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Lição 13 - A mordomia da Adoração
 
Questionário
 
 
 
Texto Áureo:
Dai ao Senhor a glória de seu nome; trazei presentes, e vinde perante Ele; adorai ao Senhor na beleza da sua santidade”
(1 Cr 16.29).
 ADORAI AO SENHOR NA BELEZA DA SUA SANTIDADE. A adoração genuína deve ser prestada em "santidade" (cf. 2 Cr 20.21). Deus aceita a adoração espiritual e jubilosa (15.28) somente quando acompanhada de uma disposição reverente e pura de um anelo sincero de estar perto dEle e de um firme propósito de resistir a tudo quanto ofenda a sua santa natureza (ver v. 7).
http://www.armazemnadia.com.br/henrique/A_Adoracao.HTM
 
Verdade Prática:
O ato de adorar a Deus implica reconhecer a sua soberania e dar-lhe a glória que lhe é devida, com espontânea reverência e serviço amoroso. Segundo o novo concerto, todos os crentes são sacerdotes de Deus (1 Pe 2.5,9) e, como tais, devem desempenhar o ministério espiritual de louvores e ações de graças a Deus. "Portanto, ofereçamos sempre, por ele, [Cristo] a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome" (Hb 13.15). O louvor e a adoração do crente devem ser com palavras e também com atos (ver v. 29) e são aceitáveis diante de Deus, somente à medida que o crente for dedicado à sua Palavra, e não conformado com o mundo (Rm 12.1,2).

Leitura Diária:
Segunda Êx 20.1-5 Adoração somente a Deus
1 Então, falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.  Esse mandamento aplicado aos crentes do NT, importa pelo menos três coisas. A adoração do crente deve ser dirigida exclusivamente a Deus. Não deve haver jamais adoração ou oração a quaisquer outros deuses , espíritos ou pessoas falecidas, nem se permite buscar orientação e ajuda da parte deles (Lv 17.7; Dt 6.4; 34.17; Sl 106.37; 1 Co 10.19,20). O  primeiro mandamento trata, principalmente, da proibição da adoração aos espíritos (i.e., demônios) através do espiritismo, adivinhação, ocultismo e outras formas de idolatria (Dt 18.9-22).

Terça 1 Sm 2.1-10 Adoração na oração
 1 Então, orou Ana e disse: O meu coração exulta no SENHOR, o meu poder está exaltado no SENHOR; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação. 2 Não há santo como é o SENHOR; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus. 3 Não multipliqueis palavras de altíssimas altivezas, nem saiam coisas árduas da vossa boca; porque o SENHOR é o Deus da sabedoria, e por ele são as obras pesadas na balança. 4 O arco dos fortes foi quebrado, e os que tropeçavam foram cingidos de força. 5 Os que antes eram fartos se alugaram por pão, mas agora cessaram os que eram famintos; até a estéril teve sete filhos, e a que tinha muitos filhos enfraqueceu. 6 O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela. 7 O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. 8 Levanta o pobre do pó e, desde o esterco, exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo. 9 Os pés dos seus santos guardará, porém os ímpios ficarão mudos nas trevas; porque o homem não prevalecerá pela força. 10 Os que contendem com o SENHOR serão quebrantados; desde os céus, trovejará sobre eles; o SENHOR julgará as extremidades da terra, e dará força ao seu rei, e exaltará o poder do seu ungido. O cântico profético de Ana exalta o cuidado providencial de Deus para com os que lhe são fiéis (v. 9; cf. o cântico de Maria em Lc 1.46-55). Ana se regozijou, também, na salvação do Senhor e na sua santidade, e porque somente Ele é Deus (v. 2). Todos os crentes no Senhor Jesus Cristo devem nEle confiar quanto ao seu plano para nossa vida. Tudo quanto Ele  permitir que ocorra em nossa vida, devemos pôr diante dEle em oração, tendo plena confiança de que nada poderá nos separar do seu amor, e que, por fim, Ele fará resultar em bem tudo quanto ocorrer conosco (Rm 8.28,31-39).
 
