Índex
Estudos
EBD
Discipulado
Mapas
Igreja
Ervália
Corinhos
Figuras1
Figuras2
VídeosEBD
Fotos
 
LIÇÃO 6, O Renascimento Do Império Romano;
4º Trimestre De 2004 - VEM O FIM, O FIM VEM,
A Doutrina Das Últimas Coisas, Comentários da CPAD do Pr. Claudionor Corrêa De Andrade.
Questionário
 
Texto Áureo: Depois disso, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele 
e tinha dez pontas” (Dn 7.7). 

 
Verdade Prática: O Novo Império Romano já é uma realidade. É através dele que o espírito do Anticristo está implantando a sua plataforma de governo.

Leitura Diária:
Segunda Dt 28.49,50 Uma antiga profecia do opressor
49 O Senhor levantará contra ti uma nação de longe, da extremidade da terra, veloz como a águia; nação cuja língua não entenderás, 50 nação feroz de rosto, que não terá respeito pelo velho, nem compaixão do moço.
28.49-57 CONTRA TI UMA NAÇÃO. Estes versículos descrevem uma invasão da terra de Canaã, descrição esta que podia ser uma 
alusão à invasão dos assírios (descrita em Os 8.1, como a investida de uma águia), à invasão dos babilônios (descrita em Jr 48.40, 
como o vôo da águia; cf. 2 Rs 25.1-21; Jr 39.1-10; 52.28-30) ou ao cerco dos romanos em 70 d.C. (ver Lc 21.20)
Lucas 21.20 Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei, então, que é chegada a sua desolação. Isto são coisas que já aconteceram, porém, são prelúdios do que ainda acontecerá.

Terça Dn 2.33 Ferro – O metal símbolo de guerra
33 as suas pernas de ferro, os seus pés em parte de ferro e em parte de barro.
2.40 O QUARTO REINO SERÁ FORTE COMO FERRO. O reino de ferro (v. 33) representa o império romano, que teve seu início cerca de 67 a.C. e dominou o mundo numa amplitude que nenhum império dantes o fizera.

Quarta Dn 7.7 Roma – O animal feroz com dentes de ferro
7 Depois disto, continuei olhando nas visões da noite, e vi o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava. Era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.
O quarto animal, espantoso e terrível, e com dentes de ferro, representa o império romano, equivalente ao final da imagem do cap. 2, inclusive os dez dedos dos pés.

Quinta Dn 2.33, 42,43 A fraqueza de Roma
33 as suas pernas de ferro, os seus pés em parte de ferro e em parte de barro.
42 Como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil. 43 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de oleiro, misturar-se-ão pelo casamento, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.
2.41-43 FERRO E... BARRO... FORTE... FRÁGIL. Os pés de ferro e barro provavelmente representam os estados nacionalistas que vieram a existir na área do ex-império romano a partir da sua queda. Alguns deles têm sido fortes e de longa duração; outros são frágeis, e outros fragmentaram-se seguidamente.

Sexta Dn 7.8 Roma – O instrumento do Anticristo
8 Estando eu observando os chifres, vi que entre eles subiu outro chifre pequeno; e três dos primeiros chifres foram arrancados diante dele. Neste chifre havia olhos como os olhos de homem, e uma boca que falava com vanglória.
A PONTA PEQUENA. A ponta (ou chifre) pequena simboliza o último governante da terra - o anticristo (1 Jo 2.18), o homem do pecado (2 Ts 2.3,8), a besta que abate três dos dez reis (vv. 11,24; Ap 13.7; 19.19,20). Ele guerreará contra os santos de Deus, vence-los-á (vv. 21,22,25) e falará palavras contra Deus (v. 25). Quando vier o "Ancião de dias" (v. 9), os santos possuirão o reino (vv. 22,27; cf. Ap 11.15-18; 20.4-6); o anticristo será destruído (vv. 11,26) e lançado no fogo ardente (Ap 19.20).

Sábado Dn 2.34,45 A destruição de Roma
34 Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mãos, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou. 
45 Como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro, o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação.
UM REINO QUE NÃO SERÁ JAMAIS DESTRUÍDO. No sonho, uma pedra cortada sem mãos (i.e., sobrenaturalmente) da montanha feriu a imagem nos pés. Não somente foram destruídos os pés, como também todo o ouro, a prata, o cobre, o ferro e o barro transformaram-se em pó, e o vento levou tudo para longe. (1) Quando Babilônia sucumbiu ante os medo-persas, a maneira de ser desta última coalização permaneceu como parte da mesma imagem. A mesma realidade aplica-se à Grécia e Roma, e continua a mesma aplicação aos estados nacionalistas modernos. Todos são parte do mesmo sistema mundial. Daí, ainda haver atualmente a astrologia babilônica, a ética medo-persa, a arte e filosofia gregas e a idéia romana de que se pode obter a paz mediante o poderio militar. Diante do sonho de Nabucodonosor, a presente ordem mundial com a sua filosofia de vida e valores deve desaparecer completamente para que o reino de Cristo seja plenamente estabelecido aqui. (2) A pedra tornou-se um reino que encheu toda a terra (v. 35). Este quinto reino é o reino de Deus, estabelecido por Jesus, o Messias. Ele encherá a terra inteira e se estenderá até aos novos céus e a nova terra (cf. Ap 21.1). É certo que a presente ordem mundial não durará para sempre, mas o reino de Deus, sim, durará para sempre (cf. 2 Pe 3.10-13).

Leitura Bíblica Em Classe: DANIEL 7.7-14 
7 Depois disto, continuei olhando nas visões da noite, e vi o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava. Era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres. 8 estando eu observando os chifres, vi que entre eles subiu outro chifre pequeno; e três dos primeiros chifres foram arrancados diante dele. Neste chifre havia olhos como os olhos de homem, e uma boca que falava com vanglória. 9 Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um Ancião de Dias se assentou. A sua veste era branca como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima. O seu trono era de chamas de fogo, com rodas de fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele. Milhares de milhares o serviam, e milhões de milhões estavam diante dele. Assentou-se o tribunal, e abriram-se os livros. 11 Então estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que provinha do chifre. Estive olhando até que o animal foi morto, o seu corpo desfeito, e entregue para ser queimado pelo fogo. 12 Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio, mas foi-lhes dada prolongação de vida até certo espaço de tempo. 13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e vi que vinha nas nuvens do céu um como o filho do 
homem. Ele se dirigiu ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. 14 Foi-lhe dado o domínio, a honra e o reino; todos os povos, nações e línguas o adoraram. O seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino o único que não será destruído.

Objetivos: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Explicar a origem do Império Romano.
2- Analisar o ressurgimento do Império Romano na Era Escatológica.
3- Localizar as profecias bíblicas acerca do Império Romano.

