos
   Lucas
 
   João
 
 
a. O anjo Gabriel aparece a Zacarias    
1:5-22
b. Maria visita Isabel
1:39-56
c. Nascimento de João Batista
1:57-80
d. Um anjo aparece a José
1:18-25
Um anjo profetiza o nascimento
A anunciação a Maria
1:26-28
Sua infância
O nascimento de JESUS 
2:1-7
 A visita dos pastores
2:8-17
 A apresentação no Templo
2:22-24
As palavras de Simeão e Ana
2:25-38
 A visita dos magos
2:1-12
 A fuga para o Egito
2:13-15
 A volta a Nazaré    
2:19-23
2:39
Sua juventude
 Visita ao Templo aos doze anos de idade
 
 
2:41-50
 
 
 Anos de silêncio; não há acontecimentos registrados
2:51,52
D. O cristo que ministra
1. O ano da inauguração
(o primeiro ano de ministério)
O ministério de João Batista
 
3:1-12
 
1:1-8
 
3:1-18
 
 
O batismo de JESUS 
3:13-17
1:9-11
3:21,22
Cl 2:12
 A tentação de JESUS 
4:1-11
1:12,13
4:1-13
O testemunho de João batista
1:19-36
JESUS  chama cinco discípulos
1:35-49
A água transformada em vinho, o primeiro milagre
2:1-11
A primeira Páscoa
2:13-25
A purificação do Templo
2:13-17
O ensino acerca do novo nascimento
3:1-21
Seu ministério inicial na Judéia
3:22
A água da vida
4:4-26
O avivamento em Samaria
4:28-42
Seu ministério inicial na Galiléia
4:12-17
1:14,15
4:14,15
4:3, 43-45
A cura do filho de um oficial do rei
4:46-54
O encarceramento de João
4:12; 14:3-5
1:14; 6:17-20
3:19,20
Volta à Galiléia
4:12
1:14
4:14,15
4:1-3, 43-45
Seu ensino em Nazaré
4:16-27
2. O ano da popularidade
Expulso de Nazaré
4:28-30
Sua viagem a Cafarnaum    
4:13-16
4:31,32
 JESUS  chama quatro discípulos
4:18-22
1:16-20
5:8-11
 A pesca milagrosa    
5:4-9
 A libertação de um endemoninhado
1:23-28
4:33-37
 A cura da sogra de Pedro
8:14,15
1:29-31
 4:38,39
O ministério posterior na Galiléia
 4:23-25
1:38,39
4:43,44
A cura de um leproso
8:2-4
 1:40-42
 5:12,13
A volta a Cafarnaum
 2:1-2
A cura de um paralítico
 9:2-8
 2:2-12
5:18-26
A chamada de Mateus
9:9
2:13,14
 5:27,28
A segunda Páscoa
   5:1
A cura do paralítico em Betesda
5:2-9
O ensino acerca de sua divindade
5:17-47
A explicação sobre o dia de repouso
   12:1-8
 2:23-28
6:1-5
A cura da mão ressequida
  12:9-13
3:1-5
 6:6-10
Os fariseus opõem-se a ele
   12:14
  3:6
 6:11
A cura de muitos perto da Galiléia
   12:15
3:7-12
JESUS  comissiona os Doze
   10:1-4
3:13-19
6:12-16
O Sermão do Monte
   caps. 5, 6, 7
   6:20-49
Em Cafarnaum
 8:5
  7:1
A cura do servo do centurião
8:5-13
7:2-10
Em Naim
7:11
Ressurreição do filho da viúva
7:12-16
A delegação de João batista
11:2-6
7:18-23
A exaltação de João Batista
 11:7-19
 7:24-28
A condenação das cidades
11:20-24
JESUS  na casa de fariseu, e a unção
7:36-48
A parábola dos dois devedores
7:41-43
As viagens na Galiléia
8:1-3
A cura de um endemoninhado cego e mudo
 12:22
11:14
Cresce a oposição
12:24,25
 3:22-27
11:14,15, 17-23
O ensino acerca do pecado imperdoável
12:25-37
3:28-30
O ensino sobre os que buscavam sinais
 12:38-45
11:16, 24-32
O ensino sobre os relacionamentos espirituais
12:46-50
  3:31-35
   8:19-21
JESUS  condena os fariseus
11:37-42
A parábola do rico insensato
12:16-20
Palavras de ânimo aos discípulos
12:22-32
A parábola das bodas
12:36-38
A parábola do administrador fiel e prudente
12:42-48
A parábola da figueira estéril
  13:6-9
A parábola do semeador
13:3-9, 18-23
4:3-20
8:4-15
A parábola do trigo e do joio
13:24-30, 36-43
A parábola do grão de mostarda
13:31,32
4:31,32
13:18,19
A parábola do fermento
 13:33
13:20,21
A parábola do tesouro escondido
13:44
A parábola da pérola de grande valor
13:45,46
A parábola da rede
13:47-51
A viagem à terra dos gerasenos
8:18-23
4:35,36
8:22
JESUS  acalma a tempestade
8:24-27
4:37-41
8:23-25
A cura do endemoninhado geraseno
 8:28-34
5:1-20
 8:26-39
A ceia na casa de Mateus
  9:9-13
2:14-17
 5:29-32
A cura da mulher enferma
 9:20-22
 5:25-34
8:43-48
A ressurreição da filha de Jairo
9:18,19, 23-26
5:22-24, 35-43
8:41,42, 49-56
A cura de dois cegos e um mudo
9:27-34
 