Quarta Sl 96.1-9 A excelência da adoração é Deus
1 Cantai ao SENHOR um cântico novo, cantai ao SENHOR, todos os moradores da terra. 2 Cantai ao SENHOR, bendizei o seu nome; anunciai a sua salvação de dia em dia. 3 Anunciai entre as nações a sua glória; entre todos os povos, as suas maravilhas. 4 Porque grande é o SENHOR e digno de louvor, mais tremendo do que todos os deuses. 5 Porque todos os deuses dos povos são coisas vãs; mas o SENHOR fez os céus. 6 Glória e majestade estão ante a sua face; força e formosura, no seu santuário. 7 Dai ao SENHOR, ó famílias dos povos, dai ao SENHOR glória e força. 8 Dai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; trazei oferendas e entrai nos seus átrios. 9 Adorai ao SENHOR na beleza da santidade; tremei diante dele todos os moradores da terra. 
ANUNCIAI ENTRE AS NAÇÕES A SUA GLÓRIA. Quem recebe a salvação divina e experimenta suas maravilhosas operações, fica entusiasmado para dizer aos outros que Ele pode livrá-los e salvá-los. A ordem para que anunciemos a sua glória entre as nações é uma antevisão da Grande Comissão de Jesus, para irmos a todo o mundo e pregar o evangelho a todas as nações (ver Mt 28.19).
 
Quinta Ap 4.11 Adoração universal a Deus – céu, terra e mar
11 Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder, porque tu criaste todas as coisas, e por tua  vontade são e foram criadas.
Gn 1.1 NO PRINCÍPIO, CRIOU DEUS. A expressão No princípio é enfática, e chama a atenção para o fato de um princípio real. Outras religiões antigas, ao falarem da criação, afirmam que esta ocorreu a partir de algo já existente. Referem-se à história como algo que ocorre em ciclos perpétuos. A Bíblia olha para a história de modo linear, com um alvo final determinado por Deus.
Deus teve um plano na criação, o qual Ele levará a efeito. Para comentários sobre Deus e o seu papel como Criador. Várias conclusões decorrem da verdade contida no primeiro versículo da Bíblia. (1) Uma vez que Deus é a origem de tudo quanto existe, os seres humanos e a natureza não existem por si mesmos, mas devem a Ele sua existência e a sua propagação. (2) Toda existência e forma de vida são boas se estão corretamente relacionadas  com Deus e dependentes dEle. (3) Toda vida e criação pode ter relevância e propósito eternos. (4) Deus tem direitos soberanos sobre toda a criação, em virtude de ser seu Criador. Num mundo caído, Ele reafirma esses direitos mediante a redenção (Êx 6.6; 15.13; Dt 21.8; Lc 1.68; Rm 3.24;
Gl 3.13 ;1 Pe 1.18)

Sexta Sl 136.1-26 Motivos para adorar a Deus
1 Louvai ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua benignidade é para sempre. 2 Louvai ao Deus dos deuses; porque a sua benignidade é para sempre. 3 Louvai ao Senhor dos senhores; porque a sua benignidade é para sempre.  4 Àquele que só faz maravilhas; porque a sua benignidade é para sempre. 5 Àquele que com entendimento fez os céus; porque a sua benignidade é para sempre. 6 Àquele que estendeu a terra sobre as águas; porque a sua benignidade é para sempre. 7 Àquele que fez os grandes luminares; porque a sua benignidade é para sempre. 8 O sol para governar de dia; porque a sua benignidade é para sempre. 9 A lua e as estrelas para presidirem a noite; porque a sua benignidade é para sempre. 10 Que feriu o Egito nos seus primogênitos; porque a sua benignidade é para sempre. 11 E tirou a Israel do meio deles; porque a sua benignidade é para sempre. 12 Com mão forte, e com braço estendido; porque a sua benignidade é para sempre. 13 Àquele que dividiu o mar Vermelho em duas partes; porque a sua benignidade é para sempre. 14 E fez passar Israel pelo meio dele; porque a sua benignidade é para sempre. 15 Mas derribou a Faraó com o seu exército no mar Vermelho; porque a sua benignidade é para sempre. 16 Àquele que guiou o seu povo pelo deserto; porque a sua benignidade é para sempre.  17 Àquele que feriu os grandes reis; porque a sua benignidade é para sempre. 18 E deu morte a reis famosos; porque a sua benignidade é para sempre. 19 Seom, rei dos amorreus; porque a sua benignidade é para sempre. 20 E O gue, rei de Basã; porque a sua benignidade é para sempre. 21E deu a terra deles em herança; porque a sua benignidade é para sempre. 22 Sim, em herança a Israel, seu servo; porque a sua benignidade é para sempre. 23 Que se lembrou da nossa humilhação; porque a sua benignidade é para sempre. 24 E nos remiu dos nossos inimigos; porque a sua benignidade é para sempre. 25 Que dá mantimento a toda a carne; porque a sua benignidade é para sempre. 26 Louvai ao Deus dos céus; porque a sua benignidade é para sempre.
 PORQUE A SUA BENIGNIDADE É PARA SEMPRE. Este refrão, através do Sl 136, ensina-nos que a misericórdia e o amor de Deus são a base de todas as suas obras a nosso favor e a origem de todas as nossas ações de graças. Sua misericórdia abrange sua fidelidade e sua bondade.
 