Comentários: INTRODUÇÃO
 INTRODUÇÃO
O renascimento do Império Romano não é uma hipótese. Se ao término da Segunda Guerra Mundial, parecia ele utopia numa Europa humilhada e destruída, hoje mostra-se mais real do que nunca. Não importa o nome que se lhe dê: União Européia ou Novo Império Romano. O terrível animal, visto por Daniel, acha-se prestes a pisar e a despedaçar a quantos se lhe opuserem. 
Esse reino, que não terá paralelo na história dos grandes impérios, devido a sua maldade, dará todo o suporte político, econômico e religioso ao Anticristo, a fim de que este venha a dominar o mundo todo. O Senhor Jesus, porém, o abaterá, reduzindo-o a um monturo. O Rei dos reis e Senhor dos senhores não tolerará a soberba do inimigo. A Europa reunificada, por conseguinte, não é um mero fenômeno político, mas o cumprimento da profecia bíblica. É o que veremos nesta lição.
A UNIÃO EUROPÉIA COMEÇOU E CONTINUA A SE REUNIR EM ROMA COM IDÉIAS IGUAIS ÀS DE ROMA.

I. A ORIGEM DO IMPÉRIO ROMANO
O mito da fundação de Roma
Diz a lenda que Roma foi fundada no ano 753 a.C. por Rômulo e Remo, filhos gêmeos do deus Marte e da mortal Rea Sílvia. Ao nascer, os dois irmãos foram abandonados junto ao rio Tibre e salvos por uma loba, que os amamentou e os protegeu. Por fim, um pastor os recolheu e lhes deu os nomes de Rômulo e Remo. Depois de matar Remo numa discussão, Rômulo deu seu nome à cidade. A história, por sua vez, nos diz que algumas tribos de origem sabina e latina estabeleceram um povoado no monte Capitolino, junto ao rio Tibre.

 A Monarquia
Num período lendário, Roma foi governada por sete reis que tinham poder absoluto. O Senado, formado por chefes de família, os aconselhava. Por volta de 575 a.C., os reis etruscos dominaram Roma e influenciaram decisivamente o início da civilização romana. Ditaram leis prudentes em favor do artesanato e do comércio, com os quais Roma adquiriu grande importância. Aos poucos, porém, esses reis deram lugar a outros monarcas, violentos e tirânicos, que desprezavam as opiniões do Senado.
Sociedade 

Patrícios e plebeus
Os cidadãos livres se dividiam em patrícios e plebeus. Os patrícios eram os descendentes das famílias dos antigos chefes tribais. No início da República, eles constituíam a classe dirigente. Já os plebeus não tinham linhagem aristocrática e não possuíam direitos políticos. No século III a.C., após as guerras, surgiram novas camadas sociais: cavaleiros ou homens novos (plebeus enriquecidos no comércio) e clientes (dependentes dos patrícios). A partir daí, a organização social já não se estabelecia em função do nascimento, mas sim da riqueza.


A república e seus magistrados
As famílias patrícias que formavam o Senado, temerosas de perder seu poder diante da tirania dos reis, os expulsaram e proclamaram a República. Esta se baseava em três órgãos: o Senado, os magistrados e as Assembléias, simbolizados pela conhecida sigla S.P.Q.R. (Senatus Populusque Romanus, ou seja, "Senado e povo romano").

 O trabalho dos escravos
Em conseqüência das guerras de expansão, os escravos em Roma eram muito numerosos. Não eram considerados seres humanos, mas sim propriedades e, portanto, eram explorados e vendidos como mercadorias. Seu trabalho, no artesanato e na agricultura, era decisivo para a produção de bens necessários para a sociedade. Podiam comprar a sua liberdade ou então serem libertados pelo proprietário. A partir do século II a.C., sucederam-se diversas rebeliões de escravos, como a comandada por Espártaco.
 
 O exército romano
O Império Romano dependia de um exército forte e bem organizado, que realizava as campanhas de expansão e defendia as fronteiras. Os legionários eram a base do exército romano; a maioria deles eram voluntários. Para entrar no exército era imprescindível ser cidadão romano. O exército estruturava-se em legiões de seis mil soldados, cada uma dividida em dez cortes.
 
 A religião romana
A religião romana foi formada combinando diversos cultos e várias influências. Crenças etruscas, gregas e orientais foram incorporadas aos costumes tradicionais para adaptá-los às novas necessidades do povo. O Estado romano propagava uma religião oficial que prestava culto aos grandes deuses de origem grega, porém com nomes latinos, como por exemplo, Júpiter, pai dos deuses; Marte, deus da guerra, ou Minerva, deusa da arte. Em honra desses deuses eram realizadas festas, jogos e outras cerimônias. Os cidadãos, por sua vez, buscavam proteção nos espíritos domésticos, chamados lares, a quem rendiam culto dentro de casa. O Edito de Milão de Constantino estabeleceu a liberdade de culto aos cristãos, encerrando as violentas perseguições. No século IV d.C., o cristianismo tornou-se a religião oficial, por determinação do imperador Teodósio. 

 A arte romana
Inspirada no modelo grego, a arte romana incorporou as formas e as técnicas de outras culturas do Mediterrâneo.
Roma destacou-se na arquitetura com grandes edifícios privados e públicos. Entre os privados, incluem-se as casas e as residências coletivas. Os públicos dividem-se em religiosos (templos), administrativos e comerciais (basílicas) e lúdicos (teatro, anfiteatro e circo). O espírito prático de Roma reflete-se no urbanismo e nas grandes obras de engenharia, como estradas e aquedutos.

 
A cidade de Roma no século I a.C.
No século I a.C., Roma passou por uma transformação espetacular, tornando-se uma cidade repleta de confortos, com casas comerciais, jardins e edifícios monumentais. Construíram-se numerosas residências e locais de diversão – como o Coliseu – e foram feitas grandes melhorias no sistema de esgotos e nos aquedutos da cidade. 

A crise do Império Romano
A partir do século III, o Império Romano entrou em declínio. Com o fim das guerras de conquista, esgotou-se a principal fonte fornecedora de escravos. Teve início a crise do escravismo que abalou seriamente a economia, fez surgir o colonato e provocou o êxodo urbano. Além disso, houve disputas pelo poder e as legiões diminuíram. Enfraquecido, o Império Romano foi dividido em dois e a parte ocidental não resistiu 
às invasões dos bárbaros germânicos no século V.
fonte : site www.clickeducação.com.br

II. O IMPÉRIO ROMANO NA BÍBLIA
1. A profecia de Moisés. A Europa era praticamente desabitada, quando Moisés profetizou a ascensão de Roma como a grande opressora dos filhos de Israel: “O SENHOR levantará contra ti uma nação de longe, da extremidade da terra, que voa como a águia, nação cuja língua não entenderás; nação feroz de rosto, que não atentará para o rosto do velho, nem se apiedará do moço” (Dt 28.49,50).
Foi exatamente isso o que aconteceu no ano 70 de nossa era, quando os exércitos romanos, comandados por Tito, destruíram Jerusalém, derribaram o Santo Templo e dispersaram os poucos judeus que sobreviveram à ira romana.

2. A profecia de Daniel. Em duas ocasiões distintas, o profeta Daniel refere-se tipologicamente ao Império Romano. No capítulo dois, descreve ele a aparência exterior deste; ao passo que, no capítulo sete, revela sua índole e caráter.a) Sua aparência exterior. “E o quarto reino será forte como ferro; pois, como o ferro esmiúça e quebra tudo, como o ferro quebra todas as coisas, ele esmiuçará e quebrantará” (Dn 2.40). 
b) Seu caráter. “Depois disso, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez pontas” (Dn 7.7).
No capítulo 13 de Apocalipse, o Império Romano é mostrado como a base para os dois representantes de Satanás: a Besta e o Falso Profeta. Veja como as profecias de Daniel acham-se em perfeita harmonia com as de João. 


