LIÇÃO 4 – A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO
Lições Bíblicas do 3º Trimestre de 2011 - CPAD - Jovens e
Adultos
A MISSÃO INTEGRAL DA IGREJA - porque o reino de DEUS está
entre vós.
Comentários da revista da CPAD: Pr. Wagner Gaby
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio
Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz
Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
Veja também
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao08-im-amissaosocialdaigreja.htm
PACTO DE LAUSANNE
TEXTO ÁUREO
"Portanto, ide, ensinai todas as nações,
batizando-as em nome do Pai, e do
Filho, e do ESPÍRITO SANTO"
(Mt
28.19).
VERDADE PRÁTICA
A evangelização requer da Igreja a proclamação integral do
Evangelho ao mundo todo.
LEITURA DIÁRIA
Segunda
-
Gn
1.28-30
O estabelecimento
da Comissão Cultural
Terça - Mc
16.15;
Mt
28.19
0
estabelecimento da Grande Comissão
Quarta - At
2.38-41
A Igreja na
proclamação da Palavra
Quinta
-
At
2.42-47
A Igreja na
prática do serviço
Sexta - Mc
16.15,16
A responsabilidade
celestial da Igreja
Sábado
-
Gn
1.28;
Mc
12.31
A responsabilidade
terrena da Igreja
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE -
Gênesis
1.26-30;
Marcos
16.15
18,20
Gênesis
1 (Comissão
Cultural)
26 -
E disse DEUS: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e
domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e
sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.27
-
E criou DEUS o homem ã sua imagem; à imagem de DEUS o criou;
macho e fêmea os criou.
28
- E DEUS os abençoou e DEUS lhes disse: Frutificai, e
multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes
do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a
terra.29
- E disse DEUS: Eis que vos tenho dado toda erva que dá
semente e que está sobre a face de toda a terra e toda árvore em que há
fruto de árvore que dá semente; ser-vos-ão para mantimento.30 -
E a todo animal da terra, e a toda ave dos céus, e a todo réptil da terra,
em que há alma vivente, toda a erva verde lhes será para mantimento. E assim
foi.
Marcos
16 (Grande
Comissão)
15
-
E
disse-lhes:
Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.16 -
Quem crer e for
batizado
será salvo; mas quem não crer será condenado.
17
-E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome,
expulsarão
demônios;
falarão novas línguas;18
-pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera,
não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.20 -
E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o
Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém!
PALAVRA CHAVE -
Missão Integral
- Proclamação da mensagem da
salvação mediante a pregação e as
ações
que
seguem-se
a esta, tendo sempre a visão total do homem.
INTERAÇÃO
Professor, o enfoque principal da lição de hoje é a Missão
Integral da Igreja. Esse é um tema relevante que está em voga, todavia não é
algo novo. A Igreja Primitiva já fazia missão integral. Embora algumas
igrejas não saibam nada a respeito desse conceito, muitas estão
comprometidas e realizando a Missão Integral. Para a aula de hoje é
importante que você adquira e leia o Pacto de Lausanne. Esse documento,
elaborado por crentes de diferentes nações, é o resultado do Congresso
Internacional de Evangelização Mundial que aconteceu em
1974
na cidade de Lausanne, na Suíça. O
documento vem balizar o que a Palavra de DEUS já nos diz a respeito de
alcançar as nações com o evangelho de CRISTO, contemplando todas as
necessidades do ser humano, cumprindo a Missão Integral da Igreja.
OBJETIVOS -
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Compreender
que a Missão Integral é uma ordenança divina.
Saber
que a Comissão
Cultural é uma convocação à igreja.
Conscientizar
se de que o Senhor JESUS
comissionou-nos
a pregar, a
batizar
e a fazer discípulos em todo o mundo.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, tire cópias do quadro abaixo para os alunos.
Inicie a aula com a seguinte indagação: "O que é Missão Integral da Igreja?"
Ouça com atenção as respostas. Em seguida, leia juntamente com seus alunos,
o conceito apresentado no I tópico. Depois, discuta com a turma as
principais resoluções do
Pacto de Lausanne
em relação a evangelização e a responsabilidade social.
Como se coloca a
questão da ação social hoje? De
múltiplas maneiras. Não há uma só forma de atuar. Do ponto de vista da
relação com a missão da igreja, há diferentes aspectos em jogo. Fazer para
dentro ou para fora (priorizando os membros de igreja ou qualquer pessoa que
precise)? Com quem fazer (referência eclesial ou como “fermento na massa”,
sozinhos ou em redes e parcerias)? Com que objetivo ou horizonte de mudança
(imediato, de médio e longo prazo, local, regional, nacional, assistencial,
transformador)?
Do ponto de vista das
modalidades de atuação, há também diferentes possibilidades:
1. Desenvolvimento de
uma consciência e crítica profética diante da situação social, aprendendo a
compreender os fenômenos sociais para além de impressões, prejulgamentos,
preconceitos, ou de leituras puramente espirituais ou religiosas dos mesmos;
2. Realização da filantropia, nos casos em que é preciso atender às
necessidades emergenciais ou àqueles setores mais pobres entre os pobres,
mais discriminados socialmente, ou incapacitados para o trabalho ou para
cuidarem de si mesmos, que precisam de constante apoio e provisão;
3. Atuação profissional, pondo a serviço dos setores excluídos da sociedade
o saber e a experiência que existem no meio evangélico e que muitas vezes só
são exercidos em proveito próprio (melhorar de vida, ganhar mais dinheiro,
consumir mais);
4. Envolvimento em ações coletivas, participando de iniciativas de
auto-organização da comunidade, da vizinhança, de uma categoria social, de
um grupo de pessoas que se sentem discriminadas ou excluídas de alguma
maneira; tomando a iniciativa e oferecendo recursos humanos e institucionais
da igreja para a organização ou mobilização desses grupos; dando apoio
público a movimentos desse tipo, quando solicitada ou quando sentir-se
solidária com as demandas ou questões defendidas;
5. Atuação política, em nível supra-partidário, ou, em se tratando de
indivíduos, pequenos grupos ou movimentos de cristãos, partidariamente, no
apoio a projetos que visem a transformar a sociedade no sentido da
liberdade, da igualdade e da solidariedade;
6. Desenvolvendo uma espiritualidade do serviço e da libertação, que integre
na experiência de fé dos membros das igrejas, inclusive daqueles que não
atuam diretamente na ação social, a compreensão de DEUS que nos ensina a
falar, orar, agir com vistas à transformação de toda a humanidade e das
pessoas como seres integrais(corpo e espírito), bem como de toda a criação,
obra das mãos de DEUS.
A prática social da
Igreja pode ser um testemunho da sua missão integral. Há muitos e não
pequenos desafios a enfrentar. E como em muitas outras situações na história
da igreja, não é possível esperar pela maioria para tomar a iniciativa. O
importante é tentar sensibilizá-la para ser fiel ao chamado integral de DEUS
à sua igreja. Se e onde isso não acontecer, sejamos movidos por nossa
convicção de estar sendo fiéis a DEUS e, mesmo compreendendo em amor as
resistências, não cedamos, não nos dobremos a elas. O conservadorismo de
maioria, ao longo da história, nem sempre foi testemunha de fidelidade,
equilíbrio e compromisso com a paz e a justiça. Houve e há horas em que
temos que nos erguer e assumir a responsabilidade, diante de DEUS e dos
outros ao nosso redor, de ser agentes de mudança na produção de sinais do
Reino de DEUS.
Atos - Introdução e Comentário - I. Howard
Marshall - Série Cultura Bíblica
Atos
34-35. A promessa feita no Antigo Testamento ao povo de DEUS, no sentido de
que não haveria pobre entre eles (Dt 15 :4) foi cumprida na igreja pela
generosidade dos membros mais prósperos. Aqueles
que tinham propriedades ou casas as vendiam, e traziam os valores
correspondentes aos apóstolos, que então os distribuíam aos necessitados.41
A referência aos pés dos apóstolos (4:37; 5:2) sugere algum tipo de
transferência jurídica expressa em linguagem formal; é desnecessário
acompanhar a sugestão de Stahlin (p. 79) de que os apóstolos se sentavam em
cadeiras altas, os protótipos dos tronos eclesiásticos posteriores. Agora,
incidentalmente, percebemos por que a pregação dos apóstolos se mencionou em
v. 33. Tinham, também, o fardo adicional de administrar os fundos coletivos
da igreja; e, embora esta tarefa talvez não fosse pesada logo de inicio,
dentro em breve foram necessários planos novos (6:1-6).
