- diz-se daquilo ou
daquele em que não há engano, hipocrisia ou fingimento;
probidade na intenção ou no falar.
TEXTO ÁUREO
"E graças a DEUS, que sempre
nos faz triunfar em CRISTO e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro
do seu conhecimento" (2 Co 2.14).
VERDADE PRÁTICA
A glória do ministério cristão
está na simplicidade e sinceridade com que se prega o evangelho e na salvação e
edificação dos fiéis.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Ef 6.6
Servindo a DEUS com
autenticidade
Terça - 2 Co 11.2 Servindo a
DEUS com zelo
Quarta - 2 Sm 12.7 Ministrando
com autenticidade
Quinta - 2 Ts 2.5,6
Autenticidade na conduta
Sexta - GI2.7-14 Autenticidade
nas convicções
Sábado - Jo 2.1 3-1 7; 8.46
CRISTO, suprema autenticidade e zelo
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
2 Coríntios 1.12-14,21 ,22;
2.4,14-17
2 Coríntios 1.12- Porque a
nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade
e sinceridade de DEUS, não com sabedoria carnal, mas na graça de DEUS, temos
vivido no mundo e maiormente convosco. 13- Porque nenhumas outras coisas vos
escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também
até ao fim as reconhecereis, 14 - como também já em parte reconhecestes em nós,
que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no Dia do Senhor JESUS.
2 Coríntios 1.21- Mas o que nos confirma
convosco em CRISTO e o que nos ungiu é DEUS, 22- o qual também nos selou e deu
o penhor do ESPÍRITO em nossos corações.
2 Coríntios 2.4- Porque, em
muita tribulação e angústia do coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não
para que vos entristecêsseis, mas para que conhecêsseis o amor que
abundantemente vos tenho.
2 Coríntios 2.14- E graças a
DEUS que
sempre nos faz triunfar em CRISTO e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o
cheiro do seu conhecimento. 15- Porque para DEUS somos o bom cheiro de CRISTO,
nos que se salvam e nos que se perdem. 16 - Para estes, certamente, cheiro de
morte para morte; mas, para aqueles, cheiro de vida para vida. E, para essas
coisas, quem é idôneo? 17- Porque nós não somos,
como muitos, falsificadores da palavra de DEUS; antes, falamos de CRISTO com
sinceridade, como de DEUS na presença de DEUS.
PALAVRAS-CHAVE -
Autêntico: do grego authentikós; genuíno,
legítimo.
Glória de Paulo - o testemunho da nossa
consciência, de que, com simplicidade e sinceridade de DEUS, não com sabedoria
carnal, mas na graça de DEUS, temos vivido no mundo e maiormente convosco.
Gloria e traducao de “kauchesis” (καυχησις - “confianca”, “orgulho”,
“ufania”, “condicao ou estado de espirito de quem se regozija”, “motivo de
alegria, prazer, orgulho”, “sentimento da propria honra, dignidade, valor;
brio, fidalguia” (Caramuru).
Glória de DEUS - A glória de DEUS é
manifestada aos homens por sua graça na salvação através de JESUS. Também a
glória de DEUS se manifesta em sinais e prodígios, confirmando sua Palavra e/ou
sua presença..
Consciência -
A consciência é uma qualidade da mente, considerando
abranger qualificações tais como subjetividade, auto-consciência, sentiência,
sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente.
Consciência - função alta da mente.
Consciencia e “a voz de Deus que se
encontra em nosso interior”. (Rm.2:15,16).(Caramuru).
Simplicidade -
ou frugalidade é a ausência de artifícios,
extravagâncias e excessos de ordem material, social ou psicológica.
Sinceridade -
qualidade ou condição daquilo ou daquele que é
sincero - Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos, e escudo para os que
caminham na sinceridade. Provérbios 2:7.
RESUMO DA LIÇÃO 03 - A
GLÓRIA DO MINISTÉRIO CRISTÃO
INTRODUÇÃO
Paulo agora segue fazendo
uma defesa de sua conduta aos irmãos de Corinto.
I. O MINISTÉRIO APOSTÓLICO
DE PAULO (1. 12-22)
1. Confiabilidade, a
garantia do ministério (1.12-14).
2. A força de sua
consciência (1.12).
3. A autenticidade
ministerial (1.18-22).
II. A ATITUDE CONFIANTE DE
PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA (1.23-2.13)
1. Razões da mudança de
planos da ida de Paulo a Corinto (1.23-2.4).
