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LIÇÃO 2 - A ÉTICA CRISTÃ E OS DEZ MANDAMENTOS - 14/07/2002
 
 
QUAIS SÃO OS DEZ MANDAMENTOS?
Êxodo 20.3-17
PRIMEIRO - Não terás outros deuses diante de mim.
SEGUNDO - Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações aos que me amam e guardam os meus mandamentos.
TERCEIRO - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão, pois o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
QUARTO - Lembra-te do dia de sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou: por isso abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
QUINTO - Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
SEXTO - Não matarás.
SÉTIMO - Não adulterarás.
OITAVO - Não furtarás.
NONO - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
DÉCIMO - Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
É lamentável que nos ensinos católicos o segundo mandamento é adulterado ou diminuído, ou até subtraído, para enganar seus fiéis a respeito da idolatria. Fui enganado por 31 anos, sendo católico praticante e assíduo frequentador da, por mim suposta "Igreja Cristã". Graças ao nosso bondoso DEUS que me livrou de tão grande condenação, pois até em romarias fui ver "aparições de Maria".
 
AS IMAGENS DO SEGUNDO MANDAMENTO DIZEM RESPEITO AOS ÍDOLOS DA ANTIGUIDADE?
O Mandamento proíbe fazer ou usar imagens para adoração que sejam representativas de Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo, dos anjos ou dos espíritos que estão na glória (os santos mortos). O Mandamento proíbe fazer escultura com "alguma semelhança do que está nos céus". Logo, o Mandamento não se restringe aos deuses egípcios ou a outros. Jesus e os santos bíblicos estão incluídos nessa proibição, quer suas imagens sejam esculpidas em pedra, bronze, madeira, ouro, prata ou em qualquer material. Assim diz a Palavra.
COMO ENTENDER A PROIBIÇÃO DE NÃO "SE ENCURVAR NEM SERVIR" ÀS IMAGENS? NÃO SERVIR DE QUAL MANEIRA?
O entendimento é que as imagens não devem ser objetos de nenhuma adoração, veneração ou reverência. A proibição de encurvar-se compreende: ajoelhar-se, inclinar o corpo ou a cabeça; tocar as imagens numa demonstração de devoção e respeito; beijá-las, coroá-las, levá-las em procissão em atitude de contemplação. A proibição de não servir as imagens compreende: não servi-las com lágrimas, com flores, com festas, cânticos, vigílias, rezas, sacrifícios, velas, ofertas em dinheiro ou em alimentos. Outras passagens bíblicas realçam a proibição do Segundo Mandamento:
O QUE DIZER DA IMAGEM DO CRISTO REDENTOR NO RIO?
O Segundo Mandamento condena essa imagem ou qualquer outra, seja de trinta centímetros, seja de cinqüenta metros de altura. Nem como atração turística deveria permanecer. O "Cristo Redentor" tem sido objeto de adoração, e seus braços petrificados, sua boca fechada e olhos cegos se enquadram na descrição no livro de Salmos 115.4-8. Se a nação brasileira fosse verdadeiramente cristã estaria na submissão à vontade de Deus e não teria construído esse ídolo de pedra. Deveria ser demolido, segundo a Bíblia Sagrada. A imagem do "Cristo Redentor", como tantas outras, é uma mentira. Ninguém possui retrato de Jesus ou dos santos bíblicos (José, Paulo, Pedro, João, Maria) de modo a esculpir ou pintar suas imagens. Logo, essas esculturas são caricaturas, mentiras. E a mentira não é de Deus; é do diabo. Disse Jesus: "Vós pertenceis ao vosso pai, o diabo, e quereis executar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, pois não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, pois é mentiroso e pai da mentira" (João 8.44).
 
 
  
 
TEXTO ÁUREO: O cumprimento da lei e dos profetas 

Mt 5.17-18 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim abrogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido.
NÃO... VIM DESTRUIR A LEI... MAS CUMPRIR. O propósito de Cristo é que as exigências espirituais da lei de Deus se cumpram na vida dos seus seguidores (Rm 3.31; 8.4). O relacionamento entre o crente e a lei de Deus envolve os seguintes aspectos: 
(1) A lei que o crente é obrigado a cumprir consiste nos princípios éticos e morais do AT (7.12; 22.36-40; Rm 3.31; Gl 5.14;); bem como nos ensinamentos de Cristo e dos apóstolos (28.20; 1 Co 7.19; Gl 6.2). Essas leis revelam a natureza e a vontade de Deus para todos e continuam hoje em vigor. As leis do AT destinadas diretamente à nação de Israel, tais como as leis sacrificiais, cerimoniais, sociais ou cívicas, já não são obrigatórias (Hb 10.1-4; e.g., Lv 1.2,3; 24.10). 
(2) O crente não deve considerar a lei como sistema de mandamentos legais através do qual se pode obter mérito para o perdão e a salvação (Gl 2.16,19). Pelo contrário, a lei deve ser vista como um código moral para aqueles que já estão num relacionamento salvífico com Deus e que, por meio da sua obediência à lei, expressam a vida de Cristo dentro de si mesmos (Rm 6.15-22). 
(3) A fé em Cristo é o ponto de partida para o cumprimento da lei. Mediante a fé nEle, Deus torna-se nosso Pai (cf. Jo 1.12). Por isso, a obediência que prestamos como crentes não provém somente do nosso relacionamento com Deus como legislador soberano, mas também do relacionamento de filhos para com o Pai (Gl 4.6). 
(4) Mediante a fé em Cristo, o crente, pela graça de Deus (Rm 5.21) e pelo Espírito Santo que nele habita (Gl 3.5,14; Rm 8.13), recebe o impulso interior e o poder para cumprir a lei de Deus (Rm 16.25,26; Hb 10.16). Nós a cumprimos, ao andarmos segundo o Espírito (Rm 8.4-14). O Espírito nos ajuda a mortificar as ações pecaminosas do corpo e a cumprir a vontade de Deus (Rm 8.13; Mt 7.21 ). Por isso, a conformidade externa com a lei de Deus deve ser acompanhada pela transformação interior do nosso coração e espírito (cf. vv. 21-28). 
(5) Os crentes, tendo sido libertos do poder do pecado, e sendo agora servos de Deus (Rm 6.18-22), seguem o princípio da fé , pois estão debaixo da lei de Cristo (1 Co 9.21). Ao fazermos assim, cumprimos a lei de Cristo (Gl 6.2) e em nós mesmos somos fiéis à exigência da lei (Rm 7.4; 8.4; Gl 3.19; 5.16-25). 
(6) Jesus ensinava enfaticamente que cumprir a vontade do seu Pai celeste é uma condição permanente para a entrada no reino dos céus).
 
VERDADE PRÁTICA:
Jesus não cancelou os Dez Mandamentos. Em sua doutrina, Ele deu-lhes um caráter notadamente espiritual e abrangente, valorizando mais o interior do homem, sem desmerecer seu exterior.
Existe um seguimento evangélico que diz: "DEUS quer a alma e o espírito, o corpo vai ficar aqui mesmo" e ainda chamam de hipócritas e de fanáticos e quadrados aqueles que se preocupam em manter-se vestidos de maneira santa e de falarem de maneira diferente do mundo. Se esquecem da palavra de DEUS que diz: 
1 Co 10.31,32 Portanto, quer comais, gquer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus. Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus.
FAZEI TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS O objetivo principal da vida do crente é agradar a Deus e promover a sua glória (ver o estudo A GLÓRIA DE DEUS). Sendo assim, aquilo que não pode ser feito para a glória de Deus (i.e., em sua honra e ações de graças como nosso Senhor, Criador e Redentor) não deve ser feito de modo nenhum. Honramos a Deus mediante nossa obediência, ações de graças, confiança, oração, fé e lealdade a Ele. Viver para a glória de Deus deve ser uma norma fundamental em nossa vida, o alvo da nossa conduta, e teste das nossas ações.
1 Ts 5.23 E o mesmo Deus de paz avos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
O crente pode receber de Deus uma clara revelação da sua santidade, bem como a convicção de que Deus o está chamando para separar-se ainda mais do pecado e do mundo e a andar ainda mais perto dEle (2Co 6.16-18). Com essa certeza, o crente se apresenta a Deus como sacrifício vivo e santo e recebe da parte do Espírito Santo graça, pureza, poder e vitória para viver uma vida santa e agradável a Deus (Rm 12.1,2; 6.19-22).

