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Lição 7 - Colossenses - As Heresias E O Culto Aos Anjos
 
Texto Áureo: Ninguém vos domine a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, (Cl 2.18)
O domínio na vida do crente deve ser somente de seu Senhor, que é CRISTO. Com a desculpa de humildade e amor os falsos ensinadores agradam ao povo simples e sem preparo na doutrina bíblica, falam de visões e revelações que nunca viram, como se fossem detentores de toda a sabedoria do universo.
 
Verdade Prática: A falsa humildade leva o crente a tornar-se um fanático, dominado por ensinos sem base nas "escrituras sagradas".
A falta de reconhecimento que tudo o que somos ou sabemos sobre DEUS, vem do próprio DEUS, faz com que homens amantes de si mesmo se tornem fanáticos religiosos.
 
Leitura Diária:
Segunda: Mc 7.7 - Doutrinas que são mandamentos de homens
    Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.
TRADIÇÃO DOS HOMENS. Os fariseus e os escribas pecavam por colocar a tradição humana acima da revelação divina, como vemos neste versículo. Aqui, Jesus não está condenando toda e qualquer tradição, mas as que entram em conflito com a Palavra de Deus. Tradição ou regra deve ter base nas verdades correlatas das Escrituras (cf. 2 Ts 2.15). As igrejas têm de resistir à tendência de exaltar tradições religiosas, sabedoria humana ou costumes contemporâneos que se sobreponham à Bíblia. As Escrituras Sagradas são a única regra infalível de fé e conduta; jamais ela deve ser anulada por idéias humanas (v. 13, ver Mt 15.6)
 
Terça: Mt 17.21 - O Jejum que liberta
    Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.
 Na Bíblia, jejuar refere-se a abstenção de alimento por motivos espirituais. Embora o jejum apareça freqüentemente vinculado à oração, ele por si só deve ser considerado uma prática de proveito espiritual. Na realidade, o jejum bíblico pode ser chamado de oração sem palavras . (1) Há três formas principais de jejum, vistas na Bíblia: (a) Jejum normal a abstenção de todos os alimentos, sólidos ou líquidos, mas não de água (ver 4.2 nota); (b) jejum absoluto a abstenção tanto de alimentos como de água (Et 4.16; At 9.9). Normalmente este tipo de jejum não deve ir além de três dias, pois a partir daí o organismo se desidrata, o que é muito nocivo à saúde. Moisés e Elias fizeram jejum absoluto por 40 dias, mas sob condições sobrenaturais (Dt 9.9,18; Êx 34.28; 1 Rs 19.8); (c) o jejum parcial uma restrição alimentar, e não uma abstenção total dos alimentos (Dn 10.3). (2) O próprio Cristo praticava a disciplina do jejum e ensinava que a mesma devia fazer parte da vida consagrada do cristão (6.16), além de ser um ato de preparação para a sua volta (ver 9.15). A igreja do NT praticava o jejum (At 13.2,3; 14.23; 27.33). (3) O propósito do jejum com oração: (a) um ato para Deus, visando à sua honra (6.16-18; Zc 7.5; Lc 2.37; At 13.2); (b) o crente humilhar-se diante de Deus (Sl 69.10; Ed 8.21; Is 58.3), para receber mais graça (1 Pe 5.5) e desfrutar da presença íntima de Deus (Is 57.15); (c) expressar pesar por causa de pecados e fracassos pessoais cometidos (1 Sm 7.6; Ne 9.1,2); (d) pesar por causa dos pecados da igreja, da nação e do mundo (1 Sm 7.6, Ne 9.1,2); (e) buscar graça divina para novas tarefas e reafirmar nossa consagração a Deus (4.2); (f) como um meio de buscar a Deus, aproximar-nos dEle e prevalecer em oração contra as forças espirituais do mal que lutam contra nós (Ed 8.21,23,31; Jl 2.12; Jz 20.26; At 9.9); (g) como um meio de libertar almas da escravidão do mal (Is 58.6-9; Mt 17.14-21); (h) demonstrar arrependimento e assim preparar o caminho para Deus mudar seus propósitos declarados de julgamento (Jn 3.5,10; 1 Rs 21.27-29; 2 Sm 12.16,22; Jl 2.12-14 ); (i) obter revelação, sabedoria e entendimento no tocante à vontade de Deus (Dn 9.3,21,22; Is 58.6,11; At 13.2,3); e (j) abrir caminho para o derramamento do Espírito e para a volta de Cristo à terra para buscar o seu povo (ver 9.15).
 
Quarta: At 15.20 Abstendo-se das contaminações
    Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.
QUE VOS ABSTENHAIS. O Espírito Santo (v. 28) estabeleceu certos limites que possibilitam a convivência harmoniosa entre os cristãos judaicos e seus irmãos gentios. Os gentios deviam se abster de certas práticas consideradas ofensivas aos judeus (v. 29). Uma das maneiras de medir a maturidade do
cristão é ver a sua disposição de refrear-se das práticas que certos cristãos consideram certas e outros consideram erradas
veja o ensino bíblico por Paulo, em 1 Co 8.1-11)
COISAS SACRIFICADAS AOS ÍDOLOS. Nos caps. 810, Paulo lida com a pergunta dos coríntios, a respeito de alimento oferecido a ídolos, e se é permitido comprar e comer tal alimento, e, participar de festas em templos idólatras (v. 10). (1) Ao lidar com este assunto, Paulo revela um princípio
importante, segundo o qual os cristãos de todos os tempos devem viver. Esse princípio aplica-se a quaisquer atividades questionáveis que possam tentar algum crente a pecar e arruinar-se espiritualmente (v. 11). O Espírito Santo deu instruções, por intermédio de Paulo, no sentido do cristão sempre agir com amor para com os irmãos na fé, o que requer abnegação. (2) Abnegação significa limitar nossa própria liberdade e deixar de lado todas as atividades questionáveis, a fim de não ofender ou enfraquecer as convicções sinceras doutros cristãos que se consideram firmados em princípios bíblicos. O inverso da abnegação é a autodefesa do direito de participar de uma atividade questionável, atividade esta que poderá induzir outros a também participarem dela para
seu próprio detrimento (cf. Rm 14.1-15.3; At 15.29; 1 Co 9.19).
 
