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LIÇÃO 7 - O CRISTÃO E O DIVÓRCIO - 18/08/2002

A linha vermelha indica o pecado.

Pergunta: Porque as mulheres são quase sempre capazes de perdoar o adultério 
e os homens quase sempre não? Resposta: Amor verdadeiro.(1 Co 13)
O cair é do homem, o levantar é de DEUS, não aceite ficar no chão, perdoar é divino.
Seus filhos precisam, seu cônjuge pode ser restaurado, é entre você e DEUS agora, a solução do problema. Dê uma chance para você mesmo: PERDOE.
Divórcio não é solução, é prisão de uma família dentro de uma caixa chamada mágoa.
 
   Ml 2.16 Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel.
 
TEXTO ÁUREO:
“Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério” (Mt 19.9).
A NÃO SER POR CAUSA DE PROSTITUIÇÃO. A vontade de Deus para o casamento é que ele seja vitalício, i.e., que cada cônjuge seja único até que a morte os separe (vv. 5,6; Mc 10.7-9; Gn 2.24 nota; Ct 2.7 nota; Ml 2.14 nota). Neste particular, Jesus cita uma exceção, a saber, a prostituição (gr. porneia), palavra esta que no original inclui o adultério ou qualquer outro tipo de 
imoralidade sexual (5.32; 19.9). O divórcio, portanto, deve ser permitido em caso de imoralidade sexual, quando o cônjuge ofendido se recusar a perdoar. (1) Quando Jesus censura o divórcio em 19.8,9, não estava referindo-se à separação por causa de adultério, mas ao divórcio como permitido no AT em casos de incontinência pré-nupcial, constatada pelo marido após a cerimônia 
do casamento (Dt 24.1). A vontade de Deus em tais casos era que os dois permanecessem juntos. Todavia, Ele permitiu o divórcio, por incontinência pré-nupcial, por causa da dureza de coração das pessoas (vv. 7,8). (2) No caso de infidelidade conjugal depois do casamento, o AT determinava a dissolução do casamento com a execução das duas partes culpadas (Lv 20.10; Êx 
20.14; Dt 22.22). Isto, evidentemente, deixaria o cônjuge inocente livre para casar-se de novo (Rm 7.2; 1 Co 7.39). (3) Sob a Nova Aliança, os privilégios do crente não são menores. Embora o divórcio seja uma tragédia, a infidelidade conjugal é um pecado tão cruel contra o cônjuge inocente, que este tem o justo direito de pôr termo ao casamento mediante o divórcio. Neste caso, ele ou ela está livre para casar-se de novo com um crente (1 Co 7.27,28).


VERDADE PRÁTICA:
O divórcio não tem de Deus aprovação, sendo apenas por Ele permitido em casos extremos.
LEITURA DIÁRIA:
Segunda At 15.20 Abstendo-se da prostituição= mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.

Terça 1 Co 5.1 Grande imoralidade= 
Geralmente, se ouve que há entre vós fornicação e fornicação tal, qual nem ainda entre os gentios, como é haver quem abuse da mulher de seu pai.
HÁ ENTRE VÓS FORNICAÇÃO. Paulo passa a escrever sobre um informe recebido, de imoralidade na igreja de Corinto e a recusa dos seus dirigentes quanto a disciplinar o culpado (vv. 1-8). Paulo declara que a igreja, sendo um povo santo, não deve permitir nem tolerar a imoralidade entre seus membros. Cita três razões por que a igreja deve disciplinar um membro culpado: 
(1) Para o bem do culpado (v.5). A exclusão pode despertá-lo para ver a tragédia do seu pecado e sua necessidade de perdão e restauração. 
(2) Por amor à pureza da igreja (vv. 6-8). Tolerar a iniqüidade numa igreja é rebaixar paulatinamente o padrão moral de todos. 
(3) Para o bem do mundo (cf.v.1). A igreja não poderá ganhar homens e mulheres para Cristo, se ela mesma for semelhante ao mundo (cf.Mt 5.13). (para outros trechos do NT sobre a disciplina na igreja, ver Mt 5.22; 18.15-17; 2 Ts 3.6,14,15; Ap 2.19-23).
QUEM ABUSE DA MULHER DE SEU PAI. Qual foi o pecado exato, aqui, não está claro. Paulo, ao referir-se à mulher do pai daquele transgressor, provavelmente, quis dizer que havia um envolvimento sexual deste com a sua madrasta. 
(1) Paulo ficou pasmado e horrorizado, porque a igreja estava tolerando semelhante imoralidade em seu meio. Ele sabe que isso é ainda mais grave do que a própria transgressão do indivíduo. 
(2) A permissividade dos coríntios é semelhante à de muitas igrejas da atualidade que toleram e silenciam sobre a imoralidade entre seus membros, inclusive o adultério e todas as formas de fornicação. As intimidades pré-conjugais, especialmente entre a juventude da igreja, não somente são toleradas, mas, às vezes, até mesmo justificadas, alegando-se amor e compromisso mútuo. Poucos dirigentes de igrejas falam abertamente, em nome de Cristo, da prática do namoro imoral entre a juventude. Como faziam os líderes da igreja de Corinto, os tais não lamentam o fato da corrupção do povo de Deus, que se torna cada vez mais semelhante à sociedade à sua volta. Esses dirigentes, na sua auto-complacência, permitem o pecado, porque, conforme alegam, "vivemos em tempos modernos, e não devemos ser vistos como juízes."
NEM... VOS ENTRISTECESTES. Paulo expressa qual deve ser a reação normal de uma igreja cheia do Espírito Santo, em caso de imoralidade entre seus membros professos. Aqueles que aceitam o conceito bíblico da santidade de Deus e da sua aversão ao pecado, sentirão tristeza e pesar (cf. Is 6). Removerão do seu meio a iniqüidade (vv. 2,4,5,7,13).
SEJA ENTREGUE A SATANÁS. Isso significa (em um caso como esse de Corinto), a igreja remover a pessoa imoral da sua comunhão e entregá-la ao domínio de Satanás. expondo-a às influências destrutivas do pecado e demoníacas (vv. 7,13). 
(1) Tal disciplina tem dois propósitos: 
(a) que o culpado, ao experimentar problemas e sofrimentos físicos, arrependa-se e seja finalmente salvo (Lc 15.11-24); 
(b) que a igreja livre-se do "fermento velho" (v.7; i.e., das influências pecaminosas), para assim tornar- se o pão novo "da sinceridade e da verdade"(v. 8). 
(2) A mesma ação pode ser adotada pela igreja hoje, ao procurar salvar a quem abandonou a vida cristã e voltou ao mundo (cf. 1 Tm 1.20).
UM POUCO DE FERMENTO FAZ LEVEDAR TODA A MASSA. Na Bíblia, "fermento" (i.e., levedura que produz fermentação) é símbolo do erro que permeia o povo e corrompe a verdade, a retidão e a vida espiritual (Gl 5.7-9; ver Êx 13.7; Mc 8.15). Paulo, neste versículo, compara o fermento ao processo pelo qual o pecado e a iniqüidade paulatinamente se propagam numa comunidade cristã, corrompendo assim a muitos. Qualquer igreja que não tomar medidas severas contra a imoralidade sexual entre seus membros descobrirá que a influência maligna desse mal se alastrará pela congregação e contaminará a muitos. O pecado deve ser rigorosamente removido; doutra forma, no decurso do tempo, a totalidade da comunidade cristã se corromperá e o Espírito Santo não terá lugar nessa igreja (ver Ap 2,3 notas).
JULGAIS... OS QUE ESTÃO DENTRO. Um crente não deve fazer crítica precipitada ou injusta contra outro crente (cf. Mt 7.1-5). Todavia, Paulo mostra, aqui, que a igreja precisa julgar seus membros em caso de pecado grave, iniqüidade, imoralidade, ou conduta ímpia persistente. Tais ações iníquas precisam ser julgadas e disciplinadas, para o bem da pessoa envolvida, da pureza da igreja e do testemunho de Cristo no mundo (ver v. 1 nota).

Quarta Gn 19.26 Cidades prostituídas=
E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.
A MULHER DE LÓ OLHOU PARA TRÁS E FICOU CONVERTIDA NUMA ESTÁTUA DE SAL. A esposa de Ló não levou a sério a ordem específica do anjo (v. 17) e morreu. Certamente o seu coração ainda estava preso aos prazeres de Sodoma. Jesus adverte os crentes do NT dizendo: Lembrai-vos da mulher de Ló (Lc 17.32), o que significa que aqueles cujo coração está dominado pelo sistema corrupto deste mundo, não escaparão à ira de Deus e à destruição pendente sobre os ímpios (Ez 3.20; Rm 8.13; Hb 4.1;

Quinta Mt 15.19 Coração impuro= 
Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.
NÃO O PODE CONTAMINAR. Jesus está falando de alimentos normais, cuja ingestão não afeta o nosso espírito (v. 19). Este versículo jamais pode ser usado como justificativa para o uso de drogas ou de bebidas alcoólicas. O uso de tais drogas e bebidas alcoólicas levam a todos os pecados relacionados nos vv. 21,22 (ver Pv 23.31 nota).
DO CORAÇÃO DOS HOMENS. Neste trecho, "contamina" (v.20) significa estar separado da vida, salvação e comunhão de Cristo por causa dos pecados que provêm do coração. Nas Escrituras, "coração" é a totalidade do intelecto, da emoção, do desejo e da volição do ser humano (ver o estudo O CORAÇÃO). O coração impuro corrompe nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações (Pv 4.23; Mt 12.34; 15.19). O que necessitamos é um novo coração, transformado, feito segundo a imagem de Cristo (ver Lc 6.45)

Sexta Mt 19.3 A pergunta dos fariseus=
Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?
Sábado Ml 2.14 A infidelidade conjugal= E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.
A MULHER DA TUA MOCIDADE. Muitos homens eram infiéis às suas esposas, com as quais se haviam casado quando jovens. Agora procuravam divorciar-se delas, para se casarem com outras. O Senhor detesta tal ação, pois é movida pelo egoísmo. Ele declara que, do marido e da mulher, fez um só (v. 15). Em conseqüência destes pecados e transgressões, Deus lhes virara as costas, recusando-se a atender-lhes as orações (vv. 13,14).
ABORRECE O REPÚDIO. Deus odeia o divórcio motivado por propósitos egoístas. Quem pratica tal tipo de divórcio, assemelha-se "aquele que encobre a violência com a sua veste". O divórcio, aos olhos de Deus, iguala-se à injustiça mais brutal, à crueldade e ao assassinato (ver Mt 19.9,).
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
OSÉIAS 5.1-7= Ouvi isto, ó sacerdotes, e escutai, ó casa de Israel, e escutai, ó casa do rei, porque a vós pertence este juízo, visto que fostes um laço para Mispa e rede estendida sobre o Tabor. Os transviados têm descido até ao profundo, na matança; mas eu serei a correção de todos eles. Eu conheço Efraim, e Israel não se esconde de mim; porque, agora, te tens prostituído, ó Efraim, e se contaminou Israel. Não querem ordenar as suas ações, a fim de voltarem para o seu Deus; porque o espírito da prostituição está no meio deles, e não conhecem o SENHOR. A soberba de Israel testificará, pois, no seu rosto; e Israel e Efraim cairão pela sua injustiça, e Judá cairá juntamente com eles. Eles irão com as suas ovelhas e com as suas vacas, para buscarem o SENHOR, mas não o acharão: ele se retirou deles. Aleivosamente se houveram contra o SENHOR, porque geraram filhos estranhos; agora, a lua nova os consumirá com as suas porções.
 
 
OBJETIVOS:
 
1-Descrever os motivos que ensejavam o divórcio no Antigo Testamento. 
Por qualquer motivo se separavam e davam carta de divórcio, mas na verdade Moisés permitiu que se divorciassem das mulheres que não eram Israelitas para ficarem com suas legítimas esposas e também para que no primeiro dia de casados se por acaso fosse descoberto que a esposa tivesse um defeito físico ou não fosse mais virgem, então pudessem se separar para que a mesma não morresse apedrejada. Ed 10.3-44; Dt 22.20; Dt 24.1
2-Conscientizar-se que o casamento deve ser realizado dentro de uma perspectiva para toda a vida, até que a morte separe o casal.
O que DEUS uniu não o separe o homem. Mt 19.6
INTRODUÇÃO

Na sociedade em geral, o divórcio tem gerado polêmicas.  
A família desfeita é como se fosse possível o céu sem JESUS. Os filhos se tornam desajustados, causando grandes prejuízos à sociedade como um todo.

