Home
Estudos
EBD
Discipulado
 Mapas
Figuras1
 Figuras2
Fotos
Igreja
Link's
Corinhos
Download
 Eu
 
 
Lição 2 - Vida Santa Até A Volta De CRISTO - A Defesa De Um Ministério Frutífero
Questionário  SANTIDADE E SANTIFICAÇÃO ESTÃO FORA DE MODA?
 
 
Mapa Tessalônica
Tessalônica hoje 06/2005
Mapa de Salônica
Paulo fazendo tendas
Paulo pregando na beira do rio
Paulo pregando na sinagoga
 
Curiosidade:
http://www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos/CartaAoApóstoloPaulo.htm
 
TEXTO ÁUREO: "Vós e Deus sois testemunhas de quão santa e irrepreensivelmente nos portamos para convosco que credes" (1Ts 2.10).
2.10 JUSTA E IRREPREENSIVELMENTE NOS HOUVEMOS. Paulo não aceita o conceito errôneo de um "cristianismo pecaminoso", o qual propala que a salvação provida por Cristo e seu sangue expiador não são suficientes para nos salvar do cativeiro e do poder do pecado. Essa doutrina anti-bíblica afirma que todos os cristãos devem pressupor que pecarão contra Deus todos os dias, por palavras e obras no decurso de toda a sua vida. Refutando a doutrina supra:
(1) Paulo afirma, no tocante à sua própria conduta entre os tessalonicenses, que ele se comportara "santa, justa e irrepreensivelmente".
(2) Paulo conclamou tanto a igreja quanto o próprio Deus como testemunhas de que a graça suficiente de Deus em Cristo o capacitara a purificar-se "de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus" (2 Co 7.1; cf. 2 Co 1.12; 2.17; 6.3-10; 1 Ts 1.5; 2 Tm 1.3).
 
VERDADE PRÁTICA: O legítimo obreiro de CRISTO vive o que prega, e prega o que vive, de tal forma, que a igreja logo percebe sua integridade ministerial.
 
LEITURA DIÁRIA:
Segunda - At 16.22 Açoitados pelo amor de Cristo
22 E a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoitá-los com varas.
2 Coríntios 6.5
nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns,
2 Coríntios 11.23;25 São ministros de Cristo? (Falo como fora de mim.) Eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes. 25 três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo;
1 Tessalonicenses 2.2 mas, havendo primeiro padecido e sido agravados em Filipos, como sabeis, tornamo-nos ousados em nosso Deus, para vos falar o evangelho de Deus com grande combate.
 
Terça - At 16.25 Louvor na prisão
25 Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam.
16.25 ORAVAM E CANTAVAM HINOS. Paulo e Silas estavam sofrendo a humilhação do encarceramento, tendo seus pés presos ao tronco e as costas laceradas por açoites. No meio desse sofrimento, no entanto, oravam e cantavam hinos de louvor a Deus (cf. Mt 5.10-12). Aprendemos da experiência missionária deles:
(1) que a alegria do crente vem do interior e independe das circunstâncias externas; a perseguição não pode destruir nossa paz e nossa alegria (Tg 1.2-4);
(2) que os inimigos de Cristo não poderão destruir a fé em Deus e o amor por Ele que o crente tem (Rm 8.35-39);
(3) que mesmo no meio das piores circunstâncias, Deus dá graça suficiente àqueles que estão na sua vontade e que sofrem por amor ao seu nome (Mt 5.10-12; 2 Co 12.9,10);
(4) que sobre aqueles que sofrem por amor ao nome de Cristo, repousa o Espírito da glória de Deus (1 Pe 4.14).
 
Quarta - At 16.26 Libertos para pregar
26 E, de repente, sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos.
16.26 FORAM SOLTAS AS PRISÕES DE TODOS. Por todo o livro de Atos, Lucas enfatiza que nada pode impedir o avanço do
evangelho de Cristo quando propagado por crentes fiéis. Em Filipos, Deus interveio, e Paulo e Silas foram libertos por um terremoto enviado por Ele. O resultado foi um maior progresso do evangelho, destacando-se a salvação do carcereiro e de todos os seus familiares (vv. 31-33).
 
