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Lição 8 A REGRESSÃO PSICOLÓGICA
Questionário
AS BASES BÍBLICAS DA UNÇÃO 
A popularidade da hipnose
O sistema de células chega aos Estados Unidos e gera controvérsias
Conselho de Doutrina divulga manifesto alertando líderes sobre  ameaças do Movimento Grupo G-12.
 
 
 
TEXTO ÁUREO: “Antes que eu te formasse no ventre, eu te conheci; e, antes que saísses da madre, te santifiquei e às nações te dei por profeta” (Jr 1.5).
ANTES QUE EU TE FORMASSE... TE SANTIFIQUEI. Antes de Jeremias nascer, Deus já havia determinado que ele seria profeta.
Assim como Deus tinha um plano para a vida de Jeremias, Ele também tem um para cada pessoa. Seu alvo é que o crente viva segundo a sua vontade e deixe que Ele cumpra seu plano em sua vida. Assim como no caso de Jeremias, viver segundo o plano de Deus pode significar sofrimento; porém Deus sempre opera visando o melhor para nós (ver Rm 8.28).
 
VERDADE PRÁTICA: A regressão psicológica está vinculada à cura interior, hoje, usada como uma espécie de “santificação” retroativa. É uma prática contrária à Palavra de Deus.
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Salmos 139.13-16
13 Pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe.
14 Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
15 Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra.
16 Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia.
139.13 ENTRETECESTE-ME NO VENTRE DE MINHA MÃE. Deus rege de modo criador e ativo o desenvolvimento da vida humana. Ele pessoalmente zela pela criancinha desde o momento da sua concepção. Sua atenção por um feto compreende um plano para a sua vida. Por essa razão, Deus tem o aborto de um nascituro como homicídio (ver Êx 21.22,23).
139.16 NO TEU LIVRO TODAS ESTAS COISAS FORAM ESCRITAS. Deus não nos traz à esta vida sem um propósito.
(1) Provavelmente, a declaração sobre os dias que nos estão determinados refira-se ao nosso tempo de vida na terra, geralmente setenta ou oitenta anos (ver Sl 90.10), embora uma pessoa possa morrer antes disso (ver 55.23; Jó 22.16; Pv 10.27; Ec 7.17).
(2) O tempo mencionado neste salmo refere-se não somente aos dias de uma pessoa, mas também ao plano de Deus para nossa vida como um todo. No seu plano, Deus não está querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2 Pe 3.9; cf. 1 Tm 2.4). Portanto, a intenção de Deus é que aceitemos Jesus como nosso Senhor e Salvador e façamos a sua vontade numa vida dedicada a seu serviço.
 
LEITURA DIÁRIA:
Segunda
Rm 5.3,4
O sofrimento não conduz ao erro, antes revela o caráter do cristão.
 3E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência;4e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança.
NOS GLORIAMOS NAS TRIBULAÇÕES. Paulo alista "tribulações" como uma das bênçãos da salvação em Cristo.
(1) A palavra "tribulação" refere-se a todos os tipos de provações que podem nos afligir. Isto inclui coisas como necessidades financeiras ou materiais, circunstâncias difíceis, tristeza, enfermidade, perseguição, maus tratos ou solidão.
(2) Em meio a estas aflições, a graça de Deus nos capacita a buscar mais diligentemente a sua face e produz em nós um espírito e caráter perseverantes, que vencem as provações e as aflições da vida. A tribulação, ao invés de nos levar ao desespero e à desesperança, produz a paciência (v. 3), a paciência produz a experiência (v. 4), e a experiência resulta numa esperança madura que não decepciona (v. 5).
(3) A graça de Deus nos capacita a olhar além dos nossos problemas presentes, nossa ardente esperança em Deus e a certeza garantida da volta do nosso Senhor para estabelecer a justiça e a piedade no novo céu e nova terra (1 Ts 4.13; Ap 19-22). Entrementes, enquanto estivermos na terra, temos o amor de Deus derramado em nosso coração pelo Espírito Santo a fim de nos consolar em nossas provações e trazer até nós a presença de Cristo (Jo 14.16-23)
 
Terça
Tg 1.2-4
Às vezes, Deus permite o sofrimento para o amadurecimento em Cristo.
2 Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações,3 sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.4 Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma.
1.2 TENTAÇÕES. A palavra "tentações" (gr. peirasmos) refere-se, aqui, às perseguições e aflições que o crente sofre nesta vida da parte do mundo ou de Satanás.
(1) O crente deve enfrentar essas provações com alegria (cf. Mt 5.11,12; Rm 5.3; 1 Pe 1.6), porque isso desenvolverá nele uma fé perseverante, uma personalidade experiente e uma esperança madura (cf. Rm 5.3-5). Nossa fé somente pode chegar à plena maturidade quando confrontada com dificuldades e oposição (vv. 3,4).
(2) Tiago chama tais provações de "a prova da vossa fé" (v.3). Às vezes, as provações vêm sobre o crente a fim de que Deus possa testar a sinceridade da sua fé. Não há nada nas Escrituras dizendo que as aflições da vida são sempre uma evidência de que Deus está insatisfeito conosco. Podem ser um sinal de que Ele reconhece nossa firme dedicação a Ele (cf. Jó 1;2).
1.4 SEJAIS PERFEITOS. "Maduros" (gr. teleios) transmite a idéia bíblica de perfeição no sentido de relacionamento correto com Deus, que frutifica no empenho sincero de amá-lo de todo o coração em obediência irrestrita e uma vida inculpável (Dt 6.5; 18.13; Mt 22.37; ver 1 Ts 2.10).
 
Quarta
Hb 4.12
O poder da Palavra de Deus para a cura interior.
 12 Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
A PALAVRA DE DEUS A palavra de Deus mostra quem vai entrar no repouso de Deus. Ela é uma espada cortante que penetra no mais íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e motivos são espirituais ou não (vv. 12,13). Tem dois gumes e corta, ou para nos salvar ou para nos condenar à morte eterna (cf. Jo 6.63; 12.48). Por isso, nossa atitude para com a palavra de Deus deve
ser achegar-nos a Jesus como nosso sumo sacerdote (vv. 14-16).
 
Quinta
Hb 9.14
O sangue de Jesus purifica a nossa consciência.
 14 quanto mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?
O SANGUE DE CRISTO. O sangue de Jesus Cristo é o ponto principal do conceito de redenção no NT (1 Co 10.16; 11.27; Ef 2.13; 1 Pe 1.2; Ap 7.14; 12.11). Cristo, ao morrer na cruz, deu seu sangue inocente a fim de remover nossos pecados e nos reconciliar com Deus (5.8; Rm 5.19; Fp 2.8; cf. Lv16). Pelo seu sangue, Cristo efetuou as seguintes coisas:
(1) O perdão dos pecados de todos aqueles que se arrependem e crêem (Mt 26.28).
(2) O resgate dos crentes do poder de Satanás e dos poderes malignos (At 20.28; Ef 1.7; 1 Pe 1.18,19; Ap 5.9; 12.11).
(3) A justificação de todos os que nEle crêem (Rm 3.24,25).
(4) A purificação da consciência do crente a fim de que este possa servir a Deus sem culpa e com toda a certeza (9.14; 10.22; 13.18).
(5) A santificação do povo de Deus (13.12; 1 Jo 1.7-10).
(6) A abertura do caminho para o crente chegar diretamente diante de Deus por meio de Cristo para obter graça, misericórdia, ajuda e salvação (10.19; 7.25; Ef 2.13,18).
(7) A garantia de todas as promessas do novo concerto (10.29; 13.20; Mt 26.28; 1 Co 11.25).
(8) A contínua aplicação do poder reconciliador e purificador do sangue de Cristo no crente à medida que este se aproxima de Deus por meio de Cristo (7.25; 10.22; 1 Jo 1.7).
 
Sexta
1 Jo 1.7
O sangue de Jesus purifica-nos de todo pecado.
 7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.
ANDARMOS NA LUZ. Isso significa crer na verdade de Deus, conforme revelada na sua Palavra e esforçar-se sincera e continuamente por sua graça, para cumpri-la por palavras e obras. "O sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos purifica de todo pecado", refere-se à obra contínua da santificação dentro do crente, e à purificação contínua, pelo sangue de Cristo, dos nossos pecados involuntários. É provável que aqui João não esteja pensando nos pecados deliberados contra Deus, já que está falando em andar na luz. Essa purificação contínua propicia a nossa íntima comunhão com Deus.
 
