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LIÇÃO 2 - HERESIAS - ISLAMISMO
Questionário
ISLAMISMO - Revista CPAD - Juvenis 29/09/2005
Complemento
O ANTIGO E O NOVO CONCERTO
O CONCERTO DE DEUS COM OS ISRAELITAS
 
 
 
TEXTO ÁUREO
"Estas, porém, são as gerações de Ismael, filho de Abraão, que a serva de Sara, Agar, egípcia, deu a Abraão" (Gn 25.12).
 
 
VERDADE PRÁTICA
O islamismo é uma religião legalista, contrária ao cristianismo e cujos adeptos são os filhos espirituais de Ismael.
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
 
   
 
GÁLATAS 4.22, 23, 28-31
22. Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre.
23. Todavia, o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas o que era da livre, por promessa.
28- Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa, como Isaque.
29- Mas, como, então, aquele que era gerado segundo a carne perseguia o que o era segundo o ESPÍRITO , assim é também, agora.
30- Mas que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque, de modo algum, o filho da escrava herdará com o filho da livre.
31- De maneira que, irmãos, somos filhos não da escrava, mas da livre.
ABRAÃO TEVE DOIS FILHOS. Paulo emprega uma ilustração para demonstrar a diferença entre o antigo e o novo concerto. Agar representa o antigo concerto, firmado no monte Sinai (v. 25); os seus filhos vivem agora sob esse concerto e nascem segundo a carne (v.23), i.e., não têm o ESPÍRITO SANTO. Sara, a outra esposa de Abraão, representa o novo concerto; os seus filhos, i.e., os crentes em CRISTO, têm o ESPÍRITO  e são verdadeiros filhos de DEUS (ver o estudo O ANTIGO E O NOVO CONCERTO ).
 
 
Leitura Diária
Segunda. Is 34.16 Os muçulmanos negam a autoridade da Bíblia.
16 Buscai no livro do SENHOR e lede; nenhuma dessas coisas falhará, nem uma nem outra faltará; porque a sua própria boca o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará.

Terça . Gn 16.11, 12 A Bíblia anuncia de antemão a natureza belicosa de Ismael.
Disse-lhe também o Anjo do SENHOR: Eis que concebeste, e terás um filho, e chamarás o seu nome 35Ismael, porquanto o SENHOR ouviu a tua aflição.
ISMAEL. O nome Ismael significa DEUS ouve e significa que DEUS viu o modo injusto de Abrão e Sarai tratarem Agar, e que
também agiu a respeito disso. Aquele nome dado antecipadamente foi um julgamento sobre Abrão, e revela que DEUS abomina toda e qualquer injustiça entre os seus. Que DEUS castigará quem cometer injustiça contra os fiéis da igreja, não deixa dúvida o NT (ver Cl 3.25).
CONTRA TODOS. Ismael, juntamente com os seus descendentes, seria um povo aguerrido, forte e corajoso. Sua disposição para a luta poderia ser usada na peleja espiritual, em favor de DEUS ou contra DEUS. A escolha seria dele.

Quarta . Mt 28.19 Os muçulmanos negam a doutrina da Trindade.
 Portanto, ide, 33ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO;
IDE... ENSINAI... BATIZANDO. Estas palavras constituem a Grande Comissão de CRISTO a todos os seus seguidores, em todas
as gerações. Declaram o alvo, a responsabilidade e a outorga da tarefa missionária da igreja.
(1) A igreja deve ir a todo o mundo e pregar o evangelho a todos, de conformidade com a revelação no NT, da parte de CRISTO e dos apóstolos (ver Ef 2.20). Esta tarefa inclui a responsabilidade primordial de enviar missionários a todas as nações (At 13.1-4).
(2) O evangelho pregado centraliza-se no arrependimento e na remissão (perdão) dos pecados (Lc 24.47), na promessa do recebimento de o dom do ESPÍRITO SANTO (At 2.38), e na exortação de separar-nos desta geração perversa (At 2.40), ao mesmo tempo em que esperamos a volta de JESUS, do céu (At 3.19,20; 1 Ts 1.10).
(3) O propósito da Grande Comissão é fazer discípulos que observarão os mandamentos de CRISTO. Este é o único imperativo direto no texto original deste versículo. A intenção de CRISTO não é que o evangelismo e o testemunho missionário resultem apenas em decisões de conversão. As energias espirituais não devem ser concentradas meramente em aumentar o número de membros da igreja, mas, sim, em fazer discípulos que se separam do mundo, que observam os mandamentos de CRISTO e que o seguem de todo o coração, mente e vontade (cf. Jo 8.31).
(4) Note-se, ainda, que CRISTO nos ordena a concentrar nossos esforços para alcançar os perdidos e não em cristianizar a sociedade ou assumir o controle do mundo. Aqueles que crêem em CRISTO devem abandonar o presente sistema mundano maligno e separar-se da sua imoralidade (Rm 13.12; 2 Co 6.14), e ao mesmo tempo expor a sua malignidade (Ef 5.11).
(5) Os que crêem em CRISTO e no evangelho devem ser batizados em água. Este ato representa o compromisso que assumiram, de renúncia à imoralidade, ao mundo e à sua própria natureza pecaminosa e de se consagrar sem reservas a CRISTO e aos propósitos do seu reino (ver At 22.16).
(6) CRISTO estará com seus seguidores obedientes, através da presença e do poder do ESPÍRITO SANTO (cf. v. 20; 1.23; 18.20). Devem ir a todas as nações e testemunhar somente depois que do alto sejam revestidos de poder (Lc 24.49; ver At 1.8).

Quinta . Jo 20.31 Os muçulmanos negam ser JESUS o Filho de DEUS.
Estes, porém, foram escritos para que creiais que JESUS é o CRISTO, o Filho de DEUS, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.
João 5.24
Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.

Sexta. I Co 15.2, 4, 17 Os muçulmanos negam a morte e a ressurreição de JESUS.
2 pelo qual também sois salvos, se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado, se não é que crestes em vão.
SE O RETIVERDES TAL COMO VO-LO TENHO ANUNCIADO. Ser crente não é apenas a pessoa ter fé em JESUS CRISTO. Antes,
crente é aquele que têm fé em JESUS CRISTO como revelado na mensagem integral do evangelho (vv. 1-4). A fé que tal pessoa tem em CRISTO está sempre vinculada à Palavra de DEUS e à doutrina dos apóstolos (vv.1-3; 11.2,23; Rm 6.17; Gl 1.12). Por essa razão, os crentes podem ser descritos como o povo que se submete ao CRISTO da Bíblia como seu Senhor e Salvador e que vive submisso à Palavra de DEUS. Os crentes se submetem sem reservas à autoridade da Bíblia, observam seus ensinos, confiam nas suas promessas, acatam suas admoestações e cumprem os seus mandamentos. É um povo submisso sem reserva à Palavra de DEUS, que a usa para testar todas as idéias humanas e que não aceita nada que seja contrário à Bíblia.
4 e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras,
17 E, se CRISTO não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.
SE CRISTO NÃO RESSUSCITOU. Naqueles dias alguns negavam a ressurreição corpórea de CRISTO (v. 12). Respondendo, Paulo
declara que se CRISTO não ressuscitou, não há perdão, nem livramento do pecado. Fica claro que os que negam a realidade objetiva da ressurreição de CRISTO, estão negando totalmente a fé cristã. São falsas testemunhas que falam contra DEUS e a sua Palavra. Sua fé não têm valor, e, portanto, não são cristãos autênticos.

Sábado. Rm 3.23 Os muçulmanos negam o caráter universal do pecado humano.
23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de DEUS,

Romanos 11.32
Porque DEUS encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia.
 
 
 
ISLAMISMO 29/09/2005 - Revista Juvenis - CPAD
Introdução ao Islamismo
Uma das quatro religiões monoteístas baseadas nos ensinamentos de Maomé (570-632 d.C.), chamado “O Profeta”, contidos no livro sagrado islâmico, o Corão. A palavra islã significa submeter, e exprime a submissão à lei e à vontade de Alá. Seus seguidores são chamados de muçulmanos, que significa aquele que se submete a DEUS.