III. TENTATIVAS DE SE ERGUER O IMPÉRIO ROMANO
 
Os Planos Globais do Vaticano
As recentes manobras do papado na política internacional para recuperar o antigo poder que detinha nos tempos medievais. A criação da Corte Internacional de Justiça, do Código Penal Internacional, da Polícia e do Exército Europeu. A estrutura que permitirá a imposição do poder religioso do Soberano Pontífice Romano. A ingenuidade da liderança evangélica, que está sendo seduzida pelo canto de sereia do Movimento Ecumênico.
Escrito em conjunto com Richard Bennett, do Berean Beacon.   THE CUTTING EDGE
 
Em 13 de dezembro de 2000, o jornal oficial do Vaticano, L'Observatore Romano, com a manchete "Todos Estão Convocados a Construir o Reino de Deus", publicou as palavras do papa em sua Audiência Geral do dia 6 de dezembro. O pontífice declarou:
 
"Aqueles que escolheram o caminho das bem-aventuranças do Evangelho e vivem como 'pobres em espírito', desapegados dos bens materiais, para erguer os humildes do pó de sua humilhação, entrarão no reino de Deus... Aqueles que suportam cheios de amor os sofrimentos da vida entrarão no reino... Todos os justos da terra, incluindo aqueles que não conhecem a Cristo e sua Igreja e que, sob a influência da graça, buscam a Deus com um coração sincero, estão, portanto, convocados a construir o reino de Deus trabalhando com o Senhor, que é o primeiro e o decisivo construtor."
 
Todas essas encantadoras palavras são falsas. Cada sentença sugere a salvação de uma forma que não está na Escritura. Não é escolhendo o "caminho das bem-aventuranças do Evangelho" que alguém entra no reino de Deus, mas sim por meio da fé no "caminho" que é Jesus Cristo e seu sacrifício perfeito na cruz. "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa". Não é "suportando cheios de amor os sofrimentos da vida" que entramos no reino, mas por meio de Cristo, que carregou nossos pecados e sofreu em nosso lugar. Não faz sentido implicar que alguém que não conheça a Cristo possa se tornar parte do reino de Deus. "Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido." (João 10:14). O pronunciamento do papa só pode ser entendido no contexto dos planos do pontífice para o governo mundial. Seu pressuposto é de que o reino de Deus já existe na Igreja Católica Romana. Isso é coerente com o novo Catecismo: "... A Igreja Católica Romana é a semente e o princípio desse reino. Suas chaves foram confiadas a Pedro."
 
Séculos de paciente aspiração, trama, planejamento e subterfúgio político finalmente produziram frutos, pois a União Européia (UE) parece ser o protótipo dos planos do Vaticano para um governo mundial. Quem estuda as palavras oficiais de um papa anterior sobre a "Autoridade Mundial Efetiva" e está plenamente ciente do que já foi feito na UE, pode imaginar o quão perto estamos de um Código Penal Internacional, de um Promotor Mundial e da rotulação progressiva das igrejas bíblicas como "seitas". O que está acontecendo na Europa foi destacado pelo jornal britânico The Sunday Telegraph, de 20/10/2000:
 
"O governo Blair está se preparando para transferir importantes rédeas de poder a Bruxelas, na reunião de cúpula em Nice, em dezembro. Já sinalizou sua intenção de renunciar ao veto em muitas áreas existentes; de aceitar uma Constituição escrita para a União Européia (conhecida como Carta dos Direitos Fundamentais); de aprovar medidas adicionais para permitir a formação de um exército e de uma polícia européia; e até mesmo permitir que a União Européia crie seu próprio Código Penal, com um Promotor Europeu."
 
Desde 1973 o Mercado Comum Europeu tinha o plano e o propósito de se transformar na Comunidade Européia (CE). A CE evoluiu então para a União Européia. Agora, a UE está expandindo sua presença coletiva, propondo um exército europeu, uma força policial, um Código Penal e um Promotor. Em 1998, Torquil Dick-Erikson, do Grupo Crítico Europeu, um grupo de acadêmicos e estudiosos interessados em examinar profundamente a UE, escreveu:
 
"O 'Corpus Juris' é um plano preparado pela comissão da UE, a pedido do Parlamento Europeu, para combater as fraudes no Orçamento. Ele encarregará um Promotor Público Europeu, no modelo inquisitorialcontinental, que terá sua jurisdição em toda a Europa, para instruir os juízes nacionais a emitir mandados de prisão contra os suspeitos, mantendo-os sob custódia por tempo indeterminado durante a investigação (ou extraditar para outros países da Europa), sem a obrigação de produzir evidências processuais e sem o direito de uma audiência pública nesse período."
 
"Os casos serão então julgados por tribunais especiais, compostas por juízes profissionais e 'sem jurados ou magistrados leigos'. Eles receberão poder para proferir sentenças de até sete anos."
 
"É intenção expressa da Comissão da UE e do presidente do Parlamento Europeu, Don Gil Robles, que esse sistema seja o 'embrião de um Código Penal Europeu' que será posteriormente estendido a todos os tipos de crime. Nos dias 8 e 9 de novembro de 1998, houve uma Conferência Interparlamentar em Estrasburgo em que o projeto do Corpus Juris foi apresentado para consideração informal. Os representantes de quatorze estados-membro expressaram concordância total com a idéia."
 
É desconcertante perceber que a UE esteja considerando uma legislação parecida com a prática judicial histórica da Igreja Católica Romana. Não existem os princípios básicos do Direito, como a pressuposição da inocência do réu e os trâmites judiciais necessários para salvaguardar a liberdade e a honra do acusado; o preso não tem o direito de ficar calado, de solicitar um advogado, etc. Seria coincidência? Ou será a repetição da história? Por séculos no passado, a Igreja de Roma empregou governos títeres para manter seu povo submisso e unido. Durante vários séculos, manteve promotores seculares e um sistema inquisitorial para aplicar penas contra aquilo que considerava heresia. As pessoas precisam perguntar qual será o derradeiro propósito do papado ao interferir nos assuntos europeus e internacionais e qual é a estrutura do papado que lhe daria poder político internacional para alcançar esses objetivos.
 
A Sociedade Civil em Nível Internacional, de Acordo com a Visão de Roma
"O Soberano Pontífice João Paulo II" vê a si mesmo como alguém capaz (e incumbido) de implementar o governo mundial. O novo Catecismo declara:
 
"É dever do estado defender e promover o bem-estar comum da sociedade civil. O bem comum de toda a família humana requer uma organização da sociedade no nível internacional."
 
E, de sua perspectiva, o "bem-estar comum da sociedade civil" é o Catolicismo Romano, seguido por todas as pessoas; defendido e imposto pelas autoridades civis; submissas à vontade da Santa Sé. A meta do pontífice para o ecumenismo prevê um governo mundial nas vidas política, econômica e social. Foi dessa forma que os antecessores de João Paulo II no Trono Pontifical também se expressaram. Por exemplo, Paulo VI em sua encíclica de 1967 sobre o tema "O Progresso dos Povos", em uma seção inteira intitulada "Rumo a uma Autoridade Mundial Efetiva" proclamou o seguinte:
 
"Essa colaboração internacional em escala mundial requer instituições que a prepararem, coordenem e direcionem até que, finalmente, esteja estabelecida uma ordem de justiça que seja reconhecida universalmente... Quem não vê a necessidade de se estabelecer progressivamente uma autoridade mundial capaz de agir efetivamente nos setores jurídico e político?"
 
