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Lição 9 - ESPÍRITO SANTO
O Fruto do ESPÍRITO 
Questionário:
 

 

  http://www.armazemnadia.com.br/henrique/estudofrutodoespirito.htm 
 
Texto Áureo:
“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gálatas 5.22).
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com DEUS (ver Rm 8.5-14; 8.14; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9). O fruto do Espírito inclui: 
(1) “Caridade” (gr. agape), (2) “Gozo” (gr. chara),(3) “Paz” (gr. eirene),(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), (5) “Benignidade” (gr. chrestotes), (6) “Bondade” (gr. agathosune), (7) “Fé” (gr. pistis), (8) “Mansidão” (gr. prautes), (9) “Temperança” (gr. egkrateia). Veja estudo abaixo
 
Verdade Prática:
O fruto do Espírito é uma realidade na vida daquele que está em comunhão com o ESPÍRITO SANTO e deve ser a identidade espiritual do crente neste mundo. 
O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — 
praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.Veja estudo abaixo
Leitura Diária:
Segunda Jo 15.16 Escolhido para dar fruto = 16Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda.
PARA QUE VADES E DEIS FRUTO. Todos os cristãos são escolhidos "do mundo" (v. 19) para "dar fruto" para DEUS (vv. 2,4,5,8). Essa frutificação se refere (1) às virtudes espirituais tais como as mencionadas em Gl 5.22,23 - amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança (cf. Ef 5.9; Cl 1.10; Hb 12.11; Tg 3.18); e (2) à conversão a CRISTO, doutras pessoas, que muitas vezes se convertem por verem em nós as qualidades de CRISTO (4.36; 12.24). Lembrando que a esposa ganha seu marido pelo seu porte como cristã, exatamente com o fruto do ESPÍRITO sendo praticado em sua vida. 1 Pe 3.1 Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres,
2 considerando a vossa vida casta, em temor.
 
Terça  Mt 7.16-20; Mt 12.33 Conhecido pelo fruto = Mt 7.17-20 = 17Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus.18Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons.19Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.20Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
7.16 POR SEUS FRUTOS OS CONHECEREIS. Os falsos mestres exteriormente parecem justos, mas interiormente são lobos devoradores (v. 15). Eles devem 
ser identificados pelos seus frutos . Os frutos dos falsos mestres consistem, principalmente, no caráter dos seus seguidores (1 Jo 4.5,6) e no resultado de seu trabalho para DEUS.
Mt 12.33 Ou dizeis que a árvore é boa e o seu fruto, bom, ou dizeis que a árvore é má e o seu fruto, mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.
O falso mestre produzirá discípulos que manifestarão as seguintes características: 
(1) serão cristãos professos, cuja lealdade é dedicada mais a indivíduos do que à Palavra de DEUS (v.21). Honram e servem a criatura mais do que ao seu Criador (cf. Rm 1.25). 
(2) Serão seguidores que se ocupam mais com seus próprios desejos do que com a glória e a honra de DEUS. Sua doutrina será mais antropocêntrica do que teocêntrica (vv. 21-23; ver 2 Tm 4.3). 
(3) Serão discípulos que aceitam doutrinas e tradições dos homens, mesmo que isso contradiga a Palavra de DEUS (vv. 24-27; 1 Jo 4.6). 
(4) Serão seguidores que buscam mais as experiências religiosas e as manifestações sobrenaturais do que a Palavra de DEUS e seus padrões de justiça. A sua experiência religiosa ou manifestações espirituais são a sua autoridade final quanto a autenticidade da verdade (vv. 22,23), e não todo o conselho da Palavra de DEUS. 
(5) Serão seguidores que não suportarão a sã doutrina, mas procurarão mestres que lhes ofereçam a salvação, em conjunto com o caminho largo da injustiça (vv. 13,14, 23; ver 2 Tm 4.3).

Quarta Lc 13.6-9 A punição do crente infrutífero  =
6E dizia esta parábola: Um certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e foi procurar nela fruto, não o achando.7E disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não o acho; corta-a. Por que ela ocupa ainda a terra inutilmente?8E, respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque;9e, se der fruto, ficará; e, se não, depois a mandarás cortar.
13.6-9 FIGUEIRA... MANDARÁS CORTAR. A parábola da figueira refere-se primeiramente a Israel (cf. 3.9; Os 9.10; Jl 1.7). Sua verdade, no entanto, aplica-se a 
todas as pessoas que professam crer em JESUS, mas não abandonam o pecado. Embora DEUS dê a todos ampla oportunidade de se arrependerem, Ele não 
tolerará para sempre o pecado. O tempo virá quando a graça e a misericórdia de DEUS serão removidas e os impenitentes castigados sem misericórdia (cf. 20.16; 
21.20-24).

Quinta Tg 2.17 A inutilidade da fé sem obras 
= 17Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
2.17,26 A FÉ SEM AS OBRAS É MORTA. (1) A verdadeira fé salvífica é tão vital que não poderá deixar de se expressar por ações, e pela devoção a JESUS CRISTO. 
As obras sem a fé são obras mortas. A fé sem obras é fé morta. A fé verdadeira sempre se manifesta em obediência para com DEUS e atos compassivos para 
com os necessitados (ver v. 22; Rm 1.5 . (2) Tiago objetiva seus ensinos contra os que na igreja professavam fé em CRISTO e na expiação pelo seu sangue, crendo que isso por si só bastava para a salvação. Eles também achavam que não era essencial no relacionamento com CRISTO obedecer-lhe como Senhor. Tiago diz que semelhante fé é morta e que não resultará em salvação, nem em qualquer outra coisa boa (vv. 14-16,20-24). O único tipo de fé que salva é "a fé que opera por caridade" (Gl 5.6). (3) Não devemos, por outro lado, pensar que mantemos uma fé viva, exclusivamente por nossos próprios esforços. A graça de DEUS, o ESPÍRITO SANTO que em nós habita e a intercessão sacerdotal de CRISTO (ver Hb 7.25) operam em nossa vida, capacitando-nos a obedecer a DEUS pela fé, do começo ao fim (cf. Rm 1.17). Se deixarmos de ser receptivos à graça de DEUS e à direção do ESPÍRITO SANTO, nossa fé sucumbirá.

