Index
Estudos
EBD
Discipulado
Mapas
Igreja
Ervália
Corinhos
Figuras1
Figuras2
Vídeos
Fotos
 
 
Lição 5 - O relativismo moral predominante no mundo 
Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 4º Trimestre de 2005
E AGORA, COMO VIVEREMOS?
A Resposta Cristã para tempos de crise e calamidade moral.
Comentários da revista da CPAD: Pr. Geremias do Couto
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
 
 
 
sllicao5titulo.jpg
 
TEXTO ÁUREO: "Nunca me esquecerei dos teus preceitos, pois por eles me tens vivificado" (Sl 119.93).
 
    sllicao5tacopia.jpg
 
VERDADE PRÁTICA:
Os preceitos absolutos de DEUS contidos na Bíblia Sagrada são o referencial necessário para nortear nosso posicionamento e nossas atitudes diante do relativismo moral predominante em nossa sociedade.
 
    sllicao5.vp.jpg
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: SALMO 119.89-96
89 Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu.
90 A tua fidelidade estende-se de geração a geração; tu firmaste a terra, e firme permanece.
91 Conforme o que ordenaste, tudo se mantém até hoje; porque todas as coisas te obedecem.
92 Se a tua lei não fora toda a minha alegria, há muito que teria perecido na minha angústia.
93 Nunca me esquecerei dos teus preceitos, pois por eles me tens vivificado.
94 Sou teu, salva-me; pois tenho buscado os teus preceitos.
95 Os ímpios me esperam para me destruírem, mas eu atentarei para os teus testemunhos.
96 A toda perfeição vi limite, mas o teu mandamento é amplíssimo.
 
 
LEITURA DIÁRIA
SegundaGn 26.1-6 Os preceitos de DEUS abençoam
1 E havia fome na aterra, além da primeira fome, que foi nos dias de Abraão; por isso, foi-se Isaque a Abimeleque, rei dos filisteus, em Gerar.
2 E apareceu-lhe o SENHOR e disse: Não desças ao Egito. Habita na terra que eu te disser;
3 peregrina nesta terra, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e à tua semente darei todas estas terras e confirmarei o juramento que tenho jurado a Abraão, teu pai.
4 E multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus de darei à tua semente todas estas terras. E em tua semente serão benditas todas as nações da terra,
5 porquanto Abraão obedeceu à minha voz e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.
6 Assim, habitou Isaque em Gerar.
26.3,4 SEREI CONTIGO. DEUS apareceu a Isaque e transferiu para ele as promessas feitas a Abraão (12.1-3,7; 13.14-17; 15; 17.1-8,15-22; 22.15,16,19). Isaque, assim como o seu pai, precisou aprender a viver segundo as promessas de DEUS. Uma parte importante da promessa segundo o concerto, era o relacionamento pessoal com DEUS, descrito nas palavras: Eu sou contigo (v. 24; 17.7 )
26.5 PORQUANTO ABRAÃO OBEDECEU. DEUS levantou Abraão como um modelo da obediência que procede da fé (Rm 1.5; 16.26). Este tinha feito um esforço sincero para guardar as leis e os mandamentos do Senhor. Por causa disso, DEUS o abençoou. Isaque e todos os crentes devem seguir o exemplo da fé e da obediência de Abraão, se esperam participar das promessas de DEUS segundo o concerto e da sua salvação (Lv 26.14,15,46; Dt 11.1).
 
TerçaSl 19.7,8 Os preceitos de DEUS são retos
7 A lei do SENHOR é perfeita e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices.
8 Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e alumia os olhos.
19.7-11 A LEI DO SENHOR É PERFEITA. Estes versículos falam da natureza, dos benefícios e valores da Palavra de DEUS. Os cinco aspectos abordados são: (1) A Lei um termo geral para a vontade revelada de DEUS, e que direciona a pessoa num correto relacionamento com Ele (v. 7). (2) O testemunho a verdadeira Palavra de DEUS que dá testemunho do seu caráter e vontade (cf. 1 Jo 5.9); Palavra cujo estudo nos torna sábios (v. 7). (3) Os preceitos regras específicas a respeito da vida em retidão, que são uma alegria para os justos (v. 8). (4) O mandamento a fonte verdadeira de luz para orientar os fiéis que buscam os seus caminhos (v. 8; cf. At 26.18); o modo certo de corresponder aos mandamentos de DEUS é pelo temor do Senhor , que nos liberta de uma vida de pecado (v. 9). (5) Os juízos leis reguladoras da vida social, que levam à justiça e à retidão (v. 9).
 