Quem, de fato? Ao ouvirmos essa declaração precisamos olhar para o passado, para o testemunho da história, para o que sempre foi o propósito dos setores jurídico e político aos olhos de Roma: ser uma espada secular, manejada segundo seus caprichos! Quando ela for senhora do mundo, então, e somente então, haverá, em sua mente, uma "sociedade sadia".
 
A Corte Internacional de Justiça e os "Crimes Hediondos"
Assim falou o arcebispo Renato Martino (observador oficial da Santa Sé nas Nações Unidas), em 16 de junho de 1998, na Conferência Diplomática para o Estabelecimento de uma Corte Internacional de Justiça, em nome do Vaticano:
 
"Como disse o papa João Paulo: 'Dentro da comunidade internacional a Santa Sé apóia todos os esforços para o estabelecimento de estruturas jurídicas efetivas para salvaguardar a dignidade e os direitos fundamentais dos indivíduos e das comunidades. Tais estruturas, no entanto, nunca poderão ser suficientes por si mesmas; são apenas mecanismos que precisam ser inspirados por um firme e conservador compromisso moral com o bem [quem define esse bem?] da família humana como um todo.'" [ênfase adicionada]
 
O registro histórico da Igreja Católica Romana é de uma tirania absoluta e freqüentemente enganadora, mais comumente destruindo do que "salvaguardando a dignidade e os direitos fundamentais dos indivíduos", e o arcebispo certamente sabe disso. Ainda assim, Roma se considera a única autoridade quanto à moralidade. Essa posição, tão bem demonstrada pela Lei Canônica atual, implica que a Igreja Católica Romana seja a única que tem o direito de definir o que é "o bem da família humana como um todo". Dessa forma, não é difícil compreender seu grande interesse pela Corte Internacional de Justiça. Guarde bem essa informação assustadora: a Santa Sé tem um delegado na Associação Mundial de Juristas, fazendo assim com que a Lei Canônica Católica influencie o sistema judiciário em uma escala internacional. O arcebispo Martino também declarou:
 
"Aqueles que forem responsáveis por violações, pelos crimes mais hediondos que ofendem a consciência da família humana, os crimes que estiverem sob a jurisdição dessa Corte, devem ser obrigados a aceitar sua responsabilidade de acordo com as normas universais [leia-se "católicas"]... Qualquer estrutura ou regra que possa levar a decisões quanto à culpa ou inocência, e que esteja baseada em considerações políticas ao invés de jurídicas, tem um papel questionável no estatuto proposto."
 
Já que a Igreja de Roma afirma que suas leis, incluindo as que se referem à heresia, são "irreformáveis", a declaração de que "aqueles que forem responsáveis por violações nos mais hediondos crimes que ofendem a consciência da família humana... estarão sob a jurisdição dessa Corte" é ampla o bastante para incluir aquilo que Roma define como heresia. As igrejas cristãs bíblicas certamente se enquadrarão nessa categoria, exatamente como no tempo da Inquisição, em que oito milhões de protestantes foram executados! Só que, dessa vez, Roma matará bilhões. [Apocalipse 13:16-18]
 
Poder e Política
A Igreja Católica Romana lida com as nações usando o nome de "Santa Sé". Em sua página na Internet, ao comentar sobre "A Missão do Observador Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas", ela afirma: "O termo Santa Sé aplica-se à autoridade central da Igreja, que transcende, embora inclua, o minúsculo e soberano Estado do Vaticano. Assim, a Santa Sé representa uma comunidade global, e não apenas os cidadãos do Vaticano."
 
Dessa forma, ela se apresenta simultaneamente como a "Santa Sé" e a "autoridade central". Aí então ela define a jurisdição dessa "autoridade central" abrangendo toda a "comunidade global". Estaríamos enganados se imaginássemos que apenas os católicos romanos estão incluídos nesse reino, pois os próprios dogmas de Roma ensinam que toda a humanidade está sob a autoridade do papa. O quão "magnânima" e "beneficente" essa "autoridade" pretende ser é uma conclusão previsível. Em uma concisa, intensa e reveladora lei oficial, a mesma autoridade declara: "A Santa Sé não é julgada por ninguém". Não há lógica, apenas tirania; essa sempre foi a marca de Roma nas páginas da história. A missão do papa também está claramente definida nos seus pronunciamentos oficiais. Ele define a Igreja assim: "a Igreja é um 'sacramento ou sinal e instrumento'... da unidade de toda a raça humana." Sem dúvida, a recusa em se submeter à "autoridade central" seria um crime hediondo que ofenderia a "consciência da família humana" e perturbaria a "unidade de toda a raça humana".
A Estrutura de Poder que Torna Possível o Poder Religioso Global
Parece que o objetivo da hierarquia da Igreja Católica de restaurar o Santo Império Romano está sendo realizado em escala mundial. Pondo de lado a simples estrutura organizacional bíblica da noiva de Cristo, a Igreja Católica expõe nitidamente a estrutura por meio da qual controla sua própria casa. Sua estrutura de poder é centralizada e totalmente ditatorial. A Igreja Católica Romana é um sistema de homens cuidadosamente estabelecidos em ordens de comando, trajando vestimentas que representam os postos hierárquicos. O papa detém a autoridade absoluta em seu Império: "Em virtude do seu ofício, o Supremo Pontífice possui infalibilidade em seus ensinos quando, como supremo pastor e mestre de todos os fiéis cristãos... proclama por meio de um ato definitivo que uma doutrina de fé ou de moral deve ser seguida". "Não existe apelo ou recurso contra uma sentença ou um decreto do Pontífice Romano". É, então, nesse momento que a "dignidade e os direitos fundamentais dos indivíduos e das comunidades" deixa de existir.
A Rede de Comando
O governo que ela imita não é o de uma igreja, mas o do Império Romano. Como na Roma imperial, sua estrutura de poder é similar, com um senado (Cúria), embaixadores (núncios) e uma rede mundial de influência. A hierarquia do catolicismo romano consiste do papa, de cardeais, patriarcas, arcebispos-primazes, arcebispos metropolitanos, arcebispos auxiliares, bispos diocesanos, bispos auxiliares, vigários episcopais, vigários apostólicos, prefeitos apostólicos, administradores apostólicos e vigários gerais. A maioria dos pastores e párocos da Igreja Católica lidam com os últimos na ordem regimental, os "vigários gerais".
 
Esmagadas debaixo dessa hierarquia estão as freiras e os leigos. Ao servirem a "Santa Mãe, a Igreja", eles obviamente deixam de observar que essa hierarquia é composta exclusivamente por homens celibatários. "Também sujeitos ao Santo Padre estão os bispos e arcebispos titulares, as ordens e congregações religiosas de direito pontifical, as instituições e universidades pontifícias, os núncios papais e os delegados apostólicos". "Dando assistência ao papa e agindo em seu nome no governo e na administração central da Igreja, estão os cardeais e demais oficiais da Cúria Romana."
 
