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Lição 2, A Beleza e a Glória do Culto Levítico
3º Trimestre de 2018 - Adoração, santidade e serviço ao Senhor - Os princípios de DEUS para a Sua Igreja em Levítico
Comentarista: Pr. Claudionor Correia de Andrade, conferencista e Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD
Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454.
Para Ajuda http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao8-mp-2tr11-ogenuinocultopentecostal.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao11-davi-daviearestauracaodocultoajeova.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao5-dvc-asublimidadedocultocristao.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao11-es-decenciaeordemnocultoaosenhor.htm
SLIDES https://ebdnatv.blogspot.com/2018/07/slides-da-licao-2-beleza-e-gloria-do.html
SLIDES https://www.slideshare.net/henriqueebdnatv/slides-licao-2-a-beleza-e-a-gloria-do-culto-levitico-3tr18-pr-henrique
 
 
TEXTO ÁUREO
“Entăo, entraram Moisés e Arăo na tenda da congregaçăo; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.”  (Lv 9.23)
 

VERDADE PRÁTICA
O verdadeiro culto divino năo se impőe pelo ritualismo nem por sua pompa, mas pelo quebrantamento de coraçăo e pela integridade de espírito. A glória de DEUS năo pode faltar.
 

LEITURA DIÁRIA
Segunda – Gn 4.4 Abel inicia o culto divino
Terça – Gn 12.1-3 Abraão é chamado a cultuar
Quarta – Êx 4.31 A fé conduz ao culto
Quinta – Êx 12.27 A explicação do culto
Sexta – Êx 10.9 A reivindicação do culto
Sábado – Rm 12.1-3 Um culto perfeito

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Levítico 9.15-24
15 - Depois, fez chegar a oferta do povo, e tomou o bode da expiaçăo do pecado, que era pelo povo, e o degolou, e o preparou por expiaçăo do pecado, como o primeiro. 16 - Fez também chegar o holocausto e o preparou segundo o rito. 17 - E fez chegar a oferta de manjares, e a sua măo encheu dela, e a queimou sobre o altar, além do holocausto da manhă. 18 - Depois, degolou o boi e o carneiro em sacrifício pacífico, que era pelo povo; e os filhos de Arăo entregaram-lhe o sangue, que espargiu sobre o altar, em redor, 19 - como também a gordura do boi e do carneiro, e a cauda, e o que cobre a fressura, e os rins, e o redenho do fígado. 20 - E puseram a gordura sobre o peito, e ele queimou a gordura sobre o altar; 21 - mas o peito e a espádua direita Arăo moveu por oferta de movimento perante o SENHOR, como Moisés tinha ordenado. 22 - Depois, Arăo levantou as măos ao povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a expiaçăo do pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica. 23 - Entăo, entraram Moisés e Arăo na tenda da congregaçăo; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo. 24 - Porque o fogo saiu de diante do SENHOR e consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilou e caiu sobre as suas faces.

OBJETIVO GERAL - Conscientizar de que o verdadeiro culto divino não se impõe pelo ritualismo, mas pelo quebrantamento de coração e pela integridade de espírito.
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Mostrar como era o culto no Antigo Testamento;
Elencar os elementos do culto levítico;
Explicar as finalidades do culto levítico.
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Na liçăo de hoje refletiremos a respeito do culto divino. O que é mais importante em um culto? A liturgia? Aqueles que estăo prestando um serviço a DEUS? O que realmente agrada ao Senhor? Essas săo indagaçőes importantes, que precisamos fazer se queremos adorar a DEUS da forma que Ele merece e que lhe agrada. Contudo, vocę professor(a), precisa estar atento para que năo venha fazer de suas aulas um espaço de debates teológicos inúteis. Precisamos de reflexăo, de debates que promovam a interaçăo da classe. Também precisamos ouvir mais nossos alunos, no entanto que o nosso alvo seja sempre o crescimento espiritual deles.
No decorrer da aula, ressalte o cuidado que devemos ter para não caírmos no formalismo, pois DEUS não está preocupado com a forma, mas com o coração daqueles que se achegam a Ele. É necessário que aqueles que desejam cultuar ao Senhor o faça em espírito e em verdade (Jo 4.24).

PONTO CENTRAL - DEUS não se agrada de um culto que se impõe pelo ritualismo.
 
 
 
Resumo da Lição 2, A Beleza e a Glória do Culto Levítico
I – O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. Definição.
2. Na era patriarcal.
3. No período de Moisés.
4. No tempo de Davi e Salomão.
5. Após o cativeiro babilônico.
II – ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO
1. Sacrifícios.
2. Cânticos.
3. Exposição da Palavra.
4. Oração.
5. Leitura da Palavra.
6. Bênção.
III – FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
1. Adorar ao Único e Verdadeiro DEUS.
2. Reafirmar as alianças antigas.
3. Professar o credo divino.
4. Aguardar o Messias.
 
SÍNTESE DO TÓPICO I - Levítico era o manual do culto no Antigo Testamento.
SÍNTESE DO TÓPICO II - Os sacrifícios, os cânticos, a exposiçăo da Palavra e a bęnçăo eram elementos centrais do culto levítico.
SÍNTESE DO TÓPICO III - As finalidades do culto Levítico eram: adorar a DEUS, reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e aguardar o Messias.
 
 
 
 
RESUMO RÁPIDO DO Pr. HENRIQUE da Lição 2, A Beleza e a Glória do Culto Levítico
 
INTRODUÇÃO
Já vemos no Antigo Testamento Abel e Caim oferecendo culto a DEUS e depois Sete, com certeza aprenderam com Adão, que em minha opinião foi o primeiro a prestar culto a DEUS. Depois vemos que Enoque andou com DEUS, com certeza cultuava a DEUS e depois vemos Noé prestando culto a DEUS e Abraão e seus descendentes também. No período da Lei Moisés é ensinado sobre como oferecer um legítimo e verdadeiro culto a DEUS e isso é repassado à sua geração e às posteriores. O que é o culto divino? Basicamente é um serviço de adoração prestado a DEUS. este culto não pode ser engessado, ou formalista, ou ritualista. O culto não pode ser totalmente controlado pelo homem. DEUS deve ser o único ser ai adorado e deve ter primazia em tudo. DEUS deve ser adorado e tem a total autoridade sobre tudo e sobre todos. Espera-se que DEUS ao final do culto se manifeste com sua glória, confirmando que aceitou e ficou satisfeito com o culto. Existem normas ou direções do próprio DEUS para que o culto seja aceito e respondido com sua glória e todos possam ser abençoados. No AT temos registros em Êxodo e em Levítico quanto às ordenanças e instruções sobre como executar este tão importante serviço a DEUS. A beleza e a glória do culto Levítico são claramente vistos, por exemplo, na consagração do SANTO Templo, em Jerusalém por Salomão. A necessidade de se obedecer normas para o culto vemos claramente no transporte da Arca da Aliança da casa de Obede-Edom até Jerusalém pelo rei Davi. Que a nossa adoração a DEUS conte, igualmente, com a presença do ESPÍRITO SANTO em todos os atos. Sem a glória de DEUS, nenhum culto tem validade.

 
I – O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. Definição.
 
Basicamente é um serviço de adoração prestado a DEUS onde o maior sacrifício apresentado é a vida do próprio adorador. O culto é voluntário e, portanto, não é exigido, mas esperado por DEUS de todas suas criaturas, tanto seres celestiais como seres humanos. Esperando DEUS que seu povo escolhido, a partir de Abraão, os hebreus (israelitas depois) O adorassem, os ensinou de que maneira deveriam proceder a fim de Lhe agradar. Esta adoração teve início no tabernáculo, depois no Templo de Salomão, depois no templo de Zorobabel e depois no mesmo templo, reformado por Herodes. também é esperado que a Igreja preste culto a DEUS e o adore como DEUS único que tem como mediador único seu filho JESUS CRISTO e como condutor de Adoração o ESPÍRITO SANTO. (Sl 100.1; Ap 14.7).
 
2. Na era patriarcal.
 
Depois da Adoração certamente prestada por Adão, Caim, Abel, Sete, Enoque e demais adoradores antes do período patriarcal, vemos a segunda geração adorando a partir de Noé, passando por Abraão, Isaque e Jacó. Abraão é chamado homem de altares, pois construiu quatro em sua jornada de fé. Um altar é um símbolo nas escrituras de adoração e consagração. Não edificamos um altar para nós mesmos, mas para adorar a DEUS, oferecer sacrifícios a Ele e invocar o seu nome. O altar é símbolo de uma vida espiritual, uma vida com DEUS. Abraão foi chamado “amigo de DEUS” ( Is 41:8 ), e, essa comunhão, marcada pela vida de altar, revela a essência do que é a verdadeira vida espiritual, ou seja, ela não consiste na medida de nosso conhecimento e instrução acerca das coisas de DEUS, mas no quanto somos “amigos de DEUS”, no quanto andamos com DEUS, no quanto DEUS tem-nos como seus amigos! Abraão, já em sua maturidade de vida, disse: “O Senhor, em cuja presença eu ando...”(Gn 8.20; Gn 12.7; 26.25; 35.1-7; 24:40).
Aqui neste período o culto era apenas Familiar. Em volta de um Altar.
 
3. No período de Moisés.
 
Moisés era um adorador, pois deixou tudo, toda a glória do Egito, para servir a DEUS e ver sua Glória em sua própria vida. DEUS confiou a Moisés um código divino de ética onde constava normas e instruções de como se prestar um legítimo culto a DEUS. Nessas instruções e normas vemos a forma teológica, litúrgica e congregacional de um culto (Êx 12.21-26). Também foram instituídas festas para que se pudesse cultuar a DEUS com todo o povo presente, dentre as festas mais importantes estão a Páscoa, Pães Asmos, Primícias, Pentecostes, Trombetas, O dia da Expiação, a Festa dos Tabernáculos (Êx 12.14,20; Lv 23.27,28).
Aqui, neste período, além de familiar, o culto era também público. Todo o povo participava. Era realizado no Tabernáculo.
 
