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VERDADE PRÁTICA:
A doutrina da reencarnação nega a Bíblia e
menospreza a salvação em Cristo, a ressurreição dos mortos e o julgamento
final.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 1 Timóteo 4.1-5
1 Mas o Espírito expressamente diz que, nos
últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos
enganadores e a doutrinas de demônios,| Segunda Sl 78.39 |
A morte é um caminho sem retorno.
39 porque se lembrou de que eram
carne, um vento que passa e não volta. Isaías 64:6 Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; e todos nós caímos como a folha, e as nossas culpas, como um vento, nos arrebatam. |
| Terça Hb 9.27 |
Ao homem está ordenado morrer uma
vez.
27 E, como aos homens está ordenado
morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo, Gênesis 3.19 No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás. Eclesiastes 3.20 Todos vão para um lugar; todos são pó e todos ao pó tornarão. 2 Coríntios 5.10 Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal. |
| Quarta Lc 16.26 |
Há um grande abismo entre os vivos e
os mortos.
26 E, além disso, está posto um
grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá, passar para cá. O RICO E LÁZARO. O rico levou uma vida egocêntrica. Escolheu mal e sofreu eternamente (vv. 22,23). Lázaro viveu a totalidade da sua vida na pobreza, mas seu coração era reto para com Deus. Seu nome significa Deus é meu socorro , e ele nunca abdicou da sua fé em Deus. Morreu e foi imediatamente levado ao Paraíso, para estar com Abraão (v. 22; 23.43; At 7.59; 2 Co 5.8; Fp 1.23). Os destinos desses dois homens foram irreversíveis a partir da sua morte (vv. 24-26). |
| Quinta 1 Jo 1.7 |
É o sangue de Jesus que purifica o
pecador; e não, as supostas reencarnações.
7 Mas, se andarmos na luz, como ele
na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus
Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.
ANDARMOS NA LUZ. Isso significa crer na verdade de Deus, conforme revelada na sua Palavra e esforçar-se sincera e continuamente por sua graça, para cumpri-la por palavras e obras. "O sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos purifica de todo pecado", refere-se à obra contínua da santificação dentro do crente, e à purificação contínua, pelo sangue de Cristo, dos nossos pecados involuntários. É provável que aqui João não esteja pensando nos pecados deliberados contra Deus, já que está falando em andar na luz. Essa purificação contínua propicia a nossa íntima comunhão com Deus |
| Sexta 1 Co 15.42 |
A doutrina da ressurreição dos mortos
elimina a crença reencarnacionista.
42 Assim também a ressurreição dos
mortos. Semeia-se o corpo em corrupção, ressuscitará em incorrupção. Daniel 12.3 Os entendidos, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente. Mateus 13.43 Então, os justos resplandecerão como o sol, no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça. |
| Sábado 2 Tm 4.1 |
É Deus, em Jesus Cristo, que julgará
os vivos e os mortos.
1 Conjuro-te, pois, diante de Deus e
do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na
sua vinda e no seu Reino, Atos dos Apóstolos 10.42 E nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é o que por Deus foi constituído juiz dos vivos e dos mortos. |
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
A doutrina da reencarnação é tão antiga
quanto a humanidade e é originária do hinduísmo.
O que diz o espiritismo ?
Evangelho Segundo o Espiritismo - 106a
Ed. - Cap. IV - Nascer de Novo - Item 4 - Pág. 84.
O espiritismo afirma que a Bíblia apresenta provas
conclusivas que a reencarnação existe.
Em primeiro lugar, diz que João
Batista foi a reencarnação de Elias. Para tanto cita o texto de Lucas
1:13-17.
Em segundo lugar, refere-se ao
episódio do Monte da Transfiguração como sendo uma sessão mediúnica. O
texto citado encontra-se em Mateus 17:1-13.
Além disso, no túmulo de Allan Kardec está escrito:
"Nascer, morrer, renascer e progredir sempre, esta é a lei".
