Index
Estudos
EBD
Discipulado
Mapas
Igreja
Ervália
Corinhos
Figuras1
Figuras2
Vídeos
Fotos
 
 
LIÇÃO 2 - DEUS, O SER SUPREMO POR EXCELÊNCIA
Lições Bíblicas do 4º Trimestre de 2006 - CPAD - Jovens e Adultos
TEMA – As Verdades Centrais da Fé Cristã
Comentários da revista da CPAD: Pr. Claudionor Correia de Andrade
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
 
LIÇÃO 2 - DEUS, O SER SUPREMO POR EXCELÊNCIA
 
TEXTO ÁUREO
"Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR" (Dt 6.4).
 
VERDADE PRÁTICA
Criador dos céus, da terra e do ser humano, o Senhor Deus é o Ser Supremo por excelência.
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
SALMOS 33.1-12
1- Regozijai-vos no SENHOR, vós, justos, pois aos retos convém o louvor..
2- Louvai ao SENHOR com harpa, cantai a ele com saltério de dez cordas.
3- Cantai-lhe um cântico novo:
4 - Porque a palavra do SENHOR é reta, e todas as suas obras são fiéis.
5 - Ele ama a justiça e o juízo; a terra está cheia da bondade do SENHOR.
6 - Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito da sua boca.
7 - Ele ajunta as águas do mar como num montão; põe os abismos em tesouros.
8 - Tema toda a terra ao SENHOR; temam-no todos os moradores do mundo.
9 - Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.
10 - O SENHOR desfaz o conselho das nações; quebranta os intentos dos povos.
11- O conselho do SENHOR permanece para sempre; os intentos do seu coração, de geração em geração.
12 - Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para a sua herança.
 
Ser ateu é querer apagar da memória aquilo que se tem certeza de sua existência.
Dizer que DEUS não existe é o mesmo que dizer que não existe nada.
Tentar provar que DEUS não existe já é uma prova de que ELE existe; pois não tentamos e nem nos empenhamos em provar que não existe o que para nós não existe.
A existência de DEUS é tão clara que podemos afirmar sem nem mesmo o conhecermos, que ELE existe e é quem criou tudo à nossa volta, já nascemos com isso bem fixado em nossa alma e em nosso espírito humano. Em todos os momentos de angústia o homem clama pelo DEUS invisível, mas bem presente.
É interessante que DEUS não procura provar sua existência, mas o homem é quem tenta de todas as formas provar sua inexistência.
A Bíblia, para quem crê nela como Palavra de DEUS, faz diversas declarações acerca da natureza e atributos de DEUS.
Como DEUS é Espírito e não O podemos ver e nem tocá-lO, fica muito difícil tentar convencer alguém de que Ele existe, sem nos basearmos em algo concreto como o é sua Palavra escrita e seus milagres, e seus nomes mencionados na bíblia e seus atributos ali apresentados.
 
PELA PALAVRA DO SENHOR... PELO ESPÍRITO... Ruach (aqui traduzido por espírito ) também pode significar sopro ; o sopro de Deus, portanto, é equivalente à atividade do Espírito de Deus. Este versículo contém uma verdade bíblica importante: o elo entre o poder da Palavra de Deus e o poder do Espírito de Deus (mediante a operação da fé) sempre libera o poder criativo de Deus em favor do seu povo.
Em Hebreus 11.3 diz: "OS MUNDOS, PELA PALAVRA DE DEUS, FORAM CRIADOS". A fé pela qual entendemos que Deus criou o mundo é a fé na 
revelação divinamente inspirada que se acha em Gn 1 e noutros trechos das Escrituras (cf. Sl 33.6,9; Is 55.11)
Em Hebreus 11.6 diz: "CREIA QUE ELE EXISTE". Este versículo descreve as convicções integrantes da fé salvífica.
(1) Devemos crer na existência de um Deus pessoal, infinito e santo, que tem cuidado de nós.
(2) Devemos crer que Ele nos galardoará quando o buscamos com sinceridade, sabendo que nosso maior galardão é a alegria e a presença do próprio Deus. Ele é nosso escudo e nossa grande recompensa (Gn 15.1; Dt 4.29; Mt 7.7,8; Jo 14.21).
(3) Devemos buscar a Deus com diligência e desejar ansiosamente a sua presença e graça.

OS ATRIBUTOS DE DEUS
 
Os atributos de DEUS revelam alguns aspectos d`ELE que não são vistos em nenhum outro ser:
Sl 139.7,8 “Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também”.

A Bíblia não procura comprovar que Deus existe. Em vez disso, ela declara a sua existência e apresenta numerosos atributos seus. Muitos desses atributos são exclusivos dEle, como Deus; outros existem em parte no ser humano, pelo fato de ter sido criado à imagem de Deus. 