Quinta - Jo 15.16 Produzindo fruto para Deus
16 Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda.
15.16 PARA QUE VADES E DEIS FRUTO. Todos os cristãos são escolhidos "do mundo" (v. 19) para "dar fruto" para Deus (vv. 2,4,5,8).
Essa frutificação se refere:
(1) às virtudes espirituais tais como as mencionadas em Gl 5.22,23 - amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança (cf. Ef 5.9; Cl 1.10; Hb 12.11; Tg 3.18); e
(2) à conversão a Cristo, doutras pessoas (4.36; 12.24).
Mateus 28.19 Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Colossenses 1.6 que já chegou a vós, como também está em todo o mundo; e já vai frutificando, como também entre vós, desde o dia em que ouvistes e conhecestes a graça de Deus em verdade;
 
Sexta - I Jo 4.6 Aquele que conhece a Deus
6 Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.
João 8.47 Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso, vós não as escutais, porque não sois de Deus.
1 Coríntios 14.37 Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor.
2 Coríntios 10.7 Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo: assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos.
 
Sábado - I Pe 5.2 Apascentando sem ganância
2 apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;
5.2 APASCENTAI O REBANHO DE DEUS. Os pastores e dirigentes de igrejas têm a responsabilidade de cuidar dos crentes, de
fazê-los discípulos, de alimentá-los com a Palavra e de protegê-los.
5.2 NEM POR TORPE GANÂNCIA. Pastores e dirigentes da igreja devem acautelar-se de dois pecados perigosos.
(1) A ambição por dinheiro (ver 1 Tm 3.3,8; Tt 1.7). O ensino do NT para quem administra a obra de Deus é que recebam sustento adequado da igreja (Lc 10.7; 1 Co 9.14; 1 Tm 5.17) e que se contentem com o que têm para si mesmos e para suas famílias. Nenhum pastor deve enriquecer-se em detrimento da obra de Deus. Aqueles que se deixam dominar por este desejo, ficam à mercê dos pecados da cobiça, da prevaricação e do furto. Por amor ao dinheiro, comprometem a Palavra de Deus, os padrões da retidão e os princípios do reino de Deus.
(2) A sede de poder. Aqueles que cobiçam o poder, dominarão aqueles a quem deveriam servir, pelo abuso excessivo da sua
autoridade. Antes, o pastor deve conduzir a igreja, servindo de exemplo ao rebanho na sua devoção a Cristo, no serviço humilde, na
perseverança, na retidão, na constância na oração e no amor à Palavra.
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 1Ts 2.1-8
1 Porque vós mesmos sabeis, irmãos, que a nossa entrada entre vós não foi vã;
2 mas, havendo anteriormente padecido e sido maltratados em Filipos, como sabeis, tivemos a confiança em nosso Deus para vos falar o evangelho de Deus em meio de grande combate.
3 Porque a nossa exortação não procede de erro, nem de imundícia, nem é feita com dolo;
4 mas, assim como fomos aprovados por Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações.
5 Pois, nunca usamos de palavras lisonjeiras, como sabeis, nem agimos com intuitos gananciosos. Deus é testemunha,
6 nem buscamos glória de homens, quer de vós, quer de outros, embora pudéssemos, como apóstolos de Cristo, ser-vos pesados;
7 antes nos apresentamos brandos entre vós, qual ama que acaricia seus próprios filhos.
8 Assim nós, sendo-vos tão afeiçoados, de boa vontade desejávamos comunicar-vos não somente o evangelho de Deus, mas ainda as nossas próprias almas; porquanto vos tornastes muito amados de nós.
2.1 NOSSA ENTRADA PARA CONVOSCO. No capítulo 2, Paulo justifica a sua conduta durante o tempo em que esteve entre os
tessalonicenses. Ele havia sido caluniado e acusado de falsidade na pregação do evangelho.
2.4 FALAMOS, NÃO COMO PARA AGRADAR AOS HOMENS. Todo pregador do evangelho enfrenta a tentação de agradar aos homens (v. 4), i.e., procurar a aceitação, a aprovação e a glória da parte dos outros (v. 6), pregando somente aquilo que não ofende a ninguém.
(1) Ceder a essa tentação pode resultar em tolerância ao pecado e mornidão na igreja (cf. Ap 2.20; 3.15,16). Pode significar também a linguagem de bajulação, cujo emprego visa a obtenção de ofertas financeiras, ganhos materiais, cargos políticos ou aplausos (vv. 4-6).
(2) Se isso ocorrer, danos irreparáveis serão causados à retidão e integridade da igreja de Cristo. Por essa razão, é essencial que nosso objetivo na pregação seja procurar sempre a aprovação de Deus, e não a do homem (1 Co 4.5; Gl 1.9,10; ver Lc 1.17; 2 Tm 4.3,4 ).
2.7 COMO A AMA QUE CRIA SEUS FILHOS. Paulo e seus auxiliares oferecem um exemplo de atitude espiritual que todos os
missionários, evangelistas e pastores devem adotar ao pregar o evangelho.
(1) Como missionários, agiam como a mãe que tem crianças pequenas. Isso dá a entender que, com grandes sacrifícios, faziam um esforço especial para nutrir e proteger os novos convertidos, e prover suas necessidades espirituais.
(2) Sua brandura (v. 7) subentende que não se portavam como pessoas importantes ou superiores.
(3) Os missionários tinham tanto anseio e amor aos tessalonicenses, que estavam dispostos a consumir a sua própria vida por eles (v.8).
(4) Dedicavam-lhes longas horas, até ao ponto de grande fadiga, a fim de lhes dar o evangelho (v. 9) (5) Viviam de modo justo e
irrepreensível diante dos tessalonicenses, exortando-os e corrigindo-os, como faria qualquer bom pai (vv. 10-12).