Quarta – - Sl 119.9-16 Os preceitos de DEUS alegram
9 Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.
10 De todo ao meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos.
11 Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.
12 Bendito és tu, ó SENHOR! Ensina-me os teus estatutos.
13 Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca.
14 Folgo mais com o caminho dos teus testemunhos do que com todas as riquezas.
15 Em teus preceitos meditarei e olharei para os teus caminhos.
16 Alegrar-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra.
 Este salmo expressa um grandioso amor à Palavra escrita de DEUS. Ele alude à Palavra como promessa, mandamento, direção, testemunho, ensino, sabedoria, verdade, justiça e repreensão. Este salmo revela a Palavra como o consolo do salmista, sua proteção, norma para sua vida, deleite para seu coração e alma, e provedor de todas as suas necessidades. (1) O salmista expressa um profundo amor a DEUS pelo fato de ele ler a sua Palavra, meditar nela e, mediante ela, orar. Ele nos ensina que só cresceremos em graça e em retidão à medida que o nosso amor crescer por ela. (2) Este salmo forma um acróstico alfabético. Suas vinte e duas seções de oito versículos cada correspondem às vinte e duas letras do alfabeto hebraico. Cada versículo começa com a letra da sua respectiva seção.
119.9 COMO PURIFICARÁ O JOVEM O SEU CAMINHO? Como poderá o crente levar uma vida santa, resistindo as influências perniciosas que caracterizam o meio ambiente ímpio em que vivemos? A segunda seção deste salmo alista oito maneiras nesse sentido. Cada versículo apresenta uma maneira. (1) Uma decisão pessoal irreversível de permanecer leal à Palavra escrita de DEUS por toda nossa vida; (2) buscar o Senhor em oração; (3) memorizar a Palavra de DEUS; (4) buscar a direção de DEUS através da oração; (5) declarar abertamente nossa obediência e submissão à Palavra de DEUS; (6) alegrar-se e comprazer-se naquilo que DEUS diz; (7) refletir no desfecho final do andar nos caminhos de DEUS, contrastado com o andar nos caminhos do mundo; e (8) nunca estar tão ocupado que não possa ler e estudar a Palavra de DEUS.
119.9 PALAVRA. A Palavra (hb. dabar) de DEUS representa tanto a sua revelação em geral, como seus mandamentos e promessas.
 
Quinta – Sl 119.25-32 Os preceitos de DEUS ensinam
25 A minha alma está pegada ao pó; vivifica-me segundo a tua palavra.
26 Meus caminhos te descrevi, e tu me ouviste; ensina-me os teus estatutos.
27 Faze-me entender o caminho dos teus preceitos; assim, falarei das tuas maravilhas.
28 A minha alma consome-se de tristeza; fortalece-me segundo a tua palavra.
29 Desvia de mim o caminho da falsidade e concede-me piedosamente a tua lei.
30 Escolhi o caminho da verdade; propus-me seguir os teus juízos.
31 Apego-me aos teus testemunhos; ó SENHOR, não me confundas.
32 Correrei pelo caminho dos teus mandamentos, quando dilatares o meu coração.
119.27 FAZE-ME ENTENDER O CAMINHO DOS TEUS PRECEITOS. A Palavra de DEUS só poderá ser compreendida plenamente com a sua ajuda (vv. 26,27,29). Por isso, devemos orar continuamente para que DEUS, mediante o seu ESPÍRITO SANTO, seja conosco, aumente nosso entendimento e nos ensine a sua verdade (ver Jo 14.17; 1 Jo 2.27).
 
SextaSl 119.33-40 Os preceitos de DEUS vivificam
33 Ensina-me, ó SENHOR, o caminho dos teus estatutos, e guardá-lo-ei até o fim.
34 Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei e observá-la-ei de todo o coração.
35 Faze-me andar na verdade dos teus mandamentos, porque nela tenho prazer.
36 Inclina o meu coração a teus testemunhos e não à cobiça.
37 Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade e vivifica-me no teu caminho.
38 Confirma a tua promessa ao teu servo, que se inclina ao teu temor.
39 Desvia de mim o opróbrio que temo, pois os teus juízos são bons.
40 Eis que tenho desejado os teus preceitos; vivifica-me por tua justiça.
 