História do Islamismo
Maomé nasceu na cidade de Meca, na Arábia Saudita, centro de animismo e idolatria. Como qualquer membro da tribo Quirache, Maomé viveu e cresceu entre mercadores. Seu pai, Abdulá, morreu por ocasião do seu nascimento, e sua mãe, Amina, quando ele tinha seis anos. Aos 40 anos, Maomé começou sua pregação, quando, segundo a tradição, teve uma visão do anjo Gabriel, que lhe revelou a existência de um DEUS único. Khadija, uma viúva rica que se casou com Maomé, investiu toda sua fortuna na propagação da nova doutrina. Maomé passou a pregar publicamente sua mensagem, encontrando uma crescente oposição. Perseguido em Meca, foi obrigado a emigrar para Medina, no dia 20 de Junho de 622. Esse acontecimento, chamado Hégira (emigração), é o marco inicial do calendário muçulmano até hoje. Maomé faleceu no ano 632.
Segundo os muçulmanos, o Corão contém a mensagem de DEUS a Maomé, as quais lhe foram reveladas entre os anos 610 a 632. Seus ensinamentos são considerados infalíveis. É dividido em 114 suras (capítulos), ordenadas por tamanho, tendo o maior 286 versos. A segunda fonte de doutrina do Islã, a Suna, é um conjunto de preceitos baseados nos ahadith (ditos e feitos do profeta).

Os muçulmanos estão divididos em dois grandes grupos: os Sunitas e os Xiitas. Os Sunitas subdividem-se em quatro grupos menores: Hanafitas, Malequitas, Chafeitas e Hambanitas. Os Sunitas são os seguidores da tradição do profeta, continuada por All-Abbas, seu tio. Os Xiitas são partidários de Ali, marido de Fátima, filha de Maomé. São os líderes da comunidade e continuadores da missão espiritual de Maomé.

O Islamismo é atualmente a segunda maior religião do mundo, dominando acima de 50% das nações em três continentes. O número de adeptos que professam a religião mundialmente já passa dos 935 milhões. O objetivo final do Islamismo é subjugar o mundo e regê-lo pelas leis islâmicas, mesmo que para isso necessite matar e destruir os “infiéis ou incrédulos” da religião. Segundo eles, Alá deixou dois mandamentos importantes: o de subjugar o mundo militarmente e matar os inimigos do Islamismo -- judeus e cristãos. Algumas provas dessa determinação foi o assassinato do presidente do Egito, Anwar Sadat, por ter feito um tratado de paz com Israel e o massacre nas Olimpíadas de Munique em 1972.

A guerra no Kuweit, nada mais foi do que uma convocação de Saddam Hussein aos muçulmanos para uma “guerra santa”, também chamada de Jihad, contra os países do Ocidente (U.S.A.) devido à proteção dada a Israel. Vinte e seis países entraram em uma guerra, gastaram bilhões de dólares, levaram o Estados Unidos a uma recessão que se sente até hoje, para combater um homem que estava lutando por razões religiosas. Eles aparentemente perderam a guerra, mas, como resultado, houve 100 atos terroristas cometidos contra a América e Europa no mesmo mês. O “espírito” da liga muçulmana em unificar os países islâmicos e a demonstração do que podem fazer ficou bem patente aos olhos do mundo.  
Artigos de Fé do Islamismo
O Islamismo crê que existe um só DEUS verdadeiro, e seu nome é Alá
Alá não é um DEUS pessoal, santo ou amoroso, pelo contrário, está distante e indiferente mesmo de seus adeptos. Suas ordens expressas no Corão são imperativas, injustas e cruéis. Segundo Maomé, ele é autor do bem e do mal. Num dos anais que descreve as mensagens de Alá para Maomé, ele diz: “Lutem contra os judeus e matem-nos”. Em outra parte diz: “Oh verdadeiros adoradores, não tenha os judeus ou cristãos como vossos amigos. Eles não podem ser confiados, eles são profanos e impuros”.

O Islamismo crê erroneamente em anjos
Segundo eles, Gabriel foi quem transmitiu as mensagens de Alá para Maomé. É ensinado que os anjos são inferiores aos homens, mas intercedem pelos homens.

O Islamismo crê que exista um só livro sagrado dado por Alá, o Corão, escrito em Árabe (ALCORÃO)
Os muçulmanos creêm que Alá deu uma série de revelações, incluindo o Antigo e Novo Testamentos, que é chamado de Corão. Segundo eles, as antigas revelações de Alá na Bíblia foram corrompidas pelos cristãos, e, por isso, não são de confiança.

O Islamismo crê que Maomé é o último e o mais importante dos profetas
Conforme o Islamismo, Alá enviou 124,000 profetas ao mundo, apesar de unicamente trinta estarem relacionados no Corão. Os seis principais foram:
·         ·         Profeta Adão, o escolhido de Alá
·         ·         Profeta Noé, o pregador de Alá
·         ·         Profeta Abraão, o amigo de Alá
·         ·         Profeta Moisés, o porta-voz de Alá
·         ·         Profeta JESUS, a palavra de Alá
·         ·         Profeta Maomé, o apóstolo de Alá
 
Islamismo crê na predestinação do bem e do mal
Tudo o que acontece, seja bem ou mal, é predestinado por Alá através de seus decretos imutáveis.

O Islamismo crê que haverá o dia da ressurreição e julgamento do bem e do mal
Neste grande dia, todos os feitos do homem, sejam bem ou mal, serão colocados na balança. Os muçulmanos que adquiriram suficientes méritos justos e pessoais em favor de Alá irão para o céu; todos os outros irão para o inferno.

Cinco Colunas do Islamismo  
A vida religiosa do muçulmano tem práticas bastante rigorosas, as quais são chamadas de “Colunas da Religião”.
 

1- Recitação do credo islâmico:

Não existe nenhum DEUS

além de Alá e Maomé,

o seu profeta.

 

 

2- Preces cotidianas:

chamadas de slãts, feitas cinco vezes ao dia, cada vez em uma posição diferente (de pé, ajoelhado, rosto no chão, etc.), e virados em direção à Meca. A chamada para a

 oração é feita por uma corneta, denominada de muezim, desde uma torre chamada de

 minarete, a qual faz parte de um santuário ou lugar público de adoração conhecido como mesquita.

 

 

 

3- Observação do mês de Ramadã:

Comemora a primeira revelação do Corão recebida por Maomé.

 Durante um mês, as pessoas jejuam desde o nascer até o pôr do sol. Segundo eles, os portões do paraíso abrem, os do inferno fecham, e os que jejuam têm seus pecados perdoados.

 

4- Pagamento do zakat::

Imposto anual de 2.5% do lucro pessoal, 

como forma de purificação e ajuda aos pobres. 

Também ofertam para a riquíssima Liga Muçulmana. 

 

 

 

5- Peregrinação para Meca:

ou Hajj, ao lugar do nascimento de Maomé, na época de Eid el Adha (festa islâmica que rememora o dia em que o profeta Abraão aceitou a ordem de sacrificar um carneiro em lugar de seu filho), pelo menos uma vez na vida por todo muçulmano dotado de condições físicas e econômicas.

6

- O Jihad, ou guerra santa:

É a batalha por meio da qual se atinge um dos objetivos do islamismo, que é reformar o

 mundo. Qualquer muçulmano que morra numa guerra defendendo os direitos do

 islamismo ou de Alá, já tem sua vida eterna garantida. Por esta razão, todos que

 tomam parte dessa “guerra santa”, não têm medo de morrer ou de passar por nenhum  risco.


 
 
Verdades Bíblicas
DEUS: Cremos em um só DEUS, eternamente subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc 12.29.
JESUS: Cremos no nascimento virginal de JESUS, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal de entre os mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus, Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.
ESPÍRITO SANTO: Cremos no ESPÍRITO SANTO como terceira pessoa da Trindade, como Consolador e o que convence o homem do pecado, justiça e do juízo vindouro. Cremos no batismo no ESPÍRITO SANTO, que nos é ministrado por JESUS, com a evidência de falar em outras línguas, e na atualidade dos nove dons espirituais, Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11; I Co 12.1-12.
Homem: Cremos na na criação do ser humano, iguais em méritos e opostos em sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao seu criador através dos seus atributos fisiológicos, naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa; e que o pecado o destituiu da posição primática diante de DEUS, tornando-o depravado moralmente, morto espiritualmente e condenado a perdição eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.
Bíblia:
 
Cremos na inspiração verbal e divina da Bíblia Sagrada,
 
única regra infalível de fé para a vida e o
 
caráter do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.

 


 
Pecado: Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de DEUS, e que somente através do arrependimento dos seus pecados e a fé na obra expiatória de JESUS o pode restaurar a DEUS, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.
Céu e Inferno: Cremos no juízo vindouro, que condenará os infiéis e terminará a dispensação física do ser humano. Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna de gozo para os fiéis e na condenação eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13; Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.
Salvação: Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma, recebida gratuitamente, de DEUS, através de JESUS, At 10.43; Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16. 
 
