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LIÇÃO 8 - O LOUVOR QUE CHEGA AO TRONO DA GRAÇA
AS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ
Trabalhando em busca da perfeição
Comentarista: Pr. Claudionor de Andrade
Consultor Doutrinário e Teológico:  Pr. Antônio Gilberto
Complementos e Ajuda para professores e alunos: Ev. Luiz Henrique.
QUESTIONÁRIO
 
 
 
 
TEXTO ÁUREO
"Louvai ao Senhor com harpa, cantai a ele com saltério de dez cordas. Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo" (Sl 33.2,3).
 
 
 
VERDADE PRÁTICA
O Cristianismo é uma comunidade de louvor - expressa, através da arte musical, o que DEUS operou em nossa vida.  
 
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda
Sl 150
Tudo que tem fôlego, louve ao Senhor
Terça
Sl 145.1
O nome do Senhor é bendito eternamente
Quarta
Sl 147.1
O louvor é agradável e decoroso
Quinta
Sl 146. 6-10
DEUS é louvado pelos seus atos de justiça
Sexta
Sl 148
Toda a criação deve louvar ao Senhor
Sábado
Sl 149
O louvor na congregação dos santos
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Salmos 33.1-14.
 1 Regozijai-vos no SENHOR, vós, justos, pois aos retos convém o louvor. 2 Louvai ao SENHOR com harpa, cantai a ele com saltério de dez cordas. 3 Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo. 4 Porque a palavra do SENHOR é reta, e todas as suas obras são fiéis. 5 Ele ama a justiça e o juízo; a terra está cheia da bondade do SENHOR. 6 Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito da sua boca. 7 Ele ajunta as águas do mar como num montão; põe os abismos em tesouros. 8 Tema toda a terra ao SENHOR; temam-no todos os moradores do mundo. 9 Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu. 10 O SENHOR desfaz o conselho das nações; quebranta os intentos dos povos. 11 O conselho do SENHOR permanece para sempre; os intentos do seu coração, de geração em geração. 12 Bem-aventurada é a nação cujo DEUS é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para a sua herança. 13 O SENHOR olha desde os céus e está vendo a todos os filhos dos homens; 14 da sua morada contempla todos os moradores da terra.
 
O QUE É LOUVOR?
Encontramos a palavra louvor em toda a Bíblia. Louvar é reconhecer as obras, feitos e promessas de Deus. De acordo com o Salmo 22:3, Deus habita do meio do louvor.
Salmo 22:3 - "Contudo tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel."
A palavra louvor é usada comumente das seguintes formas:
PARA DAR LOUVOR
Salmo 9:1 - "Louvar-te-ei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas."
PARA EXPRESSAR JULGAMENTO FAVORÁVEL
Salmo 8:1 - "Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome; pois expuseste nos céus a tua majestade."
PARA DECLARAR GLÓRIA
Gênesis 29: 34-35 - "De novo concebeu, e deu à luz um filho; então disse: "Esta vez louvarei o SENHOR". E por isso lhe chamou Judá; e cessou de dar à luz."
 
 
Pelo dicionário Priberam, na internet, Louvor é: acto de louvar; elogio; apologia; glorificação.
 
 
O LOUVOR A DEUS

 Sl 9.1,2 “Eu te louvarei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas.
Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.”

A IMPORTÂNCIA DO LOUVOR. A Bíblia constantemente exorta o povo de DEUS a louvar ao Senhor.
(1) O AT emprega três palavras básicas para conclamar os israelitas a louvarem a DEUS: a palavra barak (também traduzida “bendizer”); a palavra balal (da qual deriva a palavra “aleluia”, que literalmente significa “louvai ao Senhor”); e a palavra yadah (às vezes traduzida por “dar graças”).
(2) O primeiro cântico na Bíblia, entoado depois de os israelitas atravessarem o mar Vermelho, foi, em síntese, um hino de louvor e ação de graças a DEUS (Êx 15.2). Moisés instruiu os israelitas a louvarem a DEUS pela sua bondade em conceder-lhes a terra prometida (Dt 8.10). O cântico de Débora, por sua vez, congregou o povo expressamente para louvar ao Senhor (Jz 5.9). A disposição de Davi em louvar a DEUS está gravada, tanto na história da sua vida (2Sm 22.4,47,50; 1Cr 16.4 ,9, 25, 35, 36; 29.20), como nos salmos que escreveu (9.1,2; 18.3; 22.23; 52.9; 108.1, 3; 145). Os demais salmistas também convocam o povo de DEUS a, enquanto viver, sempre louvá-lo (33.1,2; 47.6,7; 75.9; 96.1-4; 100; 150). Finalmente, os profetas do AT ordenam que o povo de DEUS o louve (Is 42.10,12; Jr 20.13; Sl 12.1; 25.1; Jr 33.9; Jl 2.26; Hc 3.3).
(3) O chamado para louvar a DEUS também ecoa por todo o NT. O próprio JESUS  louvou a seu Pai celestial (Mt 11.25; Lc 10.21). Paulo espera que todas as nações louvem a DEUS (Rm 15.9-11; Ef 1.3,6,12) e Tiago nos conclama a louvar ao Senhor (Tg 3.9; 5.13). E, no fim, o quadro vislumbrado no Apocalipse é o de uma vasta multidão de santos e anjos, louvando a DEUS continuamente (Ap 4.9-11; 5.8-14; 7.9-12; 11.16-18).
(4) Louvar a DEUS é uma das atribuições principais dos anjos (103.20; 148.2) e é privilégio do povo de DEUS, tanto crianças (Mt 21.16; ver Sl 8.2), como adultos (30.4; 135.1,2, 19-21). Além disso, DEUS também conclama todas as nações a louvá-lo (67.3-5; 117.1; 148.11-13; Is 42.10-12; Rm 15.11). Isto quer dizer que tudo quanto tem fôlego está convocado a entoar bem alto os louvores de DEUS (150.6). E, se tanto não bastasse, DEUS também conclama a natureza inanimada a louvá-lo — como, por exemplo, o sol, a lua e as estrelas (148.3,4; cf. Sl 19.1,2); os raios, o granizo, a neve e o vento (148.8); as montanhas, colinas, rios e mares (98.7,8; 148.9; Is 44.23); todos os tipos de árvores (148.9; Is 55.12) e todos os tipos de seres vivos (69.34; 148.10).

