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Segunda
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Sl 90.2
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Deus é distinto da criação e transcende a tudo.
2 Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o
mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus.
DE ETERNIDADE A ETERNIDADE. Esta expressão refere-se à
existência eterna de Deus, que não tem começo nem fim. (1)
Eternidade (hb. olam) não significa em primeiro lugar que Deus transcende
o tempo mas, sim, que é infindável no tempo (cf. 48.14; Gn 21.33; Jó 10.5;
36.26). As Escrituras não ensinam que Deus existe num tipo de eterno tempo
presente, onde não há nem o passado nem o futuro. (2) Os trechos das
Escrituras que declaram a eternidade de Deus, fazem-no em termos de
continuidade, e não de intemporalidade, i.e., Deus conhece o passado como
passado, o presente como presente e o futuro como futuro.
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Terça
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1 Co 8.6
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Existe um só Deus, e Deus é um só.
6 todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem
nós vivemos; e um só Senhor, JESUS CRISTO, pelo qual são todas as coisas,
e nós por ele.
Efésios 4.6 um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre
todos, e por todos, e em todos.
Malaquias 2.10 Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos
criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros,
profanando o concerto de nossos pais?
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Quarta
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Jo 5.37
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Deus é pessoal e não pode ser confundido com a natureza.
37 E o Pai, que me enviou, ele mesmo testificou de mim. Vós nunca
ouvistes a sua voz, nem vistes o seu parecer;
Mt 3.17 E eis que ruma voz dos céus dizia: Este é o meu
Filho amado, em quem me comprazo.
ESTE É O MEU FILHO AMADO. O batismo de JESUS é uma grandiosa manifestação
da realidade da Trindade.
(1) JESUS CRISTO, declarado igual a Deus (Jo 10.30), é
batizado no Jordão.
(2) O ESPÍRITO SANTO, que também é igual ao Pai (At 5.3,4),
desce sobre JESUS em forma de pomba. (3) O Pai declara que se compraz em JESUS. Temos, portanto, neste ato três pessoas divinas iguais. Contraria a
integridade das Escrituras explanar este evento de qualquer outra maneira.
A doutrina da Trindade mostra que as três pessoas divinas subsistem em tal
unidade que constituem o Deus uno (ver Mc 1.11, sobre a Trindade; cf. Mt
28.19; Jo 15.26; 1 Co 12.4-6; Ef 2.18; 1 Pe 1.2).
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Quinta
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Cl 2.9; Hb 1.3
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O Senhor JESUS CRISTO é o verdadeiro Deus em forma humana.
Cl 2.9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da
divindade.
João 1.14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e
vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de
verdade.
O UNIGÊNITO DO PAI. O termo "unigênito" não significa que
CRISTO foi um ser criado. Pelo contrário, a declaração refere-se ao seu
relacionamento exclusivo com o Pai, i.e., ao fato de Ele ser o Filho de
Deus desde toda a eternidade. Aqui temos a sua filiação em relação ao Deus
trino (1.1,18; 3.16,18; ver Mc 1.11).
E O VERBO SE FEZ CARNE. CRISTO, o Deus eterno, tornou-se humano (Fp
2.5-9). NEle se uniram a humanidade e a divindade. De modo humilde, Ele
entrou na vida e no meio-ambiente humanos com todas as limitações das
experiências humanas (cf. 3.17; 6.38-42; 7.29; 9.5; 10.36).
Hb 1.3 O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da
sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder,
havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à
destra da Majestade, nas alturas;
ASSENTOU-SE À DESTRA. Depois de CRISTO ter efetuado o
perdão dos nossos pecados mediante a sua morte na cruz assumiu o seu lugar
de autoridade à destra de Deus. A atividade redentora de CRISTO no céu
envolve seu ministério de mediador divino (8.6; 13.15; 1 Jo 2.1,2), de
sumo sacerdote (2.17,18; 4.14-16; 8.1-3), de intercessor (7.25) e de
batizador no ESPÍRITO (At 2.33)
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Sexta
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Jo 14.6
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O Senhor JESUS é o único Salvador da humanidade.
6 Disse-lhe JESUS: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem
ao Pai senão por mim.
Atos dos Apóstolos 4:12 E em nenhum outro há salvação,
porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens,
pelo qual devamos ser salvos.