A Imposição do Poder
A Igreja Católica Romana impõe suas rigorosas regras religiosas aos homens e às suas consciências. Quanto a isso, ela afirma que o papa é infalível e ninguém pode julgá-lo. O católico batizado deve assumir uma submissão fiel de vontade e de intelecto aos seus ensinos, mesmo quando esses não estejam definidos como infalíveis. Ela declara: "Essa submissão fiel da vontade e do intelecto deve ser feita, de forma especial, à autoridade esclarecedora autêntica do Pontífice Romano, mesmo quando ele não fala ex cathedra..." A Igreja Católica exerce autoridade sobre cerca de 814.779 mulheres que são freiras, 57.813 homens que ela chama de irmãos religiosos e 404.626 homens que chama de seus sacerdotes. Para as freiras, um voto de obediência, estranho ao pensamento bíblico, impõe a submissão. Sua Lei Canônica #601 ensina que "o conselho evangélico de obediência, realizado num espírito de fé e amor na obediência a Cristo, que foi obediente até a morte, requer uma submissão da vontade aos superiores legítimos, que ocupam o lugar de Deus quando comandam segundo as constituições adequadas."
 
A obediência ao Senhor Jesus Cristo, da forma como é ordenada na Bíblia, é pervertida no mundo católico à obediência a um superior local que "atua no lugar de Deus". Cada superior local presta contas ao seu supervisor imediato na rede de comando, uma progressão crescente que culmina no papa. A Igreja Romana chega ao ponto de declarar: "Os religiosos podem ser coagidos, por meio de penalidades, pelo responsável local (o bispo) de todas as maneiras às quais estão sujeitos a ele." (Cânon 1320; ênfase adicionada)
 
Ordens como essa estão em desacordo com os mandamentos bíblicos do Senhor aos seus servos:
 
"Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos.." (Mateus 23:8)
 
"... sede todos sujeitos uns aos outros ... " (1 Pedro 5:5)
 
Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. (Gálatas 5:1)
 
Na verdade, o papado não pode apontar um modelo no Novo Testamento que justifique sua estrutura hierárquica. E também vai de encontro à lei federal e estadual que não permite que um poder estrangeiro coaja um cidadão norte-americano.
 
A Difícil Situação do Católico Romano
O que segue é um resumo de Peter de Rosa, um escritor católico romano: "O dilema dos católicos norte-americanos de hoje é o mesmo da maioria dos católicos. Eles vivem duas ideologias conflitantes. O patriotismo e a religião têm pouco em comum... Dentro do país, o católico desfruta da abertura, da total liberdade de culto, da democracia. Ele assume que a liberdade leve a um aprofundamento da verdade. Está acostumado com as eleições para escolher e julgar seus líderes; pode elegê-los, ou mandá-los para casa. Ele exige explicações dos líderes à imprensa, liberdade de informação e uma mídia tão independente que seja como um segundo governo. Na Igreja, o católico tem que conviver com um sigilo total e nenhuma prestação de contas. Não existem escolhas nem eleições. Ele não escolhe os bispos ou o papa; deve aceitar o que lhe é oferecido. Na Igreja, não existem entrevistas coletivas à imprensa, nem balanços, nem explicações. O controle que vem de cima é absoluto."
 
O Soberano Poder Pontifício e os Evangélicos Ingênuos
Alguns evangélicos que costumavam alertar sobre o "governo mundial" agora parecem estar correndo para os braços dessa "autoridade central". Eles se recusam a reconhecer o que a Igreja Católica é e a forma como opera - não como uma igreja, mas como um império sócio-político. Por exemplo, Charles Colson, Timothy George, Os Guinness, Richard Land, Max Lucado, T. M. Moore, Mark A. Noll e J. I. Packer endossaram "O Dom da Salvação"  (Você pode ver em http://www.christiantruth.com/ect1.html e http://www.christiantruth.com/ect2.html.), um documento que começa com a seguinte declaração: "Damos graças a Deus porque nos últimos anos muitos evangélicos e católicos têm sido capazes de expressar uma fé comum em Cristo e de reconhecer uns aos outros como irmãos e irmãs em Cristo, inclusive nós mesmos."
 
Se Cristo fosse o único Senhor e Mestre deles, não se uniriam ao sistema do "Soberano Pontífice João Paulo II". Essa lamentável ocorrência dentro de círculos cristãos evangélicos nos dias atuais serve como prova de que a apostasia profetizada está em plena marcha aqui e agora e com esses líderes. Não podemos saber, mas é bem provável que esses líderes evangélicos, que cometeram a besteira de assinar esse documento e que levaram seus rebanhos a crer nesses princípios, vivam o suficiente para ver o leão romano "bramando e buscando a quem possa tragar".
 
A Bíblia Sagrada e Roma
O Espírito Santo, prevendo todas essas coisas e sendo o guia e o consolador da verdadeira igreja, já providenciou uma resposta divina para o perigoso, onipresente e renascido Sacro Império Romano. Na Bíblia, o Espírito de Deus expõe a Igreja de Roma como sendo bela aos olhos deste mundo perdido, mas deplorável por sua apostasia. Para os que crêem, ele quebrou seus encantamentos, arrancou sua máscara e escreveu com letras bem grandes seu nome para todos verem: MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA. Os cristãos verdadeiros devem comparar tudo com Palavra do Deus Eterno, Santo, Imutável, Todo-Poderoso, Onisciente e Sábio. Quando confrontados com o leviatã de Roma, os cristãos podem ter no Senhor uma confiança semelhante àquela de Davi quando comparou o poder de Golias ao do Deus Verdadeiro: "Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado." (I Samuel 17:45). É tarefa do Senhor desfazer o iníquo pelo seu poder: "E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda." Até isso acontecer, multidões serão salvas dela "com temor, arrebatadas do fogo". Essa promessa da graça deve-se à palavra da verdade do Evangelho. O Senhor Jesus Cristo, que é a cabeça exaltada da igreja e o seu Espírito soberano, dão conforto e vitória pois "o evangelho de Cristo é o poder de Deus para a salvação" (Romanos 1:16).
 
Agora Compreendemos as Palavras do Plano da Casa da Teosofia
Conforme relatei em outros artigos, no seminário exclusivo para membros, realizado em 18 de agosto de 1991 pelo diretor da Casa de Teosofia da Nova Inglaterra, ele divulgou a informação que papa católico romano seria o principal líder religioso na vindoura Nova Ordem Mundial (Veja os detalhes lendo o artigo A Religião Mundial Já Está Formada - Equivalente Espiritual das Nações Unidas). Ele também declarou que o papa é um "receptor adequado para o Cristo" (o Cristo da Nova Era, o Anticristo bíblico). Essa designação, buscada vigorosamente por João Paulo II e prometida a ele pela Virgem Maria em uma visão, faz do papa o futuro Falso Profeta, que exercerá os mesmos poderes ocultistas que o Anticristo. (Apocalipse 13:11-13)
 
Portanto, agora o ciclo se encerra. A União Européia está estabelecendo organizações judiciais que servirão ao propósito e aos caprichos do Sumo Pontífice católico romano. Com os presidentes Bush (pai) e Clinton deliberadamente entregando a soberania norte-americana às Nações Unidas e à Corte Mundial, quanto tempo levará até que o poder de Roma se estenda aos cincoenta estados da União Americana?
 