Sábado Jo 4.21-24 Jesus ensina sobre a adoração
 21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem em que nem neste monte nem em Jerusalém  adorareis o Pai. 22 Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. 23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. 24 Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
ADORARÃO... EM ESPÍRITO E EM VERDADE. Jesus ensina várias coisas neste versículo.  (1) "Em espírito" indica o nível em que ocorre a adoração verdadeira. Devemos comparecer diante de Deus com total sinceridade e num espírito [ou disposição de ânimo] dirigido pela vida e atividade do Espírito Santo. (2) "Verdade" (gr. aletheia) é uma característica de Deus (Sl 31.5; Rm
1.25; 3.7; 15.8), encarnada em Cristo (14.6; 2 Co 11.10; Ef 4.21), intrínseca no Espírito Santo (14.17; 15.26; 16.13). Por isso, a adoração deve ser prestada de conformidade com a verdade do Pai que se revela no Filho e se recebe mediante o Espírito. Aqueles que propõem um tipo de adoração que ignora a verdade e as doutrinas da Palavra de Deus desprezam no seu todo o único
alicerce da verdadeira adoração.
4.24 VERDADE. Porque Cristo é a verdade (1.14; 5.31; 14.6; Lc 4.25; 9.27; 12.44), viver em união com Ele requer a verdade (1 Co 5.8; Ef 4.25). Alegar ter comunhão com Cristo e ter a salvação sem, porém, viver e falar de acordo com a verdade, é estar enganado (1 Jo 1.6). Quem não tem a verdade, revela a real condição do seu coração (8.44; At 5.3); os tais se opõem a Deus e
permanecem fora do reino dos céus (Ap 21.8,27; 22.15; cf. Ap 14.5). O mentiroso pertence à "sinagoga de Satanás" (Ap 3.9).

 
Leitura Bíblica em Classe:
EFÉSIOS 1.4-6
 4 como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade,5  e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, 6 para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado.
EM CRISTO JESUS. Todo crente "fiel" tem vida somente estando "em Cristo Jesus". (1) Os termos "em Cristo Jesus", "no Senhor", "nEle", ocorrem 160 vezes nos escritos de Paulo (36 vezes só em Efésios). "Em Cristo", significa que o crente vive e age agora na esfera de Cristo Jesus. O novo ambiente do redimido é o da união com Cristo. "Em Cristo" o crente tem comunhão consciente com seu Senhor, e, nesse relacionamento, sua própria vida é considerada a vida de  Cristo manifesta através dele (ver Gl 2.20 nota). Essa comunhão pessoal com Cristo é a coisa mais importante na experiência cristã. A união com Cristo é uma dádiva de Deus mediante a fé. (2) A Bíblia contrasta nossa nova vida "em Cristo" com a velha vida não regenerada, "em Adão". Enquanto a velha vida é caracterizada pela rebeldia, pecado, condenação e morte, nossa nova vida "em Cristo" é caracterizada pela salvação, vida no Espírito, graça abundante, retidão e vida eterna (ver Rm 5.12-21; 6; 8; 14.17-19; 1 Co 15.21,22, 45-49; Fp 2.1-5; 4.6-9)
 
Efésios 1.11,12;
11 nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade, 12 com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que primeiro esperamos em Cristo;
2Ts 2. 13 Mas devemos sempre dar graças a Deus, por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito e fé da verdade,

1 PEDRO 2.5,9
 5 vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo.
2.5 SACERDÓCIO SANTO. No AT, o sacerdócio era restrito a uma minoria qualificada. Sua atividade distintiva era oferecer sacrifícios a Deus, em prol do seu povo e comunicar-se diretamente com Deus (Êx 19.6; 28.1; 2 Cr 29.11). Agora, por meio de Jesus Cristo, todo crente é constituído sacerdote para o serviço de Deus (Ap 1.6; 5.10; 20.6). Esse sacerdócio de todos os crentes abrange o seguinte. (1) Todos os crentes têm acesso direto a Deus, através de Cristo (3.18; Jo 14.6; At 4.12; Ef 2.18). (2) Todos os crentes têm a obrigação de viver uma vida santa (vv. 5,9; 1.14-17). (3) Todos os crentes devem oferecer "sacrifícios espirituais" a Deus, inclusive: (a) viver em obediência a Deus, sem conformar-se com o mundo (Rm 12.1,2); (b) orar a Deus e louvá-lo (Sl 50.14; Hb 13.15); (c) servir com coração íntegro e mente disposta (1 Cr 28.9; Fp 2.17; Ef 5.1,2); (d) praticar boas ações (Hb 13.16); (e) contribuir com nossas posses materiais (Rm 12.13; Fp 4.18) e (f) apresentar nossos corpos a Deus como instrumentos da justiça (Rm 6.13,19). (4) Todos os crentes devem interceder e orar uns pelos outros e por todos (Cl 4.12; 1 Tm 2.1; Ap 8.3). (5) Todos os crentes devem proclamar a Palavra e orar pelo sucesso dela (v. 9; 3.15; At 4.31; 1 Co 14.26; 2 Ts3.1; Hb 13.15)

