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LIÇÃO 3 - JESUS CRISTO, VERDADEIRO HOMEM, VERDADEIRO DEUS .
1º TRIMESTRE DE 2008
TEMA: JESUS CRISTO, Verdadeiro Homem, Verdadeiro DEUS.
Lições Bíblicas CPAD, Jovens e Adultos - 2008
Comentários: Pr. Esequias Soares.
Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antônio Gilberto.
Complementos para ajuda aos estudantes e professores: Ev. Henrique.
QUESTIONÁRIO 
CRISTO Em Cada Livro Da Bíblia
 
 
 
 
 
TEXTO ÁUREO
 Eles são descendentes dos patriarcas; e, como ser humano, CRISTO pertence à raça deles. Que CRISTO, que é o DEUS que governa todos, seja louvado para sempre! Amém!
 
 
 
 
VERDADE PRÁTICA
Assim como é heresia negar a divindade de CRISTO, também é heresia negar-lhe a humanidade. A natureza divina e a humana estão juntas na pessoa única de JESUS CRISTO.
 
 
 
 
  LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Rm 1.1-7
1 Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus, 2 o qual antes havia prometido pelos seus profetas nas Santas Escrituras, 3 acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, 4 declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos, – Jesus Cristo, nosso Senhor, 5 pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome, 6 entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo. 7 A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
 
COMENTÁRIO DA LEITURA EM ROMANOS (1.1-7):
 
Saudação(I:I-7).
Antigamente uma carta começava com uma saudação simples: " a ... saudações". Tal saudação constitui o esboço das saudações que se usava para iniciar a maior parte das epístolas do Novo Testamento, ampliadas de vários modos e recebendo ênfase cristã.
A saudação desta carta toma forma parecida: "Paulo... a todos os chamados de DEUS que estais em Roma ... saudações." Mas cada parte da saudação é ampliada - o nome do remetente, o nome dos destinatários e .i.é saudações propriamente ditas.
 
1. Paulo, servo de JESUS CRISTO, chamado para ser apóstolo.
A palavra traduzida por "servo" é o termo grego doulos, "escravo". Paulo está completamente à disposição do seu Senhor. A convocação dele deveria ser apóstolo, para ser especialmente comissionado por CRISTO, foi dita diretamente - diz ele - "por JESUS CRISTO, e por DEUS Pai" (Gl 1:16), que lançaram sobre ele a responsabilidade de proclamar o Evangelho no mundo gentílico (Gl 1:16).
Separado para o evangelho de DEUS, isto é, posto à parte para o ministério do Evangelho, muito antes de sua conversão (ver Gl 1:15, onde fala dele mesmo como tendo sido separado antes do seu nascimento). Todos os ricos e variados dons da herança de Paulo (judaica, grega e romana), e da sadia educação foram predestinados por DEUS com vistas ao seu serviço apostólico. Verifique-se a descrição que o Senhor ressurreto faz de Paulo como "um instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios" (At 9:15). O "evangelho de DEUS", Seu evangelion, é Sua jubilosa proclamação da vitória e da exaltação de Seu Filho, e da conseqüente anistia e libertação que os homens podem desfrutar pela fé nele. O fundo veterotestamentário do uso neotestamentário de evangelion acha-se na LXX, em Isaías 40-66 (principalmente em Is 40:9,52:7,60:6,61:1), onde se usa este substantivo ou seu verbo cognato evangelizomai para indicar a proclamação da iminente libertação de Sião e retorno do exílio. Os escritores do Novo Testamento tratam dessa proclamação como prefigurando aquela libertação do cativeiro e da alienação espiritual alcançada pela morte e ressurreição de CRISTO (ver, p. 169).
 
2. O qual foi por DEUS outrora prometido por intermédio dos seus profetas nas Sagradas Escrituras.
Comparar 1:17,3:21, 4:3,6ss. Para o desenvolvimento desta sentença. DEUS prometeu enviar o salvador e utilizou e muito dos profetas que enviou a trazer essas boas novas a Israel.
 
3. Com respeito a seu Filho.
Esta frase, que expressa o tema do "evangelho de DEUS", introduz um breve sumário confessional (versículos 3, 4) que talvez tenha sido tão familiar aos cristãos romanos como ao próprio Paulo. Todavia, é provável que Paulo tenha refundido o fraseado com o fim de expor certas ênfases necessárias. .
O qual, segundo a carne, veio ("nasceu", RV) da descendência de Davi (da "semente" de Davi). É evidente que a descendência davídica de JESUS fazia parte do conteúdo da pregação e da confissão dos cristãos primitivos. JESUS não parece ter insistido muito nisso, mas não recusou a designação de "Filho de Davi" quando Lhe foi aplicada, por exemplo pelo cego Bartimeu (Mc 10:47). Sua indagação sobre a exegese que os escribas faziam do Salmo 110: 1 (Mc 12:35-37) não deve ser interpretada como repúdio da descendência de Davi.
 
4. E foi poderosamente demonstrado Filho de DEUS.
A palavra traduzida por "demonstrado" (horizõ) tem a mais completa força do termo "nomeado" ou "constituído" (usa-se em At 10:42. 17:31 referindo-se à nomeação de CRISTO como Juiz de todos). Paulo não quer dizer que JESUS se tornou o Filho de DEUS pela ressurreição, mas. sim, que Aquele que durante Sua vida terrena "foi o Filho de DEUS em fraqueza e humildade" , pela ressurreição tornou-se "o Filho de DEUS em poder" (A. Nygren, ad loc.). Semelhantemente, Pedro, no dia de Pentecoste, concluiu sua proclamação da ressurreição e exaltação) de CRISTO com as palavras: "Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este JESUS que vós crucificastes, DEUS o fez Senhor e CRISTO" (A: 2:36). A expressão "poderosamente" - literalmente com poder (é dunameo aparece também em Marcos 9:1, onde a vinda do reino de DEUS "com poder" é provavelmente a seqüência direta da morte e vindicação de JESUS.
Segundo o ESPÍRITO de santidade. É óbvia a antítese entre "segundo a carne" e "segundo o ESPÍRITO . Mas quando Paulo estabelece o segundo termo desta antítese, esclarece a que "ESPÍRITO" se refere acrescentando. genitivo "de santidade". O ESPÍRITO de santidade é a maneira hebraica " normal de dizer "o ESPÍRITO SANTO". E aqui Paulo reproduz em grego a expressão idiomática hebraica. Pela presente antítese. de "carne" e "ESPÍRITO" ele "evidentemente ... não alude às duas naturezas de nosso Senhor, mas aos dois estados, de humilhação e exaltação". É um e o mesmo Filho de DEUS que aparece igualmente em humilhação e em exaltação. Mas Sua descendência davídica, matéria de glória "segundo a carne” é contudo vista agora como pertencente à fase de Sua humilhação,  absorvida e transcendida pela sobrepujante glória de Sua exaltação, pela qual inaugurou a era do ESPÍRITO. O derramamento e o ministério do ESPÍRITO atestam a entronização de JESUS como "Filho de DEUS com poder".
Pela ressurreição dos mortos (melhor que "pela ressurreição dentre os mortos"). A frase literal é: "em conseqüência da ressurreição dos mortos" (de ressuscitarem os mortos). O plural "mortos" pode ser tomado como um exemplo do que os gramáticos chamam de "plural de generalização". Exatamente a mesma expressão aparece, com referência à ressurreição de CRISTO, em Atos 26:23, "sendo o primeiro da ressurreição entre os “mortos" (RV, "pela ressurreição dos mortos"). Portanto, aqui a referência é à ressurreição da pessoa de CRISTO, e não (como pensam alguns), à Sua ação ressuscitando Lázaro e outros - -muito menos ao fenômeno descrito em Mateus 27:52. Mas a ressurreição de CRISTO é indicada por uma frase que faz pensar na futura ressurreição do povo de CRISTO. A ressurreição dele é a primeira etapa da "ressurreição dos mortos", como o esclarece 8:11 (ver 1 Co 15:20-23).
 
