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1. Não há
transgressão onde não houve propósito.
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Este insano
enunciado é deles.
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Equivale dizer
que o homem surgiu por acaso, sem qualquer propósito nem disposição
intencional de uma mente superior - a mente de DEUS - em criá-lo.
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Noutras
palavras: não existe pecado ou transgressão do homem contra DEUS e
contra seu semelhante.
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Pensamento
maligno que caracteriza o ímpio em todas as suas cogitações: não há
DEUS (Sl 10.4), não há pecado (Pv. 14.9; Jr 16.10; 1 Jo 1.8) e a
vida consiste meramente no prazer mundano, nos bens terrenos, no dia
em que estamos vivendo, sem qualquer esperança de vida eterna e
feliz com DEUS.
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2. O pecado é
produto da manipulação religiosa.
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Este é outro
ensino deles.
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O
pós-modernismo não é apenas uma corrente filosófica; é também uma
religião que avassala o ser humano.
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O pecado é uma
realidade; é uma afronta contra o DEUS santo e verdadeiro.
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O pecado não é
invencionice humana nem manipulação religiosa.
Quando as
Escrituras ensinam sobre a necessidade da regeneração, o seu
propósito não é escravizar o homem, mas, sim, libertá-lo do poder do
pecado e levá-lo à verdadeira liberdade em CRISTO (vv. 23,34; Rm
6.12-14; Jo 8.32,36).
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O que é o
Pecado?
Quando pecamos,
pecamos porque somos atraídos e engodados pela nossa própria
concupiscência (Tg.1:13-16).
Jesus veio ao
mundo para salvar o homem dos seus pecados (Gl.4:4; Mt.1:21).
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a) transgressão
(Hb.2:2) – o pecado é uma transgressão, ou seja, é um desvio de uma
norma estabelecida por Deus ao homem.
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b) impiedade
(Rm.1:18) – o pecado é impiedade, ou seja, uma demonstração de falta
de amor e de piedade para com Deus. Jesus mesmo disse que amar a
Deus é sobretudo obedecer a Deus (Jo.15:14).
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c) injustiça
(Rm.1:18) – o pecado é injustiça, ou seja, um procedimento contrário
à justiça. Ora, a Bíblia diz que Deus é nossa justiça (Jr.33:16), de
modo que o pecado é uma ofensa contra o Senhor.
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d)
desobediência (Hb.2:2) – o pecado é desobediência, insubmissão,
rebelião contra o Senhor. É o contrário à obediência.
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e) iniqüidade
(I Jo.5:17) – o pecado é o contrário à eqüidade, à justiça
distributiva. O pecado é uma atitude que contraria a ordem
estabelecida por Deus, que foge aos parâmetros estatuídos pelo
Senhor.
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1. É um ser que
está sempre melhorando por si mesmo.
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O humanismo, ao
contrário do que ensina a doutrina bíblica da regeneração, apregoa
que o homem está sempre melhorando por si mesmo em todos os
sentidos, o que equivale a dizer que ele não precisa, nem depende de
DEUS.
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A psicologia
humanista ensina que a formação do caráter ideal na criança depende
tão somente da interação do indivíduo com o meio ambiente,
descartando todo o ensino, evidências e exemplos das Sagradas
Escrituras neste particular.
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A psicologia
humanista rejeita a realidade do pecado como estigma universal da
raça humana, herdado de Adão, como ensina a Bíblia (Rm 3.10, 23;
5.12-14).
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A REGENERAÇÃO
Jo 3.3: “JESUS respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo
que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de DEUS.”
Em 3.1-8, JESUS trata de uma das doutrinas fundamentais da fé
cristã: a regeneração (Tt 3.5), ou o nascimento espiritual. Sem o
novo
nascimento, ninguém poderá ver o reino de DEUS, i.e., receber a vida
eterna e a salvação mediante JESUS CRISTO.
Apresentamos a
seguir,
importantes fatos a respeito do novo nascimento.
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(1) A
regeneração é a nova criação e transformação da pessoa (Rm 12.2; Ef
4.23,24), efetuadas por DEUS e o ESPÍRITO SANTO (3.6; Tt 3.5; ver o
estudo
A REGENERAÇÃO DOS DISCÍPULOS). Por esta operação, a vida eterna
da parte do próprio DEUS é outorgada ao crente (3.16; 2Pe 1.4; 1Jo
5.11), e este se torna um filho de DEUS (1.12; Rm 8.16,17; Gl 3.26)
e uma nova criatura (2Co 5.17; Cl 3.10). Já não se conforma com este
mundo (Rm 12.2), mas é criado segundo DEUS “em verdadeira justiça e
santidade” (Ef 4.24).
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(2) A
regeneração é necessária porque, à parte de CRISTO, todo ser humano,
pela sua natureza inerente e pecadora, é incapaz de obedecer a DEUS
e de agradar-lhe (Sl 51.5; 58.3; Rm 8.7,8; 5.12; 1Co 2.14).