9 Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;
2.9 A NAÇÃO SANTA. Os crentes são separados do mundo a fim de pertencerem totalmente a Deus (Cf. At 20.28; Tt 2.14) e de proclamarem o evangelho da salvação para a glória e louvor de Deus (cf. Êx 19.6; Is 43.20,21).

Objetivos: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Citar os tipos de oração encontrados no Novo Testamento.
http://www.armazemnadia.com.br/henrique/ORACAO.HTM 
2- Reconhecer os aspectos da adoração cristã.
http://www.armazemnadia.com.br/henrique/A_Adoracao.HTM
3- Identificar o elemento que deve preceder a adoração a Deus.
 
Comentários:
INTRODUÇÃO
A mordomia da adoração se constitui numa doutrina essencial na vida da Igreja. Nesta lição, trataremos do culto a Deus através da adoração, como a Bíblia nos ensina. Trataremos também da sua prática na vida cotidiana da igreja.

I. MORDOMIA DA ADORAÇÃO A DEUS
A primeira verdade da mordomia da adoração é que ela é um privilégio concedido ao povo salvo para, deste modo, servir a Deus.

1. O ato de adorar a Deus.
2. A igreja e a adoração a Deus.
3. Reverência e adoração.
 
ADORAÇÃO NO CRISTIANISMO
Devemos nos lembrar de que somente adoram a DEUS em espírito e em verdade aqueles que são nascidos de novo, ou seja, os que têem o ESPÍRITO SANTO residente em si mesmos, pois o espírito do homem precisa ser religado a DEUS para que haja legítima adoração, antes de aceitar a CRISTO o homem está espiritualmente desligado, separado de DEUS por causa de suas ofensas ou pecados; depois de o fazer o ESPÍRITO SANTO (O Selo) faz sua parte que é ligar o espírito do homem a DEUS que é ESPÍRITO e procura pelos adoradores legítimos, seus filhos amados, nascidos da Palavra de DEUS e do ESPÍRITO de DEUS. Não há lugar próprio para a nossa adoração (ex.Montes), podemos adorar a DEUS em todos os lugares e em todo o tempo.; basta para isso elevarmos nosso pensamento a DEUS e entregarmos a ELE nossa vida, reconhecendo que ELE é Senhor.
A adoração na igreja primitiva era prestada tanto no templo de Jerusalém quanto em casas particulares (At 2.46,47). Fora de Jerusalém, os cristãos prestavam culto a Deus nas sinagogas, enquanto isso lhes foi permitido. Quando lhes foi proibido utilizá-las, passaram a cultuar a Deus noutros lugares, geralmente em casas particulares (cf. At 18.7; Rm 16.5; Cl 4.15; Fm v. 2), mas, às vezes, em salões públicos (At 19.9,10).
MANIFESTAÇÕES DA ADORAÇÃO CRISTÃ.
(1) Dois princípios-chaves norteiam a adoração cristã. (a) A verdadeira adoração é a que é prestada em espírito e verdade (ver Jo 4.23 nota), i.e., a adoração deve ser oferecida à altura da revelação que Deus fez de si mesmo no Filho (ver Jo 14.6). Por sua vez, ela envolve o espírito humano, e não apenas a mente, e também como as manifestações do Espírito Santo (1Co 12.7-12). (b) A prática da adoração cristã deve corresponder ao padrão do NT para a igreja (ver At 7.44 nota). Os crentes atuais devem desejar, buscar e esperar, como norma para a igreja, todos os elementos constantes da prática da adoração vista no NT (cf. o princípio hermenêutico estudado na introdução a Atos). (2) O fato marcante da adoração no AT era o sistema sacrificial (ver Nm 28, 29). Uma vez que o sacrifício de Cristo na cruz cumpriu esse sistema, já não há mais qualquer necessidade de derramamento de sangue como parte do culto cristão (ver Hb 9.1—10.18). Através da ordenança da Ceia do Senhor, a igreja do NT comemorava continuamente o sacrifício de Cristo, efetuado de uma vez por todas (1Co 11.23-26). Além disso, a exortação que tem a igreja é oferecer “sempre, por ele, a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15), e a oferecer nossos corpos como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm 12.1 nota). (3) Louvar a Deus é essencial à adoração cristã. O louvor era um elemento-chave na adoração de Israel a Deus (e.g., Sl 100.4; 106.1; 111.1; 113.1; 117), bem como na adoração cristã primitiva (At 2.46,47; 16.25; Rm 15.10,11; Hb 2.12).