Sábado
Jo 8.32-36
A libertação em Cristo é completa.
32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. 33 Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres? 34 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. 35 Ora, o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. 36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres.
8.32 A VERDADE VOS LIBERTARÁ. No contexto da existência e conhecimento humanos, muitas coisas são verdadeiras. Há, no entanto, uma só verdade que libertará as pessoas do pecado, da destruição e do domínio de Satanás a verdade de Jesus Cristo, que se acha na Palavra de Deus. Seguem-se algumas observações a respeito desta verdade:
(1) As Escrituras, especialmente a revelação original de Cristo e dos apóstolos do NT, dão testemunho da verdade que nos liberta do pecado, do mundo e do poder demoníaco (ver Ef 2.20).
(2) Não é necessário mais revelações de "verdades" para completar o evangelho de Cristo, ou para torná-lo mais adequado.
(3) A verdade salvífica é revelada da parte de Deus somente "pelo seu Espírito" (1 Co 2.10); não procede de nenhuma pessoa, nem da sabedoria humana (1 Co 2.12,13).
8.36 VERDADEIRAMENTE, SEREIS LIVRES. O não-salvo é escravo do pecado (v. 34; Rm 6.17-20). Escravizado pelo pecado e por Satanás, é forçado a viver segundo as concupiscências da carne e os desejos de Satanás (Ef 2.1-3).
(1) O verdadeiro crente, salvo em Cristo com a graça acompanhante do Espírito Santo que nele habita, é liberto do poder do pecado (Rm 6.17-22; 8.1-17). Quando tentado a pecar, ele agora tem o poder de agir de conformidade com a vontade de Deus. Está livre para tornar-se servo de Deus e da justiça (Rm 6.18-22).
(2) A libertação da escravidão do pecado é um critério seguro para o crente professo testar e comprovar se a vida eterna habita nele com a sua graça regeneradora e santificadora. Quem vive como escravo do pecado, ou nunca experimentou o renascimento espiritual pelo Espírito Santo, ou experimentou a regeneração espiritual, mas cedeu ao pecado e voltou à morte espiritual, a qual leva à escravidão do pecado (Rm 6.16,21,23; 8.12,13; ver 1 Jo 3.15).
(3) Não se quer dizer com isso que os crentes estão livres da guerra espiritual contra o pecado. Durante nossa vida inteira, teremos de lutar constantemente contra as pressões do mundo, da carne e do diabo (ver Gl 5.17; Ef 6.11,12). A plena liberdade da tentação e da atração do pecado terá lugar somente com a redenção completa, quando da nossa morte, ou na volta de Cristo para buscar os seus fiéis. O que Cristo nos oferece agora é o poder santificador da sua vida, mediante o qual aqueles que seguem o Espírito são libertos dos desejos e paixões da carne (Gl 5.16-24) e capacitados a viverem como santos e inculpáveis diante dEle, em amor (Ef 1.4).
 
 
OBJETIVOS: Após esta lição, seu aluno deverá estar apto a:
Interceder a favor dos que usam a regressão psicológica como terapia espiritual.
Definir a cura interior no plano bíblico, psicanalítico e gedozista.
Pesquisar sobre o movimento gedozista.
 
PONTO DE CONTATO: Estimado professor, as sete primeiras lições trataram de seitas e heresias. Durante essas lições dominicais, estudamos o islamismo, o mormonismo, o espiritismo, o russelismo, o catolicismo e quatro seitas orientais. A partir desta lição, examinaremos movimentos que não são considerados seitas, mas cujos ensinos afastam-se e afetam o ensino ortodoxo. Embora tais movimentos não sejam heresias concretas, não estão longe de se tornarem à medida que novos movimentos e aberrações doutrinárias surgem dentro do próprio movimento. Uma outra coisa precisa ser observada, a fonte ou origem desses movimentos. Na presente lição, a origem de algumas práticas do movimento remonta a hipnose de Franz Mesmer (1734-1815), a psicanálise e até mesmo a parapsicologia. Portanto, estude com afinco e atenção.
 
SÍNTESE TEXTUAL: O movimento G-12 ou gedozista, foi fundado pelo pastor César Castellanos Dominguez, na Colômbia, em 1991. Pr. Castellanos, após trabalhar com o modelo de igrejas em células difundidas pelo pastor Paul Young Choo, diz ter recebido da parte de Deus uma nova revelação concernente o método de crescimento da igreja – o G-12 ou Igreja em Células no Modelo dos Doze. O modelo resume-se em o líder de uma célula produzir outros doze líderes dentro da mesma e, estes novos, abrem novas células e fazem o mesmo e assim ininterruptamente. O propósito fundamental é que uma célula se multiplique em outras doze, cujos líderes são os que foram gerados dentro da própria célula mãe. Assim sendo, cada discípulo torna-se um obreiro e, cada célula, uma parte do corpo de Cristo. Os quatros pilares do movimento são: Evangelização; Consolidação; Treinamento e Envio. A evangelização ocorre mediante as células, enquanto a consolidação, realiza-se através dos encontros.
 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Professor, nesta lição, faremos uma Tabela Argumentativa. O Subsídio Apologético apresenta quatro equívocos do movimento G-12. Esses dados não estão presentes na revista do aluno (LBA), no entanto, os usaremos para fortalecer e enriquecer os argumentos presentes no texto da lição dos alunos. Leia atentamente a Síntese Textual e o Auxílio Suplementar a fim de expor os detalhes omitidos no gráfico.
 
QUATRO ERROS DO G-12
1- Dar ao número 12 sentido mágico-espiritual.
2- Esvaziar a doutrinada regeneração e da justificação.
3- Deturpar o conceito bíblico de Igreja.
4- Ênfase às expressões "novo" e "nova" como unção e visão.
 
 
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
REGRESSÃO PSICOLÓGICA, Neste processo a pessoa fica à mercê de Satanás e pode passar a sentir e desejar o que antes não sabia. Podem ocorrer mudanças de personalidade e até possessão maligna.
Como o ser humano é espírito, possui uma alma e mora em um corpo, sabemos que o subconsciente do mesmo é dotado de conhecimento espiritual, quer seja de Satanás, quer seja de DEUS. Este conhecimento interno é revelado nas atitudes do homem de acordo com sua condição espiritual, sendo crente salvo, relacionamento com DEUS e aprendizado santo; sendo não-crente, relacionamento com Satanás e aprendizado profano. O pecado é o divisor de águas entre uma personalidade maligna e uma santa. Somente através de arrependimento de pecado e conversão a CRISTO que o ser humano pode produzir uma nova personalidade, é o nascer de novo.
Por causa desse desconhecimento da obra de CRISTO, ou antes, dessa falta de fá na obra transformadora de CRISTO, que algumas denominações ditas evangélicas iniciaram uma prática diferente no meio da igreja.
A cura interior é conhecida como cura das memórias ou cura para os traumas emocionais. Estranha à prática evangélica, tem íntimo paralelismo com o ocultismo oriental. 
Estudaremos nesta lição o movimento G-12, um método de ganhar muitas almas, mas com tremendos desvios doutrinários, principalmente devido à falta de controle e de liderança pastoral.
Buscam os adeptos da Cura Interior “completar” a obra de Cristo com técnicas psicológicas e até ocultistas.
 
 
 
I. O HOMEM INTERIOR
1. Deus conhece o interior e o exterior (v. 13). A palavra hebraica usada para “interior”, neste texto, é kileyah, literalmente, “rim”. 
Os hebreus usavam-na para descrever o órgão do corpo humano que representava a parte mais íntima do homem.
Muitas vezes, a Bíblia usa o coração como o centro do nosso intelecto, emoções e vontade para descrever o homem interior.
DEUS formou o nosso íntimo e os tecidos do corpo humano.
Deus acompanha o desenvolvimento do feto desde o ventre materno.
Somente Deus conhece o interior do ser humano (1 Rs 8.39).
 
2. Nossos ossos (v. 15). Neste versículo, o salmista descreve, usando uma outra palavra, o acompanhamento que Deus faz de nosso corpo. 
O verbo hebraico para raqam é “entretecer” e significa  , “tecer com fios de várias cores”, revela que Deus “pintou” nossos ossos com o corpo e colocou o espírito dentro de nós.
 
3. O mistério da formação da vida (v. 16). A Bíblia revela-nos coisas que, até hoje, a ciência não dominou. 
o homem interior, nas páginas do Novo Testamento é chamado, às vezes, de homem espiritual, área ainda desconhecida para a psicologia, mas não para a Bíblia Sagrada
 
 
II. A CURA INTERIOR
1. No plano bíblico. A ferida interior é uma realidade incontestável. É manifestada por mágoas, ressentimentos, dores e tristezas. O Senhor Jesus afirmou que as feridas interiores somente serão curadas se houver perdão (Mt 18.33,34). 
 
2. No plano da psicanálise. O psicanalista austríaco, Sigmund Freud, partiu da premissa de que todos os problemas humanos são traumas provenientes de experiências dolorosas da infância. 
Para as curas interiores nos dias atuais devem ser efetuadas terapias do Espírito Santo.
 
3. No plano gedozista. Os promotores de encontros dos grupos conhecidos como G-12, negam a eficácia do poder de Jesus para curar feridas e traumas emocionais. 
Podemos dar à terapia do plano gedozista, que mistura técnicas híbridas, Bíblia, psicologia e hipnose, o nome de terapia pseudo-evangélica e ocultista.
 