Agora você pode entender por que o papa João Paulo II restabeleceu o Tribunal de Inquisição (chamado de Congregação para a Doutrina da Fé), com o cardeal Ratzinger no comando. Juntando-se todos os demais sinais de que estamos no fim dos tempos, essas notícias devem ser recebidas com extrema cautela e com muita oração intercessória, pois a época da "aniquilação dos santos" pode estar bem próxima.
http://www.espada.eti.br

IV. O IMPÉRIO ROMANO NA ERA ESCATOLÓGICA
Que ninguém se engane! A era escatológica já chegou. E uma de suas maiores evidências é o ressurgimento do Império Romano que, desta feita, terá as seguintes características:
1. Apesar das aparências, estará cronicamente dividido. 
É justamente sobre bases tão frágeis que está sendo construído o Novo Império Romano.
2. A formação administrativa do Novo Império Romano.
Cada região administrativa será composta por mais de um país. 
3. O objetivo do Novo Império Romano.
De acordo com Apocalipse 13, o domínio do Anticristo abrangerá tanto a economia e a política como a religião. 
4. A destruição do Novo Império Romano. Ainda que o Império Romano se reerga, Cristo o destruirá. Nosso Senhor é aquela pedra que, sem esforço humano, abateu-se sobre a estátua vista por Nabucodonosor (Dn 2.34,35,44).

 
Um desenvolvimento político sem paralelos no mundo atual: a reunificação da Europa Ocidental em uma super-nação. Desde o Império Romano original, a Europa não esteve tão perto de se transformar em uma única nação. Os estudiosos em profecias bíblicas sempre entenderam que o Anticristo viria de uma super-nação que é o Império Romano restaurado. Como eu disse em muitas ocasiões, este é um tempo muito interessante para se viver, pois os eventos mundiais estão ocorrendo exatamente como previsto por aqueles estudiosos que insistiram em interpretar a Bíblia literalmente. Os eventos mundiais nos últimos 20 anos reforçaram ainda mais a convicção que a Bíblia precisa ser interpretada literalmente.
 
Quando pesquisei os escritos dos líderes da Nova Ordem Mundial, observei que os escritores sempre demonstram uma intensa emoção quando falam sobre a reunificação da Europa. A emoção que eles demonstram pode até ser comparada com um fervor religioso. Adolf Hitler, o primeiro que defendeu publicamente a idéia da Nova Ordem Mundial, acreditava que tinha sido escolhido pelos deuses para finalmente unir a Europa. Após a Segunda Guerra Mundial, o ocultista Foster Bailey escreveu que a tentativa de Hitler falhara, e que a reunificação seria obtida por meios econômicos e pacíficos. Esse plano é coerente com as profecias bíblicas, que dizem que o reino do Anticristo será acompanhado por um plano de paz.
 
Esse plano começou em 1954, quando a sociedade secreta euro-americana conhecida como Bilderbergers, foi formada com o propósito expresso de unir a Europa. O plano especificava que a unificação começaria exclusivamente com a economia. O economista Martin Mayer, escreveu um artigo para o jornal Boston Globe em 20/9/1992, em que afirmou que sabia, desde 1959 que a reunificação européia era inevitável. Como ele sabia que era inevitável? Porque "os fabricantes franceses e alemães estavam se reunindo para padronizar o tamanho das chaves de fenda... Esse tipo de coisa", escreveu ele, "seria irreversível".
 
Mayer estava absolutamente correto. Gradualmente, peça por peça, acordo após acordo, as nações da Europa foram se integrando sistematicamente. Finalmente, no início dos anos 1980, o progresso obtido permitiu a criação de uma Zona de Livre Comércio gigante, maior que os EUA. Os acordos foram eliminando gradualmente todas as áreas de protecionismo que existiam em muitos países europeus, e foi fixado um calendário para a eliminação total das barreiras tarifárias. O Tratado de Maastricht, assinado em 1992, levou as nações da Europa muito mais próximas a de um único estado federado, com uma única moeda, um Banco Central, e uma política externa comum.
 
Com a aprovação do Tratado de Maastricht, a Nação Número 2 foi criada. Que Nação Número 2, você pergunta? O Plano da Nova Ordem Mundial prevê que, imediatamente após as Nações Unidas tomarem o controle formal das questões mundiais, seu primeiro ato oficial será reorganizar as mais de 170 nações soberanas do mundo em dez super-nações. Esse plano, quando executado, cumprirá diversas profecias bíblicas, mas notavelmente os 10 dedos da estátua descrita em Daniel 2:20-45, e os dez chifres, no capítulo 7:1-28.
 
Vejamos por um momento a profecia dos dez dedos para que possamos compreender mais claramente o drama que está se desenrolando diante dos nossos olhos. No capítulo 2:20-45, Daniel identifica a grande figura de um homem no sonho do rei Nabucodonosor. Essa figura representava os quatro reinos gentios que Deus permitiria durante o período chamado Tempo dos Gentios.
 
  • A cabeça e os ombros da estátua eram de puro ouro e representavam o reino babilônico. Babilônia recebeu controle sobre todo o mundo conhecido.
  • O peito e os braços da estátua eram de prata. Como essa parte do corpo consiste de duas partes, assim esse reino teria duas partes: os medos e os persas, unidos para formar o império Medo-Persa. Esse império exerceu controle sobre o mundo conhecido.
  • O ventre e os quadris da estátua eram de bronze. A nação representada aqui pode ser identificada como a Grécia, que conquistou o reino persa e passou a exercer o controle sobre todo o mundo.
  • O quarto reino era representado pelas pernas de ferro e pés, que eram parte de ferro e parte de barro. Esse reino é Roma, que controlou todo o mundo conhecido. Roma conquistou a Grécia e seu domínio durou por aproximadamente 1200 anos. No entanto, o império romano se desintegrou e Roma caiu. No entanto, nossas instituições educacionais, o sistema judiciário e de administração pública vieram do modelo romano. As instituições romanas sempre estiveram influenciando o mundo ocidental.
Agora, precisamos considerar os dedos da estátua. Eles são identificados como sendo parte do quarto e final reino romano nos últimos dias, um reino que controlará novamente o mundo conhecido, que desta vez é todo o globo terrestre. Quando os estudiosos em profecias bíblicas consideravam essa parte da profecia, mas Daniel 9:27, afirmavam que a Bíblia previa a restauração do Império Romano nos últimos dias.
 
A parte mais interessante da reunificação européia é que a formação geográfica da Comunidade Econômica Européia engloba quase que precisamente as fronteiras do antigo Império Romano e isso inclui a Grã-Bretanha.
 
Em 1972, foi publicado um livro chamado Manking at the Turning Point, que incluia um plano para reorganizar as nações do mundo em 10 super-nações. São elas: 
  1. América do Norte
  2. Europa Ocidental
  3. Japão
  4. Austrália, África do Sul e o resto da economia de mercado do mundo desenvolvido
  5. Europa Oriental, incluindo a Rússia
  6. América Latina
  7. Norte da África e o Oriente Médio
  8. África Tropical
  9. Sul e Sudeste Asiático
  10. China
Essa reorganização em 10 nações é planejada como uma nova superestrutura, construída sobre a estrutura existente das nações soberanas atuais. O Plano cuidadosamente permite que as nações soberanas continuem a existir sem qualquer plano aparente de mudança. No entanto, os livros contam uma estória diferente. Eles definitivamente planejam abolir as nações soberanas, mas somente depois que as pessoas estiverem habituadas a serem cidadãos da supernação na qual estão vivendo.
 