 
O CRISTO da obscuridade
Eventos preliminares
 
 
HARMONIA DOS EVANGELHOS
Referências
em
outros livros
Mateus
Marcos
   Lucas
 
   João
 
 
3. O ano da oposição
JESUS  novamente desprezado em Nazaré
 13:54-58
   6:1-6
JESUS  instrui aos discípulos
10:5-42
6:7-13
9:1-6
A terceira viagem à Galiléia
9:35-38
6:6
A morte de João Batista
  14:1,2, 6-12
6:14-16, 21-29
9:7-9
Seu descanso é interrompido
 14:13,14
6:30-34
9:10,11
6:1-4
A alimentação dos 5 mil
14:15-21
6:35-44
9:12-17
6:5-14
JESUS  caminha sobre as águas
  14:22-33
6:45-52
6:16-21
Faz muitos milagres
  14:34-36
 6:53-56
O ensino acerca do Pão da vida
 6:25-59
Muitos discípulos abandonam a JESUS 
6:60-71
Repreensão aos fariseus  
15:1-9
7:1-13
A viagem à Fenícia
 15:21-28
7:24-30
A cura da filha da mulher cananéia
 15:22-28
7:25-30
A viagem a Decápolis
7:31
A cura de um surdo e gago
7:32-37
Faz muitos milagres
15:29-31
A alimentação dos 4 mil
 15:32-38
8:1-9
Repreensão aos que buscavam sinais
16:1-4
   8:10-12
A cura de um cego em Betsaida
   8:22-26
A confissão de Pedro acerca de CRISTO
  16:13-19
  8:27-29
  9:18-21
A Transfiguração
 17:1-9
9:2-10
9:28-36
A cura de um jovem possesso
17:14-21
9:14-29
 9:37-42
JESUS  prediz seus sofrimentos
  17:22,23
9:30-32
   9:43-45
O dinheiro do tributo
 17:24-27
A lição acerca da humildade e do perdão
 18:1-22
9:33-50
9:46-50
A parábola do credor incompassivo
18:23-25
O envio dos setenta
 10:1-16
Os samaritanos não recebem a JESUS 
 9:51-56
A cura de dez leprosos
17:11-19
O ensino na Festa das Cabanas
7:10-53
A mulher adúltera
8:1-11
O discurso acerca da paternidade
8:15-58
A parábola do bom samaritano
 10:25-37
Na casa de Marta e de Maria
10:38-42
A parábola do amigo importuno
 11:5-13
A volta dos setenta
10:17-24
A cura de um cego
9:1-41
A parábola do bom pastor 
10:1-17
A Festa da Dedicação
 10:22-40
A viagem para além do Jordão
10:39-42
4. Os últimos meses
A ressurreição de Lázaro
11:1-46
O retiro à aldeia de Efraim
11:54
O ministério na Peréia
 19:1,2
10:1
A cura da mulher encurvada
13:10-17
A explicação sobre o número dos salvos
13:23-30
A ceia na casa do fariseu
14:1-24
A cura de um hidrópico
14:1-6
A parábola dos primeiros assentos
14:7-14
A parábola do grande banquete
14:15-24
O ensino acerca da providência
14:25-33
A parábola da ovelha perdida
15:1-7
A parábola da moeda perdida
15:8-10
A parábola do filho perdido
15:11-32
A parábola do administrador astuto
16:1-13
O rico e Lázaro
16:19-31
O ensino sobre a indulgência, a fé e a humildade
17:1-10
O ensino sobre a segunda vinda
 17:20-37
As parábolas da viúva persistente e do fariseu e do publicano
18:1-14
O ensino sobre o divórcio
19:3-12
 10:2-12
JESUS  abençoa as crianças
19:13-15
10:13-16
18:15-17
O jovem rico
19:16-30
  10:17-31
18:18-30
A parábola dos trabalhadores na vinha
 20:1-16
Predição de seus sofrimentos
20:17-19
10:32-34
 18:31-34
O pedido de Tiago e João
 20:20-28
10:35-45
A cura de dois cegos
20:29-34
10:46-52
18:35-43
A visita a Zaqueu
  