MÉTODOS DE LOUVOR. Há várias maneiras de se louvar a DEUS.
(1) O louvor é algo fundamental na adoração coletiva prestada pelo povo de DEUS (100.4).
(2) Tanto na adoração coletiva como noutros casos, uma maneira de louvar a DEUS é cantar salmos, hinos e cânticos espirituais (96.1-4; 147.1; Ef 5.19,20; Cl 3.16,17). O cântico de louvor pode ser com a mente (i.e., em idiomas humanos conhecidos) ou com o espírito (i.e., em línguas; 1Co 14.14-16, ver 14.15).
(3) O louvor mediante instrumentos musicais. Neste particular o AT menciona instrumentos variados, de sopro, como chifre de carneiro e trombetas (1Cr 15.28; Sl 150.3), flauta (1Sm 10.5; Sl 150.4); instrumentos de cordas, como harpa e lira (1Cr 13.8; Sl 149.3; 150.3), e instrumentos de percussão, como tamborins e címbalos (Êx 15.20; Sl 150.4,5).
(4) Podemos, também, louvar a DEUS, ao falar ao nosso próximo das maravilhas de DEUS para conosco, pessoalmente. Davi, por exemplo, depois da experiência do perdão divino, estava ansioso para relatar aos outros, o que o Senhor fizera por ele (51.12,13, 15). Outros escritores bíblicos nos exortam a declarar a glória e louvor de DEUS, na congregação do seu povo (22.22-25; 111.1; Hb 2.12) e entre as nações (18.49; 96.3,4; Is 42.10-12). Pedro conclama o povo de DEUS “para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.9). Noutras palavras, a obra missionária é um meio de louvar a DEUS.
(5) Finalmente, o crente que vive a sua vida para a glória de DEUS está a louvar ao Senhor. JESUS  nos relembra que quando o crente faz brilhar a sua luz, o povo vê as suas boas obras e glorifica e louva a DEUS (Mt 5.16; Jo 15.8). De modo semelhante, Paulo também mostra que uma vida cheia de frutos da justiça louva a DEUS (Fp 1.11).

MOTIVOS PARA LOUVAR A DEUS. Por que o povo louva ao Senhor?
(1) Uma das evidentes razões vem do esplendor, glória e majestade do nosso DEUS, aquele que criou os céus e a terra (96.4-6; 145.3; 148.13), aquele a quem devemos exaltar na sua santidade (99.3; Is 6.3).
(2) A nossa experiência dos atos poderosos de DEUS, especialmente dos seus atos de salvação e de redenção, é uma razão extraordinária para louvarmos ao seu nome (96.1-3; 106.1,2; 148.14; 150.2; Lc 1.68-75; 2.14, 20); deste modo, louvamos a DEUS pela sua misericórdia, graça e amor imutáveis (57.9, 10; 89.1,2; 117; 145.8-10; Ef 1.6).
(3) Também devemos louvar a DEUS por todos os seus atos de livramento em nossa vida, tais como livramento de inimigos ou cura de enfermidades (9.1-5; 40.1-3; 59.16; 124; Jr 20.13; Lc 13.13; At 3.7-9).
(4) Finalmente, o cuidado providente de DEUS para conosco, dia após dia, tanto material como espiritualmente, é uma grandiosa razão para louvarmos e bendizermos o seu nome (68.19; 103; 147; Is 63.7)
 
O LOUVOR NA ADORAÇÃO:
Louvar a DEUS é essencial à adoração cristã. O louvor era um elemento-chave na adoração de Israel a DEUS (e.g., Sl 100.4; 106.1; 111.1; 113.1; 117), bem como na adoração cristã primitiva (At 2.46,47; 16.25; Rm 15.10,11; Hb 2.12).
Uma maneira autêntica de louvar a DEUS é cantar salmos, hinos e cânticos espirituais.
O AT está repleto de exortações sobre como cantar ao Senhor (e.g., 1Cr 16.23; Sl 95.1; 96.1,2; 98.1,5,6; 100.1,2). Na ocasião do nascimento de JESUS , a totalidade das hostes celestiais irrompeu num cântico de louvor (Lc 2.13,14), e a igreja do NT era um povo que cantava (1Co 14.15; Ef 5.19; Cl 3.16; Tg 5.13). Os cânticos dos cristãos eram cantados, ou com a mente (i.e. num idioma humano conhecido) ou com o espírito (i.e., em línguas; ver 1Co 14.15). Em nenhuma circunstância os cânticos eram executados como passatempo.
 