Quinta: 1Co 6.3 Haveremos de julgar os anjos
    Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?
Ap 20.4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles aqueles a quem foi dado o poder de julgar. E vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na testa nem na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.
Aqueles que se assentam nos tronos são provavelmente os vencedores oriundos de todos os tempos
(cf. 2.7) e possivelmente incluem os santos do AT (ver Ez 37.11-14; Ef 2.14-22; 3.6; Hb 11.39,40). Aqueles que "viveram" (i.e., voltaram à vida) depois da volta de Cristo são, conforme é declarado, os que foram fiéis a Ele e que morreram durante a tribulação (6.9; 12.17). João não menciona a ressurreição dos santos da igreja que morreram, porque ela já ocorreu quando Cristo retirou sua igreja da terra e a levou ao céu (ver Jo 14.3; 1 Co 15.51)
 
Sexta: Rm 13.12 Rejeitemos as obras das trevas
    A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos, pois, as obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.
 A NOITE É PASSADA. Paulo cria na volta iminente do Senhor, para levar para o céu os fiéis das suas igrejas locais aqui na terra (ver Jo 14.3), evento que, segundo ele cria, poderia acontecer no decorrer daquela mesma geração. Cristo advertiu que Ele voltaria numa ocasião em que os fiéis estariam certos de que Ele não viria (ver Mt 24.42,44). Por essa razão, os filhos de Deus devem sempre estar espiritualmente prontos e "rejeitarem as obras das trevas" (ver Lc 12.35)
 
Sábado: 2Pe 3.18 Crescendo em CRISTO JESUS
     Antes, crescei na graça se conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade. Amém!
Paulo define as pessoas espiritualmente "perfeitas" ou maduras, que possuem a plenitude de
Cristo. (1) Ser espiritualmente maduro, significa não ser "meninos" (v. 14), os quais são instáveis, facilmente enganados pelas falsas doutrinas dos homens e suscetíveis ao artificialismo enganoso. O crente permanece infantil quando tem uma compreensão inadequada das verdades bíblicas e pouca dedicação a elas (vv. 14,15). (2) Ser espiritualmente maduro inclui falar "a verdade em caridade" (v. 15). A verdade do evangelho, conforme apresentada no NT, deve ser crida com caridade, apresentada com caridade e defendida em espírito de caridade. Essa caridade é dirigida primeiramente a "Cristo" (v. 15); em seguida, à igreja (v. 16) e, finalmente, de uns para com os outros (v. 32; cf. 1 Co 16.14).

Leitura Bíblica Em Classe: Cl 2.16-23
16 Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, 17 que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. 18 Ninguém vos 5domine a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, 19 e não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus. 20 Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, 21 tais como: não toques, não proves, não manuseies? 22 As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; 23 as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum, senão para a satisfação da carne.

Reproduza a tabela abaixo no quadro-de-giz e exponha seu conteúdo à turma.
 
FALSOS ENSINOS
REFUTAÇÃO
O Espírito é bom; a matéria é má
Deus criou o céu e a terra para sua glória
Apego aos rituais e cerimônias
Estes eram apenas sombras das coisas futuras
Rigoroso ascetismo
Este não ajuda a vencer os desejos da carne
Os anjos devem ser adorados
Somente Cristo é digno de adoração
Cristo não poderia ser divino humano
Cristo é Deus encarnado
Salvação mediante conhecimento que não estava
disponível a todos
O mistério de Deus é Cristo; revelado a todos


Objetivos:
1- Relatar os falsos ensinos e ordenanças
2- Avaliar o perigo do culto aos anjos
3- Explicar o significado da expressão "mortos em CRISTO".
 
Introdução:
Tópico I - Exortação Contra O Ascetismo Gnóstico (2.16,17)
Posicionamento Cristão quanto à ética do corpo.
http://www.armazemnadia.com.br/henrique/licao12eticaeviciosejogos.htm
 
Esta doutrina asceta é dada também para os bruxos, feiticeiros, médiuns e todos aqueles que se dedicam ao espiritismo e ao satanismo; o jejum e os maltratos ao corpo é doutrina conhecida e difundida entre os seguidores de Satanás, que se preparam para serem usados pelos demônios fazendo longos jejuns e consagrando-se com dilacerações pelo corpo.
Veja Jejum Bíblico em Jejum
1 Coríntios 10
12 Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia.
OLHE... NÃO CAIA. Os israelitas, como eleitos de Deus, pensavam que poderiam entregar-se, sem perigo, ao pecado, à idolatria e à imoralidade; porém, foram julgados. Assim também, os "coríntios", da atualidade, que acreditam que podem viver satisfazendo a carne, devem se dar conta de que o juízo divino também os aguarda, caso não abandonem esses pecados.
23 Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.
Há coisas que podemos e temos o direito de fazê-las, mas se as fizermos estaremos prejudicando a obra de DEUS e isso é pecado. Devemos "crucificar" ou "esmurrar" nossa carne para que não sejamos dominados pela mesma. 
TODAS AS COISAS SÃO PURAS. É provável que Paulo esteja falando a respeito da pureza ritual segundo as leis judaicas sobre alimentos (cf. Mt 15.10,11; Mc 7.15; 1 Tm 4.3-5). Alguns ensinadores estavam obcecados em fazer distinção entre comidas "puras" e "impuras" e ensinavam que a devida observância dessas coisas era essencial à verdadeira justiça. Desconheciam o verdadeiro caráter moral, a pureza interior e a justiça exterior (v. 16). Paulo ressalta que se a pessoa é moralmente pura, para ela a distinção entre comidas "impuras" e "puras" não tem importância moral. Paulo não está se referindo a coisas ou ações moralmente erradas, mas apenas à pureza cerimonial dos judeus. É evidente que as leis dietéticas dos judeus são boas e deveriam todos tomar mais cuidado com a alimentação, evitando os excessos e as coisas que fazem mal à saúde.
31 Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus.
FAZEI TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS O objetivo principal da vida do crente é agradar a Deus e promover a sua glória. Sendo assim, aquilo que não pode ser feito para a glória de Deus (i.e., em sua honra e ações de graças como nosso Senhor, Criador e Redentor) não deve ser feito de modo nenhum. Honramos a Deus mediante nossa obediência, ações de graças, confiança, oração, fé e lealdade a Ele. Viver para a glória de Deus deve ser uma norma fundamental em nossa vida, o alvo da nossa conduta, e teste das nossas ações.
32 Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus.
Nossa vida é uma vidraça onde os inimigos estão a atirar pedras, sejamos pois, como que "blindados", não nos descuidando da oração, jejum e estudo da palavra de DEUS.
Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;  1 Pe 5.8
 