37 Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade e vivifica-me no teu caminho
SábadoSl 119.41-48 Os preceitos de DEUS libertam
41 Venham também sobre mim as tuas misericórdias, ó SENHOR, e a tua salvação, segundo a tua palavra.
42 Assim, terei que responder ao que me afronta, pois confio na tua palavra.
43 E de minha boca não tires nunca de todo a palavra de verdade, pois me atenho aos teus juízos.
44 Assim, observarei de contínuo a tua lei, para sempre e eternamente.
45 E andarei em liberdade, pois busquei os teus preceitos.
46 Também falarei dos teus testemunhos perante os reis e não me envergonharei.
47 E alegrar-me-ei em teus mandamentos, que eu amo.
48 Também levantarei as minhas mãos para os teus mandamentos, que amo, e meditarei nos teus estatutos.
119.47,48 ALEGRAR-ME-EI... EM TEUS MANDAMENTOS, QUE EU AMO. Um grande destaque do Sl 119 é o prazer que o salmista tem na Palavra de DEUS, e seu devotado amor por ela. (1) Seu coração se alegra à medida que ele lê a Palavra de DEUS e a observa. Semelhantemente, quando lemos a Bíblia com grande desejo de compreender e guardar os mandamentos de CRISTO (vv. 20,24,40,60), o ESPÍRITO SANTO comunica ao nosso coração o amor de DEUS (Ver Jo 14.15-17,21,23; Rm 5.5 ), ajuda-nos a discernir a verdade da Palavra de DEUS e nos traz grande alegria e deleite (cf. Jo 15.10,11). (2) Alegrar-se na Palavra de DEUS leva-nos a um amor ainda maior por todos os caminhos de DEUS. Porque amamos a DEUS (v. 132), amamos as Escrituras que nos revelam a sua pessoa e a sua vontade. Como resultado, estamos unidos a Ele (Rm 6.5), e nosso coração agora ama com profundo amor e devoção a sua verdade revelada.
OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Descrever os fundamentos do relativismo moral.
Explicar as conseqüências do relativismo moral.
 
PONTO DE CONTATO: O pensamento plural é conseqüência da mudança social provocada pelo pensamento pós-moderno. Para que o pluralismo se estabelecesse como teoria e prática, foi necessário que os homens negassem a existência de absolutos éticos e morais. Pois, como se pode falar em pluralidade se existe verdade, ética e padrões morais universais? Observe, no entanto, que, para lograrem êxito em suas propostas pluralistas, os pós-modernistas relativizaram a verdade, a ética e a moral, atribuindo-lhes um caráter particular, individual, circunstancial e não universal. Foi necessário ainda que negassem a existência de uma divindade única e absoluta como atesta a cultura judaico-cristã. Contudo, os ateus apresentaram o homem deificado, rumo à perfeição, enquanto os religiosos apresentaram um panteão de divindades e literaturas espiritualistas, budista, hinduístas, etc, a fim de confirmar a existência de outras "verdades" e outros caminhos que conduzem ao aperfeiçoamento do próprio indivíduo.
 
SÍNTESE TEXTUAL: O relativismo moral é a corrente de pensamento humanista que ensina a inexistência de normas, verdades e moral procedentes da vontade absoluta de DEUS. Nesta lição, estudaremos os principais fundamentos e conseqüências do relativismo, e as três características dos princípios bíblicos que combatem a moral relativista.
Esse pensamento anticristão está fundamentado em duas correntes seculares: no materialismo filosófico e no existencialismo defendido pelo pensador francês Jean Paul Sartre. Segundo a primeira corrente, a única realidade no Universo é o mundo físico e material; nada existe além deles. É ateísta, nega a realidade espiritual, a existência dos anjos, os milagres e a criação do homem e do Universo por DEUS. Por esta razão, não crê em qualquer princípio, verdade, moral ou ética proveniente de DEUS. Conseqüentemente, o materialismo promove o existencialismo, que por sua vez, é uma das principais concepções humanistas pós-modernas. Segundo esta teoria, o homem existe independente de qualquer ato divino, porquanto é responsável por aquilo que é, por seu destino, pelo seu domínio e pela sua existência.
Contudo, o cristão não apenas contesta essas duas filosofias seculares, como também reafirma que os princípios bíblicos são absolutos, imutáveis e universais.
 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:
    sllicao5-orientdid.jpg
 
