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LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE

Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º Trimestre de 2010
2 Coríntios - "Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas".
Comentários da revista da CPAD: Pr. Elienai Cabral
Consultores Doutrinários e Teológicos da CPAD: Pr. Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva
Questionário
 

 

 

TEXTO ÁUREO

"Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria"  (2 Co 9.7).

 

 

 

VERDADE PRÁTICA

A generosidade é um princípio que deve preencher o coração alcançado pela graça de DEUS.

 

 

 

 

LEITURA DIÁRIA

 

 Segunda

Dt 15.10,11

DEUS recompensa a generosidade

 Terça

Pv 11.25

A alma generosa prosperará

 Quarta

1 Tm 6.18

Sejamos generosos

 Quinta

Gl 5.22

Generosidade, fruto do ESPÍRITO

 Sexta

Rm 12.20,21

Generosidade até para com os inimigos

 Sábado

Rm 12.13

A generosidade para com os crentes

 

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Coríntios 8.1-5;9.6,7,10,11

1 Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de DEUS dada às igrejas da Macedônia; 2 como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade. 3 Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente, 4 pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos. 5 E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor e depois a nós, pela vontade de DEUS;

 

6 E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. 7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria. 8 E DEUS é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, 9 conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. 10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa
sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; 11 para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a DEUS.

8.1-9.15 ÀS IGREJAS DA MACEDÔNIA.

Estes dois capítulos contêm instruções sobre a oferta para os crentes pobres de Jerusalém. As palavras de Paulo abarcam o ensino mais completo do NT sobre a contribuição financeira cristã. Os princípios, aqui, definidos são ensinos para os crentes e para as igrejas de todos os tempos.

 

8.2 RIQUEZAS DA SUA GENEROSIDADE. Os princípios e as promessas da contribuição cristã contidos nesses dois capítulos são os seguintes:

(1) Pertencemos a DEUS; aquilo que possuímos está confiado às nossas mãos pelo Senhor (v. 5).

(2) Devemos tomar a decisão firme, em nosso coração, de que serviremos a DEUS, e não ao dinheiro (v.5; Mt 6.24).
(3) A contribuição é feita para ajudar os necessitados (v. 14; 9.12; Pv 19.17; Gl 2.10, para promover o reino de DEUS (1 Co 9.14; Fp 4.15-18), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprendermos a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).

(4) A contribuição deve ser em proporção ao que ganhamos (vv. 3,12; 1 Co 16.2).

(5) A contribuição é considerada uma prova do nosso amor cristão (v.24) e deve ser realizada de modo sacrificial (v.3) e voluntária (9.7).

(6) Ao contribuirmos com nossas ofertas para DEUS, semeamos não somente dinheiro, mas também fé, tempo, serviço, e, assim, colhemos mais fé e outras bênçãos (v.5; 9.6,10-12).

(7) Quando DEUS nos dá em abundância, é para que multipliquemos as nossas boas obras (9.8; Ef 4.28).

(8) Quando contribuímos, isso aumenta a nossa dedicação a DEUS (Mt 6.21) e propicia suas bençãos sobre nossos assuntos financeiros (Lc 6.38).

 

8.9 JESUS CRISTO... SE FEZ POBRE.

Dar, de modo sacrificial, fez parte essencial da natureza e do caráter de JESUS CRISTO aqui no mundo. Porque Ele se fez pobre, nós, agora, participamos das suas riquezas eternas. DEUS quer uma atitude idêntica entre os crentes, como evidência da sua graça operando em nosso ser. Todos os dons da graça e da salvação, o reino do céu e, até mesmo, o vitupério por causa de CRISTO são as riquezas eternas que recebemos em lugar dos trapos da nossa iniqüidade (Lc 12.15; Ef 1.3; Fp 4.11-13,18,19; Hb 11.26; Ap 3.17).

 

9.6 POUCO... CEIFARÁ.

O cristão pode contribuir generosamente, ou com avareza. DEUS o recompensará de acordo com o que ele lhe dá (Mt 7.1,2). Para Paulo, a contribuição não é uma perda, mas uma forma de economizar; ela trará benefícios substanciais para quem contribui (ver 8.2; 9.11). Paulo não fala primeiramente da quantidade ofertada, mas da qualidade dos desejos e dos motivos do nosso coração ao ofertarmos. A viúva pobre deu uma oferta pequena, mas DEUS a considerou uma quantia grande por causa da proporção da dádiva e pela dedicação total que ela revelou ter (ver Lc 21.1-4; cf. Pv 11.24,25; 19.17; Mt 10.41,42; Lc 6.38).


