LIÇÃO 5,
ORANDO COMO JESUS ENSINOU
Lições
Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 4º Trimestre de 2010
O PODER E
O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO
O
relacionamento do cristão com DEUS
Comentários da revista da
CPAD: Pr. Eliezer de L. e Silva
Consultor
Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de
Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
TEXTO ÁUREO
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito
está pronto, mas a carne é fraca”
(Mt 26.41).
VERDADE PRÁTICA
Ao orar o
Pai Nosso, o Senhor JESUS ensina-nos a essência da oração.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Jo
14.6,13,14 -
JESUS é o
caminho de resposta paraa oração
Terça -
Lc
18.13,14 -
Como devemos
orar
Quarta -
Mc
11.22-24 -
Devemos orar
com fé
Quinta -
Mc
11.25; Mt 6.15 -
A
oração eficaz depende do perdão
Sexta - Mt
6.9-13 -
A
oração-modelo de JESUS
Sábado - Lc
11.9,10 -
A
persistência na oração
LEITURA
BÍBLICA EM CLASSE -
Mateus 6.5-13
NA VERDADE JESUS NÃO
NOS ENSINOU “O QUE ORAR”, E SIM “COMO ORAR”; PROIBINDO-NOS DE FICAR
REPETINDO SEMPRE A
MESMA ORAÇÃO. (NOS EVANGELHOS AS ORAÇÕES PAI-NOSSO SÃO DIFERENTES)
LUCAS 11.1-4
1 Estava JESUS em certo lugar orando e,
quando acabou, disse-lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar,
como também João ensinou aos seus discípulos. 2 Ao que ele lhes disse:
Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino;
3 dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano;
4 e perdoa-nos os
nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo aquele que nos deve; e não
nos deixes entrar em tentação, (mas livra-nos do mal.)
MATEUS 6.7-15
5 E, quando orares, não sejas como os
hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das
ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o
seu galardão. 6 Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a
tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que
está oculto, te recompensará.
7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que
pelo seu muito falar serão ouvidos.8 Não vos assemelheis, pois, a eles;
porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. 9
Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado
seja o teu nome; 10 venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na
terra como no céu; 11 o pão nosso de cada dia nos dá hoje; 12 e perdoa-nos
as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos
devedores; 13 e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal.
Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém. 14 Porque, se
perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos
perdoará a vós; 15 se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai
perdoará vossas ofensas.
6.1 ATOS DE JUSTIÇA DIANTE DOS HOMENS. O
princípio aqui em evidência tem a ver com o motivo para o cristão praticar o
que é justo. Se o crente, seja leigo ou ministro, faz o bem para ser
admirado pelos homens, ou por motivos egoístas, perderá seu galardão e
louvor da parte de DEUS. Em vez disso será desmascarado como hipócrita,
porque, sob o disfarce de glorificar a DEUS, o que ele realmente buscava era
glória para si mesmo. O motivo subjacente no coração é um desafio para
muitas das atividades cristãs contemporâneas, inclusive a competição por
grandeza, a -propaganda exagerada do sucesso e o desejo egoísta -de ser o
primeiro ou o melhor (cf. 1 Co 3.13-15; 4.5).
6.6 TU, QUANDO ORAIS. Todo filho de DEUS deve ter um lugar para estar a sós
com DEUS a fim de buscá-lo. Sem isto, a oração secreta não terá a duração
desejada ou será algo casual. JESUS tinha seus lugares -secretos para orar
(14.23; Mc 1.35; Lc 4.42; 5.16; 6.12). Nós, também, devemos disciplinar
nossa vida a fim de mantermos nossa comunhão com DEUS e demonstrar nosso
amor por Ele. A oração secreta é especialmente importante: (1) de manhã
cedo, para dedicarmos a DEUS o nosso dia; (2) no
fim da tarde, para render-lhe graças por suas misericórdias; e (3) nos
momentos em que o ESPÍRITO nos impulsiona a orar. A promessa é que nosso Pai
nos recompensará
abertamente com a resposta à -nossa oração, com sua presença íntima, e com
honra -genuína por toda a eternidade (ver 6.9).
6.9 ORAREIS ASSIM. Com esta oração modelo, CRISTO indicou áreas de interesse
que devem constar da oração do cristão. Esta oração contém seis petições:
três dizem
respeito à santidade e à vontade de DEUS e três dizem respeito às nossas
necessidades pessoais. A brevidade desta oração não significa que devemos
ser breves quando
oramos. Às vezes, CRISTO orava a noite inteira (Lc 6.12).
6.9 PAI NOSSO... NOS CÉUS. A oração envolve a adoração ao Pai celestial. (1)
Como Pai, DEUS nos ama, cuida de nós e anela comunhão e intimidade conosco.
Em CRISTO, temos acesso ao Pai, em todo tempo, para adorá-lo e expressar-lhe
as nossas necessidades (vv. 25-34). (2) DEUS, como nosso Pai, não significa
que Ele seja como um pai terrestre, que tolera o mal nos filhos ou que deixa
de discipliná-los corretamente. DEUS é um Pai santo, que se opõe
terminantemente ao pecado. Ele não tolera a iniqüidade, mesmo naqueles que o
chamam de Pai. Seu nome deve ser santificado (v. 9). (3) Logo, como Pai
celeste, Ele pode castigar, tanto quanto abençoar; reter, tanto quanto dar;
agir com justiça e também com misericórdia. Sua maneira de atender seus
filhos depende da nossa fé e obediência para com Ele.
6.9 SANTIFICADO SEJA O TEU NOME. O maior empenho
em nossas orações e na nossa vida deve concentrar-se na santificação do nome
de DEUS. É da máxima importância que o próprio DEUS seja reverenciado,
honrado, glorificado e exaltado (cf. Sl 34.3). Em nossas orações e em nosso
viver diário, devemos ter o máximo zelo com a reputação de DEUS, da sua
igreja, do seu evangelho e do seu reino. Fazer algo que cause escândalo para
o nome e o caráter do Senhor é um pecado horrível que o expõe à vergonha
pública.
6.10 VENHA O TEU REINO. A oração deve ocupar-se com o reino de DEUS na terra
agora e com seu pleno cumprimento no futuro. (1) Devemos orar pela volta de
CRISTO e pelo estabelecimento do reino eterno de DEUS no novo céu e na nova
terra (Ap 21.1; cf. 2 Pe 3.10-12; Ap 20.11; 22.20). (2) Devemos orar pela
presença e manifestação espiritual do reino de DEUS agora. Isso inclui a
operação do poder de DEUS entre o seu povo para destruir as obras de
Satanás, curar os enfermos, salvar os perdidos, promover a justiça e
derramar o ESPÍRITO SANTO sobre seu povo.