O LOUVOR INTIMIDA:
Por esta razão, DEUS nos deu o livro de Salmos - um livro de louvor para o povo de DEUS... Essa coletânea de hinos e orações foi encadeada por um único 'fio' - um coração ansioso por DEUS.
Alguns são desafiantes. Outros, reverentes. Alguns deveriam ser cantados. Outros são orações. Alguns são intensamente pessoais. Outros parecem ter sidos escritos como se o mundo inteiro fosse usá-los...
A própria variedade deveria nos lembrar de que o louvor é pessoal. Não existe uma fórmula secreta. Cada um louva de forma diferente. Mas todos devem louvar." (LUCADO, Max. Promessas inspiradoras de DEUS. RJ:CPAD, 2005, p.49.)
 
DIFERENÇA ENTRE LOUVOR E ADORAÇÃO:
Jamais devemos confundir a adoração com o louvor, pois:
Louva-se a DEUS pelo que ELE fez ou faz, ou vai fazer, mas adora-se a ELE pelo que ELE é;
O louvor é um agradecimento a DEUS, a adoração é um engrandecimento de DEUS;
O louvor nasce em nossa alma e precisa da participação de outras pessoas e às vezes de instrumentos musicais e de cânticos, a adoração é individual e nasce dentro de nós, em nosso espírito, pode ser feita sem participação de outras pessoas, é pessoal;
O louvor chega aos átrios, a adoração chega ao santo dos santos (presença de DEUS);
No louvor são usados o corpo e a alma; na adoração são usados o corpo (mortificado), a alma (lavada no sangue de JESUS) e o espírito (“recriado”);
Para louvar a DEUS não é preciso comunhão com o ESPÍRITO SANTO, pois até a natureza e os animais o louvam (Sl 148, 149, 150); para se adorar a DEUS é preciso uma estreita comunhão com o ESPÍRITO SANTO, pois é ELE que nos transporta ao trono.
O louvor é um aceno e cumprimento, a adoração é um abraço e um beijo cheio de amor.
Tomemos como exemplo um marido que dá um fogão de presente à sua esposa e manda entregar em sua casa. A esposa louva ao marido pelo seu ato de amor, mas quando o mesmo chega em casa ela o abraça e beija agradecida e cheia de amor (isso é adoração).
Para louvar não é preciso nascer de novo, para adorar só com espírito “recriado” (ligado a DEUS pelo novo nascimento, através do ESPÍRITO SANTO).
Observação: Por isso se vê tão poucos adoradores e tantos que louvam.
Aos homens se aplaude (manifestação externa), a DEUS se adora (manifestação interna).
O louvor é momento, a adoração é uma vida no altar.
Devemos sempre louvar a DEUS, mas acima de qualquer outra coisa O adorarmos em ESPÍRITO e em Verdade.
O louvor leva à adoração, portanto nunca deixemos de Louvar ao nosso DEUS.
 
O louvor evangeliza, ganha almas, une povos, exalta a DEUS.  
 
O Que Cantar?
Texto Base:Salmos 100“Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os moradores da Terra. Servo ao Senhor com alegria, e apresentai-vos a ele com canto ... Porque o Senhor é bom, e eterna a Sua misericórdia; e a Sua verdade se estende de geração a geração”.
Quando apresentamos um hino de Adoração na Igreja, a quem ele se destina? Teoricamente dizemos que o estamos apresentando a Deus, ou no mínimo em Seu louvor (o que são coisas diferentes).
Sendo verdade o que dizemos, como justificar os critérios pelos quais selecionamos nossos “hinos”?
- Gosto desse
- Acho “bonito”
- Agrada à Igreja
- “Me sinto” bem ao ouvi-lo
Não deveria o gosto de Deus ser considerado em primeiro lugar? Dedicamos a Deus os hinos, mas o excluímos na hora de escolhê-los. É como dar um presente sem levar em consideração o gosto do presenteado.
Muitas vezes Deus, seu gosto e sua glória são lembrados apenas no momento da justificativa, de forma a manter as aparências.
Os mais antigos criticam os jovens pelos ritmos presentes em seus cânticos, mas escolhem melodias carregadas de emotividade, como era a música popular de seu tempo. Nosso gosto não é um padrão confiável.
Como será a música no Céu? É melhor que tentemos nos acostumar com ela aqui.
 
