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LIÇÃO 6 - O CRISTÃO E A SEXUALIDADE - 11/08/2002
 
TEXTO ÁUREO:
“E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou”(Gn 1.27). 
FRUTIFICAI, E MULTIPLICAI-VOS. O homem e a mulher receberam o encargo de serem frutíferos e de dominarem sobre a terra e o reino animal. - 
(1) Foram criados para constituírem lares para a família. Esse propósito de Deus, declarado na criação, indica que Ele volta-se para a família que o serve e que a criação de filhos é algo de máxima prioridade no mundo (ver Ef 5.21; Tt 2.4,5)
(2) Deus esperava deles que lhe dedicassem todas as coisas da terra e que as administrassem de modo a glorificar a Deus e cumprir o propósito divino (Sl 8.6-8; Hb 2.7-9). 
(3) O futuro da terra passou a depender deles. Quando pecaram, trouxeram ruína, fracasso e sofrimento à criação de Deus (3.14-24; Rm 18.19-22). 
(4) É obra exclusiva de Jesus Cristo restaurar a terra à sua posição e função perfeitas, na sua vinda, no fim desta era (Rm 8.19-25; 1 Co 15.24-28; Hb 2.5-8; ver Ap 21.1)
  
Para maiores de Idade e não carnais: Veja estudos e fotos de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)
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VERDADE PRÁTICA:
Ao criar o ser humano, Deus dotou-o de sexualidade plena e diferenciada, macho e fêmea, segundo seus propósitos. Essa sexualidade era normal no princípio.
(Depois, com a entrada do pecado, o sexo passou a ser visto como vergonhoso e muitas vezes errado; mas o que DEUS criou, criou para felicidade do ser humano).
Gn 3.10,11 = E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?

LEITURA DIÁRIA:
Segunda Gn 18.25 Deus é o Juiz de toda a terra= Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio; que o justo seja como o ímpio, longe de ti seja. Não faria justiça o Juiz de toda a terra?
Terça Is 1.4,5 O profeta Isaías denuncia a rebelião de seu povo=
Ai da nação pecadora, do povo carregado da iniqüidade da semente de malignos, dos filhos corruptores! Deixaram o SENHOR, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram para trás.Porque seríeis ainda castigados, se mais vos rebelaríeis? Toda a cabeça está enferma, e todo o coração, fraco.
SANTO DE ISRAEL.
Esta expressão, como um título de Deus, ocorre vinte e seis vezes em Isaías, além de mais cinco vezes em que Ele é chamado apenas o Santo . O profeta, ao usar esse nome de Deus (certamente originado, em parte, da sublime visão que Isaías teve de Deus, na sua santidade cap. 6), não somente ressalta o caráter expressamente santo de Deus, mas também que os que são de Deus devem ser santos, para que possam continuar em comunhão com Ele.
Quarta Na 1.3 Deus não tem o culpado por inocente=
O SENHOR é tardio em irar-se, mas grande em força e ao culpado não tem por inocente; o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés.
O SENHOR É TARDIO EM IRAR-SE.
Deus concede aos pecadores tempo para que se arrependam (2 Pe 3.9). Mas há limites à sua bondade e paciência. Os que persistem na iniqüidade, acabarão como objetos da ira divina (cf. Rm 11.22).
Quinta Mt 24.7,29 O Senhor Jesus falou de desajustes na natureza e da convulsão social=
Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.
29.=E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as 
potências dos céus serão abaladas.
O SOL ESCURECERÁ. Imediatamente após a tribulação haverá sinais cósmicos assombrosos que precederão o aparecimento imediato de Cristo (v. 30). A volta de Cristo à terra com poder e grande glória não surpreenderá nenhum santo, da tribulação, atento à Palavra de Deus e aos sinais cósmicos relacionados com o sol, a lua, as estrelas e o abalamento das potências dos céus (cf. Is 13.6-13 nota).
Sexta Rm 8.22 Toda a criação está gemendo= Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.
TODA A CRIAÇÃO GEME.
Toda Criação tem mais a ver com a criação de todos os homens que sofrem neste mundo depravado e iníquo, corrompido pela imoralidade e devassidão. Tanto os crentes como os descrentes (toda criação, pois todos fomos criados por DEUS)sofrem devido a entrada do pecado no mundo e conseqüente afastamento de DEUS. Aqui não está falando de animais ou da natureza, pois estes não têem noção da depravação sexual que o mundo experimenta nestes últimos dias.
Sábado Gl 6.7 Tudo que o homem semear isso também ceifará= Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
DEUS NÃO SE DEIXA ESCARNECER. Aqueles que afirmam ser nascidos de novo e seguidores de Cristo e que têm o Espírito Santo (6.3), mas ao mesmo tempo deliberadamente semeiam na carne, i.e., satisfazendo seus desejos pecaminosos (5.19-21), são culpados de zombar de Deus e de desprezá-Lo. Que ninguém se engane: tais pessoas não ceifarão "a vida 
eterna", mas a "corrupção" (v. 8) e a morte eterna (Rm 6.20-23).
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
GÊNESIS 1.27 =E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
GÊNESIS 2.24=Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
1 CORÍNTIOS 7.2,3,5=
  mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher, ao marido.Não vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e, depois, 
ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência.
O MARIDO PAGUE À MULHER.
O compromisso do casamento importa em cada cônjuge abrir mão do direito exclusivo ao seu próprio corpo e conceder esse direito ao outro cônjuge. Isso significa que nenhum dos cônjuges deve deixar de atender os desejos sexuais normais do outro. Tais desejos, dentro do casamento são naturais e providos por Deus, e evadir-se da responsabilidade de satisfazer as necessidades maritais do outro cônjuge é expor o casamento às tentações de Satanás no campo do adultério (v. 5).
ECLESIASTES 9.9= Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de vida da tua vaidade; os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida e do teu trabalho que tu fizeste debaixo do sol.
OBJETIVOS:
Orientar-se, em relação à sexualidade, pelos princípios morais e éticos da Palavra de Deus. 
Praticar os conselhos apresentados na Palavra de Deus concernente ao relacionamento conjugal.

INTRODUÇÃO
Quando Deus formou o primeiro casal, dotou-o de estrutura físico-emocional e instinto sexual que o capacitam 
para a reprodução e preservação da espécie humana. 
 
I. VISÃO BÍBLICA DO SEXO

1. O sexo foi feito por Deus. 
Gn  1.31= E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã: o dia sexto.
Tudo o que DEUS criou é muito bom, mas quando ELE olha para o homem sozinho diz: Gn 2.18 = Não è Bom Que o Homem Esteja Só.
 
2. O homem participando da criação. 
Gn 1.27=E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
Comentários acima.
 
3. A intimidade e interação sexual é privativa dos casados. 
Gn 1.27,28= Comentários acima.
Ct 4.1-12= 1 Eis que és formosa, amiga minha, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas entre as tuas tranças, o teu cabelo é como o rebanho de cabras que pastam no monte de Gileade.2 Os teus dentes são como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das 
quais todas produzem gêmeos, e nenhuma há estéril entre elas.3 Os teus lábios são como um fio de escarlata, e o teu falar é doce; a tua fronte é qual pedaço de romã 4entre as tuas tranças.4 O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para pendurar armas; mil escudos pendem dela, 
todos broqueis de valorosos.5 Os teus dois peitos são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.6 Antes que refresque o dia e caiam as sombras, irei ao monte da mirra e ao outeiro do incenso.7 Tu és toda formosa, amiga minha, e em ti não há mancha.8 Vem comigo do Líbano, minha esposa, vem comigo do Líbano; olha desde o cume de Amana, desde o cume de Senir e de Hermom, desde as moradas dos leões, desde os montes dos leopardos.9 Tiraste-me o coração, minha irmã, minha esposa; tiraste-me o coração com um dos teus olhos, com um colar do teu pescoço.10 Que belos são os teus amores, irmã minha! Ó esposa minha! Quanto melhores são os teus amores ido que o vinho! E o aroma dos teus bálsamos do que o de todas as especiarias!11 Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o 
cheiro das tuas vestes é como o cheiro do Líbano.12 Jardim fechado és tu, irmã minha, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.

TU ÉS TODA FORMOSA... EM TI NÃO HÁ MANCHA. A sulamita era bela e sem defeito. "Mancha" também pode referir-se a máculas morais; ela, portanto, é física e moralmente pura.AMANA... SENIR... HERMOM. Amana é o nome de uma montanha da cordilheira do Antilíbano; na sua extremidade sul estão os picos de Senir e do monte Hermom, a nordeste da Galiléia.TIRASTE-ME O CORAÇÃO MINHA IRMÃ, MINHA ESPOSA. "Irmã", aqui, significa "amada"; "esposa" significa"noiva". A noiva amada de Salomão deteve e cativou o seu coração. N do E - Nos tempos bíblicos, o noivado já era parte do casamento, porém, os noivos só podiam viver como casal depois das bodas esponsais. Antes das bodas, cada um vivia em casa de seus pais. Era esta a condição de José e Maria, quando um anjo anunciou a José o futuro nascimento de Jesus através de Maria. Eles eram "desposados", i.e., noivos segundo a Lei (Mt 1.18). JARDIM FECHADO. As três figuras de linguagem deste versículo salientam a verdade de que a jovem sulamita permaneceu virgem e sexualmente pura até casar-se. Manter a virgindade e a abstinência sexual é o padrão bíblico da pureza sexual para todos os jovens, do sexo masculino ou feminino. Violar este padrão santo de Deus é profanar o espírito, o corpo e a consciência, e depreciar o valor do ato da consumação do casamento
Ef 5.22-25=Vós, mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor;
MULHERES, SUJEITAI-VOS.
A esposa tem a tarefa, dada por Deus, de ajudar o marido e de submeter-se a ele (vv. 22-24). Seu dever para com o marido inclui o amor (Tt 2.4), o respeito (v. 33; 1 Pe 3.1,2), a ajuda (Gn 2.18), a pureza (Tt 2.5; 1 Pe 3.2), a submissão (v. 22; 1 Pe 3.5), um espírito manso e quieto (1 Pe 3.4) e o ser uma boa mãe (Tt 2.4) e dona de casa (1 Tm 2.15; 5.14; Tt 2.5). A submissão da mulher ao marido é vista por Deus como parte integrante da sua obediência a Jesus, "como ao Senhor" (v. 22; ver também Gl 3.28; 1 Tm 2.13,15; Tt 2.4). MARIDO... CABEÇA. Deus estabeleceu a família como a unidade básica da sociedade. Toda família necessita de um dirigente. Por isso, Deus atribuiu ao marido a responsabilidade de ser cabeça da esposa e família (vv. 23-33; 6.4). Sua chefia deve ser exercida com amor, mansidão e 
consideração pela esposa e família (vv. 25-30; 6.4). A responsabilidade do marido, que Deus lhe deu, de ser "cabeça da mulher" (v. 23) inclui: 
(1) provisão para as necessidades espirituais e domésticas da família (vv. 23,24; Gn 3.16-19; 1 Tm 5.8); 
(2) o amor, a proteção, a segurança e o interesse pelo bem-estar dela, da mesma maneira que Cristo ama a Igreja (vv. 25-33); 
(3) honra, compreensão, apreço e consideração pela esposa (Cl 3.19; 1 Pe 3.7); 
(4) lealdade e fidelidade totais na vivência conjugal (v. 31; Mt 5.27,28).
II. O SEXO E A VIVÊNCIA CRISTÃ

1. Sua natureza. Quando terminou de criar todas as coisas (incluindo o homem), 
Gn 1.31=“viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom e foi a tarde e a manhã: 
Os 4.12= A incontinência, e o vinho, e o mosto tiram a inteligência.
Incontinência quer dizer o tempo em que aquele(a) passa sem praticar o ato sexual com seu(a) cônjuge e acaba caindo em prostituição ou adultério. 1 Co 7.5. Biblicamente é o tempo exagerado que o casal passa em jejum e oração; sem praticarem o ato sexual, podendo ser causa de adultério e prostituição.É considerada perda de inteligência sair à procura de outra pessoa quando se tem alguém cheio(a) de amor em casa. Vinho fermentado ou não em excesso traz excitação sexual e conseqüente desejo por sexo anti-bíblico e adultérios, tanto no pensamento, quanto na prática. Provoca a falta de inteligência pela perda da capacidade do raciocínio correto que seria amar e respeitar sua (eu) esposa e temer a DEUS. 
A incontinência é a falta de controle sexual. 
Cl 3.5 Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria;
Os 5.4= Não querem ordenar as suas ações, a fim de voltarem para o seu Deus; porque o espírito da 
prostituição está no meio deles, e não conhecem o SENHOR.

