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1. Não reconhecem a dignidade e o valor do ser em gestação. |
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O ser em desenvolvimento na madre precisa ser tratado com a mesma dignidade e proteção que as leis determinam para os indivíduos já nascidos. |
Os defensores do aborto encaram a procriação como uma questão meramente técnica e funcional, não vendo qualquer problema moral na prática do aborto. |
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O salmista Davi identifica a mão de DEUS, tal qual um artista, entretecendo de maneira maravilhosa o ser humano ainda no ventre materno (vv. 13,14). |
Os defensores do aborto, porém, não vêem o nascituro como viu Davi. |
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2. Defendem o
que eles chamam direito de escolha. |
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Na defesa da vida humana, devemos sempre fundamentar-nos nos princípios, verdades e doutrinas da Palavra de DEUS, e nunca em nossas próprias idéias, deduções e leis. |
Os pós-modernistas pugnam por um falso direito de escolha, menosprezando o que DEUS exige em sua Palavra. |
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DEUS criou e
sustenta todas as coisas (Hb 1.2,3). Por conseguinte, todo o direito
e toda autoridade têm a DEUS como fonte. |
A mulher, alegam os humanistas, tem o direito de decidir sobre o próprio corpo e de escolher entre dar à luz ao novo ser ou abortá-lo - principalmente se lhe for constatado alguma anomalia. Eles apregoam que o ser humano, nessa fase da vida, em nada difere de um objeto que pode ser descartado a qualquer momento. |
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3. Não reconhecem o ser em gestação como indivíduo. |
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Os humanistas argumentam que o ser em gestação não é uma pessoa por não dispor ainda, de maneira plena, dos mecanismos da razão - pensamento, raciocínio, consciência (inclusive do bem e do mal) e livre-arbítrio. |
Vejamos o que a Bíblia
mostra em Juízes 13.2-25. Leia esta passagem com a mente aberta para
DEUS. No v. |
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À luz da ética e da moral, o aborto é um crime, pois a vida humana tem início no exato momento da concepção. |
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Sempre que a Bíblia descreve o nascimento de alguém, deixa claro que a vida humana está presente desde a concepção até o nascimento. |
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Concepção, gestação e
parto não se desvinculam (Gn 4.1).
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2. Os direitos
do nascituro como um ser humano.
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A prática do aborto não deve ser vista como um direito de escolha da mulher. |
Pois não leva em conta os direitos do ser em gestação que, aliás, não pode sequer alçar a voz para defender-se. |
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Quando a Bíblia se reporta a algumas pessoas chamadas por DEUS desde o ventre (Gn 25.20-23; Is 49.1; Lc 1.15,41; Gl 1.15,16) |
Está
implicitamente afirmando não só o direito de o ser em gestação
nascer, mas de cumprir igualmente os propósitos para os quais vem ao
mundo. |
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Os princípios bíblicos apontam para a soberania divina em cada concepção. |
Toda criatura nasce sob permissão de DEUS, e só Ele, o doador da vida, tem o direito absoluto sobre ela (Is 45.12; Mt 10.28). |
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Davi, referindo-se à própria concepção: |
"Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia" (v.16). |
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Em nenhum momento os defensores do aborto tratam do propósito e da soberania de DEUS concernente à vida humana |
Os planos de
DEUS, contudo, são inegociáveis como Ele próprio declara ao profeta
Jeremias: "Antes que eu te formasse no ventre, eu te conheci; e,
antes que saísses da madre, te santifiquei e às nações te dei por
profeta" (Jr 1.5). |
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O termo eutanásia é de origem grega e significa literalmente "boa morte". |
Tem como justificativa abreviar o sofrimento de pacientes terminais e daqueles que sofrem de doenças irreversíveis. |
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Os seus defensores advogam: da mesma forma que o indivíduo já nascido tem o direito inalienável à vida, não se pode negar-lhe o direito à morte. |
Apesar das aparências, a eutanásia é uma afronta a DEUS que no princípio ordenou quanto à vida humana: "Não matarás". |
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2. Um ato de
amor pelo paciente.
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É outra justificativa apresentada na defesa da eutanásia, mas que tipo de amor é este? |
É limitado e egoísta. |
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Na verdade, procura descartar um enfermo, para que este não lhes sirva de enfado |
Precisamos todos estar possuídos do amor de DEUS (Jo 15.12; Rm 13.10; 2 Pe 1.7). Aliviar o sofrimento de um enfermo não implica em matá-lo; implica em assisti-lo devidamente para que, mesmo no leito da morte, tenha ele qualidade de vida. |
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A morte passou a fazer parte da história do homem somente a partir da sua queda no Éden. |
DEUS não criou o homem para a morte; criou-o para a vida. |
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Desejar a morte é algo que somente se manifesta em tempos de profunda crise. |
A morte, na verdade, é o resultado do juízo de DEUS sobre os nossos primeiros pais, em virtude de sua desobediência, estendendo-se também a toda raça humana (Gn 3.19; Rm 5.12; 6.23). |
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Na sentença dada por DEUS a Adão (ver Gn 3.17), vemos claramente a menção à vida: "com dor comerás dela [a terra] todos os dias da tua vida". |
O texto pressupõe um tempo para viver que só seria dado por concluído quando chegasse a hora da morte, segundo os desígnios de DEUS, e não conforme a vontade do homem (Ec 3.2). |
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A eutanásia, ao invés de ser um gesto de amor para com o paciente, é uma forma cruel de egoísmo. |
Na verdade, o que os familiares e outros responsáveis desejam, é descartar-se do paciente já inválido - como nos abortos de fetos deficientes - para se verem livres do problema. |
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O que não querem é trabalho. |
Todavia, o amor, proveniente de DEUS, vai até o fim, sempre lutando em favor da vida, como demonstram não só os exemplos bíblicos (ver Lc 8.40-56), mas tantos outros à nossa volta. Ler 1 Jo 3.16. |
Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.
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