ATRIBUTOS EXCLUSIVOS DE DEUS.
(1) Deus é onipresente — i.e., Ele está presente em todos os lugares a um só tempo. O salmista afirma que, não importa para onde formos, Deus está ali (Sl 139.7-12; cf. Jr 23.23,24; At 17.27,28); Deus observa tudo quanto fazemos.
(2) Deus é onisciente — i.e., Ele sabe todas as coisas (Sl 139.1-6; 147.5). Ele conhece, não somente nosso procedimento, mas também nossos próprios pensamentos (1Sm 16.7; 1 Rs 8.39; Sl 44.21; Jr 17.9,10). Quando a Bíblia fala da presciência de Deus (Is 42.9; At 2.23; 1Pe 1.2), significa que Ele conhece com precisão a condição de todas as coisas e de todos os acontecimentos exeqüíveis, reais, possíveis, futuros, passados ou predestinados (1Sm 23.10-13; Jr 38.17-20). A presciência de Deus não subentende determinismo filosófico. Deus é plenamente soberano para tomar decisões e alterar seus propósitos no tempo e na história, segundo sua própria vontade e sabedoria. Noutras palavras, Deus não é limitado à sua própria presciência (ver Nm 14.11-20; 2Rs 20.1-7).
(3) Deus é onipotente — i.e., Ele é o Todo-poderoso e detém a autoridade total sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas (Sl 147.13-18; Jr 32.17; Mt 19.26; Lc 1.37). Isso não quer dizer, jamais, que Deus empregue todo o seu poder e autoridade em todos os momentos. Por exemplo, Deus tem poder para exterminar totalmente o pecado, mas optou por não fazer assim até o final da história humana (ver 1Jo 5.19). Em muitos casos, Deus limita o seu poder, quando o emprega através do seu povo (2Co 12.7-10); em casos assim, o seu poder depende do nosso grau de entrega e de submissão a Ele (ver Ef 3.20).
(4) Deus é transcendente — Ele é diferente e independente da sua criação (ver Êx 24.9-18; Is 6.1-3; 40.12-26; 55.8,9). Seu ser e sua existência são infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada (1Rs 8.27; Is 66.1,2; At 17.24,25). Ele subsiste de modo absolutamente perfeito e puro, muito além daquilo que Ele criou. Ele mesmo é incriado e existe à parte da criação (ver 1Tm 6.16 ). A transcendência de Deus não significa, porém, que Ele não possa estar entre o seu povo como seu Deus (Lv 26.11,12; Ez 37.27; 43.7; 2Co 6.16).
(5) Deus é eterno — i.e., Ele é de eternidade à eternidade (Sl 90.1,2; 102.12; Is 57.12). Nunca houve nem haverá um tempo, nem no passado nem no futuro, em que Deus não existisse ou que não existirá; Ele não está limitado pelo tempo humano (cf. Sl 90.4; 2Pe 3.8), e é, portanto, melhor descrito como “EU SOU” (cf. Êx 3.14; Jo 8.58).
(6) Deus é imutável — i.e., Ele é inalterável nos seus atributos, nas suas perfeições e nos seus propósitos para a raça humana (Nm 23.19; Sl 102.26-28; Is 41.4; Ml 3.6; Hb 1.11,12; Tg 1.17). Isso não significa, porém, que Deus nunca altere seus propósitos temporários ante o proceder humano. Ele pode, por exemplo, alterar suas decisões de castigo por causa do arrependimento sincero dos pecadores (cf. Jn 3.6-10). Além disso, Ele é livre para atender as necessidades do ser humano e às orações do seu povo. Em vários casos a Bíblia fala de Deus mudando uma decisão como resultado das orações perseverantes dos justos (e.g., Nm 14.1-20; 2Rs 20.2-6; Is 38.2-6; Lc 18.1-8).
(7) Deus é perfeito e santo — i.e., Ele é absolutamente isento de pecado e perfeitamente justo (Lv 11.44,45; Sl 85.13; 145.17; Mt 5.48). Adão e Eva foram criados sem pecado (cf. Gn 1.31), mas com a possibilidade de pecarem. Deus, no entanto, não pode pecar (Nm 23.19; 2Tm 2.13; Tt 1.2; Hb 6.18). Sua santidade inclui, também, sua dedicação à realização dos seus propósitos e planos.
(8) Deus é trino e uno — i.e., Ele é um só Deus (Dt 6.4; Is 45.21; 1Co 8.5,6; Ef 4.6; 1Tm 2.5), manifesto em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo (e.g., Mt 28.19; 2Co 13.14; 1Pe 1.2). Cada pessoa é plenamente divina, igual às duas outras; mas não são três deuses, e sim um só Deus (ver Mt 3.17; Mc 1.11). 

ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS. Muitas características do Deus único e verdadeiro, especialmente seus atributos morais, têm certa similitude com as qualidades humanas; sendo, porém, evidente que todos os seus atributos existem em grau infinitamente superior aos humanos. Por exemplo, embora Deus e o ser humano possuam a capacidade de amar, nenhum ser humano é capaz de amar com o mesmo grau de intensidade como Deus ama. Além disso, devemos ressaltar que a capacidade humana de ter essas características vem do fato de sermos criados à imagem de Deus (Gn 1.26,27); noutras palavras, temos a sua semelhança, mas Ele não tem a nossa; i.e., Ele não é como nós. 
(1) Deus é bom (Sl 25.8; 106.1; Mc 10.18). Tudo quanto Deus criou originalmente era bom, era uma extensão da sua própria natureza (Gn 1.4,10,12,18, 21, 25, 31). Ele continua sendo bom para sua criação, ao sustentá-la, para o bem de todas as suas criaturas (Sl 104.10-28; 145.9); Ele cuida até dos ímpios (Mt 5.45; At 14.17). Deus é bom, principalmente para os seus, que o invocam em verdade (Sl 145.18-20). 
(2) Deus é amor (1Jo 4.8). Seu amor é altruísta, pois abraça o mundo inteiro, composto de humanidade pecadora (Jo 3.16; Rm 5.8). A manifestação principal desse seu amor foi a de enviar seu único Filho, Jesus, para morrer em lugar dos pecadores (1Jo 4.9,10). Além disso, Deus tem amor paternal especial àqueles que estão reconciliados com Ele por meio de Jesus (ver Jo 16.27).
(3) Deus é misericordioso e clemente (Êx 34.6; Dt 4.31; 2Cr 30.9; 'Sl 103.8; 145.8; Jl 2.13); Ele não extermina o ser humano conforme merecemos devido aos nossos pecados (Sl 103.10), mas nos outorga o seu perdão como dom gratuito a ser recebido pela fé em Jesus Cristo. 
(4) Deus é compassivo (2Rs 13.23; Sl 86.15; 111.4). Ser compassivo significa sentir tristeza pelo sofrimento doutra pessoa, com desejo de ajudar. Deus, por sua compaixão pela humanidade, proveu-lhe perdão e salvação (cf. Sl 78.38). Semelhantemente, Jesus, o Filho de Deus, demonstrou compaixão pelas multidões ao pregar o evangelho aos pobres, proclamar libertação aos cativos, dar vista aos cegos e pôr em liberdade os oprimidos (Lc 4.18; cf. Mt 9.36; 14.14; 15.32; 20.34; Mc 1.41; ver Mc 6.34). 
(5) Deus é paciente e lento em irar-se (Êx 34.6; Nm 14.18; Rm 2.4; 1Tm 1.16). Deus expressou esta característica pela primeira vez no jardim do Éden após o pecado de Adão e Eva, quando deixou de destruir a raça humana conforme era seu direito (cf. Gn 2.16,17). Deus também foi paciente nos dias de Noé, enquanto a arca estava sendo construída (1Pe 3.20). E Deus continua demonstrando paciência com a raça humana pecadora; Ele não julga na devida ocasião, pois destruiria os pecadores, mas na sua paciência concede a todos a oportunidade de se arrependerem e serem salvos (2Pe 3.9). 
(6) Deus é a verdade (Dt 32.4; Sl 31.5; Is 65.16; Jo 3.33). Jesus chamou-se a si mesmo “a verdade” (Jo 14.6), e o Espírito é chamado o “Espírito da verdade” (Jo 14.17; cf. 1Jo 5.6). Porque Deus é absolutamente fidedigno e verdadeiro em tudo quanto diz e faz, a sua Palavra também é chamada a verdade (2Sm 7.28; Sl 119.43; Is 45.19; Jo 17.17). Em harmonia com este fato, a Bíblia deixa claro que Deus não tolera a mentira nem falsidade alguma (Nm 23.19; Tt 1.2; Hb 6.18).
VERDADE: DEUS NÃO É HOMEM PARA QUE MINTA. TUDO QUE DEUS FALA É VERDADE. 
(7) Deus é fiel (Êx 34.6; Dt 7.9; Is 49.7; Lm 3.23; Hb 10.23). Deus fará aquilo que Ele tem revelado na sua Palavra; Ele cumprirá tanto as suas promessas, quanto as suas advertências (Nm 14.32-35; 2 Sm 7.28; Jó 34.12; At 13.23,32,33; ver 2Tm 2.13). A fidelidade de Deus é de consolo inexprimível para o crente, e grande medo de condenação para todos aqueles que não se arrependerem nem crerem no Senhor Jesus (Hb 6.4-8; 10.26-31).
(8) Finalmente, Deus é justo (Dt 32.4; 1Jo 1.9). Ser justo significa que Deus mantém a ordem moral do universo, é reto e sem pecado na sua maneira de tratar a humanidade (Ne 9.33; Dn 9.14). A decisão de Deus de castigar com a morte os pecadores (Rm 5.12), procede da sua justiça (Rm 6.23; cf. Gn 2.16,17); sua ira contra o pecado decorre do seu amor à justiça (Rm 3.5,6; ver Jz 10.7). Ele revela a sua ira contra todas as formas da iniqüidade (Rm 1.18), principalmente a idolatria (1Rs 14.9,15,22), a incredulidade (Sl 78.21,22; Jn 3.36) e o tratamento injusto com o próximo (Is 10.1-4; Am 2.6,7). Jesus Cristo, que é chamado o “Justo” (At 7.52; 22.14; cf. At 3.14), também ama a justiça e abomina o mal (ver Mc 3.5; Rm 1.18; Hb 1.9). Note que a justiça de Deus não se opõe ao seu amor. Pelo contrário, foi para satisfazer a sua justiça que Ele enviou Jesus a este mundo, como sua dádiva de amor (Jo 3.16; 1Jo 4.9,10) e como seu sacrifício pelo pecado em lugar do ser humano (Is 53.5,6; Rm 4.25; 1Pe 3.18), a fim de nos reconciliar consigo mesmo (ver 2Co 5.18-21). A revelação final que Deus fez de si mesmo está em Jesus Cristo (cf. Jo 1.18; Hb 1.1-4); noutras palavras, se quisermos entender completamente a pessoa de Deus, devemos olhar para Cristo, porque nEle habita toda a plenitude da divindade (Cl 2.9).
 
Os nomes de Deus (YHWH)
O hebraico não tem vogais e estas foram acrescentadas ao longo dos anos, exatamente para se permitir a pronúncia. Em virtude disto, as variações que surgiram fazem com que se tenham diferentes formas para o nome. Com relação ao nome de Deus, então, como os judeus não o pronunciam, não houve, por parte deles, qualquer interesse em fazê-lo. De qualquer modo, a forma mais antiga e considerada mais próxima da realidade é Javé, embora, repitamos, a forma impronunciável seja a única aceita pelos judeus. A forma Jeová, entretanto, é bem mais recente e foi utilizada como um estratagema para se permitir a pronúncia do nome impronunciável de Deus, utilizando-se das vogais do nome "Adonai", que quer dizer Senhor. Portanto, Jeová não é, em absoluto, o nome originariamente dado ao tetragrama, residindo aí, até, um dos grandes equívocos dos seguidores de Charles Russell.
‘El Shaddai: Deus todo poderoso e protetor." QUE NOS TOMA EM SEUS BRAÇOS E NOS PROTEGE" (FIGURA DE UMA GALINHA CHOCANDO SEUS PINTINHOS, OU MÃE QUE AMAMENTA E NUTRE SEU FILHO)
 
