| Index | Estudos | EBD | Discipulado | Mapas | Igreja | Ervália | Corinhos | Figuras1 | Figuras2 | Vídeos | Fotos |
TEXTO ÁUREO
"DEUS estava em CRISTO reconciliando
consigo o mundo, não Ihes imputando os seus pecados, e
pôs em nós a palavra da reconciliação" (2 Co 5.19).
VERDADE PRÁTICA
o Pai projetou a salvação, o Filho a executou, e
o ESPÍRITO SANTO aplica esta gloriosa obra na vida de todos os que crêem.
LEITURA BÍBLlCA EM CLASSE: 2
Coríntios 5.14,15,17-21.
14 - Porque, o amor de CRISTO nos
constrange, julgando nó assim: que, se um morreu por todos, logo,
todos morreram. 15 - E ele morreu por todos para que os que vivem não
vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.
17 Assim que, se alguém está em CRISTO, as
coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 18 E tudo
isso provém de DEUS, que nos reconciliou consigo mesmo por JESUS CRISTO e
nos deu o ministério da reconciliação, 19 isto é, DEUS
estava em CRISTO reconciliando consigo o mundo, não Ihes imputando os seus
pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação. 20 De
sorte que somos embaixadores da parte de CRISTO, como se DEUS
por nós rogasse. Rogamos-vos, pois, da parte de CRISTO que vos reconcilieis
com DEUS. 21 Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós;
para que, nele, fôssemos feitos justiça de DEUS.
5.17 NOVA CRIATURA É. Mediante a
palavra criativa de DEUS (4.6), os que aceitam JESUS CRISTO pela fé, são
feitos novas criaturas, pertencendo totalmente a DEUS e constituindo o seu
povo, onde impera o ESPÍRITO SANTO (Rm 8.14; Gl 5.25; Ef 2.10). O crente é
uma nova criatura (Gl 6.15; Ef 2.10; 4.24; Cl 3.10), renovada segundo a imagem
de DEUS (4.16; 1 Co 15.49; Ef 4.24; Cl 3.10), que compartilha da sua glória
(3.18), que experimenta a renovação do conhecimento (Cl 3.10) e do
entendimento (Rm 12.2), e que vive em santidade (Ef 4.24).
1. A expiação tipificada
2. A natureza dos sacrifícios no Antigo
Testamento.
a) Holocaustos (Lv 1). b) Oferta de
manjares (Lv 2). c) Sacrifício pacífico (Lv 3). d) Oferta pelo
pecado (Lv 4). e) Oferta pela culpa (Lv 5).
HOLOCAUSTO. O
termo hebraico traduzido por "holocausto" significa "aquilo que
sobe" para DEUS. O sacrifício era totalmente queimado, o que significa que
a total consagração do crente a DEUS é essencial à adoração verdadeira. Ao
mesmo tempo, esse sacrifício abrangia o perdão do pecado (v. 4), o que
realçava o fato de que antes dos adoradores poderem dedicar-se a DEUS, tinham
que estar purificados do pecado (cf. Mt 5.23,24). Segundo o escritor de Hebreus,
JESUS é o cumprimento cabal do holocausto (Hb 10.5-10)
OFERTA DE MANJARES. A
oferta de manjares (ou, melhor, de cereais) era uma dádiva apresentada a DEUS
como ato de adoração, e que simbolizava a dedicação a DEUS, do fruto do
trabalho da pessoa. Subentendia que todo o trabalho humano devia ser feito como
para o Senhor, e que nosso alimento cotidiano deve ser recebido com ações de
graças a Ele (cf. 1 Co 10.31; ver Cl 3.23).
II - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO NO ANTIGO
TESTAMENTO
A CERIMÔNIA DO DIA DA EXPIAÇÃO.