36. O
exemplo da generosidade de Barnabé é destacado para menção especial,
possivelmente por ser de vulto excepcional, e certamente porque Barnabé
aparecerá mais tarde na história como líder cristão que era conspícuo pela
sua pura bondade (11 :24). Seu nome, se supõe, refletia o seu caráter. Não
fica clara a conexão entre "Barnabé" e "filho de exortação", e há várias
explicações do nome.42 Um "Filho de encorajamento" era uma pessoa que
encorajava os outros, e Barnabé certamente fazia assim (9:27; 11 :23;
15:37). Era levita de nascimento, membro da tribo judaica da qual se tirava
alguns dos funcionários menos importantes do templo (Lc 10:32; Jo 1 :19),
mas a sua fama decerto migrara para Chipre, onde havia uma população judaica
de certo vulto (cf. 11 :19; 13:4-5).
37. A lei
antiga que proibia aos levitas a propriedade de terras (Nm 18:20; Dt 109)
parece ter caído em desuso (Jr 32:7 e segs.). Não fica claro se o campo que
pertencia a Barnabé ficava em Chipre ou na Palestina; presume-se que era
neste último lugar, pois v. 35 indica apenas que Barnabé nascera em Chipre.
Atos 44; 45. Um aspecto distintivo foi o modo
de os crentes viverem juntos, na prática de algum tipo de comunhão de bens. O
significado disto fica mais claro no v. 45, onde se esclarece que as pessoas
vendiam suas propriedades para aplicar o preço na assistência dos
necessitados. A primeira impressão que obtemos, portanto, é aquela de uma
sociedade cujos membros viviam juntos e tinham tudo em comum (4 :33). Não
seria surpreendente, sendo que sabemos que pelo menos um outro grupo
contemporâneo judaico, a seita de Cunrã, adotou este modo de vida; Filo e
Josefo, nas suas descrições dos essênios (com os quais usualmente se
identificam os cunranitas), dizem a mesma coisa. É bem provável que, no
primeiro impacto do entusiasmo religioso, a igreja primitiva tenha vivido
desta maneira; os ditos de JESUS acerca da abnegação podem ter sugerido este
modo de vida. Depara-se, porém, na narrativa em 4:32-5:11, que vender os
bens pessoais era assunto voluntário, e a atenção especial dada a Barnabé
por ter vendido um campo talvez sugira que houvesse algo de incomum no seu
ato. Não devemos, portanto, tirar a conclusão de que tomar-se cristão
necessariamente acarretasse uma vida numa comunidade cristã" estreitamente
fechada em si. O que realmente aconteceu foi, talvez, que cada pessoa
deixava seus bens à disposição dos outros quando surgia a necessidade.
Evitamos o emprego do termo "comunismo" na descrição da praxe, visto que o
comunismo moderno é uma descrição de um sistema político e econômico de um
caráter tão diferente que é anacronístico e enganoso empregar-se o termo no
presente contexto?
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VAMOS APRENDER COM A
LIÇÃO 10 - A BELEZA DO TESTEMUNHO CRISTÃO
AS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ
Trabalhando em busca da perfeição
Comentarista: Pr. Claudionor de Andrade
Consultor Doutrinário e Teológico: Pr.
Antônio Gilberto
Complementos e Ajuda para professores e
alunos: Ev. Luiz Henrique.
TEXTO ÁUREO
"Para que sejais irrepreensíveis e sinceros,
filhos de DEUS inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre
a qual resplandeceis como astros no mundo" (Fp 2.15).
VERDADE PRÁTICA
Nosso testemunho tem de ser mais eloqüente do
que nossas palavras; somente assim agradará a DEUS.
LEITURA DIÁRIA
Mt 5.20- A ética do testemunho cristão; 1 Pe
3.13- O testemunho cristão zela pelo bem; Sl 15- O cântico do testemunho
cristão;
Mt 5-7- A legislação do testemunho cristão; Gl
5.22- Os fundamentos do testemunho cristão; Ef 5.1,18-21- A eficácia do
testemunho cristão
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 1
Pedro 3.8-16.
8 E, finalmente, sede todos de um mesmo
sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos
e afáveis, 9 não tornando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo
contrário, bendizendo, sabendo que para isto fostes chamados, para que, por
herança, alcanceis a bênção. 10 Porque quem quer amar a vida e ver os dias
bons, refreie a sua língua do mal, e os seus lábios não falem engano; 11
aparte-se do mal e faça o bem; busque a paz e siga-a. 12 Porque os olhos do
Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos, atentos às suas orações;
mas o rosto do Senhor é contra os que fazem males. 13 E qual é aquele que
vos fará mal, se fordes zelosos do bem?14 Mas também, se padecerdes por amor
da justiça, sois bem-aventurados. E não temais com medo deles, nem vos
turbeis; 15 antes, santificai a CRISTO, como Senhor, em vosso coração; e
estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que
vos pedir a razão da esperança que há em vós, 16 tendo uma boa consciência,
para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem
confundidos os que blasfemam do vosso bom procedimento em CRISTO,
Testemunho significa uma declaração
fundamentada, comprovada, testada, confirmada ou declarada ter visto, ouvido
ou conhecido.
Uma das coisas mais importantes na vida de um
seguidor de JESUS, que é também chamado de cristão, é o seu testemunho, ou
seja, é a vivencia, na prática, daquilo que ele fala ou diz que é.
Não devemso apenas darmos testemunho, mas também
sermos testemunhas, foi o que JESUS encomendou aos seus discípulos quando
partiu, logo antes do pentecostes:
At 1.8 Mas recebereis poder, ao descer sobre
vós o ESPÍRITO SANTO, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em
toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.
Implica em testemunhar de CRISTO, não apenas
sendo parecido com ELE em seu caráter, mas também em sua fé e poder ao
pregar o evangelho. Todos os crentes devem ter um alto padrão ético, mas
também todos devem ter os sinais poderosos de DEUS os acompanhando em seu
testemunho cristão, revelando ao mundo que JESUS está vivo e quer a
glorificação e exaltação do Pai através de nós.
Mc 16.17 E estes sinais acompanharão aos que
crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão
em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum;
e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados.
Palavra Chave: Testemunho:
Testemunho cristão é a postura ética e bíblica que o crente exerce na
sociedade em que vive.
JESUS -
Aprendei de mim...
Jo 12.45 E quem me vê a mim, vê aquele que me
enviou.
Paulo - Fp 3.17 Irmãos, sede meus imitadores, e
atentai para aqueles que andam conforme o exemplo que tendes em nós;
1Ts 4.1,2 Finalmente, irmãos, vos rogamos e
exortamos no Senhor JESUS que, como aprendestes de nós de que maneira deveis
andar e agradar a DEUS, assim como estais fazendo, nisso mesmo abundeis cada
vez mais.
2Tm 3.14,15 Tu, porém, permanece naquilo que
aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e
que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para
a salvação, pela que há em CRISTO JESUS.
Como vemos acima o cristão é representante de
CRISTO na Terra, portanto deve ser parecido com O mesmo para que possa
desempenhar seu papel de cristão perante sua família, a Igreja e o mundo.
Será que poderíamos dizer: Quem me vê a mim, vê
JESUS? Oh! meu DEUS, tenha misericórdia de todos nós!
Não basta dar testemunho apenas, mas é
preciso ser também testemunha e viver o evangelho de maneira plena,
praticando o que se prega e tendo a manifestação do poder de DEUS como selo
de autenticidade para nossa pregação.
Mateus 5.13-16; 20 - Lucas 14.34,35; 17-20,21.
Mt 5.13 Vós sois o sal da terra; e, se o sal
for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se
lançar fora e ser pisado pelos homens. 14 Vós sois a luz do mundo; não se
pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; 15nem se acende a candeia
e se coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá luz a todos que estão
na casa. 16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam
as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus.
20 Porque vos digo que, se a vossa justiça
não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos
céus.
Lc 14.34 Bom é o sal, mas, se ele degenerar,
com que se adubará? 35 Nem presta para a terra, nem para o monturo;
lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça.
Lc 17.20 E, interrogado pelos fariseus sobre
quando havia de vir o Reino de DEUS, respondeu-lhes e disse: O Reino de DEUS
não vem com aparência exterior.21 Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Ei-lo ali!
Porque eis que o Reino de DEUS está entre vós.