9.8 ABUNDAR EM VÓS TODA GRAÇA.

O crente que contribui com o que pode, para ajudar os necessitados, verá que a graça de DEUS suprirá o suficiente para suas próprias necessidades, e até mais, a fim de que possa ser fecundo em toda boa obra (cf. Ef 4.28).


9.11 EM TUDO ENRIQUEÇAIS.

Para que a generosidade seja manifesta exteriormente, o coração deve antes estar enriquecido de amor e compaixão sinceros para com o próximo. Dar de nós mesmos e daquilo que temos, resulta em:

(1) suprir as necessidades dos nossos irmãos mais pobres;

(2) louvor e ações de graças a DEUS (v.12) e

(3) amor recíproco da parte daqueles que recebem a ajuda (v.14).

 

O CUIDADO DOS POBRES E NECESSITADOS
Am 5.12-14 “Porque sei que são muitas as vossas transgressões e enormes os vossos pecados; afligis o justo, tomais resgate e rejeitais os necessitados na porta. Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau. Buscai o bem e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o DEUS dos Exércitos, estará convosco, como dizeis.”

Neste mundo, onde há tanto ricos quanto pobres, freqüentemente os que têm abastança material tiram proveito dos que nada têm, explorando-os para que os seus lucros aumentem continuamente (ver Sl 10.2, 9,10; Is 3.14,15; Jr 2.34; Am 2.6,7; 5.12,13; Tg 2.6). A Bíblia tem muito a dizer a respeito de como os crentes devem tratar os pobres e necessitados.


O ZELO DE DEUS PELOS POBRES E NECESSITADOS.

DEUS tem expressado de várias maneiras seu grande zelo pelos pobres, necessitados e oprimidos.

(1) O Senhor DEUS é o seu defensor. Ele mesmo revela ser deles o refúgio (Sl 14.6; Is 25.4), o socorro (Sl 40.17; 70.5; Is 41.14), o libertador (1Sm 2.8; Sl 12.5; 34.6; 113.7; 35.10; cf. Lc 1.52,53) e provedor (cf. Sl 10.14; 68.10; 132.15).

(2) Ao revelar a sua Lei aos israelitas, mostrou-lhes também várias maneiras de se eliminar a pobreza do meio do povo (ver Dt 15.7-11). Declarou-lhes, em seguida, o seu alvo global: “Somente para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR abundantemente te abençoará na terra que o SENHOR, teu DEUS, te dará por herança, para a possuíres” (Dt 15.4). Por isso DEUS, na sua Lei, proíbe a cobrança de juros nos empréstimos aos pobres (Êx 22.25; Lv 25.35,36). Se o pobre entregasse algo como “penhor”, ou garantia pelo empréstimo, o credor era obrigado a devolver-lhe o penhor (uma capa ou algo assim) antes do pôr-do-sol. Se o pobre era contratado a prestar serviços ao rico, este era obrigado a pagar-lhe diariamente, para que ele pudesse comprar alimentos a si mesmo e à sua família (Dt 24.14,15). Durante a estação da colheita, os grãos que caíssem deviam ser deixados no chão para que os pobres os recolhessem (Lv 19.10; Dt 24.19-21); e mais: os cantos das searas de trigo, especificamente, deviam ser deixados aos pobres (Lv 19.9). Notável era o mandamento divino de se cancelar, a cada sete anos, todas as dívidas dos pobres (Dt 15.1-6). Além disso, o homem de posses não podia recusar-se a emprestar algo ao necessitado, simplesmente por estar próximo o sétimo ano (Dt 15.7-11). DEUS, além de prover o ano para o cancelamento das dívidas, proveu ainda o ano para a devolução de propriedades — o Ano do Jubileu, que ocorria a cada cinqüenta anos. Todas as terras que tivessem mudado de dono desde o Ano do Jubileu anterior teriam de ser devolvidas à família originária (ver Lv 25.8-55). E, mais importante de tudo: a justiça haveria de ser imparcial. Nem os ricos nem os pobres poderiam receber qualquer favoritismo (Êx 23.2,3,6; Dt 1.17; cf. Pv 31.9). Desta maneira, DEUS impedia que os pobres fossem explorados pelos ricos, e garantia um tratamento justo aos necessitados (ver Dt 24.14).