LEITURA DIÁRIA:
 
SEGUNDA: Dt 4.6 = SABEDORIA NOS MANDAMENTOS
 Guardai-os, pois, e fazei-os, porque esta será a vossa sabedoria de o vosso entendimento perante os olhos dos povos Que ouvirão todos estes estatutos e dirão: Só este grande povo é gente sábia e inteligente.
POVOS. Uma razão importante para Israel permanecer fiel à lei de Deus era a de atrair outros povos para o Senhor, demonstrando a sabedoria e as bênçãos de seguir seus caminhos (vv. 5-8). Assim como Israel, os crentes do NT são a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa e a propriedade particular de Deus ? povo esse chamado para anunciar as virtudes de Deus e o seu senhorio (1 Pe 2.9; Ap 1.6; 5.10).
 
TERÇA: Ec 12.13 = O DEVER DE TODO HOMEM
De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem.
TEME A DEUS E GUARDA OS SEUS MANDAMENTOS. Todo o livro de Eclesiastes deve-se interpretar segundo o contexto deste seu penúltimo versículo. Salomão começou com uma avaliação negativista da vida como vaidade, algo irrelevante, mas no fim ele conclui com um sábio conselho, a indicar onde se pode encontrar o sentido da vida. No temor de Deus, no amor a Ele e na obediência aos seus mandamentos, temos o propósito e a satisfação que não existem em nada mais.

QUARTA: Dt 4.1 = CUMPRIR A LEI DO SENHOR PARA VIVER
Agora, pois, ó Israel, ouve aos estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes, para que vivais, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR, Deus de vossos pais, vos dá.
PARA OS CUMPRIRDES, PARA QUE VIVAIS. A vida, as bênçãos e a posse de Canaã, dependiam da afinidade espiritual entre Israel e Deus (vv. 1,6,15-26,40). As promessas de Deus estendem-se a cada geração seguinte se cultivamos a plena comunhão com o Senhor (v. 9), vivemos no seu temor (v. 10), ensinamos aos nossos filhos o caminho do Senhor (vv. 9,10) e o buscamos de todo o nosso coração e de toda a nossa alma (v. 29), com verdadeira fé e amor (5.29; 6.5; ver Jo 14.21; Rm 1.5; Gl 5.6; cf. Hc 2.4; Am 5.4).
 
QUINTA: Rm 7.12 = A LEI É SANTA E BOA
Assim, la lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom.
Gl 3.19 Logo, para que é a lei? sFoi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a 
quem a promessa tinha sido feita, e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro.

LOGO, PARA QUE É A LEI? A palavra traduzida "lei" (gr. nomos; hb. torah) significa "ensino" ou "instrução". O termo lei pode referir-se aos Dez Mandamentos, ao Pentateuco ou a qualquer mandamento no AT. O uso por Paulo da palavra "lei" pode incluir o sistema sacrificial do concerto mosaico. A respeito dessa lei, Paulo declara várias coisas: 
(1) Ela foi dada por Deus "por causa das transgressões", i.é., a fim de demonstrar que o pecado é a violação da vontade de Deus, e despertar os homens a verem sua necessidade de misericórdia, graça e salvação de Deus em Cristo (v. 24; cf. Rm 5.20; 8.2). 
(2) Embora o mandamento fosse santo, bom e justo (Rm 7.12), era inadequado, porque não conseguia transmitir vida espiritual nem força moral (3.21; Rm 8.3; Hb 7.18,19). 
(3) A lei funcionou como "aio" ou tutor do povo de Deus até que viesse a salvação pela fé em Cristo (vv. 22-26). Nessa função, a lei revelou a vontade de Deus para o comportamento do seu povo (Êx 19.4-6; 20.1-17; 21.1--24.8), proveu sacrifícios de sangue para cobrir os pecados do seu povo (ver Lv 1.5; 16.33) e apontou para a morte expiatória de Cristo (Hb 9.14; 10.12-14). 
(4) A lei foi dada para nos conduzir a Cristo a fim de sermos justificados pela fé (v. 24). Mas agora que Cristo já veio, finda está a função da lei como supervisora (v. 25). Por isso, já não se deve buscar a salvação através das provisões do antigo concerto, nem pela obediência às suas leis e ao seu sistema de sacrifícios. A salvação, agora, tem lugar de conformidade com as provisões no novo concerto, a saber, a morte expiatória de Cristo, a sua ressurreição gloriosa e o privilégio subseqüente de pertencer a Cristo (vv. 27-29; ver Mt 5.17,)
SEXTA: Rm 13.9 = AMAR - O RESUMO DA LEI.
Com efeito: Não gadulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás, e, se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
Mt 22.39 AMARÁS O TEU PRÓXIMO. Um filho de Deus deve amar a todos (Gl 6.10; 1 Ts 3.12),inclusive seus inimigos (5.44). Deve amar também de modo especial a todos os verdadeiros cristãos, nascidos de novo (ver Jo 13.34; Gl 6.10; cf. 1 Ts 3.12; 1 Jo 3.11). 
(1) O amor do crente por seu irmão em Cristo, por seu próximo e por seu inimigo, deve ser subordinado, controlado e dirigido pelo seu amor e devoção a Deus. 
(2) O amor a Deus é o primeiro e grande mandamento (vv. 37,38). Por isso, a santidade de Deus, seu desejo de pureza, sua vontade e seu padrão revelados nas Escrituras nunca devem ser prejudicados por nossa falta de amor para com todos.
SÁBADO: Tg 4.11 = JUIZ DA LEI. JULGANDO A LEI SEM CUMPRI-LA
Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz.
NÃO FALEIS MAL UNS DOS OUTROS. É desprezar a lei divina do amor em relação a uma pessoa que está sendo acusada de algo: 
(1) não procurar conhecer os detalhes da situação; 
(2) não falar com a própria pessoa que está sendo acusada; e (3) difamar essa pessoa

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
Mt 5.17-21 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim abrogar, mas cumprir.Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, sde modo nenhum entrareis no Reino dos céus. Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.

objetivos: 
Comparar a ética divina exarada no Decálogo com os ensinamentos de Cristo expostos no Sermão do Monte.
Antes era exterior, agora interior e exterior são examinados.

Diferençar a ética de Cristo da do Antigo Testamento acerca de diversos comportamentos humanos.
 
INTRODUÇÃO:
Romanos 13:8 A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. (A única dívida que nunca quitamos é a de amar uns aos outros).
Romanos 3:2Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.
Romanos 3:31anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a lei.
Romanos 7:6Mas, agora, estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.
Romanos 7:7Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não disesse: Não cobiçarás.
Gálatas 3:2Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?
Você já viu algum seguidor da lei ser batizado com o ESPÍRITO SANTO?

Gálatas 4:4mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,


I- JESUS VALORIZOU OS DEZ MANDAMENTOS:
 
1. UMA QUESTÃO FUNDAMENTAL:
Mt 19.16-26 E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei, para conseguir a vida eterna? E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom, senão um só que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.  Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, pvai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me. E o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades. Disse, então, Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo qque é difícil entrar um rico no Reino dos céus.
E outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de Deus. Os seus discípulos, ouvindo isso, admiraram-se muito, dizendo: Quem poderá, pois, salvar-se? E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, rmas a Deus tudo é possível.

 
2. A RESPOSTA INQUIETADORA DE JESUS:
Mt 19.17 Por que me chamas bom? Não há bom, senão um só que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.  
 
3. A GUARDA DOS MANDAMENTOS:
Mt 19.18,19 Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra teu pai e tua mãe, e oamarás o teu próximo como a ti mesmo.
 
