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LIÇÃO 4 - O DEUS DA REDENÇÃO
Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 4º tRIMESTRE DE 2008
O DEUS DO LIVRO E O LIVRO DE DEUS
Comentários do Pr. Elinaldo Renovato de Lima
Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antônio Gilberto
Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
 
 
 
 
TEXTO ÁUREO
"DEUS estava em CRISTO reconciliando consigo o mundo, não Ihes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação" (2 Co 5.19).
 
 
 
VERDADE PRÁTICA
o Pai projetou a salvação, o Filho a executou, e o ESPÍRITO SANTO aplica esta gloriosa obra na vida de todos os que crêem.
 
 
LEITURA BÍBLlCA EM CLASSE: 2 Coríntios 5.14,15,17-21.
14 - Porque, o amor de CRISTO nos constrange, julgando nó assim: que, se um morreu por todos, logo, todos morreram. 15 - E ele morreu por todos para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 
 
17 Assim que, se alguém está em CRISTO, as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 18 E tudo isso provém de DEUS, que nos reconciliou consigo mesmo por JESUS CRISTO e nos deu o ministério da reconciliação, 19 isto é, DEUS estava em CRISTO reconciliando consigo o mundo, não Ihes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação. 20 De sorte que somos embaixadores da parte de CRISTO, como se DEUS por nós rogasse. Rogamos-vos, pois, da parte de CRISTO que vos reconcilieis com DEUS. 21 Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de DEUS.
 
5.17 NOVA CRIATURA É. Mediante a palavra criativa de DEUS (4.6), os que aceitam JESUS CRISTO pela fé, são feitos novas criaturas, pertencendo totalmente a DEUS e constituindo o seu povo, onde impera o ESPÍRITO SANTO (Rm 8.14; Gl 5.25; Ef 2.10). O crente é uma nova criatura (Gl 6.15; Ef 2.10; 4.24; Cl 3.10), renovada segundo a imagem de DEUS (4.16; 1 Co 15.49; Ef 4.24; Cl 3.10), que compartilha da sua glória (3.18), que experimenta a renovação do conhecimento (Cl 3.10) e do entendimento (Rm 12.2), e que vive em santidade (Ef 4.24).
5.18 NOS RECONCILIOU CONSIGO MESMO. A reconciliação (gr. katallage) é um dos aspectos da obra de CRISTO como redenção. Refere-se à restauração do pecador à comunhão com DEUS. O sacrifício de CRISTO aplaca a ira de DEUS sobre nós, pois sua ira foi satisfeita no sacrifício de JESUS, em sua morte na cruz em nosso lugar.
(1) O pecado e a rebelião da raça humana trouxeram como resultado, hostilidade contra DEUS e alienação dEle (Ef 2.3; Cl 1.21). Essa rebelião provoca a ira de DEUS e seu julgamento (Rm 1.18,24-32; 1 Co 15.25,26; Ef 5.6). 
(2) Mediante a morte expiatória de CRISTO, DEUS removeu a barreira do pecado e abriu um caminho para a volta do pecador a DEUS (v.19; Rm 3.25; 5.10; Ef 2.15,16). 
(3) A reconciliação entra em vigor mediante o arrependimento e a fé pessoal em CRISTO, do pecador (Mt 3.2; Rm 3.22). 
(4) A igreja recebeu de DEUS o ministério da reconciliação (v. 18), para conclamar todas as pessoas a se reconciliarem com Ele (v. 20; ver Rm 3.25).
5.21 O FEZ PECADO POR NÓS. As Escrituras não declaram em nenhum lugar que CRISTO foi "pecador". Ele sempre permanece como o imaculado Cordeiro de DEUS. CRISTO tomou, sim, nossos pecados sobre si, e DEUS Pai o fez objeto do seu juízo ao tornar-se Ele uma oferenda na cruz pelos nossos pecados (Is 53.10). JESUS, ao sofrer o nosso castigo na cruz, tornou possível a DEUS perdoar os pecadores, sem violar sua própria justiça (Is 53.5; Rm 3.24-25).
5.21 NÓS... FEITOS JUSTIÇA DE DEUS. 
(1) "Justiça" não se refere aqui à justiça legalista, mas à justiça experimental do crente como nova criatura, i.e., quanto ao seu caráter e estado moral, que se fundamenta em sua fé em CRISTO e dela flui (Fp 3.9; ver Rm 3.21; 4.22). O contexto total desta passagem (vv. 14-21) diz respeito ao crente viver para CRISTO (v.15), controlado pelo "amor de CRISTO" (v.14), tornar-se "nova criatura" em CRISTO (v.17) e desempenhar o ministério da reconciliação como representante de DEUS e da sua justiça na terra (vv. 18-20; ver 1 Co 1.30 sobre JESUS CRISTO como a justiça do crente). 
(2) A justiça de DEUS é manifestada e experimentada neste mundo pelo crente, quando este permanece em CRISTO. Somente à medida em que vivemos em união e comunhão com CRISTO é que nos tornamos justiça de DEUS (ver Jo 15.4,5; Gl 2.20; 1 Jo 1.9).
Hb 9.12
12 nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. 13 Porque, se o sangue dos touros e bodes e a cinza de uma novilha, esparzida sobre os imundos, os santificam, quanto à purificação da carne, 14 quanto mais o sangue de CRISTO, que, pelo ESPÍRITO eterno, se ofereceu a si mesmo imaculado a DEUS, purificará a vossa consciência das obras mortas, para servirdes ao DEUS vivo?
O sangue de JESUS CRISTO é o ponto principal do conceito de redenção no NT (1 Co 10.16; 11.27; Ef 2.13; 1 Pe 1.2; Ap 7.14; 12.11). CRISTO, ao morrer na cruz, deu seu sangue inocente a fim de remover nossos pecados e nos reconciliar com DEUS (5.8; Rm 5.19; Fp 2.8; cf. Lv 16). 
Pelo seu sangue, CRISTO efetuou as seguintes coisas:
(1) O perdão dos pecados de todos aqueles que se arrependem e crêem (Mt 26.28). 
(2) O resgate dos crentes do poder de Satanás e dos poderes malignos (At 20.28; Ef 1.7; 1 Pe 1.18,19; Ap 5.9; 12.11). 
(3) A justificação de todos os que nEle crêem (Rm 3.24,25). 
(4) A purificação da consciência do crente a fim de que este possa servir a DEUS sem culpa e com toda a certeza (9.14; 10.22; 13.18). 
(5) A santificação do povo de DEUS (13.12; 1 Jo 1.7-10). 
(6) A abertura do caminho para o crente chegar diretamente diante de DEUS por meio de CRISTO para obter graça, misericórdia, ajuda e salvação (10.19; 7.25; Ef 2.13,18). 
(7) A garantia de todas as promessas do novo concerto (10.29; 13.20; Mt 26.28; 1 Co 11.25). 
(8) A contínua aplicação do poder reconciliador e purificador do sangue de CRISTO no crente à medida que este se aproxima de DEUS por meio de CRISTO (7.25; 10.22; 1 Jo 1.7).