O cristão como sal da terra e luz do mundo,
não só deve ser diferente, mas seu
comportamento como cristão deve ser um
referencial para a sociedade.
Mt 5.13 SAL
DA TERRA. Os cristãos são o sal da terra . Dois dos valores do sal são: o
sabor e o poder de preservar da corrupção. O cristão e a igreja, portanto,
devem ser exemplos para o mundo e, ao mesmo tempo, militarem contra o mal e
a corrupção na sociedade.
(1) As igrejas mornas apagam o poder do ESPÍRITO
SANTO e deixam de resistir ao espírito predominante no mundo. Elas serão
lançadas fora por DEUS ( Ap
3.16).
(2) Tais igrejas serão destruídas, pisoteadas
pelos homens (v.13); i.e., os mornos serão destruídos pelos maus costumes e
pelos baixos valores da sociedade ímpia (cf. Dt
28.13,43,48; Jz 2.20-22).
Jo 8.12 EU SOU A LUZ DO
MUNDO. JESUS é a luz verdadeira (1.9). Ele remove as trevas e o engano,
iluminando o caminho certo para DEUS e a salvação.
(1) Todos que seguem a JESUS são libertos das
trevas do pecado, do mundo e de Satanás. Os que ainda andam nas trevas não o
seguem (cf. 1 Jo 1.6,7).
(2) "Quem me segue" é um gerúndio contendo a
idéia de seguir continuamente.
JESUS, na realidade, disse "seguir-me
continuamente". Ele reconhecia somente o discipulado perseverante (ver
8.31).
Lc 17.20 E, interrogado pelos fariseus sobre
quando havia de vir o Reino de DEUS, respondeu-lhes e disse: O Reino de DEUS
não vem com aparência exterior. 21 Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Ei-lo ali!
Porque eis que o Reino de DEUS está entre vós.
SE A VOSSA JUSTIÇA. A justiça dos escribas e dos
fariseus era exclusivamente exterior. Eles observavam muitas regras, oravam,
cantavam, jejuavam, liam as Escrituras e freqüentavam os cultos nas
sinagogas. No entanto, substituíam as atitudes interiores corretas pelas
aparências externas. JESUS declara aqui que a justiça que DEUS requer do
crente vai além disso. O coração e o espírito, e não somente os atos
externos, devem conformar-se com a vontade de DEUS, na fé e no amor.
A Ética nos Evangelhos.
No Sermão da Montanha, encontramos as REGRAS
BÁSICAS do Reino de DEUS, trazidas por JESUS CRISTO. A Ética do Sermão do
Monte e das demais partes do evangelho é tão elevada, que nem mesmo a
maioria dos cristãos a têm levado à prática.
Exemplos:
- A justiça do cristão deve exceder a dos
escribas e fariseus (Mt 5.20);
- Quem somente olhar para uma mulher, pensando
em adulterar com ela, já adulterou (Mt 5.28).
- O falar deve ser sim, sim; não, não. O que
disso passa é de procedência maligna (Mt 5.37);
- O certo é amar os inimigos, bendizer os que
nos maldizem, fazer bem aos que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam
(Mt 5.44);
- CRISTO manda que sejamos perfeitos como é
nosso Pai que está nos céus (Mt 5.48);
- Não se deve julgar os outros (Mt 7.1);
- Só devemos fazer aos homens o que queremos que
eles nos façam (Mt 7.12);
- Se o irmão pecar contra nós, devemos perdoar
sempre – (até 70 x 7 - apenas como alegoria) (Mt 18.22);
- É para dar a César o que é de César e a DEUS o
que é de DEUS (Mt 22.21);
- Quando o cristão der um banquete (casamento,
festa de 15 anos, etc.) não deve convidar só os amigos, os irmãos, os
parentes, os vizinhos ricos, mas principalmente “os pobres, os mancos e
cegos” (Lc 14.12-13).
A Ética nas Epistolas
1) Fazer tudo para a glória de DEUS (1 Co
10.31);
2) Fazer tudo em nome de JESUS, dando graças a
DEUS (Cl 3.17);
3) Fazer de todo o coração, como ao Senhor (Cl
3.23);
4) Fazer o que é lícito e conveniente diante de
DEUS (1 Co 10.23);
5) Não dar escândalo ao mais fraco (1 Co
8.9-13);
6) Não fazer nada em caso de dúvida (Rm 14.23);
7) Lembrar que vamos dar contas a DEUS de todas
as nossas obras (Rm 14.11,12; Ec 11.9).
8) Evitar a aparência do mal (1 Ts 5.22).
LUZ E SAL OU SAL E LUZ?
OS EFEITOS RELEVANTES DO SAL
1. O sal nos tempos antigos. JESUS
tornava compreensível o seu ensino mediante o uso de recursos simbólicos
comuns ao contexto de seus ouvintes (cf. Mt 18.11-13). Assim, Ele trata da
relevância cristã, no Sermão do Monte, aludindo inicialmente ao sal,
largamente utilizado em todos os estratos sociais nos tempos antigos (cf. Ed
7.21,22; Mc 9.50; Cl 4.6).
Entre outras formas de uso, destacava-se a sua função monetária nas
transações comerciais. É tanto que o termo salário deriva do latim salarium,
que significa “dinheiro de sal”, como parte do pagamento aos soldados
romanos. JESUS, portanto, contextualiza a sua mensagem, utilizando um
símbolo comum aos discípulos para que eles compreendessem a importância de
sua vida de retidão em meio à sociedade corrupta.
2. O valor médico do sal. Para
além do valor nutritivo do sal, principalmente quanto ao sabor dos alimentos
(cf. Jó 6.6), há que se considerar, também, o seu elevado valor medicinal.
Enquanto o consumo excessivo traz prejuízos ao organismo, a abstenção
absoluta e continuada provoca danos à saúde, daí porque o crente não só tem
que tornar suas ações espiritualmente palatáveis, no ambiente em que está,
como também precisa exercer papel restaurador entre os doentes (cf. Is 61.1;
Lm 1.16).
3. O poder de preservação do sal. Todavia,
o que mais se destaca, no sal, quanto à relevância do crente no mundo, é o
seu poder de preservação. Nos tempos antigos, e até mais recentes, este era
o recurso para evitar a deterioração dos alimentos perecíveis, de modo que
podiam ser ingeridos a qualquer tempo, sem a perda de seus valores
nutricionais. Ora, o mundo não está pior porque as ações do crente submisso
ao ESPÍRITO SANTO contribuem para evitar a sua deterioração (cf. 2 Ts
2.1-8).
OS EFEITOS RELEVANTES DA LUZ
1. A luminosidade da luz. Outro
símbolo de forte impacto empregado por JESUS foi a luz. Eis algumas lições
que podem ser extraídas:
a) a escuridão não consegue jamais prevalecer
ante a luz. Quando esta chega, as trevas desaparecem;
b) por outro lado, a ausência absoluta de
luz permite que a escuridão prevaleça em termos absolutos de modo que nada
fica visível aos olhos humanos. Por isso, a afirmação peremptória do Mestre:
“Vós sois a luz do mundo” (v.14). Ou seja, o meio de os homens conhecerem na
prática a verdade divina é através do testemunho de cada crente.
2. A visibilidade da luz. Pela
sua própria natureza a luz tem, ainda, visibilidade. Haja vista os faróis
marítimos construídos junto à costa para orientar os navios. Estes, ao
contemplá-los, são capazes, mesmo à distância, de ajustar o seu
posicionamento na região costeira. Ora, JESUS afirmou que não se põe a
candeia debaixo do alqueire (v.15). Visibilidade é a conotação desta
assertiva. Isto posto, onde o crente estiver a visibilidade positiva de sua
fé tem o efeito de atrair outros a CRISTO.
3. A necessidade da luz. O
fato de estarmos acostumados à luz, por outro lado, leva-nos muitas vezes a
não compreendê-la como algo essencial à vida. Só quando desaparece damos
conta da sua real importância. As plantas, por exemplo, sobrevivem porque
metabolizam substâncias orgânicas através da energia oriunda da luz do sol.
Na verdade, a Terra depende da energia solar para a sua sobrevivência. Isto
significa que só a presença de CRISTO - o sol da justiça - é capaz de pôr
ordem no mundo e permitir que os crentes reflitam o brilho dessa luz para
trazer vida aos que os cercam (cf. Jo 8.12).
