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VERDADE PRÁTICA
A salvação
LEITURA BÍBLICA EM
CLASSE - Romanos 14.13-23; 15.1-3
Romanos 14.13-23:
13 Assim que não nos
julguemos mais uns aos outros; antes, seja o vosso propósito não pôr tropeço
ou escândalo ao irmão.
I-
O
AMOR CRISTÃO:
1. Uma vida nova.
É impossível falar do salvo em
Cristo sem se referir ao verdadeiro amor cristão.
-A nova vida em Cristo
concretiza-se no amor de Deus.
2. Deus nos amou
primeiro. O amor com o qual os
cristãos devem amar-se uns aos outros é um reflexo do amor de Deus em
Cristo.
3. Edificados em amor.
-Amar uns aos outros é um
mandamento do Senhor Jesus.
-O amor é um elemento
essencial para a vida e o crescimento da Igreja.
Casa de Carnes -
Açougue
| RESUMO DO TRIMESTRE - CPAD - 1º TRIMESTRE - 2006 | ||
| LIÇÕES | PARTES E TÓPICOS | BREVE COMENTÁRIO |
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Lição
1
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I. A RAZÃO DA CARTA
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"O Plano da Carta aos Romanos" Paulo destaca alguns aspectos principais na carta aos Romanos. A doutrina da salvação é apresentada dentro de 4 itens essenciais: o teológico (1.18-5.11); o antropológico (5.12-8.39); o histórico (9.1-11.36) e o ético (12.1-15.33). Esse plano alcança toda a obra e contém verdades incontestáveis e irremovíveis. 1. Na esfera Teológica (1.18-5.11). Paulo apresenta a condição perdida dos homens, sem a mínima possibilidade de salvação por méritos próprios. Logo depois, Cristo é a solução, visto que, por meio de sua morte, todos podem ser justificados da condenação. O pecador é justificado mediante a obra expiatória de Cristo Jesus. 2. Na esfera Antropológica (5.12-8.39). Nestes textos a vida assume nova perspectiva. A ilustração do primeiro e segundo Adão, coloca o crente de frente a uma nova realidade espiritual. O primeiro Adão foi vencido pelo pecado, mas o segundo o venceu por todos os homens. Em Cristo, o homem assume um novo regime de vida sob a orientação do Espírito Santo. 3. Na esfera Histórica (9.1-11.36). Paulo destaca a questão da rejeição de Israel ao plano divino. A doutrina da salvação é apresentada de forma explícita. Um grupo de judeus cristãos ainda amarrado às exigências da religião judaica, queria impor sobre os gentios convertidos os mesmos requisitos exigidos pela lei mosaica. Entretanto, Paulo apresentou a obra salvadora de Cristo com sentido universal, extensiva a todos os homens. 4. Na esfera Ética (12.1-15.33). Paulo apresenta algumas implicações do Evangelho para a vida diária. Responsabilidades éticas para com a igreja, a família e a vida material são colocadas em destaque." (CABRAL, Elienai. Romanos: o Evangelho da Justiça de Deus. 7 ed., RJ: CPAD, 2003, p. 17.) |
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Lição
2
A CORRUPÇÃO DA HUMANIDADE |
I. A
ira de Deus CONTRA O
MAL |
"A Prostituição
Sagrada em Roma"
No calendário
romano, havia festas exclusivas para homenagear os deuses da
fecundidade. As prostitutas seculares e cultuais eram as
protagonistas das festividades. Vinte e três de abril era o período
das Vinalia, comemorações nas quais se
rendiam culto a Júpiter e a Vênus
Ericina, conhecida como a "deusa das
prostitutas". No templo desta deusa,
próximo à porta da Colina, reuniam-se todas as prostitutas
romanas e os rufiões para adorá-la, comprar e vender prostitutas.