    O PORTANTO refere-se aquilo que Cristo tinha feito por eles (vv. 13-15). Duas coisas tinham sido levantadas contra eles: seus pecados e incircuncisão (v. 12). Através de Cristo seus pecados foram perdoados (v. 13), e a lei, que separava judeus e gentios, foi eliminada (v. 14). Por trás disto o Senhor surgiu como exclusivo Vencedor sobre as forças da Satanás (v. 15). Sobre este fundamento Paulo ordena, NINGUÉM VOS CRITIQUE! O verbo significa "formar um julgamento" (Lucas 19:22). Aqui, como acontece freqüentemente em português, significa um julgamento desfavorável--crítica destrutiva em lugar de construtiva. Paulo desenvolve este mandamento minuciosamente em Romanos 14:1-12, onde ele frisa que cada um é responsável por si mesmo perante Deus, que ninguém deve condenar a outrem, pois este é igualmente servo de Deus.
Os falsos mestres em Colossos estavam exigindo que os gentios guardassem certos aspectos da lei (v. 14). Além da circuncisão eles exigiam que eles guardassem as leis levíticas COM (RESPEITO AO) COMER E BEBER (v. 21). Isto acontecia apesar de que o Concílio em Jerusalém, cerca de 12 anos antes, respondeu com um sonoro Não! a tais idéias (Atos 15:28, 29). Enquanto "comer e beber*" podia facilmente se referir a certas leis da origem gentílica, o resto do versículo mostra que elas eram de caráter judáica. OU EM RESPEITO AOS DIAS DE FESTA, OU DA LUA NOVA, OU DOS SÁBADOS. "ou. . . ou . . . ou" dá enfase ao fato que, o que era comido ou bebido em dias especiais era considerado de importância vital. As palavras dias de festas referem-se às festas delineadas em Lev. 23, especialmente à Páscoa. Depois desses dias de festas especiais vinham os das luas novas e sábados para os quais, leis especiais tinham sido estabelecidas pelo Velho Testamento e pela tradição. Conquanto devamos respeitar as idéias dos outros, não devemos nem julgá-los nem permitir que eles nos julguem quanto ao modo como devem ser guardados esses dias. Devemos fazer o que fazemos, como ao Senhor. Ele apenas tem o direito de julgar-nos.
Versículo 17. QUE SÃO refere-se às regras que estavam sendo impostas aos Cristãos colossenses com respeito ao comer e beber (v. 16). Todas essas coisas são apenas SOMBRAS DAS COISAS FUTURAS. Uma sombra é apenas um reflexo da coisa real. Inclui a verdade e tem valor profético (Heb. 8:5; 9:9; 10:1). Mas quando a plenitude da verdade é conhecida, parábolas não são mais necessárias.
MAS O CORPO É DE CRISTO. Em lugar de correr atrás de tipos alegóricos apossemo-nos da coisa real, aquela que vem de Cristo (Vide corporalmente, v. 9). A referência aqui não é ao corpo físico de Cristo ou mesmo à Igreja (1 :24). Ao contrário olha para a final e completa redenção e reconciliação com Deus. Paulo sempre volta ao Senhor, Ele é o centro de interesse. Dos 23 versos deste capitulo, Ele é mencionado em todos, menos cinco. A de aqui poderia significar ou "pertence a" ou "vem de"". Paulo provavelmente quer significar ambos, que nosso Senhor é o Autor e o Diretor de nossa nova vida. Seu mandamento devemos guardar (João 15:10), mas maior do que os mandamentos é o amor e a comunhão que podemos ter com Ele. Estes dois versos (16,17) poderiam facilmente ser considerados a chave duma grande parte de Hebreus.
 
Tópico II - Combatendo As Falsas Ordenanças (2.18)
A própria palavra já diz: "Ordens" dadas para que se cumpra suas idéias do que lhes parece espiritual e de algum valor para a salvação, porém sem qualquer base bíblica.
    NINGUÉM VOS ENGANE A SEU BEL-PRAZER é o terceiro cuidadoso mandamento neste capitulo, a terceira tentativa de impedir que os falsos mestres em Colossos pudessem levar avante, com sucesso, sua campanha. Este é muito semelhante àquele do versículo 8. Engane representa com dificuldade a palavra grega composta, a qual significa legislar contra em alguma espécie da jogo. Ali significa frustrar, roubar, causar a perda do prêmio. (Para a idéia de Paulo, cp. Gál. 5:7). Vos é enfático. Paulo queria chocá-los, queria fazê-los perceber a perigosa posição "deles". Apesar de ainda não estarem tão afastados como os gálatas (Gál. 4:11), estavam em perigo de perder tudo! A seu bel-prazer (gr., querendo) é muito difícil de interpretar. A nova tradução da Sociedade Bíblica considera este Particípio presente como um adjetivo modificando humildade e a traduz por pretextando. Contudo, fica melhor quando tomado como um advérbio mostrando a liberdade e facilidade com que eles estavam sendo desviados. Ele os está aconselhando a não permitirem ser facilmente inquietados (II Tim. 2:26; Ef. 4:14).
As duas próximas frases, COM HUMILDADE E CULTO DOS ANJOS, mostra o campo no qual eles estavam sendo levados. O primeiro representa submissão de espírito e ação, e como tal é requerido do crente (3:12; Filip. 2:3). Poderia referir-se a uma humildade professada mas não possuída, como no versículo 23. Porém, dos anjos concorda com ambos, humildade e culto. Assim considerado, humildade referir-se-ia ao estado dos anjos. Por isso, Paulo fala da posição deles de humildes em oposição à maneira pela qual os falsos mestres os estavam exaltando. Na segunda frase culto pode significar ou "adoração" ou "religião" (Atos 26:5). Dependendo da maneira que entendermos culto os anjos pode ser ou o objeto de culto ou dos adoradores. Enquanto o primeiro pareça mais natural, Paulo poderia dificilmente ter passado por uma prática tão blasfema sem uma clamorosa condenação. Também desde que os falsos mestres eram judeus, dificilmente eles estariam encorajando a idolatria.4 Finalmente, a segunda possibilidade tem mais relação com a próxima parte do versículo.
Sobre adoração a Anjos veja em http://www2.uol.com.br/bibliaworld/smleoto/workshop/lid045.htm
Sobre Verdadeira Adoração veja em Adoração
A base do julgamento falso apoia-se em BASEANDO-SE EM COISAS QUE VIU. A dificuldade desta frase é aumentada pelo fato de que numerosos manuscritos incluem não depois de que. Apesar de mais fácil de interpretar, a negativa não é genuína. Baseando-se traduz uma palavra que se refere aos primeiros passos daqueles que eram iniciados nas religiões misteriosas. Aqui significa aqueles que estão tomando uma posição nas suas imaginárias revelações ou visões.5 O resultado de tal intrusão é ESTANDO INCHADO SEM MOTIVO ALGUM PELA SUA MENTE CARNAL. Conquanto possa haver alguma justificação para orgulho quando uma pessoa aperfeiçoa alguma coisa, estes eram orgulhosos e arrogantes sem base alguma. Imaginando que estavam expondo alguma nova e profunda verdade, estavam na realidade desviando-se a si mesmos e outros da verdade.
 
