LIÇÃO 9, DÍZIMOS E OFERTAS
Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2012 -
CPAD - Jovens e Adultos
A Verdadeira
prosperidade - A vida cristã abundante
Comentários da revista da CPAD: Pr. José
Gonçalves
Consultor Doutrinário e Teológico da
CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários
e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
Veja também
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-dvc-dizimoseofertas.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-mordomia-amordomiadodizimo.htm
TEXTO ÁUREO
“Cada um contribua segundo propôs no seu
coração, não com tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com
alegria” (2 Co 9.7).
VERDADE PRÁTICA
A chave da verdadeira prosperidade está em ser
fiel a DEUS em tudo, inclusive, na prática dos dízimos e das ofertas.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - 1 Co 9.13 A liberalidade no ofertar
Terça - Gn 28.22 A prática dos dízimos e ofertas
precede a lei
Quarta - Gn 14.20 Dízimos e ofertas como
gratidão
Quinta - 2 Co 9.8 Dízimos e ofertas em toda boa
obra
Sexta - Ml 3.10,11 Dízimos e ofertas e a bênção
da proteção
Sábado - Jl 2.25 Dízimos e ofertas e a bênção da
restituição
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Malaquias 3.10,11; 2 Coríntios 9.6-8.
Malaquias 3
10 - Trazei todos os dízimos à casa do tesouro,
para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o
SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar
sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.11 - E, por
causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da
terra; e a vide no campo não vos será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.
2 Coríntios 9
6 - E digo isto: Que o que semeia pouco pouco
também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará.7
- Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por
necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria.8 - E DEUS é poderoso
para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em
tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra.
É uma vergonha ver como as igrejas evangélicas hoje
aplicam seus recursos. O enriquecimento de seus líderes é visto e conhecido por
todos sem nenhum tipo de cuidado (para não dizer vergonha), pois se consideram
reis da prosperidade financeira, sem impostos e sem cobrança de qualquer pessoa.
Creio que já chegou a hora dos membros começarem a dar palpite na administração
que é feita por pastor sem capacidade para administrar corretamente os bens da
Igreja de CRISTO. Igrejas com pastores de caminhonete zero, mansões, mas, sem
missionários, sem dependências pára escola bíblica dominical, sem instrumentos e
sonorização adequada, sem assentos dignos, sem climatização, sem capacidade para
se fazer cruzadas e sem verba para divulgação, sem salários dignos para seus
funcionários que muitas vezes, e na maioria das vezes, nem carteira assinada
têm; isso é demais para nossas pobres mentes cristãs.
Para onde está indo os dízimos e ofertas? para a obra de DEUS é que não é.
Pastores, se vocês não quiserem ver a grana sumir, comecem a administrar as
coisas de DEUS com zelo e temor!
Sabemos que os dízimos são dados à Igreja e na Igreja, mas o mínimo de senso
crítico devemos ter ao depararmos com a atual situação da Igreja. Falta dinheiro
para tudo, menos para uns poucos privilegiados.
Até quando meu DEUS? Ajude-nos a continuar contribuindo sem olharmos para os
que recebem, sabendo que estamos dando para o SENHOR e não para eles.
ficando cada dia mais difícil!
Só para constar:
Existem ofertas que damos sem
saber onde vão ser aplicadas e existem ofertas que damos direcionando para
alguma coisa que detectamos ser necessário (ex. relógio da parede, mesa,
tapete, lâmpada, cortina, projetor, quadro, giz, cartolina, cadeira, telha,
tijolo, etc...)
PORQUE SOU DIZIMISTA?
1. Sou Dizimista porque o Dízimo é SANTO. Lv
27.30 Também todos os dízimos da terra, quer dos cereais, quer do fruto
das árvores, pertencem ao senhor; santos são ao Senhor. 31 Se alguém
quiser remir uma parte dos seus dízimos, acrescentar-lhe-á a quinta
parte. 32 Quanto a todo dízimo do gado e do rebanho, de tudo o que
passar debaixo da vara, esse dízimo será santo ao Senhor.
2. Sou Dizimista porque quero ser
participante das grandes bênçãos. Ml
3.11 Também por amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá
os frutos da vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o seu fruto
antes do tempo, diz o Senhor dos exércitos. 12 E todas as nações vos
chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o
Senhor dos exércitos.
3. Sou Dizimista porque amo a obra de DEUS
na face da Terra. Ml 3.10
Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na
minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se
eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção,
que dela vos advenha a maior abastança.
4. Sou Dizimista porque não quero ser
amaldiçoado. Ml 3.9 Vós sois
amaldiçoados com a maldição; porque a mim me roubais, sim, vós, esta
nação toda.
5. Sou Dizimista porque DEUS é dono de tudo. Sl
24. 1 Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele
habitam.
