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TEXTO ÁUREO: “Antes que eu te formasse no ventre, eu
te conheci; e, antes que saísses da madre, te santifiquei e às nações te dei
por profeta” (Jr 1.5).
ANTES QUE EU TE FORMASSE... TE SANTIFIQUEI. Antes de Jeremias
nascer, Deus já havia determinado que ele seria profeta. | Segunda | Rm 5.3,4 |
O sofrimento não conduz ao erro, antes revela o caráter
do cristão.
3E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que
a
tribulação produz a paciência;4e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança.
NOS GLORIAMOS NAS TRIBULAÇÕES. Paulo alista
"tribulações" como uma das bênçãos da salvação em Cristo.
(1) A palavra "tribulação" refere-se a todos
os tipos de provações que podem nos afligir. Isto inclui coisas como
necessidades financeiras ou materiais, circunstâncias difíceis, tristeza,
enfermidade, perseguição, maus tratos ou solidão.
(2) Em meio a estas aflições, a graça de Deus
nos capacita a buscar mais diligentemente a sua face e produz em nós um
espírito e caráter perseverantes, que vencem as provações e as aflições da
vida. A tribulação, ao invés de nos levar ao desespero e à desesperança,
produz a paciência (v. 3), a paciência produz a experiência (v. 4), e a
experiência resulta numa esperança madura que não decepciona (v. 5).
(3) A graça de Deus nos capacita a olhar
além dos nossos problemas presentes, nossa ardente esperança em Deus e a
certeza garantida da volta do nosso Senhor para estabelecer a justiça e a
piedade no novo céu e nova terra (1 Ts 4.13; Ap 19-22). Entrementes,
enquanto estivermos na terra, temos o amor de Deus derramado em nosso
coração pelo Espírito Santo a fim de nos consolar em nossas provações e
trazer até nós a presença de Cristo (Jo 14.16-23) |
| Terça | Tg 1.2-4 |
Às vezes, Deus permite o sofrimento para o
amadurecimento em Cristo.
2
Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações,3
sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.4
Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e
completos,
sem faltar em coisa alguma.
1.2 TENTAÇÕES. A palavra "tentações" (gr.
peirasmos) refere-se, aqui, às perseguições e aflições que o crente sofre
nesta vida da parte do mundo ou de Satanás.
(1) O crente deve enfrentar essas provações
com alegria (cf. Mt 5.11,12; Rm 5.3; 1 Pe 1.6), porque isso desenvolverá
nele uma fé perseverante, uma personalidade experiente e uma esperança
madura (cf. Rm 5.3-5). Nossa fé somente pode chegar à plena maturidade
quando confrontada com dificuldades e oposição (vv. 3,4).
(2) Tiago chama tais provações de "a
prova da vossa fé" (v.3). Às vezes, as provações vêm sobre o crente a fim
de que Deus possa testar a sinceridade da sua fé. Não há nada nas
Escrituras dizendo que as aflições da vida são sempre uma evidência de que
Deus está insatisfeito conosco. Podem ser um sinal de que Ele reconhece
nossa firme dedicação a Ele (cf. Jó 1;2). 1.4 SEJAIS PERFEITOS. "Maduros" (gr. teleios) transmite a idéia bíblica de perfeição no sentido de relacionamento correto com Deus, que frutifica no empenho sincero de amá-lo de todo o coração em obediência irrestrita e uma vida inculpável (Dt 6.5; 18.13; Mt 22.37; ver 1 Ts 2.10). |
| Quarta | Hb 4.12 |
O poder da Palavra de Deus para a cura interior.
12
Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que
qualquer espada
de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das
juntas e medulas,
e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
A PALAVRA DE DEUS A palavra de Deus
mostra quem vai entrar no repouso de Deus. Ela é uma espada cortante que
penetra no mais íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e
motivos são espirituais ou não (vv. 12,13). Tem dois gumes e corta, ou
para nos salvar ou para nos condenar à morte eterna (cf. Jo 6.63; 12.48).
Por isso, nossa atitude para com a palavra de Deus deve ser achegar-nos a Jesus como nosso sumo sacerdote (vv. 14-16). |
| Quinta | Hb 9.14 |
O sangue de Jesus purifica a nossa consciência.
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quanto mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, se ofereceu a
si mesmo
imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas, para
servirdes
ao Deus vivo?