CONHECENDO A DEUS
 OSÉIAS 4. 6 O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. 6.6 Pois misericórdia quero, e não sacrifícios; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.
ROMANOS 1. 28 E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm;
             Para se conhecer uma pessoa precisamos andar com essa pessoa, falar com a mesma, ouvi-la e analisá-la; mas para conhecermos a DEUS, precisamos de fé, pois DEUS é ESPÍRITO, sendo discernido e compreendido somente espiritualmente, pela fé.
            Os nomes de DEUS revelam algumas de suas qualidades, pois nunca poderíamos compreender tudo a respeito d`ELE:
‘Conhecendo Deus’
‘Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós’ – (Tiago 4.8a)
 Conforme o que está escrito em Efésios 2.12, no tempo em que você não havia recebido ao Senhor Jesus como seu único e suficiente salvador, vivia sem Deus no mundo. Por isso, todo o novo crente deve, imediatamente, após aceitar a Cristo, começar a conhecer o seu Senhor. É sempre nesta ordem: primeiro, vem o ato de fé, depois, a busca do conhecimento de Deus. Do ponto de vista humano, você teria de conhecê-lo bem antes, para depois crer nele. Mas, no caso do cristão, é diferente; ele nasce e vive espiritualmente pela fé em Deus. Os seus conhecimentos deverão se submeter à fé. Nunca o contrário.
O Senhor deseja que você agora entregue a ele todas as áreas de sua vida e confie plenamente nele. Isso só é possível, se conhecê-lo bem. Então, tenha o desejo de obter o conhecimento divino.
Para entender o mundo em que vive, Ter censo de direção, edificar-se interiormente e saber qual é a sua missão nesta vida, você tem de conhecer Deus. Talvez você tenha várias idéias a respeito do Senhor, mas elas devem corresponder àquilo que é dito sobre o criador. E mais, a compreensão que o crente pode Ter sobre quem é o Todo-Poderoso, é conseqüência da revelação que o Onipotente deu de si mesmo. A revelação de Deus se deu através da Bíblia. Uma manifestação com linguagem compreensível a todas as pessoas. Mas jamais alguém teve a compreensão total do Onipotente, pois  o que se pode conhecer de Deus está além da capacidade humana.
Esta lição se propõe a lhe ajudar nesta aprendizagem, a qual deve durar por toda a vida.
CONHECENDO DEUS ATRAVÉS DE SUAS QUALIDADES
Deus tem muitas qualidades, através das quais Ele se identifica com os homens, e, ao mesmo tempo, torna-se diferente de todos os seres espirituais.
Você descobre quais são as qualidades de Deus, ao conhecer os seus nomes.
Deus mesmo se revela, faz-se conhecer, ao proclamar o seu nome (leia Êxodo 6.2 e 3). O Senhor queria ser reconhecido pelo povo de Israel, através de seus feitos.
Por que conhecer o Senhor pelo nome? No caso de Deus, é muito mais do o conjunto de letras do português ou de qualquer outro idioma. É o nome que revela aos homens as qualidades do Criador. Além disso, é uma maneira de se responder quem é o Todo-Poderoso.
- O seu nome deve ser invocado na adoração (leia Gênesis 12.8);
- O seu nome deve ser temido (leia Deuteronômio 28.58);
- O seu nome deve ser louvado (leia 2 Samuel 22.50);
- O seu nome deve ser glorificado (leia Salmo 86.9);
- O seu nome não pode ser tomado em vão (leia Êxodo 20.7);
- O seu nome não pode ser profanado, nem blasfemado (leia Levítico 18.21; 24.16);
- O seu nome deve ser santificado e bendito (leia Mateus 6.9);
 Na Bíblia, os nomes de Deus mais comuns são:
- Deus: - Quando você o encontra no texto Bíblico, ele fala do seu poder criativo e total.
- Senhor ou Jeová: - É Deus relacionado com as pessoas, para ajudá-las e salvá-las.
O vocábulo Deus, com outras combinações, como ‘altíssimo’, ‘suficiente’, ‘eterno’, e ‘conosco’, revela as qualidades do Senhor e mostra a sua maneira de agir entre as pessoas.
Senhor: - no sentido de governador e dominador, é aquele que exige o serviço e a lealdade do seu povo.
Pai: - Mostra que todas as coisas e o ser humano foram criados por ele e estão debaixo de proteção.
 
 
Os nomes de DEUS e seus significados
‘El Shaddai
“Deus todo poderoso”
‘El Elyon
“Deus Altíssimo”
‘El Ròi
“O Deus que vê”
‘El Olam
"O Deus eterno"
‘El Elohe Yisráel: Israel”
“Deus, o Deus de
Yawehw-Ropheka
“O Senhor teu médico”
Yaweh- Nissi
“O Senhor minha bandeira”
Yaweh- Shalon
“O Senhor é minha paz”  
Yaweh Rafá
"O senhor que Sara (ou cura)"
Yaweh- Ròi
“O Senhor é o meu pastor”
Yaweh- Tsidkenu
“O Senhor justiça nossa”
Yaweh- Shammah
“O Senhor está ali”
Yaweh- Sabaoth
“O Senhor dos exércitos”
Qedosh Yiráel
“O santo de Israel”
Tsur
“Rocha”
Abba
“Pai” ou “O Pai”
Melek
“Rei”
Gòel
“Redentor”
Rishoh Wa-Acharon
“O 1º e o último”
Elohe ‘Emeth
“O Verdadeiro”
EL
"DEUS"
 
