Lição 13 - A DOUTRINA PRODUZ O AVIVAMENTO - 24
de dezembro de 2006
QUARTO TRIMESTRE DE 2006
TEMA – As verdades centrais da fé cristã
COMENTARISTA : Claudionor Correa de Andrade

É seguindo fielmente os trilhos que a locomotiva,
balançando e apitando, chega a seu destino, Assim também aqueles que querem
adentrar as mansões celestiais devem seguir firmes os ensinamentos da Bíblia,
a Palavra de DEUS, sabendo que muitas serão as tribulações da viagem, mas
prossegue-se pregando o evangelho e transmitindo a todos os passantes que JESUS
está chegando.
Lição 13 - A DOUTRINA PRODUZ O AVIVAMENTO
TEXTO
ÁUREO:
“Ouvi,
SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no
meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia” (Hc 3.2).
VERDADE
PRÁTICA
O avivamento só é possível através do estudo amoroso, persistente e sistemático da Bíblia Sagrada.
LEITURA
BÍBLICA EM CLASSE
NEEMIAS
8.2,3,5,6
1
E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o
povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e
disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o
SENHOR tinha ordenado a Israel.
2
E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens
como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo
mês.
3
E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva
até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo
o povo estavam atentos ao livro da Lei.
4
E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para
aquele fim; e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema,
e Anaías, e Urias, e Hilquias, e Maaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e
Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão.
5
E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de
todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé.
6
E Esdras louvou o SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém!?,
levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra.
7
E Jesua, e Bani, e Serebias, e Jamim, e Acube, e Sabetai, e Hodias, e Maaséias,
e Quelita, e Azarias, e Jozabade, e Hanã, e Pelaías, e os levitas ensinavam ao
povo na Lei; e o povo estava no seu posto.
8
E leram o livro, na Lei de Deus, e declarando e explicando o sentido, faziam
que, lendo, se entendesse.
9
E Neemias (que era o 3tirsata), e o sacerdote Esdras, o escriba, e os levitas
que ensinavam ao povo disseram a todo o povo: Este dia é consagrado ao SENHOR,
vosso Deus, pelo que não vos lamenteis, nem choreis. Porque todo o povo
chorava, ouvindo as palavras da Lei.
8.1
TODO O POVO SE AJUNTOU. Os caps. 8-10 descrevem um dos maiores avivamentos do AT
e apontam vários princípios fundamentais para um avivamento e renovação
espirituais. O avivamento e a renovação, procedem exclusivamente de Deus. Os
instrumentos que o propiciam são: a Palavra de Deus (vv. 1-8), a oração (v.
6), a confissão de pecados (cap. 9), um coração quebrantado e contrito (v.
9), renúncia às práticas pecaminosas da sociedade contemporânea (9.2) e
renovação do compromisso de andar segundo a vontade de Deus e de fazer da
Palavra de Deus o nosso viver (10.29).
8.3
ESTAVAM ATENTOS AO LIVRO DA LEI. O avivamento teve início mediante um autêntico
retorno à Palavra de Deus e um esforço decisivo para a compreensão da sua
mensagem (v. 8). Durante sete dias, seis horas por dia, Esdras leu o livro da
lei (vv. 3,18). Uma das principais evidências de um avivamento bíblico entre o
povo de Deus é a grande fome de ouvir e ler a Palavra de Deus.
8.6
INCLINARAM-SE E ADORARAM O SENHOR. Este capítulo da Bíblia descreve um dos
maiores cultos de adoração ao Senhor, de todos os tempos. Deus deseja a adoração
do seu povo e o conclama a adorá-lo continuamente (cf. Sl 29.2; 96.9).
8.7
ENSINAVAM AO POVO NA LEI. Por meio de Esdras e dos levitas, vemos o que deve
acontecer sempre que a Palavra de Deus for ministrada aos fiéis. Muitos dos que
voltaram do exílio, já não entendiam o hebraico, uma vez que o seu idioma era
agora o aramaico.
Por
isso, quando as Escrituras eram lidas em hebraico, um grupo de homens dedicados
fazia a interpretação para o aramaico, de tal maneira que os fiéis pudessem
compreendê-las a aplicá-las à sua vida. Deste modo, o povo se regozijou
"porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber" (v. 12). A
Palavra como revelação divina, o arrependimento, o avivamento espiritual e a
alegria estão todos potencialmente presentes; eles serão desencadeados pelo
Espírito Santo, através de mensageiros ungidos que proclamem a Palavra de
Deus, com clareza, poder e convicção.
8.9
TODO O POVO CHORAVA, OUVINDO AS PALAVRAS DA LEI. Quando o povo ouviu e entendeu
a Palavra de Deus, todos experimentaram uma profunda convicção do pecado e da
culpa. (1) Os trechos da lei que continham uma clara revelação da condição
espiritual do povo podem ter sidos Lv 26 e Dt 28; trechos estes que falam da bênção
ou juízo divino, conforme a obediência ou desobediência do povo à Palavra de
Deus. (2) Nos avivamentos, o choro, quando acompanhado de profundo
arrependimento (cf. cap. 9), é um sinal da operação do Espírito Santo (ver
João 16.8 nota). Sentir tristeza pelo pecado e abandoná-lo resulta em perdão
divino e
alegria
da salvação (ver v. 10 nota; Mt 5.4).