INTRODUÇÃO]
Reminiscências do Trabalho de Paulo na Vida dos Tessalonicenses (2.1—3.8)
1. Recorda Seus Labores entre os Tessalonicenses (2.1-12)
2. Recorda a Aceitação por Parte dos Tessalonicenses (2.13-16)
3. Mantém o Seu Interesse pelos Tessalonicenses (2.17—3.8)
Paulo relembra que valeu a pena o trabalho e o sofrimento que passou para que os tessalonicenses ouvissem a Palavra de DEUS.
Defende a origem do evangelho que pregou a eles e a autoridade que recebeu para lhes pregar, JESUS CRISTO, a quem sempre procurou agradar acima de qualquer homem. Paulo se sente satisfeito de nunca ter dependido financeiramente da Igreja para seu sustento e também por nunca ter buscado honra ou glória para si mesmo, mas somente para DEUS. Paulo sempre tratou os Tessalonicenses com muito amor e carinho, pois eram novos convertidos e passavam por grandes problemas de perseguição, merecendo por parte do apóstolo um amor imenso e também dedicação em suas orações a favor dos mesmos.
 
I. DEFENDENDO O MINISTÉRIO
1. Uma entrada abençoada (2.1).
Saindo de uma tribulação em Filipos e recebendo uma visão celeste, esta foi a entrada de Paulo entre os Tessalonicenses. Paulo iniciou ali sua pregação na sinagoga onde não foi bem aceito pelos judeus mais ortodoxos, mas aqueles que abriram seu coração para DEUS, lhe receberam como enviado de DEUS para suas salvação.
De acordo com Atos e I Tessalonicenses , havia muita hostilidade contra a comunidade cristã em Tessalônica. Embora Atos 17:3-4 diga que alguns judeus vieram para a fé cristã, I Tessalonicenses 1:9-10 indica que a maioria dos cristãos tessalônicos vieram da religião grego-romana.
 
2. Ousadia na pregação.
"É no furor das batalhas que são forjados os melhores obreiros" Na perseguição e no sofrimento causados por perseguição ao evangelho Paulo encontrou aquele que consola e que dá forças, o ESPÍRITO SANTO que lhe revelava CRISTO e seu sacrifício na cruz.
2Co 4.11 pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.
O difícil é passar pela primeira experiência, depois é só festa no espírito. A perseguição que sofremos por causa do evangelho nos traz um pesos de glória eterna.
2Co 4.17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno [peso] de glória;
 
3. A prudência no ministério.
Paulo não nos ensina a provocar a ira dos nossos opositores, mas nos ensina a sermos ousados na pregação do evangelho sem temer aqueles que são inimigos da verdade, sabendo que temos alguém que está no controle de tudo, DEUS. Caso seja necessário morrermos pelo evangelho, então morramos, porém se for da vontade de DEUS que vivamos, então seremos livres das garras do inimigo na hora certa de DEUS. O importante é que o evangelho seja pregado a todos e que JESUS seja conhecido em todas as nações. (estas são regras básicas de todo missionário)
 
II. NÃO AGRADANDO A HOMENS (2.3,4)
1. Pregando sem engano.
Paulo defende sua maneira de chamar a atenção dos Tessalonicenses, dizendo-lhes que não usou jamais de lisonjas ou de qualquer outro artifício ("engano","imundícia", ou "flaudulência" ) para convencê-los em ficarem em CRISTO, mas pelo contrário, sempre usou de toda a honestidade e verdade para convencê-los a serem fiéis em tudo a CRISTO, mesmo que lhes custasse a vida.
Hoje vivemos dias como no tempo de Paulo em que pregadores de filosofias humanas e diabólicas andam  enganando  ao povo de DEUS, com falsas profecias e até mesmo com falsas promessas de riqueza e de curas, isto tudo sem nenhuma autorização ou inspiração de DEUS.
 