Uma resposta cristã ao islamismo sobre o Alcorão por Joseph P. Gudel
 
O islamismo e o cristianismo são as duas religiões de maior porte e mais missionárias do mundo. Suas crenças são semelhantes em muitos aspectos. Ambas são monoteístas, foram fundados por um indivíduo específico em um contexto definido e historicamente verificável. São universais e crêem na existência de anjos, do céu, do inferno e de uma ressurreição futura. E mais: que DEUS se fez conhecer ao homem por meio de uma revelação. Entretanto, existem também diferenças óbvias entre elas, particularmente em relação à pessoa de JESUS, ao caminho de salvação e à escritura ou escrituras de fé. Essas diferenças abarcam as doutrinas mais fundamentais de cada religião. Assim, mesmo que o islamismo e o cristianismo tenham alguns pontos em comum, não podem haver duas verdades quando uma não concorda com a outra.                                                                                                                                                           
    O islamismo, assim como o cristianismo, acredita que a fé de uma pessoa deve ser razoável tanto quanto subjetiva, uma vez que devemos adorar a DEUS com a mente e o coração. Ao compartilharmos dessa mesma base com os muçulmanos, podemos examinar por que eles crêem no que crêem. Nossa tarefa é analisar a apologética de cada religião ou a defesa de sua fé para ver se as declarações de cada uma delas são verificáveis. Daremos uma atenção especial à escritura ou escrituras de cada fé. A razão para isso deve ser evidente por si mesma: é muito fácil alguém fazer declarações a respeito de si mesmo, mas prová-las é um assunto totalmente diferente.     
A escritura sagrada do islamismo: o Alcorão A fonte de autoridade mais respeitada do islamismo é o Alcorão. Para os muçulmanos, esta é a palavra pura de DEUS, sem nenhuma mistura de pensamento ou teor humano. De fato, muitos muçulmanos possuem um zelo tão intenso pelo Alcorão que ficam ressentidos profundamente se um não-muçulmano não o possui. O termo “corão” vem de “uma palavra árabe que significa ‘leitura’ ou ‘recitação’” 1 . Os muçulmanos afirmam que o Alcorão foi dado a Maomé em língua árabe, parte por parte, durante um espaço de tempo de 23 anos até a sua morte (Suras 17.106; 43.3; 44.58). A apologética muçulmana do Alcorão cobre quatro áreas principais: sua preservação, eloqüência, profecias alegadas e compatibilidade com a ciência moderna.Verificaremos uma por uma. 
1. A afirmação islâmica da preservação do Alcorão. Referindo-se à autenticidade presente do Alcorão, Maulvi Muhammad Ali faz a grandiosa declaração: “No que tange à autenticidade do Alcorão, eu não preciso deter o leitor por muito tempo. De um extremo do mundo ao outro, da China no Extremo Oriente a Marrocos e Argélia no Ocidente, das ilhas dispersar do Oceano Pacífico ao grande deserto da África, o Alcorão é um, e nenhuma cópia que difira sequer num ponto diacrítico pode ser encontrada em posse de um dos 400 milhões de muçulmanos”  
2 . “Há, e sempre houve, seitas rivais, mas o mesmo Alcorão é a posse de um e de todos... Um manuscrito com a mais leve variação no texto é desconhecida” 
3 . Assim, os muçulmanos não apenas acreditam que o Alcorão seja a Palavra de DEUS, mas também estão seguros de que nenhum erro, alteração ou variação tocou-o desde seu começo. Logo, esta é uma de suas “provas” de que o Alcorão é um milagre de DEUS. 
 