Avivamento
Hc
3.2 Ouvi, SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos
anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia.
Por que razão
um Deus justo silencia e nada faz, quando os ímpios (neste caso, Babilônia uma
nação pagã e perversa) devoram aqueles que são mais justos do que eles? Esta
foi a maior dúvida e queixa de Habacuque quando escreveu seu livro. O
profeta sabia que o povo em pecado, se inclinando para a violência e injustiça
seria, obviamente, submetido ao juízo divino. Ele também tinha convicção de
que os caldeus serviriam apenas como instrumento deste justo castigo. Porém,
apesar de toda compreensão, ele precisava urgentemente interceder por seu povo.
Em meio a tantas indagações, o profeta ora fervorosamente ao Senhor
solicitando-Lhe providências e a sua manifestação poderosa em favor de sua nação,
pois, caso contrário, não
sobreviveriam
diante do poderio babilônico. Era necessário uma revolução espiritual para
despertar o povo para o arrependimento e, quem sabe, usufruírem da
misericórdia, benevolência e renovação do Senhor.
1) Medite
nos Salmos 80.18,19; 85.4-7; 138.7,8 e responda a pergunta: O que significa
avivamento nesses textos?
2) Qual a bênção
do avivamento descrita em Oséias 6.1-3 e 14.7?
3) Como você
acha que sua igreja pode vivenciar o avivamento?
4) Qual
seria o efeito de uma avivamento em sua comunidade?
INTRODUÇÃO
Livro de
Habacuque, um profeta de Judá, quase desconhecido, mas o que Deus a ele
transmite sobre avivamento é de grande peso espiritual e precisa ser cada vez
mais conhecido pelo povo de Deus.
I.
O AMBIENTE DO AVIVAMENTO
O
profeta Habacuque escreveu o seu livro pouco antes do seu povo ser subjugado
pelos babilônios e levado
1.
Oração profunda.
“Oração do profeta Habacuque” (v.1).
Oração
pessoal, a partir do profeta de Deus. Todos devem orar muito por um avivamento
poderoso, glorioso e soberano, enviado por Deus.Todos os avivamentos da Bíblia
e da história da igreja foram marcados e conservados na atmosfera da oração,
jejum, arrependimento, confissão expontânea, quebrantamento de espírito,
humilhação diante de Deus e santidade.
Há crentes
que até oram bem quando em grupo, no culto ou noutro lugar, mas sozinhos não;
mas precisamos intensificar também a nossa oração intercessória pessoal pela
obra de Deus, como fez Habacuque.
2.
Louvor no Espírito.
“Sobre sigionote” (v.1). Trata-se de um termo musical plural, cujo singular
(“sigaiom”)
aparece na epígrafe do Salmo 7. É uma diretriz para o regente de música sacra
na casa de Deus, que o nosso espaço aqui não comporta detalhar. É também o
caso do termo musical “selá” que aparece em 3.3,9,13. Habacuque foi
certamente um obreiro levita músico. Em 3.16 ele faz alusão a “meus
instrumentos de música”. Ele era um crente-músico, que dependia primeiro da
fé em Deus (2.4), e não primeiramente um músico-crente, que dependesse
primeiro da música.Uma igreja reavivada inclui abundante “música de Deus”
(1 Cr 16.42). Em inúmeras congregações nossas, a verdadeira música sacra
morreu; seu espaço é preenchido com música e canto tipo passatempo, diversão,
animação; sem peso, sem mensagem, sem vida, sem unção, sem melodia, sem graça,
sem oração, sem endereço, sem nada.Quando teremos outra vez no culto profetas
de música realmente sacra, santa, bíblica, espiritual? “Cânticos
espirituais”, que brotam primeiro como fontes, do coração crente (Ef
5.19).3. A Palavra de Deus. “Ouvi, Senhor, a tua Palavra” (v.2). A Palavra
de Deus abundante, fluente, poderosa, revigorante e renovadora é o
grande
agente divino para o avivamento. Hoje a Palavra saiu dos púlpitos da maioria
das igrejas e foi substituída ardilosamente e quase sempre por música, festas,
jograis e apresentações que são “sacrifícios de tolos” que Deus
aborrece.Mas não é só no culto que a mensagem do evangelho foi abafada; também
nos periódicos, nas emissoras, no vídeo, etc.
3.Temor
de Deus. “E
temi” (v.2). Sem renovação espiritual constante na sua vida, o crente perde
aos poucos o repúdio ao pecado, sua sensibilidade espiritual diminui e o temor
de Deus também. Isso afeta seriamente as coisas de Deus, os valores
espirituais, principalmente a santidade de vida e a retidão no viver cotidiano.