O IMPERATIVO DA RELEVÂNCIA CRISTÃ
1. Onde ser relevante. À
luz desses dois ricos símbolos entendemos que o testemunho do cristão de uma
vida transformada, reta, justa e altruísta tem que se fazer notar em todos
os segmentos da sociedade. Assim como o sal e a luz podem ser encontrados e
percebidos desde as mais simples choupanas aos mais esplendorosos palácios,
desde uma extremidade à outra, porque são indispensáveis à vida, igualmente
requer-se dos salvos uma presença ativa e marcante que faça diferença no
mundo e demonstre a excelência do evangelho, que é poder de DEUS e salvação
para todo o que crê.
2. Como ser relevante. A
importância vital desses dois símbolos pode ser notada pelos efeitos que
exercem. Se o sal for insípido, perderá totalmente o seu valor (v.13). Se a
luz estiver apagada ou escondida, nenhum benefício trará ao ambiente (v.14).
Partindo daí, há pelo menos três áreas gerais da relevância cristã.
a) A primeira é a do exemplo. Atitudes e atos falam mais alto do que mil
palavras (ver 2 Co 3.2,3). Quando o nosso comportamento não condiz com o que
falamos, de nada adiantam eloqüência e verbosidade. A falta de lisura e
nitidez em nossas ações levam-nos à perda da credibilidade.
b) A segunda é a do compromisso. Há por aí um evangelho fácil e
descomprometido com DEUS, com sua Palavra e com a igreja, onde o
deslumbramento de práticas ritualistas está de mãos dadas com a
superficialidade da fé ao mesmo tempo em que a visão materialista da vida
cristã toma o lugar da renúncia exigida por CRISTO e vislumbrada nas
bem-aventuranças (ver Mt 5.1-12; 16.24-26). Todavia, o compromisso de viver
os princípios do Reino com todas as suas implicações é parte da relevância
do crente no mundo.
c) A terceira é a do serviço. Há três palavras gregas no livro de Atos
fortemente relacionadas à relevância cristã: Martiria tem a ver com a
disposição do discípulo de CRISTO de dar a própria vida pela causa do
evangelho; koinonia define todos os aspectos que envolvem a comunhão entre
os crentes, e diaconia expressa em sua dimensão mais profunda o serviço que
os salvos dedicam ao próximo. Servir, portanto, é a decorrência natural
quando se experimentam a martiria e a koinonia.
O OBJETIVO DA RELEVÂNCIA CRISTÃ
1. Motivar o testemunho da sociedade. Mas
a relevância cristã não é um fim em si mesmo. Visa, entre outras coisas,
ocasionar o testemunho dos que são alcançados para que vejam a igreja como
um o povo de DEUS. JESUS deixou claro que a luz resplandecente permitiria
que as boas obras fossem vistas pelos homens (v.16). Não há nenhum erro em
tornar conhecidas as ações da igreja na sociedade desde que o objetivo não
seja a auto-glorificação, mas mostrar a sua relevância como um organismo
espiritual que atua em favor do bem comum, buscando, sobretudo, a salvação
das almas (cf. At 9.36-42).
2. Demonstrar o compromisso da fé. Outra
finalidade da relevância cristã é mostrar que a fé tem um perpétuo
compromisso com as obras. O ensino de Tiago se ajusta ao de Paulo quando
afirma que as obras resultam da fé (ver Tg 2.14-26). Vale ressaltar,
inclusive, que, nesta passagem, o termo aparece no contexto da solidariedade
ao próximo. Portanto, a legitimidade da fé pode ser dimensionada quando a
igreja movida pelo ESPÍRITO SANTO torna-se solidária no sentido de minorar o
sofrimento humano.
3. Glorificar a DEUS. Para
finalizar, a relevância dos crentes, como sal da terra e luz do mundo, tem
como propósito maior glorificar a DEUS (v.16).
Quando o perdido se converte mediante o labor da igreja, DEUS é exaltado em
sua glória, pois trata-se do resgate de sua imagem em vidas antes
corrompidas pelo pecado.
O sal e a luz são relevantes pelo efeito que exercem.
Sem eles não haveria qualidade de vida.
Portanto, cada cristão deve ser relevante, isto é, brilhar o máximo por
JESUS, primar pela excelência espiritual, realçar a distinção entre o crente
e o mundo. Com isto todos perceberão que ser crente é muito mais do que
freqüentar a igreja. É demonstrar amor pelo próximo na mesma medida de
CRISTO (Jo 13.34).
“JESUS chamara seus discípulos para serem pescadores de homens (Mt
4.19). Ele quer que sejam, também, o sal da terra e a luz do mundo: ‘Vós
sois o sal da terra’ (v.13). O Mestre proferiu essas palavras afastado das
multidões (v.1), mas com o alvo de abençoá-las por intermédio daqueles a
quem ensinava.
“Os profetas eram o sal da terra de Canaã; os crentes são o sal de toda a
terra, porque devem ir por todo o mundo e pregar o Evangelho. CRISTO disse
que um punhado de discípulos seriam o sal da terra.
“Os crentes são o sal da terra porque conservam-na da corrupção, dão gosto
ao que é insípido, refrescam e purificam ao que dá mau cheiro espiritual.
Não se aplica o sal aos animais vivos, mas à sua carne depois de mortos.
CRISTO quer que seus discípulos sejam o sal da terra porque a sociedade
humana está morta e, sem esse sal, estraga-se.
‘Vós sois a luz do mundo’ (v.13): o sal opera no interior da massa; a luz
opera no exterior. A ilustração do sal fala do nosso caráter; a luz fala do
nosso testemunho. Note-se que, como CRISTO falou primeiro no sal da terra e
depois na luz do mundo, assim o caráter precede o testemunho. Em que sentido
podemos ser a luz do mundo, quando o próprio CRISTO o é (Jo 8.12), e o maior
dos profetas testificou que ele mesmo não era? (Jo 1:6-8) A resposta é que
brilhamos como luz refletida. CRISTO é como o sol que brilha com a sua
própria luz. Nós somos como a lua que brilha com a luz espelhada do sol.
CRISTO não disse no Sermão do Monte: ‘Brilhai diante dos homens’, mas disse:
‘Brilhe a vossa luz...’
‘Não são chamados para receber honra para si, mas para que DEUS seja
glorificado’ (Fp 2.14, 15).” (Espada Cortante, CPAD, págs. 407- 409)
Após introduzir nas bem-aventuranças as diversas situações em que os
cristãos seriam confrontados no seu dia-a-dia, e que exigiriam atitudes
coerentes com os valores do Reino de DEUS, CRISTO apontou a relevância
cristã, mediante o simbolismo do sal e da luz, como uma característica
indispensável aos que servem a DEUS. A partir de então, CRISTO começou a
descortinar os princípios éticos que dariam consistência a essa relevância.
SOMOS CARTAS VIVAS DE CRISTO AO MUNDO:
2Co 4.1,2 Pelo
que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não
desfalecemos; pelo
contrário, rejeitamos as coisas ocultas, que são vergonhosas, não andando
com astúcia, nem adulterando a palavra de DEUS; mas, pela manifestação da
verdade, nós nos recomendamos à consciência de todos os homens diante de
DEUS.
VOCÊ PODE SE RECOMENDAR A SI MESMO DIANTE DOS
HOMENS, COMO EXEMPLO DE CRISTÃO?
A BUSCA DO PADRÃO ÉTICO DO REINO DE DEUS
1. É parte da responsabilidade cristã. Deve
ser o alvo de cada crente, sendo parte de sua responsabilidade cristã. Se o
crente não manifesta esse desejo de aperfeiçoar a sua vida cristã a cada
dia, nos moldes ensinados por CRISTO no Sermão do Monte, é certo que não
tenha experimentado a verdadeira transformação interior ou a tenha perdido
no meio do caminho.
2. É resultado exclusivo da graça. Nenhum
esforço humano pode produzir não só o ardente desejo, mas também a
possibilidade de se experimentar, aqui e agora, essa dimensão ética do Reino
de DEUS, só há uma resposta a ser dada: ela é resultado exclusivo da graça
(ver Rm 6.1-15).
Eis porque o Senhor afirmou que a nossa justiça precisa exceder a dos
escribas e fariseus para que tenhamos entrada no Reino de DEUS (v.20). Eles
se apegavam à letra da lei, visando apenas o exterior. Nós temos que estar
apegados à CRISTO e, mediante a sua graça e o poder do ESPÍRITO SANTO,
desenvolver a capacidade de demonstrar em nossas ações, a partir do coração,
que o Senhor vive através de nossa própria vida.