 
I - A EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
O DIA DA EXPIAÇÃO
Lv 16.32,33 “E o sacerdote... fará a expiação... expiará o santo santuário; também expiará a tenda da congregação e o altar; semelhantemente fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação.”

A NECESSIDADE DA EXPIAÇÃO. 
A palavra “expiação” (heb. kippurim, derivado de kaphar, que significa “cobrir”) comunica a idéia de cobrir o pecado mediante um “resgate”, de modo que haja uma reparação ou restituição adequada pelo delito cometido (note o princípio do “resgate” em Êx 30.12; Nm 35.31; Sl 49.7; Is 43.3). 
(1) A necessidade da expiação surgiu do fato que os pecados de Israel (16.30), caso não fossem expiados, sujeitariam os israelitas à ira de DEUS (cf. Rm 1.18; Cl 3.6; 1Ts 2.16).
Por conseguinte, o propósito do Dia da Expiação era prover um sacrifício de amplitude ilimitada, por todos os pecados que porventura não tivessem sido expiados pelos sacrifícios oferecidos no decurso do ano que findava. Dessa maneira, o povo seria purificado dos seus pecados do ano precedente, afastaria a ira de DEUS contra ele e manteria a sua comunhão com DEUS (16.30-34; Hb 9.7). 
(2) Porque DEUS desejava salvar os israelitas, perdoar os seus pecados e reconciliá-los consigo mesmo, Ele proveu um meio de salvação ao aceitar a morte de um animal inocente em lugar deles (i.e., o animal que era sacrificado); esse animal levava sobre si a culpa e a penalidade deles (17.11; cf. Is 53.4,6,11) e cobria seus pecados com seu sangue derramado. 
 
 
 
 
1. A expiação tipificada
2. A natureza dos sacrifícios no Antigo Testamento.
a) Holocaustos (Lv 1). b) Oferta de manjares (Lv 2). c) Sacrifício pacífico (Lv 3). d) Oferta pelo pecado (Lv 4). e) Oferta pela culpa (Lv 5). 
 
 
 
HOLOCAUSTO. O termo hebraico traduzido por "holocausto" significa "aquilo que sobe" para DEUS. O sacrifício era totalmente queimado, o que significa que a total consagração do crente a DEUS é essencial à adoração verdadeira. Ao mesmo tempo, esse sacrifício abrangia o perdão do pecado (v. 4), o que realçava o fato de que antes dos adoradores poderem dedicar-se a DEUS, tinham que estar purificados do pecado (cf. Mt 5.23,24). Segundo o escritor de Hebreus, JESUS é o cumprimento cabal do holocausto (Hb 10.5-10)
OFERTA DE MANJARES. A oferta de manjares (ou, melhor, de cereais) era uma dádiva apresentada a DEUS como ato de adoração, e que simbolizava a dedicação a DEUS, do fruto do trabalho da pessoa. Subentendia que todo o trabalho humano devia ser feito como para o Senhor, e que nosso alimento cotidiano deve ser recebido com ações de graças a Ele (cf. 1 Co 10.31; ver Cl 3.23).
SACRIFÍCIO PACÍFICO.
O sacrifício pacífico era efetuado diante de DEUS, no sentido do ofertante ter comunhão com Ele, expressar gratidão (7.11-15; 22.29) ou fazer um voto (7.16). 
(1) Para o ofertante, envolvia um compromisso com o concerto e celebrava a paz e a reconciliação entre DEUS e o adorador. 
(2) Essa oferta prenuncia a paz e a comunhão que o crente tem com DEUS e com os irmãos na fé, tendo por base a morte de CRISTO na cruz (cf. Cl 1.20; 1Jo 1.3). 
(3) Prenuncia ainda a nossa comunhão plena, quando todos nos assentarmos com DEUS no seu reino (Sl 22.26; Lc 14.15; Ap 19.6-10).
POR EXPIAÇÃO DO PECADO.
DEUS requeria o sacrifício pelo pecado cometido por ignorância, fraqueza ou involuntariamente (v. 2), para que o perdão fosse concedido. Pecados deliberados e insolentes, por outro lado, eram punidos com a pena de morte (Nm 15.30,31; Hb 10.28). Um sacrifício pela culpa, semelhante ao sacrifício pelo pecado, foi provido para quem cometesse pecado ou dano passível de plena restituição (6.2-6; ver 5.15). O sacrifício pelo pecado era também necessário à purificação ritual (12.6-8; 14.13-17; Nm 6.11). 
(1) O sacrifício pelo pecado prefigura a morte expiatória de CRISTO e o fato de Ele tomar sobre si o castigo dos nossos pecados. A eficácia da sua morte, porém, foi infinitamente mais perfeita do que o sacrifício pelo pecado do AT, pois que num só ato proveu uma expiação única por todos os pecados (Is 53; 2 Co 5.21; Ef 1.7; Hb 9.11,12
(2) Nós, crentes do NT, precisamos continuamente do sangue de CRISTO para expiar nossos erros, fraquezas e falhas involuntárias que decorrem da fragilidade da natureza humana (Sl 19.12). Os pecados oriundos de uma atitude rebelde e deliberada contra DEUS e à sua Palavra, no entanto, resultarão em juízo e morte espiritual, a menos que confessemos e nos arrependamos deles mediante uma fé renovada na expiação efetuada por CRISTO (Hb 2.3; 10.26,31; 2 Pe 2.20,21)
FLOR DE FARINHA, PARA EXPIAÇÃO DO PECADO.
O derramamento do sangue no sacrifício pelo pecado era importante por tipificar a morte de JESUS e o derramamento do seu sangue na cruz, para a expiação dos nossos pecados. Mas o que ocorria aos que, por serem tão pobres, não podiam adquirir um cabrito ou um cordeiro para o seu sacrifício? DEUS requeria que eles, também, confessassem os seus pecados, trouxessem uma oferta e buscassem o seu perdão. Daí, Ele estipular que tais pessoas podiam trazer como sacrifício rolas ou pombinhos, ao invés de cabritos ou cordeiros. Se fossem tão pobres, ao ponto de não poderem fazer isso, podiam trazer um pouco de farinha fina, e DEUS a aceitaria como sacrifício pelo pecado (cf. "quase" em Hb 9.22; ver também Hb 10.1-10). Note que o sacrifício de CRISTO no Calvário é o único que realmente pode remover o pecado (Hb 10.4,12,14).
PARA EXPIAÇÃO DA CULPA.
O sacrifício pela culpa era requerido quando alguém, de propósito ou não, apoderava-se de propriedade alheia (cf. 5.14-6.7; Js 7.1; 22.20). Era necessário trazer uma oferenda, juntamente com o valor da indenização pelo dano causado, mais uma taxa de vinte e cinco por cento sobre o valor (v. 16; 6.5). Essa oferenda também era requerida quando alguém, involuntariamente, violava qualquer dos mandamentos do Senhor (v. 17).
OFERTA MOVIDA.
A "oferta movida" era a porção do sacrifício pacífico que pertencia aos sacerdotes. Era movida em direção ao santuário como sinal de sua dedicação a DEUS e, a seguir, movida em direção ao ofertante ou sacerdote, indicando que o Senhor agora punha a dita oferta à disposição dele.