Levíticos 16 descreve o Dia da Expiação, o dia
santo mais importante do ano judaico. Nesse dia, o sumo sacerdote, vestia as
vestes sagradas, e de início preparava-se mediante um banho cerimonial com
água. Em seguida, antes do ato da expiação pelos pecados do povo, ele tinha
de oferecer um novilho pelos seus próprios pecados. A seguir, tomava dois
bodes e, sobre eles, lançava sortes: um tornava-se o bode do sacrifício, e o
outro tornava-se o bode expiatório (16.8). Sacrificava o primeiro bode,
levava seu sangue, entrava no Lugar Santíssimo, para além do véu, e
aspergia aquele sangue sobre o propiciatório, o qual cobria a arca contendo a
lei divina que fora violada pelos israelitas, mas que agora estava coberta
pelo sangue, e assim se fazia expiação pelos pecados da nação inteira
(16.15,16).
Para melhor assimilarmos sobre a redenção
devemos ler sobre o Ano do Jubileu.
Lv 25. 8Também contarás sete semanas de anos,
sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te
serão quarenta e nove anos. 9Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás
passar a trombeta do jubileu; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta
por toda a vossa terra. 10E santificareis o ano qüinquagésimo e apregoareis
liberdade na terra a todos os seus moradores; Ano de Jubileu vos será, e
tornareis, cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua família.
A legislação do jubileu tem como seu tema
básico a libertação daquilo que era preso. Como resultado, lembrava os
israelitas, cada cinqüenta anos, do fato de que, certa vez, o povo de DEUS
tinha estado preso no Egito, vítima de um regime nativo opressor, mas que
tinha sido libertado na ocasião do êxodo por uma demonstração milagrosa do
poder divino. Agora, os israelitas eram cidadãos livres, vivendo na sua
própria terra, que por si só era uma dádiva de DEUS, mas sendo ligados a
Ele por um relacionamento da aliança, estavam apenas livres para servirem a
Ele, com a exclusão de todos os demais deuses. Como nação santa, seus
corações e suas mentes deviam fixar-se em DEUS e na Sua santidade, e não
deveriam pensar em termos de acumular vastos latifúndios no decorrer dos
tempos, a fim de que não sucumbissem ao materialismo das nações
circunvizinhas.
A legislação, portanto, é uma exigência no
sentido que os israelitas sejam obedientes ao Senhor seu DEUS, e O sirvam como
nação santa tanto mais conscientemente durante o período em que muitos dos
seus deveres normais seriam suspensos. Na medida em que os estatutos do ano do
jubileu fossem observados, o evento ocorreria uma só vez no decurso de uma
vida normal.
1-7. Esta legislação, dada no monte Sinai,
antevê o tempo quando os israelitas estariam na ocupação sedentária da
Palestina. O princípio do descanso sabático agora é aplicado a um período
de sete anos, em que o ano final deve ser observado como um sábado ao SENHOR.
Naquele tempo a terra ficará em repouso, ao passo que os pomares e as vinhas
ficarão sem cuidados agrícolas. Durante o ano sabático não deverá haver
qualquer colheita sistemática das culturas que se semeiam a si mesmas, nem
dos frutos tais como as uvas ou os figos. Qualquer coisa desta natureza
pertence a todos, e as pessoas deveriam obter seu alimento onde quer que o
pudessem achar, assim como os israelitas fizeram nas suas peregrinações no
deserto. Esta disposição seria de especial importância para aqueles que
não possuíam terras (cf. Êx 23: 11).
Um israelita necessitado não deve ser
explorado por seu próximo, e a Torá é distintiva aqui na sua insistência
de que os empréstimos aos pobres devam ser livres de juros.86 DEUS usa da Sua
própria generosidade para com os israelitas ao libertá-Ios da servidão como
um exemplo para a comunidade espiritual seguir (cf. 1 104:11).
39-45. Se um homem se tornasse tão pobre que
se vendesse como servo para um israelita mais rico, ainda assim, deveria ser
tratado com a dignidade de um irmão. Embora obviamente deva trabalhar, deve
ser tratado como jornaleiro (40), e não como escravo. Normalmente tais
pessoas saíam livres no sétimo ano (Êx 21:2; Dt 15:12), mas se interviesse
o ano do jubileu, seu período de serviço seria encurtado de modo
correspondente. A pessoa que o contratou também era responsável pelo
sustento de quaisquer familiares imediatos que o homem porventura tivesse
(41). Este regulamento visava conservar a humanidade e a dignidade do pobre ou
do endividado, sem deixar que tais pessoas evitassem suas responsabilidades
sociais e financeiras. Como a Torá, o Novo Testamento desencoraja o
comportamento parasítico (cf. 2 Ts 3:10-11). Tendo sido redimidos uma vez da
escravidão, os hebreus nunca mais poderão ser vendidos como escravos (42).