I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO

A lei de Moisés prescreve as razões para o divórcio em termos tão gerais que torna-se difícil explicar os motivos que o justificam. Vejamos:

1. Motivos que ensejavam o divórcio. 
a) “Por qualquer motivo”. 
Dt 24.1= Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.
ESCRITO DE REPÚDIO. O divórcio resulta do pecado humano (cf. Mt 19.8). As instruções que se acham nos versículos 1-4 foram dadas por Deus para regular o divórcio no Israel antigo. Observe o seguinte nesses versículos: 
(1) O termo "coisa feia", provavelmente se refira a certa conduta vergonhosa ou imoral, porém não da gravidade do adultério. Certamente não se trata de adultério, pois a penalidade deste era a morte, e não o divórcio (cf. 22.13-22; Lv 20.10). 
(2) O "escrito de repúdio" era um documento legal entregue à mulher, para a rescisão do contrato do casamento, para protegê-la e liberá-la de todas as obrigações para com o seu ex-marido. 
(3) Depois de receber o escrito de divórcio, a mulher estava livre para casar-se de novo. Nunca poderia, porém, voltar ao seu primeiro marido, se o segundo casamento se dissolvesse (vv. 2-4). 
(4) A ocorrência do divórcio é uma tragédia (cf. Ml 2.16; ver Gn 2.24 nota), mas não é pecado, se tiver fundamento bíblico (ver Mt 19.9 nota; 1 Co 7.15 nota). O próprio Deus repudiou Israel por causa da sua infidelidade e adultério espiritual (Is 50.1; Jr 3.1,6-8).

Lv 20.10= Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera.

Dt 22.20-22= Porém, se este negócio for verdade, que a virgindade se não achou na moça, então, levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão com pedras, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim, tirarás o mal do meio de ti. Quando um homem for achado deitado com mulher casada com marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, tirarás o mal de Israel.
b) Casamento misto.
Ed 9 e 10= 
Ne 13.23=  Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.
TOMARAM DAS SUAS FILHAS PARA SI. Quando Neemias chegou a Jerusalém, descobriu que muitos dos israelitas, inclusive sacerdotes, levitas e governantes, tinham se casado com mulheres idólatras e praticavam as abominações e impurezas dos pagãos (vv. 1,2,11). O casamento com ímpios foi terminantemente proibido na lei de Moisés (Êx 34.11-16; Dt 7.1-4; cf. Sl 106.35). O NT, da mesma forma, proíbe o povo de Deus da nova aliança, casar-se com incrédulos (1 Co 7.39; cf. 2 Co 6.14).9.2 A SEMENTE SANTA. Ser uma nação santa ? nisto consistia a alta vocação de Israel (cf. Êx 19.6; Is 6.13; Ml 2.15). 
(1) Como povo, Israel devia ser a possessão exclusiva de Deus, refletindo sua pessoa e santidade, mediante a rejeição dos costumes pecaminosos dos que não conhecem a Deus (Dt 7.1-11). 
(2) Os crentes do NT também são chamados para se separarem do mundo (2 Co 6.14-18). Aqueles que confessam Jesus como seu Senhor devem ser uma "nação santa" (1 Pe 2.9-12), dedicada a fazer a vontade e a obra do Pai. Isso deixa claro que o crente cheio do Espírito viverá uma vida de retidão e separação, em comunhão com Deus (1 Co 6.11), de modo diferente dessa geração maligna (At 2.40); tal crente sempre procurará fazer a vontade de Deus como seu fiel filho (Rm 8.13-16)
CONTENDI COM ELES. Há ocasiões em que os dirigentes, se realmente são servos de Deus, precisam ter ira santa contra o mal e adotar medidas drásticas para corrigir uma situação maléfica que surja. Usar de brandura e mansidão, quando há desrespeito público e cínico ante a vontade de Deus, pelos membros da igreja, passa a ser fraqueza e transigência. A correção aplicada por Neemias demonstra um zelo por Deus semelhante ao de Cristo, quando Ele tomou um chicote para expulsar os vendilhões do templo de Jerusalém (Mt 21.12,13; Jo 2.13-16; ver Lc 19.45).

2. Carta de divórcio. 

II. O DIVÓRCIO NOS EVANGELHOS
Somente JESUS falou sobre divórcio no Novo Testamento, Paulo dá sua opinião a respeito da separação entre casais, não sobre divórcio, pois o mestre dos mestres já tinha ensinado sobre divórcio.  Paulo fala sobre a separação do casal onde um é crente e o outro não e faz questão de dizer que mesmo que se separem não devem se casar de novo e ainda se ficar viúvo(a) ele aconselha a não arranjar outra(o).
1 Co 7.10 Todavia, aos casados, mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido; 11 se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher. 12 Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher incrédula, e ela consente em habitar com ele, não se separe dela. 13 E se alguma mulher tem marido incrédulo, e ele consente em habitar com ela, não se separe dele. 14 Porque o marido incrédulo é santificado pela mulher, e a mulher incrédula é santificada pelo marido crente; de outro modo, os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. 15 Mas, se o incrédulo se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou a irmã, não está sujeito à servidão; pois Deus nos chamou em paz. 16 Pois, como sabes tu, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, como sabes tu, ó marido, se salvarás tua mulher?

1 Co 7.39 A mulher está ligada enquanto o marido vive; mas se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. 40 Será, porém, mais feliz se permanecer como está, segundo o meu parecer, e eu penso que também tenho o Espírito de Deus.
III. O DIVÓRCIO NAS EPÍSTOLAS

1. Morte para a lei (Rm 7.1-3). =
1 Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?2 Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.3 De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for doutro marido; mas, morto o marido, livre está da lei e assim não será adúltera se for doutro marido.
MORTOS PARA A LEI. Já não dependemos da Lei e dos sacrifícios do AT para sermos salvos e aceitos diante de Deus (cf. Gl 3.23-25; 4.4,5 ). Fomos alienados da antiga aliança da Lei e unidos a Cristo para a salvação. Devemos crer em Jesus (1 Jo 5.13), receber o seu Espírito e a sua graça e, assim, receber o perdão, ser regenerados e capacitados para produzir fruto para Deus (6.22,23; 8.3,4; Mt 5.17; Ef 2.10; Gl 5.22,23; Cl 1.5,6)

2. Aos casais crentes (1 Co 7.10). =
Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido.
SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR. No versículo 10, Paulo mostra que a vontade de Deus para o casamento é que ele seja permanente. Também mostra que, às vezes, o relacionamento conjugal se torna tão insuportável que é necessário os cônjuges se separarem. No versículo 11, portanto, Paulo não se refere ao divórcio permitido por Deus, causado por adultério (ver Mt 19.9), nem ao abandono de um cônjuge pelo outro (ver v.15). Pelo contrário, Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos. Em tais casos, é preferível que um dos cônjuges deixe o outro, mas que permaneça sem casar. É inaceitável que Paulo fosse favorável a não separação de um casal em que um dos cônjuges vive sempre a maltratar fisicamente o outro e a agredir os filhos.
3. Aos casais mistos (1 Co 7.12,13). 
Aqui se fala em separação, não em divórcio. Não existe aqui permissão para novo casamento, nem de um, nem de outro. O que DEUS uniu, não o separe o homem. O melhor aqui é deixar que o tempo separados mostre ao casal que o melhor mesmo é se perdoarem e reatarem seu relacionamento visando principalmente o bem-estar dos filhos.

CONCLUSÃO

A igreja deve, buscando ao Senhor, sempre ajudar a salvar os casamentos em perigo, enquanto procura desestimular o divórcio.
OS MINISTROS NÃO DEVEM SER DIVORCIADOS (SÃO EXEMPLO PARA OS FIÉIS E SERIAM INTERPRETADOS COMO APOIADORES DO DIVÓRCIO E DESTRUIDORES DO CASAMENTO).
SÓ DEVEM SER ACEITOS HOMENS CASADOS UMA SÓ VEZ.
1Tm 3.2 É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; (NÃO QUER DIZER VIVER COM MAIS DE UMA MULHER POIS SERIA ADULTÉRIO E PORTANTO NEM PRECISAVA MENCIONAR). Quando um homem ficava só e se casava de novo, parece que isto indicava que o mesmo era carnal e mais interessado nos prazeres sexuais do que nos prazeres do Espírito.

QUESTIONÁRIO:
1. De acordo com Dt 24.1, quando o homem podia divorciar-se da esposa?
R. Quando não achasse “graça em seus olhos”, “por nela achar coisa feia”.
2. Que era a “carta de divórcio”?
R. Era um documento legal, fornecido à mulher repudiada, a qual ficava livre para casar de novo.
3. Para Jesus, qual a exceção que permite o divórcio?
R. A prática de infidelidade prostituição, ou infidelidade conjugal.
4. A quem se dirige Paulo em Romanos 7.1-3?
R. Aos judeus crentes.
5. Defina a palavra repudiar.
R. Rejeitar a esposa legalmente; repelir, recuar, abandonar,desamparar.