2. Suas finalidades. A união conjugal pautada nas Sagradas Escrituras propicia: 
a) A procriação (Gn 1.27,28; Sl 139.13-16)
Sl 139.13 ENTRETECESTE-ME NO VENTRE DE MINHA MÃE. Deus rege de modo criador e ativo o desenvolvimento da vida humana. Ele pessoalmente zela pela criancinha desde o momento da sua concepção. Sua atenção por um feto compreende um plano para a sua vida. Por essa razão, Deus tem o aborto de um nascituro como homicídio (ver Êx 21.22,23).
139.16 NO TEU LIVRO TODAS ESTAS COISAS FORAM ESCRITAS. Deus não nos traz à esta vida sem um propósito. 
(1) Provavelmente, a declaração sobre os dias que a nós estão determinados refira-se ao nosso tempo de vida na terra, geralmente setenta ou oitenta anos (ver Sl 90.10), embora uma pessoa possa morrer antes disso (ver 55.23; Jó 22.16; Pv 10.27; Ec 7.17). 
(2) O tempo mencionado neste salmo refere-se não somente aos dias de uma pessoa, mas também ao plano de Deus para nossa vida como um todo. No seu plano, Deus não está querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2 Pe 3.9; cf. 1 Tm 2.4). Portanto, a intenção de Deus é que aceitemos Jesus como nosso Senhor e Salvador e façamos a sua 
vontade numa vida dedicada a seu serviço.
b) O ajustamento do casal. 1 Co 7.1-7
1 Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher;2 mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.3 O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher, ao marido.4 A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também, da mesma maneira, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher.5 Não vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e, depois, ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência.6 Digo, porém, isso como que por permissão e não por mandamento.7 Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira, e outro de outra.
• Prevenção (v.2): 
mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.
• Mútuo dever (v.3): 
O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher, ao marido.
O MARIDO PAGUE À MULHER. O compromisso do casamento importa em cada cônjuge abrir mão do direito exclusivo ao seu próprio corpo e conceder esse direito ao outro cônjuge. Isso significa que nenhum dos cônjuges deve deixar de atender os desejos sexuais normais do outro. Tais desejos, dentro do casamento são naturais e providos por Deus, e evadir-se da responsabilidade de satisfazer as necessidades maritais do outro cônjuge é expor o casamento às tentações de Satanás no campo do adultério (v. 5).
• Autoridade mútua (v.4): 
A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também, da mesma maneira, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher.
• Abstinência consentida (v.5): 
Não vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e, depois, ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência.
c) A satisfação amorosa do casal. 
Pv 5.18-23= OS CAMINHOS DO HOMEM ESTÃO PERANTE OS OLHOS DO SENHOR. Uma das razões que Provérbios apresenta para resistirmos à imoralidade sexual é que Deus vê e conhece as práticas ímpias do homem (cf. 15.3; Jó 31.4; 34.21; Jr 16.17), e que julgará a cada um devidamente. Ele será "uma testemunha veloz contra... os adúlteros" (Ml 3.5). Uma vez que os 
atos do ser humano "estão perante os olhos do Senhor", ninguém que é culpado de adultério escapará das conseqüências terríveis deste pecado (ver 2 Sm 12.9-13).
Ec 9.9=
Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de vida da tua vaidade; os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida e do teu trabalho que tu fizeste debaixo do sol.
Ct 4.1-12= TU ÉS TODA FORMOSA... EM TI NÃO HÁ MANCHA. A sulamita era bela e sem defeito. "Mancha" também pode referir-se a máculas morais; ela, portanto, é física e moralmente pura.
AMANA... SENIR... HERMOM. Amana é o nome de uma montanha da cordilheira do Antilíbano; na sua extremidade sul estão os picos de Senir e do monte Hermom, a nordeste da Galiléia.
TIRASTE-ME O CORAÇÃO MINHA IRMÃ, MINHA ESPOSA.
"Irmã", aqui, significa "amada"; "esposa" significa"noiva". A noiva amada de Salomão deteve e cativou o seu coração. N do E - Nos tempos bíblicos, o noivado já era parte do casamento, porém, os noivos só podiam viver como casal depois das bodas esponsais. Antes das bodas, cada um vivia em casa de seus pais. Era esta a condição de José e Maria, quando um anjo anunciou a José o futuro nascimento de Jesus através de Maria. Eles eram "desposados", i.e., noivos segundo a Lei (Mt 1.18)
JARDIM FECHADO.
As três figuras de linguagem deste versículo salientam a verdade de que a jovem sulamita permaneceu virgem e sexualmente pura até casar-se. Manter a virgindade e a abstinência sexual é o padrão bíblico da pureza sexual para todos os jovens, do sexo masculino ou feminino. Violar este padrão santo de Deus é profanar o espírito, o corpo e a consciência, e depreciar o valor do ato da consumação do casamento.
Ct 7.1-9=1 Que formosos são os teus pés nos sapatos, ó filha do príncipe! As voltas de tuas coxas são como jóias, trabalhadas por mãos de artista.
2 O teu umbigo, como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre, como monte de trigo, cercado de lírios.3 Os teus dois peitos, como dois filhos gêmeos da gazela.4 O teu pescoço, como a torre de marfim; os teus olhos, como os viveiros de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco.5 A tua cabeça sobre ti é como o monte Carmelo, e os cabelos da tua cabeça, como a púrpura; o rei está preso pelas suas tranças.6 Quão formosa e quão aprazível és, ó amor em delícias!7 A tua estatura é semelhante à palmeira, e os teus peitos, aos cachos de uvas.8 Dizia eu: Subirei à palmeira, pegarei em seus ramos; e, então, os teus peitos serão como os cachos na vide, e o cheiro da tua respiração, como o das maçãs.9 E o teu paladar, como o bom vinho para o meu amado, que se bebe suavemente e faz com que falem os lábios dos que dormem.

Dt 24.5= Quando algum homem tomar uma mulher nova, não sairá à guerra, nem se lhe imporá carga alguma; por um ano inteiro ficará livre na sua casa e alegrará a sua mulher, que tomou.
 
 

3. Ante a lei divina. A vida sexual do casal, na ótica bíblica: 
a) Deve ser exclusiva ou monogâmica. 
Gn 2.24= DEIXARÁ O VARÃO O SEU PAI E A SUA MÃE. Desde o princípio, Deus estabeleceu o casamento e a família que dele surge, como a primeira e a mais importante instituição humana na terra (ver 1.28). A prescrição divina para o casamento é um só homem e uma só mulher, os quais tornam-se uma só carne (i.e., unidos em corpo e alma). Este ensino divino exclui o adultério, a poligamia, a homossexualidade, a fornicação e o divórcio quando antibíblico (Mc 10.7-9; ver Mt 19.9).
b) Deve ser alegre. 
Pv 5.18= Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade,
c) Deve ser santa 
1 Pe 1.15= mas, como pé santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver,
SEDE SANTOS. Deus é santo, e as qualidades de Deus devem ser as qualidades do seu povo. A idéia principal de santidade é a separação dos modos ímpios do mundo e dedicação a Deus, por amor, para o seu serviço e adoração (ver Lv 11.44 nota). A santidade é o alvo e o propósito da nossa eleição em Cristo (Ef 1.4); significa ser semelhante a Deus, ser dedicado a Deus e viver para agradar a Deus (Rm 12.1; Ef 1.4; 2.10; ver Hb 12.14 nota). É o Espírito de Deus que realiza em nós a santificação, que purifica do pecado nossa alma e nosso espírito, que renova em nós a imagem de Cristo e que nos capacita, pela comunicação da graça, a obedecer a Deus segundo a sua Palavra (Gl 5.16,22,23,25; Cl 3.10; Tt 3.5; 2 Pe 1.9). Para ensino adicional sobre a santidade como maneira de viver.
1 Ts 4.4-8= 4 que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra, 5 não na paixão de concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus. 6 Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também, antes, vo-lo dissemos e testificamos. 7 Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação. 8 Portanto, quem despreza isto não despreza ao homem, mas, sim, a Deus, que nos deu também o  seu Espírito Santo.
QUE VOS ABSTENHAIS DA PROSTITUIÇÃO. Deus determina para todos os crentes normas elevadas de pureza e santidade concernentes a assuntos sexuais. 
NINGUÉM... ENGANE A SEU IRMÃO. A imoralidade sexual de de um cônjuge prejudica o outro, seja ele crente ou não. "Enganar" (gr. pleonokteo) significa "ultrapassar o certo", "transgredir", "exceder". Todo tipo de relacionamento sexual fora do casamento, além de pecaminoso, constitui terrível ato de injustiça contra a outra pessoa. O adultério viola os direitos do outro cônjuge. Intimidades sexuais antes do casamento arruínam a santidade e a castidade estabelecidas por Deus para o gênero humano. Destroem a pureza e a virgindade, que devem ser conservadas para o casamento.
NÃO DESPREZA AO HOMEM, MAS, SIM, A DEUS. Aqueles que rejeitam a instrução do apóstolo sobre santificação e pureza estão rejeitando a Deus. 
(1) Desconsiderar a admoestação de Paulo é resistir deliberadamente ao Espírito Santo e à pureza que Ele deseja. Deus julgará e castigará membros da igreja que se dão ao relaxamento moral para satisfação de sua própria lascívia (v. 6; Hb 13.4). 
(2) Todos os que, no mundo ou dentro da igreja, rejeitam a verdade e têm "prazer na iniqüidade" (ver 2 Ts 2.12 nota) serão abandonados por Cristo quando os crentes fiéis forem arrebatados para "encontrar o Senhor nos ares" (v. 17) Sofrerão destruição (5.3), ira (5.9), castigo (2 Ts 1.8) e condenação (2 Ts 1.9; 2.12), quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, para julgar todos os que "não obedecem ao evangelho" (2 Ts 1.7,8)
1 Co 6.19,20=
Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
NOSSO CORPO É O TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO.
Se somos cristãos, nosso corpo é a morada pessoal do Espírito Santo (ver Rm 8.9,11, onde vemos que o Espírito Santo é o selo de Deus em nós, mostrando que lhe pertencemos). Porque Ele habita em nós e pertencemos a Deus, nosso corpo nunca deve ser profanado por qualquer impureza ou mal, proveniente da imoralidade, nos pensamentos, desejos, atos, filmes, livros ou revistas. Pelo contrário, devemos viver de tal maneira que glorifiquemos e agrademos a Deus em nosso corpo (v. 20).

d) Deve ser natural 
Ct 2.6= QUE NÃO ACORDEIS NEM DESPERTEIS O MEU AMOR, ATÉ QUE QUEIRA. Esta frase ocorre três vezes em Cantares de Salomão (ver 3.5; 8.4). É a noiva que a emprega, referindo-se à intimidade física conjugal. Ela não quer que haja qualquer intimidade até que a situação seja propícia, i.e., até que ela e Salomão se casem. Segundo a Bíblia, o único relacionamento sexual lícito é o conjugal. O MEU AMADO É MEU, E EU SOU DELE. O amor que os dois enamorados têm um pelo outro é genuíno e fiel. Não há desejo nem espaço para outra pessoa. No casamento, deve haver tal amor mútuo e dedicação, que a fidelidade conjugal seja da máxima importância na vida do casal.
Ct 8.3= A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abrace
 
III. O SEXO FORA DO CASAMENTO É PECADO
Sexo pre-marital é pecado e, igualmente o extra-marital.
 
1. Fornicação. 
Ap 21.8= Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte.
Entre os "incrédulos" estão incluídos os que já foram crentes em Cristo, mas que foram vencidos por vários pecados como os já citados. Ser crente em Cristo e viver praticando tais iniqüidades é uma abominação para Deus. Há igrejas, hoje, anunciando que é possível alguém ser a um só tempo verdadeiro filho de Deus e também imoral, mentiroso, adúltero, homossexual e homicida. Tais pessoas contradizem as claras palavras de Deus, aqui registradas (cf. 1 Co 6.9,10; Gl 5.19-21; Ef 5.5-7).
Gl 5.19= Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia,
OBRAS DA CARNE. “Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). 
(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.
(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).
(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).