O SANGUE DE CRISTO. O sangue de Jesus Cristo é
o ponto principal do conceito de redenção no NT (1 Co 10.16; 11.27; Ef
2.13; 1 Pe 1.2; Ap 7.14; 12.11). Cristo, ao morrer na cruz, deu seu sangue
inocente a fim de remover nossos pecados e nos reconciliar com Deus (5.8;
Rm 5.19; Fp 2.8; cf. Lv16). Pelo seu sangue, Cristo efetuou as seguintes
coisas:
(1) O perdão dos pecados de todos aqueles que
se arrependem e crêem (Mt 26.28).
(2) O resgate dos crentes do poder de Satanás
e dos poderes malignos (At 20.28; Ef 1.7; 1 Pe 1.18,19; Ap 5.9; 12.11).
(3) A justificação de todos os que nEle crêem
(Rm 3.24,25).
(4) A purificação da consciência do crente a
fim de que este possa servir a Deus sem culpa e com toda a certeza (9.14;
10.22; 13.18).
(5) A santificação do povo de Deus (13.12; 1
Jo 1.7-10).
(6) A abertura do caminho para o crente chegar
diretamente diante de Deus por meio de Cristo para obter graça,
misericórdia, ajuda e salvação (10.19; 7.25; Ef 2.13,18).
(7) A garantia de todas as promessas do novo
concerto (10.29; 13.20; Mt 26.28; 1 Co 11.25).
(8) A contínua aplicação do poder
reconciliador e purificador do sangue de Cristo no crente à medida que
este se aproxima de Deus por meio de Cristo (7.25; 10.22; 1 Jo 1.7). |
| Sexta | 1 Jo 1.7 | O sangue de Jesus purifica-nos de todo pecado. 7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado. ANDARMOS NA LUZ. Isso significa crer na verdade de Deus, conforme revelada na sua Palavra e esforçar-se sincera e continuamente por sua graça, para cumpri-la por palavras e obras. "O sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos purifica de todo pecado", refere-se à obra contínua da santificação dentro do crente, e à purificação contínua, pelo sangue de Cristo, dos nossos pecados involuntários. É provável que aqui João não esteja pensando nos pecados deliberados contra Deus, já que está falando em andar na luz. Essa purificação contínua propicia a nossa íntima comunhão com Deus. |
| Sábado | Jo 8.32-36 |
A libertação em Cristo é completa.
32
e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
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Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém;
como dizes tu: Sereis livres?
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Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que
comete pecado é servo do pecado.
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Ora, o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre.
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Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres.
8.32 A VERDADE VOS LIBERTARÁ. No contexto da
existência e conhecimento humanos, muitas coisas são verdadeiras. Há, no
entanto, uma só verdade que libertará as pessoas do pecado, da destruição
e do domínio de Satanás a verdade de Jesus Cristo, que se acha na Palavra
de Deus. Seguem-se algumas observações a respeito desta verdade:
(1) As Escrituras, especialmente a revelação
original de Cristo e dos apóstolos do NT, dão testemunho da verdade que
nos liberta do pecado, do mundo e do poder demoníaco (ver Ef 2.20).
(2) Não é necessário mais revelações de
"verdades" para completar o evangelho de Cristo, ou para torná-lo mais
adequado. (3) A verdade salvífica é revelada da parte de Deus somente "pelo seu Espírito" (1 Co 2.10); não procede de nenhuma pessoa, nem da sabedoria humana (1 Co 2.12,13). 8.36 VERDADEIRAMENTE, SEREIS LIVRES. O não-salvo é escravo do pecado (v. 34; Rm 6.17-20). Escravizado pelo pecado e por Satanás, é forçado a viver segundo as concupiscências da carne e os desejos de Satanás (Ef 2.1-3). (1) O verdadeiro crente, salvo em Cristo com a graça acompanhante do Espírito Santo que nele habita, é liberto do poder do pecado (Rm 6.17-22; 8.1-17). Quando tentado a pecar, ele agora tem o poder de agir de conformidade com a vontade de Deus. Está livre para tornar-se servo de Deus e da justiça (Rm 6.18-22). (2) A libertação da escravidão do pecado é um critério seguro para o crente professo testar e comprovar se a vida eterna habita nele com a sua graça regeneradora e santificadora. Quem vive como escravo do pecado, ou nunca experimentou o renascimento espiritual pelo Espírito Santo, ou experimentou a regeneração espiritual, mas cedeu ao pecado e voltou à morte espiritual, a qual leva à escravidão do pecado (Rm 6.16,21,23; 8.12,13; ver 1 Jo 3.15). (3) Não se quer dizer com isso que os crentes estão livres da guerra espiritual contra o pecado. Durante nossa vida inteira, teremos de lutar constantemente contra as pressões do mundo, da carne e do diabo (ver Gl 5.17; Ef 6.11,12). A plena liberdade da tentação e da atração do pecado terá lugar somente com a redenção completa, quando da nossa morte, ou na volta de Cristo para buscar os seus fiéis. O que Cristo nos oferece agora é o poder santificador da sua vida, mediante o qual aqueles que seguem o Espírito são libertos dos desejos e paixões da carne (Gl 5.16-24) e capacitados a viverem como santos e inculpáveis diante dEle, em amor (Ef 1.4). |
