Lição 6 - Vem O Fim, O Fim Vem - O Renascimento Do
Império Romano
Questionário
Texto Áureo:
Depois disso, eu continuava olhando
nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e muito
forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços,
e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que
apareceram antes dele
e tinha dez pontas” (Dn 7.7).
Verdade Prática:
O Novo Império Romano já é uma
realidade. É através dele que o espírito do Anticristo está implantando a sua
plataforma de governo.
Leitura Diária:
Segunda Dt
28.49,50 Uma antiga profecia do opressor
49 O Senhor
levantará contra ti uma nação de longe, da extremidade da terra, veloz como a
águia; nação cuja língua não entenderás, 50 nação feroz de rosto, que não terá
respeito pelo velho, nem compaixão do moço.
28.49-57
CONTRA TI UMA NAÇÃO. Estes versículos descrevem uma invasão da terra de Canaã,
descrição esta que podia ser uma
alusão à invasão dos assírios (descrita em Os 8.1, como a investida de uma
águia), à invasão dos babilônios (descrita em Jr 48.40,
como o vôo da águia; cf. 2 Rs 25.1-21; Jr 39.1-10; 52.28-30) ou ao cerco dos
romanos em 70 d.C. (ver Lc 21.20)
Lucas 21.20
Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei, então, que é chegada
a sua desolação. Isto são coisas que já aconteceram, porém, são prelúdios do
que ainda acontecerá.
Terça Dn 2.33 Ferro – O metal símbolo de guerra
33 as suas
pernas de ferro, os seus pés em parte de ferro e em parte de barro.
2.40 O QUARTO
REINO SERÁ FORTE COMO FERRO. O reino de ferro (v. 33) representa o império
romano, que teve seu início cerca de 67 a.C. e dominou o mundo numa amplitude
que nenhum império dantes o fizera.
Quarta Dn 7.7 Roma – O animal feroz com dentes de ferro
7 Depois
disto, continuei olhando nas visões da noite, e vi o quarto animal, terrível e
espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e
fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava. Era diferente de todos os
animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.
O quarto animal, espantoso e terrível, e com dentes de ferro, representa o
império romano, equivalente ao final da imagem do cap. 2, inclusive os dez
dedos dos pés.
Quinta Dn 2.33, 42,43 A fraqueza de Roma
33 as suas
pernas de ferro, os seus pés em parte de ferro e em parte de barro.
42 Como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por
uma parte o reino será forte, e por outra será frágil. 43 Quanto ao que viste
do ferro misturado com barro de oleiro, misturar-se-ão pelo casamento, mas não
se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.
2.41-43 FERRO E... BARRO... FORTE... FRÁGIL. Os pés de ferro e barro
provavelmente representam os estados nacionalistas que vieram a existir na
área do ex-império romano a partir da sua queda. Alguns deles têm sido fortes
e de longa duração; outros são frágeis, e outros fragmentaram-se seguidamente.
Sexta Dn 7.8 Roma – O instrumento do Anticristo
8 Estando eu
observando os chifres, vi que entre eles subiu outro chifre pequeno; e três
dos primeiros chifres foram arrancados diante dele. Neste chifre havia olhos
como os olhos de homem, e uma boca que falava com vanglória.
A PONTA PEQUENA. A ponta (ou chifre) pequena simboliza o último governante da
terra - o anticristo (1 Jo 2.18), o homem do pecado (2 Ts 2.3,8), a besta que
abate três dos dez reis (vv. 11,24; Ap 13.7; 19.19,20). Ele guerreará contra
os santos de Deus, vence-los-á (vv. 21,22,25) e falará palavras contra Deus
(v. 25). Quando vier o "Ancião de dias" (v. 9), os santos possuirão o reino
(vv. 22,27; cf. Ap 11.15-18; 20.4-6); o anticristo será destruído (vv. 11,26)
e lançado no fogo ardente (Ap 19.20).
Sábado Dn 2.34,45 A destruição de Roma
34 Estavas
vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mãos, a qual feriu a
estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou.
45 Como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela
esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro, o grande Deus fez saber
ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua
interpretação.
UM REINO QUE NÃO SERÁ JAMAIS DESTRUÍDO. No sonho, uma pedra cortada sem mãos
(i.e., sobrenaturalmente) da montanha feriu a imagem nos pés. Não somente
foram destruídos os pés, como também todo o ouro, a prata, o cobre, o ferro e
o barro transformaram-se em pó, e o vento levou tudo para longe. (1) Quando
Babilônia sucumbiu ante os medo-persas, a maneira de ser desta última
coalização permaneceu como parte da mesma imagem. A mesma realidade aplica-se
à Grécia e Roma, e continua a mesma aplicação aos estados nacionalistas
modernos. Todos são parte do mesmo sistema mundial. Daí, ainda haver
atualmente a astrologia babilônica, a ética medo-persa, a arte e filosofia
gregas e a idéia romana de que se pode obter a paz mediante o poderio militar.
Diante do sonho de Nabucodonosor, a presente ordem mundial com a sua filosofia
de vida e valores deve desaparecer completamente para que o reino de Cristo
seja plenamente estabelecido aqui. (2) A pedra tornou-se um reino que encheu
toda a terra (v. 35). Este quinto reino é o reino de Deus, estabelecido por
Jesus, o Messias. Ele encherá a terra inteira e se estenderá até aos novos
céus e a nova terra (cf. Ap 21.1). É certo que a presente ordem mundial não
durará para sempre, mas o reino de Deus, sim, durará para sempre (cf. 2 Pe
3.10-13).
Leitura Bíblica Em Classe: DANIEL 7.7-14
7 Depois disto, continuei olhando nas visões da noite, e vi o quarto
animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de
ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava. Era
diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.
8 estando eu observando os chifres, vi que entre eles subiu outro chifre
pequeno; e três dos primeiros chifres foram arrancados diante dele. Neste
chifre havia olhos como os olhos de homem, e uma boca que falava com
vanglória. 9 Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um
Ancião de Dias se assentou. A sua veste era branca como a neve, e o cabelo da
sua cabeça como lã puríssima. O seu trono era de chamas de fogo, com rodas de
fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele. Milhares de
milhares o serviam, e milhões de milhões estavam diante dele. Assentou-se o
tribunal, e abriram-se os livros. 11 Então estive olhando, por causa da voz
das grandes palavras que provinha do chifre. Estive olhando até que o animal
foi morto, o seu corpo desfeito, e entregue para ser queimado pelo fogo. 12
Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio, mas foi-lhes dada
prolongação de vida até certo espaço de tempo. 13 Eu estava olhando nas minhas
visões da noite, e vi que vinha nas nuvens do céu um como o filho do
homem. Ele se dirigiu ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. 14
Foi-lhe dado o domínio, a honra e o reino; todos os povos, nações e línguas o
adoraram. O seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino o
único que não será destruído.
Objetivos: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Explicar a origem do Império Romano.
2- Analisar o ressurgimento do Império Romano na Era Escatológica.
3- Localizar as profecias bíblicas acerca do Império Romano.
Comentários: INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
O renascimento do Império Romano não é uma
hipótese. Se ao término da Segunda Guerra
Mundial, parecia ele utopia numa Europa humilhada e destruída, hoje mostra-se
mais real do que
nunca. Não importa o nome que se lhe dê: União Européia ou Novo Império
Romano. O terrível
animal, visto por Daniel, acha-se prestes a pisar e a despedaçar a quantos se
lhe opuserem.