Sexta Fp 1.6,9-11 Progresso espiritual =
6Tendo por certo isto mesmo: que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao Dia de JESUS CRISTO.7Como tenho por justo sentir isto de vós todos, porque vos retenho em meu coração, pois todos vós fostes participantes da minha graça, tanto nas minhas prisões como na minha defesa e confirmação do evangelho.8Porque DEUS me é testemunha das saudades que de todos vós tenho, em entranhável afeição de JESUS CRISTO.9E peço isto: que a vossa caridade aumente mais e mais em ciência e em todo o conhecimento.
1.6 TENDO POR CERTO ISTO. A confiança de Paulo nos filipenses, baseia-se não somente na boa obra que DEUS efetuou neles, como também no zelo e na abnegação deles em prol da fé (vv. 5,7; 4.15-18). A fidelidade de DEUS é uma bênção perene para o crente fiel, mas ela é ineficaz para com aqueles que resistem à sua graça (ver 2.13, 2 Tm 2.13).
1.9 A VOSSA CARIDADE AUMENTE... EM CIÊNCIA. A caridade, se procede de CRISTO, deve basear-se na revelação e no conhecimento bíblicos. (1) No NT, "ciência" (gr. epignosis) significa conhecimento espiritual no coração e não simplesmente no intelecto. Trata-se da revelação de DEUS, conhecida experimentalmente, incluindo a comunhão pessoal com Ele e não um simples conhecimento intelectual de fatos a respeito dEle (vv. 10,11; Ef 3.16-19; (2) Logo, conhecer a Palavra de DEUS (cf. Rm 7.1), ou conhecer a vontade de DEUS (At 22.14; Rm 2.18), subentende um conhecimento que se expressa na comunhão, na obediência, na vida e no andar com DEUS (Jo 17.3; 1 Jo 4.8). Conhecer a verdade teológica deve ter como objetivo o amor a DEUS e o livramento do pecado (Rm 6.6). "Em todo o conhecimento" significa o crente discernir o que é bom e o que é mau.
Cl 1.6-11 = 6que já chegou a vós, como também está em todo o mundo; e já vai frutificando, como também entre vós, desde o dia em que ouvistes e conhecestes a graça de DEUS em verdade; 7como aprendestes de Epafras, nosso amado conservo, que para vós é um fiel ministro de CRISTO, 8o qual nos declarou também a vossa caridade no Espírito. 9Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual; 10para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de DEUS; 11corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência e longanimidade, com gozo,
1.9 O CONHECIMENTO DA SUA VONTADE. O conhecimento da vontade de DEUS nos vem através da oração e de permanecer na sua Palavra e em comunhão 
com Ele. Somente esse tipo de conhecimento resulta na sabedoria e inteligência espirituais, e transforma nosso coração e vida (vv. 9-11; ver Fp 1.9).
1.9-12 NÃO CESSAMOS DE ORAR POR VÓS. Esta é uma das quatro grandes orações apostólicas de Paulo, no NT, proferidas sob a inspiração do ESPÍRITO SANTO (as outras três são Ef 1.16-19; 3.14-19; Fp 1.9-11). Aprendemos dessas orações como orar pelos outros, tais como nossos filhos, amigos, irmãos na fé, missionários, pastores, etc. Devemos orar para que: (1) compreendam a vontade de DEUS; (2) obtenham sabedoria espiritual; (3) vivam uma vida santa, agradável ao Senhor; (4) frutifiquem para CRISTO; (5) sejam espiritualmente fortalecidos pelo ESPÍRITO SANTO; (6) perseverem na fé e na justiça; (7) sejam gratos ao Pai; (8) continuem na esperança de habitar no céu; (9) experimentem a presença de CRISTO; (10) conheçam o amor de CRISTO; (11) sejam cheios da plenitude de DEUS; (12) demonstrem bondade e amor ao próximo; (13) discirnam o mal; (14) sejam sinceros e inculpáveis; e (15) esperem ansiosamente a volta do Senhor.
1.11 CORROBORADOS... SEGUNDO A FORÇA DA SUA GLÓRIA. Para vivermos de maneira digna do Senhor (v. 10), devemos ser fortalecidos pelo seu poder. Ser "corroborados em toda a fortaleza" é uma experiência contínua de receber da parte de DEUS sua própria vida. Nenhuma outra coisa poderá nos capacitar a vencer o pecado, Satanás e o mundo (cf. Fp 4.13)
Sábado Gl 6.7-9 Ceifando a vida eterna
7 Não erreis: DEUS não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.8Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna.9E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.
6.6-10 REPARTA COM AQUELE. É dever de todos que recebem o ensino da Palavra de DEUS ajudar a sustentar materialmente àqueles que lhes ensinam a 
Palavra (1 Co 9.14; 1 Tm 5.18). Dentre os que são dignos desse sustento estão os fiéis pastores, obreiros, mestres, evangelistas e missionários (1 Co 9.14; 3 Jo 
6-8). Deixar de prover seu sustento, quando há recursos disponíveis, é semear egoísmo na carne e ceifar a corrupção (vv. 7-9). Dar àqueles que ministram a 
Palavra faz parte do cumprimento desta ordem: "fazei bem aos domésticos da fé" (v. 10); "porque a seu tempo ceifaremos" (v. 9), tanto o galardão (Mt 10.41,42) 
como a vida eterna (v. 8).
6.7 DEUS NÃO SE DEIXA ESCARNECER. Aqueles que afirmam ser nascidos de novo e seguidores de CRISTO e que têm o ESPÍRITO SANTO (6.3), mas ao mesmo 
tempo deliberadamente semeiam na carne, i.e., satisfazendo seus desejos pecaminosos (5.19-21), são culpados de zombar de DEUS e de desprezá-Lo. Que 
ninguém se engane: tais pessoas não ceifarão "a vida eterna", mas a "corrupção" (v. 8) e a morte eterna (Rm 6.20-23).