Allan Kardec declara que é reencarnacionista por motivos
da lógica, para resolver suas questões até então insolúveis e não porque
os espíritos revelaram.
Livro dos Espíritos - 57a Ed. - Parte 2a
- Cap. V - Pluralidade das Existências - Pergunta 222 - Pág. 152).
I. SEU SIGNIFICADO
1. Conceito.
* Reencarnação não é o mesmo que encarnação.
* A reencarnação é uma crença defendida por
quase todas as religiões derivadas do hinduísmo.
* O termo significa “voltar na carne”, pois seus
adeptos acreditam que, na morte física, a alma não entra num estágio final,
mas volta ao ciclo de renascimentos.
* É chamada também de transmigração da alma e
metempsicose.
2. No Oriente.
Principalmente no Hinduísmo, Budismo, Jainismo e Sikhismo.
Também defendida por Hare Krishnas, Kardecistas,
Necromancia é prática normal.
No hinduísmo, o “eu” sobrevive à morte e torna a
reencarnar.
No budismo não existe o “eu”, porquanto não há
alma para migrar, não é necessariamente o morto que volta para reencarnar,
mas outra pessoa.
Os adeptos do hare khrishna acreditam que a alma
de quem morre pode reencarnar em seres inferiores, nos animais e até nos
insetos.
* As reencarnações nas religiões não são
exatamente iguais.
* Quando a Bíblia fala da encarnação do Verbo,
está a dizer:
Está enfatizando que Deus fez-se homem, pois
Jesus veio em carne.
II. SEUS OBJETIVOS
1. Busca da perfeição ou da salvação.
* Buscam a perfeição por meio de um processo
evolutivo até que os ciclos da roda de reencarnações parem de girar.
* Nem todos os reencarnacionistas acreditam na
garantia da salvação final de todos.
* A crença mais comum é que apenas um período de
vida não é suficiente para os seres humanos aperfeiçoarem-se.
* Rejeitando a salvação em Jesus, acreditam na
doutrina do carma.
Crêem no Carma ou Karma:
É a lei que determina o lugar de um indivíduo na
reencarnação, ou seja, a pessoa vai colher o que semeou na suposta
encarnação anterior; é o princípio hindu de causa e efeito.
2. Reencarnação e cristianismo.
Essas crenças são contrárias à teologia bíblica,
pois nelas não há espaço para a doutrina da ressurreição dos mortos, da
redenção pela fé no sacrifício de Jesus no Calvário, do julgamento divino
sobre os infiéis, do inferno ardente.
* Os adeptos da reencarnação colocam-se em
aberta oposição à Bíblia Sagrada.
3. Reencarnação à luz da Bíblia.
* A Bíblia afirma que “aos homens está ordenado
morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hb 9.27).
* Nós vivemos apenas uma vez, e depois da morte,
segue-se o juízo
* A reencarnação não existe (Jo 9.1-3).
4. Não há salvação sem Jesus.
* O Senhor Jesus levou sobre o madeiro todos os
nossos pecados (1 Pe 2.24); este é o único meio de salvação.
* Jesus é o único Salvador! (At 4.12).
* Ele (JESUS) mesmo há de julgar os vivos e os
mortos.
III. SUAS DISTORÇÕES
1. Fonte da teologia cristã..
As doutrinas cristãs não podem ser
fundamentadas em experiências pessoais
* os sentimentos humanos acham-se comprometidos
em conseqüência da Queda do homem no Éden (Jr 17.9 cf. Gn 3.1-24).
* Porque Deus revelou-se a si mesmo através da
sua Palavra, a Bíblia Sagrada.
2. Distorção científica.
Muitas pesquisas são feitas inutilmente com o intuito de procurar os
fundamentos científicos da reencarnação.
É uma distorção da verdade.
A ciência confirma o que a Bíblia sempre
ensinou: é na concepção que começa uma nova vida — um ser humano individual
e único.