(4) Uma maneira autêntica de louvar a Deus é cantar salmos, hinos e cânticos espirituais. O AT está repleto de exortações sobre como cantar ao Senhor (e.g., 1Cr 16.23; Sl 95.1; 96.1,2; 98.1,5,6; 100.1,2). Na ocasião do nascimento de Jesus, a totalidade das hostes celestiais irrompeu num cântico de louvor (Lc 2.13,14), e a igreja do NT era um povo que cantava (1Co 14.15; Ef 5.19; Cl 3.16; Tg 5.13). Os cânticos dos cristãos eram cantados, ou com a mente (i.e. num idioma humano conhecido) ou com o espírito (i.e., em línguas; ver 1Co 14.15 nota). Em nenhuma circunstância os cânticos eram executados como passatempo. (5) Outro elemento importante na adoração é buscar a face de Deus em oração. Os santos do AT comunicavam-se constantemente com Deus através da oração (e.g. Gn 20.17; Nm 11.2; 1Sm 8.6; 2 Sm 7.27; Dn 9.3-19; cf. Tg 5.17,18). Os apóstolos oravam constantemente depois de Jesus subir ao céu (At 1.14), e a oração tornou-se parte regular da adoração cristã coletiva (At 2.42; 20.36; 1Ts 5.17). Essas orações eram, às vezes, por eles mesmos (At 4.24-30); outras vezes eram orações intercessórias por outras pessoas (e.g. At 12.5; Rm 15.30-32; Ef 6.18). Em todo tempo a oração do crente deve ser acompanhada de ações de graças a Deus (Ef 5.20; Fp 4.6; Cl 3.15,17; 1Ts 5.17,18). Como o cântico, o orar podia ser feito em idioma humano conhecido, ou em línguas (1Co 14.13-15). (6) A confissão de pecados era sabidamente parte importante da adoração no AT. Deus estabelecera o Dia da Expiação para os israelitas como uma ocasião para a confissão nacional de pecados (Lv 16). Salomão, na sua oração de dedicação do templo, reconheceu a importância da confissão (1Rs 8.30-36). Quando Esdras e Neemias verificaram até que ponto o povo de Deus se afastara da sua lei, dirigiram toda a nação de Judá numa contrita oração pública de confissão (cap. 9). Assim, também, na oração do Pai nosso, Jesus ensina os crentes a pedirem perdão dos pecados (Mt 6.12). Tiago ensina os crentes a confessar seus pecados uns aos outros (Tg 5.16); através da confissão sincera, recebemos a certeza do gracioso perdão divino (1Jo 1.9).(7) A adoração deve também incluir a leitura em conjunto das Escrituras e a sua fiel exposição. Nos tempos do AT, Deus ordenou que, cada sétimo ano, na festa dos Tabernáculos, todos os israelitas se reunissem para a leitura pública da lei de Moisés (Dt 31.9-13). O exemplo mais patente desse elemento do culto no AT, surgiu no tempo de Esdras e Neemias (8.1-12). A leitura das Escrituras passou a ser uma parte regular do culto da sinagoga no sábado (ver Lc 4.16-19; At 13.15). Semelhantemente, quando os crentes do NT reuniam-se para o culto, também ouviam a leitura da Palavra de Deus (1Tm 4.13; cf. Cl 4.16; 1Ts 5.27) juntamente com ensinamento, pregação e exortação baseados nela (1Tm 4.13; 2Tm 4.2; cf. At 19.8-10; 20.7).(8) Sempre quando o povo de Deus se reunia na Casa do Senhor, todos deviam trazer seus dízimos e ofertas (Sl 96.8; Ml 3.10). Semelhantemente, Paulo escreveu aos cristãos de Corinto, no tocante à coleta em favor da igreja de Jerusalém: “No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade” (1Co 16.2). A verdadeira adoração a Deus deve, portanto ensejar uma oportunidade para apresentarmos ao Senhor os nossos dízimos e ofertas.(9) Algo singular no culto da igreja do NT era a atuação do Espírito Santo e das suas manifestações. Entre essas manifestações do Espírito na congregação do Senhor havia a palavra da sabedoria, a palavra do conhecimento, manifestações especiais de fé, dons de curas, poderes miraculosos, profecia, discernimento de espíritos, falar em línguas e a interpretação de línguas (1Co 12.7-10). O caráter carismático do culto cristão primitivo vem, também, descrito nas cartas de Paulo: “Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação” (1Co 14.26). Na primeira epístola aos coríntios, Paulo expõe princípios normativos da adoração deles (ver 1Co 14.1-33 notas). O princípio dominante para o exercício de qualquer dom do Espírito Santo durante o culto é o fortalecimento e a edificação da congregação inteira (1Co 12.7; 14.26).(10) O outro elemento excepcional na adoração segundo o NT era a prática das ordenanças — o batismo e a Ceia do Senhor. A Ceia do Senhor (ou o “partir do pão”, ver At 2.42) parece que era observada diariamente entre os crentes logo depois do Pentecostes (At 2.46,47), e, posteriormente, pelo menos uma vez por semana (At 20.7,11). O batismo conforme a ordem de Cristo (Mt 28.19,20) ocorria sempre que havia conversões e novas pessoas ingressavam na igreja (At 2.41; 8.12; 9.18; 10.48; 16.30-33; 19.1-5).
 