Durante os dias de 28 de abril a 3 de
maio, a deusa Flora era homenageada e sua festa oficial era
conhecida pelo nome de Floralia. Nestas
reuniões, todas as prostitutas cultuavam a deusa vestindo-se com
roupas coloridas que representavam as flores do campo e, no templo,
realizava-se a herogamia, seguida de
relações sexuais que extrapolavam os limites templários, invadindo
as ruas e lugarejos. No entanto, entre os romanos, ainda se
destacavam as festas da Bonadéia, cuja
tradição remonta à história de um incesto entre Fauno e sua filha (Bonadéia),
que foi morta por não satisfazer os desejos incestuosos do pai.
Estas comemorações eram ritos de fertilidade, nos quais, por meio
das relações sexuais entre e com as sacerdotisas, a fecundidade
geral era estimulada. Os Lupercais, ou
rituais de purificação e de fecundidade, eram esperados por todos os
rufiões da cidade. Nesta festa, todo tipo de diversão duvidosa e
indecente era praticado. Os Lares, que eram os deuses da fecundidade
encarregados de proteger as residências e as encruzilhadas, eram
ornados com flores na primavera e no verão. Os flâmines e
flamínicas, isto é, os casais de sacerdotes sagrados dos
divos e divas, comandavam todo o ritual
orgiástico das festividades romanas. E o
que dizer das Sartunalia, festas em
honra ao deus Saturno, celebrado durante sete dias no mês de
dezembro, em que escravos e prostitutas realizavam toda espécie de
orgias e excessos sexuais? E do culto a Príapo,
da lascívia e luxúria, cultuado no
Helesponto,
Mísia e em Roma?
No período do
apóstolo Paulo e dos primeiros pais da Igreja, muitos desses rituais
não se realizaram com menos intensidade. [...] Sabemos que os
missionários cristãos enfrentaram reminiscências dessa cultura pagã
em diversos momentos de suas viagens missionárias (At
14.11-18; 19.23-40). Certas recomendações paulinas tratam dos
problemas relacionados aos cultos e sacrifícios pagãos (1
Co 8). Provavelmente, Romanos 1.20-32
seja uma explícita referência aos costumes sexuais pagãos |
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Lição
3 A justiça de Deus |
I.
Os moralistas
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"Três meios pelos quais Deus julga os homens" Essa tríplice forma do juízo divino baseia-se no princípio da justiça universal, que alcança todos os homens: judeus e gentios. Os judeus condenavam a pecaminosidade e a idolatria dos gentios, e por isso consideravam ter 'prerrogativa moral' para julgá-los, mas Paulo os coloca na mesma balança divina. Sabem fazer avaliações e distinções morais, mas não sabem aplicá-las à sua própria experiência. 1. Deus julga através da verdade (2.2-5). 'Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade' (2.2). Que podemos entender nessa declaração? O julgamento de Deus é instituído aqui em razão dos pecados do paganismo gentio e do falho moralismo dos judeus em condenar os gentios. A questão do pecado é uma só para todos. Uma vez que tenha pecado, qualquer um incorre na condenação de Deus. Paulo declara que os gentios pecaram (1.18-32) e os judeus também. (2.17-3.8)[...] 2. Deus julga conforme as obras de cada um (2.6-11). 'Deus retribuirá a cada um segundo o seu procedimento'. Esse princípio não é novo, pois tanto o Antigo quanto o Novo Testamento estão repletos de referências a esse princípio (Sl 62.12; Pv 24.12; Jr 10.10; Mt 16.27; 1 Co 3.8; Ap 2.23). Os judeus buscavam imunidade numa forma de 'defesa especial', baseada no privilégio racial. Porém, essa pretensão é rejeitada pela perfeita justiça divina que declara a sua culpabilidade. Deus é imparcial em seu juízo sobre o pecador, e independe de privilégios ou outra razão qualquer, pois cada homem será julgado por seus próprios atos. O homem é moralmente responsável, por isso deve ser julgado conforme suas obras pessoais. 3. Deus julga conforme a Lei (2.12-16). Há dois tipos de leis que regem o julgamento dos homens segundo o contexto sugere [...]: 'todos os que pecaram sem lei' (2.12), que diz respeito aos gentios que desconheciam a lei de Deus dada aos judeus; 'todos os que com lei pecaram' (2.12), refere-se aos judeus [...]." (CABRAL, Elienai. Romanos: o Evangelho da Justiça de Deus. 7 ed., RJ: CPAD, 2003, p. 39-42.) |