2. Exortando os crentes.
Paulo, agora diz aos Tessalonicenses para tomarem cuidado para que o legítimo evangelho não seja distorcido e colocado em segundo plano na salvação deles. Devido à sinceridade e gravidade com que Paulo pregava e ensinava o evangelho, parece que alguns o tenham criticado e acusado de usar de "engano"(do grego plane), "erro", "ilusão", ou "desvio", talvez até porque Paulo não ensinava como os rabinos nas sinagogas e era em certos pontos "muito liberal" quanto ao cumprimento da lei para a salvação.
 
3. Pregando com pureza.
Numa comparação que Paulo faz de sua pregação e ensino, com a pregação e os ensinos que os Tessalonicenses estavam recebendo de "visitantes ilustres", ele revela que existe diferença entre aqueles que querem somente transmitir a salvação não pelas obras e a salvação sem premiação material para aqueles que a transmitem e a pregação  daqueles que os estava iludindo para adquirirem riquezas e honra e glória entre eles. "Pelos seus frutos os conhecereis", já dizia JESUS.
 
III. NÃO BUSCANDO A " GLÓRIA DOS HOMENS"
1. O perigo da lisonja.
Paulo disse que ele e seus companheiros missionários, Silas e Timóteo, não buscavam a "glória dos homens", nem deles próprios, "nem de outros" (2.6).
 
A fé em DEUS nos impulsiona a tornar DEUS conhecido entre as nações e não nos tornarmos "grandes" entre os homens. A política tem distorcido esta mensagem, fazendo com que muitos crentes caiam em armadilha do Diabo, incentivando a muitos a fazerem de tudo para aparecer, serem honrados entre os homens.
Jo 5.44 Como podeis crer, vós que recebeis [glória] uns dos outros e não buscais a [glória] que vem do único Deus?
 
João batista teve a chance de aparecer e ser glorificado, mas vejam o que ele disse:
Jo 3.30 É necessário que ele cresça e que eu [diminua].
 
Devemos buscar a glória de DEUS para que os homens sejam abençoados. pregamos e ensinamos as palavras de DEUS e não as nossas.
Jo 7.18 Quem fala por si mesmo busca a sua própria [glória]; mas o que busca a [glória] daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça.
 
Nem JESUS buscava sua própria glória.
Jo 8.50 Eu não busco a minha [glória]; há quem a busque, e julgue.
 
Tantos há que amam tanto serem famosos e importantes que deixam de lado sua própria salvação para incorrerem no erro da sua própria glória.
Jo 12.42 Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele; mas por causa dos fariseus não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga;43 porque amaram mais a [glória] dos homens do que a [glória] de Deus.
 
O segredo de todo homem de DEUS é buscar a glória para DEUS entre os homens, tudo é de DEUS e tudo o que recebemos, recebemos D'Ele.
1Co 4.7 Pois, quem te diferença? E que tens tu que não tenhas [recebido]? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras [recebido]?
 
Façamos como os Tessalonicenses que receberam a Palavra de DEUS através de Paulo e seus companheiros como sendo Palavras do próprio DEUS.
1Ts 2.13 Por isso nós também, sem cessar, damos graças a Deus, porquanto vós, havendo [recebido] a palavra de Deus que de nós ouvistes, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo ela é na verdade) como palavra de Deus, a qual também opera em vós que credes.
 
2. Não sendo pesado aos irmãos.
O apóstolo Paulo entendeu que a graça de Deus o bastava. Era tudo que Ele precisava e por isso, aprendeu a agradecer e a glorificar a Deus em todas as situações. Quer sair desse buraco que está te levando á morte espiritual ou quem sabe física? Viva uma vida de gratidão a Deus. ¨Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.¨ (I Timóteo 6 : 8). ¨Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios ¨ (Salmos 103 : 2).
 
Paulo defendeu a si e aos outros missionários, afirmando que não buscavam "glória dos homens" nem dos crentes, nem "de outros". não era de seu feitio moral buscar o louvor dos homens, nem sua glória. Ele mesmo disse aos coríntios que tudo que fizessem o fizessem para a glória de DEUS (1Co 10.31). E acrescenta que, como "apóstolos de CRISTO", ele e os outros missionários poderiam ser "pesados" aos Tessalonicenses (2.9). Contudo, nunca se aproveitaram dos irmãos, buscando ganhos financeiros. Em tempo algum, os exploraram. o apóstolo jamais foi rico. Sempre viveu sem ambições materiais. Era humilde e resignado (Fp 4.12). Em lugar de buscar a glória dos homens, em termos de contribuição em dinheiro, ele afirmou que "o meu DEUS, segundo as vossas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por CRISTO JESUS" (Fp 4.19).
 