 
 
 
OBSERVAÇÕES SOBRE RITMOS e o “LOUVOR” nA LITURGIA
“São todos os ritmos apropriados ao louvor, na igreja?”.
Para tratar dessa questão, eu poderia ter entrado no chamado “Princípio Regulador”, que descreve a orientação do culto reformado, no qual somente as coisas diretamente comandadas por DEUS devem fazer parte da liturgia. Ocorre que, tomado literalmente, não existe uma única igreja nossa que se enquadre na interpretação mais rígida do “Princípio”, mesmo aquelas pastoreadas ou freqüentadas por seus mais ávidos proponentes. Até nas mais conservadoras encontramos o coro da Igreja, devidamente fardado sob o nosso escaldante calor tropical, entoando belos hinos ao Senhor – alguém pode me indicar onde isso está prescrito no Novo Testamento? Mesmo em nossas igrejas co-irmãs da Escócia – supostas praticantes coerentes do “princípio regulador”; aquelas que defendem que o Antigo Testamento não tem nada a nos dizer sobre a liturgia do Novo Testamento, que são contra a utilização de instrumentos musicais e onde somente os Salmos são entoados, não existe coerência. Os Salmos são cantados, porém com músicas e métricas geradas por mentes de cristãos que viveram milênios após a escrita dos textos bíblicos e as letras são adaptações, para se enquadrar na métrica. Isso sem falar que a tentativa é de uma liturgia neo-testamentária, que, na parte da música é totalmente dependente do Antigo Testamento – pois lá é que encontramos os Salmos. Nessas igrejas, todas as palavras dos Salmos devem ser cantadas com fervor, mas se encontramos aqueles trechos que falam dos instrumentos musicais temos que ignorar tanto o texto como a eles, e considerando-os parte de uma outra era – dá para perceber alguma incoerência nisso? Recorrer, portanto a um exame aprofundado, complexo e possivelmente infrutífero, na definição e aplicabilidade do “princípio regulador”, não responderia a questão, traria outras à tona e é uma reflexão necessária que tem que ser levada a cabo em outra arena. Preferi, portanto, responder o assunto dentro do direcionamento geral que temos nas escrituras e do senso comum que DEUS nos concedeu, em vez de invocar nossas raízes históricas.
Quando procuramos na Palavra de DEUS não encontramos restrição ou classificação intrínseca de ritmos, como existindo os que são “maus”, e os que são “bons”. Sei que inúmeros livros têm sido escrito, no campo evangélico, sobre as raízes malévolas de certos ritmos e é certo que os ritmos estimulam as pessoas a diferentes estados de espírito, mas permito-me desconfiar das conclusões supostamente científicas e das conexões traçadas por tais trabalhos. Na maioria das vezes temos apenas uma coletânea de opiniões pessoais e ilações infundadas. Às vezes, somos levados à dedução de que o único cântico admissível na igreja seria, preferencialmente, o gregoriano, de alguns séculos atrás, sem muita variação musical ou harmonia.
A realidade é que a Bíblia parece aceitar a utilização de ritmos na adoração. Com certeza existiam os Salmos “mais agitados” e os “mais lentos’. Independentemente de tratarmos de “liturgia do VT” ou “do NT”; do templo, da sinagoga ou da igreja primitiva, DEUS permanece o mesmo e o seu agrado/desagrado não deve ter sido modificado na Nova Aliança. Assim, qualquer investigação sem idéias preconcebidas, verificará que instrumentos diversos e variados foram utilizados pelos fiéis e aceitos por DEUS, na adoração de sua pessoa.
Como já frisamos, entretanto, independentemente da letra, existe uma empatia entre melodia e ritmo, e o estado de espírito provocado nos cantantes/adoradores. Ou seja, um ritmo agitado em uma hora de contrição é uma contradição de bom senso (algo há muito perdido em nossas igrejas). Não deveríamos precisar de uma profunda exposição teológica para substanciar isso. Um ritmo lento, ou em tom (clave) menor, numa ocasião de festa, de acampamento, por ocasião de uma caminhada, é também uma contradição de bom senso. Quando esse julgamento é quebrado, na igreja, faz-se também violência aos que estão sinceramente procurando adorar. O Salmo 33.3 nos orienta a cantar “com arte” (qualidade, propriedade, musicalidade, harmonia) e “com júbilo” (entusiasmo). Isso nos indica que intensa qualidade musical deve ser objetivada no louvor a DEUS e, por outro lado, que é um erro equacionarmos espiritualidade, com um cântico “morto” destituído de entusiasmo, sem o envolvimento de todo o nosso ser.A maioria dos Salmos possui títulos que grande parte dos eruditos bíblicos considera como sendo parte do texto original. Essa conclusão ocorre não somente porque se encontram nos manuscritos mais antigos, como também porque muitos estão incorporados ou intrinsecamente ligados ao texto, mas também porque outros livros bíblicos (Exs.: 2 Sm 22 e Habacuque 3) trazem tanto salmos como os seus títulos em seus textos inspirados. No livro dos Salmos, os títulos, muitas vezes, classificam aqueles cânticos quanto às diferentes ocasiões nas quais deveriam ser entoados. A indicação parece ser a de que existiam melodias e ritmos próprios para cada situação, por exemplo: “cântico de romagem [marcha]” (Salmo 120); “salmo didático, para cítara” (Salmo 53); “para instrumento de corda” (Salmo 4); “para flautas” (Salmo 5). Cada dirigente de música ou líder eclesiástico, em nossas igrejas, deveria levar essa questão em consideração utilizando a massa cinzenta que DEUS lhes deu para discernir os ritmos apropriados e impedir aberrações na liturgia.No que diz respeito à letra, as Escrituras dão considerável ênfase à linguagem dos cânticos. Em Efésios 5:19, a força da prescrição está na comunicação que os cânticos devem apresentar:  “falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais”. Ou seja, é totalmente destituído de valor o cântico no qual não existe concentração na letra, ou quando esta não reflete os ensinamentos da Palavra, ou quando é entoado mecanicamente, só pelo ritmo ou melodia. A passagem paralela, em Colossenses 3:16, também enfatiza o aspecto de comunicação e exortação através dos cânticos, sempre fundamentados na Palavra de DEUS (ou, como traz o texto, na Palavra de CRISTO): “Habite, ricamente, em vós a palavra de CRISTO; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a DEUS, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração”.  Não resta dúvida, pois, que as letras, ou as palavras, devem refletir os ensinamentos bíblicos e comunicar coisas inteligíveis aos participantes. Hinos, corinhos, cânticos que não comunicam ou que têm palavras antigas, anacrônicas, obsoletas, obscuras ou hebraismos / helenismos desconhecidos dos que cantam e/ou ouvem -- fogem à característica bíblica da adoração, na qual a comunicação é parte importantíssima. Vale a pena, portanto, perguntarmos, será que todos sabem, mesmo, o que é El-Shadai? E o que deveríamos pensar do “...lá, lá, lá, lá...” tão freqüente nos cânticos contemporâneos? Estão comunicando o que?
