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Lição 6 - A Teologia Liberal
Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 4º Trimestre de 2005
E AGORA, COMO VIVEREMOS?
A Resposta Cristã para tempos de crise e calamidade moral.
Comentários da revista da CPAD: Pr. Geremias do Couto
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
 
 
TEXTO ÁUREO: "Antes, santificai a CRISTO , como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós"  (1 Pe 3.15).
SANTIFICAI A CRISTO , COMO SENHOR, EM VOSSOS CORAÇÕES. Pedro conclama o crente à reverência interior para com
CRISTO  e à dedicação a Ele como Senhor, no sentido de sempre estarmos dispostos a defender a sua causa e a explicar o evangelho aos outros (cf. Is 8.13). Assim sendo, devemos conhecer a Palavra de Deus e a sua vontade, a fim de testemunhar corretamente de CRISTO  e levar outras pessoas a Ele (cf. Jo 4.4-26).
 
 
 
 
VERDADE PRÁTICA:
A abolição dos fundamentos da fé, como os temos  na Bíblia, implica a perda dos valores dessa preciosa fé, que é o único meio de acesso a Deus mediante a obra redentora de CRISTO .
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 
 2 TIMÓTEO 3.14-17: 14Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.15E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO  JESUS.16Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça,17para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.
TODOS OS QUE PIAMENTE QUEREM VIVER... PADECERÃO PERSEGUIÇÕES. A perseguição, de uma ou de outra forma, é inevitável para quem deseja viver uma vida piedosa em CRISTO  (Mt 5.10-12; 10.22; At 14.22; Fp 1.29; 1 Pe 4.12; Mt 5.10). A lealdade a CRISTO , à sua verdade e aos seus padrões justos de vida, envolve uma resolução constante de não deturpar a nossa fé, nem ceder às inúmeras vozes que apelam ao crente a conformar-se com o mundo e deixar de lado a verdade bíblica. Por causa dos seus padrões religiosos, os fiéis serão privados de privilégios e vantagens, e serão ridicularizados; terão grande tristeza ao verem o cristianismo bíblico rejeitado pela maioria. Devemos todos perguntar a nós mesmos: já sofri perseguição por causa da minha firme resolução de viver segundo a vontade de Deus? Ou minha falta de sofrimento é um sinal de que não tenho posição firme pela justiça, pela qual CRISTO  morreu?
A INSPIRAÇÃO E A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS
 
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2 PEDRO 1.20,21: 20 sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; 21 porque a profecia  nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens SANTOs de Deus falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO.
1.20 NENHUMA PROFECIA DA ESCRITURA. O significado é que nenhuma profecia das Escrituras veio das idéias, ou raciocínio do seu escritor, mas, sim, do ESPÍRITO SANTO.
1.21 OS HOMENS... DE DEUS FALARAM INSPIRADOS PELO ESPÍRITO SANTO. Pedro afirma a divina origem e autoridade das profecias da Escritura. Todos os crentes devem, de modo semelhante, manter um conceito firme e final da inspiração e autoridade das Sagradas Escrituras. Há várias razões para isso: (1) É a única maneira de ser fiel ao que JESUS CRISTO , os apóstolos e a própria Bíblia ensinam a respeito das Escrituras (ver Sl 119; Jo 5.47 ).
(2) Sem uma convicção inabalável nas Sagradas Escrituras, a igreja fica sem alicerce autêntico e seguro para sua fé, sem certeza da salvação, sem valor moral absoluto, sem mensagem garantida para pregar, sem nenhuma certeza do batismo no ESPÍRITO SANTO e da operação de milagres e nenhuma esperança da volta iminente de JESUS CRISTO .
(3) Sem uma convicção inabalável nas Sagradas Escrituras, os cristãos fiéis à Bíblia não têm nenhuma verdade absoluta e objetiva, baseada na autoridade do próprio Deus, com a qual possam julgar e rejeitar os valores movediços deste mundo, as filosofias humanas e as práticas ímpias da cultura mundana (Sl 119.160).
(4) Sem uma convicção inabalável nas Sagradas Escrituras, o cristão não tem condições de suportar as terríveis dificuldades dos últimos dias (ver 1 Ts 2.1-12; 1 Tm 4.1; 2 Tm 3.1).
(5) Sem uma convicção inabalável nas Sagradas Escrituras, ficam enfraquecidas a plena autoridade e as doutrinas da Bíblia; em conseqüência disso, ela será substituída pela experiência religiosa subjetiva humana, ou pelo raciocínio independente e crítico, também humano (2.1-3)

 
LEITURA DIÁRIA:
SegundaIs 25.1 O fundamento divino produz firmeza
1 Ó SENHOR, tu és o meu Deus; exaltar-te-ei e louvarei o teu nome, porque fizeste maravilhas; os teus conselhos antigos são verdade e firmeza.
 LOUVAREI O TEU NOME. Isaías louva ao Senhor pela derrota de todo poder do mal que se opõe ao seu justo propósito e ao
seu reino e pelos seus atos de libertador e consolador do seu povo.
 
Terça1 Co 3.10,11 O fundamento divino é imutável
10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele.11 Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o lqual é JESUS CRISTO .
 