4.
Renovação espiritual.
“Aviva, ó Senhor, a tua obra” (v.2). Precisamente falando, avivar, tem a
ver com quem já morreu, e reavivar, com quem ainda tem vida. O anjo da igreja
de Sardo tinha nome no rol dos vivos, mas estava morto espiritualmente (Ap 3.1).
A nova vida em Cristo é chamada ressurreição (Cl 3.1; 2.13; Ef 2.1; 5.14).
Verdades pertinentes à renovação espiritual:
a)
Avivamento do povo.
A “obra” de Deus a ser avivada no v.2 é o seu povo e não as instituições,
seus pertences e objetos. Ver Is 29.23 “seus filhos, a obra das minhas mãos”;
Ef 2:10 “somos feitura sua, criados
a)
O momento do avivamento.
“No meio dos anos” (v.2). Isto é, agora. “Meio” fala também de equilíbrio.
b)
O esvaziamento do eu.
“Lembra-te da misericórdia” (v.2). No avivamento, méritos humanos são
esquecidos e só Deus é glorificado do maior ao menor, na unidade do Espírito.
II.
OS FATOS DO AVIVAMENTO
O
profeta Habacuque primeiro “viu” certos fatos de um avivamento (1.1; 2.2,3;
3.7). Ele era homem de fé, a qual vê o invisível de Deus, que a visão
espiritual comum não alcança. Mas o profeta também “ouviu” de Deus
(3.2,16). No avivamento que iniciou-se em Jerusalém e propagou-se pela Judéia,
Samaria e até aos confins da terra, certos fatos sobrenaturais aconteceram.
Ouviu-se do céu um som como de um volumoso vento, rápido e forte. Foram vistas
línguas repartidas como que de fogo. O Espírito Santo encheu a todos, e
falaram noutras ínguas.
O que
chamam de avivamento em muitos lugares não é “do céu” (At 2.2), mas de
homens e mulheres, que estão enganando, ou foram enganados.
1.
O que Deus fez ontem pode fazer hoje.
“Deus veio de Temã” (v.3).A partir daqui o profeta faz um resumo dos feitos
miraculosos de Deus ao tirar Israel da servidão do Egito, conduzi-lo através
do deserto consumidor e estabelecê-lo em Canaã, ocupada por poderosas nações
pagãs. Temã era a invencível cidade-fortaleza, capital de Edom.
Designava também o território a leste do deserto de Parã. Nada pode se suster
diante do poder de Deus. Nos vv. 3-15, os atos de Deus em favor de Israel estão
todos no tempo passado! Deus fez! (Dt 33.2). Deus ainda está no controle da
situação decadente da igreja em muitos lugares, mesmo arecendo que os maus
adoradores e maus obreiros estão a fazer como lhes apraz. O grande avivamento
que deu origem a Assembléia de Deus e outras igrejas do mesmo quilate, no início
do século passado, Deus pode reconduzi-lo, e ainda maior, se nós o seu povo
lhe clamarmos dia e noite, humilhados na sua presença. Ler 2 Cr 7.14,15. Não são
os incrédulos que impedem um avivamento do alto, na igreja; são os crentes,
quando se entregam a negligência, ao mundanismo (2 Cr 7.14).
2.
Santidade. “O
Santo” (v.3). Assim Deus é declarado. Ele é santo num sentido único, e
seus seguidores precisam ser santos. Os atos gloriosos que Deus realizou no meio
de Israel durante a peregrinação no deserto e o culto divino no tabernáculo
em todos os pormenores falavam da santidade de Deus. Ele não modificou seus
padrões. Hoje fala-se muito em poder, mas pouco em santidade, o que denota um
falso evangelho, pois a santidade é um atributo de Deus tanto quanto o seu
poder. No princípio das Escrituras Deus anunciou ao seu povo, “sereis santos,
porque eu sou santo” (Lv 11.44). No final do Novo Testamento Deus volta a
anunciar a mesma verdade, em 1 Pe 1.15,16 mostrando assim que a santidade deve
ser uma virtude perene do seu povo.
3.
Gloria divina manifesta.
“A sua glória cobriu os céus” (v.3). A igreja é no presente a habitação
de Deus aqui (2 Co 6.16), assim como o foi seu povo Israel no passado. “Glória
na igreja”, está dito em Efésios 3.21. Este é o propósito de Deus, mas o
apego da igreja à desobediência, ao conformismo, à tolerância e transigência
quanto às trevas impedem um avivamento. Sempre que a igreja se mistura com o
mundo fica parecida com ele como aconteceu com Israel no passado, e a glória
divina se afasta.Podemos dar glória, cantar vitórias, simular glória, e falar
de glória, mas outra coisa é “a Sua Glória” manifestar-se e permanecer
entre nós. É o quadro de Efésios 5.27. Sem esta divina glória na igreja, a
morte com sua frieza instala-se. Quando a glória se foi, no passado, veio a
tragédia nacional sobre Israel com a perda da arca do concerto, a derrota do exército
na batalha e a extinção da fé simbolizada na morte de Eli, o sumo sacerdote,
seus dois filhos, e ainda a esposa de um deles.