1 Co 6.18= Comentário acima.
 
2. Adultério. 
Mt 5.27= Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.
ATENTAR NUMA MULHER PARA A COBIÇAR.
Trata-se de cobiça carnal, ou concupiscência (gr. epithumia). O que Cristo condena aqui não é o pensamento repentino que Satanás pode colocar na mente de uma pessoa, nem um desejo impróprio que surge de repente. Trata-se, pelo contrário, de um pensamento ou desejo errado, aprovado pela nossa vontade. É um desejo imoral que a pessoa procurará realizar, caso surja a oportunidade. O desejo íntimo de prazer sexual ilícito, imaginado e não resistido, é pecado.
(1) O cristão deve tomar muito cuidado para não admirar cenas imorais como as de filmes e da literatura pornográfica (cf. 2 Tm 2.22; Tt 2.12; Tg 1.14; 1 Pe 2.11; 2 Pe 3.3; 1 Jo 2.15,16; 1 Co 6.18; Gl 5.19, 21; Cl 3.5; Ef 5.5; Hb 13.4). 
(2) Quanto a manter a pureza sexual, a mulher, igualmente como o homem, tem responsabilidade. A mulher cristã deve tomar cuidado para não se vestir de modo a atrair a atenção para o seu corpo e deste modo originar tentação no homem e instigar a concupiscência. Vestir-se com imodéstia é pecado (1 Tm 2.9; 1 Pe 3.2,3)
Mc 10.9= Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.
Jesus ensina aqui que quem se divorcia por razões não bíblicas e se casa de novo, peca contra Deus, cometendo adultério (ver Ml 2.14 nota; Mt 19.9 nota; 1 Co 7.15). Noutras palavras, Deus não tem obrigação de considerar um divórcio correto ou legítimo, simplesmente porque o Estado (ou qualquer outra instituição humana) o legaliza.
Rm 13.9= Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás, e, se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
O AMOR NÃO FAZ MAL AO PRÓXIMO.
O amor é positivo, e ao mesmo tempo é negativo, pelo fato da propensão humana para o mal, o egoísmo e a crueldade. A idéia de que a ética cristã deve ser somente positiva é uma falácia 
baseada nas idéias da presente sociedade, que procura esquivar-se das proibições que refreiam os desejos descontrolados da carne (Gl 5.19-21).
Pv 5.1-5= 1 Filho meu, atende à minha sabedoria; à minha razão inclina o teu ouvido; 2 para que conserves 4os meus avisos, e os teus lábios guardem o conhecimento. 3 Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o  azeite; 4 mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois fios. 5 Os seus pés descem à morte; os seus passos firmam-se no inferno.
OS LÁBIOS DA MULHER ESTRANHA.
O livro de Provérbios adverte repetidas vezes quão destrutiva é a imoralidade sexual. Salomão ressalta que, embora os prazeres enganosos dessa imoralidade sejam atraentes, a entrega aos mesmos leva à ruína (vv. 7-14). Este capítulo e também 2.16-19; 6.20-35; 22.14; 23.27,28; 29.3; 30.20; 31.3 abordam a quebra das normas divinas da pureza e da castidade. A resposta à imoralidade sexual é a entrega pessoal a Deus (v. 1) a abstenção sexual disciplinada pre-marital e a satisfação do desejo sexual natural através de uma vida marital santa e amorosa.
 
3. Prostituição. 
Dt 23.17= Não haverá rameira dentre as filhas de Israel; nem haverá sodomita dentre os filhos de Israel.
1 Co 6.16= Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.
OS MEMBROS DE CRISTO. O apóstolo, advertindo contra o relaxamento moral, demonstra as terríveis conseqüências para o crente, da imoralidade sexual. Quando o crente une-se fisicamente a uma mulher decaída, fica sendo um só com ela, sujeito ao seu domínio (v.16; cf. Gn 2.24), profana aquilo que Cristo santificou (v. 15), e separa-se do reino de Deus (v. 9). Na imoralidade sexual, a pessoa praticamente separa-se da união com Cristo, ao fazer do seu corpo um membro da outra pessoa imoral e ímpia.
Pv 7.4-10= 4 Dize à Sabedoria: Tu és minha irmã; e à prudência chama tua parenta; 5 para te guardarem dda mulher alheia, da estranha que lisonjeia com as suas palavras. 6 Porque da janela da minha casa, por minhas grades olhando eu,
7 vi entre os simples, descobri entre os jovens, um jovem falto de juízo, 8 que passava pela rua junto à sua esquina e seguia o caminho da sua casa, 9 no crepúsculo, à tarde do dia, na escuridão e trevas da noite. 10 E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, com enfeites de prostituta e astuto coração.
GUARDA AS MINHAS PALAVRAS. Mais uma vez, Provérbios adverte contra a imoralidade cometida em nome do amor (v. 18), e expõe seus resultados desastrosos (vv. 25-27; ver 5.5; 5.14; 6.32,33,). A imoralidade sexual pode ser evitada: 
(1) se mantivermos um compromisso firme com tudo o que Deus diz que é justo e bom (vv. 1-5); 
(2) não permitindo que nossos pensamentos se fixem em prazeres lascivos (v. 25); e 
(3) tomando conhecimento de que esse pecado leva à tristeza, à aflição e à morte (vv. 26,27).

4. Homossexualismo. 
Lv 20.13= Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.
Lv 18.22= Com varão te não deitarás, como se fosse mulher: abominação é;
ABOMINAÇÃO É. Ato sexual com alguém do mesmo sexo (i.e, sodomia, ver Gn 19.5) é "abominação" ao Senhor. Isto é, tal ato é sobretudo detestável e repulsivo a Deus (ver Rm 1.27).
Dt 23.17,18= Não haverá rameira dentre as filhas de Israel; nem haverá sodomita dentre os filhos de Israel. Não trarás salário de rameira nem preço de cão à casa do SENHOR, teu Deus, por qualquer voto; porque ambos estes são igualmente abominação ao SENHOR, teu Deus.
1 Co 6.9,10= Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: fnem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus.
OS INJUSTOS NÃO HÃO DE HERDAR O REINO.
Alguns de Corinto enganaram-se a ponto de crer que se perdessem a comunhão com Cristo, negassem-no e vivessem na imoralidade e na injustiça, sua salvação e sua herança no reino de Deus continuavam seguras. 
(1) Paulo, no entanto, declara que a conseqüência inevitável do pecado habitual é a morte espiritual, até mesmo para o cristão (cf. Rm 8.13). Ninguém poderá viver na imoralidade e ao mesmo tempo herdar o reino de Deus (cf. Rm 6.16; Tg 1.15; ver 1 Jo 2.4 nota; 3.9 nota). O apóstolo Paulo repete muitas vezes esse ensino fundamental (e.g., Gl 5.21 e Ef 5.5,6). Note-se que os profetas do AT continuamente declaravam este princípio (ver Jr 8.7 nota; 23.17 nota; Ez 13.10 nota). 
(2) A advertência de Paulo é para todos os cristãos. Não nos enganemos, pois "os injustos não hão de herdar o Reino de Deus". A salvação sem a obra regeneradora e santificadora do Espírito Santo não tem lugar na Palavra de Deus.

5. A masturbação. 
É o adultério no pensamento e nas intenções de que JESUS falou.
Mt 5.28= Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela.
ATENTAR NUMA MULHER PARA A COBIÇAR.
Trata-se de cobiça carnal, ou concupiscência (gr.Gepithumia). O que Cristo condena aqui não é o pensamento repentino que Satanás pode colocar na mente de uma pessoa, nem um desejo impróprio que surge de repente. Trata-se, pelo contrário, de um pensamento ou desejo errado, aprovado pela nossa vontade. É um desejo imoral que a pessoa procurará realizar, caso surja a oportunidade. O desejo íntimo de prazer sexual ilícito, imaginado e não resistido, é pecado.
(1) O cristão deve tomar muito cuidado para não admirar cenas imorais como as de filmes e da literatura pornográfica (cf. 2 Tm 2.22; Tt 2.12; Tg 1.14; 1 Pe 2.11; 2 Pe 3.3; 1 Jo 2.15,16; 1 Co 6.18; Gl 5.19, 21; Cl 3.5; Ef 5.5; Hb 13.4). 
(2) Quanto a manter a pureza sexual, a mulher, igualmente como o homem, tem responsabilidade. A mulher cristã deve tomar cuidado para não se vestir de modo a atrair a atenção para o seu corpo e deste modo originar tentação no homem e instigar a concupiscência. Vestir-se com imodéstia é pecado (1 Tm 2.9; 1 Pe 3.2,3)
 
Masturbação à luz da Bíblia
¨... que vos abstenhais das coisas sacrificadas a ídolos, bem como do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas¨(Atos 15:29). A masturbação é considerada um ato sexual ilícito para os cristãos, pois se trata de um desvio comportamental induzido pela manipulação dos órgãos sexuais. Alguns pontos negativos sobre a masturbação devem ser considerados:
1.Toda pessoa que se masturba tem em mente alguém, raramente se consegue orgasmo sem relacionar a masturbação a alguma pessoa. Ou seja, indiretamente, há uma prática de perversão sexual mental.
2.O ato contínuo da masturbação se torna em vícios e pode dominar a mente do homem e da mulher. Todo vício é maligno, pois aprisiona o ser humano a subterfúgios ilusórios, para suprir deficiências internas e espirituais.
3.O uso de apetrechos fantasiosos, revistas e vídeos eróticos, induzem o ser humano á pratica de masturbação e pode levar a pessoa a ter aversão ao sexo real. É muito comum, casais se separarem por causa dessas atitudes, como também de pessoas ficarem totalmente desmotivadas para o sexo com a esposa ou marido, pelo costume de se ter prazer solitário.
O que fazer para vencer esse desejo?
Nos dias de hoje, saber dominar os sentimentos é raro, e como constatamos anteriormente a masturbação é um desajuste comportamental. E, para dominar esse tipo de sentimento, o indivíduo deve ter em mente que a masturbação é um ato pecaminoso contrário a Deus e prejudicial a sua vida espiritual. Muitos deixaram a boa consciência e naufragaram na fé. O cristão nunca deve esquecer que o inimigo mortal das almas, também é chamado de acusador e a principal arma que ele tem é desnortear a mente sã.
Resistir é a palavra chave para se vencer o desejo sexual, porém, é bom frisar que resistir não significa apenas deixar de fazer, mas, prevenir. Deixar de ver televisão, principalmente, os programas de auditório, cujos apresentadores sempre utilizam apelos sensuais, filmes de um modo geral, mesmo os mais infantis, têm um lado de sensualidade que atraí, induz e prende o indivíduo. As revistas seculares sempre possuem uma foto ou propaganda sensual que acaba seduzindo a muitos. O simples fato de folheá-las, pode fazer nascer um desejo sexual.
Ter mais contato com pessoas cristãs e se manter vigilante é uma boa forma de neutralizar os pensamentos perniciosos. A leitura da Bíblia e a conscientização sobre os males espirituais dos vícios ajudam a manter os desejos afastados e suprimidos. A oração não pode ser deixada de lado e quanto mais se buscar, mais se achará. Se você se sente fraco, peça a Deus que o ajude a vencer esse mal. Jesus disse: “Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Lucas 11:9). Isso é sinal que Ele quer e vai te ajudar! Experimente.
Bp.Natal Furucho
 
CONCLUSÃO
Os preceitos bíblicos que dão conta da sexualidade se identificam com o que Jesus chamou de “caminho 
estreito”, o qual poucos se dispõem a palmilhar. 
 
QUESTIONÁRIO:
1. Como o homem participa da criação?
R. Através da procriação.
2. Quem tem o direito legítimo de desfrutar a sexualidade?
R. Os casados.
3. De acordo com a lição, quais as finalidades da união sexual?
R. Procriação, ajustamento entre o casal e satisfação ou prazer entre os cônjuges.
4. Como deve ser a relação sexual de um casal cristão?
R. Exclusiva, alegre, santa e natural.
5.Que é fornicação?
R.A prática do sexo entre solteiros.