Por vezes, aparece no cenário evangélico brasileiro alguns  movimentos de características eminentemente flutuantes. Nestes  dias, o mais novo deles é o G-12, que promove sutilmente um novo estilo de vida cristã, calcado na visão de um sucesso rápido e fácil, e de um crescimento mágico e milagroso da igreja, através de uma suposta revelação de Deus recebida pelo líder do G-12, que sonha em ter a maior igreja do mundo, fazendo assim qualquer coisa para alcançar os seus intentos de autopromover-se como corno líder mundial interdenominacional, propondo um "novo conceito" religioso com mudanças na liturgia, nos bons costumes, na doutrina sagrada, no conceito real da Igreja de Cristo, na linguagem genuína da pregação do evangelho, na conduta cristã, no comportamento ético-estético do crente, com uma dose excessiva de estímulos à busca frenética por prosperidade instantânea, libertação auto-suficiente, unção mágica e perfeição absoluta, utilizando-se para tanto de desavisados e inocentes para espalharem suas heresias. 
Portanto, para maior esclarecimento, enfocamos alguns pontos desta suposta e milagrosa fórmula de crescimento, com as devidas refutações. 
1º - G-12 = Ao contrário do que muitos imaginam, o G-12 não é um grupo evangelicamente sério: não trabalha para o bem comum do Evangelho e nem vem para somar com as outras igrejas já existentes. Trata-se de urna organização herética que visa arrebanhar membros de igrejas já constituídas com fins declaradamente financeiros. 0 exemplo do que estamos falando é a solicitação de donativos de toda e qualquer denominação para a 
sua obra faraônica intitulada "Canaã aqui na terra", tipificando suas reais intenções. Mais: a prática configura-se numa velha tática de "caça níqueis", visando realizar os seus planos alternativos em nome do Evangelho. 
2º Método = Seu método apoia-se nos pré-encontros, encontros e pós-encontros e reencontros como forma de lavagem cerebral, onde são inculcadas *Idéias supersticiosas com relação ao número 12, numa nítida prática de numerologia, fazendo o número 12 parecer um número da sorte, que abre supostos caminhos para o sucesso e o cresci mento instantâneo da igreja, em detrimento de todos os demais números existentes na Bíblia Sagrada, como o 1, 2, 3, 4, 6, 7, 10, 12, 24. Objetiva-se, assim, criar uma expectativa em tomo do número 12, dando-lhe magia e atributos supersticiosos, Inclusive 
as células não podem ultrapassar o número 12. Ultrapassando cria-se uma nova célula para chegar ao número 12.
Refutação. Biblicamente, o número 12, apesar da sua simbologia no livro do Apocalipse, é um número comum como qualquer outro.
3º - Visão = O G- 12 apresenta-se ainda como uma nova revelação divina, que supervaloriza a visão dos doze como solução última para a igreja dos dias atuais. A palavra "novo", utilizada ininterruptamente pelo G-12, carrega intenções malignas objetivando desestabilizar igrejas que já existem, como se o G-12 fosse a "última revelação de Deus" para o momento. Pior: os líderes do G-12 dizem que caso as igrejas não participem desta "nova visão", serão substituídas por outras. Neste sentido, o G-12 em nada difere das chamadas seitas proféticas. 
Refutação, toda revelação de Deus ao homem já se encontra registrada no Antigo e no Novo Testamento, não nos cabendo acrescentar mais nada (Is 8.20; Ap 22.19).
4º - Unção = Acentuam que somente a pessoa aderindo a nova visão de Evangelho, criada pelo G- 12, tema acesso a uma suposta "nova unção" que, na linguagem dos participantes do G-12, é chamada de "tremenda". Alegam ainda que somente esta "unção" pode trazer o sucesso.
Refutação. De acordo com a Bíblia, a unção não envelhece me, é substituível. Isto quer dizer que não existe uma "nova unção" (1 Sm 26:9; I Jo 2:20)
5º - Quebra de maldição = Os encontros exigem das pessoas a confissão de pecados até mesmo cometidos no ventre materno a fim de que quebrem todos os vínculos do passado, bons e maus, até mesmo ministérios e credos, para dar início a uma nova vida. para isso submetem os participantes a uma oração dirigida chamada "quebra de vínculo".
Refutação. Esta prática invalida o texto bíblico que diz que "se alguém está em Cristo é nova criatura: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2Co 5.17).
6º - Libertação e cura interior = Nos pós-encontros ensina-se que o indivíduo deve guardar o ensinamento que teve no pré-encontro. Pois é nessa condição - afirmam - que sua salvação (chamada de cobertura espiritual) está garantida.Segundo eles, a salvação é aquela conquistada pela regressão, quebra de maldição, cura interior, invalidando desta forma o sacrifício perfeito, completo e final do Senhor Jesus no Calvário, criando "novas salvações" com supostas promessas, em nome de Deus, dizendo que agora sim a salvação chegou, levando os cristãos a duvidarem da sua própria salvação em Cristo.Como, por exemplo, o fato de algumas pessoas que participaram do G-12, crentes de muitos anos, asseverarem de público que tudo  quanto aprenderam ao longo dos anos nos cultos públicos, nas  escolas dominicais, nos seminários bíblicos etc., não era verdade, porque só agora, depois do G - 12, encontraram a "verdade".  
Refutação. Toda e qualquer tentativa de cancelamento de pecados por regressão,quebra de maldição, cura interior como prática de auto-patrocinar uma "salvação perfeita", invalida o sacrifício vicário de Jesus Cristo no Calvário (At 3.19; 4.12; Hb 7.27).
7º Renúncia = A renúncia é pregada nos encontros do G-12 como forma de rejeição aos conceitos, hábitos e costumes da vida cristã que até então se professava. Como na maioria casos os participantes dos encontros são compostos de pessoas oriundas das mais variadas confissões, religiosas e denominacionais, por que o produto final desses encontros gera o enfraquecimento das igrejas de ensino sério e histórico, pelo fato de apresentarem propostas milagrosas e mágicas de crescimento, substituindo liturgias e criando nova linguagem de pregação, transformando os cultos de adoração em verdadeiros espetáculos mundanos e antibíblícos.
Refutação. Renunciar, à luz da Bíblia, é o ato de deixar, repudiar, abdicar alguma coisa, mas nunca o que é bíblico e sim o que é antibíblico e herético.
8º - Culto de Aproximação (ou Célula) = O G-12, na sua formação celular, descaracteriza o modelo bíblico de Igreja, em alguns pontos, a saber: 
a) as células não podem passar do número 12; 
b) as células fazem o recolhimento de ofertas e dízimos; 
c) as células têm autonomia de batizar os novos cidadãos do grupo, dentro de algumas situações, como: distância e tempo; 
d) nas células não há liberdade de pregação livre, pelo fato de o líder estar obrigado a usar a linguagem seu mentor, que está no manual do G- 12.
Refutação. Biblicamente, o culto no lar é uma prática antiga, mas o grupo não recebe o título de igreja como na acepção herética do G-12.
Do exposto, fazemos nossas as palavras do apóstolo João: "Filhinhos, já é a última hora; e, como vistes que vem o anticristo, também agora muitos anticristos têm surgido, pelo que conhecemos que é a última hora" (1 Jo. 2.18; Jo. 2.17).
Conselho de Doutrina Campinas, 22 de abril de 2000. 
Pr. Paulo Roberto Freire Presidente
http://www.nbz.com.br/igrejavirtual/estudos/g12/adeus.htm
 
 
 
III. O QUE É REGRESSÃO PSICOLÓGICA?
1. Definição. É o mesmo que hipnose. A palavra vem do grego hypnos, “sono”, pois se pensava que o hipnotizado ficava dormindo, ao passo que sua condição. É chamado de transe ou estado alterado da consciência. É de elevado estado de concentração.  Antes, era conhecido por mesmerismo, de Franz Mesmer (1734-1815), médico austríaco, inventor do método de tratamento por hipnose. A palavra “hipnose” foi dada pelo médico escocês James Braid (1795-1860)
 
2. Objetivo. Com isso, alcança-se os regressos mais profundos do subconsciente até visualizar uma imagem, com a qual entra-se em comunicação. Regresso à infância, para descobrir um evento traumático responsável pelo sofrimento, bloqueios emocionais que moldam o comportamento. Regresso a supostas vidas passadas, para os que acreditam na reencarnação.
 
3. Fracasso. Freud usou os métodos do hipnotismo nos primeiros anos de suas pesquisas no tratamento psicoterapêutico de seus pacientes, antes do uso da psicanálise. 
Freud abandonou tal prática, pois descobriu que muitos de seus pacientes tendiam a fantasiarem-se, buscando no passado acontecimentos imaginários.
O Dr. Ian Stevenson, ex-chefe do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia, EUA, usou os métodos hipnóticos , mas com outro objetivo: buscar provas da reencarnação. Sem sucesso, abandonou o método, porque trazia-lhe problemas maiores dos que ele procurava resolver.
 
 
A Técnica da Regressão (http://somostodosum.ig.com.br/d.asp?i=121) 
:: Osvaldo Shimoda :Nesta técnica, a regressão é realizada num estado de relaxamento em que as ondas alfa predominam no cérebro. Esclareço aqui, que a pessoa permanece consciente durante a regressão, pois não se usa nesse método uma hipnose profunda por dois motivos:
1º) É preciso que a pessoa esteja consciente para compreender a causa verdadeira de seu problema.
2º) Só 10% das pessoas alcançam o nível mais profundo da hipnose. Existem cinco estágios ou graus de relaxamento. O primeiro é o relaxamento profundo. No segundo o relaxamento é mais intenso. No terceiro estágio, a pessoa pode deixar de sentir dor. Nesse estágio, você pode espetar uma agulha que ela não sente dor. No quarto Estágio, o relaxamento chega ao nível da pessoa até conversar e abrir os olhos sem sair do transe hipnótico. No quinto Estágio, é o mais profundo, mas somente 10% das pessoas chegam a esse grau mais profundo de hipnose.

