Index
Estudos
EBD
Discipulado
Mapas
Igreja
Ervália
Corinhos
Figuras1
Figuras2
Vídeos
Fotos
 
 
 
 
LIÇÃO 05 - TESOURO EM VASOS DE BARRO
Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º TRIMESTRE DE 2010
2Coríntios - "Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas".
Comentários da revista da CPAD: Pr. Elienai Cabral
Consultores Doutrinários e Teológicos da CPAD: Pr. Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
 
 
 
TEXTO ÁUREO
"Temos, porém, esse tesouro em vasos  de barro, para que a excelência  do poder seja de Deus e não de nós"  (2 Co 4.7).
 
 
  
 
 
VERDADE PRÁTICA
Embora sejamos frágeis, Deus nos usa para proclamar as Boas Novas e dá-nos poder para realizarmos sua obra.
 
 
 
 
 
LEITURA DIÁRIA
 
 Segunda
Is 45.9
Cacos de barro
 Terça
Is 64.8
Barro nas mãos do oleiro
 Quarta
Jr 18.6
O vaso do oleiro
 Quinta
Rm 9.21
Vaso para honra
 Sexta
At 9.15
Um vaso escolhido
 Sábado
2 Co 4.5
Vasos utilizados na obra de Deus
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Coríntios  4.7-12 
7 Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. 8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; 9 perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; 10 trazendo sempre por toda parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos. 11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossa carne mortal. 12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós, a vida.
 
Palavra Chave: Vaso - Utensílio geralmente de barro, frágil e barato, muito utilizado no século I para conter substâncias líquidas ou sólidas.
 
4.7 ESSE TESOURO EM VASOS DE BARRO. O cristão é um "vaso de barro" que, às vezes, passa por tristezas, lágrimas, aflições, perplexidades, fraquezas e temores (cf. 1.4, 8,9; 7.5). Mas o cristão não é derrotado por causa do "tesouro" celestial que nele está. O cristianismo não é a eliminação da fraqueza, nem meramente a manifestação do poder divino através da fraqueza humana (12.9). Isto significa:
(1) que em toda aflição podemos ser mais do que vencedores mediante o poder e o amor de Deus (Rm 8.37), e
(2) que nossas fraquezas, aflições e sofrimentos, nos tornam totalmente receptivos à graça abundante de Cristo, e permitem que a sua vida seja manifesta em nossos corpos (vv. 8-11; cf. 12.7-10).
4.8 ATRIBULADOS, MAS NÃO ANGUSTIADOS. Se experimentamos a presença de Cristo e o seu poder em nossa vida, absolutamente nenhuma aflição, perturbação, enfermidade ou tragédia provocará nossa derrota espiritual. Quando as circunstâncias exteriores se tornam insuportáveis e nossos recursos humanos se esgotam, os recursos divinos nos são dados, para aumentar e desenvolver nossa fé, esperança e força. Deus não abandonará seus filhos fiéis, em nenhuma circunstância (Rm 8.35-39; Hb 13.5).
4.11,12 ENTREGUES À MORTE. Para um cristão ministrar vida a outra pessoa, ele deve compartilhar dos sofrimentos de Cristo e experimentar na sua própria vida a operação da morte (v. 12). A abnegação, a aflição, a decepção e o sofrimento por amor a Cristo farão com que nossa vida ministre a graça ao próximo (cf. 11.23-29; Rm 8.36,37; Fp 1.29; 1 Pe 4.14). Jesus ensinou esse mesmo grande princípio do quebrantamento, em Jo 12.24,25.
 
Paulo desejava ir para CRISTO, mas sua missão o impedia, estava disposto a dar a vida pelo evangelho.
Fl 1. 21-24 - Pois para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro.Mas, se o viver na carne trouxer fruto para a minha obra, não sei então o que deva escolher.Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, o que é muito melhor;mas julgo mais necessário, por amor de vós, permanecer na carne.
 