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(3) A
regeneração tem lugar naquele que se arrepende dos seus pecados,
volta-se para DEUS (Mt 3.2) e coloca a sua fé pessoal em JESUS
CRISTO como seu Senhor e Salvador (ver 1.12).
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(4) A
regeneração envolve a mudança da velha vida de pecado em uma nova
vida de obediência a JESUS CRISTO (2Co 5.17; Ef 4.23,24; Cl 3.10).
Aquele que realmente nasceu de novo está liberto da escravidão do
pecado (ver 8.36; Rm 6.14-23), e passa a ter desejo e disposição
espiritual de obedecer a DEUS e de seguir a direção do ESPÍRITO(Rm
8.13,14). Vive uma vida de retidão (1Jo 2.29), ama aos demais
crentes (1Jo 4.7), evita uma vida de pecado (1Jo 3.9; 5.18) e não
ama o mundo ( 1Jo 2.15,16).
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(5) Quem é
nascido de DEUS não pode fazer do pecado uma prática habitual na sua
vida (ver 1Jo 3.9). Não é possível permanecer nascido de novo sem o
desejo sincero e o esforço vitorioso de agradar a DEUS e de evitar o
mal (1Jo 2.3-11, 15-17, 24-29; 3.6-24; 4.7,8,20; 5.1), mediante uma
comunhão profunda com CRISTO (ver 15.4) e a dependência do ESPÍRITO
SANTO (Rm 8.2-14).
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(6) Aqueles que
continuam vivendo na imoralidade e nos caminhos pecaminosos do
mundo, seja qual for a religião que professam, demonstram que ainda
não nasceram de novo (1Jo 3.6,7).
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(7) Assim como
uma pessoa nasce do ESPÍRITO ao receber a vida de DEUS, também pode
extinguir essa vida ao enveredar pelo mal e viver em iniqüidade. As Escrituras
afirmam: “se viverdes segundo a carne, morrereis” (Rm 8.13). Ver
também Gl 5.19-21, atentando para a expressão “como já antes vos
disse” (v. 21).
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(8) O novo
nascimento não pode ser equiparado ao nascimento físico, pois o
relacionamento entre DEUS e o salvo é questão do espírito e não da
carne (3.6). Logo, embora a ligação física entre um pai e um filho
nunca possa ser desfeita, o relacionamento de pai para filho, que
DEUS quer manter conosco, é voluntário e dissolúvel durante nosso
período probatório na terra (ver Rm 8.13 nota). Nosso relacionamento
com DEUS é condicionado pela nossa fé em CRISTO durante nossa vida
terrena; fé esta demonstrada numa vida de obediência e amor sinceros
(Hb 5.9; 2Tm 2.12).
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1. O homem foi
criado por DEUS em perfeição.
Só o DEUS
Altíssimo, Pessoal e Onipotente, a quem rendemos toda honra e
glória, seria capaz disso!
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O homem não
surgiu do acaso, como ensinam os humanistas,
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O homem foi
criado à imagem e semelhança de DEUS (Gn 1.26,27).
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DEUS é a causa
primária de todas as coisas, inclusive o ser humano.
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O homem que
veio à existência em estado de perfeição espiritual, moral, psíquica
e física.
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O homem é um
complexo aparelho psíquico consciente e perfeito, capaz de pensar e
agir por vontade própria, que o reveste de responsabilidade moral
por seus feitos e de característica singular, acima de todos os
seres da Criação (Gn 1.28-31).
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O homem foi
criado num corpo completo, funcional e com uma anatomia perfeita.
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DEUS,
soprou-lhe o espírito (Gn 2.7) a fim de propiciar-lhe comunhão
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2. O homem
pecou e foi afetado pelo pecado.
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Satanás
interagindo enganosamente com o livre-arbítrio do homem, seduziu-o e
por meio dele (o homem), introduziu o pecado e a morte no mundo (Rm
5.12).
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Um dos
principais significados do vocábulo pecado é errar o alvo.
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O propósito de
DEUS para a raça humana foi desvirtuado pela desobediência de nossos
primeiros pais (Gn 2.15-17).
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O pecado passou
a contaminar todo homem que vem ao mundo, tornando-o presa fácil de
Satanás.
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Mediante a
disseminação de ideologias materialistas, como a que estamos
estudando hoje, o pecado, afasta a humanidade cada vez mais de DEUS.
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3. O homem
necessita da regeneração.
"Mas DEUS, não
tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os
homens, e em todo lugar, que se arrependam" (AT 17.30).
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No próprio
juízo de DEUS ao primeiro casal, extensivo a toda raça humana, veio
também implícita a promessa de sua redenção (Gn 3.15)
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Na época exata,
o Filho Unigênito de DEUS tomou a forma de homem para, através de
sua obra vicária, redimir o ser humano de seus pecados e das mãos de
Satanás (vv. 24-26; Fp 2.5-11).
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A parte de DEUS
está perfeitamente consumada, como claramente expõe reiteradamente a
Epístola aos Hebreus.
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Basta ao homem
crer na providência divina e pela fé salvífica em CRISTO, aceitá-la,
ao invés de dar ouvidos ao pós-modernismo humanista, que o leva cada
vez mais para o abismo.