5. Graça e apostolado.
     Esta expressão é provavelmente uma hendiadis significando "a graça ou dom celeste) do apostolado". Compare-se isto com as alusões em 12:6 .os "diferentes dons segundo a graça que nos foi dada", e em 15:15 à “graça" dada por DEUS a Paulo para ser "ministro de CRISTO JESUS entre os gentios" .
Para a obediência por fé. Melhor, "para a obediência da fé" (RV), i.e para produzir a obediência baseada na fé em CRISTO. "Fé" aqui não é o Evangelho, o corpo doutrinário apresentado para ser crido, mas é o ato de crer propriamente dito. (Ver 15:18, 16:26.)
Entre todos os gentios. Ou "entre as nações" (RV, "entre todas as nações"). Esta frase indica a vocação especial de Paulo para ser apóstolo entre os gentios. A palavra grega ethne (como seu equivalente hebraico Oyim) ora é traduzida por "nações", ora por "gentios", ora por "pagãos" (para esta tradução, ver Gl 1:16, 2:9, 3:8, AV).
 
6. De cujo número sois também vós.
Isto provavelmente significa não só que a igreja romana estava situada no mundo gentílico, mas que seus membros eram na maioria gentios.
     Chamados para serdes de JESUS CRISTO (como RV; melhor que "chamados de JESUS CRISTO"). Ver 8:28,30.
 
7. Em Roma.
     Chamados para serdes santos, i. e., "santos por vocação divina".
convocados por DEUS para serem o Seu povo SANTO, separado para Ele No Novo Testamento há indicações aqui e ali de que a expressão "os santos" era uma designação (muito provavelmente uma auto-designação daqueles judeus cristãos (ver 15:25; Ef 2:19) que se consideravam come "os santos do Altíssimo", destinados a receber autoridade real e judicial de DEUS (Dn 7:22,27). Paulo insiste em aplicar o mesmo designativo aos cristãos gentílicos, pertencentes ao mesmo corpo a que pertenciam os seus irmãos da raça judaica.
Graça a vós outros e paz. As palavras "graça e paz" , tão comuns nas saudações de Paulo, provavelmente unem os modos grego e hebraico de saudar. O grego diz: Chaire! - que literalmente significa "Alegra-te!" O judeu diz: Shalom! - "Paz!" Só que, ao unir estas formas de saudação. Paulo troca a palavra chaire pela palavra charis, "graça", que é o melhor termo homófono e que é mais caracteristicamente cristão. A graça de DEUS é Seu livre amor e Seu imerecido favor aos homens, dado mediante CRISTO. A paz de DEUS é o bem-estar que os homens desfrutam mediante Sua graça.
Da parte de DEUS nosso Pai e do Senhor JESUS CRISTO. Esta espontânea e repetida colocação de CRISTO com DEUS testifica do lugar que CRISTO ocupava nos pensamentos e no culto que Paulo e outros cristãos da igreja primitiva prestavam a DEUS.
 
Depois de ter-se apresentado assim, e ao seu tema, Paulo explica por que lhes está escrevendo agora. As notícias que recebera acerca da elevada e renomada qualidade da fé que possuem provoca profunda ação de graças da parte de Paulo, e ele lhes assegura que estão sempre presentes em suas orações. As igrejas pelas quais ele tinha primordial responsabilidade - as que ele mesmo tinha fundado - faziam fortes e contínuos apelos a seu tempo e a seu pensamento, mas ele podia lembrar-se Perante DEUS de outras igrejas também, e não menos da igreja da capital. Fala de seu velho desejo e de sua oração pela oportunidade de visitar os cristãos romanos. E agora, após empecilhos, parecia que sua oração estava para ser atendida. Ele espera não somente transmitir uma bênção dos cristãos de Roma, como também receber uma graça à sua comunhão com eles. E embora não tenha a intenção de firmar sua autoridade apostólica em Roma, visa a pregar o Evangelho ali e a chegar à conversão de algumas pessoas de Roma, como no restante do mundo gentílico. A pregação do Evangelho está no sangue dele, e não pode refreá-Ia. Ele nunca está "de folga", mas está constantemente em serviço, procurando aliviar um pouco o débito que tem para com a humanidade toda , débito que jamais saldará plenamente enquanto viver.
 
 
INTRODUÇÃO
JESUS CRISTO, A VIDA E VISÃO GERAL
(a) JESUS CRISTO é o Messias, Salvador e fundador da igreja cristã. Para os cristãos, Ele é o Senhor de suas vidas. Embora tenha vivido na terra somente 33 anos, tem exercido grande impacto nas pessoas – mesmo naqueles que não crêem que Ele é o Filho de DEUS. JESUS CRISTO é descrito em detalhe na Bíblia – sua vida, obra e ensinamentos – nos Evangelhos, cada um focando diferentes ângulos. Mateus o apresenta como o esperado Rei do povo judeu. Marcos o mostra como servo de todos. Lucas tende a destacar seu caráter compassivo e bondoso para com os pobres. João descreve um relacionamento amoroso com JESUS e sua intimidade com o PAI. No entanto todos concordam que JESUS é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.
 
(b) A VIDA DE JESUS A história contada nos Evangelhos abrange estágios que vão da encarnação de CRISTO, ou sua entrada no mundo, até sua morte na cruz. A apresentação total da vida de CRISTO está centrada na cruz e na sua ressurreição triunfal.
 
(c) A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS João começa o seu Evangelho com uma referência à Palavra (João 1:1), e com isso dá uma visão gloriosa de JESUS, que existia mesmo antes da criação do mundo (1:2). JESUS tomou parte no ato da criação (1:3). Entretanto, o nascimento de JESUS foi ao mesmo tempo um ato de humilhação e de iluminação. A luz brilhou, mas o mundo preferiu permanecer nas trevas (1:4-5, 10).
 