6.10 SEJA FEITA A TUA VONTADE. Orar seja feita a tua vontade significa que
anelamos sinceramente que a vontade e o propósito de DEUS sejam cumpridos em
nossa vida
e na vida dos nossos familiares, segundo seu plano eterno. Podemos conhecer
a vontade de DEUS, primeiramente através da Bíblia, que é a sua vontade
revelada, e através
da direção do ESPÍRITO SANTO em nosso coração (cf. Rm 8.4-14.). A vontade de
DEUS é cumprida quando oramos para que o reino de DEUS e a sua justiça
prevaleçam entre nós (v. 33.)
6.11 O PÃO NOSSO DE CADA DIA. A oração deve conter petições concernentes às
nossas necessidades diárias (Fp 4.19; ver Lc 11.3).
6.12 PERDOA... ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS. Na oração devemos tratar dos nossos
pecados e também estar dispostos a perdoar aqueles que nos fizeram mal (vv.
14,15; Hb 9.14; 1 Jo 1.9).
6.13 LIVRA-NOS DO MAL. Todos os crentes são objeto especial da hostilidade e
dos maus propósitos de Satanás. Por essa razão nunca devemos esquecer de
orar para
que DEUS nos livre do poderio e das tramas do inimigo (ver Lc 11.26; 18.1;
22.31; Jo 17.15; 2 Co 2.11)
6.15 SE, PORÉM... PERDOARDES AOS HOMENS. Esta declaração de JESUS salienta o
fato de que o crente deve estar pronto e disposto a perdoar as ofensas
sofridas da
parte dos outros. Caso ele não perdoe seu ofensor arrependido, DEUS não o
perdoará e suas orações não terão resposta. Aqui está um princípio essencial
para obtermos o
perdão de DEUS (18.35; Mc 11.26; Lc 11.4).
Filiação Divina - Pai nosso que estás nos
céus
Ó DEUS, eu Te chamo
Pai, Tu és meu pai. Mas agora, ó Senhor, Tu és meu Pai; eu sou o barro, e Tu
o meu oleiro; O ESPÍRITO mesmo testifica com meu espírito que sou Teu filho,
ó DEUS; Recebi a JESUS, crendo no seu nome, pelo que me foi dado o poder de
ser chamado filho de DEUS; Graças Te dou, ó pai, porque enviaste JESUS para
me resgatar a fim de que eu recebesse a adoção de filho. Pai justo, Pai
santo, meu pai, dirijo-me a ti que estás nos céus, em teu trono de glória,
entronizado entre os querubins.
Referências
bíblicas: Is. 63:16; 64:8; Gl 4:4-7;
Hb. 12:8,10; Dt. 32:6; Jo. 16:27; Tg. 1:17; Rm. 8:15-17,14; 2 Co 1:3,4; Ef.
1:3; 1 Jo 3:1,2; 2 Co 11:31; Fp 4:20
Ao orarmos devemos nos lembrar de que DEUS é
nosso PAI (Qual PAI quer o mal de seu filho?)
Ao orarmos dirigimos nossa oração para cima,
para DEUS, não a uma imagem ou alguma divindade da Terra, mas ao PAI que
está no céu dos céus.
Exaltação ao nome de DEUS - Santificado seja
o Teu nome
Bendito seja o Teu
glorioso nome, que está exaltado sobre toda bênção e louvor. Bendito seja o
Teu Nome, desde agora e para sempre. Desde o teu nascimento de sol até a seu
ocaso, há de ser louvado o Teu Nome. Seja Bendito o Teu Nome, ó DEUS, para
todo o sempre, porque são tuas a sabedoria e a força. Não a nós, Senhor, não
a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e a tua
verdade. O teu nome, ó senhor, subsiste para sempre; e a tua memória, ó
Senhor por todas as gerações. E tudo o que há em mim, bendiz o teu santo
nome.
Referências
Bíblicas Ne 9:5b; Gn 1:1,26; Sl 71:22;
Sl 113:2,3; Rm 8:29; Ex 3:14; Pv 18:10; Gn 49:24,25; Jr 3:10 ; Dt 28:58; Gn
15:1,2,8; Dt 10:17; Dn 2:2; Hb 13:8; 1 Cr 29:10; Sl 8:1; 72:17; Lv 20:7,8;
Sl 138:2; Sl 75:1; 115:1; Sl 91:1; Jo 1:14; Sl 103:2; Dt 33:27
O nome de DEUS é santo, não deve ser usado em
vão, como por exemplo para piadas "evangélicas" ou para justificar erros
humanos. A invocação do nome de DEUS para justificar erro ou para
influenciar pessoas para o erro é pecado.
Estabelecimento do Reino de DEUS - "Venha o
Teu Reino"
Venha o Teu reino, Tua soberania domínio e
senhorio em todas as áreas da minha vida. Venha o Teu reino sobre minha
família, minha cidade, meu Estado, meu País. Venha hoje o Teu reino na
igreja e na vida de todos os homens. Porque o domínio pertence a Ti e reinas
sobre as nações.
Teu Reino, Senhor, não consiste no comer e no
beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no ESPÍRITO SANTO. Não consiste
em palavras, mas em poder e este é o caminho que quero seguir. Pai, aguardo
o dia quando unirei minha voz à de miríades, proclamando: O reino do mundo
passou a ser do Senhor nosso e do Seu CRISTO, e Ele reinará pelos séculos
dos séculos.
Referências Bíblicas Sl 145:11-13; Mt
6:33; Hb 12:28; Mt 6:10; Lc 17:21,22; 1 Jo 3:2,3 Amp.; Sl 22:28; Mt 5:3-11;
Tt 2:11-13; Sl 103:19; Rm 14:17; Zc 14:5,9 ;Is 9:6,7; 1 Co 4:20; Ap.
11:16,17; Mt 4:17; Cl 1:12-14; 1Cr 29:11
Desejar que DEUS reine sobre nós, desejar que o
reino espiritual esteja acima do material em nossa vida. Desejar que JESUS
volte o mais rapidamente possível para estabelecer seu reino milenial sobre
a Terra. Tudo isso é agradável a DEUS em nossa oração.
O REINO DE DEUS (BEP - CPAD)
Mt 12.28: “Mas, se eu expulso os demônios pelo ESPÍRITO de DEUS, é
conseguintemente chegado a vós o Reino de DEUS.”
A NATUREZA DO REINO. O reino de DEUS (ou dos céus), no presente, significa
DEUS intervindo e predominando no mundo, para manifestar seu poder, sua
glória e suas prerrogativas contra o domínio de Satanás e a condição atual
deste mundo. Trata-se de algo além da salvação ou da igreja; é DEUS
revelando-se com poder na execução de todas as suas obras.