Tópico III - Mortos Com CRISTO (2.19-20)
Rm 6.4 De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
    Quando um cristão é batizado (imerso, como num sepultamento) em águas, acontece, espiritualmente, a morte do crente que está em CRISTO, pois JESUS nos substituiu na cruz, levou nossos pecados sobre Ele. Quando o cristão se levanta da água em que foi mergulhado (sepultado) acontece a ressurreição para a nova vida na terra (por enquanto), para quando CRISTO vier buscar a Igreja (sua noiva), este crente suba ao Seu encontro, para estar com DEUS para sempre, caso tenha permanecido fiel ao seu Senhor. Glória a DEUS!
Sobre Batismo veja em Batismo
    O resultado de intrometer-se naquilo que Deus determinou não seja revelado, leva a um enfraquecimento do apelo de alguma pessoa à verdade. E NÃO RETENDO À CABEÇA é equivalente a "e não segundo Cristo" do versículo 8. Interesses especiais que desalojem Jesus Cristo do centro, não devem ser permitidos. Como podemos clamar que retemos a Soberania de Cristo, quando fazemos nosso programa e procuramos obter o que desejamos sem auscutar primeiro Sua vontade e programa?
DA QUAL TODO O CORPO, PELAS JUNTAS E LIGADURAS. Cristo é nossa Cabeça de fato assim como de nome. Ele nos comprou, Ele intercede por nós, Ele fornece os laços que nos mantém juntos. Todo poder vem dEle, tudo que existe depende dEle (1:17). Corpo aqui refere-se à Igreja universal. Esses laços são de natureza espiritual em vez de natureza denominacional. Devemos aprender a nos dar e trabalhar com irmãos além das fronteiras denominacionais. A Igreja É FORTALECIDO E BEM VINCULADO de tal maneira que repele os ataques das forças satânicas (Mat. 16:18). O verbo fortalecido não é aquele de 1:10, mas antes significa ser mais abastecida, adquirir vigor. Este levantamento da Igreja somente pode ter lugar se nós individualmente diminuirmos nossas idéias peculiares e dermos mais valor e atenção àquelas dos outros (Fil.. 2:3-5).
O resultado de tal crescimento espiritual é que o Corpo de Cristo irá constantemente CRESCENDO COM O CRESCIMENTO QUE VEM DE DEUS. Crescimento toma duas direções: levantamento do nível espiritual de indivíduos (1:10) e aumento numérico do Corpo de Cristo. Todos nós queremos ver maior ‘número" na Igreja, mas este crescimento não deve ser baseado em transigência de doutrina (II Tim. 4:3,4), de vida, ou testemunho (I Tim. 4:12). Por outro lado, não devemos restringir o "crescimento" por insistir no uso de formas obsoletas, frases, línguas estranhas, métodos de evangelismo. Lembrai-vos, conquanto o novo não seja necessariamente melhor por ser novo, não é o velho melhor por ser velho. Devemos manter o Evangelho aplicável à época em que vivemos.
Tendo terminado o que Deus fez por nós através de Cristo (2:9-19), Paulo agora volta-se para o que deveríamos fazer em nosso viver cristão. Primeiro, ele nos recorda que estamos mortos para o mundo e seus sistemas e fomos ressuscitados com Cristo para uma vida diferente. Temos que ser diferentes daqueles à nossa volta. Para conseguir isto Paulo nos ordena que matemos certas atitudes e particularidades da personalidade e coloquemos outras cristãs em seu lugar. (Vide passagens semelhantes em Ef. 4:17-32). E, uma vez mudado nossos caracteres, devemos fazer tudo para Sua glória.
Paulo em seguida volta-se para a atitude que cada um deve ter com relação às pessoas ao seu redor, especialmente no lar. (Cp. especialmente Ef. 5:22-6:9). "É necessário dois para uma discussão." Ao desenredar tais situações devemos nos lembrar que Deus deu a cada um certas responsabilidades para com o próximo. Os mandamentos que Paulo dá aqui não incluem todos. Antes, formam um modelo pelo qual guiaremos nossas vidas. Há três pares de mandamentos.
Versiculo 20. Voltando-se agora dos avisos negativos (vv. 8, 16, 18), Paulo apresenta alguns aspectos positivos da nossa relação com Cristo. SENDO QUE, ESTAIS MORTOS COM CRISTO. Morrestes de uma vez para sempre! Quando? No momento da salvação e da completa dedicação. Conquanto estas devam ser simultâneas, muitas vezes são separadas por anos de lealdade dividida e infeliz (Mat. 6:24). Esta morte é simbolizada por circuncisão e batismo (vv. 11, 12). Nossa morte com Cristo é um dar as costas à velha maneira de viver e às infrutíferas tentativas de alcançar a Deus por nossas próprias forças.
Desde que eles estão identificados na morte de Cristo, Paulo levanta uma pergunta penetrante: POR QUE? Tudo que fazemos deveria estar sob o penetrante olhar desta palavra por que? Não vos deixeis atar por decretos humanos a menos que eles sejam explicados e entendidos. Tal curso nos leva, ou ao seguimento cego de tradições ou ao abandono do andar cristão. Ambos são frustrações do plano de Deus de que andemos em Cristo. Procurai saber as razões!
Depois do por que Paulo coloca o parêntesis, COMO SE VIVÊSSEIS NO MUNDO. Onde mais? Por mundo ele certamente não se refere ao planeta, mas sim ao meio espiritual em que o incrédulo e o cristão carnal andam. Viver no mundo é o antônimo absoluto de andar em Cristo. Para terminar a questão, Paulo perguntou, por que VOS CARREGAM AINDA DE ORDENANÇAS? Os decretos dos homens foram rejeitados (v. 8), o peso das leis do Velho Testamento foi eliminado (v. 14). Somos livres então para desobedecer ao nosso bel prazer? (Gal. 5:13). Não! Em lugar de estamos atados por uma multidão de leis, somos livres para guardar os mandamentos de Cristo (João 15:10, Rom. 6:15-23). (Para os decretos que estavam sufocando os colossenses vide vv. 21-23).