0 Passos da T.V.P.:

1 Indução e Relaxamento
6- Nascimento
2 Conexão com o inconsciente ou vivências regressivas
7- Infância:  A-- Crença sobre si mesmo  B- Crença sobre os outros    C- Crença sobre a vida
3 Vivências de morte
8- Desprogramação:
4 Intervalo entre Vidas
9- Programação Positiva
5 Vida Intra Uterina
10- Finalização
A popularidade da hipnose
Durante estes dias de um suposto grande estresse e pressão, [alega-se que] a hipnose estaria pronta a oferecer cura para as massas. A hipnose... [seria] uma ferramenta terapêutica que os profissionais de saúde [poderiam] tirar do baú para lutar contra o vício do fumo ou problemas de obesidade; para administrar os problemas de ansiedade, medos e fobias; para curar dor; superar depressão; melhorar a vida sexual das pessoas; para curar males tais como a asma e a febre; enfrentar quimioterapia sem sentir náuseas; para curar ferimentos mais rapidamente; e para aumentar as notas na escola. Além disso, ...a hipnose [poderia ser usada] como parte do processo terapêutico para reduzir os efeitos colaterais dos medicamentos, para acelerar a recuperação do paciente, e para reduzir o desconforto pós-operatório. Dentistas [poderiam] usar técnicas hipnóticas em conjunto com óxido nitroso com o propósito de relaxar os pacientes, minimizar dor e hemorragia, e controlar a rejeição do paciente ao anestésico durante as intervenções.
A parte mais triste disso tudo é que alguns cristãos desavisados estão dispostos a "tentar" a hipnose. Uma propaganda em um jornal, publicada por uma Clínica Hipnoterápica (existe até uma "Sociedade Americana para Hipnose Clínica"), fez algumas afirmações incríveis que indicam como a técnica de hipnose realmente não é bíblica (i.e., da Nova Era):
A hipnose é o método mais efetivo de mudar a sua maneira de pensar, sentir e agir. Quando você alinha a sua mente subconsciente – sua voz interior – com sua mente consciente, você apaga crenças conflitantes que o restringem. Você pode então avançar, sem sabotar a si mesmo. As técnicas da clínica hipnótica guiam você a um estado de mente relaxado e pacífico. Você mantém total controle enquanto aprende a usar o poder de toda a sua mente a fim de criar um desejo forte de atingir o seu alvo. Você pode mudar a sua vida.
A hipnose não é algo novo. Ela já tem sido usada durante milhares de anos por feiticeiros, médiuns espíritas, xamãs, hindus, budistas e iogues. Mas a popularidade crescente do uso da hipnose para a cura no mundo secular tem influenciado muitos na Igreja a aceitarem a hipnose como um meio de tratamento. Há médicos, dentistas, psiquiatras e psicólogos, não-cristãos e cristãos professos, que recomendam e usam a hipnose.
Violentação da vontade
Ainda que um hipnotizador possa produzir somente um transe leve ou médio, ele não pode impedir alguém hipnotizado de entrar espontaneamente na zona de perigo, a qual pode incluir um senso de separação do corpo, uma aparente clarividência, alucinação, estados místicos similares aos descritos pelos místicos orientais, e até o que o pesquisador de hipnotismo Ernest Higard descreve como "possessão demoníaca". Nós argumentaríamos que a hipnose pertence ao oculto em qualquer nível de transe, mas quando ela se aprofunda em seus níveis, a hipnose está indubitavelmente ligada ao ocultismo.
O hipnotismo é, na melhor das hipóteses, potencialmente perigoso, e, no pior dos casos, demoníaco. No pior caso, ele abre um indivíduo para experiências psíquicas e de possessão satânica. Quando os médiuns entram em transe hipnótico e contatam os "mortos‘, quando os clarividentes revelam informações que eles não poderiam conhecer de forma alguma, quando os prognosticadores, através de auto-hipnose, revelam o futuro, certamente Satanás está agindo.
Conclusão
A hipnose tem sempre sido uma parte integral do ocultismo, porque ela não é uma ciência, por causa dos seus conhecidos efeitos maléficos, e por causa de sua fraude espiritual, o cristão deve evitá-la completamente, até mesmo por motivos "médicos". É óbvio que a hipnose é letal se usada com propósitos maus. No entanto, nós argumentamos que a hipnose é potencialmente letal seja para qualquer propósito que for usada. No momento em que alguém se rende à porta do ocultismo, mesmo em nome da "ciência" e da "medicina", ele se torna vulnerável aos poderes das trevas.
(Adaptação de trechos do livro "Hypnosis and the Christian", de Martin e Deidre Bobgan – Traduzido por Ebenezer Bittencourt.)
 
 
 
 
IV. A REGRESSÃO PSICOLÓGICA NO G-12
 
1. Terapia alternativa. Muitos mestres dessa prática afirmam, ostensivamente, que o poder de Jesus não é suficiente para curar os traumas emocionais provocados na infância. 
 
2. Terapia gedozista. O modo de atuação da regressão psicológica descrita nos manuais de encontros do G-12 não é nada ortodoxo. 
 
3. Prática estranha. A regressão psicológica é a visualização da fé por meio da hipnose. 
 
4. Imaginação dirigida. A auto-sugestão e a fantasia são alguns elementos da hipnose. 
 
5. O perdão bíblico. O texto da mulher adúltera é um exemplo clássico de perdão pleno sem precisar dessas práticas ocultistas.
 
 
 
G-12    O sistema de células chega aos Estados Unidos e gera controvérsias    Reportagem Laine Furtado

O Movimento de Igrejas em Célula no Modelo dos Doze, mais conhecido por G-12 ou Visão, foi dado ao pastor colombiano Cézar Castellanos Dominguez em 1991, depois de uma visita à Igreja Central do Evangelho Pleno, do pastor David Yonggi Cho, a maior do mundo e que funciona com o sistema de células. No livro Sonha e Ganharás o Mundo, o pastor fala que Deus lhe deu a visão num dia em que estava orando. "Vais reproduzir a visão que tenho dado em doze homens, e estes devem fazê-los com outros doze, e estes por sua vez em outros doze", conta o pastor no livro que já vendeu milhões de cópias. A partir daí foi desenvolvido o sistema de células no modelo dos 12 e a igreja de Cézar Castellanos passou de três mil membros para 100 mil membros, num curto espaço de tempo.

Em agosto de 1998, o pastor brasileiro Renê Terra Nova, da Igreja Batista da Restauração de Manaus, participou do Encontro em Bogotá, Colômbia e inspirado no trabalho do pastor Cézar Castellanos, fundou o MIR (Ministério Internacional da Restauração), do qual é presidente. No seu Manual de Realização do Encontro, ele afirma que está debaixo da cobertura espiritual do ministério da Missão Carismática Internacional. 

Visão Hierárquica do princípio constante e exponencial
Depois de mais de dois anos que o G-12 surgiu no Brasil como forma de crescimento para a igreja, as opiniões sobre o sistema de células pelo modelo dos 12 continua gerando polêmica. Para alguns pastores, o G-12 é a solução para a igreja de Cristo, para outros, um movimento herético. No meio de tanta polêmica, pastores, líderes e membros de igrejas não sabem qual posição tomar sobre a eficácia ou não do G-12 como forma de evangelismo e discipulado. As opiniões se dividem e posições são tomadas sobre o G-12. 
Afinal de contas, o que é o Movimento de Igreja em Células no Modelo dos Doze? Qual a sua similaridade com a igreja em células desenvolvido pelo pastor coreano David Yonggi Cho? Porque os parâmetros e métodos do G-12 estão causando tanta polêmica? 
Numa entrevista à revista Profetizando Vida, o pastor Renê Terra Nova disse que a visão traz renovação. "Você tem que crer no batismo com o Espírito Santo, em cura interior, quebra de maldição e maldição hereditária. São doutrinas que, a gente sabe, estão dentro do nosso dia a dia. A visão comporta isso. O Encontro não é a visão. A visão é uma igreja celular no modelo dos 12. O Pré-encontro, o Encontro e o Pós-encontro dão legalidade para começarmos a entender a visão." Ele disse que os encontros em Bogotá são parecidos com os do Brasil, mas que na Colômbia não tem sigilo. O segredo sobre o que acontece no encontro é um recurso utilizado para despertar a curiosidade dos brasileiros. 
Segundo Alexandre Galante e Sérgio Viula, autores do texto "G-12: Movimento promove práticas não-bíblicas e divide igrejas", o G-12 é basicamente uma variante dos diversos modelos de crescimento de igreja que existem no mundo, com ênfase em números. Como os outros, o movimento alega ser bíblico e segundo a visão neotestamentária da igreja de Atos. Nesse modelo, os membros potenciais são enviados a um "Encontro" num lugar isolado, para ali serem ministrados e confrontados com a nova visão. 