(1) O reino é antes de tudo uma demonstração do poder divino em ação. DEUS
inicia seu domínio espiritual na terra, nos corações do seu povo e no meio
deste (Jo 14.23; 20.22). Ele entra no mundo com poder (Is 64.1; Mc 9.1; 1Co
4.20). Não se trata de poder no sentido material ou político, e sim,
espiritual. O reino não é uma teocracia relígio-política; ele não está
vinculado ao domínio social ou político sobre as nações ou reinos deste
mundo (Jo 18.36). DEUS não pretende atualmente redimir e reformar o mundo
através de ativismo social ou político, da força, ou de ação violenta
(26.52; ver Jo 18.36). O mundo, durante a presente era, continuará
inimigo de DEUS e do seu povo (Jo 15.19; Rm 12.1,2; Tg 4.4; 1Jo 2.15-17;
4.4). O governo de DEUS mediante o juízo direto e à força só ocorrerá no fim
desta era (Ap 19.11-21).
(2) Quando DEUS se manifesta com poder sobre o mundo, este entra em crise. O
império do diabo fica totalmente alarmado (12.28,29; Mc 1.23,24), e todos
encaram a decisão de submeter-se ou não ao governo de DEUS (3.1,2; 4.17; Mc
1.14,15). A condição necessária e fundamental para se entrar no reino de
DEUS é: “Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15).
(3) O fato de DEUS irromper no mundo com poder, abrange: (a) seu poder
divino sobre o governo e domínio de Satanás (12.28; Jo 18.36); a chegada do
reino é o começo da destruição do domínio de Satanás (Jo 12.31; 16.11) e do
livramento da humanidade das forças demoníacas (Mc 1.34,39; 3.14,15; At
26.18) e do pecado (Rm 6); (b) poder para operar milagres e curar os
enfermos (4.23; 9.35; At 4.30; 8.7); (c) a pregação do evangelho, que produz
a convicção do pecado, da justiça e do juízo (11.5; Jo 16.8-11; At 4.33);
(d) a salvação e a santificação daqueles que se arrependem e crêem no
evangelho (ver Jo 3.3; 17.17; At 2.38-40; 2Co 6.14-18); e (e) o batismo no
ESPÍRITO SANTO, com poder, para testemunhar de CRISTO (ver At 1.8; 2.4).
(4) Uma evidência máxima de que a pessoa está vivendo o reino de DEUS é
viver uma vida de “justiça, e paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO” (Rm 14.17).
(5) O reino de DEUS tem um aspecto tanto presente como
futuro. É uma realidade presente no mundo hoje (Mc 1.15; Lc 18.16,17; Cl
1.13; Hb 12.28), mas o governo e o poder de DEUS não predominam plenamente
em todos e em tudo. A obra e a influência de Satanás e dos homens maus
continuarão até o fim desta era (1Tm 4.1; 2Tm 3.1-5; Ap 19.19 — 20.10). A
manifestação futura da glória de DEUS e do seu poder e reino ocorrerá quando
JESUS voltar para julgar o mundo (24.30; Lc 21.27; Ap 19.11-20; 20.1-6). O
estabelecimento total do reino virá, quando CRISTO finalmente triunfar sobre
todo o mal e oposição e entregar o reino a DEUS Pai (1Co 15.24-28; Ap
20.7-21.8; ver também Mc 1.15).
O PAPEL DO CRENTE NO REINO. O NT contém abundante ensino sobre a missão do
crente no reino de DEUS, na sua presente manifestação. (1) É
responsabilidade do crente buscar incessantemente o reino de DEUS, em todas
as suas manifestações, tendo fome e sede pela presença e pelo poder de DEUS,
tanto na sua vida como no meio da sua comunidade cristã (ver 5.10; 6.33).
(2) Em 11.12, JESUS revela novos fatos sobre a natureza dos membros do
reino. Ali Ele disse que somente quem se esforça apodera-se do reino de DEUS. Os tais, movidos por
DEUS, resolvem romper com as práticas pecaminosas
e imorais do mundo e seguem a CRISTO, a sua Palavra e seus justos caminhos.
Não importando o preço a pagar, esses, resolutamente, buscam o reino com
todo o seu poder. Noutras palavras, pertencer ao reino de DEUS e desfrutar
de todas as suas bênçãos requer esforço sincero e constante — um combate de
fé, aliado a uma forte vontade de resistir a Satanás, ao pecado e à
sociedade perversa em que vivemos.
(3) Não conhecerão o reino de DEUS aqueles que raramente oram, que transigem
com o mundo, que negligenciam a Palavra e que têm pouca fome espiritual. É
para crentes como José (Gn 39.9), Natã (2Sm 12.7), Elias (1Rs 18.21), Daniel
e seus três amigos (Dn 1.8; 3.16-18), Mardoqueu (Et 3.4,5), Pedro e João (At
4.19,20), Estêvão (At 6.8; 7.51) e Paulo (Fp 3.13,14); inclusive mulheres
como Débora (Jz 4.9), Rute (Rt 1.16-18), Ester (Et 4.16), Maria (Lc
1.26-35), Ana (Lc 2.36-38) e Lídia (At 16.14,15,40).
Submissão - "Seja feita a Tua vontade, assim
na terra como é no céu".
Pai, oro para que Tua vontade seja feita na
minha vida, de um modo tão perfeito como ela é feita no Céu. Deleito-me em
fazer tua vontade, ó DEUS meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.
Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu DEUS; guie-me o Teu bom
ESPÍRITO por terreno plano.
Oro como JESUS: “Não se faça a minha vontade,
mas a tua”, não importa qual seja, pois ela é sempre o melhor para minha
vida. A minha comida é fazer a Tua vontade e realizar a obra que me
confiaste. Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; porque não procuro
a minha vontade, mas a Tua.
Pois esta é a Tua vontade, que eu seja
consagrado (separado e colocado á parte para uma vida pura e santa): que eu
me abstenha de todo vicio sexual; que eu saiba como possuir (controlar
dirigir) meu próprio corpo em consagração (pureza, separado das coisas
profanas) e honra, não (para ser usado) em paixão e lascívia como os pagãos,
que são ignorantes do verdadeiro DEUS e não têm conhecimento da Sua Vontade.
Referências Bíblicas Mt 6:10; At 13:22; 1
Jo 2:17; Ef 1:4,5 Amp.; Sl 40:8; 143:10; Rm 8:26,27; 12:2; Cl 1:9 Amp; Lc
22:42; 1 Ts 4:3-5 Amp.; Fp 2:13; Jo 4:34; 5:30; Sl 1:3,4 Amp.; Hb 13:20,21
Existem duas vontades de DEUS, a permissiva e a
perfeita. Desejar e pedir a DEUS que sua vontade perfeita seja feita em
nossa vida é oração de entrega, e de submissão, e também de consagração.
Isso é agradável ao nosso bom DEUS que tem um plano perfeito para nossa vida
aqui na Terra.
A VONTADE DE DEUS (BEP - CPAD)
Is 53.10 “Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a
sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará
os dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão”.
DEFINIÇÃO DA VONTADE DE DEUS. De modo geral, a Bíblia refere-se à vontade de
DEUS em três sentidos diferentes.