Versiculo 21. Paulo enumera em termos gerais três "nãos" que cobrem uma multidão de decretos. NÃO MANUSEIES! NÃO PROVES! NÃO TOQUES! O primeiro e o terceiro são praticamente o mesmo no sentido geral de "tocar." O primeiro abrange a idéia de ligamento a alguma coisa. O terceiro, conquanto significando tocar (Heb. 12:20), também significa tocar de uma tal maneira que cause dano (Heb. 11:28). O não central traz à mente o exército de proibições alimentícias do Velho Testamento, o sonho de Pedro (Atos 10:9-16) e a profecia de Paulo em I Tim. 4:3-5.
Uma lista de Nãos é sempre perigosa porque sufoca o coração, toma muito imperfeitamente o lugar do trabalho de convicção do Espírito Santo, e está sempre pronto a omitir alguma coisa. Novos métodos de viver estão sempre aparecendo. Aqueles que dependem de uma lista de nãos precisam esperar por alguém que passe uma lei: sim ou não. Em lugar de uma lista procuremos princípios básicos cristãos, tais como aqueles em I Cor. 8-11; Rom. 14 para guiar-nos. Acima de tudo sejamos consistentes e como Cristo (Filip. 1:21).
Versículo 22. Qual é então o fim de tais leis? TODOS QUE AS USAM PERECEM. Todos aqui é absoluto, não hiperbólico (1:6). O destino de um é o destino de todos aqueles escravizados a decretos humanos. PERECEM denota decadência ou corrupção e no fim destruição (I Cor. 15:50). A versão da Almeida e a revisão da Sociedade Bíblica afirmam que são os mandamentos dos homens que perecerão. Ao contrário, são aqueles que procuram seguir a lei que são destruídos por aquilo que eles pensavam haveria de salvá-los. Considerai a gradual mas certa queda psicológica de Paulo, quando ele tomou sobre seus ombros o peso impossível da lei (Rom. 7:7-24). A lei mata a ambos, o espírito e a capacidade de obedecer.
A lei foi feita para ser guardada, contudo é o "uso" da lei que traz destruição. Com o passar do tempo as leis existentes são multiplicadas e tomadas mais complexas. O resultado natural é o desenvolvimento de distinções de somenos importância, muitas das quais são inventadas ao redor da lei (Mat. 15:3-6). Nossa vida espiritual não deve depender de "sins ou nãos," mas do amor que temos pelo Senhor Jesus (v. 8). SEGUNDO OS PRECEITOS E DOUTRINAS DOS HOMENS. "Preceitos" e "doutrinas" correspondem à "tradição" e "rudimentos do mundo" no versículo 8. Tradição é um passo, sendo uma interpretação da lei de Deus. Em seguida vem os mandamentos dos homens que tomam o lugar da lei (Mat. 23:16-24). O passo final, tomado pelos fariseus e a igreja Católica Romana, é a contradição da lei de Deus com seus ensinamentos.
Versículo 23. AS QUAIS TÊM, NA VERDADE, ALGUMA APARÊNCIA DE SABEDORIA, mas falta de realidade--refere-se aos versos 20, 21, mais inclui os vários elementos da lei (vv. 11, 14, 16) e filosofia (vv. 8, 15, 18) os quais estavam sendo impostos aos colossenses. Assim como se dá com dinheiro falsificado, aquele que está mais de acordo com o desenho original é o mais perigoso. Paulo mostra três caminhos pelos quais eles procuravam desencaminhar os colossenses: EM CULTO DA VONTADE, HUMILDADE E EM DISCIPLINA DO CORPO. Culto e humildade são encontrados no versículo 18 como a frase qualificativa de anjos. Aqui culto é composta com vontade e refere-se a um sistema de culto voluntariamente imposto ou voluntariamente idealizado. Por conseqüência, implica em zelo excessivo e perdido. "Humildade" também recebe a força da palavra composta com "culto". Desta forma, refere-se a uma humildade imposta voluntariamente e proclamada pela própria pessoa, humildade essa que era apenas professada--não possuída.
Terceiro, "disciplina do corpo." O grego significa uma demasiada severidade para com o corpo físico (cp. o próprio procedimento de Paulo em I Cor. 9:24-27). "Manter-se em forma" é necessário para a saúde e para o testemunho, mas o exercício corporal deve sempre ser apenas um meio para este fim (I Tim. 4:8). Quando o rigor ascético resulta na mutilação própria, e o exercício ou a sujeição torna-se finalidade em si mesma, excede o seu valor e está dando abrigo a idéias heréticas.
NÃO EM VENERAÇÃO ALGUMA SENÃO PARA A SATISFAÇÃO DA CARNE. Veneração aqui está em oposição à sabedoria. Há um certo grau de sabedoria humana nestes ensinamentos heréticos, mas não honram a Deus porque são feitos para agradar ou satisfazer a carne. Em vez de vivermos de acordo com nossa natureza mais baixa, devemos nos despojar dos seus desejos. Esta última sentença resume os três elementos do versículo e os declara deficientes (Dan. 5:27).
Santificação
2 Co 5.17 Quem é convertido vive para Cristo em santificação
17Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
5.17 NOVA CRIATURA É. Mediante a palavra criativa de Deus (4.6), os que aceitam Jesus Cristo pela fé, são feitos novas criaturas, pertencendo totalmente a Deus e constituindo o seu povo, onde impera o Espírito Santo (Rm 8.14; Gl 5.25; Ef 2.10). O crente é uma nova criatura (Gl 6.15; Ef 2.10; 4.24; Cl 3.10), renovada segundo a imagem de Deus (4.16; 1 Co 15.49; Ef 4.24; Cl 3.10), que compartilha da sua glória (3.18), que experimenta a renovação do conhecimento (Cl 3.10) e do entendimento (Rm 12.2), e que vive em santidade (Ef 4.24).
 