A doutrina da reencarnação vem de:
Dos espíritos malignos manifestos nos médiuns.
3. Distorção bíblica.
Os defensores da reencarnação usam passagens bíblicas para fundamentar suas
crenças.
Fundamentam suas crenças em:
* Usam passagens bíblicas
* Embora rejeitem a Bíblia, reconhecem o
respeito que o povo, de modo geral, tem pela Palavra de Deus
* Sempre que possível, usam passagens das
Escrituras, arrancadas violentamente de seu contexto, para dar roupagem
bíblica àquilo em que acreditam.
a) Novo nascimento não é reencarnação.
* Nada tem a ver com a reencarnação.
* Jesus está falando da regeneração, do nascer
da água e do Espírito (Jo 3.3-5).
* Nas “reencarnações”, a pessoa nasceria sempre
da carne.
b) João Batista não é Elias reencarnado.
A crença de que João Batista era a reencarnação
de Elias é inconsistente:
* Elias não morreu; logo, não se desencarnou (2
Rs 2.11).
* A expressão “no espírito e virtude de Elias”
(Lc 1.17) não é o mesmo que reencarnação.
* O próprio João afirmou que não era Elias.
* O que temos aqui são características pessoais
e ministeriais comuns a ambos os profetas.
IV. SUA POPULARIDADE
1. Aceitação na sociedade.
A reencarnação tornou-se comum na vida dos que não conhecem a Deus e a sua
Palavra.
Os principais promotores da doutrina da
reencarnação são:
Políticos, Cientistas, Empresários e Artistas de
Hollywood.
2. Razão do seu crescimento.
* A popularidade da reencarnação é o resultado
da tendência humana de procurar escapar do inferno sem a ajuda de Deus.
* O “deus deste século cegou o entendimento dos
incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho” (2 Co 4.4).
* Satanás diz-lhes que não há mais solução,
porque o homem está simplesmente colhendo o que semeou na suposta encarnação
anterior.
CONCLUSÃO
Os adeptos da reencarnação estão preparados para
defender suas crenças em qualquer foro.
Dizem as Escrituras que Satanás e seus espíritos
malignos agem "com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira". O
apóstolo João disse: "E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz
descer do céu à terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na terra
com sinais que lhe foi permitido que fizesse." (AP 13:13 e 14)
Jesus advertiu a todos os cristãos:
"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes
sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." (MT
24:24)
Muito embora tenhamos a mais sincera
consideração pelos que ativamente promovem o espiritismo, sentimo-nos
obrigados a afirmar, com a autoridade da Bíblia, que o espiritismo tem
origem satânica, e sua prática não somente engana os homens, afastado-os do
único caminho da salvação mediante o evangelho (que aponta para Jesus Cristo
e seu sacrifício vicário), mas freqüentemente perturba a alma, confunde as
faculdades mentais e precipita o ser humano numa escravizante dependência
dos espíritos, levando à desorientação e ao desespero.
É por isto que a Bíblia condena o
espiritismo.
Os adeptos da reencarnação fazem parte do
grupo não alcançado pelo evangelho.
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES - Subsídio Apologético
“Jesus, Nicodemos e o Novo Nascimento.
O diálogo entre Jesus e Nicodemos, registrado em
João 3.1-21, é freqüentemente usado pelos espíritas como prova de que Jesus,
ao dizer a Nicodemos que lhe era necessário nascer de novo, estava pregando
a reencarnação. Ora, só aqueles que ignoram o significado da palavra grega
anothen – traduzida no v. 3 por ‘nascer de novo’ – é que fazem uso de
tal argumento. Porém, o significado literal desse vocábulo é nascer do alto,
nascer de cima, nascer de Deus. Portanto, não se refere a um nascimento após
um processo biológico, intra-uterino, e sim, por meio da operação do
Espírito de Deus no interior do homem. Isto nada tem haver com a
reencarnação.