(d) O NASCIMENTO VIRGINAL DE JESUS Mateus e Lucas contam que JESUS CRISTO foi concebido pelo ESPÍRITO SANTO e nascido de Maria, que era virgem. Para ser DEUS e homem, JESUS não poderia ter sido concebido naturalmente, pois herdaria o pecado de Adão. Profetizado por Isaías e Acaz (Isaías 7:10-14), seu nascimento miraculoso não foi um fato sem importância – é o cerne da história de JESUS. O nascimento virginal é prova da Encarnação de JESUS e de que CRISTO era realmente DEUS. JESUS passou sua infância em Nazaré e aos 12 anos foi achado no templo conversando com os doutores da lei.
 
(e) O BATISMO DE JESUS JESUS veio ao mundo com uma missão e embora não fosse pecador, decidiu se submeter ao batismo para mostrar que estava preparado para levar a carga de pecados da humanidade. O batismo é um símbolo da morte do homem, sepultamento de seus pecados e ressurreição de uma nova criatura em CRISTO. É uma visão externa da mudança interna de uma pessoa. A parte mais importante do batismo de JESUS foi a voz que desceu do céu, declarando prazer no Filho amado (Mateus 3:17). Esse pronunciamento de DEUS foi o verdadeiro início do ministério de JESUS; o Pai lhe dava total aprovação para sua obra. Outro fato importante foi a manifestação do ESPÍRITO SANTO sob a forma simbólica de uma pomba (3:16).
 
(f) OS DIAS FINAIS EM JERUSALÉM Incomodados com a crescente popularidade de JESUS, os líderes religiosos procuravam achá-lo em falta. JESUS começou a preparar seus discípulos, instruindo-os sobre eventos futuros, especialmente o fim do mundo. Reafirmou-lhes a certeza de sua volta e mencionou vários sinais que a precederiam (Mateus 24-25; Marcos 13; Lucas 21). Desafiou-os a estarem vigilantes (Mateus 25:13) e diligentes (25:14-30). Com isso preparava o caminho para os eventos da prisão, julgamento, sofrimento e crucificação que se seguiram. Na noite anterior à sua prisão, porém, tomou com eles a Ceia do Senhor e lhes explicou o significado da sua morte (Mateus 26:26-30; Marcos 14:22-25; Lucas 22:19-20; 1 Coríntios 11:23-26). Através do pão e do vinho, que simbolizavam seu corpo partido e seu sangue derramado pelos pecadores, instituiu um memorial que selava uma nova aliança.
 
(g) JULGAMENTO E CRUCIFICAÇÃO Levado à presença das autoridades, JESUS foi interrogado (Mateus 27:1-2; Marcos 15:1; Lucas 23:1; João 18:28; Lucas 23:7-12) e julgado inocente por Pilatos. Mas seus inimigos escarneciam dele e incitavam a multidão pedindo sua morte. Pilatos entregou-o para ser crucificado. Foi pregado numa cruz, sofreu zombarias, açoites e humilhações, mas ainda assim expressou compaixão pelo criminoso arrependido crucificado ao seu lado (Lucas 23:39-43). Também comoveu-se por sua mãe (João 19:25-27), orou ao Pai pelo perdão daqueles que o crucificaram (Lucas 23:34) e com um grande grito, expirou (Marcos 15:37). Naquele momento houve escuridão e um terremoto, como se a natureza reconhecesse o significado daquele evento. O véu do templo de Jerusalém se partiu ao meio, não mais servindo como barreira ao lugar SANTO dos Santos. A morte de JESUS abriu o caminho para todas pessoas chegarem livremente à presença de DEUS e adorá-lo. Ele pagou por nossos pecados e nos trouxe de volta para o Pai.
 
(h) SEPULTAMENTO, RESSURREIÇÃO E ASCENSÃO O corpo de JESUS foi colocado numa tumba emprestada (Mateus 27:57-60; João 19:39) que, depois de 3 dias foi encontrada vazia (João 20:2-10). Cumprira-se a Escritura: JESUS ressuscitara. Seu aparecimento aos discípulos causou dúvida (João 20:24-29) e espanto. JESUS ressuscitou glorificado em forma humana, porém não foi reconhecido de imediato. (João 20:15-16). Seus aparecimentos foram ocasiões de alegria e ensinamentos (Lucas 24:44 e Atos 1:3). A ressurreição transformou a tragédia em vitória. Sua ascensão aos céus aconteceu 40 dias depois da ressurreição. JESUS foi juntar-se ao Pai em glória (Lucas 24:51; João 20:17; Atos 1:9-11).
 
 
 
 
I. A ENCARNAÇÃO DO VERBO DE DEUS
Para que pudéssemos ser salvos era preciso um salvador com as seguintes características:
Ser homem - Santo - Sem Pecado - Capaz de se oferecer a si mesmo pelos pecados da humanidade - Capaz de substituir o homem em sua condenação - Com estreita comunhão com DEUS para fazer sinais e prodígios na pregação do evangelho  - Ser descendente de Davi - etc...
DEUS é ESPÍRITO, e para se fazer homem teria que nascer na Terra como homem, tomar a forma de homem.
O Evangelho segundo Mateus começa com a genealogia de JESUS CRISTO, a qual retrata a linhagem ancestral de JESUS pela linha paterna (a de José), segundo o costume judaico (v. 16). José não era o pai biológico de JESUS, contudo era o pai legal (v. 20). Mateus fez assim a fim de comprovar aos judeus que JESUS era o Messias esperado, que governaria eternamente o povo de DEUS (cf. Is 11.1-5), pois DEUS prometera que o Messias seria um descendente da família de Davi (2 Sm 7.12-19; Jr 23.5), bem como da de Abraão (Gn 12.3; Gl 3.16).
É evidente que materialmente ou carnalmente falando, JESUS para os judeus seria muito importante desde que fosse descendente do grande rei Davi, porém, espiritualmente falando, a descendência de Davi serviria para mostrar a humanização e humilhação de JESUS, pois DEUS não descende de homem, DEUS é DEUS.
 