(3) Infelizmente, os israelitas nem sempre observavam tais leis. Muitos ricos tiravam vantagens dos pobres, aumentando-lhes a desgraça. Em conseqüência de tais ações, o Senhor proferiu, através dos profetas, palavras severas de juízo contra os ricos (ver Is 1.21-25; Jr 17.11; Am 4.1-3; 5.11-13; Mq 2.1-5; Hc 2.6-8; Zc 7.8-14).


A RESPONSABILIDADE DO CRENTE NEOTESTAMENTÁRIO DIANTE DOS POBRES E NECESSITADOS.

No NT, DEUS também ordena a seu povo que evidencie profunda solicitude pelos pobres e necessitados, especialmente pelos domésticos na fé.
(1) Boa parte do ministério de JESUS foi dedicado aos pobres e desprivilegiados na sociedade judaica. Dos oprimidos, necessitados, samaritanos, leprosos e viúvas, ninguém mais se importava a
não ser JESUS (cf. Lc 4.18,19; 21.1-4; Lc 17.11-19; Jo 4.1-42; Mt 8.2-4; Lc 17.11-19; Lc 7.11-15; 20.45-47). Ele condenava duramente os que se apegavam às possessões terrenas, e desconsideravam os pobres (Mc 10.17-25; Lc 6.24,25; 12.16-20; 16.13-15,19-31).
(2) JESUS espera que seu povo contribua generosamente com os necessitados (ver Mt 6.1-4). Ele próprio praticava o que ensinava, pois levava uma bolsa da qual tirava dinheiro para dar aos pobres (ver Jo 12.5,6; 13.29). Em mais de uma ocasião, ensinou aos que o queriam seguir a se importarem com os marginalizados econômica e socialmente (Mt 19.21; Lc 12.33; 14.12-14,16-24; 18.22). As contribuições não eram consideradas opcionais. Uma das exigências de CRISTO para se entrar no seu reino eterno é mostrar-se generoso para com os irmãos e irmãs que passam fome e sede, e acham-se nus (Mt 25.31-46).
(3) O apóstolo Paulo e a igreja primitiva demonstravam igualmente profunda solicitude pelos necessitados. Bem cedo, Paulo e Barnabé, representando a igreja em Antioquia da Síria, levaram a Jerusalém uma oferta aos irmãos carentes da Judéia (At 11.28-30). Quando o concílio reuniu-se em Jerusalém, os anciãos recusaram-se a declarar a circuncisão como necessária à salvação, mas sugeriram a Paulo e aos seus companheiros “que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência” (Gl 2.10). Um dos alvos de sua terceira viagem missionária foi coletar dinheiro “para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém” (Rm 15.26). Ensinava as igrejas na Galácia e em Corinto a contribuir para esta causa (1Co 16.1-4). Como a igreja em Corinto não contribuísse conforme se esperava, o apóstolo exortou demoradamente aos seus membros a respeito da ajuda aos pobres e necessitados (2Co 8;9). Elogiou as igrejas na Macedônia por lhe terem rogado urgentemente que lhes deixasse participar da coleta (2Co 8.1-4; 9.2). Paulo tinha em grande estima o ato de contribuir. Na epístola aos Romanos, ele arrola, como dom do ESPÍRITO SANTO, a capacidade de se contribuir com generosidade às necessidades da obra de DEUS e de seu povo (ver Rm 12.8; ver 1Tm 6.17-19).
(4) Nossa prioridade máxima, no cuidado aos pobres e necessitados, são os irmãos em CRISTO. JESUS equiparou as dádivas repassadas aos irmãos na fé como se fossem a Ele próprio (Mt 25.40, 45). A igreja primitiva estabeleceu uma comunidade que se importava com o próximo, que repartia suas posses a fim de suprir as necessidades uns dos outros (At 2.44,45; 4.34-37). Quando o crescimento da igreja tornou impossível aos apóstolos cuidar dos necessitados de modo justo e equânime, procedeu-se a escolha de sete homens, cheios do ESPÍRITO SANTO, para executar a tarefa (At 6.1-6). Paulo declara explicitamente qual deve ser o princípio da comunidade cristã: “Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6.10). DEUS quer que os que têm em abundância compartilhem com os que nada têm para que haja igualdade entre o seu povo (2Co 8.14,15; cf. Ef 4.28; Tt 3.14). Resumindo, a Bíblia não nos oferece outra alternativa senão tomarmos consciência das necessidades materiais dos que se acham ao nosso redor, especialmente de nossos irmãos em CRISTO.