Este, porém, não é o caso dos não-israelitas, no entanto, que podem ser
tanto comprados quanto vendidos daquela maneira, e até mesmo legados aos
herdeiros do dono (46). Uma situação poderia ocorrer em que um israelita
ficasse sendo escravo de uma família estrangeira rica (47), e neste caso
devia ser resgatado por um parente próximo, visto que seu serviço não
terminaria depois de seis anos. O preço da redenção deve ser calculado em
termos do número de anos até o jubileu, como se o indivíduo se tivesse
alugado numa base anual durante aquele período inteiro (52). Quer seja
resgatado, quer não, o servo hebreu deve ser tratado de modo humanitário,
porque todos os israelitas são verdadeiramente pertences do DEUS que
antigamente os resgatara da servidão no Egito. Na Sua obra expiadora no
Calvário, CRISTO pagou o preço supremo pela redenção daqueles que estavam
escravizados ao pecado, e tornou possível o grau mais alto de liberdade para
aqueles que O servem.
Lv 25.47E, quando a mão do estrangeiro e
peregrino que está contigo alcançar riqueza, e teu irmão, que está com
ele, empobrecer e se vender ao estrangeiro ou peregrino que está contigo, ou
à raça da linhagem do estrangeiro, 48depois que se houver vendido, haverá
resgate para ele; um de seus irmãos o resgatará: 49ou seu tio ou o filho de
seu tio o resgatará; ou um dos seus parentes, da sua família, o resgatará;
ou, se a sua mão alcançar riqueza, se resgatará a si mesmo. Veja também
Jeremias 32:8.
Veja também Rute
Rt 3.8 E sucedeu que, pela meia-noite, o homem
estremeceu e se voltou; e eis que uma mulher jazia a seus pés. 9E disse ele:
Quem és tu? E ela disse: Sou Rute, tua serva; estende, pois, tua aba sobre a
tua serva, porque tu és o remidor.
Rt 4.5Disse, porém, Boáz: No dia em que
tomares a terra da mão de Noemi, também a tomarás da mão de Rute, a
moabita, mulher do falecido, para suscitar o nome do falecido sobre a sua
herdade. 6Então, disse o remidor: Para mim não a poderei redimir, para que
não cause dano à minha herdade; redime tu a minha remissão para ti, porque
eu não a poderei redimir.7Havia, pois, já de muito tempo este costume em
Israel, quanto à remissão e contrato, para confirmar todo negócio, que o
homem descalçava o sapato e o dava ao seu próximo; e isto era por testemunho
em Israel. 8Disse, pois, o remidor a Boáz: Toma-a para ti. E descalçou o
sapato. 9Então, Boáz disse aos anciãos e a todo o povo: Sois, hoje,
testemunhas de que tomei tudo quanto foi de Elimeleque, e de Quiliom, e de
Malom da mão de Noemi; 10e de que também tomo por mulher a Rute, a moabita,
que foi mulher de Malom, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herdade,
para que o nome do falecido não seja desarraigado dentre seus irmãos e da
porta do seu lugar; disto sois hoje testemunhas.
O que ocorria era que um israelita rico, parente
daquele que se tornara escravo de um israelita rico qualquer, poderia comprar
de volta este seu parente pobre juntamente com sua família. O preço era
calculado de acordo com o número de anos que faltavam para o jubileu, quanto
mais próximo do jubileu, menor valor era estipulado, pois no ano do jubileu
seria livre de qualquer maneira pela lei de DEUS.
Assim um parente pagava pelo seu parente
escravo e sua família escrava, devolvendo-lhe a liberdade e a posse de suas
terras novamente, pois no período de sua escravatura a sua terra estava em
poder daquele que o escravizou.