1. O Verbo de DEUS.
1.1 O VERBO. João começa seu Evangelho denominando JESUS de "o Verbo" (gr. Logos). Mediante este título de CRISTO, João o apresenta como a Palavra de DEUS personificada e declara que nestes últimos dias DEUS nos falou através do seu Filho (cf. Hb 1.1). As Escrituras declaram que JESUS CRISTO é a sabedoria multiforme de DEUS (1 Co 1.30; Ef 3.10,11; Cl 2.2,3) e a perfeita revelação da natureza e da pessoa de DEUS (Jo 1.3-5, 14,18; Cl 2.9). Assim como as palavras de um homem revelam o seu coração e mente, assim também CRISTO, como "o Verbo", revela o coração e a mente de DEUS (14.9).
João nos apresenta três características principais de JESUS CRISTO como "o Verbo":
(1) O relacionamento entre o Verbo e o Pai.
(a) CRISTO preexistia "com DEUS" antes da criação do mundo (cf. Cl 1.15,19). Ele era uma pessoa existente desde a eternidade, distinto de DEUS Pai, mas em eterna comunhão com Ele.
(b) CRISTO era divino ("o Verbo era DEUS"), e tinha a mesma natureza do Pai (Cl 2.9; ver Mc 1.11).
(2) O relacionamento entre o Verbo e o mundo. Foi por intermédio de CRISTO que DEUS Pai criou o mundo e o sustenta (v. 3; Cl 1.17; Hb 1.2; 1 Co 8.6). (3) O relacionamento entre o Verbo e a humanidade. "E o Verbo se fez carne" (v. 14). Em JESUS, DEUS tornou-se um ser humano com a mesma natureza do homem, mas sem pecado. Este é o postulado básico da encarnação: CRISTO deixou o céu e experimentou a condição da vida e do ambiente humanos ao entrar no mundo pela porta do nascimento humano ou físico (ver Mt 1.23).
 
O NASCIMENTO DE JESUS. Tanto Mateus quanto Lucas declaram de modo específico e inequívoco que JESUS veio a este mundo como resultado de um ato milagroso de DEUS. Foi concebido mediante o ESPÍRITO SANTO e nasceu de uma virgem, Maria (Mt 1.18,23; Lc 1.27). Devido à sua concepção milagrosa, JESUS era um “santo” (1.35), i.e., livre de toda mácula do pecado. Por isto, Ele era digno de carregar sobre si a culpa dos nossos pecados e expiá-los (ver Mt 1.23). Sem um Salvador perfeito e sem pecado, não poderíamos jamais obter a redenção.
 
2. O esvaziamento de CRISTO. Em sua encarnação, o CRISTO tornou-se em tudo semelhante a nós, exceto quanto à natureza pecaminosa e ao pecado (Fp 2.7,8 - ARA).
Fp 2.6 que, sendo em forma de DEUS, não teve por usurpação ser igual a DEUS. 7 Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.
 
Esvaziamento: Do grego ekenosen, "esvaziar". Doutrina que trata da auto-renúncia de JESUS ao assumir a natureza humana, porém, sem deixar de ser DEUS. Esvaziou-se de sua glória, não de sua divindade.
 
2.6 SENDO EM FORMA DE DEUS. JESUS sempre foi DEUS pela sua própria natureza e igual ao Pai antes, durante e depois da sua permanência na terra (ver Jo 1.1; 8.58; 17.24; Cl 1.15,17; ver Mc 1.11; Jo 20.28). CRISTO, no entanto, não se apegou aos seus direitos divinos, mas abriu mão dos seus privilégios e glória no céu, a fim de que nós, na terra, fôssemos salvos.
 
2.7 ANIQUILOU-SE A SI MESMO. O texto grego do qual foi traduzida esta frase, diz literalmente, que ele "se esvaziou", i.e., deixou de lado sua glória celestial (Jo 17.4), posição (Jo 5.30; Hb 5.8), riquezas (2 Co 8.9), direitos (Lc 22.27; Mt 20.28) e o uso de prerrogativas divinas (Jo 5.19; 8.28; 14.10). Esse "esvaziar-se" importava não somente em restrição voluntária dos seus atributos e privilégios divinos, mas também na aceitação do sofrimento, da incompreensão, dos maus tratos, do ódio e, finalmente, da morte de maldição na cruz (vv. 7,8).

2.7 A FORMA DE SERVO... SEMELHANTE AOS HOMENS. Para trechos na Bíblia que tratam de CRISTO assumindo a forma de servo, ver Mc 13.32; Lc 2.40-52; Rm 8.3; 2 Co 8.9; Hb 2.7,14. Embora permanecesse em tudo divino, CRISTO tomou sobre si uma natureza humana com suas tentações, humilhações e fraquezas, porém sem pecado (vv. 7,8; Hb 4.15).
 
 
 
 

 
3. A concepção virginal do Filho de DEUS. Na concepção do Verbo de DEUS, não houve o que se convencionou chamar de nascimento virginal; o que realmente se deu foi o mistério da concepção virginal, conforme profetizou Isaías: "Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e serão seu nome Emanuel" Os 7.14; Mt 1.25-24; Lc 1.35). Seu nascimento ocorreu em Belém conforme o registro de Lc 2.3-12.
Maria, como as demais mulheres, sentiu as dores de parto ao dar à luz a CRISTO; e, JESUS, à nossa semelhança, deixou o ventre materno, natural e não sobrenaturalmente, ao nascer em Belém de Judá. Portanto, se o seu nascimento foi natural, a sua concepção, frisamos, foi um ato miraculoso operado pelo ESPÍRITO SANTO, conforme registra Lucas 1.30-35.
 
Lc 2.7 E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.11 pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é CRISTO, o Senhor.
2.11 O SALVADOR... CRISTO, O SENHOR. Na ocasião do seu nascimento, JESUS é chamado Salvador .
(1) Como Salvador, veio nos libertar do pecado, do domínio de Satanás, do mundo ímpio, do medo, da morte e da condenação pelas nossas transgressões (ver Mt 1.21).
(2) O Salvador também é CRISTO, o Senhor . Foi ungido como o Messias de DEUS, e o Senhor que reina sobre o seu povo (ver Mt 1.1). Ninguém pode ter CRISTO como Salvador, enquanto o recusar como Senhor.
NUMA MANJEDOURA. CRISTO nasceu numa estrebaria, onde guardavam gado, situada talvez numa caverna ou embaixo da casa ou da estalagem. A manjedoura era uma espécie de gamela onde o gado se alimentava. O nascimento do Salvador, o maior evento de toda a História, ocorreu em circunstâncias, as mais humildes. JESUS, sendo o Rei dos reis, não nasceu nesta vida como rei, nem viveu como um rei aqui na terra. Os filhos de DEUS são sacerdotes e reis, mas nesta vida devemos ser como Ele era, humilde e simples.
 
II. OS TRÊS OFÍCIOS DE CRISTO
CRISTO, o título oficial dado a JESUS no Novo Testamento , descreve JESUS como o ungido Salvador. A palavra vem do Grego Christos, que é a tradução do Hebraico Messias (João 1:41). Ambos os termos são originários do significado do verbo ungir com óleo sagrado, daí a expressão Ungido. Esses nomes dados a JESUS expressam a idéia que DEUS ungiu JESUS para salvar o seu povo. No Novo Testamento, o título é usado em combinação com o seu nome de nascimento, JESUS CRISTO (Mateus 1:1; Marcos 1:1; Romanos 1:4), CRISTO JESUS (Romanos 1:1; 1 Coríntios 1:1), com o artigo  (Romanos 7:4), ou com outro título Senhor (Romanos 16:18). É também usado como um nome substituto ou título para JESUS, a única palavra a ser usada dessa maneira (João 20:31; Romanos 15:3; Hebreus 3:6;5:5 ; 1 Pedro 1:11, 19).
 