Estudo Lições Bíblicas 4º Trimestre 1993 - CPAD - www.cpad.com.br 
Lição 7 14 de novembro de 1993 DEUS CONDENA O DIVÓRCIO
 - Família - Alicerce da Sociedade - Comentários: José Apolônio.
TEXTO ÁUREO "E não fez ele somente um,sobejando-lhe espírito? e por que somente um? Ele buscava
uma semente de piedosos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja desleal
para com a mulher da sua mocidade" (Ml 2.15).
VERDADE PRATICA A fidelidade conjugal, antes de tudo, é uma exigência divina de caráter incondicional.
ÉPOCA DO EVENTO: 397 a.C. LOCAL: Jerusalém
LEITURA DIÁRIA
Segunda - G n 1.27,28 Deus abençoa o matrimônio
Terça - SI 127.3-5; 128 Filhos, a bênção do casa
Quarta - SI 107.42 Deus multiplica as famílias
Quinta -Dt 24.1; Mt 19.8 A causa do divórcio
Sexta - Mt 19.3-9 Jesus desaprova o divórcio
Sábado -Ml 2.15,16 Deus condena o divórcio
LEITURA EM CLASSE
MALAQUIAS 2.10-17 10 • Não temos nós todos um mesmo Pai? não nos criou um mesmo Deus? por que seremos desleais
uns para com outros, profanando o concerto de nossos pais? 11 - Judá foi desleal, e abomi-
nação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou a santidade do Senhor, a qual ele
ama, e se casou com a filha de deus estranho. 12 - O Senhor extirpará das tendas de Jacó o homem que Fizer
isto, o que vela, e o que responde, e o que oferece dons ao Senhor dos Exércitos. 13 • Ainda fazeis isto: Cobris o altar do Senhor de lágrimas, de choros e de gemidos; de sorte que ele
não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão. 14 - E dizeis: Por quê? Porque
o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a
tua companheira, e a mulher do teu concerto.15 • E não fez ele somente um, sobejando-lhe espírito? e por que somente um? Ele buscava uma semente de piedosos; portanto
guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja desleal para com a mulher da sua mocidade.
16 - Porque o Senhor Deus de Israel diz que aborrece o repúdio, e aquele que encobre a violência com o seu vestido, diz o
Senhor dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais. 17 - Enfadais ao Senhor com
vossas palavras; e ainda dizeis:Em que o enfadamos? Nisto que dizeis: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor,
e desses é que ele se agrada; ou, onde está o Deus do juízo?
RECURSOS EDUCACIONAIS
1. Informe aos alunos que o divórcio não traz benefício, nem mesmo aos divorciados, pois o sentimento de culpa os acompanhará pelo resto da vida. E os mais prejudicados, realmente, são os filhos, mesmo assistidos por psicólogos e psicanalistas. A ciência humana não possui algo para substituir a necessidade que os filhos têm dos pais principalmente na infância e adolescência.
2. Esclareça-lhes que o divórcio é apenas um paliativo, pois não tem aprovação divina. É certo que Deus não se contenta com a nossa infelicidade. Mas ela nos atinge, por causa de nossa rebeldia, desobediência e imaturidade. Os jovens devem orar ao Senhor e esperar que Ele lhes conceda os cônjuges ideais que traduzam a felicidade que tanto desejam, por toda a vida.
3. Explique a eles que Moisés aprovou o divórcio, por causa da desobediência do povo, ou seja, afastaram-se de Deus e casaram-se com pessoas que não temiam ao Senhor e nem comungavam com eles o mesmo ideal. No entanto, o legislador determinou várias condições para os que se separavam.
COMENTÁRIOS
INTRODUÇÃO
O divórcio é o assunto principal desta lição. É polêmico e merece ser estudado sem paixão pessoal, à luz da Palavra de Deus, que está acima de nossos preconceitos, erros morais e sociais. A Bíblia não encobre nem defende erros humanos, ainda que cometidos involuntariamente. Sabemos que existem desavenças nos lares, até mesmo nos dos cristãos. Se fizermos um levantamento, para descobrirmos as causas dessas rivalidades, concluiremos que é em conseqüência da desobediência à
Palavra de Deus e da falta de santificação. O divórcio é condenado por Deus, por sua Palavra e pêlos homens constituídos por He ministros aqui na terra (Ml 2.16). Deus não criou o divórcio e nem ordenou sua prática. Moisés permitiu por causa da desobediência (dureza de coração) do povo. O desejo de Deus é que: "Cada homem tenha a sua mulher, e cada mulher o seu marido" (l Co 7.2); "...o marido não deixe a mulher" (l Co 7.1 Ib); "... se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie
com o marido" (l Co 7.1 Ia).  
I. DIVÓRCIO, FRUTO DE TRANSGRESSÃO E REBELDIA À PALAVRA DE DEUS
l.A causa do divórcio. Segundo a Bíblia, muito cedo os israelitas adotaram o divórcio, por causa da desobediência a Deus, ao se misturarem com outros povos. Imitaram seus costumes, e levaram Moisés a considerar este ato uma legalidade (Mt 19.7). Ao estabelecer a lei, Moisés determinou certas condições para os que se divorciassem (Dt 24. l -4). Jesus enfatizou que "no princípio não foi assim", pois, "Deus criou macho e fêmea" (Mt 19.3,4; Gn 1.27;5.2), com o propósito de que um completasse a vida do outro. O divórcio, portanto, entrou no mundo pela dureza do coração dos homens (Mt 19.8). Ele tem contribuído para a separação entre pais e filhos, e a destruição da personalidade humana. O divórcio toma os filhos do casal traumatizados e desajustados. Não esqueçamos que o divórcio não é regra e nem exceção; é transgressão. 
2. Divórcio, fruto de transgressão (Ml 2.8,9). O casamento é uma instituição divina. O homem legisla, organiza, disciplina, mas não pode alterar o plano divino (Mc 10.9). Os fariseus sabiam o motivo de Moisés ter consentido a carta de repúdio (Dt 24.1), ou seja, em conseqüência da infidelidade conjugal (Lv 20.10). Assim procede o carnal e desobediente.
A regra áurea é: "O que Deus ajuntou, não o separe o homem" (Mt 19.6). O casamento foi instituído por Deus, com o propósito de preservar o casal unido, consagrado e santificado. Entretanto, esta lei foi violada pêlos homens que buscam seus próprios interesses. Para um cônjuge contrair o segundo casamento é necessário que o outro consorte esteja morto (Rm 7.2; l Co 7.39).
3. Jugo desigual, casamento instável (2 Co 6.14-16). Muitas vezes o casamento naufraga, porque um dos cônjuges é de outra religião, e isto estabelece o "jugo desigual" (2 Co 6.14). O desnível social e cultural pode também causar desentendimento entre os cônjuges. Às vezes, por falta de atenção às pequeninas coisas que, somadas, geram o ódio, muitos casais se desentendem, por não desejarem andar a "segunda milha" (Mt 5.41). 
4. Santidade no casamento, um imperativo divino (Hb 13.4). O casamento é mais do que um contrato civil ou religioso. "Segundo a Bíblia, é uma aliança entre um homem e uma mulher para uma união indissolúvel, física e espiritual". O divórcio não foi estabelecido por Deus, e, sim, o casamento. A moda, a cultura, a civilização, os costumes, sofrem transformações, mas a família permanece estável. Infelizmente, esta "praga" arruína a sociedade de tal maneira que 50% das famílias sofrem suas conseqüências. Vivemos numa Sodoma, à espera do juízo divino que se aproxima (Ap 9.20,21). Escapemos dela, por nossa vida, observando a santidade em todo o nosso viver; principalmente no casamento.
II. DEUS CONDENA O DIVÓRCIO
l. Malaquias adverte os sacerdotes (Ml 2.1,2). Malaquias inicia sua mensagem profética condenando o divórcio, e culpa os sacerdotes, por ensinar os mandamentos e não guardar o Concerto estabelecido por Deus (Ml 2. l). Nessa época, o segundo templo já estava edificado, todo o serviço do altar restaurado; entretanto, o povo estava corrompido, inclusive os sacerdotes (pastores) (Ml 2.12). Existem pastores divorciados que dirigem igrejas; outros, não o são, mas aceitam o divórcio entre seus ministros, e cometem os mesmos pecados dos dias de Malaquias. 
2.0 divórcio, uma profanação (Ml 2.10,11). Malaquias lembrava ao povo o concerto divino feito no dia da Criação do homem, quando Deus trouxe Eva a Adão e este declarou: "Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne" (Gn 2.23). No Novo Testamento, o divórcio era aceito em caso específico, por "permissão e não por mandamento" (l Co 7.6.11). A lei do Senhor quanto ao casamento é imutável: "O que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mt 19.4-6).
3. Casamento indissolúvel, o plano de Deus (Mt 19.6). Repudiar o cônjuge e casar com outro, não é permitido na Dispensação da Graça (l Co 7.10,11), exceto nos casos especiais (Mt 19.6). DIVÓRCIO "significa dissolução legal do vínculo matrimonial em vida dos cônjuges, com direito a contrair novas núpcias". No Antigo Testamento, também era aceito em circunstâncias específicas (Dt 24.1-4). "Moisés permitiu o divórcio para evitar maiores males... mas os abusos se introduziram de tal forma que razões frívolas já eram aceitas como válidas. O casamento, em sua dignidade primitiva, insiste na indissolubilidade do vínculo matrimonial, promulgada pelo Criador no princípio da História humana" (Dic. Prático - Barsa).
4. Deve o cristão se divorciar?
Não! apesar de ser um direito social adquirido, legislado, sancionado através de leis em vigor em quase todo o mundo, inclusive no Brasil; no entanto, não esqueçamos que a Igreja constitui um povo distinto (l Co 10.32); uma nação santa (l Pé 2.9). Suas leis não foram inspiradas por homens profanos, mas pêlos santos de Deus (2 Pé 1.21). Não obstante, escândalos aparecem diariamente, praticados por membros da igreja, principalmente nas áreas da prostituição e do adultério. Se o divórcio se tornou maldição no tempo de Malaquias, não seria também nos dias de hoje? Deus condena o divórcio, porque é contrário ao plano que Ele estabeleceu para a família; é cruel para o cônjuge rejeitado, e injusto para os filhos (Mt 19.3). A nação escolhida tomou-se abominável, ao cair na prática da infidelidade conjugal (Ml 2.11).
III. COMO EVITAR O DIVÓRCIO
l. União perfeita dos cônjuges, o remédio para este mal. O melhor caminho, depois de se estudar esta lição, é observar o que está escrito em l Coríntios 7.3,4.8. Qual seria a vantagem espiritual e moral, do abandonar o cônjuge e arranjar outro na mesma condição? A mulher deve obedecer a seu marido, e fazer de tudo para que seus filhos acompanhem a boa conduta do casal e ouçam o que seus pais pronunciam. Ambos busquem a santidade. Paulo comparou o casamento como a união de Cristo com a sua Igreja (Ef 5.23-25).
2. Confiança mútua e fidelidade.
No matrimonio, existem apenas dois: marido e mulher. Devem confiar um no outro (Pv 31.11), enquanto viverem (Rm 7.2). Nada de separação, de desquite, de divórcio. Deus nunca ordenou tais práticas. Moisés permitiu aos hebreus, por causa da dureza de seus corações. O divórcio arranca o alicerce do casamento. É tolice imaginar que ele resolve seu caso, se você é um homem carnal. Jesus disse: "Qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério, e o que casar com a repudiada, também comete adultério" (Ml 19.9). 
IV. CONCLUSÃO
"O matrimonio foi instituído por Deus e a sua relação para com a raça humana é tal que não se pode modificar, nem a parte considerada insignificante, sem graves conseqüências" (O.S. Boyer). Embora seja legal o casamento do divorciado, o mais bonito, mais nobre, mais honroso, mais conveniente, mais bíblico e mais cristão é a união insolúvel do casal, com amor e com respeito, na satisfação plena da vontade diretiva de Deus, em obediência ao imutável preceito divino: "O QUE DEUS AJUNTOU NÃO SEPARE O HOMEM".
ENSINAMENTOS PRÁTICOS
l. É claro que Deus não aprova o divórcio. Ele é apenas um paliativo que tenta consertar um erro cometido anteriormente. É uma instituição humana e, como tal, é falha. Além do mais, ele atende exclusivamente as conveniências dos cônjuges. Nenhum filho, em sã consciência, concorda com tal pratica. Se aceitam, é porque desejam a felicidade dos pais em detrimento de seus próprios interesses.
2. O casamento não pode ser realizado por interesse ou atração física, mas por afinidade, principalmente. Os jovens, antes de se declararem enamorados um pelo outro, devem estreitar uma profunda e singela amizade. A partir daí, mediante o conhecimento mútuo e a certeza de que serão felizes juntos, e a aprovação de Deus, que se casem. 
3. O casamento não deve ser realizado sem preparo. É necessário que todas as igrejas evangélicas estabeleçam cursos pré-nupciais que orientem os jovens sobre a vida a dois. Só assim, os pouparemos desta prática que só traz malefícios à sociedade.
OBJETIVOS
No término desta lição, os alunos deverão ser capazes de: 
• Compreender que o casamento realizado fora da vontade de Deus não leva o casal a bom termo. 
•Entender que a pressa é inimiga da perfeição. O esperar no Senhor demanda tempo que deve ser aguardado por quem busca a felicidade no casamento. 
 • Concordar que o casamento é uma instituição divina e, como tal, deve ser preservada a todo custo.
»Aconselhar os inexperientes a não se casarem pela atração física, apenas, mas pela afinidade, principalmente.
QUESTIONÁRIO
l. Por que Moisés permitiu o divórcio aos israelitas?
- Por causa da dureza de coração do povo israelita, conforme afirmou o Senhor Jesus. Veja Mateus 19.7,8,
2. De que é fruto o divórcio?
- O divórcio é, basicamente, fruto de transgressão e rebeldia à Palavra de Deus; disto decorrem os demais motivos para a dissolvição do matrimonio, o que não é do agrado do Senhor. Leia Malaquias 2.13-15.
3. Que disse o profeta Malaquias a respeito do divórcio? Cite a referência bíblica.
- O profeta, repreendendo os sacerdotes, afirma que Deus aborrece (repudia) o repúdio, ou seja. o divórcio (MI 2.16).
4. Conforme o ensino de Jesus, registrado em Mateus 19.9, em que circunstância o divórcio é admitido?
- Somente em caso de infidelidade conjugal (adultério, prostituição)de qualquer um dos cônjuges. Neste caso, o que casar com a(o)adúltera(o), também comete adultério.
5. Como evitar o divórcio?
- O divórcio pode ser evitado, por meio da união perfeita dos cônjuges; isto requer do casal a fidelidade e confiança mútua. 
 
ESTUDOS AFINS:
O Que Diz A Bíblia Sobre  -  O Divórcio no Lar
Todos os males da sociedade, sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem (Jr. 17:9; Rom 3:10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden, que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade é o que chamamos de família. O ambiente que é formado pelo amor exercitado entre todos da família cria o que chamamos de “o lar”. O lar tem suma importância na vida humana pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano, seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Então, podemos dizer, como vai o lar vai o mundo, e também, o que é bom para a família é bom para o mundo.
Tal lar, tal mundo
Reconhecendo a existência e influência do pecado, sabemos que todos os lares não estão operando com as mesmas regras e propósitos com os quais um lar cristão opera. Aprender o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é uma garantia que atingiremos o alvo o que Deus tem para nós na relação de família.
 