 
 
 
II - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
A CERIMÔNIA DO DIA DA EXPIAÇÃO. 
Levíticos 16 descreve o Dia da Expiação, o dia santo mais importante do ano judaico. Nesse dia, o sumo sacerdote, vestia as vestes sagradas, e de início preparava-se mediante um banho cerimonial com água. Em seguida, antes do ato da expiação pelos pecados do povo, ele tinha de oferecer um novilho pelos seus próprios pecados. A seguir, tomava dois bodes e, sobre eles, lançava sortes: um tornava-se o bode do sacrifício, e o outro tornava-se o bode expiatório (16.8). Sacrificava o primeiro bode, levava seu sangue, entrava no Lugar Santíssimo, para além do véu, e aspergia aquele sangue sobre o propiciatório, o qual cobria a arca contendo a lei divina que fora violada pelos israelitas, mas que agora estava coberta pelo sangue, e assim se fazia expiação pelos pecados da nação inteira (16.15,16). 
Como etapa final, o sacerdote tomava o bode vivo, impunha as mãos sobre a sua cabeça, confessava sobre ele todos os pecados dos israelitas e o enviava ao deserto, simbolizando isto que os pecados deles eram levados para fora do arraial para serem aniquilados no deserto (16.21, 22). 
(1) O Dia da Expiação era uma assembléia solene; um dia em que o povo jejuava e se humilhava diante do Senhor (16.31).
Esta contrição de Israel salientava a gravidade do pecado e o fato de que a obra divina da expiação era eficaz somente para aqueles de coração arrependido e com fé perseverante (cf. 23.27; Nm 15.30; 29.7). 
(2) O Dia da Expiação levava a efeito a expiação por todos os pecados e transgressões não expiados durante o ano anterior (16.16, 21).
Precisava ser repetido cada ano da mesma maneira. 
 
1. Os sacrifícios da Antiga Aliança "cobriam" o pecado.
2. Os sacrifícios da Antiga Aliança eram imperfeitos.
a) eram sacrifícios contínuos e repetitivos (Hb 10.1-3,11);
b) eram ineficazes, ineficientes (Hb 10.4-10);
c) purificavam apenas o exterior (Hb 9.13);
d) os mediadores, eram imperfeitos (Hb 7.27,28);
e) sacrifícios caducaram, AGORA Nova Aliança (Hb 8.13; 9.1 5).
 
 
 
 
Para melhor assimilarmos sobre a redenção devemos ler sobre o Ano do Jubileu.
Lv 25. 8Também contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. 9Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta do jubileu; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta por toda a vossa terra. 10E santificareis o ano qüinquagésimo e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; Ano de Jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua família.
A legislação do jubileu tem como seu tema básico a libertação daquilo que era preso. Como resultado, lembrava os israelitas, cada cinqüenta anos, do fato de que, certa vez, o povo de DEUS tinha estado preso no Egito, vítima de um regime nativo opressor, mas que tinha sido libertado na ocasião do êxodo por uma demonstração milagrosa do poder divino. Agora, os israelitas eram cidadãos livres, vivendo na sua própria terra, que por si só era uma dádiva de DEUS, mas sendo ligados a Ele por um relacionamento da aliança, estavam apenas livres para servirem a Ele, com a exclusão de todos os demais deuses. Como nação santa, seus corações e suas mentes deviam fixar-se em DEUS e na Sua santidade, e não deveriam pensar em termos de acumular vastos latifúndios no decorrer dos tempos, a fim de que não sucumbissem ao materialismo das nações circunvizinhas. 
A legislação, portanto, é uma exigência no sentido que os israelitas sejam obedientes ao Senhor seu DEUS, e O sirvam como nação santa tanto mais conscientemente durante o período em que muitos dos seus deveres normais seriam suspensos. Na medida em que os estatutos do ano do jubileu fossem observados, o evento ocorreria uma só vez no decurso de uma vida normal.
1-7. Esta legislação, dada no monte Sinai, antevê o tempo quando os israelitas estariam na ocupação sedentária da Palestina. O princípio do descanso sabático agora é aplicado a um período de sete anos, em que o ano final deve ser observado como um sábado ao SENHOR. Naquele tempo a terra ficará em repouso, ao passo que os pomares e as vinhas ficarão sem cuidados agrícolas. Durante o ano sabático não deverá haver qualquer colheita sistemática das culturas que se semeiam a si mesmas, nem dos frutos tais como as uvas ou os figos. Qualquer coisa desta natureza pertence a todos, e as pessoas deveriam obter seu alimento onde quer que o pudessem achar, assim como os israelitas fizeram nas suas peregrinações no deserto. Esta disposição seria de especial importância para aqueles que não possuíam terras (cf. Êx 23: 11). 
 