Esse reino, que não terá paralelo na história dos grandes impérios, devido a
sua maldade, dará
todo o suporte político, econômico e religioso ao Anticristo, a fim de que
este venha a dominar o
mundo todo.
O Senhor Jesus, porém, o abaterá, reduzindo-o a um monturo. O Rei dos reis e
Senhor dos
senhores não tolerará a soberba do inimigo.
A Europa reunificada, por conseguinte, não é um mero fenômeno político, mas o
cumprimento da
profecia bíblica. É o que veremos nesta lição.
A UNIÃO EUROPÉIA COMEÇOU E CONTINUA A SE REUNIR EM
ROMA COM IDÉIAS IGUAIS ÀS DE ROMA.
I. A ORIGEM DO IMPÉRIO ROMANO
O mito da fundação de Roma
Diz a lenda que Roma foi fundada no ano 753 a.C. por
Rômulo e Remo, filhos gêmeos do deus Marte e da mortal Rea Sílvia. Ao nascer,
os dois irmãos foram abandonados junto ao rio Tibre e salvos por uma loba, que
os amamentou e os protegeu. Por fim, um pastor os recolheu e lhes deu os nomes
de Rômulo e Remo. Depois de matar Remo numa discussão, Rômulo deu seu nome à
cidade. A história, por sua vez, nos diz que algumas tribos de origem sabina e
latina estabeleceram um povoado no monte Capitolino, junto ao rio Tibre.
A Monarquia
Num período lendário, Roma foi
governada por sete reis que tinham poder absoluto. O Senado, formado por
chefes de família, os aconselhava. Por volta de 575 a.C., os reis etruscos
dominaram Roma e influenciaram decisivamente o início da civilização romana.
Ditaram leis prudentes em favor do artesanato e do comércio, com os quais Roma
adquiriu grande importância. Aos poucos, porém, esses reis deram lugar a
outros monarcas, violentos e tirânicos, que desprezavam as opiniões do Senado.
Sociedade
Patrícios e plebeus
Os cidadãos livres se dividiam em patrícios e plebeus.
Os patrícios eram os descendentes das famílias dos antigos chefes tribais. No
início da República, eles constituíam a classe dirigente. Já os plebeus não
tinham linhagem aristocrática e não possuíam direitos políticos. No século III
a.C., após as guerras, surgiram novas camadas sociais: cavaleiros ou homens
novos (plebeus enriquecidos no comércio) e clientes (dependentes dos
patrícios). A partir daí, a organização social já não se estabelecia em função
do nascimento, mas sim da riqueza.
A república e seus magistrados
As famílias patrícias que formavam o Senado, temerosas
de perder seu poder diante da tirania dos reis, os expulsaram e proclamaram a
República. Esta se baseava em três órgãos: o Senado, os magistrados e as
Assembléias, simbolizados pela conhecida sigla S.P.Q.R. (Senatus Populusque
Romanus, ou seja, "Senado e povo romano").
O trabalho dos escravos
Em conseqüência das guerras de expansão, os escravos em
Roma eram muito numerosos. Não eram considerados seres humanos, mas sim
propriedades e, portanto, eram explorados e vendidos como mercadorias. Seu
trabalho, no artesanato e na agricultura, era decisivo para a produção de bens
necessários para a sociedade. Podiam comprar a sua liberdade ou então serem
libertados pelo proprietário. A partir do século II a.C., sucederam-se
diversas rebeliões de escravos, como a comandada por Espártaco.
O exército romano
O Império Romano dependia de um exército forte e bem
organizado, que realizava as campanhas de expansão e defendia as fronteiras.
Os legionários eram a base do exército romano; a maioria deles eram
voluntários. Para entrar no exército era imprescindível ser cidadão romano. O
exército estruturava-se em legiões de seis mil soldados, cada uma dividida em
dez cortes.
A religião romana
A religião romana foi formada combinando diversos cultos
e várias influências. Crenças etruscas, gregas e orientais foram incorporadas
aos costumes tradicionais para adaptá-los às novas necessidades do povo. O
Estado romano propagava uma religião oficial que prestava culto aos grandes
deuses de origem grega, porém com nomes latinos, como por exemplo, Júpiter,
pai dos deuses; Marte, deus da guerra, ou Minerva, deusa da arte. Em honra
desses deuses eram realizadas festas, jogos e outras cerimônias. Os cidadãos,
por sua vez, buscavam proteção nos espíritos domésticos, chamados lares, a
quem rendiam culto dentro de casa. O Edito de Milão de Constantino estabeleceu
a liberdade de culto aos cristãos, encerrando as violentas perseguições. No
século IV d.C., o cristianismo tornou-se a religião oficial, por determinação
do imperador Teodósio.
A arte romana
Inspirada no modelo grego, a arte romana incorporou as
formas e as técnicas de outras culturas do Mediterrâneo.
Roma destacou-se na arquitetura com grandes edifícios privados e públicos.
Entre os privados, incluem-se as casas e as residências coletivas. Os públicos
dividem-se em religiosos (templos), administrativos e comerciais (basílicas) e
lúdicos (teatro, anfiteatro e circo). O espírito prático de Roma reflete-se no
urbanismo e nas grandes obras de engenharia, como estradas e aquedutos.
A cidade de Roma no
século I a.C.
No século I a.C., Roma passou por uma transformação
espetacular, tornando-se uma cidade repleta de confortos, com casas
comerciais, jardins e edifícios monumentais. Construíram-se numerosas
residências e locais de diversão – como o Coliseu – e foram feitas grandes
melhorias no sistema de esgotos e nos aquedutos da cidade.
A crise do Império Romano
A partir do século III, o
Império Romano entrou em declínio. Com o fim das guerras de conquista,
esgotou-se a principal fonte fornecedora de escravos. Teve início a crise do
escravismo que abalou seriamente a economia, fez surgir o colonato e provocou
o êxodo urbano. Além disso, houve disputas pelo poder e as legiões diminuíram.
Enfraquecido, o Império Romano foi dividido em dois e a parte ocidental não
resistiu
às invasões dos bárbaros germânicos no século V.
fonte : site www.clickeducação.com.br
II. O IMPÉRIO ROMANO NA BÍBLIA
1. A profecia de Moisés. A Europa era praticamente desabitada, quando Moisés
profetizou a
ascensão de Roma como a grande opressora dos filhos de Israel: “O SENHOR
levantará contra ti
uma nação de longe, da extremidade da terra, que voa como a águia, nação cuja
língua não
entenderás; nação feroz de rosto, que não atentará para o rosto do velho, nem
se apiedará do
moço” (Dt 28.49,50).
Foi exatamente isso o que aconteceu no ano 70 de nossa era, quando os
exércitos romanos,
comandados por Tito, destruíram Jerusalém, derribaram o Santo Templo e
dispersaram os poucos
judeus que sobreviveram à ira romana.
2. A profecia de Daniel. Em duas ocasiões distintas, o profeta Daniel
refere-se tipologicamente
ao Império Romano. No capítulo dois, descreve ele a aparência exterior deste;
ao passo que, no
capítulo sete, revela sua índole e caráter.
a) Sua aparência exterior. “E o quarto reino será forte como ferro; pois, como
o ferro esmiúça e
quebra tudo, como o ferro quebra todas as coisas, ele esmiuçará e quebrantará”
(Dn 2.40).
b) Seu caráter. “Depois disso, eu continuava olhando nas visões da noite, e
eis aqui o quarto
animal, terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de
ferro; ele devorava, e
fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os
animais que
apareceram antes dele e tinha dez pontas” (Dn 7.7).