4. No tempo de Davi e Salomão.
 
O cântico de Moisés (Êxodo 15:1-19, Dt 31:22 - Em Apocalipse 15:3 lemos sobre um conjunto de adoradores no céu, e está escrito que eles cantam duas músicas: O Cântico do Cordeiro, e o Cântico de Moisés), de Miriã (Êx 15:20, 21), e o de Débora (Jz 5:1-31) constituíam manifestações espontâneas de cânticos oferecidos a DEUS antes, porém, é a partir deste período do rei Davi, ao que parece, que foi introduzida a música no culto e depois confirmada pelos futuros reis, sendo os principais incentivadores os reis Salomão e Ezequias. Com o rei Davi, que também era profeta, salmista e músico, a celebração oficial ao Senhor foi enriquecida com a formação de coros e instrumentos musicais (1 Cr 15.16). Buscando sempre a excelência do culto divino, o rei Davi inventou e fabricou diversos instrumentos musicais (1 Cr 23.5; 2 Cr 7.6). Salomão dedicou-se igualmente ao enriquecimento litúrgico e musical na adoração divina (2 Cr 5.1-14). No auge do SANTO Templo, a liturgia hebreia impressionava por sua beleza e arte (2 Cr 5.13). Ezequias também destaca-se pelo zelo ao culto do Senhor (2 Cr 29.26-28). No período do rei Davi, este desejou ter a presença de DEUS junto de si, em Jerusalém. A arca (símbolo da presença de DEUS), estava na casa de Abinadabe, em Gibeá. Ao tentar levar a Arca para Jerusalém, Davi não consultou a Palavra de DEUS sobre como prestar um legítimo culto a DEUS e carregar a presença de DEUS até Jerusalém. A tentativa foi em um carro de boi (maneira filisteia de conduzir a Arca, maneira do mundo prestar culto). Isso provocou a morte de Uzá e a desistência momentânea de Davi de conduzir a Arca de DEUS até Jerusalém. Após este lamentável episódio Davi consultou a Palavra de DEUS e os sacerdotes como se devia proceder para conduzir a presença de DEUS a Jerusalém. Após ficar sabendo que Obede-Edom estava sendo grandemente abençoado por DEUS, porque Davi havia deixado a Arca de DEUS em sua casa, agora o rei conduz a Arca de DEUS com Sacrifícios, Cânticos, Adoração e a Arca sendo conduzida nos ombros do sacerdotes. Assim, com um legítimo culto, a Arca (presença de DEUS) chega a Jerusalém, para posteriormente ser colocada no templo construído por Salomão.
Aqui, neste período, além de familiar, o culto também era público. Todo o povo participava. Iniciou-se em Jerusalém, no Tabernáculo, depois foi realizado no Templo construído por Salomão.
 
5. Após o cativeiro babilônico.
 
Em 586 a.C., os judeus foram levados em cativeiro à Babilônia, onde permaneceram 70 anos (Jr 25.11,12). Nesse período, pelo que inferimos do Salmo 137, a adoração divina foi praticamente esquecida. Mas, com o retorno a Jerusalém, os repatriados, incentivados por Esdras e Neemias, reavivaram o culto Levítico (Ne 12.22-30). Junto aos rios da Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas. Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha? Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria. Lembra-te, Senhor, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, que diziam: Descobri-a, descobri-a até aos seus alicerces. Ah! filha de babilônia, que vais ser assolada; feliz aquele que te retribuir o pago que tu nos pagaste a nós. Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras. Salmos 137:1-9 Junto aos rios da Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião.Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas. Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha? Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria. Lembra-te, Senhor, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, que diziam: Descobri-a, descobri-a até aos seus alicerces. Ah! filha de babilônia, que vais ser assolada; feliz aquele que te retribuir o pago que tu nos pagaste a nós. Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras. (Salmos 137:1-9)
Aqui neste período, além de familiar o culto era também público. Todo o povo participava. iniciou-se em Jerusalém, no templo de Zorobabel e depois no templo reformado por Herodes (neste JESUS - DEUS mesmo, compareceu - “a glória da segunda casa será maior do que a da primeira” Ageu 2:9).
 
Sinagogas são construídas por toda parte dai em diante.

 
 
 
II – ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO
 
Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. 1 Co 14:26.
Este é o verdadeiro culto da igreja do Novo Testamento. Ritualismo aí no caso é mesmice, repetição em todo culto das mesmas coisas. Informalidade é falta de reverência, falta de consideração de haver ali a presença de DEUS. É comportamento social ao invés de religioso. Exemplo. Fui a uma igreja onde pastores e pastoras serviam ceia de bermudas e camiseta regata
1. Sacrifícios.
 
Depois do rei Davi levar a Arca para Jerusalém, coube ao seu filho Salomão construir o templo (casa de DEUS) e lá colocar a Arca em seu devido lugar, o santo dos santos.
Este templo (o mais lindo e rico) perdurou até que houve a invasão babilônica e o destruiu, levando o povo cativo à Babilônia. No tempo de inauguração deste templo houve a maior quantidade de sacrifícios oferecidos por um rei já vista em Israel, não em Jerusalém, mas em Gibeon, mil animais para os sacrifícios. A arca não estava mais em Gibeom porque Davi já a tinha levado para Jerusalém, porém, em Gibeom havia o sacerdote Uri, filho de Hur que servia diante do tabernáculo. Isso chamou a atenção de DEUS para Salomão. Salomão ofereceu mil sacrifícios a DEUS em adoração e foi prontamente respondida esta adoração. Salomão pede a DEUS sabedoria - 2 Cr 1:7 Naquela mesma noite, DEUS apareceu a Salomão e disse-lhe: Pede o que quiseres que eu te dê (2 Crônicas 1:7). O pedido de Salomão foi contrário ao mundo e agradou a DEUS: Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento, para que possa sair e entrar perante este povo; porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo? (2 Crônicas 1:10). DEUS lhe concedeu isto e muito mais do que qualquer homem desejaria - sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, e fazenda, e honra, qual nenhum rei antes de ti teve, e depois de ti tal não haverá. (2 Crônicas 1:12).
 
Na arca já não havia o vaso de Maná e nem a Vara de Arão que floresceu. O maná (JESUS) teria seu antítipo na Terra e a Vara de Arão que floresceu (ESPÍRITO SANTO), também teria seu antitipo na Terra, logo após, pois JESUS, a enviaria 50 dias após sua ressurreição. (1 Rs 8:9 Na arca, nada havia, senão só has duas tábuas de pedra que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o SENHOR fez aliança com os filhos de Israel, saindo eles da terra do Egito - também 1 Cr 5:10).
 
2. Cânticos.
 
Vemos que os hinos que agradam a DEUS são hinos de louvor pelo que Ele Fez, Faz e Fará (sempre de acordo com o que está registrado na Bíblia). Também notamos que a chegada da glória de DEUS trás resultados inesperados como o cair ao chão por parte de adoradores.
 
11 E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário (porque todos os sacerdotes, que se acharam, se santificaram, sem guardarem as suas turmas), 12 e quando os levitas, cantores de todos eles, isto é, Asafe, Hemã, Jedutum, seus filhos e seus irmãos, vestidos de linho fino, com címbalos, e com alaúdes e com harpas, estavam em pé para o oriente do altar, e com eles até cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas, 13 e quando eles uniformemente tocavam as trombetas e cantavam para fazerem ouvir uma só voz, bendizendo e louvando ao SENHOR, e quando levantavam eles a voz com trombetas, e címbalos, e outros instrumentos músicos, para bendizerem ao SENHOR, porque era bom, porque a sua benignidade durava para sempre, então, a casa se encheu de uma nuvem, a saber, a Casa do SENHOR; 14 e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR encheu a Casa de DEUS.(2 Cr 5.11-14).
 
Hoje devemos nos concentrar nos hinos de adoração e não devemos de modo algum pensar que DEUS se agrada de quem anda subindo em montes para orar, pois, JESUS disse: à mulher Samaritana: 21 Disse-lhe JESUS: Mulher, crê-me que a hora vem em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22 Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. 23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. 24 DEUS é ESPÍRITO, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. (João 4:21-24).
 
A GLÓRIA DE DEUS SE MANIFESTOU E SE MANIFESTA DE VÁRIAS MANEIRAS
Houve eventos bíblicos extraordinários que produziram efeitos corporais: quando da dedicação do Templo em Jerusalém, a glória do SENHOR tomou a Casa de tal forma que os sacerdotes não conseguiam se pôr de pé (I Rs 8.10,11); Ezequiel caiu sobre o seu próprio rosto ao contemplar a glória do SENHOR (Ez 1.28; 3.23); Daniel desfaleceu em virtude das visões celestiais recebidas (Dn 10.7-21); Pedro, Tiago e João caíram diante da Transfiguração (Mt 17.12-6); JESUS ao dizer que era Ele a quem os soldados procuravam estes caíram por terra; João caiu “como morto” aos pés de CRISTO glorificado (Ap 1.17). Esses eventos foram normais no avivamento da Rua Azuza e nos primórdios das Assembleia de DEUS no Brasil com Daniel Berg e Gunnar Vingren (vide diário dos dois). Sabendo, pois,
JESUS todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais? Responderam-lhe: A JESUS Nazareno. Disse-lhes JESUS: Sou eu. E Judas, que o traía, estava com eles. Quando, pois, lhes disse: Sou eu, recuaram, e caíram por terra. João 18:4-6
 
O CERTO É QUE QUANDO DAVI TOCAVA SEU INSTRUMENTO O DEMÔNIO DE SAUL O DEIXAVA. QUAL ERA A CONDIÇÃO ESPIRITUAL DE DAVI?
PASSAVA HORAS ORANDO E MEDITANDO NA PALAVRA DE DEUS QUE MUITAS VEZES ELE MESMO ESCREVIA INSPIRADO PELO ESPÍRITO SANTO. ERA PRATICANTE DE JEJUM.
1 Samuel 16:18, 23 Então, respondeu um dos jovens e disse: Eis que tenho visto um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é valente, e animoso, te homem de guerra, e sisudo em palavras, e de gentil presença; o SENHOR é com ele. E sucedia que, quando o espírito mau, da parte de DEUS, vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa e a tocava com a sua mão; então, Saul sentia alívio e se achava melhor, e o espírito mau se retirava dele. O profeta pediu um musicista para se inspirar e veio sobre ele o ESPÍRITO SANTO quando o mesmo tocava - 2 Reis 3:15 - Eliseu ordena que traga um harpista. E sucedeu que, enquanto o harpista tocava, veio a mão do Senhor sobre Eliseu. DEUS está à procura de músicos e para a utilização pelo poder do seu ESPÍRITO.
Se você faz parte deste ministério de louvor lindo, você é um músico ou cantor de DEUS. DEUS te chama a servir sob o "poder do seu ESPÍRITO."
 
O musicista, assim como pregador ou o dirigente do culto, devem ser pessoas dedicadas à oração, jejum e estudo da Palavra de DEUS para que haja a manifestação poderosa de DEUS abençoando o povo.
 