 
Deus decidiu guardar Seus tesouros em recipientes muito fracos. Por isso temos nosso tesouro em vasos de barro — que somos nós mesmos —, para que a excelência do poder seja de Deus, e nunca nossa.
O poder de Deus sempre se aperfeiçoa na nossa fraqueza, pois, do contrário, certamente ficaríamos arrogantes.
Por essa razão é que em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.
Assim caminhamos, sempre trazendo no nosso corpo o morrer, para que também a vida de Jesus se manifeste em nós.
Isso porque nós, que vivemos pela fé em Cristo, estamos sempre entregues à morte por amor a Jesus e para crescermos em Sua Graça.
Ora, isso também acontece a fim de que a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal, que só pode experimentar vida tão mais excelente se nossa animalidade mais básica for sempre relativizada.
E se desejamos muito ser instrumentos de Deus — também pura obra da Graça —, ainda mais teremos que conhecer o caminho da fraqueza, a fim de que discirnamos nossos próprios corações.
Por essa razão é que aquele que é visto como alguém que edifica outros, mais profundamente conhecerá a operação da morte para que outros possam experimentar a vida.
As dores de uns são as sabedorias de Graça que trarão vida a outros.
Ora, o espírito de nossa fé é simples, e manifesta-se conforme está escrito: "Eu cri, por isso falei!"
Também nós cremos, por isso também falamos!
Mas fazemos isto sabendo que Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará com Ele — sim, a todos nós!
Desse modo, sendo já herdeiros de todas as coisas, mesmo que existindo em fraqueza, devemos saber que todas as coisas existem por amor a nós.
Somente pessoas conscientes de sua própria fraqueza podem experimentar esse privilégio como gratidão, e nunca como arrogância. E tal consciência não se jacta como se isso fosse uma conquista individual e pessoal. Essa Graça está sobre muitos.
Isto para que a Graça, multiplicada por meio da vida e dons de muitos, faça abundar muita gratidão entre os homens para a Glória de Deus.
É por essa razão que não desfalecemos nunca. Mesmo quando vemos o nosso “homem exterior” se consumindo, pois sabemos que existe uma contrapartida. Afinal, na mesma proporção, o nosso “homem interior” se renova de dia em dia.
Dito isso, quero apenas recordar que não somos filhos da animalidade. Temos um tesouro eterno habitando em nossa fraqueza.
Ora, tal consciência gera muita paz. Afinal, sabemos que a nossa tribulação na terra é leve e momentânea, mas produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória.
Dessa forma, devemos andar pela fé. Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem.
As coisas que pertencem aos sentidos — as que se vêem — são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.
Quem tem essa consciência em fé já não se queixa. Tampouco julga que o vaso seja importante. Afinal, o vaso é de barro, tirado do pó — e ao pó voltará! Mas o tesouro, esse sim, é eterno. E já nos habita como santa contradição da Graça, embora seus portadores sejam sempre expostos à fraqueza.
Essa é a fé que permite celebrar a Graça e a Vida com saúde. E nunca se gloriar do que possui, pois, de fato, não possui; apenas carrega!
Escrito por Caio.
 
 
 
 
RESUMO RÁPIDO
PAULO APRESENTA O CONTEÚDO DOS VASOS DE BARRO (4.1-6)
Paulo explica o que havia dentro dos cristãos em contraste com o que havia dentro dos falsos mestres.
1. Um conteúdo genuíno (v.1).
Genuíno - Próprio, verdadeiro, natural, puro, sem mistura ou alteração. - É o que havia dentro de paulo e seus seguidores. Um contéudo que vinha de DEUS pelo legítimo Novo Nascimento e pela genuína conversão. O ESPÍRITO SANTO estava com eles e neles, confirmando a salvação só atraves de CRISTO e não atraves do cumprimento de leis ou normas ditadas por homens pecadores.
2. Um conteúdo que rejeitava coisas falsificadas (vv.1,2).
Falsificar - Alterar ou assemelhar com o fim de iludir ou de fraudar: falsificar um documento. Adulterar, arremedar, rasurar....  - O ESPÍRITO SANTO rejeitava qualquer coisa ou mensagem que não fosse a salvação pela graça de DEUS mediante a fé.
3. Um conteúdo de coisas espirituais transparentes.
Transparentes - Que, deixando-se atravessar pela luz, permite distinguir nitidamente os objetos através de sua espessura: o vidro é transparente. Fig. Cujo sentido oculto se deixa perceber: alusões transparentes. - O ESPÍRITO SANTO sondava os corações de Paulo e seus comanheiros e confirmava por meio de sinais e prodígios e conversões sua pregação, como que carimbando como autêntica sua mensagem.
 
