Home
Estudos
EBD
Discipulado
 Mapas
Figuras1
 Figuras2
Fotos
Igreja
Link's
Corinhos
Download
 Eu
 
 
 
 
LIÇÃO 8 - O CRISTÃO E A PENA DE MORTE - 25/08/2002
 
Mt 5.44 Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem;
Se a pena de morte resolvesse o problema da criminalidade e da violência urbana, em muitos estados americanos não haveria violência, isso para citar o país mais desenvolvido do mundo. Só JESUS CRISTO é a solução. (Jo 8.32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.)
Temos que ter o cuidado de não procurarmos imitar os americanos em mais esse pecado.
 
 http://jnd.yazigi.com.br/alepro01.htm   Pergunta: Será que ele ainda ia aceitar a JESUS e ser salvo.
 
VEJA A OPINIÃO DE DIVERSAS SEITAS E IGREJAS A RESPEITO EM:
http://www.edeus.org/port/Perg13RElBR.htm 
 
TEXTO ÁUREO:
E, ouvindo-o Rúben, livrou-o das suas mãos e disse: Não lhe tiremos a vida” (Gn 37.21).
RÚBEN. Rúben era o primogênito de Jacó e, nessa condição, deveria ser o líder dos seus irmãos. No entanto, depois do seu ato imoral com Bila (ver 35.22 nota), perdeu para sempre a liderança espiritual definitiva e não conseguiu aqui influenciar suficientemente os seus irmãos (vv. 22-29; 42.37,38).37.28 LEVARAM JOSÉ AO EGITO. Embora José fosse tratado com crueldade pelos seus irmãos e vendido como escravo, Deus serviu-se dessas más ações do homem para realizar a sua vontade 
na vida de José

VERDADE PRÁTICA:
A vida é um dom de Deus. Só a Ele, cabe concedê-la ou suprimi-la, direta ou indiretamente, sem que se 
configure um crime. 
LEITURA DIÁRIA:
 
Segunda Êx 21.23 Vida por vida
Mas, se houver morte, então, darás vida por vida,
E FOREM CAUSA DE QUE ABORTE. Deus, além de exigir a proteção de pessoas viventes, também exigia a proteção de crianças ainda por nascer. (1) O versículo 21 refere-se a uma mulher dando à luz a uma criança prematura por causa de violência cometida contra a gestante. Se isso acontecesse, quem causasse o aborto tinha que pagar uma multa. (2) Se houvesse lesões graves na mãe ou no filho, o culpado tinha que pagar segundo a lei da retaliação. Note que se a violência causasse a morte da mãe ou do filho, o transgressor seria réu de homicídio e teria que pagar com a própria vida (v. 23). Noutras palavras, o nascituro é considerado nesse texto bíblico como um ser humano: provocar a morte desse feto é considerado assassinato. (3) Note que essa é a única circunstância em que a lei exige a pena de morte por homicídio acidental (Dt 19.4-10). O princípio está claro: Deus procura proteger aqueles que têm menos condições de se protegerem (i.e., os que ainda estão por nascer).

Terça  Nm 35.31 A pena de morte
e não tomareis expiação pela vida do homicida, que culpado está de morte; antes, certamente morrerá
NÃO PROFANAREIS A TERRA. Deixar de executar um assassino significava poluir e profanar a terra. "Profanar" significa que deixar de vingar a morte de uma pessoa inocente levaria Deus a retirar a sua presença, bênção e ajuda à terra (ver Dt 21.1-9). A santidade e a justiça de Deus exigiam que nenhum assassino ficasse solto. A pena de morte em Israel expressava o santo propósito de Deus para que a justiça e a preservação da vida inocente fossem mantidas entre o seu povo, como nação santa 

Quarta 1 Sm 2.6 Deus dá e tira a vida
O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela.

Quinta Jó 7.16 Abominando a vida
A minha vida abomino, pois não viverei para sempre; retira-te de mim, pois vaidade são os meus dias.
RETIRA-TE DE MIM. Com sinceridade, Jó falou com Deus sobre seus sentimentos de injustiça, rejeição e dúvida. Até mesmo desejou que Deus se retirasse dele (vv. 16-19), embora noutras ocasiões ansiasse para Deus falar com ele (14.15; 23.3,5). Os fiéis que passarem por severas provações e sofrimentos devem expressar seus sentimentos abertamente a Deus em oração. Falarmos sinceramente com Deus, da nossa angústia e amargura, em atitude de submissão, não é errado. Ana derramou a sua alma diante do Senhor por causa da grande provocação que enfrentava (1 Sm 1.13-16). O próprio Jesus oferecia, "com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas" (Hb 5.7) e, por ocasião da sua morte, experimentou as trevas indescritíveis da separação de Deus (Mt 27.46).7.20 SE PEQUEI. Jó considerava a possibilidade de seus conselheiros terem razão, e de Deus ter desencadeado a sua ira contra ele por causa de alguma transgressão desconhecida. O que Jó não sabia era que Deus realmente o estava observando, não com ira, mas com compaixão e amor. Embora sob prova até o seu limite, Jó se recusou firmemente a blasfemar contra Deus (cf. 2.9), e assim foi exaltado o poder libertador de Deus. No devido tempo, ao terminar a prova, Jó teve a aprovação de Deus publicamente (42.8).

Sexta Sl 30.5 A vida é favor de Deus
Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.
NA MINHA PROSPERIDADE. Sob a segurança da prosperidade, o salmista supunha que pela sua riqueza e sucesso ele se tornara tão forte que nada poderia destruir a sua prosperidade. Deus, então, retirou a sua mão protetora, o que lhe resultou em problemas graves e desamparo na sua vida, levando-o a sentir a necessidade do constante cuidado e presença de Deus (vv. 8-10). Todo crente que confia em si mesmo, e nas coisas temporais, e que na sua vida não dá o primeiro lugar a Deus e ao seu reino, é aqui advertido nas palavras deste salmo.

Sábado Êx 20.13 Não matarás
NÃO MATARÁS. O sexto mandamento proíbe o homicídio deliberado, intencional, ilícito. Deus ordena a pena de morte para a violação desse mandamento (ver Gn 9.6 nota). O NT condena, não somente o homicídio mas também o ódio, que leva alguém a desejar a morte de outrem (1 Jo 3.15), bem como qualquer outra ação ou influência maléfica que cause a morte espiritual de alguém (ver Mt 5.22 nota; 18.6 nota).
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
 
GÊNESIS 20.13= E aconteceu que, fazendo-me Deus sair errante da casa de meu pai, eu lhe disse: Seja esta a graça que me farás em todo o lugar aonde viermos: dize de mim: É meu irmão.
É MINHA IRMÃ. Mais uma vez, falhou a fé de Abraão, colocando em perigo o plano de Deus para Sara. Deus interveio a fim de preservar a participação de Sara na história da redenção, como mãe do povo do concerto (vv. 3-7; Hb 11.11; 1 Pe 3.6). Deus, na sua graça, às vezes livra os seus fiéis de situações desse tipo, decorrente de fraqueza na fé e desobediência.

ÊXODO 21.12,15,16= 12 Quem ferir alguém, que morra, ele também certamente morrerá;15 O que ferir a seu pai ou a sua mãe certamente morrerá.16 E quem furtar algum homem e o vender, ou for achado na sua mão, certamente morrerá.
CERTAMENTE MORRERÁ. Estes versículos mencionam quatro crimes, aos quais Deus sentenciou a pena de morte: o homicídio premeditado (vv.12.14), agressão física aos pais (v. 15), seqüestro de pessoas (v. 16) e amaldiçoar, insultar e ofender verbalmente os pais (v. 17). Esta penalidade demonstra a importância que Deus atribui ao relacionamento correto entre as pessoas (homicídio e seqüestro) e ao relacionamento apropriado na família (tratamento aos pais).