EM NENHUM OUTRO HÁ SALVAÇÃO. Os discípulos tinham convicção
de que a maior necessidade de cada indivíduo era a salvação do pecado e da
ira de Deus, e pregavam que esta necessidade não poderia ser satisfeita
por nenhum outro, senão JESUS CRISTO. Isto revela a natureza exclusiva do
evangelho e coloca sobre a igreja a pesada responsabilidade de pregar o
evangelho a todas as pessoas. Se houvesse outros meios de salvação, a
igreja poderia ficar despreocupada. Mas, segundo o próprio CRISTO (Jo
14.6), não há esperança para ninguém, fora da salvação em CRISTO (cf.
10.43; 1 Tm 2.5,6). Este é o fundamento do imperativo missionário
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Sábado
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1 Jo 5.21
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Os cristãos devem afastar-se da idolatria.
21 Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém!
1 Coríntios 10.14 Portanto, meus amados, fugi da idolatria.
1Co 10.20 Antes, digo que as coisas que os gentios
sacrificam, tas sacrificam aos demônios e não a Deus. E não quero que
sejais participantes com os demônios.
A idolatria envolve o culto aos demônios, direta ou indiretamente (cf. Dt
32.17; Sl 106.35-38) está associada à avareza ou cobiça (ver Cl 3.5).
Logo, há poderes demoníacos por trás da paixão pelas riquezas, honrarias
ou cargos mundanos.
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Meditação
Transcendental
Por Natanael Rinaldi
A segunda vinda de Cristo é aguardada com
ansiedade pelos cristãos. Em seu sermão profético, em Mateus 24,
Jesus fez várias advertências para os últimos dias. Disse Ele:
“Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão no meu
nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” (v. 4,5).
Paralelamente à expectativa desse acontecimento, que é chamado de a
“bem-aventurada esperança” (Tt 2.13), o cristão deve manter-se
vigilante, para que não aceite um falso cristo no lugar do verdadeiro
Cristo, chamado na Bíblia de o “Príncipe da Paz”.
Em Apocalipse 19.11 em diante, lemos sobre a
majestade do Cristo verdadeiro em sua segunda vinda: “E vi o céu
aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele
chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus
olhos eram como chama de fogo; sobre a sua cabeça havia muitos
diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia, senão ele mesmo.
E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se
chama é a Palavra de Deus”.
Em seguida, trava-se a batalha do Armagedom
(v. 17-21), e Cristo sai vitorioso. Satanás é preso e lançado
no poço do abismo (Ap 20.1-3) e, por fim, tem início o reino milenial
de Jesus Cristo: “... e reinaram com Cristo durante mil anos” (Ap
20.4).
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O famoso guru Mahesh Yogi:
considerado por seus adeptos como uma divindade
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Falsa promessa de paz mundial
Em cumprimento às palavras proféticas
de Jesus sobre o surgimento dos falsos cristos, o jornal O
Estado de São Paulo, em sua edição de 30 de
agosto de 2002, publicou a seguinte manchete: “A paz mundial
dá lucro. O guru dos Beatles que o diga”.
O maharishi (líder
espiritual) Mahesh Yogi, famoso na década de 60 por ser o
guru dos Beatles, tem um novo projeto: vai produzir a paz
mundial e lucrar com isso.
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Seu plano é o seguinte: construirá três
mil “palácios da paz” em todo o mundo. Em cada palácio, centenas
de seus seguidores estarão empenhados, em tempo integral, em “vôos
iogues”, ou seja, versões avançadas de Meditação Transcendental.
Os meditadores saltarão em torno do salão, sentados em posição de lótus.
Essa prática, segundo Yogi, envia poderosas vibrações positivas que
reduzem o estresse, o crime e a violência. Com centenas de pessoas
fazendo vôo iogue em três mil lugares diferentes, a paz surgirá em
todos os lugares.
Em 2001, após os ataques de 11 de setembro
nos EUA, o maharishi informou que se algum governo lhe desse US$
1 bilhão ele acabaria com o terrorismo e criaria a paz contratando 40
mil voadores iogues para começarem a saltar em tempo integral. Nenhum
governo quis pagar para ver, o que claramente o irritou.