II. PAULO EXPÕE A FRAGILIDADE DOS VASOS DE BARRO (4.7-12) 
1. A metáfora do vaso de barro (v.7).
Metáfora - Figura de linguagem que consiste na transferência da significação própria de uma palavra para outra significação, em virtude de uma comparação subentendida. Por exemplo, quando se diz "Ele é uma raposa", emprega-se uma metáfora, isto é, usa-se o nome de um animal para descrever um homem que possui uma qualidade, astúcia, que é própria do animal raposa.
Vaso - Recipiente côncavo, para líquidos, sólidos, flores etc
Paulo compara nosso corpo a um vaso frágil feito por um oleiro, utilizando o material simples do barro. A fragilidade, a pequenes, a humildade e a simplicidade de um legítimo servo de DEUS. Por fora frágil, mas por dentro poderoso em CRISTO.
2. O paradoxo dos sofrimentos (vv.8-10).
Paradoxo - Contradição, pelo menos aparente. (Ex.: falo melhor quando emudeço.) Opinião contrária à opinião comum.
Paulo persebe que quando estáfraco, abatido, sofrendo, perseguido, etc..., ai é que se torna forte em DEUS. Sente a presença poderosa de DEUS consolando e fortalecendo-o para mais uma batalha vitoriosa.
3. Sofrer pela Igreja (vv.11,12).
Sofrer - Sentir dor física ou moral, padecer: já sofreu muito. V.t. Sentir, experimentar, passar: sofreu fome e sede. Suportar, tolerar: não pôde sofrer tão grande decepção. Admitir, permitir: não pode sofrer nenhum atraso. Sofrer de, ter dores, ser atormentado por: sofre do coração.
Nenhum legítimo servo de DEUS está isento de passar por aflições e tribulações para que a obra de DEUS seja realizada. Quanto maior o sofrimento, maior a vitória!
 
III.  PAULO FALA DA GLORIFICAÇÃO FINAL DESSES VASOS DE BARRO (4.13-18)
1. O poder que transformará os vasos de barro (vv.13,14).
Nossos corpos mortais serão revestidos de imortalidade, o que é terreno se revestirá do celestial, o que é material se revestirá de espiritual, o que é frágil e passageiro se revestirá do eterno e glorioso.
2. A esperança capaz de superar os sofrimentos (vv.15,16).
A esperança da volta de CRISTO e consequente ressurreição e glorificação de nossos corpos é mais do que suficiente para que nossos esforços em prol do evangelho valha a pena.
3. Tribulação temporária e glória eterna (vv.17,18).
Nossa vida passa rápidamente diante de nossos olhos, aproveitemos o tempo para que em breve sejamos achados dignos de morar eternamente com DEUS, o nosso Pai amado.
 
CONCLUSÃO
Compartilhe este tesouro com aqueles que ainda não o possuem. Para isso fomos todos escolhidos, chamados, capacitados e feitos morada do ESPÍRITO SANTO, para evangelizar, para compartilhar CRISTO com as nações.
 