1. O Profeta que havia de vir.
 Textos específicos do AT citados no NT.
Certos trechos do AT são manifestamente profecias sobre CRISTO, porque o NT os cita como tais. Por exemplo, Mateus cita Is 7.14 para comprovar que o AT profetizava aí o nascimento virginal de CRISTO (Mt 1.23), e Mq 5.2 para comprovar que JESUS devia nascer em Belém (Mt 2.6). Marcos observa aos seus leitores (Mc 1.2,3) que a vinda de João Batista como precursor de CRISTO fora profetizada tanto por Isaías (Is 40.3), quanto por Malaquias (Ml 3.1). Zacarias predisse a entrada triunfante de JESUS em Jerusalém no domingo que precede a Páscoa (Zc 9.9; cf. Mt 21.1-5; Jo 12.14,15). A experiência de Davi, descrita  no Sl 22.18, prenuncia os soldados ao derredor da cruz, dividindo entre si as vestes de JESUS (Jo 19.23,24), e sua declaração no Sl 16.8-11 é interpretada como uma clara predição da ressurreição de JESUS (At 2.25-32; 13.35-37). 
O livro de Hebreus afirma que Melquisedeque (cf. Gn 14.18-20; Sl 110.4) é um tipo de CRISTO, nosso eterno Sumo Sacerdote. Muitos outros exemplos poderiam ser citados.
 Alusões a passagens do AT pelos escritores do NT.
Outra forma de revelação de CRISTO no AT consiste em passos do NT que, mesmo sem citação direta, referem-se a pessoas, eventos, ou objetos do AT prefigurando profeticamente a CRISTO. Por exemplo, no primeiro de todos os textos proféticos da Bíblia (Gn 3.15), DEUS promete que enviará o descendente da mulher para ferir a cabeça da serpente. Certamente, Paulo tinha em mente esse trecho quando declarou que CRISTO nasceu de mulher para redimir os que estavam debaixo da lei (Gl 4.4,5; cf. Rm 16.20).
João, igualmente, declara que o Filho de DEUS veio “para desfazer as obras do diabo” (1Jo 3.8). A referência de João Batista a JESUS como Cordeiro de DEUS que tira o pecado do mundo (Jo 1.29,36), recua a Lv 16 e Is 53.7. A referência de Paulo a JESUS como “nossa páscoa” (1Co 5.7) revela que o sacrifício do cordeiro pascal profetizava a morte de CRISTO em nosso favor (Êx 12.1-14). O próprio JESUS declarou que o ato de Moisés, ao levantar a serpente no deserto (Nm 21.4-9) era uma profecia a respeito dEle, quando pendurado na cruz. E quando João diz que JESUS, o Verbo de DEUS, participou da criação de todas as coisas (Jo 1.1-3), não podemos deixar de pensar em Sl 33.6: “Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus” (cf. Hb 1.3,10-12). Essas são apenas algumas das alusões no NT a passos do AT referentes a CRISTO.
  Quando JESUS fez referência ao cumprimento da profecia de Isaías acerca do poder do ESPÍRITO SANTO sobre Ele, usou também a mesma passagem para sintetizar o conteúdo do seu ministério, a saber: pregação, cura e libertação (Is 61.1,2; Lc 4.16-19).
(1) O ESPÍRITO SANTO ungiu JESUS e o capacitou para a sua missão. JESUS era DEUS (Jo 1.1), mas Ele também era homem (1Tm 2.5). Como ser humano, Ele dependia da ajuda e do poder do ESPÍRITO SANTO para cumprir as suas responsabilidades diante de DEUS (cf. Mt 12.28; LC 4.1,14; Rm
8.11; Hb 9.14).
(2) Somente como homem ungido pelo ESPÍRITO, JESUS podia viver, servir e proclamar o evangelho (At 10.38). Nisto, Ele é um exemplo perfeito para o cristão; cada crente deve receber a plenitude do ESPÍRITO SANTO (ver At 1.8; 2.4).

 
2. O Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque.
A INTERCESSÃO DE CRISTO
(1) JESUS, no seu ministério terreno, orava pelos perdidos, os quais Ele viera buscar e salvar (Lc 19.10). Chorou, quebrantado, por causa da indiferença da cidade de Jerusalém (Lc 19.41). Orava pelos seus discípulos, tanto individualmente (ver Lc 22.32) como pelo grupo todo (Jo 17.6-26). Orou até por seus inimigos, quando pendurado na cruz (Lc 23.34).
(2) Um aspecto permanente do ministério atual de CRISTO é o de interceder pelos crentes diante do trono de DEUS (Rm 8.34; Hb 7.25; 9.24; ver 7.25 ); João refere-se a JESUS como “um Advogado para com o Pai” (ver 1Jo 2.1 ). A intercessão de CRISTO é essencial à nossa salvação (cf. Is 53.12). Sem a sua graça, misericórdia e ajuda, que recebemos mediante a sua intercessão, nós nos desviaríamos de DEUS e voltaríamos à escravidão do pecado.Sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, foi o Senhor JESUS, no sacrifício vicário do Gólgota, o oficiante e a vítima ao oferecer-se, de uma vez por todas, para resgatar-nos de nossos pecados (Hb 7.26-28).
 
3. O Rei dos reis.
Após a sua ressurreição, e já prestes a subir ao Pai, afirmou: "É-me dado todo o poder no céu e na terra" (Mt 28.18). Naquele momento, assumia JESUS o governo não somente do mundo, como de Israel e da Igreja. Ele é o soberano dos reis da terra (Ap 1.5). É o rei de Israel e cabeça da Igreja (Jo 1.49; Cl 1.18). Como herdeiro do trono de Davi, assumirá o governo do mundo durante o Milênio, levando as nações remanescentes à plena obediência (Is 11.1-10; Ap 19.16).
Mt 1.1 CRISTO.
O termo CRISTO (gr. Christos) quer dizer ungido . É a forma grega do hebraico Messias (Dn 9.25,26).
(1) Desde o início do seu Evangelho, Mateus afirma que JESUS é o Ungido de DEUS, ungido com o ESPÍRITO SANTO (cf. Is 61.1; Lc 4.18; Jo 3.34; At 10.38).
(2) Foi ungido como Profeta, para trazer conhecimento e verdade (Dt 18.15); como Sacerdote, para oferecer o supremo sacrifício e expiar nossas culpas (Sl 110.4; Hb 10.10-14); e como Rei, para governar, guiar e estabelecer o reino da justiça (Zc 9.9).
Mt 1.1 O FILHO DE DAVI.
(1) Mateus comprova que JESUS foi um descendente legal de Davi, levantando a genealogia de José, o qual era da casa de Davi. Embora JESUS tenha sido concebido pelo ESPÍRITO SANTO, contudo Ele foi formalmente registrado como filho de José e, portanto, tornou-se legalmente um descendente de Davi.
(2) A genealogia por Lucas (ver Lc 3.23) mostra a linhagem de JESUS através dos ascendentes de Maria, sua mãe, que também era da linhagem davídica. Lucas enfatiza que Ele procede da carne (i.e., filho) de Maria e, portanto, um como nós (cf. Rm 1.3). Assim, os escritores dos Evangelhos declaram o direito legal e também físico de JESUS ao messiado.
 