4.
Louvor celestial.
“A terra encheu-se do seu louvor” (v.3). Não é louvor artificial, como está
a acontecer por toda parte: cânticos e músicas sem unção divina, sem
mensagem bíblica, sem endereço certo, com letra deturpada, com melodia, ritmo
e andamento copiados do mundo, e que só satisfazem a carne. Um real avivamento
do alto santifica também o louvor ao Senhor. É o “seu” louvor
(v.3).Observe-se que a Palavra afirma “A sua glória cobriu os céus, e a
terra encheu-se do seu louvor”. Isto é, o louvor como resultado da presença
da glória divina. É a glória de Deus, sua presença pessoal, direta e
abundante, buscada e manifesta que origina a adoração. O louvor, como sacrifício
espiritual ao Senhor, por sua vez conduz à adoração, como vemos em 2 Cr
29.27,30.
5.
Poder celestial.
“Raios brilhantes saiam da sua mão, e ali estava o esconderijo da sua
força”
(v.4). Como avivar os mortos e reavivar os que “não tem nenhum vigor”, como
diz Isaías, senão pelo poder vivificador do Espírito? (Ez 37.14). Três alusões
ao poder avivador de Deus, no v.4. 1) “Raios” é literalmente “chifres”,
que na simbologia bíblica fala do poderio; 2) “Sua mão” que reflete poder;
uma figura muito difundida na Bíblia; 3) “Sua força”, o poder do Senhor
que sempre opera nos avivamentos.Observemos ainda que Deus não concede seu
poder indiscriminadamente: “o esconderijo da Sua força”.
6.
Milagres de curas.
Adiante dEle ia a peste, e raios de fogo sob seus pés (v.5). As doenças fogem
diante de Jesus. “Raízes de Fogo”, a conhecida Versão Berkeley traduz por
“febre alta”
nas doenças. Deus
opera milagres, mas há milagres falsos e enganosos (Mt 7.22,23; Êx 7.10,11,22;
2 Ts 2.9; Ap 13.13). Jesus preveniu duas vezes que é por seus frutos que os
enganadores são identificados, e não por seus milagres Mt (7.16,20).Corridas,
quedas, pulos, gestos, brados e outros movimentos podem nada ter com um real
despertamento do Espírito. Quando o vento sopra forte até as plantas secas e
mortas se movem, sem terem vida. Deus mede o crente não é pelo que ele faz,
mas pelo que ele é (Lc 6.40). Hoje, mais do que nunca os falsos milagres estão
enganando muita gente.
7.
O pecado, Deus não o dissimula.
“Parou, e mediu a terra” (v.6). O ato de medir em textos
como estes
fala de julgamento de pecado. De fato, os avivamentos bíblicos e da história
da igreja sempre conduzem o povo de Deus a uma maior santidade prática de vida,
“em toda maneira de viver”, como está escrito em 1 Pedro 1.16.Aquela nossa
decisão firme de romper com todo pecado e apegar-se à santidade, quando da
nossa conversão, devia continuar pelo resto da vida, o que não acontece, a
menos que o crente busque renovar-se e reencher-se do Espírito, como nos diz Efésios
5.18: “Continuai cheios do Espírito” (literalmente).
III.
A CONTINUAÇÃO DO AVIVAMENTO
A
história da igreja mostra claramente que vez por outra ela atravessa períodos
de marasmo espiritual, apresentando frieza, abertura ao secularismo, organização
demasiada e por fim uma quase letargia por falta de vida, poder, fervor e unção
que só o Espírito Santo comunica. Tal quadro torna-se ainda mais difícil
quando os dirigentes de obra também acomodam-se a esse estado anormal de coisas
e não advertem, nem conclamam o povo para um completo retorno a Deus e à uma
vida cristã normal, abundante, ativa, zelosa pelas coisas de Deus e acima de
tudo cheias do Espírito.A Palavra de Deus por Habacuque, fala-nos de alguns
elementos espirituais que um avivamento deve buscar e preservar para que possa
continuar.
1.
Humilhação do povo diante de Deus (v.16).
O quebrantamento de espírito do profeta, aliado à sua profunda humilhação
diante de Deus e seu sentimento de indignidade representa uma das
condições
do povo para a continuidade de um avivamento. Num avivamento só Deus é grande
e
toda glória
humana se esvai. Habacuque era um obreiro de destaque no magnificente templo de
Jerusalém,
mas vêmo-lo aqui quebrantado em seu espírito (“meu ventre; meus ossos;
dentro de mim, v.16).A humildade de que Deus se agrada é primeiramente a de espírito
e daí permeia todo o seu ser (Is 57.15; 1 Pe 5.6). Quem é grande em si mesmo não
pode ser servo, e quem é servo não pode ser grande em si mesmo.
2.
Fé inabalável em Deus.
