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1. A
chamada é universal.
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O termo "chamada",
no original, é traduzido em Efésios 1.18 por "vocação", ou
"chamamento". Diz respeito ao gracioso ato divino pelo qual Ele
chama os pecadores para a salvação
em JESUS CRISTO,
a fim de que sejam SANTOs (Rm 8.29,30; 11.5,6; Gl 1.6,15).
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Esta chamada
ocorre mediante a proclamação do Evangelho (Jo 1.10,11; At 13.46;
17.30; 1 Co 1.9, 18,24; 2 Ts 1.8-10; 2.14).
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Segundo as
Escrituras, é da vontade de DEUS que todos os homens sejam salvos
(At 17.30; 1 Tm 2.3,4; 2 Pe 3.9 cf. Mt 9.13;). É uma vocação que
opera para a salvação, fundamentada na escolha do homem (At
13.46-48).
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A vocação divina
para a salvação do homem é uma obra da qual a Trindade participa: é
atribuída ao Pai (1 Co 1.9; 1 Ts 2.12; 1 Pe 5.10) ao Filho (Mt 1.28;
Lc 5.32; Jo 7.37) e ao ESPÍRITO SANTO (Jo 14.16,17,26; 16.8-11; Jo
15.26; At 5.31,32).
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3. O papel
do ESPÍRITO SANTO.
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JESUS, ao prometer
o Consolador, fez menção de seu papel no mundo: Convencer o mundo do
pecado (Jo 16.8-10). Poucos se arrependem de seus pecados e aceitam
a misericórdia de DEUS em CRISTO (At 2.37).
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Outros, no
entanto, admitem a culpa mas não estão dispostos a confessá-la (Jo
1.10,11; At 13.46; 17.32; 2 Ts 1.8-10; Hb 3.7,8).
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Ele também
convence o mundo da justiça, mostrando que a cruz não representou o
fim da trajetória de CRISTO que, ressurreto, acha-se, agora, à
direita de DEUS; por Ele, todo homem pode viver como justo neste
mundo (Fp 1.10,11; 2.15; Tt 1.8).
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O mesmo ESPÍRITO
também convence o mundo do juízo vindouro, pois os que rejeitam a
CRISTO serão condenados, assim como o Diabo que já se encontra
julgado (Mt 25.41; Jo 16.11).
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2.
Escolhendo
uma
vida santa.
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Temos a capacidade
de escolher em qual das duas naturezas desejamos viver: "Porque vós,
irmãos, fostes chamados à liberdade" (Gl 5.13).
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Quando escolhemos
a natureza pecaminosa, inclinamo-nos à carne e às obras pecaminosas
(Rm 8.6,7). Mas, ao decidirmos viver uma vida santa, voltamo-nos às
coisas do ESPÍRITO (Rm 8.5, 9,14), produzindo obras dignas de um
verdadeiro filho de DEUS (Rm 6.18, 22; Gl 5.22).
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O livre-arbítrio
concedido por DEUS não foi anulado pelos efeitos do pecado.
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Nós, os que
decidimos por uma vida santa, estamos tanto sob a soberania de DEUS
quanto debaixo do livre-arbítrio concedido por Ele (Ap 3.20).
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1. É para
todos,
individualmente.
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A salvação é algo
efetuado por DEUS de forma pessoal e singular: "...todo aquele que
nele crê..." (Jo 3.16); "...aquele que vem..." (Jo 6.37); "...todo
aquele que invocar..." (Rm 10.13); "...eu nele..." (Jo 15.5).
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DEUS
nos predestinou
para Ele, para a adoção de filhos, por meio de JESUS CRISTO, segundo
o beneplácito de sua vontade (Ef 1.5).
A eleição divina
foi feita com base em seu amor por todos os seres humanos (Jo 3.16;
1 Tm 2.3,4). O cuidado de DEUS também é visto até mesmo para com os
rebeldes (Ez 33.11).