 
INTERAÇÃO
Professor, com certeza você já deve ter ouvido a seguinte afirmação: "os perfumes mais caros estão nos menores frascos". Às vezes o recipiente é pequeno, mas o conteúdo é de grande valor. Paulo desejava mostrar essa premissa aos coríntios, por isso, ele utilizou a figura de um vaso de barro para fazer ver que o conteúdo que carregamos é muito precioso, de valor inestimável. Você sabe que conteúdo é este?  A mensagem da salvação em Jesus Cristo. Deus confiou a nós, "frascos frágeis e imperfeitos", a grande mensagem redentora. Ele habita em nós e quer nos usar para este propósito.
 
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Conscientizar-se de que mesmo sendo frágeis, Deus nos usa para transmitir as Boas Novas e nos dá poder para realizarmos sua obra.
Compreender as fragilidades dos vasos de barro.
Saber que no final os vasos de barro serão glorificados pelo Senhor
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, escreva no quadro-de-giz a palavra vaso. Pergunte aos alunos o que vem à mente deles quando ouvem este termo. À medida que forem falando, vá relacionando as palavras no quadro. Depois de ouvi-los, explique que, ao usar a figura do vaso de barro, Paulo indicava a fragilidade e a pequenez de tal utensílio diante de sua riqueza interior. Os vasos de barros eram baratos e quebravam-se com muita facilidade, por isso não eram muito valorizados pelas donas de casas. Depois, peça que os alunos leiam as características e as referências do quadro abaixo.
 
 
  
 
 
RESUMO DA LIÇÃO 05 - TESOURO EM VASOS DE BARRO
I.  PAULO APRESENTA O CONTEÚDO DOS VASOS DE BARRO (4.1-6)
1. Um conteúdo genuíno (v.1).
2. Um conteúdo que rejeitava coisas falsificadas (vv.1,2).
3. Um conteúdo de coisas espirituais transparentes.
II. PAULO EXPÕE A FRAGILIDADE DOS VASOS DE BARRO (4.7-12) 
1. A metáfora do vaso de barro (v.7).
2. O paradoxo dos sofrimentos (vv.8-10).
3. Sofrer pela Igreja (vv.11,12).
III.  PAULO FALA DA GLORIFICAÇÃO FINAL DESSES VASOS DE BARRO (4.13-18)
1. O poder que transformará os vasos de barro (vv.13,14).
2. A esperança capaz de superar os sofrimentos (vv.15,16).
3. Tribulação temporária e glória eterna (vv.17,18).
CONCLUSÃO
Compartilhe este tesouro com aqueles que ainda não o possuem.
 
REFLEXÃO
Quando nos rendemos ao Senhor, Ele nos transforma paulatinamente em vasos valiosos." Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
SINOPSE DO TÓPICO (1)
Os cristãos judaizantes opositores do ministério de Paulo o acusavam de distorcer a mensagem, mas o apóstolo declara, sem medo, que o que pregava era algo revelado, porque era a Palavra de Deus, a verdade do evangelho, que são as boas novas públicas a todos os homens.
REFLEXÃO
"A fraqueza do homem só serve para engrandecer a mensagem." Frank Carver  
SINOPSE DO TÓPICO (2)
Deus manifesta a glória do evangelho através de homens frágeis, tais como vasos de barro. O Senhor tem poder sobre o barro e sobre os vasos que Ele fabrica.
REFLEXÃO
Reconhecer-nos como vasos de barro é reconhecer a maravilhosa graça que nos foi dada.
SINOPSE DO TÓPICO (3)
O ato de crer e anunciar baseia-se na verdade de que, assim como Jesus ressuscitou, os crentes também um dia ressuscitarão. Seus corpos transitórios e corruptíveis serão transformados em corpos espirituais.
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Teológico
O Paradoxo dos Sofrimentos de Paulo (4.7-11)
Os versículos 8,9 contêm quatro conjuntos de contrates que ilustram tanto a fraqueza de Paulo em executar sua chamada apostólica, como o poder de Deus para superar esta fraqueza e libertá-lo: Paulo conheceu aflições que o pressionavam de todos os lados, porém nunca foi cercado a ponto de ser esmagado. Encontrou circunstâncias desnorteantes, mas nunca chegou a ponto de se desesperar. Seus inimigos haviam perseguido seus passos, mas Deus nunca o deixou cair em suas garras. Abateram-no até o chão, porém foram impedidos de dar o golpe fatal. Em resumo, Paulo descreve estas experiências em termos físicos, identificando-as com a morte de Jesus ou até mesmo como participando desta (v.10), de forma que Deus poderia revelar seu poder de ressurreição. Este poder infunde ao corpo mortal de Paulo a vida de Jesus, preservou-o apesar das tribulações e das ameaças contra sua vida (vv.10,11). Estas não são somente as conseqüências destas tribulações, mas também o propósito de Deus. [...] Paulo percebe que embora seus sofrimentos o trouxessem face a face com a morte física, são os meios que Deus usou para trazer vida aos coríntios (v.12). A revelação do poder de Deus através da fraqueza humana e da concessão da vida através da morte são temas que residem no âmago da compreensão de Paulo quanto o Evangelho e de sua própria chamada como um apóstolo (Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2004, p.1091).
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005.
HORTON, Stanley M. I & II Coríntios: Os Problemas da Igreja e suas Soluções. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2003..
SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 41, p. 38
 