O CRISTÃO DEVE GUARDAR O SÁBADO OU O DOMINGO?
Milhares de estudos já foram realizados sobre esse tema de certa forma polêmico. As opiniões se dividem: de um lado, os que defendem a sacralidade do sábado, exemplo dos Adventistas do Sétimo Dia; do outro, os demais cristãos, que consideram o domingo como o dia do Senhor, tendo como principal razão a ressurreição de Jesus, nesse dia. Vejamos quais os principais argumentos apresentados pelos dois grupos (sábado, do hebraico shabbath, dia de cessação do trabalho, de descanso). Em primeiro lugar vamos conhecer o que dizem os pró-sabáticos:
Os que defendem a sacralização do primeiro dia da semana – o domingo – como um dia santo, de descanso, dedicado ao Senhor, apresentam os seguintes argumentos:
 
4. O CUMPRIMENTO DA LEI:
Mt 5.17-19 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim abrogar, mas cumprir.Porque em verdade vos digo que, qaté que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus.
 
II- UM NOVO SENTIDO PARA O DECÁLOGO:
 
 
 
1. NÃO MATARÁS:
 
Êx 20.13 = NÃO MATARÁS. O sexto mandamento proíbe o homicídio deliberado, intencional, ilícito. 
Deus ordena a pena de morte para a violação desse mandamento (ver Gn 9.6). O NT condena, não somente o homicídio mas também o ódio, que leva alguém a desejar a morte de outrem (1 Jo 3.15), bem como qualquer outra ação ou influência maléfica que cause a morte espiritual de alguém (ver Mt 5.22; 18.6).


2. NÃO ADULTERARÁS:
 
Êx 20.14 
NÃO ADULTERARÁS. O sétimo mandamento proíbe o adultério (cf. Lv 20.10; Dt 22.22) e abrange a imoralidade e todos os demais pecados sexuais (Mt 5.27-32; 1Co 6.13-20). O adultério (i.e., a infidelidade de um cônjuge ao outro) é tão abominável aos olhos de Deus, que a Bíblia inteira condena esse pecado. A Bíblia ensina o seguinte a respeito do adultério: 
(1) Ele transgride a lei moral de Deus expressa no Decálogo. 
(2) Na lei do AT, o adúltero era punido com a pena de morte (Lv 20.10; Dt 22.22). 
(3) Acarreta conseqüências permanentes e graves (2 Sm 11.1-17; 12.14; Jr 23.10,11; 1 Co 6.16-18); quem comete adultério levará o opróbrio disso por toda a vida (Pv 6.32,33). 
(4) Como pecado hediondo, o adultério é ainda pior, quando cometido por dirigentes do povo de Deus. No caso de cometerem esse pecado, isso equivale a desprezar a Palavra de Deus e o próprio Senhor (2 Sm 12.9,10). Um crente que cometer tal pecado, des-qualifica-se, tanto para ser indicado para o trabalho do Senhor, como para continuar no mesmo Note como no AT o adultério era um pecado generalizado em Israel, devido à má influência de profetas e sacerdotes estragados, que o cometiam (Jr 23.10-14; 29.23). 
(5) O adultério e outros casos de imoralidade de dirigentes e membros da igreja, resulta muitas vezes no que a Bíblia chama de adultério espiritual, i.e., infidelidade a Deus (Os 4.13,14; 9.1;). 
(6) O adultério começa como um desejo mau no coração, para depois manifestar-se na área física. A concupiscência é, claramente, um pecado na Bíblia (Jó 31.1,7; ver Mt 5.28). 
(7) O adultério é um pecado de tal magnitude e efeito, que o cônjuge inocente pode dissolver o casamento mediante divórcio (ver Mt 19.9 nota; Mc 10.11). 
(8) A imoralidade sexual dentro da igreja deve ser objeto de disciplina e jamais tolerada (1 Co 5.1-13). 
(9) Adúlteros queprosseguem na prática desse pecado, não têm herança no reino de Deus, i.e., eles privam-se da vida e da salvação que Deus oferece (1 Co 6.9; Gl 5.19-21). (10) O adultério e a prostituição são termos usados na descrição da igreja apóstata e das abominações que ela comete (Ap 17.1-5; ver Ap 17.1).
 
Dt 5.18
 
3. O DIVÓRCIO
vide: http://www.esgm.org/portugues/DIVORCIO.r.rtf 
 
Dt 24.1 = 1 Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.
ESCRITO DE REPÚDIO. O divórcio resulta do pecado humano (cf. Mt 19.8). As instruções que se acham nos versículos 1-4 foram dadas por Deus para regular o divórcio no Israel antigo. Observe o seguinte nesses versículos: 
(1) O termo "coisa feia", provavelmente se refira a certa conduta vergonhosa ou imoral, porém não da gravidade do adultério. Certamente não se trata de adultério, pois a penalidade deste era a morte, e não o divórcio (cf. 22.13-22; Lv 20.10). 
(2) O "escrito de repúdio" era um documento legal entregue à mulher, para a rescisão do contrato do casamento, para protegê-la e liberá-la de todas as obrigações para com o seu ex-marido. 
(3) Depois de receber o escrito de divórcio, a mulher estava livre para casar-se de novo. Nunca poderia, porém, voltar ao seu primeiro marido, se o segundo casamento se dissolvesse (vv. 2-4). 
(4) A ocorrência do divórcio é uma tragédia (cf. Ml 2.16; ver Gn 2.24), mas não é pecado, se tiver fundamento bíblico (ver Mt 19.9; 1 Co 7.15 ). O próprio Deus repudiou Israel por causa da sua infidelidade e adultério espiritual (Is 50.1; Jr 3.1,6-8).
(Opnião ao pé da página da BEP-CPAD)
 
a) NO ANTIGO TESTAMENTO:
Dt 24.1 - Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, se ela não achar graça aos seus olhos, por haver ele encontrado nela coisa vergonhosa, far-lhe-á uma carta de divórcio e lha dará na mão, e a despedirá de sua casa.
Na verdade a mulher só era devolvida aos seus pais se o marido descobrisse que ela não era virgem, isso no primeiro dia de nupcias. Depois oshomens começaram a despedir as mulheres por qualquer motivo. veja: Mt 19.3 Aproximaram-se dele alguns fariseus que o experimentavam, dizendo: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo
 
b) NA ÉTICA DE CRISTO:
Mt 19.4-9 Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher, e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem. Responderam-lhe: Então por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? Disse-lhes ele: Pela dureza de vossos corações Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas não foi assim desde o princípio. Eu vos digo porém, que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério; [e o que casar com a repudiada também comete adultério.]
Veja que Moisés permitiu, não mandou. 
 