Porém, a Comunidade Européia é apenas uma das super-nações desse plano. Neste ponto, precisamos fazer uma pausa para discutir uma outra interpretação dos 10 dedos da estátua de Daniel 2, pois muitas pessoas estão acostumados com essa interpretação. Essa interpretação dos 10 dedos é que o Império Romano Restaurado seria formado por 10 nações. O fato é que atualmente ele consiste de mais do que isso. De acordo com essa teoria, algumas nações precisarão ser desligadas da união européia.
 
No entanto, essa interpretação viola um princípio básico da interpretação bíblica, o princípio do contexto. Os estudiosos da Bíblia sabem que, na interpretação do significado de qualquer Escritura em particular, precisamos ter o cuidado de examinar o contexto. Esse princípio é muito importante, pois muitas seitas usam as Escritura fora do contexto para distorcer e perverter o significado verdadeiro do texto. Essa interpretação que a nação de 10 dedos no fim dos tempos é uma Comunidade Européia formada por 10 nações viola esse princípio básico, pois tira a interpretação do contexto original.
 
Qual é o contexto original? Podemos vê-lo facilmente no capítulo 2:39, "Depois de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra." Cada um dessas nações gentias recebeu controle temporário sobre todo o mundo conhecido de então. Portanto, o contexto dessa profecia das 10 nações é o controle sobre todo o mundo conhecido, que hoje é todo o globo terrestre. Esta é a abrangência do plano contido dentro do livro mencionado anteriormente. Todo o mundo será reorganizado em 10 super-nações, e estamos vendo isso ocorrer diante dos nossos olhos!!
 
Antes de prosseguirmos, quero mencionar mais uma coisa sobre o número 10. Os ocultistas crêem que o número 10 é sagrado. Evidentemente, Deus fez os ocultistas crerem nessa bobagem sobre a natureza sagrada do número 10 para que a profecia dos Dez Dedos se cumpra. Apesar das nossas interpretações de que os Dez Dedos representam todo o mundo, ainda poderemos ver Satanás deixar a Comunidade Européia com 10 nações; no entanto, isso ainda não seria o cumprimento da Profecia dos Dez Dedos. O plano de reorganizar as nações do mundo em 10 super-nações será o cumprimento. Achamos que a Comunidade Européia poderá ter a configuração final de 10 nações somente porque compreendemos como esse número é sagrado para os ocultistas e para Satanás. Os ocultistas parecem preocupados com o número 10. Vemos isso em seus escritos constantemente. O exemplo mais prático de seu uso são os EUA. Você sabia que o presidente Nixon, em 10 de fevereiro de 1972, reorganizou os EUA em 10 regiões para o caso de uma emergência nacional? Não somente ele escolheu o número 10 como o número de regiões em seu plano, mas também escolheu o décimo dia de fevereiro para assinar a Ordem Executiva. Dez é um número considerado sagrado pelos ocultistas.
 
Quando olhamos para o Plano de Reorganização em 10 Nações, vemos que os EUA estão incluídos na Nação Número 1, chamada América do Norte. A Zona de Livre Comércio da América do Norte, chamada NAFTA, proposta pelo presidente Bush, foi aprovada no Congresso e no Senado e já é uma realidade. Ela engloba o Canadá, os EUA e o México.
 
A Nação Número 3, o Japão, a Nação 6, a América Latina, e a Nação 10, China já existem ou estão sendo formadas. Um fato interessante é que a Nação Número 5 foi listada no livro publicado em 1972 como "Europa Oriental, incluindo a Rússia". Isso é totalmente incrível, e demonstra novamente a existência de um plano conspiratório muito bem planejado, pois em 1972, a Rússia fazia parte da superpotência chamada União Soviética, ou URSS. O autor ocultista desse livro conhecia o plano da Nova Ordem Mundial de dividir a URSS em suas partes componentes, e assim, chamou sua reorganização nacional da forma apropriada.
 
A Nação Número 7, Norte da África e Oriente Médio está sendo formada atualmente com as conversações de "paz" entre Israel e Síria. Essas conversações estão mostrando grande progresso e provavelmente resultarão em uma temporária regionalização do Oriente Médio, conforme implicado no título para a Nação Número 7.
 
Finalmente, as Nações 4, 8 e 9 são simplesmente países do Terceiro Mundo que não têm poder algum e farão aquilo que as Nações Unidas mandarem fazer. A criação dessas nações poderá ocorrer de uma hora para outra, por decisão das ONU.
 
Os cães estão forçando, tentando romper as correntes, aguardando a remoção final das restrições, e, então, reorganizarão o mundo de acordo com o Plano das 10 Nações.
 
Finalmente, os eventos atuais possivelmente nos deram a resposta à profecia problemática em Apocalipse 17:1-3, que diz que a besta do Anticristo terá sete cabeças e dez chifres. Obviamente, várias das cabeças precisarão ter mais de um chifre. Os estudiosos sempre tiveram dificuldade em explicar essa profecia. No entanto, considere que o plano para a criação da Nova Ordem Mundial do Anticristo está sendo encabeçado por duas forças: 
E então temos as sete cabeças e os dez chifres.
 
Hoje, como nunca antes, estamos testemunhando o mundo mudar de todas as formas que foram profetizadas na Bíblia referente aos últimos dias. Não se engane: Satanás está reunindo suas tropas de muitas formas diferentes e de todas as direções, esperando somente o dia em que essas restrições finais serão removidas. Então, ele atacará para derrubar a Velha Ordem instituída com base nos valores do judaísmo e do cristianismo, estabelecendo a Nova Ordem Mundial, baseada no paganismo.
http://www.espada.eti.br
 
CONCLUSÃO
Satanás sempre tem pronto um sistema de governo e um líder para ser o anticristo, pois não sabe a que hora e nem em que dia vem JESUS.

 
O império Babilônico foi utilizado por Deus como braço vingador e de castigo contra o seu próprio povo: rebelde e negligente, que continuadamente se esquecia dos princípios de justiça e retidão de Deus, bem como de sua missão e chamado. Em sua marcha de globalização, o império Babilônico destruiu Jerusalém e levou todo o povo em cativeiro. É nessa ocasião que temos a interpretação de Daniel para o sonho do rei Nabucodonozor, registrado em Daniel 2.30-45. O sonho era sobre uma estátua e, na interpretação de Daniel, temos a identificação das partes dessa estátua com esses grandes impérios do mundo antigo. Um era o próprio império babilônico (a cabeça de ouro). Os demais vêm na seqüência do corpo da estátua. O império Persa, o peito e os braços de prata. O império grego, o ventre e os quadris de bronze. O império romano, as pernas de ferro e os pés, parte de ferro, parte de barro. Toda essa estátua colossal, representativa do esforço humano  de subjugar e dominar o mundo  constituída de metais nobres, nas partes superiores e de metais menos nobres nas partes inferiores, está erguida e apoiada em pés fracos, nos quais o barro se mistura com o metal. Toda a glória humana é efêmera e passageira e se reduz a um monte de palha que se espalha pelo vento (1 Pe 1.24). Todas essas grandes tentativas de globalização passaram deixando poucos rastros permanentes.
            Contrastando com a estátua, uma pequena pedra representa o reino de Deus (Gn 49.24; Sl 118.22; Is 28.16). Esse atinge a estátua no quarto império mencionado  o romano e reduz todo aquele esforço humano a um monturo. Nenhum desses impérios, entretanto, existiu fora dos planos ou propósitos de Deus (“Tu, ó rei, rei de reis, a quem o Deus do céu conferiu o reino, o poder, a força e a glória; a cujas mãos foram entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem, e os animais do campo e as aves do céu, para que   dominasses   sobre   todos  eles,  tu  és  a  cabeça  de  ouro...” (Dn 2.37-38)


Falso Profeta
Líder espiritual que dominará as religiões após o Arrebatamento, dando-lhes um caráter ecumenista, secular e essencialmente demoníaco.
 