Veja http://www.armazemnadia.com.br/henrique/Familia.htm 
 
ESTUDOS AFINS:
O Cristão e o Sexo  - 
Livro Ética Cristã - Norman L. Geisler - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - Caixa Postal 21486 São Paulo - SP 
O sexo é .um dos relacionamentos interpessoais no qual os indivíduos se engajam. É uma das forças mais poderosas do mundo, porém uma das mais pervertidas. Talvez uma das razões para sua perversão seja seu poder. Se o poder tende a corromper, neste caso um grande poder tende a corromper grandemente. Do outro lado, boa parte do abuso do sexo talvez resulte de um mal-entendimento acerca dele. Qual é o ponto de vista cristão, acerca do sexo? O que as Escrituras realmente ensinam acerca da atividade sexual?
l. A BASE BÍBLICA PARA O SEXO
Basicamente, a Bíblia diz três coisas acerca do sexo: (l) o sexo é bom, (2) o sexo é poderoso, e, portanto, (3) o sexo precisa de ser controlado. Na realidade, as primeiríssimas referências ao sexo dão a entender todos estes fatores.
A. A Natureza do Sexo
O sexo é intrinsecamente bom; não é mau. As Escrituras declaram que "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem. . . homem e mulher (isso é sexo!) os criou" (Gn l :27). E depois de acabar: "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom" (V. 31). O sexo é bom. Deus o fez, e dalguma maneira reílete a Sua bondade. Talvez seja por causa do poder criador do sexo que se assemelha a um aspecto do Ser de Deus. Ou talvez esteja na força dele de realizar o vínculo mais forte de unidade e unicidade. Seja qual for a maneira pela qual devamos entender que o sexo é bom como Deus, fica claro que, fundamentalmente, o sexo é bom porque Deus o fez e o declarou bom.
l. O Sexo É Essencialmente Bom — O sexo é bom em si mesmo e por si mesmo porque faz parte da criação de Deus. Diferentemente de muitas filosofias não cristãs (das variedades gnósticas e platônicas), a Bíblia declara que a matéria e o universo físico (inclusive o corpo do homem e os órgãos do corpo) são bons. Depois de cada dia da criação, está escrito repetidas vezes: "E viu Deus que isso era bom" (Gn 1:10, 12, 18, 21, 25). Depois do dia final, está escrito: "... e eis que era muito bom" (y. 31). O sexo era uma parte integrante desta criação muito boa. A Bíblia confirma este ponto de vista noutro lugar, dizendo; "Tudo que Deus Criou é bom. . ." (l Tm 4 : 4). Se o sexo parecer impuro a alguns, estamos lembrados que "Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro" (Tt 1:15).
Falando especificamente acerca do sexo, o escritor da Epistola aos Hebreus declarou: "Digno de honra entre todos seja o matrimonio, bem como o leito sem mácula" (Hb 13:4). O casamento é um estado honroso. O casamento dificilmente poderia ser considerado honroso a não ser que o sexo fosse bom, pois o sexo é parte integrante do casamento. O sexo é tão sagrado que é usado na Escritura para ilustrar a união mais íntima que se pode ter com Deus. Paulo escreveu: "Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à Igreja" (Ef 5:31, 32). A bondade intrínseca do sexo pode ser deduzida, também, do fato de que Deus ordenou a união sexual. Deus disse ao primeiro casal: "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra. . ." (Gn 1:28) — mandamento este que a raça está cumprindo muito bem! Quando Eva teve seu primeiro filho, declarou: "Adquiri um varão com o auxílio do Senhor" (Gn 4:1), reconhecendo, assim, a aprovação de Deus do processo sexual. Decerto, a julgar pelas numerosas referências no decurso das Escrituras à bênção dos filhos (cf. SI 127:4, 5; Pv 17:6), Deus julga que o sexo é bom. 
2. O Sexo É Poderoso — Não somente o sexo é essencialmente bom como também é muito poderoso. Isto foi subentendido no fato de que podia ser usado para "multiplicar" as pessoas e "encher" a terra (Gn 1:28). O poder do sexo não somente é dramaticamente demonstrado na sua capacidade de fazer o homem e a mulher "uma só carne" mas,sim, pelo tipo de criatura que está produzindo. Os filhos dos pais humanos são gerados à imagem de Deus. Adão foi feito à imagem de Deus, e "gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem. . ." (Gn 5:3; Tg 3:9). Logo, pelo processo da sexualidade humana são produzidos não somente muitos seres humanos como também muitos "deuses." Jesus citou Salmo 82:6 que diz: "Eu disse: Sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo." (João 10:35). Quando a natureza da criatura humana produzida através do sexo é plenamente apreciada, provavelmente não seja exagero considerar o sexo um dos poderes mais relevantes do mundo. Quando um esperma masculino e um óvulo feminino se unem, um pequeno "deus" está sendo feito. Todas as demais condições sendo certas, o resultado daquela concepção será uma criatura que tanto se assemelha a Deus quanto O representa na terra.1 Sem decidir aqui a questão acerca do embrião ou feto, ainda não nascido, ser verdadeiramente humano,2 é um fato indisputável que, dadas as circunstâncias apropriadas, certamente se tomará uma criatura imortal. Os seres humanos são pessoas imortais, que nunca morrem. Viverão para sempre. Decerto, este não é nenhum poder comum que é dado aos filhos dos homens, que é capaz de transmitir para o mundo uma pessoa imortal, feita à semelhança do próprio Deus. O sexo humano, portanto, não somente é bom por natureza, mas também é grande no seu poder. É grande, tanto em virtude de quanto pode produzir, como também em virtude do tipo de criatura que é o produto, viz., uma pessoa que nunca morre.
3. O Sexo Precisa Ser Controlado — É óbvio que qualquer coisa tão poderosa quanto o sexo precisa ser controlada. Ninguém em sã consciência deixaria crianças imaturas brincar com dinamite. Nem qualquer agente responsável tornaria as armas atômicas disponíveis ao público em geral. Mesmo assim, o sexo, de muitas maneiras, é mais poderoso do que a dinamite ou o poder atômico. A única posição razoável que se pode adotar a respeito de qualquer força tão poderosa como o sexo é que ele deve ser controlado ou regulado. Deve haver maneira de canalizar e dirigir o poder do sexo para o bem dos homens. Porque se o poder do sexo, como o poder do átomo, não for aproveitado para propósitos bons, então seu abuso pode ameaçar a destruição da humanidade. Conforme a Bíblia, o meio ordenado por Deus de dirigir e regular o poder bom e grande do sexo, é chamado casamento. "Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gn 2:24). Jesus acrescentou: "De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus a/untou não o separe o homem" (Mt 19:6). Ou seja: o casamento que junta o homem e a mulher num relacionamento sem igual e permanente é o canal estabelecido por Deus a fim de regular o poder do sexo. Naturalmente, o sexo não é somente o poder para procriar; também é um poder para o prazer. Mas seja qual for o tipo do poder do sexo, deve ser controlado. Nenhuma paixão deve ser deixada desenfreada.4 O estupro e os crimes sexuais sadísticos não podem ser justificados meramente porque trazem prazer a quem assim abusou. Mesmo se fosse verdade que somente os prazeres são intrinsecamente bons, não se segue que todos os prazeres são bons. Alguns prazeres danificam a si mesmos e/ou aos outros. Por exemplo, os prazeres que alguns obtêm de serem cruéis, ou injustos, ou odiosos não são prazeres bons. Além disto, nem todos os prazeres são igualmente bons; alguns são superiores aos outros. Logo, não se pode justificar um exercício descontrolado do sexo meramente pelo motivo dele dar prazer. Todos os prazeres devem ser controlados, e há satisfações espirituais superiores aos meros prazeres físicos do sexo. Segundo as Escrituras, o canal para controlar o poder do prazer das relações sexuais (bem como seu poder procriador) é o casamento. Esta conclusão está amplamente apoiada por um estudo da função do sexo dentro das Escrituras.
B. A Função do Sexo
A função do sexo pode ser vista de vários ângulos: 
(l) antes do casamento,  (2) dentro do casamento monógamo,  (3) fora do casamento,  (4) dentro do casamento polígamo, 
(5) e para divorciados. 
l. O Papel do Sexo Antes do Casamento — No que diz respeito à Bíblia, não há papel algum para as relações sexuais antes do casamento. A relação Já é um tipo de casamento. Se estiver fora de um compromisso vitalício do amor, então é um "casamento" ruim. Na realidade, é um pecado que a Bíblia chama de fornicação (cf. Gl 5:19; l Co 6:18). A primeira referência ao casamento declara que o homem e a mulher ficam sendo "uma só carne" (Gn 2:24), o que dá a entender que o casamento ocorre quando dois corpos são juntados. Que a relação sexual é casamento fica sendo ainda mais claro pela maneira comum de descrever o ato como sendo um homem "deitando-se" com uma mulher. Moisés ordenou; "Se um homem for achado deitado com uma mulher que tem marido, então ambos morrerão.. ."(Dt 22:22). O Novo Testamento confirma isto, ainda mais, pelo uso das palavras "matrimonio" e "leito nupcial" em paralelo (Hb 13:4). Neste sentido, não há relações sexuais antes do casamento. A relação já inicia um "casamento." Se não for empreendida dentro de um compromisso vitalício do amor, então foi uma união má, um ato de fornicação. E quando um par tinha relações, o homem era obrigado a pagar indenização do casamento ao pai da moça e toma-la por sua esposa (Dt 22:28). E quando um homem vai para uma prostituta, a Bíblia considera isto como um "casamento." Paulo escreveu: "Não sabeis que o homem que se une à prostituta, forma um só corpo com ela?" citando como sua prova que as Escrituras dizem: "Serão os dois uma só carne" (l Co 6:16). Em síntese, não existem relações sexuais pré-nupciais na Bíblia. Se o casal não fosse casado, então as relações o tornaria casado. Se já estivesse casado, então as relações com outra pessoa formariam para eles um segundo casamento, adúltero. A prostituição é considerada um casamento ilegítimo. Um casal de noivos que tem relações sexuais consumou, desta forma, o seu casamento diante de Deus e deve legalizá-lo diante do estado tão logo quanto possível, visto que Deus ordena os cidadãos a serem obedientes aos regulamentos do governo (Rm 13:1; l Pé 2:13). Casais e noivos, segundo Paulo, devem ou controlar seus impulsos sexuais, ou, senão, casar-se. Escreveu: "Entretanto, se alguém julga que trata sem decoro sua noiva (filha — ARA), estando já a passar-lhe a flor da idade, e as circunstâncias o exigem, faça o que quiser. Não peca; que se casem." (l Co 7:36). Do outro lado, "o que está firme em seu coração, não tendo necessidade, mas domínio sobre o seu próprio desejo (arbítrio — ARA), e isto bem firmado no seu ânimo, para conservar virgem a sua noiva (filha - ARA), bem fará" (v. 37) (N. Tr. O conceito de se tratar de uma "noiva" aparece no inglês na RSV). Ou seja, as relações sexuais não são apropriadas para casais de noivos. Devem ou refrear suas emoções, ou casar-se. E quando realmente se dão às relações sexuais, então já estão casados aos olhos de Deus e devem legalizar o caso diante do estado, se assim fizer a lei do país. Quanto às relações sexuais pré-nupciais entre os que nato estão prontos a casar-se, a resposta é "Não". Se a pessoa não está pronta para tomar sobre si as responsabilidades de uma pessoa e família, não deve mexer com o sexo. A exortação de Salomão é aplicável aqui: ". . . a adúltera anda à caça de vida preciosa. Tomará alguém fogo no seio, sem que
as suas vestes se incendeiem?" (Pv 6:26, 27). Não se deve "começar" nada a não ser que se esteja disposto a ir até ao fim. E não deve ir até ao fim até que seja casado, porque as relações sexuais estão reservadas para o casamento aos olhos de Deus.
No que diz respeito à autossexualidade (Lê., a masturbação), é geralmente errada A sublimação (drenar a energia sexual através do exercício) e as emissões noturnas naturais são consideradas maneiras legítimas de queimar energia sexual excessiva. A masturbação é pecaminosa (l) quando seu único motivo é mero prazer biológico, (2) quando é permitida tornar-se um hábito compulsivo, e/ou (3) quando o hábito resulta de sentimentos de inferioridade e causa sentimentos de culpa. A masturbação é pecaminosa quando é realizada em conexão com imagens pornográficas, porque, conforme disse Jesus, a concupiscência é uma questão dos interesses do coração (Mt 5:28). A masturbação pode ser certa se for usada como um programa limitado e temporário de controle-próprio para evitar a concupiscência antes do casamento. Se a pessoa se comprometer plenamente a viver uma vida pura antes do casamento, talvez seja permissível ocasionalmente usar o estímulo autossexual para aliviar sua própria tensão. Enquanto não se tornar um hábito nem um meio de gratificar sua concupiscência, a masturbação não é necessariamente imoral. De fato, quando o motivo não é a concupiscência, porém o controle-próprio, a masturbação pode ser um ato moral (cf. l Co 7:5; 9:25). A regra bíblica é que tudo quanto possa ser feito para a glória de Deus, tudo quanto não escraviza o praticante (l Co 10:31; 6:12) é moral até àquele ponto. A masturbação usada com moderação para o propósito de manter sua pureza, não é imoral.5
2. O Papel do Sexo no Casamento — Há várias funções básicas do sexo no casamento, são: (l) levar a efeito uma unidade intima sem igual entre duas pessoas; (2) fornecer êxtase ou prazer para as pessoas envolvidas neste relacionamento sem igual, (3) levar a efeito uma multiplicidade de pessoas no mundo por meio de ter filhos. Respectivamente, as três funções básicas do sexo no casamento são a unificação, a recreação, e a procriação. Primeiramente, o casamento visa trazer dois seres humanos à unificação mais estreita possível. "Os dois se tornarão urna só carne" é repetido uma vez após outra na Escritura (Gn 2:24; Mtl9:5;lCo6:16;Ef5:31). Tão sem igual é esta união conjugal levada a efeito pelo sexo, que a Bíblia a usa para ilustrar a união mística que o crente tem com Cristo (Ef 5:32). É a natureza única, de um só relacionamento do seu tipo, que exige que o homem mantenha relações sexuais com uma só mulher. Não é realmente possível ter dois relacionamentos de um tipo único ao mesmo tempo. O casamento — na realidade, o casamento monógamo — é a única maneira controlada para manter um relacionamento continuamente único entre o marido e a esposa. Na poligamia, há a ameaça sempre-presente dos ciúmes e a questão de quem é a esposa "predileta." Realmente, não é possível ter duas esposas "prediletas" no mesmo sentido. Logo, é possível para um homem ter um relacionamento sem igual com uma só esposa. O casamento monógamo é o ideal divino para atingir este relacionamento ideal entre duas pessoas. A segunda função do sexo no casamento é recreacional. As relações sexuais são literalmente uma re-criação da grande felicidade da união nupcial original. É uma lembrança sacramental da alegria do seu primeiro amor. A união sexual é a reunião feliz daqueles que foram feitos um só pelo casamento. A satisfação que o sexo fornece é o prazer obtido da reafirmação do preito original do mútuo amor. Quanto a isto, as funções recreacionais e reunifícacionais do casamento são inseparáveis. Porque o prazer real do sexo é aquele que é obtido da reafirmação e do reforço da união sem igual que o casamento efetuou no início. Destarte, a tentativa de ter o prazer do sexo sem o relacionamento igual e permanente do casamento e ilusório. A alegria verdadeira vem somente com a união verdadeira, e a união verdadeira somente vem se houver um relacionamento sem igual e permanente entre duas pessoas do sexo oposto (l Tm 4:3; 6:17). O terceiro papel do casamento é a procriação. O fruto da união no matrimonio é a multiplicidade da prole. É lógico, os filhos são o resultado natural, porém não necessário, do casamento.6 Embora casar-se seja a coisa natural a se fazer, não é necessário casar-se. Um solteiro pode resolver não casar, sem pecar (cf. Mt 19:12; l Co 7:7,8). Semelhantemente, um casal pode resolver não ter filhos, sem pecar (cf. l Co 7:5), embora seja natural tê-los. Quando os filhos resultam do casamento são uma razão adicional para manter o casamento com um relacionamento sem igual e permanente entre os pais. Os filhos precisam da disciplina amorosa (Pv 22:15; Ef 6:4; Cl 3:31). Precisam da união e da segurança fornecidas pelo casamento feliz dos seus pais. Nem a poligamia, nem o divórcio, nem a anonimidade, nem a comunidade de pais têm se revelado fatores fortalecedores nas personalidades dos filhos. Quase nada é superior a uma união perpétua entre a mãe e o pai para a criação de filhos saudáveis e felizes. Uma palavra de resumo agora é necessária. A função do sexo dentro do casamento é tríplice: a unificação, a recreação, e a procriação. Todos estes papéis demonstram a necessidade da fidelidade conjugal. Sempre que o relacionamento sem igual do casamento é quebrado pelas relações sexuais extra-conjugais, a pessoa não somente destruiu a união sem igual do casamento como também diminuiu a possibilidade do prazer verdadeiro, sem falar do enfraquecimento da base da estabilidade para quaisquer filhos desta união.
A partir destas três funções positivas do sexo no casamento, um papel negativo pode ser deduzido. O sexo dentro do casamento é o modo de satisfazer aquilo que seria concupiscência e que levaria à promiscuidade fora do casamento. "Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa e cada uma o seu próprio marido," escreveu o apóstolo (l Co 7:2). Todos os solteiros devem manter-se sob controle-próprio sexual, "Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado" (l Co 7:9). Semelhantemente, aos jovens cristãos tessalonicenses Paulo escreveu: "Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios . . ." (l Ts 4: 3-5). Numa palavra, juntamente com os três propósitos positivos do sexo dentro do casamento há uma razão negativa, viz., o casamento fornecerá um canal preventivo para o impulso sexual, de modo que a pessoa possa evitar a imoralidade.
3. O Papel do Sexo Fora do Casamento — Tendo em mente os propósitos do casamento podemos compreender mais facilmente as proibições fortes na Escritura acerca das relações extra-conjugais ilícitas. O adultério, a fornicação, a prostituição, a sodomia (a homossexualidade) são todos fortemente condenados. Cada um destes pecados, da sua própria maneira, viola um relacionamento interpessoal divinamente instituído. O adultério e a prostituição são errados por duas razões básicas, viz., são casamentos múltiplos. Em primeiro lugar, são tentativas para levar a efeito muitos relacionamentos intimíssimos ao mesmo tempo. Em cada caso, a pessoa está enganando a pessoa a quem realmente mais ama e, provavelmente, mentindo a quem não ama. A segunda razão porque a fornicação é errada, é porque visa ser apenas uma união temporária, ao passo que Deus deseja que a união sexual seja duradoura e permanente (Mt 19:6). Não há maneira de assegurar o máximo prazer numa união conjugal a não ser que se ache dentro do contexto de um compromisso mútuo vitalício do amor. A Bíblia é enfática: "Não adulterarás" (Êx 20:14). No Antigo Testamento os adúlteros deviam ser executados (Lv 20:10). O Novo Testamento também é enfaticamente contra o adultério. Jesus o pronunciou errado até mesmo nos seus motivos mais básicos (Mt 5:27,28). Paulo o chamava uma obra má da carne (Gl 5:19), e João teve visão da presença de adúlteros no lago do fogo (Ap 21:8). A palavra "fornicação" é freqüentemente usada na Escritura para relações sexuais ilícitas fora do casamento, embora o modo geral de entender é que ela subentende que pelo menos um membro do relacionamento não era casado. Os apóstolos conclamavam todos os cristãos a abster-se da fornicação (também chamada incastidade) (At 15:20). Paulo disse que o corpo não é para a fornicação e que o homem deve fugir dela (l Co 6:13, 18). Os efésios foram informados que a fornicação nem sequer deveria ser mencionada entre eles (5:3). A fornicação é má porque ela, também, é um "casamento" fora do casamento, porque junta as pessoas de uma maneira ilícita sem elas pretenderem levar a efeito as implicações permanentes e sem igual do seu relacionamento. A homossexualidade não está na mesma classe dos pecados heterossexuais do adultério, da prostituição e da fornicação. A homossexualidade é diferente destes três porque não ocorre nenhuma relação sexual no sentido rigoroso da expressão, e nenhum nascimento pode resultar dela. Mesmo assim, a homossexualidade no sentido de sexualmente estimular e manipular uma pessoa do mesmo sexo é especificamente proibida na Escritura. No Antigo Testamento, este pecado era chamado sodomia, segundo o nome da cidade iníqua, Sodoma, que foi destruída por causa desta perversidade (Gn 19:5-8, 24). Mais tarde, a lei de Moisés proibiu qualquer "sodomita" (ARC)7 de fazer parte da comunidade de Israel (Dt 23:17), Mais tarde, durante as reformas do rei Asa, "tirou da terra os prostitutos-cultuais..." (l Rs 15:12). Há muitas referências aos pecados de Sodoma (cf. Is 3:9; Ez 16:46). O Novo Testamento é igualmente claro sobre o assunto. Romanos, capítulo um, fala da homossexualidade como sendo aquilo que mudou "o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário à natureza" (v. 26). É uma "torpeza" que resulta de paixões vis (v. 27). Noutra passagem, Paulo escreveu: "Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas. . . herdarão o reino de Deus" (l Co 6:9). Estas todas são perversões do uso apropriado do sexo. Atos heterossexuais são errados fora do casamento porque estabelecem um relacionamento de marido e esposa entre aqueles que não são marido e esposa. Os aios homossexuais são errados porque estabelecem um relacionamento sem igual de marido e mulher entre os que não podem ser marido e mulher, por serem do mesmo sexo. Naturalmente, as proibições bíblicas contra a homossexualidade não se referem a amizades estreitas (com afeição física) entre os do mesmo sexo. Tais amizades são tanto normais quanto belas. Davi e Jônatas são um exemplo clássico. As Escrituras dizem: "A alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma" (l Sm 18:1). A amizade íntima é uma coisa; os encontros sexuais ilegítimos e não naturais são coisa bem diferente. 