MATEUS 5.17,21,22= 17 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim abrogar, mas cumprir. 21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.22 Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo, e qualquer que chamar a seu irmão de raca será réu do Sinédrio; e qualquer que lhe chamar de louco será réu do fogo do inferno.
NÃO... VIM DESTRUIR A LEI... MAS CUMPRIR. O propósito de Cristo é que as exigências espirituais da lei de Deus se cumpram na vida dos seus seguidores (Rm 3.31; 8.4). O relacionamento entre o crente e a lei de Deus envolve os seguintes aspectos: (1) A lei que o crente é obrigado a cumprir consiste nos princípios éticos e morais do AT (7.12; 22.36-40; Rm 3.31; Gl 5.14; ver o estudo A LEI DO ANTIGO TESTAMENTO); bem como nos ensinamentos de Cristo e dos apóstolos (28.20; 1 Co 7.19; Gl 6.2). Essas leis revelam a natureza e a vontade de Deus para todos e continuam hoje em vigor. As leis do AT destinadas diretamente à nação de Israel, tais como as leis sacrificiais, cerimoniais, sociais ou cívicas, já não são obrigatórias (Hb 10.1-4; e.g., Lv 1.2,3; 24.10). (2) O crente não deve considerar a lei como sistema de mandamentos legais através do qual se pode obter mérito para o perdão e a salvação (Gl 2.16,19). Pelo contrário, a lei deve ser vista como um código moral para aqueles que já estão num relacionamento salvífico com Deus e que, por meio da sua obediência à lei, expressam a vida de Cristo dentro de si mesmos (Rm 6.15-22). (3) A fé em Cristo é o ponto de partida para o cumprimento da lei. Mediante a fé nEle, Deus torna-se nosso Pai (cf. Jo 1.12). Por isso, a obediência que prestamos como crentes não provém somente do nosso relacionamento com 
Deus como legislador soberano, mas também do relacionamento de filhos para com o Pai (Gl 4.6). (4) Mediante a fé em Cristo, o crente, pela graça de Deus (Rm 5.21) e pelo Espírito Santo que nele habita (Gl 3.5,14; Rm 8.13), recebe o impulso interior e o poder para cumprir a lei de Deus (Rm 16.25,26; Hb 10.16). Nós a cumprimos, ao andarmos segundo o Espírito (Rm 8.4-14). O Espírito nos ajuda a mortificar as ações pecaminosas do corpo e a cumprir a vontade de Deus (Rm 8.13; ver Mt 7.21 nota). Por isso, a conformidade externa com a lei de Deus deve ser acompanhada pela transformação interior do nosso coração e espírito (cf. vv. 21-28). (5) Os crentes, tendo sido libertos do poder do pecado, e sendo agora servos de Deus (Rm 6.18-22), seguem o princípio da fé , pois estão debaixo da lei de Cristo (1 Co 9.21). Ao fazermos assim, cumprimos a lei de Cristo (Gl 6.2) e em nós mesmos somos fiéis à exigência da lei (ver Rm 7.4 nota; 8.4 nota; Gl 3.19 nota; 5.16-25). (6) Jesus ensinava enfaticamente que cumprir a vontade do seu Pai celeste é uma condição permanente para a entrada no reino dos céus (ver 7.21 nota)
5.19 GRANDE NO REINO. A posição do crente no reino dos céus dependerá da sua atitude aqui, para com a lei de Deus e da sua prática e ensino. A medida da nossa fidelidade a Deus, aqui, determinará a medida da nossa grandeza no céu (ver o estudo O JULGAMENTO DO CRENTE)
5.20 SE A VOSSA JUSTIÇA. A justiça dos escribas e dos fariseus era exclusivamente exterior. Eles observavam muitas regras, oravam, cantavam, jejuavam, liam as Escrituras e freqüentavam os cultos nas sinagogas. No entanto, substituíam as atitudes interiores corretas pelas aparências externas. Jesus declara aqui que a justiça que Deus requer do crente vai além disso. O coração e o espírito, e não somente os atos externos, devem conformar-se com a vontade de Deus, na fé e no amor (ver Mc 7.6, nota sobre o legalismo).
5.22 SE ENCOLERIZAR... RACA... LOUCO. Jesus não se refere à ira justa contra os ímpios e iníquos (cf. Jo 2.13-17); Ele condena o ódio vingativo, que deseja, de modo injusto, a morte doutra pessoa. Raca é um termo de desprezo que provavelmente significa tolo , estúpido . Chamar alguém de louco , com ira e desprezo, pode indicar um tipo de atitude de coração, conducente ao perigo do fogo do inferno .


ROMANOS 13.1,2,4= 1 Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus.2 Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.4 Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal.
13.1 SUJEITA ÀS AUTORIDADES SUPERIORES. Deus ordena que o cristão obedeça ao estado, porque este, como instituição, é ordenado e estabelecido por Deus. Deus instituiu o governo porque, neste mundo caído, precisamos de leis para nos proteger do caos e da desordem como conseqüências naturais do pecado. (1) O governo civil, assim como tudo mais na vida, está sujeito à lei de Deus. (2) Deus estabeleceu o estado para ser um agente da justiça, para refrear o mal mediante o castigo do malfeitor e a proteção dos elementos bons da sociedade (vv. 3,4; 1 Pe 2.13-17). (3) Paulo descreve o governo, tal qual ele deve ser. Quando o governo deixar de exercer a sua devida função, ele já não é ordenado por Deus, nem está cumprindo com o seu propósito. Quando, por exemplo, o estado exige algo contrário à Palavra de Deus, o cristão deve obedecer a Deus, mais do que aos homens (At 5.29, cf. Dn 3.16-18; 6.6-10). (4) É dever de todos os crentes orarem em favor das autoridades legalmente constituídas (1 Tm 2.1,2).13.4 A ESPADA. A espada é freqüentemente associada à morte, como instrumento da sua execução (Mt 26.52; Lc 21.24; At 12.2; 16.27; Hb 11.34; Ap 13.10). Deus, claramente, ordenou a execução de criminosos perigosos, autores de crimes hediondos e bárbaros (Gn 9.6; Nm 35.31,33).
OBJETIVOS:
Refletir sobre a pena de morte partindo de um embasamento bíblico-teológico, à luz da ética cristã.
Reconhecer que na Bíblia há respaldo para a pena de morte, não como regra, mas como exceção.
Somente no Antigo testamento pode haver algum indício de apoio de DEUS à pena de morte, pois JESUS levou sobre ele nossos pecados para que todos possam ser perdoados imediatamente após seu arrependimento e confissão de pecados e conseqüente conversão a CRISTO; não sendo possível portanto condenarmos alguém à morte sem que o mesmo tenha a oportunidade de aceitar a JESUS CRISTO como salvador. Como alguns só vão aceitar mais tarde, temos que esperar e não matá-lo sem saber o que vai acontecer no futuro. Se condenarmos alguém à morte estaremos ocupando o lugar de DEUS e não fazendo justiça, mas assassinando essa pessoa.
Estamos estudando a Ética CRISTÃ e não a judaica. JESUS disse: 
Mt 6.Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.
Paulo ensina: 2 Co 2.10 E a quem perdoardes alguma coisa também eu; porque o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás,

COMENTÁRIOS:
 
INTRODUÇÃO

Secularmente, a pena capital é tema de abordagem complexa, polêmica e controversa. 
PARA A IGREJA É ASSUNTO FÁCIL DE SOLUÇÃO, POIS SABEMOS QUE SÓ JESUS CRISTO DARÁ JEITO NESTA SOCIEDADE CORRUPTA, VIOLENTA E ÍMPIA. DEVEMOS AMAR NOSSOS INIMIGOS, É A ORDEM DO MESTRE.

I. A PENA DE MORTE NO ANTIGO TESTAMENTO

1. Pacto com Noé. Na aliança firmada entre Deus e Noé (e sua descendência), a pena de morte já aparece de 
modo claro e direto: “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque 
Deus fez o homem conforme a sua imagem” (Gn 9.6). 

2. Lei de Moisés. A pena de morte não só era praticada, como também foi ampliada para muitos delitos: 

3. O caso de Acã. 
 “...E disse Josué: Por que nos turbaste? O SENHOR te turbará a ti este dia. E todo o Israel o apedrejou com pedras, 
e os queimaram a fogo e os apedrejaram com pedras” (Js 7.24,25).

II. A PENA DE MORTE NO NOVO TESTAMENTO

1. Nos Evangelhos. 
a) Cumprindo a lei. 
PENA QUE OS HOMENS NÃO CONSEGUIAM CUMPRIR A LEI COMO JESUS QUE NÃO CONDENOU NENHUMA PESSOA À MORTE DURANTE SEU MINISTÉRIO, ANTES AS AMOU E PERDOOU ATÁ A HORA DE SUA MORTE NA CRUZ. 

b) Pena mais rigorosa. Sem dúvida, ser “réu de juízo” (v. 21), para o homicida, era ser morto também (Êx 
21.12-14). PORTANTO TODOS ESTAVAM CONDENADOS A MORRER NA CRUZ, MAS CRISTO NOS RESGATOU DA MALDIÇÃO DA LEI, FAZENDO-SE MALDIÇÃO EM NOSSO LUGAR (Gl 3.13). EM Lc 6.29, DAR A OUTRA FACE  É MOSTRAR A FACE ESPIRITUAL AO QUE LHE MOSTROU A FACE CARNAL, O AMOR, O PERDÃO E A MISERICÓRDIA DEVEM SER MOSTRADOS AO ASSASSINO, AO LADRÃO E A TODOS OS ÍMPIOS.

c) O episódio da mulher adúltera (Jo 8.1-11). VÁ E NÃO PEQUES MAIS É O REMÉDIO PARA O PECADO.