Se a doutrina reencarnacionista fizesse parte
dos ensinamentos de Jesus, a grande oportunidade de divulgá-la e confirmá-la
seria durante a memorável conversa daquele que era mestre em Israel com
Aquele que é o Mestre dos mestres. A pergunta de Nicodemos: ‘Como pode um
homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e
nascer segunda vez?’ não poderia ter sido respondida, caso Jesus fosse
reencarnacionista, da seguinte maneira: ‘Isto é possível, Nicodemos. Basta
você reencarnar?’ Mas a resposta de Cristo foi: ‘Na verdade, na verdade te
digo, quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de
Deus’.” (COSTA, J. Magno. Porque Deus condena o espiritismo. 12. ed., Rio de
Janeiro: CPAD, 2003, p. 156.)
Reencarnação
(Natanael Rinaldi
e Paulo Romeiro – Desmascarando as Seitas – CPAD – 1996 – Rio
De janeiro - RJ)
Declaração espírita:
"O princípio da reencarnação ressalta, aliás, de
muitas passagens das Escrituras, encontrando-se
especialmente formulado, de maneira
explícita, no evangelho" (O Livro dos Espíritos,
p. 96).
Kardec
define o que é a reencarnação, dizendo:
"A doutrina da reencarnação, que consiste em
admitir para o homem muitas existências
sucessivas, é a única que
corresponde à idéia da justiça de Deus com
respeito aos homens de condição moral
inferior, a única que pode explicar o nosso
futuro e fundamentar as nossas esperanças, pois oferece-nos
o meio de resgatarmos os nossos erros através de novas provas. A razão assim
nos diz, e é o que os Espíritos nos ensinam"
(Ibid., p. 84)
Além de afirmar que a reencarnação está
baseada nos evangelhos,
Kardec reitera ser ela a única doutrina
que satisfaz à justiça de Deus. Reafirmando suas colocações,
adianta ele que tal explicação pode ser entendida
pelo carma:
1. Carma
"Arrependimento, expiação e reparação,
constituem, portanto,
as três condições necessárias para apagar os traços
de uma falta e suas conseqüências" (O Céu e o Inferno, :' 747). Toda falta
cometida, todo mal praticado, passa a ser
uma dívida contraída que deverá ser paga pela própria pessoa,
através do arrependimento, expiação (que é o sofrimento) e reparação (que
são as boas obras)
Esta vida passa a ser tida como uma expiação. O
que sofremos é justo; foi merecido por nós,
nesta ou noutras encarnações. Pois bem, quando um
homem mau fere o outro,
quando um ladrão furta, quando o capanga mata, nada
mais são que instrumentos da justiça divina.
Por outro lado, Deus não deixaria que excedessem
ao castigo merecido
pela vítima - ou melhor, o réu. Se o sofrimento
ultrapassasse o mal cometido, Deus seria injusto
e provaria definitivamente que faz acepção de pessoas.
Segue-se não há nada de errado ou reprovável no
matar, roubar e destruir
(cf. Jo 10.10).
Qualquer mal sofrido é necessariamente merecido!
Sim, pelo que dizem os espíritas, Deus não pode permitir a injustiça; não
pode permitir a desigualdade no mundo. Se o permite,
é por justo merecimento. Quando um amigo atraiçoa
outro, rouba-o e deixa-o na miséria, devia ser abraçado
com lágrimas de gratidão. Não lhe podia fazer um bem maior... Logo,
pelas doutrinas espíritas, podemos e devemos
praticar o mal!
A doutrina bíblica deixa patente que todo mal
deliberado, feito aos outros, não ficará sem a justa retribuição (Jd
_ 5). Quando nos arremetemos contra alguém, expomo-nos ~
fazer sofrer um inocente. A doutrina espírita, por sua vez, defende
que só fazemos sofrer quem o merece. O verdadeiro "O
problema, o mal em todas as suas formas, o pecado, a verdadeira
causa do sofrimento e da injustiça permanece sem
tratamento; não é resolvido em absoluto, apenas perpetuado -
indefinidamente. Uma maldade exige outra erro
compensação, e a outra mais outra, e assim vai...