I. CASAMENTO
Gênesis 2:18, “E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.”
Temos que ver primeiramente o porquê do casamento antes que possamos formular uma atitude certa e bíblica de divórcio. Nos estudos anteriores O Que Diz a Bíblia Sobre a Origem e Amor do Lar, O Que Diz a Bíblia Sobre o Homem do Lar, O Que Diz a Bíblia Sobre a Mulher do Lar e O Que Diz a Bíblia Sobre os Filhos do Lar temos aprendido o quê o casamento é. Temos visto a relação entre a vontade e desígnio de Deus e a responsabilidade do homem no casamento. Queremos entender agora o porquê do casamento. Queremos responder a pergunta: Porque Deus achou bom criar a mulher para o homem?
Respondendo a esta pergunta vamos, por necessidade, recapitular alguns fatos importantes enquanto adicionamos fatos complementares a esses.
 
A. Instituição Divina
 
1. O que o casamento é.
Entendendo o que é que Deus ajuntou podemos perceber o que é que Ele não fez, especificamente, o divórcio. Vamos entender o que o casamento é:
a. União divina - “Deus tem ajuntado” Mt 19:6, “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” Casamento não é invenção de homem nenhum, nunca foi. Foi Deus que ajuntou o homem e a mulher mesmo antes do pecado (Gn. 2:21, 22, “formou”; I Cor 7:7, “dom”; I Tim 4:3, “criou”). Se podemos concluir que o casamento é uma instituição de Deus não devemos tratá-lo como se fosse do homem usando a sabedoria do homem para o ‘melhorar’, manipular ou regulamentar. Deus tem dado a Sua palavra sobre o assunto e é essa que queremos e devemos seguir.
b. União perfeita O casamento pela Bíblia simboliza relacionamentos perfeitos e nisso podemos ver que casamento não s ”falta algo”. Quando Deus fez o casamento Ele o fez com a mesma perfeição quanto fez a luz, a terra seca, sistemas solares, animais, etc. Quando a relação de casamento é usada para representar algo, as qualidades do casamento estão vistas naquilo que é representado. Estude bem o relacionamento nestas duas maneiras que casamento é usado para simbolizar uma verdade: · Deus pai e Israel - Isa 54:5; Jr 3:14 · Deus Filho e a Igreja local - Ef 5:23-32
c. União permanente na terra Sempre terá o casamento na terra. Foi iniciado por Deus e continuará aqui na terra até a segunda vinda de Cristo (Lucas 17:26, 27). No céu não terá casamento (Mar 12:25). Gn. 2:24 diz que há relacionamentos temporários aqui na terra (“deixará o homem o seu pai e a sua mãe”), e há relacionamentos permanentes também ( o homem “apegar-se-á à sua mulher”). Relacionamento de filho/pais ou filha/pais é temporário pois no casamento é necessário o que está se casando ‘deixar’ os pais. Mas, no casamento, quem está se casando ‘apegar-se-á’ para nunca mais ‘deixar’.
d. União importante: Alicerce da sociedade Antes de qualquer outra instituição, o lar foi instituído. Isso quer mostrar que todas as ramificações da sociedade que surgiram, tem a família como o alicerce. Nada o que viria depois entraria em contradição com a primeira. Tudo foi estruturado dentro do contexto da família.
e. União contratual Em Ezequiel 16:8, um dos símbolos do casamento (Deus pai com Israel) há o entendimento de contrato nas palavras “juramento” e “aliança” (ver também Malaquias 2:14). No casamento atual entre Rute e Boaz pode se ver testemunhas e algo feito para confirmar o negócio do casamento (Rute 4:2, 7-13).
Vendo as verdades acima relacionadas pode ser concluído o que se passa hoje por casamento ou é ignorância ou é nada mais que uma invenção conveniente do homem para exercer prazeres desordenados sem assumir nenhuma responsabilidade. É a vontade de Deus que o homem e mulher casados, que são chamados por Deus para serem casados, andem como Deus os designou andarem entre as suas responsabilidades enquanto estiverem aqui na terra (I Cor 6:15-20; II Cor 6:14-18). Só assim alguém pode conhecer as bênçãos de Deus no lar.
2. O que o casamento não é.
Vendo o lado negativo de qualquer assunto ajudará entender o que qualquer assunto realmente é. Queremos examinar o que o casamento não é para formular então uma atitude certa do que é divórcio e qual pensamento devemos ter diante o assunto. Há muitas opiniões sobre o casamento desde muito liberal ao lado muito conservador.
a. Instituição para procriar
Muitos acham que casamento foi uma maneira moral inventada para que o mandamento de Deus de “frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra” (Gn. 1:28) fosse possível. É certo e lógico o que diz que procriação fora de casamento é imoral mas não é certo o raciocino que diz que casamento foi instituído para não ser pecaminosa a geração de filhos.
A conseqüência nunca deve ser considerada a causa
b. Instituição para legalizar o sexo
Casamento também não pode ser igualado à moralização de sexo. Não há moralidade de sexo fora de casamento é certo, mas pode ter casamento sem a pratica de sexo. O exemplo disso é de José e Maria. Eram casados legitimamente mas José “não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito” (Mt 1:24). Se relações conjugais não fazem um casamento ser verdadeiro então as mesmas não podem anular um também. Um fator menor de casamento não pode ser a causa maior. Casamento é algo além de procriação ou de sexo.
3. O Porquê do Casamento
A resposta da pergunta, “porque Deus instituiu o casamento?”, pode ser nas próprias palavras de Deus em Gênesis 2:18, “E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” (Ver também v. 24,25). Além da glória de Deus companheirismo é a razão principal de casamento ser instituído.
Não é bom que o homem esteja só
Em geral tanto o homem quanto a mulher são criados por Deus com uma necessidade de ter um ao outro e os dois glorificar a Deus. Quando um não tem o que complementa, há solidão e um vazio. Deus falou que esta solidão não era boa. Foi por isso que criou o cônjuge e instituiu o casamento. Todo demais que muitos confundem com casamento (procriação, sexo, abertura um com o outro em todos os aspetos) vem como fruto de uma pessoa achar o companheirismo no seu cônjuge que Deus intentou que achasse. Em Provérbios 2:17 é dito que a mulher estranha “deixa o guia da sua mocidade”. A palavra “guia” vem duma palavra hebraica que quer dizer familiar, amigo ou amansado (domesticado) e mostra pelos significados das palavras uma intimidade sincera (Strongs #441). É exatamente esse o propósito do casamento aos olhos de Deus. A mulher precisa esta intimidade tanto quanto o homem, pois quando essa mulher deixou o “guia”, ela deixou a sua intimidade. Não é bom para homem ou mulher ser sem essa intimidade. Em Malaquias 2:14 é dito que o homem deixou “a mulher da tua mocidade” e diz que ela era “a tua companheira”. Essa é a única vez no Velho Testamento que essa palavra hebraica é usada e significa consorte bem como o navio que navega junto com outro. Significa associação e outras palavras que entendem uma união intima (Strongs #2278 e Novo Michaelis). Outra vez a Bíblia mostra que casamento tem na sua alma a idéia de companheirismo, que é uma associação que atua no interior de um ser humano.
4. As Benções de Casamento
Quando os pretendentes consideram o casamento, eles o fazem para o seu próprio benefício. Estes mostram uma atitude de submissão ao exemplo Bíblico para duas pessoas conviverem e abre-se para elas o ambiente apropriado para receberem tudo o que um casamento pode ser. Casamento é venerado (Heb 13:4), abençoado (Sal 128:1-3) e a cerimônia de casamento Jesus assistiu pessoalmente (João 2:1,2) mostrando o seu agrado no assunto. Os que querem viver juntos diferente do que a maneira bíblica é vista por Deus como prostituição e adultério, dos quais Deus julgará (Hb 13:4). Não pode melhorar a maneira com qual Deus ajuntou o homem e mulher.
No Casamento:
Aquilo que promove companheirismo deve ser praticado
Aquilo que destrua companheirismo deve ser evitado
 
II. O PECADO DO HOMEM
O homem, desde o pecado de Adão, tem uma natureza pecaminosa. Essa natureza leva ele a não entender a maneira de Deus (I Cor 2:14). O seu coração enganoso (Jr 17:9) faz que ele dê aos seus próprios pensamentos a preeminência sobre os de Deus. Veja também Isa 1:6; Rom 3:10-18.
A. Pecado é a Causa de Divórcio
Nos casos de todos os divórcios na Bíblia (há muitos) não há outra razão de divórcio senão o pecado.
1. No Velho Testamento
A Lei não permitiu divórcio (Dt. 22:13-21). A parte infiel foi morta pelo apedrejamento. Depois, evidentemente por causa da insistência do povo, o divórcio foi permitido com qualificações. Em todo caso, foi por causa de pecado (Deus 24:1-4, “coisa indecente”). Outros casos de divórcio para estudar: Esdras 10:2-3, 18-19, 44; Isa 50:1
2. No Novo Testamento
Mt. 5:31,32 , “por causa de prostituição” Mt. 19:8, “por causa da dureza dos vossos corações” “Dureza de coração” significa um coração duro, seco; destituição de percepção espiritual - (#4641) Strongs. Outros casos que tratam este assunto para estudar: Mar 10:2-12; Lc 16:18; I Cor 7:11,12
 
B. Divórcio é Instituição Humana

O casamento foi feito por Deus como a primeira instituição na terra. É uma instituição perfeita, permanente na terra, o alicerce da sociedade e uma união contratual. O homem, por causa da falta de percepção espiritual, deturpou o que era perfeito. O divórcio foi o resultado. O que o homem inventa, tem imperfeições. O divórcio causa tristezas, cicatrizes emocionais, males na sociedade, corrupção das outras instituições da qual o homem está envolvido, tais como governo, igreja, escola, etc. Por causa da dureza dos corações dos homens, o divórcio tem sido feito uma realidade, não só em nossos dias, mas também nos dias da Bíblia, sim, mesmo no tempo de Moisés. Quando tratamos do assunto de divórcio, devemos lembrar que a causa dele é pecado. Não é um estilo diferente de vida conjugal criado por Deus ou uma opção que é permitida por Ele que alguém pode escolher se achar conveniente. “Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio” Mal 2:16.
O Que Causa Divórcio é Pecado mas Todo Caso de Divórcio Não é Pecado.
 
III. DIVÓRCIO
 
A. A Atitude Certa

1. A Atitude Bíblica de Divórcio
Se olhamos ao divórcio como o homem o vê, perderemos a seriedade tanto do assunto do casamento quanto do divórcio. É necessário que o casal que quer viver para a glória de Deus não tenha na mente a separação moderna e temporária ou o divorcio como uma opção viável na solução dos problemas da sua vida conjugal. É essencial para ter as bênçãos de Deus ter a mesma atitude de Deus sobre o divórcio.
 
2. A Atitude Bíblica dos Divorciados
É saudável também ter a mesma atitude de Deus sobre os divorciados. Há perdão, salvação, eternas bênçãos e graça inefável da parte de Deus para estes (Lembre-se do exemplo de Davi, um adúltero e homicida. Deus o perdoou e o usou grandiosamente na terra. Davi até é parente de Cristo). Tanto Deus odeia o pecado quanto Ele odeia o divórcio. Tanto Deus ama o pecador que se arrepende quanto Ele ama o divorciado que se arrepende. O João 3:16 é para todos os que se arrependem. Ver Ef 2:2,3. As vezes fazemos distinção de pecados que a Bíblia não faz. Seria certo aceitar em nossa comunhão com menos problema um homicida, ladrão, etc., que um divorciado? É certo colocar um(a) divorciado(a) num nível de caráter mais baixo que aquele que vive fazendo adultério no seu coração (Mt. 15:18,19)? Se Deus por Cristo perdoou e salvou gloriosamente a mulher Samaritana que tinha cinco maridos, não podemos fazer menos (João 4:18). É amor amadurecido que tenta olhar como Deus olha nos pecados dos outros - todos os pecados dos outros.
3. A Atitude Bíblica de Deus e o Divórcio
Há um tratamento que a Bíblia dá sobre o assunto de divórcio que sujeita ela à regras sem o divórcio ser por ela instigado. O ensinamento que a Bíblia dá é dado para moderar, reprimir e estabelecer ordem no assunto do divórcio, e nunca em nenhum jeito, é dado para mandar que este mesmo venha acontecer. É o homem, por causa da dureza do seu coração, que tem insistido no divórcio. Deus tem se expressado na Bíblia sobre o divórcio para conter as ações do homem e fazendo isso, tem nos dado regras para considerar se a dureza do nosso coração força uma ação além daquela que Deus instituiu.
 