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Lição
4 A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ EM CRISTO |
I. A
JUSTIFICAÇÃO
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"A Justificação" Assim como a regeneração leva a efeito uma mudança em nossa natureza, a justificação modifica a nossa situação diante de Deus. O termo 'justificação' refere-se ao ato mediante o qual, com base na obra infinitamente justa e satisfatória de Cristo na cruz, Deus declara os pecadores condenados livres de toda a culpa do pecado e de suas conseqüências eternas, declarando-os plenamente justos aos seus olhos. O Deus que detesta 'o que justifica o ímpio' (Pv 17.15) mantém sua própria justiça ao justificá-lo, porque Cristo já pagou a penalidade integral do pecado (Rm 3.21-26). Constatamos, portanto, diante de Deus como plenamente absolvidos. Para descrever a ação de Deus ao justificar-nos, os termos empregados pelo Antigo Testamento (heb. tsaddiq: Êx 23.7; Dt 25.1; 1 Rs 8.32; Pv 17.15) e pelo Novo Testamento (gr. dikaio: Mt 12.37; Rm 3.20; 8.33,34) sugerem um contexto judicial e forense. Não devemos, no entanto, considerá-la uma ficção jurídica, como se estivéssemos justos sem, contudo, sê-lo. Por estarmos nEle (Ef 1.4,7,11), Jesus Cristo tornou-se a nossa justiça (1 Co 1.30). Deus credita ou contabiliza (gr. logizomai) sua justiça em nosso favor. Ela é imputada a nós. Em Romanos 4, Paulo cita dois exemplos do Antigo Testamento como argumento em favor da justiça imputada. A respeito de Abraão, diz que 'creu ele no Senhor, e foi-lhe imputado [heb.chashav] isto por justiça' (Gn 15.6). Isto ocorreu antes de Abraão ter obedecido a Deus no tocante à circuncisão, sinal da aliança. De modo talvez ainda mais dramático, Paulo cita Salmos 32.2, no qual Davi pronuncia uma bênção sobre 'o homem a quem o Senhor não imputa maldade' (Rm 4.8; 2 Co 5.19) [...]" (PECOTA, Daniel B. A obra salvífica de Cristo. In HORTON, S.M. Teologia sistemática. RJ: CPAD, 1996, p. 372.) |
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Lição
5 A DOUTRINA DA graça de Deus |
I.
COMPREENDENDO A GRAÇA
1. Definição.
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"A graça liberta-nos" Em Romanos 6, Paulo faz-nos a pergunta crucial: 'Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?' (v.2). Como podemos nós, que temos sido justificados, não viver justamente? Como podemos nós, que temos sido amados, não amar também? Como podemos nós, que temos sido abençoados, não abençoar? Como podemos nós, a quem se oferece a graça, não viver graciosamente? Paulo parece chocado com tal possibilidade! Como poderia a graça resultar em qualquer coisa que não um viver gracioso? 'Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma!' (vv.1,2a). O termo para esta filosofia é antinomianismo: anti significa 'contra', e nomi, 'lei moral'. Os promotores da idéia vêem a graça mais como uma razão para se fazer o mal, do que para fazer o bem. A graça concede-lhes um brevê para o mal. Quanto piores forem os meus atos, melhor Deus aparecerá. Esta não é a primeira referência de Paulo sobre o assunto. Lembra de Rm 3.7? 'Mas, se pela minha mentira abundou mais a verdade de Deus para glória sua, por que sou eu ainda julgado também como pecador?' Que desculpa! Ninguém respeitaria um mendigo que recusasse trabalho, alegando: 'Estou dando ao governo a oportunidade de demonstrar sua benevolência'. Zombaríamos de tal hipocrisia. Não há toleraríamos, e não a cometeríamos. (LUCADO, Max. Nas garras da graça. RJ: CPAD, 1999, p.111). |
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Lição
6
A Consagração do Crente |
I. A NATUREZA
DA carne
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"O empecilho para
a obra do Espírito" (Rm 8.5-8)
Paulo demonstrou,
nos versículos 1-4, que ninguém pode ter santidade sem primeiro
receber a justificação; agora, nos versos 5-11, revela que se alguém
não vive em santidade, não recebeu a justificação. Noutras palavras,
uma vida santa é a evidência prática de alguém que foi regenerado
para com Deus. A pessoa verdadeiramente salva não viverá 'na carne',
porque a carne é inimiga do Espírito.