3. Exposição da Palavra.
Pela Palavra de DEUS o rei Salomão mostra ao povo de Israel que DEUS tinha planos maravilhosos para eles e aquele templo estava em seu coração.
1 Então, disse Salomão: O SENHOR tem dito que habitaria nas trevas. 2 E eu te tenho edificado uma casa para morada e um lugar para a tua eterna habitação. 3 Então, o rei virou o rosto e abençoou a toda a congregação de Israel, e toda a congregação de Israel estava em pé. 4 E ele disse: Bendito seja o SENHOR, Deus de Israel, que falou pela sua boca a Davi, meu pai, e, pelas suas mãos, o cumpriu, dizendo: 5 Desde o dia em que tirei o meu povo da terra do Egito, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel, para edificar nela uma casa em que estivesse o meu nome; nem escolhi homem algum para ser chefe do meu povo de Israel. 6 Porém escolhi Jerusalém para que ali estivesse o meu nome; e escolhi Davi, para que tivesse cargo do meu povo de Israel. 7 Também Davi, meu pai, teve no seu coração o edificar uma casa ao nome do SENHOR, Deus de Israel. 8 Porém o SENHOR disse a Davi, meu pai: Porquanto tiveste no teu coração o edificar uma casa ao meu nome, bem fizeste, de ter isso no teu coração. 9 Contudo, tu não edificarás a casa; mas teu filho, que há de descender de ti, esse edificará a casa ao meu nome. 10 Assim, confirmou o SENHOR a sua palavra que ele falou; porque eu me levantei em lugar de Davi, meu pai, e me assentei sobre o trono de Israel, como o SENHOR disse, e edifiquei a casa ao nome do SENHOR, Deus de Israel. 11 E pus nela a arca em que está o concerto que o SENHOR dfez com os filhos de Israel. (2 Crônicas 6: 11).
 
Todo culto deve ter a leitura e explicação da Palavra de DEUS para que o povo aprenda mais sobre DEUS e seus planos para a Igreja.
 
4. Oração.
A oração de Salomão
12 E pôs-se em pé perante o altar do SENHOR, defronte de toda a congregação de Israel, e estendeu as mãos. 13 Porque Salomão tinha feito uma base de metal, de cinco côvados de comprimento, e de cinco côvados de largura, e de três côvados de altura, e a tinha posto no meio do pátio; e pôs-se nela em pé, e ajoelhou-se em presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as mãos para o céu,14 e disse: Ó SENHOR, Deus de Israel, não há Deus semelhante fa ti, nem nos céus nem na terra, como tu, que guardas o concerto e a beneficência aos teus servos que caminham perante ti de todo o seu coração;15 que guardaste ao teu servo Davi, meu pai, o que lhe prometeste; porque tu, pela tua boca, o disseste e, pela tua mão, o cumpriste, como se vê neste dia.16 Agora, pois, SENHOR, Deus de Israel, faze a teu servo Davi, meu pai, o que prometeste, dizendo: Nunca faltará de ti varão de diante de mim, que se assente sobre o trono de Israel; tão-somente que teus filhos guardem seu caminho, andando na minha lei, como tu andaste diante de mim.17 E, agora, SENHOR, Deus de Israel, verifique-se a tua palavra que disseste ao teu servo, a Davi.18 Mas verdadeiramente habitará Deus com os homens na terra? Eis que io céu e o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que tenho edificado?19 Atende, pois, à oração do teu servo e à sua súplica, ó SENHOR, meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo faz perante ti.20 Que os teus olhos estejam dia e noite abertos sobre este lugar, de que disseste que ali porias o teu nome, para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar.21 Ouve, pois, as súplicas do teu servo, e do teu povo de Israel, que fizerem neste lugar; e ouve tu do lugar da tua habitação, desde os céus; ouve, pois, e perdoa.22 Quando alguém pecar contra o seu próximo e lhe impuser juramento de maldição, para se amaldiçoar a si mesmo, e o juramento de maldição vier perante o teu altar, nesta casa,23 ouve tu, então, desde os céus, e age, e julga a teus servos, pagando ao ímpio, lançando o seu proceder sobre a sua cabeça e justificando o justo, dando-lhe segundo a sua justiça.24 Quando também o teu povo de Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra ti, e eles se converterem, e confessarem o teu nome, e orarem, e suplicarem perante ti nesta casa,25 então, ouve tu desde os céus, e perdoa os pecados de teu povo de Israel, e faze-os tornar à terra que tens dado a eles e a seus pais.26 Quando os céus se cerrarem, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem neste lugar, e confessarem teu nome, e se converterem dos seus pecados, quando tu os afligires,27 então, ouve tu desde os céus, e perdoa o pecado de teus servos e do teu povo de Israel, ensinando-lhes o bom caminho, em que andem, e dá chuva sobre a tua terra, que deste ao teu povo em herança.28 Havendo fome lna terra, havendo peste, havendo queimadura dos trigos, ou ferrugem, gafanhotos, ou lagarta, cercando-a algum dos seus inimigos nas terras das suas portas, ou quando houver qualquer praga, ou qualquer enfermidade,29 toda oração, e toda súplica que qualquer homem fizer ou todo o teu povo de Israel, conhecendo cada um a sua praga e a sua dor e estendendo as suas mãos para esta casa,30 então, ouve tu desde os céus, do assento da tua habitação, e perdoa, e dá a cada um conforme todos os seus caminhos, segundo conheces mo seu coração (pois só tu conheces o coração dos filhos dos homens),31 a fim de que te temam, para andarem nos teus caminhos, todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais.32 Assim também ao estrangeiro que não for do teu povo de Israel, mas vier de terras remotas por amor do teu grande nome, e da tua poderosa mão, e do teu braço estendido, vindo ele e orando nesta casa,33 então, ouve tu desde os céus, do assento da tua habitação, e faze conforme tudo o que o estrangeiro te suplicar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome e te temam, como o teu povo de Israel, e a fim de saberem que pelo teu nome é chamada esta casa que edifiquei.34 Quando o teu povo sair à guerra contra os seus inimigos, pelo caminho que os enviares, e orarem a ti para a banda desta cidade que escolheste, e desta casa que edifiquei ao teu nome,35 ouve, então, desde os céus a sua oração e a sua súplica e executa o seu direito.36 Quando pecarem contra ti (pois não há homem oque não peque), e tu te indignares contra eles e os entregares diante do inimigo, para que os que os cativarem os levem em cativeiro para alguma terra, remota ou vizinha;37 e, na terra para onde forem levados em cativeiro, tornarem a si, e se converterem, e, na terra do seu cativeiro, a ti suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente fizemos, e impiamente procedemos,38 e se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra do seu cativeiro, a que os levaram presos, e orarem para a banda da sua terra que deste a seus pais, e desta cidade que escolheste e desta casa que edifiquei ao teu nome,39 ouve, então, desde os céus, do assento da tua habitação, a sua oração e as suas súplicas, e executa o seu direito, e perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti.40 Agora, pois, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração deste lugar.41 Levanta-te, pois, agora, SENHOR Deus, e entra para o teu repouso, ptu e a arca da tua fortaleza; e os teus sacerdotes, ó SENHOR Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se qalegrem do bem.42 Ah! SENHOR Deus, não faças virar o rosto do teu ungido; lembra-te rdas misericórdias de Davi, teu servo.
 
A oração deve conter: Arrependimento; Ação de Graças; Louvor; Adoração; Petição; Intercessão; Consagração; etc...
A oração que JESUS priorizou foi a que devemos fazer em nosso quarto, só eu e DEUS. Todo dia pela madrugada. Paulo e Judas ensinam que devemos orar em línguas para sermos edificados e falarmos diretamente com DEUS e nossa oração ser a melhor e mais bem feita.
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Judas 1:20
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Judas 1:20
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Judas 1:20
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Judas 1:20
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Judas 1:20
Judas 1:20 Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,
1 Coríntios 14:2 Porque o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala de mistérios.
1 Coríntios 14:4a O que fala língua estranha edifica-se a si mesmo,
1 Coríntios 14:14a Porque, se eu orar em língua estranha, o meu espírito ora bem,
 
 
5. Leitura da Palavra.
 
No tempo de Neemias e Esdras, logo após o cativeiro Babilônico, a Palavra de DEUS começou a ser lida e explicada publicamente como parte da liturgia do culto, muitas vezes até traduzida devido a muitos não saberem falar o hebraico, pois na Babilônia falava-se o Aramaico.
Infelizmente vemos nas igrejas da atualidade um excesso de música em detrimento da pregação e do ensino sistemático da Palvra de DEUS em nossos cultos;
DEVE TER UM MOMENTO NO CULTO DE SE OUVIR ATENTAMENTE O QUE DEUS QUER NOS DIZER.
Todo culto deve ter a leitura e explicação da Palavra de DEUS para que o povo aprenda mais sobre DEUS e seus planos para a Igreja.
E Neemias (que era o tirsata), e o sacerdote Esdras, o escriba, e os levitas que ensinavam ao povo disseram a todo o povo: Este dia é consagrado ao SENHOR, vosso Deus, pelo que não vos lamenteis, nem choreis. Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei. Neemias 8:9
 
Em muitas igrejas atuais 80% dos cultos são ocupados com música, teatro, avisos e danças. JESUS não tem mais tempo para salvar, curar, libertar, batizar.
 
6. Bênção.
Era uma conscientização de pertencerem a DEUS e de serem vistos pelo Mesmo com desejo de os abençoar e livrar de todo mal.
 
BÊNÇÃO ARÔNICA
22 E falou o SENHOR a Moisés, dizendo: 23 Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes: 24 O SENHOR te abençoe e te guarde; 25 o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; 26 o SENHOR sobre ti levante o seu rosto se te dê a paz. 27 Assim, porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei. (Números 6:22-27).
 
BÊNÇÃO APOSTÓLICA
A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos. Amém! 2 Coríntios 13:13
 
Hoje assistimos, por incrível que pareça, muitos crentes saindo dos cultos sem nem esperar pela bênção de DEUS. irreverência e falta de Fé em DEUS e em sua presença.
 
 
 
 
III – FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
 
1. Adorar ao Único e Verdadeiro DEUS.
 
A EXPECTATIVA DO CULTO LEVÍTICO ERA PELA GLÓRIA DE DEUS MANIFESTADA, APROVANDO ASSIM O CULTO REALIZADO, ERA A CONFIRMAÇÃO DE QUE DEUS RECEBEU E SE AGRADOU DO CULTO, DE QUE O CULTO TINHA SIDO FEITO DE ACORDO COM A PALAVRA E VONTADE DE DEUS. DEUS RESPONDIA COM FOGO QUE QUEIMAVA O SACRIFÍCIO.
HOJE, DONS SÃO MANIFESTAÇÕES DA GLÓRIA DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA. SÃO CONFIRMAÇÃO DE QUE DEUS RECEBEU O CULTO, SE AGRADOU DO CULTO, FICOU SATISFEITO COM A REALIZAÇÃO DO CULTO. SUA PRESENÇA É VISTA E OUVIDA NO VERDADEIRO E LEGÍTIMO CULTO REALIZADO SEGUNDO SUA PALAVRA E VONTADE.
 