Quarta – - Ef 2.20 O fundamento divino é apostólico
20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que JESUS CRISTO  é a principal pedra da esquina;
FUNDAMENTO DOS APÓSTOLOS. A igreja somente poderá ser genuína se for alicerçada na revelação infalível, inspirada por
CRISTO  aos primeiros apóstolos.
(1) Os apóstolos do NT foram os mensageiros originais, testemunhas e representantes autorizados do Senhor crucificado e ressurreto (v. 20). Foram as pedras fundamentais da igreja, e sua mensagem encontra-se nos escritos do NT, como o testemunho original e fundamental do evangelho de CRISTO , válido para todas as épocas.
(2) Todos os crentes e igrejas locais dependem das palavras, da mensagem e da fé dos primeiros apóstolos, conforme estão registradas historicamente em Atos e nos seus escritos. A autoridade deles é conservada no NT. As gerações posteriores da igreja têm o dever de obedecer à revelação apostólica e dar testemunho da sua verdade. O evangelho concedido aos apóstolos do NT, mediante o ESPÍRITO SANTO, é a fonte permanente de vida, verdade e orientação à igreja.
(3) Todos os crentes e igrejas serão verdadeiros somente à medida em que fizerem o seguinte:
(a) Aceitar o ensino e revelação originais dos apóstolos a respeito do evangelho, conforme o NT registra, e procurar manter-se fiéis a eles (At 2.42). Rejeitar os ensinos dos apóstolos é rejeitar o próprio Senhor (Jo 16.13-15; 1 Co 14.36-38; Gl 1.9-11).
(b) Continuar a missão e ministério apostólicos, comunicando continuamente sua mensagem ao mundo e à igreja, através da proclamação e ensino fiéis, no poder do ESPÍRITO (At 1.8; 2 Tm 1.8-14; Tt 1.7-9).
(c) Não somente crer na mensagem apostólica, mas também defendê-la e guardá-la contra todas as distorções ou alterações. A revelação dos apóstolos, conforme temos no NT, nunca poderá ser substituída ou anulada por revelação, testemunho ou profecia posterior (At 20.27-31; 1 Tm 6.20).
 
Quinta1 Tm 6.19 O fundamento divino para a vida eterna
19 que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna.
Mateus 6.20 Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam,
nem roubam.
Lucas 12.33 Vendei o que tendes, e dai esmolas, e fazei para vós bolsas que não se envelheçam, tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega ladrão, e a traça não rói.
 
Sexta2 Tm 2.19 O fundamento divino possui um selo
19 Todavia, o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de CRISTO  aparte-se da iniqüidade.
O FUNDAMENTO DE DEUS FICA FIRME. Embora muitos poderão desviar-se da verdade (Mt 24.11), e falsos mestres poderão fazer incursões contra a igreja (vv. 14-18), o propósito de Deus para seus seguidores fiéis não será jamais frustrado. O "fundamento de Deus", i.e., a igreja verdadeira, não se destruído. Nesse fundamento há um "selo" em que estão inscritas duas verdades concernentes àqueles que pertencem à igreja de CRISTO .
(1) Deus conhece perfeitamente aqueles que permanecem fiéis ao seu evangelho original, bem como aqueles que transigem quanto às suas verdades (cf. Gn 18.19; Êx 33.12,17; Nm 16.5; 1 Co 8.1-3).
(2) Aqueles que realmente pertencem a Deus, apartam-se da iniqüidade e dos falsos ensinos (cf. 1 Tm 6.3-5,11).
 
SábadoHb 6.1 O fundamento divino aperfeiçoa o crente
1 Pelo que, deixando aos rudimentos da doutrina de CRISTO , prossigamos até a perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus,
Filipenses 3.12 Não que já a tenha alcançado ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por CRISTO  JESUS. 13 Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, 14 prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em CRISTO  JESUS.
Hebreu
s 5.12 Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite e não de sólido mantimento.
 
 
OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Refutar os pressupostos da teologia liberal.
Explicar as razões que deram origem à teologia liberal no século XIX.
Definir o significado de inspiração e inerrância das Sagradas Escrituras.
 
PONTO DE CONTATO:
Prezado professor, o ministério docente não é mera repetição de informação. Informar não significa ensinar. Enquanto docente da ED, você tem uma tríplice missão: salvação, crescimento e serviço. Como educadores cristãos, a nossa missão pode ser traduzida da seguinte forma:
1. Compreender as situações difíceis e embaraçosas as quais o homem contemporâneo e a sociedade, na qual está inserido, têm enfrentado.
2. Analisar os desafios da pós-modernidade.
3. Saber interpretar as mensagens subliminares, sutis e malévolas transmitidas aos alunos, seja por meio da mídia, seja mediante o ensino acadêmico.
4. Examinar, à luz da Bíblia, essas informações na sala de aula, a fim de que os alunos possam adquirir capacidade autocrítica.
 