 

 


 

 

DÍZIMOS E OFERTAS
Ml 3.10 “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.”

DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS.

A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”.
(1) Na Lei de DEUS, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. DEUS considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15; Lc 19.13).
(2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que DEUS é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, DEUS estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.
(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1—5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14—6.7; 7.1-10).
(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (ver Êx 35.20-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da reconstrução do templo (2Cr 31.5-19).
(5) Houve ocasiões na história do AT em que o povo de DEUS reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de DEUS que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, DEUS castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12).


A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO.

Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do NT.
(1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a DEUS, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.
(2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a DEUS, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).
(3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de DEUS, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2; ver o estudo O CUIDADO DOS POBRES E NECESSITADOS), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor(Dt 14.22,23).
(4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a DEUS. Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que DEUS nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12; ver 2Co 8.2).
(5) Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2Co 8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor JESUS entregou-se por nós (ver 2Co 8.9). Para DEUS, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4).
(6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no AT (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do NT (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos.
(7) DEUS tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1Tm 6.19; ver 2Co 9.6).
 

INTERAÇÃO

Professor, vivemos em uma sociedade marcada pelo individualismo e o egoísmo, onde parece não existir mais lugar para a generosidade.  Que tal propor a sua classe a possibilidade de praticar essa virtude neste domingo? Leia com a classe Tiago 1.22, e tente descobrir o que sua igreja, congregação ou outras organizações em sua cidade estão fazendo para ajudar os necessitados. Proponha que sua turma participe de alguma forma. Leia para a classe o texto de Tiago 1.27: "A religião pura e imaculada para com DEUS, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo".

 

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Conscientizar-se de que o princípio da generosidade está fundamentado na idéia de doar e não de ter.

Compreender que atender ao pobre em suas necessidades é um preceito bíblico.

Saber que a graça de contribuir está fundamentada no princípio de que mais "bem-aventurada coisa é dar do que receber".

 

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, para a aula de hoje sugerimos que você reproduza no quadro-de-giz a tabela da abaixo. Mostre aos seus alunos que o serviço social e a evangelização fazem parte da missão integral da Igreja  somos chamados à evangelização pessoal, mas também ao serviço social. Explique aos alunos que os conceitos baseados em 2 Coríntios 8 e relacionados no quadro vão ajudá-los a construir uma teologia ortodoxa e bíblica a respeito da caridade.

 

A caridade é um privilégio (8.4)

A caridade nasce do comprometimento (8.5)

A caridade é voluntária (8.8)

A caridade tem um objetivo (8.13-16)

A caridade tem conseqüência pessoais (9.6)

A caridade envolve coração e mente (9.7)

A caridade tem resultados espirituais, além dos materiais (9.12)

 

 

Palavra Chave: Generosidade - "Virtude daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem".

 

 

RESUMO DA LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO
DA GENEROSIDADE
Os capítulos 8 e 9 de 2 Coríntios tratam especificamente
acerca da obrigatoriedade de amarmos e auxiliarmos os
pobres e necessitados.  
I. EXEMPLOS DE AÇÕES GENEROSAS (8.1-6,9; 9.1,2)
1. O exemplo dos macedônios (8.1-6).
2. O exemplo de JESUS CRISTO (8.9).
3. O exemplo da igreja coríntia (9.1,2).  
II.  EXORTAÇÃO AO ESPÍRITO GENEROSO PARA
CONTRIBUIR (8.7-15)
1. A igreja de Corinto foi encorajada a repartir generosamente
com os necessitados (8.11).
2. A responsabilidade social da Igreja.
3. A generosidade cristã requer reciprocidade mútua
dos recursos.  
III.  OS PRINCÍPIOS DA GENEROSIDADE (9.6-15)
1. O valor da liberalidade na contribuição.
2. A igreja deve socorrer os necessitados obedecendo a
três princípios que norteiam o serviço social.
3. A graça de contribuir.
CONCLUSÃO
Filantropia sem generosidade não tem valor.

 

 

SINOPSE DO TÓPICO (1)

O princípio da generosidade está fundamentado na idéia de doar e não de ter (2 Co 8.12).