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 05 - TESOURO EM VASOS DE BARRO
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2009
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas.
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Temos, porém, esse ____________________ em vasos  de ______________________, para que a excelência  do poder seja de ____________________ e não de nós"  (2 Co 4.7).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Embora sejamos ______________________, DEUS nos usa para proclamar as __________________ Novas e dá-nos ________________________ para realizarmos sua obra.
 
INTRODUÇÃO 
3- Já no versículo 1, o que declara Paulo?
(    ) O Senhor guarda segredo para que Paulo se humilhe.
(    ) A misericórdia divina foi o dom imerecido que tornou possível ao seu ministério revelar a nova aliança como superior à luz do esplendor de Moisés.
(    ) O Senhor traz à tona o que estava encoberto.
(    ) Esse privilégio deu-lhe conta de sua própria indignidade, mas, ao mesmo tempo, ofereceu-lhe a oportunidade de demonstrar a glória de DEUS.
(    ) A despeito de nossa fragilidade, o Senhor nos usa na expansão de seu Reino.
 
I.  PAULO APRESENTA O CONTEÚDO DOS VASOS DE BARRO (4.1-6).
4- Qual o conteúdo dos vasos de barro, segundo Paulo?
(    ) Um conteúdo genuíno.
(    ) Um conteúdo que rejeitava coisas falsificadas.
(    ) Um conteúdo de sabedoria humana.
(    ) Um conteúdo de coisas espirituais transparentes.
 
5- Por que Paulo diz que o conteúdo do vaso era genuíno (v.1)?
(    ) Paulo indica a debilidade e a pequenez de tal utensílio diante de sua riqueza interior.
(    ) Paulo apresentou o caráter sobrenatural do seu ministério.
(    ) Porque era uma coisa íntima do ser humano, ninguém mais possuía.
(    ) O apóstolo surge com uma mensagem de esperança e, agindo como bom mestre, declara que o conteúdo de seu ensino não é falsificado (v.2).   
 
6- Naqueles dias, surgiam pregadores que falavam como meros profissionais, qual era o conteúdo de suas mensagens?
(    ) Mensagens tocantes, que provocavam arrependimento nos ouvintes.
(    ) Sem nenhum compromisso com a veracidade daquilo que pregavam.
(    ) Eram discursos vazios, com elementos falsos, à semelhança dos comerciantes desonestos, que adulteram as substâncias originais de seus produtos, misturando-as com algo mais barato para enganar seus clientes.
 
7- Por que Paulo diz que o conteúdo do vaso rejeitava coisas falsificadas (vv.1,2)?
(    ) Rejeitava qualquer coisa falsa, ou vergonhosa, que corrompesse a mensagem do Evangelho de CRISTO.
(    ) Seus oponentes acusavam-no de que havia conteúdos adulterados e falsos em seus discursos, no entanto, Paulo refuta essa acusação, afirmando que a mensagem que ele e seus companheiros anunciavam era genuína e verdadeira.
(    ) Porque era um conteúdo simples e sem entendimento.
 