2. Em Atos dos Apóstolos. No capítulo 5, vemos o caso de Ananias e Safira, sua esposa.
MORRERAM DEPOIS DE MENTIREM SOBRE SUAS POSSES E DAREM OFERTA A MENOS; VIMOS PORÉM QUE SÓ ACONTECEU ESTA VEZ EM TODO O NOVO TESTAMENTO E SÓ PODEMOS CHEGAR À CONCLUSÃO DE QUE DEUS ATENDEU AO VEREDICTO DE PEDRO QUE ERA RECÉM CHEGADO DA LEI E PRECISAVA APRENDER SOBRE O AMOR E O PERDÃO; TAMBÉM A IGREJA E OS DEMAIS PRECISAVAM SABER QUE DEUS DETESTA A MENTIRA E QUE É SANTO. DEVEMOS ANALISAR TAMBÉM QUE SE PENSARMOS QUE FOI DEUS E NÃO PEDRO QUE QUIS A MORTE DE ANANIAS ENTÃO FOI DEUS QUE EXECUTOU E A PENA CAPITAL E NÃO HOMENS QUE EXECUTARAM A PENA DE MORTE. A CONCLUSÃO LÓGICA É QUE SÓ DEUS TEM PODER DE DAR OU TIRAR A VIDA.
At 5.9 Então, Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o Espírito do Senhor? Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e também te levarão a ti.

3. Nas epístolas. Doutrinando sobre as relações entre o cristão e o Estado, o apóstolo Paulo escreveu: “Toda 
alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as 
autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de 
Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são terror para as 
boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela. Porque 
ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é 
ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal” (Rm 13.1-4).  ERA A MANEIRA DOS ROMANOS AGIREM, MATAVAM AQUELES QUE NÃO OS OBEDECIA; PAULO NÃO ESTÁ APOIANDO A PENA DE MORTE MAS DIZENDO QUE AS AUTORIDADES MATARIAM AQUELE QUE TRANSGREDISSEM CONTRA SUAS NORMAS, PRINCIPALMENTE AQUELES QUE FIZESSEM O MAL;  PORTANTO O CRENTE TINHA QUE OBEDECER A DEUS EM PRIMEIRO LUGAR SABENDO QUE QUANDO FOSSE A FAVOR DE DEUS E CONTRA AS AUTORIDADES PODERIA PAGAR COM A VIDA, COMO OS APÓSTOLOS (At .29 Respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Importa antes obedecer a Deus que aos homens.)

CONCLUSÃO
SOU TOTALMENTE CONTRA A PENA DE MORTE, PRESERVAR A VIDA É DAR TEMPO AO PECADOR DE SE ARREPENDER E SER SALVO E PERDOADO POR SEUS PECADOS. SE DEUS PERDOA, QUEM SOMOS NÓS PARA CONDENAR? Mt 18.33 não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, assim como eu tive compaixão de ti?

QUESTIONÁRIO de Ev.Luiz Henrique A.S.: www.henriqueestudos.cjb.net 
 
Complete:
 
1-   A frase "Não Matarás" significa: Morte                                        ,                                     , proposital, dolosa.
 
Responda:
 
2-   O que DEUS tinha em mente quando disse: "Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado?
R:                                                                                                                                                                       
                                                                                                                                                                          
 
3-   Por quais delitos a lei condenava alguém à morte? Cite pelo menos 10.
R:                                                                                                                                                                     
                                                                                                                                                                        
                                                                                                                                                                        
 
4-   Por que prevaricaram os filhos de Israel, no tempo de Acã?
R:                                                                                                                                                                     
 
5-   Quais as características da Nova Aliança traga por CRISTO em seu ministério?
R:                                                                                                                                                                    
                                                                                                                                                                        
                                                                                                                                                                        
 
6-   CRISTO se submeteu às leis do velho testamento?
R:                             
 
7-   JESUS condenou a mulher pega em adultério? Qual foi seu verecdito?
R:                                ,                                                                                                                                   
                                                                                                                                                                        
 
8-   Ananias e safira morreram por mãos humanas?
R:                           
 
9-   A autoridade vem de DEUS, mas será que os homens escolhidos para aplicarem a autoridade são escolhidos por DEUS? Estes homens têm como regra de fé e prática a palavra de DEUS? São Cristãos Salvos?Responda com sua palavras. 
                                                                                                                                                                            
                                                                                                                                                                            
                                                                                                                                                                            
                                                                                                                                                                            
 
MATEUS [5] 17 Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.******************* 42 Dá a quem te pedir, e não voltes as costas ao que quiser que lhe emprestes.43 Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo.44 Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem;45 para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.46 Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo?47 E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os gentios também o mesmo?48 Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial.******************************** PARECE QUE O QUE NINGUÉM ESTÁ ENTENDENDO É QUE JESUS VEIO CUMPRIR A LEI EM NOSSO LUGAR. A LEI NÃO SALVA NINGUÉM, ANTES MOSTRA-NOS QUE SOMOS PECADORES E DIGNOS DA PENA DE MORTE; A GRAÇA POR SUA VEZ NOS REVELA O PERDÃO DE NOSSOS PECADOS (DEIXAR DE CUMPRIR A LEI) E NOS OFERECE DE GRAÇA A SALVAÇÃO ATRAVÉS DA MORTE EXPIATÓRIA DE JESUS CRISTO NA CRUZ (ELE CUMPRIU A LEI). ELE DISSE QUE O CÉU E A TERRA NÃO PASSARIAM SEM QUE A LEI FOSSE CUMPRIDA, ELE MESMO A CUMPRIU, PORTANTO AGORA A TERRA E O CÉU PASSARÃO E NÓS ESTAREMOS PARA SEMPRE COM ELE.
 
QUESTIONÁRIO DA REVISTA:
1. Quando Deus decretou, pela primeira vez, a pena capital?
R. No pacto com Noé (Gn 9.6).
2. Nos ensinos de Cristo, qual a pena para quem se encolerizasse contra seu irmão sem motivo?
R. Seria réu de juízo.
3. De acordo com Romanos 13, como é vista a autoridade para quem faz o mal?
R. Como “ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal”.
4. Qual o posicionamento cristão, indicado na lição, quanto à pena de morte? 
R. Não obstante encontrar-se respaldo bíblico para a pena capital, é preferível a aplicação da prisão perpétua.
5. Cite casos, bíblicos e da história, de pessoas que sofreram pena de morte.
R. Acã e sua família, Ananias e Safira.


ESTUDOS AFINS:
 
UMA ÉTICA CRISTÃ DA PENA CAPITAL
 
Livro ètica Cristã Alternativas e questões contemporâneas - Autor Norman L. Geisler -
Sociedade Religiosa Edições Vida Nova 
Muita controvérsia tem surgido em tomo da pena capital. De um lado, tem sido saudada como sendo divinamente instituída e socialmente necessária. Do outro lado, tem sido rotulada de bárbara e anti-cristã.12 É moralmente correio, em qualquer caso, tirar a vida doutro ser humano por razões sociais? Tirar a vida deve ser usado como penalidade em alguma ocasião? O que as Escrituras dizem sobre o assunto? A. A Base Bíblica para a Pena Capital Há várias passagens diferentes da Escritura que ensinam que Deus instituiu a pena capital para certos crimes sociais hediondos. Estas passagens se acham nos dois Testamentos.

1. O Antigo Testamento e a Pena Capital — A primeira referência à pena capital acha-se em Gênesis 9:6. Noé e sua família sobreviveram ao grande dilúvio, que foi precipitado pela maldade e pela violência daquela civilização antediluviana (cf. Gn 6:11). Quando Noé emergiu da arca. Deus lhe deu a seguinte injunçâo: "Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem." O assassinato é errado porque é matar Deus em efígie, e quem tirar a vida dos outros homens deve ter sua vida tirada pelas mãos dos homens. Os antediluvianos tinham enchido o mundo com violência e derramamento de sangue. Pelo uso da pena capital os homens deveriam abafar a violência e restaurar a ordem da justiça. Deus instituiu a ordem e a paz sociais e deu ao governo a autoridade sobre a vida para garantir à humanidade estes benefícios. Sob a lei mosaica a pena capital foi continuada e até mesmo expandida. O princípio básico era "vida por vida, olho por olho, dente por dente" (Êx 21:25). A pena capital era usada para outros crimes além do assassinato. O adúltero e a adúltera deviam ser igual-
mente apedrejados até morrerem. (Lv 20:10). Na realidade, até mesmo um filho teimoso e rebelde, que recusava a correção, devia ser morto, pelo mesmo método às mãos dos cidadãos (Dt 21:88ss.). Mediante a direção de Deus, Aça e sua família foram apedrejados por desobedecerem ao mandamento de Deus no sentido de não tomar despojos da batalha de Jericó (Js7:l,26).
Há indicações de que Deus delegou a autoridade sobre a vida para as nações fora de Israel no Antigo Testamento. Declara-se que governantes humanos em geral são estabelecidos por Deus. Tanto Nabucodonosor (Dn 4:17) quanto Ciro (Is 44:28) receberam autoridade da parte de Deus sobre as vidas humanas. De fato, há indicações noutras partes do Antigo Testamento, no sentido de que o governo humano em geral recebe tal autoridade da parte de Deus para resistir ao mal no mundo, conforme foi declarado em Gn 9:6.