SINOPSE DO TÓPICO (2)

Assim como o Senhor jamais se esqueceu dos pobres, a Igreja não deve desprezá-los (Lc 4.18,19), pois na essência da mensagem do Evangelho está também o atendimento às pessoas necessitadas.

SINOPSE DO TÓPICO (3)

A igreja deve socorrer os necessitados obedecendo a três princípios que norteiam o serviço social: mutualidade, responsabilidade e proporcionalidade.

REFLEXÃO

"Dar ajuda aos pobres, era, e é, virtude tão grande no judaísmo assim como o é na grande exortação de Paulo aos coríntios (e a nós!) para que todos sejam generosos com os necessitados". Lawrence Richards

 

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Teológico 

"Ação Social: Compromisso de uma Igreja.

O avivamento espiritual, que é tanto a causa como o produto de uma Igreja Viva, precisa abranger a igreja como um todo, se não queremos um organismo aleijado ou disforme. Não se pode falar de um avivamento que priorize apenas um aspecto da totalidade do ser humano como, por exemplo, o destino de sua alma, em detrimento de seu bem-estar físico e social. Não nos interessa uma comunidade apenas voltada para o futuro, em prejuízo do hoje, pois isso implica em negligenciar as necessidades imediatas e urgentes do ser humano. O homem vive na dimensão do aqui e agora. Tem fome, frio, doença, sofre injustiças; enfim, tem mil motivos para não ser feliz. Nossa missão, pois, é socorrer o homem no seu todo, para que não somente usufrua paz de espírito, mas também conserve no corpo e na mente motivos de alegria e esperança. O projeto de JESUS é para o homem todo e para todos os homens. Fugir dessa verdade é desobediência e rebelião contra aquEle que nos comissionou. Um verdadeiro avivamento trará de volta ao crente brasileiro o amor pelos quase 50 milhões de irmãos pátrios que vivem na pobreza absoluta. O estilo de vida de uma igreja avivada não se presta a esquisitices humanas, mas à formação de personalidades de acordo com o caráter de CRISTO, que não negligenciam o amor ao próximo" (CIDACO, J. Armando. Um Grito pela Vida da Igreja. 1.ed. RJ, CPAD, 1996, pp.87-8).

 

 

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 

RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2007.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2008.

SAIBA MAIS na Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 41, p. 40

 
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2009
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas.
 
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Cada um ______________________ segundo propôs no seu coração, não com ____________________________ ou por _____________________________; porque DEUS ama ao que dá com alegria"  (2 Co 9.7).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
A generosidade é um ________________________ que deve _________________________ o coração _____________________________________ pela graça de DEUS.
 
COMENTÁRIO- INTRODUÇÃO
3- De que tratam os capítulos 8 e 9 de 2 Coríntios ,especificamente?
(    ) Da visita de Paulo a Corinto para arrecadar fundos para ajudar aos pobres de Antioquia.
(    ) Acerca da obrigatoriedade de amarmos e auxiliarmos os pobres e necessitados.
(    ) Ambos os capítulos formam o que poderíamos chamar de uma "teologia da generosidade".
(    ) O caso que está sendo considerado, indica que a comunidade de fé em Jerusalém passava por sérias dificuldades.
(    ) Os apóstolos solicitaram a Paulo e a Barnabé que se lembrassem dos pobres.
(    ) Eles trouxeram uma contribuição de Antioquia a Jerusalém conforme está registrado em Romanos.
 
4- O que é o ato de estendermos as mãos aos menos favorecidos?
(    ) É mais uma forma de sermos salvos.
(    ) É uma forma de expressarmos o amor de Deus através de nossa vida.
(    ) É a única forma de sermos salvos.
 
I. EXEMPLOS DE AÇÕES GENEROSAS (8.1-6,9; 9.1,2)
5- Qual o exemplo dos macedônios (8.1-6), apesar de serem gentios e de suas dificuldades e pobreza?
(    ) O princípio da generosidade está fundamentado na ideia de doar e não de ter.
(    ) Foram capazes, por causa do amor a Deus, de ofertar o pouco que tinham para socorrer os pobres de Jerusalém.
(    ) Paulo cita-lhes o exemplo e passa a exortar os coríntios a que observem a mesma prática em termos de contribuição.
(    ) Os Macedônios contribuíram devido à insistÊncia de Paulo.
(    ) O apóstolo apela para os cristãos de Corinto serem abundantes na generosidade para com os irmãos necessitados, especialmente, os de Jerusalém, a Igreja-mãe, pois foi onde tudo começou.
 