Leitura Bíblica Em Classe: 
JOÃO 15.1-6 = 1Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.2Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.3Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado.4Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.5Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer.6Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
15.1 EU SOU A VIDEIRA VERDADEIRA. Nesta parábola ou alegoria, JESUS se descreve como "a videira verdadeira" e aqueles que se tornaram seus discípulos, como "os ramos". Ao permanecerem ligados nEle como a fonte da vida, frutificam. DEUS é o lavrador que cuida dos ramos, para que dêem fruto (vv. 2,8). DEUS espera que todo crente dê fruto (ver a próxima ).
15.2 TODA VARA. JESUS fala de duas categorias de varas: infrutíferas e frutíferas. (1) As varas que cessam de dar fruto são as que já não têm em si a vida que provém da fé perseverante em CRISTO e do amor a Ele. A essas varas o Pai tira, i.e., Ele as separa da união vital com CRISTO (cf. Mt 3.10). Quando cessam de permanecer em CRISTO, DEUS passa a julgá-las e a rejeitá-las (v. 6). (2) As varas que dão fruto são as que têm vida em si por causa da sua perseverante fé e amor para com CRISTO. A essas varas o Pai "limpa", poda, a fim de ficarem mais frutíferas. Isso quer dizer que Ele remove de suas vidas qualquer coisa que desvia ou impede o fluxo vital de CRISTO. O fruto é o caráter cristão, como qualidades, que no crente glorifica a DEUS, mediante sua vida e seu testemunho (ver Mt 3.8; 7.20; Rm 6.22; Gl 5.22,23; Ef 5.9; Fp 1.11)
15.4 ESTAI EM MIM. Quando uma pessoa crê em CRISTO e recebe o seu perdão, recebe a vida eterna e o poder de estar ou permanecer nEle. Tendo esse poder, o crente precisa aceitar sua responsabilidade quanto à salvação e permanecer em CRISTO. Assim como a vara só tem vida enquanto a vida da videira flui na vara, o crente tem a vida de CRISTO somente enquanto esta vida flui nele pela sua permanência em CRISTO. A palavra grega aqui é meno, que significa "continuar", "permanecer", "ficar", "habitar". As condições mediante as quais permanecemos em CRISTO são: (1) conservar a Palavra de DEUS continuamente em nosso coração e mente, tendo-a como o guia das nossas ações (v. 7); (2) cultivar o hábito da comunhão constante e profunda com CRISTO, a fim de obtermos dEle forças e graça (v. 7); (3) obedecer aos seus mandamentos e permanecer no seu amor (v. 10) e amar uns aos outros (vv. 12,17); (4) conservar nossa vida limpa, mediante a Palavra, resistindo a todo pecado, ao mesmo tempo submetendo-nos à orientação do ESPÍRITO SANTO (v. 3; 17.17; Rm 8.14; Gl 5.16-18; Ef 5.26; 1 Pe 1.22)
15.6 SERÁ LANÇADO FORA, COMO A VARA. A alegoria da videira e das varas deixa plenamente claro que CRISTO não admitia que "uma vez na videira, sempre na videira". Pelo contrário, JESUS nessa alegoria faz aos seus discípulos uma advertência séria, porém amorosa, mostrando que é possível um verdadeiro crente abandonar a fé, deixar JESUS, não permanecer mais nEle e por fim ser lançado no fogo eterno do inferno (v. 6). (1) Temos aqui o princípio fundamental que rege o relacionamento salvífico entre CRISTO e o crente, a saber: que nunca é um relacionamento estático, baseado exclusivamente numa decisão ou experiência passada. Trata-se, pelo contrário, de um relacionamento progressivo, à medida que CRISTO habita no crente e comunica-lhe sua vida divina (ver 17.3; Cl 3.4; 1 Jo 5.11-13). (2) Três verdades importantes são ensinadas nesta passagem. (a) A responsabilidade de permanecer em CRISTO recai sobre o discípulo (ver v. 4). É esta a nossa maneira de corresponder ao dom da vida e ao poder divinos concedidos no momento da conversão. (b) Permanecer em CRISTO resulta em JESUS continuar a habitar em nós (v. 4a); frutificação do discípulo (v. 5); sucesso na oração (v. 7); plenitude de alegria (v. 11). (c) As conseqüências do crente deixar de permanecer em CRISTO são a ausência de fruto (vv. 4,5), a separação de CRISTO e a perdição (vv. 2a,6).
GÁLATAS 5.22-23 = 22Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.23Contra essas coisas não há lei.
Embora Paulo afirme que é impossível herdar o reino de DEUS mediante a prática das obras da lei (2.16; 5.4), ensina também que a pessoa pode excluir-se do reino de DEUS envolvendo-se com práticas pecaminosas (ver 1 Co 6.9; cf. Mt 25.41-46; Ef 5.7-11)
5.22,23 O FRUTO DO ESPÍRITO. Veja estudo abaixo
Objetivos: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Conceituar a expressão fruto do Espírito. O segredo está na semente. Cada árvore deve produzir segundo sua semente.
2- Descrever a importância de andar no Espírito. Quando é o ESPÍRITO que nos guia, sempre vivemos em vitória e em paz.
3- Explicar o que significa produzir fruto do Espírito. É ter resultado da presença do ESPÍRITO em nós, pelas obras que fazemos.
Introdução: COMENTÁRIOS:
O fruto do ESPÍRITO é concedido ao crente no instante em que o mesmo aceita a CRISTO como Salvador e Senhor, cabendo ao mesmo desenvolvê-lo em sua vida, sabendo que quanto mais se lê a Bíblia e quanto mais se ora a DEUS, mais da personalidade de CRISTO se recebe em nosso ser. É através da comunhão com o  ESPÍRITO SANTO que somos transformados pelo amor de DEUS derramado em nossos corações.
 
Tópico I. LIÇÕES ESPIRITUAIS DO CONCEITO DE FRUTO

1. A primeira citação bíblica do termo fruto está em Gn 1.11, onde vamos extrair uma lição para a nossa vida espiritual. “E disse DEUS: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra. E assim foi.”
 
1- Princípio Bíblico = Cada semente produz de acordo com sua espécie. "dê fruto segundo a sua espécie" Mt 7.17 Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus.
2- Princípio Bíblico = Tudo primeiro é formado no reino espiritual para depois aparecer aqui, no reino material. Hb 11.3 o visível não foi feito daquilo que se vê.
3- Princípio Bíblico = Todas as coisas e criaturas forma feitas da Palavra de DEUS. "E assim foi.” Hb 11.3 os mundos foram criados pela palavra de DEUS.
4- Princípio Bíblico = Palavra de DEUS é semente plantada. “E disse DEUS"  Lc 11.8 "A semente é a palavra de DEUS".
5- Princípio Bíblico = Depende do solo para que a semente frutifique. "sobre a terra" Lc 8.15 "Mas a que caiu em boa terra são os que, ouvindo a palavra com coração reto e bom, a retêm e dão fruto com perseverança".