MARCOS 16:20  E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém! - grifo nosso.
ATOS dos Apóstolos 4:29 Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra, 30 enquanto estendes a mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome do teu santo Filho JESUS. 31 E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e anunciavam com ousadia a palavra de DEUS - grifo nosso.
ATOS dos Apóstolos 8:6 E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia, pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. - grifo nosso.
 
O MESMO FOGO QUE DESCEU NA INAUGURAÇÃO DO PRIMEIRO CULTO LEVITICO OFERECIDO A DEUS E NO DIA DA INAUGURAÇÃO DO TEMPLO DE SALOMÃO CONFIRMANDO A APROVAÇÃO DE DEUS DO CULTO, É O MESMO FOGO QUE DESCEU NO PENTECOSTES E OS DISCÍPILOS FORAM CHEIOS DO ESPIRITO SANTO E RECERAM DONS DO ESPIRITO SANTO (DOM DE VARIEDADE DE LÍNGUAS E DE PROFECIA).
ATOS dos Apóstolos 2:1 Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; 2 e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. 3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. 4 E todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e começaram a falar em outras línguas, conforme o ESPÍRITO SANTO lhes concedia que falassem. 5 E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. 6 E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. 7 E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando? 8 Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?
 
Em Levítico vemos que Israel Tinha DEUS como Único e Verdadeiro DEUS e rejeitavam aos deuses pagãos (Lv 19.4; Sl 86.10; 97.9). O culto mantinha os israelitas afastados da idolatria e aprofundava sua comunhão com o Senhor (Sl 96.5). Esse era o teor dos cânticos congregacionais do SANTO Templo.
 
Quando DEUS se manifesta no culto o povo sabe que DEUS está ali e presente em sua vida. para manter o povo congregando e salvos é preciso que veja,m com seus próprios olhos as manifestações de DEUS na Igreja.
Primeiro é a fé, depois é a manifestação de DEUS.
Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem. Hebreus 11:1
Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus? João 11:40
 
 
2. Reafirmar as alianças antigas.
 
Eram relembradas as Alianças de DEUS com Israel nos cultos para gerar fé neles. Como DEUS já havia cumprido várias promessas, isso significava que Ele cumpriria as outras feitas a Abraão, Isaque, Jacó e Davi (Lv 26.9,45). Já em seus cânticos, reafirmavam a fé na presença de DEUS em sua vida familiar e comunal (Sl 47.9), como mostra o Salmo 105.
 
Aliança Abraâmica (Gênesis 12:1-3, 6-7; 13:14-17, 15, 17:1-14; 22:15-18). Neste pacto, Deus prometeu muitas coisas para Abraão. Ele pessoalmente prometeu que faria o nome de Abraão grande (Gênesis 12:2), que Abraão teria inúmeros descendentes físicos (Gênesis 13:16), e que ele seria o pai de uma multidão de nações (Gênesis 17:4-5 ). Deus também fez promessas a respeito de uma nação chamada Israel. Na verdade, os limites geográficos da aliança com Abraão são mencionados em mais de uma ocasião no livro de Gênesis (12:7; 13:14-15; 15:18-21). Uma outra provisão na Aliança Abraâmica é que as famílias do mundo seriam abençoadas através da linhagem física de Abraão (Gênesis 12:3; 22:18). Esta é uma referência ao Messias, que viria da linhagem de Abraão.

Em Deuteronômio 30:1-10 também DEUS amplia o aspecto de terra detalhado na Aliança Abraâmica. De acordo com os termos deste pacto, se o povo desobedecesse, Deus faria com que fossem espalhados pelo mundo (Deuteronômio 30:3-4), mas Ele acabaria restaurando-os em uma nação (v. 5). Quando a nação for restaurada, então eles vão obedecê-lo perfeitamente (versículo 8), e Deus fará com que prosperem (v. 9).

Aliança Mosaica (Deuteronômio 11; et al.). A Aliança Mosaica era uma aliança condicional que ou trazia bênção direta de Deus pela obediência ou maldição direta de Deus pela desobediência sobre a nação de Israel. Uma parte da Aliança Mosaica (Êxodo 20) eram os Dez Mandamentos e o resto da Lei, que continha mais de 600 comandos, cerca de 300 negativos e 300 positivos. Os livros de história do Antigo Testamento detalham (Josué-Ester) como Israel sucedeu ou fracassou miseravelmente em obediência à Lei. Deuteronômio 11:26-28 detalha o tema de bênção/maldição.

Aliança Davídica (2 Samuel 7:8-16). A Aliança Davídica amplifica o aspecto da "semente" na Aliança Abraâmica. As promessas feitas a Davi nesta passagem são significativas. Deus prometeu que a linhagem de Davi duraria para sempre e que o seu reino jamais deixaria de existir permanentemente (versículo 16). Obviamente, o trono de Davi não tem estado em vigor (embora seus descendentes dominem a politica israelita) em todos os momentos. Haverá um tempo, no entanto, quando alguém da linhagem de Davi vai novamente sentar-se no trono e governar como rei. Este futuro rei é Jesus, no milênio (Lucas 1:32-33).
 
ALIANÇA (PACTO, MEMORIAL, TRATADO, COMPROMETIMENTO, TESTAMENTO)
 
ALIANÇA (AT)- (Strong Português) -  ברית b ̂eriyth
1) acordo, aliança, compromisso
1a) entre homens
1a1) tratado, aliança, associação (homem a homem)
1a2) constituição, ordenança (do monarca para os súditos)
1a3) acordo, compromisso (de homem para homem)
1a4) aliança (referindo-se à amizade)
1a5) aliança (referindo-se ao casamento)
1b) entre Deus e o homem
1b1) aliança (referindo-se à amizade)
1b2) aliança (ordenação divina com sinais ou promessas)
2) (expressões)
2a) fazer uma aliança
2b) manter a aliança
2c) violação da aliança
 
***BÊRIYTH (ALIANÇA EM HEBRAICO) = A ALIANÇA ANTERIOR É FEITA EM BASE DE IGUALDADE, É UMA TROCA, UM ACORDO EM QUE DEUS ME DÁ E EU TENHO QUE DAR PARA DEUS O MESMO. É CONDICIONAL.
Existem leis e normas a serem cumpridas ou obedecidas para que as bênçãos da aliança alcancem seus aliançados.
O auge dessa aliança é a vida de CRISTO, o messias, o rei do reino de Israel na Terra (milênio).
 
***DIATHEKE (ALIANÇA EM GREGO) = A NOVA ALIANÇA É DIFERENTE, É SUPERIOR, POIS DEUS ME DÁ TUDO O QUE PRECISO NÃO EXIGINDO NADA EM TROCA, A NÃO SER FÉ. É INCONDICIONAL.
EU NÃO TINHA NADA DE BOM A OFERECER, SÓ DE RUIM: PECADO E INIQUIDADE; MESMO ASSIM, DEUS ME RECEBE COMO CABEÇA DE ALIANÇA E ME DÁ A SALVAÇÃO E TODAS AS BÊNÇÃOS PROVINDAS DAÍ : BATISMO COM ESPÍRITO SANTO, DONS DO ESPÍRITO SANTO, PARTICIPAÇÃO NO MINISTÉRIO, ETC... 
 
ALIANÇA (NOVA - NT) - (Strong Português)  - διαθηκη diatheke
1) disposição; arranjo de qualquer natureza que se espera que seja válido, última disposição que alguém faz de suas posses terrenas depois de sua morte, testamento ou vontade
2) pacto, acordo, testamento
2a) acordo de Deus com Noé, etc.
 
***DEUS FAZ ALIANÇA CONOSCO, EM CRISTO, Hb 8.9, 1 Co 1.30 E Gl 3.16 = MAIOR SINAL
 
Não está baseada na lei e nem na obediência a elas, mas na graça de DEUS, em CRISTO, através do ESPÍRITO SANTO que mora em nós.
 
 
3. Professar o credo divino.
 
O RESUMO DE TODA DOUTRINA LEVÍTICA ERA “Ouve, Israel, o Senhor, nosso DEUS, é o único Senhor” (Dt 6.4). Nesta sentença resume-se toda a teologia do Antigo Testamento.
 
Shemá Israel
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
Shemá Israel (em hebraico שמע ישראל; "Ouça Israel") são as duas primeiras palavras da seção da Torá que constitui a profissão de fé central do monoteísmo judaico (Devarim / Deuteronómio 6:4-9) no qual se diz שְׁמַע יִשְׂרָאֵל יְהוָה אֱלֹהֵינוּ יְהוָה אֶחָד: (Shemá Yisrael Ado-nai Elohêinu Ado-nai Echad - Ouve Israel, ADO-NAI nosso Deus ADO-NAI é Um).
 