 19:2-10
A parábolas das dez minas
19:11-27
A unção em Betânia
26:6-13
  14:3-9
12:2-8
 
 
C. O CRISTO da obscuridade
Eventos preliminares
 
 
HARMONIA DOS EVANGELHOS
Referências
em
outros livros
Mateus
Marcos
   Lucas
 
   João
 
 
E. O CRISTO sofrido
DOMINGO
A entrada triunfal em Jerusalém
 
21:1-11
 
11:1-11
  
19:29-44
 
 12:12-19
SEGUNDA
A maldição sobre a figueira estéril
 
21:18-20
11:12-14,
20,21
A purificação do Templo 
 21:12,13
11:15-17
19:45,46
As curas no Templo
21:14
TERÇA E QUARTA
Sua autoridade é questionada
21:23-27
11:27-33  
20:1-8
A parábola dos dois filhos
21:28-32
A parábola dos lavradores   
21:33-41
 12:1-9
20:9-16
A parábola do banquete de casamento
22:1-14
A questão do imposto    
22:15-22
12:13-17
20:20-26
A pergunta dos saduceus
22:23-33
12:18-27
20:27-40
O maior mandamento
22:34-40
12:28-34
A pergunta de JESUS 
  22:41-46
 12:35-37
20:41-44
Os ais contra os fariseus
Cap. 23
12:38-40
   20:45-47
A oferta da viúva
 12:41-44
  21:1-4
A visita dos gregos
   12:20-36
O ensino acerca da incredulidade
 12:37-50
O Sermão Profético; o princípio das dores    
24:1-14
 13:1-13 
21:5-19
Os eventos futuros e seus sinais     
24:15-42
13:14-37
21:20-36
A parábola das dez virgens
25:1-13
A parábola dos talentos
   25:14-30
O ensino sobre o dia do Juízo
 25:31-46
O complô de Judas e dos judeus
26:1-5, 14-16
14:1,2, 10,11
22:1-6
QUINTA
Os preparativos da Páscoa    26:17-19
 