| QUATRO ERROS DO G-12 |
| 1- Dar ao número 12 sentido mágico-espiritual. |
| 2- Esvaziar a doutrinada regeneração e da justificação. |
| 3- Deturpar o conceito bíblico de Igreja. |
| 4- Ênfase às expressões "novo" e "nova" como unção e visão. |
I. O HOMEM INTERIOR
1. Deus conhece o interior e o exterior (v.
13). A palavra hebraica usada para “interior”, neste texto, é kileyah,
literalmente, “rim”.
Os hebreus usavam-na para descrever o órgão do
corpo humano que representava a parte mais íntima do homem.
Muitas vezes, a Bíblia usa o coração como o
centro do nosso intelecto, emoções e vontade para descrever o homem interior.
DEUS formou o nosso íntimo e os tecidos do corpo
humano.
Deus acompanha o desenvolvimento do feto desde o
ventre materno.
Somente Deus conhece o interior do ser humano (1
Rs 8.39).
2. Nossos ossos (v. 15).
Neste versículo, o salmista descreve, usando uma outra palavra, o
acompanhamento que Deus faz de nosso corpo.
O verbo hebraico para raqam é “entretecer” e
significa , “tecer com fios de várias cores”, revela
que Deus “pintou” nossos ossos com o corpo e colocou o espírito dentro de
nós.
3. O mistério da formação da vida (v. 16).
A Bíblia revela-nos coisas que, até hoje, a ciência não dominou.
o homem interior, nas
páginas do Novo Testamento é chamado, às vezes, de homem espiritual, área ainda desconhecida para
a psicologia, mas não para a Bíblia Sagrada
II. A CURA INTERIOR
1. No plano bíblico. A ferida
interior é uma realidade incontestável. É manifestada por mágoas,
ressentimentos, dores e tristezas. O Senhor Jesus afirmou que as feridas
interiores somente serão curadas se houver perdão (Mt 18.33,34).
2. No plano da psicanálise. O
psicanalista austríaco, Sigmund Freud, partiu da premissa de que todos os
problemas humanos são traumas provenientes de experiências dolorosas da
infância.
Para as
curas interiores nos dias atuais devem ser efetuadas terapias do Espírito
Santo.
3. No plano gedozista. Os
promotores de encontros dos grupos conhecidos como G-12, negam a eficácia do
poder de Jesus para curar feridas e traumas emocionais.
Podemos dar à terapia do plano gedozista,
que mistura técnicas híbridas, Bíblia, psicologia e hipnose, o nome de
terapia pseudo-evangélica e ocultista.
Por vezes, aparece no cenário evangélico brasileiro alguns movimentos de
características eminentemente flutuantes. Nestes dias, o mais novo deles
é o G-12, que promove sutilmente um novo estilo de vida cristã, calcado
na visão de um sucesso rápido e fácil, e de um crescimento mágico e milagroso da igreja, através de uma suposta
revelação de Deus recebida pelo líder do G-12, que sonha em ter a maior
igreja do mundo, fazendo assim qualquer coisa para alcançar os seus
intentos de autopromover-se como corno líder mundial interdenominacional,
propondo um "novo conceito" religioso com mudanças na liturgia,
nos bons costumes, na doutrina sagrada, no conceito real da Igreja de
Cristo, na linguagem genuína da pregação do evangelho, na conduta cristã,
no comportamento ético-estético do crente, com uma dose excessiva de estímulos à busca
frenética por prosperidade instantânea, libertação auto-suficiente, unção
mágica e perfeição absoluta, utilizando-se para tanto de desavisados e
inocentes para espalharem suas heresias.
III. O QUE É REGRESSÃO PSICOLÓGICA?
1. Definição. É o mesmo que
hipnose. A palavra vem do grego hypnos, “sono”, pois se pensava que o
hipnotizado ficava dormindo, ao passo que sua condição. É chamado de transe ou estado alterado da consciência.
É de elevado estado de
concentração.