6. Sou Dizimista porque eu mesmo vou gozá-lo
na casa de DEUS. Dt 14.23 E,
perante o Senhor teu DEUS, no lugar que escolher para ali fazer habitar
o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu
azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que
aprendas a temer ao Senhor teu DEUS por todos os dias.
7. Sou Dizimista porque mais bem-aventurado
é dar do que receber. At
20.35 Em tudo vos dei o
exemplo de que assim trabalhando, é necessário socorrer os enfermos,
recordando as palavras do Senhor JESUS, porquanto ele mesmo disse: Coisa
mais bem-aventurada é dar do que receber.
8. Sou Dizimista porque DEUS ama ao que dá
com alegria. 2 Co 9.7 Cada
um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por
constrangimento; porque DEUS ama ao que dá com alegria.
9. Sou Dizimista porque tudo vem das Mãos de
DEUS. 1Cr 29.14 Mas quem sou
eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos fazer ofertas tão
voluntariamente? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.
10. Sou Dizimista porque não sou avarento. 1
Tm 6. 10 Porque o amor ao
dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da
fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores
11. Sou Dizimista porque meu rico tesouro
está no céus. Mt 6.19-21 19
Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os
consomem, e onde os ladrões minam e roubam; 20 Mas ajuntai para vós
tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os
ladrões não minam nem roubam. 21 Porque onde estiver o teu tesouro, aí
estará também o teu coração.
12. Sou Dizimista porque tudo que peço
recebo. Mt 7.7-9. 7 Pedi, e
dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á. 8 Pois todo o
que pede, recebe; e quem busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á. 9
Ou qual dentre vós é o homem que, se seu filho lhe pedir pão, lhe dará
uma pedra?
13. Sou Dizimista porque obedeço a DEUS. At
5.29 Respondendo Pedro e os
apóstolos, disseram: Importa antes obedecer a DEUS que aos homens. Pv
10. 22 A bênção do Senhor é que enriquece; e ele não a faz seguir de dor
alguma.
14. Sou Dizimista porque a benção de DEUS é
que enriquece. Pv 10:22 A
bênção do Senhor é que enriquece; e ele não a faz seguir de dor alguma.
15. Sou Dizimista porque para cada lei, DEUS
promete recompensa. Sl 19. 7 A
lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é
fiel, e dá sabedoria aos simples
16. Sou Dizimista porque receberei de DEUS
com a mesma medida. Lc 6. 33 E
se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que mérito há nisso? Também os
pecadores fazem o mesmo
17. Sou Dizimista porque os pensamentos de
DEUS são mais altos que os meus. Is
55. 9 Porque, assim como o
céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do
que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os
vossos pensamentos.
18. Sou Dizimista porque DEUS me escolheu e
me nomeou. Jo 15. 16 Vós
não me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para
que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo
quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.
19. Sou Dizimista porque DEUS diz: "Fazei
prova de Mim" . Ml
3. 10 Trazei todos os dízimos
à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois
fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as
janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos
advenha a maior abastança.
20. Sou Dizimista porque minha descendência
não vai mendigar o pão. Sl
37. 25 Fui moço, e agora sou
velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a
mendigar o pão.
21. Sou Dizimista porque meu salário não
será posto em saco furado. Ag
1. 6 Tendes semeado muito, e
recolhido pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos
saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário,
recebe-o para o meter num saco furado.
22. Sou Dizimista porque é minha
responsabilidade o sustento da igreja. Ml
3. 10 Trazei todos os dízimos
à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois
fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as
janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos
advenha a maior abastança.
23. Sou Dizimista porque quero ter a
consciência tranqüila. 1Tm 1.
19 conservando a fé, e uma
boa consciência, a qual alguns havendo rejeitado, naufragando no tocante
à fé;
24. Sou Dizimista porque tudo o que o homem
plantar, isso ceifará. Gl 6.
7 Não vos enganeis; DEUS não
se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também
ceifará.
25. Sou Dizimista porque DEUS suprirá todas
as minhas necessidades. Fl 4.
19 Meu DEUS suprirá todas as
vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em CRISTO JESUS.
Na verdade na nova aliança tudo o que é meu,
não é meu, mas de DEUS, eu administro e aplico na
obra.
Estudo adquirido a partir de
www.estudosbiblicos.com
RESUMO:
Corresponde à décima parte do que se
arrecada.
2- Porque dar ou entregar o Dízimo?
Não sei se a palavra certa seria dar, ou
pagar, ou entregar, mas basicamente quando alguém sente o desejo de
ajudar a obra de DEUS, reconhecendo em seus líderes pessoas que
estão vivendo exclusivamente pela causa do mestre JESUS; levam sua
contribuição ao templo ou congregação para que haja mantimento e
suficientes fundos para as despesas na obra de DEUS, isso sempre
agradecidos a DEUS, sabendo que é DELE mesmo que receberam aquilo
que estão devolvendo.