A Igreja deve guardar as doutrinas bíblicas em seu coração. Segundoo o pastor Antônio Gilberto estas são as principais:
 
PRINCIPAIS DOUTRINAS BÍBLICAS
. AS DOUTRINAS DA SALVAÇÃO
. AS DOUTRINAS DA FÊ CRISTÃ
. AS DOUTRINAS DO PORVIR (OU DAS COISAS FUTURAS)
Algumas dessas doutrinas:
1) A Doutrina do Pecado
2) A Doutrina Geral da Salvação
Alguns capítulos dessa grandiosa doutrina:
- A Graça de Deus
- A Expiação Pelo Sangue
- A Propiciação Pelo Sangue
- A Justificação Pela Fé
- A Regeneração Pelo Espírito Santo
3) A Doutrina do Discipulado Cristão
4) A Doutrina do Arrependimento e Confissão de Pecado
5) A Doutrina do Batismo em Águas.
6) A Doutrina da Santificação
7) A Doutrina da Eleição e Predestinação dos Salvos
8) A Doutrina da Evangelização e Missões

 
Algumas dessas doutrinas:
9) A Doutrina das Sagradas Escrituras
10) A Doutrina do Deus Triúno: o Pai, o Filho, e o Espírito
11) A Doutrina da Fé
12) A Doutrina da Criação de Todas as Coisas
13) A Doutrina dos Anjos Bons e Maus e os Demônios
14) A Doutrina do Homem (isto é, acerca do homem)
15) A Doutrina da Família
16) A Doutrina da Consciência Como Faculdade Humana
17) A Doutrina da Lei e da Graça
18) A Doutrina de Israel (isto é, acerca de Israel)
19) A Doutrina da Igreja
20) A Doutrina da oração e do jejum
21) A Doutrina do Louvor e da Adoração a Deus
22) A Doutrina do Ministério Evangélico
23) A Doutrina do Batismo Com o Espírito Santo
24) A Doutrina dos Dons do Espírito Santo
25) A Doutrina do Fruto do Espírito Santo
26) A Doutrina do Perdão
27) A Doutrina da Ceia do Senhor
28) A Doutrina da Cura Divina
29) A Doutrina da Unção dos Enfermos Com Óleo
30) A Doutrina da Imposição de Mãos s/as Pessoas
31) A Doutrina do Testemunho do Crente
(=0 crente falar de Cristo com a sua vida)
(=A vida cristã manifesta pelo testemunho do crente)
32) A Doutrina da Contribuição Financeira, etc.
33) A Doutrina das Duas Naturezas do Crente
34) A Doutrina do Sofrimento do Cristão Nesta Vida
35) A Doutrina do Crente Como Cidadão do Estado
36) A Doutrina da Ação Social da Igreja
37) A Doutrina da Disciplina Bíblica na Igreja
38) A Doutrina Concernente ao Desviado
39) A Doutrina dos Tipos Bíblicos (Tipologia Bíblica)
40) A Doutrina da Encarnação e Deidade de Cristo.
41) A Doutrina das Promessas de Deus
Algumas dessas doutrinas:
42) A Doutrina da Morte e do Estado Intermediário dos Mortos
43) A Doutrina da Ressurreição dos Justos e dos Injustos
44) A Doutrina dos Juízos (ou Julgamentos)
45) A Doutrina da Grande Tribulação Sobre Israel e os Gentios 46) A Doutrina Concernente ao Anticristo
47) A Doutrina da Vinda de Jesus
48) A Doutrina do Milênio de Cristo Sobre a Terra
49) A Doutrina do céu Para os Salvos, e do Inferno Para os Per¬didos
50) A Doutrina do Conhecimento e Relacionamento dos Salvos na Outra Vida
51) A Doutrina do Futuro de Israel e dos Gentios Corno Povos Na¬turais
52) A Doutrina do Perfeito Estado Eterno (ou A Doutrina da Eter¬nidade)
53) A Doutrina das Dispensações e Alianças da Bíblia.
 
 
4. Aguardar o Messias.
 
No livro de Salmos, há uma elevada cristologia, que descreve a paixão, a morte, a ressurreição e a glorificação do Senhor JESUS CRISTO como Rei dos reis (Sl 22.1-19; 16.10; 110.1-4; 2.1-8). Um israelita crente, e predisposto a servir a DEUS, jamais seria surpreendido com a chegada do Messias, pois o culto levítico era essencial e tipologicamente cristológico (Lc 2.25-35).
 
Os salmos mais reconhecidamente messiânicos são: 2, 8, 16, 22,  24, 40, 41, 45, 68, 69, 72, 87, 89, 102, 110, 118 (os principais estão sublinhados). Uma análise global deles nos mostra que eles enfatizam três temas messiânicos que são encontrados na teologia do Novo Testamento, em seu aspecto cristológico:
(1) A humilhação e exaltação do Messias.
(2) As tristezas presentes e o livramento  futuro de Israel.
(3) As bênçãos futuras de todas as nações através do Messias reinante de Israel
 
 
CONCLUSÃO
O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO
Como Definição de culto podemos dizer que é um serviço voluntário prestado a DEUS, sendo que nossa vida deve ser oferecida a DEUS.
Na era patriarcal Noé aparece como um adoradopr que faz altar a DEUS. No período de Moisés todo um sistema levítico é montado para oficializar o culto a DEUS. No tempo de Davi e Salomão também a música é introduzida no culto. Após o cativeiro babilônico Esdras e Neemias, reavivaram o culto levítico. Sinagogas são construídas por toda parte.
ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO
Sacrifícios diversos são exigidos e sempre a vida de animais são substituitas de vidas humanas. Cânticos são criados por Davi e Salomão, dentre outros. A Exposição da Palavra passa a ser importante como recurso didático. A Oração, como por exemplo, a de Salomão trás a glória de DEUS. A Leitura da Palavra e explicação da mesma se faz necessária por causa da língua aramaica aprendida na Babilônia pela maioria e parta crescimento da fé de todos. A Bênção é introduzida como corolário do desejo de DEUS em abençoar seu Povo.  
FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO
São finalidades do Culto Levítico: Adorar ao Único e Verdadeiro DEUS. Reafirmar as alianças antigas, Professar o credo divino e Aguardar o Messias.
 
 
COMENTÁRIOS EXTRAS ABAIXO
CULTO
Dicionário teológico
[Do lat. cultus, veneração] Tributação voluntária de louvores e honra ao Criador. A liturgia, em si, não constitui-se em culto; é necessário venha ela acompanhada de verdadeira predisposição espiritual. A liturgia é o símbolo; a piedade, a essência. A liturgia é a roupagem; o amor a DEUS, a verdadeira substância do culto.
Eis o texto-áureo do culto: “DEUS é ESPÍRITO; importa que os que o adorem, façam-no em espírito e verdade” (Jo 4.24). O objetivo primário do culto é a adoração a DEUS; o secundário, o enlevo espiritual do adorador.
 
CULTO
Dicionario Portugues
1. Que se cultivou. 2. Que tem cultura; instruído. S. m. 1. Forma pela qual se presta homenagem à divindade; liturgia. 2. Cerimônia de culto (protestante). 3. Veneração.
 
CULTO
Dicionário Bíblico Wycliffe
Cultos são sistemas particulares de adoração religiosa com referências especiais a rituais e cerimônias. O culto é o ponto central de uma religião e eventualmente assume formas e símbolos que revelam mais claramente o caráter distinto da religião. Como foco da vida religiosa, o culto se torna o ponto onde o senso do sagrado é mais concentrado, e assim serve como um indicador da qualidade mais interior da religião.
O tema seita descreve grupos religiosos menores, de crenças consideradas não ortodoxas ou artificiais, e neste sentido foi aplicado ao cristianismo primitivo pelas autoridades da religião do estado romano.
A religião de Israel estava em constante conflito, mas finalmente triunfou sobre as seitas e cultos de seus vizinhos, como por exemplo a adoração a Baal e Aserá com seus muitos profetas e sacerdotes (1 Rs 18.19). Estas seitas tinham uma natureza extremamente degradada. Seus templos e cultos envolviam a prostituição e os sacrifícios de crianças, e tudo era feito de forma assustadoramente clara de acordo com as tábuas cananéias encontradas em Ras Shamra (q.v.) e em sepulturas fenícias nas proximidades de Cartago.
A igreja cristã primitiva sem dúvida herdou várias formas e costumes de adoração provenientes das sinagogas judaicas; mas duvida-se de que tenha havido algum tipo de adoração pagã, como por exemplo nas religiões de mistério, e é notório que estas sequer exerceram qualquer influência considerável na adoração cristã primitiva. Pesquisas conclusivas mostraram que semelhanças externas e superficiais não provam necessariamente uma relação ou uma dependência. Em alguns exemplos particulares, o que parece mais provável é uma similaridade de terminologias, onde o cristianismo lhes dá um novo teor e significado. T. M. B
 
ADORAÇÃO (1)
Dicionário Bíblico Wycliffe
Na versão RC em português, esse termo ocorre apenas em Atos 8.27. Ele não ocorre nas versões KJV, ASV ou RSV em inglês, embora a idéia esteja expressa no AT pela palavra shaha, que significa “veneração”, “inclinar-se perante”. No NT a idéia está expressa pela palavra proskuneo, que significa “venerar”, “beijar a mão”, “fazer reverência a”, “adorar” e menos freqüentemente por sebomai, que significa “reverenciar”, “adorar”, “ser devoto de” e latreuo, que significa “venerar publicamente”, “ministrar”, “servir”, “prestar homenagem religiosa".
 
ADORAÇÃO (2)
Dicionário Bíblico Wycliffe
O propósito da adoração é estabelecer ou dar expressão a um relacionamento entre a criatura e a divindade. A adoração é praticada prestando-se reverência e homenagem religiosa a DEUS (ou a um deus) em pensamento, sentimento ou ato, com ou sem a ajuda de símbolos e ritos. A adoração pura expressa a veneração sem fazer alguma petição, e pressupõe a auto-renúncia e a entrega sacrificial a DEUS. Estritamente falando, a adoração é a ocupação da alma com o próprio DEUS, e não inclui a oração por necessidades e ação de graças pelas bênçãos.
A adoração é representada na Bíblia principalmente por duas palavras: no AT a palavra heb. shaha (mais de 100 vezes) significando “curvar-se diante”, “prostrar-se”, (Gn 22.5; 42.6: 48.12; Êx 24.1; Jz 7.15; 1 Sm 25.41; Jó 1.20; Sl 22.27; 86.9 etc.), e no NT a palavra gr. proskyneo (59 vezes), significando 'prostrar-se”, “prestar homenagem a alguém” (Mt 2.2,8,11; 4,9; Mc 5.6; 15.19; Lc 4.7,8: Jo 4.20-22 etc.). Essas duas palavras são constantemente traduzidas pela palavra ־adoração׳’, denotando o valor daquele que recebe a honra ou devoção especial. Ambos os termos “adoração” e “digno” podem ser vistos juntos na grande descrição dos 24 anciãos prostrando-se diante daquele que se assenta no trono (Ap 4.10-11; cf. 5.8-14).
Além das duas palavras principais há um extenso vocabulário tanto no heb. como no gr. definindo ainda mais a atividade de adoração. As palavras comumente usadas são o heb. ‘abad, significando “trabalhar”, “servir”, “adorar” (2 Rs 10.19-23) com a sua contraparte gr. latreuo, significando “prestar serviço religioso ou honra a DEUS” (Atos  24.14; Fp 3.3), Uma palavra heb. e aram. sagad, significando “prostrar-se em adoração”, é encontrada em Isaías 44.15,17,19; 46.6; Daniel 2.46 e freqüentemente no capítulo seguinte. Temer ao Senhor é um sinônimo próximo, à medida que se aprende a comparar Deuteronômio 6.13 com a citação deste versículo pelo Senhor JESUS em Mateus 4.10. Aqui o temor tem um sentido de admiração e reverência (cf. Sl 5.7). Outras palavras gregas de grande importância são sebomai e os seus diversos cognatos, significando “ficar admirado”, “reverenciar”, e threskeia, significando “religião”, “adoração cerimonial” (Cl 2.18; Atos  26.5; Tg 1.26ss.).
 