Um israelita necessitado não deve ser explorado por seu próximo, e a Torá é distintiva aqui na sua insistência de que os empréstimos aos pobres devam ser livres de juros.86 DEUS usa da Sua própria generosidade para com os israelitas ao libertá-Ios da servidão como um exemplo para a comunidade espiritual seguir (cf. 1 104:11).
39-45. Se um homem se tornasse tão pobre que se vendesse como servo para um israelita mais rico, ainda assim, deveria ser tratado com a dignidade de um irmão. Embora obviamente deva trabalhar, deve ser tratado como jornaleiro (40), e não como escravo. Normalmente tais pessoas saíam livres no sétimo ano (Êx 21:2; Dt 15:12), mas se interviesse o ano do jubileu, seu período de serviço seria encurtado de modo correspondente. A pessoa que o contratou também era responsável pelo sustento de quaisquer familiares imediatos que o homem porventura tivesse (41). Este regulamento visava conservar a humanidade e a dignidade do pobre ou do endividado, sem deixar que tais pessoas evitassem suas responsabilidades sociais e financeiras. Como a Torá, o Novo Testamento desencoraja o comportamento parasítico (cf. 2 Ts 3:10-11). Tendo sido redimidos uma vez da escravidão, os hebreus nunca mais poderão ser vendidos como escravos (42). Este, porém, não é o caso dos não-israelitas, no entanto, que podem ser tanto comprados quanto vendidos daquela maneira, e até mesmo legados aos herdeiros do dono (46). Uma situação poderia ocorrer em que um israelita ficasse sendo escravo de uma família estrangeira rica (47), e neste caso devia ser resgatado por um parente próximo, visto que seu serviço não terminaria depois de seis anos. O preço da redenção deve ser calculado em termos do número de anos até o jubileu, como se o indivíduo se tivesse alugado numa base anual durante aquele período inteiro (52). Quer seja resgatado, quer não, o servo hebreu deve ser tratado de modo humanitário, porque todos os israelitas são verdadeiramente pertences do DEUS que antigamente os resgatara da servidão no Egito. Na Sua obra expiadora no Calvário, CRISTO pagou o preço supremo pela redenção daqueles que estavam escravizados ao pecado, e tornou possível o grau mais alto de liberdade para aqueles que O servem.
 
Lv 25.47E, quando a mão do estrangeiro e peregrino que está contigo alcançar riqueza, e teu irmão, que está com ele, empobrecer e se vender ao estrangeiro ou peregrino que está contigo, ou à raça da linhagem do estrangeiro, 48depois que se houver vendido, haverá resgate para ele; um de seus irmãos o resgatará: 49ou seu tio ou o filho de seu tio o resgatará; ou um dos seus parentes, da sua família, o resgatará; ou, se a sua mão alcançar riqueza, se resgatará a si mesmo. Veja também Jeremias 32:8.
Veja também Rute 
Rt 3.8 E sucedeu que, pela meia-noite, o homem estremeceu e se voltou; e eis que uma mulher jazia a seus pés. 9E disse ele: Quem és tu? E ela disse: Sou Rute, tua serva; estende, pois, tua aba sobre a tua serva, porque tu és o remidor.
Rt 4.5Disse, porém, Boáz: No dia em que tomares a terra da mão de Noemi, também a tomarás da mão de Rute, a moabita, mulher do falecido, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herdade. 6Então, disse o remidor: Para mim não a poderei redimir, para que não cause dano à minha herdade; redime tu a minha remissão para ti, porque eu não a poderei redimir.7Havia, pois, já de muito tempo este costume em Israel, quanto à remissão e contrato, para confirmar todo negócio, que o homem descalçava o sapato e o dava ao seu próximo; e isto era por testemunho em Israel. 8Disse, pois, o remidor a Boáz: Toma-a para ti. E descalçou o sapato. 9Então, Boáz disse aos anciãos e a todo o povo: Sois, hoje, testemunhas de que tomei tudo quanto foi de Elimeleque, e de Quiliom, e de Malom da mão de Noemi; 10e de que também tomo por mulher a Rute, a moabita, que foi mulher de Malom, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herdade, para que o nome do falecido não seja desarraigado dentre seus irmãos e da porta do seu lugar; disto sois hoje testemunhas. 
 
O que ocorria era que um israelita rico, parente daquele que se tornara escravo de um israelita rico qualquer, poderia comprar de volta este seu parente pobre juntamente com sua família. O preço era calculado de acordo com o número de anos que faltavam para o jubileu, quanto mais próximo do jubileu, menor valor era estipulado, pois no ano do jubileu seria livre de qualquer maneira pela lei de DEUS.
Assim um parente pagava pelo seu parente escravo e sua família escrava, devolvendo-lhe a liberdade e a posse de suas terras novamente, pois no período de sua escravatura a sua terra estava em poder daquele que o escravizou.
 
O amor fraternal podia ser expresso de modo mais direto na solicitude para com os empobrecidos, tradição esta que foi mantida pelos membros da igreja cristã primitiva (cf. At 4:34-35; 2 Co 9:1-2; Fp 4:15, etc.), que sustentavam os necessitados e indigentes como uma expressão da lei do amor de CRISTO (Gl 6 :2).
Estes estatutos demonstram que uma sociedade equitável deve ser baseada em princípios morais e espirituais. Na realidade, a espiritualidade do jubileu está fundamentada no conceito do sábado e do ano sabático, do qual é uma extensão lógica. A legislação confirma e ressalta a soberania reconhecida de DEUS sobre Seu povo, pois os próprios israelitas tinham estado desesperançosamente emaranhados na servidão em certo período da sua história, e continuaram nesta condição até que DEUS os libertasse por um ato dramático da redenção. A libertação do cativeiro e da opressão foram prometidas por Isaías (61: 1), e foram cumpridas na obra de CRISTO, o Messias de DEUS, que citou aquela mesma profecia no começo do Seu ministério (Le 4:18-19). A libertação do cativeiro ao pecado, a verdadeira humanidade, e o reconhecimento da dignidade que pertence a um filho de DEUS, todos estes são o resultado da expiação realizada por CRISTO na cruz.
 