 
CONCLUSÃO
Colossenses 2:18, "Ninguém atue como árbitro contra vós, afetando humildade ou culto aos anjos, firmando-se em coisas que tenha visto, inchado vãmente pelo seu entendimento, carnal."

A palavra " iludir" não é uma tradução da mesma palavra achada em Colossenses 2:4. Realmente é uma palavra que significa "regra." Na realidade, assim é como é traduzida em Colossenses 3:15. A advertência em Colossenses 2:18 pode ser expressada como," não deixe nenhum homem reger sobre você ou que o julgue ou que tenha autoridade sobre você, decidindo se você tiver justo com Deus medindo seu desempenho por meio dos seus próprios padrões."
A idéia do versículo é que autoridades humanas que rivalizam a autoridade de Deus condenam todos aqueles que não seguem os seus modos. Regras externas, como estas listadas nos versículos 16-23, são vitais para rivalizar autoridades. Eles usam regras para tentar controlar os seus seguidores, mas regras não têm nenhum poder cuidando das demandas da carne de um modo honrado. Isso é evidente na vida pecadora deles mesmos e os seus seguidores. Porque autoridades rivais não têm nenhum poder, eles devem ser fortes. Eles não operam da Palavra de Deus, mas tem que recorrer a acusações, ameaças, e intimidações enquanto eles tentam ter uma influência naqueles que resistem a eles. A motivação atrás do exercício desta autoridade é orgulho, sendo "inchado vãmente pelo seu entendimento carnal."

 
Rm 12.1,2 O nosso corpo deve ser consagrado a Deus
 1Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.2E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento,para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
12.1 QUE APRESENTEIS OS VOSSOS CORPOS EM SACRIFÍCIO VIVO. O crente deve ter uma paixão sincera por agradar a Deus, no amor, na devoção, no louvor, na santidade e no servir. (1)Nosso maior desejo deve ser uma vida de santidade, e sermos aceitos por Deus. Para isso, precisamos separar-nos do mundo e aproximar-nos cada vez mais de Deus (v. 2). Devemos viver para Deus, adorá-lo, obedecer-lhe; opor-nos ao pecado e apegar-nos à justiça; resistir e repudiar o mal, ser generosos com o próximo na prática de boas obras, imitar a Cristo, segui-lo, servi-lo,andar na direção do Espírito Santo e ser cheio dEle. (2) Devemos apresentar a Deus, nosso corpo como morto ao pecado e como templo do Espírito Santo (ver v.2 nota; cf. 1 Co 6.15,19).

Gl 5.17-21 A carne e suas obras pecaminosas
 17Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis.18Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.19Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia,20idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,21invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
5.17 O ESPÍRITO... CONTRA A CARNE. O conflito espiritual interiormente no crente envolve a totalidade da sua pessoa. Este conflito resulta ou numa completa submissão às más inclinações da "carne", o que significa voltar ao domínio do pecado; ou numa plena submissão à vontade do Espírito Santo, continuando o crente sob o senhorio de Cristo (v. 16; Rm 8.4-14). O campo de batalha está no próprio cristão, e o conflito continuará por toda a vida terrena, visto que o crente
por fim reinará com Cristo (Rm 7.7-25; 2 Tm 2.12; Ap 12.11; ver Ef 6.11). 5.19 AS OBRAS DA CARNE. Para comentários sobre cada obra da carne, 5.21 NÃO HERDARÃO O REINO DE DEUS Embora Paulo afirme que é impossível herdar o reino de Deus mediante a prática das obras da lei (2.16; 5.4), ensina também que a pessoa pode excluir-se do reino de Deus envolvendo-se com práticas pecaminosas (ver 1 Co 6.9 nota; cf. Mt 25.41-46; Ef 5.7-11)

2 Co 5.17 Quem é convertido vive para Cristo em santificação
17Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
5.17 NOVA CRIATURA É. Mediante a palavra criativa de Deus (4.6), os que aceitam Jesus Cristo pela fé, são feitos novas criaturas, pertencendo totalmente a Deus e constituindo o seu povo, onde impera o Espírito Santo (Rm 8.14; Gl 5.25; Ef 2.10). O crente é uma nova criatura (Gl 6.15; Ef 2.10; 4.24; Cl 3.10), renovada segundo a imagem de Deus (4.16; 1 Co 15.49; Ef 4.24; Cl 3.10), que compartilha da sua glória (3.18), que experimenta a renovação do conhecimento (Cl 3.10) e do entendimento (Rm 12.2), e que vive em santidade (Ef 4.24).

1 Co 3.16,17 O cuidado com o corpo que é a habitação do Espírito Santo
 16Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?17Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo.
3.16 SOIS O TEMPLO DE DEUS. A ênfase, aqui, recai na congregação inteira, i.e., os crentes como o templo de Deus e como a habitação do Espírito Santo (cf. v. 9; 2 Co 6.16; Ef 2.21). Como o templo de Deus em meio a uma sociedade perversa, o povo de Deus em Corinto não devia participar dos pecados prevalecentes naquela sociedade. Devia rejeitar todas as formas de imoralidade. O templo de Deus deve ser santo (v. 17), porque Deus é santo (cf. 1 Pe 1.14-16)
3.17 DEUS O DESTRUIRÁ. Paulo apresenta uma das advertências mais sérias do NT aos que têm a responsabilidade de edificar a igreja de Cristo. Esse trecho tem relevância especial para todos que ocupam cargos de ensino e liderança na obra do Senhor. Se alguém profanar ou  corromper o templo de Deus (i.e., uma congregação local ou grupo de congregações), o próprio Deus castigará aquele indivíduo com terrível ruína e morte eterna (v. 17). O crente pode corromper
a igreja de Deus ao: (1) participar de imoralidade (5.1); (2) fomentar mentiras, engano e ambições egoístas (v.3; At 5.1-11); (3) difundir falsa doutrina, rejeitar a revelação apostólica e demonstrar indiferença à verdade bíblica (1 Tm 4.1; Jd 4); (4) aceitar o pecado e o mundanismo dentro da congregação (5.1,2,5-7; Ap 3.17); (5) querer promover a igreja por meio de sabedoria mundana ou com um evangelho pervertido (1.18-2.5; Fp 1.15,16).