No capítulo 13 de Apocalipse, o Império Romano é mostrado como a base para os
dois
representantes de Satanás: a Besta e o Falso Profeta. Veja como as profecias
de Daniel
acham-se em perfeita harmonia com as de João.
III. TENTATIVAS DE SE ERGUER O IMPÉRIO ROMANO
Os Planos Globais do Vaticano
As recentes manobras do papado na política internacional para recuperar o
antigo poder que detinha nos tempos medievais. A criação da Corte
Internacional de Justiça, do Código Penal Internacional, da Polícia e do
Exército Europeu. A estrutura que permitirá a imposição do poder religioso do
Soberano Pontífice Romano. A ingenuidade da liderança evangélica, que está
sendo seduzida pelo canto de sereia do Movimento Ecumênico.
Escrito em conjunto com Richard Bennett, do Berean Beacon.
THE CUTTING EDGE
Em 13 de dezembro de 2000, o jornal oficial do Vaticano, L'Observatore
Romano, com a manchete "Todos Estão Convocados a Construir o Reino de
Deus", publicou as palavras do papa em sua Audiência Geral do dia 6 de
dezembro. O pontífice declarou:
"Aqueles que escolheram o caminho das bem-aventuranças do Evangelho e vivem
como 'pobres em espírito', desapegados dos bens materiais, para erguer os
humildes do pó de sua humilhação, entrarão no reino de Deus... Aqueles que
suportam cheios de amor os sofrimentos da vida entrarão no reino... Todos os
justos da terra, incluindo aqueles que não conhecem a Cristo e sua Igreja e
que, sob a influência da graça, buscam a Deus com um coração sincero, estão,
portanto, convocados a construir o reino de Deus trabalhando com o Senhor, que
é o primeiro e o decisivo construtor."
Todas essas encantadoras palavras são falsas. Cada sentença sugere a salvação
de uma forma que não está na Escritura. Não é escolhendo o "caminho das
bem-aventuranças do Evangelho" que alguém entra no reino de Deus, mas sim por
meio da fé no "caminho" que é Jesus Cristo e seu sacrifício perfeito na cruz.
"Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa". Não é
"suportando cheios de amor os sofrimentos da vida" que entramos no reino, mas
por meio de Cristo, que carregou nossos pecados e sofreu em nosso lugar. Não
faz sentido implicar que alguém que não conheça a Cristo possa se tornar parte
do reino de Deus. "Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e
das minhas sou conhecido." (João 10:14). O pronunciamento do papa só
pode ser entendido no contexto dos planos do pontífice para o governo mundial.
Seu pressuposto é de que o reino de Deus já existe na Igreja Católica Romana.
Isso é coerente com o novo Catecismo: "... A Igreja Católica Romana é a
semente e o princípio desse reino. Suas chaves foram confiadas a Pedro."
Séculos de paciente aspiração, trama, planejamento e subterfúgio político
finalmente produziram frutos, pois a União Européia (UE) parece ser o
protótipo dos planos do Vaticano para um governo mundial. Quem estuda as
palavras oficiais de um papa anterior sobre a "Autoridade Mundial Efetiva" e
está plenamente ciente do que já foi feito na UE, pode imaginar o quão perto
estamos de um Código Penal Internacional, de um Promotor Mundial e da
rotulação progressiva das igrejas bíblicas como "seitas". O que está
acontecendo na Europa foi destacado pelo jornal britânico The Sunday
Telegraph, de 20/10/2000:
"O governo Blair está se preparando para transferir importantes rédeas de
poder a Bruxelas, na reunião de cúpula em Nice, em dezembro. Já sinalizou sua
intenção de renunciar ao veto em muitas áreas existentes; de aceitar uma
Constituição escrita para a União Européia (conhecida como Carta dos Direitos
Fundamentais); de aprovar medidas adicionais para permitir a formação de um
exército e de uma polícia européia; e até mesmo permitir que a União Européia
crie seu próprio Código Penal, com um Promotor Europeu."
Desde 1973 o Mercado Comum Europeu tinha o plano e o propósito de se
transformar na Comunidade Européia (CE). A CE evoluiu então para a União
Européia. Agora, a UE está expandindo sua presença coletiva, propondo um
exército europeu, uma força policial, um Código Penal e um Promotor. Em 1998,
Torquil Dick-Erikson, do Grupo Crítico Europeu, um grupo de acadêmicos e
estudiosos interessados em examinar profundamente a UE, escreveu:
"O 'Corpus Juris' é um plano preparado pela comissão da UE, a pedido do
Parlamento Europeu, para combater as fraudes no Orçamento. Ele encarregará um
Promotor Público Europeu, no modelo inquisitorial continental, que terá
sua jurisdição em toda a Europa, para instruir os juízes nacionais a emitir
mandados de prisão contra os suspeitos, mantendo-os sob custódia por tempo
indeterminado durante a investigação (ou extraditar para outros países da
Europa), sem a obrigação de produzir evidências processuais e sem o direito de
uma audiência pública nesse período."
"Os casos serão então julgados por tribunais especiais, compostas por juízes
profissionais e 'sem jurados ou magistrados leigos'. Eles receberão poder para
proferir sentenças de até sete anos."
"É intenção expressa da Comissão da UE e do presidente do Parlamento Europeu,
Don Gil Robles, que esse sistema seja o 'embrião de um Código Penal Europeu'
que será posteriormente estendido a todos os tipos de crime. Nos dias 8 e 9 de
novembro de 1998, houve uma Conferência Interparlamentar em Estrasburgo em que
o projeto do Corpus Juris foi apresentado para consideração informal.
Os representantes de quatorze estados-membro expressaram concordância total
com a idéia."
É desconcertante perceber que a UE esteja considerando uma legislação parecida
com a prática judicial histórica da Igreja Católica Romana. Não existem os
princípios básicos do Direito, como a pressuposição da inocência do réu e os
trâmites judiciais necessários para salvaguardar a liberdade e a honra do
acusado; o preso não tem o direito de ficar calado, de solicitar um advogado,
etc. Seria coincidência? Ou será a repetição da história? Por séculos no
passado, a Igreja de Roma empregou governos títeres para manter seu povo
submisso e unido. Durante vários séculos, manteve promotores seculares e um
sistema inquisitorial para aplicar penas contra aquilo que considerava
heresia. As pessoas precisam perguntar qual será o derradeiro propósito do
papado ao interferir nos assuntos europeus e internacionais e qual é a
estrutura do papado que lhe daria poder político internacional para alcançar
esses objetivos.
A Sociedade Civil em Nível Internacional, de Acordo com a Visão
de Roma
"O Soberano Pontífice João Paulo II" vê a si mesmo como alguém capaz (e
incumbido) de implementar o governo mundial. O novo Catecismo declara:
"É dever do estado defender e promover o bem-estar comum da sociedade civil. O
bem comum de toda a família humana requer uma organização da sociedade no
nível internacional."
E, de sua perspectiva, o "bem-estar comum da sociedade civil" é o Catolicismo
Romano, seguido por todas as pessoas; defendido e imposto pelas autoridades
civis; submissas à vontade da Santa Sé. A meta do pontífice para o ecumenismo
prevê um governo mundial nas vidas política, econômica e social. Foi dessa
forma que os antecessores de João Paulo II no Trono Pontifical também se
expressaram. Por exemplo, Paulo VI em sua encíclica de 1967 sobre o tema "O
Progresso dos Povos", em uma seção inteira intitulada "Rumo a uma Autoridade
Mundial Efetiva" proclamou o seguinte:
"Essa colaboração internacional em escala mundial requer instituições que a
prepararem, coordenem e direcionem até que, finalmente, esteja estabelecida
uma ordem de justiça que seja reconhecida universalmente... Quem não vê a
necessidade de se estabelecer progressivamente uma autoridade mundial capaz de
agir efetivamente nos setores jurídico e político?"