4. O Papel do Sexo nos Casamentos Múltiplos — Há pouca questão de que a poligamia era permitida por Deus nos tempos bíblicos. Até alguns dos grandes santos tinham várias esposas (cf. Abraão, Davi, Salomão). O problema verdadeiro não é se Deus permitiu a poligamia mas se Ele a plane/ou. Ou seja: a poligamia, como o divórcio, era algo que Deus tolerou mas realmente não desejou? Há bastante evidência, mesmo dentro do Antigo Testamento, que a poligamia não era o ideal de Deus para o homem. Que a monogamia era Seu ideal para o homem fica óbvio de várias perspectivas, (l) Deus fez uma só pessoa para Adão (Gn 2:18ss.), estabelecendo, assim, o precedente ideal para a raça. (2) A poligamia é mencionada pela primeira vez como
parte da civilização cainita ímpia (Gn 4:23). (3) Deus claramente proibiu os reis de Israel (os líderes eram as pessoas que se tomavam polígamos) dizendo: "Tão pouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração se não desvie" (Dt 17:17). (4) Os santos que se tomaram polígamos pagaram seus pecados, l Rs 11:1, 3 diz: "Salomão amou muitas mulheres estrangeiras. . . Tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração." (5) O maior polígamo do Antigo Testamento, Salomão, deu testemunho do fato de que tinha um só verdadeiro amor, para quem escreveu Cantares. Este livro é a maior repreensão contra a poligamia, escrita pelo maior polígamo. Até mesmo Salomão com suas 1.000 esposas somente tinha um amor verdadeiro. (6) A poligamia usualmente está situada no contexto do pecado no Antigo Testamento. O casamento de Abraão com Hagar era claramente um ato carnal de descrença (Gn 16:1-2). Davi não estava num ponto alto espiritual quando acrescentou Abigail e Ainoã como esposas (l Sm 25:42, 43), nem Jacó quando se casou com Lia e Raquel (Gn 29: 23, 28) (7) O relacionamento polígamo era menos do que ideal. Criava ciúmes entre as mulheres. Jacó amava Raquel mais do que a Lia (Gn 29:31). Uma esposa de Elcana era considerada uma rival ou adversária pela outra, que "a provocava excessivamente para a irritar. . ." (l Sm 1:6). (8) Quando a poligamia é referida, o condicional, e não o imperativo é empregado. "Se ele der ao filho outra mulher, não diminuirá o mantimento da primeira, nem os seus vestidos, nem os seus direitos conjugais" (Êx 21:10). A poligamia não é o ideal moral mas o polígamo deve ser moral. (9) O Novo Testamento preceitua a monogamia como condição prévia para os lideres da igreja. "É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher. . ." (l Tm 3:2), escreveu o apóstolo. (10) A monogamia não somente era exigida para os lideres da igreja como também era recomendada para todos os homens. Paulo escreveu: "Mas por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa e cada uma o seu próprio marido" (l Co 7:2). Há outros argumentos contra a poligamia, tais como o número relativamente igual de homens e mulheres no mundo, que daria a entender que uma só mulher é feita por um só homem. Mesmo assim, deve ser reconhecido que a poligamia é melhor do que a imoralidade, ainda que não seja tão boa quanto a monogamia. Pelo menos a poligamia é um sistema fechado; não é o amor livre. É melhor tomar uma mulher como uma segunda esposa do que fazer uso dela como meretriz, embora as duas ações estejam abaixo do ideal de y Deus. A poligamia, pelo menos, é um relacionamento em que a outra pessoa pode ser tratada como uma pessoa e não meramente como objeto. Mesmo assim, a poligamia é infe-
rior à monogamia porque não se pode ter um relacionamento único (de um só tipo) com mais do que uma só esposa. As demais esposas nunca serão mais do que uma segunda escolha, e não farão parte daquela união mais íntima que Deus designou para o casamento. Os ciúmes e o ódio serão os resultados naturais do relacionamento polígamo. 
II. A BASE HIERÁRQUICA PARA UM CONCEITO CRISTÃO DO SEXO
O caso especial da poligamia não fornece uma exceção ao princípio moral de que o sexo deve ser um relacionamento pessoal, único e permanente entre um homem e uma mulher? Além disto, o caso justificável do divórcio (viz., quando o cônjuge foi infiel) mencionado por Jesus (Mt 19:9) fornece uma exceção à moralidade do vínculo matrimonial? De um ponto de vista bíblico e hierárquico, a resposta às duas perguntas é "Não." Não há exceções à singularidade do relacionamento conjugal (i.e., um homem para uma mulher); há, apenas, algumas isenções tendo em vista as obrigações superiores. Semelhantemente, não há exceções legítimas à permanência do vínculo conjugal (o divórcio como tal é errado); há apenas algumas obrigações transcendentes que podem intervir. Ou seja: alguns deveres são superiores a outros. Há algumas circunstâncias em que até mesmo o relacionamento conjugal monogâmico é eclipsado por uma responsabilidade superior. 
A. A Poligamia e uma Hierarquia de Dever
Moisés ordenou que o irmão sobrevivente levantasse descendência para seu irmão com a viúva deste. Esta lei do parente foi cumprida por Boaz com Rute (Rt 4). Há, no entanto, vários fatores que fazem disto uma forma muito limitada e excepcional da poligamia. 
(l) Era vinculada ao sistema da herança da terra como o povo escolhido de Deus (cf. Rt 4:3). 
(2) Era ligada à benção de Deus através dos filhos; era uma maldição não terem filhos na situação deles (Dt 25:5). 
(3) Devia ser levada a efeito em prol do irmão falecido. 
(4) A pessoa não era forçada a praticá-la (Dt 25:7), embora fosse considerado um gesto de amor para com o próprio irmão, para perpetuar seu nome na terra (v. 7). Com todos estes fatores qualifícantes, não há maneira de usar esta situação especial para os homens em geral. Nem sequer em Israel era normativa. De fato, a poligamia como tal não era planejada para o povo de Deus nem para qualquer povo. Era permitida por Deus, como o divórcio, como uma concessão à,dureza do coração dos homens (cf. Mt 19:8), e foi ordenada por Deus somente para uma circunstância muito especial, viz., de modo que ninguém passasse totalmente sem herdeiros, numa cultura em que os herdeiros eram uma parte essencial da bênção de Deus. Em termos da hierarquia da responsabilidade, pode ser dito que a poligamia como tal nunca é certa. É menos do que o melhor. Não é o melhor relacionamento possível entre o marido e a esposa (ou as esposas). Quando, no entanto, há uma obrigação moral transcendente, neste caso a monogamia pode ser suspendida em prol deste bem maior. Ou seja: se (e somente se) a poligamia é o relacionamento que será um bem maior para um número maior de pessoas (conforme ocorreu na lei do parente próximo), a pessoa deve participar dela. Em síntese, se Deus ordenar que um uso especial da poligamia é justificado, então é moralmente certo transcender assim o relacionamento monógamo moral. Mas a suspensão do dever moral da monogamia nalguns casos não nega, de modo algum, a universalidade do ideal da monogamia. A monogamia é sempre o relacionamento conjugal correto, a não ser que seja transcendida por uma obrigação superior instituída por Deus em circunstâncias especiais. Em quais condições, portanto, o relacionamento monógamo pode ser transcendido pela poligamia? Há vários destes deveres superiores que talvez justifiquem casos especiais da poligamia, 
(l) Quando é uma ordem direta de Deus por razões talvez plenamente conhecidas somente por Ele. 
(2) Quando alguém poderia fazer aquilo que é melhor para a maio•ria das pessoas através da poligamia. Por exemplo, teria sido um ato de egoísmo se um homem no Antigo Testamento não tivesse continuado a herança do seu irmão mediante o gerar de filhos para a esposa do seu irmão. 
(3) Se um homem fosse o único no mundo e sua esposa não pudesse ter filhos, neste caso a poligamia seria justificável a fim de propagar a espécie.9 Mas todos estes são casos especiais; não são normativos. A monogamia é a norma.10 Mas até mesmo uma boa norma não deve ser seguida tão legalisticamente a ponto de destruir mais pessoas do que salvar. Em síntese, a poligamia é justificada somente se há um princípio moral sobrepujante tal como a obediência a Deus ou a preservação da vida (ou mais vidas), que a exija. 
B. O Divórcio e uma Hierarquia do Dever 
O divórcio não é uma exceção à ética bíblica: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mt 19.6). Mesmo assim, a regra bíblica não é: "O divórcio é sempre errado." A regra é esta: "Um relacionamento permanente, contínuo e sem igual é sempre certo." Noutras palavras, as Escrituras estão interessadas na permanência do casamento. A regra é conservar em andamento um relacionamento de amor, sem igual, custe o que custar, posto que não importe na perpetuação de um mal, ou de um bem menor ao invés de um bem maior. A questão, portanto, não é realmente do "divórcio" (a separação) mas, sim, de se realmente ainda há um "casamento" (uma união) de duas pessoas. Ou seja, naturalmente, o homem não deve dividir o que Deus uniu; a pergunta é: Deus uniu este casal? Se Deus não o uniu num amor sem igual e permanente, então pode ser igualmente errado procurar unir aquilo que Deus não uniu. A referência de Jesus à fornicação ou à incastidade como motivo para separação é um exemplo típico. Se um parceiro rompeu o relacionamento conjugal sem igual, ao juntar-se sexualmente a outra pessoa, logo, tanto a permanência quanto a qualidade sem igual do vínculo foram quebradas. Em semelhante caso, onde não há possibilidade de restaurar e perpetuar um relacionamento com relevância permanente, a separação é melhor. Em l Coríntios 7 parece que Paulo está desenvolvendo ainda mais os fundamentos legítimos para terminar um casamento, ao incluir a indisposição do cônjuge descrente de continuar em andamento o contrato depois do outro ter-se tornado cristão. "Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos não fica sujeito à servidão, nem o irmão, nem a irmã (aos seus votos de casamento)" (v. 15).11 Se esta for a interpretação correia da passagem, logo, Paulo está apoiando a consideração de que Deus está primariamente interessado em tomar permanentes aqueles relacionamentos onde há uma disposição ou consentimento entre os parceiros. Naturalmente, isto não quer dizer que a mera incompatibilidade é um motivo para o divórcio. O amor exige um esforço para vencer as diferenças. Mas se não pode haver uma união sem igual e permanente, não há razão para forçar um impersonalismo permanente. Deus está interessado em juntar as pessoas de modo permanente num relacionamento pessoal. Se isto não for possível entre as pessoas A e B, então podemos tomar por certo que separá-las será mais útil para mais pessoas (inclusive os filhos) do que solidificar este mau relacionamento. Sob quais responsabilidades superiores, pois, são justificados o divórcio ou a separação? (l) Quando Deus nunca os juntou num relacionamento de amor sem igual desde o início, e quando não há esperança de que ocorrerá no futuro (Mt 19:6). (2) Quando o relacionamento sem igual é irreparavelmente quebrado pela infidelidade (Mt 19:9). (3) Quando um dos parceiros "morre," i.e., quando existe uma separação física permanente. Esta pode ser uma morte física real ou seu equivalente, um soldado "perdido em combate" pode, no decurso de um prazo, ser pronunciado legalmente "morto" e sua esposa pode ficar livre para um novo casamento. Até a perda de um astronauta no espaço pode qualificar sua esposa para um novo casamento. Estas não são exceções à permanência do casamento, porque um casamento permanente depende de haver duas pessoas dispostas a continuar este relacionamento sem igual.
C. A Fornicação e uma Hierarquia do Dever
Se a poligamia e o divórcio ou a separação podem às vezes ser justificadas tendo em vista uma responsabilidade superior, a fornicação ou as relações sexuais fora do casamento podem ser moralmente correias em qualquer tempo? Mais uma vez a resposta é "Não," como tal. Pode, no entanto, haver algumas responsabilidades sobrepujantes que poderiam isentar a pessoa das suas responsabilidades normais. Por exemplo, alguém pode ser obrigado a ter relações sexuais fora do seu próprio casamento a fim de salvar uma vida. Tal seria o maior bem naquela situação. Decerto a recusa de salvar uma vida (ou vidas) por meio do sexo não seria certa. Naturalmente, a pessoa desejaria explorar todas as outras alternativas possíveis antes de ter certeza que realmente não haveria outra maneira de salvar a vida. Encontros sexuais por razões puramente terapêuticas são moralmente injustificados. Há outras maneiras de aliviar a tensão e de curar. Além disso, a fidelidade sexual é um valor mais alto que a obtenção do equilíbrio físico. De fato, a infidelidade sexual pode contribuir para o surgimento de desequilíbrio físico. Fletcher está errado ao implicar que a prostituta estava certa na tentativa de ensinar autoconfiança ao jovem marinheiro.12 Há outros meios de ensinar autoconfiança sem pecar sexualmente. Responsabilidades éticas inferiores, como fidelidade sexual, só podem ser suspensas diante de valores mais elevados tais como salvar uma vida e, mesmo assim, unicamente se não há outro jeito de salvá-la. Semelhantemente, a assim-chamada "prostituta patriótica" é uma atividade altamente questionável. Decerto, há outras maneiras, e melhores, de obter as informações secretas necessárias para a defesa da pátria. Ester casou-se para salvar seu povo, mas adulterar é outra questão (Et 4:14-15). Da mesma maneira, parece claro que a Sra. Bergmeier deveria ter explorado mais seriamente outras alternativas antes de concluir que a impregnação pelo guarda amigo era a alternativa certa. A fidelidade e a esperança de libertação com dignidade (e pureza) teria sido um caminho melhor.
D. Resumo e Conclusão
A fidelidade sexual está baseada no relacionamento altamente pessoal, sem igual, e permanente, que as relações sexuais estabelecem entre duas pessoas do sexo oposto. Deus fez o sexo como algo bom, e deu o bom canal através do qual deve ser exercido, viz., o comprometimento vitalício chamado casamento. Somente o relacionamento monógamo exemplifica perfeitamente este relacionamento sem igual (um só do seu tipo). Nenhum homem pode ter dois relacionamentos conjugais do tipo sem igual ao mesmo tempo. A poligamia, portanto, é eliminada do moralmente normativo. Somente se houver algum dever superior, transcendente, é que a pessoa pode ser moralmente isenta do seu relacionamento monógamo. De modo semelhante, o compromisso conjugal é vitalício. O casamento não somente é um relacionamento único como também é permanente. O que Deus ajuntou, o homem não deve separar. Isto não quer dizer que Deus juntou todos aqueles que se juntaram a si mesmos.13 Depois, também, há casos em que o dever inferior à esposa é transcendido por um dever superior à vida humana. Em tais ocasiões, as relações sexuais fora do casamento podem possivelmente ser moralmente justificadas. A obrigação superior, no entanto, não quebra a inferior; meramente a suspende temporariamente. Não há exceções à regra da fidelidade sexual; há apenas algumas isenções tendo em vista valores superiores. A fidelidade sexual é um alto valor moral, mas a vida humana e o dever direto a Deus são ainda mais altos. O cristão sempre deve praticar o máximo bem possível. 
Leituras Sugeridas
Cavalcanti, R., Uma Bênção Chamada Sexo  -  La Haye, T., O Ato Conjugal - Trobitsch, W., O Amor, Sentimento a ser Aprendido
NOTAS DE RODAPÉ
l. As palavras "imagem" e "semelhança" podem ser paralelas, mas no contexto dão a entender que o homem representa Deus (como fazem as imagens) e se assemelha a Ele (como fazem as semelhanças).
2. Veja o capitulo doze para a discussão da natureza de uma criança nao-nascida, se é verdadeiramente humana ou não.
3. O Novo Testamento não fala de uma alma imortal, mas, sim, ensina a imortalidade de um corpo com uma alma (cf. 2 Tm 1:10; l Co 15:51ss.; 2 Co 5:6-10; l Ts 4:13-18; Jo 5:28).
4. Conforme observou Platão há muito tempo, as paixões descontroladas têm um efeito despótico sobre o indivíduo bem como sobre a sua sociedade. Cf. República IX, 576-579.
5. A discussão aqui é resumida de um livro recente por Herbert J. Miles, Sexual Understanding Before Marriage, Grand Rapids, Zondervan Publishing House, 1971, págs, págs. 137-8.
6. O controle da natalidade será discutido no capitulo doze.
7. RSV traduz "sodomita" por "prostituto cultual", como também faz ARA em l Rs 15:12. 
8. Era de especial relevância para o israelita não ficar sem herdeiro, por causa da distribuição da terra prometida, e por causa do Messias prometido que deveria vir, possivelmente, por meio da descendência daquele israelita.
9. Abraão errou em tomar Hagar para ter filhos quando Sara era estéril, porque Deus prometera incondicionalmente filhos a Abraão; Deus não condicionou sua promessa a um mandamento que Abraão fizesse qualquer coisa para ajudá-Lo a cumprir a promessa. Do outro lado. Deus ordenou a raça a fazer alguma coisa para se auto-propagar. Logo, qualquer circunstância que ameaça a raça e que pode ser melhor vencida pela poligamia (digamos, que o único homem no mundo tivesse uma esposa estéril) justificaria o uso da poligamia. Adão não enfrentou nenhuma circunstância deste tipo. Sua única esposa era frutífera.
10. A poligamia não se justifica simplesmente pelo motivo de que o mandamento de Deus no sentido de encher a terra pode ser cumprido mais rapidamente. Se já houve tempo em que o mundo precisava de ser enchido, era no próprio principio, e Deus deu a Adão uma só esposa. Esta é uma clara indicação de que Deus não estava com pressa e que Ele não desejava a poligamia.
11. Outros interpretam as palavras no sentido de não serem obrigados a continuar a viver juntos. Ou seja: 
o versículo está aprovando a separação mas não o divórcio. 
12. Joseph Fletcher, Situation Ethics, págs. 126-127. 
13. A questão de se a pessoa está certa ao "desligar" um casamento (não importa se chama "divórcio" ou "anulação") pela razão de que Deus nunca o juntou no início é difícil. Neemias (13: 25-26) ordenou que os israelitas afastassem suas esposas descrentes. Paulo, do outro lado, aconselha os coríntios a permanecerem casados com seus cônjuges não-cristãos, a não ser que o descrente vá embora (l Co 7: 10-15). Naturalmente, não há contradição alguma aqui, porque as situações são diferentes. Primeiramente, os cristãos em Corinto foram conclamados a manter o relacionamento somente se o descrente estivesse disposto, e também supondo que o cônjuge crente seria uma influência santificadora sobre o cônjuge descrente (w. 12-14). Em segundo lugar, no caso dos israelitas, foram suas esposas adicionais que deviam ser repudiadas (i.e., a poligamia era o pecado deles, e não um mau relacionamento polígamo) e a influência religiosa parecia estar indo na direção errada, viz., para longe de Deus. A única resolução que podemos sugerir aqui é que nunca se deve desfazer um relacionamento monógamo a não ser que mantê-lo esteja envolvendo um pecado maior. Em síntese, o princípio do maior bem exigiria que a pessoa se "desligasse" de um casamento que nunca foi a intenção de Deus desde o princípio, e que o levaria a pecados piores se continuasse. 
 