2. O Novo Testamento e a Pena Capital — O Novo Testamento pressupõe o mesmo conceito básico sobre a pena capital que aparece no Antigo Testamento. Os governantes são instituídos por Deus; pela autoridade divina, recebem a espada bem como a coroa (cf. Rm 13:1-2). Paulo notou sobre o governante ". . . não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal" (v. 4). Às vezes passa despercebido que Jesus reafirmou o princípio da pena capital no Seu Sermão da Montanha. "Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para cumprir." Continuando, Jesus acrescentou: "Ouvistes que foi dito aos antigos: 'Não matarás;' e: 'Quem matar estará sujeito a julgamento (pela pena capital).' Eu, porém, vos digo que todo aquele que (sem motivo) se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento" (Mt 5:21, 22). De acordo com Josefo (Antiguidades IV, 8, 6, e 14), o Sinédrio ou Concílio dos Setenta, tinha o poder para pronunciar a sentença da morte, e às vezes o exercia, conforme fica manifesto no caso de Estevão (At 7:59) e na execução de Tiago (At 12:1, 2). Sem dúvida era assim, pois Jo 1831 diz que Roma tirara o direito legal dos judeus de aplicarem a pena capital. Isto não significa, no entanto, que os judeus tinham aberto mão da sua crença de que Deus lhes dera esta autoridade e, portanto, que poderiam exercê-la quando pensavam que conseguiriam fazê-lo impunemente.13 Dentro da igreja apostólica neotestamentária parecia haver em vigor um tipo de pena capital. Ananias e Safiras foram condenados à morte pelo apóstolo Pedro por "mentir ao Espírito Santo" (At 5:3). Embora não haja indicação de que esta aplicação específica da sentença da morte não é limitada aos apóstolos originais, mesmo assim é prova clara de que o Deus do Novo Testamento executou uma sentença de morte em homens culpados através doutros homens. Noutra passagem, Jesus reconheceu a autoridade dada por Deus sobre a vida humana que os governantes humanos possuíam. Pilatos disse a Jesus: "Não sabes que eu tenho autoridade para te soltar, e autoridade para te crucificar?" Jesus respondeu: "Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada" (Jo 19:11). A implicação aqui é que Pilatos realmente possuía autoridade divinamente derivada sobre a vida humana. Aliás, exerceu-a (Jesus foi sentenciado à morte) e Jesus Se submeteu a ela. Resumindo: há dados bíblicos amplos, dos dois Testamentos, que mostram que Deus ordenou, e os homens exerciam a pena capital para delitos específicos. A pena de morte é instituída por Deus, através dos homens, contra os culpados. Logo, a pergunta, de uma perspectiva rigorosamente bíblica, não é se a. pena capital era e é autorizada por Deus para os homens, mas quando e porque. Mas antes da discussão da aplicação e da base lógica da pena capital, é apropriado dizer uma palavra sobre algumas objeções à pena de morte. 
B. Algumas Objeções â Pena de Morte 
Várias objeções à pena de morte têm sido oferecidas por aqueles que se opõem a ela. 
Três destas são dignas de comentários, de um ponto de vista bíblico.
l. O Caso de Caim — Às vezes é argumentado que a pena capital não era a intenção de Deus desde o início, conforme pode ser deduzido da intervenção de Deus para poupar Caim dela. Quando Caim matou seu irmão, Abel, Deus explicitamente proibiu qualquer pessoa de matar Caim por sua vez. Disse: "Assim qualquer que matar Caim será vingado sete vezes" (Gn 4:15).
O que é facilmente olvidado nesta isenção óbvia da pena capital é que a passagem claramente subentende a validez da pena capital. O caso de Caim era especial.14 Quem teria executado a sentença? O irmão dele estava morto. Decerto Deus não iria chamar o pai para executar seu filho remanescente! Nesta situação o próprio Deus pessoalmente comutou a sentença da morte.
No entanto, quando Deus suspendeu a pena da morte de Caim, a Bíblia claramente indica que esta não seria a regra. Vários fatores apóiam esta conclusão. Primeiramente, o próprio Senhor disse: "A voz do sangue de teu irmão clama da terra a mim" (Gn 4:10). Clama para que? Para a justiça, sem dúvida. O princípio bíblico é que somente outra vida pode satisfazer a justiça de uma vida perdida (cf. Lv 17:11; Hb 9:22). Em segundo lugar, o temor de Caim de que alguém no futuro o mataria demonstra que a pena capital era sua própria expectativa natural. "Quem comigo se encontrar me matará," exclamou. (Gn 4:14). A pessoa naturalmente prevê a perda da sua própria vida como conseqüência de tirar a vida doutrém. Em terceiro lugar, a resposta de Deus a Caim subentende a pena capital: "Assim qualquer que matar a Caim será vingado sete vezes." Isto, sem dúvida, significa que a pena capital seria usada contra qualquer pessoa que matasse a Caim. Destarte, de modo contrário àquilo que talvez pareça na superfície, o caso de Caim é a "exceção" que comprova a regra. Desde o princípio, era a intenção de Deus de que os crimes 
capitais recebessem penas capitais.
2. Jesus e a Mulher Adúltera —
Jesus não demonstrou seu desdém para com a pena capital, ao recusar-Se a aplicar a sentença vétero-testamentária da morte a uma mulher apanhada em adultério? Cristo não lhe disse: "Vai e não peques mais" (Jo 8:11)? Moisés ordenou a pena capital para os adúlteros; Jesus os perdoava. Não é, portanto, mais cristão acabar com a pena capital e exercer o amor que perdoa? A primeira coisa a notar ao procurar responder a esta objeção é que a passagem sendo considerada é textualmente suspeita (Jo 7: 53-8:11). É achado em lugares diferentes nos manuscritos antigos.15 Certamente interrompe a narrativa aqui (leia Jo 8:12 imediatamente após 7:52). Embora haja evidência textual sólida para questionar a autoridade desta história, suporemos sua autenticidade para os fins desta discussão.16  Na realidade, nada há nesta passagem contra a pena capital. Jesus declarou que nunca quebrou a lei de Moisés (Mt 5:17) e não há prova aqui que o fez. Moisés ordenara a morte somente se houvesse duas ou três testemunhas oculares (Nm 35:30). Não havia ninguém aqui que alegasse (no fim) ser testemunha ocular, ou que quisesse levar adiante as acusações. Depois de todos eles terem saído, Jesus perguntou explicitamente a ela: "Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor" (w. 10—11). Na base de "falta de testemunhas," nenhuma sentença foi exigida. A mulher enfrentou seu processo corretamente diante do salvador. 
3. A Cruz de Cristo e a Graça Perdoadora — Há outro argumento, mais sofisticado, contra a pena capital que alega que, tendo em vista a cruz de Cristo e a graça perdoadora agora (nos tempos neotestamentários) é anti-cristão distribuir a justiça como se Deus não tivesse dado perdão a todos os homens. Esta objeção sustenta que a pena capital é baseada num conceito sub-cristão ou pré-cristão da justiça, que é transcendido por uma moralidade neotestamentária da graça. Deus não deseja castigar os homens, muito menos com a pena capital; pelo contrário. Deus quer perdoar os homens através de Cristo. Todos os nossos crimes foram pregados à Sua cruz (Ef 2:15, 16). A lei foi cumprida por Cristo, no preceito e na penalidade (Mt 5:17; Gl 3:13). Visto que a justiça de Deus foi satisfeita pelo sacrifício de Cristo, não há necessidade dos homens pagarem a penalidade pêlos seus pecados. Deus oferece o perdão a todos e por tudo. Basicamente, esta objeção à pena capital é baseada num entendimento errôneo da graça. Perdoar um pecado não rescinde automaticamente os resultados daquele pecado. Um bêbado que confessa seu pecado não tem direito algum de esperar que Deus tire sua ressaca. Um motorista estouvado que danifica seu próprio corpo não deve esperar a saúde e integridade física anteriores à trombada, imediatamente ao confessar. A graça de Deus cuida da penalidade do pecado do homem, mas nem sempre das conseqüências imediatas. "Não vos enganeis," escreveu Paulo: "de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará" (Gl 6: 7). Isto se aplica ao cristão. Quando os santos de Corinto abusaram da Ceia do Senhor, Deus os visitou com doenças e até mesmo com a morte (l Co 11:30). Se o perdão do pecado também significasse a eliminação de todas as suas conseqüências, decerto os homens pecariam mais a fim de que a graça abundasse. Faz parte da graça de Deus que Ele nos ensina a não pecarmos mais. Realmente, a evidência mais clara de que Deus não elimina automaticamente os resultados dos pecados que Ele perdoa é o fato de que até mesmo os cristãos morrem. A morte passou a todos os homens, porque todos pecaram (Rm 5:12). E tomar-se um cristão não cancela esta conseqüência do pecado. Até mesmo os melhores cristãos morrem como resultado do pecado — pecado perdoado. Se a cruz não elimina automaticamente as conseqüências imediatas e sociais do pecado da pessoa, logo, a objeção à pena capital baseada nesta premissa cai por terra. Na realidade, há uma implicação mais séria a