2. O perdão ao ofensor
arrependido e a disciplina eclesiástica (2.5-11).
3. A confiança de Paulo no
triunfo da Igreja.
III. PAULO SE PREOCUPA COM
OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS (2.14-17)
1. A visão do triunfo do
Evangelho no mundo (2.14).
2. Somos o bom cheiro de
CRISTO (v.15).
3. A ameaça dos
falsificadores da Palavra de DEUS (2.17).
CONCLUSÃO
A glória do ministério
cristão está na simplicidade e sinceridade
com que se prega o
Evangelho, visando a salvação de todos.
SINOPSE DO TÓPICO (I)
Paulo era um homem tão íntegro
e tinha um caráter tão firme que, diante das acusações contra a sua vida, ele
apela para a sua consciência pessoal como testemunho de sua sinceridade nas
ações de seu ministério.
SINOPSE DO TÓPICO (2)
A igreja não pode deixar de
administrar a disciplina aos que cometem pecado, para que não haja contaminação
dos demais, entretanto, o tratamento com o pecador deve ser feito com atitude
corretiva, terapêutica e restauradora, visando proporcionar-lhe o arrependimento
e o recomeço da vida cristã.
SINOPSE DO TÓPICO (3)
Pregadores mercadores são
aqueles que oferecem um evangelho de imitação. corrompido, o qual ilude aos
interessados. No capítulo 11.13, Paulo condena os falsos apóstolos que torciam o
Evangelho para tirar proveito próprio em detrimento dos demais.
QUESTIONÁRIO
DA LIÇÃO 03 - A GLÓRIA DO MINISTÉRIO CRISTÃO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2009
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com
"F" as falsas.
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"E graças a DEUS, que sempre
nos faz _____________________ em CRISTO e, por meio de nós, manifesta em todo
lugar o _____________________________ do seu __________________________________" (2 Co 2.14).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
A glória do
___________________________________ cristão está na ______________________________ e sinceridade com que se prega o evangelho e na salvação e
_____________________________ dos fiéis.
INTRODUÇÃO
3- O que Paulo faz agora, a
partir do versículo 12, após render graças a DEUS pela libertação divina que
tivera na Ásia (1.8-11)?
( ) Faz uma defesa de sua conduta aos irmãos de Corinto.
( ) Faz uma defesa de sua
posição na Igreja de Jerusalém, aos irmãos de Corinto.
( ) Faz uma defesa de sua
luta contra os pecadores entre os irmãos de Corinto.
4- Por que Paulo foi acusado,
por alguns dos coríntios, de
não haver cumprido com a sua palavra?
( ) Porque
Paulo havia escrito para os coríntios dizendo que enviaria recursos financeiros
e alimentos para seus necessitados e não o fez.
( ) Porque
Paulo precisou mudar seu roteiro de viagem.
( ) As acusações contra ele tinham por
objetivo arruinar sua credibilidade perante a igreja coríntia.
( ) O apóstolo
estava ciente de que havia pessoas sinceras e amorosas que o conheciam e estavam
seguras de sua sinceridade no trato com a igreja.
I. O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE
PAULO (1. 12-22)
5- Em que estava fundado o
ministério apostólico de Paulo?
( ) Na
confiabilidade, a garantia do ministério.
( ) Na sua
posição entre os apóstolos de Jerusalém.
( ) Na
força de sua consciência.
( ) Na
autenticidade ministerial.
6- Como era a confiabilidade,
ma garantia
do ministério de Paulo (1.12-14)?
( ) Nos versículos
1 a 10, o apóstolo é
confortado com o fato de que os próprios coríntios podiam testificar acerca de
sua postura moral, espiritual e ministerial.
( ) Nos versículos
2 a 15, o apóstolo é
confortado com o fato de que os próprios coríntios podiam testificar acerca de
sua postura moral, espiritual e ministerial.
( ) Nos versículos 3 a 11, o apóstolo é
confortado com o fato de que os próprios coríntios podiam testificar acerca de
sua postura moral, espiritual e ministerial.
7- Como era a força da consciência
de Paulo em seu ministério apostólico(1.12)?
( ) Paulo
declara, sem medo, que ministrava aos crentes coríntios com "duplicidade e
sinceridade de DEUS".
( ) Paulo
declara, sem medo, que ministrava aos crentes coríntios com "praticidade e
amizade de DEUS".