(1) A vontade de DEUS é outra maneira de se identificar a Lei de DEUS. Davi,
por exemplo, forma um paralelo entre a frase “tua lei” e “tua vontade” no Sl
40.8. Semelhantemente, o apóstolo Paulo considera que, conhecer a DEUS é
sinônimo de conhecer a sua vontade (Rm 2.17,18). Noutras palavras: como em
sua Lei o Senhor nos instrui no caminho que Ele traçou, ela pode ser
apropriadamente chamada “a vontade de DEUS”. “Lei” significa essencialmente
“instrução”, e inclui a totalidade da Palavra de DEUS.
(2) Também se emprega a expressão “a vontade de DEUS” para designar qualquer
coisa que Ele explicitamente quer. Pode ser corretamente designada de “a
perfeita vontade” de DEUS. E a vontade revelada de DEUS é que todos sejam
salvos (1Tm 2.4; 2Pe 3.9) e que nenhum crente caia da graça (ver Jo 6.39).
Isso não quer dizer que todos serão salvos, mas apenas que DEUS deseja a
salvação de todos.
(3) Finalmente, a “vontade de DEUS” pode referir-se àquilo que DEUS permite,
ou deixa acontecer, embora Ele não deseje especificamente que ocorra. Tal
coisa pode ser corretamente chamada “a vontade permissiva de DEUS”. De fato,
muita coisa que acontece no mundo é contrária à perfeita vontade de DEUS
(e.g., o pecado, a concupiscência, a violência, o ódio, e a dureza de
coração), mas Ele permite que o mal continue por enquanto. A chamada de
Jonas para ir a Nínive fazia parte da perfeita vontade de DEUS, mas sua
viagem na direção oposta estava dentro de sua vontade permissiva (ver Jn 1).
Além disso, a decisão de muitas pessoas permanecerem sem salvação é
permitida por DEUS. Ele não impõe a fé aos que recusam a salvação mediante o
seu Filho. Semelhantemente, muitas aflições e males que nos acometem são
permitidos por DEUS (1Pe 3.17; 4.19), mas não é desejo seu que soframos (ver
1Jo 5.19).
FAZENDO A VONTADE DE DEUS. O ensino bíblico a respeito da vontade de DEUS
não expressa apenas uma doutrina. Afeta a nossa vida diária como crentes.
(1) Primeiro, devemos descobrir qual é a vontade de DEUS, conforme revelada
nas Escrituras. Como os dias em que vivemos são maus, temos de entender qual
a perfeita e agradável vontade de DEUS (Ef 5.17).
(2) Uma vez que já sabemos como Ele deseja que vivamos como crentes,
precisamos dedicar-nos ao cumprimento da sua vontade. O salmista, por
exemplo, pede a DEUS que lhe ensine a “fazer a tua vontade” (Sl 143.10). Ao
pedir, igualmente, que o ESPÍRITO o guie “por terra plana”, indica que, em
essência, está rogando a DEUS a capacidade de viver uma vida de retidão.
Semelhantemente, Paulo espera que os cristãos tessalonicenses sigam a
vontade divina, evitando a imoralidade sexual, e vivendo de maneira santa e
honrosa (1Ts 4.3,4). Noutro lugar, Paulo ora para que os cristãos recebam a
plenitude do conhecimento da vontade divina, a fim de viverem “dignamente
diante do Senhor, agradando-lhe em tudo” (Cl 1.9,10).
(3) Os crentes são exortados a orarem para que a vontade de DEUS seja feita
(cf. Mt 6.10; 26.42; Lc 11.2; Rm 15.30-32; Tg 4.13-15). Devemos desejar, com
sinceridade, a perfeita vontade de DEUS, e ter o propósito de cumprí-la em
nossa vida e na vida de nossa família (ver Mt 6.10). Se essa for a
nossa oração e compromisso, teremos total confiança de que o nosso presente
e futuro estarão sob os cuidados do Pai (cf. At 18.21; 1Co 4.19; 16.7). Se,
porém, há pecado deliberado em nossa vida, e rebelião contra a sua Palavra,
DEUS não atenderá as nossas orações. Não poderemos esperar que a vontade
divina seja feita na terra como no céu, a não ser que nós mesmos procuremos
cumprir a sua vontade em nossa própria vida.
(4) Finalmente, não podemos usar a vontade de DEUS como desculpa pela
passividade, ou irresponsabilidade, no tocante à sua chamada para lutarmos
contra o pecado e a mornidão espiritual. É Satanás, e não DEUS, o culpado
por essa era maligna, com a sua crueldade, maldade e injustiça (ver 1Jo
5.19). É também Satanás quem causa grande parte da dor e sofrimento no mundo
(cf. Jó 1.6-12; 2.1-6; Lc 13.16; 2Co 12.7). Assim como JESUS veio para
destruir as obras do diabo (1Jo 3.8), assim também é da vontade explícita de
DEUS que batalhemos contra as hostes espirituais da maldade por meio do
ESPÍRITO SANTO (Ef 6.10-20; 1Ts 5.8
Provisão - “O pão nosso de cada dia nos dá
hoje”
Pai, tu és meu DEUS Provedor, Jeová Jiré, pelo
que supres liberalmente cada uma das minhas necessidades, de acordo com Tuas
riquezas em glória em CRISTO JESUS. Sou Teu amado e me dás o pão enquanto
durmo. Dás mantimento aos que Te temem; Confesso que não ando ansioso quanto
à minha vida, pelo que hei de comer, ou pelo que hei de beber; nem quanto ao
meu corpo, pelo que hei de vestir. Olho para as aves do céu, que não
semeiam, nem ceifam, nem ajudam em celeiros; e Tu, meu Pai celeste, as
alimenta. Não valho eu muito mais do que elas? Portanto não me inquieto,
dizendo: Que hei de comer? Ou: Que hei de Beber? Ou: Com que hei de vestir?
Porque Tu, meu pai celeste, sabes que preciso de Tudo isso. Meu Pão de cada
dia me dás hoje.
Referências Bíblicas Fp 4:19; Ex 23:25;
Mt 6:25,26,31,32; Sl 127:2; 111:5; 2 Co 9:10; Sl 34:10; Sl 145:15,16; Sl
146:5,7; Dt 28:1,4,8,12; Sl 37:25; Pv 10:3; Dt 8:3
Cada dia devemos depender de DEUS em tudo e para
tudo, nada de garantir já seu futuro independente de DEUS. DEUS quer
governar sobre nós cada dia, cada instante, senão estaremos como aquele
louco que construiu um grande depósito para dali para frente folgar e dormir
sem depender de DEUS; seria como construir uma nova torre de Babel para não
temer o juízo de DEUS sobre o pecado. A riqueza trás o sentimento de
auto-suficiência, o que é pecado.
Perdão Pessoal - “E perdoa-nos as
nossas dívidas”
Pai, tenho experimentado Teu perdão em minha
vida.Confesso-te meus pecados e Tu és fiel e justo para me perdoares os
pecados e me purificares de toda a injustiça.