3- Todos os membros biblicamente são
"obrigados" a dar o Dízimo?
Ninguém é obrigado a dar o dízimo. O
dízimo é uma opção de ajuda na obra de DEUS, devendo o dizimista ter
em mente de que é apenas um mordomo de DEUS aqui na terra, aplicando
seus rendimentos provindos de DEUS, na obra do próprio DEUS e não se
esquecendo que tudo o que temos ou possuímos devemos ao próprio DEUS
e devemos não só dar o dízimo, mas também ofertas para que o
trabalho do Senhor não seja prejudicado e sempre possa progredir na
evangelização dos povos.
" MAIS BEM-AVENTURADA COISA É DAR DO QUE
RECEBER!" (JESUS)
"Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o
mundo e aqueles que nele habitam" (Sl 24.1).
LEITURA BÍBLICA: I Tm 6.6-10
MORDOMIA CRISTÃ
Há uma grande diferença entre POSSE
e MORDOMIA: DEUS é o possuidor de todas as coisas (Gn 14.19-22; Sl 24.1;
50.1-12; 68.19; 89.11; Ag 2.8). Enquanto Mordomia implica que não somos
donos; somos apenas mordomos responsáveis que devem prestar contas (Mt
25.14-30;
Lc 19.11-26). Temos diferentes
relações entre dono-mordomo:
a) Vida, o que recebemos (Gn
1.27-28; At 17.25; Tg 1.17).
b) Tempo, o que nos foi outorgado
(Pv 24.30-34); Sl 90:12).
c) Talentos, o que nos foi dado para
usar (Mt 25.14-30).
d) Possessões, o que nos é confiado
(Mt 6.19-21; Co 3.1- 2).
e) Finanças, o que ganhamos com o
nosso trabalho (I Co 16.1-2).
Para sermos um bom mordomo são necessários
os requisitos:
a) Fidelidade (I Co 4.1-2).
b) Disposição a receber ensino (Sl
27.11).
c) Desejo de servir as pessoas (Rm
12.10-13).
d) Um coração de servo (Gl 5.13).
e) Disposição para dar (Lc 6.38).
AS FINANÇAS
A questão
financeira tem um tratamento bíblico bastante sério:
a) Os Evangelho contém mais advertências
contra o dinheiro e seu mau uso do que contra qualquer outro assunto.
b) Um em cada seis versículos do
N.T. faz alguma referência ao dinheiro.
c) Quase a metade das parábolas de
JESUS tem alguma referência a dinheiro, especialmente advertência contra
a cobiça.
d) Judas vendeu CRISTO por dinheiro,
que nunca chegou a usá-lo.
e) Satanás na cena da glória da
igreja primitiva através do dinheiro, quando se vivia um ambiente de
doação (At 5:1-10).
f) O pecado de "Simonia" refere-se a
dinheiro e a tentar comprar os dons de DEUS com ele (At 8:14-24).
g) Riqueza e tradição (Ap
13:16-18), são palavras ligadas ao poder de comprar e vender. Em si o
dinheiro não é mau. É o amor ao dinheiro que é a raiz de todos os males
(I Tm 6.7- 10).
DÍZIMOS E OFERTAS
As Escrituras dizem o seguinte sobre
dízimos e ofertas:
a) Devemos trazer nossos dízimos e
ofertas à tesouraria da casa de DEUS (casa do tesouro, Ml 3.7- 12).
b) A casa de DEUS é o lugar onde o
povo de DEUS é "alimentado".
O dízimo
é para nossos dias? Sim, tanto no V.T. como no N.T. os participativos
devem entregar o dízimo das suas rendas:
I ) O DÍZIMO ANTES DA LEI
a) Abraão (sob aliança, Gn
14:18-20).
b) Jacó (sob aliança, Gn 28:22).
II) O DÍZIMO SOB A LEI: Israel,
aliança mosaica (Lv 27.30-33; Nm 18.20-24; 25-32).
III) O DÍZIMO SOB A GRAÇA: JESUS
confirmou o dízimo. O dízimo não era da lei, mas antes da lei (Mt 23.33;
Lc 11:42; 18.12; Hb 7.1-21).
"Roubará o homem a DEUS? todavia vós me
roubais, e dizeis: Em que te roubamos: Nos dízimos e nas ofertas. Com
maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a mim, vós, toda a nação.
Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento n a
minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se
eu não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior
abastança" (Ml 3.8-10).
PRINCÍPIOS DO DAR
a) Dar-nos primeiramente ao Senhor (II Co
8.5).
b) Dar de boa vontade (II Co
8:3-12).
c) Dar com alegria (II Co 9:7).
d) Dar com generosidade, com
liberalidade (II Co 8.2; 9.13).
e) Dar proporcionalmente (II Co 9.6;
8.14-15).
f) Dar regularmente (I Co 16.1-2).
g) Dar sistematicamente (II Co
9.7).
h)Dar com amor (II Co 8.24).
i) Dar com gratidão (II Co
9.11-12).
j) Dar como ministração ao Senhor e
seus santos (II Co 9.12- 13).