O amor fraternal podia ser expresso de modo mais
direto na solicitude para com os empobrecidos, tradição esta que foi mantida
pelos membros da igreja cristã primitiva (cf. At 4:34-35; 2 Co 9:1-2; Fp
4:15, etc.), que sustentavam os necessitados e indigentes como uma expressão
da lei do amor de CRISTO (Gl 6 :2).
Estes estatutos demonstram que uma sociedade
equitável deve ser baseada em princípios morais e espirituais. Na realidade,
a espiritualidade do jubileu está fundamentada no conceito do sábado e do
ano sabático, do qual é uma extensão lógica. A legislação confirma e
ressalta a soberania reconhecida de DEUS sobre Seu povo, pois os próprios
israelitas tinham estado desesperançosamente emaranhados na servidão em
certo período da sua história, e continuaram nesta condição até que DEUS
os libertasse por um ato dramático da redenção. A libertação do cativeiro
e da opressão foram prometidas por Isaías (61: 1), e foram cumpridas na obra
de CRISTO, o Messias de DEUS, que citou aquela mesma profecia no começo do
Seu ministério (Le 4:18-19). A libertação do cativeiro ao pecado, a
verdadeira humanidade, e o reconhecimento da dignidade que pertence a um filho
de DEUS, todos estes são o resultado da expiação realizada por CRISTO na
cruz.
CRISTO se tornou nosso parente próximo se
fazendo homem, assim nos comprou por bom preço (1 Coríntios 7:23 Fostes
comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens. Preço - sangue
na cruz) para que sirvamos a DEUS na liberdade do ESPÍRITO SANTO que em nós
vive.
Na expiação de CRISTO fomos libertos da
escravidão do pecado.
III - O SENTIDO DA EXPIAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO
1. A necessidade da expiação.
a) A santidade de DEUS. b) A pecaminosidade do
homem.
2. O significado da expiação pela morte de
CRISTO.
A morte do Senhor foi:
a) Propiciatória. b) Substitutiva. c)
Redentora. d) Reconciliadora. e)
Triunfante.
CRISTO E O DIA DA EXPIAÇÃO. O Dia da Expiação
está repleto de simbolismo que prenuncia a obra de nosso Senhor e Salvador
JESUS CRISTO. No NT, o autor de Hebreus realça o cumprimento, no novo
concerto, da tipologia do Dia da Expiação (ver Hb 9.6—10.18).
IV - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO EM O NOVO
TESTAMENTO
Porque CRISTO não entrou em santuário feito
por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora,
por nós, diante de DEUS; nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes,
como o sumo sacerdote cada ano entra no SANTO dos Santos com sangue alheio ...
Assim também CRISTO, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os
pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para
a salvação" (Hb 9.24,25,28).
APARECERÁ SEGUNDA VEZ. Sob o antigo
concerto, os israelitas ficavam em intensa expectativa para ver se o sumo
sacerdote reapareceria depois de entrar no santuário para fazer expiação.
Da mesma forma os crentes, sabendo que seu sumo sacerdote entrou no santuário
celestial como seu advogado, aguardam com ardente esperança o seu
reaparecimento trazendo uma salvação plena e completa (ver Jo 14.3; 2 Tm
4.8). Esse dia se dará no dia do ARREBATAMENTO DA IGREJA, embora por fé, já
saibamos que nosso sumo sacerdote ressuscitou e está junto ao PAI
intercedendo por nós e virá brevemente nos buscar.| REDENÇÃO |
| expiação - kippur, que significa "cobrir com um preço". |
| pagamento de um resgate |
| um preço exigido para que um escravo fosse posto em liberdade |
| CRISTO veio "dar a sua vida em resgate de muitos". |
|
REDENÇÃO |
|
|
1. DEUS, seu autor: |
Sl 31:5; 111:9; 130:7; Is 43:1; Lc 1:68; 2:38;
Ef 4:30.