 POR MAIS QUE COLOQUEMOS ADJETIVOS AO NOME DE DEUS, NUNCA CONSEGUIREMOS CHEGAR À TOTALIDADE DE BONDADE, AMOR, MISERICÓRDIA, PODER, ETC..., DE DEUS.
SÓ O VOCÁBULO "EL" JÁ QUER DIZER "O TODO PODEROSO".
Os Sete nomes redentores de Jeová  são:
1.   JEOVÁ-TSIDKENU – “O Senhor é a nossa Justiça” (Jr. 23:6) - este nome  Jeová aparece em uma profecia referente a futura restauração e conversão de Israel, então Israel O clamará comoJeová-TsidKenu o Senhor Nossa Justiça.
2.   JEOVÁ-SHALOM – “O Senhor nossa paz” ou “O Senhor envia paz” (Jz 6:23 e 24). Quase todo o Ministério de Jeová encontra expressão  e ilustração neste capítulo. Jeová odeia e julga o pecado.
3.   JEOVÁ-RAAH – “Deus é nosso Guia” ou Pastor (Sl. 23:1) - O Senhor é meu pastor e nada me faltará.
4.   JEOVÁ-RAFÁ – “Deus é nosso médico ou aquele que cura” (Êxodo 15:26). O Contexto mostra que se refere à cura física, mas está implícita a cura mais profunda da enfermidade da alma.
5.   JEOVÁ-JIRÉ – “Deus é nosso provedor”  ou fonte (Gn. 22:14) - O Senhor proverá, isto é, proverá para si o holocausto ou o sacrifício, Abraão viu o dia do Senhor.
6.   JEOVÁ-SHAMÁ – “Deus está sempre presente” (Ez. 48:35) - O Senhor está sempre presente, este nome significa a presença permanente do Senhor Jeová no meio do Seu povo.
7.   JEOVÁ-NISSI – “Deus é nossa vitória” (Êx. 17:15) - O Senhor é a nossa bandeira; o nome é interpretado pelo contexto. De maneira um pouco familiar, depois da derrota dos amalequitas, Moisés erqueu um altar e o denominou de Yhweh Nissi o senhor é a minha bandeira. Esses, entretanto não são nomes de Deus; mas, apenas, comemoram certos acontecimentos .
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Jo 3.33 Deus é verdadeiro
Terça - Jo 4.24 Deus é Espírito.
Quarta - I Jo 1.5 Deus é luz
Quinta - I 10 4.8 Deus é amor.
Sexta - DI 32.4 Deus é a verdade.
Sábado - 2 Co 9.8 Deus é poderoso.
 
PONTO DE CONTATO
Caro professor, é um privilégio singular estudarmos as doutrinas principais da Bíblia. No entanto, é conveniente que o mestre não abuse do "teologismo", ou seja, da linguagem e dos princípios teológicos. O principal propósito do ensino da Teologia na Escola Dominical, não é a exibição da capacidade intelectual do educador, mas o maravilhoso encontro do educando com Cristo, "em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência" (Cl 2.2,3). Assim sendo, o professor não é um mero detentor do conhecimento, mas um agente, que tanto ouve quanto fala a Palavra de Deus aos seus alunos, a fim de
conduzi-los à verdade eterna.
 
OBJETIVOS Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Distinguir, dentre os atributos divinos, os morais dos naturais
Classificar os atributos transcendentes de Deus.
Explicar a necessidade da revelação de Deus na Escritura
SÍNTESE TEXTUAL
As Escrituras Sagradas afirmam que a natureza essencial de Deus não pode ser plenamente conhecida pela criatura (Êx 33.20; jó11.7; Is 40.28; jo 1.18; 1 Tm 6.16; 1 jo 3.2). No entanto, Deus se auto-revelou por meio da criação - Revelação Geral - (SI 8; 19; 148; Rin 1.19-21; 2.25,16); através do Verbo Encarnado (jo 1.1, 14, 17, 18; 14.8,9; Hb 1.1-3) e pelas Escrituras - Revelação Especial - (2 Tm 3.16; SI 119.33-40).
A natureza e o caráter de Deus foram manifestados através dos seus nomes e atributos. Os nomes de Deus revelam a sua natureza singular, enquanto os seus atributos, o seu caráter santíssimo (Gn 22.14; Êx 15.26; SI 139).
Quanto à natureza de Deus, a Bíblia afirma que o Senhor é "Espírito" (jo 4.24; 2 Co 3.17; Is 31.1).
Sendo Deus espírito, dotado de todos os atributos pessoais, a Bíblia afirma que Ele: não é homem (Nm 23.19; Os 11.7; MI 3.6; Dt 4.1); não possui "carne e ossos" (Lc 24.39; Nm 23.19; Os 11.9; Jo 5.37): e, que sua sublime glória é inacessível e insondável (1 Tm 6.16; Cl 1.15; Jo 1.18; 1103.2). No entanto, podemos: conhecê-LO (Os 6.3 I; amá-LO (Lc 10.27); adorá-LO e servi-LO (Mt 4.10; Jo 4.24).
Caro professor, na cultura hebraica, o nome revelava o caráter de quem o possuía, isto é, sua natureza íntima (1 Sm 25.25; Gn 25.26; 32.28; 35.10). Da mesma forma, os nomes de Deus encontrados nas Escrituras, confirmam seus atributos e sua natureza gloriosa. Portanto, para esta lição, elabore uma "Tabela Demonstrativa dos Nomes Divinos". Esse recurso possibilitará ao educando uma apreciação do caráter e da natureza de Deus mediante o estudo de seus nomes. Ao apresentar os nomes divinos, não se esqueça de explicá-los de acordo com o contexto histórico, e de aplicá-los ao cotidiano dos alunos. Reproduza na tabela abaixo de acordo com os recursos disponíveis.
 
NOME DIVINO COMPOSTO
SIGNIFICADO
REFERÊNCIA
Yahweh Yireh
O Senhor Proverá
Gn 22.14
Yahweh Roph'ekha
O Senhor teu Médico
Êx 15.26
Yahweh Shâlôm
O Senhor é Paz
jz 6.24
Yahweh Ro'i
O Senhor é meu Pastor
SI 23.1
Yahweh Tsidkenu
O Senhor justiça nossa
Jr 23.6
Yahweh Nissi
O Senhor é a minha Bandeira
Êx 17.15
Yahweh Shammah
O Senhor está Ali
Ez 48.35
Yahweh Tseva'oth
O Senhor dos Exércitos
SI 24.9,10
El Shaddai
Deus Todo-Poderoso
Gn 17.1
El 'Elyôn
Deus Altíssimo
Gn 14.22
 
PARTES DA REVISTA:
 
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
Atributo: Os nomes de Deus indicam a sua natureza; os atributos, o seu caráter.
 