A Adoração no AT
A adoração no AT pode ser dividida em dois períodos principais, o patriarcal e o teocrático. Antes das instituições mosaicas, há poucas indicações de adoração formal e pública entre os patriarcas. Os tempos dos patriarcas revelam, antes, os atos individuais, pessoais e ocasionais de adoração que caracterizariam um povo semi-nômade vivendo longe da sociedade organizada (por exemplo, Abraão no Moriá, Gênesis 22.1-5; Jacó em Betel, Gênesis 28.18-22). Gênesis, porém, retrata os primórdios da religião ritualista na instituição de sacrifícios e na construção de altares (Gn 4.3,4,26; 8.20-22).
Durante o período teocrático, o conceito corporativo e ritualista da adoração tornou-se proeminente. Um sistema de adoração altamente organizado e muito completo foi revelado por DEUS a Moisés no Sinai, o qual incluía:
1. Tipos especiais de ofertas e sacrifícios para toda a nação; (a) diário (Nm 28.3-8); (b) todos os sábados (Nm 28.9,10; Lv 24.8); (c) na lua nova (Nm 28.11-15); (d) a Páscoa ou a Festa dos Pães Asmos (Nm 28.16-25; Êx 12.1ss.); (e) Festa das Primícias e Pentecostes - Festa das Semanas (Lv 23.15-20; Nm 28.26-31); (f)Festa dasTrombetas(Lv23.23- 25; Nm 29.1-6; cf. Is 18.3; 27.12,13; Jl 2.15- 32); (g) Dia da Expiação (Lv 23.26-32; Nm 29.7-11); (h) Festa dos Tabernáculos, quando, no décimo quinto dia do sétimo mês, logo após a colheita, enquanto o povo habitava em tendas feitas de galhos de árvores em memória de sua libertação do Egito, os sacerdotes ofereciam sete dias de sacrifícios especiais (Lv 23.33-44; Nm 29.13ss.).
2. Sacrifícios específicos a serem oferecidos por um indivíduo por si mesmo e sua família, como o manjar da Páscoa e a Páscoa em si (Êx 12; cf. Lv 23.5); uma oferta queimada de um macho do rebanho sem mancha, por si mesmo e sua família (Lv l.lss.) com o qual ele se identificava e sobre o qual tanto os seus pecados como os dos seus familiares eram simbolicamente depositados, ao colocar a sua mão sobre a cabeça da oferta quando ela era morta; uma oferta de manjares como uma oferta de louvor apontando para a perfeição de DEUS e de CRISTO (Lv 2); uma oferta pacífica apontando para CRISTO como a nossa paz (Lv 3). Havia ofertas apropriadas para o caso dos pecados praticados por ignorância (Lv 4-5) e pelas transgressões (Lv 6.1-7).
3. Sacrifícios especiais pelos próprios sacerdotes na consagração de Arão e seus filhos (Lv 8.2,14,15); na unção de um sacerdote (Êx 29.15ss.; Lv 6.19-23); quando um sacerdote havia pecado (Lv 4.3ss.); na purificação das mulheres (Lv 12.6,8); para a purificação de leprosos (Lv 14.19); para remover a impureza cerimonial (Lv 15.15,30); na conclusão ou na quebra do voto de um nazireu (Nm 6.11- 14).
Houve, sem dúvida, muita confusão durante o período dos juizes, e a dispersão das tribos por toda a terra, posteriormente, perturbou o quadro religioso. O conceito corporativo de adoração, apesar de tudo, estava destinado a aumentar. Santuários foram estabelecidos e buscados pelo povo ano após ano; Dã, Gilgal, Siquém, Siló e Berseba, para citar os mais importantes. Tendências sincretistas em religião constantemente corrompiam a adoração nesses lugares, inspirando práticas pagãs na religião de Israel. Por causa da corrupção constante e crescente, a religião de Israel estava em uma situação difícil quando Saul e a monarquia chegaram. Na verdade, o reinado de Davi poderia ser visto como uma época de reavivamento religioso que culminou com a edificação do Templo sob a autoridade de Salomão. Sem dúvida alguma a própria experiência de adoração de Davi em particular, e a sua comunhão com o Senhor em meio às circunstâncias mais atribuladas, lhe trouxeram o desejo de levar outros a louvar e adorar a DEUS (Sl 42.1-4; 122.1; 2 Sm 6.12-18; 1 Cr 16.1-36). O efeito do Templo na adoração de Israel é desequilibrado por qualquer outro fator. Gradualmente, todos os outros lugares de adoração foram eliminados, e o Templo em Jerusalém permaneceu como o único lugar para sacrifício, a base da adoração.
Além de todas as ofertas e sacrifícios especificados por DEUS na lei mosaica, desenvolveu-se um sistema de adoração pública com algumas características:
(1) Atos sacrificiais especiais para ocasiões extraordinárias, como a consagração do Tabernáculo (Nm 7) ou do Templo de Salomão (2 Cr 7.5ss.).
(2) Atos cerimoniais específicos nos quais o povo expressava uma reverência incomum, como quando o sumo sacerdote oferecia incenso no lugar santo, quando Salomão abençoava o povo (1 Rs 8.14), e quando os sacerdotes tocaram as trombetas de prata (2 Cr 7.6).
(3) Ministrações de louvor no Templo quando cânticos vocais e instrumentos musicais de todo tipo eram empregados (2 Cr 5.13). Moisés compôs um cântico de livramento depois que DEUS conduziu o povo a pés enxutos pelo meio do mar Vermelho, e Miriã, sua irmã, e as mulheres o acompanharam com tamboris (Êx 15.1,20). Depois da arca do Senhor ter sido recuperada dos filisteus, Davi designou um coral de levitas para ministrar diante dela (1 Cr 16.4), e também formou uma orquestra (1 Cr 16.6,42,43; cf. 2 Sm 6.5). O último Salmo recomenda que instrumentos musicais de todos os tipos sejam usados para louvar ao Senhor (Sl 150). Existem possivelmente alguns Salmos antifonais (Sl 20; 21; 24; 107; 118).
(4) A oração pública quando o povo foi guiado por Moisés (Dt 26.15), por Salomão (1 Rs 8.23-54), e como encontrado nos Salmos 51, 60, 79, 80 e muitos outros.
(5) Discursos públicos, como a soma da obra de Moisés com cinco discursos no livro de Deuteronômio; o discurso de Salomão para a congregação (2 Cr 6.4-11); Neemias mandando ler a lei e então mandando os levitas orarem (Ne 9.3-38; cf. 13.1-5).
Depois que os cativos retomaram da Babilônia, a reedificação do Templo era de certo modo o renascimento da religião nacional. Nos séculos que se seguiram ao retorno, a adoração de Israel tomou-se altamente desenvolvida e ritualista. O calendário religioso foi expandido para incluir as festas pós-exílio e as observâncias sagradas. O Templo não era só um edifício, mas um centro que colocava em foco a adoração de toda a nação. Sua evidência verdadeira revela que algumas seitas do judaísmo (como os essênios) eram anti-templo em sua expressão de adoração, mas a principal corrente da vida judaica, alimentada por muitos e divergentes tributários (como os saduceus e os fariseus), fluía através do Templo.
Depois do retorno do exílio babilônico, a sinagoga (q.v.) apareceu como um rival para o Templo. Estritamente falando, a sinagoga foi criada para a instrução e não para a adoração; mas, na prática, parece ter havido algum elemento de adoração na ministrarão da sinagoga desde o seu início, Na verdade, este era um elemento crescente; e após a destruição do Templo em 70 d.C., a sinagoga se apropriou de tudo o que restou da adoração judaica.
 