Resposta cristã à preservação do Alcorão Mohammad Marmaduke Pickthall, em “The Meaning of The Glorious Koran”, diz-nos que na época da morte de Maomé as suratas (ou capítulos) do Alcorão ainda não haviam sido compiladas. Isto foi completado apenas durante o califado de Abu Bakr 
1 . O segundo Califa, Omar, “subseqüentemente fez um único volume (mus-haf) que ele preservou e deu na ocasião de sua morte à sua filha Hafsa, a viúva do Profeta”
2 . Finalmente, sob o califado de Uthman, ordenou-se que todas as cópias do Alcorão fossem trazidas e qualquer uma que divergisse do texto de Otman foi queimada. Não discutimos a posição islâmica de que desde a revisão de Otman o Alcorão permaneceu intacto. Entretanto, por causa da destruição de todas as cópias discordantes ninguém pode saber com certeza se o Alcorão como temos é exatamente o mesmo que Maomé os entregou. O islamismo ensina que a única razão pela qual Otman queimou todas as outras coletâneas do Alcorão era porque haviam variações dialéticas de somenos importância nos diferentes textos. Entretanto, há algumas evidências que tendem a refutar isto. Em primeiro lugar, é muito significativo que os “Qurra”, os muçulmanos que memorizaram o Alcorão completo, foram contrariados veementemente pela revisão. Em segundo, os xiitas, segunda maior seita no mundo islâmico, declaram que o Califa Otman eliminou intencionalmente muitas passagens do Alcorão que se relacionavam a Ali e à sucessão da liderança que ocorreria depois da morte de Maomé.   L. Bevan Jones, em sua obra “The People of the Mosque”, responde sucintamente o argumento muçulmano para a suposta preservação miraculosa do Alcorão: “Mas conquanto possa ser verdade que nenhuma outra obra tenha permanecido por doze séculos com um texto tão puro, é igualmente provável verdade que nenhum outro tenha sofrido tamanho expurgo” 
3. Uma segunda asserção que fazem para provar a origem sobrenatural do Alcorão encontra-se na Sura (capítulo) 17.88, que diz: “ainda que os homens e os djins (gênios) se reúnam para produzir um Alcorão, jamais o conseguirão, nem mesmo ajudando-se uns aos outros”. Usando este texto dizem que a sua beleza e eloqüência são provas auto-suficientes de que seu autor é DEUS. Em uma nota de rodapé na sua tradução do Alcorão, Yusuf Ali declara: “nenhuma composição humana poderia conter a beleza, poder e discernimento espiritual do Alcorão” 
4 . Entretanto, os muçulmanos não acreditam que o Alcorão seja um milagre somente por causa de sua eloqüência e beleza, mas também porque a sura 7.157 refere-se a Maomé como “o profeta iletrado”. Acreditando que ele era analfabeto, eles perguntam como tal homem poderia produzir o Alcorão. Uma declaração final a respeito da realização literária do Alcorão é que ele é tão coerente do começo ao fim que nenhum homem poderia tê-lo arquitetado. Suzanne Haneef pergunta: “Como o Alcorão inteiro poderia ser tão completamente coerente” se não se originou de DEUS” 
5 . Resposta cristã à eloqüência do Alcorão A respeito da beleza, estilo e eloqüência do Alcorão, qualquer leitor imparcial teria de admitir que certamente isso é verdade na maior parte dele. Entretanto, a eloqüência por si mesma é dificilmente um teste lógico para a inspiração. Se esse fosse o critério utilizado para julgar uma obra, então teríamos de dizer que os autores de muitas das grandes obras da antiguidade foram inspirados por DEUS. Homero teria de haver sido um profeta para produzir a magnífica Ilíada e a Odisséia. Na língua inglesa, Shakespeare é ímpar como dramaturgo. Mas seria um absurdo que por causa disso disséssemos que suas tragédias tiveram inspiração divina. O mesmo poderia ser dito em relação à eloqüência do Alcorão. Mas, e a respeito da coerência do Alcorão? Pode ser utilizada para demonstrar que esta escritura muçulmana foi inspirada? Para começar, pode-se mostrar que o Alcorão não é totalmente coerente, mas ao contrário, possui contradições de vulto nele 
6 . E ainda que consentíssemos com a tese de que o Alcorão é totalmente concorde, isto ainda não provaria coisa nenhuma. Em um ensaio intitulado “How Muslims Do Apologetics”, o dr. John Warwick Montgomery demonstra isto para nós: “Esta apologética é também de pouco efeito porque a coerência de um escrito não prova que seja uma revelação divina. A geometria de Euclides, por exemplo, não se contraria a si mesma em nenhum ponto, mas ninguém afirma que por isso essa é uma obra divinamente inspirada em algum sentido excepcional”
7 . E, por fim, o que dizer a respeito do suposto analfabetismo de Maomé? Antes de qualquer coisa, há bastante evidência contra isso. Mas ainda que aceitássemos o fato de que Maomé não podia ler nem escrever, isso não faria o Alcorão miraculoso. Por quê? Porque todos os muçulmanos sabem que ele deveria ter pelo menos vários amanuenses ou escribas e, portanto, ele poderia facilmente ter composto o Alcorão dessa forma, o que não seria excepcional, pois há precedentes para isso.  
 Um exemplo que seria familiar à maioria das pessoas diz respeito a Homero. Ele era cego e, com toda probabilidade, não podia escrever. Ainda assim ele foi o autor da Ilíada e da Odisséia, os dois maiores épicos do mundo antigo. Da mesma maneira, se Maomé era ou não realmente analfabeto não tem relação com o caso em questão.                                 
A afirmação islâmica sobre as profecias do Alcorão O Alcorão fala muito pouco profeticamente, se de fato ele profetiza. Daí, poucos apologistas muçulmanos utilizarem a “profecia cumprida” como prova de sua fé. Entretanto, há uma série de versículos no Alcorão que prometem que os muçulmanos serão vitoriosos tanto em seu próprio país como no exterior 
8 . Maulana Muhammad Ali discute estas profecias detalhadamente em sua obra “The Religon of Islam”: “... nós encontramos profecia após profecia publicada nos termos mais seguros e certos no sentido de que as grandes forças de oposição seriam arruinadas... que o islamismo se espalharia para os cantos mais longínquos da terra e que seria finalmente triunfante sobre todas as religiões do mundo” 
9 . Resposta cristã às profecias do Alcorão Podemos dizer que a vasta expansão do islamismo, predita por Maomé, é o cumprimento de alguma profecia? Se pensarmos nisto por um momento creio que podemos facilmente responder não. Para começar, um líder prometendo uma vitória às suas tropas ou seguidores no mínimo não é nem um pouco excepcional. Todo comandante ou general o faz a fim de inspirar seu exército e levantar o seu ânimo. Se, então, eles, os seguidores, são vitoriosos, ele, o líder, é vindicado; se os seguidores perdem, então deixamos de ouvir as promessas do líder, porque elas, junto com o movimento, são esquecidas. Além disso, os muçulmanos tinham vários incentivos importantes para considerar enquanto lutavam para promover a causa do islamismo. Se morressem, seriam admitidos no paraíso: “Os que crêem e praticam o bem, conduzi-los-emos para jardins onde correm os rios, e lá permanecerão para todo o sempre, e lá terão esposas imaculadas, e lá desfrutarão de uma sombra densa” (Sura 4.57). E ainda: “naquele dia os moradores do Paraíso em nada pensarão a não ser na sua felicidade. Junto com suas esposas, reclinar-se-ão sob arvoredos sombreados em sofás macios” (Sura 36.55,56). Além disso, se continuassem vivos e fossem vitoriosos na batalha, os soldados muçulmanos poderiam dividir quatro quintos do despojo. Há outra razão para que o islamismo se expandisse tão rapidamente no início. Se olharmos para algumas das imposições do Alcorão a respeito do que os incrédulos poderiam esperar das mãos dos muçulmanos, fica fácil entender porque tantos “submeteram-se”, como encontramos na Surata 5.33: “O castigo dos que fazem a guerra a DEUS e a Seu Mensageiro e semeiam corrupção na terra é serem mortos ou crucificados ou terem as mãos e os pés decepados, alternadamente, ou serem exilados do país: uma desonra neste mundo e um suplício Além” 
10 . Os politeístas tinham duas escolhas: submissão ou morte. Os cristãos e os judeus tinham uma terceira alternativa: pagar pesados tributos (Sura 9.5,29). Um último ponto a ser considerado: se o crescimento rápido e amplo de um movimento indicasse o favor divino, então o que diríamos de conquistadores como Genghis Khan? Ele consolidou as tribos mongóis e, em um espaço de tempo mais curto do que o do islamismo antigo, conquistou uma área geográfica muito maior. Seu sucesso militar evidenciaria que ele era dirigido por DEUS? E o que dizer a respeito do próprio crescimento do islamismo, freado no Ocidente por Carlos Martel (a.D.732) e no Oriente, por Leão III (a.D.740)?                                                      
Significaria que eles haviam perdido o favor de Alá. E sobre a história posterior de muitas nações islâmicas que sofreram o ultraje de se tornarem colônias das então potências mundiais? Não, não podemos encontrar nada misterioso ou sobrenatural sobre o surpreendente crescimento primitivo do islamismo e sua subseqüente queda.  
A afirmação islâmica sobre a ciência e o Alcorão Finalmente, existe uma obra, “A Bíblia, o Alcorão e a Ciência”, escrita por um cirurgião francês chamado Maurice Bucaille que tenta demonstrar a origem divina do Alcorão ao revelar sua supostamente notável afinidade com a ciência moderna. Depois de citar alguns exemplos, Bucaille conclui que: “...levarão a julgar inconcebível que um homem, vivendo no século VII da era cristã, pudesse, sobre os assuntos mais diversos, emitir no Alcorão idéias que não são só de sua época, e que concordarão com o que se demonstrará séculos mais tarde. Para mim, não existe explicação humana para o Alcorão” 
11 . Resposta cristã à ciência e ao Alcorão Ao responder Bucaille devemos primeiro salientar que a maior parte do livro não trata do Alcorão e da ciência. Em contrário, sua maior parte é uma tentativa (utilizando-se das técnicas de autocrítica) de desacreditar a Bíblia. As porções de seu livro que tentam mostrar que o Alcorão está em concordância surpreendente com o conhecimento científico são muito vagas. Mas, e se nós concordássemos com sua tese de que as afirmações do Alcorão estão em total harmonia com a ciência moderna? Bucaille declara que se isto fosse verdade então “esta última constatação torna inaceitável a hipótese daqueles que vêem em Mohammad o autor do Alcorão” 
12 . Concordo com sua conclusão e suponho que sua tese seja verdadeira. Se o Alcorão contém afirmações científicas detalhadas, descobertas recentemente como sendo verdadeiras, e se foram escritas no sétimo século a.D., então poderia não ser simplesmente produção de Maomé. Mas isto não indica a fonte de informação, apenas demonstra que nenhum ser humano poderia tê-lo escrito sem a ajuda sobre-humana. Se de fato o Alcorão teve uma origem sobrenatural, ainda somos deixados com a tarefa de encontrar quem foi essa fonte. Bucaille presume que foi DEUS. Por quê? Se pararmos e pensarmos um momento, perceberemos que há outros seres sobrenaturais além de DEUS. Um destes seres é conhecido na Bíblia como Satanás, assim como no Alcorão.                                                                                      
A Bíblia nos diz que ele está na terra há tanto tempo quanto o homem, tem poder e inteligência muito superiores aos nossos e é o “pai da mentira” (Jo 8.44). Sussurrar alguns fatos científicos nos ouvidos de alguém não seria uma grande proeza para ele. Para dizer a verdade, a Bíblia diz que ele aparece aos homens de tempos em tempos: “porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz” (2Co 11.14). É interessante que este tenha sido exatamente o temor inicial que Maomé sentiu a primeira vez em que a voz lhe falou. 
 