DESTAQUE: O que dá pela LEI, dá por
obrigação. O que dá por AMOR, dá por prazer. Louvado seja DEUS.
CONCLUSÃO
Hoje alguns grupos, até evangélicos,
vivem uma verdadeira exploração das pessoas bem intencionadas, em
relação ao dinheiro. Há denominações que administram bem os seus dízimos
e ofertas, à estas que o tempo já demonstrou responsabilidade e
compromisso com o Reino de DEUS, são dignas de receberem os dízimos e
ofertas de seus membros, porque neste caso está administrando o trabalho
e a dignidade de vida de cada um. Sejamos dizimistas.
http://www.geocities.com/Athens/Academy/3958/doutrinas/dizimo.htm
MELQUISEDEQUE ABENÇOA ABRAÃO
Ao voltar vitorioso da guerra, Abraão
encontrou-se com Melquisedeque.
1. Quem era Melquisedeque?
Era rei de Salém e sacerdote do DEUS Altíssimo
(Gn 14.18). Certamente era um rei cananita que servia o DEUS verdadeiro.
(SC)
2. Melquisedeque, um tipo de CRISTO.
Consideremos alguns pontos de coincidência entre
os dois: **Feito semelhante ao Filho de DEUS * * (Hb 7.3).
a) Seu nome. Melquisedeque significa "rei de
justiça". JESUS é a nossa justiça (Jr 23.6). Ele é Rei (l Tm 6.15).
Melquisedeque era rei de paz. JESUS é o Príncipe da Paz (Is 9.6). Ele é a
nossa Paz (Ef 2.14).
b) Seu ministério. A
investidura de Melquisedeque no sacerdócio do DEUS Altíssimo não estava
vinculada à condição de pertencer à tribo de Lê vi, pois este ainda nem
existia. Melquisedeque era cananeu. DEUS falou por Davi uma mensagem
profética a respeito de JESUS: Tu és sacerdote eterno, segundo a ordem de
Melquisedeque" (SI 110.4). Assim como Melquisedeque, CRISTO foi chamado por
DEUS para ser o Sumo Sacerdote.sem ter vínculo com a tribo de Levi. JESUS,
enquanto homem ,nasceu na tribo de Judá.
c) Sua genealogia. "Sem
pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio nem fim de dias" (Hb 7.3).
Estes dados acerca de Melquisedeque não ficaram registrados na história da
sua vida. E esta omissão foi aproveitada pelo ESPÍRITO SANTO como uma
alegoria de CRISTO, o qual é DEUS de eternidade a eternidade e não teve pai
terreno (SI 90.2).
d) Seu ministério gentílico. Melquisedeque
era cananeu e. portanto. sacerdote em um país gentílico. CRISTO veio para
trazer salvação a todos os homens, isto inclui os gentios. **E no seu nome
os gentios esperarão" (Mt 12.21).
e) Melquisedeque confortou Abraão com pão e
vinho (Gn 14.18). CRISTO nos
convida à sua mesa, para com o pão e o vinho, símbolos de sua morte,
tonificar a vida daqueles que estão empenhados numa luta que não é contra a
carne e o sangue, mas. sim. contra as hostes espirituais da maldade nos
lugares celestiais (Ef 6.12).
Genesis 14.20 - E
bendito seja o DEUS Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos!
E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.
3. A bênção sobre Abraão. Melquisedeque
abençoou Abraão em nome do DEUS Altíssimo (Gn 14.19). Dessa maneira,
Melquisedeque glorificou a DEUS porque Ele (não a força de Abraão) havia
sido a causa da vitória sobre os inimigos naquela peleja (Gn 14.20).
4. Abraão» o dizimista. Abraão
pagou o dízimo do despojo a Melquisedeque (Gn 14.20). Isto ele fez porque
DEUS lhe havia revelado o valor espiritual de Melquisedeque. Foi assim que
Abraão encontrou-se pela primeira vez com um homem de DEUS, desde que
iniciou a sua caminhada de fé, e deve ter experimentado uma profunda
comunhão espiritual, e deve ter saído deste encontro enriquecido em sua vida
espiritual. É assim que deve ser entre os verdadeiros servos de DEUS (Rm
1.11.12).
DÍZIMOS E OFERTAS (CPAD - BEP)
Ml 3.10 “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na
minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não
vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela
vos advenha a maior abastança.”
DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser)
significa literalmente “a décima parte”.
(1) Na Lei de DEUS, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte
das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como
reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26;
Dt 14.22-29; ver Lv 27.30). O dízimo era usado primariamente para cobrir as
despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. DEUS considerava o seu povo
responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf.