Quem, de fato? Ao ouvirmos essa declaração precisamos olhar para o passado,
para o testemunho da história, para o que sempre foi o propósito dos setores
jurídico e político aos olhos de Roma: ser uma espada
secular, manejada segundo seus caprichos! Quando ela for senhora do
mundo, então, e somente então, haverá, em sua mente, uma "sociedade sadia".
A Corte Internacional de Justiça e os "Crimes Hediondos"
Assim falou o arcebispo Renato Martino (observador oficial da Santa Sé nas
Nações Unidas), em 16 de junho de 1998, na Conferência Diplomática para o
Estabelecimento de uma Corte Internacional de Justiça, em nome do Vaticano:
"Como disse o papa João Paulo: 'Dentro da comunidade internacional a Santa Sé
apóia todos os esforços para o estabelecimento de estruturas jurídicas
efetivas para salvaguardar a dignidade e os direitos fundamentais dos
indivíduos e das comunidades. Tais estruturas, no entanto, nunca poderão
ser suficientes por si mesmas; são apenas mecanismos que precisam ser
inspirados por um firme e conservador compromisso moral com o bem [quem
define esse bem?] da família humana como um todo.'" [ênfase adicionada]
O registro histórico da Igreja Católica Romana é de uma tirania absoluta e
freqüentemente enganadora, mais comumente destruindo do que "salvaguardando a
dignidade e os direitos fundamentais dos indivíduos", e o arcebispo certamente
sabe disso. Ainda assim, Roma se considera a única autoridade quanto à
moralidade. Essa posição, tão bem demonstrada pela Lei Canônica atual, implica
que a Igreja Católica Romana seja a única que tem o direito de definir o que é
"o bem da família humana como um todo". Dessa forma, não é difícil compreender
seu grande interesse pela Corte Internacional de Justiça. Guarde bem essa
informação assustadora: a Santa Sé tem um delegado na Associação Mundial de
Juristas, fazendo assim com que a Lei Canônica Católica influencie o sistema
judiciário em uma escala internacional. O arcebispo Martino também declarou:
"Aqueles que forem responsáveis por violações, pelos crimes mais hediondos que
ofendem a consciência da família humana, os crimes que estiverem sob a
jurisdição dessa Corte, devem ser obrigados a aceitar sua responsabilidade de
acordo com as normas universais [leia-se "católicas"]... Qualquer estrutura ou
regra que possa levar a decisões quanto à culpa ou inocência, e que esteja
baseada em considerações políticas ao invés de jurídicas, tem um papel
questionável no estatuto proposto."
Já que a Igreja de Roma afirma que suas leis, incluindo as que se referem à
heresia, são "irreformáveis", a declaração de que "aqueles que forem
responsáveis por violações nos mais hediondos crimes que ofendem a consciência
da família humana... estarão sob a jurisdição dessa Corte" é ampla o bastante
para incluir aquilo que Roma define como heresia. As igrejas cristãs bíblicas
certamente se enquadrarão nessa categoria, exatamente como no tempo da
Inquisição, em que oito milhões de protestantes foram executados! Só que,
dessa vez, Roma matará bilhões. [Apocalipse 13:16-18]
Poder e Política
A Igreja Católica Romana lida com as nações usando o nome de "Santa Sé". Em
sua página na Internet, ao comentar sobre "A Missão do Observador Permanente
da Santa Sé nas Nações Unidas", ela afirma: "O termo Santa Sé aplica-se à
autoridade central da Igreja, que transcende, embora inclua, o minúsculo e
soberano Estado do Vaticano. Assim, a Santa Sé representa uma comunidade
global, e não apenas os cidadãos do Vaticano."
Dessa forma, ela se apresenta simultaneamente como a "Santa Sé" e a
"autoridade central". Aí então ela define a jurisdição dessa "autoridade
central" abrangendo toda a "comunidade global". Estaríamos enganados se
imaginássemos que apenas os católicos romanos estão incluídos nesse reino,
pois os próprios dogmas de Roma ensinam que toda a
humanidade está sob a autoridade do papa. O quão "magnânima" e
"beneficente" essa "autoridade" pretende ser é uma conclusão previsível. Em
uma concisa, intensa e reveladora lei oficial, a mesma autoridade declara: "A
Santa Sé não é julgada por ninguém". Não há lógica, apenas tirania; essa
sempre foi a marca de Roma nas páginas da história. A missão do papa também
está claramente definida nos seus pronunciamentos oficiais. Ele define a
Igreja assim: "a Igreja é um 'sacramento ou sinal e instrumento'... da unidade
de toda a raça humana." Sem dúvida, a recusa em se submeter à "autoridade
central" seria um crime hediondo que ofenderia a "consciência da família
humana" e perturbaria a "unidade de toda a raça humana".
A Estrutura de Poder que Torna Possível o Poder Religioso
Global
Parece que o objetivo da hierarquia da Igreja Católica de restaurar o Santo
Império Romano está sendo realizado em escala mundial. Pondo de lado a simples
estrutura organizacional bíblica da noiva de Cristo, a Igreja Católica expõe
nitidamente a estrutura por meio da qual controla sua própria casa. Sua
estrutura de poder é centralizada e totalmente ditatorial. A Igreja Católica
Romana é um sistema de homens cuidadosamente estabelecidos em ordens de
comando, trajando vestimentas que representam os postos hierárquicos. O papa
detém a autoridade absoluta em seu Império: "Em virtude do seu ofício, o
Supremo Pontífice possui infalibilidade em seus
ensinos quando, como supremo pastor e mestre de todos os fiéis
cristãos... proclama por meio de um ato definitivo que uma doutrina de fé ou
de moral deve ser seguida". "Não existe apelo ou recurso contra uma sentença
ou um decreto do Pontífice Romano". É, então, nesse momento que a "dignidade e
os direitos fundamentais dos indivíduos e das comunidades" deixa de existir.
A Rede de Comando
O governo que ela imita não é o de uma igreja, mas o do Império Romano. Como
na Roma imperial, sua estrutura de poder é similar, com um senado (Cúria),
embaixadores (núncios) e uma rede mundial de influência. A hierarquia do
catolicismo romano consiste do papa, de cardeais, patriarcas,
arcebispos-primazes, arcebispos metropolitanos, arcebispos auxiliares, bispos
diocesanos, bispos auxiliares, vigários episcopais, vigários apostólicos,
prefeitos apostólicos, administradores apostólicos e vigários gerais. A
maioria dos pastores e párocos da Igreja Católica lidam com os últimos na
ordem regimental, os "vigários gerais".
Esmagadas debaixo dessa hierarquia estão as freiras e os leigos. Ao servirem a
"Santa Mãe, a Igreja", eles obviamente deixam de observar que essa hierarquia
é composta exclusivamente por homens celibatários. "Também sujeitos ao Santo
Padre estão os bispos e arcebispos titulares, as ordens e congregações
religiosas de direito pontifical, as instituições e universidades pontifícias,
os núncios papais e os delegados apostólicos". "Dando assistência ao papa e
agindo em seu nome no governo e na administração central da Igreja, estão os
cardeais e demais oficiais da Cúria Romana."