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
Como vimos nas lições anteriores, a negação da existência de DEUS e a entronização do homem como o centro do universo conduz ao relativismo, um mal predominante desta era chamada de pós-moderna.
Para o relativismo as verdades e preceitos nunca são absolutos e sim relativos variando de acordo com o ambiente social a que o indivíduo se situa. É o viver sem regras determinadas, deixando a livre vontade a escolha de uma forma de vida independente de DEUS e sua vontade.
Veremos, a seguir, o conceito de relativismo, de que forma ele atua no mundo, as suas funestas conseqüências e como refutá-lo à luz da Palavra de DEUS, cujos preceitos permanecem para sempre e são a base inamovível de uma vida saudável em todas as esferas humanas.
 
    Sl lição 5 I cópia.jpg
 
I. OS ARDILOSOS FUNDAMENTOS DO RELATIVISMO
 
1.      O fundamento materialista.
O relativismo é a visão materialista da vida.
Contempla o mundo como auto-existente e não como oriundo da mão criadora de DEUS
Tudo surgiu do acaso, sem a ação de um Ser infinitamente superior, ou sem qualquer propósito elevado, e que tudo se limita à matéria,
Cada um então tem o direito de ser absoluto, de ignorar direitos e deveres e de viver a seu bel-prazer
 
 
2.     O fundamento existencialista.
O materialismo descarta os valores eternos.
Seguem os princípios do existencialismo.
“a existência humana [é] constituída pelas escolhas feitas pelas pessoas”.
“cada um por si e DEUS por ninguém”.
Cada um constrói o seu momento presente de acordo com o que vive, pensa e acredita.
Nada há absoluto.
 
2. O fundamento existencialista.
 
1. Destrói os valores
 espirituais.
O relativismo arruína a vida em geral.
Valores espirituais são tidos como inexistentes
DEUS é produto da mente humana, e não o Ser Pessoal e Onipotente como revelado na Bíblia.
DEUS não é uma necessidade de todo ser humano, mas uma mera opção pessoal.
 
 
2. Destrói os
valores morais.
O relativismo trata os valores morais como dependentes das circunstâncias do momento e não como padrões universais.
Prevalece a tese de que a sociedade detém o direito de convencionar entre si o padrão ético que melhor lhe convém
Não admite como referenciais inabaláveis e eternos os valores absolutos estabelecidos pelo próprio DEUS nas Santas Escrituras.
 
    sl lição 5 II cópia.jpg
 
II. AS CONSEQÜÊNCIAS DO RELATIVISMO
1. Destrói os valores espirituais. O relativismo arruína a vida em geral. Em primeiro lugar, porque os valores espirituais são tidos como inexistentes, ou, no máximo, como algo particular de cada indivíduo. Sob esse prisma, como afirmou de público determinada autoridade brasileira, DEUS é produto da mente humana, e não o Ser Pessoal e Onipotente como revelado na Bíblia.
Assim, no relativismo, a crença no DEUS bíblico — o Senhor de todo o Universo — não é uma necessidade de todo ser humano, mas uma mera opção pessoal.
Ora, se a crença na existência do Criador tem sentido relativo, desaparece também o princípio da autoridade, oriundo do próprio DEUS. Não é de estranhar-se que, atualmente, essa seja uma área sob constante convulsão em todos os níveis da sociedade. Se alguém não admite a autoridade de DEUS sobre o mundo, como a aceitará nos níveis institucionais?
 
2. Destrói os valores morais. Em segundo lugar, o relati­vismo trata os valores morais como dependentes das circunstâncias do momento e não como padrões universais, a transgressão dos quais produz prejuízos irreparáveis. Para os adeptos do relativismo, prevalece a tese de que a sociedade detém o direito de convencionar entre si o padrão ético que melhor lhe convém, sem admitir como referenciais inabaláveis e eternos os valores absolutos estabelecidos pelo próprio DEUS nas Santas Escrituras.
Por isso, o crescente rebaixamento moral e ético da sociedade moderna é muito maior do que o do reino de Judá nos anos que antecederam o exílio babilônico. O profeta Jeremias empregou todos os recursos figurados da linguagem hebraica para descrever como aquele povo se afastou de DEUS e quais as graves conseqüências de tal comportamento (Jr 2.1-37; Jr 3.1-5), o que de fato aconteceu com a invasão de Jerusalém por Nabucodonosor.
Não é essa a realidade de hoje, com a desintegração generalizada da família e a anarquia moral predominante em todo o mundo? Não é essa a forma de viver mais apregoada nos quatro cantos da terra? Não é assim que se portam aqueles que não valorizam a união conjugal bíblica e desprezam o leito sem mácula (Hb 13.4) em troca da vida adúltera e da prostituição? Não é esse o ESPÍRITO de muitas canções mundanas ouvidas, bem como de vídeos por toda parte (Jr 5.1-9)?
 
