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TEXTO ÁUREO
"Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação
em todo o dia!" (SI 119.97).

ESTUDO
Dn 9.1-3,21-27
Dn 9.1 -
No ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da nação dos medos, o qual foi
constituído rei sobre o reino dos caldeus, 2 - No ano primeiro do seu
reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número de anos, de que falou
o Senhor ao profeta Jeremias, em que haviam de acabar as assolações de
Jerusalém, era de setenta anos.3 - E eu dirigi o meu rosto ao Senhor DEUS,
para o buscar com oração e rogos, com jejum, e saco e cinza. 21 -
Estando eu, digo, ainda falando na oração, o varão Gabriel, que eu tinha
visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente, e tocou-me a
hora do sacrifício da tarde.22 - E me instruiu, e falou comigo, e disse:
Daniel, agora sai para fazer-te entender o sentido.23 - No princípio das
tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui
amado; toma, pois, bem sentido na palavra, e entende a visão.24 - Setenta
semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade,
para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e para expiar a
iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para
ungir o Santo dos santos.25 - Sabe e entende: desde a saída da ordem para
restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete
semanas, e sessenta e duas semanas;as ruas e as tranqueiras se reedificarão,
mas em tempos angustiosos.26 - E depois das sessenta e duas semanas será
tirado o Messias, e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir,
destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até
ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações.27 - E ele firmará um
concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o
sacrifício e a oferta de manjares;e sobre a asa das abominações virá o
assolador, e isso até á consumação; e o que está determinado será derramado
sobre o assolador.
Não nos é possível descobrir com exatidão que
método o profeta Daniel utilizou no estudo das Escrituras Sagradas de então.
Sabemos, sim, que ele estudou e não o fez desordenadamente, mas
metodicamente. Pelo estudo dos livros, diz Daniel, "entendi...". Entendeu o
quê? Entendeu o tempo de duração do cativeiro dos filhos de Israel na
Babilônia. Decorrente dessa busca ordenada de conhecimento, foi que DEUS lhe
revelou de maneira singular, fatos por vir.
A) A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO POR MÉTODO
Pode o ESPÍRITO SANTO usar os elementos
constitutivos do estudo metódico da Escritura? Certamente que pode e o faz.
Dentre tantas vantagens do estudo metódico das Escrituras, poderíamos
destacar os seguintes:
1. Uniformiza os elementos da Escritura. Ao
iniciar o estudo bíblico por métodos, você irá aprendei termos e idéias que
lhe parecerão novos; irá aprender passos a serem seguidos no estudo da
Bíblia. À medida em que seguir esses passos, você notará como o ESPÍRITO
SANTO ilumina a verdade, numa ação comparada à ação do sol e da chuva
gerando fartura para o agricultor, a partir da semente viva. E assim como o
trabalho metódico do agricultor (plantio, cultivo e colheita, ajuda a ação
do sol e da chuva a produzir abundantes colheitas, assim também o estudo
metódico da Escritura nos ajudará a receber a revelação da verdade através
do ESPÍRITO SANTO, de maneira progressiva e organizada. Mais do que isto: o
estudo bíblico seguido de método^tem a vantagem de uniformizar numa
inquestionável ordem de valores todos os elementos da Escritura.
2. Evita o mau uso das Escrituras. Existe
grande perigo de mau uso da Bíblia quando se despreza o seu estudo
sistemático e metódico. Por exemplo:
a. A Escritura pode ser mal aplicada quando
você ignora o que ela diz sobre determinado assunto.
b. A Escritura pode ser mal aplicada quando
você toma um versículo fora do contexto.
c. A Escritura pode ser mal aplicada quando
você lê uma passagem e a obriga a dizer o que ela não diz.
d. A Escritura pode ser mal aplicada quando
você dá ênfase indevida a coisas menos importantes.
e. A Escritura pode ser mal aplicada sempre
que você a usa para tentar levar DEUS a fazer o que você quer, em vez
daquilo que Ele quer que seja feito.
3. Oferece opções no estudo das Escrituras. O
sistema tradicional de leitura da Bíblia tende a fazê-lo algo moroso e
monótono. Já o estudo bíblico dirigido ou por método, pelo seu sistema de
diversificação, pode se transformar num novo desafio a cada oportunidade que
nos propomos a estudar as Escrituras.