PADRÕES DE MORALIDADE SEXUAL- CD BEP DA CPAD 
Hb 13.4 “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará”.
O crente, antes de mais nada, precisa ser moral e sexualmente puro (cf. 2Co 11.2; Tt 2.5; 1Pe 3.2). A palavra “puro” (gr. hagnos 
ou amiantos) significa livre de toda mácula da lascívia. O termo refere-se a abstenção de todos os atos e pensamentos que incitam desejos incompatíveis com a virgindade e a castidade ou com os votos matrimoniais da pessoa. Refere-se, também, ao domínio próprio e a abstenção de qualquer atividade sexual que contamina a pureza da pessoa diante de Deus. Isso abrange o controle do corpo “em santificação e honra” (1Ts 4.4) e não em “concupiscência” (4.5). Este ensino das Escrituras é tanto para os solteiros, como para os casados. No tocante ao ensino bíblico sobre a moral sexual, vejamos o seguinte:
(1) A intimidade sexual é limitada ao matrimônio. Somente nesta condição ela é aceita e abençoada por Deus (ver Gn 2.24 nota; Ct 2.7 nota; 4.12 nota). Mediante o casamento, marido e mulher tornam-se uma só carne, segundo a vontade de Deus. Os prazeres físicos e emocionais normais, decorrentes do relacionamento conjugal fiel, são ordenados por Deus e por Ele honrados.
(2) O adultério, a fornicação, o homossexualismo, os desejos impuros e as paixões degradantes são pecados graves aos 
olhos de Deus por serem transgressões da lei do amor (Êx 20.14 nota) e profanação do relacionamento conjugal.
Tais pecados são severamente condenados nas Escrituras (ver Pv 5.3 nota) e colocam o culpado fora do reino de Deus (Rm 1.24-32; 1Co 6.9,10; Gl 5.19-21).
(3) A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjuge. Há quem ensine, em nossos dias, que qualquer intimidade sexual entre jovens e adultos  solteiros, tendo eles mútuo “compromisso”, é aceitável, uma vez que não haja ato sexual completo. Tal ensino peca contra a santidade de Deus e o padrão bíblico da pureza. Deus proíbe, explicitamente, “descobrir a nudez” ou “ver a nudez” de qualquer pessoa a não ser entre marido e mulher legalmente casados (Lv 18.6-30; 20.11, 17, 19-21; ver 18.6 nota).
(4) O crente deve ter autocontrole e abster-se de toda e qualquer prática sexual antes do casamento. Justificar intimidade premarital em nome de Cristo, simplesmente com base num “compromisso” real ou imaginário, é transigir abertamente com os padrões santos de Deus. É igualar-se aos modos impuros do mundo e querer deste modo justificar a imoralidade. Depois do casamento, a vida íntima deve limitar-se ao cônjuge. A Bíblia cita a temperança como um aspecto do fruto do Espírito, no crente, i.e., a conduta positiva e pura, contrastando com tudo que representa prazer sexual imoral como libidinagem, fornicação, adultério e impureza. Nossa dedicação à vontade de Deus, pela fé, abre o caminho para recebermos a bênção do domínio próprio: “temperança” (Gl 5.22-24).
(5) Termos bíblicos descritivos da imoralidade e que revelam a extensão desse mal. 
(a) Fornicação (gr. porneia). Descreve uma ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extramaritais. Tudo que significa intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos padrões morais de Deus para seu povo (Lv 18.6-30; 20.11,12, 17, 19-21; 1Co 6.18; 1Ts 4.3). 
(b) A lascívia (gr. aselgeia) denota a ausência de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva à conduta virtuosa (ver 1Tm 2.9 nota, sobre a modéstia). Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta antibíblica (Gl 5.19; Ef 4.19; 1Pe 2.2,18). 
(c) Enganar, i.e., aproveitar-se de uma pessoa, ou explorá-la (gr. pleonekteo, e.g., 1Ts 4.6), significa privá-la da pureza moral que Deus pretendeu para essa pessoa, para a satisfação de desejos egoístas. Despertar noutra pessoa estímulos sexuais que não possam ser correta e legitimamente satisfeitos, significa explorá-la ou aproveitar-se dela (1Ts 4.6; Ef 4.19). 
(d) A lascívia ou cobiça carnal (gr. epithumia) é um desejo carnal imoral que a pessoa daria vazão se tivesse oportunidade (Ef 4.22; 1Pe 4.3; 2Pe 2.18; ver Mt 5.28 nota).
O que a Bíblia diz a respeito do sexo oral e anal?
A bíblia não limita, não restringe e nem prescreve formas de carícias e de prática sexual entre pessoas casadas, dentro do casamento. Dos casados, porém, se espera que eles se respeitem e se amem mutuamente. Dentro desses princípios, nenhuma parte sujeitará a outra a fazer o que não quer, o que lhe desagrade, o que não lhe dá prazer, e o que a possa machucar. o recomendável, portanto, é que eles se mantenham dentro dos limites de um relacionamento natural. Lembramos aqui as palavras que o apóstolo Paulo escreve aos Romanos 1. 26,27: "Por causa disso os entregou Deus a paixões infames; porque até as suas mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural de mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro." De que fala este texto? Segundo a maior parte dos teólogos, ele se refere à homossexualidade masculina e feminina. A condenação desta prática, que implica em relação anal, ainda que entre marido e mulher, está clara. Além do texto acima, há também o de Gênesis 9, onde se relata a destruição de Sodoma e Gomorra, precisamente por causa desse pecado. Alias, é do pecado praticado em Sodoma, que vem o termo "sodomia", um sinônimo de homossexualismo. Se, no texto do apóstolo Paulo, se pode ou não incluir também a prática do sexo oral, não fica claro. Esta, ao menos, é opinião de uma parte dos teólogos. Sendo assim, podemos admitir que esse assunto se situa na esfera da liberdade cristã, ou seja, o casal cristão tem liberdade para decidir se deve ou não praticar o sexo oral. Casais cristãos devem agradecer a Deus por ele lhes conceder, através do xeo, uma maravilhosa e prazerosa forma de relacionamento, e não só um meio de reprodução. E, por ser objeto de agradecimento e de louvor a Deus, o sexo deve ser praticado como expressão do amor conjugal entre pessoas casadas, na certeza de que nada poderá substituir o ato conjugal tradicional.
http://www.cptln.org/hora.luterana/hp3/verduvida.asp?xid=14120026451
 