Tu, Senhor, perdoas todas as minhas iniqüidades
e saras todas as minhas enfermidades. Pois me perdoaste a iniqüidades e não
Te lembraras mais dos meus pecados.
Referências Bíblicas Mt 6:12; Sl
139:23,24; Rm 4:7,8; 1 Jo 1:9; Sl 86:4,5; 103:1,3; 1 Jo 2:12; Sl 32:5;
19:12; Jr 31:34; Cl 1:14
Pedir perdão está condicionado a perdoar. O mal
pagador vê aqui uma saída para suas dívidas por não se lembrar de que
comprar e não pagar equivale a roubar, o que é pecado. Quando pedimos perdão
trazemos junto o desejo de nunca mais repetirmos a ofensa feita, só assim
obteremos o perdão.
Perdão a Outros (geral) - “Assim como nós
também temos perdoado aos nossos devedores”
Pai de amor, tenho provado o Teu ilimitado
perdão. Lançaste meus pecados nas profundezas do mar e deles não Te lembras
mais. Tratas-me como se eu nunca tivesse pecado. De Ti recebo o espírito
perdoador e libero o meu perdão a todos quanto me ofendem. De todo o coração
perdôo o que peca contra mim. Recebo Tua palavra: “Antes sede bondosos para
com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros (pronta e
livremente), como também DEUS vos perdoou em CRISTO. “ Suporto o meu irmão e
o perdôo, assim como JESUS me perdoou.
Amo meu próximo como a mim mesmo, e porque o
amo, o perdôo, sabendo que o amor cobre uma multidão de pecados.
Referências Bíblicas Mt 6:12; Cl 3:13; Mc
12:31; Is 43:25; Mt 6:14,15 Amp.; 1 P 4:8; Mt 18:35; Mc 11:25,26; Mt
5:44,45,48; Ef 4:32; Mt 18:22; Nm 6:24-26
Estamos afirmando que já perdoamos como queremos
que sejamos perdoados.
Proteção - “Não nos deixes cair em tentação”
Pai reconheço que não me sobrevêm nenhum
tentação, que não seja humana, mas Tu és fiel, e não deixarás que eu seja
tentado acima do que possa resistir, antes com a tentação darme-ás também o
escape, para que a possa suportar. Tu me sustentas, meu DEUS. Andarei
seguro pelo meu caminho, e não tropeçará o meu pé. Quando me deitar, não
temerei: sim, deitar-me-ei e o meu sono será suave. Não temo o pavor
repentino, nem a assolação dos ímpios quando vier. Porque Tu, Senhor, serás
a minha confiança, e guardarás os meus pés de serem presos. Não me deixarás
cair em tentação.
Referências Bíblicas 1 Co 10:13; Tg. 1:12
Amp.; 1 Sm 2:9; Pv 4:11,12; Mt 26:41 Amp.; Pv 3:23-26; Tg 1:2-4,13; Sl
116:8; Ap. 3:10;
Orar isso implica em dizer que não podemos
resistir sozinhos diante das tentações. é reconhecer nossa fraqueza humana e
total dependência de DEUS. é prevenir-se contar o pecado.
Libertação - “Livra-nos do mal”
Nenhum mal; me sucederá, nem praga alguma
chegará à minha tenda, porque aos Teus anjos darás ordem a meu respeito,
para me guardarem em todos os meus caminhos. Eles me sustentarão nas suas
mãos, para que eu não tropece em alguma pedra. Teu anjo, Senhor, acampa-se
ao redor, pois temo a Ti, e me livras. Senhor, Tu me Livrarás também de toda
a obra maligna, e me levarás salvo para o Teu reino celestial. A ti, glória
pelos séculos dos séculos. Amém.
Referências Bíblicas Gl 1:4,5; Sl 18:2; 2
Tm 4:18; Sl 91:3,10,12; Sl 34:7,17; 1 Ts 1:10; Sl 91:14,15; Sl 56:13
Cada dia já tem o seu mal e só podemos nos
livrar desse mal estando em comunhão íntima com DEUS.
PODER SOBRE SATANÁS E OS DEMÔNIOS (BEP -
CPAD)
Mc 3.27 “Ninguém pode roubar os bens do valente, entrando-lhe em sua casa,
se primeiro não manietar o valente; e, então, roubará a sua casa”.
Um dos destaques principais do Evangelho segundo Marcos é o propósito firme
de JESUS: derrotar Satanás e suas hostes demoníacas. Em 3.27, isto é
descrito como “manietar o valente” (i.e., Satanás) e, “roubará a sua casa”
(i.e., libertar os escravos de Satanás). O poder de JESUS sobre Satanás fica
claramente demonstrado na expulsão de demônios (gr. daimonion) ou espíritos
malignos.
OS DEMÔNIOS. (1) O NT menciona muitas vezes pessoas sofrendo de opressão ou
influência maligna de Satanás, devido a um espírito maligno que neles
habita; menciona também o conflito de JESUS com os demônios. O Evangelho
segundo Marcos, e.g., descreve muitos desses casos: 1.23-27, 32, 34, 39;
3.10-12, 15; 5.1-20; 6.7, 13; 7.25-30; 9.17-29; 16.17.(2) Os demônios são
seres espirituais com personalidade e inteligência. Como súditos de Satanás,
inimigos de DEUS e dos seres humanos (Mt 12.43-45), são
malignos, destrutivos e estão sob a autoridade de Satanás (ver Mt 4.10).
(3) Os demônios são a força motriz que está por trás da idolatria, de modo
que adorar falsos deuses é praticamente o mesmo que adorar demônios (ver 1Co
10.20).
(4) O NT mostra que o mundo está alienado de DEUS e controlado por Satanás
(ver Jo 12.31; 2Co 4.4; Ef 6.10-12;). Os demônios são parte das potestades
malignas; o cristão tem de lutar continuamente contra eles (ver Ef 6.12).
(5) Os demônios podem habitar no corpo dos incrédulos, e, constantemente, o
fazem (ver Mc 5.15; Lc 4.41; 8.27,28; At 16.18) e falam através das vozes
dessas pessoas. Escravizam tais indivíduos e os induzem à iniqüidade, à
imoralidade e à destruição.
(6) Os demônios podem causar doenças físicas (Mt 9.32,33; 12.22; 17.14-18;
Mc 9.17-27; Lc 13.11,16), embora nem todas as doenças e enfermidades
procedam de espíritos maus (Mt 4.24; Lc 5.12,13).
(7) Aqueles que se envolvem com espiritismo e magia (i.e., feitiçaria) estão
lidando com espíritos malignos, o que facilmente leva à possessão demoníaca
(cf. At 13.8-10; 19.19; Gl 5.20; Ap 9.20,21).