A Imposição do Poder
A Igreja Católica Romana impõe suas rigorosas regras religiosas aos homens e
às suas consciências. Quanto a isso, ela afirma que o papa é infalível e
ninguém pode julgá-lo. O católico batizado deve assumir uma submissão fiel de
vontade e de intelecto aos seus ensinos, mesmo quando esses não estejam
definidos como infalíveis. Ela declara: "Essa submissão fiel da vontade e do
intelecto deve ser feita, de forma especial, à autoridade esclarecedora
autêntica do Pontífice Romano, mesmo quando ele não fala ex cathedra..."
A Igreja Católica exerce autoridade sobre cerca de 814.779 mulheres que são
freiras, 57.813 homens que ela chama de irmãos religiosos e 404.626 homens que
chama de seus sacerdotes. Para as freiras, um voto de obediência, estranho ao
pensamento bíblico, impõe a submissão. Sua Lei Canônica #601 ensina que "o
conselho evangélico de obediência, realizado num espírito de fé e amor na
obediência a Cristo, que foi obediente até a morte, requer uma submissão da
vontade aos superiores legítimos, que ocupam o lugar de Deus quando
comandam segundo as constituições adequadas."
A obediência ao Senhor Jesus Cristo, da forma como é ordenada na Bíblia, é
pervertida no mundo católico à obediência a um superior local que "atua no
lugar de Deus". Cada superior local presta contas ao seu supervisor imediato
na rede de comando, uma progressão crescente que culmina no papa. A Igreja
Romana chega ao ponto de declarar: "Os religiosos podem ser coagidos,
por meio de penalidades, pelo responsável local (o bispo) de todas as maneiras
às quais estão sujeitos a ele." (Cânon 1320; ênfase adicionada)
Ordens como essa estão em desacordo com os mandamentos bíblicos do Senhor aos
seus servos:
"Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre,
a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos.." (Mateus 23:8)
"... sede todos sujeitos uns aos outros ... " (1 Pedro 5:5)
Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis
a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. (Gálatas 5:1)
Na verdade, o papado não pode apontar um modelo no Novo Testamento que
justifique sua estrutura hierárquica. E também vai de encontro à lei federal e
estadual que não permite que um poder estrangeiro coaja um cidadão
norte-americano.
A Difícil Situação do Católico Romano
O que segue é um resumo de Peter de Rosa, um escritor católico romano: "O
dilema dos católicos norte-americanos de hoje é o mesmo da maioria dos
católicos. Eles vivem duas ideologias conflitantes. O patriotismo e a religião
têm pouco em comum... Dentro do país, o católico desfruta da abertura, da
total liberdade de culto, da democracia. Ele assume que a liberdade leve a um
aprofundamento da verdade. Está acostumado com as eleições para escolher e
julgar seus líderes; pode elegê-los, ou mandá-los para casa. Ele exige
explicações dos líderes à imprensa, liberdade de informação e uma mídia tão
independente que seja como um segundo governo. Na Igreja, o católico tem que
conviver com um sigilo total e nenhuma prestação de contas. Não existem
escolhas nem eleições. Ele não escolhe os bispos ou o papa; deve aceitar o que
lhe é oferecido. Na Igreja, não existem entrevistas coletivas à imprensa, nem
balanços, nem explicações. O controle que vem de cima é absoluto."
O Soberano Poder Pontifício e os Evangélicos Ingênuos
Alguns evangélicos que costumavam alertar sobre o "governo mundial" agora
parecem estar correndo para os braços dessa "autoridade central". Eles se
recusam a reconhecer o que a Igreja Católica é e a forma como opera - não como
uma igreja, mas como um império sócio-político. Por exemplo, Charles Colson,
Timothy George, Os Guinness, Richard Land, Max Lucado, T. M. Moore, Mark A.
Noll e J. I. Packer endossaram "O Dom da Salvação" (Você
pode ver em
http://www.christiantruth.com/ect1.html e
http://www.christiantruth.com/ect2.html.), um documento que começa
com a seguinte declaração: "Damos graças a Deus porque nos últimos anos muitos
evangélicos e católicos têm sido capazes de expressar uma fé comum em Cristo e
de reconhecer uns aos outros como irmãos e irmãs em Cristo, inclusive nós
mesmos."
Se Cristo fosse o único Senhor e Mestre deles, não se uniriam ao sistema do
"Soberano Pontífice João Paulo II". Essa lamentável ocorrência dentro de
círculos cristãos evangélicos nos dias atuais serve como prova de que a
apostasia profetizada está em plena marcha aqui e agora e com esses líderes.
Não podemos saber, mas é bem provável que esses líderes evangélicos, que
cometeram a besteira de assinar esse documento e que levaram seus rebanhos a
crer nesses princípios, vivam o suficiente para ver o leão romano "bramando e
buscando a quem possa tragar".
A Bíblia Sagrada e Roma
O Espírito Santo, prevendo todas essas coisas e sendo o guia e o consolador da
verdadeira igreja, já providenciou uma resposta divina para o perigoso,
onipresente e renascido Sacro Império Romano. Na Bíblia, o Espírito de Deus
expõe a Igreja de Roma como sendo bela aos olhos deste mundo perdido, mas
deplorável por sua apostasia. Para os que crêem, ele quebrou seus
encantamentos, arrancou sua máscara e escreveu com letras bem grandes seu nome
para todos verem: MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA.
Os cristãos verdadeiros devem comparar tudo com Palavra do Deus Eterno, Santo,
Imutável, Todo-Poderoso, Onisciente e Sábio. Quando confrontados com o leviatã
de Roma, os cristãos podem ter no Senhor uma confiança semelhante àquela de
Davi quando comparou o poder de Golias ao do Deus Verdadeiro: "Tu vens a
mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do
SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado."
(I Samuel 17:45). É tarefa do Senhor desfazer o iníquo pelo seu poder: "E
então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua
boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda." Até isso acontecer,
multidões serão salvas dela "com temor, arrebatadas do fogo". Essa
promessa da graça deve-se à palavra da verdade do Evangelho. O Senhor Jesus
Cristo, que é a cabeça exaltada da igreja e o seu Espírito soberano, dão
conforto e vitória pois "o evangelho de Cristo é o poder de Deus para a
salvação" (Romanos 1:16).
Agora Compreendemos as Palavras do Plano da Casa da Teosofia
Conforme relatei em outros artigos, no seminário exclusivo para membros,
realizado em 18 de agosto de 1991 pelo diretor da Casa de Teosofia da Nova
Inglaterra, ele divulgou a informação que papa católico romano seria o
principal líder religioso na vindoura Nova Ordem Mundial (Veja os detalhes
lendo o artigo A Religião Mundial Já Está Formada - Equivalente Espiritual das
Nações Unidas). Ele também declarou que o papa é um "receptor adequado para o
Cristo" (o Cristo da Nova Era, o Anticristo bíblico). Essa designação, buscada
vigorosamente por João Paulo II e prometida a ele pela Virgem Maria em uma
visão, faz do papa o futuro Falso Profeta, que exercerá os mesmos poderes
ocultistas que o Anticristo. (Apocalipse 13:11-13)
Portanto, agora o ciclo se encerra. A União Européia está estabelecendo
organizações judiciais que servirão ao propósito e aos caprichos do Sumo
Pontífice católico romano. Com os presidentes Bush (pai) e Clinton
deliberadamente entregando a soberania norte-americana às Nações Unidas e à
Corte Mundial, quanto tempo levará até que o poder de Roma se estenda aos
cincoenta estados da União Americana?