B. Termos Definidos
Os termos Bíblicos geralmente usados no assunto de divórcio devem ser estipulados de acordo com o significado Bíblico. O que o homem de hoje diz destes termos não pode ser considerado como a última palavra. O que Deus diz e o que Deus significa importa mais do que o homem de hoje diz ou pensa. Isso quer dizer, se é que realmente quer saber a verdade do assunto.
1. Divórcio/Repudiar
No Velho Testamento

Dt 24:1,3, “carta de repúdio”; Jr 3:8; Isa 50:1, “carta de divórcio” vem duma palavra Hebraica significando ‘cortando para separar (do laço matrimonial), divórcio’ (#3748, Strong’s). Essa palavra Hebraica deriva de uma outra palavra hebraica (#3772) que significar ‘cortar; destruir ou consumir’ e usada em Lv 20:5, “extirparei do meio”.
Lv 21:14; 22:13; Num 30:9, “repudiada” vem duma palavra Hebraica significando ‘expulsar, afugentar de uma possessão; especificamente expatriar ou divórcio’ (#1644, Strong’s).
No Novo Testamento
Mt. 1:19, “deixá-la secretamente.”; 5:32; 19:3, “repudiar”, 7, “carta de divórcio”, “repudiá-la”, 8, 9; Mar 10:2, 4, ”repudiar”, 11, 12, “deixar”; Lc 16:18, “deixa”, “repudiada” vem duma palavra grega que significa ‘soltar completamente, por exemplo (literalmente) aliviar, soltar, despedir (reflexivo: sair), ou (figurativo) deixa morrer, perdoar, ou (especificamente) divórcio’ (#630, Strong’s). (Veja também a mesma palavra grega [#630] usada em: Mt. 14:15, “despede”, 22, “despedia”; Lc 8:32, “despediu”).
Mt. 5:31, “carta de desquite”; 19:7; Mar 10:4, “carta de divórcio” vem dum adjetivo grego dando o entender ‘um separatismo; por exemplo (especificamente) divórcio’ (#647, Strong’s).
2. Fornicação/Prostituição
No Velho Testamento II Cr. 21:11, “corrompessem”, 13, “prostituição”; Isa 23:19, “prostituir-se-á” sendo de uma palavra hebraica que tem como raiz primária a significação ‘de ser bem alimentada e portanto libertino ou devasso. Figurativo significa cometer idolatria’ (#2181, Strong’s).
Ez 16:15, “prostituías-te”; 16:29, “prostituições” vem de uma palavra hebraica significando ‘prostituição por exemplo (figurativo) idolatria e fornicação, prostituição’ (#8457, Strong’s).
No Novo Testamento
Mt. 5:32; 19:9; I Cor 7:2, “prostituição” Essa palavra grega é usada na suas formas em I Cor 5:11; Hb 12:16 como “devasso” significando ‘vender (traficar); um prostituto’ (#4205). Ver também os usos em I Cor 6:18; Mt. 15:19.
3. Adultério
No Velho Testamento
Todos os usos das palavras: “adultérios” (Jr 13:27), “adulterar, adulterado, adúltero e a adúltera” (Lv 20:10) vem da palavra hebraica que significa ‘cometer adultério; figurativo apostatar’ (#5003, Strong’s).
No Novo Testamento
Todos os usos das palavras: “cometa adultério” (Mt. 5:32; 19:9; Mar 10:11); “adultera” Mt. 12:39; “adúlteros” Lc 18:11, etc., vem de uma palavra grega que significa ‘um(a) amante; figurativo um(a) apóstata ou renegado(a)’ e no seu uso significa ‘cometer adultério’ (#3432, Strong’s). Nota que esse uso é tanto literal quanto mental (Mt. 5:28).
Resumindo podemos entender que divórcio é sério e é uma cessação completa de uma prévia relação, um seccionamento ou divisão em duas partes. A falta do uso de uma palavra ‘separação judicial’ ou equivalente, significa, biblicamente, que o casal está casado ou não esta, não tendo um meio termo que pode permitir algo menos sério. Podemos resumir também que as causas do divórcio são os pecados sexuais e não inconveniências quaisquer.
Quando a Bíblia usa os termos acima citados e definidos é importante lembrar as suas colocações. Não é edificante embutir o significado atual nos dias de hoje quando tratamos dos assuntos bíblicos. O que podemos aprender disso tudo é que o sexo e a relação de casamento é sagrada e preciosa diante de Deus. Ele que fez o homem e a mulher é também o que instituiu o casamento. “Era muito bom” (Gn. 1:31) , é “venerado” e “sem mácula” (Hb 13:5) dentro das qualificações que Deus estabeleceu. Qualquer coisa fora, seja praticado literalmente ou só no coração do homem, é abominação diante de Deus e traz sérias conseqüências aos que se dão “à prostituição” e adultério (Hb 13:5).
“Venerado seja entre todos o matrimônio ...aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros,
Deus os julgará.” Hebreus 13:4
 