Embora irritado, ele não desistiu: “Vou
implantar esses grupos, que criarão coesão em todos os países”. Por
meio de títulos emitidos pelo País Global da Paz Mundial, fundado por
ele como uma nação virtual sem um território real, Yogi pôs à venda
títulos que pagarão juros de 6% a 7%. Um de seus seguidores, Sam
Katz, explicou o plano: “cada Palácio da Paz será rodeado por uma
fazenda de cultura orgânica para produzir alimentos que gerarão lucros
que pagarão os detentores dos títulos”.
Acredite se quiser, mas o que é esse
movimento conhecido como Meditação Transcendental?
O que é a meditação
transcendental?
Meditação Transcendental (MT) é uma seita
de origem hinduísta. A palavra transcendental significa “o que
transcende ou ultrapassa as coisas sensíveis para atingir o âmago
do ser a fim de conseguir paz e felicidade interior”.
Consiste numa técnica mental que leva a pessoa primeiramente a procurar
se colocar em estado de relax ou distensão interior. O indivíduo
tenta esquecer todas as realidades sensíveis e esvaziar a mente de
todas as imagens materiais que habitualmente o distraem.
A maior parte de suas práticas e ensinos
deriva do hinduísmo. Procura despistar a opinião pública ocidental de
que não se trata de uma seita, mas apenas uma técnica de exercício
mental. Para isso, a MT mudou sua personalidade jurídica para Ciência
da Inteligência Criativa (CIC). Essa providência não surtiu efeito,
pois o Tribunal Federal de New Jersey, em 1977, ainda assim reconheceu
a CIC/MT como uma seita hinduísta.
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O fundador
Seu fundador é conhecido pelo
nome de Maharishi Mahesh Yogi. Mas Yogi nasceu em 1911, em
Jabalpur, Madhya Pradesh, norte da Índia, com o nome de
Madhya Brasad Warma. Freqüentou a Universidade e, com
sucesso, formou-se em física, em 1942. Logo depois de
diplomar-se, conheceu Swami Brahmananda Saraswati, Jagadguru e
Bhagovan Shankaracharya, também conhecido como guru Dev, que
se tornara um avatar sob os ensinamentos de Swami Krishanand
Saraswati.
Durante a década seguinte, Yogi
uniu-se ao guru e logo se tornou seu aluno mais importante.
Com a morte do guru Dev, em 1953, Yogi se retirou para meditação
nas montanhas do Himalaia, onde permaneceu por dois anos.
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Na Índia, berço de
praticamente todas as correntes religiosas místicas, faz
parte da cultura cada família ter o seu guru para consultas e
orientações espirituais
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Em 1958, Yogi levou sua seita para a América
e começou a ensinar em Los Angeles. Mais tarde, com adesão do grupo
musical conhecido como os Beatles, a seita de Yogi experimentou grande
crescimento.
O ritual de iniciação
A pessoa é convencida a encontrar-se a si
mesma por meio do ritual de iniciação e isso se dá quando ela recebe
o seu mantra.1 Normalmente, a pessoa não entende uma palavra do
que vai repetir por várias vezes na língua sânscrita.
Na iniciação, a pessoa se posta diante de
um altar com a figura do guru Dev. Então, a cerimônia tem início. O
desenvolvimento consta de três fases. A saber:
Recitação de nomes
São nomes de mestres por meio dos quais o
santo conhecimento dos mantras da MT tem passado. Todos os nomes são
considerados como deuses e dignos de adoração. Reverentemente, são
denominados de: “Redentor”, “Emancipador do mundo”, “Supremo
mestre”, “O puro” e “Adornado com imensurável glória”. Esses
títulos constituem verdadeira blasfêmia, pois pertencem exclusivamente
ao Deus da Bíblia. O iniciante, entretanto, desconhece essa situação.
Oferendas
São 17 itens ao todo. Dentre eles, os mais
oferecidos, freqüentemente: flores, frutas frescas e lenço branco
novo.
“Ao oferecer um lugar aos pés de loto de
Shri Guru Dev, me inclino”.
“Ao oferecer uma ablução aos pés de
loto de Shri Guru Dev, me inclino”.
“Ao oferecer uma flor aos pés de loto de
Shri Guru Dev, me inclino”.
“Ao oferecer luz aos pés de loto de Shri
Guru Dev, me inclino”.