    sl lição 5 III cópia.jpg
 
III. OS PRINCÍPIOS E PRECEITOS BÍBLICOS E O RELATIVISMO
 
1. Os princípios e preceitos bíblicos são  absolutos.
DEUS continua e continuará para sempre no governo do Universo.
Os mandamentos de DEUS estabelecidos na Bíblia são absolutos.
Os mandamentos de DEUS em qualquer circunstância, direcionam todos e quaisquer aspectos da vida humana.
Nenhuma área do nosso cotidiano ficou esquecida na Palavra de DEUS e de que esses mandamentos são absolutamente necessários.
 
2. Os princípios e
 preceitos bíblicos
 são imutáveis.
DEUS não muda (Ml 3.6)
As ordenanças de DEUS também permanecem para sempre inalteradas.
As ordenanças de DEUS são plenamente completas e atuais para o ser humano de qualquer época.
2 Tm 3.16 “Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para  ensinar, para  repreender, para corrigir, para instruir em justiça.”
Mt 5.18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
Dt 4.40 E guardarás os seus estatutos e os seus mandamentos, que te ordeno hoje para que te vá bem a ti, e a teus filhos depois de ti, e para que prolongues os dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá para todo o sempre.
 
3. Os princípios e preceitos bíblicos são universais.
Os princípios e preceitos bíblicos são universais.
Foram estabelecidos para a humanidade de todos os tempos.
São princípios irrestritos, inclusive no tocante à igreja.
A autoridade governativa foi concedida ao homem nos primórdios da criação (Gn 1.26-28)
Estamos sob as bênçãos do novo pacto em CRISTO JESUS.
 
 
 
A BÍBLIA  
 
ÁRVORE DO CONHECIMENTO
 
árvore biblia NOVA.jpg
 
 
CONCLUSÃO
O relativismo tenta levar o homem à total ruína espiritual convencendo-o de que não precisa de regras que o controlem que não precisa de DEUS, mas nós sabemos que os princípios e preceitos bíblicos são absolutos, que os princípios e preceitos bíblicos são imutáveis e que os princípios e preceitos bíblicos são universais e que devem ser obedecidos para que um dia estejamos na presença de nosso pai amado para sempre.
Sl 144.12 "Bem-aventurada é a nação [cujo Deus] é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança". É o povo que dita suas normas de vida baseadas na Palavra imutável de DEUS.
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Devocional
"Uma ética acima de qualquer suspeita
As implicações éticas absolutas do Reino de DEUS, como se vê no Sermão do Monte, decorrem de ser o próprio DEUS quem controla e estabelece suas leis. Como um ser moral, Ele não pode exigir menos do que impõe a sua própria natureza. Ainda que se valham de instrumentos próprios de cada realidade cultural, essas leis, como princípios universais, não se alteram ao sabor das diferentes situações, não se ajustam ao que pensa o homem e nem se modificam para adaptar-se ao estilo de vida de cada um, mas são a exata expressão do propósito de DEUS para o seu povo. DEUS é imutável. Suas leis também são imutáveis. DEUS é soberano. Suas leis também são soberanas. DEUS é absoluto. Suas leis também são absolutas. Por esse motivo, têm sido fonte de inspiração, ao longo dos séculos, para que as nações inteiras formulem sua estrutura jurídica e se submetam a ela à luz desses princípios.
 
Contudo, por que a ética do Reino de DEUS é absoluta?
1. Para definir de modo claro o ideal a ser incessantemente buscado por aqueles que professam a fé cristã [...]
2. Para revelar que nenhum esforço humano é capaz em si mesmo de vivê-la, a não ser pelos méritos da obra redentora de CRISTO [...]
3. Para demonstrar, de forma antecipada, como que por espelho, o sublime estilo de vida a ser experimentado na dimensão futura do Reino de DEUS [...]". (COUTO, Geremias do. A transparência da vida cristã. RJ: CPAD, 2001, p.72-3.)
 