Vítimas da Imoralidade Sexual
Sexo. Ele domina a programação da televisão, enche revistas, e freqüentemente dita as escolhas da moda. Mesmo quando milhões estão perdendo suas vidas para a AIDS e outras doenças sexualmente transmitidas, muitos continuam o jogo mortal de desobedecer a lei de Deus. Aqueles que buscam servir a Cristo são continuamente tentados a voltar à sensualidade do mundo. Aqueles que proclamam padrões bíblicos de moralidade e pureza sexual são freqüente-mente considerados antiquados. O sexo é bom. Deus criou nossos desejos sexuais naturais com dois propósitos: ì Procriação (Gênesis 1:28; 9:1; Salmo 127:3-5; 1 Timóteo 5:14), e í Satisfação mútua de esposo e esposa, criando um laço especial exclusivamente para estas duas pessoas (1 Coríntios 7:3-5; Provérbios 5:15-23). Porém muitas pessoas têm ignorado a beleza do perfeito desígnio de Deus. As relações sexuais antes do casamento são absolutamente proibidas pela palavra de Deus (Hebreus 13:4; 1 Coríntios 7:2; 6:9). Um homem que pressiona sua namorada a praticar ato sexual não está mostrando amor por ela, mas simplesmente seu próprio egoísmo. Uma mulher que seduz um homem para pecar com ela está mostrando que ela não o ama e não ama o Senhor. Não devemos enganar-nos nunca ao confundirmos paixões carnais com verdadeiro amor.
O adultério leva a impureza sexual a um nível ainda mais feio. Aquele que trai seu parceiro de casamento em relação sexual com outro está mostrando total desrespeito por todos os envolvidos. Ele está desrespeitando a Deus, seu cônjuge e o amante ilícito. Paulo identifica uma outra vítima do pecado sexual. A imoralidade é um pecado contra si mesmo. O fornicador está se esquecendo que Deus pagou um preço muito alto S a vida de seu Filho S para nos comprar do pecado. "Vocês foram comprados por alto preço. Portanto glorifiquem a Deus com o corpo de vocês" (1 Coríntios 6:20, NVI).
Se você estiver praticando imoralidade sexual, precisa parar. Peça desculpas à pessoa ou pessoas contra quem pecou, e peça humildemente o perdão de Deus. - por Dennis Allan http://www.estudosdabiblia.net/esc45.htm
 