“Todavia eu me alegrarei no Senhor” (v.18). Uma das proezas da
fé são os
seus “todavias”, os quais não são muitos na Bíblia, pois trata-se da fé
sob prova no
sofrimento.
No avivamento nem tudo são bênçãos,regozijo, maravilhas do Senhor. De muitas
maneiras o inimigo reage contra os santos e a fé é testada; porém, mesmo
assim, ainda assim, contudo, todavia, o crente fiel continua firme.Um avivamento
real não persistirá se nele vier a
predominar
o emocionalismo, a imaturidade, a pseudo liderança e a ausência da doutrina bíblica.
O segredo é a fé e seu exercício segundo a Palavra (Mt 9.29).
a)
Fé independente de prosperidade material.
No versículo 17 Está a prosperidade material atingida. É a fé sob prova. É
a figueira sem flor, a videira sem fruto, a oliveira sem óleo, os campos sem
produção e a extinção dos rebanhos pela perda irreparável de “ovelhas”
e “vacas”, que são indispensáveis à reprodução. O “todavia eu me
alegrarei no Senhor”, do versículo 18, ensina-nos que nossa fé não deve
estar em coisas e bens terrenos, mas no Senhor! Aleluia! Sim, a fé num
avivamento real e permanente não deve depender da prosperidade material e sim
esta daquela.
b)
A fé e sua senda no avivamento.
Habacuque é o livro da fé no Antigo Testamento.
1)
Em Habacuque capítulo 1, vemos a fé voltada para Deus, em oração; “a oração da fé”, de que fala Tiago. A situação era
terrivelmente crítica em todos os sentidos nos dias de Habacuque, mas aquele
profeta-músico afirma sua fé em Deus, orando (1.2-4, 12-17).
2)
No capítulo
1)
A responsabilidade pessoal de cada crente:
“minha” (e não apenas nossa).
2)
O crente sempre depender do poder do Senhor (força).
CONCLUSÃO
No
avivamento bíblico registrado em Habacuque, a oração (cap.1), a fé (cap.2) e
o louvor cap.3) são elementos preciosos que se completam.Busquemos ao Senhor
incessantemente por este avivamento, e ele certamente virá.
Subsídio
Doutrinário
“Aviva,
ó Senhor, a tua obra no meio dos anos. Habacuque sabia que o povo de Deus havia
pecado, e, conseqüentemente, seria submetido ao juízo divino. Nestas circunstâncias,
faz duas petições: (1) Pede a Deus que apareça entre o seu povo com nova
manifestação de poder. Habacuque está ciente de que o povo não sobreviveria
se o Senhor não interviesse com um derramamento de sua graça e de seu Espírito.
Somente assim haveria verdadeira vida espiritual entre os fiéis. (2) Habacuque
ora para que Deus se lembre da misericórdia em tempos de aflição e angústia.
Sem a sua misericórdia, o povo haveria de perecer. Hoje, com os alicerces da
Igreja sendo abalados, quando há aflição por todos os lados, imploremos ao
Senhor que torne a manifestar sua misericórdia e poder para que haja vida e
renovação entre o seu povo.”“3.3-16 Deus veio. Nestes versículos,
Habacuque refere-se à ocasião
Subsídio
Bibliológico
“R. A.
Torrey diz: ‘Creio que posso dar a ‘receita’ que trará o avivamento em
uma igreja, comunidade ou cidade sobre a terra. Primeiro, pegue um grupo de
cristãos (não são necessários muitos) que tenham uma forte e plena experiência
com Deus em suas vidas. Isso é o essencial. Se não for assim, posso afirmar
que não irá acontecer nada.’‘Depois, coloque-os em unidade com um grupo de
oração e diga-lhes que clamem a Deus por um avivamento; que com orações e súplicas
peçam que Deus abra os Céus e derrame o seu Espírito.’‘Finalmente,
coloque-os à disposição de Deus para que o Senhor possa usá-los da maneira
como desejar, até que estejam prontos para conduzir outras pessoas à vitória
A palavra
de DEUS lida, estudada e ensinada trará o coroamento a esse avivamento e só
assim ele permanecerá, fundado e edificado sobre a Rocha, JESUS CRISTO.
|
Segunda |
2
Rs 23.2,3 |
O
avivamento e a Palavra de Deus. |
|
Terça |
Ne
8.1-9 |
O
avivamento e o ensino da Palavra de Deus. |
|
Quarta |
2
Cr 7.14 |
O
avivamento e a oração. |
|
Quinta |
Jn
3.1-10 |
O
avivamento e o arrependimento nacional.
|
|
Sexta |
At
5.1-16 |
O
avivamento e o temor a Deus. |
|
Sábado |
1
Co 13 |
O
avivamento e o amor. |
OBJETIVOS - Após esta aula, seu aluno deverá
estar apto a:
Definir o termo avivamento.
Explicar
a relação entre avivamento e Escritura.
Distinguir
o verdadeiro avivamento do falso.