Volta ao topo
 
Questionário da Lição 5 - O RELATIVISMO MORAL PREDOMINANTE NO MUNDO
Por Ev. Luiz Henrique www.apazdosenhor.org.br
 
TEXTO ÁUREO:
1- Por que nunca devemos nos esquecer dos preceitos de DEUS?
( ) Porque por eles DEUS nos tem vivificado.
( ) Porque por eles DEUS nos tem afastado.
( ) Porque por eles DEUS nos tem escravizado.
 
VERDADE PRÁTICA:
2- Quais são os referenciais necessários para nortear nosso posicionamento e nossas atitudes diante do relativismo moral predominante em nossa sociedade?
( ) Os preceitos absolutos de DEUS contidos no Alcorão.
( ) Os preceitos relativos de DEUS contidos na Bíblia.
( ) Os preceitos absolutos de DEUS contidos na Bíblia.
 
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
3- O que conduz ao Relativismo?
( ) A aceitação da existência de DEUS e a entronização de DEUS como o centro do universo.
( ) A aceitação da existência de DEUS e a entronização do homem como cooperador na construção do universo.
( ) A negação da existência de DEUS e a entronização do homem como o centro do universo.
 
4- A que equivale afirmar o Relativismo?
( ) Que há verdades e preceitos absolutos.
( ) Que não há verdades nem preceitos absolutos.
( ) Que não há verdades nem preceitos relativos.
 
5- Como são feitas as escolhas dos padrões morais , dentro do Relativismo?
( ) Cada um faz suas próprias escolhas à sua própria vontade como bem lhe parecer.
( ) Todos fazem suas escolhas baseados na vontade perfeita de DEUS.
( ) Cada um faz suas próprias escolhas à sua própria vontade como diz a bíblia.
 
I. OS ARDILOSOS FUNDAMENTOS DO RELATIVISMO
6- Quais são os fundamentos do Relativismo?
( ) O fundamento espiritualista e o fundamento realista.
( ) O fundamento materialista e o fundamento existencialista.
( ) O fundamento bíblico e o fundamento espiritual.
 
7- Em que se baseia o fundamento materialista? Complete:
Se tudo surgiu do ___________, sem a ação de um Ser infinitamente superior, ou sem qualquer propósito ____________, e que tudo se limita à ____________, cada um então tem o direito de ser absoluto, de ignorar direitos e deveres e de viver a seu bel-__________.
 
8- A nociva filosofia de vida, baseada no Relativismo Materialista, de inspiração totalmente carnal, dominou o povo de Israel. Cite quando isso aconteceu,  como exemplo, e devido a que isso lhes aconteceu: Complete:
Durante a travessia de Israel no _____________, em direção à Terra ____________, após_________ anos, ainda não tinham entrado em Canaã.
 
9- O que descarta o fundamento existencialista?
( ) Descarta os valores efêmeros.
( ) Descarta os valores diurnos.
( ) Descarta os valores eternos.
 
10- Qual a essência do fundamento existencialista?
( ) É a idéia de que “a existência humana é constituída pelas escolhas feitas pelas pessoas”.
( ) É a idéia de que “a existência humana é constituída pelas escolhas feitas por DEUS”.
( ) É a idéia de que “a existência divina é constituída pelas escolhas feitas pelas pessoas”.
 
11- Qual frase, popular, pode ser usada para definir o conceito de existencialismo?
( ) “cada um por si e DEUS por todos”.
( ) “cada um por si e DEUS por alguém”.
( ) “cada um por si e DEUS por ninguém”.
 
12- Onde o sábio Salomão buscou  motivações e propósitos para sua vida, segundo escreveu no livro de Eclesiastes, e a que conclusão chegou ao fim de sua vida?
( ) Na bíblia e nas grandes realizações divinas, nos prazeres mundanos, na soberba de sua sabedoria, para, ao fim, concluir que nada faz sentido se DEUS não for o nosso supremo bem.
( ) Na Palavra de DEUS, nas grandes realizações pessoais de Davi, seu pai e na sua sabedoria, dada por DEUS.
( ) Nas riquezas, nas grandes realizações pessoais, nos prazeres mundanos, na soberba de sua sabedoria, para, ao fim, concluir que nada faz sentido se DEUS não for o nosso supremo bem.
 
II. AS CONSEQÜÊNCIAS DO RELATIVISMO
13- Cite duas principais conseqüências do relativismo:
( ) Constrói os valores espirituais e constrói os valores morais.
( ) Destrói os valores materiais e destrói os valores imorais.
( ) Destrói os valores espirituais e destrói os valores morais.
 