O divórcio (Pr.Luciano Subirá)
"Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o repúdio... portanto cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis" (Malaquias 2:16).
A palavra repúdio é o mesmo que divórcio. Deus odeia o divórcio. O divórcio não deve ser uma opção para os crentes, exceto em situações específicas que a Bíblia menciona.
"Vieram a ele alguns fariseus, e o experimentavam, perguntando: É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo? Então respondeu ele: Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Replicaram-lhe: Por que mandou então Moisés dar carta de divórcio e repudiar? Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; entretanto, não foi assim desde o princípio. Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério]" (Mateus 19:3-9).
No Velho Testamento, sob a lei que Deus deu a Moisés, foi permitido o divórcio devido à dureza dos corações dos homens. Naquele período, as pessoas não experimentavam o novo nascimento, nem tinham o Espírito Santo dentro de si; mas o plano de Deus para os homens nunca envolveu o divórcio. E mesmo sendo o divórcio permitido, não significa que era o melhor de Deus ou que era encorajado, pois o Senhor mesmo disse aos que estavam sob a lei que Ele abomina o divórcio. O plano de Deus para o casal é a aliança eterna; é a fusão de uma só carne. E Jesus deixa claro que além da morte, só uma coisa tem o poder de romper a aliança de um casal: o adultério. Assim como a aliança é consumada com a relação sexual dos noivos, é destruída com o adultério. E mesmo assim, o perdão e restauração devem ser buscados. Esta é a única exceção em toda a Bíblia que autoriza o divórcio, uma vez que a aliança já foi quebrada. Porém, assim como Deus nos perdoa se rompemos nossa parte na aliança e procura a nossa restauração, também nós devemos ter um espírito perdoador e buscar a restauração da aliança.
"Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case, ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher." (I Coríntios 7:10,11).
O divórcio não é uma opção, mas sim uma exceção. E neste caso, não se deve partir para uma nova relação, e sim permanecer sozinho ou reconciliar-se com o cônjuge. A única situação que se excetua a este padrão é o princípio acima abordado por Jesus, quando do caso de adultério (e neste caso só tem este direito a vítima, e isto quando não há reconciliação).
"Aos mais digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone; e a mulher que tem marido incrédulo, e este consente em viver com ela, não deixe o marido. Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte vossos filhos seriam impuros, porém, agora, são santos. Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos não fica sujeito à servidão, nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz." (I Coríntios 7:13-15).
Naqueles dias dos apóstolos, na cultura em que viviam, podia ser o fim de um casamento se só um dos cônjuges se convertesse, pois muitos não aceitariam partilhar uma fé diferente, e, em muitos casos, o cônjuge incrédulo se sentiria profundamente ofendido. Mas Paulo disse que isto não era motivo de separação; independentemente da fé professada e das práticas espirituais, nunca será o cônjuge cristão que se contaminará (mesmo na relação íntima do casal) e sim o não cristão que será santificado. Este texto não fala que um é salvo pela fé do outro, pois não é de salvação que ele está falando, e sim de pureza ou contaminação. E quanto aos filhos, serão abençoados em função daquele que serve ao Senhor e não herdarão contaminação daquele que não serve a Deus. Mas se na conversão de um cônjuge, o outro vier a abandoná-lo por causa disto, então o irmão ou a irmã abandonados não estão debaixo de jugo (ou seja, não estão mais presos ao cônjuge), pois o divórcio não foi procurado por eles; e no caso de seu cônjuge afastado procurar novo casamento, estará em adultério, mas o irmão ou a irmã não; valerá para eles o princípio ensinado pelo Senhor Jesus em Mateus 19:9.
 
4. NÃO TOMAR O NOME DO SENHOR EM VÃO:
 
a) NO ANTIGO TESTAMENTO:
Êx 20.7
O NOME DO SENHOR... EM VÃO. Tomar o nome do Senhor em vão inclui o fazer uma falsa promessa usando esse nome (Lv 19.12; cf. Mt 5.33-37), pronunciá-lo de modo hipócrita ou leviano, ou amaldiçoar e blasfemar envolvendo esse nome (Lv 24.10-16). O nome de Deus deve ser santificado, honrado e respeitado por ser profundamente sagrado, e deve ser usado somente de maneira santa (ver Mt 6.9).
Lv 19.12
Levítico 6.3 ou que achou o perdido, e o negar com falso juramento, ou fizer alguma outra coisa de todas em 
que o homem costuma pecar,
 Levítico 18.21 E da tua semente não darás para a fazer passar pelo fogo perante Moloque; e não profanarás o nome 
de teu Deus. Eu sou o SENHOR.
 Deuteronômio 5.11 Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente ao que tomar o seu nome em vão.
 Mateus 5.33 Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor.

b) NA ÉTICA DE CRISTO:
Mt 34-37  Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um só cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno.
Mt 6.9 Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
 
5. OLHO POR OLHO, E DENTE POR DENTE:
 
Êx 21.24

 
a) NO ANTIGO TESTAMENTO:
Levítico 24.20 quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará.
b) ÉTICA DE CRISTO:
Mateus 5.38-42 Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e, se qualquer te obrigar a caminhar mil passos, vai com ele dois mil. Dá a quem te pedir, e não voltes as costas ao que quiser que lhe emprestes.
Ofereça a outra face, ou seja: Veja que a pessoa nos mostra o seu lado humano e animal (diabólico)e nós mostramos a essa pessoa o nosso lado cristão, ou seja, celeste e espiritual (a outra face).
 
6. O AMOR AO PRÓXIMO:
Ética cristã – Na Idade Média predomina a ética cristã, impregnada de valores religiosos e baseada no amor ao próximo, que incorpora as noções gregas de que a felicidade é um objetivo do homem e a prática do bem, um meio de atingi-la. Para os filósofos cristãos, a natureza humana tem destino predeterminado e Deus é o princípio da felicidade e da virtude. Os critérios 
de bem e mal estão vinculados à fé e à esperança de vida após a morte. (CD Almanaque Abril 2002)
 
a) NO ANTIGO TESTAMENTO:
Lv 19.18  Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.
As ordens de DEUS eram incompreensíveis aos insensíveis.
 
b) NA ÉTICA DE CRISTO:
 
Mt 5.44-48 Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos. Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os gentios também o mesmo? Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial.
 
1 Pe 2.23-24 = sendo injuriado, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente; levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.
 O Evangelho de Marcos (12, 28-34) apresenta-nos Jesus caminhando com seus discípulos rumo a Jerusalém. Ao entrar na cidade o povo o acolhe com entusiasmo. Os adultos estendem pelo caminho seus mantos, as crianças espalham ramos apanhados nos campos. Os que vão na frente e os que seguem gritam: "Hosana! Bendito aquele que vem em nome do Senhor!  Bendito seja o Reino que vem, o Reino do nosso pai Davi! Hosana no mais alto do céu!" Só os "grandes" de Jerusalém ficam indiferentes. Os chefes religiosos e políticos, de fato, não toleram os ensinamentos de Jesus e sentem-se  ameaçados pela sua presença, e procuram pegá-lo em alguma falha...
Foi assim que um dia, enquanto Jesus ia ao templo para orar, um fariseu, um mestre da Lei, decidiu enfrentá-lo.
 "Mestre - começou a perguntar ironicamente - explique para mim qual é o primeiro de todos os mandamentos!
 Jesus compreendeu que o homem queria testá-lo, mas fingiu não notar nada e respondeu:
"O primeiro mandamento é este: Ouça, ó Israel ! O Senhor nosso Deus é o único Senhor! E ame ao Senhor seu Deus com  todo o seu coração, com toda a sua alma, com todo o seu entendimento e com toda a sua força".
 "Só isso aí?" - perguntou o fariseu com  soberba.
"Oh, não! - respondeu Jesus -. Não se pode amar a Deus se não se amam também os seres humanos. Com efeito, existe um segundo mandamento que é este: Ame a seu próximo como a si mesmo.. Não existe outro mandamento mais importante do que esses dois".
O fariseu concordou e Jesus continuou:
"Viu? O que conta é o amor! E toda a Bíblia, isto é a Lei de Moisés e os ensinamentos dos profetas podem ser resumidos nestes dois mandamentos.  "
Depois, fitando-o nos olhos com carinho, Jesus disse: "Você não está longe do Reino de Deus. Não esqueça tudo aquilo que lhe falei. Seja sábio e ame a Deus e ao próximo com a mesma intensidade!"
  NO CORAÇÃO DA LEI
 Coitado! Esse mestre da Lei não esperava receber de Jesus uma resposta tão firme e tão clara de Jesus. Isto é, não pensava que Jesus conseguisse sintetizar num só mandamento milhares de regras e preceitos religiosos que complicavam a vida do povo de Israel e o segurava num estado de submissão. De fato, com a desculpa de fornecer a verdadeira interpretação da Bíblia, os mestres da Lei, aqueles que deviam cuidar da  formação religiosa do povo, inventaram um montão de preceitos que ao invés de favorecer a prática da do amor e da justiça, transformaram-se em instrumentos de opressão.
Jesus dá um basta a essa falsa interpretação da Lei. Não pelo gosto de andar contra as tradições do seu povo! Ao contrário! Ele quer recuperar o pleno significado dos mandamentos transmitidos por Deus ao homem e à mulher: o amor.
 