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Pedro afirma que
DEUS não faz acepção de pessoas (At 10.34).
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A decisão é
pessoal, com conseqüências eternas em nossa vida. "quem crer e for
batizado será salvo; mas quem não crer será condenado" (Mc
16.16)."Se com tua boca confessares... "(Rm 10.9).
Os que não aceitam
a JESUS como seu Salvador são os únicos responsáveis pelos seus
atos, visto ser a vontade de DEUS que todos os homens se salvem (2
Tm 2.3,4).
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O interesse de
JESUS por todos é manifesto em sua pergunta, quando realçou
claramente a dureza dos corações daqueles que o recusaram: "... não
quereis vir a mim para terdes vida?" (Jo 5.40 cf. Mt 23.37). O
evangelho é um presente de DEUS para todas as pessoas, cabe a cada
uma delas aceitá-lo ou não. JESUS convida a cada um,
indistintamente: "Vinde a mim..." (Mt 11.28); "... Aquele que tem
sede venha e quem quiser receba de graça da água da vida" (Ap
22.17).
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2. A
regeneração.
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A regeneração é
uma ação do ESPÍRITO SANTO, mediante a qual Ele cria uma nova
natureza no homem (Jo 3.3,6; Tt 3.5; 1 Pe 1.2,23 cf. Jr 31.33; Ez
36.25-27). Este ato milagroso ocorre simultaneamente à conversão a
CRISTO.
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Quando o ser
humano morto em delitos e pecados, aceita a CRISTO, é vivificado
espiritualmente (Ef 2.1,5,6; Rm 7.6).
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A regeneração é
indispensável porque, sem CRISTO, o pecador é incapaz de obedecer e
agradar a DEUS (Sl 51.5; 58.3; Rm 8.7,8; 5.12).
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Embora seja uma
radical transformação operada por DEUS em nosso interior, é
necessário que estreitemos a cada dia o nosso relacionamento com
JESUS, a fim de que cheguemos a medida da estatura completa de
CRISTO (Ef 1.13; 1 Pe 1.15).
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3. A
justificação.
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A justificação
muda a posição do crente diante de DEUS. O sacrifício expiatório de
CRISTO no Calvário é a provisão divina para garantir ao homem a
posição de justo diante de DEUS (Rm 3.25; 5.9; Ef 2.13; 1 Pe 1.4,5).
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Uma vez
regenerado, o homem, por meio da fé, é justificado gratuitamente
mediante o preço pago por JESUS CRISTO na cruz (1 Pe 2.18-23; Rm
3.22,24,25,28; 5.1,9).
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Portanto, a
justiça do crente não provém das obras da lei (Gl 2.21), mas da
maravilhosa graça do Senhor: "Sendo justificados gratuitamente pela
sua graça, pela redenção que há
em CRISTO JESUS"
(Rm 3.24).
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Mediante a
justificação, DEUS absolve o pecador da condenação e declara-o justo
perante Ele (Rm 8.30; 5.18).
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4. O
processo da santificação.
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Trata-se de uma
obra progressiva realizada por DEUS através do ESPÍRITO SANTO. É um
processo que se inicia com a conversão do crente, tornando-o SANTO,
e que deve continuar por toda a vida (2 Co 3.18; 1 Ts 5.23; Hb
12.14).
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Na santificação, o
estado moral da pessoa é moldado de acordo com os padrões de CRISTO
(2 Co 3.18; Ef 4.12-14; 2 Pe 1.4).
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É indispensável a
participação do homem (Fp 2.12; 1 Pe 2.18-23; Ap 2.10), visto que,
com a vocação divina, somos chamados para cumprir a vontade de DEUS
(Rm 12.1,2; 1 Ts 4.3; 5.18; Hb 10.36; 1 Pe 2.15; 4.2; 1 Jo 2.17).
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Sem a
santificação, jamais veremos o Senhor.
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