14- Como são tidos os valores espirituais no relativismo?
( ) São tidos como existentes, ou, como algo particular de cada indivíduo.
( ) São tidos como inexistentes, ou, no máximo, como algo particular de cada indivíduo.
( ) São tidos como existentes, como algo particular de cada indivíduo.
 
15- Como é a crença, dentro do relativismo, no DEUS bíblico?
( ) É uma necessidade de todo ser humano, é coisa pessoal.
( ) Não é uma necessidade de todo ser humano, mas só dos pecadores.
( ) Não é uma necessidade de todo ser humano, mas uma mera opção pessoal.
 
16- De que maneira o relativismo trata os valores morais?
( ) Como dependentes das circunstâncias do momento e como padrões cósmicos.
( ) Como dependentes das circunstâncias do momento e não como padrões universais.
( ) Como independentes das circunstâncias do momento e como padrões universais.
 
17- De acordo com o relativismo e seus adeptos, de que maneira deve ser convencionado o padrão ético da sociedade? Complete:
A sociedade ____________o direito de convencionar entre si o ____________ ético que melhor lhe convém, sem admitir como referenciais inabaláveis e eternos os valores _____________estabelecidos pelo próprio DEUS nas Santas Escrituras.
 
18- A que se deve o crescente rebaixamento moral e ético da sociedade moderna?
( ) Aos padrões éticos realistas empregados pela sociedade.
( ) Aos padrões éticos superlativistas empregados pela sociedade.
( ) Aos padrões éticos relativistas empregados pela sociedade.
 
III. OS PRINCÍPIOS E PRECEITOS BÍBLICOS E O RELATIVISMO
19- O que quer dizer: - Os princípios e preceitos bíblicos são absolutos? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
( ) DEUS continua e continuará para sempre no governo do Universo.
( ) DEUS conta com aqueles que O amam e que permanecem fiéis aos seus estatutos.
( ) Adotar os mandamentos de DEUS estabelecidos na Bíblia como absolutos.
( ) DEUS não se preocupa com aqueles que não O amam e que não permanecem fiéis aos seus estatutos.
( ) Estar plenamente convictos de que os absolutos na Bíblia, em qualquer circunstância, direcionam todos e quaisquer aspectos da vida humana.
( ) DEUS não continua e nem continuará para sempre no governo do Universo.
 
20- Por que os princípios e preceitos bíblicos são imutáveis?
( ) Da mesma forma que DEUS não muda (Ml 3.6), suas ordenanças também permanecem para sempre inalteradas, pois são plenamente completas e atuais para o ser humano de qualquer época.
( ) Da mesma forma que DEUS muda (Ml 3.6), suas ordenanças também não permanecem para sempre inalteradas, pois são plenamente incompletas e desatualizadas para o ser humano de qualquer época.
( ) Da mesma forma que DEUS não muda (Ml 3.6), suas ordenanças não podem permanecer para sempre inalteradas, pois mudam de acordo com a época.
 
21- Os princípios e preceitos bíblicos são universais? Por que?
( ) Sim. Porque eles não foram estabelecidos apenas para determinado período ou para um povo específico, mas para a humanidade de todos os tempos.
( ) Não. Porque eles foram estabelecidos apenas para determinado período ou para um povo específico, os judeus.
( ) Sim. Porque eles foram estabelecidos para determinado período um povo específico, os cristãos.
 
 
Volta ao topo
A INSPIRAÇÃO E A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS
2Tm 3.16,17 “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.”