O Amor É Um Mandamento
O que é o amor?  É comum pensar que o amor é um sentimento, um pouco misterioso, talvez difícil de descrever.  Freqüentemente pensamos que este maravilhoso sentimento seja alguma coisa que, simplesmente,  "acontece. . .".
Na Bíblia, o amor não é uma coisa que apenas acontece.  É uma coisa que foi mandada. Decidimos amar.  Mostramos amor por atos em busca do que há de melhor para a pessoa que amamos.  O amor é definido pelo sacrifício desinteressado do Filho de Deus (João 4:7-11).  Quando falhamos no amor, pecamos!  É simplesmente assim.
Veja alguns exemplos
1. Tenho que amar a Deus.  Jesus chamou a este o primeiro e grande mandamento (Mateus 22:36-38).  É um mandamento.  Se eu não amo a Deus, eu peco.
2. Tenho que amar ao meu próximo.  Este é o segundo mandamento (Mateus 22:39).  Se odeio ao meu próximo, eu peco.
3. Tenho que amar ao meu irmão (1 João 2:9-11).  Se não amo ao meu irmão, eu não amo a Deus.
4. Tenho que amar a minha esposa (Efésios 5:25).  Tenho que procurar o que é melhor para ela, até o ponto de sacrificar os meus desejos ou minha própria vida. Se falho no amor por ela, eu peco.
Se não amamos, temos que nos arrepender
Uma vez que o amor não é uma coisa que acontece por acaso, não posso desculpar meu fracasso como sendo "um engano inocente."  Quem não ama é culpado.  É culpado de pecado.  O perdão deste pecado é possível somente se o pecador se arrepender e mudar sua conduta.  Então, o que se deve fazer quando se perdeu o sentimento do amor por seu irmão, sua esposa ou seu Deus?  Deve-se arrepender e começar a amar novamente. Isso  pode não ser fácil, mas é realmente simples assim!
por - Dennis Allan http://www.estudosdabiblia.net/esc111.htm 
 
CONCLUSÃO:
Talvez a explicação para a grande falta de santidade e de moral que hoje assistimos na vida dos membros da "Igreja"moderna seja exatamente a falta de conhecimento da Ética Cristã, que nos é apresentada atravéz dos DEZ MANDAMENTOS. Já se tornou normal a leitura e estudo somente do Novo Testamento pela maioria de nossos irmãos, porém o padrão seguido pelos judeus e gentios que se converteram nos primórdios do cristianismo têm sua base no Velho Testamento e principalmente nos DEZ MANDAMENTOS, nas leis e ordenanças feitas por DEUS aos hebreus, para que fossem um povo separado e diferente dos outros povos que viviam à sua volta.
Na verdade quando decidimos não pregar mais sobre usos e costumes na Igreja, pensando em atrair com isso mais adeptos, realmente enchemos nossas igrejas de gente, porém de gente não convertida e de péssimos costumes; nem sempre dispostos a mudar. (Êxodo 33:5 Porquanto o SENHOR tinha dito a Moisés: Dize aos filhos de Israel: Povo obstinado és; se um momento eu subir no meio de ti, te consumirei; porém agora tira de ti os teus atavios, para que eu saiba o que te hei de fazer).
 
Ilustração:
 
             Cão Vira-Latas                      Cão acorrentado      Cão sem correntes (de raça)
              
1-O cão vira-latas é aquele que vive sem a lei da corrente, vive de um para outro lado e faz o que quer e vai onde quer, não tem dono fixo, não obedece a nenhuma norma de conduta, uma hora é de um, outra hora é de outro. Acaba sendo atropelado ou morto por pedradas.
É uma boa ilustração para designar aquele que vive à sua maneira, sem normas ou ética, é guiado pelos seus impulsos e instintos, uma hora faz o que agrada a DEUS e outra hora faz o que agrada a Satanás. Acaba sendo condenado a morrer para DEUS e ser lançado no lago de fogo e enxofre junto com seu amigo Satanás e seus demônios.
2-O cão acorrentado é aquele que vive pela lei da corrente, cheio de limites impostos sem entender a razão dos mesmos. Vive e está morto, pois não conhece o amor, somente a obediência cega. Se fôr solta foge e nunca mais seu dono o encontra. Faz somente o que lhe ordenam e segue seu dono porque a corrente lhe puxa o pescoço. Acaba morrendo cedo devido à angústia e triteza de ser prisioneiro. 
É uma boa ilustração daquele que vive sob a lei escrita apenas no papel e não no seu coração; è limitado em seu amor e obediência a DEUS. Está separado de DEUS, pois a lei mostra o pecado, mas não mostra o meio para sair dele, o salvador JESUS CRISTO. Se fôr solto por um momento se perde nas corrupções mundanas. Acaba na condenação da lei que queria tanto cumprir, mas não conseguiu.
3-O cão de raça (sem correntes), é aquele que vive pelo amor ao seu dono, é cheio de alegria e entende seu dono.´Está unido ao seu dono pelo vínculo do amor e amizade. Obedece ao dono por que sabe que assim fazendo alegrará o mesmo. Sua vida é dedicada a servir e adorar seu dono. Não foge de casa pois sabe ser agradecido pelo amor de seu dono. Tem lugar cativo para sempre no coração de seu dono.
É uma boa ilustração daquele que tem a lei de DEUS escrita nas tábuas de seu coração e ama a o seu criador e seu salvador de todo o coração e de todo o seu entendimento. Obedece às normas de DEUS por amor e reconhecimento a Ele pelo seu perdão e misericórdia. Sua vida é louvar e adorar a DEUS em todo o seu proceder, em todo o seu viver. Dá bom testemunho e é cheio do ESPÍRITO SANTO. Tem certeza de seu futuro, estará para sempre com seu senhor e salvador JESUS CRISTO.
 
Observações Importantes segundo meu entendimento (Ev.Luiz Henrique de Almeida Silva): 
 
1- Sobre o Sábado: Certa vez fiquei me questionando sobre a guarda do sábado e orando ao Senhor sobre o assunto obtive a seguinte resposta:
JESUS disse: Eu sou o descanso para as almas, o verdadeiro cansasso do homem está na alma e não no corpo.
 Quando uma pessoa tem morte cerebral não sente mais dor física em nenhum ponto de seu corpo, pois sua alma se foi; assim deduzimos que toda dor ou sofrimento está na alma e esta é que precisa de descanso.
Mt 11.28-30=  Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.
Conclusão: Eu tenho meu descanso quando estou em comunhão com JESUS. Terei meu definitivo descanso quando estiver para sempre com meu Senhor e meu DEUS.
 
2-Sobre dia de descanso: Nós os cristãos verdadeiros não temos um dia especial de descanso ou de separação para DEUS, pois todos os dias e todo o momento estamos em comunhão com DEUS através do ESPÍRITO SANTO que habita em nós (1 Co 3.16). Não guardamos nem o sábado(judaico) e nem o domingo(católico romano). Apenas aproveitamos o domingo para estudarmos mais a palavra de DEUS e trabalharmos para DEUS porque neste dia é costume brasileiro não trabalharmos e as empresas estão fechadas para descanso geral de seus funcionários, previsto em leis vigentes no país.
 