1. O princípio.
'Porque os que são segundo a carne inclinam-se paras as coisas da
carne; mas os que são do Espírito, para as coisas do Espírito'. A
palavra 'carne representa a natureza antiga e pecaminosa que não
recebeu a renovação e vive segundo o homem não regenerado. Pode ser
considerada a 'baixa natureza', ou a 'natureza animalesca'. A
expressão abrange tanto a totalidade da vida não renovada e que vive
longe de Deus, como todas as atividades em que o
eu-próprio é o centro. Quando alguém
coloca Deus no centro da sua vida, passa a andar segundo o Espírito.
2. O resultado.
'Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito
é vida e paz'. O termo 'morte' se refere
não apenas a morte física, mas a separação presente e futura de
Deus, fonte de toda vida espiritual.
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Lição
7 A Chamada Divina e o Livre-Arbítrio |
I.
A chamada para a salvação
|
"O Verdadeiro
Sentido da Doutrina da Predestinação.
A palavra
'predestinação' procede do grego, 'proorizo',
e aparece cerca de seis vezes na páginas
do Novo Testamento. Uma vez é traduzida por 'ordenou antes' (1
Co 2.7); outra, por 'anteriormente
determinado' (At 4.28); e quatro, por
'predestinar' (Rm 8.29,30;
Ef 1.5,11) . O termo significa
"destinar por antecipação'. Vejamos o
que, segundo a Bíblia, é determinado por antecipação.
1.Fomos
predestinados
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Lição
8 A Eleição e o Futuro de Israel |
I.
A Eleição de Israel |
"A Doutrina da
Salvação em relação a Israel
Os capítulos 9,
10 e 11 formam um parêntese dentro da seqüência doutrinária, quando
o apóstolo Paulo confronta a 'sorte de Israel' no plano da salvação.
Esses capítulos formam uma trilogia especial.
a) O capítulo 9
trata da soberania divina para com Israel, focalizando a eleição da
nação israelita como 'povo escolhido de Deus' e girando em torno do
passado. O capítulo 10 trata da responsabilidade humana de Israel e
focaliza a sua rejeição no presente. O capítulo 11 apresenta a
bênção salvadora para Israel, como resultado da misericórdia de
Deus.
b) No capítulo 9,
as promessas de Deus são para os fiéis, mediante a fé
nEle, e não a
conformidade exterior à lei. No capítulo 10, Paulo destaca que é
impossível escapar da culpa do pecado. Portanto, recusar a obra
expiatória de Jesus é transgressão total e indesculpável. No
capítulo
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Lição
9 FIDELIDADE NO Uso dos Dons |
I.