2. Nós somos destinados a produzir fruto. (Jo 15.16).
Muitos ainda não entenderam porque foram escolhidos dentre tantos, estão a assistir aos cultos e esperar o tempo passar, mas JESUS nos escolheu para que produzamos frutos de arrependimento, fruto espiritual na mudança de nosso caráter e frutos que são almas para o reino de DEUS.
Rm 6.assim andemos nós também em novidade de vida.
Rm 7.6 para servirmos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.
Pv 11.30 O fruto do justo é árvore de vida; e o que ganha almas sábio é.
 
Tópico II. CONCEITO DE FRUTO DO ESPÍRITO

1. A manifestação da natureza de CRISTO. 
Hb 12.2 fitando os olhos em JESUS, autor e consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe está proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à direita do trono de DEUS.
OLHANDO PARA JESUS. Na nossa corrida da fé, olhamos para JESUS como: (1) nosso exemplo de confiança em DEUS (Hb 2.13), de dedicação à vontade de DEUS (Mc 14.36; 10.7-10), de oração (5.7; Mc 1.35; Jo 17), de vencer as tentações e os sofrimentos (2.10; 4.15), de perseverança na lealdade ao Pai (vv. 2,3) e de terminar a obra para a qual DEUS nos chamou (v. 2; cf. Lc 15.6,24,32; Jo 15.11); e (2) nossa fonte de energia, amor, graça, misericórdia e auxílio (4.16; 7.25; 10.22; Ap 3.21).

a. O alvo da salvação é restaurar o homem à imagem de CRISTO (Rm 8.29; Cl 3.10). 
OS QUE DANTES CONHECEU. Neste versículo, conhecer de antemão é o equivalente a amar de antemão e é usado no sentido de "ter como objeto de estima afetiva" e "optar por amar desde a eternidade" (cf. Êx 2.25; Sl 1.6; Os 13.5; Mt 7.23; 1 Co 8.3; Gl 4.9; 1 Jo 3.1). 
(1) A presciência de DEUS, aqui, significa que Ele determinou desde a eternidade, amar e redimir a raça humana através de CRISTO (5.8; Jo 3.16). O objeto da presciência (ou do amor eterno) de DEUS aparece no plural e refere-se à igreja. Isso significa que o amor eterno de DEUS objetiva, principalmente, o corpo coletivo de CRISTO (Ef 1.4; 2.4; 1 Jo 4.19) e somente tem a ver com indivíduos à medida que estes integram esse corpo coletivo, mediante a fé permanente em CRISTO e a sua união com Ele (Jo 15.1-6). 
(2) O corpo coletivo de CRISTO alcançará a glorificação no porvir (v. 30). O crente, considerado à parte, não alcançará a glorificação, caso ele venha a separar-se do corpo de CRISTO, amado de antemão pelo Pai, e deixar de conservar sua fé no Senhor (vv. 12-14,17; Cl 1.21-23)
NÃO VOS CONFORMEIS COM ESTE MUNDO, MAS TRANSFORMAI-VOS. Paulo deixa subentender várias coisas neste versículo. 
(1) Devemos reconhecer que o presente sistema mundano é mau (At 2.40; Gl 1.4), e que está sob o controle de Satanás (Jo 12.31; 1 Jo 5.19). 
(2) Devemos resistir às formas prevalecentes e populares do proceder deste mundo e em lugar disso proclamar as verdades eternas e os padrões justos da Palavra de DEUS, por amor a CRISTO (1 Co 1.17-24). 
(3) Devemos desprezar e aborrecer aquilo que é mau, amar aquilo que é justo (v. 9; 1 Jo 2.15-17; ver Hb 1.9 nota) e não ceder aos vários tipos de mundanismo que rodeiam a igreja, tais como cobiça, egoísmo, oportunismo, conceitos humanistas, artifícios políticos visando ao poder, inveja, ódio, vingança, impureza, linguagem imunda, diversões ímpias, vestes imodestas e provocantes, imoralidade, drogas, bebidas alcoólicas e companhias mundanas. 
(4) Devemos conformar nossa mente à maneira de DEUS pensar (1 Co 2.16; Fp 2.5), mediante a leitura da Palavra de DEUS e sua meditação (Sl 119.11,148; Jo 8.31,32; 15.7). Devemos permitir que nossos planos, alvos e aspirações sejam determinados pelas verdades celestiais e eternas e não por este presente século mau, profano e passageiro
Ef 4.23 e vos renoveis no espírito do vosso sentido, 24 e vos revistais do novo homem, que, segundo DEUS, é criado em verdadeira justiça e santidade.

b. O fruto do Espírito faz aparecer na vida do crente com progressiva nitidez a imagem de CRISTO. 
2 Co 3.18 = Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.
REFLETINDO... A GLÓRIA DO SENHOR. Significa experimentar a sua presença, o seu amor, a sua justiça e o seu poder através da oração e do ESPÍRITO SANTO, quando permanecermos nEle e na sua Palavra. Isto resulta em sermos transformados à sua semelhança (4.6; cf. Cl 1.15; Hb 1.3). Na presente era, essa transformação é progressiva e parcial. Quando, porém, CRISTO voltar, nós o contemplaremos face a face, e a nossa transformação será completa (1 Jo 3.2; Ap 22.4).
Quanto mais nos chegamos para CRISTO mais somos transformados e mais de sua personalidade vamos recebendo em nós mesmos. Aquela que mulher que perfumou a os pés de JESUS saiu dali com a cabeça perfumada.