»I CORÍNTIOS 9
·OS DIREITOS DO APÓSTOLO PAULO
1 NÃO sou eu apóstolo? Não sou livre? Não vi eu a Jesus Cristo Senhor nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?
2 Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor.
3 Esta é minha defesa para com os que me condenam.
4 Não temos nós direito de comer e beber?
5 Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?
6 Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar?
7 Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado?
8 Digo eu isto segundo os homens? Ou não diz a lei também o mesmo?
9 Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois?
10 Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve debulhar com esperança de ser participante.
11 Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?
12 Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo.
13 Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar?
14 Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.
15 Mas eu de nenhuma destas coisas usei, e não escrevi isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, do que alguém fazer vã esta minha glória.
16 Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!
17 E por isso, se o faço de boa mente, terei prêmio; mas, se de má vontade, apenas uma dispensação me é confiada.
18 Logo, que prêmio tenho? Que, evangelizando, proponha de graça o evangelho de Cristo para não abusar do meu poder no evangelho.
19 Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais.
 
IV. "COMO AMA QUE CRIA OS SEUS FILHOS".
1. Brandos como uma mãe. Diz o apóstolo:
A palavra brandura quer dizer com amor, com cuidado, com demonstração de afeto e carinho.
At 2423 E mandou ao centurião que o guardasse em prisão, tratando-o com [brandura], e que a ninguém dos seus proibisse servi-lo ou vir ter com ele.
"Antes, fomos brandos entre vós, como a ama que cria seus filhos" (Vv 2.7). Na visão de Paulo, o obreiro, ou o ministro, deve ter o comportamento de uma ama, que age como uma mãe. Existe a ama-de-leite, que cria os filhos alheios, alimentando-os com o próprio seio. no versículo que comentamos (Vv 2.7), ele se compara à ama "ama que cria seus filhos", ou seja, extrapola o conceito de ama, que cuida dos filhos de outros, e tem em mente a ama que cuida de seus próprios filhos.
 
2. A afeição do pastor (Vv 2.8).
Na verdade Paulo não era pastor, pois existem cinco ministérios (Ef 4.11) e Paulo era Apóstolo, ou seja, chamado para abrir igrejas para CRISTO e para pregar perante todos, inclusive reis e autoridades diversas.
O ministério de Paulo exigia muita oração por parte dele em intercessão pelos seus "filhos na fé", bem como procurava se manter informado sobre os mesmos enviando alguém para visitá-los quando não podia fazê-lo, também lhes escrevia sempre que sentia ser necessário, para exortá-los, edificá-los ou consolá-los, quando necessário.
este é um cuidado de um pai que realmente ama seus filhos, como DEUS que nos toma em seus braços e cuida de nós.
 
Paulo chama os Tessalonicenses de "muito queridos". Ele e seus companheiros eram "tão afeiçoados" para com os novos convertidos.que os tratavam como filhos porque os consideravam " muito queridos".
 
CONCLUSÃO:
Vale a pena o trabalho e o sofrimento que passamos para que as pessoas ouçam a Palavra de DEUS.
Paulo aqui defende a origem do evangelho que pregou aos Tessalonicenses e a autoridade que recebeu para lhes pregar, ou seja, do próprio JESUS CRISTO, a quem sempre procurou agradar acima de qualquer homem. Paulo se sente satisfeito de nunca ter dependido financeiramente da Igreja para seu sustento e também por nunca ter buscado honra ou glória para si mesmo, mas somente para DEUS. Paulo sempre tratou os Tessalonicenses com muito amor e carinho, pois eram novos convertidos e passavam por grandes problemas de perseguição, merecendo por parte do apóstolo um amor imenso e também dedicação em suas orações a favor dos mesmos.
 
O ministério de Paulo foi frutífero e aprovado por DEUS. Em Tessalônica, mesmo tendo passado menos de um mês, deixou uma igreja bem doutrinada através do ensino e da exortação sadia. O adversário levantou murmuradores para acusarem o apóstolo e seus companheiros, porém não tiveram êxito, pois a palavra da verdade suplantou os argumentos da mentira e da calúnia.
 