8- Por que Paulo diz que o conteúdo do vaso era de coisas espirituais transparentes?
(    ) Porque era constituído de coisas vistas por todos.
(    ) Paulo diz que o que pregava era algo revelado, a Palavra de DEUS, a verdade do Evangelho, as Boas Novas.
(    ) Por ser algo tão glorioso, Paulo sente-se animado a seguir proclamando o Evangelho com franqueza e audácia.
 
9- Quais os elementos do conteúdo desse tesouro guardado em "vasos de barro" segundo os versículos 2 e 3?
(    ) "Palavra de DEUS", "moralidade" e "Evangelho".
(    ) "Vontade de DEUS", "verdade" e "Evangelho".
(    ) "Palavra de DEUS", "verdade" e "Evangelho".
 
10- No versículo 4, Paulo chama Satanás de "deus deste século", a fim de  mostrar que o opositor rege o pensamento predominante no mundo. O que isto quer dizer?
(    ) Paulo, em sua teologia celestial, considerava Satanás como DEUS dos homens que habitavam a Terra.
(    ) A palavra "século" aparece no grego bíblico como aione que pode significar, dependendo do contexto, "era", "época", "tempo".
(    ) Neste caso, aionse traduz por "era" e pode ser entendido como "pensamento que predomina numa época".
(    ) Paulo fala do Diabo como "deus deste século", referindo-se à ação entorpecente do pecado que obstrui os entendimentos dos incrédulos, impossibilitando-os de captarem o conteúdo do Evangelho.
(    ) A mensagem estava obscura, porque não podiam ver a sua luz (vv.3,4).
(    ) Os que rejeitam o Evangelho põem-se sob o poder das trevas, que os impede de conhecer o Senhor JESUS CRISTO.  
 
II. PAULO EXPÕE A FRAGILIDADE DOS VASOS DE BARRO (4.7-12) 
11- Por que Paulo usa a metáfora do vaso de barro (v.7)?
(    ) Paulo extasia-se diante do contraste entre o glorioso Evangelho e a indignidade e fragilidade de seus proclamadores.
(    ) Em vez de a mensagem de salvação ser revelada mediante uma demonstração sobrenatural, a glória do Evangelho é manifesta através de homens frágeis - vasos de barro.
(    ) Paulo usa a característica de fraqueza do crente para chamá-lo "vaso de barro", ou seja, um pecador sem forças para lutar.
 (    ) DEUS tem poder sobre o barro e sobre os vasos; Ele é o Oleiro.
(    ) Por isso, Paulo sente-se fraco fisicamente, mas o Senhor toma-lhe a fraqueza, tornando-o capaz de revelar a glória do Evangelho aos judeus e gentios (vv.8,9). 
 
12- Como são os paradoxos dos sofrimentos na vida de Paulo(vv.8-10), segundo os versículos 8 e 9, contrastes estes que são apresentados por Paulo para exemplificar suas experiências  (cf. 1 Co 4.11-13)?
(    ) Paulo desejava sofrer pelo evangelho e DEUS o concedeu.
(    ) Os sofrimentos foram terríveis, entretanto, não chegaram a abatê-lo.
(    ) No versículo 10, Paulo faz uma descrição dessas experiências, identificando-as com a morte de JESUS; um sentimento de participação nos sofrimentos do Filho de DEUS. (    ) Contudo, o mesmo poder que ressuscitou a JESUS é o que produziu vida no corpo mortal de Paulo (vv.10,11).
 
13- Como é o sofrer pela Igreja (vv.11,12), segundo Paulo?
(    ) No sofrimento físico de Paulo, DEUS o aperfeiçoou, produzindo no apóstolo um senso de total dependência (v.11).
(    ) Se, por um lado, os sofrimentos experimentados por Paulo fizeram-no chegar bem próximo da morte física, por outro, serviram para beneficiar a Igreja de CRISTO (v.15).
(    ) Paulo, não tinha dificuldade em enfrentar a morte por amor à Igreja: "De maneira que em nós opera a morte, mas em vós, a vida" (v.12). 
(    ) É se deixar conduzir pelo desejo carnal dos falsos mestres, sem reagir.
 