Mt 25.15; Lc 19.13).
(2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que DEUS é o dono de tudo (Êx 19.5;
Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele
devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada
que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas
leis sobre o dízimo, DEUS estava simplesmente ordenando que os seus lhe
devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.
(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas
ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias
oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2;
6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1—5.13;
6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14—6.7; 7.1-10).
(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas
voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver
Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando,
por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte
Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de
seus móveis (ver Êx 35.20-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento,
que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos
tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem
as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos
contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de
Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da reconstrução do templo
(2Cr 31.5-19).
(5) Houve ocasiões na história do AT em que o povo de DEUS reteve egoisticamente
o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a
reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na
construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes
trariam, do que nos reparos da Casa de DEUS que se achava em ruínas. Por causa
disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag
1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma
vez, DEUS castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12).
A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO. Os exemplos dos dízimos e ofertas no
AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são
válidos para os crentes do NT.
(1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a
DEUS, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos
cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.
(2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a DEUS, e
não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma
forma de idolatria (Cl 3.5).
(3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de DEUS,
especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo
mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv
19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2; ver o estudo O CUIDADO DOS POBRES E
NECESSITADOS), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para
aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).
(4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo
era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a DEUS.
Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10).
Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais
àquilo que DEUS nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12; ver 2Co 8.2).
(5) Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é
ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2Co
8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3),
pois foi com tal espírito que o Senhor JESUS entregou-se por nós (ver 2Co 8.9).
Para DEUS, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que o valor
monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4).
(6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo
dos israelitas no AT (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios
do NT (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos.
(7) DEUS tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado
(ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1Tm 6.19; ver 2Co 9.6).
INTERAÇÃO
Professor, você é um dizimista fiel? Contribuir
com os dízimos e as ofertas é um grande privilégio. Precisamos fazê-lo com
alegria, pois tudo que temos pertence ao Senhor. Tudo vem dEle - nosso
trabalho, saúde, família. A vida já é uma dádiva divina. De que adianta
contribuir por constrangimento ou legalismo? DEUS não precisa do nosso
dinheiro. Ele é o dono da prata e do ouro. Temos de contribuir impulsionados
pelo amor abnegado e desinteresseiro. DEUS não está preocupado com a quantia
que entregamos, mas com o nível de desprendimento, sacrifício e fé. Que
sejamos mordomos fiéis do Senhor, sabendo que Ele é fiel para suprir todas
as nossas necessidades.
OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá
estar apto a:
Analisar a questão do dízimo e das ofertas
dentro de uma perspectiva bíblica.
Conscientizar-se de que a prática do dízimo e
das ofertas é uma forma de adoração ao Senhor.
Explicar os dízimos e as ofertas como fontes de
bênçãos.
RESUMO DA
LIÇÃO 9, DÍZIMOS E OFERTAS
I. DÍZIMOS E OFERTAS NA BÍBLIA
1. O Antigo Testamento.
2. O Novo Testamento.
II. A PRÁTICA DO DÍZIMO E DAS OFERTAS COMO
FORMA DE ADORAÇÃO
1. Reconhecimento da soberania e da bondade
de DEUS.
2. Reconhecimento do valor do próximo.
III. DÍZIMOS E OFERTAS COMO FONTES DE
BÊNÇÃOS
1. A bênção da multiplicação.
2. A bênção da restituição.
3. A bênção da provisão.
VOCABULÁRIO
Ab-rogar: Anular, revogar.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
RICHARDS, L. O. Comentário Histórico-Cultural do
Novo Testamento. 1.ed., RJ: CPAD, 2007.
ZUCK, R. B. Teologia do Antigo Testamento. 1.ed., RJ: CPAD, 2009.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Teológico
“Embora a Bíblia revele claramente o dízimo como
uma disciplina financeira divinamente ordenada, com as maravilhosas
promessas que o acompanham e garantidas pelo próprio DEUS, alguns ainda
fazem uma pergunta já bastante batida: ‘O dízimo não se aplica apenas ao
Antigo Testamento?’
A ideia aqui expressa é que o dízimo faz parte
da Lei e, portanto, não tem significado algum para os crentes do Novo
Testamento. Esta resistência geralmente projeta a noção de que ensinar o
pagamento do dízimo privará o cristão da sua ‘liberdade’ ou levará o crente
a ‘entrar na Lei e sair da graça’. Mas a verdade do dízimo não se encontra
apenas no Antigo, pois o Novo Testamento mostra-o tão apropriado para nós,
hoje, quanto para os crentes do passado. A Palavra de DEUS revela que todas
as suas bênçãos e alianças pertencem à graça, não à lei. O próprio JESUS
referiu-se à questão do dízimo. Está registrado em dois livros do Novo
Testamento: Mateus e Lucas.