As três condições básicas para o homem se salvar
segundo o espiritismo são:
a) arrependimento;
b) sofrimento;
c) praticar boas obras.
Quanto a esta última, o espiritismo adotou o
slogan "Fora da caridade não há salvação".
No que concerne ao
arrependimento, a Bíblia afirma:
que
o ladrão na cruz se arrependeu e ouviu de Jesus que
naquele mesmo dia estaria com ele no paraíso (Lc 23.43,
Com respeito ao sofrimento, afirmamos que nem
todo ~' sofrimento é conseqüência de débito para
com Deus contraído nesta ou noutra encarnação.
Allan Kardec afirma que são
os espíritos que escolhem a forma como irão
purificar-se. Uns escolhem o sofrimento e outros as riquezas, o'
prazeres etc. Veja o que diz Allan Kardec:
"Quando se encontra na
erraticidade, antes de inicia:
nova
existência tem o Espírito consciência do que lhe sucederá na vida terrena?
Pode prevê-lo? 'É ele próprio quem escolhe o
gênero de provas por que há de passar, nisso constituindo o seu
livre-arbítrio'. Então não é Deus que lhe impõe as tribulações da vida como
castigo? Deixando ac
Espírito a liberdade de escolha, fica com este a inteira
responsabilidade dos seus atos e as respectivas conseqüências" (O
Livro dos Espíritos, p. 106).
"O que é que dirige o Espírito na escolha das
provas por que pretende passar?" "Alguns impõem a si mesmos uma vida de
misérias e privações, no intuito de suportá-la
corajosamente. Outro:, preferem experimentar as
tentações da riqueza e do poder.." (Ibid., p. 107).
"Qual das provas é a mais temível: a da
infelicidade ou da riqueza? Tanto uma quanto a outra" (lbid.,
p. 205).
Se os espíritos é que escolhem riqueza e
poder ou tribulações e privações, perguntamos:
Quem é que deixa de escolher riqueza e poder nessas condições? Não é preciso
muita imaginação para saber o que a maioria escolheria...
Allan Kardec
continua: "Podem os espíritos degenerar?
Não; à medida que avançam compreendem o que os
distanciava da perfeição. Concluindo uma prova, o espírito fica com a
ciência que daí lhe veio e não esquece. Pode permanecer
estacionário, mas não retrógrado" (lbid.,
p. 71).
Parece excelente esse castigo imposto de
recomeçar onde havia parado na existência anterior. O espírito, segundo
Allan Kardec, não retrocede. Logo, na encarnação
seguinte vai começar onde parou na primeira, nunca volta atrás na escala do
desenvolvimento. Diverge assim do hinduísmo que admite a regressão para uma
forma inferior de vida - a de um animal ou até mesmo de inseto nocivo. A
teoria kardecista da reencarnação é mais
benigna, e dá aos seus adeptos a oportunidade de recomeçar onde pararam.
Admitamos um exemplo: Nero fez os cães
despedaçarem gente que não tinha como se defender,
queimou outros em estacas, e passeou de carro à luz de pessoas feitas
verdadeiras tochas humanas. Qual foi sua punição? Simplesmente ficou
estagnado! Nem melhorou, nem piorou.
Sua punição constituiu em não avançar, tendo de
recomeçar exatamente de onde parou.
Esta a lógica do espiritismo - a liberdade de
recomeçar o que foi mal feito, podendo repetir tudo de novo...
2. Salvação pela prática de boas obras
Declaração espírita: "Fora da caridade
não há salvação!"
"Meus filhos, na máxima 'Fora da caridade não
há salvação' estão contidos os destinos dos homens na Terra como nos céus"
(O Evangelho Segundo o Espiritismo. (p.631).