O grande problema contemporâneo que encontramos, acredito, reside em dois pontos cruciais:
(1) Um anacronismo enrustido de uns – esses acham que algo para ser bom, cristão e próprio tem que ser velho e maçante;
(2) Uma ingenuidade gratuita de outros, que, se deixada ao bel-prazer, vira arrogância e descaso pelo bem estar espiritual dos demais irmãos. Esses demonstram desconsideração para com a sanidade estética, mental e auditiva dos fiéis. Esses ingênuos arrogantes, aceitam QUALQUER RITMO, desde que “cristianizado” ou “biblicizado” – como sendo legítimo e apropriado a qualquer hora. O mais aberrante é a mistura indiscriminada de ritmos, um atrás do outro, sem uma direção ou conceito maior de que o objetivo global é levar os fiéis aos diversos estágios de adoração com transição suave e racional, entre um momento e o seguinte. É nesse sentido que o momento de “louvor” torna-se, para muitos, uma verdadeira “hora da tortura”. É verdade que muitos participam ativamente, mas são inconseqüentemente liderados por dirigentes que não colocaram o mínimo esforço na seleção e verificação do que seria cantado, e nem se preocuparam na adequação dos cânticos com o momento, ou local. Isso sem falar na existência de verdadeiras “trash gospel songs”, que não passariam no mais brando teste de qualidade musical, sob qualquer critério, mesmo o secular, não evangélico.    
Em outras palavras, a tônica atual é de espontaneidade, como se espontaneidade fosse sinônimo de “espiritualidade”. Nem a rigidez estéril e cadavérica é “espiritual” nem a aleatoriedade desregrada.  A ênfase bíblica nos levará mais para uma liturgia planejada e estruturada de adoração a DEUS, do que um desenvolvimento aberto, definido “na hora”. Mas, nos dias de hoje, o momento de louvor é levado como se fosse uma hora independente de “vale tudo” divorciado dos demais aspectos do culto. Reconhecemos que, às vezes, pastores e líderes criteriosos se preocupam com as palavras dos cânticos. Isso é bom e necessário, mas não é o suficiente. Quem está fazendo a seleção e a adequação dos ritmos (não me refiro a banir marcação rítmica, pura e simplesmente, como já qualifiquei acima)? Quem está preocupado com a qualidade musical? Quem está selecionando os cantores (normalmente, canta quem quer ou se auto-impõe, quer tenha voz, quer não)? Quem está orientando os líderes da “hora do louvor” para que sejam líderes de cânticos (se têm competência para tal) e não fontes de sermões, puxões de orelha em irmãos de cabeça branca, ou passíveis de arroubos “espirituais” que, em muitas ocasiões, contradizem todos os ditames doutrinários da denominação que os abriga? Quem tem a mão no botão de controle do volume? É necessário que toda a congregação tenha de ficar refém e à mercê da sub-sensibilidade auditiva de alguns? 
Acredito que podemos ser consideravelmente abrangentes na nossa aceitação de ritmos e melodias. Creio que podemos louvar a DEUS de muitas maneiras e formas, expressando toda a variedade recebida dele, em nossa formação cultural e nacional. Mas louvor é coisa séria e essas questões acima não podem simplesmente ser ignoradas. Muitas igrejas não deixariam um pastor qualquer subir no seu púlpito e pregar um sermão aos fiéis. Exigem preparo, referência, anos de seminário, aprovação por um presbitério, tutores, orientadores, testes, etc. Mas escancaram as portas para o doutrinamento e a palavra de autoridade advinda de pessoas que podem até estar cheias de sinceridade, mas igualmente repletas de inexperiência e falta de preparo para orientarem doutrinariamente o povo de DEUS.
Uma outra questão, que tem que ser aferida, é a utilização de músicas conhecidas com letras evangélicas. Sabemos que isso ocorre nos hinos, de uma forma geral. Por exemplo, nosso antigo hino: “Da linda pátria estou, bem longe...” é uma canção folclórica Norte Americana, bem como o Hino No. 113: “Achei um bom amigo”. Assim, muitos outros hinos nossos procedem do folclore de outras nações; a música Italiana “Sole Mio” já serviu para várias versões de hinos. Entretanto, quando a música utilizada é contemporânea demais, é impossível divorciar a letra original do que está sendo cantado. Por exemplo, já cantei várias vezes, em diversas igrejas, a letra de “glória, glória, aleluia...” com a música de “Asa branca”. “Casa” direitinho – a métrica é idêntica. Só que toda vez que canto só me lembro de “Asa Branca” e de Luiz Gonzaga. Dita o bom senso que essa situação não conduz à plena adoração. Só essa constatação bastaria para mostrar que não é sábio trasladar músicas contemporâneas, de outras canções, para cânticos eclesiásticos. Mas existe ainda uma falta de gosto total, de propriedade, de sabedoria e de avaliação do ridículo com transmutações na qual a associação é com ritmos e músicas que têm uma letra ou mensagem, às vezes, até imoral, sendo totalmente impossível o cântico sem a lembrança do original, corrompendo, em vez de edificar. Tal é o caso do “Segura o Tcham” que recebeu letra “evangélica”, na Bahia, como “Segura o Cão”. Parece brincadeira mas é verdade, ainda que tenha sido em uma “Igreja Universal”. Da forma como se encaminham as coisas, qualquer hora dessas essa moda chega no nosso meio.
Realmente, a questão de ritmos não é uma questão na qual a Bíblia legisla claramente. Cada um de nós, portanto, tem que formar a sua própria opinião, sempre procurando os valores maiores expressos na Palavra de DEUS, em nossos relacionamentos pessoais, sem nunca esquecer a primazia da verdade clara sobre nossas conclusões pessoais. Por último, existe um outro aspecto de nossa liturgia que merece ser levantado. Alguém, em algum lugar, decidiu (e não extraiu da Palavra) que os cânticos não podem estar mesclados com os diversos passos da liturgia, mas devem ser cantados de uma só vez, na chamada “hora de louvor”. Mais sério ainda, alguém achou que só se pode louvar a DEUS em cânticos se estivermos em pé. Apesar de já ter dobrado o cabo da boa esperança, não estou tão velho assim, mas confesso que é difícil e me canso de ficar em pé 20, 30, às vezes 45 minutos seguidos, entre tentativas de concentração de Louvar a DEUS afastando os pensamentos pouco santos contra o inventor que me obrigou a tal tortura. Hinos podem ser cantados sentados; mas “cânticos espirituais”, só podem ser entoados de pé. Alguém sabe quem legislou isso? Mereceria termos uma palavrinha com ele.  
 