II. RAZÕES PARA A ADORAÇÃO
O homem foi criado para adorar ao Criador de modo livre e espontâneo. Com a queda de Adão e Eva, esse senso de adoração foi completamente desvirtuado. Mas Deus providenciou a restauração da humanidade mediante a revelação de Seu Filho Jesus Cristo. Foi o próprio Jesus quem proveu essa recuperação humana abrindo o caminho para a adoração ao Pai, revelando-O de modo especial.
 
1. Revelação de Deus Pai.
2. Presença de Deus.


III. ASPECTOS DA ADORAÇÃO CRISTÃ

1. Administrando o culto a Deus.
a) Leitura da Palavra.  (Ne 8.5,6).
 INCLINARAM-SE E ADORARAM O SENHOR. Este capítulo da Bíblia descreve um dos maiores cultos de adoração ao Senhor, de todos os tempos. Deus deseja a adoração do seu povo e o conclama a adorá-lo continuamente
 http://www.armazemnadia.com.br/henrique/Arvore%20do%20Conhecimento%20-%20Biblia.HTM

b) Pregação e ensino da Palavra de Deus. (2 Cr 34.30-33).
c) O cântico na adoração.  (Sl 136; Sl 126.3). (Ex 15.1-21).
d) A oração na adoração. http://www.armazemnadia.com.br/henrique/ORACAO.HTM
e) Contribuição e adoração. http://www.armazemnadia.com.br/henrique/DIZIMO.htm


CONCLUSÃO
O homem foi criado para a glória de Deus, que deseja e espera receber o devido louvor de sua criação (Is 43.7). A adoração do crente deve ser direcionada única e exclusivamente a Deus (Mt 4.10), pois, nas Escrituras, encontramos as principais razões para assim  procedermos, “porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos” (At 17.28).
 
Sacerdote
Ministro divinamente designado, cuja principal função era representar o homem diante de Deus.
 
Comunhão com Deus
Relacionamento estreito que o crente passa a manter com Deus mediante o sacrifício de Cristo no Calvário.



A ADORAÇÃO A DEUS (BEP CPAD)
 Ne 8.5,6 “E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque  estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. E Esdras louvou o SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém!  Amém!, levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra.”

A adoração consiste nos atos e atitudes que reverenciam e honram à majestade do grande Deus do céu e da terra. Sendo assim, a adoração concentra-se em Deus, e não no ser humano. No culto cristão, nós nos acercamos de Deus em gratidão por aquilo que Ele tem feito por nós em Cristo e através do Espírito Santo. A adoração requer o exercício da fé e o reconhecimento de que Ele é nosso Deus e Senhor.