Eles afirmam que o G-12 é um movimento de perfil neopentecostal, que tem assumido práticas esotéricas e espíritas, como regressão psicológica e "liberação de perdão a Deus". Além disso, os conceitos teológicos postulados pelo G-12, tais como suas crenças quanto à Revelação, o Homem diante de Deus, Pecado, Igreja, Santidade e a Doutrina sobre o Espírito Santo, não condizem com o ensino bíblico ortodoxo.

O pastor Edson Pereira, da Igreja Fonte de Vida, na Flórida, discorda. Depois de ter participado de cinco convenções internacionais na Colômbia, Brasil e Miami, e ter realizado seis Encontros com Deus em Miami e New Jersey. "Na verdade G 12 é um apelido que deram a uma visão. A definição correta é: "Igreja Celular no modelo dos 12". A visão tem quatro colunas fundamentais; Ganhar, Consolidar, Discípular e Enviar". 
Ele explica como funciona o trabalho. "Ganhar é cumprir a grande comissão, evangelização. Consolidar é fechar a
porta dos fundos, cuidando e pastoreando os novos convertidos. Discípular é formar o caracter de Cristo nos novos convertidos levando-os a maturidade em Deus. Enviar "é, o novo convertido depois de passar pôr um processo de nove meses, estar pronto para fazer o mesmo com outros assim como Jesus fez com seus discípulos". 
O processo pratico é passar pôr: Pré - Encontro, Encontro, Pós - Encontro e Escola de Líderes. Neste tempo a pessoa estará pronta para dirigir uma célula de multiplicação. Como fez Jesus, o pastor escolhe entre os seus discípulos que passaram pelo processo, 12 homens formando o G-12, o mesmo ocorre com a esposa do Pastor, que escolhe 12 mulheres formando o Governo dos 12.
A grande polêmica sobre se o G-12 é herético ou não está baseado no encontro e na forma como os participantes são direcionados a atuar. Alexandre Galante e Sérgio Viula afirmam que a igreja celular no modelo dos 12 é herética e ant-bíblica. Eles usam o chavão "O Encontro é Tremendo!", para explicar seus pontos de vista. "Este é o chavão mais ouvido ultimamente entre os evangélicos, sejam eles pentecostais ou tradicionais. Para os que ainda não foram atingidos pela nova "onda", trata-se do componente principal do "Modelo dos Doze" (G-12), a nova visão para a igreja em células, disseminada pelo Pr. César Castellanos Dominguez, da Colômbia. 
A promessa de um "encontro" face a face com Deus é feita repetidamente. O segredo quanto ao conteúdo do "encontro", guardado a sete chaves, o torna mais atraente e desejado. Antes do encontro é necessário passar pelo Pré-Encontro, o qual consiste de quatro palestras preparatórias. Durante estas palestras, é pedido a todos sigilo absoluto quanto a tudo que irão ouvir e ver a partir daquele momento. Eles falam que o G-12 também emprega diversos métodos psicológicos de mind control (controle da mente) para moldar a personalidade dos "encontristas" e fazer com que eles se encaixem na "visão". 
Em defesa do G-12, pastor Edson afirma que "o maior problema que enfrentamos é a cultura do brasileiro. Geralmente quando ele vê em qualquer seguimento da sociedade uma boa idéia, ele cria em cima do que viu e vai colocar em prática, sem pesquisar, sem formação, sem estrutura, sem ter a visão clara sobre o assunto, e o resultado disto segundo pesquisa feita no Brasil é que de 100 empresas que são abertas 8 delas vão permanecer nos próximos 5 anos. Os líderes brasileiros não foram na fonte da visão e já saíram fazendo suas próprias adaptações colocando em prática adaptações que comprometem não só a visão mas o testemunho cristão e o verdadeiro papel da igreja". 
Da mesma posição é o pastor Aldo de Souza, da Igreja Mais que Vencedores. Ele também esteve na Colômbia e adotou o sistema de células. Ele disse que o G-12 não é um movimento. " A palavra G-12 significa "o governo de 12" que é simplesmente um sistema para treinamento de líderes que é usado dentro da visão celular. Não existe um "movimento G-12" em nossa igreja. Nossa visão é uma visão celular apostólica (Atos 5:42). O G-12 trabalha dentro desta visão. É uma parte pequena no inteiro processo da visão celular. 
Funciona desta maneira: Assim que um líder de célula multiplica seu grupo célular, aqueles que abrirem outras celulas debaixo desta célula serão ministrados constantemente com um material baseado em assuntos de liderança e serão também ministrados na área espiritual. É muito simples! Isto é o G-12!"
Pastor Aldo de Souza disse que o sistema adotado em sua igreja é bem parecido à visão da Colômbia. "Cremos que a visão precisa ser adaptada de acordo com cada igreja que a estiver usando, nós modificamos muitos aspectos para que se adaptasse dentro do contexto do nosso povo e da área na qual ministramos", afirmou. 
Abraão de Almeida, pastor da Igreja Evangélica Brasileira e diretor do Seminário Betel, em Coconut Creek , Flórida, tem uma posição de neutralidade. "Sobre o G-12 em si, eu vejo como uma muleta para a igreja no sentimento de que a falta de preparo da igreja de realizar o trabalho acaba exigindo certos apoios como forma de evangelismo e discipulado. Quando a gente fala em G-12 pensa em alguns ensinamentos que são ministrados nos encontros que são meio dúbios. Um lado positivo do movimento é discipulado. O risco não está na metologia. O problema do G-12 está em algumas posições estranhas ao contexto bíblico." 
Questionado sobre a diferença do método de células do G-12 e do pastor David Yonggi Cho, pastor Abraão disse que o reverendo Cho, numa entrevista em 1977 (ou 76) no Brasil, falou ter tirado do Brasil o sistema de células quando visitou pontos de pregração nos lares e aplicou o sistema na Córeia. "Dentro da cultura coreana estes princípios deram resultado. O método de células do pastor David está dentro do padrão bíblico, funcionando como uma escola dominical em casa, com sequências de estudos variados. E tem dado resultado na Coréia. No Brasil não funciona tão bem quanto lá. O sistema de células do G-12, pelo que sei, já é para evangelização e partir daí eu desconheço." Pastor Abraão falou que a igreja usa muitos métodos de crescimento e o que for aprovado fica e o que não for aprovado não fica. "A igreja brasileira passou por diversos tipos de trabalhos como esse, cultos ao ar livre, reuniões na praça, etc. Alguns funcionam, outros não. O G-12 na Colômbia se ajustou à cultura do povo, em outros lugares pode ser diferente. Creio que quando a igreja vive a plenitutde do Evangelho, ela cresce por si mesma". 
presidente da Conjubbran e pastor da Igreja Batista de Pompano Beach, é mais radical. 
Segundo ele, o G-12 não é o único modelo de igreja em células, nem é o melhor para todas as igrejas, nem é o mais ou o menos santo. É um modelo dentre os tantos que existem de igrejas em células. "Não creio em nenhuma ferramenta evangelística que cause divisão, conflitos, brigas e confusões no meio do povo de Deus. E isto o G-12 tem feito. Se é de Deus não virá com um arcabouço esotérico, místico, misterioso e que cause tantos debates como vem acontecendo com o G-12."
Ele disse que as igrejas que entraram na visão deverão retirar dos seus programas aberrações doutrinárias, teológicas, filosóficas e eclesiológicas. "O inimigo tem conseguido confundir a obra de Deus com heresias, palestras sobre regressão, maldições hereditária, perdão a Deus…e tantas outras aberrações teológicas, causando medo, pânico e terror nos corações daqueles que são menos imformados. O pior de tudo é ser amaldiçoado se não estiver na "visão". Isto chega a ser ridículo. Onde está o Espírito do Senhor há liberdade. Espero que cada membro das nossas igreja na Flórida esteja pedindo ao Senhor discernimento espiritual em relação a esta questão."
Outro que se posiciona contra o movimento é o pastor Paulo Lucas Sacramento, atualmente à frente do Ministério Alpha, em Norte Miami Beach. "As práticas do G-12 apresentam fatos que são contra as doutrinas bíblicas, como por exemplo uma reversão onde as pessoas vão ao ventre materno para lembrar os seus pecados e pedir perdão por faltas que já foram perdoadas, momentos de meditação, uso da música como forma de controle e o juramento para não se contar o que aconteceu no encontro. Eu questiono o G-12 e não aceito o modelo que eles apresentam. No Brasil, muitas pessoas que participaram do Encontro e que reviveram o seu passado, perderam o senso e ficaram desequilibradas, pastores com ministérios que se dividiram, convenções com problemas." 
Apesar de não ter participado do encontro, o pastor Paulo Lucas esteve com várias pessoas que estiveram no encontro e não concordaram com o que viram. Paulo Lucas disse que o sistema de células é eficaz e produtivo. "O sistema do reverendo Cho é diferente do sistema do G-12. O sistema de células é muito bom. Eu sou testemunha de que as igrejas cresceram fazendo cultos nas casas. Os cultos na casas começavam com quatro, cinco pessoas e depois passavam para 30, quarenta e tinha que alugar um salão porque as casas não comportavam. E se hoje temos um movimento pentecostal de mais de 40 milhões de pessoas, começou nas casas." O pastor Leidmar César Lopes, fundador da Associação de Pastores da Flórida e atual membro do Conselho da entidade, disse que o movimento de células virou moda e que o movimento do G-12 virou febre por causa da falta de propósito, paradigma e processo. 
Ele se coloca contrários aos comentários negativos de pastores e líderes em relação do G-12, afirmando que eles estão falando de algo que não conhecem. "Qualquer que fala sem conhecer cai no risco de transformar uma visão em seita, em doutrina ou em esquema". Ele disse que o G-12 é um método de discipulado. São grupos homogênios, compostos de 12 discípulos ministrados por um discipulador, que por sua vez, é discipulo de alguém na hierarquida de gerações, fazendo de cada discípulo um líder. "Na verdade, o problema não é com a visão do G-12, mas antes pela forma com que se proliferou pelo Brasil. De repente buscaram na fonte, mas o brasileiro sempre gosta de dar um jeitinho a mais, de personalizar, de mistificar. Muitas das práticas são mais reflexo de misticismo do que de cristalinidade da visão. Toda a problemática da censura da visão está na iniciação no Encontro com Deus". 
A grande realidade é que o G-12 tem gerado controvérsias. Líderes respeitados no Brasil têm se ligado ao movimento, mas a grande maioria se coloca contra o sistema de trabalho adotado pelo grupo. As convenções gerais da Assembléia de Deus e da Igreja Batista no Brasil se colocaram contra o G-12, publicando manifestos em seus órgãos de imprensa. 
Para dismistificar o movimento, o Koinonia International Minisries, na pessoa do pastor Ivan Pitzer, presidente da Primeira Igreja Batista do Brasil e apóstolo da Aliança Missionária Apostólica Internacional, vai estar realizando um Pré-Encontro para líderes com o objetivo de explicar a missão dos 12 na versão do G-12. O evento será em abril, no salão de conferência da Bibletown, em Boca Raton. O objetivo do encontro é apresentar aos pastores o novo G-12, agora com o nome M-12, Missão dos 12, que utiliza o método do "Ide e fazei discípulos, batizando e ensinando a todas as nações". 
O pastor disse que não devemos polemizar o método dos 12, porque este foi instituído por Jesus, sendo que Deus também escolheu as 12 tribos para o governo do seu povo. Segundo ele, o objetivo do governo dos 12 é fazer com que a progressão de 2 a 2 aritmética passe a ser geométrica, e no "Ide por todo o mundo..." a visão de evangelismo passe a ser uma responsabilidade de cada discípulo, mesmo leigo, a ser treinado como líder, com uma formação do caráter cristão dos 12 e o compromisso de fidelidade de ganhar almas, consolidá-las, treiná-las e enviá-las para formarem células evangelizadoras nos seus próprios lares. Segundo ele, esta é a tônica do G-12
Células de David Y. Cho 
. igreja de células
. células familiares 
. crescimento biológico, natural, por progressão aritmética
. grupos de 1 té 30 (40) pessoas e aluga-se um templo
. líderes designados. líderes formandos por meios tradicionais como seminários, escolas bíblicas e discipulado
. estrutura de células heterogêneas no estilo de Escola Dominical a domicílio
. igreja permanece com o mesmo sistema de cultos, com serviços de oração, para jovens, doutrina,etc.
. trabalha o caráter do discipulado.
 