2. O fruto do Espírito produz santificação. 
Rm 1.4 O ESPÍRITO DE SANTIFICAÇÃO. Esta expressão refere-se à terceira pessoa da Santíssima Trindade. Sua santidade o separa totalmente do espírito 
humano, do pecado e do mundo, e descreve tanto sua característica preeminente, quanto a sua obra (cf. Gl 5.16-24).
1 Ts 5.E o mesmo DEUS de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor JESUS CRISTO.
SANTIFICAÇÃO DO ESPÍRITO. Santificação (gr. hagiasmos) significa “tornar santo”, “consagrar”, “separar do mundo” e “apartar-se do pecado”, a fim de termos ampla comunhão com DEUS e servi-lo com alegria. 
Os filhos de DEUS são santificados mediante a fé (At 26.18), pela união com CRISTO na sua morte e ressurreição (Jo 15.4-10; Rm 6.1-11; 1 Co 130), pelo sangue de CRISTO (1Jo 1.7-9), pela Palavra (Jo 17.17) e pelo poder regenerador e santificador do ESPÍRITO SANTO no seu coração (Jr 31.31-34; Rm 8.13; 1Co 6.11; 1Pe 1.2; 2Ts 2.13).
A santificação é descrita como um processo vitalício mediante o qual continuamos a mortificar os desejos pecaminosos da carne (Rm 8.1-17), somos progressivamente transformados pelo Espírito à semelhança de CRISTO (2Co 3.18) crescemos na graça (2Pe 3.18), e devotamos maior amor a DEUS e ao próximo (Mt 22.37-39; 1Jo 4.10-12, 17-21).


III. COMO PRODUZIR O FRUTO DO ESPÍRITO (GL 5.16-22).
5.17 O ESPÍRITO... CONTRA A CARNE. O conflito espiritual interiormente no crente envolve a totalidade da sua pessoa. Este conflito resulta ou numa completa submissão às más inclinações da "carne", o que significa voltar ao domínio do pecado; ou numa plena submissão à vontade do ESPÍRITO SANTO, continuando o crente sob o senhorio de CRISTO (v. 16; Rm 8.4-14). O campo de batalha está no próprio cristão, e o conflito continuará por toda a vida terrena, visto que o crente por fim reinará com CRISTO (Rm 7.7-25; 2 Tm 2.12; Ap 12.11; ver Ef 6.11).
5.21 NÃO HERDARÃO O REINO DE DEUS Embora Paulo afirme que é impossível herdar o reino de DEUS mediante a prática das obras da lei (2.16; 5.4), ensina 
também que a pessoa pode excluir-se do reino de DEUS envolvendo-se com práticas pecaminosas (ver 1 Co 6.9 nota; cf. Mt 25.41-46; Ef 5.7-11)

1. Se andarmos no Espírito, daremos o fruto do Espírito. 
Gl 5.16 = Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne.
Rm 8.1 Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em CRISTO JESUS, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito.
OS QUE ESTÃO EM CRISTO JESUS. Paulo acaba de demonstrar que a vida sem a graça de CRISTO é derrota, miséria e escravidão do pecado. Agora, em Rm 
8, Paulo nos diz que a vida espiritual, a liberdade da condenação, a vitória sobre o pecado e a comunhão com DEUS nos vêm pela união com CRISTO, mediante o ESPÍRITO SANTO que em nós habita. Ao recebermos o Espírito e sermos por Ele dirigidos, somos libertos do poder do pecado e prosseguimos adiante para a 
glorificação final em CRISTO. Essa é a vida cristã normal, segundo a plena provisão do evangelho.

2. O batismo com o ESPÍRITO SANTO e o andar no Espírito.
O batismo com o  ESPÍRITO SANTO produz no crente maior desejo e poder para testemunhar de CRISTO, sendo assim necessário ao crente dar bom testemunho diante das possíveis almas que se deseja ganhar para CRISTO, então o crente se esforça para produzir o fruto do ESPÍRITO em sua vida diária.
A comunhão com o  ESPÍRITO SANTO em nosso dia a dia só é possível se nos afastarmos do pecado e nos dedicarmos a ouvir e atender à suave voz do  ESPÍRITO SANTO. 

a. Os primeiros cristãos experimentaram esta bênção. Atos 8.29: “E disse o Espírito a Filipe: Chega-te e ajunta-te a esse carro”. 
O  ESPÍRITO SANTO fala e só é audível sua voz àqueles que experimentam de uma estreita relação de amor e serviço com o Senhor JESUS.
Ser guiado pelo  ESPÍRITO SANTO significa fazer aquilo que está no coração de DEUS.

b. “Enchei-vos do Espírito” (Ef 5.18). 
ENCHEI-VOS DO ESPÍRITO. "Enchei-vos" (imperativo passivo presente) tem o significado, em grego, de "ser enchido repetidas vezes". A vida espiritual do filho de DEUS deve experimentar a renovação constante (3.14-19; 4.22-24; Rm 12.2), mediante enchimentos repetidos do ESPÍRITO SANTO. 
(1) O cristão deve ser batizado no ESPÍRITO SANTO após a conversão (ver At 1.5; 2.4), mas também deve renovar-se no Espírito repetidas vezes, para adoração a DEUS, serviço e testemunho (ver At 4.31-33). 
(2) Experimentamos enchimentos repetidos do ESPÍRITO SANTO quando mantemos uma fé viva em JESUS CRISTO (Gl 3.5), estamos repletos da Palavra de DEUS (Cl 3.16), oramos, damos graças e cantamos ao Senhor (1 Co 14.15; Ef 5.19,20), servimos ao próximo (Ef 5.21 ) e fazemos aquilo que o ESPÍRITO SANTO quer (Rm 8.1-14; Gl 5.16ss.; Ef 4.30; 1 Ts 5.19). 
(3) Alguns resultados de ser cheio do ESPÍRITO SANTO são: (a) falar com alegria a DEUS, em salmos, hinos e cânticos espirituais (v. 19), (b) dar graças (v. 20) e (c) sujeitar-nos uns aos outros (v. 21).
Orar em línguas é o melhor que o crente pode fazer para se manter cheio do  ESPÍRITO SANTO, orando no  ESPÍRITO SANTO para ser edificado.
Jd vv 20 Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,
Ef 6.18 orando em todo tempo com toda qoração e súplica no Espírito e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos
ORANDO... NO ESPÍRITO. A guerra do cristão contra as forças espirituais de Satanás exige dedicação a oração, i.e., orando "no Espírito", "em todo tempo", "com toda oração e súplica", "por todos os santos", "com toda perseverança". A oração não deve ser considerada apenas mais uma arma, mas parte do conflito propriamente dito, onde a vitória é alcançada, mediante a cooperação com o próprio Deus. Deixar de orar diligentemente, sob todas as formas de oração, em todas as situações, é render-se ao inimigo e deixar de lutar (Lc 18.1; Rm 12.12; Fp 4.6; Cl 4.2; 1 Ts 5.17).
1Co 14.4 O que fala língua estranha edifica-se a si mesmo
Na vida pessoal de Paulo, falar com Deus em línguas é um meio importante de adoração e de crescimento espiritual (vv. 14-19)