SÍNTESE TEXTUAL: liberalismo teológico não é algo novo. Começou a florescer de forma sistematizada devido à influência do racionalismo de Descartes e Spinoza, nos séculos XVII e XVIII, que redundou no iluminismo. O liberalismo opunha-se ao racionalismo extremado do iluminismo. Segundo Michael D. Palmer, "o Iluminismo é um movimento filosófico do século XVIII, com ênfase no livre uso da razão, no método empírico da ciência e no questionamento das doutrinas e valores tradicionais."
A teologia liberal opõe-se a teorias fixas sobre a inspiração das Escrituras, favorecendo o uso da crítica histórica. Não obstante a Bíblia ser escrita por homens, sua inspiração é plenamente divina. Cânon, quer dizer "medida exata", ou seja, esta é uma palavra inspirada por Deus e cheia de autoridade.
Estamos vivendo uma época onde estão em evidência várias doutrinas contrárias à Palavra de Deus. É preciso estar atento! O liberalismo teológico tem se infiltrado na ortodoxia cristã de modo sorrateiro, com uma roupagem moderna e sutil, tendo aparência de verdade. A igreja do Senhor não pode abrir espaço ou brechas para o liberalismo, pois acabará perdendo sua autoridade, deixando de ser "sal e luz". A história pode provar que aonde o liberalismo teológico chega, a Igreja perde a comunhão com o Pai. A Palavra de Deus alerta: "Quem tem ouvidos ouça o que o ESPÍRITO diz às igrejas".
 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Por meio desta lição, você terá uma oportunidade ímpar de conscientizar seus alunos de que o relativismo pós-moderno tem proporcionado o avanço da teologia liberal, que reúne as mais diferentes tendências. Então, explique o significado da palavra teologia (do gr. Theos "Deus" e logos "estudo"), que, é a ciência da religião e das coisas divinas. Para que seus alunos tenham uma melhor compreensão da teologia liberal, é imprescindível conhecer outras correntes ou tendências teológicas. Reproduza o quadro abaixo de acordo com os recursos de que você dispõe.
Figuras Ilustrativas
 
Mensagem subliminar - utilizada para engano liberalista
Educação das crianças - A arma do liberalismo.
 
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
Lc 4. 9 Levou-o também a Jerusalém, e pô-lo sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; 10 Porque está escrito: Mandará aos seus anjos, acerca de ti, que te guardem, 11 E que te sustenham nas mãos, Para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra.
No episódio que narra o jejum de JESUS vemos que Satanás é afiado em teologia, portanto é inspirador de falsas teologias que, com o passar dos séculos, vão se introduzindo no meio da igreja e afastando os já incautos e despreparados crentes que não se dedicam ao estudo da Palavra de DEUS.
 
Os falsos ensinos e o relativismo do movimento filosófico pós-modernista ensejam um ambiente extremamente propício para o avanço da teologia liberal, com suas muitas ramificações e tendências, cujo alvo principal é a perversão da santa fé evangélica.
O propósito desta lição é também a defesa do evangelho contra os néscios da atualidade que foram enganados pelo "ESPÍRITO de mentira" (1 Rs 22.22; 1 Tm 4.1,2).
 
 
 
I. PRESSUPOSTOS DA TEOLOGIA LIBERAL
- Desde os primórdios da história da humanidade, no Éden, Satanás já tenta enganar ao homem, distorcendo a palavra de DEUS, tentando confundir o homem para que possa ele, Satanás, assumir o governo da Terra dado ao homem.
 A chamada “teologia liberal” nada mais é do que a continuação dos enganos de Satanás em nossos dias, dias pós-contemporâneos.
 
1. A Bíblia como livro mitológico.
Colocando o Alcorão, Livro dos mortos, Livro dos Mórmons, Evangelho de Alan Cardec, Escrito de Joseph Smith e Helen G. White; como iguais em autoridade e revelação, comparados à bíblia, sendo parra os mesmos mais um livro de de contos e mitos humanos.
Bíblia Sagrada
 
 
TEOLOGIA LIBERAL
Para Nós Cristãos Salvos
Não é a revelação de Deus ao homem
Palavra de Deus
Sem inspiração divina
Verdade divina, fidedigna e salvífica (2 Tm 3.14,15).
Nível de qualquer outro livro religioso
A fidelidade, a autenticidade, a unidade, a precisão e a inerrância da Bíblia são perfeitas e assombrosas
Não admitem a fé cristã
Base de sustentação da fé
Livro Mitológico contendo mitos e fábulas
Criação de todas as coisas e o evangelho da salvação pela obra vicária de CRISTO  no Calvário.
Imaginação de alguém
Inspiração divina
 
 
 