 
III. A MORTE VICÁRIA E A RESSURREIÇÃO DE CRISTO
1. A morte vicária de CRISTO.
O livro de Hebreus conta que o diabo, que governa o mundo, é o senhor da morte (Hebreus 2;14). É fácil pensar na morte como um poder demoníaco que governava o mundo até que CRISTO, o único que teve poder para vencer a morte em favor de todas as pessoas, finalmente a conquistasse. Quando CRISTO morreu, foi enterrado e ressuscitou ao terceiro dia, o poder que a morte tinha sobre o mundo foi permanentemente quebrado. O Novo Testamento descreve a vitória de JESUS sobre a morte de várias maneiras. Em Filipenses 2:8 lemos que JESUS foi obediente até a morte. Em outra epístola, Paulo diz que "Ele morreu por todos" como sacrifício pelo pecado de todas as pessoas (II Coríntios 5:15). Pedro descreve como JESUS desceu ao Hades (lugar da morte) para conquistá-la (I Pedro 3: 18-19). Sendo o único ser imortal, DEUS é a fonte de toda a vida, e somente podemos viver se tivermos um relacionamento com Ele. A morte e ressurreição de CRISTO proporcionam às pessoas a oportunidade de restaurar sua comunhão com DEUS. "Se alguém está em CRISTO, é nova criatura; as coisas antigas já passaram, eis que se fizeram novas" (II Coríntios 5:17). Todas as pessoas que estabelecem um compromisso real com JESUS passam imediatamente da morte para a vida, e todas que obedecem as palavras de DEUS terão a vida eterna.
 Porque aqueles que JESUS veio redimir são carne e sangue (i.e., são humanos), Ele também teve que tomar sobre si a natureza humana, pois somente como ser humano genuíno Ele teria as qualificações para redimir a raça humana do poder de Satanás. CRISTO morreu para destruir o poder de Satanás sobre aqueles que crêem (cf. 1 Jo 3.8) e, para livrá-los do temor da morte (Ap 1.18), ao prometer-lhes a vida eterna com DEUS (Jo 17.3; Ap 21-22).
 
2. A ressurreição de JESUS.
Mateus 28:1-10 Mas o anjo disse às mulheres: Não temais vós; pois eu sei que buscais a JESUS, que foi crucificado. Não está aqui, porque ressurgiu, como ele disse. Vinde, vede o lugar onde jazia; (Mateus 28:5-6)
A RESSURREIÇÃO DE JESUS É O ALICERCE DA FÉ CRISTÃ. A ressurreição é a chave para a fé cristã. Porque?
(1) Como ele havia prometido, ele ressurgiu dos mortos. Nós podemos estar confiantes, portanto, que ele cumprirá tudo que ele prometeu.
(2) A ressurreição do corpo nos mostra que o CRISTO vivo é soberano no reino eterno de DEUS, não um falso profeta ou impostor.
(3) Nós podemos ter certeza de nossa ressurreição porque ele foi ressuscitado. A morte não é o fim, existe a vida após a morte.
(4) O poder que trouxe JESUS de volta a vida está disponível para nós trazermos o nosso ser espiritual morto de volta a vida.
(5) A Ressurreição é à base do testemunho da igreja para o mundo. JESUS é mais que um líder humano, ele é o Filho de DEUS.
 
A RESSURREIÇÃO É O PONTO DECISIVO DA FÉ CRISTÃ
 1 Coríntios 15:1-11 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que CRISTO morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; (1 Coríntios 15:3-4)
A RESSURREIÇÃO É O PONTO DECISIVO DA FÉ CRISTÃ
Sempre haverá pessoas dizendo que JESUS não ressurgiu dos mortos. Paulo nos garante que muitas pessoas viram JESUS depois de sua ressurreição: Pedro, o discípulo (os Doze), Mais de quinhentos crentes (a maioria ainda estavam vivos quando Paulo escreveu isto), Thiago (irmão de JESUS), todos os apóstolos e finalmente Paulo em si. A Ressurreição é um fato histórico. Não seja desencorajado por pessoas que negam a Ressurreição. Seja cheio de esperança, pois um dia todos virão a prova viva quando JESUS voltar.
 
Distorções da Personalidade de JESUS nas seitas e heresias:
 
 
 
 

 
 
 
Gnosticismo:
Nome derivado do termo grego gnosis (conhecimento), os gnósticos tornaram-se uma seita que defendia a posse de conhecimentos secretos que, segundo eles, tornava-os superiores aos cristãos comuns que não tinham o mesmo privilégio. O movimento surgiu a partir das filosofias pagãs anteriores ao Cristianismo, que floresciam na Babilônia, Egito, Síria e Grécia (Macedônia). Ao combinar filosofia pagã, alguns elementos da Astrologia e mistérios das religiões gregas com as doutrinas apostólicas do Cristianismo, o gnosticismo tornou-se uma forte influência na Igreja.
A premissa básica do gnosticismo é uma cosmovisão dualista. O Supremo Deus Pai emanava do mundo espiritual "bom". A partir dele, procediam sucessivos seres finitos (éons), quando um deles (Sofia) deu à luz a Demiurgo (deus criador), que criou o mundo material "mau", juntamente com todos os elementos orgânicos e inorgânicos que o constituem.
Cristãos gnósticos, como Marcião (160 d. C.) e Valentim, ensinavam que a salvação vem por meio de um desses éons, Cristo, que se esgueirou através dos poderes das trevas para transmitir o conhecimento secreto (gnosis) e libertar os espíritos da luz, cativos no mundo material terreno, para conduzi-los ao mundo espiritual mais elevado. Cristo, embora parecesse ser um homem, nunca assumiu um corpo físico; portanto, não foi sujeito às fraquezas e emoções humanas. Jesus não veio em carne!
 
Apolinarismo:
Fundador
Apolinário de Laodicéia (310-390 d.C.) tentou criar um modo de explicar a natureza de Jesus, sua humanidade e divindade.
Ensino
Ele ensinava que o homem era composto de corpo, alma e espírito, e que, em Jesus, o espírito do homem fora substituído pelo Logos, ou, pela segunda pessoa da Trindade.  Assim afirmando, Apolinário negava a humanidade de Jesus,  pois este, estaria num corpo, de certa forma, emprestado.  Nessa visão, Cristo não era totalmente humano, mas sim, um espírito que se 'incorporava' nos homens.  A idéia de que Jesus era apenas uma parte do todo sempre esteve presente na Igreja.
Mesmo hoje, vemos com freqüência uma espiritualização exagerada da pessoa de Jesus Cristo, como se Ele não tivesse um corpo, ou como se Ele, sendo Deus, fez e suportou tudo o que passou por ser Deus.  Isso não é verdadeiro.  Jesus era um homem completo como nós o somos, e como homem completo (ver carta Aos Hebreus) passou por tudo e tudo fez conforme as Escrituras por sua obediência ao Pai e pelo seu andar com Ele.  Se Jesus foi diferente do homem comum em alguma coisa, isso foi em sua relação com o Pai, a sua inteira entrega e comunhão com Deus.
 