A Adoração no NT
Com a morte, sepultamento e ressurreição de CRISTO, todos os sacrifícios e ofertas do AT tornaram-se coisa do passado. Agora “não resta mais sacrifício pelos pecados”, pois o Cordeiro de DEUS tirou o pecado do mundo Hb 10.26; Jo 1.29). Agora o crente tem, em CRISTO. um advogado diante de DEUS para defendê-lo quando ele se arrepende de seus pecados (1 Jo 1.9; 2.1), e assim não precisa de nenhum sacerdote terreno. Portanto, a forma de adoração logo começou a mudar. Porém a adoração pública nos primeiros dias do cristianismo ainda estava associada ao Templo. O livro de Atos descreve cristãos judeus continuando sua adoração no Templo (Atos  2.46; 3.1; 5.20,42), mesmo na época da prisão de Paulo (Atos  21.26-33). Somente a hostilidade daqueles que controlavam o Templo, aparentemente, afastou os primeiros cristãos daquele lugar santo.
Ao mesmo tempo, o cristianismo começou a se voltar para as residências particulares como lugares de reunião (Atos  2.46; 5.42; 12.12). O elemento de sacrifício, que era básico no Templo, foi perpetuado apenas na ceia que rememorava a morte sacrificial de CRISTO. Esta observância parece ter sido, a princípio, uma parte de uma refeição coletiva que os cristãos compartilhavam (1 Co 11.20-34). Posteriormente ela se tomou especialmente associada com o dia do Senhor, o dia que logo foi separado para a adoração cristã. O sábado judaico foi gradualmente substituído pelo primeiro dia da semana, firmando-se como o dia das primeiras experiências cristãs com o CRISTO ressurrecto (Jo 20.19,26; Atos  20.7; 1 Co 16.2; Ap 1.10). Pregar e ensinar eram elementos de suprema importância nas reuniões públicas para as jovens igrejas (Atos  11.26; 15.35; 18.25; 20.7). Aqueles elementos que faziam parte da adoração no judaísmo também aparecem nas primeiras ministrações cristãs; leitura do AT (1 Tm 4.13), oração (Atos  2.42; 1 Co 14.14-16), canto (Ef 5.19; Cl 3.16) e a entrega de ofertas ou donativos (1 Co 16.1,2).
A verdadeira adoração congregacional é regulamentada em 1 Coríntios 14:26 (Que fareis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. 1 Coríntios 14:26). Qualquer membro era livre para participar conforme o ESPÍRITO dispusesse (1 Co 14.26), principalmente quando procurasse ministrar aos outros através de seu dom espiritual ou carismático (1 Pe 4.10, 11.- Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de DEUS. Se alguém falar, fale segundo as palavras de DEUS; se alguém administrar, administre segundo o poder que DEUS dá; para que em tudo DEUS seja glorificado por JESUS CRISTO, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém.). Uma mulher que orasse ou profetizasse deveria ter a sua cabeça coberta (1 Co 11.5). Uma mensagem em uma língua incompreensível deveria ser interpretada, e toda profecia deveria estar sujeita aos profetas na congregação (1 Co 14.27- 33).
CRISTO não prescreveu para os seus discípulos formas específicas de adoração pública, sem dúvida assumindo que o seu próprio exemplo e o ESPÍRITO SANTO fariam com que estas surgissem espontaneamente. Ele realmente enfatizou que os adoradores deveriam adorar a DEUS “em espírito e em verdade" (Jo 4.23ss.) e que procurassem guardar a sua adoração de formas não meramente exteriores, enfatizando a privacidade e a realidade diante de DEUS (Mt 6.1-18). O apóstolo Paulo nos permite enxergar uma parte de sua vida devocional particular quando menciona o falar a DEUS em mistérios em seu espírito e através de suas orações, e quando nos ensina sobre cantar e bendizer a DEUS tanto com o espírito como com a mente (1 Co 14.2,14-19); também na oração em línguas - O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja. 1 Coríntios 14:4).
Alguns estudiosos têm professado encontrar nas religiões de mistério várias práticas que têm - segundo eles pensam - uma adoração cristã influenciada. O banho ou batismo cerimonial (como o banho de sangue do Mitraísmo); o manjar sagrado, às vezes com um significado memorial (como a elevação da espiga de trigo como um símbolo de morte e renascimento no ritual Eleusiano). É claramente certo que essas religiões eram totalmente inferiores ao cristianismo, pois a base da adoração cristã reside no fato histórico e não em mitos e teorias. Por seus próprios méritos inerentes, o cristianismo ganhou a sua vitória sobre as religiões rivais do mundo antigo, e tais expressões de adoração, quando são similares ao cristianismo, apenas apontam para a ampla base religiosa que é inerente à natureza humana. Uma das maiores dificuldades do cristianismo chegou cedo e em conexão com a adoração. Roma decretou uma religião universal para o mundo: o culto aos imperadores. Era a política romana chamar a atenção de todas as pessoas para o centro do poder, e o culto imperial era um meio de dar coesão ao vasto império. Este culto jamais teve a intenção de perseguir ou substituir as religiões nacionais, não pretendia impor um dogma religioso. Na verdade, a apoteose imperial era política em natureza e propósito, surgindo como resultado de lisonja, gratidão e precedente histórico. Os imperadores reagiram à apoteose em graus diferentes. De todos os imperadores, embora provavelmente encorajando a adoração a si mesmo em níveis inferiores a qualquer outro, Augusto recebeu a adoração mais genuína. Tibério recusou-se a receber honras divinas em Roma, mas encorajou o culto nas províncias. Calígula era insistente em sua divindade. Nero foi o primeiro imperador vivo a usar a corona radiata que era o símbolo da descendência do deus sol. Domiciano reivindicou o título de domitnus et deus durante o período em que viveu. Embora não possuísse nenhum valor religioso, o culto se tomou, nas províncias, um modo conveniente de detectar a deslealdade a Roma. Os principais não-conformistas eram os republicanos, os judeus e os cristãos. O cristianismo jamais esteve disposto a atribuir um senhorio a César, o que trouxe um imenso sofrimento e uma perseguição generalizada no final do século I — A adoração dos cristãos - mesmo em uma era politeísta - era exclusivamente reservada a DEUS e seu CRISTO. .
Bibliografia. Oscar Cullmann, Early Chris- tian Worskip, trad. por A. S. Todd e J. B. Torrance, Chicago. H. Regnery Co., 1953. G. Henton Davies. C. C. Richardson e Abraham Cronbach, “Worship, etc.”, IDB, IV, 879-903. Gerhard Delling, Worship in the NT, trad. por Percy Scott, Filadélfia. Westminster Press, 1962. Roland de Vaux, Ancient Israel, trad. por John McHugh, Nova York. McGraw-Hill, 1961,pp. 271-517, 537-552. George Evans, The True Spirit of Worship, Chicago. Bible Iast. Colportage Assn., 1941. Alfred P. Gibbs, Worship. The Christian’s Highest Occupation, 2a ed., Kansas City, Kan. Walteríck Publ., s.d. Oscar Hardman, A History of Christian Worship, Nashville. Cokesbury Press, 1937. Arthur S. Herbert, Worskip in Ancient Israel, Richmond. John Knox Press, 1959. Yehezkel Kaufmann, The Religion of Israel, trad. e resumido por Moshe Greenberg, Chicago. Univ. of Chicago Press, 1960, Franidin M. Segler, Christian Worship. Its Theology and Practice, Nashville. Broad- man Press, 1967. H. Strathmann, “Latreuo, etc,”, TDNT, IV, 58-65, Jean J. von Allmen, Worship, Its Theology and Practice, Nova York. Oxford Univ. Press, 1965. H. LD. e E. A. K.
 
 
(Strong Português)
Glória כבוד kabowd raramente כבד kabod
1) glória, honra, glorioso, abundância
1a) abundância, riqueza
1b) honra, esplendor, glória
1c) honra, dignidade
1d) honra, reputação
1e) honra, reverência, glória
1f) glória
 
(Strong Português)
Tenda משכן mishkan
1) lugar de habitação, tabernáculo
1a) lugar de habitação
1b) moradia
 
(Strong Português)
Nuvem ענן Ìanan
1) nuvem, nublado, nuvens
1a) nuvens (referindo-se a nuvem teofânica)
1b) nuvem
 
(Strong Português)
Congregação מועד mow Ìed ou מעד mo Ìed ou (fem.) מועדה mow Ìadah (2Cr 8.13)
1) lugar determinado, tempo determinado, reunião
1a) tempo determinado
1a1) tempo determinado (em geral)
1a2) período sagrado, festa estabelecida, período determinado
1b) reunião determinada
1c) lugar determinado
1d) sinal determinado
1e) tenda do encontro
 
(Strong Português)
CULTO λατρεια latreia
1) serviço retribuído por salário
1a) qualquer serviço ou ministério: o serviço a DEUS
2) serviço e adoração a DEUS de acordo com os requerimentos da lei levítica
3) realizar serviços sagrados
 
Comentario Biblico BEP - CPAD - ROMANOS 12:1,2 Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de DEUS, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o vosso culto racional.E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de DEUS.
QUE APRESENTEIS OS VOSSOS CORPOS EM SACRIFÍCIO VIVO. O crente deve ter uma paixão sincera por agradar a DEUS, no amor, na devoção, no louvor, na santidade e no servir. (1) Nosso maior desejo deve ser uma vida de santidade, e sermos aceitos por DEUS. Para isso, precisamos separar-nos do mundo e aproximar-nos cada vez mais de DEUS (v. 2). Devemos viver para DEUS, adorá-lo, obedecer-lhe; opor-nos ao pecado e apegar-nos à justiça; resistir e repudiar o mal, ser generosos com o próximo na prática de boas obras, imitar a CRISTO, segui-lo, servi-lo, andar na direção do ESPÍRITO SANTO e ser cheio dEle. (2) Devemos apresentar a DEUS, nosso corpo como morto ao pecado e como templo do ESPÍRITO SANTO (cf. 1 Co 6.15,19).
12.2 NÃO VOS CONFORMEIS COM ESTE MUNDO, MAS TRANSFORMAI-VOS. Paulo deixa subentender várias coisas neste versículo. (1) Devemos reconhecer que o presente sistema mundano é mau (At 2.40; Gl 1.4), e que está sob o controle de Satanás (Jo 12.31; 1 Jo 5.19;). (2) Devemos resistir às formas prevalecentes e populares do proceder deste mundo e em lugar disso proclamar as verdades eternas e os padrões justos da Palavra de DEUS, por amor a CRISTO (1 Co 1.17-24). (3) Devemos desprezar e aborrecer aquilo que é mau, amar aquilo que é justo (v. 9; 1 Jo 2.15-17; ver Hb 1.9) e não ceder aos vários tipos de mundanismo que rodeiam a igreja, tais como cobiça, egoísmo, oportunismo, conceitos humanistas, artifícios políticos visando ao poder, inveja, ódio, vingança, impureza, linguagem imunda, diversões ímpias, vestes imodestas e provocantes, imoralidade, drogas, bebidas alcoólicas e companhias mundanas. (4) Devemos conformar nossa mente à maneira de DEUS pensar (1 Co 2.16; Fp 2.5), mediante a leitura da Palavra de DEUS e sua meditação (Sl 119.11,148; Jo 8.31,32; 15.7). Devemos permitir que nossos planos, alvos e aspirações sejam determinados pelas verdades celestiais e eternas e não por este presente século mau, profano e passageiro.
A linguagem aqui é do V.T, e faz-nos lembrar que os crentes judeus ofereciam sacrifícios ao Senhor. Mas os crentes cristãos, em vez de oferecer algo fora de si mesmos, devem oferecer seus próprios corpos a DEUS, como sacrifícios vivos, santos e aceitáveis. Este tipo de sacrifício é um culto espiritual que envolve todos os seus poderes racionais (Comentario Biblico Moody).
 
Culto no AT
Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo; Êxodo 40:34
 
Por isso falaram ao rei da Assíria, dizendo: A gente que transportaste e fizeste habitar nas cidades de Samaria, não sabe o costume do DEUS da terra; assim mandou leões entre ela, e eis que a matam, porquanto não sabe o culto do DEUS da terra. 2 Reis 17:26

E acontecerá que, quando o Senhor te houver introduzido na terra dos cananeus, e dos heteus, e dos amorreus, e dos heveus, e dos jebuseus, a qual jurou a teus pais que te daria, terra que mana leite e mel, guardarás este culto neste mês. Êxodo 13:5
 
A Glória da segunda casa foi maior do que a da primeira, ou seja, a glória de DEUS se manifestou invisível no primeiro templo, mas no segundo, DEUS mesmo estava ali presente. JESUS entrou ali.
A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos. Ageu 2:9
 
 
Culto no NT
Qual o resultado da verdadeira adoração a DEUS?
Qual deve ser o resultado de nosso culto a DEUS? 
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação" 
(1 Co 14.26).
Elementos do verdadeiro culto bíblico:
1- Salmo (Leitura da Bíblia)
2- Doutrina (Explanação da Bíblia por ensino e por pregação - para que todos aprendam e todos sejam consolados)
3- Revelação (falem dois ou três profetas, e os outros julguem - todos podereis profetizar, uns depois dos outros - procurai, com zelo, profetizar )
4- Língua (se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete - não proibais falar línguas)
5- Interpretação (é a manifestação de um dom do ESPÍRITO SANTO - equivale à profecia).