2. A negação dos milagres bíblicos.
Tentativa de explicar racionalmente tudo o que consideramos milagres.
Isto é BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO.
Na história da Igreja Primitiva, muitos estudiosos emitiram seus pareceres neste assunto:
Irineu – era a rejeição do evangelho;
Atanásio – era a negação da divindade de Cristo, a qual foi evidenciada ao homem pela concepção do Espírito Santo;
Orígenes – era toda a quebra da lei após o batismo.
Agostinho – era a dureza do coração humano rejeitando a obra de Cristo.
Burge – era atribuir as coisas boas de Deus a um ato de Satanás;
Davis – atribuir os milagres de Cristo a influência de Satanás.
Nos textos bases, o Sr. Jesus está dizendo a seus antagonistas que atribuir a Satanás tudo que tem sido operado pelo poder do Espírito Santo, é demonstrar uma visão moral tão distorcida que já não existe mais nenhuma esperança de recuperação.
Os milagres eram claras demonstração de que o Reino de Deus (o poder e a soberania) estavam atuante no mundo. A negação deste fato não tinha origem na ignorância, mas na recusa voluntária em crer.
"Portanto a descrença é imperdoável. O único pecado que Deus não pode perdoar é a recusa do perdão. Então, o "pecado imperdoável é o estado de insensibilidade moral causada pela contínua recusa em crer no poder de Deus" (Robert H. Mounce, Novo Comentário Bíblico Contemporâneo, pag. 129).
 
TEOLOGIA LIBERAL
Para Nós Cristãos Salvos
Negar a autenticidade dos milagres bíblicos
Tranqüila e alegremente, cremos que Deus existe e criou o Universo
rejeitam os feitos sobrenaturais de Deus por não terem fé em Deus e de Deus
DEUS produz os eventos sobrenaturais e miraculosos descritos na Bíblia.
negam a própria Bíblia e até o Criador.
Ele sustenta o Universo criado e interfere no mesmo. Tudo obedece ao seu querer e aos seus propósitos
 
 
 
3. A crença no JESUS histórico.
De modos diferentes, em épocas diferentes, culturas diferentes têm tentado distorcer o Jesus simples dos evangelhos. Desde o Jesus dos evangelhos apócrifos passando pelo Jesus sem carne e osso, desprovido de matéria, dos gnósticos do primeiro século da era cristã e atualmente o Jesus místico da Nova Era, nada mais são que reações da cultura da época, que se recusa a aceitar o Homem de Nazaré, exatamente como ele é. Cada vez que o espírito de uma raça diferente entrou no espírito do evangelho, tentou manipular a figura daquele que é o Senhor dessa mesma história, algumas vezes a ponto de ela ficar deformada e irreconhecível.
Portanto, em nada nos espanta o fato de a invasão do liberalismo no Ocidente ter levado muitos a alterar novamente as características do Senhor. Para tanto, esses movimentos, encabeçados por acadêmicos descomprometidos com a fé cristã, buscou utilizar-se de hipóteses e documentos duvidosos sobre Jesus para tecer um amontoado de informações que, longe de acrescentar algo ao conhecimento dele, distorceu-o completamente.
Um outro livro que apresenta os principais estudos acadêmicos atuais dos críticos para tentar reconstruir o Jesus histórico foi publicado em 1998 por Mark Alan Powell. Powell, apresenta um apanhado sobre os vários retratos do "Jesus Histórico" apresentado pelos críticos através da história. Assim, R. Horsley que vê Jesus como um profeta, G. Vermes como um judeu carismático, Morton Smith como um mágico, B. F. Witherington como um sábio judeu e F. G. Downing como um filósofo cínico, são alguns que fazem coro com os críticos do "The Jesus Seminar", J.D.Crossan, M. Borg, E. P. Sanders, J. P. Meier e N. T. Wright.
www>cacp.org.br/criticismo-jesus.htm<  
TEOLOGIA LIBERAL
Para Nós Cristãos Salvos
Não crê no propósito redentor e expiador da obra de CRISTO  concernente ao homem perdido que está vivendo no pecado, sem Deus, sem salvação
Chegamos a Deus aceitando sua revelação como está na Bíblia
Não aceitam a realidade do nascimento virginal de CRISTO , mas aceitam em parte o que chamam de JESUS histórico (como se Deus, o soberano Senhor de todos e de tudo, dependesse da opinião do homem, que por Ele foi criado e que dEle depende em tudo, como vemos em At 17).
Invocamos a DEUS, pois aceitamos todos os seus atributos, inclusive as suas intervenções sobrenaturais na história, Ele é galardoador dos que o buscam. JESUS como o Filho de Deus, divino em sua essência e humano (mas sem pecado) em sua miraculosa concepção física,  se ofereceu como o único e perfeito sacrifício em favor do homem para salvá-lo
 
 
 
 
 