14:12-16  
 
22:7-13
A última Páscoa
26:20
      14:17,18
22:14-18
Disputa entre os discípulos
 22:24-30
JESUS  lava os pés aos discípulos
 13:1-17
O traidor é indicado
26:21-25
 14:18-21
 22:21-23
13:21-30
A ceia do Senhor
 26:26-29
 14:22-25
22:19,20
1Co 11:23-25
Palavras de despedida de JESUS    
14:1-31
A parábola da videira verdadeira  
15:1-11
A promessa do ESPÍRITO SANTO
  16:7-15
A oração intercessória
17:1-26
A agonia no Getsêmani
26:36-46
 14:32-42
22:39-46
 18:1
A traição
  26:47-56
14:43-52
22:47-53
18:3-13
A cura da orelha de Malco 
 22:50,51
 
 
C. O CRISTO da obscuridade
Eventos preliminares
 
 
HARMONIA DOS EVANGELHOS
Referências
em
outros livros
Mateus
Marcos
   Lucas
 
   João
 
 
SEXTA-FEIRA (SANTA)
JESUS  perante o sumo sacerdote
 
26:57
 
14:53
 
22:54
 
18:13,14
JESUS  perante o sumo sacerdote
  26:57
14:53
22:54
18:13,14
Pedro nega a JESUS 
26:58, 69-75
14:54, 66-72
22:54-62
18:15-18, 25-27
JESUS  perante o Sinédrio
26:59-68
 14:55-65
22:66-71
18:19-24
JESUS  perante Pilatos
27:1,2, 11-14
   15:1-5
 23:1-5
18:28-38
JESUS  perante Herodes
23:6-12
Pilatos intenta libertar a JESUS 
27:15-26
15:6-15
 23:13-24
18:39,40
O apelo da esposa de Pilatos
  27:19
Pilatos lava as mãos
 27:24
Pilatos aprova a pena de morte
27:26-30
 15:15
 23:24
19:1-16
JESUS  é escarnecido
27:30
   15:16-20
 19:1-3
O suicídio de Judas
 27:3-10
 At 1:18,19
JESUS  a caminho do Gólgota
 27:31-33
   15:20-22
23:26
19:16,17
O pranto das mulheres
 23:27-31
Dão-lhe vinho com fel.
27:34
 15:23
A crucificação
27:35-38
  15:25-28
23:33-38
19:18-24
Os soldados lançam sorte sobre suas roupas
19:23,24
Os judeus o injuriam
27:39-43
15:29-32
 23:35
A confissão do ladrão da cruz
23:39-43
JESUS  encomenda sua mãe a João
19:25-27
As trevas chegam, e JESUS  morre
 27:45-50
 15:33-37
23:44-46
 19:28-30
1Co 15:3; Sl 22:1
O véu do Templo rompe-se, e os sepulcros se abrem
27:51-53
  15:38
23:45
A confissão do centurião
 27:54
 15:39
 23:47
JESUS  é tirado da cruz
27:57,58
15:42-45
23:50-53
19:31-38
A sepultura
27:59-61
15:46,47
 23:53
 19:39-42
1Co 15:4
A guarda no sepulcro
 27:62-66
F. O CRISTO ressurreto
O terremoto    
28:2-4
As mulheres vão ao sepulcro ungir o corpo de JESUS 
28:1-7
 16:1-5
 24:1,2
20:1
Maria encontra o túmulo vazio 
20:2
Maria Madalena dá a notícia a Pedro
16:10
 20:2
JESUS  aparece a Maria Madalena
16:9
20:11-17
 1Co 15:4
JESUS  aparece a outras mulheres   
28:8-10
 Sl 16:10
248. O informe dos guardas   
28:11-15
249. Sua aparição a Pedro   
24:34
  1Co 15:5
250. Sua aparição aos discípulos em Emaús
16:12,13
   24:13-35
251. Sua aparição aos discípulos, estando Tomé ausente
24:36-48
20:19-25
 1Co 15:5
252. Sua aparição aos Onze, estando Tomé presente   
16:14-18
20:26-29
253. Sua aparição na Galiléia   
28:16-20
21:1-24
254. A pesca milagrosa    
21:6
255. Sua aparição aos quinhentos
 1Co 15:6
256. Sua aparição a Tiago
 1Co 15:7
257. Sua aparição na ascensão  
16:19,20
24:50-53
At 1:4-9
G. O CRISTO glorificado
258. A visão de Estêvão   
At 7:55,56
259. A visão de Paulo
At 26:13-15
260. A visão de João
Ap 1:12-16
SUA OBRA
261. Preparar uma morada   
 