 
I. QUEM É DEUS
No Salmo 33, que nos serve de leitura bíblica em classe, o escritor sagrado discorre de um modo maravilhoso sobre os atributos e as obras de Deus.
1. Definição lingüística. A palavra Deus é a tradução do vocábulo hebraico elohim; no grego, temos a palavra theos.
2. Definição teológica. Em nosso Dicionário Teológico, damos a seguinte definição de Deus: "Ser Supremo, absoluto e infinito por excelência; criador dos céus e da terra (Gn 1.1); eterno e imutável (ls 26.4); onipotente, onisciente e onipresente (Jó 42.2; SI 139).
 
 
II. A IMANÊNCIA DE DEUS
Alguém declarou que Deus é a melhor prova de si mesmo.
 
 
III. A REVELAÇÃO ESPECIAL DE DEUS
1. Definição lingüística. A palavra revelação provém do latim revelatione e significa: revelar, tirar o véu, descobrir (2 Co 3.16).
2. Definição teológica. Ação divina que comunica aos homens os desígnios de Deus e as verdades que estes envolvem (1 Co 2.10).
 
 
IV. NATUREZA ESSENCIAL DE DEUS
A natureza essencial de Deus é um assunto demasiadamente complexo (SI 139.6).
1. Asseidade. Atributo natural, absoluto e incomunicável de Deus, segundo o qual Ele existe por si mesmo.
2. Espiritualidade. Deus é espírito, afirmou o Senhor Jesus à mulher samaritana (Jo 4.24).
3. Imensidade. Atributo exclusivo de Deus, que o faz transcender a todos os limites quer do mundo físico, quer do espiritual, ou do celestial (Is 57.15).
4. Imutabilidade. Qualidade exclusiva do Supremo Ser, que o torna imune às mudanças quer de natureza qualitativa.
5. Eternidade. Como o Ser Eterno por excelência, Deus sempre existiu e sempre haverá de existir; não teve início nem terá fim (SI 90.2).
 
 
V. ATRIBUTOS IMANENTES E MORAIS DE DEUS
As qualidades através das quais entra Ele em contato com o mundo criado: os atributos imanentes e os atributos morais do Supremo Ser.
1. Atributos imanentes de Deus. Onipotência, onipresença e onisciência (jó 42.2; SI 139; 44.21).
2. Atributos morais de Deus. Santidade, justiça, misericórdia, sabedoria e amor.
 
CONCLUSÃO
No curto espaço de que dispomos, é-nos impossível explorar exaustivamente um assunto tão imensurável a nós mortais: a realidade do Supremo Ser. Acredito, porém, que todos já nos conscientizamos da grandeza e da infinitude de Deus. Sendo Ele, porém, o que é, não nos despreza: revelou-nos o seu grande amor, enviando o seu Filho Jesus Cristo para morrer em nosso lugar. E, assim, passamos a conhecê-L0 redentivamente. Não é possível conhecer completamente a Deus; entretanto, é possível conhecê-Ia verdadeiramente (Jó 42.5).
 
Subsídio Teológico
"As Obras de Deus.
Outro aspecto da doutrina de Deus que requer a nossa atenção é o das suas obras. Este aspecto pode ser dividido em: 1) seus decretos; 2) sua providência e 3) conservação.
1. Decretos. Os decretos divinos são o seu plano eterno que. em virtude de suas características. faz parte de um só plano. que é imutável e eterno (Ef 3.11; Tg 1.17). São independentes e não podem ser condicionados de nenhuma maneira (SI 135.6). Têm a ver com as ações de Deus, e não com a sua natureza (Rm 3.26). Dentro desses decretos, há as ações praticadas por Deus, pelas quais tem Ele responsabilidade soberana; e também as ações das quais
Ele, embora permitam que aconteçam, não é responsável. Baseado nessa distinção, torna-se possível concluir que Deus nem é autor do mal (embora seja o criador de todas as criaturas subalternas), nem é a causa derradeira do pecado.
2. Conservação e Providência. Deus está sustentando ativamente o mundo que criou. Na conservação, Ele sustenta a criação através de leis estabelecidas (At 17.25). Na providência, Ele controla todas as coisas existentes no Universo, com o propósito de levar a efeito seu plano sábio e amoroso, de forma que não venha a interferir na liberdade de suas criaturas (Gn 20.6; 50.20; Jó 1.12; Rm 1.24)."
(JOYNER, R. O Deus único e verdadeiro. In HORTON, S.M. Teologia Sis- I temática: uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.)
HORTON, S.M. Teologia Sistemática: uma perspectiva pentecostal. R]: CPAD, 1996.
 
 
Questionário da LIÇÃO 2 - DEUS, O SER SUPREMO POR EXCELÊNCIA
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Ouve, Israel, o _____________, nosso ______________, é o único _________________" (Dt 6.4).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Criador dos _____________, da _____________ e do ser humano, o Senhor DEUS é o Ser _______________________ por excelência.
 
I. QUEM É DEUS
3- Dê a definição lingüística da palavra DEUS: Complete:
É a tradução do vocábulo hebraico _____________; no grego, temos a palavra _________________  '_______________ é um substantivo plural que, tendo em vista determinados contextos, encerra este princípio: a existência da Santíssima Trindade.
 