CRISTO se tornou nosso parente próximo se fazendo homem, assim nos comprou por bom preço (1 Coríntios 7:23 Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens. Preço - sangue na cruz) para que sirvamos a DEUS na liberdade do ESPÍRITO SANTO que em nós vive.
Na expiação de CRISTO fomos libertos da escravidão do pecado.
 
III - O SENTIDO DA EXPIAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO
1. A necessidade da expiação.
a) A santidade de DEUS. b) A pecaminosidade do homem.
2. O significado da expiação pela morte de CRISTO.
A morte do Senhor foi:
a) Propiciatória. b) Substitutiva. c) Redentora. d) Reconciliadora. e) Triunfante.
 
 
 
 
CRISTO E O DIA DA EXPIAÇÃO. O Dia da Expiação está repleto de simbolismo que prenuncia a obra de nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO. No NT, o autor de Hebreus realça o cumprimento, no novo concerto, da tipologia do Dia da Expiação (ver Hb 9.6—10.18).
(1) O fato de que os sacrifícios do AT tinham de ser repetidos
anualmente indica que eles eram provisórios. Apontavam para um tempo futuro quando, então, CRISTO viria para remover de modo permanente todo o pecado confessado (cf. Hb 9.28; 10.10-18).
(2) Os dois bodes representam a expiação,
o perdão, a reconciliação e a purificação consumados por CRISTO. O bode que era sacrificado representa a morte vicária e sacrificial de CRISTO pelos pecadores, como remissão pelos seus pecados (Rm 3.24-26; Hb 9.11, 12, 24-26). O bode expiatório, conduzido para longe, levando os pecados da nação, tipifica o sacrifício de CRISTO, que remove o pecado e a culpa de todos quantos se arrependem (Sl 103.12; Is 53.6,11,12; Jo 1.29; Hb 9.26). 
(3) Os sacrifícios no Dia da Expiação
proviam uma “cobertura” pelo pecado, e não a remoção do pecado. O sangue de CRISTO derramado na cruz, no entanto, é a expiação plena e definitiva que DEUS oferece à raça humana; expiação esta que remove o pecado de modo permanente (cf. Hb 10.4, 10, 11). CRISTO como sacrifício perfeito (Hb 9.26; 10.5-10) pagou a inteira penalidade dos nossos pecados (Rm 3.25,26; 6.23; Gl 3.13; 2Co 5.21) e levou a efeito o sacrifício expiador que afasta a ira de DEUS, que nos reconcilia com Ele e que restaura nossa comunhão com Ele (Rm 5.6-11; 2Co 5.18,19; 1Pe 1.18,19; 1Jo 2.2). 
(4) O Lugar Santíssimo
onde o sumo sacerdote entrava com sangue, para fazer expiação, representa o trono de DEUS no céu. CRISTO entrou nesse “Lugar Santíssimo” após sua morte e, com seu próprio sangue, fez expiação para o crente perante o trono de DEUS (Êx 30.10; Hb 9.7,8,11,12,24-28). 
(5) Visto que os sacrifícios de animais tipificavam o sacrifício perfeito de CRISTO
pelo pecado e que se cumpriram no sacrifício de CRISTO, não há mais necessidade de sacrifícios de animais depois da morte de CRISTO na cruz (Hb 9.12-18).
 
 
ISRAEL NO PLANO DIVINO PARA A SALVAÇÃO
Rm 9.6 “Não que a palavra de DEUS haja faltado, porque nem todos os que são de Israel são israelitas”.

INTRODUÇÃO. Em Rm 9–11, Paulo trata da eleição de Israel no passado, da sua rejeição do evangelho no presente, e da sua salvação futura. Esses três capítulos foram escritos para responder à pergunta que os crentes judaicos faziam: como as promessas de DEUS a Abraão e à nação de Israel poderiam permanecer válidas, quando a nação de Israel, como um todo, não parece ter parte no evangelho? 

SÍNTESE. Há três elementos distintos no exame que Paulo faz de Israel no plano divino da salvação. 
(1) O primeiro (9.6-29) é um exame da eleição de Israel no passado. 
(a) Em 9.6-13, Paulo afirma que a promessa de DEUS a Israel não falhou, pois a promessa era só para os fiéis da nação. Visava somente o verdadeiro Israel, aqueles que eram fiéis à promessa (ver Gn 12.1-3; 17.19). 
Sempre há um Israel dentro de Israel, que tem recebido a promessa. 
(b) Em 9.14-29, Paulo chama a nossa atenção para o fato de que DEUS tem o direito de fazer o que Ele quer com os indivíduos e as nações. Tem o direito de rejeitar a Israel, se desobedecerem a Ele e o direito de usar de misericórdia para com os gentios, oferecendo-lhes a salvação, se Ele assim decidir. 
(2) O segundo elemento (9.30—10.21) analisa a rejeição presente do evangelho por Israel. Seu erro de não voltar-se para CRISTO, não se deve a um decreto incondicional de DEUS, mas à sua própria incredulidade e desobediência (ver 10.3). 
(3) Finalmente, Paulo explica (11.1-36) que a rejeição de Israel é apenas parcial e temporária. Israel por fim aceitará a salvação divina em CRISTO. 
O argumento dele contém vários passos. 
(a) DEUS não rejeitou o Israel verdadeiro, pois Ele permaneceu fiel ao “remanescente” que permanece fiel a Ele, aceitando a CRISTO (11.1-6). 
(b) No presente, DEUS endureceu a maior parte de Israel, porque os israelitas não quiseram aceitar a CRISTO (11.7-10; cf. 9.31—10.21). 
(c) DEUS transformou a transgressão de Israel (i.e., a crucificação de CRISTO) numa oportunidade de proclamar a salvação a todo o mundo (11.11,12, 15). 
(d) Durante esse tempo presente da incredulidade nacional de Israel, a salvação de indivíduos, tanto os judeus como os gentios (cf. 10.12,13) depende da fé em JESUS CRISTO (11.13-24).
(e) A fé em JESUS CRISTO, por uma parte do Israel nacional, acontecerá no futuro (11.25-29). 
(f) O propósito sincero de DEUS é ter misericórdia de todos, tanto dos judeus como dos gentios, e incluir no seu reino todas as pessoas que crêem em CRISTO (11.30-36; cf. 10.12,13; 11.20-24).
 