esta objeção inteira que precisa ser examinada. Há um tipo radical de dispensacionalismo subentendido no argumento de que o sistema divino da justiça moral não é o mesmo nos dois Testamentos. Cristo não aboliu a lei moral do Antigo Testamento. Cada um dos Dez mandamentos é reafirmado no Novo Testamento.17 Mesmo debaixo da graça é errado assassinar, mentir, furtar, adulterar. Quando o Novo Testamento declara que o cristão "não está debaixo da lei mas, sim, debaixo da graça," significa que a codificação e aplicação peculiarmente mosaicas à nação de Israel, dos princípios morais imutáveis de Deus, foram cumpridas por Cristo. Isto, no entanto, não significa que as normas éticas incorporadas nos Dez Mandamentos são abolidas pela cruz. A mesma lei moral básica da justiça divina de Deus está em vigor tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Nem Deus, nem a lei moral, que reflete Sua natureza, mudaram. E, quanto a isto, nem o plano divino da graça mudou-se de um Testamento para outro. No Antigo Testamento, os homens eram salvos pela graça mediante a fé exatamente como no Novo Testamento (cf. Rm 4:6-7; Hb 11:6). Paulo declarou enfaticamente que há um só Evangelho, pronunciando o anátema mesmo a um anjo que viesse pregar um evangelho diferente (Gl l: 6-9). Mas naquela mesma Epístola escreveu que este Evangelho fora pregado a Abraão (3:8). Há uma só lei moral para os dois Testamentos, e há somente um plano de graça salvadora. Qualquer objeção à pena capital baseada numa mudança díspensacional ou na justiça de Deus ou na Sua graça está biblicamente numa base muito duvidosa.
C. A Base Lógica para a Pena Capital 
Algumas das objeções sociais à pena capital baseiam-se não tanto no uso quanto no abuso do poder da pena capital. Mas o fato de que erros serão feitos por seres humanos falíveis na aplicação deste castigo não é um bom argumento para aboli-lo completamente. Os médicos cometem erros fatais e assim também os políticos, mas estes erros não são boas razões por acabar com a prática da medicina ou do governo. O abuso do casamento mediante um divórcio injustificado não quer dizer que a instituição do casamento não é divinamente estabelecida. Muitos indivíduos cometem erros fatais, mas seu julgamento
falível não elimina a necessidade dos homens exercerem bom juízo ao aplicarem a justiça social e moral. Naturalmente, a pena capital não deve ser executada nalguém que não recebeu um processo jurídico correio e cuja culpa não esteja além de toda a dúvida razoável. Do outro lado, aquele cujo crime é tão hediondo, que exige a pena capital, não deve ser poupado mediante a alegação falaz que é injusta ou contrária à graça. É injusto não distribuir a justiça quando a injustiça clama por ela.
A administração da justiça é outra questão. O que é de interesse na ética normativa não é a aplicação (ou aplicação errônea) da justiça, mas, sim, o próprio princípio da justiça, que às vezes exige a pena capital. Uma das implicações por detrás dalgumas objeções sociais à pena capital é que é desumano ou injusto castigar os homens desta maneira pelo seu delito. A ação social para os criminosos não deve ser penal mas, sim, reformadora, argumenta-se. O conceito do castigo é sub-cristão ou bárbaro. Os homens civilizados devem procurar reconciliar os homens, mas não destruí-los. Não há lugar para um castigo tão grosseiro entre homens civilizados, diz-se.  Reconhecendo-se a verdade de que, sempre que possível, os homens devem ser reformados, há algumas inconsistências estranhas nos argumentos supra contra a pena capital. Primeiramente, pressupõe-se um tipo bíblico de justiça para dizer que o conceito bíblico da pena capital é injusto. O padrão da justiça que exige a pena capital não pode ser usado para negar o que o padrão exige. Segundo, há uma estranha mudança lógica no chamar a pena capital de desumana. Foi a desumanidade, na forma do crime, que exigiu as conseqüências capitais. O ato desumano foi realizado pelo criminoso no ato do assassinato, não contra o criminoso na pena capital. lógica chamar a pena capital de desumana. Foi a desumanidade, na forma do crime, que exigiu as conseqüências capitais. O ato desumano foi realizado pelo criminoso no ato do assassinato, não contra o criminoso na pena capital. O fato da questão é que a própria pena capital pode ser um ato muito humanitário. Pode ser um tipo de eutanásia, ou seja, um tipo de misericórdia à sociedade para garantir que este criminoso não repetirá o crime que cometeu. O alívio social em saber que os homens estão livres dos sanguinários é uma dádiva de misericórdia para o restante da humanidade. Que tipo de humanitarismo pervertido é este, que tem mais solicitude com a vida de um único homem culpado, do que com as vidas de muitos homens inocentes? Em nome da misericórdia para os homens em geral, poder-se-ia apresentar uma petição forte a favor da pena capital por certos crimes que têm probabilidade de serem repetidos.  Além disto, pode ser argumentado que a irreformabilidade de certos criminosos é uma das razões para a pena capital. O Antigo Testamento, por este motivo, exigia a execução de um filho rebelde e incorrigível (Dt 21:18). Quando se calcula a enormidade da tristeza e da morte que podem ser trazidas sobre homens inocentes por um só ser humano incorrigível, talvez haja mais bom-senso na lei de Moisés do que a justiça social contemporânea indulgente está disposta a reconhecer. A irreformabilidade, no entanto, não é a única razão para a pena capital. Na realidade, provavelmente não é a razão básica. A justiça é a razão primária para a pena capital. A pena capital obviamente não pretende reformar o criminoso; é um castigo. Naturalmente, um sub-produto da pena capital pode ser dissuadir os outros de cometerem o mal. Isto, porém, está aberto a dúvidas. Visto que para todos os fins práticos, um criminoso contemporâneo que está para cometer um assassinato não tem qualquer razão real para esperar vir a ser punido com a morte é provavelmente impossível fazer um teste social verdadeiro de se a ameaça real da pena capital dissuadiria o criminoso. Parece, porém, que a Bíblia subentende que o castigo visa dissuadir os malfeitores (cf. Rm 13:3). A razão primária para a pena capital, no entanto, é que a justiça a exige. Uma ordem justa é perturbada pelo assassinato, e somente a morte do assassino pode restaurar aquela justiça. A restituição não é possível pelo assassinato, e a reforma pode, na melhor das hipóteses, apenas garantir que o mesmo ato, pelo mesmo homem, não ocorrerá outra vez. Mas nada satisfez a justiça no que diz respeito ao primeiro assassinato.. Deus pode perdoá-lo, mas até mesmo Deus não pode justificar o pecado. Na realidade, nada chega a realmente justificar o pecado. O pecado sempre é injustificável. Não se quer dizer com isto que não possa ser perdoado. Pode ser perdoado mediante Cristo. Nem se quer dizer que não há satisfação para a justiça contra a qual se pecou. Há uma só coisa que satisfaz uma justiça ofendida, e esta é o pagamento da dívida à justiça. E o pagamento bíblico para o assassinato é a vida da pessoa. A vida pela vida, o sangue pelo sangue, é a regra. A penalidade por tirar a vida doutro homem é dar sua própria vida. A razão porque esta base lógica talvez soe estranha ao ouvido moderno é que a verdadeira sentido da justiça foi obscurecido. Quando os homens já não crêem em Deus nem numa lei moral imutável, segue-se que nenhuma penalidade deve ser incorrida por transgredir uma lei que não existe. Juntamente com esta distorção contemporânea da justiça há um conceito anêmico do amor. Um Deus amoroso não castigaria pessoa alguma, pensa-se de modo vão. Conclui-se daí, que um pai amoroso não deve disciplinar seu filho. Não admira que os homens não entendem a necessidade da pena capital; não vêem a necessidade de qualquer tipo de castigo. Deixam de ver que os pais amorosos castigam seus filhos (Pv 13:24) e que um Deus amoroso disciplina Seus filhos (Hb 12:5, 6).18 Na realidade, quase o inverso da mentalidade moderna é o caso. A Bíblia ensina que o castigo apropriado é prova do amor. O amor está na disciplina. A falta de correção é uma indicação da falta de verdadeira solicitude para com os teimosos. Uma consideração final deve ser feita em resposta à alegada desumanidade da pena capital. A pena capital, contrariamente àquilo que alguns assim-chamados humanistas nos levariam a crer, realmente subentende mais consideração para com o indivíduo. O homem individual é a imagem de Deus, e por isso é errado matá-lo (Gn 9:6). O homem é tão valioso como indivíduo, que qualquer pessoa que interfere indevidamente com seu direito sagrado de viver deve enfrentar as conseqüências de perder sua própria vida. O valor do indivíduo é tão grande que a penalidade máxima é aplicada àqueles que interferem indevidamente com
a vida de, até mesmo, um só homem.