14:2
262. Interceder como Sumo Sacerdote
Hb 7:25
263. Enviar o ESPÍRITO SANTO    
15:26; 16:7
264. Acompanhar seus mensageiros  
 28:20
265. Coroar os vencedores
1Pe 5:4; Ap 2:10
266. Conquistar todos os poderes do mal
 Ap 17:14
SUA SEGUNDA VINDA
267. A hora é desconhecida  
 
24:36
 
 12:40
 
1Ts 5:2; 2Pe 3:10
268. É iminente
Fp 4:5; Ap 3:11
Será repentina e inesperada   
  24:37-44
17:26-32
  Ap 16:15
269. Para os santos  
 14:3
Cl 3:4
270. Como rei 
 Ap 20:6
271. Como Juiz do mundo   
25:31-46
  2Tm 4:1
SUA GLÓRIA ETERNA
272. Sua aparência glorificada
 
Ap 1:13-16
273. Exaltado como Rei dos reis
Ef 1:20,21; Ap 5:11-14; 19:16
274. Requer adoração universal
Fp 2:10; 1Pe 3:22

 

 

JERUSALÉM NOS TEMPOS DE JESUS

 

 

Profecias a respeito de CRISTO:

 

 

 

http://www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos/profeciaseseucumprimento.htm

 

 

RESUMO DA LIÇÃO - REVISTA CPAD
LIÇÃO 13 - O CARÁTER DE CRISTO
3º TRIMESTRE DE 2007
A BUSCA DO CARÁTER CRISTÃO - Aprendendo com homens e mulheres da bíblia.
Comentarista: Pr. Eliezer de Lira e Silva
 
I. ASPECTOS DO CARÁTER CRISTÃO
1. Humildade (Mt 5.3).
2. Mansidão (Mt 5.5).
3. Fome e sede de justiça (Mt 5.6).
4. Misericórdia (Mt 5.7).
5. Coração puro (Mt 5.8).
6. Pacificador (Mt 5.9).
II. O FRUTO E A MINISTRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO
1. Amor.
2. Gozo.
3. Paz.
4. Longanimidade.
5. Benignidade e Bondade.
6. Fidelidade.
7. Mansidão.
8. Temperança. 
CONCLUSÃO
As palavras, os atos, enfim, a pessoa de JESUS é o
modelo ideal de conduta para a identidade do crente.
 
APLICAÇÃO PESSOAL
Inconformismo. Insatisfação. Estas são palavras que deveriam permear a vida de todo o salvo em CRISTO JESUS. Isto porque nosso interior deveria sempre clamar por mais de DEUS. Ao realizarmos uma auto-reflexão diária, deveríamos nos sentir inconformados e insatisfeitos com nosso estado espiritual. O normal seria nutrirmos um desejo incontrolável de tornarmo-nos mais parecidos com DEUS. Ansiamos por tantas coisas, no entanto, invariadas vezes não anelamos pela presença maravilhosa do Altíssimo. O caráter de CRISTO não deve ser apenas o alvo do crente, mas o seu desejo mais veemente, porquanto qual é o pai que não se sentiria orgulhoso de olhar para o seu filho amado e enchergar-se nele? Não deseja você ser motivo de satisfação para o seu Pai celestial?
 
SINOPSE DO TÓPICO (1) O Sermão do Monte contém o código ético do Reino de DEUS.
SINOPSE DO TÓPICO (2) O fruto do ESPÍRITO é o caráter de CRISTO produzido em nós.
 
 
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 13 - O CARÁTER DE CRISTO - 3º TRIMESTRE DE 2007
A BUSCA DO CARÁTER CRISTÃO - Aprendendo com homens e mulheres da bíblia.
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD:
 
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Porque eu vos dei o _____________________, para que, como eu vos ______________, façais _________________ também" (Jo 13.15).
 