( ) Paulo
declara, sem medo, que ministrava aos crentes coríntios com "simplicidade e
sinceridade de DEUS".
8- Como era a autenticidade ministerial
de Paulo (1.18-22)?
( ) O apóstolo
afirma que ele e seus companheiros podiam falhar, mas CRISTO nunca.
( ) Suas mensagens
não eram vacilantes e que não oscilavam entre sim e não.
( ) O apóstolo
afirma que ele e seus companheiros de ministério eram
fiéis.
( ) Paulo diz que
o JESUS que eles pregavam não era "sim e não", mas "sim".
9- Qual era a
garantia da integridade da mensagem no apostolado Paulino?
( ) Paulo não
se preocupa com sinais e prodígios, mas somente com as almas salvas em seu
ministério e com a Palavra de DEUS pregada.
( ) No versículo 21,
Paulo declarou
que a confirmação do seu ministério e o de seus companheiros era a unção que
haviam recebido de DEUS.
( ) Paulo declara que eles
foram selados e receberam "o penhor do ESPÍRITO SANTO".
( ) O "selo" é um elemento
que denota posse e autenticidade num documento.
( ) Em nossos tempos, denominamos
carimbos ou autenticações, os instrumentos investidos de poder que imprimem
marcas de propriedade e garantia.
( ) Em CRISTO, os crentes são selados com o
ESPÍRITO SANTO, tornando-se propriedade exclusiva do Senhor.
II. A ATITUDE CONFIANTE DE
PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA(1.23-2.13)
10- Cite algumas razões da mudança de planos
da ida de Paulo a Corinto (1.23-2.4). O que o levou Paulo a desistir de visitar
a igreja em Corinto naquela oportunidade?
( ) Ele declara que não se tratava de qualquer tipo
de capricho, orgulho, covardia e muito menos conveniência pessoal.
( ) Paulo
queria evitar constrangimento maior em face da linguagem forte de disciplina
contra alguém que havia pecado, maculando a santidade da igreja.
( ) Como essa
pessoa era apoiada pelos opositores de Paulo, ele quis poupar a congregação do
exercício desagradável de sua autoridade apostólica
( ) Sua
visita provocaria
ainda mais os humores negativos dos rebeldes no seio da igreja e entristeceria
os demais.
( ) Paulo estava triste e não queria visitá-Ios em angústia e tristeza.
( ) Paulo
também foi impedido por um anjo de visitar os coríntios, ele diz para eles que
só isso já seria suficiente para que o perdoassem.
( ) Paulo queria que
o pecador
se arrependesse e fosse perdoado com todo o amor da igreja, a fim de que não
fosse "devorado de demasiada tristeza"..
11- Como foi o perdão ao ofensor
arrependido e a disciplina eclesiástica (2.5-11).
( ) O pecado
tem que ser banido do meio da Igreja custe o que custar, por isso Paulo não se
arrepende e nem deseja reconciliar o pecador arrependido.
( ) Paulo
deparou-se com um opositor, que o ofendeu e incitou os coríntios a rejeitarem
sua autoridade apostólica.
( ) Essa atitude ganhou adeptos e Paulo ficou muito triste e ofendido (2.4).
( ) Os
líderes da igreja não tiveram forças para disciplinar tal membro, apesar de ela
ter, em sua maioria, percebido que era necessário obedecer a orientação de Paulo.
( ) A rigidez do apóstolo provocou contenda, e isto o obrigou a abrandar sua
atitude, preocupando-se com a recuperação do ofensor.
( ) O apóstolo, embora severo, era
agora capaz de orientar a igreja a que perdoasse o ofensor, caso este
demonstrasse arrependimento.
( ) A igreja não pode deixar de administrar a
disciplina aos que cometem pecado, para que não haja contaminação dos demais, isto é, a punição do pecado é inevitável.
( ) O tratamento com o pecador
deve ser feito com atitude corretiva, terapêutica e restauradora, visando
proporcionar-lhe o arrependimento e o recomeço da vida cristã.
( ) O objetivo de
Paulo, contudo, era levar estes a se arrependerem de seus pecados e a retornarem
à plena comunhão com a Igreja de CRISTO.
12- Como foi a confiança de Paulo no
triunfo da Igreja?
( ) Nos versículos 12 e 13, Paulo está ansioso por ter notícias
de Tito, seu fiel companheiro na batalha pelo Evangelho.