Agora você pode entender por que o papa João Paulo II restabeleceu o Tribunal
de Inquisição (chamado de Congregação para a Doutrina da Fé), com o cardeal
Ratzinger no comando. Juntando-se todos os demais sinais de que estamos no fim
dos tempos, essas notícias devem ser recebidas com extrema cautela e com muita
oração intercessória, pois a época da "aniquilação dos santos" pode estar bem
próxima.
http://www.espada.eti.br
IV. O IMPÉRIO ROMANO NA ERA ESCATOLÓGICA
Que ninguém se engane! A era escatológica já chegou. E uma de suas maiores
evidências é o ressurgimento do Império Romano que, desta feita, terá as
seguintes características:
1. Apesar das aparências, estará cronicamente dividido.
É justamente sobre bases tão frágeis que está sendo construído o Novo Império
Romano.
2. A formação administrativa do Novo Império Romano.
Cada região administrativa será composta por mais
de um país.
3. O objetivo do Novo Império Romano.
De acordo com Apocalipse 13, o domínio do
Anticristo abrangerá tanto a economia e a política como a religião.
4. A destruição do Novo Império Romano. Ainda que o Império Romano se reerga,
Cristo o destruirá. Nosso Senhor é aquela pedra que, sem esforço humano,
abateu-se sobre a estátua vista por Nabucodonosor (Dn 2.34,35,44).
Um desenvolvimento político sem paralelos no mundo
atual: a reunificação da Europa Ocidental em uma super-nação. Desde o
Império Romano original, a Europa não esteve tão perto de se transformar em
uma única nação. Os estudiosos em profecias bíblicas sempre entenderam que o
Anticristo viria de uma super-nação que é o Império Romano restaurado. Como eu
disse em muitas ocasiões, este é um tempo muito interessante para se viver,
pois os eventos mundiais estão ocorrendo exatamente como previsto por aqueles
estudiosos que insistiram em interpretar a Bíblia literalmente. Os eventos
mundiais nos últimos 20 anos reforçaram ainda mais a convicção que a Bíblia
precisa ser interpretada literalmente.
Quando pesquisei os escritos dos líderes da Nova Ordem Mundial, observei que
os escritores sempre demonstram uma intensa emoção quando falam sobre a
reunificação da Europa. A emoção que eles demonstram pode até ser comparada
com um fervor religioso. Adolf Hitler, o primeiro que defendeu publicamente a
idéia da Nova Ordem Mundial, acreditava que tinha sido escolhido pelos deuses
para finalmente unir a Europa. Após a Segunda Guerra Mundial, o ocultista
Foster Bailey escreveu que a tentativa de Hitler falhara, e que a reunificação
seria obtida por meios econômicos e pacíficos. Esse plano é coerente com as
profecias bíblicas, que dizem que o reino do Anticristo será acompanhado por
um plano de paz.
Esse plano começou em 1954, quando a sociedade secreta euro-americana
conhecida como Bilderbergers, foi formada com o propósito expresso de unir a
Europa. O plano especificava que a unificação começaria exclusivamente com a
economia. O economista Martin Mayer, escreveu um artigo para o jornal Boston
Globe em 20/9/1992, em que afirmou que sabia, desde 1959 que a reunificação
européia era inevitável. Como ele sabia que era inevitável? Porque "os
fabricantes franceses e alemães estavam se reunindo para padronizar o tamanho
das chaves de fenda... Esse tipo de coisa", escreveu ele, "seria
irreversível".
Mayer estava absolutamente correto. Gradualmente, peça por peça, acordo após
acordo, as nações da Europa foram se integrando sistematicamente. Finalmente,
no início dos anos 1980, o progresso obtido permitiu a criação de uma Zona de
Livre Comércio gigante, maior que os EUA. Os acordos foram eliminando
gradualmente todas as áreas de protecionismo que existiam em muitos países
europeus, e foi fixado um calendário para a eliminação total das barreiras
tarifárias. O Tratado de Maastricht, assinado em 1992, levou as nações da
Europa muito mais próximas a de um único estado federado, com uma única moeda,
um Banco Central, e uma política externa comum.
Com a aprovação do Tratado de Maastricht, a Nação Número 2 foi criada. Que
Nação Número 2, você pergunta? O Plano da Nova Ordem Mundial prevê que,
imediatamente após as Nações Unidas tomarem o controle formal das questões
mundiais, seu primeiro ato oficial será reorganizar as mais de 170 nações
soberanas do mundo em dez super-nações. Esse plano, quando executado, cumprirá
diversas profecias bíblicas, mas notavelmente os 10 dedos da estátua descrita
em Daniel 2:20-45, e os dez chifres, no capítulo 7:1-28.
Vejamos por um momento a profecia dos dez dedos para que possamos compreender
mais claramente o drama que está se desenrolando diante dos nossos olhos. No
capítulo 2:20-45, Daniel identifica a grande figura de um homem no sonho do
rei Nabucodonosor. Essa figura representava os quatro reinos gentios que Deus
permitiria durante o período chamado Tempo dos Gentios.
-
A cabeça e os ombros da estátua eram de puro ouro e representavam o reino
babilônico. Babilônia recebeu controle sobre todo o mundo conhecido.
-
O peito e os braços da estátua eram de prata. Como essa parte do corpo
consiste de duas partes, assim esse reino teria duas partes: os medos e os
persas, unidos para formar o império Medo-Persa. Esse império exerceu
controle sobre o mundo conhecido.
-
O ventre e os quadris da estátua eram de bronze. A nação representada aqui
pode ser identificada como a Grécia, que conquistou o reino persa e passou a
exercer o controle sobre todo o mundo.
-
O quarto reino era representado pelas pernas de ferro e pés, que eram parte
de ferro e parte de barro. Esse reino é Roma, que controlou todo o mundo
conhecido. Roma conquistou a Grécia e seu domínio durou por aproximadamente
1200 anos. No entanto, o império romano se desintegrou e Roma caiu. No
entanto, nossas instituições educacionais, o sistema judiciário e de
administração pública vieram do modelo romano. As instituições romanas
sempre estiveram influenciando o mundo ocidental.
Agora, precisamos considerar os dedos da estátua. Eles são identificados como
sendo parte do quarto e final reino romano nos últimos dias, um reino que
controlará novamente o mundo conhecido, que desta vez é todo o globo
terrestre. Quando os estudiosos em profecias bíblicas consideravam essa
parte da profecia, mas Daniel 9:27, afirmavam que a Bíblia previa a
restauração do Império Romano nos últimos dias.
A parte mais interessante da reunificação européia é que a formação geográfica
da Comunidade Econômica Européia engloba quase que precisamente as fronteiras
do antigo Império Romano e isso inclui a Grã-Bretanha.
Em 1972, foi publicado um livro chamado Manking at the Turning Point,
que incluia um plano para reorganizar as nações do mundo em 10 super-nações.
São elas:
-
América do Norte
-
Europa Ocidental
-
Japão
-
Austrália, África do Sul e o resto da economia de mercado do mundo
desenvolvido
-
Europa Oriental, incluindo a Rússia
-
América Latina
-
Norte da África e o Oriente Médio
-
África Tropical
-
Sul e Sudeste Asiático
-
China
Essa reorganização em 10 nações é planejada como uma nova superestrutura,
construída sobre a estrutura existente das nações soberanas atuais. O Plano
cuidadosamente permite que as nações soberanas continuem a existir sem
qualquer plano aparente de mudança. No entanto, os livros contam uma estória
diferente. Eles definitivamente planejam abolir as nações soberanas, mas
somente depois que as pessoas estiverem habituadas a serem cidadãos da
supernação na qual estão vivendo.