 Domo Da Rocha, Mesquita de Omar em Jerusalém
 
Perguntas sobre o Islamismo pelo Dr. Salim Almahdy
 
Como o islamismo está hoje ganhando cada vez mais espaço nas manchetes da mídia secular e cristã, eu gostaria de dar uma olhada em algumas perguntas bastante freqüentes sobre o islamismo.
Os cristãos e os muçulmanos cultuam o mesmo DEUS?
Quando você tenta conversar com qualquer muçulmano sobre os fatos do islamismo, quase com certeza ele dizer a você que nós cultuamos o mesmo DEUS, mas usando diferentes nomes e maneiras. Infelizmente, muitos cristãos, especialmente no ocidente, acreditam nisso. Mas, a verdade é que de fato nós não cultuamos o mesmo DEUS. Permita-me explicar-lhe esta verdade com mais detalhes.
O Alá do islamismo não é o Pai. Ninguém ousa ter um relacionamento pessoal com ele, falar com ele, e amá-lo, como mencionei em meu artigo de outubro. Mas, JESUS ensinou a orar ao "Pai nosso que está no céu" (Mateus 6.9).
·        Alá não é o Filho. Para um muçulmano não existe a necessidade da Trindade porque DEUS pode ordenar a qualquer coisa que seja e ela será (*Sura 4:171, 5:73, 5:116). Os muçulmanos acreditam ainda que JESUS foi criado do pó exatamente como Adão (Sura 3:59).
·        Alá não é o ESPÍRITO SANTO. O ESPÍRITO SANTO no Alcorão é o anjo Gabriel.
·        Alá não é amor. O amor não é mencionado entre os 99 nomes mais bonitos de Alá.
·        Alá pede aos anjos que adorem Adão (Sura 2:31-34).
·        Alá não quer redimir o ser humano, mas insiste em encher o inferno com todos eles. Ninguém vai escapar dele para sempre (Sura 15:43,44).
·        Alá permite jurar (Sura 89:1-5, 91:1-9, 95:1-4).
Há muitas outras diferenças entre Alá e o nosso Pai celestial. Queridos cristãos, os muçulmanos precisam de DEUS Pai, DEUS Filho e DEUS ESPÍRITO SANTO.
O Islamismo Já Existia Antes de Maomé?
Antes de podermos responder a esta pergunta, precisamos primeiro dar uma olhada nas definições de islamismo e muçulmano. Islamismo é uma palavra árabe que originalmente se referia a um atributo de masculinidade e descrevia alguém que tivesse agido com heroísmo e bravura na batalha. Segundo o Dr. M. Bravmann em sua obra The Spiritual Background of Early Islam (Histórico Espiritual do Islamismo dos Primeiros Dias), islamismo é "um conceito secular, denotando uma virtude sublime aos olhos do árabe primitivo; desafio à morte, heroísmo; morrer na batalha".
Nos dias de Maomé, um muçulmano era alguém que lutava com outra pessoa e a dominava. Hoje, muçulmano é alguém que se submete a Alá e islamismo significa submissão a Alá.
Portanto, a resposta à pergunta é sim; de acordo com estas definições, o islamismo já existia.
O nome Alá já existia antes de Maomé?
Apesar do muçulmano, na média, crer que o islamismo, Alá e o Alcorão são conceitos revelados do céu a Maomé, através do anjo Gabriel, a resposta é sim. O islamismo, Alá e grande parte do Alcorão já existiam antes de Maomé. O pai de Maomé chamava-se Abed Alá, que significa "escravo de Alá".
A Enciclopédia do Islamismo nos fala que os árabes pré-islâmicos conheciam Alá como uma das divindades de Meca. Também já existia em Meca a pedra negra, por causa da qual as pessoas peregrinavam para Meca. Os peregrinos beijavam a pedra, prestando culto a Alá por meio dela. Segundo a Enciclopédia Chamber’s, "a comunidade onde Maomé foi criado era pagã, com diferentes localidades que tinham os seus próprios DEUSes, freqüentemente representados por pedras. Em muitos lugares haviam santuários para onde eram feitas peregrinações. Meca possuía um dos mais importantes, a Kaaba, onde foi colocada a pedra negra, há muito tempo um objeto de adoração.
Quem era Alá nos dias de Maomé?
Alá era o DEUS lua. Até hoje os muçulmanos usam a forma do quarto crescente sobre as suas mesquitas. Nenhum muçulmano consegue dar uma boa explicação para isso. Na Arábia havia uma DEUSa feminina que era a DEUSa sol e um DEUS masculino que era o DEUS lua. Diz-se que eles se casaram e deram à luz três DEUSas chamadas "as filhas de Alá", cujos nomes eram Al Lat, Al Uzza e Manat. Alá, suas filhas e a DEUSa sol eram conhecidos como os DEUSes supremos. Alá, Allat, Al Oza e Akhbar eram alguns dos DEUSes pagãos.
No chamado muçulmano para a oração, os muezzin clamam "Allah u Akbar", que significa Alá e Akbar. Os muçulmanos afirmam que não estão orando a Alá e Akbar, mas dizendo "Alá é grande".
No começo, Maomé deixava os seus seguidores prestarem culto a Alá, o altíssimo, e pedirem a intercessão de Allat e Al Oza e Mannat. Depois que conseguiu se tornar militarmente forte e bem armado, ele lhes ordenou que somente a Alá prestassem culto.
Quais são os Pilares do Islamismo?
Os muçulmanos vivem a sua fé de acordo com seis "pilares".
      1- Recitar os dois credos: "Não há outro DEUS além de Alá e Maomé é o mensageiro de Alá." A simples declaração desta sentença é suficiente para alguém se tornar muçulmano e garantir a sua entrada no paraíso depois da morte, apesar de que todo mundo precisa primeiro ir para o inferno.
      2- Orações: Eles precisam orar cinco vezes por dia, mas primeiro precisam passar pelo ritual da lavagem, se não Alá não ouvirá as suas orações.
      3- Dar esmolas aos pobres (Zakat): Eles têm de dar dinheiro aos pobres, para o estado islâmico, para as mesquitas, etc.
      4- Jejum: Especialmente importante durante o mês do Ramadan, que ocorre em torno da segunda semana de janeiro à segunda semana de fevereiro. Estas datas variam devido ao calendário islâmico.
      5- El Haj: É a peregrinação a Meca para os que podem. A pessoa que completar a jornada passa a ser um haji.
      6- Jihad: A maioria dos estudiosos muçulmanos considera o Jihad (que significa "guerra santa", ou lutar contra os não muçulmanos) 
Queridos irmãos e irmãs, insisto para que orem para que JESUS CRISTO possa manifestar-se aos muçulmanos e para que eles dobrem os joelhos para o nosso Pai celestial, "que deseja que todos os homens sejam salvos cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.4). Fonte: A Voz dos Mártires
             Extraído de Webmaster: Rev. Eronides DaSilva  http://www.cacp.org.br/indexislamismo.htm 
 
revista JUVENIS - cpad 29-09-2005
 
 
  REVISTA JUVENIS CPAD 29/09/2005
 
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COMENTÁRIOS DA REVISTA DO 2º TRIMESTRE SE 2006 - CPAD
INTRODUÇÃO
O islamismo é uma das três principais religiões monoteístas do planeta ao lado do cristianismo e do judaísmo. À semelhança destas, também nasceu no Oriente Médio.
Suas crenças e práticas, porém, são contrárias à Bíblia e ao cristianismo.
 
 
I. C0NSIDERAÇÕES GERAIS
1. Os filhos de Abraão. Nem todos os árabes são muçulmanos, e nem todos os muçulmanos são árabes. Há uma grande disputa, desde a antiguidade, pois é desejo dos árabes serem filhos de Abraão, mas nem todos o são. 
 
2. O mundo árabe. Os povos do norte da Arábia Saudita são descendentes de Adnam, que é ismaelita. Havilá (Gn 25.18) era uma região da costa oriental da Península Arábica, no Golfo Pérsico; Sur é na região do Sinai.
 
3. Origem do islamismo. O nome da religião vem da palavra árabe islã, "submissão"
Os críticos afirmam que significava: "desafio à morte, heroísmo, morrer na batalha" no mundo pré-islâmico.
 
Maomé.
Seu nome completo é Abu al-Qasim Muhammad ibn 'Abd Allah ibn 'Abd al-Muttalib ibn Hashim
 
 
II. FONTE DE AUTORIDADE
O islamismo rejeita a Bíblia. 
 
1. Origem e história do Alcorão. 
A fonte principal de autoridade na fé islâmica o Alcorão.
A palavra Alcorão vem do árabe quran, "recitação", e aI é o artigo definido. "A Recitação".
 
2. Origem humana do Alcorão. Havia via muitos textos discrepantes do Alcorão. 
Os muçulmanos acreditam que quem recitou a mensagem para Maomé,  e a este mandou escrever o Alcorão foi o anjo Gabriel.
 
3. Problema do islamismo com a Bíblia. 
O problema é que os teólogos islâmicos logo descobriram que o Alá do Alcorão não é o mesmo Jeová do Antigo Testamento, e que o JESUS do Alcorão não é o mesmo do Novo Testamento. 
Os teólogos islâmicos ensinam respeito da Bíblia que foi falsificada por judeus e cristãos.
 
4. A verdade sobre a Bíblia. 
Fatos que comprovam a veracidade da bíblia:
( a ) DEUS prometeu preservar a sua Palavra (Jr 1.12). 
( b ) Os manuscritos do mar Morto confirmam a autenticidade do texto bíblico. 
( c ) O grande número de manuscritos antigos tanto do Antigo quanto do Novo Testamento. 
( d ) A autoridade da Bíblia e sua inspiração são suas características sui generis (Is 34.16; 2 Tm 3.16; 2 Pe 1.20,21). 
( e ) A integridade do texto bíblico é fato verificado cientificamente.
 
O próprio Alcorão declara-se como continuação das Escrituras Sagradas.
 
 
 
III. TEOLOGIA ISLÂMICA
 
1. O DEUS dos muçulmanos.
A história registra que existiram na antiguidade muitas religiões monoteístas, mas que eram pagãs.
Alá e Jeová não são nomes distintos de um mesmo Deus. Jeová é o Deus único e verdadeiro, ao passo que Alá não passa de um arremedo do verdadeiro Deus.
 
2. O conceito de Trindade no Alcorão. 
O conceito de Trindade no Alcorão
O islamismo considera a crença na Trindade um pecado imperdoável e define-a como três deuses.
Alá, Jesus e Maria são três deuses para os cristãos na visão dos muçulmanos.
 
3. O Senhor JESUS CRISTO no Alcorão. 
O Senhor JESUS CRISTO no Alcorão é um mero mensageiro. Não é reconhecido como DEUS, nem como Filho de DEUS e Salvador da humanidade. 
O Alcorão, sobre a morte e a ressurreição de CRISTO, não as reconhece.
 
4. A cristologia bíblica. 
A expressão "Filho de DEUS" mostra a origem e a identidade de JESUS (Jo 8.42), e não segue o mesmo padrão de reprodução humana.
O Senhor JESUS, segundo a bíblia, foi concebido pelo ESPÍRITO SANTO.
 