B) ESTUDO PELO MÉTODO ANALÍTICO
O estudo bíblico pelo método analítico se compõe
dos seguintes elementos:
1. Observação. Escolhido
o texto bíblico para estudo, l Pedro 2, por exemplo, proceda da seguinte
maneira: leia a passagem cuidadosamente; tome um caderno de anotacões e
escreva na cabeça duma página a palavra OBSERVAÇÃO, e em seguida:
a) anote toda e qualquer minúcia do texto; anote
substantivos, verbos e outras palavras-chaves. Aqui entra a importância das
perguntas: QUEM? QUÊ? QUANDO? POR QUÊ? e COMO?
b) escreva o que lhe parecer obscuro, especificamente
o que você não entende da passagem, o versículo 5, por exemplo;
c) anote referências bíblicas doutros
textos (elas poderão lançar luz sobre o texto que está sendo estudado); e
d) anote as
possíveis aplicações encontradas
ao longo do estudo do texto em uso.
2. Interpretação. Tome
o seu caderno de anotações e anote noutra folha um resumo dos
pensamentos-chaves que lhe acorram à mente enquanto você estuda a passagem
bíblica. Escreva um pensamento-chave, uma espécie de interpretação sua, para
cada versículo do capítulo. Depois resuma num só pensamento os
pensamentos-chaves de todos os versículos do capítulo estudado. Este
pensamento deverá conter a essência da interpretação do texto estudado.
3. Correlação. Numa
outra folha do seu caderno de anotações, escreva a palavra CORRELAÇÃO,
anotando em seguida os versículos do mesmo capítulo que se correlacionam,
isto é, que se combinam entre si.
4. Aplicação. Das
aplicações possíveis, escolha aquela que você sente, definidamente, que DEUS
quer que você ponha em prática, e as coisas específicas que DEUS quer que
você faça para aplicar à sua vida. A Bíblia e os seus preceitos não nos
foram dados para serem apenas teorizados, mas para serem vividos e fazerem
parte inseparável da nossa vida.
C) ESTUDO PELO MÉTODO SINTÉTICO
1. Passos a seguir. Os
passos a serem seguidos no estudo bíblico pelo método sintético, constituem
uma repetição do padrão: ler, observar, tomar notas; ler, observar, tomar
notas. Isto continua até que você tenha encontrado todas as informações que
deseja descobrir, independentemente de quantas leituras tenha de fazer.
2. Recomendações importantes. Para
seu maior proveito no estudo bíblico pelo método sintético, siga a seguinte
orientação:
a. Descubra o tema principal do livro. Em
atitude de oração leia todo o livro que você escolheu para estudo, a fim de
encontrar o tema principal. O tema pode ser encontrado como se fosse um fio
que corre por todos os capítulos. Se necessário, leia-o mais de uma vez.
Assim o tema começará a surgir na sua mente.
b. Desenvolva o tema principal do livro.
Os anúncios referentes ao conteúdo do livro ajudam a encontrar o tema
principal. Tais anúncios são afirmações que o autor faz, antecipadamente,
dizendo o que vem a seguir. Por exemplo, o Evangelho de Mateus começa com o
seguinte anúncio: "Livro da genealogia de JESUS Cristo, filho de Davi, filho
de Abraão" (Mt 1.1). Este é o anúncio referente ao conteúdo e logo a seguir
vem a genealogia de JESUS.
D) OUTROS MÉTODOS DE ESTUDO
1. Estudo pelo método temático. Este
método lida com um assunto específico. Por exemplo: o tema principal da
Bíblia é a redenção através do sangue de Cristo.
2. Estudo pelo método biográfico. Hebreus
11 traz um resumo da vida de muitos dos fiéis que viveram e morreram na fé.
De fato, a Bíblia afirma que "todos estes morreram na fé" (Hb 11.13), o que
indica que essas pessoas continuam vivas no céu. Então, por que não estudar
as suas vidas hoje, uma vez que conservaram até o fim uma confiança plena
nas promessas de DEUS?
A experiência tem mostrado que não basta ler a
Bíblia. Maior proveito auferirá aquele que a estuda metódica e
ordenadamente.
E) INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
Pela sua singularidade, a Bíblia não pode e nem
deve ser interpreta- da ao bel-prazer do leitor. Tenha ele a cultura que
tiver, para captar a mente de DEUS e o que o ESPÍRITO SANTO ensina na
Bíblia, necessita estudá-la seguindo alguns princípios. Dentre esses
princípios destacam-se os estudados nesta lição.
E.1) PRINCÍPIOS
DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
1. Princípio um. Estude a Bíblia partindo do
pressuposto de que ela é a autoridade suprema em questão de religião, fé e
doutrina. Em assunto de
religião, fé e doutrina, consciente ou inconscientemente, o crente se
submete à tradição, à razão, ou às Escrituras. A autoridade a que ele se
submeter, há de determinar o tipo de crença que possa esposar.
Independentemente do testemunho da tradição e da razão, o crente verdadeiro
tem na Bíblia o seu guia e juiz infalível. Para ele as declarações da Bíblia
são finais. Ele crê que a Bíblia registra as intenções e a vontade de DEUS,
por isto pode crer nela. Ele aceita o testemunho da tradição e da razão, mas
enquanto estas não entram em conflito com a Escritura. Para ele o que
importa é: "O que diz a Escritura sobre isto?"
2. Princípio dois. Não se esqueça de que a
Bíblia é o melhor intérprete de si mesma; isto é: a Bíblia interpreta a
Bíblia. O manifesto desprezo
a esta regra de interpretação da Escritura por parte de alguns cristãos
ajuda- nos a entender que os maiores inimigos da Bíblia não são os seus
opositores, que em épocas de cruentas perseguições rasgaram e queimaram-na,
mas grande número dos seus expositores sempre prontos a achar na Bíblia
apoio para as suas idéias absurdas. Quem não conhece pelo menos um bom irmão
de Bíblia sempre aberta, procurando achar o sexo dos anjos, revelar quantos
anjos cabem numa cabeça de alfinete, e tantas coisas outras?
3. Princípio três. Interprete a experiência
pessoal à luz da Escritura e não a Escritura á luz da experiência pessoal. A
experiência pessoal se constitui na evidência daquilo que DEUS faz em nós,
por isso não pode e nem deve ser desprezada; porém, no mo- mento de
determinar o que é mais importante, se a experiência pessoal ou a Escritura,
para efeito de interpretação bem-sucedida da Bíblia, a Escritura é superior.
Por isso ela não está sujeita a julgamento por parte da experiência pessoal,
antes, a experiência pessoal é que deve se submeter ao juízo da Escritura.
4. Princípio quatro. Os exemplos bíblicos só
têm autoridade prática quando amparados por uma ordem que os faça mandamento
universal. Ao ler a Bíblia,
fica evidente que você não está obrigado a seguir o exemplo de cada pessoa
que protagoniza os acontecimentos nela encontrados. Por exemplo: o fato de
Noé haver plantado uma vinha e ter se embriagado com o vinho do seu fruto,
não indica que você deva fazer o mesmo. O fato de JESUS ter mandado dizer a
Herodes: "Ide dizer a essa raposa que hoje e amanhã expulso demônios e curo
enfermos, e no terceiro dia terminarei", não nos autoriza a mandar
portadores com recados de afronta às autoridades.
E.2) PRINCÍPIOS GRAMATICAIS DE INTERPRETAÇÃO
1. Princípio um. A Escritura tem somente um
sentido, e deve ser tomada literalmente. Por
mais que repudiemos os casuísmos na interpretação da Escritura, a realidade
nos obriga a ver que grande parte da igreja ecumênica faz precisamente isto.
Chamam- lhe emprego de "palavras- conotativas", uma forma de
"contextualizar" as Escrituras à realidade moderna. Exemplo: já não empregam
a palavra "reconciliação" no sentido bíblico do homem reconciliar-se com
DEUS. "Redenção" já não é empregada no sentido bíblico do homem ser salvo do
pecado e do castigo. Em vez disto, dão-lhe diferente "conotação", e opinam
que ela tem a ver com a melhoria social e cultural da sociedade. "Missão"
foi substituída por "diálogo"; enquanto que "conversão" é um conceito
inaceitável.