Antes, era conhecido por mesmerismo, de Franz Mesmer (1734-1815), médico
austríaco, inventor do método de tratamento por hipnose. A palavra “hipnose”
foi dada pelo médico escocês James Braid (1795-1860)
2. Objetivo.
Com isso,
alcança-se os regressos mais profundos do subconsciente até visualizar uma
imagem, com a qual entra-se em comunicação. Regresso à infância, para descobrir um
evento traumático responsável pelo sofrimento, bloqueios emocionais que moldam
o comportamento. Regresso a supostas vidas passadas, para
os que acreditam na reencarnação.
3. Fracasso.
Freud usou os
métodos do hipnotismo nos primeiros anos de suas pesquisas no tratamento
psicoterapêutico de seus pacientes, antes do uso da psicanálise.
Freud
abandonou tal prática, pois descobriu que muitos de seus pacientes tendiam a
fantasiarem-se, buscando no passado acontecimentos imaginários.
O Dr. Ian Stevenson, ex-chefe do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da
Universidade da Virgínia, EUA, usou os métodos hipnóticos , mas com outro
objetivo: buscar provas da reencarnação. Sem sucesso, abandonou o método,
porque trazia-lhe problemas maiores dos que ele procurava resolver.
| A Técnica da
Regressão (http://somostodosum.ig.com.br/d.asp?i=121) :: Osvaldo Shimoda :Nesta técnica, a regressão é realizada num estado de relaxamento em que as ondas alfa predominam no cérebro. Esclareço aqui, que a pessoa permanece consciente durante a regressão, pois não se usa nesse método uma hipnose profunda por dois motivos: 1º) É preciso que a pessoa esteja consciente para compreender a causa verdadeira de seu problema. 2º) Só 10% das pessoas alcançam o nível mais profundo da hipnose. Existem cinco estágios ou graus de relaxamento. O primeiro é o relaxamento profundo. No segundo o relaxamento é mais intenso. No terceiro estágio, a pessoa pode deixar de sentir dor. Nesse estágio, você pode espetar uma agulha que ela não sente dor. No quarto Estágio, o relaxamento chega ao nível da pessoa até conversar e abrir os olhos sem sair do transe hipnótico. No quinto Estágio, é o mais profundo, mas somente 10% das pessoas chegam a esse grau mais profundo de hipnose. |
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0 Passos da T.V.P.: |
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| 1 Indução e Relaxamento | 6- Nascimento |
| 2 Conexão com o inconsciente ou vivências regressivas | 7- Infância: A-- Crença sobre si mesmo B- Crença sobre os outros C- Crença sobre a vida |
| 3 Vivências de morte | 8- Desprogramação: |
| 4 Intervalo entre Vidas | 9- Programação Positiva |
| 5 Vida Intra Uterina | 10- Finalização |
IV. A REGRESSÃO PSICOLÓGICA NO G-12
1. Terapia alternativa.
Muitos mestres dessa prática afirmam, ostensivamente, que o poder de Jesus não
é suficiente para curar os traumas emocionais provocados na infância.
2. Terapia gedozista. O modo
de atuação da regressão psicológica descrita nos manuais de encontros do G-12
não é nada ortodoxo.
3. Prática estranha. A
regressão psicológica é a visualização da fé por meio da hipnose.
4. Imaginação dirigida. A
auto-sugestão e a fantasia são alguns elementos da hipnose.
5. O perdão bíblico.
O
texto da mulher adúltera é um exemplo clássico de perdão pleno sem precisar
dessas práticas ocultistas.
G-12
O sistema de células chega aos Estados Unidos e gera controvérsias Reportagem Laine Furtado
![]() Visão Hierárquica do princípio constante e exponencial |
| Depois de mais de dois anos que o G-12 surgiu no Brasil como forma de crescimento para a igreja, as opiniões sobre o sistema de células pelo modelo dos 12 continua gerando polêmica. Para alguns pastores, o G-12 é a solução para a igreja de Cristo, para outros, um movimento herético. No meio de tanta polêmica, pastores, líderes e membros de igrejas não sabem qual posição tomar sobre a eficácia ou não do G-12 como forma de evangelismo e discipulado. As opiniões se dividem e posições são tomadas sobre o G-12. |
Células
de David Y. Cho
G-12
na visão de César Castellanos
O
G-12 segundo Renê Terra Nova| Home | Estudos | EBD | Discipulado | Mapas | Figuras1 | Figuras2 | Fotos | Igreja | Link's | Corinhos | Download | Eu |
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