5. O sacrifício de JESUS. 
O sacrifício de JESUS. 
-A cruz de CRISTO sempre foi escândalo para os que perecem (1 Co 1.23). 
-A morte e a ressurreição de JESUS estavam previstas no Antigo Testamento (ls 53.8-10; SI 16.10) e cumpriu-se em o Novo (Lc 24.44-46) para a nossa salvação (1 Co 15.3,4). 
-O sacrifício de JESUS CRISTO na cruz mostra que o homem é completamente incapaz de salvar-se por sua própria bondade e força. 
-Negar o sacrifício de JESUS na cruz, ou fazê-lo parecer desnecessário, é uma forma de invalidar a única maneira de o homem ser salvo.
 
 
 
IV. 0S CINCO PILARES DO ISLAMISMO
O credo islâmico, composto de cinco pilares, é o orgulho dos muçulmanos. Entretanto, DEUS não está preocupado com ritos ou regras (ls 28.10). Ele busca a comunhão com o homem que criou (Mq 6.6-8).
 
Os cinco pilares do credo islâmico são:
Fé em DEUS - Oração - Esmolas - Jejum - Peregrinação.
 
1. Fé em DEUS. 
O primeiro pilar é composto por "Crer em Alá como único DEUS e em Maomé como seu mensageiro". 
 
2. Oração. 
O segundo, são as orações rituais que são realizadas cinco vezes ao dia: de manhã, ao meio dia, à tarde, ao pôr do sol e à noite. 
 
3. Esmolas. 
O terceiro, é dar esmolas aos mais necessitados ou fazer atos de caridade.
 
4. Jejum. O quarto, é jejuar 30 dias no mês de Ramadã.
O jejum é feito apenas durante o dia e são proibidas as relações sexuais e o fumo neste período.. 
 
5. Peregrinação. O último pilar é a peregrinação que é feita à Meca pelo menos uma vez na vida, se as condições financeiras e de saúde o permitirem. 
 
CONCLUSÃO
O islamismo é inimigo da cruz de CRISTO. Em muitos países islâmicos é crime um muçulmano se converter à fé cristã. Seus líderes fazem propaganda falsa contra o cristianismo e escondem as fraquezas de sua religião. Nenhum deles fala ao povo que a Trindade bíblica não é a mesma descrita no Alcorão e nem explica o conceito de "Filho de DEUS" em o Novo Testamento. É o maior desafio da igreja nos dias atuais.
 
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O ISLAMISMO NÃO ACEITA QUE O TERRITÓRIO DA PALESTINA PERTENÇA A ISRAEL E QUER DE TODA MANEIRA TOMAR JERUSALÉM PARA SER SUA CAPITAL, A CAPITAL DA PALESTINA ÁRABE.
 
O TERRITÓRIO DA PALESTINA As primeiras referências na Bíblia sobre quão grande seria a Palestina surgem quando DEUS promete a terra a Abraão e seus descendentes (Gênesis 15:18-21). Nesta passagem, DEUS disse a Abraão que os limites da Palestina se estenderiam do Rio do Egito (possivelmente o Rio Nilo) até o Rio Eufrates. Falou também sobre a dimensão da terra enumerando os grupos de pessoas que viviam lá naquele tempo. Incluíam os queeneus, os quenazeus, os cadmoneus, os heteus, os perizeus, os refains, os amorreus, os cananeus, os girgaseus e os jebuseus. Em Gênesis 17:8, a terra que DEUS prometeu a Abraão é simplesmente chamada "toda a terra de Canaã". Bem depois da morte de Abraão, DEUS deu a Moisés orientações mais detalhadas sobre os limites da terra que Israel conquistaria e na qual moraria (Números 34:1-12). DEUS disse a Moisés que a fronteira sul iria do Rio do Egito ao extremo sul do Mar Morto. O limite ocidental da terra seria o Mar Mediterrâneo e o limite norte, a Entrada de Hamate. A terra se limitaria a leste com o Rio Jordão e o Mar Morto. DEUS também disse a Moisés que a Terra Prometida se estenderia do Mar Vermelho ao Mar Mediterrâneo e do deserto até o Rio Eufrates. (Êxodo 23:31). Durante o período dos juízes de Israel e do reinado de Saul, o povo não conquistou toda a terra em que havia habitado enquanto Josué era seu líder. Entretanto, por causa da força militar de Davi e da sabedoria política de Salomão, o reino de Israel se expandiu muito enquanto eles estiveram no poder. Davi venceu Hadadezer, que era rei de Zoba. Com esta vitória, a fronteira norte de Israel passou a ser o Rio Eufrates. Além disso, Davi venceu a Síria, Amon, Moabe, Edom e Amaleque, e aumentou bastante o reino na direção leste e sul (II Samuel 8:1-14; I Crônicas 18: 1-13). A Bíblia também nos conta que Salomão tinha uma frota de navios de carga fundeada em Eziom-Geber, que ficava no Golfo de Aqaba. Salomão também tinha mineração de cobre naquela região.
 
Questionário da Lição 2 - O ISLAMISMO - Por Ev.Luiz Henrique - www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos 
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Estas, porém, são as gerações de______________, filho de ______________, que a serva de _____________, Agar, egípcia, deu a Abraão" (Co 25.12).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
O__________________é uma religião legalista, contrária ao ________________ e cujos adeptos são os filhos espirituais de ___________.
 
I. CONSIDERAÇÕES GERAIS
3- Complete:  
Nem todos os _____________ são muçulmanos, e nem todos os muçulmanos são _____________. Há uma grande disputa, desde a antiguidade, pois é desejo dos árabes serem filhos de ______________, mas nem todos o são. 
 
4- Complete: Os povos do norte da Arábia __________ são descendentes de _____________, que é ____________. 
 
5- Qual a origem do nome islamismo?
(  ) Islã, "religião".
(  ) Islã, "submissão".
(  ) Islã, "perdão".
 
6- Por quem foi fundado o islamismo, onde e quando?
(  ) Por Maomé na Arábia Saudita, em 610 d.C..
(  ) Por Maomé na Arábia Saudita, em 510 d.C..
(  ) Por Maomé na Arábia Saudita, em 410 d.C..
 
7- Qual o nome completo de Maomé?
(  ) Abulqasin Mohammad ibn Abdullah ibn Abd al-Muttalib ibn Maomé.
(  ) Abulqasin Mohammad ibn Abdullah ibn Abd al-Muttalib ibn Hadade.
(  ) Abu al-Qasim Muhammad ibn 'Abd Allah ibn 'Abd al-Muttalib ibn Hashim
 
II. FONTE DE AUTORIDADE
8- Qual a fonte principal de autoridade na fé islâmica?
(  ) Maomé.
(  ) O Alcorão.
(  ) Alá.
 
9-O que significa a apalavra Alcorão?
(  ) Vem do hebraico quran, "recitação", e aI é o artigo definido. "A Recitação".
(  ) Vem do grego quran, "recitação", e aI é o artigo definido. "A Recitação".
(  ) Vem do árabe quran, "recitação", e aI é o artigo definido. "A Recitação".
 
10- Quem, os muçulmanos acreditam que recitou a mensagem para Maomé,  e este mandou escrever o Alcorão?
(  ) O anjo Ariel.
(  ) O anjo Moroni.
(  ) O anjo Gabriel.
 
11- O que ensinam os teólogos islâmicos a respeito da Bíblia?
(  ) Ensinam que foi adaptada por judeus e cristãos.
(  ) Ensinam que foi falsificada por judeus e cristãos.
(  ) Ensinam que foi falsificada por judeus e gregos.
 
12. Cite fatos que comprovam a veracidade da bíblia: Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(  ) DEUS prometeu preservar a sua Palavra (Jr 1.12). 
(  ) A inverdade do texto bíblico é fato visto mecanicamente.
(  ) Os manuscritos do mar Morto confirmam a autenticidade do texto bíblico. 
(  ) O grande número de manuscritos antigos tanto do Antigo quanto do Novo Testamento. 
(  ) A autoridade da Bíblia e sua inspiração são suas características sui generis (Is 34.16; 2 Tm 3.16; 2 Pe 1.20,21). 
(  ) A integridade do texto bíblico é fato verificado cientificamente.
 
13- Do que o próprio Alcorão declara-se como continuação?
(  ) Das Escrituras Islâmicas.
(  ) Das Escrituras Maometanas.
(  ) Das Escrituras Sagradas.
 
III. TEOLOGIA ISLÂMICA
14- Complete:
Alá e Jeová não são nomes distintos de um mesmo ____________. Jeová é o DEUS __________ e verdadeiro, ao passo que Alá não passa de um ___________________ do verdadeiro DEUS.
 