Resposta bíblica:
Muitos querem identificar a caridade cristã como
filantropia. Na realidade são duas coisas bem distintas. Em
1 Coríntios 13.3,
Paulo afirma que alguém pode dar seu corpo para ser queimado, e todos os
seus bens aos pobres e ainda não ter caridade. Se não é esta a caridade
cristã, então qual é? Sem dúvida, a verdadeira filantropia. Filantropia e
caridade podem apresentar um aspecto externo semelhante e, no entanto, ser
bem diferentes. Dizemos, à luz da Bíblia.
que
o primeiro mandamento, em importância, é o de amar Li.
Deus sobre todas as coisas (Mt 22.37-39).
Existe uma conexão entre a caridade cristã e
o amor Li.
Deus. Os dois chegam mesmo a identificar-se,
pois em Mateus 25.40 Jesus declara que "quando o fizestes a um destes meus
pequeninos, a mim o fizestes". Aí está a significação da caridade. O cristão
ama a Deus no próximo. Foi
assim que se deu com Zaqueu (Lc 19.1-10).
Ao receber Jesus em sua casa nasceu nele uma preocupação
pelo"menos favorecidos e se pronunciou espontaneamente, dizendo:
"Senhor, eis que eu dou aos pobres metade do"meus bens..." (Lc 19.8).
As boas obras nunca salvaram, nem ajudaram a
salvar Paulo afirma, em
Efésios 2.8-10, que a salvação é peL
graça, por meio da fé em Jesus Cristo, e nele somos criado"para as boas
obras, a fim de que as pratiquemos.
3. Reencarnação é a chave?
Declaração espírita:
"Muitos pontos do evangelho, da Bíblia e dos
escritos sagrados em geral são ininteligíveis,
muitos mesmo se afiguram
irracionais por falta de uma chave, para se lhes conhecer o verdadeiro
sentido. Ora, essa chave se acha inteiramente no
espiritismo, conforme disso já se convenceram aqueles que o estudam
seriamente e que melhor o reconhecerão mais tarde" (O Evangelho
Segundo o Espiritismo, p. 536).
Verificaremos as passagens da Bíblia que segundo
Kardec são ininteligíveis, sendo usadas pelo
espiritismo em apoio de seus ensinos:
João 9.2: "Quem pecou, este ou seus pais, para
que nascesse cego?"
Argumentação espírita: "Essa pergunta prova que
os apóstolos acreditavam na reencarnação".
Resposta bíblica:
Sejam quais tenham sido as idéias pessoais dos
apóstolos acerca da reencarnação, é certo que longe estava Cristo de
partilhá-las. Ele respondeu: "Nem ele pecou nem
seus pais; mais foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus" (Jo
9.3).
Esta resposta arrasa com
os alicerces de toda a construção reencarnacionista,
baseada na opinião de que toda a infelicidade, todo sofrimento, decorre do
pecado pessoal.
Há contrariedades e sofrimentos que Deus envia
simplesmente para que sejam manifestas suas obras.
6. Receber cem vezes mais - nesta ou noutras
vidas?
Quando "o Filho do homem se assentar no trono
da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze
tribos de Israel. E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou
irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor do meu
nome, receberá cem vezes tanto e herdará a vida eterna" (Mt 19.28,29).
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As Escrituras de Deus condenam o
espiritismo, espiritualismo, bruxaria, kardecismo, mesa branca,
umbanda, candomblé, macumba, xangô, quimbanda, vodu, bruxaria,
magia, reencarnação, mediunidade, toda comunicação ou tipo de
contato e relacionamento com mortos e entidades espirituais. Espiritismo à Luz das Escrituras Hélio e Valdenira de Menezes Silva, 2001 Incontáveis disfarces, para todos os gostos: Alguns dos disfarces mais difundidos no Brasil são:
Espiritismo é revolta contra a Palavra de Deus:
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