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CRISTO veio
para restaurar todas as coisas, a partir do homem (Mt 19.28; At
3.21).
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Quando o
pecador se arrepende de seus pecados e aceita a JESUS como seu
Salvador, ele experimenta a nova vida em CRISTO, gerada pelo poder
do
ESPÍRITO SANTO,
que nele passa a habitar após receber a salvação.
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A REGENERAÇÃO DOS
DISCÍPULOS
Jo 20.22 “E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes:
Recebei o ESPÍRITO SANTO.”
A outorga do ESPÍRITO SANTO por JESUS aos seus discípulos no dia da
ressurreição não foi o batismo no ESPÍRITO SANTO como ocorreu no dia
de Pentecoste (At 1.5; 2.4).
Era, realmente,
a primeira vez que a presença regeneradora do ESPÍRITO SANTO e a
nova vida do CRISTO ressurreto saturavam e permeavam os discípulos.
Regeneração:
Ato que se dá na vida de quem aceita a CRISTO, tornando-o partícipe
da vida e da natureza divina.
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(1) Durante a
última reunião de JESUS com seus discípulos, antes da sua paixão e
crucificação, Ele lhes prometeu que receberiam o ESPÍRITO SANTO,
como aquele que os regeneraria: “habita convosco, e estará em vós”
(14.17 veja nota). JESUS agora cumpre aquela promessa.
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(2) Da frase,
“assoprou sobre eles”, em 20.22, infere-se que se trata da sua
regeneração. A palavra grega traduzida por “soprou” (emphusao) é o
mesmo verbo usado na Septuaginta (a tradução grega do AT) em Gn 2.7,
onde DEUS “soprou em seus narizes [de Adão] o fôlego da vida; e o
homem foi feito alma vivente”. É o mesmo verbo que se acha em Ez
37.9: “Assopra sobre estes mortos, para que vivam”. O uso que João
faz deste verbo neste versículo indica que JESUS estava lhes
outorgando o ESPÍRITO a fim de neles produzir nova vida e nova
criação. Isto é, assim como DEUS soprou para dentro do homem físico
o fôlego da vida, e o homem se tornou uma nova criatura (Gn 2.7),
assim também, agora, JESUS soprou espiritualmente sobre os
discípulos, e eles se tornaram novas criaturas. Mediante sua
ressurreição, JESUS tornou-se em “espírito vivificante” (1Co 15.45).
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(3) O
imperativo “Recebei o ESPÍRITO SANTO” estabelece o fato que o
Espírito, naquele momento histórico, entrou de maneira inédita nos
discípulos, para neles habitar. A forma verbal de “receber” está no
aoristo imperativo (gr. lebete, do verbo lambano), que denota um ato
único de recebimento. Este “recebimento” da vida pelo ESPÍRITO SANTO
antecede a outorga da autoridade de JESUS para eles (Jo 20.23), bem
como do batismo no ESPÍRITO SANTO, pouco depois, no dia de
Pentecoste (At 2.4).
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(4) Antes dessa
ocasião, os discípulos eram verdadeiros crentes em CRISTO, e seus
seguidores, segundo os preceitos do antigo concerto. Porém, eles não
eram plenamente regenerados no sentido da nova aliança. A partir de
então os discípulos passaram a participar dos benefícios do novo
concerto baseado na morte e ressurreição de JESUS (ver Mt 26.28; Lc
22.20; 1Co 11.25; Ef 2.15,16; Hb 9.15-17. Foi, também, nessa
ocasião, e não no Pentecoste, que a igreja nasceu, i.e., uma nova
ordem espiritual, assim como no princípio DEUS soprou sobre o homem
até então inerte para de fato torná-lo criatura vivente na ordem
material (Gn 2.7).
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(5) Este trecho
é essencial para a compreensão do ministério do ESPÍRITO SANTO entre
o povo de DEUS: (a) os discípulos receberam o ESPÍRITO SANTO (i.e.,
o ESPÍRITO SANTO passou a habitar neles e os regenerou) antes do dia
de Pentecoste; e (b) o derramamento do ESPÍRITO SANTO
em At 2.4. Isto seguiu-se à primeira experiência. O
batismo no ESPÍRITO no dia do Pentecoste foi, portanto, uma segunda
e distinta obra do ESPÍRITO neles.
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(6) Estas duas
obras distintas do ESPÍRITO SANTO na vida dos discípulos de JESUS
são normativas para todo cristão. Isto é, todos os autênticos
crentes recebem o ESPÍRITO SANTO ao serem regenerados, e a seguir
precisam experimentar o batismo no ESPÍRITO SANTO para receberem
poder para serem suas testemunhas
(At 1.5,8;
2.4; ver 2.39).
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(7) Não há
qualquer fundamento bíblico para se dizer que a outorga por JESUS do
ESPÍRITO SANTO em 20.22 era tão somente uma profecia simbólica da
vinda do ESPÍRITO SANTO no Pentecoste. O uso do aoristo imperativo
para “receber” (ver supra) denota o recebimento naquele momento e
naquele lugar.
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