PONTO
DE CONTATO: Professor,
a doutrina bíblica deve ser contemplada pelos fiéis (Sl 119.18); desejada
piedosamente (Sl 119.29,174); amada (Sl 119.97); obedecida (Sl 119.34); e não
deve ser esquecida no momento da perseguição (Sl 119.61).
SÍNTESE TEXTUAL:
O termo hebraico traduzido por “avivar” em Hc3.2, aparece em diversos textos
do Antigo Testamento com o sentido de “viver”, “ter vida”, “ser
vivificado”, “restaurar”, “curar”, entre outros importantes sentidos
– todos traduzem o verbo hāya, “viver” ou “ter vida”. Portanto,
avivamento, no contexto de Habacuque, contempla tanto o sentido imediato de
reviver, renovar; quanto o sentido escatológico de pôr em execução o
programa salvífico de Deus (Hc
1.5-2; At 2.16-21).
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA: Professor,
para a presente lição faça uma brincadeira didática chamada “sacola de
perguntas”. Consiste em fazer previamente perguntas sobre um determinado tema
e colocá-las em uma sacola, a fim de que um dos alunos sorteados retire a questão
e a responda. Use as perguntas do questionário da lição. Esse recurso deve
ser usado ao término da lição.
Introdução Nossa:
O
avivamento é antes de tudo um amor à Palavra de DEUS e às almas perdidas,
despertados pelo desejo de agradar a DEUS, fazendo sua obra.
O
avivamento é uma cachoeira do ESPÍRITO SANTO derramada sobre poucos no início,
mas que se estende desde o mais tenro menino até atingir o mais idoso dos
homens, também contagia os descrentes e doentes de toda uma cidade, podendo
chegar a mudar costumes e hábitos de toda uma sociedade.
O
início de todo grande avivamento é com a descoberta da Palavra de DEUS.
É
a partir do amor à Palavra que nasce o desejo de orar, jejuar, adorar, louvar
e evangelizar.
Infelizmente
muitos avivamentos nascem através de uma pessoa e quando esta pessoa se
afasta, o avivamento perde força e se acaba; por isso, nunca devemos apoiar
nosso avivamento em cima de uma só pessoa com olíder, mas colocarmos
diversos mestres no centro do mesmo.
Quando
não se consegue manter o avivamento, o prejuízo de almas e a entrega ao
mundanismo se alastra como chamas de um grande incêndio.
Num
grande avivamento, os líderes, tanto políticos como religiosos, se assentam
para ouvir a instrução de mestres e se sujeitam à Palavra de DEUS.
Resumo da revista:
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO
Certa
feita, declarou Charles Finney: “Todos os ministros devem ser ministros de
avivamento, e toda pregação deve ser pregação de avivamento”. Um
ministro de avivamento é um obreiro comprometido com o ensino sistemático da
Bíblia.
I.
O QUE É O AVIVAMENTO
Retorno aos princípios que caracterizavam a Igreja Primitiva.
Retorno à Bíblia como a nossa única regra de fé e prática.
Retomada da oração
Regresso
à Grande Comissão, cujo lema continua a ser: Até aos confins da terra.
II.
HABACUQUE E O AVIVAMENTO (Hc 3.2)
Despertamento
dos judeus a reerguerem-se como sua particular herança, a fim de que
proclamem o seu conhecimento entre as nações.
(Extra
BEP) 3.2 AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA NO MEIO DOS ANOS.
Habacuque
sabia que o povo de Deus havia pecado, e, conseqüentemente, seria submetido
ao juízo divino. Nestas circunstâncias, faz duas petições:
(1)
Pede a Deus que apareça entre o seu povo com nova manifestação de poder.
Habacuque está ciente de que o povo não sobreviveria se o Senhor não
interviesse com um derramamento de sua graça e de seu Espírito. Somente
assim haveria verdadeira vida espiritual entre os fiéis.
(2)
Habacuque ora para que Deus se lembre da misericórdia em tempos de aflição
e angústia. Sem a sua misericórdia, o povo haveria de perecer. Hoje, com os
alicerces da igreja sendo abalados, quando há aflição por todos os lados,
imploremos ao Senhor que torne a manifestar sua misericórdia e poder para que
haja vida e renovação entre o seu povo.
III.
O AVIVAMENTO E A PALAVRA DE DEUS
O
avivamento promovido pelo bom rei Josias teve início com a descoberta do
Livro da Lei na Casa do Senhor (2 Rs 22.8).
(Extra
BEP)
O
LIVRO DA LEI. O "livro da lei" que Hilquias achou, tratava-se da lei
que fora dada "pelas mãos de Moisés" (2 Cr 34.14); era, sem
dúvida, um exemplar do Pentateuco, ou seja: os cinco primeiros livros da
Bíblia (cf. 23.25; Dt 31.24-26). Essa descoberta dá testemunho da mão
providente e soberana de Deus, cuidando da sua Palavra inspirada, protegendo-a
da destruição pelos idólatras e apóstatas. Realmente, a inspirada Palavra
de Deus escrita é indestrutível (Is 40.8).