DEUS responde ao culto que lhe agrada se manifestando.
No Antigo Testamento respondia com Fogo e Glória.
No Novo Testamento Responde com manifestação dos dons do ESPÍRITO SANTO e com sua Glória.

Levitico 9:22 Depois, Arão levantou as mãos ao povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a expiação do pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica.23 Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; depois, saíram e abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.24 Porque o fogo saiu de diante do SENHOR e consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilou e caiu sobre as suas faces.

2Rs 1:12
E respondeu Elias e disse-lhe: Se eu sou homem de DEUS, desça fogo do céu e te consuma a ti e aos teus cinquenta. Então, fogo de DEUS desceu do céu e o consumiu a ele e aos seus cinquenta.

2Cr 7:1
E, acabando Salomão de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do SENHOR encheu a casa.

1Rs 8:11 E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR.

2Cr 5:14 e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR encheu a Casa de DEUS.
A Igreja presta culto a DEUS (serviço) segundo os moldes bíblicos que estão registrados no Novo testamento.
 
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de DEUS, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o vosso culto racional. Romanos 12:1
 
Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, Colossenses 2:18

Que fareis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. 1 Coríntios 14:26
 
Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração; Efésios 5:19
 
Como não será de maior glória o ministério do ESPÍRITO? 2 Coríntios 3:8
 
Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo ESPÍRITO do Senhor.
2 Coríntios 3:18
 
Disse-lhe JESUS: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de DEUS? João 11:40
 
Aos quais DEUS quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é CRISTO em vós, esperança da glória; Colossenses 1:27
 
Ora, também a primeira tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre. Hebreus 9:1
 
Portanto, irmãos, visto que temos plena confiança para entrar no SANTO dos Santos pelo sangue de JESUS, por um novo e vivo caminho que ele nos abriu por meio do véu, isto é, do seu corpo, e uma vez que temos um grande sacerdote sobre a casa de DEUS, aproximemo-nos de DEUS com um coração sincero e com plena convicção de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada e tendo os nossos corações lavados com água pura. (Hb 10.1922)
 
Através de CRISTO, o escritor de Hebreus nos diz, devemos "continuamente oferecer um sacrifício de louvor a DEUS, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome" ( Heb. 13:15 ).
 
 
 
SUBSÍDIOS DA REVISTA DA CPAD - LIÇÃO 2
SUBSÍDIO TEOLÓGICO - Culto
“1. Definição etimológica e antropológica. A palavra culto é originária do vocábulo latino ‘culto’, e significa adoração ou homenagem que se presta ao Supremo Ser. No grego, temos duas palavras para culto: ‘latréia’, significando adoração; e ‘proskuneo’, reverenciar, prestar obediência, render homenagem.
2. Definição teológica. O culto é o momento da adoração que tributamos a DEUS; marca o encontro do Supremo Ser com os seus adoradores. Eis porque, durante o seu transcurso, cada membro da congregação deve sentir-se e agir com o integrante dessa comunidade de adoração — a Igreja de CRISTO.
Se o culto aos ídolos induz o ser humano às mais abjetas práticas, a adoração cristã enleva-nos ao coração do Criador. O teólogo Karl Barth via o culto cristão como ‘o ato mais importante, mais relevante e mais glorioso na vida do homem’” (ANDRADE, Claudionor. As Disciplinas da Vida Cristã: Como alcançar a verdadeira espiritualidade. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, pp. 58,59).

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“O capítulo 9 de Levítico é um referencial da adoração no Antigo Testamento. Registra os primeiros sacrifícios públicos de Israel sob o regime do sacerdócio levítico. No capítulo 8, os sacrifícios foram oferecidos na ordenação de Arão e seus filhos, mas o povo ficou só observando; não participou. Agora, os sacerdotes começam de fato o ministério de mediação. Este era um dia importante para Israel. O Senhor apareceria para coroar a ocasião.
Para preparar o aparecimento de DEUS, Arão ofereceu por si e seus filhos uma expiação de pecado e um holocausto (7,8). A oferta pelo pecado de Arão era um bezerro, e seu holocausto, um carneiro. Esta é a única ocasião na qual a legislação sacrificial exigia um bezerro. Rashi comenta a respeito do bezerro: ‘Este animal foi escolhido como oferta pelo pecado para anunciar ao sacerdote [Arão] que o SANTO, bendito seja Ele, lhe concedeu expiação por meio deste bezerro por causa do incidente do bezerro de ouro anteriormente feito.
[...] A conclusão adequada para este culto é a presença do DEUS vivo manifesto em sua glória ao povo. A palavra glória é termo particularmente bíblico. A ideia do radical hebraico (kabed) é ‘ser pesado, ter peso, pesado’. A forma substantivada é empregada no mundo antigo para aludir à aparência do esplendor que acompanha um grande personagem. Brockington explica que, na Bíblia, glória se refere ‘àquilo que os homens podem perceber, originalmente pela visão, da presença de DEUS na terra’. Note o uso do termo em Ezequiel 1. A palavra fala das seguintes experiências em tempos e situações diversas: Israel no Sinai; Salomão e o povo quando a Shequiná encheu a cada de DEUS; Isaías no Templo; os pastores nos arredores de Belém; e os discípulos no monte da Transfiguração” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 1. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp. 275, 276).

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“Há muito tempo que os estudiosos se empenham em achar a ideia controladora por trás dos sacrifícios religiosos. Alguns sugerem que seja comunhão, ato simbolizado pela refeição comum. Outros enfatizam a propiciação, a substituição ou a gratidão festiva. É óbvio que o sacrifício é algo multifacetado da mesma maneira que é a relação do homem com DEUS. Envolve comunhão, mas comunhão com DEUS que implica em proposição, gratidão e petição. Assim, nossa atenção é remetida novamente à ideia de proximidade e intimidade com DEUS. Tudo que diz respeito a aproximar-se de DEUS está implícito no sacrifício. Este conceito explica as cinco variedades de ofertas: holocausto, oferta de manjares, oferta de paz, oferta pelo pecado e oferta pela culpa. Cada oferta fala de uma faceta diferente da proximidade com DEUS.
Levítico toma por certo que quando os homens se achegam a DEUS, eles não devem ir de mãos vazias. Há algo sobre a relação que torna correto e apropriado os homens levarem uma oferta. Desde os tempos do Novo Testamento é fácil esquecer esta verdade. Mas sempre temos de nos lembrar de que, embora os crentes possam se aproximar de DEUS com ousadia, eles não devem ir de mãos vazias. Sob o antigo concerto, os adoradores iam com dádivas próprias. Hoje, os crentes vão com a própria Dádiva de DEUS, seu Filho JESUS, como base de aproximação e intimidade dos adoradores com DEUS” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 1. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 259).

PARA REFLETIR - A respeito de “A Beleza e a Glóriado Culto Levítico”, responda:
O que é o culto divino?
R- O culto divino é o serviço amoroso, voluntário e exclusivo que DEUS requer de cada uma de suas criaturas morais (anjos e homens), mui particularmente de Israel, no Antigo Testamento, e, agora, da Igreja, para que todos, em todosos lugares e tempos, glorifiquem-no como o Criador, Senhor e Mantenedor de todas as coisas.
Como era o culto no período de Moisés? R- DEUS, através de Moisés, entregou ao seu povo leis e instruções para que o seu culto passasse da informalidade a uma etapa mais teológica, litúrgica e congregacional. A partir daí, estabeleceram-se as festividades sagradas como a Páscoa e o Dia da Expiação. Agora, não somente as famílias, mas todo o povo é intimado a cultuar o Senhor.
Qual a contribuição de Davi ao culto divino? R- Até a ascensão de Davi, como rei de Israel, a música não era utilizada no culto divino. O cântico de Miriã e o de Débora constituíam manifestações espontâneas que precederam a inserção da música na liturgia do SANTO Templo. Mas, com o rei Davi, que também era profeta, salmista e músico, a celebração oficial ao Senhor foi enriquecida com a formação de coros e instrumentos musicais. Buscando sempre a excelência do culto divino, o rei Davi inventou e fabricou diversos instrumentos musicais.
Cite os elementos do culto levítico. R-Os elementos são: sacrifícios, os cânticos, a exposição da Palavra e a bênção.
Quais os objetivos do culto levítico? R- Adorar a DEUS, reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e aguardar o Messias.
 
CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 75, p. 37. Você encontrará mais subsídios para enriquecer a lição. São artigos que buscam expandir certos assuntos.
 
 
AJUDA BIBLIOGRÁFICA
A CARTA AOS HEBREUS - Introdução e Comentário por DONALD GUTHRIE - SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA E ASSOCIAÇÃO RELIGIOSA EDITORA MUNDO CRISTÃO
A Excelencia da Nova Aliança em CRISTO - Orton H Wiley - Comentário Exaustivo da carta aos Hebreus - Editora Central Gospel - Estrada do Guerenguê . 1851 - Taquara I 11111 Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22713-001 PEDIDOS: (21) 2187-7090 .
Revista CPAD - 3º Trimestre de 2001 - Título: Hebreus — “... os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes” - Comentarista: Elinaldo Renovato
SÉRIE Comentário Bíblico - HEBREUS - As coisas novas e grandes que DEUS preparou para vocè - SEVERINO PEDRO DA SILVA
Teologia Sistemática de Charles Finney
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo. 
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia - Myer Pearman - Editora Vida
Comentário Bíblico Beacon, v.5 - CPAD.
Comentário Bíblico TT W. W. Wiersbe
Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - Warren W. Wiersbe
CRISTOLOGIA - A doutrina de JESUS CRISTO - Esequias Soares - CPAD
Dicionário Bíblico Wycliffe - CPAD
GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA
http://www.gospelbook.net, www.ebdweb.com.br, http://www.escoladominical.net, http://www.portalebd.org.br/, Bíblia The Word.
O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS.
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
Revista Ensinador Cristão - CPAD.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
Teologia Sistemática Pentecostal - A Doutrina da Salvação - Antonio Gilberto - CPAD
Teologia Sistemática - Conhecendo as Doutrinas da Bíblia - A Salvação - Myer Pearman - Editora Vida
Teologia Sistemática de Charles Finney
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
GILBERTO, Antonio, et al. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD.
HOUAISS, Antônio. Dicionário da Língua Portuguesa. OBJETIVA.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
Levítico - introdução e comentário - R.K.Harrinson - Série Cultura Bíblica - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - São Paulo - SP
 
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