( ) Tito
tinha ido a Atenas e ainda não havia voltado, por isso Paulo estava muito
ansioso quanto ao seu retorno.
( ) Paulo
tinha o cuidado com os companheiros, dos quais não
tinha notícias e as "portas" que se abriam para a pregação do Evangelho.
( ) O apóstolo dos gentios interrompe sua preocupação com a chegada de Tito.
( ) Paulo expressa sua gratidão a
DEUS por essas comunidades de fé, uma
vez que vislumbra o triunfo da Igreja como o cortejo de um exército vitorioso
que entra na cidade de cabeça erguida.
( ) A linguagem de Paulo é agora de
alegria e felicidade, porque, ao contrário da lembrança deprimente e triste
anterior, agora o apóstolo transborda de gratidão a DEUS.
III. PAULO SE PREOCUPA COM OS
FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS (2.14-1 7)
13- Explique a visão do triunfo do
Evangelho no mundo (2.14):
( ) Paulo se referia com
certeza ao triunfo de CRISTO sobre Satanás e as flores do túmulo onde foi
sepultado.
( ) Em algumas versões a palavra "triunfo" dá a idéia de
um cortejo militar, onde um general vitorioso conduz seu exército numa marcha
triunfal entrando na capital do império.
( ) O general traz seus prisioneiros de
guerra e exibi-los diante do povo, que assiste ao grande cortejo.
( ) Segundo os
estudiosos, o povo queimava incensos e exalava fragrâncias variadas de flores,
enchendo o ar daquele agradável cheiro.
( ) Dessa mesma forma, Paulo contemplava a
força da mensagem do Evangelho.
14- Por que somos o bom cheiro de
CRISTO
(v.15)?
( ) O que Paulo estava dizendo à igreja de Corinto era que ele e seus
companheiros de ministério eram os agentes que espalhavam a perfumada fragrância
de CRISTO por onde andavam.
( ) Esse aroma emana de
CRISTO, e na linguagem do Novo
Testamento significa um sacrifício como oferta agradável a DEUS.
( ) Os sofrimentos
sugerem, figurativamente, a queima de ramos que exalam bom cheiro, assim como o
incenso e outras especiarias do altar de incenso no Tabernáculo.
( ) Tipologicamente, a fragrância, que emana do sacrifício de
CRISTO no Calvário,
sobe às narinas divinas para honrar ao Senhor.
( ) Somos o
bom cheiro de CRISTO, porque o evangelho que pregamos é o mesmo que CRISTO
desejava pregar e não pode, pois morreu antes.
( ) O texto ainda diz que para alguns
a pregação do Evangelho é cheiro de morte, para outros é cheiro de vida.
( ) O
evangelho é cheiro de morte por rejeitarem a mensagem, e vida por aceitarem a
CRISTO e sua Palavra.
15- O que significa a palavra "falsificadores"?
( ) Paulo usa a palavra grega kapeleuiein, que se refere ao negociante
que procura lucrar honestamente.
( ) Pode ser entendida como
"mercadores" porque tais homens não tratam a Palavra de DEUS como a revelação
divina, mas como uma mercadoria, um produto de mercado que pode ser vendido e
manipulado.
( ) Paulo usa a palavra grega kapeleuiein, que se refere ao negociante
que procura lucrar injustamente.
16- O que são pregadores
mercadores?
( ) São
pregadores que são muito usados por DEUS em sinais e prodígios.
( ) Pregadores mercadores são aqueles que oferecem
um Evangelho de imitação, corrompido, o qual ilude aos interessados.
( ) No capítulo
11.13, Paulo condena os falsos apóstolos que torciam o Evangelho para tirar
proveito próprio em detrimento dos demais.
( ) O apóstolo denuncia essas distorções
do Evangelho que visavam apenas enganar o povo de DEUS.
CONCLUSÃO
17- Complete:
A glória do ministério cristão
está na _________________________________ e ______________________________________ com que se prega o Evangelho.
Motivos falsos produzem resultados falsos, por isso, todos os motivos do
apóstolo Paulo e de seus companheiros eram o de ________________________ o Reino
de DEUS por toda a terra para a ________________________ única do Senhor JESUS. A glória do ministério cristão
se dá pela confirmação de DEUS (com sinais e prodígios), da pregação do
evangelho, no poder e unção do ESPÍRITO SANTO. “O Senhor ______________________ e lhes __________________________ a
palavra com os _____________________________ que a acompanhavam” Mc 16,20b.