O HIERARQUISMO E TIRAR OUTRAS VIDAS

O problema de quando e porque é certo tirar outras vidas não é fácil. A tensão é resolvível, no entanto, quando é aplicada uma ética hierárquica. Matar é justificável quando muitas vidas podem ser salvas quando menos são sacrificadas, ou quando vidas completas são preservadas em preferência às incompletas, ou quando uma vida real é preferida a uma vida em potencial. Até mesmo o suicídio para salvar mais vidas é preferível. Os princípios básicos por detrás destas conclusões são: 
(l) as pessoas são mais valiosas do que as coisas; 
(2) muitas vidas são mais valiosas que menos vidas; 
(3) pessoas reais são mais valiosas do que pessoas em potencial; 
(4) pessoas completas são mais valiosas do que pessoas incompletas.19 É por causa do valor intrínseco das pessoas que o assassinato é errado. E é porque o assassinato é um grave delito contra o valor intrínseco da outra pessoa, e da Pessoa de Deus que o ser humano reflete, que a penalidade é tão grande. O castigo capital não é impessoal ou anti-humano. É pró-humano. Ao remover o anti-humano, vindica-se o valor da pessoa individual. A esta altura fica mais simples ver a aplicabilidade doutro princípio do hierarquismo, viz., 
(5) o que promove o interpessoal é mais valioso do que aquilo que não o promove. É por isso que a pena capital para Eichmann foi um ato muito pessoal. A sentença de morte para quem foi o cérebro por detrás do plano para aniquilar uma raça é uma maneira eminentemente apropriada de trazer esta carreira eminentemente anti-pessoal a um fim justo. Castigar o impessoal e o anti-pessoal não é impessoal em si mesmo. Pelo contrário, é uma vindicação do valor intrínseco de cada pessoa. Não castigar o anti-pessoal é um ato impessoal. Recusar-se a intervir com a justiça quando o valor intrínseco de pessoas inocentes é violado é uma ética altamente impessoal. A pena capital, aplicada com justiça, pode ser uma expressão de uma ética muito centralizada na pessoa. Em síntese, a pena capital é requerida nos crimes capitais para proteger o valor intrínseco do direito de viver da pessoa individual. Além disto, a sentença da morte pode ser justificada em crimes menos do que capitais, quando as vidas de mais pessoas inocentes estão em jogo se o homem mau viver. Fora dos crimes capitais ou atividades que decerto levariam à morte dos homens inocentes, o estado não tem nenhum direito divino de exercer a pena da morte. É uma responsabilidade séria para um governo carregar a espada, e deve tomar cuidado para não fazê-lo em vão. 

Livro ètica Cristã Alternativas e questões contemporâneas - Autor Norman L. Geisler -
Sociedade Religiosa Edições Vida Nova 
 
http://www.cptln.org/hora.luterana/hp3/verduvida.asp?xid=149200110499
 
REFLETINDO SOBRE O CRISTÃO E A PENA DE MORTE

Na lição bíblica da EBD, de 24 de agosto de 2002, demos nossa opinião, buscando o fundamento bíblico, sobre a ética cristã e a pena de morte. O espaço da lição não permitiu uma análise mais acurada do assunto, por demais controverso e polêmico. Por isso, certamente, muitos irmãos tiveram dificuldade em entender o nosso pensamento, e alguns, até, externaram sua opinião contrária de modo veemente. Entendemos esse comportamento. Primeiro, porque não podemos dizer que temos a última palavra sobre o
1. A APLICAÇÃO DA PENA CAPITAL

Não sou favorável à sua aplicação. Não porque não tenha respaldo bíblico nos preceitos morais do Antigo e do Novo Testamento. Tem, sim. Mas porque sua administração ou aplicação, na realidade dos sistemas judiciários modernos, que sofrem influências estranhas à Justiça e ao Direito, como é público e notório, pode resultar em injustiças irreparáveis, condenando-se o inocente, e deixando livre o verdadeiro culpado, como já ocorreu nos Estados Unidos, e em outros países.

Imaginemos o que ocorreria em nosso País, onde se clama pela reforma do Judiciário, pela sua falta de estrutura, morosidade, e decisões que muitas vezes chocam a sociedade. No caso do índio que foi queimado vivo, por rapazes de pais ricos, a justiça entendeu que eles não tinham a intenção de matar; só de fazer brincadeira. Enquanto isso, um ladrão de galinha, ou um transgressor primário muitas vezes é condenado. Alega-se que o juiz se baseia nos autos, nos fatos objetivos. Certamente. Mas que a justiça humana, considerada cega para fazer juízo sem ver a quem, é também muito falha e demorada. Quem tiver condições de constituir um excelente advogado, mestre do Direito, certamente terá muito mais condições de ser livre de uma condenação, ou de ter sua pena atenuada, mesmo em casos de crimes hediondos, do que um cidadão pobre, que cometa o mesmo tipo de crime, que precisará recorrer à justiça gratuita.

Desse modo, minha opinião sobre a pena capital está expressa no livro Ética Cristã, de minha autoria: “Tem respaldo bíblico, certamente. Não tem apoio bíblico, no entanto, a pena de morte ou qualquer outro castigo, imposto por autoridade ilegítima, ou com fins legais, mas ilegítimos. No caso de países em que cristãos ou outras pessoas são condenadas por causa de sua fé, há legalidade, mas não há legitimidade, diante de Deus. Contudo, considerando que as leis humanas são falhas; que há "erros judiciários", em que inocentes têm sido condenados em lugar de culpados; que há perseguições políticas, religiosas, e abusos de autoridade, entendemos que o cristão não dever ser favorável à pena de morte. É preferível que, em casos gravíssimos de crimes hediondos, seja aplicada a prisão perpétua, em que o criminoso tem oportunidade de se recuperar, e até de ser um crente em Jesus.” 


2. A ORIGEM DA APLICAÇÃO DA PENA DE MORTE

Na verdade prática da lição, dissemos o seguinte: “A vida é um dom de Deus. Só a Ele, cabe concedê-la ou suprimi-la, direta ou indiretamente, sem que se configure um crime”. Aí, temos duas situações: primeira: Deus pode tirar a vida diretamente, de qualquer pessoa, criminosa, ou não. Através de uma doença, de um acidente, ou de outra forma; segunda: indiretamente, através de alguém, que tenha recebido a autoridade para punir, em nome da justiça de Deus, que constitui as autoridades para louvor dos que fazem o bem, e para castigo e vingança dos que fazem o mal, conforme queremos demonstrar a seguir.

2.1. NO ANTIGO TESTAMENTO

É lá, nas páginas do AT, que encontramos a justiça de Deus sendo aplicada a pena capital , para crimes capitais. Fazemos questão de sublinhar esse tipo de crime.

“A origem dos crimes de sangue: O primeiro homicídio. 

Dá-nos entender a Bíblia, que após a queda, o ser humano multiplicou-se na face da terra. Era permitido o casamento consangüíneo, em que irmãos casavam-se com suas irmãs, propiciando a multiplicação da espécie. Há quem pense que, quando do episódio da morte de Abel, só existissem quatro pessoas na terra. Certamente, não foi bem assim, como veremos na análise a seguir. 

A Bíblia diz que Eva teve um filho a quem chamou de Caim, dizendo: “Alcancei do Senhor um varão” e que teve um segundo filho, a quem pôs o nome de Abel. O primeiro foi “lavrador da terra”; o segundo, Abel, “foi pastor de ovelhas” (Gn 4.1,2). 

Diz o relato bíblico que “Ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura: e atentou o Senhor para a Abel e para a sua oferta, mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante. E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta e para ti será seu desejo, e sobre ele dominarás” (Gn 4. 3-7).

No texto transcrito, vemos o que poderia acontecer ao homem, após a queda. O sentimento de ira apareceu em Caim, de modo muito forte. Deus, em sua bondade, advertiu Caim sobre o que estava se passando em seu ser, indagando-lhe sobre o motivo de sua reação tão negativa. Caim nada respondeu ao Criador. Mesmo assim, o Senhor o alertou para o perigo de deixar-se levar pelo sentimento carnal, dizendo-lhe que o pecado estava à porta , mas que poderia dominá-lo. 

O inocente é morto. 

Com a revolta guardada no peito, Caim alimentou um sentimento de inveja e ira contra Abel, que nada tinha a ver com o julgamento de Deus quanto ao valor dos sacrifícios apresentado por ele e por seu irmão. Se Deus aceitou sua oferta e não a de Caim, ele não tinha qualquer culpa por isso. Mas a Bíblia diz que “... falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou” (Gn 4.8). Não é revelado como o primeiro homicida tirou a vida de seu irmão. Se o estrangulou, se usou um pedaço de madeira, ou uma pedra, ou qualquer outro objeto para o crime. Assim começou a história de crimes hediondos na face da terra. Um inocente pagou com a vida. 