Um apelo à Consagração
pessoal |
"Os dons
individuais (12.6-8)
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Lição 10
O CRISTÃO E O ESTADO |
I. EMBORA
CIDADÃOS DOS CÉUS, Vivemos
no mundo |
"O que a Igreja pode sofrer com os maus políticos A Igreja poderá sofrer grandemente com a ação de homens ímpios. Há no Congresso projeto de lei propondo a 'união civil entre pessoas do mesmo sexo', que nada mais é a legalização pura e simples do homossexualismo, considerado, na Bíblia, um pecado gravíssimo, 'uma abominação ao Senhor' (Lv 18.22,23; Rm 2.24-28). Recentemente, outro projeto legalizando o aborto, já foi apresentado. Em breve poderão vir projetos, legalizando a eutanásia, a clonagem, o jogo do bicho, os cassinos, e a maconha, além de outros que destroem a dignidade humana. Quem faz as leis? Os pastores? Os evangelistas? Os missionários? Não! São aqueles que são eleitos, inclusive com o voto dos cristãos. Portanto, é tempo de despertar. De agir com santidade, mas sem ingenuidade. [...] No texto de Romanos 13.1-4, vemos que a Bíblia considera legitimo o exercício da autoridade humana, acentuando o papel das 'autoridades superiores'. Aqui não se tratam de anjos ou arcanjos, mas de autoridades constituídas legalmente. Entre essas, sem dúvida, inserem-se as autoridades políticas, detentoras de mandato representativo. São elas que fazem as leis que têm influência sobre toda a sociedade, na qual está incluída a igreja cristã. [...] É por demais eloqüente a afirmação de Jesus, perante Pilatos, quando o governador diz que tinha poder para mandar prendê-lo ou soltá-lo. De modo claro, o Senhor afirmou que o poder político que o governador tinha, ele o recebera 'de cima', ou seja, dos céus." (Lima, Elinaldo R. Ética Cristã. RJ: CPAD, 2002, p. 204-5, 208). |
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Lição 11
Vivendo como salvos |
I.
O amor cristão
1. O amor ao
próximo.
2. O amor que
procede do Espírito.
3. O amor
cristão é prático.
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"O seviço cristão em relação às autoridades" (13.1-7). O serviço cristão nesta esfera alcança toda a sociedade, e o crente deve ter um comportamento à altura dos verdadeiros ideais do cristianismo. 13.1. Toda alma esteja sujeita às potestades superiores. O apóstolo recomenda a submissão à autoridade constituída. A seguir, o texto declara a razão por que devemos nos submeter às autoridades: 'Porque não há potestades que não venham de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus'. A palavra potestade refere-se a autoridade, ou poder delegado. Nesta parte do versículo, Paulo declara que toda a autoridade vem de Deus. 13.2. Neste versículo o resistir às autoridades significa resistir a Deus, por isso estamos legalmente obrigados a reconhecer e a obedecer às autoridades constituídas. Resistir à autoridade é opor-se à lei divina, pois Deus mesmo reconhece a lei civil. Quebrar a lei ou transgredi-la implica em conseqüências negativas, isto é, em condenação, não só da parte das autoridades civis, mas também da parte de Deus. 13.6,7. Temos responsabilidade para com as autoridades. Não só devemos acatá-la e obedecer-lhes na 'letra da lei', mas devemos cumprir os seus regulamentos. Paulo declara que, por razão de consciência, devemos também 'pagar tributos'. No versículo 7 diz: 'Dai a cada um o que deveis'. Esse é um dever de todo o crente. Se for tributo, dê-se a quem se deve dar tributo. Se o temor, dê-se a quem se deve temor, isto é, resp eito e reverência. Se é honra, dê-se honra a quem deva honra." (ELIENAI, Cabral R. Comentário bíblico Romanos. RJ: CPAD, 1999, p.138, 139.) |
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Lição 12
A TOLERÂNCIA PARA COM OS FRACOS NA FÉ |
I. DEVEMOS NOS
ACEITAR MUTUAMENTE
1. Cristo nos
aceita do modo como somos.
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"Grande parte da
discussão no capítulo 14 diz respeito a certos tipos de alimento que
são imundos.
A palavra grega 'koinos' (imundo,
impuro) era usada pelos judeus para simbolizar o que era profano ao
invés do que era sagrado (Mc 7.2,5). A
proeminência deste conceito em Romanos 14 também sugere que a
disputa dietética entre os crentes romanos estava sendo continuada
entre judeus, que desejavam observar os regulamentos dietéticos, e
gentios, que não tinham interesse em tal restrição de liberdade.