Ver também: Êx 6:6, Êx 15:13, Dt 21:8, Dt 24:18, 2Sm 7:23, 1Cr 17:21, Ne 1:10, Jó 5:20, Sl 26:11, Sl 34:22, Sl 44:26, Sl 69:18, Sl 71:23, Sl 74:2, Sl 77:15, Sl 103:4, Sl 107:2, Sl 136:24, Is 1:27, Is 29:22, Is 44:22, Is 48:20, Is 52:9, Is 63:9, Jr 31:11, Mq 4:10, Mq 6:4, Zc 10:8, Lc 20:19. |
| 2. Por meio de Cristo: | Rm 3:24; 1Co 1:30; Gl 3:13; Cl 1:14; Tt 2:14; Hb
9:12; 1Pe 1:18; Ap 5:9.
Ver também: Is 53:10, Mc 10:45, Lc 24:21, At 20:28, 1Co 6:20, 1Co 7:23, Gl 4:5, Ef 1:7, 1Tm 2:6, Hb 9:15, 2Pe 2:1, Ap 14:3. |
| 3. De terras e pessoas: | Lv 25:27,49; 27:19; Ne 5:8. |
| 4. REDENTOR, nosso Senhor: | Jó 19:25; Sl 130:8; Pv 23:11; Is 41:14; 43:14;
44:24; 47:4; 59:20; Jr 50:34. Ver também: Dt 7:8, 2Sm 4:9, 1Rs 1:29, Sl 19:14, Sl 25:22, Sl 78:35, Is 44:6, Is 48:17, Is 49:7, Is 49:26, Is 54:5, Is 60:16, Is 63:16, Jr 15:21, Lm 3:58, Os 7:13, Os 13:14, Rm 11:26. |
| 5. REDIMIDOS | Is 35:9; 51:11; Mt 8:11; Ap 5:9; 7:9; 14:4;
19:6. Ver também: Is 62:12, Hb 12:23, Ap 14:1, Ap 15:2. |
| 6. EXPIAÇÃO | Doutrina: Lv 4:20; 8:34; 10:17; 14:21; 16:6,10;
17:11; Rm 5:11. Ver também: Êx 30:15, Êx 32:30, Lv 1:4, Lv 4:26, Lv 4:31, Lv 4:35, Lv 5:6, Lv 5:10, Lv 5:13, Lv 5:16, Lv 5:18, Lv 6:7, Lv 7:7, Lv 9:7, Lv 12:7, Lv 14:18, Lv 14:29, Lv 14:53, Lv 15:15, Lv 15:30, Lv 16:16, Lv 16:24, Lv 16:33, Lv 19:22, Lv 23:28, Nm 5:8, Nm 6:11, Nm 8:12, Nm 8:21, Nm 15:25, Nm 15:28, Nm 16:46, Nm 16:47, Nm 25:13, Nm 28:30, Nm 31:50, 2Cr 29:24, Ne 10:33, Ez 45:20, Mt 26:28. |
RESUMO DA LIÇÃO 4 - O
DEUS DA REDENÇÃO
I - A EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. A expiação tipificada
2. A natureza dos sacrifícios no Antigo
Testamento.
a) Holocaustos (Lv 1).
b) Oferta de manjares (Lv 2). c) Sacrifício pacífico (Lv 3). d)
Oferta pelo pecado (Lv 4). e) Oferta
pela culpa (Lv 5).
II - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO NO ANTIGO
TESTAMENTO
1. Os sacrifícios da Antiga Aliança
"cobriam" o pecado.
2. Os sacrifícios da Antiga Aliança eram
imperfeitos.
a) eram sacrifícios contínuos e repetitivos (Hb
10.1-3,11); b) eram ineficazes,
ineficientes (Hb 10.4-10); c) purificavam
apenas o exterior (Hb 9.13); d) os
mediadores, eram imperfeitos (Hb 7.27,28); e)
sacrifícios caducaram, AGORA Nova Aliança (Hb 8.13; 9.1 5).
III - O SENTIDO DA EXPIAÇÃO EM O NOVO
TESTAMENTO
1. A necessidade da expiação.
a) A santidade de DEUS. b)
A pecaminosidade do homem.
2. O significado da expiação pela morte de
CRISTO.
A morte do Senhor foi:
a) Propiciatória. b)
Substitutiva. c) Redentora. d)
Reconciliadora. e) Triunfante.