G-12 na visão de César Castellanos
. igreja em células: pré-requisitos: pré-encontro, encontro, pós-encontro e escola de líderes
. células de evangelismo
. crescimento geométrico, por multiplicação
. células com um máximo de 15 pessoas, tamanho ideal, de 12. A partir daí a célula dá origem a outra.
. líderes precisam ter passado pelo Encontro
. líderes formandos pela Escola de Líderes, com transmissão da unção,G-12 como formação de liderança: 12 X 12 = 144 X 144 = 1728. 
. estrutura de célula familiar (heterogêneas) e células homogêneas (adultos, jovens, crianças,etc).
. alteração do sistema de cultos na igreja. Pastoreamento na própria célula, com cultos de celebração aos domingos.  
 
O G-12 segundo Renê Terra Nova
Ao adotar a visão da igreja em célula no modelo dos 12, o pastor Renê Terra Nova, da Igreja Batista da Restauração de Manaus, hoje MIR (Ministério Internacional da Restauração), adequou a visão do pastor colombiano César Castellanos à sua igreja. No contorversial Encontro com Deus foi colocado o sigilo, com proibição dos participantes em revelar o que acontece no encontro. Terra Nova escreveu um manual do encontro que serve de guia aos ministradores e a frase "é tremendo" virou chavão e marca registrada dos que já passaram pelo encontro. A idéia de que todos devem passar pelo encontro é difunfida de forma sistemática.  
 
 
Conselho de Doutrina divulga manifesto alertando líderes sobre  ameaças do Movimento Grupo G-12.
Extraído do Mensageiro da Paz, 1 a 15 de maio de 2000, pgs. 10-11.
CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL - MESA DIRETORA
Em virtude do abençoado crescimento das Assembléias de Deus no Brasil, grupos estranhos de pseudos evangélicos trabalham em planos cientificamente preparados, usando forte marketing, tentando dividir e enfraquecer a Igreja de Deus.
No desejo de verem suas igrejas crescerem, desprezam o mais  eficiente e aprovado método bíblico contido no livro de Atos dos  Apóstolos, aceitando e envolvendo outros nos "Encontros" -  modelos reprovados pela Palavra de Deus.
As tais reuniões secretas do G-12, são práticas semelhantes e  usadas pelo espiritismo. Essa nova tática vem promovendo  mudanças na liturgia das igrejas, permitindo seus participantes  tornarem seus cultos uma verdadeira confusão, onde a decência e a ordem não mais existem, além de tirar a liberdade da verdadeira  adoração a Deus. São novas heresias iguais a outras que tentam  eliminar a eficácia da morte de Jesus no Calvário.
0 G-12 leva seus participantes a pronunciamentos, confissões e até  chegam à petulância de dizer que perdoam Deus, afirmando ser "uma nova visão, uma coisa "tremenda", induzindo as pessoas a aceitarem adendos e retoques à obra do Calvário. 0 plano de Deus  realizado por Jesus na cruz é completo, perfeito, insubstituível e  não aceita apêndices.
Lamentavelmente, alguns irmãos e até obreiros embriagaram-se com  o G-12. 0 apóstolo Paulo nos advertiu em Gálatas 1.8: "Mas ainda que nós  mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do  que já pregamos, seja anátema".
Estranhamos o comportamento de alguns obreiros aceitando  determinadas inovações. Estariam eles enganados, como os que  participaram das Conferências do reverendo Moom? Preocupa-nos! Seria falta de mais conhecimento bíblico? Deficiência  na estrutura ministerial? Ou ainda não tiveram um verdadeiro  encontro com Jesus, embora sejam obreiros?
Depois de desfrutarmos do atendimento cuidadoso do Espírito Santo,  por 90 anos, comprovado pela expansão das Assembléias de Deus no  Brasil, será que precisamos dessas aventuras "evangélicas"  importadas, para vermos crescer nossas igrejas?
 Sentindo a necessidade de maior conhecimento das doutrinas  fundamentais da Palavra de Deus, estamos realizando simpósios de  doutrina, ministrados pelo Conselho de Doutrina da CGADB, em todas  as regiões do nosso país.
É de vital importância a vigilância pelos nossos pastores para  proteger o rebanho do Senhor contra os exploradores, cuja visão, "a  tremenda", não é a espiritual, mas é fatia comercial, com o objetivo  de obter o já previsto por tais aproveitadores.
As práticas estranhas da quebra de maldição, cura interior e  regressão, acompanhadas de música indutiva, incentivando as  pessoas à técnica de "liberar" gritos, danças e urros, nunca fizeram  parte do nosso culto a Deus.  "Que direis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem  salmo, tem doutrina, tem revelação, tem interpretação. Faça-se  tudo para edificação" (1 Co 14.26-3 1).
A aceitação dessas inovações anti-bíblicas já está produzindo o  resultado desejado por esses senhores - a divisão de grupos em  nossas igrejas. 
A "tremenda" regressão tão propalada pelos praticantes do G-12, é  uma tentativa de anular o perdão de Jesus, recebido por nós. Tenta  também aniquilar o valor da purificação do sangue de Jesus.  Portanto, tudo isso não passa de heresias (leia Is 38.17; Jr 31.34 e  Mq 7.18-19).
A fogueira santa usada para a queima das listas de pecados, os  ambientes escuros e os gritos de libertação, não fazem parte do  culto da Assembléia de Deus, e têm mais semelhanças com práticas  do candomblé e outras filosofias e seitas secretas ou ocultas.
Pastores, líderes obreiros, irmãos em Jesus Cristo , Deus nos colocou  como verdadeiros atalaias. Despertemos!
"Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que  seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para  convencer os contradizentes", Tt 1. 19.

Mesa diretora da CGADB
Pastor José Wellington Bezerra da Costa Presidente
MANIFESTO DO CONSELHO DE DOUTRINA  EM FACE DO AVANÇO DA MAIS NOVA HERESIA, QUE INVALIDA O  CARÁTER CRISTÃO ADQUIRIDO ATRAVÉS DA REGENERAÇÃO  EM CRISTO, BUSCANDO-SE NA AUTO-REALIZAÇÃO E NA MUDANÇA  DE CONCEITOS BÍBLICOS, NÓS DO CONSELHO DE DOUTRINA DA  CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL, NA  PESSOA DO SEU PRESIDENTE, VIMOS A PÚBLICO PARA DAR PARECER OFICIAL SOBRE O QUE  CHAMAM DE G-12.
 