Que fazer para entrar nesse reino, qual a
ética deste reino?
Com o propósito de responder essas indagações e
estabelecer o padrão de conduta dos cidadãos do Reino, JESUS proferiu um
discurso-chave popularmente conhecido como “o Sermão do Monte”.
Este sermão indica que a vida com CRISTO requer a substituição do nosso
padrão de justiça pelo padrão de justiça de DEUS. JESUS ensinou que a
felicidade por Ele oferecida não deve depender do que temos ou fazemos, mas
do que somos; e não pode ser importada, mas precisa nascer da alma, do
interior.
Podemos concluir, através desse magistral sermão que, se quisermos alcançar
a felicidade nesta vida e a eternidade, não nos resta outra alternativa,
senão, atentarmos para todos os sublimes ensinamentos do majestoso Filho de
DEUS.
Devemos reconhecer que o único meio para viver o
elevado padrão ético desejado por DEUS para o seu povo é a graça.
Ao contrário do que muitos pensam, seguir
a JESUS e submeter-se ao seu Reino não significa anular nossa vida pessoal,
mas descobrir uma nova dimensão de vida; mais profunda, dinâmica e feliz.
A GARANTIA DA POSSE DO REINO DE DEUS
Se dá pela nossa disposição de entrar pela porta
estreita que conduz ao caminho apertado (Lc 13.24). Não obstante o elevado
padrão que ele propõe, o Sermão do Monte não pode ser avaliado como um
compêndio de regras para nos impor um fardo maior do que podemos carregar e,
desta maneira, tornarmo-nos ainda mais cansados do que estávamos antes de
receber o Evangelho. Seria contradizer o próprio ensino do Mestre (ver Mt
11.28-30).
Os princípios deste magistral discurso nos apontam os referenciais do Reino,
salientando que eles vão além do exterior e descem ao coração, que simboliza
o centro de nossos sentimentos e vontades, onde CRISTO está entronizado.
É pelos bons frutos que se qualifica a procedência e pelos quais se conhece
a "boa árvore".
O que prevalece é o compromisso com os princípios do Reino, e não os
aparentes sinais exteriores de espiritualidade.
CONSEQÜÊNCIAS DO DESPREZO AO REINO DE DEUS
1. Entrada pela porta espaçosa. Por
último, o Senhor mostra as conseqüências daqueles que desprezam o Reino de
DEUS, preferindo a porta espaçosa do mundanismo, de ilicitude e das
facilidades anti-bíblicas e anticristãs.
2. Construção sobre o movediço alicerce. Este
são os que, ao invés de ouvir e praticar as palavras do Senhor, constroem
sobre o movediço alicerce da areia, de modo que, ao primeiro sinal da
tempestade, a casa desmorona e joga por terra todas as esperanças
(vv.26,27).
O conceito, aqui, é o de justificar-se pelos próprios esforços através da
auto-confiança, à semelhança dos fariseus que se estribavam em si próprios
como os grandes guardiões da lei mosaica, mas estavam cheios de peçonha
mortal. Infelizmente, para os que assim prosseguem, sem mudar de rota e
firmar os seus passos em CRISTO, o fim deles é a perdição (v.13).
CONCLUSÃO
Os ouvintes de CRISTO o compreenderam e se admiraram de sua doutrina (v.28).
"O propósito de CRISTO é que as exigências espirituais da Lei de DEUS se
cumpram na vida de seus seguidores (Rm 3.31; 8.4).
Devemos viver como sal e não como doce na
sociedade corrompida em que vivemos. Sal na ferida dói, mas sara. Não
concordemos e nem apoiemos mais os pecados dessa geração perversa. Levemos
sal para conservarmos pelo menos alguns para o grande dia em que nos
encontraremos com nosso Salvador amado.
Devemos brilhar , levar luz onde há trevas e não
apenas ficarmos esperando os prisioneiros das trevas virem para a luz.
SINOPSE DO TÓPICO (1): Testemunho cristão é a
postura ética e bíblica que o crente exerce na sociedade em que vive. É,
segundo a Bíblia, a santidade cristã em toda maneira de viver.
SINOPSE DO TÓPICO (2) Os principais objetivos do
testemunho do crente são: glorificar a DEUS, protestar contras as más obras,
agir como luz no mundo e ajudar na propagação do Evangelho.
SINOPSE DO TÓPICO (3) O testemunho cristão
consiste no bom procedimento no lar, na sociedade e com as autoridades
constituídas.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Devocional
"A integridade e a comunidade evangélica"
Charles Colson tem razão quando nos lembra que
muitas pessoas tomam uma resolução acerca do evangelho baseado em nosso
estilo de vida. Todos conhecemos pessoas que nos dizem que foram
'desligadas' pela igreja, em virtude de falta de integridade ou por
farisaísmo hipócrita. Não precisamos rememorar os escândalos envolvidos com
pessoas ocorridos nos anos oitenta para testemunhar a perda de integridade
dentro da igreja cristã [...] Se for verdade que DEUS honra a integridade,
devemos nos esforçar em favor desta virtude mesmo a grande custo pessoal. Se
os cristãos não forem conhecidos pela integridade através de seu testemunho
cristão, é duvidoso que sejamos conhecidos por outra coisa. A integridade
está no centro de famílias fortes; é o fundamento de ministérios eficazes e
de nosso testemunho no mundo."
(LUTZER, Erwin W. Quem é você para julgar? Rio
de Janeiro: CPAD, 2005, pp.237-39.)
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
WILKERSON, D. Como receber mais de JESUS. 9.ed.,
RJ: CPAD, 2002.
========================================================================
VOLTEMOS À NOSSA LIÇÃO 4
RESUMO DA
LIÇÃO 4 – A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO
I. MISSÃO INTEGRAL
—
UMA ORDENANÇA DIVINA
1.
Uma responsabilidade que vai além da evangelização.
2.
A
Missão Integral da Igreja.
3.
O
marco histórico da Missão
Integral.
II. COMISSÃO CULTURAL
—
UMA CONVOCAÇÃO À
IGREJA
1.
Um chamado à responsabilidade.
2.
Restaurando a dignidade humana.
III. GRANDE COMISSÃO
—
A
IGREJA PROCLAMA O EVANGELHO NO MUNDO
I. A Grande Comissão.
2.
O "ide".
3.
A
ordem é fazer discípulos em todas
as nações.
SINOPSE DO TÓPICO
(1)
A evangelização deve contemplar o homem como um todo
—
corpo, alma e espírito.
SINOPSE DO TÓPICO
(2)
DEUS concedeu ao homem a responsabilidade pela administração
da terra.
SINOPSE DO TÓPICO
(3)
O Senhor JESUS comissionou a Igreja para que pregue,
batize
e faça discípulos em todo o mundo.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I -
Subsídio Teológico
"Afirmamos que DEUS é o Criador e o Juiz de todos os homens.
Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação
em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de
opressão. Porque a humanidade foi feita ã imagem de DEUS, toda pessoa, sem
distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade
possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e
servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência
c de termos algumas vezes considerado a
evangelização
e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o
homem não seja reconciliação com DEUS, nem a ação social
evangelização,
nem a libertação
política
salvação, afirmamos que a
evangelização
e o envolvimento
sociopolítico
são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias
expressões de nossas doutrinas acerca de DEUS e do homem, de nosso amor por
nosso próximo e de nossa obediência a JESUS CRISTO. A mensagem da salvação
implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de
opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a
injustiça onde quer que existam.
[...] A salvação que alegamos possuir deve estar nos
transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e
sociais. A fé sem obras é morta"
(Pacto
de Lausanne,
Suíça,
1974).
VOCABULÁRIO
Comissão Cultural:
A tarefa dada por DEUS ao
homem de, através da
graça
comum,
produzir uma cultura que
reflita a ordem original da criação em todos os aspectos: na família, no
trabalho, na ciência, nas artes, na
política, etc
(cf. Gn
1.26).
Grande
Comissão:
Incumbência dada por JESUS
para se
evangelizar
o mundo todo.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
ZUCK,
Roy
B. Teologia do Novo Testamento.
I.
ed. Rio de
Janeiro: CPAD,
2008.
PETERS, George
W.
Teologia Bíblica de Missões. 1
ed.