(8) Os espíritos malignos estarão grandemente ativos nos últimos dias desta
era, na difusão do ocultismo, imoralidade, violência e crueldade; atacarão a
Palavra de DEUS e a sã doutrina (Mt 24.24; 2Co 11.14,15; 1Tm 4.1). O maior
surto de atividade demoníaca ocorrerá através do Anticristo e seus
seguidores (2Ts 2.9; Ap 13.2-8; 16.13,14).
JESUS E OS DEMÔNIOS. (1) Nos seus milagres, JESUS freqüentemente ataca o
poder de Satanás e o demonismo (e.g., Mc 1.25,26, 34, 39; 3.10,11; 5.1-20;
9.17-29; cf. Lc 13.11,12,16). Um dos seus propósitos ao vir à terra foi
subjugar Satanás e libertar seus escravos (Mt 12.29; Mc 1.27; Lc 4.18).
(2) JESUS derrotou Satanás, em parte pela expulsão de demônios e, de modo
pleno, através da sua morte e ressurreição (Jo 12.31; 16.17; Cl 2.15; Hb
2.14). Deste modo, Ele aniquilou o domínio de Satanás e restaurou o poder do
reino de DEUS.
(3) O inferno (gr. Gehenna), o lugar de tormento, está preparado para o
diabo e seus demônios (Mt 8.29; 25.41). Exemplos do termo Gehenna no grego:
Mc 9.43,45,47; Mt 10.28; 18.9.
O CRENTE E OS DEMÔNIOS. (1) As Escrituras ensinam que nenhum verdadeiro
crente, em quem habita o ESPÍRITO SANTO, pode ficar endemoninhado; i.e.: o
ESPÍRITO e os demônios nunca poderão habitar no mesmo corpo (ver 2Co
6.15,16). Os demônios podem, no entanto, influenciar os pensamentos, emoções e
atos dos crentes que não obedecem aos ditames do ESPÍRITO SANTO (Mt 16.23;
2Co 11.3,14).
(2) JESUS prometeu aos genuínos crentes autoridade sobre o poder de Satanás
e das suas hostes. Ao nos depararmos com eles, devemos aniquilar o poder que
querem exercer sobre nós e sobre outras pessoas, confrontando-os sem trégua pelo
poder do ESPÍRITO SANTO (ver Lc 4.14-19). Desta maneira, podemos nos
livrar dos poderes das trevas.
(3) Segundo a parábola em Mc 3.27, o conflito espiritual contra Satanás
envolve três aspectos: (a) declarar guerra contra Satanás segundo o
propósito de DEUS (ver Lc 4.14-19); (b) ir onde Satanás está (qualquer lugar
onde ele tem uma fortaleza), atacá-lo e vencê-lo pela oração e pela
proclamação da Palavra, e destruir suas armas de engano e tentação
demoníacos (cf. Lc 11.20-22); (c) apoderar-se de bens ou posses, i.e.,
libertando os cativos do inimigo e entregando-os a DEUS para que recebam
perdão e santificação mediante a fé em CRISTO (Lc 11.22; At 26.18).
(4) Seguem-se os passos que cada um deve observar nesta luta contra o mal:
(a) Reconhecer que não estamos num conflito contra a carne e o sangue, mas
contra forças espirituais do mal (Ef 6.12). (b) Viver diante de DEUS uma vida
fervorosamente dedicada à sua verdade e justiça (Rm 12.1,2; Ef 6.14). (c) Crer
que o poder de Satanás pode ser aniquilado seja onde for o seu domínio (At
26.18; Ef 6.16; 1Ts 5.8) e reconhecer que o crente tem armas espirituais
poderosas dadas por DEUS para a destruição das fortalezas de Satanás (2Co
10.3-5). (d) Proclamar o evangelho do reino, na plenitude do ESPÍRITO SANTO (Mt 4.23; Lc 1.15-17; At 1.8; 2.4; 8.12; Rm 1.16; Ef 6.15).
(e) Confrontar Satanás e o seu poder de modo direto, pela fé no nome de
JESUS (At 16.16-18), ao usar a Palavra de DEUS (Ef 6.17), ao orar no
ESPÍRITO (At 6.4; Ef 6.18), ao jejuar (ver Mt 6.16; Mc 9.29) e ao expulsar
demônios (ver Mt 10.1; 12.28; 17.17-21; Mc 16.17; Lc 10.17; At 5.16; 8.7; 16.18;
19.12). (f) Orar, principalmente, para que o ESPÍRITO SANTO convença os perdidos, no tocante
ao pecado, à justiça e ao juízo vindouro (Jo 16.7-11). (g) Orar, com desejo
sincero, pelas manifestações do ESPÍRITO,
mediante os dons de curar, de línguas, de milagres e de maravilhas (At
4.29-33; 10.38; 1Co 12.7-11).
Exaltação - “Porque Teu é o reino e o poder,
e a glória, para sempre. Amem”
Sê exaltado, ó DEUS, acima dos céus; e em toda a
terra esplenda a Tua glória. A ti, o único DEUS, nosso Salvador, por
JESUS CRISTO Nosso Senhor, glória, majestade, domínio e poder, antes de
todos os séculos, e agora, e para todo o sempre . Amem.
Referências Bíblicas Sl 57:5; 34:3; Sl
63:2; Sl 113:4; Sl 148:13; 1 Cr 29:10-13; 1 Cr 16:36; Sl 29:9; Is 25:1; Sl
72:18,19; Sl 92:2; Dn 2:20-22; Jd 25.
Orar assim é reconhecer a soberania de DEUS, é
reconhecer seus atributos divinos de Amor, misericórdia, onipotência,
onipresença e onisciência. Isso agrada a DEUS. É adoração em ESPÍRITO e em
verdade e DEUS procura por aqueles que assim fazem.
Ajuda
insejec@uol.com.br
INTERAÇÃO
Prezado
mestre, na lição de hoje vamos estudar a respeito da oração-modeloensinada
por JESUS CRISTO. O ensino do Senhor a respeito da oração originou-se da
súplica dos discípulos: “Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou
aos seus discípulos” (Lc 11.1). Não são poucas as pessoas que querem obter
uma “fórmula mágica de oração” a fim de obterem respostas rápidas e
previsíveis às suas petições. Tais pessoas frequentememente perguntam: “qual
a posição correta para orar?” ou “qual o horário ideal?” Na verdade deveriam
fazer os seguintes questionamentos: “Será que nossas petições estão sendo
realmente sinceras?” “Estamos dispostos a pôr em prática a instrução
bíblica?” Para responder a essas perguntas precisamos atentar para cada
detalhe da oração-modelo, começando pelo prefácio de JESUS: “Portanto, vós
orareis assim: ...” (Mt 6.9).
OBJETIVOS
Explicar porque a oração é vital ao crente.
Compreender as implicações espirituais e práticas da oração-modelo.
Conscientizar-se de que a Palavra de DEUS nos ensina a orar..