C. Entre Os Crentes   I Cor 7:10-11
 
1. Nenhum divórcio - “não se aparte ... não deixe” A intenção de Deus, no princípio, intenta um mandamento que não permite divórcio entre os casais crentes. O propósito de Deus é que “apegar-se” de um ao outro (Gn. 2:24; Mt. 19:8; Mar 10:2-12 “ao princípio”). Esta intenção se vê em I Cor 7:10,11 quando Paulo repete as instruções de Jesus e diz “mando, não eu mas o Senhor”. Para crentes, divórcio não é opção. Entre os crentes o divórcio é pecado (Mt. 5:32; 19:9; Lc 16:18).
2. Se Divorciar - “fique sem casar”
“Se, porém, se apartar” há o mandamento de ficar sem casar. Os crentes que se divorciam não tem opção de casarem-se outra vez a não ser com o cônjuge com quem se divorciou. Lembrando do significado das palavras associadas com “divórcio” ( no Velho Testamento: ‘cortando para separar’ e no Novo Testamento: ‘soltar completamente”) devemos entender que pessoas divorciadas não são casadas mais. A primeira relação já foi dividida, partida, despedida, cortada. Há os que dizem que, nos olhos de Deus, os divorciados ainda estão casados. Não é a verdade nem a linguagem bíblica. Deus diz que os divorciados, para entrar numa relação de matrimonio outra vez precisariam de se casar. Quer dizer, não se casando outra vez um com o outro para consertar a situação, não são casados mais; ou melhor, divorciado significa não ser casado nunca mais. Os crentes que se divorciam, devem ficar nessa condição de ser não casados.
3. Objetivo é reconciliação - “ou que se reconcilie”
Entre os casais crentes há a obrigação de reconciliar um com o outro. Para ter reconciliação tem que ter confissão dos erros que trouxe a desgraça de divórcio. A confissão necessita a ação de perdão. Entre crentes que conhecem o perdão de Cristo, essa não deve ser uma barreira. Se for, lembra que Deus nos perdoará “assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt. 6:12).
Razões porque os crentes devem facilitar a reconciliação entre si:
Vendo a possibilidade e a obrigação da reconciliação entre os crentes podemos entender as conseqüências quando crentes se casam outra vez com outro além daquele com qual deve se reconciliar. Podemos entender melhor a razão de Jesus dizer que se casarem com outro é verdadeiramente adultério (Mt. 5:32; 19:9; Mar 10:11,12; Lc 16:18). Já divórcio entre os crentes é desobediência (“não se aparte”) e a situação piora muito quando há casamento outra vez. Isso já é adultério e tem o julgamento de Deus (Hb 13:4).
“Portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais.” Malaquias 2:16
4. A Exceção
Mt. 5:32, “a não ser por causa de prostituição”
Lembre o fato que, entre crentes, há mandamento de “que a mulher não se aparte do marido” e “que o marido não deixe a mulher” (I Cor 7:10,11). Este mandamento é de Deus desde o princípio. (Mt. 19:4-8). O propósito que Deus tem para o casal é suficiente para que nenhum casal crente considere divórcio viável entre eles pois eles, como salvos, tem o desejo de agradar Deus acima de qualquer inconveniência humana. As inconveniências humanas que causam qualquer obra da carne (Gal 5:19-21) são oportunidades para o crente mostrar o amor real (I Cor 13:4-8) ao seu cônjuge crente. Reconciliação e paz são os objetivos (I Cor 7:11, 15). O Espírito Santo operando a Palavra de Deus dentro das vidas do casal, que tem o exemplo particular de Cristo nas suas vidas, faz com que a paz verdadeira possa ser uma linda realidade onde a carne tem sido manifesta. Há uma razão, e uma razão só, que permite o crente divorciar o seu cônjuge crente. Esta razão é a prostituição Mt. 5:32; 19:3-9 (#2181 e #8457 no hebraica, #4202 no grego, Strong’s - o pecado sexual que inclui entre outros pecados sexuais o adultério, incesto e a homossexualidade - Jr 3:1; I Cor 5:1; Judas 7). Deve ser lembrado que “prostituição” no significado original era uma larga escala de pecados sexuais que incluía incesto (I Cor 5:2), homossexualidade (Judas 7) e adultério (Jr 3:1). Qualquer coisa sexual que quebrava a confiança e o companheirismo entre o casal era “prostituição”. A “prostituição” era o pecado. A quebra de confiança das promessas do casamento era o resultado desta fornicação e essa quebra é entendido pelo termo: “adultério”. Divórcio não é permitido só no caso de adultério (que é o resultado do pecado de prostituição), mas por causa de prostituição (que biblicamente é pecado sexual qualquer). Três pontos devem ser lembrados quando trata divórcio entre os crentes 
1. O divórcio não é mandamento. Ao casal crente que tem o pecado de fornicação no casamento não é mandado que se divorciem. Se tiverem arrependimento verdadeiro, perdão é necessário (Lc 17:3) e divórcio não é mais assunto.
2. O divórcio é permitido com restrições. A restrição desta permissão é reservada para os que não obedecem os princípios de arrependimento e perdão. Para ter um divórcio entre um casal crente, um processo jurídico é necessário. Na realidade, um irmão tem que levar o outro “a juízo perante os injustos” no processo de divórcio. Não convém que isso aconteça pois I Cor 6:1-8 não permite os crentes irem “a juízo perante os injustos” pelas demandas que possam ter. A igreja tem autoridade e capacidade de cuidar dos irmãos que negam tratar este assunto, ou qualquer outro, biblicamente em amor (Mt. 18:15-20). O irmão ou irmã que não perdoa seu cônjuge que é verdadeiramente arrependido, ou o irmão ou irmã que verdadeiramente não se arrependa do pecado de prostituição deve ser levado diante da igreja conforme Mt 18:15-20 ensina. Se a disciplina na igreja acontecer, o desobediente já não é mais considerado irmão ou irmã. Neste caso, o processo de divórcio pode ser levado diante a justiça humana para a sua conclusão pois um crente não está levando um outro crente à justiça. O divórcio é permitido entre crentes com restrições. Estes restrições se vê se além do pecado de prostituição haja falta de arrependimento na parte do culpado ou falta de perdão na parte do ofendido.
3. O divórcio só é por pecado sexual. Os fariseus (Judeus) perguntaram se Jesus ensinava que divórcio podia ser “por qualquer motivo”(Mt. 19:3). Parece que eles estavam trazendo argumentos antigos do tempo de Moisés a Cristo (Dt 24:1-4) para ver o que ele falaria. Cristo deixou claro que a única razão era só “por causa de prostituição” (Mt. 5:32; 19:9). O efeito desta exceção era para ter moralidade entre os casais crentes. Esta exceção era vista como muito rígida na sociedade dos Judeus no tempo de Jesus (e em nossa de hoje também). Por isso os discípulos reagiram com surpresa (Mt. 19:10). Todavia, apesar daquele que qualquer sociedade pode pensar, há só uma razão que é permitido a desfazer o que Deus tem ajuntado e isto é pecado sexual.
Vendo a posição de Cristo sobre o divórcio podemos entender a seriedade que Deus tem sobre matrimonio e que o assunto de sexo merece uma atenção especial. Moralidade e decência não são opções entre o povo que quer agradar Deus em tudo. A cláusula que consta essa exceção, “não sendo por causa de prostituição”, é dada para deixar ciente que os que passam pelo divórcio fora desse padrão cometem adultério se casarem outra vez. Entendido é então que os crentes que passam pelo divórcio seguindo esse único padrão Bíblico podem ser casados novamente com outro, no Senhor, sem cometer adultério.
“Deus chamou-nos para a paz” I Cor 7:15
D. Entre os Jugos Desiguais
I Cor 7:12-17
1. Há um grupo diferente que o grupo dos crentes - I Cor 7:12, “Mas aos outros” (I Pe 3:1)
2. União desigual pode ser abençoada - I Cor 7:14, “santificados ...filhos são santos.” (I Pe 3:1)
3. Divórcio não é mandamento - se descrente consente em habitar, não separa - I Cor 7:12,13 - o crente tem a graça de Deus para suportar as inconveniências - I Cor 10:13; Tiago 4:7; o crente não deve provocar o divórcio - I Cor 7:14-16; Rom 12:18 4. 
4. Divórcio é permitido - se descrente não quer paz - I Cor 7:15, “aparte-se” (palavra imperativa) - o apartar é definitivo. Não fica com restrições nenhuma ao cônjuge anterior - o divórcio traz paz, solução definitiva 
5. Reconciliação não é opção - o crente não deve se casar com descrente - II Cor 6:14-18; I Cor 7:39 - I Cor 7:15, “não está sujeito à servidão” -
1). Está livre completamente,
2). Não tem obrigação de continuar - se o crente quer casar novamente com o ex-cônjuge, pode orar pela sua salvação e esperar que esteja salvo.
6. O Divórcio, feito de maneira outra que Bíblica, pode ser perdoado - I Cor 6:10,11 - se o sangue de Cristo lava o pecador de todos os pecados, este pecado é incluído também - Ap 1:5 - o que Deus perdoa, os crentes e a igreja devem perdoar também - Ef 1:23. Exemplos de perdão por este pecado: Raabe (Josué 6:22-27; Mt. 1:5); Davi e Bate-Seba (II Sm 12:13); a mulher de Samaria (João 4:16-29). Não é divorciar-se já sabendo que é pecado. É já tendo sido divorciado, agora aceitou a CRISTO como salvador.
IV. O Novo Casamento
Depois da trauma do divórcio é bom lembrar que nem tudo mudou. A Bíblia e Deus não mudaram. O casamento também continua sendo de Deus uma união divina, perfeita, contratual e o alicerce da sociedade. O propósito de casamento ainda é para companheirismo mesmo que o pecado do homem tem destituído o casamento da honra e das bênçãos que Deus reserva para aqueles que O obedeçam.
Há necessidades tanto pessoais e familiares que continuam depois do trauma do divórcio. O processo de divórcio e tudo que este necessitou não modificou o que o homem, mulher ou as crianças são (I Cor 7:1,2). Mesmo que exista a possibilidade de ter problemas e cicatrizes nas vidas entre os participantes do processo do divórcio, há soluções Bíblicas para que estes problemas não cresçam e piorem. As soluções Bíblicas não visam ignorar o passado mas sim de tratar do que passou para orientar os envolvidos a endireitarem o necessário para poder viver no presente para a glória de Deus.
A. O Novo Casamento na Bíblia
1. Aconselhado
a. “se não podem conter-se, casem-se.” I Cor 7:8,9
b. “as que são moças se casem”, I Tim 5:14 (o contexto é o assunto de viúvas. “Moças” seriam viúvas jovens.)
2. Qualificações gerais
a. “se morto o marido”, Rom. 7:1,2
b. “que seja no Senhor.”, I Cor 7:39
c. “a não ser por causa de prostituição,” Mt. 5:32; 19:9
d. “virgens da linhagem da casa de Israel, ou viúva que for viúva de sacerdote.”, Ez 44:22 (caso especial para sacerdotes. O que é lícito para os outros não é sempre lícito para os sacerdotes.
e. “ou que se reconcilie com o marido”, I Cor 7:10
3. Qualificações especiais
O divórcio Bíblico já tem sido definido antes neste estudo mas recapitular pode ser bom.
Entre os crentes o divórcio pode ser consumado mas isso não é um mandamento. Deve ser lembrado que isso é permitido só se tiver fornicação (Mt. 5:32; 19:9) e isso se não haver um arrependimento verdadeiro. Além do caso de fornicação, não há divórcio Bíblico entre os crentes. Se tiver um divórcio entre os crentes de uma outra maneira, que fiquem “sem casar” (I Cor 7:11) ou podem casar outra vez se isso for com o primeiro cônjuge (“ou que se reconcilie com o marido” I Cor 7:11). Entre os de um jugo desigual o divórcio é permitido se ao cônjuge descrente não é contente habitar com o cônjuge crente e “se apartar, aparte-se”. Neste caso o crente não tem obrigação mais com o primeiro cônjuge pois “não está sujeito à servidão” mais (I Cor 7:15). O crente está livre para se casar outra vez ‘no Senhor’ (I Cor 7:39). Resumindo:
a. Se for um divórcio Bíblico
I Cor 7:12-16, “não está sujeito à servidão” I Cor 7:27,28, “Mas, se te casares, não pecas;” I Cor 7:39, “que seja no Senhor”
b. Se não for um divórcio Bíblico
I Cor 7:10,11, “fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido” A passagem de Deuteronômio 24:1-4 reforça o fato que o novo casamento só é lícito para reconciliar com o primeiro cônjuge. Se, por acaso, não tem sido assim, depois de um outro divórcio, não é permitido o casamento novamente com o primeiro cônjuge.
B. Considerando as Obrigações
Mesmo que o divórcio pode ser consertado Biblicamente, há responsabilidades com o casamento anterior que continuam mesmo depois o casamento novo.
1. Perdão
Por causa da natureza explosiva do assunto de divórcio há a responsabilidade de o crente procurar perdão entre todos os envolvidos com quem tem entrado em atritos. Fazendo o possível de obter o perdão ajuda muito em sarar as feridas feitas no processo de divórcio. Deve ser enfatizado aqui que mesmo que a Bíblia tem soluções, essa soluções não sobrepõem a justiça humana. Foi Deus que instituiu o governo humano e o crente tem responsabilidade submeter se a ele. Qualquer divórcio deve ser feito judicialmente e qualquer casamento que segue deve também ter o aval da legislação vigente (Rom 13:1-7).
2. Dividas
Se tiver dividas para acertar com familiares com o primeiro casamento, estes devem ser tratados e o tratado cumprido. Em boa fé foram feitas as dividas, em boa fé devem ser pagas. Neste caso produzi frutos dignos de arrependimento.
3. Pensão
Os filhos gerados com o primeiro casamento não devem pagar pelo erro dos outros. Os pais que os trouxeram no mundo tem uma responsabilidade de dar um amparo educacional e alimentício contínuo para os filhos até que estes possam cuidar das suas próprias necessidades.
C. Considerando a Graça
Pelo estudo sobre o divórcio temos visto que o divórcio veio por causa da dureza dos corações dos corações dos homens (Mt. 19:8).
A causa de qualquer divórcio é pecado mas nem todo divórcio é pecado. Há elementos que são vitimas do divórcio e estes não tem culpa, mesmo que sofram muito. Temos visto também que a Bíblia tem ensinamentos sobre o divorcio para moderar o excesso do pecado e para estabelecer ordem. A Bíblia dá muita esperança para os envolvidos no mal do divórcio se estes tiverem um arrependimento verdadeiro. Estes poderão ainda gozar de muitas bênçãos de Deus e é fato que o novo casamento pode ter riquezas divinas. Devemos lembrar o princípio Bíblico “onde o pecado abundou, superabundou a graça” (Rom 5:20). Nas qualificações Bíblicas pode ter uma nova esperança de ter as bênçãos de Deus mesmo que o divórcio tem destruído muitas. Para ter um exemplo Bíblico é só olhar na vida de Davi e Bate-Seba em II Sm 12:13; Sal 51:23. Depois de um casamento indevido, no qual incluiu homicídio, bênçãos de Deus foram conhecidas por eles ainda. Isso em nenhuma maneira diminua a pecaminosidade dos atos, mas contrariamente glorifica o poder e a extensão da graça de Deus!
“Onde o pecado abundou, superabundou a graça” Romanos 5:20
Que Deus possa abençoar através de um claro entendimento do assunto de divórcio entre os crentes para que as feridas do pecado no lar sejam saradas na maneira Bíblica e numa maneira que as vidas possam ser usadas ainda para a glória de Deus enquanto Deus dá vida aqui na terra.
Preparado pelo: Pastor Calvin G. Gardner  Rua Santa Cruz das Palmeiras, 333
15.800-000 Catanduva, São Paulo Fone (017) 523-2675
http://www.geocities.com/Athens/Olympus/1563 
 
O divórcio http://www.geocities.com/ccgpuava/familia.htm Pr.Luciano Subirá
"Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o repúdio... portanto cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis" (Malaquias 2:16).
A palavra repúdio é o mesmo que divórcio. Deus odeia o divórcio. O divórcio não deve ser uma opção para os crentes, exceto em situações específicas que a Bíblia menciona.
"Vieram a ele alguns fariseus, e o experimentavam, perguntando: É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo? Então respondeu ele: Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Replicaram-lhe: Por que mandou então Moisés dar carta de divórcio e repudiar? Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; entretanto, não foi assim desde o princípio. Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério]" (Mt 19:3-9).
No Velho Testamento, sob a lei que Deus deu a Moisés, foi permitido o divórcio devido à dureza dos corações dos homens. Naquele período, as pessoas não experimentavam o novo nascimento, nem tinham o Espírito Santo dentro de si; mas o plano de Deus para os homens nunca envolveu o divórcio. E mesmo sendo o divórcio permitido, não significa que era o melhor de Deus ou que era encorajado, pois o Senhor mesmo disse aos que estavam sob a lei que Ele abomina o divórcio. O plano de Deus para o casal é a aliança eterna; é a fusão de uma só carne. E Jesus deixa claro que além da morte, só uma coisa tem o poder de romper a aliança de um casal: o adultério. Assim como a aliança é consumada com a relação sexual dos noivos, é destruída com o adultério. E mesmo assim, o perdão e restauração devem ser buscados. Esta é a única exceção em toda a Bíblia que autoriza o divórcio, uma vez que a aliança já foi quebrada. Porém, assim como Deus nos perdoa se rompemos nossa parte na aliança e procura a nossa restauração, também nós devemos ter um espírito perdoador e buscar a restauração da aliança.
"Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case, ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher." (I Coríntios 7:10,11).
O divórcio não é uma opção, mas sim uma exceção. E neste caso, não se deve partir para uma nova relação, e sim permanecer sozinho ou reconciliar-se com o cônjuge. A única situação que se excetua a este padrão é o princípio acima abordado por Jesus, quando do caso de adultério (e neste caso só tem este direito a vítima, e isto quando não há reconciliação).
"Aos mais digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone; e a mulher que tem marido incrédulo, e este consente em viver com ela, não deixe o marido. Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte vossos filhos seriam impuros, porém, agora, são santos. Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos não fica sujeito à servidão, nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz." (I Coríntios 7:13-15).
Naqueles dias dos apóstolos, na cultura em que viviam, podia ser o fim de um casamento se só um dos cônjuges se convertesse, pois muitos não aceitariam partilhar uma fé diferente, e, em muitos casos, o cônjuge incrédulo se sentiria profundamente ofendido. Mas Paulo disse que isto não era motivo de separação; independentemente da fé professada e das práticas espirituais, nunca será o cônjuge cristão que se contaminará (mesmo na relação íntima do casal) e sim o não cristão que será santificado. Este texto não fala que um é salvo pela fé do outro, pois não é de salvação que ele está falando, e sim de pureza ou contaminação. E quanto aos filhos, serão abençoados em função daquele que serve ao Senhor e não herdarão contaminação daquele que não serve a Deus. Mas se na conversão de um cônjuge, o outro vier a abandoná-lo por causa disto, então o irmão ou a irmã abandonados não estão debaixo de jugo (ou seja, não estão mais presos ao cônjuge), pois o divórcio não foi procurado por eles; e no caso de seu cônjuge afastado procurar novo casamento, estará em adultério, mas o irmão ou a irmã não; valerá para eles o princípio ensinado pelo Senhor Jesus em Mt 19:9.
Novo casamento
Além das situações acima mencionadas, a única outra situação em que o novo casamento é admitido é no caso de viuvez.
"Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se a outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei, e não será adúltera se contrair novas núpcias." (Rm.7:2,3). O apóstolo Paulo disse o mesmo aos coríntios: "A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor" (I Coríntios 7:39).
Observe novamente a instrução de casar-se só no Senhor, ou seja, com alguém que sirva ao Senhor.
Há uma diferença entre o crente não se casar com um incrédulo para não se pôr debaixo de jugo desigual, e se converter estando já casado com um incrédulo. Na segunda situação ele não está em pecado, na primeira sim, pois desobedece a Palavra. Na situação de divórcio e novo casamento, também entendemos assim. O crente não tem o divórcio como uma opção, mas aquele que já se converte numa relação adúltera de novo casamento e se arrepende, é perdoado pelo Senhor; e como diz a Bíblia: "Deus não leva em conta o tempo da ignorância" (At.17:30 e I Tm.1:13).
 