4- Dê a definição teológica de DEUS: Complete:
"Ser _________________, absoluto e ______________ por excelência; ______________ dos céus e da terra (Gn 1.1); eterno e imutável (ls 26.4); onipotente, onisciente e onipresente (Jó 42.2; SI 139). DEUS é ____________________ (Jo 4.24). Ser incriado, é a razão primeira de tudo quanto existe".
 
II. A IMANÊNCIA DE DEUS
5-  Como referendar a existência de DEUS se esta acha-se patente em todas as coisas? Complete: 
Quando os _________________ escritores, inspirados pelo ESPÍRITO SANTO, puseram-se a registrar a _________________ divina, nenhuma preocupação tiveram eles em provar a _________________________ de DEUS. Pois o Todo-Poderoso fazia parte de seu cotidiano; era inconcebível viver sem Ele ou à parte d'Ele. 
 
6- Complete: 
"Disseram os néscios no seu coração: Não há DEUS. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem" (SI 14.1).
 
III. A REVELAÇÃO ESPECIAL DE DEUS
7- Complete: 
DEUS deseja revelar-se ao ser humano, pois ama-o com um ______________ eterno. Amando-nos como nos ama, utiliza-se Ele de uma _________________ que todos _____________________entender (Hb 1.1-3). 
 
8- Dê a definição lingüística da palavra revelação: Complete:
Provém do latim _________________ e significa: revelar, tirar o _______________, __________________________ (2 Co 3.16).
 
9- Dê a definição teológica da palavra revelação: Complete:
Ação divina que comunica aos homens os _________________________ de DEUS e as verdades que estes ___________________ (1 Co 2.10). A _____________ é assim considerada por conter a revelação definitiva e acabada de DEUS acerca de seus planos em relação à ___________________________. É através dela que passamos a conhecer ___________________________________ a DEUS (2 Tm 3.15-17).
 
IV. NATUREZA ESSENCIAL DE DEUS
10- Complete segundo Tomás de Aquino: 
"O máximo que _______________________ de DEUS é nada em _____________ ao que Ele é". 
 
11- Entre os seus atributos naturais ou transcendentais, podemos mencionar: Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:
 
 
Imensidade. 
 
DEUS é espírito, afirmou o Senhor JESUS à mulher samaritana (Jo 4.24). Nesta definição essencial de DEUS, aprendemos algo muito importante: DEUS é um espírito puro e simples. Ele é o que é. Sendo espírito, transcende o mundo material; com este, porém, mantém um relacionamento redentivo (Jo 5.37).
 
Asseidade. 
 
Atributo exclusivo de DEUS, que o faz transcender a todos os limites quer do mundo físico, quer do espiritual, ou do celestial (Is 57.15).
 
Eternidade.
 
Qualidade exclusiva do Supremo Ser, que o torna imune às mudanças quer de natureza qualitativa, quer de natureza moral; sua bondade é infinita (Tg 1.17). Há uma íntima relação entre a sua bondade e imutabilidade. Quando JESUS afirmou que DEUS é bom, quis deixar bem claro que Ele não pode ser melhor do que é (Mc 10.18).
 
 Imutabilidade.
 
Como o Ser Eterno por excelência, DEUS sempre existiu e sempre haverá de existir; não teve início nem terá fim (SI 90.2).
 
Espiritualidade. 
 
Atributo natural, absoluto e incomunicável de DEUS, segundo o qual Ele existe por si mesmo. Ele não depende de nenhum outro ser para existir ou para continuar existindo; Ele tem vida em si mesmo (Jo 5.26).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
V. ATRIBUTOS IMANENTES E MORAIS DE DEUS
12- Cite alguns Atributos imanentes de DEUS. Complete:
O_________________cia, o_______________________ça e o______________________________cia (jó 42.2; SI 139; 44.21). 
 
13- Cite alguns Atributos morais de DEUS. Complete:
San_________________, ju____________, mi________________, sa_________________ e amor.
 
14- Complete: 
DEUS é _______________ e exige que todos os seus servos também o sejam (Lv 19.2). Ele é ________________ e deseja que, de igual modo, o sejamos (1 Jo 3.7). Ele é ______________________________ e reivindica que assim ajamos (Cl 3.12). DEUS é _________________ e conosco reparte a sua sabedoria (Tg 1.5). E se Ele amou-nos com um amor eterno, devemos também nos amar uns aos outros (1 Jo 4.8).
 
TEXTO ÁUREO
"Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR" (Dt 6.4).
VERDADE PRÁTICA
Criador dos céus, da terra e do ser humano, o Senhor Deus é o Ser Supremo por excelência.
I. QUEM É DEUS
No Salmo 33, que nos serve de leitura bíblica em classe, o escritor sagrado discorre de um modo maravilhoso sobre os atributos e as obras de Deus. Utilizando-se de uma poesia elevadíssima, sintetiza um conhecimento essencial sobre o Todo-Poderoso; um conhecimento, aliás, que nos obrigaria a despender milhares de páginas. No entanto, o autor sagrado declara, em poucas sentenças, o que Deus é, o que Ele fez e o que continua a fazer.
1. Definição lingüística. A palavra Deus é a tradução do vocábulo hebraico elohim; no grego, temos a palavra theos. 'Elohim é um substantivo plural que, tendo em vista determinados contextos, encerra este princípio: a existência da Santíssima Trindade.
2. Definição teológica. Em nosso Dicionário Teológico, damos a seguinte definição de Deus: "Ser Supremo, absoluto e infinito por excelência; criador dos céus e da terra (Gn 1.1); eterno e imutável (ls 26.4); onipotente, onisciente e onipresente (Jó 42.2; SI 139). Deus é espírito (Jo 4.24). Ser incriado, é a razão primeira de tudo quanto existe".
 