II. A DEFESA DA TEOLOGIA ORTODOXA
 
 
1. O desenvolvimento da teologia liberal.
O método. O seÉ importante observar que a teologia liberal, como qualquer reflexão, traduzia preocupações de época, assim dava ênfase ao racionalismo do século 18, época em que nasceu, cresceu e amadureceu. A teologia liberal afirmava, entre outras coisas, que o homem pode chegar ao conhecimento de Deus por meio da revelação geral, ou seja, através da revelação de Deus na criação/natureza, ou ainda, que o homem é capaz de chegar ao conhecimento de Deus por meio da razão. Tal compreensão do fazer teológico é característico da teologia natural, segundo a qual a base da fé é a revelação comprovada pela razão. Assim, a teologia liberal procurou sempre estabelecer teorias acerca do conhecimento de Deus, partindo de fontes como as ciências e as filosofias. Se teorias podiam levar ao conhecimento de Deus, práticas e/ou processos que expressassem essas teorias poderiam levar à salvação. E aqui entram, por exemplo, a ética e justiça social.
TEOLOGIA ORTODOXA
Para Nós Cristãos Salvos
Início na primeira parte do século XIX
Início com o próprio CRISTO  e seus ensinos nos evangelhos
Idéias, deduções e princípios teológicos liberais, humanistas e corrompidos
Verdadeira teologia bíblica proveniente da doutrina do Senhor
Objetivo a racionalização da fé sob a influência do movimento filosófico e igualmente humanista denominado iluminismo.
A teologia bíblica continua firme e crescente através do empenho de homens comprometidos com Deus e com a defesa da fé mediante a exposição correta e ungida das Escrituras.
Tentativa de adaptar a fé cristã às correntes do pensamento moderno à parte de Deus.
Há, em nossos dias, cristãos que, graças a Deus, procedem como a mãe e a avó de Timóteo, inculcando nos mais jovens os verdadeiros fundamentos da fé cristã  (vv.14,15; 2 Tm 1.3-5)
 
 
 
2. A inspiração e a inerrância da Bíblia.
A INSPIRAÇÃO E A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS   veja logo abaixo, no final da página.
Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra de homens ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.
Verdade teológica a inspiração divina e completa da Bíblia (2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21).
o "sopro" de Deus - a inspiração única e especial - na mente de seus escritores através da atuação poderosa do ESPÍRITO SANTO.
Foi produzida pela vontade expressa de Deus
Bíblia Sagrada. Ela não contém erros, nem qualquer contradição
Encerra em si mesma toda a autoridade como revelação divina
As verdades do Antigo Testamento se completam no Novo Testamento e os possíveis pontos obscuros ou não bem compreendidos, como escreveu Antonio Gilberto em seu Manual da Escola Dominical, publicado pela CPAD, podem ser fruto de má tradução, má compreensão, interpretação equivocada ou falta de conhecimento.
Nenhum outro livro é capaz de comparar-se à Bíblia em autoridade, coerência, harmonia, unidade e atualidade.
na Bíblia não há lugar para interpretações particulares, distintas, como deixou claro o apóstolo Pedro (v.20).
 Convém ressaltar, inclusive, que Se alguma interpretação pessoal estiver destoando do pensamento geral da ortodoxia bíblica, o leitor deve seguir a recomendação de um grande erudito bíblico: acenda a luz de advertência - você pode estar errado; jamais o ESPÍRITO SANTO. Ver 1 Co 2.4-16.
 
 
capa e sobre a biblia 001.jpg
 
 
3. O papel dos apologistas cristãos.
Graça a tenacidade e coragem dos Pais da igreja, e dos famosos apologistas cristãos, o combate da igreja às heresias que surgiram na época resultou numa expressão mais clara da teologia Cristã. Quando os imperadores romanos propuseram-se a exterminar a igreja Cristã, só os que estavam dispostos a renunciar o paganismo e a sofrer o martírio declaravam sua fé em Deus (grifo acrescido). No século IV, Constantino assume o império e apoia o cristianismo, aceitando-o como religião oficial do Império Romano. Convocou o Concílio de Nicéia para resolver alguns problemas doutrinários surgidos na igreja, onde foi estabelecido o "Credo dos Apóstolos". A decadência doutrinária, moral e espiritual da igreja, começou quando milhares de pessoas foram por ele batizados sem terem experimentado a conversão em Cristo. Verdadeiros pagãos que eram, introduziram-se no seio da igreja trazendo consigo os seus deuses, que, segundo eles, eram o mesmo Deus dos Cristãos. Desde o ano 200 a.C. até 276 d.C., os imperadores romanos haviam ocupado o posto e o título de sumo pontífice da Ordem Babilônica. Depois que o imperador Graciano se negara a liderar essa religião não cristã, Dâmaso, bispo da igreja Cristã em Roma, foi nomeado para esse cargo no ano de 378 d.C., Uniram-se assim numa só pessoa todas as funções dum sumo sacerdote apóstata com os poderes de um bispo cristão, sugindo assim o papado. Imediatamente após este acontecimento, começou-se a promover a adoração a Maria como rainha do Céu e Mãe de Deus, procedendo todos os absurdos romanistas quanto à humilde pessoa de Maria, a mãe de Jesus. Formas pagãs, como a ênfase sobre o mistério e magia, influenciaram essa igreja. O sacerdote, o altar, a missa e as imagens de escultura assumiram papel de preponderância no culto. A autoridade era centralizada numa igreja dita "infalível" e não na vontade de Deus expressada pela sua palavra a Bíblia Sagrada. Desde aí, a igreja Romana nitidamente desviada dos princípios ensinados por Jesus no Seu evangelho, esteve como um barco a deriva, sem saber onde aportar, até que veio a reforma Protestante, liderada por Martinho Lutero, sendo mais um cisma na já combalida igreja Romana.
Foram os apologistas cristãos que, nos primeiros séculos da história da Igreja, através de formulações teológicas devidamente procedentes e fundamentadas
a- Preservaram intactos os ensinos apostólicos diante das heresias que surgiram no cenário dos primeiros séculos do Cristianismo
b- Compendiaram e documentaram a chamada ortodoxia bíblica.
É bíblico fazer a defesa da fé.
a- Paulo assim se posicionou (Fp 1.16)
b- Pedro recomendou preparo para explicar as razões de nossa esperança cristã (1 Pe 3.13-15). Ler também Jd vv. 3,4; 2 Tm 4.7b.
Apologistas cristãos de hoje
É a hora e a vez de os  assumirem com mais ousadia seu papel de preservar intacta a doutrina bíblica tal qual recebemos da Igreja Apostólica, e mostrar as razões pelas quais vale a pena crer em toda a Bíblia como a Palavra de Deus.
 