O termo “Escritura”, conforme se encontra em 2Tm 3.16, refere-se principalmente aos escritos do AT (3.15). Há evidências, porém, de que escritos do NT já eram considerados Escritura divinamente inspirada por volta do período em que Paulo escreveu 2Tm (1Tm 5.18, cita Lc 10.7; 2Pe 3.15,16). Para nós, hoje, a Escritura refere-se aos escritos divinamente inspirados tanto do AT quanto do NT, i.e., a Bíblia. São (os escritos) a mensagem original de Deus para a humanidade, e o único testemunho infalível da graça salvífica de Deus para todas as pessoas.
(1) Paulo afirma que toda a Escritura é inspirada por Deus. A palavra “inspirada” (gr. theopneustos) provém de duas palavras gregas: Theos, que significa “Deus”, e pneuo, que significa “respirar”. Sendo assim, “inspirado” significa “respirado por Deus”. Toda a Escritura, portanto, é respirada por Deus; é a própria vida e Palavra de Deus. A Bíblia, nas palavras dos seus manuscritos originais, não contém erro; sendo absolutamente verdadeira, fidedigna e infalível. Esta verdade permanece inabalável, não somente quando a Bíblia trata da salvação, dos valores éticos e da moral, como também está isenta de erro em tudo aquilo que ela trata, inclusive a história e o cosmos (cf. 2Pe 1.20,21; note também a atitude do salmista para com as Escrituras no Sl 119).
(2) Os escritores do AT estavam conscientes de que o que disseram ao povo e o que escreveram é a Palavra de Deus (ver Dt 18.18; 2Sm 23.2). Repetidamente os profetas iniciavam suas mensagens com a expressão: “Assim diz o Senhor”.
(3) Jesus também ensinou que a Escritura é a inspirada Palavra de Deus até em seus mínimos detalhes (Mt 5.18). Afirmou, também, que tudo quanto Ele disse foi recebido da parte do Pai e é verdadeiro (Jo 5.19, 30,31; 7.16; 8.26). Ele falou da revelação divina ainda futura (i.e., a verdade revelada do restante do NT), da parte do Espírito Santo através dos apóstolos (Jo 16.13; cf. 14.16,17; 15.26,27).
(4) Negar a inspiração plenária das Sagradas Escrituras, portanto, é desprezar o testemunho fundamental de Jesus Cristo (Mt 5.18; 15.3-6; Lc 16.17; 24.25-27, 44,45; Jo 10.35), do Espírito Santo (Jo 15.26; 16.13; 1Co 2.12-13; 1Tm 4.1) e dos apóstolos (3.16; 2Pe 1.20,21). Além disso, limitar ou descartar a sua inerrância é depreciar sua autoridade divina.
(5) Na sua ação de inspirar os escritores pelo seu Espírito, Deus, sem violar a personalidade deles, agiu neles de tal maneira que escreveram sem erro (3.16; 2Pe 1.20,21; ver 1Co 2.12,13).
(6) A inspirada Palavra de Deus é a expressão da sabedoria e do caráter de Deus e pode, portanto, transmitir sabedoria e vida espiritual através da fé em Cristo (Mt 4.4; Jo 6.63; 2Tm 3.15; 1Pe 2.2).
(7) As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvífica a favor da humanidade, em Cristo Jesus. Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra de homens ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.
(8) Qualquer doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e mensagem das Sagradas Escrituras (ver Dt 13.3).
(9) As Sagradas Escrituras como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade (Mt 5.17-19; Jo 14.21; 15.10; 2Tm 3.15,16; ver Êx 20.3 nota). Na igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino, de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça (2Tm 3.16,17). Ninguém pode submeter-se ao senhorio de Cristo sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como a autoridade máxima (Jo 8.31,32, 37).
(10) Só podemos entender devidamente a Bíblia se estivermos em harmonia com o Espírito Santo. É Ele quem abre as nossas mentes para compreendermos o seu sentido, e quem dá testemunho em nosso interior da sua autoridade (ver 1Co 2.12)
(11) Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de Satanás e do mundo em nossas vidas (Mt 4.4; Ef 6.12,17; Tg 1.21).
(12) Todos na igreja devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo-as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvífica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas (ver Fp 1.16; 2Tm 1.13,14 notas; 2.2; Jd 3). Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da Escritura (ver Dt 4.2; Ap 22.19).
(13) Um fato final a ser observado aqui. A Bíblia é infalível na sua inspiração somente no texto original dos livros que lhe são inerentes. Logo, sempre que acharmos nas Escrituras alguma coisa que parece errada, ao invés de pressupor que o escritor daquele texto bíblico cometeu um engano, devemos ter em mente três possibilidades no tocante a um tal suposto problema: (a) as cópias existentes do manuscrito bíblico original podem conter inexatidão; (b) as traduções atualmente existentes do texto bíblico grego ou hebraico podem conter falhas; ou (c) a nossa própria compreensão do texto bíblico pode ser incompleta ou incorreta.
 
Ajuda de www.cpad.com.br

Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.

 

Index
Estudos
EBD
Discipulado
Mapas
Igreja
Ervália
Corinhos
Figuras1
Figuras2
Vídeos
Fotos