BREVE HISTÓRIA DA ADORAÇÃO AO VERDADEIRO DEUS. O ser humano adora a Deus desde o ínicio da história. Adão e Eva tinham comunhão regular com Deus no jardim do Éden (cf. Gn 3.8). Caim e Abel trouxeram a Deus oferendas (hb. minhah, termo também traduzido por “tributo” ou dádiva”) de vegetais e de animais (Gn 4.3,4).  Os descendentes de Sete invocavam “o nome do SENHOR” (Gn 4.26). Noé construiu um altar ao Senhor para oferecer holocaustos depois do dilúvio (Gn 8.20). Abraão assinalou a paisagem da terra prometida com altares para oferecer holocaustos ao Senhor (Gn 12.7,8; 13.4, 18; 22.9) e falou intimamente com Ele (Gn 18.23-33; 22.11-18).  Somente depois do êxodo, quando o Tabernáculo foi construído, é que a adoração pública tornou-se formal. A partir de então, sacrifícios regulares passaram a ser oferecidos diariamente, e especialmente no sábado, e Deus estabeleceu várias festas sagradas anuais como ocasiões de culto público dos israelitas (Êx 23.14-17; Lv 1—7; Dt 12; 16). O culto a Deus foi posteriormente centralizado no templo de Jerusalém (cf. os planos de Davi, segundo relata 1Cr 22—26). Quando o templo foi destruído, em 586 a.C., os judeus construíram sinagogas como locais de ensino da lei e adoração a Deus enquanto no exílio, e aonde quer que viessem a morar. As sinagogas continuaram em uso para o culto, mesmo depois de construído o segundo templo por Zorobabel (Ed 3—6). Nos tempos do NT havia sinagogas na Palestina e em todas as partes do mundo romano (e.g. Lc 4.16; Jo 6.59; At 6.9; 13.14; 14.1; 17.1, 10; 18.4; 19.8; 22.19). A adoração na igreja primitiva era prestada tanto no templo de Jerusalém quanto em casas particulares (At 2.46,47). Fora de Jerusalém, os cristãos prestavam culto a Deus nas sinagogas, enquanto isso lhes foi permitido. Quando lhes foi proibido utilizá-las, passaram a cultuar a Deus noutros lugares, geralmente em casas particulares (cf. At 18.7; Rm 16.5; Cl 4.15; Fm v. 2), mas, às vezes, em salões públicos (At 19.9,10).
 
AS BÊNÇÃOS DE DEUS PARA OS VERDADEIROS ADORADORES. Quando os crentes verdadeiramente adoram a Deus, muitas bênçãos lhes estão reservadas por Ele. Por exemplo, Ele promete (1) que estará com eles (Mt 18.20), e que entrará e ceará com eles (Ap 3.20); (2) que envolverá o seu povo com a sua glória (cf. Êx 40.35; 2Cr 7.1; 1Pe 4.14); (3) que abençoará o seu povo com chuvas de bênçãos (Ez 34.26), especialmente com a paz (Sl 29.11; ver o estudo A PAZ DE DEUS); (4) que concederá fartura de alegria (Sl 122.1,2; Lc 15.7,10; Jo 15.11); (5) que responderá às orações dos que oram com fé sincera (Mc 11.24; Tg 5.15); (6) que encherá de novo o seu povo com o Espírito Santo e com ousadia (At 4.31); (7) que enviará manifestações do  Espírito Santo entre o seu povo (1Co 12.7-13); (8) que guiará o seu povo em toda a verdade através do Espírito  Santo (Jo 15.26; 16.13); (9) que santificará o seu povo pela sua Palavra e pelo seu Espírito (Jo 17.17-19); (10) que consolará, animará e fortalecerá seu povo (Is 40.1; 1Co 14.26;2Co 1.3,4; 1Ts 5.11); (11) que convencerá o povo do pecado, da justiça e do juízo por meio do Espírito Santo (ver Jo 16.8 nota); e (12) que salvará os pecadores presentes no culto de adoração, sob a convicção do Espírito Santo (1Co 14.22-25).