Deus Odeia o Divórcio
O pequeno livro de Malaquias está cheio de pregação clara sobre os erros das pessoas que estavam decaindo para a hipocrisia e o ritual vazio. Malaquias mostrou a necessidade deles servirem a Deus com o coração, oferecendo-lhe o que tinham de melhor. Ele condenava seus rituais ocos,  seus sacrifícios maculados e seus sacerdotes corruptos.  Em Malaquias 2:13-16, ele os repreendia pelo tratamento áspero dado às esposas, ao abandonarem a aliança matrimonial.  Deus, que é testemunha dos votos de todo casa-mento lícito, responsabilizou-os por quebrar esta aliança.  Suas palavras são absolutamente claras:  "Eu odeio o divórcio;  eu odeio o homem que faz uma coisa tão cruel assim.  Portanto, tenham cuidado, e que ninguém seja infiel à sua mulher" (2:16).
Malaquias lembra-nos aqui que a vontade de Deus, a respeito do casamento, sempre foi a mesma.  Enquanto alguns podem procurar justificativas baseadas nos abusos que eram tolerados durante a era patriarcal, ou sob a lei de Moisés, Jesus nos diz que a vontade básica de Deus sempre foi a mesma:  "Não tendes lido que o Criador, desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse:  Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? . . .  Portanto  o que Deus ajuntou, não o separe o homem" (Mateus 19:4-6).
Hoje, o mundo está cheio de pessoas procurando justificar a própria crueldade do divórcio que Deus condenou francamente.  Alguns argumentam que  divórcio é melhor do que sofrer as dificuldades de um casa-mento problemático, mas Deus diz que odeia o divórcio.  Muitos alegam que o divórcio é a melhor opção quando o sentimento de amor diminui, ou quando conflitos e diferenças aparecem, mas Deus diz que ele odeia o divórcio.
Problemas aparecerão em qualquer casamento.  O processo de moldar duas personalidades em uma só carne não é fácil, nem indolor.  Mas casais tementes a Deus que abordarem o casamento como um compromisso absoluto com o Senhor e de um com o outro encontrarão o auxílio necessário para suportar toda a tentação e provação (veja 1 Coríntios 10:13) para terem um casamento que durará toda a vida.  Isto é o que Deus quer para que possamos ser verdadeiramente felizes, nesta vida e pela eternidade!

­por  Dennis Allan
PODE UM HOMEM/MULHER DIVORCIADO(A) SER PASTOR(A)?
Não! 10 motivos o impedem!
 
  1. Ele não é exemplo dos fiéis.
Em 1 Tm 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja "...o exemplo dos fiéis..." O homem que está no segundo, e em até alguns casos, terceiro ou mais casamentos, não pode ser exemplo dos fiéis, por não ser esta a vontade de Deus para o seu povo: Ele odeia o divórcio (Mal 2:16). Os jovens de tal igreja estariam automaticamente, levantando a possibilidade de o seus futuros casamentos, se não derem certo "como o do pastor", o divórcio seria uma opção e ainda Deus os estaria ainda abençoando após algumas "tribulações..." Desastroso exemplo seria também para os que entrarão ou já estão no ministério pastoral. O cristianismo verdadeiro não segue o lema de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço". Paulo disse "sede meus imitadores como eu sou de Cristo"( 1Cor 3:15). O ministério pastoral não é para qualquer um, mas para os que tem condições morais de dar exemplo ( Heb. 13:7).
  1. Ele não é irrepreensível.
Em 1 Tm 3:2 temos as qualificações para o pastor: " Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível..." A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é no grego "anepleptos". Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: 1 Tim 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa inacusável. Independente ser ou não o causador do divórcio ( se é que existe tal condição ), o homem que passou por esta experiência não se encaixa nas exigências bíblicas e será usado pelo Diabo para escandalizar e envergonhar o evangelho. Existe "pastor" que se casou em rebeldia contra os conselhos dos pais, de amigos e até de seus pastores atraindo as maldições do Senhor. Tal flagrante violação da vontade de Deus, tornou tal crente o único responsável pela falência do seu próprio casamento, desqualificando-o de uma vez por todas, para o exercício do pastorado.
  1. Ele não é marido de uma mulher.
“Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher... " (1Tim 3:2). A expressão "marido de uma mulher" significa muito mais do que o leitor superficial possa imaginar. O ensino é que a mulher com quem o bispo é casado, é a sua primeira e única! Não tem nada a ver com a condenação de relacionamentos simultâneos, o que seria adultério. A condenação da poligamia seria um absurdo tão redundante e flagrante que Paulo não precisaria se referir para uma pessoa especial como o bispo. O que está em jogo é a conduta ilibada e irrepreensível do pastor no seu relacionamento singular com a sua primeira esposa. Veja o verso afim em 1 Tim 5:9. "...e só a que tenha sido mulher de um só marido." É óbvio que a viúva a que Paulo se refere, só poderia receber auxílio da igreja se tivesse vivido com um só homem. Por estar ele morto não haveria outro. Esta é a mesma construção gramatical que se refere a situação do pastor, apenas invertendo-se os substantivos. Nem o viúvo que casou novamente escapa da qualificação bíblica. A ênfase em 1 Tim 3:1 sobre a vida conjugal do pastor é tão flagrante, que a mesma palavra que é usada para expressar a unicidade da mulher da sua vida, é usada também em todas as vezes no Novo Testamento para expressar que marido e mulher se tornam uma só carne. O homem que se divorcia e se casa com outra mulher não reverte o se tornar uma só carne com a primeira, portanto ele não é mais marido de uma só mulher nem na singularidade nem na ordem numeral e nem mesmo se voltasse para a primeira!
  1. Ele não tem autoridade para exortar nem aconselhar.
Certo pastor, que estava no segundo casamento, teve a audácia de, ao pregar numa determinada igreja, mencionar a sua indignação ao se deparar com colegas que estavam no segundo casamento...Tal falta de honestidade e coerência nos faz lembrar a advertência do Mestre que disse "Ou como dirás ao teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu" ( Mat 7:5 ). O divorciado não pode pregar numa igreja como pastor, muito menos aconselhar os casais crentes sobre família, porque a sua não é mais exemplo. Se tentar aconselhar estará sendo hipócrita, se não aconselhar estará sendo omisso com o ministério mutilado. Não tem jeito, o cristianismo não funciona segundo palavras vazias, mas com exemplo de vida. Mesmo que o homem não tenha se casado novamente, a situação de separação da primeira esposa já o desqualifica para o pastorado.
  1. Ele contradiz a própria palavra que prega por exercer, em rebeldia, uma posição para a qual Deus não o permitiu nem o chamou.
Quando o pastor sobe ao púlpito para pregar, ele não pode expressar as suas opiniões. Ele tem que entregar uma mensagem que não é a sua. Ele tem que pregar a Palavra de Deus em obediência a Cristo. Se o pregador está em rebeldia no seu viver, ele está desqualificado para pregar. Suas palavras são vazias e sem unção. Não importa o que a igreja pense, o tamanho da congregação, ou quantas conversões acontecem: o seu líder nessas condições está sem a bênção do Senhor, não importando os "sinais externos": os resultados não autenticam a fonte (1Cor 3:13-15).
  1. Ele seria um desastre espiritual a médio e longo prazo para a igreja imatura que o aceitar.
Não se pode colocar o pecado em compartimentos. Quando ele entra na igreja sob a forma de omissão e rebeldia contra a palavra de Deus, qual fermento se espalha para vários outros setores. Com o pecado não se brinca. A tendência do homem é o pecado, principalmente na área de família e sexo. Na igreja isto também se verifica. Se a liderança não tem os padrões de Deus, a degeneração dos crentes é certa. Os líderes cristãos não podem ser egoístas, buscando seus interesses a curto prazo nem status de liderança para encobrir pecados pessoais. Se os padrões são decadentes, pode esperar que os crentes que se desenvolveram dentro do ambiente de tolerância com o pecado serão cada vez mais decadentes, frios e finalmente apóstatas. Veja as advertências do Senhor às 7 igrejas do Apocalipse. A igreja local muito menos ordem de pastores não têm autoridade para aceitar um pastor divorciado. Eles estariam em rebeldia contra a palavra de Deus, independente do número de votos que homologou a aceitação. Os crentes sérios que porventura pertençam a tal igreja deveriam imediatamente se retirar dela, recusando submeter-se a um líder desqualificado e não aprovado por Deus. O voto da maioria nesse caso não opera a vontade de Deus (Ex.23:2).
  1. Ele desonra o gesto nobre de ex-pastores que abandonaram o ministério por fracassarem no casamento.
Há diversos casos de pastores que, apesar de terem o chamado de Deus para o ministério, tiveram a dignidade e a nobreza de abandoná-lo após se desqualificarem devido ao divórcio, separação ou conduta. Quando alguém insiste em permanecer no ministério nessas condições está desonrando a Deus e a esses homens dignos que entenderam que não era mais a vontade de Deus a sua liderança sobre o Seu povo. Quando alguém assim permanece no ministério, na verdade está se julgando muito importante e indispensável para o trabalho de Deus (Luc. 17:10).
  1. Ele destruiu o modelo de compromisso eterno e indissolúvel entre Cristo e a igreja.
O relacionamento eterno entre Cristo e os salvos, é comparado com o do marido e esposa cujo compromisso não é para ser quebrado (Ef. 5:22-33).
  1. Ele não pode celebrar nenhum casamento.
Até que a morte os separe (Rom. 7:2-4, 1Cor 7:39) ? Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos , se ele mesmo não cumpriu na sua vida?
  1. Ele está contribuindo para a degeneração dos padrões familiares das gerações seguintes.
Se pastores, tendo suas famílias dentro dos padrões bíblicos, já sofrem com a desintegração de várias famílias da membrezia, imagine se do púlpito vem o péssimo exemplo do fracasso conjugal. Nesse caso os fundamentos da família estão abalados para as gerações seguintes (Sal. 11:3).
 
Conclusão:
O divórcio é uma ameaça para a família cristã. As sua conseqüências são devastadoras para a família. Por esse motivo "...o Senhor Deus de Israel diz que aborrece o repúdio..." (Mal 2:16). O homem que foi chamado para anunciar a palavra de Deus como pastor não pode ser divorciado, muito menos casado pela segunda vez. Se alguém está nessa triste situação deve ter a humildade suficiente de abandonar o ministério urgentemente para não causar mais prejuízos ao testemunho do evangelho e procurar exercer os seus dons fora da liderança da igreja, pois o seu chamado acabou tão logo tenha ocorrido a desqualificação. Para os crentes que desfrutam a bênção de ter o seu casamento dentro da vontade de Deus, fica o alerta para, humildemente, reconhecer a graça do Senhor (1Cor. 10:12) e buscar em fervente oração, forças e discernimento para combater as armadilhas do maligno para a destruição da família.
 
José Pedro M. de Almeida
 
   Estudos:
Principal fonte = BEP em CD -  CPAD - www.cpad.com.br e CD das Lições.
 