JESUS tratava com os fariseus, um grupo de
religiosos radicais que se limitavam à letra da Lei sem atender às
exigências espirituais. JESUS observou que eles na verdade davam o dízimo,
mas atacou a sua suposição de que a obediência a um ‘ritual’ liberava-os da
realidade maior: a obediência às responsabilidades do amor.
[...] O dízimo pode ter começado no Antigo
Testamento, mas seu espírito, verdade e prática, continuam válidos” (HAYFORD
J.A Chave de Tudo. 1.ed., RJ: CPAD, 1994, pp.93-4).
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Teológico
“A prática do dízimo ensinada no Novo Testamento
Há três referências do dízimo no Novo
Testamento. Duas delas são paralelas e se referem ao ensino de JESUS dado
aos fariseus (Mt 23.23; Lc 11.42). A terceira referência encontra-se na
carta aos Hebreus (Hb 7.1-10). Existe uma teoria anti-dizimista que utiliza
esse texto para rejeitar a prática do dízimo na dispensação da graça. O
texto está provando a superioridade de CRISTO sobre a velha dispensação, e
de modo particular, sobre o sacerdócio judaico. O texto diz que Abraão pagou
seu dízimo a Melquisedeque, que era sacerdote do ‘DEUS Altíssimo’. Ora, isto
foi muito antes da instituição da Lei do Antigo Testamento. Se Melquisedeque
era figura de CRISTO, Abraão lhe deu o dízimo. Assim sendo, hoje os crentes
em CRISTO lhe dão os dízimos, pois Ele é Sacerdote Eterno, segundo a ordem
de Melquisedeque. Se Melquisedeque recebeu os dízimos de Abraão, por que
CRISTO não receberia o dízimo de seus fiéis para a propagação do evangelho?
Paulo declara e ensina à igreja em Corinto que
os que trabalham no ministério cristão também devem viver do ministério (1
Co 9.13). Destaca também que o princípio do sustento do ministério
sacerdotal na dispensação da lei é o mesmo da graça. Paulo estava discutindo
o seu direito ao seu sustento por parte das igrejas com as quais estava
trabalhando. Com esse argumento ele estabelece o princípio entre as duas
dispensações, a lei e a graça, e diz: ‘Assim ordenou também o Senhor aos que
anunciam o evangelho, que vivam do evangelho’” (1 Co 9.14) (CABRAL,
E. Mordomia Cristã: Aprenda como Servir Melhor a DEUS. 1.ed., RJ: CPAD,
2003, p.138).
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO
LIÇÃO
9, DÍZIMOS E OFERTAS
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE
2012
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas
corretas e com "F" as falsas.
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Cada um
____________________________________ segundo propôs no seu coração, não com
__________________________ ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com
_____________________” (2 Co 9.7).
VERDADE
PRÁTICA
2- Complete:
A chave da verdadeira
_______________________________ está em ser fiel a DEUS em tudo, inclusive, na
__________________________ dos dízimos e das _________________________.
COMENTÁRIO
- Introdução
3- O que compromete as práticas
bíblicas de o crente ofertar e dizimar para a Obra do Senhor?
( ) As
distorções provenientes da Teologia da Trindade.
( ) As
distorções provenientes da Teologia da Prosperidade.
( ) As
distorções provenientes da Teologia da Santidade.
I. DÍZIMOS E OFERTAS NA
BÍBLIA
4- O que quer dizer o
vocábulo dízimo?
( ) Quer
dizer “a duodécima parte”.
( ) Quer
dizer “a décima parte”.
( )
Refere-se àquilo que é pago ao Senhor, em dinheiro ou em
cheques.
( ) Refere-se àquilo que é
devolvido ao Senhor, quer em dinheiro, quer em produtos e bens.
5- Qual o sentido de oferta?
( ) Tem
o sentido de contribuição obrigatória.
( ) Tem
o sentido de contribuição voluntária.
( ) Tem
o sentido de contribuição opcional.
6- O dízimo e a oferta
foram criados pela lei mosaica?
( ) Não. Apenas deu-lhes
conteúdo e forma através das diversas normas ou leis que as regulamentaram.
( ) Sim. São normas ou leis regulamentares
que DEUS deu a Moisés.
( ) Não. Tanto o dízimo como a
oferta é opcional na vida de qualquer um.
7- Desde quando o ofertar e
dizimar é visto como prática na bíblia?
( ) Desde
o tempo da lei.
( ) Desde
os dias de
Abel e o dízimo já era praticado pelos patriarcas.
( ) Desde
os dias de
Adão e o dízimo já era praticado pelos profetas, começando por Elias.
8- Como aparece o dízimo no
período mosaico?
( ) Como
preceito de um princípio que passaria a existir no período monárquico.
( ) Como
preceito de um princípio já existente no período patriarcal.