Um Cântico Novo
Salmos 33:3“Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo”.
Que cântico novo seria este, senão o cântico de um novo coração, transformado segundo a vontade de Deus? Um cântico realmente inspirado pelo ESPÍRITO SANTO. 
Salmos 96:6“Adorai o Senhor na beleza da Sua Santidade”.
 
 
APLICAÇÃO PESSOAL
"Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a DEUS, e os outros presos escutavam" (At 16.25). O silêncio noturno foi cortado pelo suave cicio da oração. Os únicos instrumentos que acompanhavam o louvor dos acorrentados eram os grilhões soturnos. Na tormenta, Paulo e Silas adoravam! Na angústia, suplicavam! A dor foi vencida pela oração. A tristeza renegada pelo louvor a DEUS. Somente os que descobriram o poder da oração e do louvor são capazes de adorar no centro do furacão. O turbilhão era apenas mais um ritmo para compor os mais melodiosos versos ao glorioso Senhor: "Andando eu no meio da angústia", dizia o salmista, "tu me revivificarás" (Sl 138.7). E assim ocorreu com os denodados missionários. O DEUS que ouviu os apóstolos na prisão é o mesmo que atende as nossas orações e louvores hoje. Adoremos ao Senhor "na beleza da santidade". Se tremermos diante dEle, o cárcere estremecerá diante de sua majestosa presença (Sl 96.9).
 