Ao que tudo indica Caim ouviu de Deus a solene e grave pergunta: "E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra" (Gn 4.10). O clamor do sangue era clamor pela justiça divina. Deus comutou a pena de morte contra Caim, mas decretou que quem o matasse seria castigado sete vezes; "Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e errante na terra, e será que todo aquele que me achar me matará. O Senhor, porém, disse-lhe: Portanto, qualquer que matar a Caim sete vezes será castigado" (Gn 4.15,15). Isso nos mostra que Deus não consentiu ao homem tirar a vida de seu semelhante, por iniciativa própria. Veremos que tal penalidade só viria a ser efetivada com a determinação do próprio Deus, que é o criador e doador da vida” (Lima, p. 122,123).

Há quem diga que Deus, além de ter comutado e pena de morte de Caim, ainda proibiu que o matassem. É verdade. Deus proibiu que alguém matasse seu semelhante com dolo, ou por vingança, sem ter autoridade para isso. Quem iria exercer a pena sobre o criminoso? Seu pai, sua mãe? Não havia autoridade “ordenada” por Deus (cf. Rm 13.4). Esse texto não pode ser usado de modo legítimo contra a pena de morte. Uma exegese mais cuidadosa, e isenta de emocionalismo, poderá ver a realidade do tema de modo claro e objetivo.

3. PENA DE MORTE APLICADA PELO HOMEM

Há quem entenda que só Deus pode tirar a vida do ser humano, de modo sobrenatural, sem a ação de um outro homem. Mas a Bíblia mostra que Deus pode mandar alguém, com autoridade dada por Ele, tirar a vida de um criminoso.

Se, no caso de Caim, a pena capital está implícita, no pacto que Deus fez com Noé, ela já aparece de modo claro e direto: "Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem" (Gn 9.6). Certamente, o Criador teve em mente dissuadir os que quisessem continuar com a maldade e a violência perpetrada contra seus semelhantes, como na civilização antediluviana, quando "viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente" (Gn 6.5). Nessa passagem, entendemos que o crime de homicídio tinha a mais veemente reprovação do Criador, a ponto de Ele prever que quem matasse seu semelhante deveria ser morto. Se no caso de Caim, Deus o marcou de tal forma que ninguém o matasse, com a multiplicação da maldade humana sobre a terra, Ele resolveu adotar uma forma drástica de dissuasão, que seria a pena de morte para os assassinos de seus irmãos” (ibidem, p. 124 – grifo acrescentado).

Na lição bíblica em apreço, bem como no livro Ética Cristã, esse texto foi abordado, mas esta análise explica melhor o assunto em questão. Assim, desejamos fazer uma reflexão melhor para nossos leitores. 

A fundamentação bíblica para o respaldo da pena de morte, indiretamente, “pelo homem”, é-nos reforçada pela opinião dos ilustres homens de Deus, que comentaram a BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL, editada pela CPAD, que é órgão oficial das Assembléias de Deus no Brasil. Na nota de rodapé, que comenta Gênesis 9.6, lemos: “QUEM DERRAMAR O SANGUE DO HOMEM, PELO HOMEM O SEU SANGUE SERÁ DERRAMADO. Por causa do apelo à violência e ao derramamento de sangue que surge no coração humano (cf. 6.11; 8.21), Deus procurou salvaguardar a intocabilidade da vida humana, reprimindo o homicídio na sociedade. Ele assim fez, de duas maneiras: (1) Acentuou o fato de que o ser humano foi criado à imagem de Deus (1.26), e assim sua vida é sagrada aos seus olhos; (2) instituiu a pena de morte, ordenando que todo homicida seja castigado com a morte (cf. Êx 21.12,14; 22.2; Nm 35.31; Dt 19.1-13; ver Rm 13.4 nota)

A autoridade para o governo usar a espada , i.e., a pena de morte, é reafirmada no NT (At 25.11; Rm 13.4; Mt 26.52) (Bíblia de Estudo Pentecostal, ed 95, CPAD, Rio, 1995).

Vale a pena ressaltar que o comentário da BEP não foi feito por leigos, de modo superficial, ou sem fundamento bíblico-teológico. Tem o respaldo de homens de Deus, do quilate de Loren O. Triplet, Diretor de Missões Mundiais das Assembléias de Deus, EUA; Donald C. Stamps, M. A ., M. Div. Autor das notas de estudos; J Weslwy Adam, Ph. D, Editor-Assistente; Stanly M. Horton, Th. D., Presidente da Comissão Editorial da BEP. William M. Menzies, Ph. D., Vice-Presidente; Frenche Arreinton, Ph. D., ; Robert Shank, A.B., D.H. L., membro; Roger Stronstad, M.C.S., Membro; Richard Waters, D. Min., Membro; Roy L. H. Winbush, M. Div., Membro.

A tradução brasileira da BEP teve a competência e discernimento de Gordon Chown, M. Div. A edição brasileira da BEP ficou a cargo do nosso amado irmão (e conterrâneo) Pr. Antônio Gilberto, Mestre em Teologia. Por parte da CPAD, a BEP ficou a cargo dos Prs. Geremias do Couto, Bel. em Teologia, e Claudionor de Andrade, Bel. em Teologia. Esses homens de Deus não são levianos, nem instrumentos do diabo, por avalisarem o respaldo bíblico à pena de morte. E fico grato a Deus por estar ao lado deles, humildemente, como um simples comentarista, mas com muita honra, considero-me um instrumento a serviço da obra do Senhor, desde a minha adolescência.


4. A PENA DE MORTE NO NOVO TESTAMENTO

Em princípio, parece haver contradição séria entre a lei de Cristo, exposada nos evangelhos, e a aplicação da pena de morte. Estamos acostumados a olhar somente pelo lado do amor de Deus, e de Cristo, esquecendo-nos do lado de sua justiça soberana. O amor não pode desprezar a justiça de Deus. São dois lados da mesma Pessoa. Amor e justiça não se excluem, mas se completam.
O mesmo Deus que disse: “Não matarás”, mandou matar, através dos exércitos de Israel, milhares de pessoas, incluindo homens, mulheres, crianças, e até animais (Ver Dt 13.15; Jz 20.48).

“Passa desapercebido o fato de que, em todo o decurso do ministério de Cristo, na Terra, ele trouxe uma nova aliança de Deus com o homem, uma nova doutrina, de amor e de graça salvadora, ao mesmo tempo em que cumpria a lei de Moisés. Assim, Ele deu respaldo à pena imposta pelo Sinédrio, quando diz: "Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo. Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo, e qualquer que chamar a seu irmão de raca será réu do Sinédrio; e qualquer que lhe chamar de louco será réu do fogo do inferno" (Mt 5.21,22). Sem dúvida, ser "réu de juízo" (v. 21) para o homicida era ser morto, também (Ex 21.12-14). Na lei de Cristo, para ser "réu de juízo" não precisava ser um assassino, mas até quem se encolerizasse contra seu irmão. 

Segundo Champlin (p. 310), a ira contra um ser humano era algo tão sério que demandava a mesma pena aplicada a um assassino. Mesmo que Jesus não tenha dado aval para matar uma pessoa por causa de ira, usou a expressão “réu do juízo”, para mostrar sua gravidade.

Comentando Mateus 5.21,22, diz Champlin (p. 311): “Há três classificações de pecados, cada qual com sua própria pena. Todas três envolviam assassinato: 1. Ira contra um ser humano – condenação, morte infligida por um tribunal superior. 2. Ódio, contra outrem – condenação, morte infligida por um tribunal superior: morte por apedrejamento (morte de herético)). 3. Ódio intenso contra alguém – condenação, morte vergonhosa, pública....Assim, Jesus ilustrou o sexto mandamento. Mostrou que a intenção que provoca o ato físico é passível da mesma condenação que o próprio ato”.

“Não será uma contradição, entender-se que Cristo tenha dado respaldo à pena capital, ao mesmo tempo em que manda amar os inimigos (Mt 5.44) e dar uma face a quem bater na outra (Lc 6.29)? Podemos entender que Jesus ministrava ensinos de amor, justiça e paz, como regra geral para seus seguidores. Entretanto, Ele admitia a punibilidade e o castigo através da autoridade legalmente constituída, contra os transgressores da lei. Jesus não doutrinou contra a pena capital. Ele mesmo submeteu-se a ela, cumprindo toda a lei (cf. Mt 5.17; Gl 13.13).”

Jesus não apresentou nenhum mandamento ou doutrina diretiva sobre a pena capital, mas a admitiu, em algumas ocasiões. É o mesmo caso do divórcio. A regra geral é a unidade do casamento, mas Cristo admitiu o divórcio no caso de infidelidade conjugal. É doutrina de exceção.

Em Mt 26, por ocasião da traição de Judas, e sua prisão, um dos discípulos puxou a espada e cortou a orelha do servo do sumo-sacerdote. Em resposta, Jesus afirmou: “Então, Jesus disse-lhe: Mete no seu lugar a tua espada, porque todos os que lançarem mão da espada à espada morrerão. (Mt 26.51,52- grifo nosso).

No último livro da Bíblia, o Apocalipse, vemos a pena de morte sendo lembrada: “ Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos” (Ap 13.10 – grifo nosso).