Muitos foram os justificados no Antigo Testamento por crerem que no futuro DEUS traria o Redentor, o Messias, o Salvador.
A justificação se dava pela fé nos acontecimentos futuros, hoje se dá pela fé nos acontecimentos passados, ou seja, JESUS veio e deu a vida por nós.
 
Ex.: Jó 19.25 Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.
Isaías 19:20 E servirá de sinal e de testemunho ao SENHOR dos Exércitos na terra do Egito, porque ao SENHOR clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um Redentor e Protetor que os livrará.
Isaías 59.20 E virá um Redentor a Sião e aos que se desviarem da transgressão em Jacó, diz o Senhor. 
 
 
 
 
IV - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO
Porque CRISTO não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de DEUS; nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no SANTO dos Santos com sangue alheio ... Assim também CRISTO, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hb 9.24,25,28).
APARECERÁ SEGUNDA VEZ. Sob o antigo concerto, os israelitas ficavam em intensa expectativa para ver se o sumo sacerdote reapareceria depois de entrar no santuário para fazer expiação. Da mesma forma os crentes, sabendo que seu sumo sacerdote entrou no santuário celestial como seu advogado, aguardam com ardente esperança o seu reaparecimento trazendo uma salvação plena e completa (ver Jo 14.3; 2 Tm 4.8). Esse dia se dará no dia do ARREBATAMENTO DA IGREJA, embora por fé, já saibamos que nosso sumo sacerdote ressuscitou e está junto ao PAI intercedendo por nós e virá brevemente nos buscar.
 
REDENÇÃO
expiação - kippur, que significa "cobrir com um preço".
pagamento de um resgate
um preço exigido para que um escravo fosse posto em liberdade
CRISTO veio "dar a sua vida em resgate de muitos".
 

REDENÇÃO 

 

1. DEUS, seu autor: 


Sl 31:5; 111:9; 130:7; Is 43:1; Lc 1:68; 2:38; Ef 4:30.

Ver também: Êx 6:6, Êx 15:13, Dt 21:8, Dt 24:18, 2Sm 7:23, 1Cr 17:21, Ne 1:10, Jó 5:20, Sl 26:11, Sl 34:22, Sl 44:26, Sl 69:18, Sl 71:23, Sl 74:2, Sl 77:15, Sl 103:4, Sl 107:2, Sl 136:24, Is 1:27, Is 29:22, Is 44:22, Is 48:20, Is 52:9, Is 63:9, Jr 31:11, Mq 4:10, Mq 6:4, Zc 10:8, Lc 20:19. 

2. Por meio de Cristo:  Rm 3:24; 1Co 1:30; Gl 3:13; Cl 1:14; Tt 2:14; Hb 9:12; 1Pe 1:18; Ap 5:9.

Ver também: Is 53:10, Mc 10:45, Lc 24:21, At 20:28, 1Co 6:20, 1Co 7:23, Gl 4:5, Ef 1:7, 1Tm 2:6, Hb 9:15, 2Pe 2:1, Ap 14:3. 

3. De terras e pessoas:  Lv 25:27,49; 27:19; Ne 5:8.
4. REDENTOR, nosso Senhor: Jó 19:25; Sl 130:8; Pv 23:11; Is 41:14; 43:14; 44:24; 47:4; 59:20; Jr 50:34.

Ver também: Dt 7:8, 2Sm 4:9, 1Rs 1:29, Sl 19:14, Sl 25:22, Sl 78:35, Is 44:6, Is 48:17, Is 49:7, Is 49:26, Is 54:5, Is 60:16, Is 63:16, Jr 15:21, Lm 3:58, Os 7:13, Os 13:14, Rm 11:26. 
5. REDIMIDOS Is 35:9; 51:11; Mt 8:11; Ap 5:9; 7:9; 14:4; 19:6.

Ver também: Is 62:12, Hb 12:23, Ap 14:1, Ap 15:2. 
6. EXPIAÇÃO Doutrina: Lv 4:20; 8:34; 10:17; 14:21; 16:6,10; 17:11; Rm 5:11.

Ver também: Êx 30:15, Êx 32:30, Lv 1:4, Lv 4:26, Lv 4:31, Lv 4:35, Lv 5:6, Lv 5:10, Lv 5:13, Lv 5:16, Lv 5:18, Lv 6:7, Lv 7:7, Lv 9:7, Lv 12:7, Lv 14:18, Lv 14:29, Lv 14:53, Lv 15:15, Lv 15:30, Lv 16:16, Lv 16:24, Lv 16:33, Lv 19:22, Lv 23:28, Nm 5:8, Nm 6:11, Nm 8:12, Nm 8:21, Nm 15:25, Nm 15:28, Nm 16:46, Nm 16:47, Nm 25:13, Nm 28:30, Nm 31:50, 2Cr 29:24, Ne 10:33, Ez 45:20, Mt 26:28. 
 
 
Conclusão:
JESUS CRISTO nos comprou para o PAI através de seu sacrifício no calvário, o preço foi pago, o sangue de JESUS. 
O documento que comprova a compra está em suas mãos e pés furados e em seu peito também. 
Existe um corpo de homem com os sinais da compra, no céu. 
Nosso dono nos selou com o ESPÍRITO SANTO como prova de posse sobre nós.
Temos uma casa nos esperando e um PAI cheio de amor e misericórdia, pronto a nos abraçar como filhos.
Glória a DEUS!!!!!!!!!!!
1 Coríntios 6:20 Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a DEUS no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a DEUS.
1 Coríntios 7:23Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.
 