Porém, a Comunidade Européia é apenas uma das super-nações desse plano. Neste
ponto, precisamos fazer uma pausa para discutir uma outra interpretação dos 10
dedos da estátua de Daniel 2, pois muitas pessoas estão acostumados com essa
interpretação. Essa interpretação dos 10 dedos é que o Império Romano
Restaurado seria formado por 10 nações. O fato é que atualmente ele consiste
de mais do que isso. De acordo com essa teoria, algumas nações precisarão ser
desligadas da união européia.
No entanto, essa interpretação viola um princípio básico da interpretação
bíblica, o princípio do contexto. Os estudiosos da Bíblia sabem que, na
interpretação do significado de qualquer Escritura em particular, precisamos
ter o cuidado de examinar o contexto. Esse princípio é muito importante, pois
muitas seitas usam as Escritura fora do contexto para distorcer e perverter o
significado verdadeiro do texto. Essa interpretação que a nação de 10 dedos no
fim dos tempos é uma Comunidade Européia formada por 10 nações viola esse
princípio básico, pois tira a interpretação do contexto original.
Qual é o contexto original? Podemos vê-lo facilmente no capítulo 2:39, "Depois
de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de
bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra." Cada um dessas nações gentias
recebeu controle temporário sobre todo o mundo conhecido de então. Portanto, o
contexto dessa profecia das 10 nações é o controle sobre todo o mundo
conhecido, que hoje é todo o globo terrestre. Esta é a abrangência do plano
contido dentro do livro mencionado anteriormente. Todo o mundo será
reorganizado em 10 super-nações, e estamos vendo isso ocorrer diante dos
nossos olhos!!
Antes de prosseguirmos, quero mencionar mais uma coisa sobre o número 10. Os
ocultistas crêem que o número 10 é sagrado. Evidentemente, Deus fez os
ocultistas crerem nessa bobagem sobre a natureza sagrada do número 10 para que
a profecia dos Dez Dedos se cumpra. Apesar das nossas interpretações de que os
Dez Dedos representam todo o mundo, ainda poderemos ver Satanás deixar a
Comunidade Européia com 10 nações; no entanto, isso ainda não seria o
cumprimento da Profecia dos Dez Dedos. O plano de reorganizar as nações do
mundo em 10 super-nações será o cumprimento. Achamos que a Comunidade Européia
poderá ter a configuração final de 10 nações somente porque compreendemos como
esse número é sagrado para os ocultistas e para Satanás. Os ocultistas parecem
preocupados com o número 10. Vemos isso em seus escritos constantemente. O
exemplo mais prático de seu uso são os EUA. Você sabia que o presidente Nixon,
em 10 de fevereiro de 1972, reorganizou os EUA em 10 regiões para o caso de
uma emergência nacional? Não somente ele escolheu o número 10 como o número de
regiões em seu plano, mas também escolheu o décimo dia de fevereiro para
assinar a Ordem Executiva. Dez é um número considerado sagrado pelos
ocultistas.
Quando olhamos para o Plano de Reorganização em 10 Nações, vemos que os EUA
estão incluídos na Nação Número 1, chamada América do Norte. A Zona de Livre
Comércio da América do Norte, chamada NAFTA, proposta pelo presidente Bush,
foi aprovada no Congresso e no Senado e já é uma realidade. Ela engloba o
Canadá, os EUA e o México.
A Nação Número 3, o Japão, a Nação 6, a América Latina, e a Nação 10, China já
existem ou estão sendo formadas. Um fato interessante é que a Nação Número 5
foi listada no livro publicado em 1972 como "Europa Oriental, incluindo a
Rússia". Isso é totalmente incrível, e demonstra novamente a existência de um
plano conspiratório muito bem planejado, pois em 1972, a Rússia fazia parte da
superpotência chamada União Soviética, ou URSS. O autor ocultista desse livro
conhecia o plano da Nova Ordem Mundial de dividir a URSS em suas partes
componentes, e assim, chamou sua reorganização nacional da forma apropriada.
A Nação Número 7, Norte da África e Oriente Médio está sendo formada
atualmente com as conversações de "paz" entre Israel e Síria. Essas
conversações estão mostrando grande progresso e provavelmente resultarão em
uma temporária regionalização do Oriente Médio, conforme implicado no título
para a Nação Número 7.
Finalmente, as Nações 4, 8 e 9 são simplesmente países do Terceiro Mundo que
não têm poder algum e farão aquilo que as Nações Unidas mandarem fazer. A
criação dessas nações poderá ocorrer de uma hora para outra, por decisão das
ONU.
Os cães estão forçando, tentando romper as correntes, aguardando a remoção
final das restrições, e, então, reorganizarão o mundo de acordo com o Plano
das 10 Nações.
Finalmente, os eventos atuais possivelmente nos deram a resposta à profecia
problemática em Apocalipse 17:1-3, que diz que a besta do Anticristo terá sete
cabeças e dez chifres. Obviamente, várias das cabeças precisarão ter mais de
um chifre. Os estudiosos sempre tiveram dificuldade em explicar essa profecia.
No entanto, considere que o plano para a criação da Nova Ordem Mundial do
Anticristo está sendo encabeçado por duas forças:
-
A organização econômica chamada "Grupo dos 7", ou simplesmente "G-7". Os
líderes do G-7 são sempre representados pelos chefes de estado, que se
chamam "as cabeças" da organização. O G-7 é formado pelos Estados Unidos,
Canadá, Grã-Bretanha, França, Itália, Alemanha e Japão.
-
O Plano de Reorganização em 10 Super-nações.
E então temos as sete cabeças e os dez chifres.
Hoje, como nunca antes, estamos testemunhando o mundo mudar de todas as formas
que foram profetizadas na Bíblia referente aos últimos dias. Não se engane:
Satanás está reunindo suas tropas de muitas formas diferentes e de todas as
direções, esperando somente o dia em que essas restrições finais serão
removidas. Então, ele atacará para derrubar a Velha Ordem instituída com base
nos valores do judaísmo e do cristianismo, estabelecendo a Nova Ordem Mundial,
baseada no paganismo.
http://www.espada.eti.br
CONCLUSÃO
Satanás sempre tem pronto um sistema de governo e um líder para ser o
anticristo, pois não sabe a que hora e nem em que dia vem JESUS.
O império Babilônico foi utilizado por Deus como
braço vingador e de castigo contra o seu próprio povo: rebelde e negligente,
que continuadamente se esquecia dos princípios de justiça e retidão de Deus,
bem como de sua missão e chamado. Em sua marcha de globalização, o império
Babilônico destruiu Jerusalém e levou todo o povo em cativeiro. É nessa
ocasião que temos a interpretação de Daniel para o sonho do rei Nabucodonozor,
registrado em Daniel 2.30-45. O sonho era sobre uma estátua e, na
interpretação de Daniel, temos a identificação das partes dessa estátua com
esses grandes impérios do mundo antigo. Um era o próprio império babilônico (a
cabeça de ouro). Os demais vêm na seqüência do corpo da estátua. O império
Persa, o peito e os braços de prata. O império grego, o ventre e os quadris de
bronze. O império romano, as pernas de ferro e os pés, parte de ferro, parte
de barro. Toda essa estátua colossal, representativa do esforço humano de
subjugar e dominar o mundo constituída de metais nobres, nas partes
superiores e de metais menos nobres nas partes inferiores, está erguida e
apoiada em pés fracos, nos quais o barro se mistura com o metal. Toda a glória
humana é efêmera e passageira e se reduz a um monte de palha que se espalha
pelo vento (1 Pe 1.24). Todas essas grandes tentativas de globalização
passaram deixando poucos rastros permanentes.