15- Como é o conceito de Trindade no Alcorão?
(  ) O islamismo considera a crença na Trindade uma variedade de doutrina e define-a como três deuses.
(  ) O islamismo considera a crença na Trindade um pecado imperdoável e define-a como três deuses.
(  ) O islamismo considera a crença na Trindade um desvio perdoável e define-a como três deuses.
 
16- Quais os membros da Trindade no Alcorão?
(  ) Alá, JESUS e Maomé. 
(  ) Alá, JESUS e ESPÍRITO SANTO.
(  ) Alá, JESUS e Maria.
 
17- Quem é o Senhor JESUS CRISTO no Alcorão?
(  ) Um profeta mensageiro. É reconhecido como DEUS, como Filho de DEUS e um dos Salvadores da humanidade. 
(  ) Um mero mensageiro. Não é reconhecido como DEUS, nem como Filho de DEUS e Salvador da humanidade. 
(  ) Um profeta. Não é reconhecido como DEUS, mas como Filho de DEUS. 
 
18- O que diz o Alcorão sobre a morte e a ressurreição de CRISTO?
(  ) O Alcorão não as reconhece.
(  ) O Alcorão reconhece a morte, mas não a ressurreição. 
(  ) O Alcorão reconhece a ressurreição, mas não a morte.
 
19- Por quem foi concebido o Senhor JESUS, segundo a bíblia?
(  ) Pelo ESPÍRITO SANTO.
(  ) Por Maria.
(  ) Por Maria e José.
 
20- Complete segundo o sacrifício de JESUS. 
-A cruz de ________________ sempre foi escândalo para os que perecem (1 Co 1.23). 
-A morte e a ressurreição de _____________ estavam previstas no Antigo Testamento (ls 53.8-10; SI 16.10) e cumpriu-se em o Novo (Lc 24.44-46) para a nossa salvação (1 Co 15.3,4). 
-O sacrifício de JESUS CRISTO na cruz mostra que o homem é completamente______________ de salvar-se por sua própria bondade e força. 
-Negar o sacrifício de JESUS na cruz, ou fazê-lo parecer desnecessário, é uma forma de ________________ a única maneira de o homem ser salvo.
 
IV. 0S CINCO PILARES DO ISLAMISMO
21- Quais são os cinco pilares do credo islâmico?
(  ) Fé em DEUS - Oração - Guerra santa - Jejum - Peregrinação.
(  ) Fé em DEUS - Oração - Esmolas - Jejum - Peregrinação.
(  ) Fé em DEUS - Oração - Esmolas - Jejum - Salvação.
 
22- De que é composto o primeiro pilar?
(  ) Crer em Alá como único DEUS e em JESUS como seu mensageiro. 
(  ) Crer em JESUS como único DEUS e em Maomé como seu mensageiro. 
(  ) Crer em Alá como único DEUS e em Maomé como seu mensageiro. 
 
23- Quantas vezes e quando são realizadas as orações rituais?
(  ) Cinco vezes ao dia: de manhã, ao meio dia, à tarde, ao pôr do sol e à noite. 
(  ) Três vezes ao dia: de manhã, ao meio dia, à tarde. 
(  ) Duas vezes ao dia: à tarde e à noite. 
 
24- Quando é feito, quanto tempo dura o Jejum e por qual período?
(  ) No mês de Ramadã, por 50 dias ; o jejum feito apenas durante o dia. 
(  ) No mês de Ramadã, por 40 dias ; o jejum feito apenas durante o dia. 
(  ) No mês de Ramadã, por 30 dias ; o jejum feito apenas durante o dia. 
 
25- Como é a Peregrinação?
(  ) A peregrinação é feita à Jerusalém pelo menos uma vez na vida, se as condições financeiras e de saúde o permitirem. 
(  ) A peregrinação é feita à Medina pelo menos uma vez na vida, se as condições financeiras e de saúde o permitirem. 
(  ) A peregrinação é feita à Meca pelo menos uma vez na vida, se as condições financeiras e de saúde o permitirem. 
 
CONCLUSÃO
26- Para o islamismo, em muitos países islâmicos, o que é se converter à fé cristã?
(  ) É de livre arbítrio.
(  ) É considerado afronta ao islamismo, mas perdoado.
(  ) É crime.
 
 
O ANTIGO E O NOVO CONCERTO
Hb 8.6 “Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas”.

Os capítulos 8-10 descrevem numerosos aspectos do antigo concerto tais como o culto, as leis e o ritual dos sacrifícios no tabernáculo; descrevem os vários cômodos e móveis desse centro de adoração do AT. É duplo o propósito do autor: (1) contrastar o serviço do sumo sacerdote no santuário terrestre, segundo o antigo concerto, com o ministério de CRISTO como sumo sacerdote no santuário celestial segundo o novo concerto; e (2) demonstrar como esses vários aspectos do antigo concerto prenunciam ou tipificam o ministério de CRISTO que estabeleceu o novo concerto. O presente estudo sintetiza o relacionamento entre esses dois concertos.

(1) Segundo o antigo concerto, a salvação e o relacionamento correto com DEUS provinham de um relacionamento com Ele à base da fé expressa pela obediência à sua lei e ao sistema sacrificial desta . Os sacrifícios do AT tinham três propósitos principais. (a) Ensinar ao povo de DEUS a gravidade do pecado. O pecado separava os pecadores de um DEUS santo, e somente através do derramamento de sangue poderiam reconciliar-se com DEUS e encontrar perdão (Êx 12.3-14; Lv 16; 17.11; Hb 9.22; ver Lv 1.2,3; 4.3; 9.8). (b) Prover um meio para Israel chegar-se a DEUS mediante a fé, a obediência e o amor (cf. 4.16; 7.25; 10.1). (c) Indicar de antemão ou prenunciar (8.5; 10.1) o sacrifício perfeito de CRISTO pelos pecados da raça humana (cf. Jo 1.29; 1Pe 1.18,19; Êx 12.3-14; Lv 16; Gl 3.19).

(2) Jeremias profetizou que, num tempo futuro, DEUS faria um novo concerto, um melhor concerto, com o seu povo (ver Jr 31.31-34; cf. Hb 8.8-12). É melhor concerto do que o antigo (cf. Rm 7) porque perdoa totalmente os pecados dos que se arrependem (8.12), transforma-os em filhos de DEUS (Rm 8.15,16), dá-lhes novo coração e nova natureza para que possam, espontaneamente, amar e obedecer a DEUS (8.10; cf. Ez 11.19,20), os conduz a um estreito relacionamento pessoal com JESUS CRISTO e o Pai (8.11) e provê uma experiência maior em relação ao ESPÍRITO SANTO (Jl 2.28; At 1.5,8; 2.16,17, 33, 38,39; Rm 8.14,15,26).

(3) JESUS é quem instituiu o novo concerto ou o novo testamento (ambas as idéias estão contidas na palavra grega diatheke — testamento), e seu ministério celestial é incomparavelmente superior ao dos sacerdotes terrenos do AT. O novo concerto é um acordo, promessa, última vontade e testamento, e uma declaração do propósito divino em outorgar graça e bênção àqueles que se chegam a DEUS mediante a fé obediente. De modo específico, trata-se de um concerto de promessa para aqueles que, por fé, aceitam a CRISTO como o Filho de DEUS, recebem suas promessas e se dedicam pessoalmente a Ele e aos preceitos do novo concerto.
(a) O ofício de JESUS CRISTO como mediador do novo concerto (8.6; 9.15; 12.24) baseia-se na sua morte expiatória (Mt 26.28; Mc 14.24; Hb 9.14,15; 10.29; 12.24). As promessas e os preceitos desse novo concerto são expressos em todo o NT. Seu propósito é: (i) salvar da culpa e da condenação da lei todos que crêem em JESUS CRISTO e dedicam suas vidas às verdades e deveres do seu concerto (9.16,17; cf. Mc 14.24; 1Co 11.25); e (ii) fazê-lo um povo que seja a possessão de DEUS (8.10; cf. Ez 11.19,20; 1Pe 2.9).
(b) O sacrifício de JESUS é melhor que os do antigo concerto por ser um sacrifício voluntário e obediente de uma pessoa justa (JESUS CRISTO), e não um sacrifício involuntário de um animal. O sacrifício de JESUS e o seu cumprimento da vontade de DEUS foram perfeitos, e, portanto, proveu um caminho para o pleno perdão, reconciliação com DEUS e santificação (10.10, 15-17; ver Lv 9.8).
(c) O novo concerto pode ser chamado o novo concerto do ESPÍRITO , porque é o ESPÍRITO SANTO quem outorga a vida e o poder àqueles que aceitam o concerto de DEUS (2Co 3.1-6; ver Jo 17.3).

(4) Todos os que pertencem ao novo concerto por JESUS CRISTO recebem as bênçãos e a salvação oriundas desse concerto mediante sua perseverança na fé e na obediência (ver 3.6). Os infiéis são excluídos dessas bênçãos (ver 3.18,19).