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor,
providencie algumas cópias do esquema abaixo para seus alunos. Escreva no
quadro-de-giz as seguintes questões: “O que JESUS queria dizer ao afirmar:
‘“orando, não useis de vãs repetições, como os gentios?’” “O que exigia a
adoração oficial romana?” “Em que os pagãos confiavam ao orar?” “O que
significa ‘o pão nosso de cada dia’?” Dê um tempo para que os alunos leiam e
respondam as questões. Depois de ouvir as respostas, faça as considerações
que julgar necessárias. Conclua explicando o contexto histórico em que se
originou esse ensinamento de JESUS. Boa aula!
RESUMO DA
LIÇÃO 5, ORANDO COMO
JESUS ENSINOU
Para ensinar os discípulos a orar, JESUS proferiu esta conhecida oração (Mt
6.9-13).
I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE
1. Aprendendo a orar com o Mestre.
2. Os discípulos já conheciam a respeito da oração?
3. A oração era algo habitual para JESUS e seus discípulos.
II. A ORAÇÃO-MODELO
1. “Pai nosso, que estás nos céus” (v.9).
Três
verdades bíblicas sobre o amor de DEUS:
a) DEUS nos amou primeiro.
b) DEUS nos adotou como filhos pelo ESPÍRITO de adoção (Rm 8.15).
c) DEUS nos fez herdeiros seus.
2. “Santificado seja o teu nome” (v.9).
3. “Seja feita a tua vontade” (v.10).
III.
DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO
1. “O pão nosso de cada dia”:
2. Perdão das nossas dívidas.
3. Livramento do mal.
CONCLUSÃO
“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós,
pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito” (Lo.15.7).
SINÓPSE DO
TÓPICO (1)
A oração deve ser uma prática habitual na vida do crente.
SINÓPSE DO
TÓPICO (2)
A oração-modelo ensina reconhecer a DEUS como Pai; expressar sua soberania,
santidade e dependência plena do Eterno.
SINÓPSE DO
TÓPICO (3)
O suprimento diário, o perdão dos pecados e o livramento do mal são
decorrências práticas da oração-modelo.
AUXÍLIO
BIBLIOGRÁFICO
I
-
Subsídio Teológico
A oração e
seu caráter natural
-
Mateus 6
“Quando
orares, não sejas como os hipócritas (v. 5). Como podemos saber se a nossa
religião é realmente hipocrisia? Quando é para ser vista pelos homens. É
apenas hipocrisia quando as igrejas têm bons coros, exigem pregação de
elevado estilo, fazem orações eloquentes..., mas sem o ESPÍRITO. É
hipocrisia colocar todas as mercadorias na vitrine, dando a entender que a
loja tem grande estoque. É hipocrisia quando a adoração sai da boca para
fora; é sinceridade somente se sair do íntimo do coração.
Os
hipócritas... se comprazem em orar em pé nas sinagogas (v. 5). Muitas vezes,
a hipocrisia é tão acentuada nas igrejas que o mundo julga que todos os
crentes são hipócritas.
[...] Entra
no teu aposento (v. 6). É evidente que CRISTO não condena a oração nos
cultos públicos (Jo 11.41,42; 17.1; At 1.14). Mas, mesmo a oração pública
deve ser com ‘a porta fechada’, i.e., com o mundo excluído do coração e em
contato com o trono de DEUS em espírito. Na maior multidão, o crente pode
achar seu ‘quarto de oração’. Mesmo no tempo de tristeza e angústia, é
difícil evitar a hipocrisia, mas em secreto é mais fácil orar sem
fingimento” (BOYER, Orlando. Espada Cortante 1. Rio de Janeiro, CPAD, 2. ed.
2006, p. 313).
VOCABULÁRIO
Inerente:
Que está por natureza
inseparável.
Intimamente unido,
Que é atributo ou propriedade de algo ou alguém,
Que faz parte de (pessoa ou coisa).
=
inseparável
(http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx).
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
BOYER,
Orlando. Espada Cortante. 2. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2006.
GEORGE, Jim.
Orações Notáveis da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2007.
RICHARDS,
Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1. ed. Rio de
Janeiro, CPAD, 2007.
SAIBA MAIS
pela revista
Revista
Ensinador Cristão -
CPAD,
nº 44, p.38.
QUESTIONÁRIO DA
LIÇÃO 5, ORANDO COMO
JESUS ENSINOU
RESPONDA
CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2010
Complete
os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as
falsas.
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Vigiai e
____________________,
para que não entreis em
____________________;
na verdade, o espírito está pronto, mas a
_______________-
é fraca”
(Mt 26.41
VERDADE PRÁTICA
2-
Complete:
Ao
_________________________
o Pai Nosso, o Senhor JESUS
_______________________-nos
a ____________________
da oração.
INTRODUÇÃO
3- Qual a
oração mais conhecida de todos os tempos,
quem a ensinou e por que?
( )
A
Oração do Pai Nosso.
( )
A
Oração
Sacerdotal.
( )
JESUS proferiu esta conhecida oração.
( )
Para ensinar os discípulos a orar.
I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE
4-
JESUS estava dizendo que os discípulos “deviam” repetir mecanicamente esse
modelo de oração toda vez que buscassem a face de DEUS?
( ) Não.
(
) Sim.
( )
Poderiam repetir sempre que fosse necessário.
5-
Os discípulos já conheciam a respeito da oração?
( ) Ainda
não, pois JESUS não os tinha ensinado.
( )
Os discípulos já tinham conhecimento da importância da oração, pois os
judeus devotos e os gentios que criam em DEUS tinham como costume orar.
( )
De acordo com Atos 3.1, os judeus tinham um horário determinado para as
orações: de manhã (as 9h), à tarde (as 15h) e à noite (no pôr do sol).
6- Os
discípulos nunca viram alguém orar como o Mestre.
Como
JESUS no Sermão da Montanha ensinou a respeito de como devemos orar?
Complete:
“E, quando orares, não sejas como os
________________________,
pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para
serem vistos pelos homens.
Em verdade vos digo que já receberam o seu
______________________.
Mas tu, quando orares, entra no teu
___________________
e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai,
que vê o que está oculto, te recompensará” (Mt 6.5,6). JESUS ensinou acerca
disso, porque os líderes religiosos de sua época, gostavam das orações em
lugares
________________________
para chamarem a atenção (Mt 6.5,6), porém JESUS ensina que devemos ter o
nosso momento
______________________
com o Pai em oração (Mt 6.3).
7-
A oração era algo habitual para JESUS e seus discípulos?
Por que devemos seguir o mesmo exemplo?
( )
A oração
não
era uma prática habitual entre eles,
só oravam quando iam ao templo.
( )
Os discípulos podiam observar o exemplo de JESUS.
( )
A oração era uma prática habitual entre eles.
( )
Precisamos buscar a face de DEUS em oração diariamente.