CONCLUSÃO
Por fim, cabe seguir a orientação do apóstolo Paulo (2 Tm 2.25,26) para que possamos instruir com mansidão aos resistentes, a fim de conhecerem a verdade, tornarem a despertar e a desprenderem-se dos laços do Diabo, o qual deturpa as Escrituras para tentar aprisionar o homem (Mt 4.1-11).
 
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Teológico
"O liberalismo teológico não é uma religião ou uma organização ideológica possuidora de templos, funcionários ou sociedade. Ele é, simplesmente, uma tendência de ajustar o Cristianismo aos conceitos da Alta Crítica da Bíblia, da ciência e das filosofias modernas. Esta tendência apresenta-se hoje sob diversos outros títulos, como modernismo, racionalismo, nova teologia etc. Os fundamentos históricos dessa tendência remontam, de acordo com a maioria dos autores, ao ano de 1753, quando Jean Astruc (1684-1766), francês incrédulo e professor de medicina em Paris, publicou anonimamente, em Bruxelas, em francês, o livro 'Conjecturas Sobre as Memórias Originais que Parece Terem Sido Usadas por Moisés na Composição do Gênesis'. Nesse livro, Astruc, que foi médico do rei da Palônia e de Luís XV, da França, duvida da origem mosaica dos cinco primeiros livros do Antigo Testamento e aventa a hipótese de existirem duas fontes literárias - javista e eloísta - partindo-se dos nomes usados para se referirem a Deus. Antes dessa data, muito raramente alguém ousava criticar assim a Palavra de Deus, lançando dúvidas sobre sua historicidade tradicionalmente aceita.
A entrada do liberalismo no Brasil remonta ao segundo decênio deste século, quando a Imprensa Metodista editou Pontos Principais da Fé Cristã, livro que nega a doutrina da expiação. As primeiras vítimas da teologia liberal em nossa pátria, segundo o falecido reverendo Raphael Camacho, apareceram por volta de 1930; na Faculdade Evangélica de Teologia, no Rio de Janeiro. Muitos livros adotados nesse estabelecimento de ensino religioso eram modernistas, como também eram quase todos os professores (...)". (ALMEIDA, Abraão de. Teologia Contemporânea. RJ: CPAD, 2002, p.111 e 123.)  Revista Ensinador Cristão CPAD, no 24, pág. 39
 
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Questionário da Lição 6 - A TEOLOGIA LIBERAL -
Por Ev. Luiz Henrique - www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos
  
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
"Antes, santificai a ___________, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para __________________ com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a ____________da esperança que há em vós" (1 Pe 3.15).
 
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
A abolição dos fundamentos da ___________, como os temos  na ______________, implica a perda dos valores dessa preciosa fé, que é o único meio de acesso a Deus mediante a obra redentora de _____________.
 
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
3- Onde existe um ambiente extremamente propício para o avanço da teologia liberal, com suas muitas ramificações e tendências, cujo alvo principal é a perversão da santa fé evangélica?
(  ) Nos falsos ensinos e no relativismo do movimento filosófico pós-modernista.
(  ) Nos legítimos ensinos e no relativismo do movimento filosófico pós-modernista.
(  ) Nos bons ensinos e no ativismo religioso pós-modernista.
 
4- Qual um dos propósitos principais desta lição?
( ) O ataque ao evangelho da atualidade pelo "ESPÍRITO de mentira"
( ) A defesa do evangelho a favor dos néscios da atualidade que foram enganados pelo "ESPÍRITO de mentira"
( ) A defesa do evangelho contra os néscios da atualidade que foram enganados pelo "ESPÍRITO de mentira"
 
I. PRESSUPOSTOS DA TEOLOGIA LIBERAL
5- O que é a Bíblia Sagrada, para os cristãos nascidos de novo, mediante a fé em nosso Senhor JESUS CRISTO ?
( ) É a base de ostentação da fé.
( ) É desnecessária para manutenção da fé.
( ) É a base de sustentação da fé.
 