CONCLUSÃO
O fruto do Espírito é uma realidade na vida daquele que está em comunhão com o ESPÍRITO SANTO e deve ser a identidade espiritual do crente neste mundo. 
“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gálatas 5.22).
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com DEUS (ver Rm 8.5-14; 8.14; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9). O fruto do Espírito inclui: 
(1) “Caridade” (gr. agape), (2) “Gozo” (gr. chara),(3) “Paz” (gr. eirene),(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), (5) “Benignidade” (gr. chrestotes), (6) “Bondade” (gr. agathosune), (7) “Fé” (gr. pistis), (8) “Mansidão” (gr. prautes), (9) “Temperança” (gr. egkrateia). 
 
 
Questionário Da Lição 9 - ESPÍRITO SANTO - O Fruto do ESPÍRITO 
Ev.Luiz Henrique www.henriqueestudos.cjb.net
Texto Áureo:
1- O que é o FRUTO DO ESPÍRITO, segundo Gl 5.22?
(      ) Amor, Gozo, Paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade, Fé, Mansidão, Temperança
(      ) Amor, Gozo, Paz, Felicidade, Benignidade, Vontade, Fé, Mansidão, Temperança
(      ) Amor, Gozo, Paz, Longanimidade, Benignidade,  Mansidão, Temperança
Verdade Prática:
2- O que é o FRUTO DO ESPÍRITO, segundo a lição?
(     ) O FRUTO DO ESPÍRITO é uma realidade na vida daquele que está em comunhão com a Igreja
(     ) O FRUTO DO ESPÍRITO é uma realidade na vida daquele que está em comunhão com sua Família
(     ) O FRUTO DO ESPÍRITO é uma realidade na vida daquele que está em comunhão com o ESPÍRITO SANTO
Introdução:
3- Para que possamos entender profundas verdades, o que DEUS emprega na sua Palavra?
(     ) Figuras Extraídas da Filosofia     (     ) Figuras Extraídas da vida cotidiana      (     ) Imagens de homens ilustres
Tópico I. LIÇÕES ESPIRITUAIS DO CONCEITO DE FRUTO
4- O que garante a perpetuação de cada espécie criada por DEUS?
(      ) A boa alimentação     (     ) Produzir Frutos (germinação de sementes)     (     ) O cuidado no cultivo
5- Por que o crente produz fruto?
(     ) Para que as pessoas vejam características divinas nele e se convertam ao DEUS vivo
(     ) Para se alimentar desse fruto mais tarde      (      ) Para que seja superior aos outros seres terrestres
6- De que maneira o ESPÍRITO de DEUS opera?
(      ) Paulatinamente e sem progresso     (      ) Vagarosa e maravilhosamente      (      ) Progressiva e gradativamente
7- Qual a condição necessária para se permanecer na vida espiritual?
(     ) Produzir árvore      (     ) Produzir fruto     (     ) Produzir Dons
Tópico II. CONCEITO DE FRUTO DO ESPÍRITO
8- O FRUTO DO ESPÍRITO é a manifestação de que na vida do crente?
(     ) Manifestação das vicitudes de DEUS      (     ) Manifestação dos atributos de DEUS      (     ) Manifestação das virtudes de DEUS
9- Como a natureza de CRISTO se manifesta no crente? 
(     ) Através do FRUTO DO ESPÍRITO produzido nele      (     ) Através do ESPÍRITO nele     (     ) Através do Dom produzido nele
10- O que a Carne (natureza carnal) faz com o homem em relação a DEUS?
(     ) Aproxima-o da vontade de DEUS      (     ) Une-o a DEUS      (     ) Afasta-o da vontade de DEUS
11- Quem dá muito fruto?
(     ) Quem está em CRISTO e CRISTO está nele      (     ) Quem está com CRISTO e CRISTO com ele     (     ) Quem está em si e CRISTO está nele
12- O que produz o FRUTO DO ESPÍRITO, no crente, que ajuda-o a entregar-se inteiramente ao Senhor?
(      ) A Salvação     (      ) A Perfeição     (     ) A Santificação
13- O que deve ser preservado irrepreensível para a vinda do Senhor?
(     ) Alma e corpo(     ) espírito, alma e corpo      (     ) espírito e corpo
III. COMO PRODUZIR O FRUTO DO ESPÍRITO (GL 5.16-22).
14- Como devemos andar para produzirmos o FRUTO DO ESPÍRITO?
(     ) Na carne     (      ) Em Frente      (     ) Em ESPÍRITO
15- Quem orientou a Filipe para que evangelizasse o Eunuco?
(     ) Os irmãos de Samaria      (     ) Os irmãos de Azoto     (     ) O ESPÍRITO SANTO
16- Quem disse para que Saulo (Paulo) e Barnabé fossem separados para a obra missionária?
(     ) Os profetas de Antioquia     (     ) O ESPÍRITO SANTO     (     ) O profeta Ágabo
17- Quem decide se o ESPÍRITO SANTO vai nos reger plenamente e nos dirigir?
(     ) O ESPÍRITO SANTO     (     ) Nós mesmos     (     ) JESUS
18- Qual a ordem recebemos para não cumprirmos as concupiscências (desejos) da carne?
(     ) Andar em ESPÍRITO      (     ) Andarmos pelos caminhos do mundo      (     ) Andarmos pelas veredas do desejo 

Estudo
AS OBRAS DA CARNE E O FRUTO DO ESPÍRITO

Gl 5.19-23 “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de DEUS. Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.”

Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana 
pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne 
estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

OBRAS DA CARNE. “Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu 
inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de DEUS (5.21). Por isso, essa natureza carnal 
pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do ESPÍRITO SANTO (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17). As obras da carne (5.19-21) incluem:
(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 
5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.
(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).
(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).
(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse 
autoridade igual ou maior que DEUS e sua Palavra (Cl 3.5).
(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 
8.18; Ap 9.21; 18.23). 
(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas. 
(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3). 
(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3). 
(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8). 
(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17). 
(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de DEUS (Rm 16.17). 
(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19). 
(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos. 
(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a 
seguir, por tratar-se de práticas conexas. 
(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante. 
(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes. 
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em JESUS e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de 
DEUS, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9 nota).