Monofisismo ou eutiquianismo:
O Monofisismo é uma doutrina cristológica do século V, elaborada por Eutiques em reação ao Nestorianismo, admitia em Jesus Cristo uma só natureza, a divina.
Esta doutrina, considerada heresia para os segmentos majoritários do cristianismo, era originária do Egito e estendeu-se progressivamente à Palestina e à Síria. Erroneamente é comum no ocidente dizer que as Igrejas não-Calcedonianas ( Igreja Apostólica Armênia; a Igreja Ortodoxa Síria; e a Igreja Ortodoxa Copta, do Egito e da Etiópia) são monofisitas, mas na realidade são miafisitas.
 
Kenoticismo:
Os kenoticistas interpretaram mal Filipenses 2.7 , pregando que Cristo ao encarnar-se, despiu-se de todos os atributos divinos para reassumi-los após
a ressurreição.
A União das Duas Naturezas em um Único Cristo Pessoal *   Na pessoa de Cristo existe uma natureza humana completa - corpo, alma e espírito - e uma natureza divina completa, com todos os seus atributos.
Estas duas naturezas constituem uma só Pessoa e não duas. Podia-se pensar que a natureza humana de Jesus constituísse uma pessoa e
que o *Logos*, ou a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, constituísse por Seu turno uma pessoa, e que, portanto, havia duas pessoas.
Mas a natureza humana de Jesus nunca foi uma pessoa separada, nem tinha existência separada da natureza divina, não tinha subsistência individual. O *Logos* não se uniu com uma pessoa humana, mas com uma natureza humana.
Além disto, as duas naturezas nunca se relacionam como as outras Pessoas da Santíssima Trindade.
E também, quando se fala da Pessoa de Cristo, os termos aplicados a cada uma das naturezas, nunca dão a entender que se trata de duas pessoas diferentes.
Coisas que se afirmam acerca da Pessoa de Cristo, mas somente se referem à Sua natureza divina:
"...antes que Abraão existisse, Eu Sou" (Jo 8.58 ).
"...glorifica- Me Tu, ó Pai, junto de Ti mesmo, com aquela glória que
tinha Contigo antes que o mundo existisse" (Jo 17.5).
 
 
 
 
Resumo de quando JESUS agiu como DEUS:
No Monte da transfiguração, Ao perdoar pecados, ao aceitar adoração, ao dizer "EU SOU", ao receber anjos e dominar sobre eles, ao se encontrar com a legião de demônios (viestes atormentar-nos antes do tempo, permitiu que entrassem nos porcos), etc...  
 
 
 
 
 
Outra prova de que JESUS é 100% homem e % DEUS é a Transfiguração, onde JESUS se revela em sua Glória para seus 3 principais discípulos.
Ele está lhes mostrando quem é Ele agora em sua glória, pois aqui na Terra viveu sem a mesma para se humilhar e tomar a forma de servo.
 
 
 
 
A maior prova da Divindade de JESUS enquanto homem, aqui na Terra está em sua declaração "EU SOU".
João 8:58 Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, eu sou.
Uma clara demonstração de sua divindade, pois é a mesma expressão utilizada por DEUS pai para falar a Moisés na Sarça Ardente.
 
 
 
 
 
 
RESUMO DA LIÇÃO 3 - CPAD
INTRODUÇÃO
Ele é o Eterno e verdadeiro DEUS, e ao mesmo tempo, verdadeiro e perfeito homem
I-  A NATUREZA HUMANA DE JESUS
1- "Nasceu da descendência de Davi segundo a carne" (v.3)
2- Características humanas.
II- A NATUREZA DIVINA DE JESUS
1- Explícita na declaração "Filho de DEUS" (v.4)
2- Explícita em seu ministério terreno.
III- PRINCIPAIS HERESIAS SOBRE AS NATUREZAS DE JESUS
1- Gnosticismo.
2- Apolinarismo.
3- Monofisismo.
IV- A UNIÃO DAS DUAS NATUREZAS DE JESUS
1- O prefeito homem e o perfeito DEUS.
2- O kenoticismo.
CONCLUSÃO
Ele é verdadeiro homem e verdadeiro DEUS.
 
SINOPSE DO TÓPICO (1 )
Embora gerado pela ação sobrenatural do ESPÍRITO SANTO, JESUS  possuía todos os atributos humanos, exceto o pecado: sentiu sede, fome, sede e cansaço.
SINOPSE DO TÓPICO (2)
A natureza divina de JESUS  é comprovada pelo seu extraordinário ministério terreno, seus nomes e títulos, e por suas incontestáveis declarações explícitas."
SINOPSE DO TÓPICO (3)
O gnosticismo, apolinarismo e monofisismo são heresias históricas que se opuseram à doutrina das duas naturezas divinas de CRISTO.
SINOPSE DO TÓPICO (4)
Ao contrário do que afirma o kenoticismo, as naturezas divina e humana de JESUS  coexistem com suas diferenças, mantendo suas características peculiares na pessoa única de JESUS : Ele é perfeito em humanidade e deidade.
 
 
CONCLUSÃO
Soube o apóstolo Paulo sintetizar, de maneira singular a vida de Nosso Senhor em 1 Tm 3.16. "E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido acima, na glória".
Esse é o CRISTO que pregamos. Verdadeiro homem e verdadeiro DEUS. Somente nEle e através dEle pode o ser humano obter a vida eterna. Sem CRISTO, ninguém chegará a DEUS. Amém.
 
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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 3 - JESUS CRISTO, VERDADEIRO HOMEM, VERDADEIRO DEUS.
Responder conforma a revista da CPAD - 1º trimestre de 2008
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
 Eles são descendentes dos _________________________; e, como ser humano, CRISTO pertence à ___________________deles. Que CRISTO, que é o _________________________ que governa todos, seja louvado para sempre! Amém!
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Assim como é _________________________ negar a ______________________________ de CRISTO, também é heresia negar-lhe a _______________________________________e. A natureza divina e a humana estão juntas na pessoa única de JESUS CRISTO.
 
 
INTRODUÇÃO
3- De quais naturezas de CRISTO esta lição fala?
(    ) A celestial e a espiritual.
(    ) A humana e a divina.
(    ) A humana e a terrena.
 
4- JESUS viveu entre nós, empregando as qualificações e características humanas, exceto uma, qual?
(    ) O pecado.
(    ) A aparência física.
(    ) O jeito de se vestir.