 
RESUMO DA LIÇÃO 8
O LOUVOR QUE CHEGA AO TRONO DA GRAÇA
Palavra Chave: Música
Arte e ciência de combinar os sons de modo agradável.
I. O QUE É O CÂNTICO CONGREGACIONAL
Música sacra e o cântico congregacional.
1. A música sacra.
Objetivo primacial enaltecer a DEUS.
2. O cântico congregacional.
Participação de toda a congregação.
II. OS FUNDAMENTOS DA MÚSICA SACRA
1. O preparo teológico dos músicos e compositores bíblicos.
Os compositores bíblicos foram notáveis teólogos.
2. Qualificações de um músico verdadeiramente cristão.
Teólogo que verseja o conhecimento bíblico.
III. A MÚSICA NO CRISTIANISMO PRIMITIVO
A função da música em sua liturgia.
1. O exemplo do próprio CRISTO (Mt 26.30).
Na noite de sua paixão
2. A doutrina litúrgica de Paulo.
É o culto público.
CONCLUSÃO
Tem você cultuado a DEUS na beleza de
sua santidade, como a Bíblia o requer?
 
 
SINOPSE DO TÓPICO (1)
A música sacra e o cântico congregacional são dois elementos indispensáveis na liturgia do culto cristão.
SINOPSE DO TÓPICO (2)
Aos músicos e compositores bíblicos exige-se não somente a arte, mas principalmente correção doutrinária, pois eles, à semelhança de Davi, são também teólogos.
SINOPSE DO TÓPICO (3)
Liturgia é o culto público que prestamos a DEUS, enquanto o formalismo é o culto que, embora belo, é destituído de seu real valor.
REFLEXÃO
"Quanta virtude cada um possui, melhor se manifesta na ocasião da adversidade; pois as ocasiões não fazem o homem fraco, mas revelam o que ele é."(Tomás de Kempis)
 
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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 8 - O LOUVOR QUE CHEGA AO TRONO DA GRAÇA.
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2º TRIMESTRE DE 2008
 
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Louvai ao Senhor com ______________, cantai a ele com ________________ de dez cordas. Cantai-lhe um cântico _____________________; tocai bem e com júbilo" (Sl 33.2,3).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
O Cristianismo é uma comunidade de _________________ - expressa, através da _______________ musical, o que __________ operou em nossa vida.
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
3- No maior livro das Sagradas Escrituras, o de Salmos, quem escreveu o Saltério Hebreu, enaltecendo sublime e altissonantemente o DEUS de Israel? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Davi, Asafe, Salomão, Moisés, os filhos de Moisés e os de Jerudum.
(    ) Davi, Asafe, Abraão, Moisés, os netos de Jedutun e os de Corá.
(    ) Davi, Asafe, Salomão, Moisés, os filhos de Jedutun e os de Corá.
 
I. O QUE É O CÂNTICO CONGREGACIONAL
4- O que é a música sacra e qual seu objetivo primacial? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) É a arte que, dispondo das ciências musicais e acústicas, das cordas vocais e de instrumentos músicos. Enaltecer a DEUS como o Criador e Mantenedor de todas as coisas através da harmonia, melodia e ritmo.
(    ) É a parte da adoração, nas ciências musicais e acústicas, das cordas vocais e de instrumentos músicos. Enaltecer a DEUS como o Criador e Mantenedor de todas as coisas através da harmonia, melodia e ritmo.
(    ) É a arte que, dispondo das músicas cantadas nas cordas vocais e nos instrumentos músicos. Agradecer a DEUS por ser Criador e Mantenedor de todas as coisas através da oração.
 
5- Segundo a Bíblia, quem foi o primeiro ser humano a interessar-se pela arte musical (Gn 4.21)? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) jubal.
(    ) Tubal.
(    ) Tubal-Jaim.
 
6- O que é o cântico congregacional? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) É a consagração de toda a congregação pelos hinos em louvores diversos.
(    ) É a manifestação de pesar de toda a congregação em cânticos noturnos.
(    ) É a participação de toda a congregação dos fiéis nos hinos em louvor ao Todo-Poderoso.
 
7- Com quem se deu, no início, o cântico congregacional organizando os músicos e cantores em turnos e corais? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Com o rei Salomão, segundo podemos depreender da história do Filho de Davi.
(    ) Com o rei Davi, segundo podemos depreender da história do Filho de Jessé.
(    ) Com o sacerdote Joiada, segundo podemos depreender da história de Israel.
 
8- Quando o cântico congregacional atingiu o auge e por que? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) No reinado de Davi porque sustentou-os, a fim de que o culto a Jeová fosse coroado de glória e divino resplendor.
(    ) No reinado de Salomão porque sustentou-os, a fim de que o culto a Jeová fosse coroado de glória e divino resplendor.
(    ) No reinado de Jeroboão porque sustentou-os, a fim de que o culto a Jeová fosse coroado de glória e divino resplendor.
 
II. OS FUNDAMENTOS DA MÚSICA SACRA
9- Como se deu o preparo teológico dos músicos e compositores bíblicos? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Os compositores bíblicos foram notáveis músicos e dançarinos.
(    ) Os compositores bíblicos foram notáveis musicistas, compositores e maestros.
(    ) Os compositores bíblicos foram notáveis teólogos.
 
10- Quem eram os músicos e compositores bíblicos? Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:
 
 
O autor do Salmo 90, legislador dos hebreus e o maior profeta do Antigo Testamento.
 