6- Por que o maior exemplo de generosidade está em Jesus Cristo (8.9)?
(    ) Segundo o Dicionário Houaiss, generosidade é a "virtude daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem".
(    ) Esta acepção encaixa-se perfeitamente no que Paulo afirmou acerca do Filho de Deus, dizendo que Ele sendo rico, por amor de vós se fez pobre.
(    ) O sacrifício de nosso Senhor teve início no Céu, quando se despojou de sua glória para vir à Terra e dar a sua vida em resgate da humanidade.
(    ) Seu exemplo de generosidade vai além de qualquer outro.
(    ) Por que JESUS mandava seus discípulos ajudarem aos pobres, Ele não tinha tempo para fazê-lo.
(    ) Paulo diz que Jesus se fez "pobre", para que, pela sua "pobreza", nós, cristãos fôssemos enriquecidos.
(    ) O sentimento de Jesus é o que deve permear o coração dos crentes, tendo disposição de vontade para fazer o melhor pelo Reino de Deus, inclusive, contribuir com amor fraterno para os necessitados (Fp 2.5).
 
7- Qual foi o exemplo da igreja coríntia (9.1,2)?
(    ) O apóstolo é amável e felicita os coríntios pela abundância de bênçãos espirituais que têm experimentado.
(    ) Em termos de caridade, os coríntios já haviam-na manifestado a Paulo e aos seus companheiros .
(    ) A igreja coríntia foi a que mais havia abundado em distribuir aos pobres bênçãos materiais até aquela data.
(    ) A fim de defender a importância de tal contribuição, ele afirma que Tito fora sido recebido carinhosamente em Corinto e começado o levantamento de ofertas.
(    ) Paulo recorda-lhes que não devem ficar apenas com esse ato inicial, mas que concretizem o propósito de enviar a oferta que prometeram.
 
II.  EXORTAÇÃO AO ESPÍRITO GENEROSO PARA CONTRIBUIR (8.7-15)
8- Como a igreja de Corinto foi encorajada a repartir generosamente com os necessitados (8.11)?
(    ) Paulo provoca neles ciúmes dos Efésios que haviam contribuído muito mais do que eles, mesmo sendo pobres.
(    ) Paulo motiva a igreja lembrando suas virtudes positivas e declara que os coríntios têm sido abundantes na fé, no entanto, apela a que sobejem, também, na graça da generosidade.
(    ) Para não parecer que está exercendo sua autoridade apostólica com atitude interesseira, Paulo apenas dá o seu parecer sobre o assunto.
(    ) Ele não impõe à igreja qualquer encargo, mas recorre ao espírito generoso dos irmãos quanto à contribuição financeira em favor dos crentes de Jerusalém.
 
9- Como é a responsabilidade social da Igreja?
(    ) A missão assistencial da Igreja no mundo é feita somente para os cristãos pobres.
(    ) Atender ao pobre em suas necessidades é um preceito bíblico.
(    ) A missão assistencial da Igreja no mundo é a continuação da obra iniciada por Jesus.
(    ) Assim como o Senhor jamais se esqueceu dos pobres, a Igreja não deve desprezá-los.
(    ) Na essência da mensagem do Evangelho está também o atendimento às pessoas necessitadas.
(    ) A Igreja Primitiva deu ênfase à assistência generosa para com os seus pobres.
(    ) A Bíblia afirma que os cristãos primitivos "repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade".
 
10- Como a generosidade cristã requer reciprocidade mútua dos recursos?
(    ) O sentimento comunitário é um dos sinais do cristianismo autêntico.
(    ) Todos são iguais perante o Senhor, e seus direitos são os mesmos.
(    ) O princípio da igualdade refuta as diferenças sociais quando é possível que algo seja feito.
(    ) A reciprocidade mútua entre os crentes supre as necessidades dos irmãos que fazem parte da mesma fé.
(    ) Não pode haver espaço para a fome e a nudez no meio do povo de Deus.
(    ) Ninguém deve doar esperando que seja ajudado se vier a ter necessidade.
(    ) A base desse sentimento constitui o critério da generosidade que deve permear a vida cristã.
 