6- O que dizem os mentores da teologia liberal, que se diz cristã, quanto à Bíblia Sagrada? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
( ) Consideram as narrativas bíblicas como a Palavra de DEUS para o ser humano.
( ) Deixam claro que ela não é a revelação de Deus ao homem.
( ) Não reconhecem a sua inspiração divina, colocando-a no mesmo nível de qualquer outro livro religioso.
( ) Não admitem a fé cristã, segundo o evangelho, como o único meio de acesso ao Pai mediante CRISTO  no Calvário.
( ) Tratam a Bíblia como um livro mitológico.
( ) Deixam claro que ela é a revelação de Deus ao homem.
( ) Consideram as narrativas bíblicas, inclusive a da Criação de todas as coisas, como mitos, fábulas, apenas contendo alguma  verdade moral e não fatos literais, verídicos, insuspeitos e históricos.
( ) Consideram as narrativas bíblicas como se fossem fruto da imaginação de alguém.
( ) Tratam a Bíblia como um livro de DEUS.
 
7- Qual a crença da teologia liberal quanto aos milagres bíblicos?
( ) Os apóiam, com permissão para se intrometerem nas coisas de Deus.
( ) Os negam, com permissão da igreja de Deus.
( ) Os negam, como se seus promotores tivessem permissão para se intrometerem nas coisas de Deus.
 
8- Por que os teólogos modernistas, juntamente com seus estudantes e admiradores, rejeitam os feitos sobrenaturais de Deus?
( ) Por não terem fé no homem e seus feitos.
( ) Por não terem fé em Deus e de Deus.
( ) Por terem fé em Deus e de Deus.
 
9- Para quem, tranqüila e alegremente, Deus existe e criou o Universo, com seus inumeráveis sistemas funcionando numa sintonia lógica e perfeita que nenhum homem jamais poderia conceber?
( ) Para os relativistas.
( ) Para os Liberalistas.
( ) Para nós, os cristãos.
 
10- O que são os milagres divinos, tal como registrados nas Escrituras e para que são? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
( ) Não evidenciam a soberania divina como um dos infinitos atributos do Criador.
( ) Cumprem os desígnios de Deus através da história.
( ) São o testemunho eloqüente e revelador de que nada acontece por acaso.
( ) Evidenciam a soberania divina como um dos infinitos atributos do Criador.
( ) Não cumprem os desígnios de Deus através da história.
( ) Tudo obedece ao seu querer e aos seus propósitos (Sl 119.91), inclusive o universo humano (Mt 10.29,30).
 
11- Como é a crença dos teólogos da teologia liberal, quanto ao propósito redentor e expiador da obra de CRISTO  concernente ao homem perdido, que está vivendo no pecado, sem Deus e sem salvação?
( ) Não crêem e não aceitam a realidade do nascimento virginal de CRISTO .
( ) Crêem, porém não aceitam a realidade do nascimento virginal de CRISTO .
( ) Crêem e aceitam a realidade do nascimento virginal de CRISTO .
 
12- O que o apóstolo Paulo lembrou a Timóteo sobre sua salvação?
( ) Não dependia da sua fé no Senhor (v.15).
( ) Independia da sua fé no Senhor (v.15).
( ) Dependia da sua fé no Senhor (v.15).
 
II. A DEFESA DA TEOLOGIA ORTODOXA
13- Quando  tiveram seu início, as idéias, deduções e princípios teológicos liberais, humanistas e corrompidos?
( ) Na primeira parte do século XX.
( ) Na primeira parte do século X.
( ) Na primeira parte do século XIX.
 
14- Possuíam como objetivo a racionalização da fé sob a influência de qual movimento filosófico e igualmente humanista?
( ) Pluralismo.
( ) Islamismo.
( ) Iluminismo.
 
15- Como procediam a mãe e a avó de Timóteo, quanto aos fundamentos da fé cristã?
( ) Inculcavam nos mais velhos os derradeiros fundamentos da fé cristã.
( ) Inculcavam nos mais jovens os falsos fundamentos da fé cristã.
( ) Inculcavam nos mais jovens os verdadeiros fundamentos da fé cristã.
 
16 Cite pelo menos dois versículos que nos fala da inspiração e a inerrância da Bíblia:
( ) 2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21.
( ) 1 Tm 3.16; 1 Pe 1.21.
( ) 3 Tm 3.16; 3 Pe 1.21.
 
17- O que a bíblia encerra em si mesma?
( ) Toda a autoridade como revelação divina.
( ) Nenhuma autoridade como revelação divina.
( ) Alguma autoridade como revelação divina.
 
18- Em quanto tempo e por quantos escritores a bíblia foi escrita?
( ) Ao longo de 1500 anos, por cerca de 42 escritores.
( ) Ao longo de 1600 anos, por cerca de 40 escritores.
( ) Ao longo de 1620 anos, por cerca de 30 escritores.
 
19- De quem foi a inspiração única e especial na mente dos escritores da bíblia?
( ) Dos homens de DEUS.
( ) Dos líderes imperiais.
( ) ESPÍRITO SANTO.
 
20- Quem foram os que, nos primeiros séculos da história da Igreja, através de formulações teológicas devidamente procedentes e fundamentadas, preservaram intactos os ensinos apostólicos diante das heresias que surgiram no cenário dos primeiros séculos do Cristianismo, e compendiaram e documentaram a chamada ortodoxia bíblica?
( ) Os apóstolos cristãos.
( ) Os apologistas cristãos.
( ) Apolo e os cristãos de sua época.
 
 
 
A INSPIRAÇÃO E A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS
2Tm 3.16,17 “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.”