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 QUESTIONÁRIO GENTILMENTE CEDIDO POR Pr.ALEXANDRE SANCHO
q
Questionário 07LIÇÃO 07    O Cristão e o Divórcio
 
Aluno: __________________________________________________   Nota: _________
 
Responda as perguntas abaixo:
1.   O divórcio tem aprovação de Deus? E em casos extremos?
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
2.   Se alguém repudiar sua mulher por causa de prostituição e casar com outra, comete adultério?
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
 
  1. O divórcio é aprovado por lei? Está previsto em algum artigo da Constituição Federal do Brasil? E se estiver, significa que a igreja seja obrigada a admitir o divórcio por qualquer motivo?                
Resposta: ___________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
            ___________________________________________________________________
4.    O divórcio foi aprovado pela lei 6.516, de 26/12/1977 e está previsto no artigo 226 da Constituição Federal do Brasil. Essa afirmativa está:
      (   ) Correta
      (   ) Errada
Marque com um (X) a ÚNICA resposta correta:
  5.  Agostinho considerou o casamento um sacramento. Com base nessa visão a igreja Católica:
            (   ) Não permite o divórcio
            (   ) Sim permite o divórcio
            (   ) Nenhuma das alternativas acima
6.   De acordo com Dt 24.1, quando o homem podia divorciar-se da esposa?
            (   )  Todas as alternativas abaixo estão corretas
            (   ) “Por nela achar coisa feia”
            (   ) Quando não achasse “graça em seus olhos”
7.   Era um documento legal, fornecido à mulher repudiada, a qual ficava livre para casar de novo ?        
            (   ) Carta de viuvez
            (   ) Carta de desquite
            (   ) Carta de divórcio
 8.    Para Jesus, qual a exceção que permite o divórcio?
            (   ) A prática de infidelidade prostituição, ou infidelidade conjugal
            (   ) A prática de infidelidade prostituição, ou    fidelidade conjugal
            (   ) A prática de fidelidade prostituição,  ou   infidelidade conjugal
9.    A quem se dirige Paulo em Romanos 7.1-3?
            (   ) Aos judeus carentes
            (   ) Aos judeus crentes
            (   ) Aos judeus cretenses
 10.  Rejeitar a esposa legalmente; repelir, recuar, abandonar, desamparar é:
             (   ) Repugnar
             (   ) Relutar
             (   ) Repudiar
 Subsídio Bibliológico
                             “O divórcio foi aprovado pela Lei 6.516, de 26/12/1977. está previsto no artigo 226 da Constituição Federal do Brasil. Isso não significa que a igreja seja obrigada a admitir o divórcio por qualquer motivo, salvo as pessoas que só conhecerem a Jesus quando já estavam nessa situação (Jô 6.37). Surge, por isso, a necessidade de a igreja legislar sobre o assunto, uma vez que o Senhor Jesus lhe conferiu essa autoridade (Mt 16.19; 18.16-18).”
          Eu vos digo porém, que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.  (Mt 19.9 )
Jesus é o Senhor !
 
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Questionário adquirido a partir de >www.ebdweb.com.br>

ALUNO(A):_____________________________________________ CLASSE: _____   NOTA:______
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 07 DO TRIMESTRE/2002
 
a) Marque com um “X” a única alternativa correta:
 
1. De acordo com Dt 24.1, quando um homem poderia divorciar-se da sua esposa?
 a. (    )
Somente no caso de infidelidade.
 b. (    )
Quando soubesse que ela é da sua parentela.
 c. (    )
Quando não achasse graça em seus olhos, por nela achar coisa feia.
 
2. Como chamasse a coletânea de interpretações da lei pelos rabinos, onde explica que “coisa feia” era o homem ver algo em sua esposa que não lhe agradava?
 a. (    )
Ketuvim
 b. (    )
Talmude
 c. (    )
Torá
 
 
3.  Em qual ocasião o próprio Deus determinou o divórcio ou o repúdio às esposas estranhas à linhagem de Israel?
 a. (    )
No retorno do exílio babilônico.
 b. (    )
No retorno do exílio assírio.
 c. (    )
No retorno do exílio egípcio.
 
  
4. A Lei de Moisés prescreve duas situações em que o homem não poderia conceder o divórcio à esposa. Identifique a alternativa que não seja um dos dois motivos para a não concessão do divórcio.
 
 a. (    )
Quando um homem desvirginar-se uma jovem, e o pai dela o obrigasse a desposá-la.
 b. (    )
No caso de flagrante adultério.
 c. (    )
Quando sua esposa fosse acusada falsamente de pecado sexual pré-marital pelo marido.
 
5. Qual a exceção que Jesus fez ao invés de satisfazer o desejo dos fariseus, que admitiam o divórcio por qualquer motivo?
 a. (    )
O repúdio por causa da prostituição
 b. (    )
O repúdio por motivos injustificáveis.
 c. (    )
O repúdio tendo em vista o casamento misto, isto é, com descrente.
 
6. O texto de Romanos 7.1-3, pode ser usado como argumento contrário ao divórcio?
 a. (    )
Sim, o texto na realidade, trata do divórcio.
 b. (    )
Não, o texto na realidade, não trata do divórcio.
            c. (    )  É provável que sim, pois o texto fala que a mulher deve está sujeita ao marido.
 
7. Qual o conselho do apóstolo  Paulo a mulher crente que se aparta do marido?
 a. (    )
Que se case com outro e que não se reconcilie novamente com o seu marido.
 b. (    )
Que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido.
 c. (    )
Que fique sem casar e não se reconcilie novamente com o seu marido.
 
b) Escreva, nos parênteses, a letra “C” diante das afirmações corretas e a letra “E” diante das    afirmações erradas:
 
a. (     )
Segundo Levítico 20.10, apenas a mulher era condenada à morte em caso de adultério.
b. (     )
De acordo com a interpretação dos rabinos, a separação poderia ocorrer por motivos banais, injustificáveis.
c. (     )
A carta de divórcio era um documento legal, fornecido pela mulher ao marido repudiado.
d. (     )
Conforme Dt 24.2, a mulher de posse da carta de divórcio poderia se casar com outro homem.
e. (     )
Jesus explicou que Moisés permitiu dar carta de repúdio às mulheres por causa da dureza dos corações.
f. (     )
A iniciativa da separação deve sempre partir do crente.
g. (     )
Se o descrente quiser a separação, o crente não pode ficar sujeito à servidão.
h. (     )
No caso da alternativa anterior, após o divórcio o cristão fica livre para casar-se de novo
 1 Revista Ensinador Cristão, CPAD, nº 11, pág.39
2 CHAMPLIN, Russel Norman. O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo. São Paulo,  Hagnos, 2002. V.1. p.482.
 
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Só se pode requerer: Separação consensual - depois de, no mínimo, dois anos de casados.
Separação judicial - não há necessidade de comprovar tempo mínimo de casamento e pode ser pedida por um dos cônjuges.
Divórcio direto (consensual ou judicial) - tem que comprovar dois anos de separação de fato.
Conversão em divórcio - um ano após a data da decisão que decretou a separação judicial ou da decisão que concedeu a medida cautelar de separação de corpos.

O que é necessário
(Separação Consensual):
Carteira de Identidade ou cópia autenticada.
CIC com cópia autenticada.
Certidão de Casamento com cópia autenticada.
Caso haja filhos, certidão de nascimento com cópia autenticada.

Obs.: Havendo bens, são necessários documentos que os comprovem, com cópias autenticadas. Além disso, deve-se mencionar verbalmente a lista dos bens móveis, caso não hajam documentos comprobatórios, como: geladeira, móveis, eletrodomésticos, etc.

O que é necessário
(Separação Judicial):
Os mesmos documentos exigidos para a separação consensual, acrescentando-se nome e endereço de 3 testemunhas para serem ouvidas na audiência.
Em caso de agressões físicas, fazer o registro de ocorrência policial, bem como o exame de corpo de delito.

Conversão em divórcio consensual ou judicial: Os mesmos documentos exigidos para a separação consensual, acrescentando-se nome e endereço de 3 testemunhas para serem ouvidas na audiência, além da sentença que decretou a separação, devidamente autenticada.

Divórcio direto: Os documentos  são os mesmo exigidos para a separação consensual, além de duas testemunhas para serem ouvidas em audiência. As testemunhas são necessárias para comprovar o lapso temporal da separação de fato.

>www.resende.com.br<  

COMO SE VÊ É MUITO FÁCIL DESMANCHAR, O DIFÍCIL É CONSTRUIR E MANTER. 

- SÓ MESMO COM A AJUDA DE DEUS.

Jo 10.10 O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.

OS EFEITOS DANOSOS DA SEPARAÇÃO DOS PAIS
Pr. Elinaldo Renovato de Lima

Trata-se de um inimigo cruel, capaz de marcar os componentes da família por toda a vida. Normalmente, ele só ataca depois de alguns anos de vida conjugal, podendo, no entanto, ocorrer até poucos meses depois do casamento. As causas da separação dos casais são muitas. O espaço deste trabalho não comportaria sua análise. Entretanto, cremos que a causa principal é a falta do verdadeiro amor num lar que deixou de guiar-se pelos princípios estabelecidos pelo Criador, o instituidor da família.

Para combater esse inimigo, o melhor é evitar suas causas. Já vimos que se deve convidar Deus para fazer parte da união do casal, mesmo muito antes das núpcias, ainda no namoro, ou até, antes. Temos certeza de que um casal, unido pelo amor, sob a direção segura e sábia do Senhor Jesus, jamais será vítima de separação, seja pelo desquite, pelo divórcio ou por qualquer outra quebra do vínculo conjugal.

Muito se tem discutido sobre o assunto no meio evan-gélico. Uns, são a favor do divórcio; outros, são contra; outros, não sabem o que dizer a respeito. Jesus, respondendo a uma pergunta dos fariseus, que indagavam se "é lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo", disse que, no principio, Deus os fez macho e fêmea, e que os dois seriam "uma só carne", não sendo mais dois, "mas uma só carne". Concluindo, o Senhor sentenciou: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mt 19.6). A seguir, o Mestre nos dá a entender que, como recurso extremo para o problema criado por um ato de infidelidade por um dos cônjuges, o divórcio só poderia ser admitido como remédio amargo, e somente nesse caso (Mt 19.9).

Tal permissibilidade se afigurava tão extrema, que os discípulos acharam que não seria interessante casar(Mt 19.10). De qualquer maneira, a separação do casal é um inimigo mortal do lar. De maneira nenhuma procede de Deus. Pelo contrário, estamos certos de que a separação do casal, seja qual for sua natureza, é de origem diabólica, promovi-da pelo príncipe das trevas, atuando sobre a natureza carnal de um ou dos dois cônjuges. É interessante que cada esposo, que cada esposa que professa o nome de Cristo, tenha em mente essa constatação com base na Bíblia. Aque-le que dá causa à separação de um casal torna-se, sem dú-vida, instrumento do Diabo para a destruição do lar. As conseqüências da separação são danos irreparáveis para os membros da família, especialmente para os filhos, que, sem ter nenhuma culpa, tornam-se vitimas de uma trama arquitetada por Satanás.

Os filhos pequenos ou mesmo os de maior idade, ao invés de verem em seus pais um exemplo para suas vidas, passam a ver neles a tristeza da desunião; ao invés de se sentirem seguros vendo os pais unidos no amor verdadeiro, passam a sentir-se inseguros emocional e psicologicamente, vendo se desfazerem os alicerces da construção do lar; ao invés de verem os pais se unirem para defender os inte-resses da família, vêem com tristeza que se separam por interesses egoístas; ao invés de se sentirem como "plantas de oliveira" à roda da mesa, sentem-se como plantas agre-didas pela sequidão da falta de amor. Por causa da separação, todos sofrem. O cônjuge que dá origem ao problema sofre porque não consegue manter-se por muito tempo equilibrado interiormente: seu espírito acaba sentindo as dores da falta de comunhão com Deus, o cônjuge fiel sofre por ver que o Diabo conseguiu desfazer o lar construído com muito amor, à custa de anos e anos de sacrifício.

Os filhos sofrem sem culpa, por um crime que não cometeram. A separação é o resultado das obras da carne. 1~ gerada pela "inimizade, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, invejas, e coisas semelhantes a estas" (Gl 5.20-21). Desse modo, para se evitarem as causas e as conseqüências da separação no lar, deixamos o conselho da Bíblia: "Digo, porém, andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito de Deus, não estais debaixo da lei" (Gl 5.16-18). "Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito. Não sejamos cobiçosos de vanglórias irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros" (Gl 5.22-26). O fruto do Espíritoo - amor - anula a ação do inimigo da separação. (extraído do livro A Família Cristã Nos Dias Atuais, do autor).
 

 

LIÇÃO 1 - A Ética Cristã Face A Ética Dos Homens
LIÇÃO 2 - A Ética Cristã E Os Dez Mandamentos
LIÇÃO 3 - O Cristão E A Guerra
LIÇÃO 4 - O Cristão E O Aborto
LIÇÃO 5 - O Cristão E O Planejamento Familiar
LIÇÃO 6 - O Cristão E A Sexualidade
LIÇÃO 7 - O Cristão E O Divórcio
LIÇÃO 8 - O Cristão E A Pena De Morte
LIÇÃO 9 - O Cristão, A Eutanásia E O Suicídio
LIÇÃO 10 - O Cristão E A Doação De Órgãos Do Corpo
LIÇÃO 11 - O Cristão E As Finanças
LIÇÃO 12 - O Cristão, Os Vícios E Os Jogos
LIÇÃO 13 - O Cristão E A Política

 

 

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