EMPECILHOS À VERDADEIRA ADORAÇÃO. O simples fato de pessoas se dizendo crentes realizarem um culto, não é nenhuma garantia de que haja aí verdadeira adoração, nem que Deus aceite seu louvor e ouça suas orações.  (1) Se a adoração a Deus é mera formalidade, somente externa, e se o coração do povo de Deus está longe dEle, tal adoração não será aceita por Ele. Cristo repreendeu severamente os fariseus por sua hipocrisia; eles observavam a lei de Deus por legalismo, enquanto seus corações estavam longe dEle (Mt 15.7-9; 23.23-28; Mc 7.5-7). Note a censura semelhante que Ele dirigiu à igreja de Éfeso, que adorava o Senhor mas já não o amava plenamente (Ap 2.1-5). (2) Outro impedimento à verdadeira adoração é um modo de vida comprometido com o mundanismo, pecado e  imoralidade. Deus recusou os sacrifícios do rei Saul porque este desobedeceu ao seu mandamento (1Sm 15.1-23). Isaías repreendeu severamente o povo de Deus como “nação pecadora... povo carregado da iniqüidade da semente
de malignos” (Is 1.4); ao mesmo tempo, porém esse mesmo povo oferecia sacrifícios a Deus e comemorava seus dias  santos. Por isso, o Senhor declarou através de Isaías: “As vossas festas da lua nova, e as vossas solenidades, as aborrece a minha alma; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue” (Is 1.14,15). Semelhantemente, na igreja do NT, Jesus conclamou os adoradores em Sardes a se despertarem, porque “não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” (Ap 3.2). Da mesma maneira, Tiago indica que Deus não atenderá as orações egoístas daqueles que não se separam do mundo (Tg 4.1-5). O povo de Deus só pode ter certeza que Deus estará presente à sua adoração e a aceitará, quando esse povo tiver mãos limpas e coração puro (Sl 24.3,4; Tg 4.8).
 
 
Questionário da Lição 13 - A mordomia da Adoração
 
Texto Áureo:
1-O que devemos dar ao Senhor pelo seu nome?
(  ) Dízimo     (  ) Glória      (  ) Oferta
2- Em que implica o ato de adorar?
(  ) Reconhecer a idolatria e dar-lhe a Adoração     (  ) Reconhecer a soberania e dar-lhe a glória
Introdução:
3- O que é a mordomia da adoração para a Igreja?
(  ) Doutrina essencial      (  ) Doutrina dispensável     (  ) Desprazer essencial 
Tópico I – Mordomia da Adoração a DEUS:
4- Que tipo de adoração não tem espaço na teologia bíblica?
(  ) Adoração de coisas ou objetos     (  ) Adoração a DEUS    (  ) Adoração JESUS
5- Qual o sentido de adoração no Novo Testamento?
(  ) Prostrar-se diante de alguém maior, ou de render homenagem
(  ) Prostrar-se diante de alguém menor, ou exaltar ao homem
6- Em que se constitui tudo o que a Igreja faz e realiza na vida diária em obediência às escrituras?
(  ) Numa forma de Adoração     (  ) Numa forma e Idolatria     (  ) Numa forma de entidade
7- O que DEUS não despreza?
(  ) Um coração quebrado e triste    (  ) Um coração quebrantado e contrito     (  ) Um coração amassado e frio
Tópico II – Razões para a Adoração
8- De que modo o homem foi criado para adorar ao criador?
(  ) De modo preso e espontâneo     (  ) De modo livre e instantâneo     (  ) De modo livre e espontâneo
9- De que maneira DEUS revelou JESUS em Colossenses?
(  ) A imagem do DEUS invisível (  ) O primogênito de toda criação (  ) Estão corretas as duas anteriores
10- O que dizer "Emanuel"?
(  ) DEUS conosco      (  ) DEUS longe     (   ) DEUS sempre
11- DEUS se revela através de qual pessoa?
(   ) De nosso pastor     (  ) Da Igreja     (  ) De JESUS
Tópico III – Aspectos da Adoração Cristã:
12- Como deve ser o culto a DEUS?" Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso
(  ) Com Leitura da Palavra ( ) Com Tristeza ( ) Com pregação e ensino da Palavra
(  ) Com Idolatria ( ) Com Malícia ( ) Com cântico de Adoração
(  ) Com oração ( ) Com contribuição ( ) Com Adoração
13- O que tem sido um hábito positivo e indispensável aos cultos cristãos?
(  ) Ficar de pé    (  ) O Pastor iniciar o culto     (  ) A leitura pública
14- Através de que o homem pode reconhecer DEUS como seu único Senhor e Salvador?
(  ) Da pregação e descuido da Palavra de DEUS     (  ) Da pregação e ensino da Palavra de DEUS
15- Os cânticos devem elevar o povo à presença de quem?
(  ) Dos cantores     (  ) Dos irmãos     (  ) De DEUS
16- O que a oração coletiva promove?
(  ) União, confraternização e comunhão     (  ) Desunião, confraternização e comunhão
17- O que faz parte da Adoração cristã e traz bênçãos?
(  ) A entrega dos hinos mundanos     (  ) A entrega dos dízimos e ofertas
Conclusão:
18- Para que foi criado o homem?
(  ) Para sua própria glória e de DEUS     (  ) Para a glória de DEUS
19- Complete:
"Porque Nele ___________, e nos movemos, e _____________" (At 17.28)
 
 
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