Raca
"Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno" (Mt 5:22), "Raca", é uma palavra depreciativa, é um termo de repreensão usado entre os judeus na época de Cristo, é uma palavra rancorosa, expressa grande desprezo e vem do ódio. Vem de um verbo que significa estar vazio, conseqüentemente, denota estupidez. A ira, a cólera, a agressão verbal e o desprezo a um semelhante a ponto de julgá-lo e desejar sua morte, já é, no coração do homem a quebra do sexto mandamento. http://clientes.eol.com.br/~robertomargot/index.html 
 
Bibliografia
Bíblia de Estudos Pentecostal em CD - CPAD
 
Estudos afins:
A LEI DO ANTIGO TESTAMENTO
Êx 20.1,2 “Então, falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da 
casa da servidão.”
Um dos aspectos mais importantes da experiência dos israelitas no monte Sinai foi o de receberem a lei de Deus através do seu líder, Moisés. A Lei Mosaica (hb. torah, que significa “ensino”), admite uma tríplice divisão: (a) a lei moral, que trata das regras determinadas por Deus para um santo viver (20.1-17); (b) a lei civil, que trata da vida jurídica e social de Israel como nação (21.1 
— 23.33); e (c) a lei cerimonial, que trata da forma e do ritual da adoração ao Senhor por Israel, inclusive o sistema sacrificial (24.12 — 31.18). Note os seguintes fatos no tocante à natureza e à função da lei no Antigo Testamento. 
(1) A lei foi dada por Deus em virtude do concerto que Ele fez com o seu povo. Ela expunha as condições do concerto a que o povo devia obedecer por lealdade ao Senhor Deus, a quem eles pertenciam. Os israelitas aceitaram formalmente essas obrigações do concerto (24.1-8; ver o estudo O CONCERTO DE DEUS COM OS ISRAELITAS ). 
(2) A obediência de Israel à lei devia fundamentar-se na misericórdia redentora de Deus e na sua libertação do povo (19.4). 
(3) A lei revelava a vontade de Deus quanto a conduta do seu povo (19.4-6; 20.1-17; 21.1—24.8) e prescrevia os sacrifícios de sangue para a expiação pelos seus pecados (Lv 1.5; 16.33). A lei não foi dada como um meio de salvação para os perdidos. Ela foi destinada aos que já tinham um relacionamento de salvação com Deus (20.2). Antes, pela lei Deus ensinou ao seu povo como andar em retidão diante dEle como seu Redentor, e igualmente diante do seu próximo. Os israelitas deviam obedecer à lei mediante a graça de Deus a fim de perseverarem na fé e cultuarem também por fé, ao Senhor (Dt 28.1,2; 30.15-20). 
(4) Tanto no AT quanto no NT, a total confiança em Deus e na sua Palavra (Gn 15.6), e o amor sincero a Ele (Dt 6.5), formaram o fundamento para a guarda dos seus mandamentos. Israel fracassou exatamente nesse ponto, pois constantemente aquele povo não fazia da fé em Deus, do amor para com Ele de todo o coração e do propósito de andar nos seus caminhos, o motivo de 
cumprirem a sua lei. Paulo declara que Israel não alcançou a justiça que a lei previa, porque “não foi pela fé” que a buscavam (Rm 9.32). 
(5) A lei ressaltava a verdade eterna que a obediência a Deus, partindo de um coração cheio de amor (ver Gn 2.9 nota; Dt 6.5 nota) levaria a uma vida feliz e rica de bênçãos da parte do Senhor (cf. Gn 2.16 nota; Dt 4.1,40; 5.33; 8.1; Sl 119.45; Rm 8.13; 1Jo 1.7). 
(6) A lei expressava a natureza e o carácter de Deus, i.e., seu amor, bondade, justiça e repúdio ao mal. Os fiéis israelitas deviam guardar a lei moral de Deus, pois foram criados à sua imagem (Lv 19.2). 
(7) A salvação no AT jamais teve por base a perfeição mediante a guarda de todos os mandamentos. Inerente no relacionamento entre Deus e Israel, estava o sistema de sacríficios, mediante os quais, o transgressor da lei obtinha o perdão, quando buscava a misericórdia de Deus, com sinceridade, arrependimento e fé, conforme a provisão divina expiatória mediante o sangue. 
(8) A lei e o concerto do AT não eram perfeitos, nem permanentes. A lei funcionava como um tutor temporário para o povo de Deus até que Cristo viesse (Gl 3.22-26). O antigo concerto agora foi substituído pelo novo concerto, no qual Deus revelou plenamente o seu plano de salvação mediante Jesus Cristo (Rm 3.24-26; ver Gl 3.19, nota com matéria adicional sobre a natureza e função da lei no AT). 
(9) A lei foi dada por Deus e acrescentada à promessa “por causa das transgressões” (Gl 3.19); i.e., tinha o propósito (a) de prescrever a conduta de Israel; (b) definir o que era pecado; (c) revelar aos israelitas a sua tendência inerente de transgredir a vontade de Deus e de praticar o mal, e (d) despertar neles o sentimento da necessidade da misericórdia, graça e redenção divinas (Rm 3.20; 5.20; 8.2). BEP - CPAD
 
FÉ E GRAÇA
Rm 5.21 “Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por 
Jesus Cristo, nosso Senhor.”
A salvação é um dom da graça de Deus, mas somente podemos recebê-la em resposta à fé, do lado humano. Para entender corretamente o processo da salvação, precisamos entender essas duas palavras: Fé e GraçaFÉ SALVÍFICA. A fé em Jesus Cristo é a única condição prévia que Deus requer do homem para a salvação. A fé não é somente uma confissão a respeito de Cristo, mas também uma ação dinâmica, que brota do coração do crente que quer seguir a Cristo como Senhor e Salvador (cf. 
Mt 4.19; 16.24; Lc 9.23-25; Jo 10.4, 27; 12.26; Ap 14.4).
(1) O conceito de fé no NT abrange quatro elementos principais: (a) Fé significa crer e confiar firmemente no Cristo crucificado e ressurreto como nosso Senhor e Salvador pessoal (ver Rm 1.17 nota). Importa em crer de todo coração (At 8.37; Rm 6.17; Ef 6.6; Hb 10.22), ou seja: entregar a nossa vontade e a totalidade do nosso ser a Jesus Cristo tal como Ele é revelado no NT.
(b) Fé inclui arrependimento, i.e., desviar-se do pecado com verdadeira tristeza (At 17.30; 2Co 7.10) e voltar-se para Deus através de Cristo. Fé salvífica é sempre fé mais arrependimento (At 2.37,38; ver Mt 3.2, nota sobre o arrependimento).(c) A fé inclui obediência a Jesus Cristo e à sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós (Jo 3.3-6; 14.15, 21-24; Hb 5.8,9). É a “obediência que provém da fé” (Rm 1.5). Logo, fé e obediência são inseparáveis (cf. Rm 16.26). A fé salvífica sem uma busca dedicada da santificação é ilegítima e impossível.
(d) A fé inclui sincera dedicação pessoal e fidelidade a Jesus Cristo, que se expressam na confiança, amor, gratidão e lealdade para com Ele. A fé, no seu sentido mais elevado, não se diferencia muito do amor. É uma atividade pessoal de sacrifício e de abnegação para com Cristo (cf. Mt 22.37; Jo 21.15-17; At 8.37; Rm 6.17; Gl 2.20; Ef 6.6; 1Pe 1.8).
(2) A fé em Jesus como nosso Senhor e Salvador é tanto um ato de um único momento, como uma atitude contínua para a vida inteira, que precisa crescer e se fortalecer (ver Jo 1.12 nota). Porque temos fé numa Pessoa real e única que morreu por nós (Rm 4.25; 8.32; 1Ts 5.9,10), nossa fé deve crescer (Rm 4.20; 2Ts 1.3; 1Pe 1.3-9). A confiança e a obediência transformam-se em fidelidade e devoção (Rm 14.8; 2Co 5.15); nossa fidelidade e devoção transformam-se numa intensa dedicação pessoal e amorosa ao Senhor Jesus Cristo (Fp 1.21; 3.8-10; ver Jo 15.4 nota; Gl 2.20 nota).
GRAÇA. No AT Deus revelou-se como o Deus da graça e misericórdia, demonstrando amor para com o seu povo, não porque este merecesse, mas por causa da fidelidade de Deus à sua promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó (ver Êx 6.9 nota; ver os estudos A PÁSCOA e O DIA DE EXPIAÇÃO). Os escritores bíblicos dão prosseguimento ao tema da graça como sendo a 
presença e o amor de Deus em Cristo Jesus, transmitidos aos crentes pelo Espírito Santo, e que lhes outorga misericórdia, perdão, querer e poder para fazer a vontade de Deus (Jo 3.16; 1Co 15.10; Fp 2.13; 1Tm 1.15,16). Toda atividade da vida cristã, desde o seu início até o fim, depende desta graça divina.
(1) Deus concede uma medida da sua graça como dádiva aos incrédulos (1Co 1.4; 15.10), a fim de poderem crer no Senhor Jesus Cristo (Ef 2.8,9; Tt 2.11; 3.4).
(2) Deus concede graça ao crente para que seja “liberto do pecado” (Rm 6.20, 22), para que nele opere “tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (Fp 2.13; cf. Tt 2.11,12; ver Mt 7.21, nota sobre a obediência como um dom da graça de Deus), para orar (Zc 12.10), para crescer em Cristo (2Pe 3.18) e para testemunhar de Cristo (At 4.33; 11.23). 
(3) Devemos diligentemente desejar e buscar a graça de Deus (Hb 4.16). Alguns dos meios pelos quais o crente recebe a graça de Deus são: estudar as Escrituras Sagradas e obedecer aos seus preceitos (Jo 15.1-11; 20.31; 2Tm 3.15), ouvir a proclamação do evangelho (Lc 24.47; At 1.8; Rm 1.16; 1Co 1.17,18), orar (Hb 4.16; Jd v. 20), jejuar (cf. Mt 4.2; 6.16), adorar a Cristo (Cl 
3.16); estar continuamente cheio do Espírito Santo (cf. Ef 5.18) e participar da Ceia do Senhor (cf. At 2.42; ver Ef 2.9, nota sobre como opera a graça).
(4) A graça de Deus pode ser resistida (Hb 12.15), recebida em vão (2Co 6.1), apagada (1Ts 5.19), anulada (Gl 2.21) e abandonada pelo crente (Gl 5.4).
 