(5) Estabelecido o novo concerto em CRISTO, o antigo concerto se tornou obsoleto (8.13). Não obstante, o novo concerto não invalida a totalidade das Escrituras do AT, mas apenas as do pacto mosaico, pelo qual a salvação era obtida mediante a obediência à Lei e ao seu sistema de sacrifícios. O AT não está abolido; boa parte da sua revelação aponta para CRISTO, e por ser a inspirada Palavra de DEUS, é útil para ensinar, repreender, corrigir e instruir na retidão.
 
O CONCERTO DE DEUS COM OS ISRAELITAS

 Dt 29.1 “Estas são as palavras do concerto que o SENHOR ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em Horebe.”

O CONCERTO NO MONTE SINAI (HOREBE). DEUS fez um concerto com Abraão e o renovou com Isaque e Jacó. O concerto de DEUS com os israelitas, feito ao sopé do monte Sinai (ver Êx 19.1), abrange os dois princípios básicos tratados no estudo supra citado. (1) Unicamente DEUS estabelece as promessas e compromissos do seu concerto, e (2) aos seres humanos cabe aceitá-los com fé obediente. A diferença principal entre este concerto e o anterior é que DEUS fez um sumário das respectivas promessas e responsabilidades do concerto antes da sua ratificação (Êx 24.1-8).
(1) As promessas de DEUS, neste concerto, eram basicamente as mesmas que foram feitas a Abraão (ver Êx 19.1). DEUS prometeu (a) que daria aos israelitas a terra de Canaã depois de libertá-los da escravidão no Egito (Êx 6.3-6; 19.4; 23.20, 23), e (b) que Ele seria o seu DEUS e que os adotaria como o seu povo (Êx 6.7; 19.6; ver Dt 5.2). O alvo supremo de DEUS era trazer ao mundo o Salvador através do povo do concerto.
(2) Antes de DEUS cumprir todas essas promessas, Ele requereu que os israelitas se comprometessem a observar as suas leis declaradas quando eles estavam acampados no monte Sinai. Depois de DEUS revelar os dez mandamentos e muitas outras leis do concerto,  os israelitas juraram a uma só voz: “Todas as palavras que o SENHOR tem falado faremos” (Êx 24.3). Sem essa promessa solene de aceitarem as normas da lei de DEUS, o concerto entre eles e o Senhor não teria sido confirmado (ver Êx 24.8).
(3) Essa resolução de cumprir a lei de DEUS, continuou como uma condição prévia do concerto. Somente pela perseverança na obediência aos mandamentos do Senhor e no oferecimento dos sacrifícios determinados por DEUS no concerto é que Israel continuaria como a possessão preciosa de DEUS e igualmente continuaria a receber as suas bênçãos. Noutras palavras, a continuação da eleição de Israel como o povo de DEUS dependia da sua obediência ao seu Senhor (ver Êx 19.5).
(4) DEUS também estipulou claramente o que aconteceria se o seu povo deixasse de cumprir as obrigações do concerto. O castigo pela desobediência era a destruição daquele povo, quer por banimento, quer por morte (ver Êx 31.14,15). Trata-se de uma repetição da advertência de DEUS, dada por ocasião do êxodo, i.e., aqueles que não cumprissem as suas instruções para a Páscoa seriam excluídos do povo (Êx 12.15, 19; 12.15). Essas advertências não eram fictícias. Em Cades, por exemplo, quando os israelitas se rebelaram, incrédulos, contra o Senhor e se recusaram a entrar em Canaã, por medo dos seus habitantes, DEUS se irou com eles e, como castigo, fê-los peregrinar no deserto durante trinta e nove anos; ali, morreram todos os israelitas com mais de vinte anos de idade (exceto Calebe e Josué, ver Nm 13.26—14.39; 14.29). O castigo pela desobediência e incredulidades deles foi a perda do privilégio de habitar na terra do repouso, por DEUS prometido (cf Sl 95.7-11; Hb 3.9-11,18).
(5) DEUS não esperava de seu povo uma obediência perfeita, e sim uma obediência sincera e firme. O concerto já reconhecia que, às vezes, devido às fraquezas da natureza humana, eles fracassariam (ver 30.20). Para remi-los da culpa do pecado e reconciliá-los consigo mesmo, DEUS proveu o sistema geral de sacrifícios e, em especial, o Dia Anual da Expiação. O povo podia, assim, confessar seus pecados, oferecer os diversos sacrifícios, e deste modo reconciliar-se com o seu Senhor. Todavia, DEUS julgaria severamente os desobedientes, a rebeldia e a apostasia deliberada.
(6) No seu concerto com os israelitas, DEUS tencionava que os povos doutras nações, ao observarem a fidelidade de Israel a DEUS, e as bênçãos que recebiam, buscassem o Senhor e integrassem a comunhão da fé (ver 4.6). Um dia, através do Redentor prometido, um convite seria feito às nações da terra para participarem dessas promessas. Assim, o concerto tinha um relevante aspecto missionário.

O CONCERTO RENOVADO NAS PLANÍCIES DE MOABE. Depois que a geração rebelde e infiel dos israelitas pereceu durante seus trinta e nove anos de peregrinação no deserto, DEUS chamou uma nova geração de israelitas e preparou-os para entrarem na terra prometida, mediante a renovação do concerto com Ele. Para uma conquista bem-sucedida da terra de Canaã, necessário era que eles se comprometessem com esse concerto e que tivessem a garantia que o Senhor DEUS estaria com eles.
(1) Essa renovação do concerto é o enfoque principal do livro de Deuteronômio (ver introdução). Depois de uma introdução (1.1-5),
Deuteronômio faz um resumo histórico de como DEUS lidou com seu povo desde a partida do Sinai (1.6—4.43). Repete as principais condições do concerto (4.44—26.19), relembra aos israelitas as maldições e as bênçãos do concerto (27.1—30.20) e termina com as providências para a continuação do concerto (31.1—33.29). Embora o fato não seja mencionado especificamente no livro, podemos ter como certo que a nação de Israel, à uma só voz, deu um caloroso “Amém” às condições do concerto, assim como a geração anterior fizera no monte Sinai (cf. Êx 24.1-8; Dt 27; 29.10-14).
(2) O conteúdo básico desse concerto continuou como o do monte Sinai. Um assunto reiterado no livro inteiro de Deuteronômio é que, se o povo de DEUS obedecesse a todas as palavras do concerto, teria a bênção divina; em caso contrário, teria a maldição divina (ver especialmente 27—30). A única maneira deles e seus descendentes permanecerem para sempre na terra de Canaã era guardarem o concerto, amando ao Senhor (ver 6.5) e obedecendo à sua lei (30.15-20).
(3) Moisés ordenou ao povo que periodicamente relembrasse o concerto feito. Cada sétimo ano, na Festa dos Tabernáculos, todos os israelitas deviam comparecer ao lugar que DEUS escolhesse. Ali, mediante a leitura da lei de Moisés, eles relembrariam do concerto de DEUS com eles, e também, mediante a renovação da promessa, de cumprir o que ouviam (31.9-13).
(4) O AT registra vários exemplos notáveis dessa lembrança e renovação do concerto. Após a conquista da terra, e pouco antes da morte de Josué, este conclamou todo o povo com esse propósito (Js 24). A resposta do povo foi clara e inequívoca: “Serviremos ao SENHOR, nosso DEUS, e obedeceremos à sua voz” (Js 24.24). Diante disso: “Assim, fez Josué concerto, naquele dia, com o povo” (Js 24.25). Semelhantemente, Joiada dirigiu uma cerimônia de renovação do concerto, quando Joás foi coroado (2Rs 11.17), e assim fizeram também Josias (2Rs 23.1-3), Ezequias (cf. 2Cr 29.10) e Esdras (Ne 8.1—10.39).
(5) A chamada para relembrar e renovar o concerto é oportuna hoje. O NT é o concerto que DEUS fez conosco em JESUS CRISTO. Lembramos do seu concerto conosco quando lemos e estudamos a sua revelação contendo suas promessas e preceitos, quando ouvimos a exposição da Palavra de DEUS e, mais especificamente, quando participamos da Ceia do Senhor (ver 1Co 11.17-34). Na Ceia do Senhor, também renovamos nosso compromisso de amar ao Senhor e de servi-lo de todo o nosso coração (ver 1Co 11.20).
 
 
AJUDA:
CPAD - www.cpad.com.br bíblias, livros e revistas.
Ilúmina Bíblia
Livro Alcorão - Tradução Mansour Cheillita
http://www.sepoangol.org/islam.htm#introducao  - Vania Silva
http://www.calendario.cnt.br/cal_islamico.htm 
 
 
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