Questionário da Lição 6 - Vem O Fim, O Fim Vem - O Renascimento Do Império Romano:
INTRODUÇÃO
1- Qual outro nome poder-se-ia dar ao Império Romano, como outro qualquer que venha a surgir?
( ) União Romana     
( ) União Européia      ( ) União Cristã
Texto Áureo:
2- Por que o Império Romano será um reino que não terá paralelo na história dos grandes impérios?
( ) Devido à sua prosperidade    ( ) Devido à sua justiça    ( ) Devido a sua maldade
Verdade Prática:
3- Quem abaterá o Império Romano, reduzindo-o a um monturo?
( ) Satanás    ( ) Os Americanos    ( ) O Rei dos reis e Senhor dos senhores, JESUS CRISTO
Tópico I. A ORIGEM DO IMPÉRIO ROMANO
4- 
Quando foi fundada a cidade de Roma?
( ) Em 753 a.C..    ( ) Em 853 a.C.    ( ) Em 1253 a.C.
5- Quando as forças romanas chegaram à Terra Santa e quem as comandava?
( ) Em 66 a.C.,  Comandadas pelo general Pompeu,     ( ) Em 66 a.C.,  Comandadas pelo general Tito, 
Tópico II. O IMPÉRIO ROMANO NA BÍBLIA
6- Como Moisés profetizou a ascensão de Roma, como a grande opressora dos filhos de Israel? Complete:
“O SENHOR levantará contra ti uma ______________ de longe, da extremidade da terra, que ________ como a águia, nação cuja língua não entenderás; nação ________________ de rosto, que não atentará para o rosto do velho, nem se apiedará do moço” (Dt 28.49,50).
7- Quando aconteceu o que Moisés profetizou e de que maneira? Complete:
Aconteceu no ano __________ de nossa era, quando os exércitos romanos, comandados por ___________, destruíram Jerusalém, derribaram o Santo Templo e dispersaram os poucos judeus que sobreviveram à ira romana.
8- Como, onde e de que maneira o profeta Daniel se refere ao Império romano? Complete:
Tipologicamente. No capítulo _____________ de seu livro, descreve ele a aparência exterior deste; ao passo que, no capítulo ________, revela sua índole e caráter.
9- De que maneira Daniel descreve a aparência exterior do Império romano? Complete:
“E o quarto reino será forte como ___________; pois, como o __________ esmiúça e quebra tudo, como o ________ quebra todas as coisas, ele esmiuçará e quebrantará” (Dn 2.40). 
10- De que maneira Daniel descreve o caráter do Império romano? Complete:
“Depois disso, eu continuava olhando nas _____________da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de __________; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha _______________pontas” (Dn 7.7).
11- Como o Império Romano é mostrado no capítulo 13 de Apocalipse?
( ) Como o mais bondoso império    ( ) Como a base para os dois representantes de Satanás
12- Quais são os dois representantes de Satanás tanto em Daniel como em Apocalipse?
( ) O anticristo e o Papa    ( ) A Besta e o Falso Profeta    ( ) A mulher vestida de sol e o dragão
Tópico III. TENTATIVAS DE SE ERGUER O IMPÉRIO ROMANO
13- O que planejava a igreja Católica Romana a respeito do 
Império Romano?
( ) Tenta ocupar o espaço deixado pelos reinos persa e grego
( ) Tenta ocupar o espaço deixado pelos imperadores de Roma
14- Cite pelo menos dois grandes vultos mundiais e europeus que intentaram dominar todo o mundo:
( ) Che Guevara e Simom Boliva    ( ) O imperador francês, Napoleão Bonaparte e Adolf Hitler
Tópico IV. O IMPÉRIO ROMANO NA ERA ESCATOLÓGICA
15- Qual é hoje uma de suas maiores evidências de que a era escatológica já chegou?
( ) A cura do Aid's    ( ) O surgimento do Mercosul    ( ) É o ressurgimento do Império Romano
16- Cite pelo menos 4 características do moderno Império Romano: Complete:
a) Apesar das aparências, estará cronicamente dividido.
Ingleses continuam a não aturar os ____________, que desconfiam dos alemães, que não se dão com os ____________________, que não aturam os espanhóis... 
É justamente sobre bases tão frágeis que está sendo construído o Novo Império Romano.
b) A formação administrativa do Novo Império Romano.
Tanto _____________como João mostram o Novo Império Romano constituído a partir de __________________ unidades (Dn 2.41,42; Ap 13.1). Pensava-se, de início, que seria ele formado por apenas dez nações. Hoje, porém, já são _____________ os países que formam a União Européia. Como entender esta aparente contradição?
Na verdade, não são dez países; e, sim, dez regiões administrativas que abrangerão um território maior do que o Antigo Império Romano. Logo, o Novo Império Romano ocupará não somente a Europa, mas também o Norte da ___________ e o Oriente Médio. Por conseguinte, cada região administrativa será composta por mais de um país. 
c) O objetivo do Novo Império Romano.
Terá o Novo Império Romano, por objetivo, _______________ o governo que Satanás, através da Besta e do Falso Profeta, implantará no mundo logo após o ____________________ da Igreja. De acordo com Apocalipse 13, o domínio do Anticristo abrangerá tanto a economia e a política como a religião. Todavia, este reino não subsistirá; ________________ fará dele um monturo. 
d) A destruição do Novo Império Romano.
Ainda que o Império Romano se reerga, Cristo o destruirá. Nosso Senhor é aquela ______________ que, sem esforço humano, abateu-se sobre a estátua vista por __________________________ (Dn 2.34,35,44). 
Daniel continua a descrever a ruína do Novo Império Romano, agora mostrado como aquele animal terrível: “Estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo, desfeito e entregue para ser queimado pelo fogo” (Dn 7.11). Por quem foi o animal morto? Pelo Filho de Deus! E, assim, recebe o Senhor Jesus o poder, a glória e a majestade. 
CONCLUSÃO
17- Quem é o Falso Profeta citado em Apocalípse? Complete:

Líder espiritual que dominará as religiões após o ____________________, dando-lhes um caráter ecumenista, secular e essencialmente ____________________.
 
 
Índex
Estudos
EBD
Discipulado
Mapas
Igreja
Ervália
Corinhos
Figuras1
Figuras2
VídeosEBD
Fotos