III.  PAULO FALA DA GLORIFICAÇÃO FINAL DESSES VASOS DE BARRO (4.13-18)
14- Como é o poder que transformará os vasos de barro (vv.13,14)?
(    ) É um poder transitório, sem propósito definido na salvação do homem., mas com poder transformador.
(    ) Os versículos 13 e 14 indicam que o ato de crer e anunciar baseia-se na verdade de que, assim como JESUS ressuscitou, os crentes também um dia ressuscitarão.
(    ) Seus corpos transitórios e corruptíveis serão transformados em corpos gloriosos.
 
15- Quando falamos de "vasos de barro", a que estamos nos referindo?
(    ) À tranqüilidade e à sensatez de nossos corpos ilustradas pelo apóstolo Paulo.
(    ) À fragilidade e à pequenez de nossos corpos ilustradas pelo apóstolo Paulo.
(    ) À fragilidade e à capacidade de desenvolvimento de nossos corpos ilustradas pelo apóstolo Paulo.
 
16- Enquanto temos vida física, DEUS dignifica-nos a sermos guardiões de um valiosíssimo tesouro, qual é?
(    ) O Evangelho.
(    ) O Arrebatamento.
(    ) O ESPÍRITOSANTO.
 
17- Qual a esperança que dominava o coração de Paulo - e que não se restringe somente a ele, mas abrange todos os crentes em CRISTO?
(    ) O milênio de paz.
(    ) A glorificação do corpo mortal.
(    ) A Grande Tribulação.
 
18- Qual era a esperança capaz de superar os sofrimentos (vv.15,16), segundo Paulo?
(    ) Paulo reitera, no versículo 15, que todo o sofrimento experimentado por ele era por amor aos coríntios.
(    ) Sua fraqueza física manifestaria o poder do ESPÍRITOSANTO, a fim de que a obra de DEUS fosse realizada por meio dele.
(    ) Ainda que tenha enfrentado a morte muitas vezes, o coração do apóstolo não desfaleceu (v.16).
(    ) Paulo possuía uma força física invejável, além de sua alta estatura corporal.
(    ) Paulo diz que, exteriormente, nossos corpos físicos se desgastam, mas a esperança da ressurreição garante a vida eterna.
 
19- O que queria, de fato, realçar Paulo, quando menciona, no versículo 17, o peso da sua aflição como "leve e momentâneo"?
(    ) Sua tribulação.
(    ) O peso da glória que DEUS tem reservado aos fiéis.
(    ) Sua autoridade apostólica.
 
20- Quais as causas que sustentaram Paulo em meio aos sofrimentos durante seu ministério?
(    ) Amor aos Coríntios, confiança na ressurreição, e poder eterno.
(    ) Amor à obra, confiança na ressurreição, e gozo eterno.
(    ) Amor aos Coríntios, confiança na perfeição humana, e gozo eterno.
 
CONCLUSÃO
21- Complete:
Nesta lição, aprendemos a enxergar nossos corpos como _________________ vasos de barro. Todavia, em sua fragilidade, guardam um _____________________ incomparável - o conhecimento do ________________________. Portanto, compartilhe este tesouro com aqueles que ainda não o possuem.
 
 
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO NOS VIDEOS  http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
 
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO NOS VIDEOS  http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
 
AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm  
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.  
Nosso novo endereço: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/
Veja vídeos em http://ebdnatv.blogspot.com , http://www.ebdweb.com.br/ - Ou nos sites seguintes: 4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube.
 
 
Index
Estudos
EBD
Discipulado
Mapas
Igreja
Ervália
Corinhos
Figuras1
Figuras2
Vídeos
Fotos