II. A IMANÊNCIA DE DEUS
Alguém declarou que Deus é a melhor prova de si mesmo. Como referendar a existência de Deus se esta acha-se patente em todas as coisas? Ler Rm 1.19- 21. Quando os santos escritores, inspirados pelo Espírito Santo, puseram-se a registrar a revelação divina, nenhuma preocupação tiveram eles em provar a existência de Deus. Pois o Todo-Poderoso fazia parte de seu cotidiano; era inconcebível viver sem Ele ou à parte dEle. Leia com atenção o Salmo 26.
Os que se dizem ateus, quer teóricos quer práticos, não passam de tolos conforme canta o salmista: "Disseram os néscios no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem" (SI 14.1).
 
III. A REVELAÇÃO ESPECIAL DE DEUS
c. S. Lewis ao tratar da revelação especial de Deus, afirmou: "Deus nunca se faz de filósofo diante de uma lavadeira". O que o
escritor inglês busca enfatizar nessa frase tão profundamente simples? Deus deseja revelar-se ao ser humano, pois ama-o com um amor eterno. Amando-nos como nos ama, utiliza-se Ele de uma linguagem que todos podemos entender (Hb 1.1-3). Não me refiro apenas à natureza, à consciência ou à complexidade de nosso corpo que, de forma bem patente, revelam-nos a sua existência; refiro-me também às Sagradas Escrituras. Por isso, tanto o filósofo quanto à lavadeira, que se arrependem de seus pecados e lêem a Bíblia, sentem que Deus lhes fala clara, profunda e redentivamente. Vejamos, pois, o que é a revelação divina.
1. Definição lingüística. A palavra revelação provém do latim revelatione e significa: revelar, tirar o véu, descobrir (2 Co 3.16).
2. Definição teológica. Ação divina que comunica aos homens os desígnios de Deus e as verdades que estes envolvem (1 Co 2.10). A Bíblia é assim considerada por conter a revelação definitiva e acabada de Deus acerca de seus planos em relação à humanidade. É através dela que passamos
a conhecer redentivamente a Deus (2 Tm 3.15-17).
 
IV. NATUREZA ESSENCIAL DE DEUS
A natureza essencial de Deus é um assunto demasiadamente complexo (SI 139.6). Deparando-se com tal dificuldade, confessa Tomás de Aquino: "O máximo que conhecemos de Deus é nada em relação ao que Ele é". Vejamos, porém, o que é possível saber acerca de sua natureza essencial. Entre os seus atributos naturais ou transcendentais, podemos mencionar: asseidade, espiritualidade, imensidade, imutabilidade e eternidade.
1. Asseidade. Atributo natural, absoluto e incomunicável de
Deus, segundo o qual Ele existe por si mesmo. Ele não depende de nenhum outro ser para existir ou para continuar existindo; Ele tem vida em si mesmo (Jo 5.26).
2. Espiritualidade. Deus é espírito, afirmou o Senhor Jesus à mulher samaritana (Jo 4.24). Nesta definição essencial de Deus, aprendemos algo muito importante: Deus é um espírito puro e simples. Ele é o que é. Sendo espírito, transcende o mundo material; com este, porém, mantém um relacionamento redentivo (Jo 5.37).
3. Imensidade. Atributo exclusivo de Deus, que o faz transcender a todos os limites quer do mundo físico, quer do espiritual, ou do celestial (Is 57.15).
4. Imutabilidade. Qualidade exclusiva do Supremo Ser, que o torna imune às mudanças quer de natureza qualitativa, quer de natureza moral; sua bondade é infinita (Tg 1.17). Há uma íntima relação entre a sua bondade e imutabilidade. Quando Jesus afirmou que Deus é bom, quis deixar bem claro que Ele não pode ser melhor do que é (Mc 10.18).
5. Eternidade. Como o Ser Eterno por excelência, Deus sempre existiu e sempre haverá de existir; não teve início nem terá fim (SI 90.2).
 
V. ATRIBUTOS IMANENTES E MORAIS DE DEUS
No tópico anterior, estudamos os atributos naturais ou transcendentes de Deus. A seguir, veremos as qualidades através das quais entra Ele em contato com o mundo criado: os atributos imanentes e os atributos morais do Supremo Ser.
1. Atributos imanentes de Deus. Onipotência, onipresença e onisciência (jó 42.2; SI 139; 44.21). Isto significa que Deus pode todas as coisas, encontra-se em todos os lugares ao mesmo tempo e de tudo tem ciência. Que Deus pode todas as coisas, não há dúvidas; mas nada fará que contrarie a sua natureza justa e santa.
2. Atributos morais de Deus. Os atributos morais de Deus podem e devem ser possuídos por todos os seus servos: Santidade, justiça, misericórdia, sabedoria e amor.
Deus é santo e exige que todos os seus servos também o sejam (Lv 19.2). Ele é justo e deseja que, de igual modo, o sejamos (1 Jo 3.7). Ele é misericordioso e reivindica que assim ajamos (Cl 3.12). Deus é sábio e conosco reparte a sua sabedoria (Tg 1.5). E se Ele amou-nos com um amor eterno, devemos também nos amar uns aos outros (1 Jo 4.8).
 
CONCLUSÃO
No curto espaço de que dispomos, é-nos impossível explorar exaustivamente um assunto tão imensurável a nós mortais: a realidade do Supremo Ser. Acredito, porém, que todos já nos conscientizamos da grandeza e da infinitude de Deus. Sendo Ele, porém, o que é, não nos despreza: revelou-nos o seu grande amor, enviando o seu Filho Jesus Cristo para morrer em nosso lugar. E, assim, passamos a conhecê-L0 redentivamente. Não é possível conhecer completamente a Deus; entretanto, é possível conhecê-Ia verdadeiramente (Jó 42.5).
 
Ajuda:
www.cpad.com.br
 
 
Index
Estudos
EBD
Discipulado
Mapas
Igreja
Ervália
Corinhos
Figuras1
Figuras2
Vídeos
Fotos