CONCLUSÃO
Combater as heresias e sutilezas internas é mais difícil que dar combate às externas, pois os promotores dessas práticas, como a regressão psicológica, por exemplo, apresentam-se como nossos irmãos. 
 
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES - Subsídio Apologético
“A Linha de organização do G-12
O processo para a implantação do G-12 é, segundo o seu fundador, a ‘alma’ do movimento. Todavia, de acordo com o Pr. Paulo Romeiro, um dos problemas em relação ao G-12 é a ‘inserção de práticas, conceitos e ensinos antibíblicos, tais como o mapeamento espiritual, regressão psicológica, cura interior, quebra de maldição, escrever os pecados em pedaços de papel e queimá-los na fogueira, revelações extrabíblicas e outros.
O G-12 peca em pelo menos quatro fundamentos: a) dão ao número 12 sentido mágico-espiritual, quando se trata de um número comum na Bíblia; b) esvaziam a doutrina bíblica da regeneração e da justificação, fazendo as pessoas confessarem pecados dos quais já foram perdoados pelo sacrifício do Calvário; c) deturpam o conceito bíblico de igreja a ponto de uma das suas maiores propagadoras no Brasil dizer que ‘o Diabo está induzindo os crentes a irem à igreja para fazê-los abandonar as células’; e, d) dão ênfase às expressões ‘novo’ e ‘nova’ como nova unção e nova visão, na tentativa de criar aversão na mente dos seus participantes em relação a tudo quanto aprenderam.
Estrategicamente, o G-12 trabalha com dois elementos que puxam todo o seu arsenal de heresias: a) a auto-realização pessoal (sucesso) à custa de regressão, quebra de vínculo, eliminação da legalidade dada ao Diabo, o perdão dado a Deus; e, b) o crescimento mágico e rápido da igreja.
Como se pode observar, a proposta do G-12 pega a veia da necessidade de alguns líderes que preferem trilhar os atalhos da vida e ‘transformar pedra em pães’.
Uma outra coisa a salientar sobre o G-12 é a sua estratégia de segurar o participante com a idéia de que ele precisa fechar o ciclo para que possa definitivamente chegar à ‘nova unção’. Com isso, o que participa de um pré-encontro é induzido a participar também do encontro, do pós-encontro e do reencontro. Após passar por todas essas fases de lavagem cerebral, o incauto realmente nunca mais será o mesmo.” (LIMA, Paulo César. O que está por trás do G-12. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p.35-6.)
 
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Questionário da Lição 8 A REGRESSÃO PSICOLÓGICA por Ev.Luiz Henrique
 www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos     
 
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
“Antes que eu te formasse no ______________, eu te conheci; e, antes que saísses da ________________, te santifiquei e às nações te dei por _____________________” (Jr 1.5).
 
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
A ___________________________ psicológica está vinculada à _____________ interior, hoje, usada como uma espécie de “santificação” retroativa. É uma prática __________________ à Palavra de Deus.
 
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
3- Como é conhecida a cura interior?
(  ) É conhecida como cura das memórias ou cura para os traumas emocionais.
(  ) É conhecida como cura do passado ou cura para as enfermidades.
(  ) É conhecida como cura das doenças ou cura para os problemas espirituais.
 
4- Com o que tem íntimo paralelismo a cura interior?
(  ) Com o cristianismo oriental.
(  ) Com o ocultismo oriental.
(  ) Com curas apostólicas.
 
5- O que buscam os adeptos da Cura Interior?
(  )  “completar” a obra de Cristo com técnicas psicológicas e até ocultistas.
(  )  “completar” a obra de Cristo com técnicas bíblicas e santas.
(  )  “completar” a obra de DEUS com coisas santas encontradas na bíblia.
 
I. O HOMEM INTERIOR
6- O que significa a palavra hebraica "kileyah" e o que quer dizer? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(  ) Deus acompanha o feto somente após seu nascimento.
(  ) Usada para “interior”, literalmente, “rim”.
(  ) Somente o ser humano conhece inteiramente o seu interior.
(  ) Os hebreus usavam-na para descrever o órgão do corpo humano que representava a parte mais íntima do homem.
(  ) Muitas vezes, a Bíblia usa o coração como o centro do nosso intelecto, emoções e vontade para descrever o homem interior.
(  ) DEUS formou o nosso íntimo e os tecidos do corpo humano.
(  ) Deus acompanha o desenvolvimento do feto desde o ventre materno.
(  ) Somente Deus conhece o interior do ser humano (1 Rs 8.39).
 
7- Qual o verbo hebraico para “entretecer” , o que significa?
(  ) É raqam, “tecer com fios de várias cores”, Revela que Deus “pintou” nossos ossos com o corpo e colocou o espírito dentro de nós.
(  ) É paqam, “tecer com fios de várias formas”. Revela que Deus “pintou” nossos ossos com o corpo colocando espírito em nós.
(  ) É corbam, “tecer com fios várias vezes”. Revela que Deus “pintou” nossos ossos com o corpo e colocou o espírito dentro de nós.
 
8- De que é chamado, às vezes, o homem interior, nas páginas do Novo Testamento?
(  ) De homem material, área ainda desconhecida para a psicologia, mas não para a Bíblia Sagrada.
(  ) De homem alma, área ainda desconhecida para a psicologia, mas não para a Bíblia Sagrada.
(  ) De homem espiritual, área ainda desconhecida para a psicologia, mas não para a Bíblia Sagrada.
 
II. A CURA INTERIOR
9- De que forma serão curadas as feridas interiores segundo o Senhor Jesus afirmou?
(  ) Voltando ao passado e relembrando dos pecados de nossos bisavós, avós e pais e pedindo perdão a DEUS por isso.
(  ) Através do perdão aos nossos antepassados e oração de arrependimento pelos pecados que eles cometeram.
(  ) Somente se houver perdão.
 
10- Quais terapias devem ser efetuadas para as curas interiores nos dias atuais?
(  ) É a terapia do Amor fraterno.
(  ) É a terapia da regressão.
(  ) É a terapia do Espírito Santo.
 
11- No plano da psicanálise, de que suposição o psicanalista austríaco, Sigmund Freud (ateu), partiu?
(  ) Da premissa de que todos os problemas humanos são traumas provenientes de experiências dolorosas da vida anterior.
(  ) Da premissa de que todos os problemas humanos são traumas provenientes de experiências dolorosas da infância.
(  ) Da premissa de que todos os problemas humanos são traumas provenientes de experiências dolorosas da alma, enquanto jovem.
 
12- Que nome podemos dar à terapia do plano gedozista, que mistura técnicas híbridas, Bíblia, psicologia e hipnose?
(  ) É terapia evangélica e cristã.
(  ) É terapia pseudo-cristã e progressista.
(  ) É terapia pseudo-evangélica e ocultista.
 
III. O QUE É REGRESSÃO PSICOLÓGICA?
13- Dentro da definição de Regressão Psicológica o que podemos esclarecer como verdade: Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(  ) A palavra “hipnose” foi dada pelo médico psicanalista Sigmund Freud.
(  ) É o mesmo que hipnose.
(  ) A palavra vem do grego hypnos, “sono”, pois se pensava que o hipnotizado ficava dormindo, ao passo que sua condição é de elevado estado de concentração.
(  ) É chamado de transe ou estado alterado da consciência.
(  ) Antes, era conhecido por mesmerismo, de Franz Mesmer (1734-1815), médico austríaco, inventor do método de tratamento por hipnose.
(  ) A palavra “hipnose” foi dada pelo médico escocês James Braid (1795-1860).
(  ) É chamado de transe ou estado alterado da ciência.
 
14- Qual o objetivo da Regressão Psicológica?
(  ) Alcançar os regressos mais profundos do consciente até visualizar uma figura conhecida, para evitar comunicação com a mesma..
(  ) Alcançar os regressos mais profundos do subconsciente até visualizar uma imagem, com a qual entra-se em comunicação.
(  ) Regresso a supostas vidas passadas, para os que acreditam na reencarnação,
(  ) Regresso à infância, para descobrir um evento traumático responsável pelo sofrimento, bloqueios emocionais que moldam o comportamento.
 
15- Cite exemplos de Fracassos dentro do método Regressão Psicológica, completando as frases seguintes:
Freud usou os métodos do _______________ nos primeiros anos de suas pesquisas no tratamento psicoterapêutico de seus pacientes.
Freud abandonou tal prática, pois descobriu que muitos de seus pacientes tendiam a _____________se, buscando no passado acontecimentos imaginários.
O Dr. Ian Stevenson, ex-chefe do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia, EUA, usou os métodos _____________, mas com outro objetivo: buscar provas da ______________________. Sem sucesso, abandonou o método, porque trazia-lhe problemas maiores dos que ele procurava resolver.
 