Rio de Janeiro: CPAD,
2000.RESPOSTAS
DOS
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
Subsidio Teológico
"Evangelização
e Cultura
O desenvolvimento de estratégias para a
evangelização
mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de DEUS, o
resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em CRISTO e
estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser
julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de DEUS, parte
de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a
queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é
demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a
outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e
justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as
culturas. As missões muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho,
uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos
ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas
de CRISTO têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua
autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas
têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de
DEUS"
(Pacto
de Lausanne,
Suíça, I 974).
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
III -
Subsidio Teológico "Comissão Cultural
Entender o Cristianismo como uma cosmovisão de mundo é
importante não somente para o cumprimento da comissão cultural — a chamada
para criar uma cultura debaixo do senhorio de CRISTO. DEUS se importa não só
com a redenção das almas, mas também com a restauração de sua criação. Ele
nos chama para sermos agentes não apenas de sua graça salvadora, mas também
de sua graça comum. Nosso trabalho não é somente construir a Igreja mas
também construir uma sociedade para a glória de DEUS" (COLSON, Charle;
PEARCEY.
E
Agora, Como Viveremos?
2.
ed. Rio de
Janeiro: CPAD, 2000, pp. 53.54).
O PACTO DE LAUSANNE- 1974, NA SUÍÇA
1. O Propósito de DEUS
2. A Autoridade e o Poder da Bíblia
3. A Unicidade e a Universalidade de CRISTO
4. A Natureza da Evangelização
5. A Responsabilidade Social Cristã
6. A Igreja e a Evangelização
7. Cooperação na Evangelização
8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização
9. Urgência da Tarefa Evangelística
10. Evangelização e Cultura
11. Educação e Liderança
12. Conflito Espiritual
13. Liberdade e Perseguição
14. O Poder do ESPÍRITO SANTO
15. O Retorno de CRISTO
Conclusão
Lausanne, na Suíça é o lugar em que ocorreu
Congresso Internacional em 1974. Líderes cristãos de 150 países
compareceram, e daí surgiu o Lausanne Committee for World Evangelization
(Comitê de Lausanne para a Evangelização Mundial). Esse congresso também
estabeleceu um pacto, este que você lê abaixo. Este pacto foi assinado
por 2.300 evangélicos que se comprometeram a ir mais a fundo no
compromisso com a evangelização mundial. Desde então o pacto tem sido
uma referência para igrejas e missões. Eu não poderia deixar de postar
sobre o Pacto de Lausanne e alguns trechos do Livro sobre o Pacto de
Lausanne, que marcou a minha vida e o meu amor por CRISTO e pelo
Evangelho.
Introdução
Nós, membros da Igreja de JESUS CRISTO, procedentes de mais de 150
nações, participantes do Congresso Internacional de Evangelização
Mundial, em Lausanne, louvamos a DEUS por sua grande salvação, e
regozijamo-nos com a comunhão que, por graça dele mesmo, podemos ter com
ele e uns com os outros. Estamos profundamente tocados pelo que DEUS vem
fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e
desafiados pela tarefa inacabada da evangelização. Acreditamos que o
evangelho são as boas novas de DEUS para todo o mundo, e por sua graça,
decidimos a obedecer ao mandamento de CRISTO de proclamá-lo a toda a
humanidade e fazer discípulos de todas as nações. Desejamos, portanto,
reafirmar a nossa fé e a nossa resolução, e tornar público o nosso
pacto.
1. O Propósito de DEUS
Afirmamos a nossa crença no único DEUS eterno, Criador e
Senhor do Mundo, Pai, Filho e ESPÍRITO SANTO, que governa todas as
coisas segundo o propósito da sua vontade. Ele tem chamado do mundo um
povo para si, enviando-o novamente ao mundo como seus servos e
testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de CRISTO, e
também para a glória do seu nome. Confessamos, envergonhados, que muitas
vezes negamos o nosso chamado e falhamos em nossa missão, em razão de
nos termos conformado ao mundo ou nos termos isolado demasiadamente.
Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo transportado em vasos
de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa de
tornar esse tesouro conhecido, no poder do ESPÍRITO SANTO, desejamos
dedicar-nos novamente.
2. A Autoridade e o Poder da Bíblia
Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e autoridade
das Escrituras tanto do Velho como do Novo Testamento, em sua
totalidade, como única Palavra de DEUS escrita, sem erro em tudo o que
ela afirma, e a única regra infalível de fé e prática. Também afirmamos
o poder da Palavra de DEUS para cumprir o seu propósito de salvação. A
mensagem da Bíblia destina-se a toda a humanidade, pois a revelação de
DEUS em CRISTO e na Escritura é imutável. Através dela o ESPÍRITO SANTO
fala ainda hoje. Ele ilumina as mentes do povo de DEUS em toda cultura,
de modo a perceberem a sua verdade, de maneira sempre nova, com os
próprios olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção cada vez maior
da multiforme sabedoria de DEUS.
3. A Unicidade e a Universalidade de
CRISTO
Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora
exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de
evangelização. Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento
de DEUS através da revelação geral de DEUS na natureza. Mas negamos que
tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça,
suprimem a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de CRISTO e do
evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo
pressuposto seja o de que CRISTO fala igualmente através de todas as
religiões e ideologias. JESUS CRISTO, sendo ele próprio o único
DEUS-homem, que se deu uma só vez em resgate pelos pecadores, é o único
mediador entre DEUS e o homem. Não existe nenhum outro nome pelo qual
importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do
pecado, mas DEUS ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas
que todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam CRISTO repudiam o
gozo da salvação e condenam-se à separação eterna de DEUS. Proclamar
JESUS como "o Salvador do mundo" não é afirmar que todos os homens,
automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que
todas as religiões ofereçam salvação em CRISTO. Trata-se antes de
proclamar o amor de DEUS por um mundo de pecadores e convidar todos os
homens a se entregarem a ele como Salvador e Senhor no sincero
compromisso pessoal de arrependimento e fé. JESUS CRISTO foi exaltado
sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se
dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.
4. A Natureza da Evangelização
Evangelizar é difundir as boas novas de que JESUS CRISTO
morreu por nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que,
como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom
libertador do ESPÍRITO a todos os que se arrependem e crêem. A nossa
presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se
dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade,
a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita é a
proclamação do CRISTO bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o
intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se
reconciliarem com DEUS. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o
direito de esconder o custo do discipulado. JESUS ainda convida todos os
que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e
identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da
evangelização incluem a obediência a CRISTO, o ingresso em sua igreja e
um serviço responsável no mundo.
5. A Responsabilidade Social Cristã
Afirmamos que DEUS é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto,
devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em
toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de
opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de DEUS, toda pessoa,
sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou
idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser
respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de
nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização
e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o
homem não seja reconciliação com DEUS, nem a ação social evangelização,
nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o
envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois
ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de DEUS e do
homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a JESUS
CRISTO. A mensagem da salvação implica também uma
mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de
discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça
onde quer que existam. Quando as pessoas recebem CRISTO, nascem de novo
em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a
retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos
possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas
responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.
6. A Igreja e a Evangelização
Afirmamos que
CRISTO envia o seu povo redimido ao mundo
assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual
modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos
eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço
sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização
mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo
todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o
mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma
igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela
torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o
evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em DEUS, um amor genuíno pelas
pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em
promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de DEUS do
que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em
particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com
ideologias humanas.
7. Cooperação na Evangelização
Afirmamos que é propósito de
DEUS haver na igreja uma
unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também
nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso
testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de
reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional
pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização.
Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar
intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no
testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido
manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de
esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na
verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se
apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para
maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico,
para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de
experiências.
8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização
Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária.
O papel dominante das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente.
DEUS está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo recurso
para a evangelização mundial, demonstrando assim que a responsabilidade
de evangelizar pertence a todo o corpo de CRISTO. Todas as igrejas,
portando, devem perguntar a DEUS, e a si próprias, o que deveriam estar
fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas como para enviar
missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o processo de
reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim,
haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com
maior clareza o caráter universal da igreja de CRISTO. Também
agradecemos a DEUS pela existência de instituições que laboram na
tradução da Bíblia, na educação teológica, no uso dos meios de
comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em
missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados.
Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma
avaliação correta de sua eficácia como parte da missão da igreja.
9. Urgência da Tarefa Evangelística
Mais de dois bilhões e setecentos milhões de
pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por
serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida;
continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe
agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem
precedentes ao Senhor JESUS CRISTO. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para
que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade
pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para
realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários
estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez
seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em
autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas.
Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis
continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve
ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de
tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e
de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem
sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de
pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre
nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver
um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto
para aliviar os necessitados como para a evangelização deles.
10. Evangelização e Cultura
O desenvolvimento de estratégias para a evangelização
mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de DEUS, o
resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em
CRISTO e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve
sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura
de DEUS, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele
experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e
parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma
cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio
critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais
absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado,
juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por
vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em
vez de às Escrituras. Os evangelistas de CRISTO têm de, humildemente,
procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim
de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar
transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de DEUS.
Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir
o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual,
divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também
reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em
treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas
responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que
regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente
desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um
estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço.
Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação
teológica, especialmente para líderes eclesiásticos. Em toda nação e em
toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para
pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em
edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma
metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de
iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.
Cremos que estamos empenhados num permanente conflito
espiritual com os principados e potestades do mal, que querem destruir a
igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da
necessidade de nos revestirmos da armadura de DEUS e combater esta
batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos
a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da
igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as
Escrituras e colocam o homem no lugar de DEUS. Precisamos tanto de
vigilância como de discernimento para salva guardar o evangelho bíblico.
Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes ao perigo de capitularmos
ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas
bem preparadas, valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no
sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos utilizado. Por
outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir
resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos
manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado
excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo
utilizando-as de forma desonesta. A igreja tem que estar no mundo; o
mundo não tem que estar na igreja.
13. Liberdade e Perseguição
É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por
DEUS, assegurar condições de paz, de justiça e de liberdade em que a
igreja possa obedecer a DEUS, servir a CRISTO Senhor e pregar o
evangelho sem impedimentos. Portanto, oramos pelos líderes das nações e
com eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de
consciência, e a liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo
com a vontade de DEUS, e com o que vem expresso na Declaração Universal
do Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda preocupação com
todos os que foram injustamente encarcerados, especialmente com nossos
irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor JESUS.
Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo,
recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de DEUS,
nós também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao
evangelho, seja a que custo for. Não nos esqueçamos de que JESUS nos
preveniu de que a perseguição é inevitável.
14. O Poder do ESPÍRITO SANTO
Cremos no poder do ESPÍRITO SANTO. O pai enviou o seu
ESPÍRITO para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso
seria em vão. Convicção de pecado, fé em CRISTO, novo nascimento
cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o ESPÍRITO SANTO é um
ESPÍRITO missionário, de maneira que a evangelização deve surgir
espontaneamente numa igreja cheia do ESPÍRITO. A igreja que não é
missionária contradiz a si mesma e debela o ESPÍRITO. A evangelização
mundial só se tornará realidade quando o ESPÍRITO renovar a igreja na
verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder.
Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela
visita do soberano ESPÍRITO de DEUS, a fim de que o seu fruto todo
apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo
de CRISTO. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado
em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.
15. O Retorno de CRISTO
Cremos que JESUS CRISTO voltará
pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar a salvação e o
juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à evangelização,
pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser primeiramente
pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a
ascensão de CRISTO até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de
DEUS, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua
advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como
precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho
da vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma
utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que DEUS aperfeiçoará o seu
reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em
que a justiça habitará e DEUS reinará para sempre. Enquanto isso,
rededicamo-nos ao serviço de CRISTO e dos homens em alegre submissão à sua
autoridade sobre a totalidade de nossas vidas.
Portanto, à luz desta nossa fé e resolução,
firmamos um pacto solene com DEUS, bem como uns com os outros, de orar,
planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo. Instamos
com outros para que se juntem a nós. Que DEUS nos ajude por sua graça e
para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!
Conteúdo do Livro:
Congresso Internacional de Evangelização mundial. Suíça- 1974, mais de
150 nações, 2.700 participantes líderes e 4.000 congressistas.
Conflito Espiritual
Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os
principados e potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar
a sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos
revestirmos da armadura de DEUS e combater esta batalha com as armas
espirituais da verdade e da oração.
********************************************************************************
O Congresso Internacional de Evangelização
Mundial, realizado em 1974 em Lausanne, Suíça, não foi somente um evento
marcante na vida de 4.000 congressistas vindos de muitos países. Ele
desencadeou um movimento de evangelização de grupos humanos concretos,
que antes não contavam com a presença cristã significativa, como também
deu impulso a uma reflexão teológica sobre assuntos relacionados com a
evangelização do mundo. Na verdade, o movimento de Lausanne é um
interessante experimento de convívio entre peritos em estratégia
missionária (os práticos) e peritos em teologia (os teóricos); convívio,
aliás, por vezes tenso, mas frutífero e criativo.
************************************************************************
Entre várias reinterpretações populares
hodiernas de JESUS, encontram-se JESUS o revolucionário violento, JESUS
o palhaço de circo (ver godspell) E JESUS o super-astro desiludido.
Contra essas fantasias da mente humana,
devemos ser fiéis ao JESUS autêntico, o CRISTO bíblico e histórico.Para
melhor compreensão da soberania de CRISTO, faça uma análise profunda no
livro (carta) de Hebreus.
Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas DEUS ama todos
os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam.
Entretanto, os que rejeitam CRISTO repudiam o gozo da Salvação e
condenam-se à separação eterna de DEUS.
Particularmente, não podemos falar acerca de
missão ou evangelização sem primeiro falarmos acerca de DEUS. Pois
missão e evangelização não são novidades do homem moderno, mas parte do
eterno propósito de DEUS.
JESUS chamou o diabo de "mentiroso e pai da
mentira" ( Jo 8:44). Ele odeia a verdade e está constantemente
procurando induzir o homem ao erro.
O diabo usa armas tanto morais como
intelectuais. Se ele não consegue induzir a igreja em erros, tenta
corrompê-la com pecado e mundanismo. A Igreja tem que está no mundo; e
não o mundo estar na Igreja ( 2 Co 4:2; 17:15).
O Senhor está conosco, Mt 28:19-20; At
1:8-11.
Falsos Cristos e falsos profetas apareceriam
como precursores do Anticristo ( Mc 13:21-23; I Jo 2:18; 4:1-3).
" O Evangelho que pregamos precisa ser rico de conteúdo." E esse
conteúdo precisa ser bíblico.
[Lausanne, Suíça, 1974]
http://apaixonadopormissoes.blogspot.com/2009/07/o-pacto-de-lausanne-1974-suica.html
Acesso em 19-07-2011
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 4 – A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 3º TRIMESTRE DE 2011
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F"
as falsas.
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Portanto, ________________________, _______________________ todas as nações,
batizando-as
em nome do ___________________, e do
Filho, e do ESPÍRITO SANTO"
(Mt
28.19).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
A __________________________________ requer da ____________________________
a proclamação _________________________ do
Evangelho ao mundo todo.
INTRODUÇÃO
3- Como Igreja do Senhor, para que fomos chamados?
( ) Para ser sal da terra e
luz do mundo.
(
) Para
servirmos de exemplo aos anjos e todos os seres celestiais.
(
) Para fazermos a diferença neste presente século.
( ) Para servirmos fielmente ao Senhor e observarmos a sua vontade, pois somente assim
haveremos de alcançar nações, povos e etnias com a mensagem salvadora,
libertadora e transformadora do Evangelho de CRISTO JESUS.
I. MISSÃO INTEGRAL
—
UMA ORDENANÇA DIVINA
4- Por
que o homem recebeu a sentença sombria: a morte física e
espiritual (Rm
3.23)?
( ) Porque apesar de DEUS ter criado o homem à sua imagem
e poder (Gn 1.26),
este, porém, não se agradou de
DEUS.
( ) Porque apesar de DEUS ter criado o homem à sua imagem
e semelhança (Gn 1.26),
este, porém, pecou e
afastou-se
de DEUS.
( ) Porque apesar de DEUS ter criado o homem com a sua
onipresença e onipotência (Gn 1.26),
este, porém, pecou e
afastou-se
de DEUS.
5- Qual a solução divina para tal castigo
(a
morte física e espiritual)?
(
) Foi o sacrifício vicário de CRISTO.
(
) JESUS tomou, pois, a sentença que era nossa e
levou-a
sobre si.
(
) Após a morte haverá um local para arrependimento preparado no céu.
(
) Esta verdade, narrada nos Evangelhos, deve ser proclamada pela Igreja a todo
o mundo a tempo e fora de tempo.