A controvérsia na
comunidade cristã em Roma gira em torno das práticas de comer carne,
da observância de certos dias como mais santos que os outros e do
vinho (a última atividade recebe menos ênfase no texto). Os que
comiam carne, bebiam vinho e
desconsideravam o valor particular relacionado a certos dias são
chamados de 'forte' (Rm 15.1); os que
faziam o oposto são os 'fracos' (15.1), ou débeis na fé'. A
associação dos fracos com os que se privam
de comer carne por causa das categorias de limpo e imundo (Rm
14.2,14) mostra que os judeus eram os que Paulo considerava fraco, e
os gentios, fortes.
Claro que esta é
uma simplificação do assunto. As divisões nas igrejas que se reuniam
nas casas romanas não estavam tão nitidamente delineadas na linha
étnica. Certamente havia judeus como Paulo que apoiavam os 'fortes'.
Reciprocamente, havia alguns gentios convertidos ao cristianismo
que, tendo entrado na Igreja pela sinagoga como pessoas tementes a
Deus ou mesmo como prosélitos judeus, favoreciam a retenção das
práticas judaicas que eles tinham adotado. É natural que estas
pessoas teriam esperado que os outros cristãos seguissem esse mesmo
padrão de obediência à lei de Deus.
[...] A
preocupação dos fracos era com a preservação de certas práticas que
eles consideravam expressões necessárias da fé cristã. A questão,
como Paulo a vê, não é sobre legalismo -
se for entendido como um sistema no qual certos
rituais são observados como meio de se obter a graça -,
porque Paulo aborda os fracos como os que já foram aceitos por Deus
(Rm 14.3; 15.7). Em outras palavras, a
questão não é sobre como se tornar crente, mas como agir como tal.
Nas palavras de
Cranfield, estes crentes judeus sentiam
que 'era somente ao longo deste caminho particular que eles podiam
expressar obedientemente sua resposta de fé à graça de Deus |
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Lição 13
O AMOR É A ESSÊNCIA DA VIDA CRISTÃ |
I.
O amor cristão
|
"Os Limites da
nossa Liberdade (14.13-21)
Enquanto o
primeiro estágio do argumento de Paulo tratou de atitudes de
julgamento, o segundo incita o ouvinte a considerar que tipo de ação
é apropriado numa comunidade formada pela aceitação graciosa de Deus
de todos os crentes.
Os termos tropeço
e escândalo (v.13) são usados de modo sinônimo como metáforas para
algo que faz alguém perder a fé. O 'tropeço' é algo que pode fazer
alguém tropeçar; um 'escândalo', que se referia originalmente ao
pedaço de madeira que mantinha aberta a armadilha para animais, é
usado no Antigo e Novo Testamento como algo que poderia levar a
pessoa a pecar. A imagem é clara: O exercício aberto de liberdade
pelos fortes apresenta uma tentação para os fracos, o que poderia
resultar em queda no pecado.
Para ouvir a
força da combinação destas palavras, temos de recordar o uso destes
dois conceitos em Romanos 9.33, onde aparecem na citação de Isaías
8.14. Lá, o tropeço ('uma pedra que os faz cair') se refere
a Cristo. Os judeus tropeçaram em Cristo,
ou seja, eles ficaram ofendidos com Ele, e ao rejeitarem Jesus como
Messias eles rejeitaram a iniciativa salvadora de Deus.
Semelhantemente, em Romanos 14 Paulo
exorta os gentios a evitar qualquer ação que possa levar outros
judeus a perder a fé
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OBSERVAÇÃO: Caro
professor(a), copie esta tabela para o
Word para estudar o resumo das lições, depois retire a parte dos
comentários e fique somente com a parte da estrutura das lições
para ser apresentado o resumo na igreja. Se possuir
retro-projetor imprima o resumo dos
tópicos |
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