 Rm 6.1-13 O crente e sua completa renúncia ao pecado
 1Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante?2De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?3Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?4De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;6sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.7Porque aquele que está morto está justificado do pecado.8Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;9sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele.10Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.11Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor.12Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas
concupiscências; 13nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.
6.1 PERMANECEREMOS NO PECADO? No capítulo 6, Paulo contesta a idéia errônea de que os crentes podem continuar no pecado e ainda assim estarem livres da condenação eterna, em virtude da graça e misericórdia de Deus em Cristo. Paulo refuta essa distorção antinomiana da doutrina da graça, pondo em relevo uma verdade fundamental: o verdadeiro crente demonstra estar "em Cristo" por estar morto para o pecado. Ele foi transportado da esfera do pecado para a esfera
da vida com Cristo (vv. 2-12). Uma vez que o crente genuíno separou-se definitivamente do pecado, não continuará a viver nele. Inversamente, quem vive no pecado não é crente genuíno (cf. 1 Jo 3.4-10). Em todo este capítulo, Paulo enfatiza que não se pode ser servo do pecado e servo de  Cristo a um só tempo (vv. 11-13, 16-18). Se um crente torna-se servo do pecado, o resultado será a condenação e a morte eternas (vv. 16,23). 6.1 PECADO. (1) O NT emprega várias palavras em grego para descrever o pecado nos seus vários aspectos. As mais importantes são: (a) Hamartia, que significa "transgredir", "praticar o mal",  "pecar contra Deus" (Jo 9.41). (b) Adikia, que significa "iniqüidade", "maldade" ou "injustiça" (1.18; 1 Jo 5.17). O termo pode ser descrito como falta de amor, porque todos os delitos surgem por falta de amor a Deus e ao próximo (Mt 22.37-40; Lc 10.27-37). Adikia é, também, o pecado como  poder, agindo na pessoa, para escravizar e enganar (5.12; Hb 3.13). (c) Anomia, que denota a "ilegalidade", a "iniqüidade" e a "rebeldia contra a Lei de Deus" (v. 19; 1 Jo 3.4). (d) Apistia, que
indica "incredulidade" ou "infidelidade" (3.3; Hb 3.12). (2) Destas definições podemos tirar a conclusão de que a essência do pecado jaz no egoísmo, i.e., apegamento do ser humano às coisas ou aos prazeres, para si mesmo, sem fazer caso do bem-estar dos outros e dos  mandamentos de Deus. Isso leva à crueldade aos outros e à rebelião contra Deus e sua Lei. Em última análise, o pecado é a recusa da sujeição a Deus e à sua Palavra (1.18-25; 8.7). É inimizade  contra Deus (5.10; 8.7; Cl 1.21), e desobediência (11.32; Gl 3.22; Ef 2.2; 5.6). (3) O pecado é também a corrupção moral nos seres humanos, opondo-se a todas as vontades humanas sa?dias. Ele nos leva tanto a deleitar-nos em cometer iniqüidade, como também a sentir prazer nas más  ações dos outros (1.21-32; cf. Gn 6.5). É, por outro lado, um poder que escraviza e corrompe, à medida que nos entregamos a ele (3.9; 6.12ss.; 7.14; Gl 3.22). O pecado está arraigado nos  desejos humanos (Tg 1.14; 4.1,2; ver 1 Pe 2.11 nota). (4) O pecado foi introduzido por Adão na raça humana e afeta a todos (5.12), resulta em julgamento divino (1.18), leva à morte física e espiritual (Gn 2.17; Rm 6.23), e o seu poder somente pode ser dominado pela fé em Cristo e por sua obra redentora pela humanidade (5.8-11; Gl 3.13; Ef 4.20-24; 1 Jo 1.9; Ap 1.5). 6.2 MORTOS PARA O PECADO.6.4 SEPULTADOS COM ELE PELO BATISMO. Para o cristão, o batismo é um símbolo do seu sepultamento e ressurreição com Cristo; mas é mais do que isso. Quando acompanhado de fé verdadeira, o batismo tem a ver com a nossa rejeição do pecado e dedicação a Cristo, o que resulta num fluxo contínuo de graça e de vida divina sobre nós (ver At 22.16, nota sobre o batismo). O batismo significa identificação com Cristo na sua morte e sepultamento, a fim de vivermos me?diante sua vida ressurreta (vv. 4,5). Tão certamente como Cristo ressuscitou dentre os mortos, nós, que temos a verdadeira fé salvífica nEle, andaremos em novidade de vida (v. 5). 6.6 VELHO HOMEM... CORPO DO PECADO. Paulo emprega aqui duas expressões bíblicas: (1) o "velho homem", que se refere ao eu irregenerado do crente; i.e., à pessoa que ele era antigamente; à vida que antes ele vivia no pecado. Esse velho eu foi crucificado (i.e., morto) com Cristo na cruz, a fim de que o crente receba uma nova vida em Cristo e seja um "novo homem" (cf. Gl 2.20). (2) "Corpo do pecado" se refere ao corpo humano controlado pelos desejos pecaminosos. Sua escravidão ao pecado já foi abolida na conversão (cf. 2 Co 5.17; Ef 4.22; Cl 3.9,10). Doravante, o crente não deve permitir que sua antiga maneira de viver volte a dominar sua vida e seu corpo (2 Co 5.17; Ef 4.22; Cl 3.9,10).
6.7 JUSTIFICADO DO PECADO. Ver Jo 8.36  6.10 MORREU PARA O PECADO. Embora Cristo fosse impecável, Ele sofreu e foi humilhado pelo pecado por nossa causa (5.21; cf. 2 Co 5.21). Na morte de Cristo, o pecado perdeu a sua influência. Na sua ressurreição, Ele triunfou sobre o poder do pecado. Semelhantemente, os que estão unidos com Ele, na sua morte, são libertos do poder do pecado (vv. 2,11) para andarem em novidade de vida (vv. 4,5,10).6.11 CONSIDERAI-VOS COMO MORTOS PARA O PECADO. A premissa fundamental em Rm 6 é a união do crente com Cristo, tanto na sua morte como na sua vida. Se, portanto, você é um crente autêntico, você morreu para o pecado e precisa dar prova disso. Você, como crente, morreu para o pecado de três maneiras diferentes. (1) Você morreu para o pecado, do ponto de vista de  Deus. Deus considera que você morreu com Cristo na cruz e que foi ressuscitado na sua ressurreição (vv. 5-10). (2) Você morreu para o pecado quando nasceu de novo pelo Espírito. Você recebeu o poder de Cristo para resistir ao pecado (vv. 14-18); para morrer diariamente para o pecado, aniquilando os maus desejos da carne (8.13) e vivendo uma nova vida em obediência a Deus (vv. 5-14,18,22). (3) Você morreu para o pecado quando, no seu batismo em água, você proclamou sua morte ao pecado e assumiu o compromisso de rejeitá-lo e de viver para Cristo (vv. 3-5; ver 6.4 ) 6.12 NÃO REINE, PORTANTO, O PECADO. Pelo fato de o pecado ter sido destronado, devemos resistir continuamente ao seu assédio para reconquistar o seu antigo controle. Sabendo que o pecado procura reinar, mormente através dos desejos da carne, tais desejos devem ser resistidos pelos que têm fé em Cristo (ver v. 15 nota). Exemplos: não atender às concupiscências do corpo (v. 12); não colocar membro algum do nosso corpo à disposição do pecado (v. 13), e apresentar nosso corpo e a nossa total personalidade submissos a Deus e à sua justiça (vv. 13-19).