Questionário da Lição 1 - Vida Santa Até A Volta De CRISTO - FORTALECENDO A FÉ ANTE A VINDA DE CRISTO
Por Ev.Luiz Henrique www.henriqueestudos.cjb.net
 
TEXTO ÁUREO:
1- De que maneira Paulo se comportou para com os Tessalonicenses crentes?
 ( ) Santa e irreverentemente
 ( ) Santa e repreensivelmente
 ( ) Santa e irrepreensivelmente
 
VERDADE PRÁTICA:
2- Como vive o legítimo obreiro de CRISTO , como prega , e por quem é percebido?
( ) Vive pregando e prega o que nunca vive, a igreja logo percebe seu ministério.
( ) Vive o que prega e prega o que vive, a igreja logo percebe sua integridade ministerial.
( ) Vive o que prega e prega seu próprio evangelho, a igreja logo percebe seu ministério.
 
INTRODUÇÃO
3- De que Paulo se defende diante dos Tessalonicenses?
( ) Dos ataques do Diabo contra ele e seus companheiros de missão, quanto à sua moralidade
( ) Dos ataques do povo contra ele e seus companheiros de missão
( ) Dos ataques do Senhor contra ele e seus companheiros de visão
 
4- Qual arma perigosa, que age como um vírus, tem espalhado seu veneno em volta e às vezes de modo imperceptível, na igreja?
( ) A Santificação
( ) A murmuração
( ) A Perfeição
 
I. DEFENDENDO O MINISTÉRIO
5- Como foi a entrada de Paulo entre os Tessalonicenses?
( ) Abençoada, não foi vã e nem infrutífera
( ) Amaldiçoada e não foi vã e nem infrutífera
( ) Abençoada e não foi vã e nem infrutífera
 
6- As tribulações que o apóstolo experimentou, quando foi humilhado, espancado, e preso, juntamente com Silas, em filipos, em lugar de lhe causar medo e temor, na jornada missionária, tiveram que tipo de efeito?
( ) Positivo em fervor na busca das almas perdidas
( ) Negativo em fervor na busca das almas perdidas
( ) Positivo em fervor na perca das almas perdidas
 
7- O que significa "agravados"?
( ) Tem o sentido, também, de "tratados com benevolência", " ultrajados"
( ) Tem o sentido, também, de "tratados com arrogância", " ultrajados"
( ) Tem o sentido, também, de "tratados com arrogância", " bem recebidos"
 
8- Em que tipo de prudência Paulo é um exemplo para os obreiros do Senhor nos dias presentes, no ministério?
 ( ) A prudente teimosia de dizer aos Filipenses, "o viver é de Deus, e o morrer é do Diabo" (Fp 1.20,21).
 ( ) A prudente ousadia de dizer aos Filipenses, "o viver é Deus, e o morrer é barganha" (Fp 1.20,21).
 ( ) A prudente ousadia de dizer aos Filipenses, "o viver é Deus, e o morrer é ganho" (Fp 1.20,21).
 
9- O que JESUS nos ensinou quanto à ousadia?
( ) A entrar em confronto com os adversários ( Mt 10.23)
( ) A não entrar em confronto com os adversários ( Mt 10.23)
( ) A não entrar em discussão com os adversários ( Mt 10.23)
 
II. NÃO AGRADANDO A HOMENS (2.3,4)
10- Qual o tipo de pregação era  comum, na época em que a carta de Paulo aos tessalonicenses foi escrita pelos pregadores itinerantes chamados sofistas?
( )  "engano","imundícia", ou "flaudulência" (pregavam com má fé, "argumentos falsos", engano, logro, ou tapeação)
( )  "Quente","cheia de poder", ou "curta" (pregavam com fé, "argumentos verdadeiros", verdade, honestidade)
( )  "Quente","cheia do poder de DEUS", ou "longa" (pregavam com fé, "argumentos verdadeiros", honestidade e sinceridade)
 
11- Depois de ser acusado pelos inimigos, Paulo exorta os Tessalonicenses, sobre o que?
( ) Diz que ele era um mal servo de Deus que levava a mensagem de modo claro e fiel, obedecendo à revelação que recebera do anjo do Senhor
( ) Diz que ele era um zeloso servo de Deus que levava a mensagem de modo complicado e fiel, obedecendo à revelação que recebera de um anjo
( ) Diz que ele era um zeloso servo de Deus que levava a mensagem de modo claro e fiel, obedecendo à revelação que recebera do Senhor
 
12- O que muitos, incrédulos ou crentes, imaginavam que os missionários Paulo, Silas e Timóteo, eram?
( ) Um grupo de mantenedores, que queriam usar da boa fé dos ouvintes, a fim de, inclusive, obter dinheiro para a pregação do evangelho em outras paragens.
( ) Um grupo de tapeadores, que queriam somente aproveitar-se da boa fé dos ouvintes, a fim de, inclusive, obter dinheiro através da pregação do evangelho.
( ) Um grupo de tapeadores, que queriam somente aproveitar-se da pobreza dos ouvintes, a fim de, inclusive, obter casa para morarem em tessalônica.
 