 
 
 
RESUMO DA LIÇÃO 4 - O DEUS DA REDENÇÃO
I - A EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. A expiação tipificada
2. A natureza dos sacrifícios no Antigo Testamento.
a) Holocaustos (Lv 1). b) Oferta de manjares (Lv 2). c) Sacrifício pacífico (Lv 3). d) Oferta pelo pecado (Lv 4). e) Oferta pela culpa (Lv 5). 
II - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. Os sacrifícios da Antiga Aliança "cobriam" o pecado.
2. Os sacrifícios da Antiga Aliança eram imperfeitos.
a) eram sacrifícios contínuos e repetitivos (Hb 10.1-3,11); b) eram ineficazes, ineficientes (Hb 10.4-10); c) purificavam apenas o exterior (Hb 9.13); d) os mediadores, eram imperfeitos (Hb 7.27,28); e) sacrifícios caducaram, AGORA Nova Aliança (Hb 8.13; 9.1 5).
III - O SENTIDO DA EXPIAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO
1. A necessidade da expiação.
a) A santidade de DEUS. b) A pecaminosidade do homem.
2. O significado da expiação pela morte de CRISTO.
A morte do Senhor foi:
a) Propiciatória. b) Substitutiva. c) Redentora. d) Reconciliadora. e) Triunfante.
IV - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO
1. A morte de CRISTO tem efeito retroativo.
2. A expiação no presente.
3. O aspecto futuro da expiação.
CONCLUSÃO
A redenção da humanidade decorre da graça, misericórdia, e amor de DEUS.
 
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 4 - O DEUS DA REDENÇÃO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD 4° TRIMESTRE DE 2008
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"DEUS estava em _______________________ reconciliando consigo o _______________________, não Ihes imputando os seus pecados, e pôs em nós a _________________________ da reconciliação"
(2 Co 5.19).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
O Pai projetou a ___________________, o Filho a ________________________, e o ESPÍRITO SANTO ____________________________ esta gloriosa obra na vida de todos os que crêem.
 
I - A EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
3- O que eram os sacrifícios no Antigo Testamento?
(    ) Eram rituais de caráter profético, que apontavam para o perfeito sacrifício de CRISTO, "o Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo".
(    ) Eram rituais de caráter vetero-testamentário, que apontavam para o perfeito sacrifício humano, "o Cordeiro do mundo".
(    ) Eram rituais de caráter pretérico, que apontavam para o perfeito sacrifício de CRISTO, "o Filho de DEUS, que tira o pecado do mundo".
 
4- Quais os cinco tipos de sacrifícios no Antigo Testamento de acordo com a Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) Holocaustos.
(    ) Oferta de manjares.
(    ) Sacrifício pacífico.
(    ) Expiação.
(    ) Oferta pelo pecado.
(    ) Oferta pela culpa.
(    ) Oblução.
 
5- Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:
 
Holocaustos
(Lv 1)
 
Visava expurgar o pecado cometido,
involuntariamente, ou por ignorância. 
Oferta de manjares
(Lv 2).
 
Demonstrava honra e respeito a DEUS
em adoração. 
Sacrifício pacífico
(Lv 3)
 
Tinha o propósito de expurgar os pecados cometidos
contra DEUS e as outras pessoas.
Oferta pelo pecado
(Lv 4).
 
Tinha o propósito de expiar os pecados
em geral. 
Oferta pela culpa
(Lv 5).
 
Expressava gratidão a DEUS, pela paz e
comunhão com Ele. 
 
 
6- Em quem se cumpriram plenamente os sacrifícios do Antigo Testamento, quem foi a oferta pelas nossas culpas (ls 53.10; 2 Jo 5.21), a oblação pelos nossos pecados (Hb 9.111 5) e o sacrifício pela nossa paz (Ef 5.2; Jo 6.53,56; Lv 7.1 5)?
(    ) PAI.
(    ) JESUS.
(    ) ESPÍRITO SANTO.
 
II - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
7- O que os sacrifícios praticados no Antigo Pacto podiam fazer?
(    ) Somente cobriam o pecado.
(    ) Cobriam o pecado e tornavam salvos seus ofertantes.
(    ) Cobriam o pecado e santificavam os salvos.
 
8- Complete:
"É impossível que o _____________________ dos touros e dos bodes tire ______________________" (Hb 10.4), uma vez que "o sangue dos touros e bodes e a cinza de uma novilha, esparzida sobre os imundos", os santificavam, apenas "quanto à purificação da carne". Somente o ______________________ de CRISTO, purifica a "consciência das obras mortas" do pecado (Hb 9.13,14).
 
9- Por que os sacrifícios da Antiga Aliança eram imperfeitos? Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:
 
 
Eram sacrifícios contínuos
e repetitivos
(Hb 9.13)
Eram ineficazes,
ineficientes
(Hb 7.27,28)
Purificavam apenas
o exterior
(Hb 10.1-3,11)
Os mediadores, ou seja, os sacerdotes também eram imperfeitos
(Hb 8.13; 9.15)
Tais sacrifícios caducaram com
o advento da Nova Aliança
(Hb 10.4-10)
 
 
III - O SENTIDO DA EXPIAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO
10- Por quais grandes motivos a expiação foi necessária?
(    ) Por causa da ira de DEUS e da bondade do homem.
(    ) Por causa da bondade de DEUS e da animosidade do homem.
(    ) Por causa da santidade de DEUS e da pecaminosidade do homem.
 
11- Complete:
"Sem ________________________ de ______________________ não há ____________________________" (Hb 9.22).
 
12- No Novo Testamento, mediante o derramamento do sangue de CRISTO, o pecado foi quitado, perdoado, tirado (Hb 9.26,28). A morte do Senhor foi:
Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda: (algumas palavras foram substituídas por ..... para que não influenciassem na resposta).
 