I. A NATUREZA HUMANA DE JESUS
5- A Bíblia mostra a humanidade de JESUS , inclusive sua linhagem (SI 22.22; Fp 2.6-11; 1 Tm 2.5; 2 Tm 2.8). Sua genealogia encontra-se em Mateus 1.1-17 e Lucas 3.2.38. Quais as características humanas que JESUS possuía e são reveladas nos evangelhos?
Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Nascera de uma mulher.
(    ) Teve irmãos e irmãs.
(    ) O pecado.
(    ) Sentiu sono, fome, sede e cansaço.
(    ) Sofreu, chorou, angustiou-se.
(    ) Sua glória.
(    ) Passou pela agonia da morte.

II. A NATUREZA DIVINA DE JESUS
6- Quais os atributos divinos de JESUS?
(    ) Onipresença, onipenitência, onisciência e longevidade entre outros.
(    ) Onipresença, onipotência, onisciência e eternidade entre outros.
(    ) Onisença, onipotência, onisciência e paternidade entre outros.

7- Complete:
JESUS  _______________________ disse "eu acho", "eu penso", "eu suponho"; jamais ______________________ não poder resolver este ou aquele problema. Para o Mestre, não há impossível. JESUS  não somente declarou ser DEUS, mas revelou suas qualidades divinas, demonstrando seu poder sobre a natureza, o ___________________, as enfermidades, o inferno, e a morte.

8- Os Evangelhos estão repletos de suas manifestações divinas e sobrenaturais, dê exemplo: Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Perdoou os pecados do paralítico de Cafarnaum.
(    ) Diversas vezes recebeu adoração.
(    ) Sempre esteve entre os pecadores consolando-os.
(    ) Afirmou ser o grande "Eu Sou": "antes que Abraão existisse, eu sou".
 
III- PRINCIPAIS HERESIAS SOBRE AS NATUREZAS DE JESUS
9- O que afirmava o Gnosticismo, sobre a natureza de JESUS?
(    ) Que o Senhor JESUS  jamais teve um espírito como o nosso. Segundo eles, o espírito de CRISTO existia apenas aparentemente.
(    ) Que o Senhor JESUS  jamais teve um corpo humano. Segundo eles, o corpo de CRISTO existiria apenas no céu.
(    ) Que o Senhor JESUS  jamais teve um corpo como o nosso. Segundo eles, o corpo de CRISTO existia apenas aparentemente.

10- Dê a refutação do gnosticismo: Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) A Bíblia é incisiva: "O Verbo se fez carne".
(    ) DEUS é só Espírito.
(    ) "todo o espírito que não confessa que JESUS CRISTO veio em carne não é de DEUS".

11- O que afirmava o Apolinarismo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Afirmava que JESUS  não tinha espírito humano porque, em sua encarnação, o "Logos" ocupou o lugar da alma.
(    ) Afirmava que só existia salvação em JESUS como homem.
(    ) Afirmou ainda que, quem põe em CRISTO sua confiança como homem, destitui-se de racionalidade e torna-se indigno de salvação.
 
12- Dê a refutação do Apolinarismo: Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) A Palavra de DEUS afirma que o Senhor JESUS  é o verdadeiro homem.
(    ) Em Hebreus as Escrituras declaram que a humanidade de JESUS  é igual à nossa, exceto quanto ao pecado.
(    ) JESUS só existiu em um corpo humano.
 
13- Complete:
"Pelo que ___________________________ que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e __________________ sumo sacerdote naquilo que é de DEUS, para expiar os pecados do povo. Porque, naquilo que ele mesmo, sendo ___________________, padeceu, pode socorrer aos que são tentados".

14- O que afirma o Monofisismo?
Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Afirma que em JESUS só havia a natureza humana.
(    ) Afirma haver apenas uma única natureza em CRISTO: só a divina ou divina e humana amalgamadas. Ou seja: mista.
(    ) JESUS  teria uma natureza híbrida; nem totalmente DEUS nem totalmente homem.
 
15- Dê a refutação do Monofisismo: Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) A Bíblia ensina que o verdadeiro DEUS veio ao mundo como um verdadeiro homem.
(    ) JESUS se fez homem e deixou de ser DEUS.
(    ) Sendo homem, podia fazer a reconciliação pelos homens.
(    ) Sendo DEUS, a sua reconciliação torna-se infinitamente valiosa.
 
IV. A UNIÃO DAS DUAS NATUREZAS DE JESUS
16- Complete:
Convém ressaltar que JESUS  não é _________________ DEUS nem ______________________ homem. Ele é o perfeito ___________________ JESUS CRISTO (1 Tm 2.5), e o perfeito DEUS, em toda a plenitude "porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (CI 2.9).

17- O que diz a doutrina kenótica? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Diz que JESUS era DEUS somente quando esteve aqui na Terra.
(    ) Diz que JESUS não era DEUS quando esteve aqui na Terra.
(    ) Diz que JESUS não era DEUS quando ressuscitou da Terra.
 
18- Por que kenoticismo afirma que JESUS não era DEUS quando esteve aqui na Terra?
(    ) Por interpretarem acertadamente, em Fp 4.7, o termo "aniquilou-se",ou "esvaziou-se", concernente a CRISTO.
(    ) Por interpretarem erroneamente, em Fp 3.7, o termo "aniquilou-se",ou "esvaziou-se", concernente a CRISTO.
(    ) Por interpretarem erroneamente, em Fp 2.7, o termo "aniquilou-se",ou "esvaziou-se", concernente a CRISTO.
 
19- O que significa esse "esvaziamento" de JESUS? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Que em tudo se fez homem, assumindo todas as formas de ser e existir do homem.
(    ) Não é "esvaziamento" de sua divindade, mas de sua glória.
(    ) JESUS  jamais "deixou no céu" a sua divindade para recuperá-Ia depois.

CONCLUSÃO
20- Complete:
Assim como é herético negar a divindade de CRISTO, da mesma forma o é negar a sua humanidade. Devemos ___________________________e defender a ___________________________________ bíblica a respeito das duas _____________________________ de JESUS , pois, Ele é verdadeiro homem e verdadeiro DEUS.
 
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AJUDA:
CPAD - www.cpad.com.br - Bíblias, livros e revistas.
www.escoladominical.com.br  -  www.ebdweb.com.br com vídeos da EBD
http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/Videosebdnatv.htm   (VÍDEOS da EBD na TV)
BÍBLIA ILUMINA EM CD'S
Nosso novo endereço: http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/
http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/licao3-vc-jesus%20cristo%20verd%20hom%20e%20verd%20deus.htm
www.mail-archive.com/debate_biblico@yahoogrupos.com.br/msg16641.html 10-01-2008
http://pt.wikipedia.org/wiki/Disputas_cristol%C3%B3gicas 10-01-2008
http://www.cacp.org.br/seitasdiversas/indexmenu.aspx?menu=8&submenu=1 10-01-2008
http://www.geocities.com/marquesbrazil/apolinarismo.htm  10-01-2008
 
 
 
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