O FRUTO DO ESPÍRITO. Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta 
maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do 
pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com DEUS (ver Rm 8.5-14; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9). O 
fruto do Espírito inclui: 
(1) “Caridade” (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14). 
(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de DEUS, bênçãos estas que pertencem 
àqueles que crêem em CRISTO (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14 nota).
(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 
5.23; Hb 13.20). 
(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1). 
(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3). 
(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e 
na correção do mal (Mt 21.12,13). 
(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; 
Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).
(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também 
humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de JESUS, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 
10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20). 
(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza 
(1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).
O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — 
praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.
Ajuda da Revista e Cd Da BEP da www.cpad.com.br
 
Gl 5.22 - Quando o apóstolo passa a recomendar como o cristão deve viver, ele usa a expressão "fruto do Espírito" no singular. Cada arvore só dá um tipo de fruto, segundo a sua espécie.
 
1-            Quando aceitamos a JESUS CRISTO como senhor e salvador, recebemos o ESPÍRITO SANTO em nossas vidas, nosso espírito é ligado a DEUS e o ESPÍRITO SANTO implanta em nós o seu fruto, ou semente, que devidamente tratada e regada crescerá e se tornará numa frondosa árvore cheia de frutos.
            Se dermos lugar ao ESPÍRITO SANTO e santificarmos nossas vidas todos verão que DEUS está em nossas vidas, pois pelos frutos somos conhecidos tanto pelo mundo, como pelo pai.
 
2-        o fruto do espírito representa os atributos de DEUS; os traços do seu caráter; o fruto vem de dentro e aparece do lado de fora, no quotidiano.
 
3-        do amor precede todos os demais atributos de DEUS que são desenvolvidos no crente pelo ESPÍRITO SANTO que nele habita.
 
4-        nossa maturidade cristã é medida pelo grau de permissão que damos ao ESPÍRITO SANTO de agir e dirigir a nossa vida.
 
5-            virtudes ou qualidades do ESPÍRITO SANTO:
tem a ver com o relacionamento íntimo com DEUS.
            5.1-           Amor: ágape ou agapao rm 5.5; jo 3.16; jo 15.2-13 é o amor de DEUS, misericordioso e cheio de graça. É o mais importante, sem este não se chega aos outros.
            5.2-           Gozo: senso de bem-estar, sobretudo de bem-estar espiritual, por causa de uma correta relação com DEUS.
            5.3-           Paz: paz com DEUS gera paz no meio da guerra e dos problemas; é ter certeza da salvação e do perdão de DEUS, é amar nossos inimigos.
tem a ver com nosso relacionamento com os outros
            5.4-           Longanimidade: não se deixando levar pela ira, pelas provocações, pelas perseguições; é demorar-se a dar lugar á inimizade; é ver as boas qualidades onde todos enxergam só o mau.
            5.5-           Benignidade: honestidade, é nunca ser inflexível ou amargo.
            5.6-           Bondade: generosidade, mais bem aventurado é o que dá do que o que recebe.
            5.7-           : indicando fidelidade a DEUS e ao próximo. é crer nas promessas de DEUS e aplicá-las ao nosso viver.
 
  5.8-     5.8-          Mansidão: humildade, autocontrole, considerar aos outros superiores a si mesmo. Apaziguar.
            5.9-           Temperança:
5.9.1- nas palavras: quão boa à palavra dita ao seu tempo.
5.9.2- nas ações: equilíbrio no viver e perante DEUS; nas orações, no estudo da palavra e nos jejuns.
5.9.3- nos pensamentos: manter os pensamentos cativos na palavra de DEUS.  
 