( ) Os preceitos mudam e
até desaparecem, todavia, os princípios são imutáveis e permanentes.
9- De acordo com a Lei de
Moisés, a quem deveriam ser entregues os dízimos?
( ) Deveriam
ser entregues aos reis, para a manutenção do exército e também para o
sustento dos levitas, já que estes não tinham possessão em Israel.
( ) Deveriam
ser entregues aos levitas, para a manutenção do culto e também para o
sustento dos sacerdotes, mesmo os que tinham possessão em Israel.
( ) Deveriam
ser entregues aos sacerdotes, para a manutenção do culto e também para o
sustento dos levitas, já que estes não tinham possessão em Israel.
10- Por que no Novo Testamento a
prática do dízimo deve ser mantida?
( ) Porque
a natureza e os fundamentos do culto não mudaram, mudou apenas a forma e a
liturgia, mas não a sua função: a adoração
( ) DEUS deve ser em espírito e
verdade!
( ) O princípio da
adoração continua o mesmo.
( ) O princípio da
obrigação continua o mesmo.
11- Quanto ao sacerdócio
qual a diferença entre o dízimo no sacerdócio de Arão e no sacerdócio de
CRISTO?
( ) O dízimo Levítico
pertencia à ordem de Moisés, que era eterna.
( ) O dízimo Levítico
pertencia à ordem de Arão, que era transitória.
( ) O
dízimo cristão pertence à ordem de Melquisedeque que é eterna e, portanto,
anterior à Lei de Moisés (Hb 5.10; 7.1-10; Sl 110.4).
12- De acordo com os ensinos
de JESUS, qual nosso comportamento em relação ao Dízimo?
( ) JESUS não veio
ab-rogar a lei, mas cumpri-la (Mt 5.17).
( ) Ele não apenas
reconheceu a observância da prática do dízimo, mas a recomendou.
( ) Ele apenas
reconheceu a observância da prática do dízimo, mas não a recomendou.
13- Nas epístolas, o que
Paulo diz sobre o assunto?
( ) Paulo
faz referência
ao dízimo Levítico para extrair dele o princípio de que o obreiro deve
trabalhar secularmente pelo seu salário.
( ) Paulo
faz referência
ao dízimo Levítico para extrair dele o princípio de que o obreiro é digno do
seu salário.
( ) O apóstolo não reconhecia
a legitimidade da prática do dízimo.
( ) O apóstolo reconhecia
a legitimidade da prática do dízimo.
II. A PRÁTICA DO DÍZIMO E
DAS OFERTAS COMO FORMA DE ADORAÇÃO
14- Qual um dos princípios
básicos da prática do dízimo?
( ) É o
reconhecimento de que DEUS é retribuidor das aplicações finenciras em sua
obra com 100 vezes mais. Tudo vem dEle e
é para Ele.
( ) É o
reconhecimento de que DEUS é mulltiplicador das coisas. Tudo vem dEle e
é para Ele. Ele multiplica por 100 quando nos devolve tudo o que a ELE
oferecemos.
( ) É o
reconhecimento de que DEUS é soberano sobre todas as coisas. Tudo vem dEle e
é para Ele (Ag 2.8; Cl 1.17).
15- O que ocorre quando
o crente devolve a DEUS o seu dízimo?
( ) Demonstra
que reconhece o Senhor como a ponte de prosperidade financeira do crente.
( ) Demonstra
que determina que o Senhor irá lhe abençoar com muito mais do que ofereceu a
ELE.
( ) Demonstra
que reconhece o Senhor como a fonte de todas as coisas.
16- Quando Melquisedeque (representante do sacerdócio de CRISTO), saudou a Abraão,
“Bendito seja o DEUS Altíssimo!”, qual foi sua reação?
(
) Respondeu Abraão dizendo-lhe que lhe daria, no futuro, o dízimo.
(
) Respondeu Abraão dando-lhe o dízimo.
(
) O princípio da devolução do
dízimo demonstra que somos independentes de DEUS (Melquisedeque era CRISTO ali).
(
) O princípio da devolução do
dízimo demonstra que somos dependentes de DEUS (Melquisedeque representante
de CRISTO ali).
17-
Dentro do assunto dízimo, qual o reconhecimento do valor
do próximo ai incutido?
(
) Genesis registra que
havia um tipo de dízimo que deveria ser repartido para os doentes.
(
) Deuteronômio registra que
havia um tipo de dízimo que deveria ser repartido entre os pobres.
(
) Esse “dízimo comunitário”
devia ser praticado a cada três anos. O propósito é mostrar apreço pelos
menos favorecidos.
(
) Inclusive, há uma promessa de a bênção do Senhor estar sobre todas as
atividades de quem cumprir esse preceito.
