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TEXTO
ÁUREO
VERDADE
PRÁTICA
O
moralista (2:1-16).
I.
OS MORALISTAS| 1. Nos dias de JESUS. | Afirmavam que os criminosos e depravados estavam sob o juízo divino. |
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Os moralistas, achavam-se completamente seguros, porquanto julgavam-se
perfeitos (Mt 23.25-28). |
| 2. Nos dias de Paulo. | Achavam que podiam ser justificados diante de DEUS através de suas obras morais e religiosas. |
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Se alguém fracassasse na realização destas, perderia parte de sua recompensa,
mas, como descendente de Abraão, haveria de escapar do juízo divino. |
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3. Nos dias atuais. |
Professam a fé cristã sem vivê-la. São apenas religiosos. Não seguem o Salvador. |
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Muitos vêem no batismo a garantia
da vida eterna; esquecem-se, contudo, do compromisso de fidelidade a DEUS. |
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Apesar das boas obras realizadas,
ninguém pode obter a salvação sem primeiro reconhecer que é um pecador incapaz
de, por si próprio, alcançar a justiça divina (10 14.6; 10.9; Tt 3.5), tais
estão sob condenação (Rm 3.9,23). |
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1. DEUS julgará o segredo dos homens.
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Nos vv.1-16 de Romanos 2, a Palavra de DEUS é dirigida aos que se julgam isentos do justo juízo de DEUS, considerando-se justificados por não terem uma vida explicitamente pecaminosa. |
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Os que assim pensam subestimam a justiça de DEUS, tornando-se
irreconciliáveis. |
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Os
religiosos da época de JESUS ostentavam sua auto-justiça, mas foram
severamente reprovados pelo Mestre (Lc 18.18-22; Mt 5.20; 15.1-9). |
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| No Juízo Final, não haverá injustiça, porque o Juiz é infinitamente justo (Gn 18.25; Jr 11.20; 2 Tm 4.8); seu juízo é segundo a verdade (Rm 2.2). | |
| Quanto mais conhecimento acerca da verdade tivermos, mais responsabilizados seremos diante de DEUS. | |
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As
cidades da Galiléia apesar de testemunharem um poderoso ministério de ensino e
de milagres de JESUS, rejeitaram-no como o Messias e Salvador (Mt 11.20-24). |
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2. A verdade divina pela qual o homem
será julgado. |
A bondade e a misericórdia de DEUS têm abençoado a humanidade inteira desde a criação dos céus e da Terra. |
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Todos podemos usufruir do ar,
água, luz, fogo, vida, família, saúde, sustento, pátria, vestuário, descanso,
proteção, paz etc. Ver SI 136.25; 145.16. |
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a) O homem natural. |
Não percebe que a mão de DEUS é que provê todas as coisas por sua longanimidade e graça. |
| Vive em trevas, não enxerga os seus próprios pecados a menos que seja convencido pelo ESPÍRITO SANTO (Jo 16.8). | |
| Não sentem tristeza por pecarem contra DEUS, nem se compungem em seu coração. |
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b) O pecador legalista. |
Julga e condena os outros, considerando-se inculpável diante de DEUS, conforme se vê em Lc 18.9-14. |
| Ele será réu de maior juízo (Mt 23.14). | |
| O hipócrita, pode enganar os homens ao freqüentar a igreja, mas não a DEUS (Mc 12.15; Mt 6.2). | |
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No julgamento, o destino do hipócrita será o mesmo do servo mau: o lago de
fogo onde haverá "pranto e ranger de dentes" (Mt 24.51). |
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3. A culpa do transgressor consciente. |
Os que desprezam as riquezas da benignidade e da longanimidade divina pecam intencionalmente e atraem para si a ira de DEUS (Rm 2.4,5,18-24). |
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Nota-se, no versículo 5, o caráter de culpa cumulativa de uma vida de contínuo
desprezo à bondade de DEUS. |
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"As
riquezas da benignidade" de DEUS (v. 4) são a sua multiforme graça,
longanimidade e providência, abarcando todas as esferas de nossa vida. |
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O objetivo de DEUS, conforme sua infinita graça e benignidade, é convencer o homem do pecado e conduzi-lo ao arrependimento. |
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Quem despreza os cuidados de DEUS
está "entesourando ira" para si (Vv. 4,5). |
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4. As obras e seu julgamento. |
O julgamento de DEUS é segundo a sua verdade, justiça e santidade (Rm 2.2; 3.4; 9.14; SI 96.13; Dt 32.4; Ap 16.7). |
| DEUS não deseja a ruína do pecador, mas a sua salvação (Ez 18.23,32; Is 55.7; Tg 2.Q; Hb 3.7,8; Ap 22.17). | |
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A
única maneira de escaparmos do juízo de DEUS é termos a CRISTO como Salvador e
Senhor (Hb 2.2-4; Lc 13.3,5). |
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As boas obras do crente são
decorrentes da salvação já operada, pela graça de DEUS (Ef 2.8,9). Ou seja:
nós fomos salvos pela fé
para
a prática das boas obras (Tg 2.1420,26; Ef 2.10). |
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CONCLUSÃO |
Esta lição esclarece que o homem redimido por JESUS desfrutará a vida eterna ao seu lado. |
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Quem viver de forma ímpia e pecaminosa não poderá
usufrui-Ia, tornando-se réu do juízo divino. |
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Andemos,
pois, em novidade de vida, para que o nome de DEUS seja eternamente
glorificado. |
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