13- Cite alguns do requisitos recomendados por Paulo e Pedro a quem deseja ser bispo: Complete:
Ser obreiro "não cobiçoso de torpe ___________________" ( 1Tm 3.3).
Pedro escreveu que o obreiro deve apascentar o rebanho do Senhor "tendo cuidado dele, não por força, mas  voluntariamente; nem por torpe _____________________" ( 1 Pe 5.2).
 
III. NÃO BUSCANDO A " GLÓRIA DOS HOMENS"
14- O que Paulo disse que ele e seus companheiros não buscavam?
( ) A "glória de DEUS", nem deles próprios, "nem de outros" (2.6)
( ) A "glória de JESUS", nem deles próprios, "nem de outros" (2.6)
( ) A "glória dos homens", nem deles próprios, "nem de outros" (2.6)
 
15- O que Paulo disse sobre ganho financeiro?
( ) Nunca se aproveitaram dos irmãos, buscando ganhos financeiros. Em tempo algum, os exploraram. o apóstolo sempre foi rico. Sempre viveu com ambições materiais. (Fp 4.12).
( ) Nunca se aproveitaram dos irmãos, buscando ganhos financeiros. Em tempo algum, os exploraram. o apóstolo jamais foi rico. Sempre viveu sem ambições materiais. Era humilde e resignado (Fp 4.12).
( ) Sempre se aproveitaram dos irmãos, buscando ganhos financeiros. Todo o tempo, os exploraram. o apóstolo foi rico. Sempre viveu bem materialmente. (Fp 4.12).
 
IV. "COMO AMA QUE CRIA OS SEUS FILHOS".
16- Na visão de Paulo, como o obreiro, ou o ministro, deve ter o comportamento?
 ( ) De uma ama, que age como uma mãe. " Ama que cuida de seus próprios filhos
 ( ) De uma doméstica, que age como uma mãe. " Cuida dos filhos dos outros"
 ( ) De uma mãe, que age com rigor e desprezo. " Mãe que cuida de seus próprios filhos
 
17- De que chama Paulo, os Tessalonicenses? Por que?
( ) "muito dengosos" porque eram "muito afeiçoados" a Paulo
( ) "muito assustados" porque eram "perseguidos" devido a serem novos convertidos
( ) "muito queridos" porque eram "tão afeiçoados" para com os novos convertidos, que os chamavam assim
 
CONCLUSÃO:
18- No ministério de Paulo em Tessalônica, mesmo tendo passado menos de um mês, o que deixou, como resultado?
( ) Uma igreja mal doutrinada através do ensino e da exortação sadia
( ) Uma igreja quase doutrinada através do ensino e da exortação sadia
( ) Uma igreja bem doutrinada através do ensino e da exortação sadia
 
Ajuda:
Livros, revistas e bíblias da www.cpad.com.br
Comentário Bíblico - Frank M.Boyd - CPAD - 1996
Manual Bíblico do estudante - Walter A.Elwell - CPAD
Pequena Enciclopédia Bíblica - Orlando Boyer - CPAD
História do Cristianismo - A.Knight e W.Anglin - CPAD
A Bíblia Explicada - S.E.McNair - CPAD
Geografia Bíblica - Claudionor de Andrade - CPAD
e sites de busca na Internet http://www.advir.com.br/sermoes/especial/viagens_paulo/ www.altavista.com.br
 