2. Princípio dois. As palavras do texto
bíblico devem ser interpretadas no sentido que tinham no tempo do autor. Definir
o correto sentido das palavras da Bíblia não chega a ser tão difícil quanto
possa parecer a princípio. No entanto, se algum esforço deve ser feito neste
sentido, vale a pena pagar o preço. Assim agindo, evitaremos nos envolver
com aqueles casos curiosos e jocosos como o do pregador que afirmou com
segurança que JESUS era músico. Indagado sobre que tipo de instrumento JESUS
tocava, disse ele: "esquife", e citou a ressurreição do filho da viúva de
Naim, particularmente Lucas 7.14: "E, chegando-se, Tocou o esquife, e disse:
Mancebo, a ti te digo: Levanta-te".
3. Princípio três. As palavras do texto
bíblico devem ser interpretadas em relação à sua sentença e no seu contexto. O
contexto é formado de todos os elementos de informação que circundam o
texto. Citemos um exemplo apenas. Imaginemos que você esteja lendo João
3.16, e queira compreender melhor "Porque DEUS amou o mundo de tal
maneira..." O que fazer? Parta do texto escolhido (Jo 3.16), e estude-o à
luz do seu contexto, no caso todo o capítulo 3 do Evangelho de João.
4. Principio quatro. Quando um objeto
inanimado é usado para descrever um ser vivo, a proposição pode ser
considerada figurada. As
grandes passagens "Eu sou", no Evangelho de João, ilustram a regra onde
objetos inanimados são usados para descrever um ser vivo. Ali encontramos
JESUS dizendo: "Eu sou o pão da vida" (Jo 6.35); "Eu sou a luz do mundo" (Jo
8.12); "Eu sou a porta" (Jo 10.9); "Eu sou o caminho" (Jo 14.6); "Eu sou a
videira..." (Jo 15.1). É evidente que nenhum cristão e cuidadoso estudante
da Bíblia chegaria às raias do absurdo, a ponto de acreditar que os
substantivos "pão", "luz", "porta", "caminho" e "videira" tenham relação
literal e não figurada com a pessoa de JESUS Cristo.
E.3) PRINCÍPIOS
HISTÓRICOS DE INTERPRETAÇÃO
l. Princípio um. Uma palavra nunca é
compreendida completamente até que se possa entendê-la como palavra viva,
isto é, originada na alma do autor. A melhor
maneira de se conhecer uma pessoa é associando-se com ela. Assim também, a
melhor maneira de conhecer o autor dum livro é estudando diligentemente os
seus escritos, prestando especial atenção aos mínimos detalhes da sua vida.
Por exemplo: quem quiser conhecer a pessoa de Moisés, deve estudar o
Pentateuco, especialmente passagens como Êx 2.4; 16.15-19; 33.11;34.5-7; Nm
12.7,8; Dt 34.7-11. Quem quiser conhecer o apóstolo Paulo deverá dar
especial atenção a passagens como At 7.58; 8.1-4;9.1,2,22,26; 26.9;
13.46-48; Rm 9.1- 3; l Co 15.9; 2 Co 11; 12.1-11; G1 1.13-15; 2.11-16; Fp
1.7,8,12-18; 3.5- 14; l Tm 1.13-16.
2. Princípio dois. Ë impossível entender um
autor e interpretar corretamente suas palavras sem que ele seja visto à luz
de suas circunstâncias históricas. Por
circunstâncias, entende-se tudo aquilo que não faz parte da vida normal duma
pessoa, mas que esta é levada a participar com o povo da sua época.
Particularmente, quanto aos escritores da Bíblia, eles estiveram sujeitos a
circunstâncias geográficas, políticas e religiosas; fatos que influíram
sensivelmente nos seus escritos. Por exemplo: a menos que compreendamos as
circunstâncias políticas sob as quais se achava o apóstolo Paulo, jamais
poderemos compreender passagens como a de l Coríntios 12.3.