IV - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO
1. A morte de CRISTO tem efeito retroativo.
2. A expiação no presente.
3. O aspecto futuro da expiação.
CONCLUSÃO
A redenção da humanidade decorre da graça,
misericórdia, e amor de DEUS.
QUESTIONÁRIO DA
LIÇÃO 4 - O DEUS DA REDENÇÃO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD 4°
TRIMESTRE DE 2008
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"DEUS estava em
_______________________ reconciliando consigo o _______________________, não
Ihes imputando os seus pecados, e pôs em nós a
_________________________ da reconciliação"
(2 Co 5.19).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
O Pai projetou a ___________________, o Filho a
________________________, e o ESPÍRITO SANTO ____________________________
esta gloriosa obra na vida de todos os que crêem.
I - A EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
3- O que eram os sacrifícios no Antigo
Testamento?
( ) Eram rituais de caráter
profético, que apontavam para o perfeito sacrifício de CRISTO, "o
Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo".
( ) Eram rituais de caráter
vetero-testamentário, que apontavam para o perfeito sacrifício humano,
"o Cordeiro do mundo".
( ) Eram rituais de caráter
pretérico, que apontavam para o perfeito sacrifício de CRISTO, "o Filho
de DEUS, que tira o pecado do mundo".
4- Quais os cinco tipos de sacrifícios no
Antigo Testamento de acordo com a Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal?
Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
( ) Holocaustos.
( ) Oferta de manjares.
( ) Sacrifício pacífico.
( ) Expiação.
( ) Oferta pelo pecado.
( ) Oferta pela culpa.
( ) Oblução.
5- Ligue a primeira coluna de acordo com a
segunda:
| Holocaustos (Lv 1) | Visava expurgar o pecado cometido, involuntariamente, ou por ignorância. | |
| Oferta de manjares (Lv 2). | Demonstrava honra e respeito a DEUS em adoração. | |
| Sacrifício pacífico (Lv 3) | Tinha o propósito de expurgar os pecados cometidos contra DEUS e as outras pessoas. | |
| Oferta pelo pecado (Lv 4). | Tinha o propósito de expiar os pecados em geral. | |
| Oferta pela culpa (Lv 5). | Expressava gratidão a DEUS, pela paz e comunhão com Ele. |
| Eram sacrifícios contínuos e repetitivos | (Hb 9.13) | |
| Eram ineficazes, ineficientes | (Hb 7.27,28) | |
| Purificavam apenas o exterior | (Hb 10.1-3,11) | |
| Os mediadores, ou seja, os sacerdotes também eram imperfeitos | (Hb 8.13; 9.15) | |
| Tais sacrifícios caducaram com o advento da Nova Aliança | (Hb 10.4-10) |
| Propiciatória | É reatar uma amizade, ou conciliá-Ia outra vez. Em razão do pecado, o homem tornou-se inimigo de DEUS. Não há outra maneira de ...........-se com Ele, a não ser através da morte expiatória de CRISTO JESUS, nosso Senhor (Rm 5.10; 2 Co 5.18,19; CI 1.21). | |
| Substitutiva | A morte de CRISTO foi um ..... contra o Diabo, o pecado, e a própria morte (1 Co 15.55-57; CI2.15; 1 Jo 3.8). | |
| Redentora | Significa "tornar propício, favorável", também tem o sentido de "juntar", "reconciliar", conforme lemos em 1 João 2.2. | |
| Reconciliadora | Significa que JESUS morreu no lugar de toda a humanidade. Ele foi o ...... perfeito para todos os que buscam o perdão de DEUS (ls 53.4-6; 1 Pe 2.24). | |
| Triunfante | JESUS satisfez todas as condições exigidas pela justiça divina a fim de nos .... Sua morte vicária foi o preço da nossa .... (Jo 1.14; 1 Co 1.30; Hb 10.5; 1 Pe 1.18,19; CI 2.14); razão pela qual somos sua propriedade particular (1 Co 6.19,20; Ef 1.13). |
| Index | Estudos | EBD | Discipulado | Mapas | Igreja | Ervália | Corinhos | Figuras1 | Figuras2 | Vídeos | Fotos |