“Ao oferecer água aos pés de loto de
Shri Guru Dev, me inclino”.
Hinos de louvor e adoração
Os hinos são oferecidos ao guru Dev,
considerado como deus na mesma glória dos outros deuses hindus, como,
por exemplo, Brahma, Vishnu e Shiva. O iniciante é convidado a seguir o
exemplo do seu guru e inclinar-se perante ele.
“Guru que está na glória de
Brahma, guru que está na glória de Vishnu, guru que está na glória
do grande Senhor Shiva, guru que está na glória da plenitude
transcendental personificada de Brahma, ante o Shri Guru Dev, adornado
de glória, me inclino”.
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O grupo pop Beatles: Foi o
principal responsável pela popularização do maharishi no
mundo
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As crenças religiosas
Sendo a MT de natureza religiosa e ligada ao
hinduísmo, sua teologia contrasta abertamente com o cristianismo.
Vejamos os pontos conflitantes:
Deus
O ensino da MT diz que Deus é impessoal e
faz parte da própria natureza. Doutrina classificada como panteísmo.
Ou seja, Deus é tudo e tudo é Deus. Declara Yogi: “O divino
transcendental, onipresente, é, por virtude de sua onipresença, o Ser
essencial de todos nós. Forma a base de todas as vidas; não é outro
senão o nosso próprio ser ou Ser. Deus é impessoal e mora no coração
de cada ser. Tudo o que há na criação é manifestação do ser
impessoal absoluto e não manifesto. Cada pessoa é, em sua verdadeira
natureza, o Deus impessoal”.
O conceito de Deus e do homem na MT é
completamente diferente do conceito oferecido pela Bíblia em relação
a Deus e ao homem.
Deus é essencialmente distinto do homem,
pois Deus é o Criador (Gn 1.1,26), enquanto o homem é apenas um ser
criado. O salmista Davi exaltava a Deus por sua criação e reconhecia
sua fragilidade como ser humano: “Tu reduzes o homem à destruição;
e dizes: Tornai-vos, filhos dos homens [...] Os dias da nossa vida
chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta
anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos
voando” (Sl 90.3,10).
Por outro lado, Isaías fala da eternidade
de Deus como um ser imutável: “Não sabes, não ouviste que o eterno
Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga?
É inescrutável o seu entendimento. Dá força ao cansado, e multiplica
as forças ao que não têm nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se
fatigarão, e os moços certamente cairão; mas os que esperam no SENHOR
renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não
se cansarão; caminharão, e não se fatigarão” (40.28-31).
Reencarnação
Após várias encarnações, com o propósito
de se tornar espírito puro e alcançar esse estado, cessam os
renascimentos. Com isso, a pessoa se liberta da lei do carma e entra em
fusão com a divindade Brahma. Para a frustração dos que assim crêem,
certo é que ninguém tem lembrança dos pecados cometidos em existências
anteriores e, daí, não poder se arrepender e corrigir-se dos erros
cometidos. A salvação no cristianismo foi trazida por Jesus (Jo
3.16-18,36;5.24). Para realizar a obra da redenção do homem, Jesus
morreu por nós (Rm 5.8), levando em seu corpo os nossos pecados sobre o
madeiro (1Pe 2.24) e, por fim, ressuscitou vitoriosamente e ascendeu aos
céus, assentando-se à destra de Deus (At 1.9-11)
Jesus Cristo
Diz Maharishi Mahesh Yogi: “Como não
entendo a vida de Cristo nem compreendo sua mensagem, não creio que
realmente tivesse sofrido em alguma época de sua vida; nem mesmo
pudesse sofrer [...] É lamentável que se fale de Cristo em términos
de sofrimento [...] Aqueles que confiam na sua obra redentora por meio
do sofrimento na cruz possuem uma interpretação equivocada da vida de
Cristo e de sua mensagem”.
Como homem natural, não regenerado, Yogi não
pode mesmo entender a vida e a obra de Cristo como Salvador e Senhor
(1Co 2.14). A Bíblia declara que o propósito principal de Jesus ter
vindo ao mundo foi salvar o mundo por sua morte na cruz. “... o Filho
do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua
vida em resgate de muitos” (Mt 20.28). “Porque o Filho do homem veio
para buscar e salvar o que se havia perdido”( Lc 19.10). “Esta é
uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio
ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm
1.15).