6- Uma vez que o ser humano não é composto apenas de alma e
espírito, mas também possui necessidades físicas e emocionais, como deve ser
evangelizado?
(
) Deve ser exclusivamente evangelizado em sua parte espiritual para que
depois seu corpo e alma sejam absorvidos.
(
) A
evangelização deve contemplá-lo como um todo.
(
) Por conseguinte, cuidemos do homem integralmente,
promovendo a sua reconciliação com o Criador e proporcionando-lhe as
condições necessárias para que ele sinta a plena comunhão da família de
DEUS.
7- O que é
Missão Integral da Igreja?
(
) É adquirir um terreno, construir uma congregação e realizar ali cultos
regulares.
(
) É proclamar a
mensagem da salvação mediante a pregação e as
ações
que a esta se seguem, tendo sempre a visão total do homem.
(
)
No primeiro século da era cristã, a
proclamação do Evangelho e a diaconia (serviço) da igreja eram inseparáveis.
(
)
Isto
fez com que a igreja em Jerusalém caísse na graça do povo.
(
)
A Missão Integral é apenas uma nova expressão que abrange tudo o que a
Igreja pode e deve fazer para expandir o Reino de DEUS no mundo
atual.
8- Qual o
principal
marco histórico da Missão
Integral?
No período de 16
a 25
de _______________________ de 1974,
foi realizado na cidade de Lausanne, Suíça, o Congresso Internacional para a
Evangelização ______________________ sob o tema: "Que a Terra ouça a
_________________________ de DEUS".
9-
Qual era
o
objetivo
do Congresso Internacional para a Evangelização Mundial, em Lausanne, e qual seu
resultado?
( ) Era discutir, acima de tudo,
heresias e doutrinas da Igreja da época.
(
) Era discutir os rumos das missões cristãs mundiais.
(
)
No final
dos trabalhos, foi divulgado um documento denominado
O Pacto de Lausanne
composta de 15
artigos.
(
) A declaração resgata a noção de que a Igreja de CRISTO tem uma
responsabilidade terrena e celestial a cumprir: contemplar e atender a todas
as necessidades do ser humano conforme o Evangelho de CRISTO.
II. COMISSÃO CULTURAL —
UMA CONVOCAÇÃO À IGREJA
10- De acordo com
o
chamado à responsabilidade que DEUS nos faz, complete:
DEUS ordenou a Adão e Eva que _____________________________ a terra,
tornando-a
produtiva e habitável (Gn
1.26).
Desde então, cada homem
faz-se ____________________ pela criação diante do Criador. Por isto,
convida-nos
Ele a refletir
a respeito dos princípios e valores, que se encontram em sua
________________________, em
todos os níveis de nossas relações: na família, na igreja, na escola, na
empresa e nas amizades.
Isto
equivale dizer que o ___________________________ de CRISTO não visa apenas
salvar o homem do pecado e do inferno, mas também levá-lo a agir como
instrumento ______________________________ da sociedade na qual
acha-se
inserido. Pois, DEUS nos criou como seres ______________________________ para que
cuidemos de nós e
da terra que Ele nos entregou (Gn
1.28-30
cf. Ef 6.1-9).
Esta é a ordenança _______________________ que nos confiou o Senhor.
11- Complete segundo nossa missão de restaurar a dignidade humana:
Embora a Queda
tenha introduzido o pecado na história humana, a Comissão ____________________________ não foi
anulada. Continuamos responsáveis pela _______________________________ da terra que nos
destinou o Senhor (Gn
3.23).
Conforme afirma Nancy Pearcey, JESUS veio restaurar no homem, sem DEUS, "a
dignidade originalmente concedida na criação, recuperando nossa verdadeira
identidade e renovando a Sua ___________________________ em nós".
III. GRANDE COMISSÃO
— A
IGREJA PROCLAMA O EVANGELHO NO MUNDO
12- O
que é
Grande Comissão?
( ) O Senhor JESUS
comissionou-nos
a pregar, a
batizar
e a fazer discípulos em todo mundo (Mc
16.15;
Mt 28.19).
Esta ordenança é conhecida como a Grande Comissão.
(
) Tem a ver também com a quantia recebida pelos colaboradores da obra de
DEUS.
(
) Representa a somatória de todas a s almas ganhas pelo corpo de CRISTO na
Terra.
13-
Quais os objetivos
da Grande Comissão?
(
) Discipular os crentes mais antigos na fé,
tornando-os
fiéis seguidores de CRISTO.
(
) Proclamar o Evangelho em palavras e
ações
a toda criatura.
(
) Discipular os novos conversos,
tornando-os
fiéis seguidores de CRISTO.
(
) Integrar os novos conversos espiritual e socialmente na igreja local, a
fim de que cresçam na graça e no conhecimento por intermédio da
ação
do ESPÍRITO SANTO em sua vida, desfrutando sempre da comunhão dos santos.
14- O que significa o
"ide" de
JESUS?
( ) Significa também atravessar fronteiras. Anunciar o Evangelho em uma
cultura diferente é o grande desafio da obra missionária.
( ) Significa a ida da igreja aos bairros
da cidade em que está instalada.
( ) Significa a ida da igreja à cidade
vizinha da cidade em que está instalada.
15- Não podemos
desprezar a cultura de um povo a quem pretendemos evangelizar, nem
impingir-lhe
a nossa (1
Co 1.1,2). Como devemos agir então?
Complete:
A cultura de um povo deve ser avaliada e provada pelas
_________________________. Se por um lado toda cultura tem a sua beleza e bondade, pois o
homem foi Criado por um DEUS bom e amoroso, por outro, em conseqüência da
Queda, as culturas foram manchadas pelo ___________________________ e dominadas, em parte, por
ações _______________________________. Você está pronto a pregar o Evangelho além de suas fronteiras?
Prepare-se
para este desafio.
16-
A
ordem é fazer discípulos em todas as nações. Complete:
A palavra "nação"
é a tradução do termo
_______________________
que se refere a grupos étnicos e
não primariamente a ______________________. Um país é uma nação
politicamente definida. A etnia é um povo culturalmente definido com uma
língua e cultura ________________________. De acordo com alguns missiólogos, há no mundo
__24.000__
etnias. Quase a metade desse total ainda não foi evangelizada. Será que isto
não o comove? Há milhões de pessoas que ainda não ouviram o Evangelho de
CRISTO. É urgente e imperioso o lema do apóstolo Paulo: "Esforçando-me deste
modo por pregar o evangelho, não onde CRISTO já fora ______________________" (Rm I
5.20 -
ARA).
CONCLUSÃO
17-
Complete:
A Missão _________________________ da Igreja realça a dupla vocação dos
seguidores de CRISTO revelada nos Evangelhos: sal da terra e luz do mundo
(Mt 5.13-16).
A ________________________ da igreja local deve
refletir
o que ela é, faz e diz. O Senhor busca pessoas que não apenas ouçam o
Evangelho, mas que o ________________________ prontamente (Lc
6.47,48).
Obedeçamos, pois, as comissões que nos entregou o Senhor, mas principalmente
a ______________________ Comissão ordenada por JESUS (Mc 16.1
5)
consoante o lema da ______________________ Integral da Igreja: O Evangelho todo para o homem
_______________.
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ -
Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos
Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM
CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
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www.portalebd.org.br (Caramurú)
BANCROFT, E. H. Teologia Elementar. São Paulo,
IBR, 1975.
CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua
Portuguesa. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1977.
BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Edição
contemporânea. São Paulo, Vida, 1994.
SILVA, S. P. da. Apocalipse Versículo por
Versículo. Rio de Janeiro, CPAD, 1995.
McNAIR, S. E. A Bíblia Explicada. Rio de
Janeiro, CPAD, 1994.
CHAMPLIN, R. N. O Novo Testamento Interpretado.
Milenium, 1982.
Comentários do livro "Romanos" da editora
Mundo Cristão e Vida Nova - F. F. Bruce - 5. Edição - 03/1991 - São Paulo
-SP
Atos - Introdução e Comentário - I. Howard
Marshall - Série Cultura Bíblica - edições 1985,1988, 1991, 1999 e 2001 -
Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - SP
Espada Cortante 2 -
Orlando S. Boyer - CPAD - Rio de Janeiro - RJ
Revista CPAD - 3º Trimestre de 1996 - Atos
- O padrão para a Igreja da Última Hora - Pr. Ezequias Soares
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-dvc-testemunhocristao.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao02-im-evangelizacao-amissaomaximadaigreja.htm