Propiciatória
 
É reatar uma amizade, ou conciliá-Ia outra vez. Em razão do pecado, o homem tornou-se inimigo de DEUS. Não há outra maneira de ...........-se com Ele, a não ser através da morte expiatória de CRISTO JESUS, nosso Senhor (Rm 5.10; 2 Co 5.18,19; CI 1.21). 
Substitutiva
 
A morte de CRISTO foi um ..... contra o Diabo, o pecado, e a própria morte (1 Co 15.55-57; CI2.15; 1 Jo 3.8).
Redentora
 
Significa "tornar propício, favorável", também tem o sentido de "juntar", "reconciliar", conforme lemos em 1 João 2.2. 
Reconciliadora 
 
Significa que JESUS morreu no lugar de toda a humanidade. Ele foi o ...... perfeito para todos os que buscam o perdão de DEUS (ls 53.4-6; 1 Pe 2.24). 
Triunfante
 
JESUS satisfez todas as condições exigidas pela justiça divina a fim de nos .... Sua morte vicária foi o preço da nossa .... (Jo 1.14; 1 Co 1.30; Hb 10.5; 1 Pe 1.18,19; CI 2.14); razão pela qual somos sua propriedade particular (1 Co 6.19,20; Ef 1.13). 
 
 
IV - O ALCANCE DA EXPIAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO
13- Complete:
Segundo alguns renomados teólogos, a morte de CRISTO é ________________________ em seus efeitos, sendo desta maneira válida para todo aquele que confiou em DEUS para o perdão dos pecados sob a primeira _____________________. Isto quer dizer que os crentes do Antigo Pacto foram _____________________ por antecipação do sacrifício de CRISTO, conforme Hebreus 9.1-5: e Ver Rm 3.25.
Jo 8.56 Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se.
 
14- Complete:
A salvação em CRISTO contempla o passado, o presente e o futuro:
"Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida" (Jo 5.24; 2 Co 6.2; Hb 3.15). Aqui vemos a perfeita segurança da redenção de DEUS, através de nosso Senhor JESUS CRISTO. Se uma pessoa "_____________________" (no presente) a palavra, e "________________________" (no presente) em DEUS, que enviou JESUS (no passado), "________________ a vida eterna" (no presente); e mais: "não entrará em condenação" (no futuro); mas "passou"  "da morte (tempo passado) para a vida".
 
15- complete:
O crente em JESUS já foi regenerado, justificado e santificado. Mas ainda lhe falta o último estágio da plena salvação em CRISTO, que é a ___________________. A Bíblia afirma que esperamos a adoção, isto é, a redenção do nosso _________________________ (Rm 8.23). Quando ocorrer a glorificação, atingiremos, em fim, a estatura de "__________________ perfeito" (Ef 4.13).
 
CONCLUSÃO
16- Complete:
A redenção da humanidade decorre da ____________________, misericórdia, e amor de DEUS. A mente humana, limitada e falível, jamais poderá aquilatar o valor da salvação em CRISTO. JESUS, por seu próprio ___________________________, entrou uma vez no santuário, e efetuou uma ________________________ redenção (Hb 9.1 2). "Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado" (Mc 16.16).
 
 
 
Para respostas dos questionários assista os vídeos em:
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SINOPSE DO TÓPICO (I) - Os sacrifícios do Antigo Testamento cumpriram-se plenamente em JESUS.
 
REFLEXÃO: "O plano divino para a salvação da humanidade foi plenamente cumprido no sacrifício inocente, amoroso e vicário de nosso Senhor JESUS CRISTO."
 
SINOPSE DO TÓPICO (II) - Os sacrifícios da Antiga Aliança eram imperfeitos, ineficazes e ineficientes (Hb 10.4-10).
 
SINOPSE DO TÓPICO (III) - A necessidade da expiação se deve a dois fatos: DEUS é santo e não poder contemplar o pecado; o pecado interrompeu de tal modo o relacionamento do homem com DEUS, que sua santa ira exigiu a condenação.
 
REFLEXÃO
"Os sacrifícios no Antigo Testamento eram rituais de caráter profético, que apontavam para o perfeito sacrifício de CRISTO: O Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo."
 
SINOPSE DO TÓPICO (IV) - A morte de CRISTO é retroativa em seus efeitos, sendo válida para todos aqueles que confiaram, confiam e confiarão no sacrifício salvífico de JESUS.
 
REFLEXÃO
"Os sacrifícios do Antigo Testamento cumpriram-se plenamente em JESUS. Ele foi a oferta pelas nossas culpas; a oblação pelos nossos pecados; e o
sacrifício pela nossa paz."
 
Subsídio Teológico "O sacrifício"
Ninguém que leia as Escrituras de modo perceptivo pode fugir à realidade de que o sacrifício está no âmago da redenção, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento. A figura de um cordeiro ou cabrito sacrificado como parte do drama da salvação e da redenção remonta à Páscoa (Êx 12.1-13). DEUS veria o sangue aspergido e 'passaria por cima' daqueles que eram protegidos por sua marca. Quando o crente do Antigo Testamento colocava as mãos no sacrifício, o significado era muito mais que identificação (isto é: 'Meu sacrifício'). Era um substituto sacrificial (isto é: 'Sacrifico isto em meu lugar').
[ ... ] Os termos 'propiciação' e 'expiação' relacionam-se estreitamente com o conceito de sacrifício e procuram informar o efeito do sacrifício de CRISTO. No Antigo Testamento, refletem kipper e seus derivados; no Novo, hilaskomai e seus derivados. Os dois grupos de palavras significam 'aplacar', 'pacificar' ou 'conciliar' (isto é, propiciar) e 'encobrir com um preço' ou 'fazer expiação por' (a fim de remover pecado ou ofensa da presença de alguém: expiar). Às vezes a decisão de escolher um significado em preferência a outro tem mais a ver com a posição teológica que com o significado básico da palavra. [ ... ]" (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 352-3.)
 
 
Ajuda:
CPAD - www.cpad.com.br - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/videosebdnatv.htm   (VÍDEOS da EBD na TV, DESTA LIÇÃO INCLUSIVE)
BÍBLIA ILUMINA EM CD - Bíblia de Estudo NVI EM CD - Bíblia Thompson EM CD.
Nosso novo endereço: http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos
Série Cultura Bíblica - R.K.Harrison - Introdução e comentário de Levítico - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - 1996 - São Paulo - SP
Tesouro de Conhecimentos Bíblicos - Emílio Conde - 1971 - CPAD - Rio de Janeiro - RJ
Veja vídeos em www.ebdweb.com.br em http://www.ieadnovocacoal.com.br/ebd-henr.htm em http://www.idbpa.net/joomla/index - Ou nos sites seguintes:
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