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Meditação bíblica
A meditação bíblica é
diferente da meditação transcendental. Enquanto esta, como a
própria palavra define, é ir além da própria consciência,
a meditação bíblica não é voltada para o interior do
homem, vai mais além.
Os homens de Deus do passado
tiveram momentos de êxtase espiritual ao meditarem na
grandeza do Deus, na grandeza dos seus feitos e na sua palavra
escrita.
“Sejam agradáveis as palavras
da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua
face, SENHOR, Rocha minha e Redentor meu!” (Sl 19.30).
“Meditarei também em todas as
tuas obras, e falarei dos teus feitos” (Sl 77.12).
“Lembro-me dos dias antigos;
considero todos os teus feitos; medito na obra das tuas mãos”
(Sl 143.5).
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Terapia ayurvédica indiana
conhecida como shirodhara, amplamente divulgada nas clínicas
holísticas. Com óleo quente busca-se equilibrar o
funcionamento do cérebro
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“O coração do justo medita no que há de
responder, mas a boca dos ímpios jorra coisas más” (Pv 15.28).
Como já expusemos, a MT é uma seita hinduísta
e está familiarizada com literaturas como Vedas2 e Bhagavah-gita3 ,
mas interessada em fazer discípulos no mundo ocidental faz citação do
Sl 1.2 para dar apoio à meditação. Entretanto, o Salmo em pauta
indica outro tipo de meditação:
“Bem-aventurado o homem que não anda
segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores,
nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na
lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite”.
O objetivo da meditação bíblica é a
comunhão com Deus: “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo,
buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra
de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da
terra” (Cl 3.1,2). O meio usado é a palavra de Deus: “Medita estas
coisas, ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a
todos” (1Tm 4.15). E de modo racional: “Rogo-vos, pois, irmãos,
pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício
vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm
12.1).
A paz sem preço
Os profetas bíblicos vaticinaram sobre o
futuro rei do universo que traria paz verdadeira à humanidade, e
gratuitamente: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o
principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome:
Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da
Paz. Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o
trono de Davi e no seu reino, para firmar e o fortificar com juízo e
com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos exércitos
fará isso” (Is 9.6,7).
“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que
levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e agirá
sabiamente, e praticará o juízo e a justiça na terra” (Jr 23.5).
Quando Jesus nasceu vieram os magos do
Oriente a Jerusalém e foram à casa de Herodes perguntar pelo rei que
traria a paz, dizendo: “Onde está aquele que é nascido rei dos
judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo. E,
entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe, e,
prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas:
ouro, incenso e mirra” (Mt 2.2,11).
Mais tarde, diante de Pilatos, Jesus não
negou sua condição de rei: “Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és
rei? Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar
testemunho da verdade” (Jo 18.37). Mas Jesus explicou que o seu reino
seria ainda futuro. Quanto a esse assunto, vejamos o que diz Apocalipse:
“Os reinos do mundo vieram a ser de nosso SENHOR e do seu Cristo, e
ele reinará para todo o sempre” (11.15).
Bibliografia
MCDowell, Josh
– Estúdio de Las Sectas, Editora Vida
Mather, George
A – Dicionário de religiões, crenças e ocultismo,
Editora Vida
Melo, Fernando
dos Reis – Religião & religiões, Editora Santuário
Notas
1 Mantra: uma ou mais palavras que se
repetem freqüentemente por meio do canto ou não.
2 Vedas: grande conjunto de
literatura sagrada hindu, compilado entre os anos 1500 e 1200 a.C. Esta
coleção consiste de três Vedas (conhecimento) – Rigveda, Samaveda
e Yajurveda. Posteriormente, foi acrescentada uma quarta, chamada
Atharvaveda. Há três seções principais de exposição literária
nos vedas. São as Brahmanas, Aranyakas e Upanixades.
3 A “Canção Sagrada”.
Talvez seja a jóia mais preciosa da literatura hindu e indiana; contém
os elementos mais importantes do pensamento hindu.
O Bhagavad Gita, com certas ramificações,
representa para o hinduísmo o que a bíblia é para o cristianismo.
CENTRO APOLOGÉTICO
CRISTÃO DE PESQUISAS
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