IV. A REGRESSÃO PSICOLÓGICA NO G-12
16- A regressão psicológica é colocada como que recurso?
(  ) Um recurso a mais no poder de Jesus.
(  ) Um recurso do poder de Jesus na vida dos crentes.
(  ) Um recurso substitutivo além do poder de Jesus.
 
17- Como funciona a Terapia gedozista?
(  ) Os líderes pedem que peçam a Cristo, perdão às pessoas que os ofenderam durante sua vida toda.
(  ) O método funciona com música sugestiva e luzes apagadas.
(  ) A ordem é para os participantes visualizarem a fecundação, a formação no útero materno, depois a infância e adolescência até o momento do evento.
(  ) Os participantes são instruídos a visualizar cada fase e lembrar cada momento difícil e traumatizante.
(  ) Nesse instante, os líderes pedem que visualizem Cristo com cada um deles, para liberar perdão às pessoas envolvidas e até ao próprio Deus.
 
18- O que revela o modus operandi da regressão psicológica?
(  ) Revela sua incompatibilidade com a fé espírita reencarnacionista.
(  ) Revela sua compatibilidade com base na fé cristã.
(  ) Revela sua incompatibilidade com a fé cristã.
 
19- Cite pelo menos dois elementos da hipnose
(  ) A auto-sugestão e a Poesia.
(  ) A auto-sugestão e a fantasia.
(  ) A auto-realização e a certeza de salvação.
 
20- Qual a diferença entre visão e visualização? Complete:
A visão é ______________, real e _________ induzida (At 9.3); ao passo que a visualização é irreal e sequer 
aparece na _________.
 
21- Cite um exemplo bíblico de perdão pleno, sem práticas ocultistas: Complete:
O texto da mulher _____________ é um exemplo clássico de perdão pleno.
Ela não teve que passar pelo processo de ____________ e nem confessar com quem pecou ou quanto recebeu por vender seu corpo, mas recebeu o perdão de ______________: “Vai-te e não peques mais” (Jo 8.11). 
 
22- Por quem foi fundado o G-12?
(  ) Foi fundado pelo pastor Cézar Castellanos Dominguez, na Colômbia em 1991.
(  ) Foi fundado pelo pastor Renê Terra Nova, no Brasil em 1991.
(  ) Foi fundado pelo pastor David Y. Cho, Dominguez, no Chile em 1991.
 
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AS BASES BÍBLICAS DA UNÇÃO  Pr. Elinaldo Renovato de Lima
INTRODUÇÃO
A unção na Bíblia pode ser vista de modo abrangente, tanto no sentido espiritual como no sentido prático da unção com óleo. Esta é prática bíblica de muita importância pelo seu sentido simbólico e espiritual. Tanto no AT como no NT encontramos respaldo para sua utilização, ainda que de modo diferenciado. Hoje, quando tantas inovações estão ocorrendo no meio evangélico, precisamos saber um pouco mais sobre esse procedimento recomendado pela Palavra de Deus.
I - CONCEITOS DE UNÇÃO
1. ETIMOLOGICAMENTE.
Unção significa "Ato ou efeito de ungir". Ungir quer dizer: "Untar com óleo ou com ungüento"; "Aplicar óleos consagrados" (Dic.).
2. BÍBLICAMENTE. Unção vem do substantivo grego, chrisma; daí, vem o verbo chrío, ungir; e o adjetivo christós, que significa "ungido". No hebraico, o termo ungido é Messias, aplicado a Cristo. A unção, na Bíblia, pode ser entendida de modo espiritual e literal, com a aplicação do azeite ou óleo sobre alguém ou sobre algum objeto.
2.1.UNÇÃO ESPIRITUAL. É a capacitação dada por Deus a alguma pessoa, credenciando-a para cumprir uma missão específica, especial, dentro de propósitos divinos.
a) JESUS FOI UNGIDO.
Jesus foi ungido pelo Espírito Santo, "para evangelizar os pobres", "curar os quebrantados do coração, apregoar liberdade aos cativos...a por em liberdade os oprimidos" (Lc 4.18). Ele foi ungido "com óleo de alegria" (Hb 1.9). (Ver Is 61.1; At 10.38; 1 Cr 16.22).
b) OS APÓSTOLOS FORAM UNGIDOS.
Pedro era ungido de tal modo que as pessoas colocavam os doentes sob sua sombra para que fossem curados (At 5.15,16). De Paulo, levavam-se "lenços e aventais" e "as enfermidades fugiam deles" (At 19.11,12).
c) OS CRENTES FIÉIS SÃO UNGIDOS. "Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu é Deus, o qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações" (2 Co 1.21, 22).
2.2. UNÇÃO COM ÓLEO: É o ato de derramar óleo sobre alguém ou sobre algum objeto, com o sentido de torná-lo consagrado a Deus, ou de buscar a cura divina sobre o enfermo.

II -  A UNÇÃO NO NOVO TESTAMENTO
1. A UNÇÃO NO SENTIDO ESPIRITUAL.
No NT, a palavra unção (do gr. chrisma) só ocorre três vezes (Ver 1 Jo 2.20,27). O verbo ungir (chrío) aparece cinco vezes (Lc 4.18; At. 4.27; 20.38; 2 Co 1.21; Hb 1.9). Já o adjetivo christós (Cristo) ocorre mais de 500 vezes, em diversas referências, como em Mt 1.1 e Ap 22.21.
2. A UNÇÃO COM ÓLEO.
Literalmente, ocorrem duas passagem relativas à unção com óleo: Em Mc 6.13 e Tg 5.14. 1. A UNÇÃO DOS ENFERMOS.
a. OS DISCÍPULOS UNGIAM (Mc 6.13). É a única referência nos evangelhos sobre esse trabalho dos discípulos. Certamente, era algo muito comum, embora as curas feitas por Jesus não utilizavam o óleo como elemento auxiliar.
b. A UNÇÃO PELOS PRESBÍTEROS. (Tg 5.14).
Tiago ensina como agir, quando um crente está doente, orientando que os presbíteros sejam chamados para orarem por ele, ungindo com óleo, em nome de Jesus. 2. NO PREPARO PARA A SEPULTURA (Mc 14.8; Lc 23.56). Era um costume oriental. Ao que parece para retardar a decomposição do corpo.
3. A UNÇÃO DE HÓSPEDES.
Uma mulher ungiu os pés de Jesus (Lc 7.38) e Ele chamou a atenção do anfitrião por não tê-lo ungido a cabeça (Lc 7.46).
III - A UNÇÃO COM ÓLEO, HOJE.
1. QUEM PODE UNGIR.
1.1. OS MINISTROS DO EVANGELHO.
Pastores e evangelistas podem ungir, pois sua missão é abrangente. (Ver 1 Pe 5.1,2a).
1.2. OS PRESBÍTEROS DA IGREJA (Tg 5.14). São os membros do ministério mais indicados para realizar a unção com óleo, pois são citados explicitamente como credenciados para tal finalidade. Mas não é exclusividade deles.
1.3. OS OBREIROS EM GERAL. Na ausência dos ministros e presbíteros, em situações especiais, é admissível que diáconos, auxiliares, e obreiros em geral unjam os enfermos. Os discípulos não eram formalmente ordenados, mas ungiam (cf. Mc 6.13).
1.4. É ELEMENTO ÚTIL À ORAÇÃO DA FÉ (Tg 5.14).
Não é o azeite que cura, mas a fé no Nome de Jesus, da parte dos que oram e da parte do enfermo. A Igreja Católica tem o sacramento da "extrema unção" aos moribundos, com o sentido de conferir-lhes graça na hora da morte. Isso não tem respaldo bíblico.

2. QUE PARTES DO CORPO PODEM SER UNGIDAS.
Normalmente, deve-se ungir a cabeça do doente. No AT, sempre a unção era sobre a cabeça. Ver Sl 23.5; 133.2. A mulher ungiu os pés de Jesus, mas não em caso de enfermidade. Atualmente, há certas práticas, utilizadas por alguns, de ungir inclusive partes íntimas das pessoas enfermas. Isso é exagero, e não tem base na Palavra de Deus.
CONCLUSÃO. A unção espiritual deve fazer parte da vida dos crentes e em especial da vida dos obreiros. A oração pelos enfermos deve ser prática comum em todas as igrejas cristãs, se possível, em todas os cultos. Sempre há pessoas necessitadas de receber a oração da fé, com o recurso da unção com óleo. Esta deve ser feita não apenas como mero ritual, mas como um gesto de fé no poder do Nome de Jesus.
 
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Ajuda www.cpad.com.br bíblias. livros e revistas.
www.altavista.com.br 
Mensageiro da Paz, 1 a 15 de maio de 2000, pgs. 10-11.
(Adaptação de trechos do livro "Hypnosis and the Christian", de Martin e Deidre Bobgan
– Traduzido por Ebenezer Bittencourt.)
Pr. Elinaldo Renovato de Lima AS BASES BÍBLICAS DA UNÇÃO - Reprodução autorizada do site www.assembleiadedeus-rn.org.br/familia/port/index.htm
Pr. Paulo Roberto Freire Presidente - Mensageiro da Paz, 1 a 15 de maio de 2000, pgs. 10-11.
Reportagem Laine Furtado O sistema de células chega aos Estados Unidos e gera controvérsias

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