O termo “Escritura”, conforme se encontra em 2Tm 3.16, refere-se principalmente aos escritos do AT (3.15). Há evidências, porém, de que escritos do NT já eram considerados Escritura divinamente inspirada por volta do período em que Paulo escreveu 2Tm (1Tm 5.18, cita Lc 10.7; 2Pe 3.15,16). Para nós, hoje, a Escritura refere-se aos escritos divinamente inspirados tanto do AT quanto do NT, i.e., a Bíblia. São (os escritos) a mensagem original de Deus para a humanidade, e o único testemunho infalível da graça salvífica de Deus para todas as pessoas.
(1) Paulo afirma que toda a Escritura é inspirada por Deus. A palavra “inspirada” (gr. theopneustos) provém de duas palavras gregas: Theos, que significa “Deus”, e pneuo, que significa “respirar”. Sendo assim, “inspirado” significa “respirado por Deus”. Toda a Escritura, portanto, é respirada por Deus; é a própria vida e Palavra de Deus. A Bíblia, nas palavras dos seus manuscritos originais, não contém erro; sendo absolutamente verdadeira, fidedigna e infalível. Esta verdade permanece inabalável, não somente quando a Bíblia trata da salvação, dos valores éticos e da moral, como também está isenta de erro em tudo aquilo que ela trata, inclusive a história e o cosmos (cf. 2Pe 1.20,21; note também a atitude do salmista para com as Escrituras no Sl 119).
(2) Os escritores do AT estavam conscientes de que o que disseram ao povo e o que escreveram é a Palavra de Deus (ver Dt 18.18; 2Sm 23.2;). Repetidamente os profetas iniciavam suas mensagens com a expressão: “Assim diz o Senhor”.
(3) JESUS também ensinou que a Escritura é a inspirada Palavra de Deus até em seus mínimos detalhes (Mt 5.18). Afirmou, também, que tudo quanto Ele disse foi recebido da parte do Pai e é verdadeiro (Jo 5.19, 30,31; 7.16; 8.26). Ele falou da revelação divina ainda futura (i.e., a verdade revelada do restante do NT), da parte do ESPÍRITO SANTO através dos apóstolos (Jo 16.13; cf. 14.16,17; 15.26,27).
(4) Negar a inspiração plenária das Sagradas Escrituras, portanto, é desprezar o testemunho fundamental de JESUS CRISTO  (Mt 5.18; 15.3-6; Lc 16.17; 24.25-27, 44,45; Jo 10.35), do ESPÍRITO SANTO (Jo 15.26; 16.13; 1Co 2.12-13; 1Tm 4.1) e dos apóstolos (3.16; 2Pe 1.20,21). Além disso, limitar ou descartar a sua inerrância é depreciar sua autoridade divina.
(5) Na sua ação de inspirar os escritores pelo seu ESPÍRITO, Deus, sem violar a personalidade deles, agiu neles de tal maneira que
escreveram sem erro (3.16; 2Pe 1.20,21; ver 1Co 2.12,13).
(6) A inspirada Palavra de Deus é a expressão da sabedoria e do caráter de Deus e pode, portanto, transmitir sabedoria e vida espiritual através da fé em CRISTO  (Mt 4.4; Jo 6.63; 2Tm 3.15; 1Pe 2.2).
(7) As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvífica a favor da humanidade, em CRISTO  JESUS. Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra de homens ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.
(8) Qualquer doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e mensagem das Sagradas Escrituras (ver Dt 13.3 ).
(9) As Sagradas Escrituras como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade (Mt 5.17-19; Jo 14.21; 15.10; 2Tm 3.15,16; ver Êx 20.3). Na igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino, de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça (2Tm 3.16,17). Ninguém pode submeter-se ao senhorio de CRISTO  sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como a autoridade máxima (Jo 8.31,32, 37).
(10) Só podemos entender devidamente a Bíblia se estivermos em harmonia com o ESPÍRITO SANTO. É Ele quem abre as nossas mentes para compreendermos o seu sentido, e quem dá testemunho em nosso interior da sua autoridade (ver 1Co 2.12 )
(11) Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de Satanás e do mundo em nossas vidas (Mt 4.4; Ef 6.12,17; Tg 1.21).
(12) Todos na igreja devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo-as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvífica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas (ver Fp 1.16; 2Tm 1.13,14; 2.2; Jd 3). Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da Escritura (ver Dt 4.2 ; Ap 22.19).
(13) Um fato final a ser observado aqui. A Bíblia é infalível na sua inspiração somente no texto original dos livros que lhe são inerentes. Logo, sempre que acharmos nas Escrituras alguma coisa que parece errada, ao invés de pressupor que o escritor daquele texto bíblico cometeu um engano, devemos ter em mente três possibilidades no tocante a um tal suposto problema: (a) as cópias existentes do manuscrito bíblico original podem conter inexatidão; (b) as traduções atualmente existentes do texto bíblico grego ou hebraico podem conter falhas; ou (c) a nossa própria compreensão do texto bíblico pode ser incompleta ou incorreta.
 
 
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Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.
 
 
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