 
SANTIDADE E SANTIFICAÇÃO ESTÃO FORA DE MODA?  Pr. Elinaldo Renovato de Lima
INTRODUÇÃO
Ainda se pode falar em santidade? Em santificação? Ou estas palavras estão fora de moda? Até onde se percebe, muitos obreiros não estão mais falando nesses assuntos, no púlpito. Parece que estamos vivendo a era da "mundialização" eclesial. Há uma perda de identidade muito grande por parte de igrejas, que antes eram bem conhecidas por sua liturgia, postura, valores, cultura, história, não só em termos de usos e costumes, mas de ética, moral e santidade. Estamos assistindo à maior avalanche da influência do mundo sobre as igrejas, de que se tem conhecimento.
E isso não é bom, pois o que deveria ocorrer seria o contrário, ou seja, a influência das igrejas sobre o mundo. De propósito, estamos utilizando o termo igrejas (no plural) e não igreja, no singular, para que os conceitos aqui abordados não venham a ser aplicados à Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. As igrejas mudam. A Igreja, não. Como "sal da terra" e "luz do mundo" 
(Mt 5.13-16), os crentes deveriam exercer uma influência maior sobre a sociedade em que estão inseridos. Certamente, esta influência existe e é muito benéfica, pois são inúmeros os testemunhos de vidas transformadas pela pregação da palavra de Deus.
Entretanto, o nível dessa influência parece que tem diminuído à proporção que o tempo passa, e nos aproximamos celeremente do Terceiro Milênio. A corrupção, no País, aumenta; a depravação, também. Precisamos ser "irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus, inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual" resplandeçamos "como astros no mundo" 
(Fp 2.15). Para que isso aconteça, precisamos de pastores santos, educadores santos, empresários santos, professores e alunos santos, militares santos, jovens e adultos, santos.
O Espírito Santo exorta, através de S. Pedro, que "como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: sede santos, porque eu sou santo" (1 Pe 1.13-16).
Sem incorrer na generalização, que seria injusta, pode-se ver que essa santificação "em toda a maneira de viver" não tem sido praticada em muitas denominações, igrejas e ministérios. A influência profana tem invadido muitas áreas da vida eclesiástica.
Na área do louvor, o que se assiste é uma onda de imitação dos estilos mundanos, nas letras, no ritmo, na melodia. Basta ligar o televisor, e lá está um conjunto, integrado por moças em trajes sensuais; rapazes de brinco na orelha, muitas vezes apresentando-se com danças e coreografias, que produzem um efeito muito mais artístico do que espiritual sobre a platéia. A Palavra de Deus clama por um louvor santo. Os chamados "shows" , os "louvorzões", a nosso ver, chamam muito mais a atenção para os cantores, grupos e bandas, do que para a pessoa quem se deveria dirigir a adoração, que é nosso Senhor Jesus Cristo. Nota-se que existe um verdadeiro "culto ao barulho", em que se destacam muito mais a bateria, com os instrumentos de percussão em alto volume, em detrimento da melodia e da mensagem aos ouvintes. Isso é imitação dos roqueiros, que não fazem questão de que as letras das músicas sejam entendidas. O que importa é o barulho, o ritmo. Não é à toa que o Senhor diz, através do profeta:
"Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias dos teus instrumentos" (Am 5:23).
Na pregação, vêem-se preletores que se esforçam para passar uma mensagem técnica, "enlatada", preparada para ser consumida ao gosto dos ouvintes. Às vezes, são mensagens agressivas, atacando pastores; às vezes, são mensagens demagógicas, para agradar ao público. Será isso pregação santa? No comportamento de muitos crentes a falta de santificação é tanta, que já é grande a lista de pessoas evangélicas, inscrita no Serviço de Proteção ao Crédito, por comprarem e não pagarem, em empresas de evangélicos e de não-evangélicos, causando escândalo ao bom nome do Senhor.
No casamento, que deveria ser venerado por todos (Hb 13.4), há uma profanação tremenda em muitos lares. Esposos não amam as respectivas esposas, e vice-versa, contrariando a Bíblia. Em muitos lares, pais não amam os filhos e vice-versa, gerando, em lares, verdadeiro campo de batalha, levando o descrédito ao poder transformador do evangelho. O lar deve ser santo. Os seus integrantes devem buscar a santificação (Hb 12.14), para que seja uma continuação da igreja, e a igreja uma continuação dos lares. Infelizmente, há mais televisores ligados, em casas de crentes, do que Bíblias abertas. Há mais crentes assistindo programas de entretenimento do que realizando o Culto Doméstico. Não é sem razão, que o número de divórcios entre evangélicos está aumentando assustadoramente. É a falta de santificação das relações conjugais, do relacionamento entre pais e filhos, que tiram as casas da rocha e as põem sobre a areia movediça do modernismo, do liberalismo e do relativismo. Mas, com fé na Palavra de Deus, cremos que a orientação de S.Pedro é muito válida para a preservação da qualidade de vida dos crentes de hoje. Ele nos exorta a cingir os entendimentos, como filhos obedientes, e não nos conformarmos com as concupiscências mundanas, e a sermos santos em toda a nossa maneira de viver, ou seja, em todas as áreas de nossa vida, seja espiritual, emocional, familiar, profissional, financeira, etc.
Assim, falar em santidade e santificação não deve estar fora de moda. Foi, é e será sempre uma mensagem atual e indispensável, para que os cristãos cumpram o seu papel, como "sal da terra" e "luz do mundo", "porquanto escrito está: sede santos, porque eu sou santo".

 
Home
Estudos
EBD
Discipulado
 Mapas
Figuras1
 Figuras2
Fotos
Igreja
Link's
Corinhos
Download
 Eu