III. DÍZIMOS E OFERTAS COMO
FONTES DE BÊNÇÃOS
18- Como é a bênção da
multiplicação, tanto no Antigo como no Novo
Testamento demonstrando que DEUS reconhece e recompensa a fidelidade do seu
povo? Complete:
Quando o crente é liberal em
________________________________ para o Reino de DEUS, uma decorrência
natural do seu gesto é a bênção da multiplicação dada pelo Senhor. DEUS
promete derramar bênçãos sem _________________________ e fazer abundar em toda graça (2 Co 9.6-10). Malaquias relaciona a
________________________________ do povo de Israel à devolução dos dízimos e
das ofertas (Ml 3.10,11). O mesmo princípio é destacado em o Novo
Testamento quando Paulo diz que DEUS é poderoso para fazer
_____________________________ em toda graça aqueles que demonstram voluntariedade em
_____________________________ para o Reino de DEUS.
19- A Bíblia revela que o Senhor é um DEUS de restituição (Jl
2.25). Como é a bênção da
restituição?
O profeta Joel mostra que a
terra de Israel era atacada constantemente por _____________________________________ que, em diferentes
estágios de desenvolvimento, destruíam as suas lavouras. Para garantir a
sobrevivência do povo, DEUS promete _________________________________ o que a praga _______________________________ (Jl
1.4; 2.25; Na 3.16). Malaquias associa o devorador àquele “que consome
o fruto da terra” (Ml 3.11). A referência aplica-se, num primeiro
plano, às pragas de gafanhotos, e num segundo plano a toda ação do
__________________________________ sobre o povo.
20-
Na Antiga Aliança, o Senhor
prometeu “derramar bênçãos sem medida” sobre o seu povo (Ml 3.10). Como é a
bênção da provisão de DEUS? Complete:
Na Nova Aliança, Ele deseja que o crente tenha
“toda _________________________________” (2 Co 9.8). A prosperidade bíblica
é viver na suficiência de CRISTO (2 Co 3.5; 9.8). Tal suficiência é vista
como sendo a ____________________________________ divina para os filhos de
DEUS. Deve ser lembrado, no entanto, que essa suficiência não deve ser
confundida simplesmente com a aquisição de posses ______________________, mas o ter o necessário para viver com
dignidade e, principalmente, possuir paz com DEUS e alegrar-se nEle (Fp
4.11; 2 Ts 3.16). Por toda a Escritura,
observamos o cuidado do Senhor no sentido de ____________________________ para o seu povo aquilo
que é necessário para o seu viver (Mt 6.25-33). Quando conscientizarmo-nos
que estamos honrando o Senhor com nossos dízimos e ofertas, Ele ___________________________________
sobre nós sua provisão.
CONCLUSÃO
21- Complete:
Vimos, pois, que a prática
dos dízimos e das ofertas sempre esteve ________________________________________
na história do povo de DEUS. Evidentemente que fica para nós o princípio de
que somos abençoados não porque contribuímos, mas
_________________________________ porque já somos abençoados. DEUS reconhece a
_______________________________________ do crente em contribuir para o seu
Reino e, por graça e misericórdia, derrama sobre nós as suas muitas e
_______________________________ bênçãos.
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ -
Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos
Pentecostal.
VÍDEOS da
EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
BÍBLIA
ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
BANCROFT,
E. H. Teologia Elementar. São Paulo, IBR, 1975.
CEGALLA,
D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo, Companhia Editora
Nacional, 1977.
BÍBLIA.
Português. Bíblia Sagrada. Edição contemporânea. São Paulo, Vida, 1994.
McNAIR,
S. E. A Bíblia Explicada. Rio de Janeiro, CPAD, 1994.
Espada Cortante 2 - Orlando S. Boyer - CPAD - Rio de Janeiro - RJ
CHAMPLIN,
R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5. ed. São Paulo: Hagnos,
2001. v. 1
VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro:
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VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William. Dicionário Vine. 2. ed.
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Dennis A. SMITH, “Pistas polêmicas para uma pastoral no final do milênio” in
Benjamin F. GUTIÉRREZ e Leonildo S. CAMPOS, Na força do ESPÍRITO, p. 286.
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
Livro Jó - Claudionor De Andrade - CPAD
Introdução e Comentários de Francis I.Andersen - Sociedade
Religiosa Edições Vida Nova - S.Paulo - SP
Impressão 05/1996 - http://www.vidanova.com.br/
www.estudosbiblicos.com.br
MURPMY, R. E. – Jó e Salmos. Encontros e Confrontos com DEUS, Ed Paulinas,
1985.
Mateus, introdução e comentário - Série cultura bíblica -
R. V. G. Tasker -
Editora: Vida Nova
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao07-pd-apromessadaverdadeprosperidade.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-heresias-ateologiadaprosperidade.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/jolicao9bildadeteologiaprosperidade.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-dvc-dizimoseofertas.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-mordomia-amordomiadodizimo.htm