Jeremias
Mostra a alegria que deve acompanhar o servo de DEUS nas adversidades e tribulações.
Davi
Cantou os sofrimentos do Messias, retratando-lhe o ministério com vivas cores.
Asafe
Considerado profeta do Senhor, compôs a maioria dos salmos.
Salomão
 
No Salmo 73, louva ao Senhor tratando de um dificílimo problema existencial.
Moisés
Celebrado por DEUS como o mais sábio dos homens, além de compor os cantares, os provérbios e o Eclesiastes, deixou-nos o salmo de número 127.
Habacuque
Inspirado pelo ESPÍRITO SANTO, cantou as tristezas e desditas da Cidade Santa.
Isaías
 
 
11- Quais as qualificações de um músico verdadeiramente cristão? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(    ) De um músico sacro exige-se não somente a arte, mas principalmente a correção doutrinária.
(    ) O músico é o teólogo que verseja o conhecimento bíblico.
(    ) Deve ser um excelente dançarino e esmerado compositor.
(    ) O músico, com singular habilidade, harmoniza e ritma a verdadeira teologia.
 
12- Quem compôs alguns dos nossos famosos hinos da harpa cristã, cite pelo menos três? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Ambrósio, Martinho Lutero e Charles Wesley.
(    ) Apolônio, Martinho Lutero e Charles Finney.
(    ) Aristarco, Martinho Lutero e Charles Wesley.
 
13- O que aconteceu com a música sacra devido ao esfriamento do amor à Palavra de DEUS? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Foi logo substituída por excelentes melodias atualizadas.
(    ) Foi logo substituída por maravilhosos cânticos espirituais.
(    ) Foi logo substituída por arremedos melódicos e heréticos.
 
III. A MÚSICA NO CRISTIANISMO PRIMITIVO
14- Dê exemplo do próprio CRISTO, quanto ao valor da música: Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Na noite de sua paixão, o Senhor JESUS  cantou no cárcere um hino, mostrando que, mesmo nos momentos mais difíceis e lutuosos, é possível entoar louvores ao Pai Celeste.
(    ) Na noite de sua paixão, o Senhor JESUS  cantou um hino com seus discípulos, mostrando que, mesmo nos momentos mais difíceis e lutuosos, é possível entoar louvores ao Pai Celeste.
(    ) Na noite de sua paixão, o Senhor JESUS  cantou um hino com os soldados romanos, mostrando que, mesmo nos momentos mais difíceis e lutuosos, é possível entoar louvores ao Pai Celeste.
 
15- Qual a diferença entre Liturgia e Formalismo? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Liturgia é o culto individual que prestamos a DEUS; já formalismo, é o culto que, embora belo, é destituído de seu real valor.
(    ) Liturgia é o culto público que prestamos a DEUS; já formalismo, é o culto que, embora belo, é destituído de seu real valor.
(    ) Liturgia é o culto público que prestamos a DEUS; já formalismo, é o culto que, embora belo, é destituído da presença do povo.
 
16- O que acontece quando nos reunimos para cultuar a DEUS? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Um tem salmo, outro apresenta danças espirituais e ainda outro, a doutrina cristã.
(    ) Um tem dança, outro apresenta cânticos espirituais e ainda outro, a doutrina cristã.
(    ) Um tem salmo, outro apresenta cânticos espirituais e ainda outro, a doutrina cristã.
 
17- Como podemos deduzir que o apóstolo Paulo, à semelhança do Senhor JESUS , utilizava-se também, em suas devoções, da música sacra?
(    ) Quando encarcerado em Filipos, de tal forma cantou juntamente com Silas, que o seu louvor a DEUS veio a abalar os alicerces da prisão.
(    ) Quando encarcerado em Filipos, de tal forma cantou juntamente com Marcos, que o seu louvor a DEUS veio a abalar os alicerces da prisão.
(    ) Quando encarcerado em Filipos, de tal forma cantou juntamente com Timóteo, que o seu louvor a DEUS veio a abalar os alicerces da prisão.
 
CONCLUSÃO
18- Tem você cultuado a DEUS na beleza de sua santidade, como a Bíblia o requer? Coloque "X" na resposta correta:
(    ) Sim.
(    ) Não.
(    ) Vou iniciar hoje mesmo.
 
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BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
JEREMIAH, D. O desejo do meu coração. RJ: CPAD, 2006.
KLAUBER. Marcio. O caminho do adorador. RJ: CPAD, 2006.
  SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 34, p.40.
 
 
Ajuda:
CPAD - www.cpad.com.br - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
www.escoladominical.com.br  -  www.ebdweb.com.br
http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/videosebdnatv.htm   (VÍDEOS da EBD na TV)
BÍBLIA ILUMINA EM CD - Bíblia de Estudo NVI EM CD - Bíblia Thompson EM CD.
Nosso novo endereço: http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/
F. Solano Portela Neto - Presbítero na Igreja Presbiteriana de santo Amaro (http://www.thirdmill.org/files/portuguese/39201~9_19_01_10-14-53_AM~Observa%C3%A7%C3%B5es_sobre_Ritmos_e_o.html)
(http://www.musicaeadoracao.com.br/palestras/adoracao_louvor1.htm) 
 
 
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