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
JESUS é o _________________ ideal de ___________________________ e ___________________________  para todos os crentes.
 
 
I. ASPECTOS DO CARÁTER CRISTÃO
3- Onde podemos aprender sobre os principais aspectos do caráter cristão e também sobre a ética e a moral do Reino dos céus, a essência do caráter de CRISTO?
(    ) No Sermão do Monte
 
4- Quais os principais aspectos do caráter de CRISTO?
(    ) Humildade, Mansidão, Fome e sede de justiça, Misericórdia, Coração puro, Pacificador.
 
5- Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:
 
 
Coração puro (Mt 5.8).   Em um mundo perverso (At 2.40), onde as pessoas estão mais preocupadas em acumular riquezas (2 Tm 3.2) do que socorrer ao aflito e necessitado, o verdadeiro crente deve refletir o caráter de CRISTO através de uma vida de santidade e retidão (Mt 6.25,31,34).
Mansidão (Mt 5.5).   JESUS se despojou de sua glória (Fp 2.6,7); na irrestrita obediência à vontade do Pai (Jo 5.30; 6.39; Fp 2.8); quando lavou os pés dos discípulos (Jo 13.3-5); e ao relacionar-se com todas as pessoas, independentemente de sua raça ou posição social (Mt 9.11; 11.19; Jo 3.1-5; 4.1-30). Esse aspecto de caráter é imprescindível a todos os crentes (Ef 4.1,2; Cl 3.12), pois agindo assim, sempre alcançam o favor do Senhor (Tg 4.6).
Fome e sede de justiça (Mt 5.6).   É a compaixão pela necessidade alheia. JESUS foi assim com os homens em suas fraquezas e privações (Mc 5.19; Hb 2.17; Tg 5.11; 2 Co 1.3 ver Mt 15.22; 17.15). Lembremos, pois, que isso é um mandamento divino, e que a Bíblia condena a indiferença para com os pobres (Lc 6.36; Mt 12.7). Sejamos assim como JESUS nos ensinou na Parábola do Samaritano (Lc 10.37).
Misericórdia (Mt 5.7).   Fomos conclamados a seguir a paz e, na medida do possível, ter paz com todos os homens (Rm 12.18; 1 Co 7.15; Hb 12.14; 1 Pe 3.11).
Humildade (Mt 5.3)   Nas Escrituras, o coração representa a personalidade, o centro das emoções humanas (Sl 15.2; 16.9; 51.10; Mc 7.21-23). Por isso, a Bíblia afirma que o Senhor perscruta os corações e conhece o interior de cada pessoa (Sl 139.23; Pv 21.2; Ap 2.23). Quando CRISTO repreendeu os fariseus, mostrou-lhes como a pureza interior era necessária. Ele os acusou de serem semelhantes aos "sepulcros caiados" (Mt 23.27). O Senhor, que conhece os nossos pensamentos (Fp 4.8) e as motivações de nossas ações cotidianas (1 Co 4.5), manifestará em seu santo e justo julgamento cada uma de nossas ações (Rm 2.1-7; 1 Co 3.12-15).
Pacificador (Mt 5.9)   É uma virtude que se opõe à rudez. Nosso Senhor JESUS CRISTO sempre foi assim de coração (2 Co 10.1; Mt 11.29).
 
 
II. O FRUTO E A MINISTRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO
6- Na vida de quem o fruto do ESPÍRITO desenvolve-se naturalmente?
(    ) Na vida do crente que permanece em CRISTO (Jo 15.1-5).
 
7- Quais as qualidades do Fruto do ESPÍRITO?
(    ) Amor, Gozo, Paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade, Fidelidade, Mansidão, Temperança
 
CONCLUSÃO
8- Quem é o modelo ideal de conduta para a identidade do crente?
(    ) JESUS
 
9- De que o discípulo de CRISTO deve revestir-se?
(    ) Das qualidades santas e justas de seu Mestre, com a intenção de cumprir o propósito de DEUS.
 
 
 
 
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