O Amor:
A Chave para Herdar a Vida Eterna
Que farei para herdar a vida eterna?"foi a pergunta   que um intérprete  da Lei fez a Jesus, em Lucas 10:25. Jesus replicou com suas próprias  perguntas: "Que está escrito na Lei? Como interpretas?" Sua resposta foi previsível, uma vez que Jesus consistentemente mandava os homens de volta às Escrituras para responder todas as perguntas espirituais. Em sua resposta, o professor da Lei citou os mandamentos para amar a Deus com todo nosso coração e amar nosso próximo com a nós mesmos. Jesus concordou. Então, ele acrescentou: "faze isto e viverás" (Lucas 10:28). Jesus recusava permitir que a discussão de sua palavra ficasse na teoria. Ele exigia que os homens praticassem o que sabiam. Amar a Deus e ao próximo podem ser tópicos interessantes para conversa, mas a intenção é que sejam mandamentos para serem obedecidos, e não filosofias a debater. O intérprete da Lei preferiu falar sobre como receber a vida eterna; Jesus lhe ordenou que fizesse o que era necessário para obtê-la.

Considere estes dois mandamentos cuidadosamente: Amar a Deus e ao teu próximo. Os dois próximos parágrafos em Lucas ilustram o que cada mandamento significa. Para explicar o que significa amar o próximo, Jesus contou a parábola do bom samaritano. Para exemplificar a idéia de amar a Deus, Lucas contou a história da visita de Jesus à casa de Marta e Maria.

Amar o teu próximo
A parábola do bom samaritano (Lucas 10:30-37) é um dos mais conhecidos ensinamentos de Jesus. A história apresenta quatro conjuntos de  personagens: O homem que foi roubado, espancado e deixado como morto. Quase nada sabemos sobre este homem, exceto que estava viajando de Jerusalém para Jericó. Não sabemos sua classe social, seu caráter, nem mesmo sua raça. Não sabemos se ele tinha feito alguma coisa para merecer estes ferimentos. Não faz diferença: O amor ao próximo responde à necessidade, não à identidade da pessoa.  Os assaltantes. Eles se aproveitaram de sua vítima, tomaram o que puderam, e se desfizeram dela. Muitos hoje em dia olham para os outros do mesmo modo que os ladrões. Procuram ganhar o que podem de alguém e depois não se preocupam mais com ele. Um sacerdote e um levita que estavam viajando pela estrada. Eles viram o homem ferido e se desviaram, passando pelo outro lado. A despeito da posição religiosa deles, evidentemente encontraram alguma desculpa para não ajudar. O samaritano. Um judeu poderia ter esperado que o samaritano tivesse sido o vilão da história. Mas Jesus mostrou que alguns dos desprezados samaritanos eram mais justos até mesmo que sacerdotes e levitas.

O que tornou o samaritano diferente? Ele teve compaixão pelo homem ferido. Os outros estavam tão absorvidos consigo mesmos que realmente não se interessaram por ele, mas quando o samaritano viu a vítima, ele teve compaixão dela. Ele se arriscou. O assalto mostrava vividamente que a estrada era perigosa. Mas ele parou, cuidou dos ferimentos do homem e levou-o a uma hospedaria para receber tratamento. Ele fez o que pôde. O samaritano não era um centro médico totalmente equipado. Ele não era médico. Ele não construiu nenhum hospital. Sem dúvida, havia outros que poderiam estar bem mais qualificados para ajudar se estivessem na cena. Mas este samaritano fez o que pôde com o que tinha. Ele tomou de seu próprio óleo e vinho e tratou os ferimentos. Ele usou seu próprio animal para transportar o homem. Ele pagou a estadia do homem na hospedaria e prometeu pagar quaisquer despesas restantes quando voltasse.

Jesus perguntou ao intérprete da Lei qual deles tinha-se mostrado ser o próximo do homem ferido. Ele respondeu corretamente que foi aquele que o tinha socorrido. O homem tinha aprendido que a identidade de nosso próximo não depende de lugar ou raça, mas que todo aquele que necessita de nossa ajuda é nosso próximo. De novo, Jesus ordenou ao homem: "Vai e procede tu de igual modo" (Lucas 10:37). O amor precisa ser praticado, não admirado.