1. Um avivamento superficial (2 Rs 23.25). Morrendo o rei, morreu o avivamento (2 Rs 23.31-37).
(Extra
BEP) 23.25 E ANTES DELE NÃO HOUVE REI SEMELHANTE. Josias é descrito aqui
como o mais fiel e consagrado de todos os reis que já tinham reinado sobre o
povo de Deus, inclusive o próprio Davi (ver 2 Sm 12.7-15). Em termos da
dedicação pessoal a Deus e fidelidade à sua Palavra, Josias foi o maior de
todos os reis (cf. 18.5; Dt 6.5; Jr 22.15,16).
23.26
O SENHOR SE NÃO DEMOVEU... DA SUA GRANDE IRA. Apesar da liderança moral de
Josias e do avivamento e reformas espirituais que ele promoveu, Judá como
nação se arruinara a tal ponto que sua recuperação nacional, geral e
duradoura já não seria possível. A condenação de Judá foi apenas adiada
(ver Jr 11; 13.27), pois tanto o povo como os sacerdotes tinham um coração
maligno.
Por
isso, depois da morte de Josias, rapidamente a nação degenerou-se espiritual
e moralmente, e Deus teve de destruir o Reino do Sul em apenas vinte e dois
anos mais tarde.
2.
Um avivamento mais duradouro.
Sob a liderança de homens como Zorobabel e Neemias, começaram a ser
instruídos por Esdras na Lei de Deus. Leia Neemias 8.
De
Esdras a
João Batista, anunciando a chegada do Reino de Deus com a vinda de Jesus
Cristo (Mt 3.1-11).
Babilônia
por setenta anos, para então voltar a Judá (Jr 25.11,12; 29.10). Pode-se
calcular o cativeiro de setenta anos, a partir da
primeira
leva de cativos em
depois),
quando, então, o povo começou a retornar a sua pátria (ver 2.1 nota).
1.1
DESPERTOU O SENHOR O ESPÍRITO DE CIRO. O Senhor Deus executa o plano da
redenção no decurso da história, até o seu final determinado. No
cumprimento disto, Deus, às vezes, resolve humilhar governantes poderosos
(e.g., Nabucodonosor, Dn 4), ordenar juízo destruidor contra reis (e.g.,
Faraó, por ocasião do êxodo, Êx 14; Belsazar, em Babilônia, Dn 5), ou
elevar um dirigente internacional (e.g., o rei Ciro da Pérsia, v. 2), a fim
de cumprir a sua palavra e realizar os seus propósitos. Ao despertar o
espírito de Ciro, para ser benevolente para com os vencidos e exilados, Deus
fez cumprir-se a tempo a sua promessa feita através de Jeremias. Provérbios
declara que o coração do rei é como ribeiros de águas na mão do SENHOR; a
tudo quanto quer o inclina, a fim de garantir a marcha contínua da redenção
e desfecho da história (Pv 21.1).
1.2
CIRO, REI DA PÉRSIA. Cerca de 160 anos antes do aparecimento de Ciro, Isaías
predissera a respeito de um governante chamado Ciro, que permitiria a volta
dos judeus à sua pátria, para reedificarem Jerusalém e o templo (Is 41.2;
44.26-28; 45.1,4,5,13).
1.5
AQUELES CUJO ESPÍRITO DEUS DESPERTOU. Mediante o Espírito Santo, Deus
despertou o coração dalguns do seu povo para voltarem à sua pátria (ver Fp
2.13). Cerca de 50.000 pessoas atenderam ao chamado do Senhor para
participarem dessa primeira viagem de retorno à Palestina. Note que os outros
permaneceram no exílio (vv. 4,6); o propósito desses era animar e apoiar os
que agora voltavam à terra de Judá.
1.8
SESBAZAR. Sesbazar, o primeiro governador nomeado, dos exilados que voltavam
(cf. 5.14,16), pode ter sido outro nome de Zorobabel (cf. 2.2; 3.2,8; 4.3).
IV.
O ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS
Os
judeus foram despertados pelo ensino amoroso e persistente da Palavra de Deus.
1.
O anseio do povo pelo ensino da Palavra.
(Ne 8.1).
2.
O compromisso de Esdras com a Palavra.
Observemos o compromisso de Esdras com o ensino das Sagradas Escrituras
(Ne 8.2).
3.
O ensino persistente da Palavra.
A instrução bíblica estendeu-se da alva ao meio dia (Ne 8.3).
5.
O avivamento que vem do ensino da Palavra.
Já devidamente instruído na Palavra de Deus, o povo pôs-se a chorar; a
Palavra de Deus era irresistível; o avivamento havia chegado. Entretanto, o
que era choro, converteu-se em júbilo (Ne 8.12).
CONCLUSÃO
No tempo de Esdras, o avivamento veio através do ensino das Sagradas Escrituras. Portanto, se quisermos igrejas avivadas, comecemos pela Palavra de Deus. Sem ela, não pode haver avivamento.