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
ASSISTA AOS VÍDEOS.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
RICHARDS, Lawrence O. Guia do
Leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005.
SAIBA MAIS NA REVISTA Revista
Ensinador Cristão, CPAD, nº 41, p.37.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Histórico - Paulo
considera seus adversários como 'falsos apóstolos' (11 .1 3). As bases sobre as
quais faz este julgamento são claras. Existe somente um evangelho apostólico
verdadeiro (cf. GI 1 .6-8), e estes homens não o estavam pregando. [ou] Além
disso, o caráter interior do ministério dos adversários, como um todo, era
estrangeiro e desigual ao de Paulo [que] viu em seus adversários a negação de
uma identificação consciente com a fraqueza e os sofrimentos de CRISTO
(11.23-33; 12.7-10) [...]. 2.Paulo vê seus adversários como enganadores. [...]
Apresentavam um evangelho estranho e um JESUS estranho, tendo o objetivo de
enganar os Coríntios e afastá-Ios de uma fé simples e pura no Senhor JESUS
(11.3). [...]. 3.Paulo descreve seus adversários como 'carnais' ou 'mundanos',
[...] (1.17; cf. 5.17), e condena a vanglória orgulhosa de seus adversários
classificando-a como estando de acordo com o modo de agir do mundo (ou 'da
carne', cf. 11.18), mesmo quando sarcasticamente ilustra esta carnal idade por
meio de suas próprias ostentações" (Comentário Bíblico Pentecostal Novo
Testamento. 2.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2004, p.1 073).
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
Subsídio Bibliológico - "Guiado
e Enviado por DEUS" 2.14-17
Paulo divaga para defender seu
ministério (incluindo o dos seus companheiros). Embora não tivesse uma visão ou
palavra direta de DEUS para ir à Macedônia, como teve em sua viagem anterior (a
segunda, At 16.9,10), ele sabia que DEUS sempre o estava guiando e também à sua
equipe, pelo que dá graças a DEUS. Alguns escritores interpretam que o
'triunfar' tem a idéia de procissão triunfal tendo como chefe o ressurreto e
ascendido CRISTO, conduzindo em vitória os cativos pelo triunfo de sua redenção
e dando-Ihes como dons à Igreja (Ef 4.7,8,10-1 3). A idéia de procissão triunfal
não significa que Paulo estava se sentindo triunfante. Scot Hafmann considera 2
Coríntio 2.14 a 3.3 como parte do 'coração teológico' de 2 Coríntios. Ele
interpreta que 'nos faz triunfar' (gr. tbriambeuont/) para descrever um general
romano em procissão triunfal de suas tropas. Pondo em exibição os inimigos por
ele conquistados à medida que os conduz à morte. Como ex-inimigo de CRISTO,
Paulo estava sendo conduzido por JESUS à morte. Ao conduzi-Io, o propósito de
CRISTO era revelar-se. Sofrimento e fraqueza eram essenciais ao plano de DEUS
para disseminar o Evangelho. Assim, Paulo estava sendo esmagado como pétalas de
rosa para extrair a fragrância. Todas as dificuldades de Paulo só lhe tornavam
possível mostrar o 'cheiro do [...] conhecimento [de CRISTO]' (o qual hoje
encontramos na Bíblia) em todas as pessoas e em todos os lugares que fosse. Ele
se tornou a doce fragrância de CRISTO dirigida a DEUS entre os que 'se salvam' e
os que 'perecem', perdidos, encaminhados à morte eterna. Isto quer dizer que
Paulo deu a mesma mensagem a todos, mas cada um teve de fazer uma escolha. Para
alguns, tornou-se cheiro de vida que trouxe vida, para outros, cheiro de morte
que os condenou à morte eterna. Ao perguntar 'para essas coisas, quem é
idôneo?', Paulo quis dizer que estes resultados não vieram por causa de sua
suficiência, competência, qualificações ou mérito. Ninguém pode produzir tais
resultados por ser quem é ou por aquilo que é. Eles aparecem por causa da
soberania de CRISTO, de quem Ele é. Quando estamos fazendo sua obra, nossa
suficiência é de DEUS" (HORTON, Stanley. II Coríntios: Os Problemas da Igreja e
suas Soluções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2003, pp.193-94).
AJUDA
CPAD -
http://www.cpad.com.br/ - Bíblias,
CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO
INCLUSIVE -
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