( )
É impossível que um discípulo não converse com seu mestre; que um servo não
conheça o que o seu senhor deseja.
( )
Precisamos buscar a face de DEUS em oração diariamente.
( )
A oração e a Palavra de DEUS são imprescindíveis para uma vida cristã
vitoriosa como discípulo e amigo do Senhor JESUS.
II. A ORAÇÃO-MODELO
8- A
quem devemos dirigir
nossas petições,
segundo ensinou JESUS?
( ) Ao ESPÍRITO SANTO
que
é
DEUS
de todos os que seguem o “novo e
vivo caminho”,
o seu Filho JESUS CRISTO.
( ) A JESUS mesmo que é o
“novo e
vivo caminho”,
sendo ELE mesmo DEUS.
( ) A
DEUS
que
é o Pai Celestial de todos os que seguem o “novo e
vivo caminho”,
o seu Filho JESUS CRISTO.
9- Quem
transmite ao crente a certeza de que DEUS é seu Pai?
( ) A
Bíblia e a Igreja.
( )
A Bíblia declara que
é
o ESPÍRITO SANTO.
( )
O ESPÍRITO testifica com o nosso espírito de que somos filhos de DEUS.
10- Quais as
três verdades
bíblicas,
sobre o amor de DEUS,
que o
crente deve ter em mente
ao
contemplar a DEUS como Pai?
( )
DEUS nos amou primeiro.
( ) DEUS
sempre perdoa aos pecadores.
( )
DEUS nos adotou como filhos pelo ESPÍRITO de adoção.
( )
DEUS nos fez herdeiros
Seu.
11-
DEUS nos amou primeiro.
Complete:
“Porque DEUS amou o mundo de tal maneira que deu
o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas
tenha a vida eterna” (Jo 3.16). O seu amor por nós
______________________
a nossa própria
_________________________
e, conseqüentemente, as nossas
________________________________
(Rm 5.8).
12-
DEUS nos adotou como filhos pelo ESPÍRITO de adoção (Rm 8.15).
Complete:
Por meio
da obra
_______________________
de CRISTO JESUS na cruz, “[...] nos
__________________________
para
filhos de adoção por JESUS CRISTO, para si mesmo, segundo o beneplácito de
sua
_________________
(Ef 1.5).
13-
DEUS nos fez herdeiros seus.
Complete:
A única coisa destinada ao homem era a sua
própria
_______________________, resultante dos seus
__________________________
(Rm 6.23; Jo 3.18,19).
Entretanto, DEUS, que é riquíssimo em misericórdia quis nos justificar por
sua
_______________________
e amor (Rm 3.24; Tt 3.7). Ele, “[...] segundo a sua grande
misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição
de JESUS CRISTO dentre os mortos, para uma
________________________
incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar, guardada nos
_________________
para vós” (1 Pe
1.3,4).
14- Por que devemos orar
“Santificado seja o teu nome” (v.9)?
( )
Porque, ao oramos assim, estaremos desejando que DEUS se torne santo.
( )
DEUS é santo (Is 6.3).
( )
Seu nome é
exaltado em cima nos céus e em baixo na terra, acima de qualquer outro nome
(Is 12.4).
( )
A santidade de DEUS é manifesta através do crente que dá bom
testemunho.
( )
É dever de todo o crente honrar como santo o nome do Senhor
nosso DEUS, não só de lábios, mas com sua vida santa (1 Pe 1.15,16).
15- De acordo com a oração
“Seja feita a tua vontade” (v.10),
complete:
Abrir mão da nossa vontade nem sempre
é fácil, requer total
________________________
de DEUS. JESUS, como homem
_____________________, é o
nosso exemplo. Certa vez Ele afirmou: “A minha comida é fazer a vontade
daquele que me enviou...” (Jo 4.34). DEUS é um Pai amoroso e a sua vontade
sempre é boa, agradável e perfeita, por isso, devemos nos
____________________________
a ela com
alegria.
16- Como descobrir a vontade de DEUS?
( )
Mediante a oração.
( ) A
vontade de DEUS só é revelada pela profecia.
( )
A
oração não é um monólogo, mas um diálogo onde podemos ouvir DEUS e saber
qual direção tomar.
( )
Como está escrito: “Deitar-me faz em verdes pastos,
guia-me mansamente a águas tranqüilas” (Sl 23.2).
III.
DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO
17- O que quis JESUS
dizer com a oração
“O pão nosso de cada dia”?
( ) JESUS
estava se referindo ao nosso alimento diário, pelo menos uma refeição por
dia que não pode faltar em nossa mesa.
( )
É a
luta diária contra a auto-suficiência.
( )
JESUS
nos ensina que, por mais que o homem trabalhe e lute para obter o seu
sustento, DEUS é o Provedor.
( )
Nenhum homem pode ignorar as providências
divinas, mesmo que suas posses “garantam” sua manutenção (Dt 11.14,15;
28.12; Mt 5.45).
( )
A Bíblia declara que: “Inútil vos será levantar de
madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus
amados o sono” (Sl 127.2).
( )
DEUS conhece todas as nossas necessidades, de modo que não devemos estar
inquietos por nossa subsistência (Mt 6,25-32; Sl 37.25; 34.10).
18- Por que devemos pedir perdão
das nossas dívidas?
( ) Porque
o crente não pode ficar devendo, então deve clamar por perdão de dívidas
quando não as puder pagar.
( )
O pecado é uma dívida que o homem contrai para
com DEUS quando transgride a sua Lei.
( )
O Senhor JESUS nos ensina a buscar o
perdão do Pai e perdoar os que nos ofendem.
19- Por que devemos perdoar
as ofensas dos outros
contra nós?
( )
JESUS deixa claro que só seremos
perdoados por DEUS pelas nossas faltas, se perdoarmos os que nos prejudicam:
“se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos
perdoará a vós.
( ) Porque
só poderemos ser salvos se não ofendermos a ninguém.
( )
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também
vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”(Mt 6.14,15).
20- Por que devemos orar
pedindo
Livramento do mal?
( )
Todo crente está sujeito às tentações e ataques do
mal.
( ) todo
crente está sujeito à intervenção maligna em sua vida.
( )
Todos têm o seu lado frágil e susceptível ao mal de cada dia (Rm
7.15-19; Gl 5.17; Tg 1.14,15; 1 Co 10.12,13); este fato não pode ser
negligenciado.
( )
JESUS nos advertiu: “Vigiai e orai, para que não entreis em
tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mc
14.38).
CONCLUSÃO
21-
Complete:
Quando o
crente aprende biblicamente como se
________________________ a DEUS em oração, estando com a
sua vida cristã em ordem, passa a ter a certeza de que suas orações serão
_________________________. Afinal, as Sagradas Escrituras nos garantem: “Se vós estiverdes
em mim, e as minhas palavras estiverem em vós,
______________________ tudo o que
quiserdes, e vos será feito” (Jo.15.7).
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