Amar a Deus
A visita de Jesus à casa de Marta e Maria ilustra o verdadeiro significado de amar a Deus: "Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada os pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se  aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada" (Lucas 10:38-42).
Marta era uma boa senhora. Ela recebeu bem Jesus em sua casa. Ela poderia ter-se incomodado com o serviço extra e a perturbação que sua visita traria e ter pedido a Ele que se fosse, mas não o fez. Ela estava ansiosa por sentar-se e ouvir o Senhor, como sua irmã Maria estava fazendo, mas as exigências de suas preparações deixaram-na sem tempo para fazer isso. Talvez ela estivesse preparando uma refeição, limpando a casa ou atendendo às outras tarefas domésticas da família. Seus elevados padrões nessa área e sua compulsão para ter as coisas bem em ordem para a visita de Jesus frustraram-na grandemente. Ela ficou irada porque sua irmã não a estava ajudando. Jesus apontou o problema dela: estava aflita e aturdida por muitas coisas. Não eram coisas más, porém não eram "aquela coisa" de importância suprema. Ela estava aplicando esforço de primeira qualidade a atividades de segunda qualidade.
Maria, em contraste, sentou-se aos pés de Jesus, ouvindo-o. Havia uma refeição para ser preparada, talvez uma casa para ser limpa, mas Maria escolheu passar o seu tempo com seu Senhor. Tanto Maria como Marta tinham algum amor por Jesus. Mas Maria era aquela que amava a Jesus com "todo" o seu coração, com "toda" a sua alma, com "toda" a sua força, e com "todo" o seu entendimento. Amar assim a Cristo significa escolher buscar as prioridades espirituais, mesmo se isso significar fazer outras coisas não tão bem, ou mesmo não fazê-las.
Aplicações
Jesus concordou que amar a Deus e amar ao próximo são as coisas que temos que fazer para ir para o céu. Em outra ocasião ele disse que estes são os dois maiores mandamentos (Mateus 22:37-39). É impossível ressaltar demais estes dois princípios. Contudo, o amor é pouco entendido e ainda menos praticado. Muitos vêem o amor como uma sensação, um sentimento ou emoção. Uma vez que têm uma bondosa disposição para com Deus e um espírito pacífico para com os outros, eles crêem que já cumpriram todas as responsabilidades do amor. Precisamos prestar cuidadosa atenção a estas ilustrações do amor porque elas nos ajudam a entender o que o amor realmente significa na prática.
O bom samaritano socorreu o homem necessitado. O amor é ativo. O amor vê aqueles que têm problemas --físicos ou espirituais-- e sente compaixão por eles. Muitas pessoas estão muito absorvidas consigo mesmas para se preocuparem com os outros e suas dificuldades. Para amar como o samaritano amou, precisamos esquecer de nós mesmos e nos comovermos com o sofrimento dos outros. Isso nunca é mais verdadeiro do que quando vemos pessoas que precisam de auxílio espiritual. Jesus viu as multidões como ovelhas sem pastor e sentiu compaixão por elas, ainda que ele mesmo estivesse exausto (Marcos 6:34). Ele partilhou ansioso a água viva com uma mulher imoral, a despeito de sua própria fome, sede e fadiga (João 4). O amor aceita riscos para ajudar os outros. Algumas vezes o maior risco que tememos é a rejeição. Se outras pessoas desprezarem nossas tentativas para ajudá-las, sentiríamos feridos. Assim, buscando isolar-nos do risco de ter nosso ego arranhado, evitamos aproximarmo-nos delas. É arriscado convidar um vizinho a ler a Bíblia conosco, chegar a um irmão e reprová-lo, ou desafiar um amigo com respeito à vida dele. O amor arrisca rejeição para ajudar os outros. O amor faz o que pode. Não podemos fazer tudo o que alguém possa precisar, mas podemos fazer alguma coisa. Não temos todas as respostas, mas temos algumas. O amor serve.
Maria escolheu a boa parte e essa escolha demonstrou seu amor por Jesus. Nossas escolhas sempre demonstram o que amamos. E uma coisa é certa: escolhas serão feitas porque ninguém pode fazer tudo. Algumas coisas que, por si mesmas, são boas e apropriadas, terão que ser omitidas. O que escolheremos? Algumas pessoas escolhem o urgente em vez do importante, fazendo as coisas que precisam ser feitas imediatamente em vez das coisas que são muito mais valiosas a longo prazo.Uma vez que muitas tarefas espirituais (coisas como orar e estudar) podem ser feitas a qualquer tempo, elas tendem a ser postas de lado enquanto nos concentramos em atividades com limite de tempo. Alguns escolhem as coisas que são visíveis em vez das coisas que as pessoas não podem ver. Uma vez que as atividades espirituais não são percebidas pelos outros, elas podem ser facilmente negligenciadas. Marta recebeu bem a Cristo, porém não escolheu a boa parte. Tinha tantas outras coisas que a sobrecarregavam e preocupavam que não teve tempo para senar-se e ouvir Jesus. O tempo que gastamos com Jesus é um sinal de quanto o amamos.
O amor é a chave para herdar a vida eterna. Amamos a Deus? Amamos nosso próximo?
­por Gary Fisher  http://www.estudosdabiblia.net/d70.htm 
 
 
Sites Para Consulta: (Leia e julgue pela palavra de DEUS)
http://www.renovado.hpg.ig.com.br/bibliologia.htm 
http://www.uol.com.br/bibliaworld/igreja/estudos/at023.htm 
http://www.uol.com.br/bibliaworld/igreja/estudos/etica002.htm 
http://www.uol.com.br/bibliaworld/igreja/estudos/etica001.htm  
http://users.aol.com/estudos/95j.htm  (Divórcio)
http://www.geocities.com/ccgpuava/familia.htm (Divórcio)
http://www.geocities.com/Athens/Olympus/1563/divorce.html (Divórcio)
http://www.terravista.pt/Bilene/2810/base/Ed44.htm  (Divórcio)
http://clubedaluz.com.br/amaras_teu_proximo.htm (Amor ao próximo)
http://www.pregaapalavra.com.br/mensagens/monologo.htm (Amor ao próximo)
http://www.espirito.com.br/portal/artigos/diversos/amar-os-inimigos.html (Amor ao próximo)
http://www.alomundo.com.br/subsidios/biblia/contaamar.htm 
 
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QUESTIONÁRIO GENTILMENTE CEDIDO POR Pr.ALEXANDRO SANCHO
-          Questionário 02– LIÇÃO 02    A Ética Cristã e os Dez Mandamentos   
 
Aluno: __________________________________________________   Nota: _________
 
Responda as perguntas abaixo:
 1.  Cite uma característica comum entre os personagens Ló, Sansão, Esaú, o Jovem rico e Judas:
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
               __________________________________________________________________              
2.  Você acha que Jesus veio ao mundo para descumprir a lei? Cite versículo.
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
               __________________________________________________________________            
  1. O que entende por Decálogo?                 
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
        _____________________________________________________________________ 
4.   Qual o nome que se dá aos 10 mandamentos revelados por Deus, por meio de Moisés?
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
        ________________________________________________________________________________
 Marque com um (X) a ÚNICA resposta correta:
 5.   Os cinco primeiros mandamentos dizem respeito:
                (   ) Aos deveres do homem para com o Senhor
                (   ) Aos deveres do homem para com o semelhante
                (   ) Aos deveres do Senhor para com o homem
    6.   Que resposta Jesus deu ao jovem que desejava a vida eterna?
                (   ) “Se  não  queres  entrar  na  vida,  guarda  os mandamentos”
               (   ) “Se queres, porém, entrar na guarda, viva os mandamentos”
               (   ) “Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos”
7.   Como sumário, qual era a expressão máxima da lei?        
                (   ) O Decálogo  
                (   ) O Pentágono 
                (   ) O Quadrilátero
8.     Cite a diferença entre a ética de Cristo e a do A.T., em relação ao adultério ?
                (   ) Cristo condena não apenas o ato, mas o próprio pensamento pecaminoso: o “adultério mental”
                (   ) Cristo condena não apenas o ato, mas o próprio pensamento pecaminoso: o “adultério  físico”
                (   ) Cristo condena apenas o ato, mas o próprio pensamento pecaminoso, não:o “adultério mental”
9.    Com relação ao amor ao próximo, o que Cristo ensinou?
                (   ) Ele mandou amar não só o próximo, mas até aos inimigos
                (   ) Ele mandou amar não só o próximo,  mas até  aos  amigos
                (   ) Ele mandou amar    o  próximo,  mas  não  aos inimigos
 10.  Em caso de divórcio, o que justificaria um novo casamento?
               (   ) A  fidelidade   conjugal
               (   ) A infidelidade conjugal
               (   ) A   crueldade  conjugal
Ponto de Contato:  Busque na Bíblia exemplos de pessoas que valorizaram o efêmero em detrimento do permanente e sofreram depois porque perderam a bênção de Deus. Exemplos: Ló, Sansão, Esaú, o jovem rico e Judas. Reflita com eles sobre a dificuldade que muitos enfrentam ainda hoje em permanecerem fiéis aos votos, compromissos e vontade divina. O orgulhoso é tão pecador quanto o assassino. Aliás, essa foi a razão da queda de Lúcifer.
 “Jesus não cancelou os dez mandamentos. Em sua doutrina, Ele deu-lhes um caráter notadamente espiritual e abrangente, valorizando mais o interior do homem, sem desmerecer seu exterior”  Jesus é o Senhor !
 
LIÇÃO 1 - A Ética Cristã Face A Ética Dos Homens
LIÇÃO 2 - A Ética Cristã E Os Dez Mandamentos
LIÇÃO 3 - O Cristão E A Guerra
LIÇÃO 4 - O Cristão E O Aborto
LIÇÃO 5 - O Cristão E O Planejamento Familiar
LIÇÃO 6 - O Cristão E A Sexualidade
LIÇÃO 7 - O Cristão E O Divórcio
LIÇÃO 8 - O Cristão E A Pena De Morte
LIÇÃO 9 - O Cristão, A Eutanásia E O Suicídio
LIÇÃO 10 - O Cristão E A Doação De Órgãos Do Corpo
LIÇÃO 11 - O Cristão E As Finanças
LIÇÃO 12 - O Cristão, Os Vícios E Os Jogos
LIÇÃO 13 - O Cristão E A Política
 

 

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