O FRUTO DO ESPÍRITO A BONDADE
(Gálatas 5.16-25 )
1. INTRODUÇÃO
Durante sua obra criativa, DEUS fazia admiráveis pausas nas quais refletia sobre o que fizera. Diz a Bíblia que Ele classificou cada obra sua como boa. O resultado de Sua ação lhe proporcionava uma satisfação estética. A palavra bondade na Bíblia se aplica àquilo que proporciona satisfação estética ou moral. No hebraico, a palavra para expressar este conceito é tobh, literalmente "agradável", "alegre". No grego, há duas palavras para traduzir essa idéia: a primeira é agathos (bom), que é o termo usado por Paulo para indicar o fruto espiritual da bondade; a segunda é kalos (belo), que tem a ver com harmonia. Bondade, portanto, tem uma dimensão ética e uma dimensão estética. Na dimensão ética, significa viver de acordo com padrões elevados. Na dimensão estética, pode ser entendida como beleza interior.
A vida cristã é aquela vivida no ESPÍRITO SANTO. Na verdade, a vida cristã só é possível no Espírito. Fora dEle, nossa vida é como a de qualquer pessoa.
2. A BONDADE DE DEUS
O salmo 33.5 diz que a terra está cheia da bondade de DEUS. Esta bondade está presente na Sua criação.
O universo reflete a bondade de DEUS. Eu gosto de ler as páginas sobre ciência nos jornais e revistas. Um dos temas que me fascina é a idade do cosmos. A cada dia aparece uma teoria nova, dando alguns bilhões a mais ou a menos para o nosso mundo. A sabedoria bíblica fala que tudo começou "no princípio". Os astrônomos querem datá-lo. Por isto, de vez em quando eles fotografam alguma estrela nascendo. É fascinante saber que ela está onde está há alguns bilhões de anos, mas só agora conseguimos fotografá-la porque só agora a sua luz pôde ser captada por algum telescópio gigante espionando o cosmos. Nós sabemos pouco sobre o cosmos, mas o pouco que sabemos mostra que nele está presente a bondade de DEUS, bondade ordenadora, bondade harmonizadora. O ser humano reflete a bondade de DEUS. Alguns biólogos têm procurado uma explicação para a natureza humana. Contra a corrente dos que acham que os genes são egoístas, Matt Ridley escreveu um livro para mostrar um paradoxo: os genes, embora egoístas, são solidários para que possam sobreviver. O debate entre esses autores apenas confirma que a biologia não pode explicar a natureza humana, senão parcialmente. Recentemente, o mundo assistiu a frustração dos geneticistas encarregados de mapear os genomas humanos; sua conclusão foi patética: ainda não dá para entender a natureza humana. Nós sabemos pouco sobre a natureza humana, mas o pouco que sabemos mostra que nela está presente a bondade de DEUS, bondade que injeta no homem o desejo de ser bom. É por isto que o ESPÍRITO SANTO produz bondade. Ele produz algo que a natureza humana deseja, mas não consegue produzir por si só. DEUS, portanto, está presente no desejo do bem e está presente na capacitação para a prática deste bem. Este desejo humano é uma decorrência da bondade de DEUS. A Bíblia afirma a sua bondade como algo que dura para sempre (Salmos 106.1; 107.1; 118.1; 136.1; Jeremias 33.11). Diz mais ainda a Bíblia, agora pela boca do Filho JESUS CRISTO, que só DEUS é bom (Marcos 10.18; cf. Lucas 18.19) Só produzimos o bem pela presença do Espírito conosco. Fora dEle, nossa inclinação é para o caos, não para a beleza; é para a maldade, não para a bondade. O caos e a maldade são naturais; a beleza e a bondade são espirituais.
Estamos sendo naturais ou espirituais?
3. A BONDADE HUMANA
O apóstolo Paulo apresenta três sinônimos para fruto do Espírito que guardam relação muito próxima entre si. Conquanto todas sejam produções do Espírito em nós e por nosso intermédio, são expressões com sentidos complementares mas distintos. São elas: amor, benignidade e bondade.
O amor é um sentimento a ser aprendido e que se caracteriza pela entrega incondicional sem espera pelo troco. A benignidade é a qualidade que uma pessoa tem de fazer com que os outros se sintam à vontade em sua presença; tem a ver, portanto, com empatia e simpatia. A bondade é uma virtude interior que inunda todas ações. A mais perfeita ilustração bíblica para a bondade é a parábola contada por JESUS acerca de um homem caído. Por ele passaram várias pessoas, entre elas duas que não eram boas. No interior deles não havia nada que as impelisse em direção àquele viajante caído e abandonado. Por ele, no entanto, passou uma pessoa boa. Sua bondade abafou-lhe a lógica, segundo a qual a imprudência daquele merecia ser punida como fora. Sua bondade libertou-lhe do medo das conseqüências e dos custos do seu gesto. Sua bondade livrou-lhe do sentimento de impotência diante de um quadro tão grave. Sua bondade falou mais alto que seus afazeres e seus compromissos. Os dois viajantes deram o que tinham para dar: nada, porque não eram bons. O terceiro viajante deu o que tinha para dar: Há muitos crentes se comportando como os dois primeiros viajantes. Há muitos crentes que tocam suas vidas num plano apenas natural, sem produzir o fruto espiritual da bondade. Crente cansado de ser bom é crente que abafou o ESPÍRITO SANTO na sua vida. Ao contrário, a bondade deve estar presente nos Seus filhos. Nossa tarefa, como seres habitados pelo ESPÍRITO SANTO, é encher a terra de bondade. Se não o fizermos, o mundo não terá como ver a bondade de DEUS.
4. A MATRIZ DE NOSSA BONDADE
Pelo ESPÍRITO SANTO, podemos produzir bondade, embora não sejam bons.
1. Produzimos bondade quando reconhecemos a bondade de DEUS, que nele significa perfeição absoluta e generosidade completa. Este reconhecimento implica que este é o padrão que buscamos para nós mesmos. Se queremos produzir bondade, precisamos meditar na bondade de DEUS. O nosso louvor deve ser parte desta contemplação. Quando exaltamos a DEUS, contemplamos a Sua bondade. Diante dela, eis o que nos cabe fazer: meditar nela, esperando que ela nos penetre.
2. Produzimos bondade quando reconhecemos que a bondade DEUS nos alcançou e nos alcança. Quando achamos que somos o que somos porque somos esforçados, não produzimos bondade. Ao contrário, quando nos lembramos que é a bondade de DEUS que permite que estejamos vivos e ativos (Lamentações 3.22), nosso compromisso muda. Quando recordamos que Ele nunca se cansou de nós, nem se cansa de nós, nossa disposição muda.
3. Produzimos bondade quando deixamos de nos considerar os crentes-padrões. A nosso respeito, o apóstolo Paulo traça um retrato arrasador. Eu tomo o que ele escreveu sobre os juDEUS, porque se aplica completamente aos cristãos: Se, porém, tu, que tens por sobrenome cristãos; repousas no evangelho; te glórias em DEUS; conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído no evangelho; estás persuadido de que és guia dos cegos, luz dos que se encontram em trevas, instrutor de ignorantes, mestre de crianças, tendo no evangelho a forma da sabedoria e da verdade; porque (....) não te ensinas a ti mesmo? Por que tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Por que dizes que não se deve cometer adultério e o cometes? Por que abominas os ídolos e lhes roubas os templos? Por que tu, que te glórias na lei, desonras a DEUS pela transgressão da lei? (Romanos 2.17-23) O moralista tem dois pesos: um para si mesmo, brandíssimo, e outro para o próximo: severíssimo. O moralista produz justiça para os outros, nunca bondade, a não ser para si mesmo; bondade para si mesmo não é bondade, é auto-indulgência.
4. Produzimos bondade quando temos interesse em perfumar a terra com ela. Podemos pensar as nossas vidas como sendo frascos de perfume. Enquanto o perfume está fechado, não passa de um frasco de perfume. Ninguém sabe qual é o seu cheiro. Às vezes, o frasco é lindo. Às vezes, a marca é charmosa. Há muitos cristãos-frascos. Precisamos ser cristãos-perfumes.
Quando queremos perfumar a terra, nós nos desencapsulamos, nós nos desenfrascamos. É assim que damos o fruto da bondade. Se nos contentamos em ficar fechados em nós mesmos, não produzimos bondade.
5. CONCLUSÃO
Aqueles que vivem pelo Espírito devem encher a terra de bondade, de modo que o mundo veja a bondade de DEUS.
De que estamos enchendo a terra?
Esperemos que de bondade. É dela que o mundo precisa. É ela que DEUS espera de nós.
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