(Extra
BEP = Bíblia de Estudos Pentecostal - CPAD)
AUXÍLIOS
SUPLEMENTARES: Subsídio
Devocional
“Aviva,
ó Senhor
O
profeta sabia que o povo não sobreviveria se o Senhor não intervisse com uma
nova manifestação do seu Espírito. Somente assim a vida espiritual dos
fiéis seria preservada, por isso o clamor. Tal fato fica ainda mais evidente
quando Habacuque diz para que Deus, na ira, em meio à aplicação do seu
juízo, não se esqueça da misericórdia. Ele está querendo dizer com isso
que só a misericórdia divina poderá preservar o justo em tempos de
aflição e angústia. Sem a Sua misericórdia, o povo haveria de perecer.”
(DANIEL,
Silas. Habacuque. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.143.)
Questionário da Lição 13 - A DOUTRINA PRODUZ O AVIVAMENTO Por Ev.Luiz Henrique - www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos
1- Complete:
“Ouvi,
SENHOR, a tua ___________________________ e temi; aviva, ó SENHOR, a tua
__________________ no meio dos anos, no
meio dos anos a notifica; na ________________ lembra-te da misericórdia” (Hc 3.2).
O __________________________________ só é possível através do _________________________ amoroso, persistente e sistemático da ________________ Sagrada.
I.
O QUE É O AVIVAMENTO
3-
O que é avivamento? Marque com “X” as respostas corretas:
( ) É
quando todos choram ao ouvir um louvor.
(
) Retorno aos princípios que caracterizavam a Igreja Primitiva.
(
) É o retorno à Bíblia como a nossa única regra de fé e prática.
( ) É um
despertamento para se bater palmas e cantar e dançar.
(
) É a retomada da oração como a mais bela expressão do sacerdócio
universal do crente.
(
) É o regresso à Grande Comissão, cujo lema continua a ser: Até aos
confins da terra.
( ) É o
que acontece quando a igreja está dando glória a DEUS em voz alta.
II.
HABACUQUE E O AVIVAMENTO (Hc 3.2)
4- Pelo que Habacuque orava a DEUS?
(
) Para que DEUS despertasse os judeus para proclamarem o seu
conhecimento entre as nações.
(
) Para que DEUS despertasse os judeus para festejarem entre as nações.
(
) Para que DEUS despertasse os judeus para se unirem aos cultos de
outras nações.
III.
O AVIVAMENTO E A PALAVRA DE DEUS
5- Quando teve início o avivamento que
veio pelo bom rei Josias?
(
) Com a ida do rei à Casa do Senhor.
(
) Com a conclusão do Livro da Lei do Senhor.
(
) Com a descoberta do Livro da Lei na Casa do Senhor.
6-
Por que o avivamento no tempo do rei Josias foi superficial e não teve resultados permanentes (2 Rs
23.25)?
(
) Porque Infelizmente; o rei proibiu o avivamento
(
) Porque Infelizmente; adoecendo o rei, morreu o avivamento
(
) Porque Infelizmente; morrendo o rei, morreu o avivamento.
7- O que aconteceu ao povo de Judá, que não
continuou no avivamento, antes mesmo de completar vinte anos?
(
) Voltaram para a babilônia para lá fazerem outro avivamento.
(
) Voltaram a combater os pecados dos babilônios.
(
) Voltaram aos antigos pecados, forçando o Senhor a entregá-lo nas mãos
dos babilônios.
8-
Quais líderes se destacaram no avivamento mais duradouro que aconteceu após
setenta anos de exílio?
(
) Os músicos.
(
) Os políticos.
(
) Os mestres.
(
) Esdras.
(
) Zorobabel.
(
) Jeremias.
10- Dentro do tema PALAVRA
DE DEUS, ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:
|
A
explicação da Palavra |
|
Já
devidamente instruído na Palavra de Deus, o povo pôs-se a chorar; a
Palavra de Deus era irresistível; o avivamento havia chegado.
Entretanto, o que era choro, converteu-se em júbilo (Ne 8.12). |
|
O
ensino persistente da Palavra |
|
Se
por um lado, ansiava a nação pelo ensino da Palavra de Deus; por
outro, os seus líderes, tendo à frente Neemias, o governador, e
Esdras, um sacerdote e escriba versado na Lei de Deus, achavam-se
comprometidos com a Palavra. Observemos o compromisso de Esdras com o
ensino das Sagradas Escrituras
(Ne 8.2). |
|
O
avivamento que vem do ensino da Palavra |
|
O
povo ansiava por ser instruído na Palavra de Deus (Ne 8.1). |
|
O
compromisso de Esdras com a Palavra |
|
A
carência espiritual do povo era tão flagrante, que a instrução bíblica
estendeu-se da alva ao meio dia (Ne 8.3). |
|
O
anseio do povo pelo ensino da Palavra.
|
|
.
Embora erudito, Esdras não se estendeu à erudição; através de sua
didática magna, tornava o ensino da Palavra de Deus inteligível e
claro para toda a nação (Ne 8.8). |
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