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1. Autoria divina.
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Do limiar ao fechamento
do Cânon Sagrado, os escritores bíblicos reproduziram exatamente o
que haviam recebido da parte de DEUS: "Nada acrescentareis à palavra
que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os
mandamentos do Senhor, vosso DEUS, que eu vos mando" (Dt 4.2). A
Bíblia é a precisa Palavra do Senhor: ela é correta (SI 33.4),
perfeita (SI 19.7), pura (SI 119.140), e eterna (ls 40.8; Lc21.33).
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2. Supervisão do
ESPÍRITO SANTO (2 Tm 3.16, 2Pe 1.19·21).
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Este é o fundamento e a
garantia de sua inerrância e infalibilidade. Há milhões de livros
espalhados pelo mundo (Ec 12.12); e todos foram escritos por autores
falhos, propensos a cometerem todo tipo de erro. Porém, o Autor da
Bíblia, jamais falta: "DEUS não é homem, para que minta [ ... ]
porventura, diria, ele e não o faria? Ou falaria e não o
confirmaria?" O Eterno não mente, e não falha e não erra (Nm 23.19,
Tg 1.17). Quando ele diz, faz, quando ele promete, cumpre.
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3. A Bíblia é a exata
Palavra de DEUS.
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Os livros da Bíblia
foram escritos sob a orientação do ESPÍRITO SANTO (Mc 12.36; 1 Co
2.13). As Escrituras não são produto da perspicácia e criatividade
da mente humana, mas é o resultado da ação sobrenatural de DEUS
sobre ela: o ESPÍRITO inspirou (2 Pe L19-2l), ensinou (1 Co 2.13) e
revelou Seus mistérios (GI 1.12; Ef 3.2,3).
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