Nas epístolas

O apóstolo S. Paulo, autor da maioria das epístolas, era conhecedor profundo das leis de seu tempo. E era homem usado por Deus numa dimensão fora do comum. Doutrinando sobre as relações entre o cristão e o Estado, ele disse que "Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela. Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal" (Rm 13.1-4 – grifo do autor). 

Aí, vemos que a autoridade humana (o princípio da autoridade) emana de Deus, e que os magistrados, quando agem legitimamente, estão agindo na autoridade de Deus, trazendo a espada (pena de morte) como "ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal" (grifo nosso). Corroborando esse entendimento, lemos: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor” Rm 12.19). O cristão não pode vingar-se de ninguém. Mas Deus, diretamente, ou através do magistrado, que é “ministro de Deus e vingador” contra os maus, perversos, que cometem crimes de sangue, pode permitir a pena capital. Nem mesmo o descrente, como pessoa física, não pode matar quem quer que seja. Embora, infelizmente, em nosso País, a pena de morte ilegal é decretada e realizada todos os dias por quem não tem o direito de executa-la.

A “espada”, para os que não aceitam a pena de morte, é entendida como a autoridade, ou o juízo, apenas. Mas, a espada, na Bíblia, sempre é vista como instrumento de morte. O texto acima diz que a autoridade “é ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal”. A palavra castigo, vem de castigar. Em sua origem, castigar, do gr. Dichotome, tinha o significado literal de “cortar em duas partes” (Vine, p. 239). Os criminosos e os delinqüentes eram cortados ao meio com a espada, ou açoitados com severidade. Mas não se açoitava com a espada. Era usada para matar o criminoso, que praticava crimes contra a vida, e por outros motivos considerados graves.

Geisler (p. 205) afirma que “O Novo Testamento pressupõe o mesmo conceito básico sobre a pena capital que aparece no Antigo Testamento. São Paulo não condenou a pena de morte em nenhuma de suas epístolas. Perante seus acusadores, ele disse: “Se fiz algum agravo ou cometi alguma coisa digna de morte, não recuso morrer; mas, se nada há das coisas de que estes me acusam, ninguém me pode entregar a eles. Apelo para César” (At 25.11). 

NA BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA, encontramos a seguinte nota sobre Rm 13.4: “Ministro de Deus para teu bem." - A autoridade do estado visa ao benefício da sociedade; essa é a sua função normal, e Paulo pressupõe que isso pode ter lugar em termos práticos, mesmo quando as autoridades do governo sejam reconhecidamente não-cristãs. "A espada", ou seja, o poder de vida e morte. Sem dúvida, está em pauta a punição capital. Em outro lugar, Paulo também aceita o princípio de tal punição, quando a mesma é apropriada (Atos 25.11). "Para castigar o que pratica o mal" O que um indivíduo não pode fazer por motivo de vingança (12.19), o estado pode fazer de modo legítimo, na busca pela justiça.

NA BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, vemos escrito: "Não traz debalde a espada" - É carregar e usar armas. Isso implica o direito de realizar punição capital nos malfeitores, pois as espadas eram usadas para tirar a vida das pessoas. O fato de Deus autorizar que autoridades como seus servos usem a força a ponto de tirar a vida humana não contradiz o mandamento "NÃO MATARÁS", que está em Êx.20.13. A palavra usada nesse mandamento refere-se a assassinato criminoso e não inclui tirar a vida judicialmente ou matar na guerra, para a qual o AT usa outras palavras. O mesmo é verdadeiro para a palavra grega traduzida por "matar" ou "assassinar" em passagens do NT como Mt.5.21. "Vingador" - Algumas vezes a ira de Deus é levada a cabo através do governo civil, quando este pune os malfeitores.Isso significa que as punições civis não devem ser apenas impostas com o propósito de restringir o mal, mas também com o propósito de retribuição”.

Como vemos, além dos ilustres homens de Deus, que editaram a Bíblia de Estudo Pentecostal, há o entendimento abalizado de outros tradutores da Bíblia, que reforçam o respaldo bíblico para a pena de morte, ou pena capital, desde que seja efetuada por autoridade, legitimamente constituída, em função de “crime capital”, ou seja, crime de morte, em que a vida, que é sagrada, seja ceifada de modo cruel, proposital, e premeditado.

Se tomarmos o “não matarás”, de modo radical, não haveria nenhuma exceção. O aborto terapêutico, quando a vida da mãe só pode ser salva, se a criança for sacrificada, tanto a vida em formação seria morta, quanto a vida plena da mãe também o seria. Um policial cristão, no cumprimento de seu dever, em obediência à autoridade e à lei, diante de um perigoso bandido, teria apenas que se ajoelhar, e não poderia atirar no delinqüente, pois, matando-o, infringiria o sexto mandamento. E todos os irmãos que foram à II Guerra Mundial, combater a tirania do Nazismo e do Facismo, também estariam todos condenados, pois muitos, certamente, tiveram que escolher entre a sua vida e a do soldado inimigo.

Posicionamento cristão

Como se vê, mesmo sob a égide do Novo Testamento, o cristão não pode dizer que a pena de morte não tenha respaldo bíblico, quando aplicada em casos extremos, de crimes hediondos, com requintes de crueldade e perversidade, levada a efeito por autoridade legal, legítima e competente. Observem-se bem as qualificações da autoridade ou do magistrado. Tem respaldo bíblico, certamente. Não tem apoio bíblico, no entanto, a pena de morte ou qualquer outro castigo, imposto por autoridade ilegítima, ou com fins legais, mas ilegítimos. No caso de países em que cristãos ou outras pessoas são condenadas por causa de sua fé, há legalidade, mas não há legitimidade, diante de Deus. Contudo, considerando que as leis humanas são falhas; que há "erros judiciários", em que inocentes têm sido condenados em lugar de culpados; que há perseguições políticas, religiosas, e abusos de autoridade, entendemos que o cristão não dever ser favorável à pena de morte. É preferível que, em casos gravíssimos de crimes hediondos, seja aplicada a prisão perpétua, em que o criminoso tem oportunidade de se recuperar, e até de ser um crente em Jesus. 

Dessa forma, ninguém tem o direito de tirar a vida de alguém, exceto como ato judicial, legal, legítimo e coerente com os princípios do código divino, que é a Palavra de Deus. Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, encontramos a pena capital como recurso punitivo para os criminosos, praticantes de atos violentos ou hediondos contra a pessoa ou contra Deus. Por estranho que pareça, há respaldo bíblico para esse tipo de pena, não como regra, mas como exceção. No entanto, nosso entendimento é que, sendo falha a justiça humana, é preferível que , por pior que seja o criminoso, não se lhe subtraia a vida, mas sua liberdade, como castigo pelos atos infames, praticados contra a sociedade. A vida é um dom de Deus. Só a Ele, cabe concedê-la ou suprimi-la, direta ou indiretamente, sem que se configure um crime. 

Que Deus abençoe nosso País, que nunca seja necessária a aprovação da pena de morte. Mas que haja um castigo severo para aqueles que cometem crimes capitais, hediondos, com requintes de perversidade, como no caso em que estupradores violentam crianças, e as matam covardemente; nos casos de seqüestros, seguidos de violência e morte, em que a vida humana é submetida a torturas inomináveis. O castigo não resolve o problema, sabemos. Só quem resolve é a salvação em Cristo. Mas a justiça de Deus se estabelece, sem dúvida alguma, através das autoridades, e dos magistrados, por Ele ordenados, como ministros Seus para castigo dos maus (Rm 13.1-4).

BÍBLIA ESTUDO PENTECOSTAL. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
CHAMPLIN, Russel. O Novo Testamento Interpretado. Vol. III. Milenium, S. Paulo, 1986.
GEISLER, Norman. Ética Cristã. São Paulo: Vida Nova, 1988. 
LIMA, Elinaldo R. A família cristã nos dias atuais. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.
REIFLER, Hans Ulrich. A ética dos dez mandamentos. São Paulo: Vida Nova, 1992.


Colabração Pr. Elinaldo Renovato de Lima
 
LIÇÃO 1 - A Ética Cristã Face A Ética Dos Homens
LIÇÃO 2 - A Ética Cristã E Os Dez Mandamentos
LIÇÃO 3 - O Cristão E A Guerra
LIÇÃO 4 - O Cristão E O Aborto
LIÇÃO 5 - O Cristão E O Planejamento Familiar
LIÇÃO 6 - O Cristão E A Sexualidade
LIÇÃO 7 - O Cristão E O Divórcio
LIÇÃO 8 - O Cristão E A Pena De Morte
LIÇÃO 9 - O Cristão, A Eutanásia E O Suicídio
LIÇÃO 10 - O Cristão E A Doação De Órgãos Do Corpo
LIÇÃO 11 - O Cristão E As Finanças
LIÇÃO 12 - O Cristão, Os Vícios E Os Jogos
LIÇÃO 13 - O Cristão E A Política
 
 
Home
Estudos
EBD
Discipulado
 Mapas
Figuras1
 Figuras2
Fotos
Igreja
Link's
Corinhos
Download
 Eu