1 Jo 3.3-9 A purificação das más obras do corpo
 3Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.4Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura, pode tornar a entrar no ventre de sua mãe e nascer?5Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.6O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.7Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo.8 O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.9Nicodemos respondeu e disse-lhe: Como pode ser isso?

3.6 PERMANECE NELE. As expressões "permanece nele" e "nascido de Deus" (v. 9) são equivalentes. Somente aqueles que permanecem em Deus, continuam nascidos de Deus (15.4 )3.6 NÃO O VIU NEM O CONHECEU. Os verbos "viu" e "conheceu" estão no tempo pretérito perfeito. Em grego, esse tempo se refere a ações ocorridas no passado, cujos resultados continuam até o presente momento. Por isso, João diz que ninguém que peca (i.e., que está
vivendo em pecado) tem visto a Deus, nem continua a vê-lo, nem tem conhecido, nem continua a conhecê-lo. Essas palavras, portanto, podem ser aplicadas, ou àqueles que nunca tiveram fé verdadeira em Cristo, ou aos apóstatas que conheceram a Deus no passado, mas que não o conhecem no presente. 3.9 NÃO COMETE PECADO. "Comete pecado", (gr. hamartano) é um infinitivo presente ativo, que subentende ação contínua. João enfatiza que quem realmente nasceu de Deus, não pode continuar a viver pecando conscientemente, porque a vida de Deus não pode permanecer em quem  vive na prática do pecado (cf. 1.5-7; 2.3-11,15-17,24-29; 3.6-24; 4.7,8,20). (1) O novo nascimento resulta em vida espiritual, a qual leva a um relacionamento sempre presente com Deus. Nesta epístola, cada vez que João fala do novo nascimento, emprega o tempo pretérito perfeito em grego, para enfatizar o relacionamento contínuo e ininterrupto iniciado pelo novo nascimento (2.29; 3.9;4.7; 5.1,4,18; ). (2) É impossível, espiritualmente, alguém ter em si a vida divina (i.e., ser nascido de Deus), e viver de modo pecaminoso. Às vezes o crente afasta-se do alto padrão divino para a nova vida espiritual, mas ele não continuará em pecado conhecido (vv. 6,10). (3) O que faz o crente evitar o pecado é a "semente" de Deus permanecente nele. A "semente" é a própria vida, natureza e Espírito de Deus habitando no crente (5.11,12; Jo 1.1; 15.4; 2 Pe 1.4). (4) Pela fé (5.4), pela presença de Cristo em nós, pelo poder das Santas Escrituras (ver 1 Ts 2.10 nota), todo crente pode viver a cada momento livre de delitos e pecados contra Deus
 
Questionário da Lição 7 - Colossenses - As Heresias E O Culto Aos Anjos
por Ev.Luiz Henrique www.henriqueestudos.cjb.net
 
Texto Áureo:
1- Quais artimanhas são usadas pelos falsos mestres para dominar os crentes, à vontade?
( ) Pretexto de sinceridade e culto a DEUS    ( ) Pretexto de humildade e culto aos anjos
Verdade Prática:
2- A que leva o crente, a falsa humildade?
( ) A tornar-se fantástico, dominado por ensinos bíblicos  
( ) A tornar-se fanático, dominado por falsos ensinos
Introdução:
4- Que tipo de doutrina os hereges de Colossos impunham aos crentes?
(  ) Mandamentos de DEUS    ( ) Mandamentos de homens   (  ) Mandamentos de Anjos
Tópico I - Exortação Contra O Ascetismo Gnóstico (2.16,17)
5- Qual era a prática super valorizada como parte do culto aos poderes cósmicos?
( ) A oração    ( ) O sacrifício de louvor    ( ) O Jejum    ( ) O estudo da bíblia
6- O que é o Jejum para o cristão?
( ) Um poderoso recurso auxiliar ao corpo    ( ) Um poderoso recurso auxiliar à oração
6- O que era a guarda do Sábado na Antiga Aliança?
( ) Um concerto especial entre Jeová (DEUS) e seu povo Israel   
( ) Um concerto especial entre os Gnósticos e o povo de Israel
7- Como foi chamado pelo Novo Testamento, aquele dia de Domingo no qual JESUS foi ressuscitado?
( ) Dia Santo    ( ) Dia de DEUS    ( ) Dia da Ressurreição    ( ) Dia do Senhor    ( ) Sábado
Tópico II - Combatendo As Falsas Ordenanças (2.18)
8- O que acontece ao crente humilde?
( ) É sempre distante de DEUS    ( ) É sempre cheio da graça de DEUS    ( ) É falto de sabedoria
9- A que tipo de culto os colossenses estavam sendo levados a adotarem?
( ) Ao culto a DEUS    ( ) Ao culto aos anjos    ( ) Ao culto aos santos
10- Os anjos podem aparecer? Quando?
( ) Sim. Em ocasiões especiais    ( ) Não. Em nenhuma ocasião, isso era para o Antigo Testamento
11- Em que se metiam os falsos mestres em Colossos?
( ) Em coisas que viram    ( ) Em coisas que não viram    ( ) Em coisas espirituais reveladas aos mesmos
Tópico III - Mortos Com CRISTO (2.19-20)
12- Qual a origem de toda heresia?
( ) O desligamento da "cabeça", que é CRISTO    ( ) O ligamento da "cabeça", que é CRISTO
13- Quando, regras de conduta e costumes, devem ser consideradas e obedecidas?
( ) Quando tiverem não comprovada base bíblica    ( ) Quando agradar a todos os irmãos mais idosos
( ) Quando tiverem comprovada base bíblica    ( ) Quando for um costume antigo da igreja   
14- Para que realmente serviam as exigências dos falsos mestres de Colossos?
( ) Para satisfação da carne    ( ) Para satisfação da alma    ( ) Para satisfação do espírito
15- Para que se volta a verdadeira santidade?
( ) ( ) Para os homens    ( ) Para o nosso interior    ( ) Para DEUS
 
Ajuda de Bíblia e revistas da www.cpad.com.br
http://www.cblibrary.net/portugue/colossenses/col_ch5.htm
 
 
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