3. Princípio três. Uma vez que as Escrituras
se originaram de modo histórico, elas devem ser interpretadas à luz da
história. A
compreensão desta regra não indica que tudo quanto a Bíblia contém só deva
ser explicado historicamente. Como revelação sobre- natural de DEUS, é
concebível que a Bíblia contenha elementos que transcendem os limites do
histórico. A compreensão desta regra de interpretação determina, sim, que o
conteúdo da Bíblia seja, em grande parte, determinado historicamente, sendo,
portanto, na história que se encontra a sua explicação.
E.4). PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS DE INTERPRETAÇÃO
1. Princípio um. Você precisa compreender
gramaticalmente a Bíblia, antes de compreendê-la teologicamente. Melhor
explicando esta regra de interpretação teológica do texto das Escrituras,
queremos dizer que você precisa entender o que diz a passagem
lingüisticamente, antes de poder esperar entender o que ela quer dizer
teologicamente, isto é, o seu sentido, sua mensagem.
2. Principio dois. Uma doutrina não pode ser
considerada bíblica, a menos que resuma e inclua tudo o que a Escritura diz
sobre ela. O
propósito básico desta regra de interpretação é determinar a verdade
doutrinária do texto bíblico. É evidente que a Bíblia inteira é a Palavra de
DEUS; toda ela é a verdade, e tudo nela é útil para a nossa vida. Mas é
igualmente importante lembrar que nem tudo na Bíblia tem o mesmo valor, nem
é útil da mesma maneira. Evidentemente a determinação da legitimidade da
doutrina não implica que algumas partes da Bíblia não sejam verdadeiras e
que outras o sejam. Entretanto, a .verdadeira doutrina (as passagens que
declaram a vontade de DEUS para o homem agora), é útil a nós de uma maneira
mais particular pelo fato de exigir alguma coisa de nós de forma particular.
Assim como Filipe foi usado como instrumento do ESPÍRITO SANTO para
interpretar o texto de Isaías 53 ao alto oficial de Candace, resultando daí
a sua conversão a Cristo, de igual modo, DEUS espera que sejamos fiéis
intérpretes da Sua Palavra no mundo hoje. Não impeça- mos, pois que os
homens sejam abençoados por intermédio da fiel interpretação das Sagradas
Escrituras.
RESUMO DA LIÇÃO
13
O VALOR DO ESTUDO DA BÍBLIA
Estudar a Bíblia é muito mais do que apenas
lê-Ia. | Prevenção | "Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia!" (SI 119.97). Como vemos, o salmista tinha prazer em ler e meditar na Palavra de Deus. Meditar é ter uma atitude interior de reflexão, ponderação, e exame daquilo que estamos pensando. Hoje, com a agitação da vida moderna, é muito difícil refletirmos habitualmente. | |
| Crescer em conhecimento | Quando os crentes não lêem a Bíblia, nem tampouco a estudam, quase sempre, portam-se como meninos espirituais. Daí, porque há tanto emocionalismo nos cultos em muitas igrejas. Conforme afirma as Escrituras, tais pessoas, por não estarem fundamentadas na Palavra, são levadas "em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente" (Ef 4.14; Os 4.6; 6.3; Pv 4.7). | |
| Meditação | Todo crente necessita ler e estudar a Bíblia diariamente, para crescer no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo (2 Pe 3.18). Infelizmente, há em muitas igrejas, crentes fracos, franzinos, raquíticos espiritualmente, por falta de alimento, que é o conhecimento da Palavra de Deus. Cresc | |
| Evitar as "meninices" | Precisamos ter a Palavra de Deus escondida em nosso coração para não pecarmos contra o Senhor (SI 119.11). Um dos fatores que mais contribuem para a queda do crente é a falta de prevenção. Orar (Mt 26.41), ler e estudar a Bíblia, de maneira que o coração e a mente fiquem saturados da Palavra de Deus, são atitudes preventivas imprescindíveis para vencermos todas as sutis tentações do Maligno. |
Próximo Trimestre: 1ºTrimestre de 2009 - As Conquistas
e as promessas do povo de DEUS (Livro: Josué)
Ajuda:
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Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros E Revistas. BEP - BÍBLIA De Estudos
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BÍBLIA, A CONSTITUIÇÃO DIVINA - REVISTA CPAD 4º TRIMESTRE DE
1986 - COMENTÁRIOS DE Pr. RAIMUNDO F.DE OLIVEIRA
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