III.  OS PRINCÍPIOS DA GENEROSIDADE (9.6-15)
11- Qual o  valor da liberalidade na contribuição no Antigo Testamento?
(    ) No Antigo Testamento, a entrega do dízimo obedecia a uma lei.
(    ) Todo israelita tinha a obrigação de entregar o seu dízimo na Casa do Senhor.
(    ) O dízimo, mais que uma regra a ser obedecida, é um princípio de gratidão, fé e obediência.
(    ) O doador o faz porque reconhece o senhorio de Deus sobre suas finanças.
(    ) O dízimo é uma obrigação de todos e não pode ser negligenciado sob pena de maldição hereditária até mesmo para os cristãos.
 
12- Qual o  valor da liberalidade na contribuição no Novo Testamento, na igreja?
(    ) O cristão está desobrigado do dízimo, pois não vive mais segundo a lei, portanto só contribui se desejar.
(    ) Na igreja, o cristão obedece ao princípio da fé e do reconhecimento do Senhorio de Cristo.
(    ) Do ponto de vista bíblico, a contribuição não se restringe aos 10% (o valor mínimo que o crente deve trazer à casa do tesouro).
(    ) O princípio que a rege é o da liberalidade.
(    ) Não há limite para a contribuição (2 Co 9.10).
(    ) A pessoa oferta o que propuser em seu coração; o que vale é o seu princípio (o dar com liberalidade), não a regra.
(    ) Ninguém o faz por força de uma lei ou preceito, mas sim por gratidão ao Senhor, por fidelidade e reconhecimento.
(    ) As ofertas devem ser espontâneas, de coração aberto, e sem avareza (9.5).
(    ) Deus se compraz em abençoar a Igreja, dando-lhe bênçãos espirituais e materiais.
(    ) Assim como Ele abençoa seus filhos, espera que seus filhos abençoem generosamente seus irmãos na fé.
(    ) Este princípio orienta que devemos dar com alegria, não com tristeza ou por necessidade (2 Co 9.7).
 
13- Complete:
A igreja deve socorrer os necessitados obedecendo a três princípios que norteiam o serviço social. A Igreja não apenas ______________________ o Evangelho. Ela deve ____________________ os seus necessitados em termos ______________________ e materiais (Gl 2.9,10).
 
14- Quais são os três princípios fundamentais no exercício do serviço social.da igreja?
(    ) Mutualidade, Santidade e Proporcionalidade.
(    ) Mutualidade, Responsabilidade e Proporcionalidade.
(    ) Mutualidade, Responsabilidade e Funcionalidade.
 
15- O que é Mutualidade?
(    ) Este princípio se manifesta em generosidade, praticidade e solidariedade.
(    ) Este princípio se manifesta em generosidade, reciprocidade e solidariedade.
(    ) Este princípio se manifesta em generosidade, reciprocidade e verdade
 
16- Responsabilidade com o que?
(    ) Com a obra de Deus e com seus parentes mais próximos.
(    ) Com a obra de Deus e com seus irmãos necessitados.
(    ) Com a sua família e com seus irmãos necessitados.
 
17- O que é Proporcionalidade?
(    ) Nesta perspectiva, o cristão contribui de acordo com as necessidades dos outros.
(    ) Nesta perspectiva, o cristão contribui de acordo com as suas possibilidades.
(    ) Nesta perspectiva, o cristão deve contribuir além de suas possibilidades.
 
18- Como é a graça de contribuir?
(    ) É uma lei imposta a todos.
(    ) A generosidade requerida por Paulo não se constituía de atitudes vazias ou meras formalidades sociais.
(    ) As igrejas que ajudam às suas coirmãs, ou investem na obra de evangelização e missões, são abençoadas copiosamente.
(    ) Ofertar é um ato de adoração e louvor a Deus..
(    ) Além do mais, a graça de contribuir está fundamentada no princípio de que mais "bem-aventurada coisa é dar do que receber".
 
CONCLUSÃO
19- Complete:
Filantropia sem _______________________ não tem valor.
A boa filantropia é aquela que baseia suas obras no princípio do ______________________, que supera todas as deficiências e nos torna úteis ao Reino de Deus.
Gratidão e disposição para servir uns aos outros anulam a _________________________ e abrem as despensas de Deus com bênçãos espirituais e materiais (Ml 3.10).
 
 
 
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