Contrastando com a estátua, uma
pequena pedra representa o reino de Deus (Gn 49.24; Sl 118.22; Is 28.16). Esse
atinge a estátua no quarto império mencionado o romano e reduz todo aquele
esforço humano a um monturo. Nenhum desses impérios, entretanto, existiu fora
dos planos ou propósitos de Deus (“Tu, ó rei, rei de reis, a quem o Deus do
céu conferiu o reino, o poder, a força e a glória; a cujas mãos foram
entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem, e os animais do
campo e as aves do céu, para que dominasses sobre todos eles, tu és
a cabeça de ouro...” (Dn 2.37-38)
Falso Profeta
Líder espiritual que dominará as religiões após o Arrebatamento, dando-lhes um
caráter ecumenista, secular e essencialmente demoníaco.
Questionário da
Lição 6 -
Vem O Fim, O Fim Vem - O Renascimento Do Império Romano:
INTRODUÇÃO
1- Qual outro nome poder-se-ia dar ao Império Romano, como outro qualquer
que venha a surgir?
( ) União Romana
( ) União Européia ( ) União Cristã
Texto Áureo:
2- Por que o Império Romano será um reino que não terá paralelo na história
dos grandes impérios?
( ) Devido à sua prosperidade (
) Devido à sua justiça ( ) Devido a sua maldade
Verdade Prática:
3- Quem abaterá o Império Romano, reduzindo-o a
um monturo?
( ) Satanás ( ) Os Americanos ( ) O Rei dos reis e Senhor dos senhores, JESUS
CRISTO
Tópico I. A ORIGEM DO IMPÉRIO ROMANO
4- Quando foi fundada a cidade de Roma?
( ) Em 753 a.C.. ( ) Em 853 a.C.
( ) Em 1253 a.C.
5- Quando as forças romanas chegaram à Terra
Santa e quem as comandava?
( ) Em 66 a.C., Comandadas pelo general Pompeu, ( ) Em 66 a.C., Comandadas pelo general
Tito,
Tópico II. O IMPÉRIO ROMANO NA BÍBLIA
6- Como Moisés profetizou a ascensão de Roma, como a grande opressora dos
filhos de Israel? Complete:
“O SENHOR levantará contra ti uma ______________
de longe, da extremidade da terra, que ________ como a águia, nação cuja
língua não entenderás; nação ________________ de rosto, que não atentará para
o rosto do velho, nem se apiedará do moço” (Dt 28.49,50).
7- Quando aconteceu o que Moisés profetizou e de que maneira? Complete:
Aconteceu no ano __________ de nossa era, quando
os exércitos romanos, comandados por ___________, destruíram Jerusalém,
derribaram o Santo Templo e dispersaram os poucos judeus que sobreviveram à
ira romana.
8- Como, onde e de que maneira o profeta Daniel
se refere ao Império romano? Complete:
Tipologicamente. No capítulo _____________ de seu
livro, descreve ele a aparência exterior deste; ao passo que, no capítulo
________, revela sua índole e caráter.
9- De que maneira Daniel descreve a aparência exterior do Império romano?
Complete:
“E o quarto reino será forte como ___________;
pois, como o __________ esmiúça e quebra tudo, como o ________ quebra todas as
coisas, ele esmiuçará e quebrantará” (Dn 2.40).
10- De que maneira Daniel descreve o caráter do Império romano? Complete:
“Depois disso, eu continuava olhando nas
_____________da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e
muito forte, o qual tinha dentes grandes de __________; ele devorava, e fazia
em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais
que apareceram antes dele e tinha _______________pontas” (Dn 7.7).
11- Como o Império Romano é mostrado no
capítulo 13 de Apocalipse?
( ) Como o mais bondoso império ( ) Como a base para os dois representantes de
Satanás
12- Quais são os dois representantes de Satanás
tanto em Daniel como em Apocalipse?
( ) O anticristo e o Papa ( ) A Besta e o Falso Profeta
( ) A mulher vestida de sol e o dragão
Tópico III. TENTATIVAS DE SE ERGUER O
IMPÉRIO ROMANO
13- O que planejava a igreja Católica Romana a respeito do Império
Romano?
( ) Tenta ocupar o espaço deixado pelos reinos
persa e grego
( ) Tenta ocupar o espaço deixado pelos
imperadores de Roma
14- Cite pelo menos dois grandes vultos
mundiais e europeus que intentaram dominar todo o mundo:
( ) Che Guevara e Simom Boliva ( ) O imperador francês, Napoleão Bonaparte e
Adolf Hitler
Tópico IV. O IMPÉRIO ROMANO NA ERA
ESCATOLÓGICA
15- Qual é hoje uma de suas maiores evidências de que a era escatológica
já chegou?
( ) A cura do Aid's ( ) O
surgimento do Mercosul ( ) É o ressurgimento do Império Romano
16- Cite pelo menos 4 características do
moderno Império Romano: Complete:
a) Apesar das aparências, estará cronicamente
dividido.
Ingleses continuam a não aturar os ____________,
que desconfiam dos alemães, que não se dão com os ____________________, que
não aturam os espanhóis...
É justamente sobre bases tão frágeis que está sendo construído o Novo Império
Romano.
b) A formação administrativa do Novo Império Romano.
Tanto _____________como João mostram o Novo
Império Romano constituído a partir de __________________ unidades (Dn
2.41,42; Ap 13.1). Pensava-se, de início, que seria ele formado por apenas dez
nações. Hoje, porém, já são _____________ os países que formam a União
Européia. Como entender esta aparente contradição?
Na verdade, não são dez países; e, sim, dez regiões administrativas que
abrangerão um território maior do que o Antigo Império Romano. Logo, o Novo
Império Romano ocupará não somente a Europa, mas também o Norte da ___________
e o Oriente Médio. Por conseguinte, cada região administrativa será composta
por mais de um país.
c) O objetivo do Novo Império Romano.
Terá o Novo Império Romano, por objetivo,
_______________ o governo que Satanás, através da Besta e do Falso Profeta,
implantará no mundo logo após o ____________________ da Igreja. De acordo com
Apocalipse 13, o domínio do Anticristo abrangerá tanto a economia e a política
como a religião. Todavia, este reino não subsistirá; ________________ fará
dele um monturo.
d) A destruição do Novo Império Romano.
Ainda que o Império Romano se reerga, Cristo o
destruirá. Nosso Senhor é aquela ______________ que, sem esforço humano,
abateu-se sobre a estátua vista por __________________________ (Dn
2.34,35,44).
Daniel continua a descrever a ruína do Novo Império Romano, agora mostrado
como aquele animal terrível: “Estive olhando até que o animal foi morto, e o
seu corpo, desfeito e entregue para ser queimado pelo fogo” (Dn 7.11). Por
quem foi o animal morto? Pelo Filho de Deus! E, assim, recebe o Senhor Jesus o
poder, a glória e a majestade.
CONCLUSÃO
17- Quem é o Falso Profeta citado em Apocalípse? Complete:
Líder espiritual que dominará as religiões após o ____________________,
dando-lhes um caráter ecumenista, secular e essencialmente
____________________.