ORIENTAÇÃO PARA UMA VIDA SEXUAL SADIA
I. A SANTIDADE SEXUAL NA NATUREZA:
Sua finalidade é garantir a manutenção das espécies de seres vivos. É por isso que o impulso sexual é algo tão forte. A energia sexual é seguramente a energia biológica mais poderosa que existe, pois é através dela que nos tornamos parceiros de Deus no processo da Criação. É a única energia natural capaz de gerar Vida (Gn. 1.22,28). O Sexo na espécie humana e nas demais espécies de seres vivos: a diferença está no fato de que o ser humano é o único animal que usa o sexo não só para procriar, mas como fonte de prazer e expressão de amor. Grifamos a conjunção "e" para realçar o fato de que as duas coisas vêm necessariamente juntas: à luz da Palavra de Deus, o sexo apenas como fonte de prazer torna-se pecaminoso, como veremos no decorrer do estudo.
  1. O plano de Deus para a sexualidade humana: à luz de Gn. 2.24 e Mt. 19.3-11, compreendemos que o plano de Deus é que o ser humano exerça sua sexualidade no plano de companheirismo entre o homem e a mulher numa parceria de vida, e não só de sexo. Uma união tão completa que torna dois indivíduos de sexos opostos partes de uma unidade que, idealmente, deve ser indissolúvel (ver também I Co. 7.4).
    A importância que a Bíblia dá à relação sexual fica clara no texto de I Co. 6.16, onde podemos perceber que o vínculo criado por esse relacionamento é intenso, mesmo quando exercido de modo leviano e irresponsável. A intimidade compartilhada gera uma espécie de compromisso implícito, que a qualquer momento pode surgir na forma de cobranças afetivas ou materiais.
  2. Erotismo x pornografia: Há uma diferença básica entre estas duas palavras, embora elas venham sendo usadas hoje em dia praticamente como sinônimos. Erotismo é o conjunto de sensações e impulsos que nos impelem à atividade sexual. Dentro de um relacionamento sexual sadio, os estímulos eróticos, como beijos e carícias, fazem parte do "jogo do amor", e levam a sensações e experiências muito agradáveis. Pornografia, por outro lado, é o mau uso do erotismo, levando a práticas sexuais erradas e pervertidas: o estímulo à prostituição, ao homossexualismo, etc. A confusão de erotismo com pornografia tem levado muitos crentes a deixarem de exercer e aproveitar as práticas eróticas normais, como se o erotismo em si mesmo fosse pecaminoso. Ver I Tm. 4.1-5 e Tt. 1-15. A este respeito, citamos Robinson Cavalcanti em seu livro Libertação e Sexualidade:
    "O que pode o ser humano fazer com a sua sexualidade:
    1. Realizá-la:
      • de forma estável, comprometida e heterossexual (ideal) - o que nem sempre é possível, por fatores interiores ou alheios à vontade (falta de condições, falta de parceiros, etc.);
      • de forma instável, não comprometida ou mecânica com relacionamentos heterossexuais sucessivos e superficiais;
      • de forma homossexual, instável ou estável, o que não é recomendável;
      • de forma isolada pela masturbação.
    2. Reprimi-la: violentando a natureza, o que traz conseqüências negativas;
    3. Sublimá-la: canalizando a libido para atividade alternativas e compensatórias, de forma temporária ou permanente, quando possível.
    A culpa é um ponto de encontro entre a Teologia e a Psicologia. A Graça pode ser outro ponto de encontro, que substitui o anterior. A culpa, quanto à sexualidade, tem afetado a saúde mental de milhares de pessoas, inclusive cristãs. De onde, então, pode se originar o sentimento de culpa?
    Devemos, também, procurar distinguir o pecado da mera tentação, pois a tentação é parte do dia-a-dia da humanidade, e o próprio Senhor foi tentado.
    A Igreja, como comunidade terapêutica, deve ser ministradora da Graça, visando o perdão e a restauração, visando a construção e a maturidade, visando a santidade e a sanidade, o que implica na aceitação do outro e no exercício do amor. O amor é o maior canal da Graça."
  3. Há erotismo na Bíblia? Leia-se Pv. 5.15-20; Ct. 1.2; 4.10,11; 7.9-12. É fácil perceber, por estas passagens, que o erotismo é parte natural e agradável da vida humana, em nada afastando o Homem do seu Criador.
    Podemos notar, por esta primeira parte do estudo, que a sexualidade e o erotismo são bênçãos que Deus nos dá, e não pecados em si mesmos. Como, então, a sexualidade pode se tornar um fator de afastamento de Deus? Passamos então a analisar o
II. COMPORTAMENTO SEXUAL FORA DO PLANO DE DEUS
Procedimentos "normais" do ponto de vista exclusivamente biológico (ou seja, envolvendo duas pessoas de sexos opostos, numa relação pênis/vagina); podemos analisar dois tipos de situação:
Relações sexuais antes do compromisso conjugal: quando o casal ainda não tem condições de maturidade, estabilidade financeira e psicoafetiva, quando ainda não é possível assumir um com o outro o compromisso de parceria de vida, e não só de sexo. Este tipo de situação ocorre:
A Palavra de Deus adverte expressamente contra a prática do ato sexual sem o compromisso conjugal. Ver Dt. 22.20,21,28 e 29. No segundo livro de Samuel, no capítulo 13, há a história de Amnom e Tamar (ambos filhos de Davi, mas de mães diferentes), em que Amnom sente fortíssima atração pela meia-irmã, e a seduz. O relato bíblico diz que "Depois Amnom sentiu por ela grande aversão, e maior era a aversão que sentiu por ela, que o amor que ele lhe votara". Este é um fato comum: um dos parceiros passa a desprezar o outro (mais freqüentemente o rapaz despreza a moça), e o relacionamento, inicialmente bonito, correto e saudável, dá lugar a tristeza, humilhação e sofrimento.
Como resistir? A receita bíblica é o autocontrole, fruto do Espírito: I Ts. 4.3-8; I Co. 13.7; Gl. 5.23. Ver também a advertência aos jovens, em Ec. 11.9.
a) Relações sexuais extraconjugais: o adultério.
A Bíblia proíbe expressamente a prática do adultério, sendo esta proibição um dos dez mandamentos (Ex. 20.14). Na lei mosaica, este pecado era punido com a pena de morte (Dt. 22.22-27). Salomão, no livro dos Provérbios, adverte contra esta prática: Pv. 7.7-23. É comum o adúltero achar que pode justificar-se argumentando que a atração que sente pela outra (ou o outro, no caso da mulher) surgiu como uma coisa espontânea, "honesta", até bonita. Isto é uma ilusão. Há no adultério uma dupla deslealdade: para com o cônjuge, que está sendo traído, e para com o companheiro ou companheira clandestina, com quem não se pode assumir nenhum compromisso definitivo, a não ser à custa de romper o vínculo com o parceiro original. A gravidade do adultério como pecado compreende-se claramente pela importância que Jesus lhe dá: na ótica do Mestre, é a única justificativa aceitável para o processo de divórcio (Mt. 19.9).
b) O incesto, ou relação sexuais entre parentes íntimos, também é expressamente reprovado na instrução dada por Deus a Moisés (Lv. 18.6-16).
c) Relações sexuais sem amor, sem comprometimento mútuo, pelo simples prazer, ou em troca de dinheiro ou favores especiais (por interesse). No primeiro caso, falamos em fornicação, e no segundo, em prostituição. Desvios ou aberrações do comportamento sexual: já mencionamos acima que a relação sexual normal do ponto de vista biológico envolve duas pessoas de sexos opostos, sexualmente maduras, isto é, cujo organismo está pronto para o ato da procriação. Qualquer relação fora deste padrão já não envolve apenas questões éticas, mas sim condições patológicas: doenças da mente e do espírito. Em Lv. 18.22,23, e Rm. 1.26,27 compreendemos a gravidade deste tipo de comportamento. Conhecemos vários tipos de aberração:
d) Bestialismo ou zoofilia: a prática de relações sexuais com animais.
e) Pedofilia: a atração anormal por crianças ( criaturas ainda não sexualmente maduras).
f) Necrofilia: a prática de relações sexuais com cadáveres.
g) Homossexualismo: o relacionamento sexual com pessoas do mesmo sexo.
h)Sexo anal: a relação sexual com penetração no ânus em vez da vagina. Biologicamente, o ânus é um orifício de saída, não de entrada. O material contido na ampola retal, que é a última parte do intestino e que desemboca no ânus, é cheio de bactérias, cuja presença é normal no local mas nas vias urinárias pode levar ao aparecimento de lesões e infecções às vezes graves. Além disso, é uma relação mais traumática, causando freqüentemente escoriações e fissuras por onde podem entrar microorganismos atingindo a corrente sangüínea e causando doenças como a AIDS. É interessante a maneira como Robinson Cavalcanti analisa os desvios do comportamento sexual, no livro já citado acima:
"Há um certo consenso na ética cristã de que:
  1. por certo Deus destinou o ser humano a buscar a realização sexual com outros seres vivos. A necrofilia, ou atração sexual por cadáveres, fere esse padrão;
  2. Deus destinou o ser humano à realização sexual com outro ser da mesma espécie. A zoofilia, ou atração sexual por irracionais, fere esse padrão;
  3. Deus destinou o ser humano à realização com o sexo oposto. O homossexualismo, ou atração pelo mesmo sexo, fere esse padrão;
  4. Deus destinou o ser humano a se realizar sexualmente por livre manifestação de vontade. O estupro, ou relações sexuais à força, fere esse padrão;
  5. Deus destinou o ser humano à realização sexual por amor. A prostituição, ou relação sexual mediante remuneração ou recompensa, fere esse padrão;
  6. Deus destinou o ser humano a relacionamentos estáveis, que crescem e se aprofundam. A fornicação, ou relacionamentos sexuais efêmeros e sucessivos, fere esse padrão;
  7. Deus destinou o ser humano a relacionamentos na amplitude da espécie. O incesto, ou relacionamento sexual com parentes próximos, fere esse padrão;
    Deus concebeu a atividade sexual como um ato de comunicação interpessoal. A masturbação, ou auto-realização sexual solitária, quando opção permanente de um egoísmo sexual, fere esse padrão;
  8. Deus deixou ao ser humano a incumbência e a capacidade de reprodução da espécie. Ele é a fonte da vida e condena a morte. O aborto, ou destruição do ser enquanto ainda no útero, fere esse padrão;
  9. Destinou Deus o ser humano a fazer da atividade sexual um ato construtivo de afeto. O sadismo, ou prazer em fazer sofrer, e o masoquismo, ou prazer no sofrer, com suas agressões e mutilações, fere esse padrão;
  10. Destinou Deus o ser humano à integração da sua sexualidade com equilíbrio, dentro de uma pluralidade de atividades e interesses. A lascívia, sexocentrismo, sexomania ou obsessão sexual, fere esse padrão."
Todo desvio de conduta é conseqüência da negação de Deus por parte do ser humano (Rm. 1.21-32). Em 1 Co. 6.9,10 há uma lista de tipos de pessoas que não podem herdar o reino de Deus: "nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o Reino de Deus". É claro que isto não significa que não há esperança para os adúlteros, homossexuais, fofoqueiros, furadores de fila, pão-duros, etc. Porém, é uma ilusão perigosa achar que Jesus vai garantir salvação sem conversão. Devemos respeito a essas pessoas enquanto seres humanos, mas não podemos, por exemplo, pedir que Deus abençoe uma união homossexual sob o pretexto de que "é uma relação de amor"(!). Imitando Jesus, devemos amar o pecador, mas não o pecado. Felizmente, em Jesus há esperança para todas estas pessoas (1 Co. 6.11). Para terminar o nosso estudo, analisaremos agora a 
III. ATITUDE DO CRISTÃO DIANTE DO PECADO E DO PECADOR
Atitude errada: o legalismo (Cl. 2.16-23). A postura dos "crentes" tem sido tradicionalmente assim. Estamos sempre prontos a apontar o dedo, a julgar e a condenar, apesar de todas as advertências da Palavra de Deus contra este hábito (Rm. 2.1; Tg. 2.8-13; Lc. 18.9-14).A Igreja tem um Código de Disciplina que tem sido aplicado com extremo rigor e sem misericórdia no caso dos pecados sexuais, e de maneira branda ou mesmo nenhuma no caso de intrigas, fofocas maldosas, atitudes desonestas, etc. Membros têm sido afastados do convívio dos crentes por causa da disciplina mal aplicada. Muitos, por não terem ainda maturidade espiritual, têm se afastado de Deus por confundirem a "justiça" da igreja com a Justiça de Deus. Não queremos dizer com isto que o Código de Disciplina é supérfluo ou está errado, mas que ele tem sido aplicado de maneira totalmente distante dos propósitos de Deus. Punições como suspensão ou exclusão da comunhão só devem ser aplicadas em casos de membros não arrependidos e reincidentes contumazes apesar das exortações feitas com amor. A disciplina de Deus está bem exemplificada na história de Davi (2 Sm. 12.1-25). Tendo cometido o duplo crime de adultério e assassinato, Davi é exortado e depois informado que tem o perdão de Deus, mas não pode fugir às conseqüências do seu pecado. E a sua atitude é exemplo para todos nós.
A atitude correta:
  1. A atitude de Jesus: o episódio da mulher adúltera nos dá o exemplo (Jo. 8.1-11). Ficam claras a Sua misericórdia para com a pecadora, sem tornar-se cúmplice ou conivente com o seu pecado ("Vai, e não peques mais").
  2. A "receita" bíblica para a nossa atitude: Gl. 6.1-5).
Encerramos este estudo com uma afirmação de fé: talvez muitos de nós tenhamos em nosso passado algum pecado, de ordem sexual ou não, do qual nos envergonhamos. Mas podemos confiar na promessa de Deus em Sua Palavra: "Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus (1 Co. 6.11). Que a Graça do Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos nós.
( Cláudio Lysias )
Site para estudo sobre Sexualidade (homossexualismo e Aids).
http://www.moses.org.br/homossex-c1.htm 
 
Principal fonte = BEP em CD -  CPAD - www.cpad.com.br 
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Questionário gentilmente cedido por Pr.Alexandre Sancho
Questionário 06– LIÇÃO 06    O Cristão e a Sexualidade   
Aluno: __________________________________________________   Nota: _________
Responda as perguntas abaixo:
1.   Deus criou o homem a imagem de quem?
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
           ___________________________________________________________________
2.   Porque razão Deus uniu as primeiras pessoas no Éden?
Resposta: ___________________________________________________________
                ___________________________________________________________________
      ___________________________________________________________________
3.  Qual a causa dos desvios de conduta que levam o homem e a mulher de hoje a pecarem?                 
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
4.    Ao criar o ser humano, Deus dotou-o de quais sexualidades plena e diferenciada ?
       (   ) Marido e mulher
       (   ) Macho e fêmea
       (   ) Esposo e esposa
Marque com um (X) a ÚNICA resposta correta:
5.   É a causa dos desvios de conduta que levam o homem e a mulher de hoje a pecar:
(   ) Concupiscência da carne
            (   ) Concupiscência da vida
            (   ) Concupiscência da mulher
6.   Como o homem participa da criação?
            (   ) Através do pecado
            (   ) Através do amor
            (   ) Através da procriação
7.   Quem tem o direito legítimo de desfrutar a sexualidade?        
(   ) Os casados
            (   ) Os noivos
            (   ) Os namorados
8.    De acordo com a lição, quais as finalidades da união sexual?
(   ) Procriação, ajustamento entre o casal e satisfação ou prazer entre os cônjuges
(   ) Procriação, ajustamento entre o casal e satisfação ou prazer entre os namorados
            (   ) Todas as alternativas acima estão corretas
9.   Como deve ser a relação sexual de um casal cristão?
(   ) Compartilhada, triste, santa e natural
(   ) Exclusiva, alegre, santa e natural
            (   ) Exclusiva, alegre, pecaminosa e natural
 10.  Que é fornicação?
            (   ) A prática do sexo entre solteiros
            (   ) A prática do sexo entre viúvos
            (   ) A prática do sexo entre casados
Síntese Textual Se precisarmos de uma razão para explicar porque Deus uniu as pessoas no Éden, poderíamos declarar sem medo de errar: a preservação da família. Ao contemplarmos o mundo de hoje, com uma proporção cada vez maior de indivíduos que abandonam o lar, com tudo o que ele representa, em busca de seus próprios interesses, vamos constatar quanto este mundo está distanciado do propósito de Deus. A sexualidade desenfreada, a tão mencionada nas Escrituras concupiscência da carne, é a grande responsável pelos desvios de conduta que levam o homem e a mulher de hoje a pecarem.
 E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou”  (Gn 1.27)
  Jesus é o Senhor !
 
LIÇÃO 1 - A Ética Cristã Face A Ética Dos Homens
LIÇÃO 2 - A Ética Cristã E Os Dez Mandamentos
LIÇÃO 3 - O Cristão E A Guerra
LIÇÃO 4 - O Cristão E O Aborto
LIÇÃO 5 - O Cristão E O Planejamento Familiar
LIÇÃO 6 - O Cristão E A Sexualidade
LIÇÃO 7 - O Cristão E O Divórcio
LIÇÃO 8 - O Cristão E A Pena De Morte
LIÇÃO 9 - O Cristão, A Eutanásia E O Suicídio
LIÇÃO 10 - O Cristão E A Doação De Órgãos Do Corpo
LIÇÃO 11 - O Cristão E As Finanças
LIÇÃO 12 - O Cristão, Os Vícios E Os Jogos
LIÇÃO 13 - O Cristão E A Política
 
 
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